EMPRESA AUDITADA: ARACRUZ CELULOSE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EMPRESA AUDITADA: ARACRUZ CELULOSE"

Transcrição

1 !""# EMPRESA AUDITADA: ARACRUZ CELULOSE 1

2 ESCOPO DE CERTIFICAÇÃO: MANEJO DE FLORESTAS PLANTADAS DE EUCALIPTO SPP NOS SEGUINTES MUNICÍPIOS: MUCURI, NOVA VIÇOSA, PRADO, ALCOBAÇA, CARAVELAS, IBIRAPUÃ, TEIXEIRA DE FREITAS E VEREDA (ESTADO DA BAHIA) E NANUQUE E CARLOS CHAGAS (ESTADO DE MINAS GERAIS). Setembro de 2008 Alexander Vervuurt Auditor Líder Bureau Veritas Certification Rua Pio X, 17 8 o andar RIO DE JANEIRO/RJ BRASIL 2

3 SUMÁRIO 1. INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 Identificação da Organização e das Unidades de Manejo Florestal Objeto da Certificação 1.2 Contato na Organização para o processo de Certificação 2. DESCRIÇÃO DAS UNIDADES DE MANEJO E DOS SEUS PROCESSOS 2.1 Localização e distribuição de terras e florestas plantadas 2.2 Descrição das áreas manejadas e recursos florestais 2.3 Situação fundiária 2.4 Ambiente natural 2.5 Sistema de malha viária 2.6 Locais de interesse comunitário 2.7 Perfil e condições sócio-econômicas das áreas adjacentes 2.8 Direcionador estratégico para o investimento sócio-ambiental 3. PROCESSO DE AVALIAÇÃO 3.1 Norma ou Padrão Normativo utilizado para avaliação 3.2 Identificação do OCF Organismo de Certificação 3.3 Responsável pelo OCF 3.4 Descrição do processo de Auditoria 3.5 Relatório detalhado de Auditoria 3.6 Não conformidades registradas 3.7 Oportunidades de Melhoria 4. REUNIÕES PÚBLICAS 4.1 Objetivos e realização 4.2 Entidades e pessoas contactadas 4.3 Relação de participantes das Reuniões Públicas 4.4 Respostas aos Questionamentos de Partes Interessadas por parte da Empresa e parecer Bureau Veritas Certification. 5. CONCLUSÃO ANEXO 1: Convite Para participação nas reuniões públicas e Questionário de consulta pública ANEXO 2: Lista de partes interessadas convidadas (arquivo separado) 3

4 1. INFORMAÇÕES GERAIS Histórico da Organização O empreendimento da Aracruz Celulose S.A. consiste num complexo integrado e verticalizado de natureza florestal e industrial para a produção de celulose e madeira de eucalipto. Desse modo as atividades da empresa integram os setores primário (produção de madeira oriunda de plantios florestais) e secundário (produção de celulose e madeira serrada de eucalipto). O controle acionário da Aracruz é exercido pelos grupos Safra (28%), Votorantim (28%) e Lorentzen (28%), e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES (12,5%). As ações preferenciais da empresa são negociadas nas Bolsas de Valores de São Paulo, Nova York e Madri. A Aracruz foi a primeira empresa brasileira a ter ações negociadas nos pregões da Bolsa de Valores de Nova York. A Aracruz Celulose S/A - ARCEL iniciou suas atividades no Estado do Espírito Santo em novembro de 1967, através da Aracruz Florestal S.A., com a implantação de dois núcleos florestais situados nos municípios de Aracruz e São Mateus, com o objetivo de implantar uma fábrica de celulose utilizando como matéria-prima o eucalipto. Em 1978, teve início a operação de sua primeira unidade industrial (Fábrica A). Tendo em vista a ampliação da sua capacidade de produção, com a partida da segunda unidade de produção (Fábrica B) a partir de fevereiro de 1991, teve início a implantação de floresta de eucalipto no Estado da Bahia no período compreendido entre os anos de 1988 e 1992, nos municípios de Prado, Alcobaça, Teixeira de Freitas, Caravelas, Nova Viçosa, Ibirapuã e Mucuri. A partir de 2000 teve início a ampliação do Programa de Fomento Florestal, iniciado em maio de 1990, e da área plantada nos estados do Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais para atender à demanda da Fábrica C. A nova unidade fabril elevou a capacidade de produção da Aracruz para 4

5 2 milhões de toneladas/ano de celulose a partir de agosto de Em março de 2003 ocorreu a inauguração dos modais de transporte ferroviário e marítimo e em abril de 2003 o início oficial das operações do terminal de barcaças marítimas de Caravelas/BA. Em julho de 2003 ocorreu a aquisição da Riocell, e a criação da Unidade Guaíba da Aracruz (UG), no Rio Grande do Sul, a qual possui 79,6 mil ha de área plantada e 45,6 mil ha de reservas nativas. Em dezembro de 2007 foi concluído o projeto PO 2330 que teve como objetivo aumentar a capacidade da Unidade Barra do Riacho (UBR), elevando sua capacidade de produção para 2,33 milhões de toneladas anuais de celulose. Cronologia dos principais eventos na organização: Novembro Implantação dos primeiros plantios de eucalipto Abril Fundação da Aracruz Celulose Setembro Partida da primeira unidade de produção (Fábrica "A") Janeiro de Criação da Portocel Fevereiro Partida de segunda unidade de produção (Fábrica "B") Maio Lançamento de ADRs de nível 3 na Bolsa de Valores de Nova York Janeiro Certificação ISO 9002:1994 Julho Certificação ISO 9001:1994 para todas as atividades Agosto Entrada em operação da Aracruz Produtos de Madeira S.A (serraria) Outubro de Certificação ISO 14001:1996 Outubro de Ingresso no controle acionário da Veracel 5

6 Agosto de Partida da terceira unidade de produção (Fábrica "C") Março de Inauguração dos modais de transporte ferroviário e marítimo Abril de Inauguração do terminal de barcaças de Caravelas Julho de Aquisição da Riocell Maio de Entrada em operação da Veracel Modernização da Unidade Barra do Riacho 1.1 Identificação da Organização e das Unidades de Manejo Florestal Objeto da Certificação A Aracruz Celulose S.A. (Arcel) é a maior produtora mundial de celulose branqueada de eucalipto, vendida globalmente para fabricantes de papéis sanitários, de imprimir e escrever, e papéis especiais. No Espírito Santo, a Aracruz opera três unidades de produção de celulose (Fábricas A, B e C) que juntas possuem capacidade total de 2,3 milhões de toneladas anuais de celulose. 6

7 A Fábrica A está em operação desde 1978, a Fábrica B desde 1991 e a Fábrica C desde No extremo sul da Bahia, a Aracruz também participa da APM (Aracruz Produtos de Madeira - em operação desde 1999), que produz madeira serrada de alta qualidade destinada às indústrias de móveis e design de interiores do Brasil e do exterior. A matéria-prima florestal (madeira de eucalipto) necessária para a operação desses empreendimentos industriais é suprida por plantios próprios e arrendados das Unidades de Manejo Florestal objeto da Certificação, complementada pelos plantios não certificados contratados no Programa Produtor Florestal e eventuais aquisições de madeira no mercado. O Manejo Florestal na Arcel contribui para obtenção do retorno do capital investido, através da otimização dos recursos florestais, que combina os custos de produção (silvicultura, colheita, transporte e gerencial) com a demanda fabril, considerando as premissas previstas nos direcionadores florestais da empresa. A unidade de manejo florestal objeto da certificação encontra-se distribuída nos Estados do Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais conforme a Tabela 1 abaixo. 7

