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23 PARECER JURÍDICO RELATIVO ÀS ANOMALIAS DETECTADAS Segundo o solicitado pelo Secretariado Geral da ACRA- Associação dos Consumidores

24 da Região Açores, relativamente ao Relatório Técnico apresentado pelo Dr. Fernando Loureiro de Sousa, somos do seguinte parecer: I- Dos Factos e seu Enquadramento Legal: A- SALA DE REFEIÇÕES 1º- Afixação de tabela de preços/ ementa Segundo o relatado, 25% dos estabelecimentos de restauração visitados apresentam ementa apenas no interior do estabelecimento, 50% apenas no seu exterior e 16% não possuem qualquer tipo de ementa ou afixação de preços. Desta forma, somente 9% de tais estabelecimentos detêm tal afixação quer no interior, quer no exterior. Ora, estipulam as disposições conjugadas do artº 1º nº1 e artº 11º nº1 do Decreto Lei nº 138/90, de 26 de Abril, que todos os bens destinados à venda a retalho devem exibir o respectivo preço de venda ao consumidor, sob pena do infractor responder a título contra-ordenacional. Por sua vez, o artº 1º da Portaria 262/2000, de 13 de Maio, determina que em todos os estabelecimentos de restauração e de bebidas que prestem serviços de cefeteria é obrigatória a afixação, em local perfeitamente visível, e de forma clara e bem legível, de uma tabela de preços e as consições de prestações de serviços. Acrescenta o artº 19º do Decreto Regulamentar nº 38/97, de 25 de Setembro (adiante designado por DR 38/97), que junto à entrada dos estabelecimentos de restauração e de bebidas devem afixar-se em local destacado e por forma bem visível, de modo a permitir a sua fácil leitura do exterior do estabelecimento, mesmo durante o período de funcionamento nocturno (...) a lista do dia e os respectivos preços, no caso dos restaurantes. Desta forma, apenas 9% dos estabelecimentos visitados respeitam por completo as regras que determinam a completa informação ao consumidor, no que se refere aos bens/ serviços a alienar e respectivos preços. Ainda que não exista uma obrigatoriedade plena em deter tabela de preços exposta no interior ou simultaneamente no interior/ exterior, a verdade é que acreditamos que, apenas desse modo, será possível uma real informação ao consumidor. 2º- Pavimento Segundo o mesmo técnico, dos estabelecimentos visitados 91% apresentam chão anti derrapante na sala de refeições. No entanto, tal não é legalmente exigível. Apenas o será em relação a todos os locais onde são preparados, tratados ou transformados os géneros alimentícios, sendo explicitamente excluídas as salas de refeição- v.g. artº 4º nº1 e nº2, alínea b) do Anexo ao DL 67/)8. 3º- Iluminação Dos estabelecimentos alvo de análise, 90% apresentava iluminação natural e 73% iluminação artificial. Foi considerado que a iluminação era adequada em todos eles. Na realidade, a lei apenas exige que o o estabelecimento detenha sistema eléctrico, não

25 fazendo referência à adequação da iluminação do mesmo- v.g. ponto do Anexo ao DR 38/97. No entanto, a exigência de uma prestação de serviço de qualidade assim o exige. Refira-se não existir, de igual modo, a obrigatoriedade de cumprir um qualquer modelo de iluminação. 4º- Ventilação O técnico da ACRA verificou que todas as salas de refeição apresentavam ventilação adequada, sendo que 53% utilizava ventilação artificial e 88% ventilação natural. A este respeito, o artº 6º do DR 38/97 estipula que os estabelecimentos de restauração e de bebidas devem preencher os requisitos mínimos das instalações, do equipamento e do serviço fixado na tabela que contitui o anexo I ao presente regulamento, que dele faz parte integrante. Anexo este que, no seu ponto estabelece como exigível que as zonas destinadas aos utentes detenham aquecimento e ventilação. Acrescenta ainda o artº 3º nº4, alínea c), via nº1, ambos do Anexo ao DL 67/98 que as instalações alimentares permanentes devem possuir ventilação natural ou mecânica adequada e suficiente, de modo a ser evitado o fluxo mecânico de ar de uma área contaminada para uma limpa (...). 