PROCESSO SELETIVO PARA ESTAGIÁRIOS DE ENGENHARIA SANITÁRIA PROVA OBJETIVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS INSTRUÇÕES AO CANDIDATO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROCESSO SELETIVO PARA ESTAGIÁRIOS DE ENGENHARIA SANITÁRIA PROVA OBJETIVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS INSTRUÇÕES AO CANDIDATO"

Transcrição

1 PROCESSO SELETIVO PARA ESTAGIÁRIOS DE ENGENHARIA SANITÁRIA PROVA OBJETIVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS INSTRUÇÕES AO CANDIDATO 1. Preencha cuidadosamente o cartão de respostas, indicando seu nome e número de inscrição. Ao assinalar a alternativa faça-o de forma a preencher toda a Ietra escolhida. 2. Não será substituído, o cartão de respostas e as rasuras e questões em branco serão consideradas erradas. 3. Não deixe de assinar a folha de presença, pois a falta de assinatura, mesmo se apresentado o cartão de respostas, implicará na exclusão do processo seletivo. 4. A prova terá duração de 4 (quatro) horas, contadas da autorização dos fiscais de sala para o início da prova. 5. Você poderá, ao final das 3 (três) primeiras horas de prova, levar o seu caderno de questões. Se pretender entregara cartão de respostas antes de completadas 03 (três) horas de duração da prova, devera deixar os cadernos de provas objetiva e subjetiva com o fiscal de mesa, mas poderá pegar o seu gabarito, com a utilização do papel recado que lhe será fornecido pelo fiscal de sala; 6. Nos dois dias seguintes ao de realização da prova (entre 14 e 18h), você poderá obter seu caderno de questões na sede da Procuradoria da República no Estado do Pará; 7. Antes de iniciar a prova: verifique atentamente o caderno de questões, afim de verificar eventual problema de impressão. 8. A prova objetiva será composta por 40 (quarenta) de múltipla escolha de conhecimentos específicos, elaboradas em consonância com o programa constante no Anexo II deste Edital. Cada questão objetiva terá 5 (cinco) alternativas, indicadas pelas letras "A","B","C","D" e"e", devendo o candidato marcar apenas uma delas. A nota em cada questão das provas objetivas, feita com base na marcação das folhas de respostas, será igual a 01 (um) ponto, caso a resposta do candidato seja em concordância com o gabarito oficial definitivo, num total de 40 (quarenta) pontos. 9. Não será permitido ao candidato utilizar qualquer meio de consulta a textos, legislação ou jurisprudência, apontamento ou qualquer outro material durante a realização das provas, bem como o uso de celulares e outros aparelhos eletrônicos. 10. Tenha Calma ao ler as questões e boa prova.

2 PARA AS QUESTÕES 01 A 40, MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA 1. No Brasil, a Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA) estabelecida pela Lei No de 31 de agosto de 1981 e regulamentada pelo Decreto nº , de 6 de junho de 1990 define meio ambiente como "o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas". Em relação ao texto acima, julgue os itens a seguir. (http://pt.wikipedia.org/wiki/meio_ambiente) A) O Meio Ambiente é formado por fatores abióticos (cultura humana, seus paradigmas, valores filosóficos, morais, científicos, culturais, religiosos, sociais, econômicos etc) + fatores bióticos (flora, fauna) + fatores antrópicos (água, ar, solo etc.). B) O Meio Ambiente é "o conjunto de componentes físicos e químicos capazes de causar apenas efeitos indiretos, em um prazo curto ou longo, sobre os seres vivos e as atividades humanas. C) O Meio Ambiente é formado por fatores abióticos (água, ar, solo, energia etc. + fatores bióticos (flora, fauna) + fatores antrópicos (cultura humana) (seus paradigmas, valores filosóficos, morais, científicos, culturais, religiosos, sociais, econômicos etc. D) Entre os fatores que que compõem o Meio Ambiente, o biótico é o mais importante, haja vista referir-se à vida. E) Todas as alternativas estão corretas. 2. "Conjunto de ações socioeconômicas que têm por objetivo alcançar Salubridade Ambiental, por meio de abastecimento de água potável, coleta e disposição sanitária de resíduos sólidos, líquidos e gasosos, promoção da disciplina sanitária de uso do solo, drenagem urbana, controle de doenças transmissíveis e demais serviços e obras especializadas, com a finalidade de proteger e melhorar as condições de vida urbana e rural". O conceito acima diz respeito a (o): A) Gestão Ambiental B) Meio Ambiente C) Saneamento Básico D)Saneamento Ambiental E) Gestão de resíduos. (Manual de Saneamento - Funasa)

3 3. Segundo a NBR Série ISO (1996), as normas de gestão ambiental têm por objetivo prover às organizações os elementos de um sistema ambiental eficaz, passível de integração com outros elementos de gestão, de forma a auxiliá-las a alcançar os seus objetivos ambientais e econômicos. Essas normas enfatizam os seguintes aspectos da gestão ambiental: sistemas de gerenciamento ambiental, auditoria ambiental e investigações relacionadas, rotulagem e declarações ambientais; avaliação de desempenho ambiental e termos e definições. Este conjunto reflete e atende as necessidades das empresas, criando-lhes uma base comum para o gerenciamento empresarial das questões relativas ao meio ambiente. Com base no texto acima, julgue as alternativas a seguir. A) Um Sistema de Gestão Ambiental tem como objetivo principal o aumento do lucro de uma empresa. B) Na implementação de um Sistema de Gestão Ambiental, o primeiro passo deve ser a formalização por parte da direção da empresa, perante a sua corporação, do desejo da instituição em adotar um SGA, deixando claro suas intenções, e enfatizando os benefícios a serem obtidos com a sua adoção. C) Há apenas um sistema de gestão ambiental utilizado pelas empresas: a NBR Série ISO D) A Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) surgiu como um projeto que buscava a revisão dos padrões de produção e a adoção de novos referenciais de produtividade nas instituições da administração pública. E) Todas as alternativas estão corretas. 4. Todos os itens abaixo estão relacionados à Agenda-21, exclusive. A) É um plano de ação para o século XXI visando a sustentabilidade da vida na terra. B) Constitui-se de uma estratégia de sobrevivência dos seres vivos no planeta. C) Contempla dimensões econômicas e sociais. D) Busca o desenvolvimento sustentável E) É um projeto de governo para o século XXI visando a sustentabilidade ambiental de obras de saneamento na Amazônia. 5. A Lei Federal nº de 31/08/1981, que dispõe sobre a Política Nacional de Meio Ambiente, apenas não relaciona poluição como: A) Degradação de qualidade ambiental; B) Condições adversas às atividades sociais e econômicas; C) Condição que afeta favoravelmente à biota;

4 D) Prejuízos à saúde, segurança e bem estar da população; E) Lançamento de matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos. 6. A produção de petróleo no pré-sal é uma das maiores oportunidades da economia brasileira. O índice de êxito, nos poços perfurados, alcançado pela Petrobrás, assim como os testes de longa duração realizados até o momento, mostram que é factível atingir a produção planejada de 5 milhões de barris de óleo equivalente por dia, em (http://www.riocapitaldaenergia.rj.gov.br/publico/mostrararquivo.aspx?c=gh1eltuxzlw%3d) Com base no texto acima e em relação às fontes de energia, julgue as alternativas a seguir. A) São fontes renováveis, as energias hidráulica, solar, eólica e as provenientes do petróleo B) O petróleo e seus derivados foram ultrapassados pela energia hidrelétrica e, portanto, têm menor participação na matriz energética brasileira, C) As fontes não renováveis de energia também são consideradas responsáveis pelas "energias limpas". D) As fontes renováveis de energia, ao fazerem parte de uma política energética, desempenham um papel fundamental no desenvolvimento sustentável. E) Todas as alternativas estão corretas. 7. Resíduos sólidos são definidos pela Lei nº /2010 (Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos) como: material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólido ou semissólido, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível. Com base nesta definição, e na Lei referenciada acima, julgue os itens a seguir. A) Gestão integrada de resíduos sólidos é o conjunto de ações voltadas para a busca de soluções para os resíduos sólidos, de forma a considerar as dimensões política, econômica, ambiental, cultural e social, com controle social e sob a premissa do desenvolvimento sustentável. B) Gerenciamento de resíduos sólidos é o conjunto de ações voltadas para a busca de soluções para os resíduos sólidos, de forma a considerar as dimensões política, econômica, ambiental, cultural e social, com controle social e sob a premissa do desenvolvimento econômico. C) Reutilização é o processo de transformação dos resíduos sólidos que envolve a alteração de suas propriedades físicas, físico-químicas ou biológicas, com vistas a transformação em