8 Estado ESPÍRITO SANTO BAHIA Município Extensão do Município Área em hectares Plantio de eucalipto Reservas Nativas Outras Finalidades Total Relação eucalipto / nativas % do Município Propriedade da Aracruz Reservas Nativas da Aracruz ARACRUZ , , , ,1 1,67 40,2% 14,0% 23,4% CONCEIÇÃO DA BARRA , , , ,1 2,32 31,6% 9,0% 20,8% SÃO MATEUS , , , ,9 2,72 14,4% 3,7% 10,0% LINHARES , ,3 544, ,5 0,69 3,8% 2,1% 1,5% JAGUARÉ , ,4 421, ,2 2,18 9,7% 2,9% 6,2% MONTANHA , ,6 236, ,9 1,68 5,4% 1,9% 3,2% SERRA , ,0 283, ,2 1,00 9,4% 4,4% 4,4% SOORETAMA ,1 691,2 205, ,9 3,67 5,8% 1,2% 4,3% VILA VALÉRIO , ,8 185, ,3 1,57 6,6% 2,4% 3,8% PINHEIROS ,7 956,5 103, ,8 1,38 2,4% 1,0% 1,4% MUCURICI ,4 496,1 47, ,4 1,25 2,2% 0,9% 1,2% FUNDÃO ,1 338,9 71,0 967,0 1,64 3,5% 1,2% 2,0% RIO BANANAL ,1 468,8 46,3 881,2 0,78 1,4% 0,7% 0,6% SANTA LEOPOLDINA ,4 211,4 5,1 237,9 0,10 0,3% 0,3% 0,0% SANTA TERESA ,1 5,1 0,5 14,7 1,79 0,0% 0,0% 0,0% Total Espírito Santo , , , ,2 1,81 ALCOBAÇA , , , ,8 1,34 35,3% 14,3% 19,2% CARAVELAS , , , ,7 1,83 16,7% 5,6% 10,2% NOVA VIÇOSA , , , ,8 1,52 25,6% 9,6% 14,6% MUCURI , , , ,3 1,92 12,3% 4,0% 7,6% IBIRAPUÃ , ,7 860, ,8 1,69 18,2% 6,3% 10,7% TEIXEIRA DE FREITAS , ,4 340, ,8 1,20 4,3% 1,8% 2,2% VEREDA , ,7 68, ,4 0,43 4,1% 2,8% 1,2% PRADO ,2 611,0 108, ,2 1,30 0,9% 0,4% 0,5% Total Bahia , , , ,9 1,53 MINAS NANUQUE , ,7 332, ,8 1,08 5,6% 2,6% 2,8% GERAIS CARLOS CHAGAS , ,1 271, ,7 0,84 1,7% 0,9% 0,8% Total Minas Gerais 6.665, ,9 603, ,6 0,98 TOTAL ÁREA CERTIFICADA UNIDADE BARRA DO RIACHO , , , ,6 1,62 Plantio de eucalipto da Aracruz 8

9 1.2 Contatos na Organização para o Processo de Certificação Para o Processo de Certificação Florestal a Aracruz está disponível para contatos nos seguintes endereços: Marcelo Martins V. Carvalho - Gerente de Sistemas de Gestão Rodovia Aracruz Barra do Riacho, Km 25, S/N CEP ARACRUZ/ES Fone: (0**27) Luciano Lisbão Junior Gerente de Meio Ambiente e Segurança Florestal Rodovia Aracruz Barra do Riacho, Km 25, S/N CEP ARACRUZ/ES Fones: (0**27) DESCRIÇÃO DAS UNIDADES DE MANEJO FLORESTAL E DOS SEUS PROCESSOS 2.1 Localização e Distribuição de Terras e Florestas Plantadas As áreas de Manejo Florestal da ARACRUZ CELULOSE S/A objeto desta Certificação, estão localizadas na região Extremo Sul da Bahia e Nordeste de Minas Gerais. A Tabela 1 anteriormente apresentada traz a distribuição de áreas da empresa por Estado e Município. A Figura 1 abaixo apresenta a localização das áreas da Aracruz no extremo sul da Bahia e Nordeste de Minas Gerais, objeto deste relatório. 9

10 Figura 1. Localização das áreas da Aracruz Celulose S.A. na regional BA (Estados da Bahia e Minas Gerais) 10

11 Histórico dos Plantios e Espécie Utilizada A Aracruz iniciou seus plantios de eucalipto no final da década de 60. A escolha desse gênero, originário da Austrália e da Indonésia, ocorreu em função do seu grande potencial de produção de madeira para fabricação de celulose, comparativamente a outros gêneros florestais. Os primeiros plantios foram realizados utilizando sementes do Horto Florestal de Rio Claro (SP). Naquela época, as espécies consideradas adequadas foram Eucalyptus grandis, E. saligna, E. urophylla e E. alba. Como eram estabelecidos a partir de plantas não melhoradas, os plantios obtidos apresentavam grande variação no crescimento e na forma das árvores. Além disso, a ocorrência do cancro (podridão do tronco) se tornou uma grande ameaça, inviabilizando o uso de algumas espécies, especialmente o E. saligna. A partir de 1973, portanto, foi necessário estabelecer um programa de pesquisa florestal, com foco no desenvolvimento de materiais genéticos adaptados e de práticas silviculturais adequadas. Após avaliação de 55 espécies de eucalipto, foi iniciado um programa de melhoramento genético envolvendo E. grandis, E. urophylla e o híbrido entre eles. Na década de 80, com o desenvolvimento da clonagem, muitas árvores superiores, resultantes deste programa, já podiam ser propagadas vegetativamente em escala comercial. Paralelamente, muitos avanços foram obtidos nas práticas de manejo, como resultados dos primeiros testes de espaçamento de plantio, preparo de solo e adubação. Na década de 90 houve a implantação do Projeto Microbacia, em uma área experimental com aproximadamente 300 ha, composta por um mosaico de plantios e de florestas nativas, dedicado ao entendimento das relações do eucalipto com o meio ambiente (especialmente água, solo e biodiversidade). A partir do monitoramento de um ciclo completo de cultivo do eucalipto nessa área, um rico banco de dados foi montado, permitindo a ampliação dos conhecimentos sobre a cultura e o aprimoramento das práticas de manejo florestal. 11

12 Todos esses esforços propiciaram ganhos significativos em produtividade dos plantios (de 6,4 tsa de celulose/ha/ano na década de 70 para 11,3 tsa de celulose/ha/ano nesta década) e qualidade da madeira, com minimização contínua de impactos ambientais. Atualmente, a Aracruz continua investindo em tecnologia florestal. A cada ano diversos projetos de pesquisa são conduzidos, nas áreas de melhoramento genético tradicional, biotecnologia, propagação de plantas, solos e nutrição vegetal, ecofisiologia vegetal, proteção florestal e biodiversidade, tendo como objetivo comum a obtenção de plantios sustentáveis de alto valor agregado, em termos de produtividade florestal e qualidade da madeira para a fabricação de celulose. 2.2 Descrição das Áreas Manejadas e recursos florestais As áreas manejadas diretamente pela ARCEL são as propriedades rurais próprias ou arrendadas da empresa, com suas diferentes classes de uso do solo. As áreas da Unidade Barra do Riacho da ARCEL são divididas em quatro Regionais: Regional Aracruz (AR), Regional São Mateus (SM), Regional Bahia (BA) e Regional Minas Gerais (MG). Todas as áreas são mapeadas na escala de 1: e classificadas como (a) Áreas de Produção de Madeira, (b) Áreas de Vegetação e Ecossistemas Associados, (c) Recursos Hídricos, (d) Áreas de Estradas ou (e) Outras Finalidades. A Unidade de Manejo Florestal da ARCEL é dividida hierarquicamente com base nas Regionais, seguidas das divisões detalhadas abaixo: Áreas de Identificação (AIs): subdivisão das Regionais em blocos menores; Talhões: subdivisão das AIs em blocos contíguos envolvendo vários usos diferentes; Plantios: menor subdivisão operacional, agrupando polígonos de uso do solo que possuem uma mesma classificação. 12