5º- Limpeza Geral Dos estabelecimentos alvo de estudo, o técnico da ACRA entendeu que 25% tinha um aspecto geral de limpeza muito bom, sendo que os restantes 25% mereceram a qualificação de bom. De acordo com o estabelecido no artº 20º do DR 38/97, os estabelecimentos de restauração e de bebidas devem ser limpos e arrumados diariamente antes da sua abertura ao público. Por seu turno, o Decreto Lei nº 67/98, de 18 de Março (adiante designado DL 67/98), estipula que a preparação, transformação, fabrico, embalagem, armazenagem, transporte, distribuição, manuseamento e venda ou colocação à disposição do público consumidor de géneros alimentícios deve realizar-se em condições de higine, de acordo com o Regulamento de Higiene de Géneros alimentícios, anexo ao presente diploma e que dele faz parte integrante - v.g. artº 2º nº1. 6º- Protecção dos alimentos expostos De acordo com o artº 25º nº 1, alínea b), do DR 38/97, os alimentos e produtos de pastelaria e semelhantes destinados ao público devem estar colocados em vitrinas, expositores ou outros equipamentos, com ventilação adequada e refrigerados, se for caso disso, que impeçam o contacto directo dos utentes com aqueles e permitam o seu resguardo de insectos ou outros elementos naturais. Deste modo, os cerca de 16% dos estabelecimentos visitados que não detêm os alimentos expostos suficientemente protegidos poderão ser alvo de um processo contraordenacional, de acordo com o disposto no artº 33º nº1, alínea a) do Decreto Regional supra referido.

26 7º- Controlo de Pragas e Insectos Segundo o artº 21º nº2 do DL 67/98, nos estabelecimentos de restauração e bebidas deverão ser instalados processos adequados para o controlo dos animais nocivos. Controlo este que, no que respeita a pragas, é realizado por empresas especializadas, deixando os seus dísticos nas instalações desinfestadas. Relativamente ao combate a insectos, são usualmente utilizados os aparelhos eléctricos. É verdadeiramente preocupante que cerca de 44% de tais estabelecimentos não realizem as necessárias desinfestações. Ou que 36% dos mesmos não utilizem aparelho contra insectos. 8º- Dístico de HACCP Determina o artº 3º do DL 67/98 que as empresas do sector alimentar devem identificar todas as fases das suas actividades de forma a garantir a segurança dos alimentos e velar pela criação, aplicação, actualização e cumprimento de procedimentos de segurança adequados. Actividades de autocontrolo estas que deverão incluir, nomeadamente, análises dos potenciais riscos alimentares nas operações do sector alimentar e determinação dos pontos críticos para a seguirança dos alimentos. Ora, de acordo com o relatório do técnico da Acra, 78% dos estabelecimentos visitados não aderiram ao programa desenvolvido pela Secretaria Regional da Economia, no sentido de se fazer aplicar o supra referido diploma legal. O que demonstra falta de vontade no conhecimento e consequente cumprimento da lei. 9º- Luz de emergência O sistema de iluminação de emergência apenas é exigível quando se trate de estabelecimentos de restauração e bebidas de luxo ou de estabelecimentos com área total igual ou superior a 300 m2- v.g. ponto do Anexo II ao DR 38/97 e artº 1º, nº1, alínea a), conjugado com o ponto do Anexo ao Decreto Lei nº 368/99. Uma vez que o relatório nada se refere a tais distinções, não poderemos analisar do cumprimento, ou não, da disposição legal. 10º- Extintores De acordo com o disposto no artº 36º nº1 do 243/86, de 20 de Agosto, aplicável a restaurantes, cantinas, cafés e outros similares que sirvam refeições ou bebidas, por via do artº 3º nº1, alínea d) do mesmo diploma, todos os locais de trabalho devem estar providos de equipamento adequado para a extinção de incêndios, em perfeito estado de funcionamento, situado em locais acessíveis e convenientemente assinalados. Acrescente-se ainda que quer o licenciamento da construção de estabelecimentos de restauração e bebidas, quer a licença de utilização para funcionamento dos mesmos, carece do parecer do Serviço Nacional de Bombeiros, no que se relaciona com o cumprimento das regras de segurança contra riscos de incêndio- v.g. artº 6º e artº 12º nº2 e nº6, ambos constantes do Decreto Lei 139/99, de 24 de Abril. Deste modo, não se compreende como é que 29% dos estabelecimentos visitados pelo técnico da ACRA não existe extintor de incêndios na sala de refeições.

