PNQC PR CS 012 Qualificação e certificação de inspetores de mecânica Requisitos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PNQC PR CS 012 Qualificação e certificação de inspetores de mecânica Requisitos"

Transcrição

1 PNQC PR CS 012 Qualificação e certificação de inspetores de mecânica Requisitos ELABORADO POR CTS de Inspeção Mecânica VERIFICADO POR Bureau do PNQC APROVADO POR EMISSÃO REV. DATA CNQC 19/05/ /05/06 Folha 1/11

2 Sumário 1 Objetivo 2 Referências normativas 3 Definições e abreviaturas 4 Descrição da ocupação 5 Qualificação 6 Certificação 7 Apelação 1 Objetivo Esta norma estabelece os requisitos e a sistemática para a qualificação e certificação de inspetores de mecânica, que atuam na área de manutenção, definindo as suas atribuições e atividades. 2 Referências normativas As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem relacionadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. NR 10 - Segurança em instalações e serviços em eletricidade, Portaria nº 598:2004 NR 13 Caldeiras e vasos de pressão, Portaria nº 16:2001 NBR ISO 9001: 2000 Sistemas de gestão da qualidade Requisitos NBR ISO 14001:1996 Sistema de gestão ambiental Especificação e diretrizes para uso 3 Definições e abreviaturas 3.1 Definições apelação: Recurso formal apresentado pelo profissional, para reconsideração de decisões, resultados ou eventos relacionados aos processos de qualificação e certificação avaliação: Exame sistemático para determinar o quanto um profissional é capaz de atender a requisitos especificados. 2/12

3 3.1.3 Bureau: É o órgão executivo do PNQC, sendo subordinado tecnicamente ao CNQC e administrativamente à Abraman. Têm o propósito de avaliar e certificar a qualificação dos profissionais ligados à área de manutenção industrial segundo procedimentos escritos e com resultados documentados cancelamento da certificação: Perda definitiva da certificação vigente candidato à certificação (candidato): Profissional que atende aos pré-requisitos estabelecidos nesta Norma, para submeter-se aos exames de qualificação, e que postula a certificação capacidade: Aptidão de um profissional para desempenhar determinadas atividades designadas e obter resultados que atendam ao especificado em uma norma requisitos da ocupação capacitação física e mental: Requisitos físicos e mentais, mínimos necessários, que um profissional deve possuir para o desempenho das atividades de uma ocupação capacitação profissional: Conjunto de conhecimentos e habilidades obtidas através de formação, treinamento e/ou experiência, que tornam um profissional apto a exercer uma ocupação carteira/certificado: Documentos emitidos, pelo Bureau do PNQC, com base em uma norma de requisitos da ocupação, reconhecendo a qualificação de um profissional certificação: Processo de reconhecimento, pelo Bureau do PNQC, da qualificação de um profissional, através da emissão de uma carteira e um certificado entrevista técnico pedagógica: Processo realizado por um pedagogo durante o qual o profissional toma conhecimento dos resultados dos seus exames de qualificação e também dos seus pontos fortes e de melhoria, recebendo um plano de desenvolvimento profissional especialidade: Conjunto de conhecimentos e habilidades profissionais que permitem o exercício de uma atividade prevista nesta Norma exame de qualificação: Exame que avalia o conhecimento e as habilidades do profissional exame escrito: Exame de qualificação, envolvendo atividades escritas referentes à ocupação em consideração, abrangendo os conhecimentos requeridos na norma de requisitos ocupacional, durante o qual o candidato deve demonstrar os seus conhecimentos exame prático: Exame de qualificação, envolvendo atividades práticas referentes à ocupação em consideração, abrangendo os conhecimentos requeridos na norma de requisitos ocupacional, durante o qual o candidato deve demonstrar os seus conhecimentos e habilidades ocupação: Conjunto de funções ou tarefas e operações destinadas à obtenção de produtos e/ou serviços qualificação: Processo que avalia a capacitação profissional, física e mental, de um profissional, em conformidade com o estabelecido em uma norma de requisitos da ocupação qualificado: Status dado a um profissional que tenha demonstrado capacidade mínima para atender ao estabelecido em uma norma de requisitos da ocupação. 3/12

