TUBO DE BETÃO PRÉ-ESFORÇADO COM ALMA DE AÇO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TUBO DE BETÃO PRÉ-ESFORÇADO COM ALMA DE AÇO"

Transcrição

1 TUBO DE BETÃO PRÉ-ESFORÇADO COM ALMA DE AÇO

2 Indice: Introdução 1 Descrição dos tubos. 2 Bases de Cálculo Mecânico. 3 Processo de Fabrico. 4 Recomendações para o Transporte e a Montagem da Tubagem. 5 Deflexão angular 6 Relação de Tubagens fabricadas. 7 Dossier fotográfico. 8 Certificados ISO 9001 e ISO ANEXOS: ANEXO nº 1 Pontos de Inspecção e Verificação para Tubos de Betão préesforçados. ANEXO nº 2 Rendimentos médios de montagem de tubagem.

3 INTRODUÇÃO

4 PREFABRICADOS DELTA, S.A. surgiu com o objectivo de oferecer no mundo da pré-fabricação a mais ampla gama de produtos, com o maior serviço e a melhor relação qualidade-preço. PREFABRICADOS DELTA, S.A., explora 3 fábricas de elementos pré-fabricados, situadas em Humanes (Madrid), e duas em Puente Genil (Córdoba). Estas fábricas estão dotadas com o equipamento e a tecnologia mais modernos, o que se traduz numa capacidade de fabrico que é líder no mercado. A nossa organização conta com uma equipa humana basicamente integrada por: -7 Diplomados Superiores. -4 Diplomados de Nível Médio. -10 Técnicos Administrativos e Escritório Técnico. -12 Chefes de produção e outros profissionais. Cada uma das fábricas dispõe de um laboratório próprio, no qual se submetem os produtos a diversos ensaios, até à sua total aprovação pela Equipa Técnica de qualidade encarregada do controlo, assegurando deste modo resultados absolutamente satisfatórios. Na PREFABRICADOS DELTA, S.A. trabalha uma equipa humana altamente qualificada (engenheiros, engenheiros técnicos, encarregados e chefes de produção, etc.) que têm vindo a demonstrar o seu elevado profissionalismo e eficiência durante vários anos. A nossa vasta gama de produtos pré-fabricados (tubos de betão armado com alma de aço, tubagens de betão pré-esforçado com alma de aço, colectores, aduelas para escudos, travessias, galerias visitáveis, painéis de GRC, painéis pré-fabricados de betão arquitectónico, painéis pré-fabricados de betão para fachadas, pilares, etc.) oferece soluções para qualquer problema técnico que possa surgir.

5 Os nossos projectos futuros caracterizam-se por um objectivo comum: o espírito de superação, com a máxima optimização dos meios técnicos e humanos, de modo a oferecer, se assim for possível, um melhor serviço. As nossas fábricas englobam uma equipa média de empregados, com 250 pessoas. DESCRIÇÃO DAS FÁBRICAS HUMANES capital. A Fábrica de Humanes está situada no Concelho de Humanes de Madrid, a 35 km da Tem uma superfície total de m 2 e uma área coberta de m 2, distribuída por cinco estaleiros (dois deles interligados). Os outros estaleiros destinam-se, um deles a pequenas pré-fabricações (peso inferior a 10 t); outro, a oficinas auxiliares e armazém de peças e, finalmente, o terceiro, a betonagem dos núcleos dos tubos de betão com alma de aço. Os estaleiros interligados são estaleiros de caldeiraria, destinados ao fabrico dos componentes metálicos dos elementos pré-fabricados. Normalmente, nestes estaleiros produzem-se: o o o o Cilindros metálicos, que se incorporam nos tubos de betão armado ou préesforçado com alma de aço. Armaduras helicoidais para tubos, feitas a partir de rolos de aço nervurado ou liso. Armaduras e pontos de fixação para painéis de fachada. Elementos para as juntas dos tubos. Nestes estaleiros também se encontram as zonas destinadas à construção de moldes e utensílios de qualquer tipo, o que permite que a empresa não tenha que recorrer a oficinas externas para a construção dos moldes ou paramodificar os mesmos.

6 Neste estaleiro dispomos de um conjunto muito completo de maquinaria, que inclui calandras, dobradoras de armadura em varão e em malha, serras, cortadoras, cisalhas, tornos, fresas, brocas radiais e sensitivas, máquinas para trabalhar a madeira e 30 equipamentos de soldadura. Para movimentação das peças, estes dois estaleiros dispõem de sete pontes rolantes, com diversas capacidades, de 3 a 5 toneladas. Nos estaleiros referidos como pré-fabricação de peças fabricam-se as peças cujo peso é inferior a 10 toneladas. O estaleiro, com duas zonas de diferentes pés-direitos livres, dispõe, para movimentar as peças e os moldes, de 4 pontes rolantes de 10 toneladas, duas delas situadas na zona de maior comprimento e menor altura, além de outra ponte rolante de 5 toneladas, e dois semi-pórticos de 6 toneladas. No exterior deste estaleiro e em paralelo com o mesmo, há um pórtico de 10 toneladas, com um vão de 12 metros e duas consolas de 2,5 m; este pórtico, com os seus 11 metros sob o gancho e 105 metros de caminho, é utilizado para ensamblar as peças fabricadas neste estaleiro. No estaleiro de betonagem dos núcleos encontra-se a turbomaster, que permite fabricar mediante compressão radial os núcleos da tubagem de betão com alma de aço. Além disso, e para movimentar as diversas peças, dispõe de duas pontes de 20 e de 16 toneladas respectivamente, e ainda de um semi-pórtico de 3,2 toneladas. Na zona exterior onde se fabricam as unidades pesadas, dispomos dos seguintes elementos de elevação,distribuídos por duas áreas diferenciadas de trabalho. o Grua-torre, montada sobre carris ao longo de 200 m., com 40 m de lança e uma capacidade de elevação de 16 toneladas a 20 m., e de até 7 toneladas, entre 20 e 40 m. o Dois pórticos de 25 toneladas, com caminho de rolamento partilhado de 150 m de comprimento, 24 m de vão e 98 metros livres sob os ganchos.

7 o o o o Um pórtico de 32 toneladas, com 25 metros de vão e consolas de 5 m., altura de 12 m sob o gancho e 350 metros de caminho. Um pórtico de 15 toneladas, 30 m de vão, caminho de rolamento de 145 m e 10 m livres sob o gancho. Dois pórticos de 10 toneladas, 10 m de vão e 60 metros de caminho, com altura sob o gancho de 10 m. Uma grua-torre com 36 m de caminho de rolamento e lança de 35 m, com uma capacidade de carga de 4 toneladas na ponta, 8 toneladas a 19 m, e 26 m sob o gancho. Os meios anteriores complementam-se com um empilhador de 20 toneladas. No que se refere às instalações destinadas à produção de betão, dispomos de cinco centrais de betão com dosagem por pesagem, equipadas com betoneiras de 750 a 1500 litros, que situam a capacidade de produção de betão em cerca de 90 toneladas/hora. Habitualmente, com o fim de abreviar os tempos de permanência das peças nos moldes, recorremos à cura acelerada por vapor de água, para o que a fábrica dispõe de duas caldeiras, cada uma delas com capacidade de produção de 1500 kg/hora. Quanto ao fabrico do Betão Reforçado com fibra de vidro, dispomos duma central doseadora por peso, três postos de preparação de misturas e 7 equipamentos de projecção simultânea de G.R.C. Para o controlo dos produtos e processos fixados no Sistema de Qualidade, a fábrica conta com um laboratório próprio, no qual se ensaiam os elementos constituintes e provetes de betão, bem como uma máquina universal, para a verificação de produtos siderúrgicos. A descrição anterior, em conjunto com o organigrama e com a experiência que temos no campo da pré-fabricação justifica, segundo cremos, a capacidade técnica e humana para enfrentar, de modo responsável, a produção de qualquer elemento pré-fabricado destinado à indústria da construção.

8 PUENTE GENIL As nossas instalações de Puente Genil, uma cidade da província de Córdoba, são um conjunto de duas instalações independentes, situadas no mesmo lote deterreno. As duas instalações são: o o Fábrica de Tubagens. Fábrica de Travessas de caminho-de-ferro. une ambas. Estão claramente diferenciadas, tendo em comum um pequeno troço de estrada que Fábrica de Tubagens Tem uma superfície de m 2 e uma área coberta de m 2. Nos estaleiros situam-se todas as linhas de produção de tubagem, as quais incluem o fabrico de armaduras, de almas de aço, as zonas de betonagem de tubos e ainda as zonas complementares de préesforço helicoidal e revestimento. Dispõedos seguintes meios de elevação: o Grua-Torre, com capacidade de elevação de 20 toneladas a 24 m; lança de 70 m, com 50 m livres sob gancho e 10 m de base. o Grua-Torre, com capacidade de elevação de 16 toneladas a 15 m; lança de 45 m, com 30 m livres sob o gancho e 5 m de base. o Grua-Torre, com capacidade de elevação de 10 toneladas a 18 m; lança de 30 m, com 15 m livres sob o gancho e 6 m de base. o Pórtico de 20 toneladas e 12 m de vão. o Semi-pórtico de 5 toneladas e 10 m de vão. o Ponte rolante de 20 toneladas e20 m de vão.

