UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL Centro de Engenharias

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1 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL Centro de Engenharias Monografia de Graduação DIRETRIZES BÁSICAS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO FERNANDO PEREIRA LIMA MARQUES PELOTAS 2010

2 1 FERNANDO PEREIRA LIMA MARQUES DIRETRIZES BÁSICAS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO Trabalho Acadêmico apresentado ao Curso de Engenharia Industrial Madeireira da Universidade Federal de Pelotas, como requisito parcial à obtenção do título de Engenheiro Industrial Madeireiro. Orientadora: Prof. Dr. Érika Ferreira da Silva PELOTAS 2010

3 2 Banca examinadora: Érika Ferreira da Silva (Faculdade de Engenharia Agrícola UFPel) Cristiane Pedrazzi (Faculdade de Engenharia Agrícola UFPel) Leonardo da Silva Oliveira (Faculdade de Engenharia Agrícola UFPel)

4 3 CENTRO DE ENGENHARIAS A comissão Examinadora, abaixo assinada, aprova a monografia DIRETRIZES BÁSICAS PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO Elaborado por Fernando Pereira Lima Marques como requisito parcial para a obtenção do título de Engenheiro Industrial Madeireiro COMISSÃO EXAMINADORA: Érika Ferreira da Silva Dr. (Orientadora) Cristiane Pedrazzi, Dr. (1º examinador) Leonardo da Silva Oliveira, Drª. (2º examinador) Pelotas, 18 de Novembro de 2010.

5 4 Resumo MARQUES, Fernando Pereira Lima. Diretrizes Básicas para a Implementação de um Sistema de Gestão Integrados f. Trabalho de Conclusão de Curso Faculdade de Engenharia Industrial Madeireira. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas. Este trabalho tem por objetivo desenvolver um estudo de implementação do Sistema de Gestão Integrado da Qualidade, Meio Ambiente e Segurança e Saúde no Trabalho, buscando diretrizes contidas na ISO 9001:2008 Sistema de Gestão da Qualidade, ISO 14001:2004 Sistema de Gestão Ambiental e OHSAS 18001:2007 Sistema de Saúde e segurança no Trabalho, com o intuito de interar os processos na busca da melhoria contínua. Através da criação e manutenção de documentos e registros que comprovem a efetividade do programa. O sistema apresenta oportunidades de manter-se em um mercado altamente competitivo que exige completa preocupação não apenas com a qualidade do produto final, mas também com os impactos ao meio ambiente, juntamente com o bem estar de toda a sua força de trabalho. Por fim, destaca-se a importância do comprometimento da alta administração das organizações em monitorar a eficácia do sistema, com objetivo que todos os envolvidos assimilem e coloquem em prática, o sistema, no seu ambiente de trabalho. Palavras Chaves: Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança no Trabalho.

6 5 Abstract MARQUES, Fernando Pereira Lima. Basic Guidelines for Implementem the Management System f. Trabalho de Conclusão de Curso Curso de Engenharia Industrial Madeireira. Universidade Federal de Pelotas, Pelotas. This work aims to develop a study for implementation of Integrated Management System Quality, Environmental and Occupational Health and Safety (SMI), seeking guidance contained in ISO 9001: Quality Management System, ISO 14001: System Environmental Management and OHSAS 18001:2007, in order to interest the processes in the pursuit of continuous improvement. Through the creation and maintenance of records and documents that prove the effectiveness of the program. The system presents an opportunity to remain in a highly competitive market that requires complete not only concern with the quality of the end product, but also impacts the environment, along with the welfare of its entire workforce. Finally, we highlight the importance of commitment from senior management of organizations in monitoring the effectiveness of the system, in order that all involved assimilate and put into practice the system on your desktop. Keywords: Quality, Environmental, Occupational Health and Safety.