4 recertificação: Renovação da validade de uma certificação. PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E suspensão da certificação: Perda temporária da certificação vigente. 3.2 Abreviaturas CEQUAL: Centro de Exames de Qualificação e Certificação de Pessoal da Área de Manutenção CNQC: Conselho Nacional de Qualificação e Certificação EPC: Equipamento de proteção coletiva EPI: Equipamento de proteção individual INMETRO: Instituto Nacional de Normalização, Metrologia e Qualidade Industrial PNQC: Programa Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal na Área de Manutenção SI: Sistema Internacional de Unidade 4 Descrição da ocupação 4.1 Atribuições e atividades a) Efetuar a inspeção dos itens de acordo com o estabelecido no plano de inspeção. b) Registrar no sistema informatizado (ou outra forma de controle) os resultados das inspeções efetuadas, incluindo relatos das anomalias detectadas. c) Inserir no sistema informatizado de manutenção, dados com os fatos relevantes ocorridos nos equipamentos (paradas programadas, acidentes operacionais, situações de alerta ou outras anomalias) para gerar o histórico dos equipamentos. d) Pré-analisar os dados coletados referentes à sua área, verificar as tendências e encaminhar as providências necessárias, visando à estabilidade dos equipamentos. e) Alimentar as carteiras de serviços a serem executados, através das solicitações de serviços decorrentes das inspeções: - auxiliar nas definições das prioridades de acordo os padrões de produção, segurança e meio ambiente; - auxiliar na quantificação dos recursos necessários, tais como: mão-de-obra, materiais, ferramentas e equipamentos; - auxiliar na indicação dos procedimentos aplicáveis ou detalhar os serviços. f. Participar da elaboração e revisões periódicas dos planos e procedimentos de inspeção e de serviços. g. Avaliar e aprovar os serviços executados, sob sua responsabilidade, com base nos padrões existentes. 4/12

5 h. Conhecer e aplicar as técnicas de manutenção corretiva, preventiva e preditiva em sua área de atuação. i. Verificar diariamente os registros de ocorrências de turno e os relatórios operacionais para tomar as providências necessárias. j. Conhecer as condições operacionais básicas e de processos de modo a participar nas tomadas de decisão e na elaboração dos diagnósticos de anomalia. k. Verificar qualquer modificação e/ou desvio no projeto e solicitar a sua revisão. l. Manter atualizados e organizados os documentos de inspeção dos equipamentos de sua área de atuação. m. Executar suas atividades obedecendo aos procedimentos de segurança, qualidade e proteção ao meio ambiente. n. Verificar os materiais estratégicos (de sua área de atuação) em estoque, assim como, as compras e/ou fabricação e levantar as necessidades. o. Detectar e diagnosticar condições anormais de funcionamento de máquinas e equipamentos e emitir relatórios. 4.2 Conhecimentos tecnológicos O inspetor de mecânica deve dominar os seguintes conhecimentos tecnológicos: Segurança Industrial e Higiene do Trabalho a. Utilização de EPI e EPC; b. Análise preliminar de risco; c. Impedimento e etiquetagem de equipamentos; d. Noções de movimentação de carga; e. Noções de primeiros socorros; f. Noções de prevenção e combate a incêndio; g. Organização, arrumação e limpeza; h. Inspeção de pré uso de instrumentos, materiais e ferramentas; i. Noções da NR-10; j. Noções da NR Conceitos Básicos de Gestão Ambiental e Qualidade a. Noções da norma NBR ISO 14001; b. Identificação de aspectos e impactos ambientais; c. Ações de controle para aspecto e impactos ambientais; d. Comunicação com as partes interessadas; e. Preparação e atendimento a emergências. f. Noções da norma NBR ISO 9001; g. Indicadores de desempenho; h. Ferramentas da qualidade; i. Gerenciamento para resultados; j. Padronização. 5/12