13 O Manejo Florestal praticado no Programa Produtor Florestal não é contemplado pelo Plano de Manejo da Aracruz, apesar de ser considerado como fonte alternativa para suprimento de madeira da ARCEL, pois a responsabilidade pelo manejo florestal praticado no Programa é do produtor rural. No Programa Produtor Florestal, são estabelecidos contratos com produtores florestais da região, onde a ARCEL fornece as mudas e insumos, presta assistência técnica e garante a compra da madeira, podendo também financiar o plantio de acordo com a modalidade de contrato. Recursos Florestais Os recursos florestais manejados são as Áreas de Produção de Madeira e Áreas de Vegetação e Ecossistemas Associados existentes na Unidade de Manejo Florestal. Nas áreas de produção de madeira são realizadas operações de plantio e manejo do eucalipto. Nas áreas de vegetação são realizadas operações de recuperação ambiental e conservação. Os recursos florestais da ARCEL contribuem para a estabilidade ambiental (clima, solos, água e biodiversidade) das regiões onde se insere a Unidade de Manejo Florestal, além de prestarem serviços como: o seqüestro de carbono, valor paisagístico, educação ambiental, abrigo e proteção à fauna e flora nativas, fluxo gênico de fauna e flora, proteção do solo, produção de água, bem-estar das populações humanas e uso sustentável dos recursos naturais. 2.3 Situação Fundiária As áreas manejadas diretamente pela ARCEL podem ser próprias ou arrendadas, e encontram-se distribuídas espacialmente conforme a Figura 1 anteriormente apresentada. 13

14 Todas as áreas próprias foram adquiridas de seus legítimos proprietários e possuem registro em cartório. Os primeiros plantios da empresa datam de 1967, quando totalizavam uma área de hectares, localizados na Regional de Aracruz. As atividades na Regional São Mateus tiveram início em 1978, e na Regional sul da Bahia em Em 2002 foram iniciados os plantios no Estado de Minas Gerais. As áreas arrendadas também possuem registro e contêm áreas de plantio, de preservação e reserva legal (averbadas ou a averbar), sendo arrendadas mediante contrato registrado em cartório. A Gerência de Meio Ambiente e Segurança Florestal, por meio do Setor de Terras, é responsável por garantir a dominialidade da base fundiária da empresa e controles adequados para gestões internas operacionais e sustentáveis. É também a Gerência de Meio Ambiente e Segurança Florestal a responsável pelo Licenciamento Ambiental dos plantios florestais. A averbação de Reserva Legal das áreas está sendo realizada de acordo com um cronograma para atender a legislação até Ambiente natural Vegetação As áreas da ARCEL ocupam uma área de cobertura original de Mata Atlântica. O sistema vegetacional da região considerada inclui os seguintes tipos de vegetação: Região Fitoecológica da Floresta Ombrófila Densa: Formação de Terras Baixas, Formação Aluvial e Formação Secundária (estágio Avançado, Médio ou Inicial de sucessão); Sistemas Edáficos de Primeira Ocupação (Formações Pioneiras): Vegetação com influência marinha (Restinga), Vegetação com influência fluvial (brejos e alagados) e muçunungas. 14

15 A Aracruz não realiza conversão de florestas nativas para plantios florestais. Áreas caracterizadas como Formações Pioneiras também não são utilizadas. As florestas de formação aluvial geralmente ocorrem em áreas de preservação permanente, e tampouco são utilizadas para plantios comerciais. A empresa, por meio de seu Cadastro Florestal, mantém a tipologia detalhada das áreas de vegetação existentes. A nomenclatura e os parâmetros utilizados para classificar as áreas de vegetação da empresa são os seguintes: Estágio Avançado - formação secundária da mata atlântica que apresenta fisionomia arbórea dominante sobre as demais, formando um dossel fechado e relativamente uniforme no porte, copas superiores horizontalmente amplas, diversidade biológica muito grande devido à complexidade estrutural (estratos herbáceo, arbustivo e um notadamente arbóreo). A fisionomia do estágio avançado é semelhante à da vegetação primária, que é a floresta ombrófila densa (mata atlântica) onde os efeitos das ações antrópicas são mínimos, a ponto de não afetarem significativamente suas características originais de estrutura e de espécies. Não há distinção na base cadastral entre vegetação primária e estágio avançado; Estágio Médio - formação secundária da mata atlântica que apresenta fisionomia arbórea e/ou arbustiva predominando sobre a herbácea, podendo constituir estratos diferenciados, com diversidade biológica significativa e subosque presente; Estágio Inicial - formação secundária da mata atlântica, que apresenta fisionomia herbáceo/arbustiva de porte baixo, diversidade biológica variável com poucas espécies arbóreas ou arborescentes, espécies pioneiras abundantes e ausência de sub-bosque. Considera-se também como estágio inicial o tipo de vegetação fortemente alterado onde há predominância de indivíduos de porte herbáceo; 15

16 Restinga - vegetação que recebe influência marinha, ocorrente em praias, cordões arenosos, dunas e depressões, apresentando, de acordo com o estágio sucessional, estrato herbáceo, arbustivo e arbóreo, este último mais interiorizado; Brejo - terreno plano, constantemente alagado, que aparece nas regiões de cabeceira ou em zonas de transbordamento de rios. Os Brejos são áreas das planícies fluviais que refletem os efeitos das cheias dos rios nas épocas chuvosas, ou então das depressões alagáveis todos os anos. As formações vegetais vão de pantanosas herbáceas até arbustivas; Várzea - terrenos baixos e mais ou menos planos que se encontram junto às margens dos rios. Constitui, a rigor, na linguagem geomorfológica, o leito maior dos rios; Muçununga - ecossistemas típicos do sul e extremo sul do Estado da Bahia, formados em decorrência do impedimento físico do solo. A Muçununga pode ser formada por um extrato predominantemente herbáceo/subarbustivo com lacunas entre os maciços de vegetação onde há exposição de areia, ou por um denso maciço vegetacional onde é comum a ocorrência de arbustos e árvores em verdadeiras ilhas de vegetação; Afloramento Rochoso - áreas com exposição de rocha na superfície da terra. Relevo Em geral, as áreas da empresa encontram-se em relevo plano a suave ondulado (com declividade geral menor que 3%). Os taludes das drenagens podem ou não se caracterizar como grotas. O aproveitamento para o plantio florestal pode ser feito até o limite de declividade previsto pela legislação (45%). Entretanto, em algumas áreas onde predomina o relevo plano, os plantios são implantados preferencialmente em terrenos onde as operações são mecanizáveis (declividade < 25%). 16

17 No Cadastro Florestal as áreas de plantio são classificadas em Plana (área mecanizável) e Grota (área não mecanizável), para fins de controle operacional. Encontra-se também disponível na área de Cadastro e Cartografia o mapeamento de relevo por meio da representação de curvas de nível de 5 em 5 metros, caso seja necessário um maior detalhamento ou estudo específico nas áreas da ARCEL Solos O primeiro levantamento de solo nas áreas da empresa foi realizado pelo professor Ranzani em O mapeamento de solos da empresa foi realizado através de parcerias com a Embrapa (1988 a 2004) e as Universidades Federais de Lavras e de Viçosa (2002 a 2004). Para a UBR, a empresa dispõe de informações digitais, em semi-detalhe, para uma área em torno de ha de efetivo plantio. Esses levantamentos concluíram que a totalidade das áreas de plantio da empresa na UBR está situada no domínio dos Tabuleiros Costeiros, unidade geomorfológica posicionada no sentido norte-sul da costa brasileira (desde o Estado do Rio de Janeiro até o Amapá). De modo geral, os solos da empresa são na maioria ácidos, profundos, muito intemperizados, bem drenados, pobres em minerais primários fornecedores de nutrientes, pobres em matéria orgânica, de baixa fertilidade natural, coesos, resistentes à erosão e à compactação, muito duros quando secos e bastante friáveis quando úmidos. Um ponto importante identificado a partir da interpretação desses levantamentos é que a silvicultura com a finalidade de produzir madeira para fins industriais tem sido uma das opções mais importantes do ponto de vista de negócios e aquela que mais se ajusta à vocação natural da Região dos Tabuleiros Costeiros do Norte do Espírito Santo e Sul da Bahia. Os critérios de seleção de áreas para plantio e as recomendações de algumas práticas silviculturais, como preparo de solo e adubação, são estabelecidos com base no tipo de solo de cada talhão. 17