27 B- INSTALAÇÕES SANITÁRIAS DESTINADAS AOS UTENTES B.1- Espaço Comum 1º- Existência de espaço comum Este espaço comum não é obrigatório, desde que não inquine o cumprimento de outras normas, tal como a que exige a existência de retretes com lavatórios e espelhos- v.g. ponto 2.2 do Anexo I ao DR 38/97. 2º- Pavimento e revestimento de paredes Dispõe o nº 6 do artº 10º do DR 38/97 que as paredes, pavimentos e tectos das instalações sanitárias comuns devem ser revestidos de materiais resistentes, impermeáveis e de fácil limpeza. Segundo o constatado pelo técnico da ACRA, esta norma foi cumprida em absoluto. 3º- Iluminação No que toca às instações sanitárias, a lei não se refere especificamente ao tipo e adequação da iluminação nas mesmas. No entanto, estipula que as instalações sanitárias destinadas aos utentes (...) devem estar sempre dotadas dos equipamentos e utensílios necessários à sua utilização pelos utentes. 4º- Ventilação Segundo o disposto no ponto 2.2 e respectiva legenda do Anexo I ao DR 38/97, as instalações sanitárias destinadas aos utentes dos estabelecimentos de restauração devem deter comunicação directa com o esterior ou encontrar-se dotadas de dispositivos de ventilação artificial com contínua renovação do ar adequados à sua dimensão. Conforme relatado pelo técnico da ACRA, cerca de 6% dos estabelecimentos visitados não detêm ventilação adequada, pelo que poderão ser alvo de processo contraordenacional- v.g. artº 33º nº1, alínea b) do Decreto supra mencionado. 5º- Limpeza dos espaços comuns De acordo com o estabelecido no artº 20º do DR 38/97, os estabelecimentos de restauração e de bebidas devem ser limpos e arrumados diariamente antes da sua abertura ao público. 6º- Lavatórios Determina o ponto 2.2 do Anexo I ao DR 38/97 que as instalções sanitárias destinadas aos utentes detenham lavatórios com espelho. O que aconteceu com todos os estabelecimentos visitados. Refira-se que, na realidade, não é legalmente exigível que as torneiras destas instalações funcionem não manualmente mas através de outras estruturas (com pedal, fotoeléctricas, etc). No entanto, a utilização destas últimas garante, sem margem para dúvidas, uma maior higiene. 7º- Detergente, Secagem e Caixote do lixo O nº5 do artº 10º do DR 38/97 determina que as instalações sanitárias destinadas aos

28 utentes (...) devem estar sempre dotadas dos equipamentos e utensílios necessários à sua utilização pelos utentes. A violação desta norma é punível enquanto contraordenação- v.g. artº 33º nº1, alínea b) do Decreto supra mencionado. B.2- Cabines sanitárias 1º- Iluminação Tal como já foi referido, a lei não se refere especificamente a esta questão, pelo que remetemos ao anteriormente dito- v.g. ponto 3º da secção anterior (B.1) 2º- Ventilação Remete-se para o anteriormente referido- v.g. ponto 4º da secção anterior (B.1) 3º- Limpeza dos sanitários e portas dos mesmos Remete-se para o anteriormente referido- v.g. ponto 5º da secção anterior (B.1) 4º- Comunicação com a cozinha e salas de refeição Determina o nº 4 do artº 10º do DR 68/98 que as instalações sanitárias não podem ter acesso directo com as zonas de serviço, salas de refeições ou salas destinadas ao serviço de bebidas. A violação do aqui estipulado constitui contra-ordenação, punível nos termos do artº 33º nº1, alínea a) do mesmo diploma. 5º- Caixotes do lixo Remete-se para o anteriormente referido- v.g. ponto 7º da secção anterior (B.1) C- COZINHA/ COPA/ ZONA DE FABRICO 1º- Tipo de lambrim de parede, pavimentos e paredes Determina o artº 12º nº11 do DR 38/97 que nas cozinhas, nas copas e nas zonas fabrico as paredes devem possuir lambrim de material resistente, liso e lavável, e a sua ligação com o pavimento ou com outras paredes deve ter a forma arredondada. O nº12º do mesmo preceito acrescenta que o pavimento, as paredes e o tecto das cozinhas, copas, zonas de fabrico, instalações complementares e zonas de serviço com comunicação com as salas de refeição e demais