5 insumos ou novos produtos. D) Reciclagem é o processo de aproveitamento dos resíduos sólidos sem sua transformação biológica, física ou físico-química, observadas as condições e os padrões estabelecidos pelos órgãos competentes. E) A Lei /2010 se aplica, inclusive, aos rejeitos radioativos. 8. Em relação ao gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), julgue os itens a seguir. A) O manejo dos RSS é entendido como a ação de gerenciar os resíduos em seus aspectos extra estabelecimento, até a disposição final. B) Nem todo gerador de RSS é obrigado a elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde PGRSS, pois em situações especiais, o poder público é o responsável por essa atividade. C) Todos os RSS podem ser equiparados aos resíduos sólidos domésticos. D) O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) a ser elaborado deve ser compatível com as normas locais relativas à coleta, transporte e disposição final dos resíduos gerados nos serviços de saúde, estabelecidas pelos órgãos locais responsáveis por estas etapas. E) A coleta e transporte externos dos resíduos de serviços de saúde não se submetem às normas da ABNT sobre resíduos sólidos, por se tratar de assunto de atribuição da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). 9. Quando se diz que o consumo de água de uma localidade é de 150 m³/h, a referência que se faz é à: A) Pressão B) Tempo C) Vazão D) Volume E) Nenhuma das alternativas está correta 10. Se um determinado volume de água exerce uma força de 4,0 kg/cm², a referência que se faz é à: A) Pressão B) Tempo C) Vazão D) Volume

6 11. O reservatório de um sistema da abastecimento de água de uma localidade tem seção retangular e mede 6 m de comprimento por 3 m de largura. Quando o nível desse reservatório atinge 2 m de altura, o volume armazenado é de: A) 6 m³ B) litros C) 3600 m³ D) litros E) Nenhuma das alternativas está correta 12. Em um sistema de abastecimento de água, ocorrem variações de consumo significativas, calculadas mediante o uso de coeficientes. Acerca deste assunto, julgue os itens a seguir. A) O coeficiente de consumo K1, usado no cálculo das demandas de água, mede o consumo do dia de maior consumo e é obtido pela relação entre o máximo consumo diário verificado no período de um ano e o consumo médio horário. B) O coeficiente de consumo K1, usado no cálculo das demandas de água, mede o consumo da hora de maior consumo e é obtido pela relação entre o máximo consumo diário verificado no período de um ano e o consumo médio horário. C) O coeficiente de consumo K1, usado no cálculo das demandas de água, mede o consumo da hora de maior consumo e é obtido pela relação entre o médio consumo diário verificado no período de um ano e o consumo médio horário. D) O coeficiente de consumo K1, usado no cálculo das demandas de água, mede o consumo do dia de maior consumo e é obtido pela relação entre o máximo consumo diário verificado no período de um dia e o consumo médio horário. 13. Julgue os itens a seguir. A) A vazão máxima de um rio pode ser inferior à máxima vazão a ser captada utilizando-se barragem de nível. B) Se a vazão mínima de um rio é maior do que a vazão máxima a ser captada, é possível fazer a captação superficial por meio de barragem de nível, caso o nível de água não seja suficiente para alimentar a estrutura de tomada. C) Se a vazão máxima de um rio é maior do que a vazão máxima a ser captada, é possível

7 fazer a captação superficial por meio de barragem de nível. D) A vazão mínima de um rio pode ser inferior à máxima vazão a ser captada utilizando-se barragem de nível. E) Nenhuma das alternativas está correta 14. Em relação à adução em sistemas de abastecimento de água, julgue os itens a seguir A) Para duas adutoras de ferro fundido, com a mesma idade, apresentando as mesmas peças especiais, o mesmo comprimento e pelas quais passa a mesma vazão, porém com diferentes diâmetros, a perda de carga é maior na de maior diâmetro. B) Para duas adutoras de ferro fundido, com a mesma idade, apresentando as mesmas peças especiais, o mesmo comprimento e pelas quais passa a mesma vazão, porém com diferentes diâmetros, a perda de carga é maior na de menor diâmetro. C) Para duas adutoras de ferro fundido, com a mesma idade, apresentando as mesmas peças especiais, o mesmo diâmetro e pelas quais passa a mesma vazão, porém com diferentes comprimentos, a perda de carga é maior na de menor comprimento. D) Para duas adutoras de ferro fundido, com a mesma idade, apresentando as mesmas peças especiais, o mesmo comprimento e pelas quais passa a mesma vazão, porém com diferentes diâmetros, a perda de carga é igual, pois independe das condições apresentadas. E) Nenhuma das alternativas está correta 15. Em relação a sistemas elevatórios de água, julgue os itens a seguir. A) O diâmetro de sucção é o diâmetro comercial imediatamente superior ao diâmetro de recalque calculado. B) O diâmetro de sucção é o diâmetro comercial imediatamente inferior ao diâmetro de recalque calculado. C) O fenômeno da cavitação acontece quando a pressão do fluido na linha de sucção adquire valores superiores ao da pressão de vapor do mesmo. D) Nas estações elevatórias de água, não existe limitação na altura manométrica de sucção. 16. Em relação a reservatórios em sistemas de abastecimento de água, julgue os itens a seguir. A) De acordo com sua localização os reservatórios podem ser apenas de jusante. B) De acordo com sua localização os reservatórios podem ser apenas de montante. C) Os reservatórios públicos de água são peças importantes no sistema de abastecimento de

8 água, mas constituem pontos frágeis no sistema em relação à contaminação. D) Os reservatórios públicos de água são peças importantes no sistema de abastecimento de água, e não constituem pontos frágeis no sistema em relação à contaminação. 17. Com relação ao teste de absorção do solo, com a finalidade de se manter um sistema de esgotos em perfeito funcionamento, julgue os itens a seguir. A) É utilizado para calcular os sistemas de infiltração de efluentes de tanques sépticos em um terreno. No referido teste, mede-se o tempo de abaixamento de um centímetro no nível de água, e quanto maior esse tempo, maior é a capacidade de absorção do solo. B) É utilizado para calcular os sistemas de infiltração de efluentes de tanques sépticos em um terreno. No referido teste, mede-se o tempo de abaixamento de um centímetro no nível de água, e quanto maior esse tempo, menor é a capacidade de absorção do solo. C) Sua finalidade é fornecer o coeficiente de percolação do solo, o qual é indispensável para o dimensionamento de tanques sépticos. D) Quanto maiores as partículas constituintes do solo, menores os poros e mais lenta será a absorção. 18. Em relação a sistemas condominiais de esgotamento sanitário, julgue os itens a seguir. A) As edificações são conectadas à rede pública por meio de ligações individuais ao nível do condomínio (ramais condominiais). B) Na concepção original de um sistema, o traçado final do ramal condominial deve ser decidido em conjunto com os moradores. C) O sistema é eficiente, porém mais dispendioso que um sistema convencional, devido às maiores profundidades da rede coletora. D) O sistema condominial de esgotos é aquele que é implantado em condomínios residenciais horizontais ou verticais. E) Nenhuma das alternativas está correta 19. Em relação a sistemas de esgotamento sanitário, julgue os itens a seguir. A) Em um sistema convencional de esgotos, os coletores-tronco não recebem contribuições diretamente das casas e edificações. B) Em um sistema convencional de esgotos, os coletores-tronco recebem contribuições

9 diretamente das casas e edificações. C) As estações elevatórias são instalações eletromecânicas sempre necessárias destinadas a elevar os esgotos para evitar o desnivelamento excessivo das canalizações e vencer obstáculos como rios ou elevações. D) Um emissário é uma canalização de grande porte que recebe diretamente a contribuição das residências, evitando lançamentos diretos em praias, lagos, rios etc. 20. Julgue os itens a seguir em relação aos requisitos dos padrões de potabilidade da água no Brasil. A) A portaria 2914 do Ministério da Saúde recomenda que o teor máximo de cloro residual livre em qualquer ponto do sistema de abastecimento seja de 2 mg/l. B) A portaria 2914 do Ministério da Saúde não recomenda teor máximo de cloro residual livre na água que já passou por tratamento. C) De acordo com os padrões de potabilidade, a água para abastecimento, na entrada do tratamento, deve ser completamente isenta de bactérias coliformes em 100 ml. D) De acordo com os padrões de potabilidade, é obrigatória a manutenção de, no mínimo, 5 mg/l de cloro residual livre ou 0,5 mg/l de cloro residual combinado ou de 5 mg/l de dióxido de cloro em toda a extensão do sistema de distribuição (reservatório e rede). 21. Em relação aos padrões de potabilidade da água, julgue os seguintes itens. A) Segundo os padrões de potabilidade válidos no Brasil, o único desinfetante cujo uso não é permitido no tratamento de água é o cloro. B) Segundo os padrões de potabilidade válidos no Brasil, o único desinfetante cujo uso é permitido no tratamento de água é o cloro. C) A portaria 2914 do Ministério da Saúde recomenda que no sistema de distribuição o ph da água seja mantido na faixa de 3,5 a 10,5. D) A portaria 2914 do Ministério da Saúde recomenda que no sistema de distribuição o ph da água seja mantido na faixa de 6,0 a 9, Em relação a produtos químicos utilizados na água de abastecimento, julgue os seguintes itens. A) O flúor não constitui problema para a saúde humana, sendo essa uma das razões pelas quais se realiza a fluoretação das águas destinadas ao consumo humano, o que garante a eliminação de microrganismos patogênicos.