9 o o o o o Ponte rolante de 16 toneladas e 20 m de vão. Ponte rolante de 16 toneladas e 16 m de vão. Ponte rolante de 12 toneladas e 16 m de vão. Duas pontes rolantes de 5 toneladas e 16 m de vão. Ponte rolante de 3 toneladas e 14 m de vão. Além disto, dispõe ainda de duas centrais de produção de betão, cada uma delas com um capacidade de um metro cúbico, assim como de caldeiras geradoras de vapor, capazes de produzir, em conjunto, kg/hora. Ambas as fábricas dispõem de laboratórios próprios, nos quais se controlam as matérias primas e se efectuam os ensaios correspondentes aos elementos produzidos, travessas e tubos de pressão, todos eles produtos de betão pré-fabricado, e que, normalmente, têm de obedecer a especificações muito exigentes. Nas fábricas de Humanes e Puente Genil foi implantado o Sistema de Garantia da Qualidade, com o Certificado de Registo de Empresa nº ER-221/1/94 de AENOR, em conformidade com a Norma UNE-EN ISO 9001:2000 e CGM 00/080 de acordo com a Norma UNE-EN ISO 14001:1996.

10 1 DESCRIÇÃO DOS TUBOS

11 O tubo de betão com alma de aço admite duas tipologias diferentes de armação: com aço de alta resistência (tubo de betão pré-esforçado) e com armadura passiva (tubo de betão armado). O tubo de betão pré-esforçado com alma de aço é constituído por um núcleo de betão, que contém um cilindro de aço, que a torna estanque, um arame de aço de elevada resistência, enrolado de forma helicoidal à volta do núcleo, e um revestimento exterior de betão, cuja finalidade consiste em proteger o arame. Em função da situação da alma de aço, há dois tipos de tubos: com alma de aço incorporada, na qual esta se situa no interior do núcleo, e os tubos com pré-esforço directo sobre a chapa, na qual a alma de aço se encontra na superfície exterior do núcleo, directamente debaixo do arame. Quanto às juntas, fabricam-se dois tipos diferentes, com total garantia e longa experiência: a junta soldada e a junta elástica, fazendo-se notar este último tipo, pela perfeição conseguida, em virtudedos estritos parâmetros de fabrico. Além dos tubos, também se fornecem as peças especiais (os Ts, os cones de redução, os cotovelos, etc.), fabricadas em chapa com a necessária resistência e com as mesmas boquilhas que os tubos, para que se possam unir perfeitamente, ou com saídas para bridas, conforme as necessidades existentes.

12 2 BASES DO CÁLCULO MECÂNICO DA TUBAGEM

13 No dimensionamento serão consideradas as seguintes acçoes: 1. Pressão de ensaio hidrostático na fábrica (1.5 x pressão nominal para PN < 10 bar ou pressão nominal + 5 bar para PN > 10 bar. 2. Pressão de ensaio em obra (1.5 x pressão de serviço para PS < 10 bar ou pressão de serviço + 5 bar para PS > 10 bar. 3. Pressão de serviço. 4. Pressão máxima de serviço (incluindo a sobrepressão devida ao choque hiddráulico). 5. Peso da água contida. 6. Peso próprio do tubo. 7. Carga de aterro 8. Impulso lateral das terras, e 9. Cargas devidas as sobrecargas rolantes. As solicitações indicadas serão combinadas segundo as seguintes hipóteses: a) Hipótese I = (1) + (5) + (6) b) Hipótese II = (2) + (5) + (6) c) Hipótese III = (3) + (5) + (6) + (7) + (8) + (9) d) Hipótese IV = (4) + (5) + (6) + (7) + (8) + (9) Para o cálculo das cargas verticais que produzem os recheios, utiliza-se a Teoria proposta por Marston e ampliada por Schilk e Spangles. Estas teorias consideram a compactação do terreno lateral, o peso do recheio e as forças de atrito que no mesmo se originam, e que produzem um aumento ou uma diminuição do peso do recheio que gravita directamente sobre o tubo, em função do tipo de instalação. Para o cálculo de esforços, como esquema estrutural, assimila-se a secção transversal do tubo a um arco elástico. Considera-se meia secção transversal do tubo, supostamente embutida na base e com encastramento deslizante na clave.

14 Os esforços transversais produzidos por cada uma das acções que actuam sobre o tubo, são obtidos mediante a sobreposição de dois estados: o dessa acção e o da sua reacção sobre o apoio. Supõe-se que o apoio da tubagem é contínuo em sentido longitudinal e em sentido transversal, sobre uma base granulosa ou de betão. Os esforços, momentos de flexão transversal e axial, em clave, rins e freichal, calculam-se tendo em consideração o tipo de apoio No que se refere à determinação das dimensões do tubo de betão pré-esforçado com alma de aço, utilizam-se as fórmulas de Lamé, que assimilam o tubo pré-esforçado a três capas cilíndricas, co-axiais e aderentes (núcleo homogenizado, espiras de pré-esforço e revestimento), estudando as tensões verificadas sobre o betão e no aço de pré-esforço.

15 3 PROCESSO DE FABRICAÇÃO

16 TUBAGEM DE BETAO PRE-ESFORÇADO COM ALMA DE AÇO FABRICAÇAO DE BOQUILHAS FABRICAÇAO DE ALMA DE AÇO FABRICAÇAO DE NÚCLEOS OPERAÇAO DE PRE-ESFORÇADO REVESTIMENTO EXTERIOR COMPROVAÇAO DE AÇO COMPROVAÇAO DE BOBINES COMPROVAÇAO DE CIMENTO -ARIDOS COMPROVAÇAO DE AÇO PARA ARMADURA PRE-ESFORÇADO COMPROVAÇAO DE CIMENTO -ARIDOS CORTE PERFIL AÇO AMASSAR PRE-ESFORÇADO BANCADA LAMINAÇAO E SOLDADURA RECEPÇAO MATERIAL SOLDADURA REVESTIMENTO EXTERIOR GRANULADO CAPA BETAO A PROTEGER O AÇO COM REGUA VIBRANTE DOBRADOS MONTAGEM DE MOLDE E UTILES SOLDADURA UNIĀO DOS BOQUILHAS- ALMA DE AÇO BETONIZADO COM COMPRESSĀO RADIAL REGAR VERIFICAÇAO HIDRAULICA (100%) EXPANSIONADO BOQUILHAS REGAR STOCK ACABAMENTO TRANSPORTE Verificaçao dimensional LEYENDA Análisis químico Ensaiar, comprovaçao, datar e reviçao documental VERIFICAÇAO HIDRÁULICA

17 TUBAGEM DE BETÃO PRÉ-ESFORÇADO COM ALMA DE AÇO. 1 Fabricação de alma de aço. 2 Formação e expansão de boquilhas. 3 Núcleos por compressão radial. 4 Operação de pré-esforço. 5 Revestimento exterior. 6 Cura do betão do revestimento exterior. 1 Fabricação de alma de aço A alma de aço é constituída por um cilindro de chapa, soldado de forma helicoidal e oculta, em máquina automática e a partir de bobinas de chapa, de largura igual ou superior a 1 m; a este cilindro soldam-se nas suas extremidades as correspondentes boquilhas machofêmea, garantindo as suas tolerâncias quanto a dimensões. elementos: A máquina utilizada na construção dos cilindros consta essencialmente dos seguintes a) Bancada de laminação, na qual se instalam um porta-bobina para abastecimento do aço, e uma série de cilindros para alisar e puxar a chapa, assim como um conjunto de cilindros laminadores dos rebordos da chapa, com o fim de moldar a união da junta helicoidal da camisa. Esta bancada gira relativamente ao conjunto moldador da camisa, a fim de produzir o ângulo de inclinação da hélice. b) Utensílio moldador de diâmetro. É um núcleo cilíndrico, no qual a faixa de chapa, deslizando pelo seu interior, se enrola no diâmetro exigido, em hélice. Os rebordos da chapa, já configurados em pestana, ficam sobrepostos, formando a junta helicoidal. c) Pistola de soldadura automática, destinada a realizar a soldadura contínua pelo lado exterior do cilindro, segundo aunião helicoidal da chapa. d) Maçarico de corte transversal.

18 Após terem sido formados os cilindros, são depositados sobre viradores e, nas suas extremidades, abraçando a sua parte exterior, são montadas as boquilhas previamente ensaiadas (soldadura transversal com líquidos penetrantes) e após ter sido efectuada a inspecção obrigatória das dimensões. Depois de ter sido realizada a soldadura transversal de união dos cabeçais, cada camisa será submetida a uma verificação hidráulica de pressão interna, em prensahorizontal. 2 Formação e expansão de boquilhas Em função das necessidades das obras, as boquilhas poderão ter, nas suas extremidades, boquilhas formadas por: a) Perfil laminado para junta de borracha. b) Base para junta soldada. As bases, com as medidas adequadas para a formação das boquilhas, são dobradas e soldam-se as suas extremidades. Seguidamente, procede-se à expansão das mesmas, mediante uma prensa hidráulica preparada para este fim, conseguindo-se um controlo dimensional perfeito. No caso das boquilhas sejam de junta elástica, a superfície do metal componente das mesmas é previamente granulado para que, depois de ter sido moldado de forma geométrica, possa receber uma pintura de aparelho e, posteriormente, depois de ter sido unido ao tubo, possa ser tratado com aplicação de 200 micra de resina epoxy, o que assegura a sua durabilidade perante qualquer agente agressivo. 3 Moldagem dos núcleos por compressão radial Após ter-se verificado que a alma de aço é totalmente estanque, coloca-se esta em posição vertical sobre um anel-base mecanizado, que dá forma à boquilha-fêmea.

