ABC DO PRÉ-SAL. Projeto concebido no âmbito do Grupo de Trabalho Qualificação de Fornecedores da Câmara de Petróleo e Gás.

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1 ABC DO PRÉ-SAL Projeto concebido no âmbito do Grupo de Trabalho Qualificação de Fornecedores da Câmara de Petróleo e Gás.

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3 ABC DO PRÉ-SAL Projeto concebido no âmbito do Grupo de Trabalho Qualificação de Fornecedores da Câmara de Petróleo e Gás.

4 FIEP Federação das Indústrias do Estado do Paraná Presidente Edson Campagnolo SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Diretor Regional Marco Antonio Areias Secco SESI Serviço Social da Indústria Superintendente José Antonio Fares IEL Instituto Euvaldo Lodi Superintendente José Antonio Fares Os direitos de reprodução, de adaptação ou de tradução desta guia são reservados à FIEP Federação das Indústrias do Estado do Paraná, inclusive a reprodução por procedimento mecânico ou eletrônico. Alberini, Jean. Abc do Pré-sal: projeto concebido no âmbito do grupo de trabalho qualificação de fornecedores da câmara de petróleo e gás / Jean Alberini. Curitiba : FIEP, p. : il. ; 21 cm. ISBN Petróleo. 2. Gás. I. FIEP. Federação das Indústrias do Estado do Paraná. II. Título. CDU 662

5 SUMÁRIO 1. O QUE É PRÉ-SAL PERSPECTIVAS DA CADEIA DE PETRÓLEO E GÁS NO BRASIL CARACTERÍSTICAS DO SETOR DE PETRÓLEO E GÁS NO ESTADO DO PARANÁ PARTICIPAÇÃO ATUAL DO SETOR NO MERCADO INTERNACIONAL PARTICIPAÇÃO ATUAL DO SETOR NO MERCADO NACIONAL IMPORTÂNCIA DO SETOR PARA O ESTADO DO PARANÁ COMPETITIVIDADE DO SETOR NO MERCADO COMO ESTÁ A GOVERNANÇA DO SETOR NO ESTADO DO PARANÁ ONDE ESTÃO AS DEMANDAS DO SETOR DE PETRÓLEO E GÁS QUAIS SÃO OS DESAFIOS A SEREM VENCIDOS PARA AUMENTO DA PARTICIPAÇÃO DA INDÚSTRIA NACIONAL O CADASTRO PETROBRAS, COMO SE TORNAR UM FORNECEDOR DA PETROBRAS OBJETIVOS DO CADASTRO DE FORNECEDORES TIPOS DE EXIGÊNCIA CONSTANTES NO CADASTRO CRITÉRIOS TÉCNICOS CRITÉRIOS ECONÔMICOS CRITÉRIOS GERENCIAIS CRITÉRIOS DE SMS CRITÉRIOS LEGAIS TELEFONES E CONTATOS RELACIONADOS À INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E GÁS...57

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7 INTRODUÇÃO Esta cartilha tem como principal objetivo ser um guia para o empresariado paranaense, trazendo informações, dados e discussões sobre a cadeia de petróleo e gás. Também visa demonstrar como se tornar um fornecedor e como atender as exigências para cadastramento na Petrobras. A cartilha traz, no seu contexto, uma explanação detalhada do cadastro, possibilitando ao empresário uma visão geral de como se qualificar para o atendimento das demandas. O conteúdo foi desenvolvido como resultado das discussões do grupo de trabalho de qualificação de fornecedores, constituído no âmbito da Câmara Temática de Petróleo e Gás. A CÂMARA TEMÁTICA DE PETRÓLEO E GÁS da FIEP se apresenta como um fórum de discussão e disseminação de informações estratégicas para o desenvolvimento da cadeia de petróleo e gás no Estado. É uma ação da Gerência de Fomento e Desenvolvimento da FIEP e visa proporcionar, entre os seus principais objetivos, a aproximação entre empresas âncoras e potenciais fornecedores para o setor de petróleo e gás. No escopo de atuação da Câmara, ainda está a realização de estudos que contribuam para a identificação das potencialidades e necessidades no desenvolvimento do setor, contribuindo para uma maior inserção de fornecedores paranaenses nos investimentos a serem realizados na exploração e refino do pré-sal. Para maiores detalhes e acesso às apresentações e ao conteúdo das reuniões realizadas acesse o site da FIEP (www.fiepr.org.br) Departamento de Fomento e Desenvolvimento, link Cadeias Produtivas. Informações também pelo telefone (41)