18 As classes de solos dominantes nas áreas da ARCEL são: Argissolo Amarelo - é a classe de solo dominante em todas as regionais. São solos coesos, bem drenados, ocupam diferentes posições do relevo e a textura do horizonte B varia de média a muito argilosa com predomínio de textura média. Inclui solos com horizonte B textural, com baixos teores de ferro, que se apresentam bastante adensados quando secos. Sua permeabilidade é baixa, tem teores elevados de caulinita; Argissolo Vermelho - ocorre esparsamente nas regionais São Mateus e Bahia (incluindo áreas de Minas Gerais), sendo facilmente visualizado pelo contraste da cor vermelha em relação à cor amarela amplamente dominante na paisagem dessas regiões. A textura é média ou argilosa na superfície, com incremento no teor de argila em profundidade para argilosa ou muito argilosa; Argissolo Acinzentado - ocorre nas partes mais baixas da paisagem, em áreas levemente abaciadas. As cores acinzentadas abaixo do horizonte superficial são indicativas de falta de oxigênio sazonal para as raízes do eucalipto, ajudando a explicar as mortes destas plantas neste ambiente; Espodossolo - Apresenta acentuada pobreza de macro e micronutrientes e elevada acidez, além de problemas de drenagem nas áreas onde o horizonte Bir está muito endurecido e encontra-se próximo à superfície. Devido à sua textura arenosa, é baixa a retenção de água, o que acarreta uma intensa lixiviação na época de chuvas e ressecamento rápido durante o período seco; Latossolo Amarelo - São solos com horizonte B latossólico, coesos, bem drenados, cuja textura varia de média a argilosa. Ocorre ao norte e noroeste da área da regional Aracruz e em áreas muito restritas nas filiais de São Mateus, do Sul da Bahia e de Aracruz (ES). É um solo altamente intemperizado que apresenta baixa fertilidade natural e possui boas condições físicas e relevos muito favoráveis à mecanização. 18

19 Clima O clima predominante nas áreas da ARCEL é tropical úmido, com estação chuvosa no verão e seca no inverno. Em áreas mais próximas ao litoral e ao longo de toda a costa a precipitação é mais bem distribuída ao longo do ano, e não há uma estação seca pronunciada. A distribuição climática, em termos de precipitação pluviométrica e temperatura, não ocorre de forma homogênea entre regionais e mesmo na própria regional. A variação climática ocorrente nas áreas da ARCEL é determinada mensalmente pela empresa gerando mapas de superfície climática. Recursos Hídricos Disponíveis Assim como a malha viária, a informação sobre recursos hídricos é mantida em dois níveis de dados. Todos os polígonos que representem Recursos Hídricos (p.ex. Alagado, Lago, Canal e Rio) são mantidos como registros no Cadastro Florestal. Esses registros fazem parte do controle do uso e ocupação do solo. A empresa mantém também um nível de dados que representa os eixos de rios e córregos existentes nas áreas da empresa para fins de planejamento ambiental, definição de áreas de preservação e estudos hidrológicos. A ARCEL mantém o controle da sua base florestal por bacia hidrográfica definida por legislação. Também é mantido o controle da área de contribuição hídrica dos bueiros existentes na Unidade de manejo florestal. 2.5 Sistema de Malha Viária A malha viária utilizada pela empresa para a realização das operações florestais é composta por estradas federais, estaduais, municipais e próprias. Estas últimas são mantidas como registros no Cadastro Florestal, classificadas como Áreas de Estradas, 19

20 compondo o uso do solo na Unidade de Manejo Florestal da ARCEL. As áreas de estradas próprias são divididas em: Aceiros Internos, Aceiros Externos e Carreadores (ou Estradas Secundárias). Este formato é utilizado para receber apontamentos de operações exclusivas de estradas, como, por exemplo, manutenção de aceiros. A ARCEL também mantém um controle sobre os eixos da malha viária existente. Nesse nível são considerados todos os tipos de estradas usados, visando principalmente o estudo e planejamento do transporte rodoviário da madeira trazida para a fábrica. O traçado de estradas e aceiros nas áreas da ARCEL é feito de acordo com procedimentos internos de planejamento de uso do solo. A empresa também estabelece seus padrões básicos necessários à execução das atividades de abertura, construção e conservação de estradas principais, secundárias e aceiros, permitindo que a trafegabilidade de máquinas e veículos seja contínua, ágil e segura. 2.6 Locais de Interesse Comunitário Os locais de interesse comunitário são aqueles, nas áreas de influência direta e entorno imediato dos plantios da empresa, que possuem um especial significado para a comunidade local ou a sociedade em geral, como por exemplo: sítios arqueológicos, locais de especial significado histórico, áreas de convivência social e lazer, sítios religiosos, áreas de serviços públicos e locais de realização de atividade não-predatórias de subsistência das comunidades. Essas áreas são reconhecidas por meio de estudos e diagnósticos específicos, além de informações operacionais. Os locais de interesse especial - social são mapeados pela empresa. 20

21 2.7 Perfil e Condições Sócio-econômicas das Áreas adjacentes Em geral, as áreas adjacentes às áreas manejadas pela ARCEL são propriedades rurais que desenvolvem atividades como criação de gado, fruticultura, cultivo de gêneros alimentícios, ou plantios florestais de outras empresas ou mesmo de produtores contratados pelo Programa Produtor Florestal. Algumas comunidades rurais encontram-se próximas às áreas manejadas pela ARCEL. Em geral, essas comunidades apresentam indicadores sociais que apontam para baixos níveis de qualidade de vida e desenvolvimento socioeconômico local. A ARCEL procura contribuir para a inserção desses indivíduos por meio de ações sociais realizadas em parceria com as comunidades e por meio da geração de oportunidades de emprego, principalmente com os fornecedores da cadeia produtiva da ARCEL. As intervenções de cunho social e de comunicação são realizadas conforme procedimentos internos de Ação Institucional e Relações Socioambientais com Partes Interessadas. Para reconhecer a realidade local são utilizados dados primários e secundários coletados nas instituições formais de estatística e por meio de entrevistas com as populações. Em comunidades prioritárias, são produzidos diagnósticos socioeconômicos e avaliados os impactos positivos e negativos das operações ou projetos da ARCEL. Esses estudos demonstram o contexto real das localidades principalmente sob os seguintes aspectos: educação, trabalho e renda, demografia, economia, saúde e serviços sociais, habitação, cultura e lazer, saneamento, segurança pública, finanças públicas, lideranças comunitárias e políticas, comunidades tradicionais, tradição e simbologia local. Atualmente a ARCEL possui cerca de 170 localidades vizinhas. Devido aos projetos corporativos de expansão de atividades, esse número está em constante atualização e, conseqüentemente, cada nova localidade passa pelo processo avaliativo descrito acima. 21