10 B) O flúor, em qualquer dosagem, não constitui problema para a saúde humana, sendo essa uma das razões pelas quais se realiza a fluoretação das águas destinadas ao consumo humano. C) O Flúor e o Cloro têm a mesma finalidade em sistemas de bastecimento de água D) O Cloro é mais eficiente que o Flúor e por isso deve ser priorizado, pois além de garantir a potabilidade da água, age como profilático à cárie dentária. 23. A respeito da qualidade, do tratamento e da vigilância da qualidade da água para abastecimento público, julgue os itens subsequentes. A) Segundo a Portaria nº 2914/2011 do Ministério da Saúde, vigilância da qualidade da água para consumo humano é conjunto de procedimentos de controle da qualidade para monitorar a validade dos ensaios realizados regularmente pela autoridade de saúde pública, a fim de verificar o atendimento à classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento. B) Padrão de potabilidade da água é o conjunto de parâmetros caracterizados por provocar estímulos sensoriais que afetam a aceitação para consumo humano, mas que não necessariamente implicam risco à saúde. C) Toda água destinada ao consumo humano proveniente de solução alternativa individual de abastecimento de água, dependendo da forma de tratamento e do acesso da população, deve ser objeto de controle e vigilância da qualidade da água. D) Toda água destinada ao consumo humano, distribuída coletivamente por meio de sistema ou solução alternativa coletiva de abastecimento de água, deve ser objeto de controle e vigilância da qualidade da água. 24. A respeito de um sistema de abastecimento de água, julgue os itens a seguir. A) A construção de uma rede de abastecimento de água deve obedecer a um traçado, o qual é determinado em planta altimétrica. B) Tanto a água superficial quanto a água subterrânea podem ser utilizadas como mananciais para abastecimento de água de uma comunidade. C) A construção de uma rede de água deve ser feita seguindo-se uma planta do projeto constando as curvas de nível, que são uma forma de representação gráfica da cartografia de uma área e são obtidas pela união dos pontos com cotas diferentes. D) Estações elevatórias não fazem parte de sistemas de abastecimento de água, pois são instalações referentes a sistemas de esgotamento sanitário.

11 25. Uma combinação possível para tratamento e destino final de esgoto sanitário é: A) Filtro anaeróbio + fossa séptica + sumidouro B) Filtro anaeróbio + sumidouro + fossa séptica C) Fossa séptica + sumidouro + filtro anaeróbio D) Fossa séptica + filtro anaeróbio + sumidouro E) Nenhuma das alternativas está correta 26. Consideram-se sistemas anaeróbios de tratamento de esgoto: A) Lagoa anaeróbia, lodo ativado, reator anaeróbio. B) Filtro anaeróbio, filtro biológico, lagoa anaeróbia. C) Fossa séptica, reator anaeróbio, filtro anaeróbio. D) Lodo ativado, filtro biológico, fossa séptica. E) Fossa séptica, filtro biológico, lagoa facultativa 27. Em relação a um conjunto elevatório, a potência necessária será maior quando: A) For maior a altura manométrica do sistema. B) For menor o peso específico da água. C) For menor a perda de carga na linha. D) For maior for o rendimento do conjunto. E) For menor o desnível geométrico de recalque. 28. Em referência à qualidade e ao tratamento da água, julgue os itens a seguir. A) Floculação, decantação e filtração são etapas do tratamento de água necessárias e suficientes para a garantia da sua potabilidade. B) A legislação ambiental brasileira estabelece padrões de qualidade para a água dos rios e para os efluentes da drenagem urbana neles lançados. C) São agentes desinfetantes da água: o cloro, o ozônio, a luz ultravioleta e o flúor. D) O tratamento preliminar de água de abastecimento deve sempre preceder os tratamentos primário e secundário, objetivando a remoção de sólidos grosseiros e sólidos minerais, que invariavelmente são carreados pela rede coletora e alcançam a ETE.

12 29. Em relação ao esgotamento sanitário, julgue os itens a seguir. A) Coeficiente de retorno de esgotos é a relação entre a quantidade de água gerada e a quantidade de esgoto produzida. B) Coeficiente de retorno de esgotos é a relação entre a quantidade de esgotos gerada e a quantidade de água consumida e, geralmente, adotado em torno de 80% no Brasil. C) É usual adotar-se 20% o coeficiente de retorno de esgotos no Brasil, pois estima-se que 80% do volume de água consumida não retorne ao sistema de esgotamento sanitário. D) A relação entre a quantidade de esgotos gerada e a quantidade de água consumida é caracterizada pelo "coeficiente de percolação de esgotos". 30. Julgue os itens a seguir. A) Ações de saneamento promovem a saúde pública e o tratamento de doenças, reduzindo a necessidade de procura aos hospitais e postos de saúde. B) O termo saneamento básico compreende o abastecimento de água potável, a coleta de esgoto sanitário, a drenagem das águas pluviais, a gestão dos resíduos sólidos e o controle da poluição atmosférica. C) O termo saneamento básico compreende apenas o abastecimento de água potável e a coleta de esgoto sanitário. D) A Lei no 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, consagra a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino, inclusive a educação da comunidade, objetivando capacitá-la para participação ativa na defesa do meio ambiente. 31. A deficiente infraestrutura sanitária de uma localidade, ou a sua ausência, implica nas condições da saúde pública da população local, sendo que as doenças infecciosas são uma importante causa de morbidade e mortalidade. Com base nessa afirmação, julgue os itens a seguir: A) As bactérias patogênicas encontradas na água e/ou alimentos constituem uma das principais fontes de morbidade e mortalidade em nosso meio e são responsáveis por numerosos casos de enterites, diarreias e doenças epidêmicas. B) Sob o aspecto sanitário e social, o abastecimento de água visa, fundamentalmente, a: controlar e prevenir doenças; implantar hábitos higiênicos; facilitar a limpeza pública e as práticas desportivas; propiciar conforto, bem-estar; e aumentar a esperança de vida da população. C) Ancilostomíase, ascaridíase e amebíase, são doenças cujo controle está relacionado com o

13 destino adequado dos dejetos humanos. D) As medidas tomadas para a solução adequada do problema dos resíduos sólidos têm, sob o aspecto sanitário, objetivo comum a outras medidas de saneamento: de prevenir e controlar doenças a eles relacionadas. E) Todas as alternativas estão corretas. 32. Em relação aos resíduos sólidos, julgue os itens seguintes: A) Os entulhos da construção civil são resíduos que não são viáveis de se reciclar, pois constituem-se, basicamente, da mistura de cacos cerâmicos, tijolos danificados, resto de argamassa e de concreto, materiais inservíveis. B) Os aterros controlados são as soluções mais adequadas para o destino final dos resíduos sólidos, pois substituem os "lixões a céu aberto". C) A reciclagem do alumínio traz benefícios ao meio ambiente e ao país, economizando matéria-prima e energia elétrica, além de reduzir o volume de lixo enviado aos aterros sanitários e ajuda a manter as cidades limpas. D) A compostagem é um processo estritamente anaeróbio utilizado na decomposição biológica de materiais orgânicos. 33. Em relação às noções de segurança e higiene no trabalho, julgue os itens seguintes. A) O principal objetivo de um sistema de ventilação industrial é a minimização dos riscos ocupacionais relacionados a poluentes com vistas ao aumento da produtividade na indústria. B) O chamado triângulo do fogo é a representação dos três elementos necessários para iniciar uma combustão. Esses elementos são o combustível que fornece energia para a queima, o comburente que é a substância que reage quimicamente com o combustível e o calor que é necessário para iniciar a reação entre combustível e comburente. C) Combustível é todo elemento, como por exemplo o oxigênio, que associa-se quimicamente ao comburente e leva-o a entrar em combustão. D) Combustão nada mais é do que um processo físico complexo capaz de gerar fogo. 34. Com relação às instalações prediais hidrossanitárias, julgue os itens seguintes: A) Desconectores são dispositivos que fazem parte dos esgotos secundários e têm por função proteger o ambiente externo contra gases emanados da canalização. B) Todos os aparelhos sanitários de uma instalação predial de água devem ser ligados à

