DECLARAÇÃO AMBIENTAL INTERCALAR FÁBRICA MACEIRA-LIZ 2006

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1 DECLARAÇÃO AMBIENTAL INTERCALAR FÁBRICA MACEIRA-LIZ 2006

2 CMP Cimentos Maceira e Pataias, S.A. Capital: Euros Sede: Maceira-Liz, MACEIRA LRA Contribuinte nº Matric. Conservatória Registo Comercial de Leiria n.º 4000 Fábrica Maceira-Liz MACEIRA LRA Código NACE: Fabricação de Cimento CAE: Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

3 ÍNDICE ÍNDICE 3 Objectivos e Âmbito 4 Política Ambiental 5 Sistema de Gestão Ambiental 6 A Fábrica onde Nasceu o Cimento Portland Português 7 O Processo de Fabrico do Cimento 9 Gestão Ambiental em 2006: Objectivos e Resultados 11 Desempenho Ambiental e Índices de Eco-Eficiência 13 Objectivos e Metas para o Programa de Gestão Ambiental para Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

4 OBJECTIVOS E ÂMBITO A Gestão Ambiental da fábrica Maceira-Liz foi verificada em Setembro de , de acordo com os requisitos do Regulamento (CE) n.º 761/2001, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de Março de 2001, tendo sido registada no Instituto do Ambiente com o n.º PT Na segunda Declaração Ambiental publicada, foram divulgadas informações relativas ao desempenho ambiental desta unidade fabril para o período compreendido entre 2002 e 2005, nomeadamente, os aspectos ambientais mais significativos; as políticas e medidas adoptadas no sentido de minimizar os impactes negativos e potenciar os positivos; os sistemas de gestão existentes para uma avaliação periódica, sistemática e objectiva dos resultados atingidos; e sua comparação com os níveis de desempenho pretendidos pela Empresa. O presente documento constitui a Declaração Ambiental Intercalar que o Regulamento EMAS prevê, onde é efectuada uma actualização do desempenho ambiental da instalação, correspondente ao ano de A versão digital encontra-se disponível em Para informações adicionais sobre a Declaração e envio de eventuais comentários, pode ser usado o seguinte contacto: José Bravo Ferreira - Gestor da Qualidade, Ambiente e Segurança da Empresa SECIL Companhia Geral de Cal e Cimento, SA SECIL-Outão - Apartado Setúbal Correio electrónico: 1 Verificador Ambiental Acreditado: APCER Associação Portuguesa de Certificação (www.apcer.pt) Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

5 POLÍTICA AMBIENTAL SER SUSTENTÁVEL É MANTER UM JUSTO EQUILÍBIO ENTRE A PRODUÇÃO DE RIQUEZA, A PRESERVAÇÃO DO AMBIENTE E A PROMOÇÃO DA JUSTIÇA SOCIAL COMPROMISSO: MELHORIA CONTÍNUA DO DESEMPENHO AMBIENTAL A SECIL/CMP compromete-se a exercer a sua actividade num quadro de equilíbrio de desenvolvimento sustentável, visando o progresso compatível com a obtenção de níveis de desempenho ambiental cada vez mais elevados. Factores de sucesso para o seu cumprimento: UM BOM DESEMPENHO AMBIENTAL : A RESPONSABILIDADE DE TODOS OS TRABALHADORES DA SECIL A SECIL/CMP considera os seus Trabalhadores como sendo o factor chave para um bom desempenho ambiental. Assim promoverá a sua educação, formação e motivação, visando uma conduta ambiental correcta. INTEGRAÇÃO DO AMBIENTE NAS ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO A SECIL/CMP optará, na sua política de desenvolvimento, por equipamentos e técnicas operativas que assegurem o cumprimento da legislação e dos regulamentos ambientais aplicáveis, bem como a redução dos impactes ambientais para níveis que não excedam os correspondentes a uma aplicação viável das melhores técnicas disponíveis (desde os referentes à minimização do consumo energético, das emissões atmosféricas, da produção de resíduos e do ruído, aos estabelecidos para a execução dos planos de recuperação paisagística). Assim, com base na actualização do levantamento dos aspectos e impactes mais significativos são estabelecidos os objectivos e metas ambientais, cujo cumprimento é assegurado através da concretização do plano de gestão ambiental e controlado através da revisão anual do sistema. DIVULGAÇÃO DA POLÍTICA AMBIENTAL A SECIL/CMP garantirá a transparência das suas actividades através de uma política de comunicação e diálogo com todas as partes interessadas, promovendo ainda, junto dos seus Fornecedores, a adopção de práticas coerentes com a sua política ambiental. VALORIZAÇÃO DE MATÉRIAS PRIMAS E COMBUSTÍVEIS ALTERNATIVOS A SECIL/CMP colaborará com as autoridades e as outras indústrias no sentido da redução e valorização de materiais residuais, incorporando-os no seu fabrico, sempre que possa assegurar um tratamento ambiental mais favorável e compatível com a qualidade dos seus processos e produtos. A Comissão Executiva Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