19 Do lado exterior coloca-se um molde metálico resistente, destinado a absorver os esforços exercidos sobre a alma de aço, durante o processo de compressão radial. O conjunto moldado é depositado na plataforma giratória inferior da máquina, e esta posiciona-o no seu eixo. A parte superior do molde é circundada por uma plataforma, que centra o molde com o eixo da máquina e faz descer um cilindro hidráulico, em cuja extremidade inferior está situado um êmbolo giratório, cuja superfície molda o diâmetro interno do betão do tubo. Este cilindro desce até à posição da boquilha, situada na extremidade inferior da camisa. Combinando a velocidade de rotação do êmbolo com a velocidade de subida do mesmo, faz que o betão que se vai introduzindo pela parte superior, se vá comprimindo contra a alma de aço, ficando compactado e com uma superfície lisa, em toda a extensão da alma de aço. Depois de ter sido liberto o molde da plataforma superior, e com a rotação da plataforma inferior, fica ao alcance da ponte rolante, que o transporta até à zona coberta de montagem, e liberta o molde exterior, para o colocar noutra alma de aço. A alma de aço betonada internamente permanece nesta zona o tempo suficiente para que o betão tenha a mínima resistência que permita o seu transporte até à zona de montagem, na qual permanece, até atingir a resistência prevista para ser submetido ao processo de tensionamento. 4 Operação de pré-esforço Quando o betão dos núcleos atinge a resistência necessária para poder suportar a compressão induzida pela operação de pré-esforço, procede-se à operação de envolvimento. O processo de pré-esforço transversal é efectuado com uma abraçadeira, que enrola em espiral o arame em tensão sobre o núcleo situado na sua adequada posição.

20 Para este fim utiliza-se arame liso especial com carga de ruptura de kg/cm 2 e um baixo grau de deformação. Os diâmetros utilizados vão de 5 a 7 mm. Para poder saber em qualquer momento qual é atensão do arame, a máquina está equipada com um registador gráfico de tensão, que permite verificar o valor da mesma. Um sistema de variador de velocidade assegura a sincronização do avanço do tubo com a alimentação do aço, para conseguir a adequada passagem de hélice. 5 Revestimento exterior Depois de ter-se efectuado a operação de pré-esforço do núcleo, procede-se à protecção do aço, aplicando sobre o mesmo uma camada de betão de 30 mm., medida sobre a superfície exterior da alma de aço, utilizando-se para tal fim uma máquina de régua vibratória. O processo consiste em fazer girar o tubo em posição horizontal, ao mesmo tempo que se vai depositando sobre a geratriz superior uma camada de betão que flui, devido a uma vibração de alta-frequência. A adesão consegue-se pela acção combinada da vibração e da compressão produzida pela passagem inevitável do betão através do espaço existente entre a régua e o tubo. 6 Cura do revestimento exterior À saída do tubo da régua vibrante, e até ao momento de início da operação de rega, a superfície superior do tubo é protegida com uma serapilheira humedecida, com o fim de evitar que se resseque a superfície externa do betão. Após ter decorrido o tempo suficiente para não danificar o betão, este é submetido a uma chuva intensa mediante aspersores, para que permaneça completamente humedecido, até ao momento em que é enviado para a obra.

21 4 RECOMENDAÇÕES PARA O TRANSPORTE E A MONTAGEM DA TUBAGEM

22 q TRANSPORTE O transporte dos tubos deverá efectuar-se de tal modo que estes não sofram qualquer dano, devido à inadequação da EMBALAGEM dos mesmos. Para isso colocar-se-ão BASES DE APOIO, as quais, adaptadas à viatura que os transporte, tornem impossível que se movam, que se toquem entre si, etc., sendo imprescindível a FIXAÇÃO à viatura, mediante tiras têxteis adequadas. Estas operações aplicar-se-ão também às possíveis deslocações das tubagens no recinto da obra. Bases de apoio (metálicas ou de madeira, com a sua zona de apoio protegida com uma superfície de borracha) q DESCARGA E DEPÓSITO NA OBRA A descarga na obra deverá ser feita com gruas ou elementos adequados ao peso do tubo, e empregando tiras têxteis apropriadas, para evitar danos na superfície do tubo. No caso de o tubo não poder ser directamente montado a partir do meio de transporte no seu lugar definitivo, deverá ser colocado o mais perto possível do mesmo, para evitar posteriores deslocações.

23 Com Palonier, SIM Com estropos, SIM Pendurado, NUNCA (*) Tendo em conta as condições de segurança do fabricante das faixas de apoio (ângulo de carga das mesmas). O tubo deverá deixar-se apoiado sobre madeira, ou material isento de elementos perfuradores, pedras, ferros, etc., que podem deteriorar a superfície de betão. Durante o armazenamento dos tubos é fundamental evitar o contacto das boquilhas com o terreno, devendo-se manter as mesmas limpas e evitar qualquer acção que possa deteriorar a pintura protectora ou a geometria dos tubos. Se os tubos chegam à obra com escoras internas, estas não deverão ser retiradas até que o tubo esteja montado. Apoios de MADEIRA Apoio GRANULAR

24 q MONTAGEM DA TUBAGEM Quanto à montagem da tubagem, é necessário ter em conta a UNIÃO ou a JUNTA que têm os tubos de betão armado ou pré-esforçado com camisa de chapa, e que pode ser ELÁSTICA ou para SOLDAR, e o tipo de apoio que serve de base ao tubo: GRANULAR a 90º ou BETÃO A 120º. Depois de ter-se terminado a vala, deverá efectuar-se a compactação do fundo da mesma. O fundo da vala deverá suportar o peso do tubo e o do aterro, sem que se produzam assentamentos diferenciais. Estes assentamentos poderão provocar esforços não considerados no cálculo, ou esgotar a deflexão máxima admitida para o caso das juntas elásticas, deixando a rasante de estar conforme com o perfil longitudinal do projecto. No caso de surgirem zonas brandas do terreno, ou que a sua consistência não seja a adequada, a zona deverá ser reforçada saneando-a e preenchendo-a até à rasante do projecto com materiais adequados, como, por exemplo, betão pobre, saibro, etc. No caso de a vala se desenvolver numa zona rochosa, é imprescindível que as saliências fiquem sempre a uma cota inferior à da soleira de assentamento, evitando agressões ao tubo, na sua posterior montagem. A vala de alojamento deverá ser nivelada e ter por dimensões mínimas na sua base o DIÂMETRO EXTERIOR DO TUBO, acrescentado em 0,5 m de cada lado do mesmo, para assegurar o apoio, tanto de material granular como de betão, e a realização da compactação com a devida garantia. O aterro posterior do tubo, até atingir pelo menos 30 cm sobre a geratriz superior do mesmo, será efectuado por camadas de material seleccionado, isento de ramos e troncos e compactando o mesmo, de forma alternada, de ambos os lados do tubo, com o fim de evitar que este se desloque. A compactação será efectuada com os meios adequados (galga, placa vibratória, saltitão, etc.), de tal modo que não se exerçam no tubo cargas superiores às que se consideram no cálculo.

25 Antes de continuar com o resto do preenchimento, é conveniente deixar passar uns sete dias e regar com abundância. A partir dos 30 cm., sobre a geratriz superior do tubo, a altura total de aterro consegue-se com o material necessário, de acordo com as condições do projecto. Não poderão aplicar-se cargas móveis (viaturas) sobre a conduta, até que o aterro exceda um metro sobre a geratriz superior do tubo, e desde que tais cargas tenham sido consideradas nos cálculos do tubo. SECÇÕES TIPO DE COLOCAÇÃO DA TUBAGEM NA OBRA 1º APOIO GRANULAR COMATERRO COMPACTADO DA VALA NUNCA COMPACTAR COM VIBRAÇÃO atéh> 2m. H Ht.- Altura relleno s/ generatriz superior Relleno zona alta (material adecuado) min. 0,30 m. min. 1,00 m. Relleno seleccionado ( Tmax =< 30 mm. ) Compactación medios ligeros Talud aconsejable aprox. 0,15øext Cama de asiento (Material granular) øext + 2x0,5 m. min 0,15 m. Fondo excavación (compactado previamente al extendido del material granular) Granulometria: PENEIRO % QUE PASSA (Leito de assentamento) 3 / / / nº nº 8 0-5

26 O uso desta granulometria é orientativo. Podem admitir-se similares, mas nunca com uma dimensão máxima de inerte superior a 20 mm. É recomendável utilizar para a soleira areia do rio, devido à sua uniformidade de tamanho e ao bom assentamento que proporciona ao tubo. NUNCA SE DEVERÁ COMPACTAR A SOLEIRA DE APOIO COM MATERIAL GRANULAR! PROCESSO RECOMENDADO Depois de terminada a vala, procede-se à compactação do fundo da mesma, procurando que fique perfeitamente nivelado de acordo com o perfil longitudinal do projecto. Distribui-se o material granuloso da soleira (mínimo 0,15 x Ø ext.), desterroando o mesmo, de tal modo que fique o mais possível fofo e solto, para que, quando se apoie o tubo, se forme um berço adequado, distribuindo a sua carga numa superfície tal que possa facilmente suportar as fases posteriores. A seguir preenche-se com material granular a restante zona, até completar o apoio a 90º, previsto no cálculo. Este preenchimento será completado com materiais leves, assegurando-se que o tubo fique apoiado em toda a sua superfície. Um modo de conseguir este resultado consiste em regar abundantemente, embora sem encharcar. O aterro posterior do tubo, até uma cota de 60 cm sobre a geratriz do mesmo, será efectuado por camadas, colocando alternadamente o material de cada lado, para evitar que o tubo se desloque, e compactando com os meios adequados (galga, placa vibratória, etc.). É conveniente deixar passar uns dias (7), até que se inicie o preenchimento posterior, devendo durante este período regar-se com abundância.