14 canalização através da interposição de desconectores. C) Pias de cozinha devem ser dotadas de sifões, mesmo quando forem ligadas a caixas retentoras de gordura. D) Fecho hídrico é a coluna líquida, de nível variado, que fica sob a válvula de descarga e caixas sifonadas. 35. Em relação a desenhos realizados por meio de computação gráfica, a sistemas de posicionamento global (GPS) e a sistema de informações geográficas (SIG), julgue os itens a seguir. A) A grade de desenho, no AutoCAD, é acionada por meio do comando GRID, ação que possibilita que a área limite do desenho seja dividida em pequenos intervalos iguais nos eixos X e Y. B) Os receptores GPS coletam dados enviados pelos satélites, transformando-os em coordenadas, distâncias, tempo, deslocamento e velocidade, através de processamento em tempo real ou pós-processados. C) O Datun padrão dos receptores GPS é o WGS-84. D) Em geoprocessamento, as imagens obtidas por meio de satélites são armazenadas como matrizes, nas quais cada elemento de imagem recebe o nome de pixel. E) Todas as alternativas estão corretas 36. Julgue os itens seguintes, a respeito da legislação ambiental e sanitária: A) Equilíbrio ecológico e educação ambiental em todos os níveis de ensino, são princípios da lei 6.938/1981 (Política Nacional do Meio Ambiente), a qual define, inclusive, poluidor como a pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável direta ou indiretamente por atividade causadora de degradação ambiental. B) A universalização do acesso e o controle social são princípios fundamentais da Lei nº /2007 (Política Nacional de Saneamento Básico), a qual estabelece, inclusive, que a instalação hidráulica predial ligada à rede pública de abastecimento de água não poderá ser também alimentada por outras fontes. C) O desenvolvimento sustentável, o poluidor-pagador e o protetor-recebedor, são princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei /2010), a qual proíbe, inclusive, a importação de resíduos sólidos perigosos e rejeitos, além de resíduos sólidos cujas características causem dano ao meio ambiente, à saúde pública e animal e à sanidade vegetal, ainda que para tratamento, reforma, reuso, reutilização ou recuperação. D) Aterros sanitários, processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos dependerão de elaboração de estudo de impacto ambiental (EIA) e respectivo relatório de

15 impacto ambiental (RIMA), segundo a os critérios básicos e diretrizes gerais para a avaliação de impacto ambiental ( Resolução CONAMA nº 01/1986). E) Todas as alternativas estão corretas. 37. Com base no que dispõem o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (Resolução da Diretoria Colegiada Anvisa - RDC nº 306/2004) e a resolução sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde (Resolução Conama nº 358/2005), julgue os itens a seguir. A) Ambas as Resoluções se aplicam a fontes radioativas seladas de equipamentos existentes em serviços de saúde B).O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS) deverá ser elaborado por profissional de nível superior, habilitado pelo seu conselho de classe, com apresentação de Anotação de Responsabilidade Técnica-ART, Certificado de Responsabilidade Técnica ou documento similar, quando couber, e deve ser compatível com as normas locais relativas à coleta, transporte e disposição final dos resíduos gerados nos serviços de saúde, estabelecidas pelos órgãos locais responsáveis por estas etapas. C) Acondicionamento consiste na separação dos resíduos no momento e local de sua geração, de acordo com as características físicas, químicas, biológicas, o seu estado físico e os riscos envolvidos. D) Segregação consiste no ato de embalar os resíduos segregados, em sacos ou recipientes que evitem vazamentos e resistam às ações de punctura e ruptura. A capacidade dos recipientes de acondicionamento deve ser compatível com a geração diária de cada tipo de resíduo. 38. Julgue os itens a seguir seguintes. A) O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) não podem ser elaborados por uma só pessoa e sim por uma equipe multidisciplinar. B) O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) podem ser elaborados por uma só pessoa, desde que esta não esteja ligada ao empreendedor. C) O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) se destina somente a alicerçar decisões administrativas do empreendedor. D) Lei 6.938/1981, que instituiu a Política Nacional do Meio Ambiente, não fez referência ao direito da população ser informada quanto ao licenciamento ambiental, antes deste ser concedido pela administração.

16 39. Julgue os itens seguintes a respeito da legislação ambiental e sanitária. A) De acordo com a Resolução Conama nº 357/2005, as águas doces, salobras e salinas do Território Nacional são classificadas, segundo a qualidade requerida para os seus usos preponderantes, em classes de qualidade; e as águas doces classe 2 podem ser destinadas ao abastecimento para consumo humano, apos tratamento convencional. B) Os efluentes de qualquer fonte poluidora somente poderão ser lançados, direta ou indiretamente, nos corpos de água, apos o devido tratamento e desde que obedeçam as condições, padrões e exigências dispostos na Resolução Conama nº 357/2005 e em outras normas aplicáveis. C) Portaria do Ministério da Saúde nº 2914/2011 se aplica à água destinada ao consumo humano proveniente de sistema e solução alternativa de abastecimento de água; e estabelece que a rede de distribuição de água para consumo humano deve ser operada sempre com pressão positiva em toda sua extensão. D) Segundo a Ministério da Saúde nº 2914/2011, sistema de abastecimento de água para consumo humano é a instalação composta por um conjunto de obras civis, materiais e equipamentos, desde a zona de captação até as ligações prediais, destinada à produção e ao fornecimento coletivo de água potável, por meio de rede de distribuição; e solução alternativa coletiva de abastecimento de água para consumo humano é a modalidade de abastecimento coletivo destinada a fornecer água potável, com captação subterrânea ou superficial, com ou sem canalização e sem rede de distribuição. E) Todas as alternativas estão corretas. 40. A respeito do assunto drenagem de águas pluviais, julgue os itens seguintes: A) A microdrenagem é um conjunto de obras que visam melhorar as condições de escoamento de forma a atenuar os problemas de erosões, assoreamento e inundações ao longo dos principais talvegues (fundo de vale). B) A macrodrenagem urbana é definida pelo sistema de condutos pluviais a nível de loteamento ou de rede primária urbana. C) Um sistema geral de drenagem urbana é constituído pelos sistemas de microdrenagem e macrodrenagem. D) A drenagem superficial tem como objetivo descer o lençol freático até um nível que favoreça os cultivos e garantir a estabilidade das estradas e a segurança das construções.

TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA. Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013

TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA. Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013 TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013 S Capacitação de Técnicos e Gestores para Elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico Módulo I Sistema de Esgotamento Sanitário

Leia mais

SHS0402 - Instalações Hidráulicas e Sanitárias

SHS0402 - Instalações Hidráulicas e Sanitárias SHS0402 - Instalações Hidráulicas e Sanitárias Fossas sépticas e disposição final dos efluentes Francisco Glaucio Cavalcante de Souza Doutorando em Engenharia Hidráulica e Saneamento Introdução O que fazer

Leia mais

NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005

NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005 NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005 SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3. DEFINIÇÕES 4. CONDIÇÕES GERAIS 5. INFORMAÇÕES

Leia mais

Aula 2 - Concepção de Sistemas de Abastecimento

Aula 2 - Concepção de Sistemas de Abastecimento Aula 2 - Concepção de Sistemas de Abastecimento 2.1 - Definição e Objetivos Objetivo principal de um Sistema de Abastecimento de água: fornecer ao usuário uma água de boa qualidade para seu uso, em quantidade

Leia mais

Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde

Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde Naraiana Agapito, naraagapito@yahoo.com.br 1 Introdução Embora a geração de resíduos oriundos das atividades humanas faça parte da própria história do homem,

Leia mais

Gestão Ambiental 22/10/2012. Profª Denise A. F. Neves MÓDULO SANEAMENTO AMBIENTAL

Gestão Ambiental 22/10/2012. Profª Denise A. F. Neves MÓDULO SANEAMENTO AMBIENTAL Gestão Ambiental Profª Denise A. F. Neves MÓDULO SANEAMENTO AMBIENTAL Tema: Sistemas Urbanos de Esgotamento Sanitário Objetivos: Conhecer os elementos que compõem um sistema urbano de esgotamento sanitário;

Leia mais

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO Projetos de interceptor, emissário por gravidade, estação elevatória de esgoto e linha de recalque,

Leia mais

Esgotos Sanitários: Objetivos de Projeto

Esgotos Sanitários: Objetivos de Projeto OBJETIVO GERAL Esgotos Sanitários: Objetivos de Projeto A instalação de esgoto doméstico tem a finalidade de coletar e afastar da edificação todos os despejos provenientes do uso da água para fins higiênicos,

Leia mais

Numa fossa séptica não ocorre a decomposição aeróbia e somente ocorre a decomposição anaeróbia devido a ausência quase total de oxigênio.