6 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL Na sequência do compromisso de melhoria contínua do desempenho ambiental assumido pela Comissão Executiva, a SECIL/CMP iniciou em 1996 a implementação de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) na Fábrica Maceira-Liz, de acordo com a Norma ISO 14001:1996, desde logo integrado com o Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ), segundo a Norma ISO 9002:1994, o que permitiu: O estabelecimento de objectivos e metas ambientais consequentes; A definição de um programa ambiental, com vista ao cumprimento desses objectivos; A monitorização dos resultados das acções planeadas, o que permite verificar o cumprimento dos objectivos e determinar os eventuais desvios; O desencadear de acções correctivas e/ou preventivas, visando manter os processos controlados dentro do quadro de evolução previsto; Planeamento O estabelecimento de acções de auditoria ao sistema, permitindo avaliar a sua eficácia na garantia da obtenção dos objectivos visados e conduzindo à sua revisão e optimização; Revisão Melhoria Contínua Implementação O desenvolvimento da consciência ambiental de todos os colaboradores, desde a gestão de topo aos executantes, nomeadamente ministrando a formação adequada aos colaboradores com influência clara no nível de desempenho ambiental da fábrica. Verificação Por forma a garantir o funcionamento dos dois sistemas, foi estabelecida uma estrutura funcional única constituída por órgãos de decisão o Conselho Geral da Qualidade e Ambiente da Empresa (CGQA) e a Comissão de Qualidade e Ambiente da Fábrica (CQAC) e por responsáveis pela manutenção dos sistemas o Gestor da Qualidade e Ambiente da Empresa (GQAE), representante da Direcção, e pelo Gestor da Qualidade e Ambiente da Fábrica (GQAC). Deste modo, a organização definida e o envolvimento de todos os níveis de responsabilidade e gestão no cumprimento dos objectivos ambientais e da qualidade, garantem o cumprimento do Ciclo de Melhoria Contínua Ambiental e da Qualidade, exigido pelas normas de suporte dos sistemas. Anualmente, os sistemas são auditados por uma entidade certificadora APCER. Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

7 Em 2001 a CMP obteve a certificação do seu SGA para a Produção de Cimento e Exploração das Pedreiras Martingança-Maceira, Maceira nº3, Alva de Pataias e Olhos de Água, em simultâneo com a certificação do seu SGQ, entretanto de acordo com a NP EN ISO 9001:2000. A transição para a NP EN ISO 14001:2004 ocorreu no ano de Em 1999 foi estabelecido um Contrato de Melhoria Contínua do Desempenho Ambiental para o Sector Cimenteiro, entre os Ministérios da Economia e do Ambiente e o Sector Cimenteiro Nacional, que a SECIL subscreveu. Neste Contrato foram previstas acções e investimentos em vários domínios, nomeadamente na melhoria do controlo da emissão de partículas, na montagem de instalações de limpeza industrial, na monitorização ambiental e no aumento da eficiência energética e ambiental de alguns moinhos. A sua realização tem sido devidamente acompanhada por uma Comissão de Avaliação, conforme previsto. No âmbito deste Contrato foi ainda assumido, por parte de todas as unidades cimenteiras nacionais, o compromisso de obtenção do registo no EMAS. A FÁBRICA ONDE NASCEU O CIMENTO PORTLAND PORTUGUÊS Localização Código de Actividade: Tecnologia de Fabrico: Combustíveis utilizados: Produtos Fabricados: Situada a 13 km de Leiria Fabricação de Cimento CAE (CAE principal) Fabricação de outras embalagens de papel e cartão CAE (CAE secundário) Via seca Coque de petróleo, pneus usados e fuel para o acendimento dos fornos Clínquer Cimento Marca Comercial Maceira-Liz Tipos de cimento segundo a Norma NP EN 197-1: CEM I 42,5R; CEM I 52,5R; CEM II/B-L 32,5N; CEM II/A-L 42,5R, CEM IV/B(V)32,5R A 4 de Julho de 1920, na Gândara, próximo de Leiria, foi colocada a primeira pedra da futura Fábrica de cimentos Maceira-Liz que, a 3 de Maio de 1923, foi inaugurada oficialmente com o início de laboração do seu primeiro forno. Com o arranque da primeira linha de produção, lançou-se no mercado a marca de Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