8 FIEP A Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) é a entidade de representação da indústria paranaense e o braço político-institucional de todos os 20 segmentos industriais. Com 108 sindicatos empresariais filiados, a Fiep representa cerca de 42 mil indústrias que são responsáveis por 30% do PIB do Estado e geram 750 mil postos de trabalho. Produz pesquisas e análises sobre a economia do setor industrial, dá suporte às negociações coletivas de trabalho, faz a interlocução com as instâncias de poder público na atividade produtiva, facilita o acesso a linhas de crédito, fomenta negócios e parcerias comerciais nacionais e internacionais, emite certificação para exportadores paranaenses, disponibiliza trabalho de eficiência energética e desenvolve programas de fortalecimento da base sindical. A Fiep também é a representação política e institucional do Sistema Fiep formado pelo Sesi, Senai e IEL. SESI O Serviço Social da Indústria (Sesi) do Paraná apoia as indústrias do Estado em ações para promover uma melhor qualidade de vida para os trabalhadores da indústria, suas famílias e a comunidade, fortalecendo o desenvolvimento pessoal e profissional do trabalhador. Destaque para ações na área de Educação, com ênfase em programas de educação básica, continuada e a distância; e na área de Saúde e Segurança no Trabalho, para agregar benefícios tanto para as indústrias quanto para os trabalhadores. O Sesi também atua na área de Esporte, Lazer e Cultura por meio de programas inovadores e equipes técnicas qualificadas e na área de Responsabilidade Social, com consultoria e programas que valorizam o desenvolvimento sustentável e inclusivo da indústria. Com mais de 30 unidades em todo o Paraná, o Sesi realizou mais de 3 milhões de atendimentos nos últimos anos e opera a maior rede de Ensino Médio particular do Paraná, o Colégio Sesi.

9 SENAI O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Senai possui o maior complexo de Educação Profissional e Tecnológica e de Tecnologia Industrial e Inovação do Paraná, o que o torna referência no apoio ao desenvolvimento da indústria do Estado. A educação é um dos pilares do Senai, que oferece cursos de iniciação profissional, aprendizagem industrial, qualificação e aperfeiçoamento profissional, cursos técnicos, graduação tecnológica e pós-graduação. A instituição também oferta cursos a distância e in company, atendendo às necessidades específicas dos alunos e da indústria. O Senai oferece também soluções técnicas e tecnológicas e presta serviços de consultoria, ensaios laboratoriais industriais e apoio tecnológico. A instituição possui a maior rede privada de laboratórios integrados do país e dá apoio para o desenvolvimento da inovação em cooperação com a indústria. O Senai possui mais de 40 unidades distribuídas pelo Paraná e mantém Centros Nacionais de Tecnologia nas mais diversas áreas de atuação industrial. IEL O Instituto Euvaldo Lodi (IEL) do Paraná tem como finalidade promover programas voltados à gestão de talentos com foco em estágios e aperfeiçoamento empresarial por meio de educação executiva; além de oferecer serviços para qualificação de fornecedores. O IEL apoia empresas na criação de ambientes favoráveis à inovação, presta assessoria prática e insere profissionais com habilidades específicas para a atividade industrial. Promove também a educação em gestão para todos os níveis e modalidades do setor industrial.