7 6 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO SISTEMA DE GESTÃO CONCEITUAÇÕES DE SISTEMA DE GESTÃO SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE Gestão da Qualidade Total ABNT NBR_ISO_9001_2000 Sistemas de Gestão da Qualidade GESTÃO AMBIENTAL Aspectos e Impactos Ambientais ABNT NBR_ISO_14001 Sistema de Gestão Ambiental GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE E OCUPACIONAL Definições Acidentes de Trabalho Equipamentos de Proteção Individual EPI e os Equipamentos de Proteção Coletiva Obrigatoriedades Previstas pela Legislação às Empresas BS OHSAS Sistemas de Gestão da Saúde e Segurança no Trabalho SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO (SGI) DIRETRIZES PARA A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA (MGI) Política do Sistema de Gestão Integrado Objetivos, Metas e Programa de Gestão Planejamento do Sistema de Gestão Integrado Responsabilidade e Autoridades Gerais Relacionados ao SGI PROCEDIMENTOS Estrutura dos Grupos de Processo Atividades DOCUMENTOS OPERACIONAIS Instrução de Trabalho (IT) Levantamento dos Aspectos, Perigos, Impactos e Danos (LAPID) Definições Descrição das Atividades Plano de Controle (PL) Tabelas (TB) e Especificações do Produto (ESP) REGISTROS DO SISTEMA Controle de Documentos e Registros Treinamentos do SGI Auditoria CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 56

8 7 LISTA DE FIGURAS Figura - 1 Esquema geral do ciclo PDCA Figura - 2 Elementos de um Sistema de Gestão Qualidade Figura - 3 Elementos de um Sistema de Gestão Ambiental Figura - 4 Classificação de Acidentes Figura - 5 Modelo de sistema de gestão da SST para esta Norma OHSAS Figura - 6 Integração da Gestão ou dos Sistemas de Gestão Figura - 7 Estrutura do Sistema de Gestão Integrada Figura - 8 Manual do Sistema de Gestão Integrada Figura - 9 Estrutura Geral da Hierarquia do SGI Figura - 10 Procedimentos de Processo Figura - 11 Documentos Operacionais Figura - 12 Registros do SGI... 51

9 8 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Aspectos e Impactos Ambientais Tabela 2 Riscos e suas conseqüências potenciais Tabela 3 Objetivos, Metas e Programa de Gestão de acordo com as Normas Tabela 4 Estruturação do Sistema de entradas e saídas do SGI... 41

10 9 1 INTRODUÇÃO A globalização significa a predominância da economia de mercado e do livre comércio, uma situação em que o máximo possível é comercializado e privatizado, acentuando a desigualdade social. As mudanças no ambiente internacional incentivam cada vez mais a integração econômica entre países. O crescimento econômico, por exemplo, amplia as fronteiras do comércio e cria zonas de livre mercado. Para ser competitivo no mercado, cabe aos empreendedores disputarem a preferência dos consumidores. Ao mesmo tempo em que criam oportunidades, a situação do mercado faz com que a concorrência interna de cada país seja cada vez mais forte. Neste contexto de economia globalizada, o desafio, é desenvolver a capacidade de criar uma empresa verdadeiramente capaz de ser competitiva. A necessidade de buscar mecanismos que orientem a indústria direciona um novo modelo organizacional e operacional, aliado à promoção do desenvolvimento sustentável, sendo um forte agente para estimular os cuidados ao meio ambiente. Este fato demonstra a importância de contribuir para a sustentabilidade da sociedade industrial em longo prazo. É possível identificar quatro eventos que marcaram de forma direta a trajetória da Política Ambiental no mundo: a promulgação da Política Ambiental Americana, em 1969 NEPA - National Environmental Policy Act, a realização da Conferência das Nações Unidas em Estocolmo, em 1972, o trabalho realizado pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento que resultou na publicação do relatório Nosso Futuro Comum em 1987 e, finalmente, a realização da Conferência das Nações Unidas no Rio de Janeiro, em 1992 (MAGRINI, 2001). O mesmo autor aponta também a Conferência das Nações Unidas ocorrida em 1992 no Rio de Janeiro (ECO 92) como um tipo de catalisador na divulgação desse conceito. Neste contexto, os anos 90 viram o surgimento contínuo de novos cenários na área ambiental. A imposição do cumprimento das regulamentações ambientais pode induzir a inovações que irão, em parte, compensar os custos de adequar-se a tais padrões. Assim, a preservação ambiental está associada ao aumento da produtividade dos recursos utilizados na produção e, consequentemente, ao aumento da competitividade da empresa.