8 cimento Liz, um cimento do tipo Portland, rapidamente absorvido por este que, reconhecendo a sua qualidade, justificou, cinco anos depois, a instalação de uma segunda linha de fabrico, gémea da primeira. A composição química dos calcários e margas das pedreiras anexas à Fábrica, ao revelar-se a mais indicada para o processo de fabrico por via seca, deu origem a que esse processo fosse usado pela primeira vez no nosso país. Entre 1968 e 1970 entraram em funcionamento duas novas linhas de produção, apresentando como inovação, em Portugal, os fornos curtos com torres de pré-aquecimento e o comando centralizado de todo o processo fabril. Linhas essas que, após remodelação em 1984/1986, são hoje responsáveis pela produção de mais de t/ano de cimento. Em todo o processo de fabrico são utilizados avançados meios tecnológicos, introduzidos pela primeira vez em Portugal, como sejam a prensa de rolos na prémoagem de clínquer, o sistema de carregamento rodoviário de cimento a granel em regime de self-service e o cimento ensacado sobre palete pré-formada. A ensilagem do cimento e a expedição foram dotados dos equipamentos mais modernos, permitindo grande fluidez no abastecimento dos camiões e dos vagões de caminho de ferro que transportam o cimento a granel e o cimento ensacado, quer sob a forma de paletes, quer sob a forma de pacotões plastificados. Foi também nesta fábrica que se deu início a um processo de valorização dos pneus usados como fonte energética para a produção de clínquer, representando actualmente mais de 10% da energia térmica necessária aos dois fornos. Outro dos domínios de inovação em que a Maceira-Liz se distinguiu foi na produção de embalagens, existindo no seu perímetro industrial, há mais de 50 anos, uma Fábrica de Sacos de Papel que substituiu a primitiva Fábrica de Barricas com uma capacidade de produção de 40 milhões de unidades/ano, parte da qual é vendida a outras indústrias, particularmente à das rações. Maceira-Liz é, pois, uma fábrica com uma longa história, bem documentada num original museu e circuito museológico, onde o público pode apreciar edifícios fabris, equipamentos e peças de importante significado, em termos de arqueologia industrial. Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

9 O PROCESSO DE FABRICO DO CIMENTO 1. Exploração das Pedreiras As matérias-primas extraídas nas Pedreiras são os calcários e as margas. A exploração destas é feita a céu aberto, em patamares, sendo o desmonte efectuado com explosivos, criteriosamente aplicados de modo a minimizar as vibrações. A minimização do impacte visual é efectuada através da recuperação paisagística das frentes já finalizadas, havendo a preocupação em diminuir a utilização dos recursos naturais recorrendo à incorporação de matérias-primas secundárias. 2. Preparação das Matérias-Primas O material, após extracção, apresenta-se em grandes blocos (até cerca de 1 m 3 ), pelo que se torna necessário reduzir o seu tamanho a uma granulometria compatível com o transporte, armazenagem e alimentação das fases de fabrico seguintes, operação que é feita num britador. A armazenagem da matéria-prima é efectuada de modo a conseguir-se uma primeira homogeneização. As matérias-primas seleccionadas (calcários e margas) e os materiais de correcção (areia e óxido de ferro) são doseadas tendo em consideração a qualidade do produto a obter, operação controlada por computadores de processo. Estes materiais são finamente moídos em moinhos tubulares horizontais com corpos moentes, obtendo-se o produto designado por "cru" que é armazenado e homogeneizado em silos próprios. A minimização das emissões de partículas é conseguida através da rega dos circuitos dos transportes nas Pedreiras e através de numerosos filtros de mangas ao longo de todo o circuito de transporte das matérias-primas. 3. Processo de Clinquerização O cru é extraído dos silos de armazenagem e introduzido no sistema de pré-aquecimento (torre de ciclones), onde é aquecido pelos gases de escape resultantes da queima do combustível. O material entra então no forno, deslocando-se ao longo deste devido à sua rotação e ligeira inclinação, prosseguindo o aquecimento e desenrolando-se as reacções físico-químicas do processo da clinquerização, obtendo-se o clínquer. A partir dos 1450º C inicia-se o arrefecimento do clínquer, ainda dentro do forno, sendo completado nos arrefecedores de grelha, onde é introduzido ar para o arrefecimento do clínquer, aproveitando-se este ar aquecido como ar de queima secundário. Desta forma, há uma recuperação parcial do conteúdo térmico do clínquer. Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