22 As prioridades de atuação do investimento social da Aracruz são intervenções em educação e geração de trabalho e renda. A Aracruz reconhece seu papel como um dos agentes mobilizadores de articulações em rede, aliando o setor privado, a sociedade civil organizada e a governança pública para proporcionar transformações positivas das realidades locais na área de entorno de suas operações. 2.8 Direcionador Estratégico para o Investimento Sócio-ambiental Após um processo iniciado há dois anos, que teve como objetivo a revisão dos conceitos e práticas relacionados a ação sócio-ambiental da empresa, ficou bastante evidente a necessidade de uma mudança na sua estratégia de atuação para atender aos preceitos do desenvolvimento sustentável. A nova estratégia, que garante a sustentabilidade para os projetos sócio-ambientais da Aracruz, orienta que estes estejam alinhados com o negócio da empresa (o seu core business de plantio de eucalipto), ou seja, que se integrem aos objetivos e metas dos seus processos de produção, especialmente na área florestal. Este alinhamento passa a ser o novo direcionador para o investimento sócio-ambiental da empresa.. Tomou-se como premissa o fato de que o plantio de eucalipto é uma atividade intimamente ligada e dependente da biodiversidade e que a atividade florestal é totalmente interdependente com a vida das comunidades na região onde ela acontece. Assim sendo, a conservação e o uso sustentável dos ecossistemas aonde os plantios florestais estão inseridos faz parte integrante do negócio da empresa e têm a capacidade de interligar todos os projetos sócio-ambientais da empresa. Portanto, o novo direcionador e integrador das ações sócio-ambientais indica que todas elas terão como objetivo principal a conservação e a recuperação dos ecossistemas regionais (Mata Atlântica ou pampas) e impôs um processo de revisão do modelo de relacionamento com as comunidades vizinhas e as partes interessadas. 22

PADRÕES DE CERTIFICAÇÃO LIFE. Versão 3.0 Brasil Português. LIFE-BR-CS-3.0-Português (NOVEMBRO/2014)

PADRÕES DE CERTIFICAÇÃO LIFE. Versão 3.0 Brasil Português. LIFE-BR-CS-3.0-Português (NOVEMBRO/2014) LIFE-BR-CS-3.0-Português Versão 3.0 Brasil Português (NOVEMBRO/2014) Próxima revisão planejada para: 2017 2 OBJETIVO A partir das Premissas LIFE, definir os Princípios, critérios e respectivos indicadores

Leia mais

RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL

RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL Introdução Este documento é um resumo dos programas e procedimentos da International Paper para a gestão do seu processo florestal, sendo revisado anualmente. I N T

Leia mais

VALLOUREC UNIDADE FLORESTAL

VALLOUREC UNIDADE FLORESTAL VALLOUREC UNIDADE FLORESTAL A EMPRESA Fundada em 1969, o objetivo principal da Vallourec unidade Florestal é o plantio de florestas de eucalipto para, a partir delas, produzir o carvão vegetal, um dos

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 045-MA

FICHA PROJETO - nº 045-MA FICHA PROJETO - nº 045-MA Mata Atlântica Grande Projeto 1) TÍTULO: Floresta Legal corredores florestais conectando habitats e envolvendo pessoas 2) MUNICÍPIOS DE ATUAÇÃO DO PROJETO: Silva Jardim, Rio Bonito,

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE ARQUEOLÓGICO

PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE ARQUEOLÓGICO PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE ARQUEOLÓGICO O Programa de Prospecção e Resgate Arqueológico da CSP visa atender aos requisitos legais de licenciamento ambiental, identificar e preservar o patrimônio

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL - CADEIA DE CUSTÓDIA REQUISITOS PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 - CERFLOR

RELATÓRIO DE AUDITORIA MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL - CADEIA DE CUSTÓDIA REQUISITOS PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 - CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL - CADEIA DE CUSTÓDIA REQUISITOS PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: BIGNARDI INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PAPÉIS E ARTEFATOS LTDA.

Leia mais

Plataforma Ambiental para o Brasil

Plataforma Ambiental para o Brasil Plataforma Ambiental para o Brasil A Plataforma Ambiental para o Brasil é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e traz os princípios básicos e alguns dos temas que deverão ser enfrentados na próxima

Leia mais

1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS

1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS Secretaria de Estado do Meio SEMA-MT Roteiro Básico de Projeto de Compensação de Área de Reserva Legal (ARL) 1. DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS I T E M N º. D O C U M E N T O S E X I G I D O S O B S E

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO DE CONTROLE

Leia mais

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável 1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta Linha de Ação Temática O objetivo da chamada

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES EM GERAL

TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES EM GERAL TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES EM GERAL O processo administrativo para aprovação e licenciamento de atividades em geral junto à Prefeitura Municipal de Santa Clara do Sul

Leia mais

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Aspectos relacionados com a Legislação Florestal / Mineração LEI FEDERAL 12651/12 Engª Amb. Adriana Maira Rocha Goulart Divisão de Apoio e Gestão dos Recursos

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Programa Águas de Araucária

Mostra de Projetos 2011. Programa Águas de Araucária Mostra de Projetos 2011 Programa Águas de Araucária Mostra Local de: Araucária. Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: Secretaria Municipal

Leia mais

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural 1. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural no bioma Amazônia... 2 2. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL Uma posição institucional conjunta de: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais Sociedade Brasileira de Silvicultura Departamento de Ciências

Leia mais

Efeito dos custos dos insumos na rentabilidade dos projetos florestais

Efeito dos custos dos insumos na rentabilidade dos projetos florestais Ativos do Campo - Nº 04/2013 Efeito dos custos dos insumos na rentabilidade dos projetos florestais Mesmo sendo as plantações florestais intensivas em utilização de mão de obra, sobretudo em regiões montanhosas,

Leia mais

Sumário. 1 Características da propriedade 2 1.1 - Cobertura vegetal 2. 1.2 Hidrografia 2. 1.3 Topografia 2. 1.4 - Área de reserva florestal legal 3

Sumário. 1 Características da propriedade 2 1.1 - Cobertura vegetal 2. 1.2 Hidrografia 2. 1.3 Topografia 2. 1.4 - Área de reserva florestal legal 3 Sumário Pág. 1 Características da propriedade 2 1.1 - Cobertura vegetal 2 1.2 Hidrografia 2 1.3 Topografia 2 1.4 - Área de reserva florestal legal 3 1.5 Acesso 3 2 Objetivo Geral 4 3 Metodologia 5 3.1

Leia mais

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE FLORESTAS Referência: Agenda para a criação de instrumentos de financiamentos e crédito para o setor florestal Interessado: DFLOR/SBF/MMA. 1. ANTECEDENTES: O

Leia mais

RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL

RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL Introdução Este documento é um resumo dos programas e procedimentos da International Paper para a gestão do seu processo florestal, sendo revisado anualmente. I N T

Leia mais

Linhas de Financiamento Setor Florestal. 1º Encontro Paulista de Biodiversidade São Paulo, 18 de novembro de 2009 Eduardo Canepa Raul Andrade

Linhas de Financiamento Setor Florestal. 1º Encontro Paulista de Biodiversidade São Paulo, 18 de novembro de 2009 Eduardo Canepa Raul Andrade Linhas de Financiamento Setor Florestal 1º Encontro Paulista de Biodiversidade São Paulo, 18 de novembro de 2009 Eduardo Canepa Raul Andrade Política Ambiental do BNDES O BNDES entende que investimentos

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001 Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Conceitos Gerais A gestão ambiental abrange uma vasta gama de questões, inclusive aquelas com implicações estratégicas

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

FICHA PROJETO - nº383-mapp

FICHA PROJETO - nº383-mapp FICHA PROJETO - nº383-mapp Mata Atlântica Pequeno Projeto 1) TÍTULO: Restauração da Região Serrana RJ: assistência técnica para consolidar uma rede de produtores rurais e viveiros comunitários. 2) MUNICÍPIOS

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA MONITORAMENTO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES DESENVOLVIDOS POR MEIO DE TÉCNICAS DE NUCLEAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DOS TERMOS

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

TDR N O 11/2011 Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental da região do Projeto REDD+ Jari/Amapá Módulo Regulamentações, Programas e Projetos