11 10 Aliado a sustentabilidade ambiental, está a segurança e saúde ocupacional do trabalho, que busca minimizar os riscos e as condições inadequadas de trabalho, introduzindo requisitos mínimos de segurança cada vez mais rígidos. Os riscos de acidentes com lesão, problemas ergonômicos e organizacionais podem ser identificados pela inspeção frequente do local de trabalho. As inspeções de segurança estão entre as medidas preventivas mais importantes para assegurar um local de trabalho seguro. A natureza do trabalho determinará com que freqüência as inspeções de segurança devem ser realizadas. Segundo Quelhas et al. (2006) a melhoria nas condições do ambiente e do exercício do trabalho tem como objetivos principais diminuir o custo social com acidentes de trabalho, valorizar a auto-estima e proporcionar a melhoria contínua da qualidade de vida dos trabalhadores.. Cabe a cada um, agentes potenciais de transformação governo, empregador ou trabalhador, contribuir para a melhoria da qualidade de vida e a formação de uma sociedade mais sadia e produtiva. Não se deve esquecer que o atendimento às necessidades básicas do trabalhador é fator fundamental para se ter uma sociedade sadia e produtiva. Há muitos anos as empresas vêm adotando as ferramentas de qualidade, como a ISO 9000, para gerenciar seus negócios e adquirirem melhoria de desempenho dentro do mercado em que atuam. A gestão estratégica de qualidade tem como princípios fundamentais as variáveis técnicas, econômicas, informacionais, sociais, psicológicas e políticas que formam um sistema de caracterização técnica, política e cultural das empresas. Ressalta também, o impacto da qualidade na satisfação dos consumidores e do mercado, levando-se em consideração a sociedade competitiva atual. Entretanto, a satisfação dos clientes nos dias de hoje, não se restringem apenas às questões relacionadas com a qualidade do produto final ou o preço em que se encontra no mercado, mas também com o processo de produção e as conseqüências dele para a sociedade. Desta forma as empresas viram a necessidade de gerenciar outros fatores como: questões ambientais e questões relacionadas com a qualidade de vida dos trabalhadores dentro e fora do trabalho. Outras normas sugiram dentro dos países com o objetivo de garantir que as normas ambientais e as de respeito à saúde e segurança dos trabalhadores sejam respeitadas.

12 11 De acordo com Carvalho (2005) atualmente, muita empresas não estão utilizando somente o gerenciamento pela qualidade baseado na nas normas ISO 9000, baseiam-se também no gerenciamento ambiental, norma ISO e no gerenciamento da saúde ocupacional e segurança no trabalho, especificação OHSAS 18001, de forma integrada. É assim que surge o SGI, Sistema de Gestão integrada. Assim de acordo com as NBR ISO 9001:2007, NBR ISO 14001:2008 E NBR OHSAS 18001:2008, espera-se que o Sistema de Gestão Integrada (SGI), proporcione: Manual do Sistema Gestão Integrado (MGI); Política do SGI; Auditorias internas e externas do SGI; Documentação otimizada para o SGI; Definição de diretrizes e objetivos do SGI. Seguindo o solicitado pelas normas, ao implementar a gestão integrada, a organização tem os seguintes objetivos: Aumentar a satisfação das partes interessadas; Aumentar a capacidade de fornecer produtos que atendam aos requisitos dos clientes; Eliminar e reduzir riscos à saúde e segurança; Eliminar ou reduzir impactos ambientais. Neste contexto, o presente trabalho tem por objetivo verificar as normas e especificações de referência quanto à implantação de Sistemas de Gestão da Qualidade baseado na NBR ISO 9001:2007, Gestão Ambiental e de Saúde e Segurança do Trabalho, baseados na NBR ISO 14001:2004 e NBR OHSAS 18001:2008, respectivamente. A partir dessa análise, será caracterizada a implementação de Sistema de Gestão Integrada (SGI), de Gestão da Qualidade (SGQ) de Meio Ambiente (SGA) Saúde e Segurança do Trabalho (SGSST) voltado para atender empresas que se preocupam com a qualidade contínua assegurada.