10 A minimização do consumo de energia é conseguida através da utilização de fornos com pré-aquecedor, considerada uma MTD (Melhor Técnica Disponível), sendo utilizados, desde 1986, pneus usados como combustível alternativo e estando ainda em curso o processo de autorização para a utilização de outros combustíveis alternativos, nomeadamente biomassa, visando reduzir o consumo de combustíveis fósseis. A reduzida emissão de partículas é assegurada pelos filtros de mangas instalados na exaustão dos gases dos fornos bem como na dos arrefecedores de cada uma das linhas de produção de clínquer, e a minimização das emissões de gases é conseguida através do sistema de condução automatizada dos fornos, ambas as soluções também consideradas MTD. 4. Moagem de Clínquer e Armazenagem de Cimento O cimento é moído em moinhos tubulares horizontais, com corpos moentes, após pré-moagem em prensa de rolos. O clínquer, o gesso (regulador da presa do cimento) e os aditivos inertes são moídos, em proporções bem definidas, de acordo com o plano de qualidade, obtendo-se os diferentes tipos de cimento, com características específicas e adequadas à sua utilização, os quais são armazenados nos respectivos silos devidamente identificados. A minimização do consumo de energia eléctrica é conseguida através da adopção da tecnologia de moagem em circuito fechado e com separadores de 3ª geração, considerada como MTD. A reduzida emissão de partículas é assegurada por filtros de mangas, também classificados como MTD. 5. Embalagem e Expedição do Cimento A comercialização do cimento é feita quer a granel, em cisternas ferroviárias ou rodoviárias, quer em sacos sobre paletes de madeira ou em pacotões plastificados. Os postos de carregamento do granel rodovia funcionam em regime de self-service. O ensacamento é feito em linhas de enchimento de sacos e de paletização ou de empacotamento automatizadas. A minimização da emissão de partículas é assegurada por filtros de mangas ao longo das linhas de transporte do cimento. O consumo de materiais de embalagem depende do mercado (cerca de 50% do cimento consumido no mercado nacional é ensacado), dos meios de transporte disponíveis (rodovia ou ferrovia) e de outras condicionantes. A introdução dos sacos de 40 kg, em substituição dos sacos de 50 kg, vieram permitir uma utilização mais ergonómica desta embalagem em obra. Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

11 GESTÃO AMBIENTAL EM 2006: OBJECTIVOS E RESULTADOS Aspecto Potencial Impacte Objectivos Metas Acções Grau de Cumprimento Consumo de matériasprimas naturais Emissões difusas Visual Poluição atmosférica (localizada) Minimizar o impacte visual resultante da exploração das Pedreiras Reduzir as emissões difusas Implementar, na íntegra, as acções previstas para 2006 no Plano de Recuperação Paisagística Eliminar as emissões difusas de partículas associadas à movimentação e armazenagem dos combustíveis sólidos Modelação e regularização dos taludes da zona D da Pedreira da Marga, tendo em vista a futura recuperação paisagística Projecto: Recepção e armazenamento de combustíveis alternativos Foi terminada a modelação do 1º piso D (100%) e para além do previsto, foi efectuada a 1ª plantação de pinheiros. Transita para 2007 Replaneamento dependente da data de atribuição do Licenciamento Ambiental Emissões de gases com efeito de estufa Contribuição para as alterações climáticas, nomeadamente, para o fenómeno do aquecimento global Reduzir a emissão de gases com efeito de estufa, nomeadamente CO2, associados à produção de clínquer Reduzir a emissão global de CO2, utilizando combustíveis alternativos Execução do projecto Utilização de combustíveis secundários no queimador principal nos fornos 5 e 6 Transita para 2007 Replaneamento dependente da data de atribuição do Licenciamento Ambiental Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