Numa fossa séptica não ocorre a decomposição aeróbia e somente ocorre a decomposição anaeróbia devido a ausência quase total de oxigênio. As fossas sépticas são unidades de tratamento primário de esgoto doméstico nas quais são feitas a separação e a transformação físico-química da matéria sólida contida no esgoto. É uma maneira simples e

Leia mais

Concepção de instalações para o abastecimento de água

Concepção de instalações para o abastecimento de água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Concepção de instalações para o abastecimento de água Prof. Aníbal da Fonseca Santiago Universidade

Leia mais

Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro

Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro Manual de Construção: Fossa ECOLÓGICA E Sumidouro Introdução Este manual destina a fornecer informações sobre a construção e dimensionamento do sistema individual de tratamento de esgotos, especialmente

Leia mais

III - disciplinar a implantação adequada e o funcionamento dos sistemas de coleta, tratamento e disposição de esgotos sanitários;

III - disciplinar a implantação adequada e o funcionamento dos sistemas de coleta, tratamento e disposição de esgotos sanitários; PROJETO DE: EMENDA À LEI ORGÂNICA LEI COMPLEMENTAR LEI ORDINÁRIA RESOLUÇÃO NORMATIVA DECRETO LEGISLATIVO ( X ) Nº /2013 AUTOR/SIGNATÁRIO: Ver. GILBERTO PAIXÃO EMENTA: Dispõe sobre os serviços e obras para

Leia mais

LEI N 1.192, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2007

LEI N 1.192, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2007 LEI N 1.192, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2007 CRIA, no município de Manaus, o Programa de Tratamento e Uso Racional das Águas nas edificações PRO-ÁGUAS. O PREFEITO DE MANAUS, usando das atribuições que lhe são

Leia mais

02/08/2015. Padrões de potabilidade TRATAMENTO DA ÁGUA. Tratamento da água. Tratamento da água. Tratamento da água

02/08/2015. Padrões de potabilidade TRATAMENTO DA ÁGUA. Tratamento da água. Tratamento da água. Tratamento da água Padrões de potabilidade A água própria para o consumo deve obedecer certos requisitos: TRATAMENTO DA ÁGUA Professor: André Luiz Montanheiro Rocha Disciplina: Gestão de Recursos Naturais 2ª COLÉGIO ESTADUAL

Leia mais

As Diretrizes de Sustentabilidade a serem seguidas na elaboração dos projetos dos sistemas de abastecimento de água são:

As Diretrizes de Sustentabilidade a serem seguidas na elaboração dos projetos dos sistemas de abastecimento de água são: OBJETIVO A SANEPAR busca prestar serviços de Saneamento Ambiental de forma sustentável, a fim de contribuir com a melhoria da qualidade de vida. Portanto evidencia-se a necessidade de considerar o conceito

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO SUSTENTÁVEL POR NATUREZA

MANUAL DE INSTALAÇÃO SUSTENTÁVEL POR NATUREZA MANUAL DE INSTALAÇÃO SUSTENTÁVEL POR NATUREZA APRESENTAÇÃO SISTEMA ECOFOSSA A Ecofossa é um sistema biológico autônomo de tratamento de esgoto que não utiliza energia elétrica ou qualquer produto químico

Leia mais

O que é saneamento básico?

O que é saneamento básico? O que é saneamento básico? Primeiramente, começaremos entendendo o real significado de saneamento. A palavra saneamento deriva do verbo sanear, que significa higienizar, limpar e tornar habitável. Portanto,

Leia mais

RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE. Hélida Rosa Silva Enfª Resp. Técnica GRSS CTAALS

RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE. Hélida Rosa Silva Enfª Resp. Técnica GRSS CTAALS RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Hélida Rosa Silva Enfª Resp. Técnica GRSS CTAALS 1- SUMÁRIO - O que é o plano de gerenciamento (PGRSS) e gerenciamento de resíduos (GRSS)? - Objetivo do PGRSS - Leis que

Leia mais

b) esgotos sanitários gerados em indústrias com sistema de tratamento independente.

b) esgotos sanitários gerados em indústrias com sistema de tratamento independente. DZ-215.R-4 DIRETRIZ DE CONTROLE DE CARGA ORGÂNICA BIODEGRADÁVEL EM EFLUENTES LÍQUIDOS DE ORIGEM SANITÁRIA Notas: Aprovada pela Deliberação CECA n 4886, de 25 de setembro de 2007 DOERJ de 08 de novembro

Leia mais

ANEXO 6.7.1 NORMATIVIDAD DE BRASIL

ANEXO 6.7.1 NORMATIVIDAD DE BRASIL ANEXO 6.7.1 NORMATIVIDAD DE BRASIL DZ-215.R-4 DIRETRIZ DE CONTROLE DE CARGA ORGÂNICA BIODEGRADÁVEL EM EFLUENTES LÍQUIDOS DE ORIGEM SANITÁRIA Aprovada pela Deliberação CECA n 4886, de 25 de setembro de

Leia mais

DISCIPLINA: SISTEMA SANITÁRIO (2/7)

DISCIPLINA: SISTEMA SANITÁRIO (2/7) DISCIPLINA: SISTEMA SANITÁRIO (2/7) Rede de capitação, tratamento e distribuição de água Rede de drenagem de águas pluviais Rede de coleta e tratamento de esgoto Serviço de coleta e tratamento de resíduos

Leia mais

3.1. JUIZ DE FORA. 3.1.1 Sistema Existente de Abastecimento de Água

3.1. JUIZ DE FORA. 3.1.1 Sistema Existente de Abastecimento de Água A adução é feita por gravidade, partindo da barragem que garante a submergência de duas tubulações que encaminham a água captada a duas estruturas de controle (Foto 2), ambas construídas em concreto armado,

Leia mais

Reunião Técnica Plano de Segurança da Água. 23 de novembro de 2010 - OPAS

Reunião Técnica Plano de Segurança da Água. 23 de novembro de 2010 - OPAS Reunião Técnica Plano de Segurança da Água 23 de novembro de 2010 - OPAS Introdução Qualidade da água e saneamento inadequados provocam 1,8 milhão de mortes infantis a cada ano no mundo (OMS, 2004), o

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO ÁGUAS PLUVIAIS

MEMORIAL DESCRITIVO ÁGUAS PLUVIAIS MEMORIAL DESCRITIVO ÁGUAS PLUVIAIS Considerando o índice pluvialmétrico histórico da Cidade do Salvador, de 1800 mm por ano. Tendo em mente a correspondência de 1 mm de chuva ser equivalente a 1 (um) litro

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO DE CONTROLE

Leia mais

Resíduos Sólidos: A Classificação Nacional e a Problemática dos Resíduos de Ampla e Difusa Geração

Resíduos Sólidos: A Classificação Nacional e a Problemática dos Resíduos de Ampla e Difusa Geração Resíduos Sólidos: A Classificação Nacional e a Problemática dos Resíduos de Ampla e Difusa Geração 01/33 Apresentação do Instrutor: Eduardo Fleck *Engenheiro Químico UFRGS, 1990; **Mestre em Engenharia

Leia mais

RESOLUÇÃO TÉCNICA Nº XXX

RESOLUÇÃO TÉCNICA Nº XXX RESOLUÇÃO TÉCNICA Nº XXX Estabelece as condições gerais de prestação dos serviços de saneamento para abastecimento de água, esgotamento sanitário e resíduos sólidos. A DIRETORIA EXECUTIVA da Agência Reguladora

Leia mais

Gerenciamento de Resíduos

Gerenciamento de Resíduos Gerenciamento de Resíduos ANVISA RDC 306/04 - REGULAMENTO TÉCNICO PARA GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SAÚDE veronica.schmidt@ufrgs.br O perigo do lixo hospitalar. Resíduos biológicos - culturas de microrganismos

Leia mais

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PCH Dores de Guanhães PROGRAMAS AMBIENTAIS 2.3 Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras CAPA PCH Dores de Guanhães ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 1 1.1.1. Efluentes Líquidos

Leia mais

ESTUDO TÉCNICO E ECONÔMICO PARA IMPLANTAÇÃO DE REÚSO DE ÁGUA EM UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES SANITÁRIOS DE UMA INDÚSTRIA ELETRÔNICA.