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11 1. O QUE É PRÉ-SAL Camada pré-sal é uma nomenclatura usada em geologia que se refere à divisão laminar do perfil das rochas que formam a crosta terrestre. Essa camada geralmente é encontrada entre continentes porque é formada pelo depoimento de salitre sobre outras lâminas de origem vulcânica localizadas no fundo oceânico. As formações da camada pré-sal são mais antigas e de acesso mais difícil que as reservas de petróleo acima da camada de sal, denominadas pós-sal. Acredita-se que os maiores reservatórios petrolíferos do pré-sal, todos praticamente inexplorados pelo homem, encontram-se do Nordeste ao Sul do Brasil, no Golfo do México e na costa Oeste Africana. No Brasil, a área que tem recebido destaque pelas recentes descobertas da companhia Petrobras encontra-se no subsolo do Oceano Atlântico e estende-se do norte da Bacia de Campos ao sul da Bacia de Santos, desde o Alto Vitória até o Alto de Florianópolis, respectivamente. A espessura da camada de sal na porção centrosul da Bacia de Santos chega a metros, enquanto na porção norte da Bacia de Campos está em torno de 200 metros. Esse sal foi depositado durante o processo de abertura do Oceano Atlântico, após a quebra do Gondwana (antigo supercontinente formado pelas Américas e África, que foi seguido do afastamento da América do Sul e da África, iniciado há cerca de 120 milhões de anos). As camadas mais recentes de sal foram depositadas durante a última fase de mar raso e de clima semiárido/árido (1 a 7 m.a.). 11

12 Plataforma Oceano Camada Pós-Sal Nesta região se encontra a maior parte das reservas brasileiras de petróleo e gás. Riser 2 mil metros Camada de Sal 3 mil metros 4 mil metros Camada Pré-Sal Camada profunda onde se encontra o petróleo a ser extraído. O petróleo fica armazenado nos poros das rochas. 5 mil metros 6 mil metros Figura 1 O Pré-sal Fonte: Petrobras S/A 2 Área total da província: Km 2 Área total concedida: Km (28,03%) 2 Área não concedida: Km (71,97%) 2 Área concedida c/ partc. Petrobras Km (24%) MINAS GERAIS ESPÍRITO SANTO Vitória BACIA DO ESPÍRITO SANTO SÃO PAULO RIO DE JANEIRO Rio de Janeiro PARQUE DAS BALEIAS São Paulo BACIA DE CAMPOS PARANÁ Curitiba IARA Poços Perfurados Reservatórios Pré Sal Campos de Produção Blocos de Exploração TUPI SANTA CATARINA Florianópolis BACIA DE SANTOS Km Figura 2 Província do Pré-sal Fonte: Petrobras S/A 12

13 2. PERSPECTIVAS DA CADEIA DE PETRÓLEO E GÁS NO BRASIL Para o período de , a Petrobras prevê investimentos da ordem de US$ 224 bilhões, o que trará oportunidades e grandes desafios para a indústria nacional, principalmente no que tange a sua capacidade em atendê-las. O grande desafio nacional está em atender a um projeto de nacionalização, inspirado pelo governo federal, cuja meta é que o índice de participação do capital nacional na fabricação de componentes para a indústria do petróleo atinja o percentual de 70%. Segundo levantamentos realizados pelo Programa Nacional de Mobilização da Indústria de Petróleo (PROMINP), no período que compreende a execução dos investimentos, previsto para 2010 a 2014, as principais demandas recairão sobre bombas, compressores, válvulas e tubulações. Quantificações prévias indicam demanda para 18,3 mil bombas, 3,2 mil compressores, 834 mil válvulas, 3,9 mil trocadores de calor, 8 milhões de parafusos, 660 mil gaxetas, 15,4 mil toneladas de forjados e 70 mil toneladas de fundidos. 13