12 Aspecto Potencial Impacte Objectivos Metas Acções Grau de Cumprimento Produção e descarga de águas residuais Contaminação do solo Melhorar a qualidade da água residual descarregada no solo Assegurar valores inferiores a 10% dos limites legais aplicáveis, através da construção de uma ETAR e instalação de separadores de hidrocarbonetos Substituição de uma fossa séptica por uma ETAR na zona da pedreira Instalação de um separador de hidrocarbonetos nas salas de compressores dos cimentos de britagem Transita para 2007 Devido à reformulação orçamental, não foi possível substituir a fossa séptica por uma ETAR A análise efectuada evidenciou o não cumprimento da meta prevista, pelo que o projecto vai ser reformulado e montada nova unidade em 2007 Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

13 DESEMPENHO AMBIENTAL E ÍNDICES DE ECO-EFICIÊNCIA O processo de identificação dos aspectos e impactes ambientais da Fábrica Maceira-Liz teve em consideração as directrizes estabelecidas pela Norma NP EN ISO e pelo Regulamento EMAS. Aspectos Ambientais Significativos Consumo de matérias-primas naturais (extraídas das Pedreiras) Consumo de matérias-primas secundárias Consumo de energia (térmica e eléctrica) Consumo de água Emissões difusas Emissões fixas Produção de águas residuais Produção de resíduos Potencial Impacte Ambiental - Impacte visual associado à exploração das Pedreiras - Consumo de recursos naturais não renováveis - Degradação da qualidade do ar local devido às emissões difusas de partículas - Incomodidade (ruído e vibrações provocadas pelos explosivos) - Valorização de materiais residuais provenientes de outras indústrias com consequente diminuição do consumo de recursos naturais não renováveis (impacte positivo) - Consumo de recursos naturais não renováveis - Impactes associados à produção de energia eléctrica - Redução das reservas subterrâneas - Degradação da qualidade do ar local Degradação da qualidade do ar global (eventual contribuição para o efeito de estufa e chuvas ácidas) - Eventual contaminação do solo e do meio hídrico - Impactes resultantes da armazenagem temporária de resíduos - Impactes resultantes do destino final Emissão de ruído para o exterior - Incomodidade da vizinhança Embalagem e expedição dos produtos - Produção de resíduos de embalagem - Incomodidade (impacte indirecto) - Aumento do tráfego (impacte indirecto) Os índices de eco-eficiência apresentados nesta secção foram calculados tendo por base o conceito de que ser eficiente é produzir mais com menos recursos. Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

14 A eco-eficiência é uma filosofia de gestão que encoraja as empresas a procurar melhorias ambientais que potenciem, paralelamente, benefícios económicos. Concentra-se em oportunidades de negócio e permite às empresas tornarem-se mais responsáveis do ponto de vista ambiental e mais lucrativas. Incentiva a inovação e, por conseguinte, o crescimento e a competitividade (Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, BCSD Portugal). A eco-eficiência atinge-se através da oferta de bens e serviços a preços competitivos, que, por um lado, satisfaçam as necessidades humanas e contribuam para a qualidade de vida e, por outro, reduzam progressivamente o impacto ecológico e a intensidade de utilização de recursos ao longo do ciclo de vida, até atingirem um nível, que, pelo menos, respeite a capacidade de sustentação estimada para o planeta Terra (Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, BCSD Portugal). As empresas transformam os recursos naturais que consomem em produtos com valor acrescentado para a sociedade, gerando alguns desperdícios (emissões e resíduos), que se pretendem mínimos. Uma vez que os produtos que a Maceira-Liz devolve à sociedade - clínquer (produto intermédio) e cimento são distintos, não podendo, por isso, ser adicionados para efeitos de cálculo, houve necessidade de se definir o conceito de cimento equivalente (CimEq), que constitui a unidade de referência no cálculo dos índices de eco-eficiência a seguir apresentados. A expressão que traduz o conceito de CimEq, é a seguinte: Clínquer Expedido ( t ) CimEq ( t ) = Cimento Expedido ( t ) + onde Clínquer Consumido ( t ) Taxa de Incorporação de Clínquer no Cimento = 100 Taxa de Incorporação de Clínquer no Cimento (%) Cimento Produzido (t) Atendendo ao facto do cimento cinzento incorporar, por vezes, clínquer externo (além do que é produzido na Fábrica), houve também a necessidade de definir o conceito de cru equivalente (CruEq), de modo a conhecer qual a quantidade de cru que seria necessário fabricar se todo o clínquer consumido fosse produzido na Fábrica. Com efeito, se não se considerasse este CruEq no cálculo dos índices de eco-eficiência, os resultados obtidos acabariam por ser mascarados pela quantidade de clínquer recebida do exterior. De facto, conforme o maior ou menor consumo de clínquer externo, a Fábrica apresentaria um melhor ou pior desempenho ambiental, dado que produziria mais ou menos cimento, sem consumir o equivalente em recursos naturais (matérias-primas e energia), independentemente da eficiência do seu processo de fabrico. Conhecendo este valor de CruEq e adicionando-o ao Cru Produzido, é então possível comparar anos diferentes, independentemente da quantidade de clínquer exterior consumido, uma vez que todos os valores se encontram na mesma base. A expressão correspondente é a seguinte: Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