ESTUDO TÉCNICO E ECONÔMICO PARA IMPLANTAÇÃO DE REÚSO DE ÁGUA EM UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES SANITÁRIOS DE UMA INDÚSTRIA ELETRÔNICA. ESTUDO TÉCNICO E ECONÔMICO PARA IMPLANTAÇÃO DE REÚSO DE ÁGUA EM UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES SANITÁRIOS DE UMA INDÚSTRIA ELETRÔNICA. Nilton de Paula da Silva 1 Ederaldo Godoy Junior 2 José Rui

Leia mais

Dimensão ambiental. Saneamento

Dimensão ambiental. Saneamento Dimensão ambiental Saneamento Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 135 18 Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico Apresenta a parcela da população atendida pelos serviços de coleta

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE MANEJO

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE MANEJO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE MANEJO NATAL/RN OUT/2013 GERENCIAMENTO DOS RSS PROCEDIMENTOS PLANEJADOS E IMPLEMENTADOS minimizar a produção na fonte, destinar e dispor com segurança Planejamento

Leia mais

Projeto Heróis da Água Fase III - 2014/2015

Projeto Heróis da Água Fase III - 2014/2015 O projeto O Projeto Heróis da Água é promovido pela EMAS de Beja e pela Câmara Municipal de Beja, enquadra-se na área da sensibilização e educação ambiental. O projeto mantem-se pelo 3.º ano e continua

Leia mais

Tanques Sépticos e Disposição de Efluentes de Tanques Sépticos

Tanques Sépticos e Disposição de Efluentes de Tanques Sépticos UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO DECIV DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Tanques Sépticos e Disposição de Efluentes de Tanques Sépticos DISCIPLINA: SANEAMENTO PROF. CARLOS EDUARDO F MELLO e-mail: cefmello@gmail.com

Leia mais

NORMA TÉCNICA CONTROLE DE CARGA ORGÂNICA NÃO INDUSTRIAL CPRH N 2.002

NORMA TÉCNICA CONTROLE DE CARGA ORGÂNICA NÃO INDUSTRIAL CPRH N 2.002 NORMA TÉCNICA CONTROLE DE CARGA ORGÂNICA NÃO INDUSTRIAL CPRH N 2.002 SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3. DEFINIÇÃO 4. ABRANGÊNCIA 5. EXIGÊNCIAS DE CONTROLE 1 1. OBJETIVO Os critérios e padrões

Leia mais

AEROTEC SANEAMENTO BÁSICO LTDA.

AEROTEC SANEAMENTO BÁSICO LTDA. INTRODUÇÃO Todo e qualquer sistema de captação e tratamento de efluente doméstico tem como destino final de descarte desse material, direta ou indiretamente, corpos d água como seus receptores. A qualidade

Leia mais

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: O sistema conta com dois mananciais, ambos com captações superficiais:

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: O sistema conta com dois mananciais, ambos com captações superficiais: 3.8 SÃO JOÃO NEPOMUCENO Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul A Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA, é o órgão responsável pela operação e manutenção

Leia mais

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais:

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: A elevatória apresenta três conjuntos moto-bombas (Foto 3), dos quais dois operam em paralelo, ficando um de reserva, cada um associado a um motor elétrico de 150 cv de potência e recalcando uma vazão

Leia mais

Outorgas e Licenças de Obras Hidraúlicas no Estado do Rio Grande do Norte

Outorgas e Licenças de Obras Hidraúlicas no Estado do Rio Grande do Norte Outorgas e Licenças de Obras Hidraúlicas no Estado do Rio Grande do Norte IGARN Natal maio/2014 BASE LEGAL PARA A GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS Art. 1º Fundamentos: LEI 9.433/1997 a água é bem de domínio

Leia mais

Programa de Consumo Consciente nas Instituições de Ensino Superior Particulares FOREXP. Fórum de Extensão das IES Particulares

Programa de Consumo Consciente nas Instituições de Ensino Superior Particulares FOREXP. Fórum de Extensão das IES Particulares Programa de Consumo Consciente nas Instituições de Ensino Superior Particulares FOREXP Fórum de Extensão das IES Particulares Consumir conscientemente significa atentar para os efeitos que este ato acarreta

Leia mais

Check list e Avaliação. Orientações para preenchimento do Formulário de Inspeção/Vistoria e Subsídios para Avaliação do Sistema

Check list e Avaliação. Orientações para preenchimento do Formulário de Inspeção/Vistoria e Subsídios para Avaliação do Sistema SISTEMA DE ESGOTO ESTÁTICO Check list e Avaliação Orientações para preenchimento do Formulário de Inspeção/Vistoria e Subsídios para Avaliação do Sistema Belo Horizonte, Outubro de 2008 SISTEMA DE ESGOTO

Leia mais

SAÚDE. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP:

SAÚDE. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: SAÚDE 1. Identificação Empresa/Interessado: Endereço: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: E-mail: Atividade: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: Contato: Cargo/Função: 2.Informações

Leia mais

Água - Recurso Natural

Água - Recurso Natural - Recurso Natural PROF. Carla Gracy Ribeiro Meneses A água é um elemento essencial para a humanidade. Nosso corpo é composto por dois terços de água, isso equivalente ao nosso peso total. Curiosidades!

Leia mais

Orientações para Instalação Domiliciar do Sistema de Fossa e Sumidouro.

Orientações para Instalação Domiliciar do Sistema de Fossa e Sumidouro. Orientações para Instalação Domiliciar do Sistema de Fossa e Sumidouro. INTRODUÇÃO Este manual destina a fornecer informações sobre a construção e dimensionamento do sistema individual de tratamento de

Leia mais

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS. Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS. Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA Março/2012 Gerência ESTRUTURA GELSAR 1 Gerente SERURB SERVIÇO DE RESÍDUOS URBANOS 1 Chefe de Serviço, 5 analistas

Leia mais

Impactos Ambientais Prof. Hannah Amaral

Impactos Ambientais Prof. Hannah Amaral Impactos Ambientais Prof. Hannah Amaral O QUE É IMPACTO AMBIENTAL Art. 1o da Resolução CONAMA n.1/86 Considera-se Impacto Ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do

Leia mais

Importante: Ler atentamente todo o manual para a instalação e uso correto deste produto.

Importante: Ler atentamente todo o manual para a instalação e uso correto deste produto. Guia de Instalação BIODIGESTOR ECOLIMP 600 L 1.300 L Importante: Ler atentamente todo o manual para a instalação e uso correto deste produto. guia_biodigestor_1397x2159_v02.indd 1 07/06/2010 10:58:54 1.

Leia mais

RESÍDUOS SÓLIDOS. Classificação dos Resíduos. 1. Quanto a categoria: Resíduos Urbanos residências e limpeza pública urbana;

RESÍDUOS SÓLIDOS. Classificação dos Resíduos. 1. Quanto a categoria: Resíduos Urbanos residências e limpeza pública urbana; RESÍDUOS SÓLIDOS - são os resíduos que se apresentam nos estados sólidos, semi-sólidos e os líquidos não passíveis de tratamento convencional, que resultam de atividades de origem industrial, comercial,

Leia mais

A seguir, far-se-á a descrição das unidades operacionais dos referidos sistemas:

A seguir, far-se-á a descrição das unidades operacionais dos referidos sistemas: 3.4 MURIAÉ Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul Os sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário da cidade de Muriaé são operados e mantidos

Leia mais

TESTE SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE ESTAGIÁRIO Nº 001/2014 DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS MUNICÍPIO DE MARMELEIRO-PR

TESTE SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE ESTAGIÁRIO Nº 001/2014 DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS MUNICÍPIO DE MARMELEIRO-PR TESTE SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE ESTAGIÁRIO Nº 001/2014 DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS MUNICÍPIO DE MARMELEIRO-PR CADERNO DE PROVA CARGO: ESTAGIÁRIO DO DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE

Leia mais

Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos de referência

Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos de referência Página 1 de 9 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 00 01 20/05/2009 30/09/2009 16/12/09 Elaboração Item 2 inclusão do PG-C-01 Programa Integrado de SSTMA Item 2 Codificação dos documentos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br

Leia mais

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 2.3 Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 1 1.1.1. Efluentes Líquidos Domésticos... 1 1.1.1.1. Fossa

Leia mais

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Bases de Apoio a Empresas Transportadoras de Cargas e Resíduos - Licença de Instalação (LI) -

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Bases de Apoio a Empresas Transportadoras de Cargas e Resíduos - Licença de Instalação (LI) - Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Bases de Apoio a Empresas Transportadoras de Cargas e Resíduos

Leia mais

O CONSELHO DE GESTÃO DA AGÊNCIA GOIANA DE REGULAÇÃO, CONTROLE E FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS, no uso de suas atribuições legais e,

O CONSELHO DE GESTÃO DA AGÊNCIA GOIANA DE REGULAÇÃO, CONTROLE E FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS, no uso de suas atribuições legais e, 1 RESOLUÇÃO N 212/2003 - CG Disciplina a qualidade da prestação dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, operado pela SANEAGO, conforme processo nº 22187758 /2003. O CONSELHO DE GESTÃO

Leia mais

REUSO PLANEJADO DA ÁGUA: UMA QUESTÃO DE INTELIGÊNCIA...