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15 3. CARACTERÍSTICAS DO SETOR DE PETRÓLEO E GÁS NO ESTADO DO PARANÁ O Estado do Paraná participa do setor atuando na área de refino e produção de derivados de petróleo. Na área de refino, o Estado abriga a Repar (Refinaria Getúlio Vargas), que iniciou a sua operação em 1977, em Araucária, região metropolitana de Curitiba. Em 2009, as 16 refinarias existentes no país, juntas, somaram uma capacidade de refino de 333,7 mil m3/dia, sendo que 12 dessas refinarias pertenciam à Petrobras. No Brasil, a Replan (Refinaria de Paulínia SP) é a refinaria com maior capacidade instalada, processando 66 mil m³/dia ou 19,8%. A Repar (Refinaria Getúlio Vargas), no Paraná, tem uma capacidade de processamento de 35 mil m³/dia, representando 11% da capacidade de refino do país, o que a posiciona como o quinto maior centro de refino do Brasil. A Petrobras, única empresa a utilizar o xisto para fins energéticos no Brasil, concentra suas operações e jazidas localizadas em São Mateus do Sul, no Estado do Paraná, onde está instalada sua Unidade de Negócio da Industrialização do Xisto (SIX). O volume de xisto bruto processado em 2009 foi de 2,1 milhões de toneladas, 5,1% superior ao do ano anterior, segundo informações da ANP. Da transformação do xisto, na SIX, são obtidos os seguintes produtos energéticos: gás de xisto, GLP e óleo combustível. Também são produzidos nafta e outros derivados não energéticos. A produção de nafta é enviada à Repar, onde é incorporada na fabricação de derivados. 15

16 Ainda segundo informações da Associação Nacional do Petróleo (ANP), a produção de gás de xisto foi de 14,3 mil toneladas, registradas em 2009, volume 9,4% maior que em Já a produção de GLP somou 27 mil m³, 46% a mais que no ano anterior. Por sua vez, o volume de óleo combustível obtido a partir do processamento do xisto cresceu 73,8%, situando-se em cerca de 1,5 mil m³. 16

17 4. PARTICIPAÇÃO ATUAL DO SETOR NO MERCADO INTERNACIONAL Os investimentos globais em E&P 1 das Companhias de Óleo vêm crescendo de forma acelerada nos últimos anos. De fato, no período entre 2002 e 2007, a taxa de crescimento da indústria foi de 22%. O crescimento da indústria é justificado por uma combinação de três fatores. O primeiro é o aumento consistente da demanda mundial por petróleo desde O segundo fator é a necessidade de reposição da produção de campos maduros para atender às exigências da demanda. Estima-se que seja necessário agregar quatro barris de novas reservas para suprir a demanda adicional de um barril de petróleo entre 2002 e 2010, devido à necessidade de reposição da queda de produção em campos existentes e maduros. O terceiro fator que impulsiona o crescimento do gasto em E&P é a queda dos investimentos entre 1980 e Com a retomada dos investimentos em 1995, as Companhias de Petróleo passaram a utilizar prestadores de serviços e fornecedores de equipamentos. Desde então, os níveis de terceirização na indústria de petróleo e gás se mantêm elevados, representando de 70% a 90% dos gastos totais de E&P. 1 As análises sobre as perspectivas internacionais da Cadeia de Petróleo e Gás foram extraídas do Relatório Estudo de Alternativas Regulatórias, Institucionais e Financeiras para Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural e Para o Desenvolvimento Industrial da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás Natural no Brasil, (Bain & Company, 2009). 17

18 Como consequência direta do crescimento do investimento global em E&P e da alta penetração de serviços e equipamentos contratados pelas operadoras (mesmo que com razoável oscilação e leve tendência de queda), as receitas de fornecedores de serviços e equipamentos de E&P têm crescido a uma taxa média ponderada anual de 19% no período de 2002 a 2007, alcançando US$ 231 bilhões. No caso brasileiro, a Petrobras é hoje a empresa, no ramo de petróleo no mundo, com a maior taxa de investimentos se comparada com as maiores no mundo. O gráfico abaixo dá uma dimensão do tamanho dos investimentos da Petrobras em relação às maiores do mundo Petrobras: 3,9 MM boe/d em 2014 e 5,4 MM boe/d em 2010 Mil boe/d ExxonMobil: Crescimento da produção de ~3-4% em 2010; ~2-3% ao ano até 2013 BD Crescimento da produção de ~1-2% ao ano até 2015 Shell: ~3,5 MM boe/d em 2012 e ~3,7 MM boe/d em Chevron: Crescimento de produção de ~1% ao ano entre e 4,5% ao ano entre Figura 3 Metas de produção de óleo e gás Fonte: Plano de Negócios Petrobras S/A 18