zonas destinadas aos utentes devem ser revestidos de materiais resistentes, impermeáveis e de fácil limpeza. A violação do estipulado é punível enquanto contra-ordenação, nos termos do artº 33º nº1, alínea a) do referido diploma. Também o artº 4º nº3 do DL 67/98 determina que os pavimentos (...) devem ser construídos com materiais impermeáveis, não absorventes, antiderrapantes, laváveis e não tóxicos, de forma a permitir o escoamento adequado das superfícies, sempre que o mesmo seja necessário para assegurar a segurança e salubridade dos géneros alimentícios. Acrescenta o número seguinte do mesmo artigo que as paredes das

29 referidas instalações devem ser construídas com materiais impermeáveis não absorventes, laváveis e não tóxicos, e ser lisas até uma altura adequada às operações de limpeza. 2º- Iluminação e ventilação Segundo o artº 12º nº4 do DR 38/97, as cozinhas, as copas e as zonas de fabrico devem dispor de arejamento e iluminação naturais suficientes ou, quando tal não for possível, de ventilação e iluminação artificiais adequadas à sua capacidade. Em qualquer caso, e de acordo com o nº5 do mesmo preceito legal, (...) as cozinhas, as copas e as zonas de fabrico devem dispor de aparelhos que permitam a constante renovação do ar e a extracção de fumos e cheiros. Claro está que, tratando-se de ventilação natural (nomeadamente através de janelas), determina o artº 4º nº6 do DL 67/98 que as janelas e outras aberturas devem estar construídas de modo a evitar a acumulação de sujidade, estar equipadas, sempre que necessário para assegurar a segurança e salubridade dos géneros alimentícios, com redes de protecção contra insectos, facilmente removíveis para limpeza, e permanecer fechadas durante a laboração, quando da sua abertura resultar a contaminação dos géneros alimentícios pelo ambiente exterior. O artº 3º nº5 do DL 67/98 acrescenta ainda que as instalações de manipulação dos alimentos devem ter luz natural e/ ou artificial adequada. Uma vez mais, a violação de tais preceitos implica a punibilidade do acto enquanto contra-ordenação- v.g. artº 33º nº1, alínea a) do DR 38/97 e artº 8º nº1 do DL 67/98. 3º- Aspecto geral de limpeza De acordo com o artº 15º do DL 67/98, todos os materiais, utensílios e equipamentos que entrem em contacto com os alimentos devem ser mantidos limpos. Também neste caso, a violação de boas práticas de higiene constitui uma contraordenação- v.g. artº 8º nº1 do DL 67/98. 4º- Limpeza de balcões e mesas As superfícies em contacto com os géneros alimentícios devem ser construídos em materiais lisos, laváveis e não tóxicos, para além de se deverem encontrar em perfeito estado de limpeza e higiene- v.g. artº 4º nº8 e artº 15º, ambos do DL 67/98. 5º- Acondicionamento de utensílios Determina a alínea a) do artº 15º nº1 do DL 67/98 que todos os materiais, utensílios e equipamentos que entrem em contacto com os alimentos devem ser mantidos limpos e ser fabricados em materiais adequados e mantidos em boas condições de arrumação e em bom estado de conservação, de modo a reduzir ao mínimo qualquer risco de contaminação dos alimentos, permitir uma limpeza perfeita e, sempre que necessário para assegurar a segurança e salubridade dos géneros alimentícios, a sua desinfecção, excepto quanto aos recipientes e embalagens não recuperáveis. 6º- Lavatório para mãos

30 As instalações alimentares devem possuir lavatórios em número suficiente, devidamente localizados e sinalizados, para lavagem das mãos, equipados com água corrente quente e fria, materiais de limpeza e dispositivos secagem higiénica e, sempre que necessário para assegurar a segurança e salubridade dos géneros alimentícios, devidamente separados dos que se destinam à lavagem de alimentos e equipados com torneiras de comando não manual- v.g. artº 3º nº4, alínea a) do DL 67/98. Ao mesmo se refere o DR 38/97, ao referir que as cozinhas e zonas de fabrico devem estar equipadas com lavatórios destinados ao pessoal, sempre que possível colocados à sua entrada. Consideramos bastante grave o facto de apenas 15% dos estabelecimentos visitados deterem lavatórios só para as mãos equipado com torneira não manual. Tal apenas traduz quer a falta de vontade no cumprimento da lei, quer a lacuna na fiscalização do cumprimento da mesma. 