13 12 2 SISTEMA DE GESTÃO 2.1 CONCEITUAÇÕES DE SISTEMA DE GESTÃO Cardella (1999) define gestão como o ato de coordenar esforços pessoais visando atingir os objetivos da organização. Uma gestão eficiente e eficaz deve ser feita de maneira que os objetivos e necessidades das pessoas reflitam nos objetivos da organização a que estão ligados. O sistema de gestão organizacional é um conjunto de elementos inter-relacionados, interatuantes e interdependentes, utilizados no planejamento, operação e controle das atividades, visando atingir os objetivos da empresa. Viterbo, (1998) conceitua Sistema Gestão como sendo um trabalho que visa aumentar continuamente a confiança do cliente sob os produtos ou serviços oferecidos, o sucesso no mercado através da melhoria continua dos resultados operacionais, a satisfação dos funcionários com a organização e a contribuição sócio-ambiental. Como elementos de um Sistema de Gestão, Cardella (1999) cita: 1. Princípio: base sobre a qual o Sistema de Gestão é construído; 2. Objetivo: Estado futuro que se pretende atingir; 3. Estratégia: Caminho para se atingir os objetivos; 4. Política: Regra, ou conjunto de regras comportamentais; 5. Diretrizes: Orientação que pode restringir os caminhos possíveis ou dar indicações de caráter geral, além de servir para explicar a política; 6. Sistema Organizacional: Sistema no qual as relações entre as pessoas predominam sobre as relações entre equipamentos; 7. Sistema operacional: Sistema pelo qual as relações entre equipamentos predominam sobre as relações entre as pessoas, ou sistemas que, apesar de apresentarem intensa rede de relações pessoais caracterizam-se por praticas mecânicas e repetitivas; 8. Programas: Conjunto de ações desenvolvidas em um só campo de ação, que promove a evolução da organização rumo aos objetivos. É constituídos por objetivos específicos, diretrizes, estratégias, metas, projeto, atividades e plano de ação. 9. Atividade: Conjunto de ações de caráter repetitivo, utilizadas para se atingir as metas e os objetivos; 10. Método: Caminho geral para a resolução de problemas; 11. Norma: Conjunto de regras de caráter obrigatório que disciplinam uma atividade; 12. Procedimento: Descrição detalhada de um processo. Pode ser organizacional ou operacional;

14 13 Uma organização pode adotar diferentes tipos de Sistema de Gestão. Nesse trabalho serão abordados o Sistema de Gestão da Qualidade, Gestão Ambiental e Gestão de segurança e Saúde do Trabalho. É importante a adoção de um método de análise e solução de problemas, para estabelecer um controle de cada ação. Há diversos métodos sendo utilizados atualmente. O Ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Action), como mostra a Figura 1 também conhecido como Ciclo de Shewhart, Ciclo da Qualidade ou Ciclo de Deming, é uma metodologia que tem como função básica o auxílio no diagnóstico, análise de problemas organizacionais, sendo extremamente útil para a solução de problemas. (QUINQUIOLO, 2002). O método tem como objetivo exercer o controle dos processos, podendo ser usado de forma contínua para seu gerenciamento em uma organização. Sua utilização está ligada ao entendimento do conceito de processo, sendo importante que todos os envolvidos em sua aplicação entendam a visão do processo como a identificação clara dos insumos, dos clientes e das saídas que estes adquirem, além dos relacionamentos internos que existem na organização (TACHIZAWA, SACAICO, 1997). Figura - 1 Esquema geral do ciclo PDCA (Plan, Do, Chech, Action), Fonte: DEMING (1990) Onde: Plan (Planejar): Estabelecer os objetivos e metas, processos e recursos necessários para a realização das atividades. Do (Fazer): Implementação e realização das atividades. Check (Checar): Monitoramento e medições das atividades realizadas.