19 5. PARTICIPAÇÃO ATUAL DO SETOR NO MERCADO NACIONAL A partir da instituição da Lei do Petróleo, lei 9478 de 1997, o setor de E&P no Brasil passou por uma série de transformações. Destacam-se o fim do monopólio estatal naquele mesmo ano; o início da comercialização de papéis da Petrobras em bolsas de valores do exterior a partir de 2000; a consecução da autossuficiência petrolífera do país em 2006; e a descoberta de reservas na camada pré-sal em 2007, com o início da exploração offshore em águas ultraprofundas. A partir do ano 2000, observa-se um salto razoável em termos de evolução: entre os anos de 1998 e 2000, segundo dados extraídos da PIA/IBGE, houve crescimento nominal de 346%, saindo de um VTI 2 de R$ 9,7 bilhões para R$ 33,9 bilhões. Em termos percentuais, a participação do setor no VTI da indústria salta de 6% em 1996 para 18% em Com as novas descobertas na camada pré-sal, possivelmente a participação do setor de petróleo e gás na economia brasileira, em termos de valor de transformação industrial, será ainda maior. 2 VTI: o Valor da Transformação Industrial considera o valor agregado gerado pelo setor na composição do PIB (Produto Interno Bruto). 19

20 VTI (milhares R$) Gráfico 1 Participação do setor de petróleo e gás no VTI Fonte: elaboração própria com dados extraídos da PIA/IBGE 20

21 6. IMPORTÂNCIA DO SETOR PARA O ESTADO DO PARANÁ O aumento dos investimentos para operações integradas no Brasil faz parte da estratégia corporativa da Petrobras até No plano de investimentos de 2010 até 2014, é possível verificar investimentos da ordem de US$ 224 bilhões, que serão destinados ao crescimento integrado na produção de óleo e gás, mantendo-o sustentável, haja vista que a produção irá dobrar nos próximos 10 anos 3. O foco em petróleo, derivados, petroquímico, gás e energia, biocombustíveis, refino e distribuição também faz parte do plano de consolidação da Petrobras para manter a liderança no mercado brasileiro de gás natural, geração de eletricidade, gás e produtos químicos. (PLANO DE NEGÓCIOS PETROBRAS, ). Os investimentos previstos no Paraná serão concentrados em maior grau na unidade da Repar, instalada em Araucária. Para o período até 2011, espera-se que os investimentos nesses projetos atinjam o volume de US$ 3 bilhões. É possível ler, por meio do Plano de Negócios da Petrobras, que para o período de 2010 a 2014, o programa de adaptação das refinarias que visa otimizar a performance e assegurar a sustentabilidade na melhoria da qualidade da gasolina e do diesel 3 Esta projeção é da própria Petrobras e pode ser vista nas análises do plano de negócios da companhia. 21

22 necessitará de investimentos da ordem de US$ 4 bilhões, sendo que, para o caso específico do Paraná, a Repar será contemplada a partir de REPAR ARAUCÁRIA PARANAGUÁ GUARAMIRIM ITAJAÍ REFAP BIGUAGU Figura 7 Estrutura de distribuição da Região Sul do Brasil Fonte: adaptado de Transpetro 4 Os valores reais que serão investidos, no caso do Paraná, ainda não estão detalhados no Plano de Negócios apresentado. Os números referidos acima são analisados no global. 22