27 2º APOIO DE BETÃO A 120º COM ATERRO DE VALA COMPACTADO H Ht.- Altura relleno s/ generatriz superior Relleno zona alta (material adecuado) min. 0,30 m. min. 1,00 m. Relleno seleccionado ( Tmax =< 30 mm. ) Compactación medios ligeros Talud aconsejable Cama de hormigón. (1) (H-20 Tm. árido 20 mm) Solera de hormigón (min. 10 cm. H-15 Tm. arido 20) øext + 2x0,5 m. Fondo excavación (Compactado previamente al vertido del hormigón) Cunas de apoyo tubo (Hormigón o madera) (1) VERIFICAR ESPAÇO VAZIO DEBAIXODA GERATRIZ INFERIOR (MÍN-12 cm.) PROCESSO RECOMENDADO Depois de terminada a abertura da vala, procede-se à colocação do betão de présoleira, tratando de que fique alinhado, de acordo com as inclinações do perfil longitudinal de projecto. Esta soleiradeverá permanecer sem carga, pelo menos durante 24 horas. Colocam-se os APOIOS (cubos de betão ou madeira em ambas as extremidades do tubo), procedendo-se à montagem dos tubos e deixando pelo menos 12 cm., a partir da geratriz inferior do mesmo até à soleira de betão, para assegurar que a base absorve toda a secção e, portanto, o apoio é contínuo. Depois de ter-se verificado que debaixo dos tubos há espaço suficiente para a PASSAGEM do betão, deita-se a camada de betão de consistência muito plástica, procurando assegurar que o mesmo PASSA debaixo do tubo. A camada completa-se até aos 120º considerados como apoio.

28 O posterior preenchimento da vala é feito em camadas, com terreno seleccionado, efectuando-se a compactação do mesmo com meios adequados e sem vibração. Completa-se esta até 60 cm por cima da geratriz superior do tubo. O preenchimento previsto completa-se sobre o anterior, com terreno adequado e com uma dimensão máxima de 30 mm, e NUNCA COM VIBRAÇÃO, até que o aterro atinja 2 m sobre a geratriz superior do tubo. q JUNTA ELÁSTICA Além das considerações feitas acerca dos tubos com junta para soldar, deverão ainda ser adoptadas as seguintes precauções: 1º - Examinar em todo o seu comprimento a junta de borracha a utilizar, comprovando o seu estado. 2º -Antes de aproximar o tubo, colocar a junta no seu alojamento da boquilha-macho, efectuando uma distribuição de tensões, mediante um utensílio metálico, limpo e sem pontas agressivas. Para este fim, introduz-se o utensílio entre a junta e o seu alojamento, deslocando-o ao longo da circunferência da boquilha-macho. Realiza-se este movimento pelo menos duas vezes. 3º - Com um lubrificante adequado gordura especial, sabão neutro, etc. impregnase a junta e a boquilha-fêmea, com o cuidado de que fiquem perfeitamente limpas de qualquer elemento estranho que possa danificar a junta.

29 4º -Encaixa-se a boquilha-macho, com a junta de borracha, na boquilha-fêmea, verificando-se se são concêntricas e se a borracha se encontra no seu alojamento e sem distorções. 5º - Com os meios escolhidos para apertar, óleo-hidráulicos ou mecânicos, começa-se a apertar os tubos até vencer a resistência oferecida pela junta, sempre com movimentos suaves e contínuos. Os tubos serão introduzidos até à marca que se encontrana boquilha-macho e, antes de soltar o tubo da grua, deve efectuar-se uma inspecção visual da junta, tanto interna como exteriormente, verificando se a manobra é correcta e se a junta de borracha está perfeitamente alojada no seu lugar e não sofreu qualquer dano. No caso de que se observe qualquer anomalia, deve ser desmontado o tubo e verificado o estado da junta, substituindo-se esta caso esteja deteriorada. Tanto na junta para soldar, como na elástica, é conveniente, no início da operação de montagem, inspeccionar visualmente os últimos tubos anteriormente montados, verificando se não sofreram movimentos de desajuste na sua união; esta operação é imprescindível, quando a diferença de temperaturas diurnas e nocturnas seja apreciável, já que os movimentos de dilatação dos tubos costumam ser importantes, devido a tal motivo. Também é conveniente verificar a correcta localização do tubo quanto à sua posição na VALA, comprovando que este não sofreu movimentos OSCILANTES ou DESLOCAÇÕES no seu ALINHAMENTO, quando ficou situado no seu apoio. Esta verificação é imprescindível, quando o género de apoio utilizado é o GRANULAR. q JUNTA PARA SOLDAR Verifica-se se as boquilhas da união-macho e fêmea não sofreram deformações ou pancadas durante a manipulação de fabrico, transporte para a obra, ou descarga nesta, mediante

Ensaios de Pressão em Colectores de Águas Residuais Domésticas Especificação Técnica

Ensaios de Pressão em Colectores de Águas Residuais Domésticas Especificação Técnica 1. ÂMBITO Esta especificação diz respeito à instalação de tubagem e realização de ensaios em redes de colectores nos sistemas de drenagem de águas residuais domésticas. Tem por objectivo garantir a boa

Leia mais

MEMÓRIA DESCRITIVA PÓRTICO METÁLICO COM PONTE GRUA

MEMÓRIA DESCRITIVA PÓRTICO METÁLICO COM PONTE GRUA MEMÓRIA DESCRITIVA PÓRTICO METÁLICO COM PONTE GRUA INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA! "# $&%(')*&,+ -.,/!0 1 2 23 Índice: 1- Informações gerais sobre o projecto e cálculo...1 2- Tipologia estrutural...2

Leia mais

INDICE -VANTAGENS DE TUBAGEM DE BETÃO COM ALMA DE AÇO -TUBAGEM DE BETÃO PRE-ESFORÇADO COM ALMA DE AÇO

INDICE -VANTAGENS DE TUBAGEM DE BETÃO COM ALMA DE AÇO -TUBAGEM DE BETÃO PRE-ESFORÇADO COM ALMA DE AÇO INDICE -INTRODUÇÃO -PREFABRICADOS DELTA TUBAGEM SISTEMA -VANTAGENS DE TUBAGEM DE BETÃO COM ALMA DE AÇO -TUBAGEM DE BETÃO PRE-ESFORÇADO COM ALMA DE AÇO -TUBAGEM DE BETÃO ARMADO COM ALMA DE AÇO -GLASS REINFORCED

Leia mais

www.ferca.pt Pré-esforço Aderente

www.ferca.pt Pré-esforço Aderente www.ferca.pt Pré-esforço Aderente Princípios O sistema T TM tension technology foi desenvolvido no âmbito da criação de um conceito integrado de soluções na área do pré-esforço com aplicação em obras de

Leia mais

ESQUADREJADORA. Princípios principais de utilização e precauções:

ESQUADREJADORA. Princípios principais de utilização e precauções: ESQUADREJADORA A esquadrejadora é uma máquina de serra circular que permite realizar cortes rectos de precisão, vazados ou interrompidos, de peças de grande dimensão. É constituída por um corpo com mesa

Leia mais

TUBOS DE BETÃO ARMADO COM ALMA DE AÇO

TUBOS DE BETÃO ARMADO COM ALMA DE AÇO TUBOS DE BETÃO ARMADO COM ALMA DE AÇO 1. Materiais: 1.1. Cimento O tipo de cimento utilizado é o denominado de Portland, do tipo CEM II/A-L 42,5R GR. Nos casos em que a percentagem de sulfatos, expresso

Leia mais

1. INTRODUÇÃO CRAVADAS ESTACAS CRAVADAS ESTACAS CAP. XV. Processos de Construção Licenciatura em Engenharia Civil

1. INTRODUÇÃO CRAVADAS ESTACAS CRAVADAS ESTACAS CAP. XV. Processos de Construção Licenciatura em Engenharia Civil CAP. XV ESTACAS CRAVADAS 1/47 1. INTRODUÇÃO 2/47 1 1. INTRODUÇÃO Pré-fabricadas Estacas cravadas Fundações indirectas (profundas) Alternativa às estacas moldadas 3/47 1. INTRODUÇÃO Processo pouco utilizado

Leia mais

Construction. SikaFuko Eco-1. Tubo de injecção para selagem de juntas de betonagem em estruturas estanques. Descrição do produto.

Construction. SikaFuko Eco-1. Tubo de injecção para selagem de juntas de betonagem em estruturas estanques. Descrição do produto. Ficha de Produto Edição de Maio de 2011 Nº de identificação: 07.209 Versão nº 1 SikaFuko Eco-1 Tubo de injecção para selagem de juntas de betonagem em estruturas estanques Descrição do produto Tubo de

Leia mais

Índice. Página. 1.1. Redes de Segurança... 2 1.2. Guarda-corpos... 4 1.3. Andaimes metálicos... 4 1.4. Bailéus... 5

Índice. Página. 1.1. Redes de Segurança... 2 1.2. Guarda-corpos... 4 1.3. Andaimes metálicos... 4 1.4. Bailéus... 5 !""#$!""%&'( Índice Página 1.1. Redes de Segurança... 2 1.2. Guarda-corpos..... 4 1.3. Andaimes metálicos...... 4 1.4. Bailéus........ 5 EPC 1/6 EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO COLECTIVA (texto provisório) 1.1

Leia mais

Os desenhos do projecto devem incluir desenhos de dimensionamento e desenhos de pormenorização de armaduras.