REUSO PLANEJADO DA ÁGUA: UMA QUESTÃO DE INTELIGÊNCIA... REUSO ÁGUA: INTELIGÊNCIA... PLANEJADO DA UMA QUESTÃO DE CONSUMO DE ÁGUA doméstico Indústria Agricultura 18,60% 8,00% 22,40% 22,00% 59,00% 70,00% Brasil Mundo Consumo mundial = 3.240 km 3 / ano Consumo

Leia mais

3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO

3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO 3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul Em Visconde de Rio Branco, o sistema público de abastecimento de água é operado e mantido pela

Leia mais

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Reservatórios e Redes de Distribuição de Água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de

Leia mais

Dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos, nos termos do artigo 247, parágrafo 3º da Constituição do Estado e dá outras providências.

Dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos, nos termos do artigo 247, parágrafo 3º da Constituição do Estado e dá outras providências. LEI Nº 9.921, DE 27 DE JULHO DE 1993. Dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos, nos termos do artigo 247, parágrafo 3º da Constituição do Estado e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL PCA SUINOCULTURA

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL PCA SUINOCULTURA INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL PCA SUINOCULTURA DIRETRIZES GERAIS: O Plano de Controle Ambiental (PCA), será apresentado pelo requerente da licença e constituir-se-á de

Leia mais

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Sistemas de Tratamento de Efluentes Líquidos Industriais

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Sistemas de Tratamento de Efluentes Líquidos Industriais Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Sistemas Avenida Nascimento de Castro, 2127 Lagoa

Leia mais

PASSO A PASSO: COMO ELABORAR E IMPLEMENTAR O PGRSS

PASSO A PASSO: COMO ELABORAR E IMPLEMENTAR O PGRSS PASSO A PASSO: COMO ELABORAR E IMPLEMENTAR O PGRSS PASSO 1 IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA: Abrange o reconhecimento do problema e a sinalização positiva da administração para início do processo. Definir, um

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL (PCA) AVICULTURA

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL (PCA) AVICULTURA INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL (PCA) AVICULTURA O Plano de Controle Ambiental (PCA), será apresentado pelo requerente da licença e constituir-se-á de propostas com vistas

Leia mais

Encanador. 4) Número de Aulas: O trabalho será realizado em cinco etapas, divididas em aulas a critério do professor.

Encanador. 4) Número de Aulas: O trabalho será realizado em cinco etapas, divididas em aulas a critério do professor. Encanador 1) Objetivos Gerais Aprofundar os conhecimentos sobre o profissional que tem como um dos focos de trabalho a água e o saneamento básico, assim como problemas que podem ocorrer quando houver sinistros

Leia mais

Autoclavagem. Microondas. Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Tratamento preliminar e destinação

Autoclavagem. Microondas. Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Tratamento preliminar e destinação USP Incineração Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Profa. Dra. Vera Letticie de Azevedo Ruiz 2014 1 Deve seguir a Resolução CONAMA nº 316 de 2002 Processo cuja operação seja realizada acima

Leia mais

LEI Nº 9.921, DE 27 DE JULHO DE 1993. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.

LEI Nº 9.921, DE 27 DE JULHO DE 1993. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. LEI Nº 9.921, DE 27 DE JULHO DE 1993. Dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos, nos termos do artigo 247, parágrafo 3º da Constituição do Estado e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO

Leia mais

ULTRAVIOLETA DESINFECÇÃO DE ÁGUA E EFLUENTES COM RAIOS. Sistema de decantação. Fenasan 2013. tratamento de água e efluentes

ULTRAVIOLETA DESINFECÇÃO DE ÁGUA E EFLUENTES COM RAIOS. Sistema de decantação. Fenasan 2013. tratamento de água e efluentes revista especializada em tratamento de DESINFECÇÃO DE ÁGUA E EFLUENTES COM RAIOS ULTRAVIOLETA Sistema de decantação Ação dos decantadores em tratamento de água Fenasan 2013 9 772236 261064 junho/julho-2013

Leia mais

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior Elevatórias de Esgoto Sanitário Profª Gersina N.R.C. Junior Estações Elevatórias de Esgoto Todas as vezes que por algum motivo não seja possível, sob o ponto de vista técnico e econômico, o escoamento

Leia mais

Esgotamento Sanitário

Esgotamento Sanitário CAPÍTULO 14 Esgotamento Sanitário Impacto socioambiental das práticas de esgotamento sanitário 14. 1 Soluções de esgotamento sanitário 14. 2 Modelo de gestão para o saneamento integrado 14. 3 245 14. 1

Leia mais

Nota técnica Março/2014

Nota técnica Março/2014 Nota técnica Março/2014 Sistemas de Saneamento no Brasil - Desafios do Século XXI João Sergio Cordeiro O Brasil, no final do ano de 2013, possuía população de mais de 200 milhões de habitantes distribuídos

Leia mais

Tipos de Reuso. . Reuso Industrial

Tipos de Reuso. . Reuso Industrial Cerca de 71% da superfície do planeta Terra é coberta por água. Cerca de 97,5% dessa água é salgada e está nos oceanos, 2,5% é doce sendo que deles, 2% estão nas geleiras, e apenas 0,5% estão disponíveis

Leia mais

Poluição do Solo. Aprofundar os conhecimentos sobre como o solo pode ser poluído e as consequências para o homem e o meio ambiente.

Poluição do Solo. Aprofundar os conhecimentos sobre como o solo pode ser poluído e as consequências para o homem e o meio ambiente. Poluição do Solo 1) Objetivo Geral Aprofundar os conhecimentos sobre como o solo pode ser poluído e as consequências para o homem e o meio ambiente. 2) Objetivo Específico Conscientizar os alunos da importância

Leia mais

REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I

REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I 1. O presente Regulamento objetiva estabelecer regras gerais de uso do sistema de abastecimento

Leia mais

SAN.T.IN.NT 33. A.R.T.: Anotação de Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura CREA;

SAN.T.IN.NT 33. A.R.T.: Anotação de Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura CREA; 1 / 5 SUMÁRIO: 1. FINALIDADE 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3. DEFINIÇÕES 4. PROCEDIMENTOS 5. REFERÊNCIAS 6. ANEXOS 1. FINALIDADE Esta Norma tem como finalidade disciplinar e padronizar os procedimentos para liberação

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução

Leia mais

Estaleiro e Base Naval para a Construção de Submarinos Convencionais e de Propulsão Nuclear

Estaleiro e Base Naval para a Construção de Submarinos Convencionais e de Propulsão Nuclear Estaleiro e Base Naval para a Construção de Submarinos Plano Básico Ambiental SEÇÃO V- PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL DA BASE NAVAL Projeto 3 Gerenciamento de Efluentes 1 Após considerações da MB 31/05/2010

Leia mais

NORMA DE FISCALIZAÇÃO CONJUNTA DA CÂMARA DE ENGENHARIA CIVIL E QUÍMICA N 001/09 DE ABRIL DE 2009.