6 4.2.3 Probabilidade e Estatística Aplicada a. Distribuição de freqüência; b. Medidas de tendência central (média, mediana e moda); c. Medidas de dispersão (distribuição normal, amplitude, variância e desvio padrão); d. Noções de probabilidade; e. População e amostragem; f. Inferência (correlação e regressão) Metrologia Básica, Grandezas Mecânicas e Variáveis de Processo. a. Conceitos de metrologia; b. Sistema internacional de unidades; c. Nomenclatura e simbologia; d. Fundamentos e métodos de medição; e. Conceitos de confiabilidade metrológica (exatidão, repetibilidade, reprodutividade, estabilidade e linearidade); f. Controle de instrumentos de inspeção, medição e ensaios; g. Hierarquia de padrões de medição; h. Sistema de medição e rastreabilidade; i. Incerteza de medição; j. Análise de dados de medição; k. Variabilidade do processo; l. Ajuste e tolerância. m. Vibração; n. Potência e força; o. Freqüência e rotação; p. Temperatura; q. Vazão; r. Pressão; s. Velocidade; t. Massa; u. Comprimento; v. Volume; w. Área Instrumentos, Equipamentos de Medição/Testes, Ferramentas e Técnicas de Medição a. Paquímetro; b. Micrômetro; c. Durômetro; d. Canivete de folgas; e. Relógio comparador; f. Goniômetro; g. Réguas e esquadros; h. Pirômetro; i. Torquímetros; j. Cabos e acessórios; k. Analisadores de gases; l. Analisadores de vibração; m. Termovisores; n. Alinhamento e balanceamento. 6/12

7 4.2.6 Conhecimento de Elementos de Máquinas, Hidráulica e Pneumática a. Uniões parafusadas; b. Engrenagens; c. Polias e freios; d. Transportadores; e. Redutores; f. Eixos e árvores; g. Rolamentos; h. Juntas e vedações em geral; i. Bombas; j. Acumuladores; k. Válvulas; l. Compressores; m. Turbinas; n. Motores; o. Acionadores; p. Trocadores de calor Conhecimento de Tecnologia dos Materiais a. Ensaios destrutivos; b. Ensaios não destrutivos; c. Corrosão; d. Pintura; e. Solda Estruturas e Tubulações a. Estruturas Metálicas; b. Conexões; c. Tubulações; d. Válvulas; e. Identificação do fluído Desenho Técnico e Informática a. Leitura e interpretação; b. Vistas; c. Tolerâncias; d. Normas; e. Simbologia. f. Conhecimento de micro informática ao nível de usuário (editor de texto, planilha eletrônica e apresentação) Conhecimento de Resistência dos Materiais a. Tração e compressão; b. Flexão e torção; c. Cisalhamento; d. Flambagem; e. Equilíbrio de forças; f. Propriedade mecânica dos materiais. 7/12

8 Conceitos de Lubrificação a. Lubrificantes; b. Métodos de lubrificação. 4.3 Escolaridade A escolaridade mínima exigida para o inspetor de mecânica corresponde ao ensino médio completo. 4.4 Experiência profissional A experiência mínima exigida para o inspetor de mecânica, deve ser conforme a tabela 1. Tabela 1 Experiência mínima para candidatos à inspetor de mecânica Escolaridade Experiência Mínima Exigida na Função de Inspetor Mecânico Experiência Mínima Exigida na Função de Manutenção Mecânica Curso Técnico 1 ano - Ensino Médio Completo Ensino Médio Completo 3 anos - 1 ano Mais de 4 anos 4.5 Capacitação física e mental Os requisitos mínimos físicos e mentais necessários para o desempenho da função de inspetores de mecânica, são definidos por médico do trabalho, conforme legislação em vigor. 5 Qualificação 5.1 Processo A Figura 1 apresenta o fluxograma do processo de qualificação. Este processo inclui a préqualificação, a inscrição os exames de qualificação e a entrevista técnico-pedagógica. Figura 1 Processo de Qualificação 8/12