23 7. COMPETITIVIDADE DO SETOR NO MERCADO Uma das formas para aumentar a competitividade brasileira é incentivar a robustez do parque industrial local para que este consiga disponibilizar, aos fornecedores de serviços e equipamentos, insumos (desde insumos primários, por exemplo, produtos siderúrgicos, até serviços sofisticados, como engenharia) com nível tecnológico demandado a preços e condições desejáveis. O grande desafio imposto ao país será equacionar a reduzida competitividade em custos na cadeia nacional de fornecimento, comparativamente com outros países, especialmente a China. Observa-se que na indústria nacional há produtos com o preço até 3,5 vezes o da indústria chinesa. A baixa participação da cadeia nacional no fornecimento para o setor de O&G no Brasil também se apresenta como grande desafio, principalmente no fornecimento de equipamentos para plataformas, os mais caros e com maior conteúdo tecnológico, que hoje são fornecidos pelas empresas estrangeiras. Como exemplo recente, tem-se que somente fornecedores estrangeiros conseguiram habilitação para participar da concorrência de 38% das compras de equipamentos e sistemas para uma plataforma. O fator preponderante nessa situação está na alta carga tributária local e nas deficiências na infraestrutura, que traz desvantagens em relação aos principais concorrentes estrangeiros. 23

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25 8. COMO ESTÁ A GOVERNANÇA DO SETOR NO ESTADO DO PARANÁ No Estado do Paraná, as ações em relação ao setor de petróleo e gás são tratadas no âmbito da Câmara de Petróleo e Gás da Federação das Indústrias do Estado (FIEP). O objetivo geral da Câmara de Petróleo e Gás do Paraná é a articulação estratégica entre os atores do setor de óleo & gás no Estado, discutindo e realizando reuniões mensais, bem como específicas, para tratar do tema. Em seus objetivos específicos, a Câmara tem por finalidade: Proporcionar a aproximação entre âncoras e potenciais fornecedores para o setor de petróleo e gás; Identificar as necessidades no desenvolvimento de fornecedores e definir estratégias para a concretização de ações efetivas; Estimular a realização de estudos que contribuam para a identificação das potencialidades e necessidades no desenvolvimento do setor de petróleo e gás no Paraná; Contribuir para o aumento de fornecedores paranaenses nos investimentos a serem realizados na exploração e refino do pré-sal. 25

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27 9. ONDE ESTÃO AS DEMANDAS DO SETOR DE PETRÓLEO E GÁS O grande diferencial da indústria de petróleo e gás está na diversidade de suas necessidades. Há uma grande gama de produtos e serviços que integram as suas necessidades. Essa grande gama tem o poder de catalisar o desenvolvimento por permitir a participação de várias empresas em seus diversos setores. Abaixo, algumas das principais necessidades que foram levantadas pela Petrobras, com o objetivo de facilitar e melhorar a percepção das empresas em relação às oportunidades geradas no setor: Tabela 1- Itens demandados na cadeia de petróleo e gás ITENS UN. DEMANDA PROJETADA Árvores de Natal Molhadas un. 500 Cabeças de Poço un. 500 Dutos Flexíveis km Manifolds un. 30 Tubos de Rev. e Produção t Umbilicais km Árvores de Natal Secas un Cabeças de Poço Terrestres un Fonte: Petrobras S/A 27

28 Tabela 2 Itens demandados na cadeia de petróleo e gás ITENS UN. DEMANDA PROJETADA Filtros un. 300 Queimadores (Flares) un. 30 Fornos Aquecedores un. 200 Reatores un. 280 Separadores de Água e Óleo un. 50 Tanques de Armazenamento un Torres un. 550 Geradores un. 500 Fonte: Petrobras S/A Tabela 3 Itens demandados na cadeia de petróleo e gás ITENS UN. DEMANDA PROJETADA Bombas un Compressores un. 700 Guinchos un. 450 Guindastes un. 200 Motores de Combustão un Turbinas un. 350 Aço Estrutural (casco de navios) t Aço Estrutural (casco de plataformas) t Fonte: Petrobras S/A 28