TDR N O 11/2011 Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental da região do Projeto REDD+ Jari/Amapá Módulo Regulamentações, Programas e Projetos São Paulo, 11 de abril de 2011. Ref.: Termo de referência para realização de proposta técnica e financeira para diagnóstico socioeconômico e ambiental módulo regulamentações, programas e projetos da região

Leia mais

Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012. Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF

Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012. Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF Entendendo o Novo Código Florestal II CBRA 2012 Eduardo Chagas Engº Agrônomo, M.Sc Chefe DRNRE / IDAF O Idaf por definição O IDAF, é a entidade responsável pela execução da política, florestal, bem como

Leia mais

O IMPORTANTE PAPEL DA GESTÃO DA QUALIDADE EM LABORATÓRIOS DE ANÁLISE CONTROLE DE EFLUENTES

O IMPORTANTE PAPEL DA GESTÃO DA QUALIDADE EM LABORATÓRIOS DE ANÁLISE CONTROLE DE EFLUENTES O IMPORTANTE PAPEL DA GESTÃO DA QUALIDADE EM LABORATÓRIOS DE ANÁLISE CONTROLE DE EFLUENTES Natália de Freitas Colesanti Perlette (1) Engenheira Ambiental formada na Universidade Estadual Paulista Júlio

Leia mais

Planejando o Uso da Propriedade Rural I a reserva legal e as áreas de preservação permanente

Planejando o Uso da Propriedade Rural I a reserva legal e as áreas de preservação permanente Planejando o Uso da Propriedade Rural I a reserva legal e as áreas de preservação permanente Ricardo D. Gomes da Costa 1 Marcelo Araujo 2 A rápida destruição de ambientes naturais, juntamente com a redução

Leia mais

Diálogo com a Comunidade. Um balanço das ações sustentáveis

Diálogo com a Comunidade. Um balanço das ações sustentáveis Diálogo com a Comunidade Um balanço das ações sustentáveis Veracel Celulose É uma empresa 100% baiana, presente em dez municípios do Extremo Sul do estado: Eunápolis, Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália,

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

Resumo do Plano de Manejo Integrado

Resumo do Plano de Manejo Integrado Resumo do Plano de Manejo Integrado INTRODUÇÃO Este é um Resumo Público do Plano de Manejo Integrado, documento que sintetiza os programas, ações e procedimentos adotados pelo Produtor Florestal Integrado

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 10, DE 1º DE OUTUBRO DE 1993. IV - existência, diversidade e quantidade de epífitas;

RESOLUÇÃO Nº 10, DE 1º DE OUTUBRO DE 1993. IV - existência, diversidade e quantidade de epífitas; RESOLUÇÃO Nº 10, DE 1º DE OUTUBRO DE 1993 Legislação O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, com as alterações

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

RESUMO PÚBLICO PLANO DE MANEJO FLORESTAL - 2015

RESUMO PÚBLICO PLANO DE MANEJO FLORESTAL - 2015 RESUMO PÚBLICO PLANO DE MANEJO FLORESTAL - 2015 Página2 Página3 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA A Madepar Indústria e Comércio de Madeiras LTDA certificou suas florestas de acordo com os Princípios e Critérios

Leia mais

Histórico. Os Incentivos Fiscais

Histórico. Os Incentivos Fiscais Histórico Há mais de século eram plantadas no Brasil as primeiras mudas de eucalipto, árvore originária da Austrália. Desde então se originou uma história de sucesso: nascia a silvicultura brasileira.

Leia mais

Mobilização - construir parcerias e articulações integradas às dimensões ambientais: social, cultural e econômica.

Mobilização - construir parcerias e articulações integradas às dimensões ambientais: social, cultural e econômica. MISSÃO Desenvolver e implantar projetos que tenham como foco a geração de benefícios para o Planeta, provocando modificações conscientes, tanto no campo das ciências, quanto das atividades humanas. PRINCÍPIOS

Leia mais

Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014

Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014 Resolução SMA nº 70 DE 02/09/2014 Norma Estadual - São Paulo Publicado no DOE em 03 set 2014 Define a metodologia a ser adotada em caráter experimental para a conversão das obrigações de reposição florestal

Leia mais

Monitoramento dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica

Monitoramento dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica Monitoramento dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica Realização: Patrocínio: Execução Técnica: PRIMEIRO MAPEAMENTO DA MATA ATLÂNTICA SOS Mata Atlântica INPE e IBAMA Escala: 1:1.000.000 CONCLUÍDO:

Leia mais

Lei nº 10200 DE 08/01/2015

Lei nº 10200 DE 08/01/2015 Lei nº 10200 DE 08/01/2015 Norma Estadual - Maranhão Publicado no DOE em 12 jan 2015 Dispõe sobre a Política Estadual de Gestão e Manejo Integrado de Águas Urbanas e dá outras providências. O Governador

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE

SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE Página 1 de 6 SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE A Secretaria Municipal da Agricultura, Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, através do Departamento de

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 51/2008. Institui a Política Estadual de Combate e Prevenção à Desertificação e dá outras providências.

PROJETO DE LEI Nº 51/2008. Institui a Política Estadual de Combate e Prevenção à Desertificação e dá outras providências. PROJETO DE LEI Nº 51/2008 Institui a Política Estadual de Combate e Prevenção à Desertificação e dá outras providências. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO DECRETA: Art. 1º Esta lei institui

Leia mais

P 2: Quais os limites entre aspectos relativos ao meio ambiente e à segurança?

P 2: Quais os limites entre aspectos relativos ao meio ambiente e à segurança? INTERPRETAÇÃO NBR ISO 14001 (1996), JULHO 2001 CB-38/SC-01/GRUPO DE INTERPRETAÇÃO INTRODUÇÃO O CB-38, Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental, da ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, decidiu criar

Leia mais

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 CAP. 02 O território brasileiro e suas regiões.( 7º ano) *Brasil é dividido em 26 estados e um Distrito Federal (DF), organizados em regiões. * As divisões

Leia mais

Desenvolvimento da agenda sustentabilidade & negócios

Desenvolvimento da agenda sustentabilidade & negócios Desenvolvimento da agenda sustentabilidade & negócios Em 2013, a Duratex lançou sua Plataforma 2016, marco zero do planejamento estratégico de sustentabilidade da Companhia. A estratégia baseia-se em três

Leia mais

Maria do Carmo Sobral (1) Professora adjunta do Departamento de Engenharia Civil, UFPE, Engenheira Civil, Mestre

Maria do Carmo Sobral (1) Professora adjunta do Departamento de Engenharia Civil, UFPE, Engenheira Civil, Mestre VI-093 SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA NAS ÁREAS DE MEIO AMBIENTE, QUALIDADE, SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL UMA ABORDAGEM PRÁTICA NA INDÚSTRIA PETROFLEX-CABO/PE Maria do Carmo Sobral (1) Professora adjunta

Leia mais

CICLO DE PALESTRAS E DEBATES

CICLO DE PALESTRAS E DEBATES CICLO DE PALESTRAS E DEBATES PLC PROGRAMA Nº 30/11 NOVO PRODUTOR CÓDIGO FLORESTAL DE ÁGUA Ã NO GUARIROBA Á COMISSÃO DE AGRICULTURA E REFORMA AGRÁRIA DO SENADO FEDERAL Devanir Garcia dos Santos Gerente

Leia mais

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL TERMO DE REFÊRENCIA PARA ELABORACÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE DEDETIZADORAS, LIMPA FOSSA E EMPRESAS QUE PRESTA SERVIÇO DE LIMPEZA. Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO AMBIENTAL

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10

TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10 TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10 O processo administrativo para aprovação e licenciamento de parcelamentos de

Leia mais

Instruções Técnicas Licenciamento Prévio para Destinação Final de RESIDUOS DE FOSSA SÉPTICA

Instruções Técnicas Licenciamento Prévio para Destinação Final de RESIDUOS DE FOSSA SÉPTICA Instruções Técnicas Licenciamento Prévio para Destinação Final de RESIDUOS DE FOSSA SÉPTICA DISA INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO: As instruções necessárias para o preenchimento da folha de rosto deste formulário,