7º- Separação de alimentos e acondicionamento de alimentos O artº 22º nº2 do DR 67/98 determina que as matérias primas e ingredientes armazenados no estabelecimento devem ser conservados em condições adequadas que evitem a sua deterioração e os protejam da contaminação, nomeadamente a cruzada. Daí a importância da separação de alimentos crus e cozinhados e do acondicionamento dos mesmos. 8º- Lavagem de loiça (manual/ automática simples/ automática com sistema de estufa) A lei nada especifica em relação à obrigatoriedade de utilização de sistemas de lavagem automática de loiça com estufa. No entanto, estamos em crer que tal será o sistema que garanta melhor eficácia na eliminação de todos e quaisquer elementos nocivos e prejudiciais à saúde dos consumidores. 9º- Zonas de cozinha De acordo com os nº 1, 2 e 3 do artº 12º do DR 38/97, aquilo a que vulgarmente se apelida de cozinha inclui quatro realidades distintas: cozinha- zona destinada à confecção e preparação de refeições; copa suja- zona destinada à lavagem de louças e de utensílios; copa limpa- zona destinada ao empratamento e distribuição de serviço; zona de fabrico- local destinado ao fabrico, preparação e embalagem de produtos de pastelaria, padaria e gelados. Também esta obrigatoriedade consta do Anexo I àquele diploma- v.g. ponto Refira-se que não existe uma imperatividade absoluta no que se refere à divisão espacial das quatro áreas supra mencionadas. Na verdade, as cozinhas e as zonas de fabrico podem constituir um espaço integrado desde que o tipo de equipamentos utilizados e a solução adoptada o permitam. Também nos estabelecimentos de restauração em que apenas haja lugares em pé ou ao balcão, a copa suja pode constituir um espaço integrado na zona do balcão, se a área dessa zona e as características do equipamento o permitirem- v.g. artº 13º nº1 e nº 3, ambos do DR 38/97. 10º- Caixote do lixo

31 Os resíduos alimentares ou outros, para além de não deverem ser acumulados em locais onde se manipulem alimentos, devem ser depositados em contentores que possam ser fechados, excepto se outros se mostrem igualmente funcionais. Acrescente-se que tais contentores deverão ser de fabrico adequado, mantidos em boas condições e permitir a fácil limpeza e desinfecção- v.g. artº 16º nº 1, 2 e 3 do DL 67/98. Ainda que a legislação aplicável não o obrigue especificamente, a ACRA é da opinião que apenas um caixote do lixo provido de pedal se adequa às exigências de higiene e qualidade dos géneros alimentícios alienados em estabelecimentos de restauração e afins. 11º- Aparelho para insectos Segundo o artº 21º nº2 do DL 67/98, nos estabelecimentos de restauração e bebidas deverão ser instalados processos adequados para o controlo dos animais nocivos. Onde se incluem os aparelhos para insectos. Determina ainda o artº 4º nº6 do DL 67/98 que as janelas e outras aberturas devem (...) estar equipadas, sempre que necessário para assegurar a segurança e salubridade dos géneros alimentícios, com redes de protecção contra insectos, facilmente removíveis para limpeza, e permanecer fechadas durante a laboração, quando da sua abertura resultar a contaminação dos géneros alimentícios pelo ambiente exterior. 12º- Utilização de farda e touca/ limpeza das mesmas O pessoal de serviço dos estabelecimentos de restauração e bebidas deve usar o uniforme adoptado pelo estabelecimento de forma a ser facilmente identificável e apresentar-se sempre com a máxima correcção e limpeza- v.g. artº 21º nº 2 do DR 38/97. O artº 18º nº1 e 2 do DL 68/97 determina ainda que qualquer pessoa que trabalhe num local em que sejam manipulados alimentos deve manter um elevado grau de higiene pesoal, devendo, nomeadamente, observar as regras de higiene aplicáveis fixadas em lei ou regulamento. Por seu turno, o nº2 daquele preceito acrescenta que o pessoal a que se refere o número anterior receberá vestuário adequado às tarefas a desempenhar, que deve manter limpo e protegido, e abster-se de o utilizar fora dos locais de trabalho. 