9 5.2 Pré-qualificação O candidato deve atender aos requisitos estabelecidos a seguir para que possa se inscrever e realizar os exames de qualificação e a entrevista técnico-pedagógica Escolaridade O candidato deve comprovar, mediante documentos reconhecidos oficialmente, que possui no mínimo a escolaridade definida em Experiência profissional O candidato deve comprovar, através de registro na carteira de trabalho e previdência social ou declaração da empresa a qual atuou, que possui a experiência profissional definida em Capacitação física e mental O candidato deve comprovar, mediante documento reconhecido oficialmente pela legislação do trabalho, que possui capacitação física e mental conforme definido em Inscrição O candidato deve entregar ao CEQUAL cópias dos documentos necessários para a sua préqualificação, assim como outros exigidos pelo PNQC. 5.4 Exames de qualificação Elaboração Os exames escritos devem ser elaborados com base em todos os conhecimentos tecnológicos estabelecidos em 4.2. Os exames práticos devem ser elaborados com base nas atribuições/atividades estabelecidas em 4.1 e também nos conhecimentos tecnológicos estabelecidos em Critérios para qualificação O candidato é considerado qualificado no exame escrito quando obtiver aproveitamento igual ou superior a 50% por item de conhecimento da estrutura do exame, e média aritmética igual ou superior a 70% dos itens de conhecimento de todo o exame escrito. O candidato é considerado qualificado no exame prático, quando obtiver aproveitamento igual ou superior a 50% por questão a ser executada e média aritmética igual ou superior a 70% em todo o exame prático. 5.5 Entrevista técnico-pedagógica Todo candidato, após a realização dos exames escrito e prático, passa por uma entrevista técnico-pedagógica, realizada por um pedagogo, quando toma conhecimento dos resultados dos seus exames de qualificação e também dos seus pontos fortes e de melhoria. O candidato deve receber, ao final desta entrevista, um plano de desenvolvimento profissional. 9/12

10 5.6 Reexame O candidato que não atender aos critérios para a sua qualificação, conforme 5.4.2, deverá aguardar o prazo mínimo de 30 dias, contados a partir da divulgação dos resultados/entrevista técnico-pedagógica, para realizar outro exame escrito e/ou prático. Todo candidato poderá fazer até 2 (dois) reexames escrito e/ou prático, desde que não ultrapasse o prazo máximo previsto em 5.7. Neste caso, não haverá a necessidade de refazer aquele exame em que obteve aproveitamento satisfatório. Os exames devem ser elaborados conforme Prazo para qualificação O prazo total de permanência do candidato no processo de qualificação é de 180 dias, contados a partir da primeira divulgação de resultado/entrevista pedagógica. Caso o candidato não seja qualificado durante este período, somente poderá retornar 180 dias após o término do seu primeiro processo de qualificação, devendo realizar novamente todo o processo de qualificação previsto em 5.1, para obter a certificação. 6 Certificação 6.1 Reconhecimento Baseado nos resultados obtidos nos exames de qualificação, o Bureau do PNQC expedirá uma carteira de identificação e um certificado com a indicação da ocupação de modo a formalizar a capacitação do profissional. O Bureau do PNQC deverá tornar pública a relação dos inspetores de mecânica certificados e a validade das mesmas. 6.2 Validade da certificação A certificação do inspetor de mecânica tem prazo de validade de 48 meses, a contar da data em que realiza a entrevista técnico-pedagógica, na qual recebe o resultado que o habilita a certificação. Em caso de recertificação, esta só ocorrerá se o candidato comprovar atuação na ocupação, durante 30 meses, consecutivos ou não, ao longo do prazo de validade da certificação. 6.3 Suspensão da certificação A suspensão da certificação deve ocorrer quando houver perda temporária da capacidade física ou mental do Inspetor de Mecânica, conforme atestado por médico do trabalho, para exercer as atividades estabelecidas em 4.1. O Bureau do PNQC deve comunicar formalmente ao inspetor de mecânica, a suspensão da sua certificação. O inspetor de mecânica, que tiver a sua certificação suspensa, deverá apresentar ao Bureau do PNQC, evidências que assegurem que os motivos que culminaram com a sua suspensão não existem mais. Neste caso, não existe a necessidade de se realizar novamente todo o processo de qualificação, desde que seja observada a validade prevista em /12