Leia mais

RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DE FLORESTA

RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DE FLORESTA RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DE FLORESTA Londrina, 19 de janeiro de 2012 INTRODUÇÃO A proposta de trabalho desenvolvida em 2011 voltada a realização de compensação de emissões de CO 2 por meio do plantio

Leia mais

Código Florestal. Pantanal. Walfrido Moraes Tomas Pesquisador tomasw@cpap.embrapa.br. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Código Florestal. Pantanal. Walfrido Moraes Tomas Pesquisador tomasw@cpap.embrapa.br. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Código Florestal Pantanal Walfrido Moraes Tomas Pesquisador tomasw@cpap.embrapa.br Ministério da Agricultura, O Código Florestal atual apresenta sérias dificuldades para sua aplicação no Pantanal. A Embrapa

Leia mais

Agroecologia. Agroecossistema

Agroecologia. Agroecossistema Agroecologia Ciência integradora dos princípios agronômicos, ecológicos e sócio-econômicos na compreensão da natureza e funcionamento dos agroecossistemas. Agroecossistema Unidade de estudo da Agroecologia,

Leia mais

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) CÓDIGO 09.00 GRUPO/ATIVIDADES 09.07 Postos de Revenda de Combustíveis e Derivados de Petróleo com ou sem lavagem e ou lubrificação de veículos PPD M AGRUPAMENTO NORMATIVO

Leia mais

FORMULÁRIOS PARA AUTORIZAÇÃO DE RECUPERAÇÃO OU RESTAURAÇÃO DE ÁREAS PROTEGIDAS COM SUPRESSÃO DE ESPÉCIES EXÓTICAS

FORMULÁRIOS PARA AUTORIZAÇÃO DE RECUPERAÇÃO OU RESTAURAÇÃO DE ÁREAS PROTEGIDAS COM SUPRESSÃO DE ESPÉCIES EXÓTICAS CONDIÇÃO OBRIGATÓRIA EXECUÇÃO DE PROJETO DE RECUPERAÇÃO DAS ÁREAS CONSIDERADAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE ATINGIDAS COM PLANTIOS E MANUTENÇÃO DE ÁRVORES NATIVAS DA REGIÃO E/OU CONDUÇÃO DA REGENERAÇÃO NATURAL,

Leia mais

As ações do Pacto serão delineadas de acordo com as seguintes prioridades:

As ações do Pacto serão delineadas de acordo com as seguintes prioridades: Finalidade A conservação da biodiversidade e de demais atributos da Mata Atlântica depende de um conjunto articulado de estratégias, incluindo a criação e a implantação de Unidades de Conservação, Mosaicos

Leia mais

Papel com Reflorestamento. e Reciclagem

Papel com Reflorestamento. e Reciclagem Papel com Reflorestamento e Reciclagem 49 O setor brasileiro de celulose e papel prima pela utilização de madeiras florestais plantadas exclusivamente para fins industriais. O emprego de técnicas de manejo

Leia mais

Gestão de águas urbanas: conquistas, desafios e oportunidades

Gestão de águas urbanas: conquistas, desafios e oportunidades Associação Brasileira de Recursos Hídricos Gestão de águas urbanas: conquistas, desafios e oportunidades Vladimir Caramori CTEC/UFAL Fortaleza, novembro de 2010 Gestão das águas urbanas Tema complexo reconhecido

Leia mais

Legislação Anterior Novo Código Florestal Avanços

Legislação Anterior Novo Código Florestal Avanços A APP era computada a partir das margens de rio ou cursos d água, pelo nível mais alto do período de cheia. Várzeas eram consideradas parte dos rios ou cursos d água, porque são inundadas durante o período

Leia mais

SEMIPRESENCIAL DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA MATERIAL COMPLEMENTAR UNIDADE I PROFESSOR: EDUARDO PACHECO

SEMIPRESENCIAL DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA MATERIAL COMPLEMENTAR UNIDADE I PROFESSOR: EDUARDO PACHECO SEMIPRESENCIAL DISCIPLINA: MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA MATERIAL COMPLEMENTAR UNIDADE I PROFESSOR: EDUARDO PACHECO 2 - Marco político, normativo e de contexto nacional 2.1 - Marco político atual para

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria do Meio Ambiente Secretaria da Agricultura e Abastecimento Dezembro de 2005 COBERTURA FLORESTAL (Inventário Florestal,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE NOS IMPACTOS AMBIENTAIS: MINERADORA CAMPO GRANDE TERENOS/MS.

GEOPROCESSAMENTO COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE NOS IMPACTOS AMBIENTAIS: MINERADORA CAMPO GRANDE TERENOS/MS. GEOPROCESSAMENTO COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE NOS IMPACTOS AMBIENTAIS: MINERADORA CAMPO GRANDE TERENOS/MS. CÁSSIO SILVEIRA BARUFFI(1) Acadêmico de Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Católica

Leia mais

PROGRAMA PETROBRAS SOCIOAMBIENTAL: Desenvolvimento Sustentável e Promoção de Direitos

PROGRAMA PETROBRAS SOCIOAMBIENTAL: Desenvolvimento Sustentável e Promoção de Direitos PROGRAMA PETROBRAS SOCIOAMBIENTAL: Desenvolvimento Sustentável e Promoção de Direitos Pra começo de conversa, um video... NOVO PROGRAMA Programa Petrobras SOCIOAMBIENTAL 2014-2018 3 ELABORAÇÃO DO NOVO

Leia mais

Termo de Referência para Elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) TR GERAL

Termo de Referência para Elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) TR GERAL Termo de Referência para Elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) TR GERAL ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS (PRAD) ATENÇÃO O DOCUMENTO DEVE CONTER,

Leia mais

CP/CAEM/2005 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 2005 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO

CP/CAEM/2005 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 2005 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO CP/CAEM/05 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 05 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO GEOGRAFIA DO BRASIL 1ª QUESTÃO (Valor 6,0) Analisar os fatores fisiográficos do espaço territorial do Brasil, concluindo sobre a influência

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense Biomas Brasileiros 1. Bioma Floresta Amazônica 2. Bioma Caatinga 3. Bioma Cerrado 4. Bioma Mata Atlântica 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense 6. Bioma Pampas BIOMAS BRASILEIROS BIOMA FLORESTA AMAZÔNICA

Leia mais

Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto

Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto Conservação, preparo de solo e plantio de eucalipto José Henrique T. Rocha José Henrique Bazani Eduardo S. A. C. Melo José Leonardo de Moraes Gonçalves Departamento de Ciências Florestais ESALQ - USP Conceitos:

Leia mais

EDITAL 1. APRESENTAÇÃO

EDITAL 1. APRESENTAÇÃO 1 EDITAL MONITORAMENTO INDEPENDENTE DA COBERTURA VEGETAL DO TERRITÓRIO DE IDENTIDADE EXTREMO SUL / COSTA DAS BALEIAS, ÁREA DE ATUAÇÃO DA FIBRIA E DA SUZANO NO EXTREMO SUL DA BAHIA 1. APRESENTAÇÃO A Fibria

Leia mais

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Biomas Brasileiros I Floresta Amazônica Caatinga Cerrado Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Floresta Amazônica Localizada na região norte e parte das regiões centro-oeste e nordeste;

Leia mais

DE CARVÃO VEGETAL EM MS. Pedro Mendes Neto Ass. Jurídico Diretoria de Desenvolvimento Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - IMASUL

DE CARVÃO VEGETAL EM MS. Pedro Mendes Neto Ass. Jurídico Diretoria de Desenvolvimento Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - IMASUL POLÍTICA E LEGISLAÇÃO DA PRODUÇÃO DE CARVÃO VEGETAL EM MS Pedro Mendes Neto Ass. Jurídico Diretoria de Desenvolvimento Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - IMASUL Política e Legislação até