15 14 Act (Agir): Tomada de decisões (ações), quando necessário. As empresas americanas utilizam esse método a mais de 20 anos. Toda vez que as empresas completam esse ciclo, mais elas se destacam-se positivamente de seus concorrentes. Esta constante preocupação com a melhoria continua, representa pequenas reduções de custo. Talvez na cultura industrial Brasileira, um número como 0,2% de redução a cada volta no ciclo seja insignificante, porém, para quem pensa em longo prazo, 0,2% de redução, durante 20 anos pode totalizar até 48% de redução de custos. (MOEN e CLIFFORD. 2009) SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE A preocupação com a qualidade, no sentido mais amplo da palavra, começou com Walter. A. Shewhart (citado no iten 2.1), estatístico norte-americano que, já na década de 20, tinha um grande questionamento com relação a qualidade e com a variabilidade encontrada na produção de bens e serviços. Carvalho & Paladin (2005), relatam que Shewhart propôs o Ciclo PDCA método essencial da gestão da qualidade, que mais tarde foi melhorado e difundido. Segundo Carpinetti (2010) após a derrota na segunda guerra mundial o Japão, necessitava reerguer suas indústrias de bens e consumo, e através dos fundamentos de Deming, especialista em técnicas estatísticas para controle de qualidade, tornou-se uma potencia em qualidade. Em 1951 foi instituído o premio Deming de controle da qualidade. De acordo com Alcoforado (2009), Deming estabeleceu 14 princípios para a melhoria da qualidade, que retratam sua filosofia, baseada, principalmente, na utilização de métodos estatísticos de controle para a redução das incertezas e variações e na utilização de uma abordagem sistemática. Os 14 princípios estabelecidos por Deming são: 1. Criou uma constância de propósitos; 2. Adotar uma nova filosofia; 3. Cessar a dependência de inspeção; 4. Minimizar o custo total selecionando um único fornecedor e não se basear apenas no preço para realizar negócios; 5. Melhorar constante e continuamente o sistema de produção e serviço; 6. Instituir o treinamento no trabalho;

16 15 7. Adotar e instituir a liderança; 8. Eliminar os receios; 9. Romper as barreiras interdepartamentais; 10. Eliminar slogans e exortações aos empregados; 11. Eliminar cotas ou departamentos de trabalho; 12. Romper as barreiras à satisfação do trabalhador em executar as atividades; 13. Instituir programas de educação e de auto aperfeiçoamento; 14. Colocar todos para trabalhar acompanhando a transformação; Carpinetti (2010) afirma que assim como Deming, o pesquisador Ruran fez parte das mudanças em termos de qualidade, sendo o criador do manual de controle da qualidade onde argumentava em 1950, que para adequação do produto ao uso, todos os processos, relacionados ao ciclo produtivo, devem ser direcionados para o atendimento das expectativas do cliente. Armand Feigenbaum, através de seus trabalhos publicados nos anos 50, principalmente o livro Total Quality Control, propôs o Controle Total da Qualidade, ou seja, uma abordagem sistêmica ou total da qualidade que envolve a analise de todas as etapas do processo de produção (CERQUEIRA 2010). Com as contribuições de Juan e Feigenbaum de acordo com Carpinetti (2010), o sistema de qualidade passou a incluir o desenvolvimento de novos produtos, a seleção de novos fornecedores, o atendimento aos clientes e controle da produção. Além disso, os dois autores argumentaram sobre a necessidade da função da engenharia de controle da qualidade, relacionada com o planejamento da qualidade em alto nível, a coordenação das atividades de outros departamentos, o estabelecimento de padrões de qualidade e determinação de medidas de qualidade.o mesmo afirma ainda que a evolução do controle de qualidade no Ocidente, a partir das idéias vindas de pesquisadores como Deming, Juran e Feigenbaum, ocorreu principalmente pela perda, a partir da década de 70, de mercado e competitividade das empresas mediante aos concorrentes japoneses, com produtos de qualidade e confiabilidade superiores. Tal fato impulsionou uma nova cultura organizacional e uma nova forma de gerenciamento no mundo ocidental. A Gestão da Qualidade é vista hoje como um fator estratégico para a melhoria de competitividade e produtividade, com objetivo de conquistar mercado e obter