13º- Extintor Segundo o artº 36º nº1 do 243/86, de 20 de Agosto, todos os locais de trabalho devem estar providos de equipamento adequado para a extinção de incêndios, em perfeito estado de funcionamento, situado em locais acessíveis e convenientemente assinalados. D- DESPENSA 1º- Organização e limpeza De acordo com o artº 20º do DL 67/98, os estabelecimentos de restauração e de bebidas devem ser limpos e arrumados diariamente antes da sua abertura ao público. Tal inclui, naturalmente, as despensas onde são armazenados os alimentos. Até porque, de outra forma, aumentaríamos o risco da já referida contaminação cruzada. 2º- Controlo de Pragas

32 Tal como já foi referido, o artº 21º nº2 do DL 67/98 determina que nos estabelecimentos de restauração e bebidas deverão ser instalados processos adequados para o controlo dos animais nocivos. Controlo este que, no que respeita a pragas, é realizado por empresas especializadas, deixando os seus dísticos nas instalações desinfestadas. 3º- Estado das embalagens É sabido que o bom estado das embalagens pode influenciar, e muito, a higiene e qualidade dos bens alimentícios que acondiciona. Isto porque se pretende, de acordo com o artº 20º nº2 do DL 67/98, que as matérias primas e ingredientes armazenados no estabelecimento sejam conservados em condições adequadas, de forma a evitar a sua deterioração e os protejam da contaminação. Assim, todos os utensílios que entrem em contacto com os alimentos devem ser mantidos limpos, fabricados com materiais adequados, mantidos em bom estado de conservação e permitir uma limpeza perfeita- v.g. artº 15º, alínea a) do DL 67/98. 4º- Acondicionamento de produtos O artº 21º nº2 do DL 67/98 determina que os alimentos devem ser colocados e protegidos de forma a reduzir ao mínimo qualquer risco de contaminação. 5º- Separação de detergentes Uma vez que falamos de substâncias perigosas e não comestíveis, os detergentes devem ser armazenados em recipientes ou contentores separadamente dos géneros alimentícios, contendo uma indicação adequada e fechados de forma segura- v.g. artº 23º do DL 67/98. E- ARCAS FRIGORÍFICAS 1º- Separação de alimentos, sua organização e limpeza Determina o artº 20º do DL 67/98 que os alimentos devem ser colocados e protegidos de forma a reduzir ao mínimo qualquer risco de contaminação. Uma das formas de efectivar essa protecção passa pela separação dos géneros alimentícios, aquando do seu congelamento. O mesmo se diga em relação às condições de higiene nas arcas frigoríficas. 2º- Controlo da temperatura e cristais de gelo Segundo o artº 14º nº2 do DR 38/97, as instalações frigoríficas devem estar suficientemente afastadas das máquinas e equipamentos que produzam calor. Isto para que não existam alterações contantes da temperatura, passíveis de causar riscos para a saúde dos consumidores- v.g. artº 22º nº1, in fine. F- PESSOAL 1º- Vestuário Como já referimos anteriormente, o pessoal de serviço dos estabelecimentos de restauração e bebidas deve usar o uniforme adoptado pelo estabelecimento de forma a ser facilmente identificável e apresentar-se sempre com a máxima correcção e limpeza-