NORMA DE FISCALIZAÇÃO CONJUNTA DA CÂMARA DE ENGENHARIA CIVIL E QUÍMICA N 001/09 DE ABRIL DE 2009. NORMA DE FISCALIZAÇÃO CONJUNTA DA CÂMARA DE ENGENHARIA CIVIL E QUÍMICA N 001/09 DE ABRIL DE 2009. Esclarece a competência dos Engenheiros: Civis, de Fortificações, Sanitaristas e Químicos quanto projetos,

Leia mais

Inst Ins alaç t ões alaç Prediais Pr de Esgot g os Sanitários Prof Pr. of Cris tiano Cris

Inst Ins alaç t ões alaç Prediais Pr de Esgot g os Sanitários Prof Pr. of Cris tiano Cris Instalações Prediais de Esgotos Sanitários Prof. Cristiano Considerações Gerais Regidas pela NBR 8160,, as instalações de esgotos sanitários têm a tem a finalidade de coletar e afastar da edificação todos

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SSP Nº 03/2011. UNIDADE RESPONSÁVEL: Unidades de Saúde e Secretaria Municipal de Saúde.

INSTRUÇÃO NORMATIVA SSP Nº 03/2011. UNIDADE RESPONSÁVEL: Unidades de Saúde e Secretaria Municipal de Saúde. Fls.: 1 de 11 INSTRUÇÃO NORMATIVA SSP Nº 03/2011 VERSÃO: 01/2011 APROVAÇÃO EM: 20 de julho de 2011 ATO DE APROVAÇÃO: Decreto nº 20/2011 UNIDADE RESPONSÁVEL: Unidades de Saúde e Secretaria Municipal de

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA. Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio

TRATAMENTO DA ÁGUA. Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio TRATAMENTO DA ÁGUA Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio Água poluída: água inadequada para beber ou para fazer nossa higiene. Diversas substâncias naturalmente presentes na água são

Leia mais

Mauro Medeiros Gerente de Licenciamento de Recursos Hídricos mauromedeiros.inea@gmail.com. Créditos: Geol. Elisa Fernandes Geol.

Mauro Medeiros Gerente de Licenciamento de Recursos Hídricos mauromedeiros.inea@gmail.com. Créditos: Geol. Elisa Fernandes Geol. Mauro Medeiros Gerente de Licenciamento de Recursos Hídricos mauromedeiros.inea@gmail.com Créditos: Geol. Elisa Fernandes Geol. Alexandre Cruz 1 Documentos Emitidos Autorização Ambiental para Perfuração

Leia mais

Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário

Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário Giovana Martinelli da Silva Ricardo Franci Gonçalves Universidade Federal do Espírito Santo Índice Evolução Histórica Definição Objetivos Tipos de Sistemas Componentes

Leia mais

Sistemas Compactos de Tratamento de Esgotos Sanitários para Pequenos Municípios

Sistemas Compactos de Tratamento de Esgotos Sanitários para Pequenos Municípios Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Rio Jacuí - COAJU III Seminário Estadual sobre os Usos Múltiplos da Água Erechim, 30 de julho de 2010 Sistemas Compactos de Tratamento de Esgotos Sanitários

Leia mais

3.3 CATAGUASES. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, a responsabilidade pela sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local.

3.3 CATAGUASES. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, a responsabilidade pela sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local. Da caixa de areia a água chega às quatro câmaras onde estão interligadas as tubulações de sucção das bombas, essas unidades de bombeamento são em número de quatro, cada uma com capacidade de recalque de

Leia mais

SAAE Serviço Autônomo de Água e Esgoto. Sistemas de Tratamento de Água

SAAE Serviço Autônomo de Água e Esgoto. Sistemas de Tratamento de Água SAAE Serviço Autônomo de Água e Esgoto Sistemas de Tratamento de Água Aracruz, junho de 2006 1. Processos de tratamento de Água: Todos gostamos de ter água potável sem nenhuma contaminação, sem cheiro

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL Conteúdo Programático 1) Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável: Conceitos Básicos (12 h) - Principais questões ambientais no Brasil e no mundo. - Conceitos

Leia mais

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993 Resolução CONAMA Nº 009/1993 - "Estabelece definições e torna obrigatório o recolhimento e destinação adequada de todo o óleo lubrificante usado ou contaminado".

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRE

ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRE LEI Nº 354/2014 Dispõe sobre a Política Municipal de Saneamento Básico, cria o Conselho Municipal de Saneamento Básico e o Fundo Municipal de Saneamento de Básico, e dá outras providências. A Prefeita

Leia mais

Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário

Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário AULA 13 Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário Após o uso da água em qualquer que seja o equipamento sanitário (chuveiro, lavatório, bacia sanitária, pia de cozinha, etc.), a água utilizada (efluente) deve

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO HIDRO-SANITÁRIO

MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO HIDRO-SANITÁRIO MEMORIAL DESCRITIVO E DE CÁLCULO HIDRO-SANITÁRIO OBRA: UNIDADE DE ACOLHIMENTO ADULTO PREFEITURA MUNICIPAL DE SOBRAL ENDEREÇO: Rua Dinamarca, S/N Sobral - Ceará PROJETO: HIDRO-SANITÁRIO E ÁGUAS PLUVIAIS

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO, OBRAS, VIAÇÃO E TRANSPORTE COMISSÃO DO MEIO AMBIENTE. PROJETO DE LEI Nº 237/2012 Com o Substitutivo n o 1

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO, OBRAS, VIAÇÃO E TRANSPORTE COMISSÃO DO MEIO AMBIENTE. PROJETO DE LEI Nº 237/2012 Com o Substitutivo n o 1 COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO, OBRAS, VIAÇÃO E TRANSPORTE COMISSÃO DO MEIO AMBIENTE PROJETO DE LEI Nº 237/2012 Com o Substitutivo n o 1 RELATÓRIO: De autoria do Vereador Amauri Cardoso, este projeto

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE

SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE RESOLUÇÃO CONEMA Nº 56 DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013. ESTABELECE CRITÉRIOS PARA A INEXIGIBILIDADE DE

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS

REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS 1 SUMÁRIO RESUMO......2 1 INTRODUÇÃO......3 1.1 OBJETIVO......3 1.2 APLICABILIDADE...3 1.3 TERMOS E DEFINIÇÕES...3 2 LICENCIAMENTO AMBIENTAL......3

Leia mais

A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná

A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná LEI Nº 12493-22/01/1999 Publicado no Diário Oficial Nº 5430 de 05/02/1999. Estabelece princípios, procedimentos, normas e critérios referentes a geração, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte,

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO GUANHÃES MG INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO

Leia mais

3.5 SANTOS DUMONT. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local, através da Secretaria de Obras.

3.5 SANTOS DUMONT. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local, através da Secretaria de Obras. Esta unidade compõe-se de três conjuntos moto-bombas idênticos, dos quais dois operam em paralelo, ficando o terceiro como unidade de reserva e/ou rodízio. Estão associados, cada um, a um motor elétrico

Leia mais

Erro! ROTEIRO PARA INSPEÇÃO SISTEMAS E SOLUÇÕES ALTERNATIVAS COLETIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM REDE DE DISTRIBUIÇÃO

Erro! ROTEIRO PARA INSPEÇÃO SISTEMAS E SOLUÇÕES ALTERNATIVAS COLETIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM REDE DE DISTRIBUIÇÃO Erro! ROTEIRO PARA INSPEÇÃO SISTEMAS E SOLUÇÕES ALTERNATIVAS COLETIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM REDE DE DISTRIBUIÇÃO Formulário de Entrada de Dados - PARTE A - IDENTIFICAÇÃO DO SISTEMA OU SOLUÇÃO ALTERNATIVA

Leia mais

Sumário. manua_pratic_05a_(1-8)_2014_cs4_01.indd 9 26/05/2014 15:40:32

Sumário. manua_pratic_05a_(1-8)_2014_cs4_01.indd 9 26/05/2014 15:40:32 Sumário Apresentação... 15 Capítulo 1 Qualidade da água e saneamento... 17 Referências bibliográficas...24 Capítulo 2... 25 Resumo geral da teoria... 25 2.1 Poluição e contaminação dos recursos hídricos...25

Leia mais

SUMIDOUROS E VALAS DE INFILTRAÇÃO

SUMIDOUROS E VALAS DE INFILTRAÇÃO SUMIDOUROS E VALAS DE INFILTRAÇÃO Projeto Permanente de Educação Ambiental PPEA 1-Generalidades Sumário 2-O que é o sumidouro e como funciona? 3-Aspectos Construtivos 4-Prescrições Normativas e Critérios

Leia mais

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTOS SANITÁRIOS

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTOS SANITÁRIOS INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTOS SANITÁRIOS 1. SISTEMAS PÚBLICOS DE ESGOTOS Os sistemas públicos de coleta, transporte e disposição de esgotos existem desde as primeiras civilizações conhecidas (assírios,

Leia mais