Os desenhos do projecto devem incluir desenhos de dimensionamento e desenhos de pormenorização de armaduras. 9.7 Notas sobre Desenhos de Projecto 9.7.1 Observações Gerais Os desenhos do projecto devem incluir desenhos de dimensionamento e desenhos de pormenorização de armaduras. Os desenhos de dimensionamento

Leia mais

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Os discos de corte e desbaste são produzidos e controlados com rigor, sendo submetidos a testes internos que objetivam a reprodução da qualidade lote

Leia mais

Composição. Paredes. Cobertura. Parafusos. Fundo. Betonagem da base. Juntas

Composição. Paredes. Cobertura. Parafusos. Fundo. Betonagem da base. Juntas Depósitos em Aço Composição Paredes Chapa de aço galvanizada a quente, ondulada em perfil 18/76-R18 de desenho especial que lhe confere grande resistência e capacidade forte da chapa. Isto deve-se essencialmente

Leia mais

FUNDAÇÕES PROFUNDAS. 1 semestre/2012

FUNDAÇÕES PROFUNDAS. 1 semestre/2012 CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL FUNDAÇÃO TEORIA EC8P30/EC9P30 FUNDAÇÕES PROFUNDAS 1 semestre/2012 1. ESTACAS DE DESLOCAMENTO São aquelas introduzidas no terreno através de algum processo

Leia mais

ME-37 MÉTODOS DE ENSAIO MOLDAGEM E CURA DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS OU PRISMÁTICOS DE CONRETO

ME-37 MÉTODOS DE ENSAIO MOLDAGEM E CURA DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS OU PRISMÁTICOS DE CONRETO ME-37 MÉTODOS DE ENSAIO MOLDAGEM E CURA DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS OU PRISMÁTICOS DE CONRETO 1 DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...

Leia mais

Soluções em Lajes Alveolares

Soluções em Lajes Alveolares Soluções em Lajes Alveolares Oferecer Soluções Inovadoras e bom atendimento é o nosso compromisso Presente no mercado da construção civil desde de 1977, o Grupo Sistrel vem conquistando o mercado brasileiro

Leia mais

Melhorando a produção e a qualidade das calandras para roupa lisa

Melhorando a produção e a qualidade das calandras para roupa lisa Melhorando a produção e a qualidade das calandras para roupa lisa Como se pode melhorar a produção e a qualidade das calandras para roupa lisa, e uma vez melhorada, mantê-la? Maximizar a produção e a qualidade

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II TECNOLOGIA DA ARGAMASSA E DO CONCRETO

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II TECNOLOGIA DA ARGAMASSA E DO CONCRETO SEÇÃO DE ENSINO DE ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO MAJ MONIZ DE ARAGÃO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II TECNOLOGIA DA ARGAMASSA E DO CONCRETO Ensaio de Compressão de Corpos de Prova Resistência do Concreto

Leia mais

MANUAL TÉCNICO Amanco PBAfort

MANUAL TÉCNICO Amanco PBAfort Amanco PBAfort Os tubos Amanco PBAfort constituem a linha em PVC rígido utilizada na construção de redes enterradas para condução de água. São resistentes à corrosão tanto em relação à água transportada

Leia mais

Rua Luiz Antônio Padrão, 395 - Osasco - São Paulo - CEP. 06080-120 - Tel: (11) 3685.1512 - Fax: (11) 3685.9832 Site: www.conteste.com.

Rua Luiz Antônio Padrão, 395 - Osasco - São Paulo - CEP. 06080-120 - Tel: (11) 3685.1512 - Fax: (11) 3685.9832 Site: www.conteste.com. Site: www.conteste.com.br - E-mail: conteste@conteste.com.br 1 ÍNDICE 1 Controle Tecnológico em Pavimentação SOLOS 2 Controle Tecnológico em Pavimentação MATERIAIS BETUMINOSOS 3 Materiais Metálicos Ensaio

Leia mais

Essa ferramenta pode ser fixada em máquinas como torno, fresadora, furadeira, mandriladora.

Essa ferramenta pode ser fixada em máquinas como torno, fresadora, furadeira, mandriladora. Brocas A broca é uma ferramenta de corte geralmente de forma cilíndrica, fabricada com aço rápido, aço carbono, ou com aço carbono com ponta de metal duro soldada ou fixada mecanicamente, destinada à execução

Leia mais

Construction. Peças em fibras de carbono para reforço estrutural ao corte. Descrição do produto

Construction. Peças em fibras de carbono para reforço estrutural ao corte. Descrição do produto Ficha de Produto Edição de Maio de 2011 Nº de identificação: 04.002 Versão nº 1 Sika CarboShear L Peças em fibras de carbono para reforço estrutural ao corte Construction Descrição do produto Utilizações

Leia mais

O sistema para fundações ventiladas em forma de galeria de 70 a 250 cm. www.geoplast.it

O sistema para fundações ventiladas em forma de galeria de 70 a 250 cm. www.geoplast.it O sistema para fundações ventiladas em forma de galeria de 7 a 25 cm www.geoplast.it ELEVETOR O sistema para fundações ventiladas em forma de galeria de 7 a 25 cm ELEVETOR é um sistema combinado de cofragens

Leia mais

Parabond 700 Adesivo estrutural elástico de elevada aderência e resistência inicial

Parabond 700 Adesivo estrutural elástico de elevada aderência e resistência inicial Parabond 700 Adesivo estrutural elástico de elevada aderência e resistência inicial Produto: Parabond 700 é um adesivo de alta qualidade, cura rápida, permanentemente elástico, à base de MS polímero, com

Leia mais

MANUAL TÉCNICO Amanco Ductilfort Desenho e Dimensões

MANUAL TÉCNICO Amanco Ductilfort Desenho e Dimensões Amanco Ductilfort Desenho e Dimensões Os tubos Amanco Ductilfort são uma linha em PVC dúctil utilizada na construção de redes para condução de água. Perfeitamente intercambiáveis às tubulações de ferro

Leia mais

MANUAL TÉCNICO Amanco Ramalfort

MANUAL TÉCNICO Amanco Ramalfort Amanco Ramalfort Desenho e Dimensões Os tubos Amanco Ramalfort foram desenvolvidos para condução de água no trecho compreendido entre o ponto de derivação da rede de distribuição de água e o kit cavalete

Leia mais

Definições. Armação. Armação ou Armadura? Armação: conjunto de atividades relativas à preparação e posicionamento do aço na estrutura.

Definições. Armação. Armação ou Armadura? Armação: conjunto de atividades relativas à preparação e posicionamento do aço na estrutura. Definições Armação ou Armadura? Armação: conjunto de atividades relativas à preparação e posicionamento do aço na estrutura. Armadura: associação das diversas peças de aço, formando um conjunto para um

Leia mais

CARROS DE MÃO. Compre Produtos Certificados. Na Equipleva todos os equipamentos cumprem com as diretivas da CE.

CARROS DE MÃO. Compre Produtos Certificados. Na Equipleva todos os equipamentos cumprem com as diretivas da CE. Carros de Mão Carros Ligeiros com Plataforma Carros para Cargas Médias/Elevadas Carros Armário com e sem Prateleiras Carros com Banca de Trabalho Carros de Apoio à Industria Carros de Reboque Carros para

Leia mais

CARROS DE APOIO À INDUSTRIA

CARROS DE APOIO À INDUSTRIA Carros de Mão Carros Ligeiros com Carros para Cargas Médias/Elevadas Carros Armário com e sem Prateleiras Carros com Banca de Trabalho Carros de Apoio à Industria Carros de Reboque Carros para Escritóio

Leia mais

Estantes cantilever. Estantes cantilever

Estantes cantilever. Estantes cantilever Estantes cantilever As estantes cantilever estão especialmente concebidas para a armazenagem de unidades de carga de grande comprimento ou com medidas variadas como, por exemplo, perfis metálicos, tubos,

Leia mais

CONCRETOS O CONCRETO NO ESTADO FRESCO. Professora: Mayara Custódio

CONCRETOS O CONCRETO NO ESTADO FRESCO. Professora: Mayara Custódio CONCRETOS O CONCRETO NO ESTADO FRESCO Professora: Mayara Custódio CONSISTÊNCIA DO CONCRETO CONSISTÊNCIA TRABALHABILIDADE É a propriedade do concreto fresco que identifica sua maior ou menor aptidão para

Leia mais

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS ES-P11 BASE DE CONCRETO MAGRO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. OBJETO E OBJETIVO... 3 2. DESCRIÇÃO... 3 3. MATERIAIS... 3 3.1 CIMENTO... 3 3.2 AGREGADOS...

Leia mais

TUBAGENS DE BETÃO PARA CONDUTAS EM PRESSÃO: CONCEITO, INSTALAÇÃO, REPARAÇÃO

TUBAGENS DE BETÃO PARA CONDUTAS EM PRESSÃO: CONCEITO, INSTALAÇÃO, REPARAÇÃO TUBAGENS DE BETÃO PARA CONDUTAS EM PRESSÃO: CONCEITO, INSTALAÇÃO, REPARAÇÃO José MASSANO-ANDRÉ Eng.º Metalúrgico, PREBESAN, Cabeço do Alecrim, Louriceira, Almoster, 2005-111 Santarém, +351.243.491.736,

Leia mais

CHAPAS COLABORANTES PERFIL AL65

CHAPAS COLABORANTES PERFIL AL65 CHAPAS COLABORANTES PERFIL AL65 ÍNDICE Introdução....................................................... 2 Características mecânicas dos diferentes materiais das lajes mistas...... 3 Condições de apoio................................................