29 10. QUAIS SÃO OS DESAFIOS A SEREM VENCIDOS PARA AUMENTO DA PARTICIPAÇÃO DA INDÚSTRIA NACIONAL Demanda Nacional Demanda Local Oferta Nacional Oferta Local OPORTUNIDADES PARA O ESTADO Figura 2 Demanda Nacional Conteúdo Local Fonte: Petrobras S/A As grandes oportunidades do setor de petróleo e gás no Brasil nem sempre estão em uma localidade específica, mas sim no território nacional como um todo, ou seja, a demanda nacional impulsiona a demanda local, o que implica que uma empresa do Paraná poderá se tornar uma empresa da Petrobras em todo o território nacional. 29

30 A maioria dos investimentos previstos no plano de negócios da Petrobras indica que eles serão direcionados para área de exploração e produção. Os investimentos estão espalhados por todo o território nacional, principalmente na Região Sudeste. A figura abaixo demonstra, por região, como será a distribuição dos investimentos: Norte: US$ 5,0 bilhões Nordeste: US$ 46,7 bilhões Centro - Oeste: US$ 2,7 bilhões Sul: US$ 8,6 bilhões Sudeste: US$ 134,5 bilhões Figura 3 - Investimentos Petrobras por região no período de 2010 a 2014 Fonte: Petrobras S/A 30

31 11. O CADASTRO PETROBRAS, COMO SE TORNAR UM FORNECEDOR DA PETROBRAS O processo de contratação de fornecedores pela cadeia de petróleo e gás segue particularidades rigidamente definidas e monitoradas, possibilitando a manutenção dos altos padrões de excelência de seus fornecedores com relação aos serviços prestados e à aquisição de bens. A cadeia de gás e petróleo dispõe de um cadastro de fornecedores, no qual as empresas capacitadas, dentro de requisitos previamente definidos, registram seus dados e ficam disponíveis para participação em concorrência e licitações 5. Abaixo alguns conceitos utilizados no processo de cadastramento da Petrobras: CADASTRO CORPORATIVO: o cadastro de fornecedores da Petrobras consiste em um conjunto de informações sobre fornecedores, nacionais e estrangeiros, habilitados a participarem de licitações na Petrobras. Efetuado em base de dados única, está disponível para toda a Companhia (Organizações de Compras). Empresas aprovadas obtêm o Certificado de Registro e Classificação Cadastral (CRCC). 5 Todo o detalhamento do processo de cadastramento pode ser visto através do sítio da Petrobras (http://www.petrobras.com.br/pt/canal-fornecedor.) 31

32 REGISTRO LOCAL SIMPLIFICADO: relação de fornecedores nacionais mantida por órgãos operacionais da Petrobras, contemplando materiais que não requerem qualificação técnica (NRQT) e/ou serviços de pequeno valor e complexidade, objetos de compras eminentemente locais, não cadastrados de forma centralizada ou corporativa. Empresas aprovadas são registradas na lista de opção de fornecedores local do órgão operacional da Petrobras. VENDOR LIST: relação de fornecedores mantida por unidades da Petrobras, contemplando materiais e/ou serviços de interesse dessas unidades, utilizada como referência para contratação direta ou por meio de EPC (Engineering, Procurement and Construction). Pode conter empresas cadastradas de forma centralizada ou indicadas por especialistas e usuários. PETRONECT: é um portal de e-procurement que disponibiliza ferramentas para aquisição de bens e serviços atendendo às empresas do Sistema Petrobras e seus fornecedores. Na sua plataforma de negócios, são realizadas diversas transações que vão desde solicitações de cotação e envio de propostas até a gestão de contratações e gerenciamento dos pedidos. A Petronect não realiza cadastro ou seleção de empresas para participação de licitações. Tais empresas são indicadas pela Petrobras. O processo de compras e contratações pelas unidades da Repar, SIX, ou pela subsidiária Transpetro pode ser coordenado de duas formas: a primeira forma é o processo centralizado na área de materiais do Rio de Janeiro ou serviços compartilhados de São Paulo, que ocorre quando o valor do contrato ultrapassa os limites de competência das unidades ou quando há possibilidade de ganho em escala. A segunda forma é o processo coordenado pelas próprias unidades, pelas áreas de suporte operacional, que ocorre quando o valor do contrato está dentro do limite de competência das unidades e o interesse de compra ou contratação é apenas da unidade em questão. 32