17 16 eficiência no negocio, através da redução de desperdícios e custos da não qualidade das operações de produção. A sociedade tem experimentado inúmeras transformações, revolucionando diversas áreas tais como: sociais, econômicas, políticas e culturais. O impacto é percebido na medida em que gera um processo continuo de mudanças comportamentais nos seres humanos e, consequentemente, na dinâmica organizacional. Dessa forma, as empresas necessitam desenvolver e adaptar-se aos procedimentos adequados a esse fato e que possibilitem o envolvimento e comprometimento de seus membros, gerando um ambiente que alcance os objetivos organizacionais esperados (BROCKA e BROCKA, 1994). É só por meio de um processo auto-sustentável que se pode, efetivamente, oferecer às diferentes camadas da sociedade brasileira a melhoria das condições de vida, ansiadas por todos, respeitando-se os valores éticos e morais que pautam as organizações deste país. A educação ou reeducação é o principio gerador do processo de gestão pela qualidade e deve também agir como facilitador da implantação desse processo, para a melhoria eficiente, efetiva e eficaz de seus próprios objetivos (LONGO, 1996) Gestão da Qualidade Total Gestão da Qualidade Total (GQT) ou "Total Quality Control" (TQC) de acordo com Guazzi (2004) compreende um modelo gerencial aperfeiçoado no Japão que inclui toda a organização - desde a mais baixa até a mais alta administração - para manter sob controle e melhorar continuamente o desempenho de todos os processos de trabalho, a fim de satisfazer e exceder as necessidades e expectativas dos clientes internos e externos. De acordo com Reis, (1998) a partir da década de 80, e no Brasil principalmente a partir da década 90, a GQT foi amplamente implementada em empresas de vários segmentos industriais e de serviços. O índice de refugo em empresas manufaturadas na maior parte do mundo chegava a ser cem vezes superior que a dos Estados Unidos e mil vezes superior a que a do Japão. Com a abertura da economia na década de 90, qualidade e custos, passaram a ser critérios competitivos, obrigando as empresas a mudarem a metodologia de trabalho, passando a adotarem programas de qualidade total. Uma das razões para a grande difusão de programas da qualidade total, possivelmente, esta relacionada a programas governamentais, como o Programa

18 17 Brasileiro de Qualidade e Produtividade e o Premio Nacional da Qualidade. A exigência de certificados da qualidade ISSO 9001 por varias cadeias produtivas também ajudou a reforçar essa tendência (CARPINETTI, 2010). Segundo Logo, (1996) o termo qualidade total tem inserido em seu conceito seis atributos ou dimensões básicas que lhe conferem características de totalidade. Essas seis dimensões são: qualidade intrínseca; custo, atendimento, moral, segurança e ética. O autor afirma ainda que o foco no cliente tem primazia absoluta em todas as organizações. A sexta dimensão do conceito de qualidade total, a ética, é representada pelos códigos ou regras de conduta e valores que têm que permear todas as pessoas e todos os processos de todas as organizações que pretendem sobreviver no mundo competitivo de hoje NBR_ISO_9001_2000 Sistemas de Gestão da Qualidade A ISO (International Organization for Standardization) é a organização com a mais vasta representatividade na emissão de normas internacionais de âmbito global, alcançando hoje 148 países. Foi criada oficialmente no dia 23 de fevereiro de 1947 com o objetivo de facilitar a coordenação internacional e a unificação de padrões técnicos, porém atualmente está ligada também à normalização de padrões de gestão, com alta repercussão econômica e social, tendo impacto não somente no setor de produção de bens tangíveis, mas também na área de serviços, contribuindo para a sociedade como um todo, principalmente nos aspectos de segurança e atendimento às exigências legais (NBR ISO 9001, 2008) A NBR ISO 9001 é a versão brasileira da norma internacional ISO 9001 que estabelece requisitos para o Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) de uma organização, não significando, necessariamente, conformidade de produto às suas respectivas especificações. O objetivo da NBR ISO 9001 é lhe prover confiança de que ao fornecedor poderá fornecer, de forma consistente e repetitiva, os bens e serviços. A Norma, de acordo com ISO 9001 (2008), promove uma abordagem de processo para o desenvolvimento, implementação e melhoria da eficácia de um sistema de gestão da qualidade para aumentar a satisfação do cliente atendendo às suas necessidades. A base dessa abordagem está representada na Figura 2.

19 18 Figura - 2 Elementos de um Sistema de Gestão da Qualidade Fonte: ABNT / ISO (2008) A Norma de Gestão da Qualidade foi alinhada com a NBR ISO 14001:1996 para aumentar a compatibilidade das duas normas em benefício da comunidade de usuários. Esta norma não inclui requisitos específicos para outros sistemas de gestão, como: gestão ambiental, gestão de segurança e saúde ocupacional. É possível haver uma adaptação entre um Sistema de Gestão desta Norma e outro sistema de qualidade, desde que sejam cumpridos os requisitos desta Norma (NBR ISO 9001, 2008). O sistema de gestão de qualidade segundo os requisitos da NBR ISO 9001 (2008) de uma organização visa: - Capacidade de fornecer produtos que atendem as exigências do cliente. - Efetiva aplicação do sistema com melhorias contínuas. A norma ainda sugere que a organização deve: - Identificar processos necessários. - Determinar métodos para controle deste. - Monitorar, medir e analisar esses processos. - Implementar ações para atingir os objetivos e melhoria contínua. 2.3 GESTÃO AMBIENTAL