Leia mais

* Não precisa de elementos auxiliares para a sua sustentação.

* Não precisa de elementos auxiliares para a sua sustentação. INTRODUÇÃO RYLBRUN é a tubulação flexível, fabricada a base de materiais de alta qualidade e resistência, e cujas características construtivas, fazem dela a tubulação ideal para a instalação de bombas

Leia mais

DISTRIBUIÇAO E ARMAZENAGEM

DISTRIBUIÇAO E ARMAZENAGEM k DISTRIBUIÇAO E ARMAZENAGEM Paktainer Acessórios Prateleira paktainer 69 x 80 cm. Posterior paktainer 69 x 150 cm. - Laterais de grande rigidez, em tubo e varão de aço, formando malha de 300 x 150 mm.

Leia mais

Corte e dobra. Nesta aula, você vai ter uma visão geral. Nossa aula. Princípios do corte e da dobra

Corte e dobra. Nesta aula, você vai ter uma visão geral. Nossa aula. Princípios do corte e da dobra A U A UL LA Corte e dobra Introdução Nesta aula, você vai ter uma visão geral de como são os processos de fabricação por conformação, por meio de estampos de corte e dobra. Inicialmente, veremos os princípios

Leia mais

Válvula da ilustração: MONOVAR DN2000 (80 )

Válvula da ilustração: MONOVAR DN2000 (80 ) SAPAG MONOVAR é a válvula de dissipação de energia. Características Design extremamente simples (patenteado) Características de cavitação excelentes Regulação de caudal ou de pressão muito precisos Controlo

Leia mais

MUROS DE TERRA ARMADA - TERRAMESH

MUROS DE TERRA ARMADA - TERRAMESH MUROS DE TERRA ARMADA - TERRAMESH Rodolfo Amaro Junho de 2006 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho tem como objectivo o estudo do sistema construtivo de Muros de Terra Armada, designadamente o sistema Terramesh.

Leia mais

L I M P AD O R AU T O - B AS C U L A N T E CARACTERÍSTICAS E MANUAL DE MANUTENÇÃO SÉRIE: DC

L I M P AD O R AU T O - B AS C U L A N T E CARACTERÍSTICAS E MANUAL DE MANUTENÇÃO SÉRIE: DC 29/05/2012 CARACTERÍSTICAS E MANUAL DE MANUTENÇÃO SÉRIE: DC Tel: 902 40 80 50 / Fax 902 40 80 51 / cmo@cmo.es http://www.cmo.es pág. 1 APLICAÇÕES GERAIS Os reservatórios de dilúvio destinam-se a regular

Leia mais

- Válvulas com Flange -

- Válvulas com Flange - Procedimentos de Montagem e Manutenção - Válvulas com Flange - Para Sistemas de Vapor, Óleo Térmico e Outros Processos Industriais. Em uma instalação industrial de aquecimento, devem ser previstas facilidades

Leia mais

VÁLVULAS DE RETENÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES E MANUTENÇÃO SÉRIE: R

VÁLVULAS DE RETENÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES E MANUTENÇÃO SÉRIE: R 22/04/2013 MANUAL DE INSTRUÇÕES E MANUTENÇÃO SÉRIE: R cmo@cmo.es http://www.cmo.es pág. 1 MONTAGEM DESCRIÇÃO Directiva sobre máquinas: DIR 2006/42/CE (MÁQUINAS). Directiva sobre equipamentos sob pressão:

Leia mais

3. Programa Experimental

3. Programa Experimental 3. Programa Experimental 3.1. Considerações Iniciais Este estudo experimental foi desenvolvido no laboratório de estruturas e materiais (LEM) da PUC- Rio e teve o propósito de estudar o comportamento de

Leia mais

CONE CONCÊNTRICO E ANEL DE CONCRETO PARA POÇOS DE VISITA E DE INSPEÇÃO

CONE CONCÊNTRICO E ANEL DE CONCRETO PARA POÇOS DE VISITA E DE INSPEÇÃO CONE CONCÊNTRICO E ANEL DE CONCRETO PARA POÇOS DE VISITA E DE INSPEÇÃO ETM 006 VERSÃO 02 Jundiaí 2015 ETM Especificação Técnica de Material CONE CONCÊNTRICO E ANEL DE CONCRETO PARA POÇOS DE VISITA E DE

Leia mais

Alinhamento geométrico e nivelamento de máquinas e equipamentos

Alinhamento geométrico e nivelamento de máquinas e equipamentos A U A UL LA Alinhamento geométrico e nivelamento de máquinas e equipamentos A indústria mecânica Kybrobó S.A. adquiriu três máquinas-ferramenta para ampliar seu setor de produção: um torno CNC, uma fresadora

Leia mais

www.meccomeletronica.com página 1

www.meccomeletronica.com página 1 Nem só o padeiro faz roscas Furação A furação é um processo de usinagem que tem por objetivo a geração de furos, na maioria das vezes cilíndricos, em uma peça, através do movimento relativo de rotação

Leia mais

Peso [kg] Comprimento [mm] 1175 87 2017 8718530941 660 40 Logasol SKN 4.0 W CTE 2017 87 1175 8718530940 705

Peso [kg] Comprimento [mm] 1175 87 2017 8718530941 660 40 Logasol SKN 4.0 W CTE 2017 87 1175 8718530940 705 Painéis solares planos Modernidade, elegância e alto rendimento, renovação da gama baseada numa completa evolução, tanto das matérias primas como da tecnologia, com isso consegue-se reforçar um segmento

Leia mais

Materiais em Engenharia. Aula Teórica 6. Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza)

Materiais em Engenharia. Aula Teórica 6. Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza) Aula Teórica 6 Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza) 1 ENSAIO DE TRACÇÃO A partir dos valores da força (F) e do alongamento ( I) do provete obtêm-se

Leia mais

MANUAL TÉCNICO TRITUBO

MANUAL TÉCNICO TRITUBO MANUAL TÉCNICO ÍNDICE 1.GENERALIDADES.. 1.1 Definições. 1.2 Âmbito de aplicação... 1.3 Características gerais do material. 1.4 Dimensões... 2. MANUSEAMENTO. 3. ARMAZENAMENTO. 4. TRANSPORTE.. 5. INSTALAÇÃO..

Leia mais

Propriedades do concreto JAQUELINE PÉRTILE

Propriedades do concreto JAQUELINE PÉRTILE Propriedades do concreto JAQUELINE PÉRTILE Concreto O preparo do concreto é uma série de operações executadas de modo a obter, á partir de um determinado número de componentes previamente conhecidos, um

Leia mais

TECNICAS CONSTRUTIVAS I

TECNICAS CONSTRUTIVAS I Curso Superior de Tecnologia em Construção de Edifícios TECNICAS CONSTRUTIVAS I Prof. Leandro Candido de Lemos Pinheiro leandro.pinheiro@riogrande.ifrs.edu.br FUNDAÇÕES Fundações em superfície: Rasa, Direta

Leia mais

Poupança de energia COMO POUPAM ENERGIA OS COMPRESSORES ER-VF DE VARIAÇÃO DE FREQUÊNCIA? Mantendo o rendimento constante do rotor

Poupança de energia COMO POUPAM ENERGIA OS COMPRESSORES ER-VF DE VARIAÇÃO DE FREQUÊNCIA? Mantendo o rendimento constante do rotor Poupança de energia O consumo energético representa o maior dos custos associados a uma instalação de ar comprimido. A série ER-VF é a solução mais adequada para reduzir o consumo energético, graças à

Leia mais

Bastidores para fibra óptica

Bastidores para fibra óptica Apresentação A gama de armários para fibra óptica Olirack foi concebida para a instalação, protecção e isolamento de terminadores e repartidores ópticos. A fibra óptica é um filamento feito de vidro ou

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Painel Solar Compacto FCC-2S. www.vulcano.pt. Janeiro 2013

FICHA TÉCNICA. Painel Solar Compacto FCC-2S. www.vulcano.pt. Janeiro 2013 Departamento Comercial e Assistência Técnica: Av. Infante D. Henrique, lotes 2E-3E - 1800-220 LISBOA * Tel.: +351. 218 500 300 Janeiro 2013 FICHA TÉCNICA Painel Solar Compacto FCC-2S www.vulcano.pt FICHA

Leia mais

DEFORMAÇÃO A FRIO UMA ALTERNATIVA MAIS ROBUSTA

DEFORMAÇÃO A FRIO UMA ALTERNATIVA MAIS ROBUSTA SCAFFOLDING DEFORMAÇÃO A FRIO UMA ALTERNATIVA MAIS ROBUSTA TESTE DE CARGA: ALUFASE Vs SOLDADURA Carga (Toneladas) / Deformação (mm) 7 6 O sistema de deformação a frio provou ser 3 vezes mais forte que

Leia mais

CONTADORES DE GÁS DE TURBINA

CONTADORES DE GÁS DE TURBINA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 431 19 de outubro de 2015 Página 2 de 20 ÍNDICE Registo das revisões... 3 1. Objectivo... 4 2. Âmbito... 4 3. Referências... 4 3.1. Referências externas... 4 3.2. Referências internas...