33 v.g. artº 21º nº 2 do DR 38/97. O artº 18º nº 2 do DL 68/97 acrescenta ainda que o pessoal (...) receberá vestuário adequado às tarefas a desempenhar, que deve manter limpo e protegido, e abster-se de o utilizar fora dos locais de trabalho. 2º- Higiene de unhas e cabelo O artº 18º nº1 e 2 do DL 68/97 determina que qualquer pessoa que trabalhe num local em que sejam manipulados alimentos deve manter um elevado grau de higiene pesoal, devendo, nomeadamente, observar as regras de higiene aplicáveis fixadas em lei ou regulamento. Na mesma senda, o artº 21 nº2 do DR 38/97 estipula que o pessoal de serviço dos estabelecimentos de restauração e bebidas deve (...) apresentar-se sempre com a máxima correcção e limpeza. 3º- Escolaridade obrigatória/ Formação profissional Segundo o artº 21 nº1 e nº2 do DR 38/97, todo o pessoal de serviço dos estabelecimentos de restauração e bebidas deve possuir habilitações profissionais adequadas ao tipo de serviço que presta. Acrescenta o artº 19º do DL 67/98 que as empresas do sector alimentar devem certificar-se de que as pessoas que manuseiam alimentos sejam devidamente orientadas e esclarecidas e disponham de formação em matéria de higiene adequada à sua actividade profissional. 4º- Vestiários Segundo o ponto do Anexo 1 do DR 38/97, os estabelecimentos de restauração e bebidas deverão estar providos de vestiários para o pessoal. O que é corroborado pelo DL 67/98, na alínea d) do nº4 do artº 3º, ao afirmar que os estabelecimentos de restauração e afins devem possuir instalações adequadas para mudança de roupa do pessoal, sempre que necessário para assegurar a segurança e salubridade dos géneros alimentícios. O mesmo determina o artº 41º do DL 243/86, obrigando a que sejam postos à disposição dos trabalhadores vestiários que lhes permitam mudar e guardar o vestuário que não seja usado durante o trabalho. O artº 42º deste último diploma acrescenta ainda que os vestiários devem dispor de armários individuais sempre que os trabalhadores exerçam tarefas em que haja necessidade de mudança de roupa e separados para homens e mulheres. 5º- Duches De acordo com o artº 39º do DL 243/86, quando a natureza do trabalho o exija, particular e nomeadamente quando o trabalhor manipule substâncias tóxicas, perigosas ou infectantes, deverá existir um chuveiro por cada grupo de dez trabalhadores que cessem simultaneamente o trabalho. 6º- Adequação e separação por sexo das instações sanitárias para o pessoal Determina o ponto do Anexo I ao DR 38/97, e respectiva legenda, que as

34 dependências para o pessoal deverão incluir instalações sanitárias, dotadas de retretes em cabines separadas e, sempre que possível, com separação por sexos. Estas instalações deverão ter comunicação directa com o exterior ou encontrar-se dotadas de dispositivos de ventilação artificial com contínua renovação do ar adequados à sua dimensão. II- Das sanções aplicáveis Quando as normas referidas na secção anterior forem violadas pelos responsáveis dos estabelecimentos em questão, estes poderão ser alvo de um processo contraordenacional- v.g. artº 33º nº1, alíneas a) e b) do DR 38/97 e artº 8º nº1 do DL 67/98. Refira-se que a tentaiva e a negligência são puníveis. Acrescente-se que o poder de fiscalização de todas as situações supra-mencionadas são da responsabilidade da IRAE- v.g. artº 15º do DL 67/98 e artº 2º do Decreto Regulamentar Regional nº 16/97/A. III- Conclusões: Perante as lacunas apresentadas nos estabelecimentos de restauração visitados, apenas poderemos considerar não existir qualquer intenção em cumprir/ fazer cumprir a lei. Tal como dispõem os diplomas aplicáveis (v.g. artº 12º nº1 do DL 67/98 e artº 35º nº1 do DR 38/97), os responsáveis pelos estabelecimentos de restauração e bebidas tiveram um prazo de adaptação à novidades legislativas de 1 a 2 anos, respectivamente. No entanto, há já muito que tal período terminou e as adaptações não foram realizadas por completo. Nem tão pouco os responsáveis foram fiscalizados e advertidos para tal facto. Assim, quanto a nós, não existe qualquer dúvida de que as disposições legais não são cumpridas quer pela total ineficácia da fiscalização, por parte das autoridade regionais, quer pela falta de atenção das associações agregadoras dos interesses dos estabelecimentos em questão, cujos fins são, entre outros, a informação aos seus associados. Eis, salvo melhor, o nosso parecer. O Gabinete Jurídico da ACRA

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