15 Cru Total = Cru Produzido + Cru Equivalente onde Cru Equivalente (Cru Eq) = Factor de Transformação Cru/Clínquer Clínquer Recebido e Factor de Transformação Crú/Clínquer = Cru Consumido (t) Clínquer Pr oduzido ( t ) * Clínquer: Clínquer Próprio Clínquer Recebido Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

16 Indicadores de Produção Produtos Fabricados e Expedidos Clínquer (t) Produzido Consumido Expedido Recebido Cimento (t) Produzido Expedido (i) (a) Taxa de incorporação de clínquer (%) (ii) 78,8 76,6 77,2 (i) Cimento expedido que foi produzido na Fábrica Maceira-Liz. (ii) Taxa de Incorporação de Clínquer = Quantidade de clínquer utilizado na produção de determinado tipo de cimento (Clínquer Consumido / Cimento Produzido) (a) Valor corrigido devido a erro de digitação ocorrido na Declaração de 2004 ( ) É de realçar o aumento da taxa de incorporação de clínquer, imposta pelo mercado. Consumo de Matérias-Primas Quando as matérias-primas naturais não apresentam as características necessárias e suficientes para o fabrico do cimento torna-se, por vezes, necessário efectuar correcções, recorrendo a outros materiais. Por exemplo, o teor em sílica pode ser corrigido através da adição de areia natural à mistura dos calcários e das margas, podendo eventualmente utilizar-se areias de fundição ou resíduos industriais ricos em sílica. A correcção do teor em óxido de ferro pode ser feita pela adição de cinzas de pirite 2, ou pela adição de granalha de ferro 3. 2 resíduo industrial resultante da ustulação das pirites 3 resíduo industrial da actividade da construção naval, resultante da decapagem dos navios

17 Ao nível da moagem do cimento, além da adição de gesso que funciona como regulador de presa, podem ainda ser introduzidos aditivos calcários (calcário britado e fíller calcário) e outros constituintes (escórias siderúrgicas 4 e cinzas volantes 5 ), consoante o tipo de cimento que se pretende fabricar, e de acordo com a Norma NP EN O aproveitamento destes materiais no processo de fabrico do cimento, além de contribuir para a preservação dos recursos naturais (uma vez que substituem parte das matérias-primas naturais), evidencia o compromisso que a Empresa assumiu na sua Política Ambiental de "colaborar com as autoridades e as outras indústrias no sentido da redução e valorização de materiais residuais, incorporando-os no seu fabrico, sempre que possa assegurar um tratamento ambiental mais favorável e compatível com a qualidade dos seus processos e produtos". Consumo de Matérias-Primas Cru Produzido (a): Cru Consumido Adições na Moagem de Cimento (b): Factor de transformação cru/clínquer (cinzento) 1,71 1,68 1,68 Cru Equivalente (CruEq) (t) (c) Cru Total (t) (a)+(c) Matérias-Primas Naturais (t) - Consumo corrigido (a)+(b)+(c) Matérias-Primas Secundárias (t) (i) Índice de Eco-Eficiência CimEq (t) kg CimEq/ t M.P. Naturais (a) Calcário + Mistura + Areia (b) Gesso + Aditivo (Calcário) (i) Resíduos considerados: Origem interna: inertes grossos isentos de metais e refractários usados Origem Externa: cinzas volantes, areias de fundição, granalha, lamas de ETARI, resíduos de corte e serragem de pedra, formas de gesso, cinzas de pirite, lamas de anodização de alumínio, chacota e vidrado, cinzas de caldeiras, lamas de cal e lamas de lixívia verde. Entre 2005 e 2006 não se verificou uma variação significativa de CimEq produzido por tonelada de matérias-primas naturais. 4 escórias granuladas de alto forno 5 fracção mais fina das cinzas do carvão queimado nas centrais termoeléctricas Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