Leia mais

14.02 - DRENAGEM CARACTERÍSTICAS DOS MATERIAIS

14.02 - DRENAGEM CARACTERÍSTICAS DOS MATERIAIS 14.02 - DRENAGEM CARACTERÍSTICAS DOS MATERIAIS Aplicam-se a todos os materiais as disposições constantes do capítulo 14.00 deste caderno de encargos, nomeadamente 14.00.1, 14.00.2, 14.00.3 e 14.00.4 e

Leia mais

Posto de transformação compacto de manobra interior MT/BT até 1000 kva - 24/36 KV KIOBLOC. índice. apresentação 2. características 3.

Posto de transformação compacto de manobra interior MT/BT até 1000 kva - 24/36 KV KIOBLOC. índice. apresentação 2. características 3. Posto de transformação compacto de manobra interior MT/BT até 1000 kva - 24/36 KV KIOBLOC índice apresentação 2 características 3 componentes 4 instalação 5 gama 6 escolha 8 planos 10 MERLIN GERIN 3 apresentação

Leia mais

Dobramento. e curvamento

Dobramento. e curvamento Dobramento e curvamento A UU L AL A Nesta aula você vai conhecer um pouco do processo pelo qual são produzidos objetos dobrados de aspecto cilíndrico, cônico ou em forma prismática a partir de chapas de

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE PROJECTO DE ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS PARA REGA. Aplicação à estação elevatória do Alfundão.

CRITÉRIOS GERAIS DE PROJECTO DE ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS PARA REGA. Aplicação à estação elevatória do Alfundão. CRITÉRIOS GERAIS DE PROJECTO DE ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS PARA REGA. Aplicação à estação elevatória do Alfundão. Sofia AZEVEDO; Vitor PAULO Sofia AZEVEDO Ph.D., Agricultural Engineering & Water Resources, Campo

Leia mais

THERMOCUT 230/E. Instruções de Serviço

THERMOCUT 230/E. Instruções de Serviço Instruções de Serviço PT CARO CLIENTE! Para poder manusear o aparelho cortador de arame quente THERMOCUT da PROXXON em segurança e de acordo com as regras de funcionamento, solicitamos-lhe que leia atentamente

Leia mais

PORTÃO SECCIONADO 2P

PORTÃO SECCIONADO 2P PORTÃO SECCIONADO 2P 1: MODELO RESIDENCIAL : 5000 x 3000 mm ( largura x altura ) Altura mínima de padieira calha dupla ( HPcdmin) : 200 mm Altura mínima Padieira calha simples ( HPcsmin): 375 mm Largura

Leia mais

SEGURANÇA NA MONTAGEM DE ANDAIMES E ESCORAMENTOS IV JORNADAS TÉCNICAS DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO DA ESCOLA PROFISSIONAL DE AVEIRO.

SEGURANÇA NA MONTAGEM DE ANDAIMES E ESCORAMENTOS IV JORNADAS TÉCNICAS DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO DA ESCOLA PROFISSIONAL DE AVEIRO. SEGURANÇA NA MONTAGEM DE ANDAIMES E ESCORAMENTOS IV JORNADAS TÉCNICAS DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO DA ESCOLA PROFISSIONAL DE AVEIRO. ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 1.1 HISTÓRIA 1.2 ORGANIGRAMA

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume IX Movimentação Mecânica de Cargas. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume IX Movimentação Mecânica de Cargas. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume IX Movimentação Mecânica de Cargas um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

Estaleiros de Equipamentos e Obras

Estaleiros de Equipamentos e Obras isep Engenharia Civil Estaleiros de Equipamentos e Obras [EEQO] Organização do Estaleiro de uma Obra de Construção Civil Eduardo Azevedo, nº 980019 Estaleiros de Equipamentos e Obras Organização do Estaleiro

Leia mais

As membranas ECOPLAS PY 40, são fabricadas de acordo com as normas Europeias e são abrangidas

As membranas ECOPLAS PY 40, são fabricadas de acordo com as normas Europeias e são abrangidas DOCUMENTO TÉCNICO DE APLICAÇÃO SISTEMA SOTECNISOL PY40 LAJES DE PAVIMENTO EM CONTATO DIRECTO COM O SOLO DTA 01 Impermeabilização de lajes de pavimento FEVEREIRO DE 2012 1. - DESCRIÇÃO As membranas ECOPLAS

Leia mais

MEMORIAL DE INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS

MEMORIAL DE INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS 1 MEMORIAL DE INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS A presente especificação destina-se a estabelecer as diretrizes básicas e definir características técnicas a serem observadas para execução das instalações da

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA VILA CARÁS NO MUNICIPIO DE FARIAS BRITO-CE

MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA VILA CARÁS NO MUNICIPIO DE FARIAS BRITO-CE MEMORIAL DESCRITIVO OBJETIVO: SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA VILA CARÁS NO MUNICIPIO DE FARIAS BRITO-CE RESERVATÓRIO ELEVADO Estrutura - Toda a estrutura do reservatório será em concreto armado utilizando

Leia mais

- Pisos e revestimentos Industriais (pinturas especiais, autonivelantes, uretânicas, vernizes...);

- Pisos e revestimentos Industriais (pinturas especiais, autonivelantes, uretânicas, vernizes...); A TECNIKA iniciou suas atividades em meados de 2003, impulsionada pela demanda do mercado, sempre preocupada em buscar e oferecer soluções técnicas inovadoras, tendo como focos principais as áreas de impermeabilização

Leia mais

Vinilfort 1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS: 2. BENEFÍCIOS: Função: Transporte de esgoto sanitário em redes coletoras;

Vinilfort 1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS: 2. BENEFÍCIOS: Função: Transporte de esgoto sanitário em redes coletoras; Vinilfort Localização no Website Tigre: Obra Infra-estrutura Saneamento Esgoto VINILFORT Função: Transporte de esgoto sanitário em redes coletoras; Aplicações: Ligações prediais, redes coletoras, interceptores

Leia mais

Telecurso 2000 Processos de fabricação Peça; Retalho; Tira.

Telecurso 2000 Processos de fabricação Peça; Retalho; Tira. Conjunto de processos: Corte, Dobramento/curvamento (calandragem), Embutimento (estamp. profunda), Cunhagem, Perfilamento, Repuxamento. Processo a frio, Produto acabado, Matéria prima laminada, Forma volumétrica,

Leia mais

3. PROCESSO PRODUTIVO, TRANSPORTE,

3. PROCESSO PRODUTIVO, TRANSPORTE, 3. PROCESSO PRODUTIVO, TRANSPORTE, MONTAGEM E CONCRETAGEM CAPÍTULO 3 3.1. O PROCESSO PRODUTIVO DAS VIGOTAS TRELIÇADAS O processo produtivo de lajes formadas por vigotas treliçadas é considerado relativamente

Leia mais

Professor Douglas Constancio. 1 Elementos especiais de fundação. 2 Escolha do tipo de fundação

Professor Douglas Constancio. 1 Elementos especiais de fundação. 2 Escolha do tipo de fundação Professor Douglas Constancio 1 Elementos especiais de fundação 2 Escolha do tipo de fundação Americana, junho de 2005 0 Professor Douglas Constancio 1 Elementos especiais de fundação Americana, junho de

Leia mais

SP8 (redes de águas e esgotos) a o Praça D. Manuel I, 48 - Novelhos, S. Paio 4970-595 Arcos de Valdevez Tel. 258 521 811 Fax 258 521 818

SP8 (redes de águas e esgotos) a o Praça D. Manuel I, 48 - Novelhos, S. Paio 4970-595 Arcos de Valdevez Tel. 258 521 811 Fax 258 521 818 SP8 (redes de águas e esgotos) 1- REDE DE ESGOTOS DE ÁGUAS RESIDUAIS ( domésticas ) Este artigo destina-se a estabelecer as condições a que devem satisfazer os trabalhos de fornecimento e montagem das

Leia mais

VEMAQ 10-1 - CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS 1.1 - APRESENTAÇÃO

VEMAQ 10-1 - CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS 1.1 - APRESENTAÇÃO Equipamento: COLETOR COMPACTADOR DE LIXO 10 m³ Modelo : CCL-10 Aplicação: Coleta de resíduos domésticos e/ou industriais,selecionados ou não Fabricante: VEMAQ - Indústria Mecânica de Máquinas Ltda 1 -

Leia mais

FORMAS E ARMADURAS. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

FORMAS E ARMADURAS. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I FORMAS E ARMADURAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I CUSTO DA ESTRUTURA (SABBATINI, et. Al, 2007) CUSTO DOS ELEMENTOS DA ESTRUTURA

Leia mais

GUIA DE LABORATÓRIO LABORATÓRIO 6 TRANSFORMADORES

GUIA DE LABORATÓRIO LABORATÓRIO 6 TRANSFORMADORES GUIA DE LABORATÓRIO LABORATÓRIO 6 TRANSFORMADORES 1. RESUMO Verificação das relações entre tensões e correntes no circuito primário e secundário de um transformador ideal. Realização da experiência do

Leia mais

Construção Civil I Execução de Fundações Indiretas

Construção Civil I Execução de Fundações Indiretas Construção Civil I Execução de Fundações Indiretas Estaca a Trado Rotativo O trado é cravado no solo por meio de um torque; Quando o trado está cheio, é sacado e retirado o solo; Quando a cota de assentamento

Leia mais

GRUAS CENTRO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA. UFCD 5811 Sistemas de transporte e elevação de carga Formador: David Inverno.