Leia mais

Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos. Junho, 2013

Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos. Junho, 2013 Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos Junho, 2013 1 Contexto Concentração espacial, econômica e técnica; Indústria é de capital intensivo e business to business

Leia mais

Norma de Referência Selo de Conformidade ANFIR

Norma de Referência Selo de Conformidade ANFIR Histórico das alterações: Nº Revisão Data de alteração 00 20.01.204 Emissão inicial do documento. Sumário das Alterações Pág. 1 1. Resumo Esta norma estabelece requisitos técnicos para a concessão do Selo

Leia mais

PMS-MT Cartilha. Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes. Governança Funcionamento do Programa

PMS-MT Cartilha. Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes. Governança Funcionamento do Programa PMS-MT Cartilha Breve histórico e Abrangência Objetivos gerais e benefícios esperados Componentes Fortalecimento da gestão ambiental municipal Contexto e benefícios Tarefas Regularização ambiental e fundiária

Leia mais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais Alexandre Sylvio Vieira da Costa 1 1.Engenheiro Agrônomo. Professor Universidade Vale do Rio Doce/Coordenador Adjunto da Câmara

Leia mais

EIXO TECNOLÓGICO: RECURSOS NATURAIS. Disciplinas da Formação Técnica Específica - FTE. Gestão da Qualidade Segurança e Meio Ambiente

EIXO TECNOLÓGICO: RECURSOS NATURAIS. Disciplinas da Formação Técnica Específica - FTE. Gestão da Qualidade Segurança e Meio Ambiente SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO E STADO DA BAHIA SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL- SUPROF DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DIRDEP EIXO TECNOLÓGICO: RECURSOS NATURAIS EMENTÁRIO:

Leia mais

O BANCO QUE FAZ MAIS PELA AMAZÔNIA

O BANCO QUE FAZ MAIS PELA AMAZÔNIA O BANCO QUE FAZ MAIS PELA AMAZÔNIA CRÉDITO COMO SOLUÇÃO PARA PRODUZIR COM SUSTENTABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL BNDES PRODUSA Objetivos Disseminar o conceito de agronegócio responsável e sustentável, agregando

Leia mais

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS IMPACTO AMBIENTAL Considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente,

Leia mais

MORATÓRIA DA SOJA: Avanços e Próximos Passos

MORATÓRIA DA SOJA: Avanços e Próximos Passos MORATÓRIA DA SOJA: Avanços e Próximos Passos - Criação e Estruturação da Moratória da Soja - Realizações da Moratória da Soja - A Prorrogação da Moratória - Ações Prioritárias Relatório Apresentado pelo

Leia mais

LICENCIAMENTO AMBIENTAL. Autorização para supressão de vegetação nativa e intervenções em Áreas de Preservação Permanente - APP

LICENCIAMENTO AMBIENTAL. Autorização para supressão de vegetação nativa e intervenções em Áreas de Preservação Permanente - APP LICENCIAMENTO AMBIENTAL Autorização para supressão de vegetação nativa e intervenções em Áreas de Preservação Permanente - APP Engª Adriana Maira Rocha Goulart Gerente Divisão de Apoio e Gestão dos Recursos

Leia mais

Etapas para a Certificação do Café: Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil) Norma Técnica Específica da Produção Integrada do Café

Etapas para a Certificação do Café: Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil) Norma Técnica Específica da Produção Integrada do Café Etapas para a Certificação do Café: Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil) Norma Técnica Específica da Produção Integrada do Café Marcus Vinícius Martins M.Sc. em Agronomia Fiscal Federal Agropecuária

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 (Do Sr. Geraldo Resende) Estabelece a Política Nacional de Captação, Armazenamento e Aproveitamento de Águas Pluviais e define normas gerais para sua promoção. O Congresso Nacional

Leia mais

B I O G E O G R A F I A

B I O G E O G R A F I A B I O G E O G R A F I A FLORESTA AMAZÔNICA 2011 Aula XII O bioma Amazônia representa aproximadamente 30% de todas as florestas tropicais remanescentes do mundo e nele se concentra a maioria das florestas

Leia mais

Compilar, organizar e disponibilizar os resultados das pesquisas científicas sobre a Unidade de Conservação;

Compilar, organizar e disponibilizar os resultados das pesquisas científicas sobre a Unidade de Conservação; 4. PROGRAMAS DE MANEJO 4.1 PROGRAMA DE PESQUISA Objetivo Geral Visa dar suporte, estimular a geração e o aprofundamento dos conhecimentos científicos sobre os aspectos bióticos, abióticos, sócio-econômicos,

Leia mais

Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira SÃO PAULO SP 22 / 05 / 2013

Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira SÃO PAULO SP 22 / 05 / 2013 Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira SÃO PAULO SP 22 / 05 / 2013 SOJA BRASILEIRA A soja é a principal cultura agrícola do Brasil - 28 milhões de ha (25% da área mundial plantada)

Leia mais

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO AMBIENTAL PA para empreendimentos de serviços

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA INDIVIDUAL PARA ATUALIZAÇÃO DOS BALANÇOS HÍDRICOS DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS DE JOANES- IPITANGA,

Leia mais

Atuação do COEP frente às mudanças climáticas. Equipe Mobilizadores Oficina Mudanças Climáticas Novembro de 2011

Atuação do COEP frente às mudanças climáticas. Equipe Mobilizadores Oficina Mudanças Climáticas Novembro de 2011 Atuação do COEP frente às mudanças climáticas Equipe Mobilizadores Oficina Mudanças Climáticas Novembro de 2011 Mudanças Climáticas e pobreza As populações mais pobres tendem a ficar mais vulneráveis diante

Leia mais

Especialização em Direito Ambiental. 3. As principais funções das matas ciliares são:

Especialização em Direito Ambiental. 3. As principais funções das matas ciliares são: Pedro da Cunha Barbosa. Especialização em Direito Ambiental. Área do conhecimento jurídico que estuda as relações entre o homem e a natureza, é um ramo do direito diferenciado em suas especificidades e,

Leia mais

ArcPlan S/S Ltda. Fone: 3262-3055 Al. Joaquim Eugênio de Lima, 696 cj 73.

ArcPlan S/S Ltda. Fone: 3262-3055 Al. Joaquim Eugênio de Lima, 696 cj 73. 1 de 27 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA PROJETO: GERENCIAMENTO INTEGRADO DE AGROECOSSISTEMAS EM MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS DO NORTE-NOROESTE FLUMINENSE - RIO RURAL/GEF

Leia mais

Ambiental. Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados. Todos os direitos reservados.

Ambiental. Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados. Todos os direitos reservados. Ambiental Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados. Todos os direitos reservados. Nossos serviços Temos forte atuação na gestão de pleitos perante as agências ambientais e o Ministério

Leia mais

6º Fórum Mundial da Água

6º Fórum Mundial da Água 6º Fórum Mundial da Água A gestão integrada de recursos hídricos e de águas residuais em São Tomé e Príncipe como suporte da segurança alimentar, energética e ambiental Eng.ª Lígia Barros Directora Geral

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PRESERVAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MACHADO

EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PRESERVAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MACHADO EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PRESERVAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MACHADO FÁBIO VIEIRA MARTINS Pós-graduando em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP fabio.vieirageo@hotmail.com

Leia mais

Conjunto de indicadores de sustentabilidade de empreendimentos - uma proposta para o Brasil

Conjunto de indicadores de sustentabilidade de empreendimentos - uma proposta para o Brasil Conjunto de indicadores de sustentabilidade de empreendimentos - uma proposta para o Brasil Texto Preliminar Completo - Agosto 2011 INTRODUÇÃO Começam a existir no Brasil um bom número de edifícios com

Leia mais

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS OBJETIVO Esta chamada tem por objetivo financiar projetos relacionados a ações de gestão e avaliação

Leia mais

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Mariana

Leia mais