11 Em caso de suspensão da certificação, o Bureau do PNQC deverá emitir uma nova carteira, considerando a extensão da validade da certificação por igual período da suspensão. 6.4 Recertificação O inspetor de mecânica, pode renovar a sua certificação. Para tanto deve comparecer ao CEQUAL, onde obteve a sua certificação, num prazo máximo de 60 dias após o vencimento da certificação e apresentar a seguinte documentação: - registro na carteira de trabalho e previdência social ou declaração da empresa na qual o mesmo atuou comprovando o exercício da ocupação, durante no mínimo 30 meses, consecutivos ou não, no período de validade considerado em 6.2; - documento reconhecido pela legislação do trabalho, comprovando que o mesmo possui capacitação física e mental conforme definido em 4.5; - outros documentos solicitados pelo Bureau do PNQC. O inspetor de mecânica que não comparecer ao CEQUAL, onde obteve a sua certificação, num prazo máximo de 60 dias após o vencimento da validade da certificação e apresentar a documentação exigida, terá cancelada a sua certificação, sendo então necessário realizar todo processo de qualificação, previsto em 5.1, para obtê-la novamente. 6.5 Cancelamento da certificação O cancelamento da certificação deve ocorrer nos seguintes casos: - quando houver evidências objetivas apresentadas ao Bureau do PNQC e por este analisada e aceita que indiquem a prática de fraude, pelo Inspetor de Mecânica, durante o processo de qualificação; - perda definitiva da capacidade física e mental do inspetor de mecânica, conforme atestado por médico do trabalho, para exercer as atividades estabelecidas em 4.1; - quando houver evidências objetivas apresentadas ao Bureau do PNQC e por este analisada e aceita, que indiquem não mais estar o inspetor de mecânica qualificado para exercer as atividades em 4.1; - não atendimento do prazo previsto em 6.4, para a recertificação. Cabe ao Bureau do PNQC a análise das solicitações, das evidências objetivas e a apuração dos fatos. O Bureau do PNQC deve comunicar formalmente ao inspetor de mecânica, o cancelamento da sua certificação. O inspetor de mecânica, que tiver a sua certificação cancelada, deverá realizar novamente todo o processo de qualificação, previsto em 5.1, para obter uma nova certificação. 11/12

12 7 Apelação 7.1 Geral Todo candidato que participa do processo de qualificação e/ou inspetor de mecânica têm direito à apelação junto ao Bureau do PNQC. As apelações podem derivar, dentre outras, de: - questionamento do resultado dos exames de qualificação; - suspensão da certificação; - cancelamento da certificação. 7.2 Procedimento As apelações devem ser formalmente encaminhadas, pelo candidato e/ou inspetor de mecânica, via CEQUAL, ao Bureau do PNQC, para análise e resposta. As apelações devem ser respondidas formalmente, pelo Bureau do PNQC, ao candidato e/ou inspetor de mecânica, em até 30 dias corridos do seu recebimento. Caso o mesmo não se satisfaça com as decisões tomadas pelo Bureau do PNQC, a apelação pode ser formalizada junto ao CNQC. 12/12

PNQC-PR-CS-010 Qualificação e certificação de inspetores de eletricidade - Requisitos

PNQC-PR-CS-010 Qualificação e certificação de inspetores de eletricidade - Requisitos PNQC-PR-CS-010 Qualificação e certificação de inspetores de eletricidade - Requisitos 1 Sumário 1 Objetivo 2 Referências normativas 3 Definições e abreviaturas 4 Descrição da ocupação 5 Qualificação 6

Leia mais

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO LABORATORISTAS ENSAIOS MECÂNICOS EM MATERIAIS METÁLICOS N. º DOCUMENTO: PNCO-LA-CS-001