GRUAS CENTRO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA. UFCD 5811 Sistemas de transporte e elevação de carga Formador: David Inverno. CENTRO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE ÉVORA UFCD 5811 Sistemas de transporte e elevação de carga Formador: David Inverno GRUAS 16 Valores (Formador David Inverno) Introdução Gruas No âmbito da UFCD

Leia mais

Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31

Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31 Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31 Tópicos Abordados: 1. Porta Paletes Seletivo (convencional): 2. Drive-in / Drive-thru Objetivo: Esta apostila tem como principal objetivo ampliar o conhecimento

Leia mais

Execução e Manutenção de Pavimento Intertravado. MSc. Eng. Cláudio Oliveira Silva

Execução e Manutenção de Pavimento Intertravado. MSc. Eng. Cláudio Oliveira Silva Execução e Manutenção de MSc. Eng. Cláudio Oliveira Silva Norma de Execução e Manutenção NBR 15953 com peças de concreto - Execução NBR 15953 Escopo Se aplica à pavimentação intertravada com peças de concreto

Leia mais

AULA 5. NBR 6122- Projeto e Execução de Fundações Métodos Empíricos. Relação entre Tensão Admissível do Solo com o número de golpes (N) SPT

AULA 5. NBR 6122- Projeto e Execução de Fundações Métodos Empíricos. Relação entre Tensão Admissível do Solo com o número de golpes (N) SPT AULA 5 NBR 6122- Projeto e Execução de Fundações Métodos Empíricos Relação entre Tensão Admissível do Solo com o número de golpes (N) SPT março 2014 Disciplina - Fundações Zeide Nogueira Furtado Relação

Leia mais

Nesta aula, você vai estudar exatamente isso. E para acabar com o suspense, vamos a ela.

Nesta aula, você vai estudar exatamente isso. E para acabar com o suspense, vamos a ela. Mete broca! Nesta aula, vamos estudar uma operação muito antiga. Os arqueólogos garantem que ela era usada há mais de 4000 anos no antigo Egito, para recortar blocos de pedra. Ela é tão comum que você

Leia mais

CD18R00 GAMA SANICOL CATÁLOGO TÉCNICO TUBOS

CD18R00 GAMA SANICOL CATÁLOGO TÉCNICO TUBOS GAMA SANICOL CATÁLOGO TÉCNICO TUBOS ÍNDICE 1. Generalidades... 3 2. Características Gerais da Tubagem... 3 3. Características Hidráulicas... 4 4. Características Geométricas... 4 5. Transporte e Armazenamento...

Leia mais

SDS-MAX SDS-PLUS CINZÉIS PERFURAÇÃO E CINZELADO DE BETÃO RESISTÊNCIA GARANTIDA.

SDS-MAX SDS-PLUS CINZÉIS PERFURAÇÃO E CINZELADO DE BETÃO RESISTÊNCIA GARANTIDA. CINZÉIS SDS-MAX SDS-PLUS PERFURAÇÃO E CINZELADO DE BETÃO www..pt RESISTÊNCIA GARANTIDA. PERFURAÇÃO E CINZELADO DE BETÃO Adquiriu a melhor ferramenta, agora compre o melhor acessório para o seu trabalho

Leia mais

FICHA DE BOAS PRÁTICAS

FICHA DE BOAS PRÁTICAS Página: 1 10 ENQUADRAMENTO A instalação de redes em polietileno de alta densidade (PE) é uma das formas mais seguras de conseguir assegurar com eficiência, e de forma económica a distribuição domiciliária

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO TUBULÕES A CÉU ABERTO Grupo de Serviço OBRAS D ARTE ESPECIAIS Código DERBA-ES-OAE-06/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço define os critérios que orientam a cravação e

Leia mais

Memorial Descritivo 01/2013 - V01

Memorial Descritivo 01/2013 - V01 Memorial Descritivo P.SQ.07 01/2013 - V01 ÍNDICE Piso em Aço - Modelo AX-1000 Piso em aço Chapa Inferir Estampada Chapa Superior Lisa Concreto Sistema Estrutural Cruzeta Chapa Superior Chapa de Reforço

Leia mais

Vantagens. - A grande variedade de medidas, tipos de pisos, sistemas construtivos, etc. - M o n t a g e m r á p i d a, s i m p l e s

Vantagens. - A grande variedade de medidas, tipos de pisos, sistemas construtivos, etc. - M o n t a g e m r á p i d a, s i m p l e s Mezaninos Os mezaninos permitem aproveitar ao máximo a altura útil de um local, duplicando ou triplicando sua superfície e acondicionando-a como área de armazenagem, vestuário, escritórios, etc. A instalação

Leia mais

Kit de Montagem de Mastro

Kit de Montagem de Mastro Parabéns pela aquisição do seu novo kit de montagem de mastro! Kit de Montagem de Mastro Manual de Instalação Este kit de montagem de mastro foi concebido para postes com 48 milímetros de diâmetro externo

Leia mais

BETUMINOSOS NO CONCELHO DE VIANA DO ALENTEJO 3.1 MEMÓRIA DESCRITIVA

BETUMINOSOS NO CONCELHO DE VIANA DO ALENTEJO 3.1 MEMÓRIA DESCRITIVA BETUMINOSOS NO CONCELHO DE VIANA DO ALENTEJO 3.1 MEMÓRIA DESCRITIVA 3.1.1 INTRODUÇÃO A Câmara Municipal de Viana do Alentejo pretende, com este projecto, proceder à construção/reparação/reforço do pavimento

Leia mais

Relatório da inspecção preliminar dos elevadores. (Modelo) Entidade utilizadora : Equipamentos n.º : Empreiteiro dos elevadores : Inspector :

Relatório da inspecção preliminar dos elevadores. (Modelo) Entidade utilizadora : Equipamentos n.º : Empreiteiro dos elevadores : Inspector : Anexo 2 Relatório da inspecção preliminar dos elevadores (Modelo) Relatório n.º: Entidade utilizadora : Equipamentos n.º : Tipo de equipamentos: Empreiteiro dos elevadores : Inspector : Data de inspecção

Leia mais

MANGAS DE PROTECÇÃO PARA REDES EM AÇO E POLIETILENO

MANGAS DE PROTECÇÃO PARA REDES EM AÇO E POLIETILENO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 305 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 305 29 de Maio de 2007 Página 1 de 8 ÍNDICE Registo das revisões... 2 Preâmbulo... 3 1. Objectivo... 3 2. Âmbito... 3 3. Referências... 3 3.1. Externas...

Leia mais

OE Seminário Aplicação do Eurocódigo 8 ao Projecto de Edifícios Projecto de estruturas para resistência aos sismos EC8-1

OE Seminário Aplicação do Eurocódigo 8 ao Projecto de Edifícios Projecto de estruturas para resistência aos sismos EC8-1 Projecto de estruturas para resistência aos sismos EC8-1 Exemplo de aplicação 2 Ordem dos Engenheiros Lisboa 11 de Novembro de 2011 Porto 18 de Novembro de 2011 António Costa EXEMPLO EDIFÍCIO COM ESTRUTURA

Leia mais

Armazenamento Todas as matérias primas são organizadas por secções no armazém, através de prateleiras.

Armazenamento Todas as matérias primas são organizadas por secções no armazém, através de prateleiras. Recepção de matérias primas Após a chegada das matérias primas à fábrica, estas são transportadas para o armazém através do empilhador, porta paletes ou através de transporte manual. Armazenamento Todas

Leia mais

Construção. Mangueira para Injeção utilizada para o selamento de juntas de construção em estruturas estanques. Descrição do produto

Construção. Mangueira para Injeção utilizada para o selamento de juntas de construção em estruturas estanques. Descrição do produto Ficha de Produto Edição 09/04/2014 Identificação no: 02 07 03 06 001 0 000002 SikaFuko Eco 1 Mangueira para Injeção utilizada para o selamento de juntas de construção em estruturas estanques Descrição

Leia mais

REVESTIMENTO DEFACHADA. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

REVESTIMENTO DEFACHADA. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I REVESTIMENTO DEFACHADA Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I FUNÇÕES DO REVESTIMENTO DE FACHADA Estanqueida de Estética CONDIÇÕES DE INÍCIO

Leia mais

Regulamento de Segurança das Instalações de Armazenagem de Gases de Petróleo Liquefeitos (GPL) com Capacidade até 200 m3 por Recipiente.

Regulamento de Segurança das Instalações de Armazenagem de Gases de Petróleo Liquefeitos (GPL) com Capacidade até 200 m3 por Recipiente. DATA : Terça-feira, 8 de Maio de 2001 NÚMERO : 106 SÉRIE I-B EMISSOR : Ministério da Economia DIPLOMA/ACTO : Portaria n.º 460/2001 SUMÁRIO : Aprova o Regulamento de Segurança das Instalações de Armazenagem

Leia mais

Furação NOMENCLATURA A B C D E F G H I J K L M N O P Q

Furação NOMENCLATURA A B C D E F G H I J K L M N O P Q NOMENCLATURA A B C D E F G H I J K L M N O P Q Comprimento Total Haste Corpo Extremidade cônica neste comprimento Largura do Campo Largura das Costas Ângulo da Ponta Aresta Principal de Corte Diâmetro

Leia mais

SEPARADORES DE GORDURAS TUBOFURO NATUR-GREASE

SEPARADORES DE GORDURAS TUBOFURO NATUR-GREASE SEPARADORES DE GORDURAS TUBOFURO EN 109 Km 160,3 2425-737 Ortigosa Leiria ; Telf, 244616073 / Fax: 244616074 E-mail: geo@tubofuro,pt www.tubofuro.pt Apresentação Os Separadores de Gorduras são construídos

Leia mais