20 19 Gestão Ambiental é a forma pela qual a empresas se mobiliza, interna e externamente, na conquista da qualidade ambiental desejada. Sistema de Gestão da Qualidade reduzem os impactos negativos de sua atuação sobre o meio ambiente e melhoram o gerenciamento de riscos. Poucas empresas podem resistir a multas e ações penais cada vez mais comuns e mais pesadas em caso de acidentes ambientais, além dos danos a imagem da empresa frente a consumidores cada vez mais sensíveis e exigentes. Daí a importância propiciada pelos SGAs. (Almeida, 2002, p.107) A Gestão Ambiental foi influenciada e promovida no Brasil, por quatro eventos internacionais relevantes a respeito das questões ambientais no mundo (Magrini 2001): o A promulgação da Política Ambiental Americana (NEPA), em 1969: de caráter corretivo, buscava essencialmente o controle da poluição gerada; A Conferência das Nações Unidas em Estocolmo, em 1972: período considerado conturbado e repleto de conflitos entre o Poder Público, (inclusive dentro dele mesmo) e a iniciativa privada. Nesta Conferência, a delegação brasileira demonstrou certa indiferença quanto aos assuntos relacionados à proteção do meio ambiente, priorizando o interesse por questões econômicas. Tal fato confirma que a abordagem ambiental no Brasil é bastante recente; A publicação do relatório Nosso Futuro Comum, em 1987: documento que deu origem ao conceito de desenvolvimento sustentável e buscou a conciliação entre as partes conflitantes. A Conferência das Nações Unidas no Rio de Janeiro, em 1992: a ECO-92, como foi chamada, teve um papel fundamental no redirecionamento da política ambiental mundial, notadamente pela iniciativa privada, através do desenvolvimento das normas da série ISO 14000: Sistema de Gestão Ambiental. Para Ashley (2005) a responsabilidade social no Brasil ainda é muito recente. Tendo inicio na década de 70 (século XX) com a Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas (ADCE - Brasil), as primeiras discussões a respeito, tiveram por objetivo de promover o debate sobre o balanço social. Para a organização, o comprometimento social das empresas deve ser encarado com responsabilidade, passando a fazer parte das estratégias e diretrizes traçadas pela mesma. Nesta perspectiva, a responsabilidade social é uma pratica que busca a reeducação das organizações mudando suas atitudes para com o seu publico e sociedade.

21 20 Segundo Tachizawa e Sacaico (2004), a partir dos anos 90 (século XX), a posição dos gestores das organizações incluída na nova hera da cultura ambiental passou, com sua criatividade, a apresentar soluções para alcançar o desenvolvimento sustentável, e aliado a isso, aumentar a lucratividade dos negócios. Dessa maneira, para Almeida (2002), a responsabilidade social corporativa, é o contínuo comprometimento dos gestores de adotar um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento econômico, aliado a isso, melhorando a qualidade de vida de seus trabalhadores e familiares, da comunidade local e da sociedade como um todo Aspectos e Impactos Ambientais Consultando a NBR ISO requisitos verifica-se que identificação dos aspectos ambientais é um processo contínuo e que deve considerar, não somente, as condições normais de operação de uma organização, mas também os aspectos que ocorrem em situações anormais, e até condições de emergência, passíveis de impactos significativos. Neste sentido, Carvalho (2005) coloca três propostas para estas condições: Condições Normais: são aquelas especificadas para que as operações se dêem dentro das condições esperadas de produtividade, qualidade e inclusive durante paradas e partidas programadas de unidades; Condições Anormais: são aquelas de falha incompleta e/ou de baixa, de alta produção, ou de paradas e partidas não programadas, onde consumos, perdas ou poluição, novos ou com níveis além dos aceitáveis, existam ou possam existir; Condições de Emergência: é uma condição potencial em que um acidente ambiental virtualmente ocorre ou tem chance razoável de ocorrer. vista as circunstâncias teve-se por objetivo identificar os aspectos significativos ligados às atividades, produtos ou serviços, não exigindo, porém, uma avaliação detalhada do ciclo de vida. Para poder alcançar os aspectos ambientais significativos da organização é necessário, por um lado, proporcionar uma visão de conjunto sistemática sobre os fluxos de energia e material ligados às atividades

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