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO LABORATORISTAS ENSAIOS MECÂNICOS EM MATERIAIS METÁLICOS N. º DOCUMENTO: PNCO-LA-CS-001 NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO LABORATORISTAS ENSAIOS MECÂNICOS EM MATERIAIS METÁLICOS N. º DOCUMENTO: PNCO-LA-CS-001 1 DE 14 1. ESCOPO 3 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 3 3. ABREVIATURAS

Leia mais

N. º DOCUMENTO: PNCO-PR-CS-002

N. º DOCUMENTO: PNCO-PR-CS-002 NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO OPERADORES DE PONTE ROLANTE E TICO N. º DOCUMENTO: PNCO-PR-CS-002 1 1. OBJETIVO... 3 2. APLICAÇÃO... 3 3. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES... 3

Leia mais

Norma de requisitos para a qualificação e certificação de eletricista de manutenção PNQC-NR-P4.10-04

Norma de requisitos para a qualificação e certificação de eletricista de manutenção PNQC-NR-P4.10-04 1 Escopo Esta Norma estabelece os requisitos e a sistemática para a qualificação certificação de eletricistas de manutenção e define as atribuições e atividades para o profissional descrito. 2 Referências

Leia mais

Norma de requisitos para a qualificação e certificação de caldeireiro de montador PNQC-NR-P4.10-09

Norma de requisitos para a qualificação e certificação de caldeireiro de montador PNQC-NR-P4.10-09 certificação de caldeireiro de montador 1 Escopo Esta Norma estabelece os requisitos e a sistemática para a qualificação certificação de caldeireiros montadores e define as atribuições e atividades para

Leia mais

GUIA DO CANDIDATO INSPETORES DE PINTURA INDUSTRIAL

GUIA DO CANDIDATO INSPETORES DE PINTURA INDUSTRIAL 1 de 9 1 OBJETIVO Fornecer as informações necessárias para a qualificação e certificação de Inspetores de Pintura Industrial níveis 1 e 2, segundo os critérios estabelecidos na norma ABNT NBR 15218 e demais

Leia mais

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO OPERADORES DE MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO OPERADORES DE MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO OPERADORES DE MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO N. º DOCUMENTO: PNCO-ME-CS-002 1 ÍNDICE 1. OBJETIVO...4 2. APLICAÇÃO...4 3. ESPECIALIDADES...4 3.1. Definição das

Leia mais

1º Seminário do MBA Gestão Estratégica da Produção e Manutenção. Ivan C. dos Santos

1º Seminário do MBA Gestão Estratégica da Produção e Manutenção. Ivan C. dos Santos Ivan C. dos Santos Histórico Fundada em 17 de outubro de 1984, a Abraman é uma entidade privada, de caráter técnico-cientifico, sem fins lucrativos, cujo objetivo é congregar os profissionais, empresas

Leia mais

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE OPERADORES DE COQUERIA

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE OPERADORES DE COQUERIA NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE OPERADORES DE COQUERIA N. º DOCUMENTO: PNCO-CQ-CS-002 1 1. OBJETIVO...4 2. APLICAÇÃO...4 3. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES...4 4. ABREVIATURAS

Leia mais

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS EM ESTANQUEIDADE NA-019 1. OBJETIVO 2 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 2 3. SIGLAS E DEFINIÇÕES 2

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS EM ESTANQUEIDADE NA-019 1. OBJETIVO 2 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 2 3. SIGLAS E DEFINIÇÕES 2 Página: 1 de 10 1. OBJETIVO 2 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 2 3. SIGLAS E DEFINIÇÕES 2 4. MODALIDADES DE COMPETÊNCIA 4 5. SISTEMÁTICA PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO 4 5.1 Geral 4 5.2 Centros de Exames de

Leia mais

Cálculo Diferencial e Integral 80hrs Funções de uma variável e seus gráficos; Limites e continuidade; Derivada; Diferencial; Integral.