33 12. OBJETIVOS DO CADASTRO DE FORNECEDORES Os critérios que se buscam atender por meio do cadastro de fornecedores: Legal: atender o decreto 2745 e preservar a companhia em questões relacionadas ao mercado fornecedor; Empresarial: proporcionar confiança nos processos de compras e contratações e nos bens recebidos/serviços prestados; Desenvolvimento do mercado fornecedor: estimular melhorias e desenvolvimento das empresas. 33

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35 13. TIPOS DE EXIGÊNCIA CONSTANTES NO CADASTRO Com o objetivo de sintetizar os procedimentos de avaliação dos fornecedores, a Petrobras estabeleceu cinco critérios para o julgamento das capacidades destas empresas com relação à geração de bens e à gerência de contratos, que exigem altos níveis de preparo e capacitação. Critérios elegíveis para análise de cadastro de fornecedores: 1. Critérios técnicos; 2. Critérios econômicos; 3. Critérios legais; 4. Critérios SMS; 5. Critérios gerenciais e responsabilidade social. Todos os critérios são passíveis de serem exigidos para o cadastramento do fornecedor. Alguns deles são obrigatórios e o seu não atendimento impossibilita a efetivação do cadastro. Outros são somente classificatórios e a sua exigência é função da especificidade do material ou da criticidade do serviço. 35

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37 14. CRITÉRIOS TÉCNICOS As legendas relativas à classificação dos requisitos se apresentam: a. Mandatório: indicador cuja apresentação é obrigatória para obtenção do cadastro; b. Classificatório: indicador utilizado apenas para pontuação e classificação; c. Específico: indicador exigido somente para determinadas famílias de material ou serviços devido à sua peculiaridade. Observações: 1. Cada empresa, em função do seu perfil e das suas estratégias, deverá descrever ou demonstrar como atende a cada requisito, apresentando evidências; 2. Os documentos a serem apresentados deverão estar dentro do prazo de validade e conter a razão social e o endereço constantes na última alteração do contrato social ou equivalente; 3. A validade das certidões, quando não mencionada no documento, será considerada de seis meses a partir da sua emissão; 4. Os carimbos, autenticações e selos precisam estar visíveis e sem rasuras para a validação do documento; 37

38 5. Os documentos emitidos pelo fabricante e/ou pelo seu revendedor ou distribuidor credenciado deverão estar em papel timbrado do fabricante, revendedor ou distribuidor, contendo local, data e assinatura do responsável pela empresa reconhecida em cartório, com identificação de nome e cargo; 6. Não serão aceitos documentos apresentados por fax e , ou originários destes. Para prestadores de serviços, os indicadores de análise são: 1. Instalação; 2. Equipamentos; 3. Materiais; 4. Pessoal; 5. Tecnologia; 6. Porte técnico. Cada indicador será analisado como sendo mandatório, classificatório ou específico e todas as informações apresentadas deverão ser devidamente comprovadas por documentos originais. Cada indicador terá análise dos quesitos respectivos. O quadro abaixo demonstra os indicadores e seus respectivos quesitos para os prestadores de serviços:

39 INSTALAÇÃO EQUIPAMENTOS MATERIAIS Quesitos Instalação administrativa Instalação industrial Quesitos Equipamentos próprios Capacidade de alocação Quesitos Suprimento de materiais TECNOLOGIA PORTE TÉCNICO PESSOAL Quesitos Execução dos serviços Planejamento e controle Terceirização Quesitos Serviços realizados Capacidade disponível Quesitos Suprimento de materiais Quadro 1 Indicadores e quesitos para os prestadores de serviços critério técnico Fonte: Cadastro Petrobras (disponível em: <http://www.petrobras.com.br>) 39

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