18 Consumo de Energia Consumo específico de energia térmica (kcal/kg cimento) Consumo específico de energia eléctrica (kwh/t cimento) (a) (b) (c) Consumo de Energia Energia Térmica Total (TJ) (a) Específica (kcal/kg cimento) Energia Eléctrica (i) Total (Gwh) Específica (Kwh/t cimento) (c) 103,2 103,9 100,3 Índices de Eco-Eficiência CimEq (t) kg CimEq/GJ kg CimEq/Kwh (b) 9,6 10,5 11,2 Valor corrigido relativamente à Declaração de 2004 (3.801) devido à utilização de valores de consumo específico aproximado às centésimas. Valores correspondentes às leituras das facturas EDP (na Declaração de 2004 os valores apresentados resultavam de um cálculo segundo uma norma interna de um grupo cimenteiro internacional). Para os anos de 2004 e 2005 foi considerado o valor de energia específica total da fábrica, considerando que todo o clínquer consumido na moagem foi fabricado na Maceira. Para o ano, de 2006 considerou-se o clínquer produzido na Maceira, tendo em conta que não há consumo de energia na produção do clínquer recebido. Entre 2005 e 2006 a ligeira variação do índice de energia térmica (- 3%), tem a ver com o aumento da taxa de incorporação de clínquer, enquanto o índice de energia eléctrica diminuiu 8,36% devido a uma maior proporção de cimentos de alta resistência no mix de produção. Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

19 Consumo de água Para consumo nas instalações fabris, existem duas captações subterrâneas e uma captação superficial, devidamente licenciadas pela entidade competente. Previamente à sua distribuição, a água subterrânea é conduzida a uma Estação de Tratamento de Água (ETA), onde é filtrada (em filtros de areia), descalcificada (remoção de dureza) e desinfectada (por doseamento e injecção automática de hipoclorito). Esta água destina-se à actividade industrial, na qual se inclui o fabrico do cimento e a produção de sacos de papel, bem como à rega. Furo Máximo mensal extraído (m3) Limite de extracção (m 3 ) Furo Furo Consumo de Água Extracção anual (m 3 ) Índice de Eco-Eficiência Cimento Equivalente kg CimEq/m 3 água kg CimEq/m3 água Entre 2005 e 2006 registou-se um aumento pouco significativo de CimEq produzido por metro cúbico de água consumido (+ 2,5%). Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

20 Impactes sobre a Biodiversidade No âmbito da execução do Plano de Recuperação Paisagística das Pedreiras, os trabalhos desenvolvidos durante o ano de 2006 foram os seguintes: - Plantações: 620 unidades (Pinheiro Bravo, Alecrim, Rosmaninho, Medronheiro e Freixo) - Hidrossementeira: m 2 - Preparação do terreno: m 2 Outros: Desde Outubro que está em curso, na pedreira, um trabalho com vista à recolha de exemplares fósseis e sua classificação taxonómica. Estes fósseis têm como objectivo integrar uma pequena colecção paleontológica da fábrica, enriquecendo o museu. Os exemplares de maiores dimensões poderão vir a fazer parte de um possível Jardim dos fósseis juntamente com algumas espécies vegetais consideradas fósseis vivos por existirem desde o período jurássico (cicas, teixos, zimbro, gingko, etc.). Declaração Ambiental Intercalar da Fábrica Maceira-Liz

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