Cálculo Diferencial e Integral 80hrs Funções de uma variável e seus gráficos; Limites e continuidade; Derivada; Diferencial; Integral. Ementas: Cálculo Diferencial e Integral 80hrs Funções de uma variável e seus gráficos; Limites e continuidade; Derivada; Diferencial; Integral. Desenho Mecânico 80hrs Normalização; Projeções; Perspectivas;

Leia mais

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE CALDEIREIRO - MONTADOR

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE CALDEIREIRO - MONTADOR NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE CALDEIREIRO - MONTADOR Nº. DOCUMENTO: PNQC-PR-CS-009 1 ÍNDICE 1 - OBJETIVO 2 - APLICAÇÃO 3 - NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 4 - ABREVIATURAS

Leia mais

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementas Tecnólogo em Manutenção Industrial Departamento de Ensino Superior

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementas Tecnólogo em Manutenção Industrial Departamento de Ensino Superior ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementas Tecnólogo em Manutenção Industrial Departamento de Ensino Superior DISCIPLINA: Metodologia da Pesquisa Científica Técnicas para elaboração

Leia mais

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE TÉCNICOS DE INSPEÇÃO DA QUALIDADE E TÉCNICOS DE JULGAMENTO DE PRODUTOS

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE TÉCNICOS DE INSPEÇÃO DA QUALIDADE E TÉCNICOS DE JULGAMENTO DE PRODUTOS NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE TÉCNICOS DE INSPEÇÃO DA QUALIDADE E TÉCNICOS DE JULGAMENTO DE PRODUTOS N. º DOCUMENTO: PNCO-IQ-CS-0 1 ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. APLICAÇÃO...3 3.

Leia mais

NR-35 TRABALHO EM ALTURA

NR-35 TRABALHO EM ALTURA 35.1. Objetivo e Campo de Aplicação NR-35 TRABALHO EM ALTURA Publicação D.O.U. Portaria SIT n.º 313, de 23 de março de 2012 27/03/12 35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção

Leia mais

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE MECÂNICOS

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE MECÂNICOS NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE MECÂNICOS Nº DOCUMENTO: PNQC-PR-CS-002 1 ÍNDICE 1- OBJETIVO 2- APLICAÇÃO 3- NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 4- ABREVIATURAS E DEFINIÇÕES 4.1

Leia mais

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE CALDEIREIRO

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE CALDEIREIRO NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE CALDEIREIRO Nº. DOCUMENTO: PNQC-PR-CS-003 1 ÍNDICE 1- OBJETIVO 2- APLICAÇÃO 3- NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 4- ABREVIATURAS E DEFINIÇÕES

Leia mais

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO OPERADORES DE MÁQUINAS OPERATRIZES N. º DOCUMENTO: PNCO-MO-CS-002

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO OPERADORES DE MÁQUINAS OPERATRIZES N. º DOCUMENTO: PNCO-MO-CS-002 NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO OPERADORES DE MÁQUINAS OPERATRIZES N. º DOCUMENTO: PNCO-MO-CS-002 1 ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. APLICAÇÃO...3 3. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES...3

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada (Decreto Federal nº 11741/08 e Lei nº 11.741/08) PLANO DE CURSO Área: Manutenção Mecânica Qualificação:

Leia mais

todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1;

todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1; Item nº TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO 13.2.1 a) todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1; todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1 e 13.4.1.2;

Leia mais

Rotinas de Pessoal & Recursos Humanos www.sato.adm.br - sato@sato.adm.br - fone (11) 4742-6674

Rotinas de Pessoal & Recursos Humanos www.sato.adm.br - sato@sato.adm.br - fone (11) 4742-6674 Rotinas de Pessoal & Recursos Humanos www.sato.adm.br - sato@sato.adm.br - fone (11) 4742-6674 1987-2012 legislação consultoria assessoria informativos treinamento auditoria pesquisa qualidade Legislação

Leia mais

RECERTIFICAÇÃO DE INSPETOR DE PINTURA INDUSTRIAL NÍVEL 2 INSTRUÇÕES AOS CANDIDATOS

RECERTIFICAÇÃO DE INSPETOR DE PINTURA INDUSTRIAL NÍVEL 2 INSTRUÇÕES AOS CANDIDATOS 1 de 5 1 OBJETIVO Este documento tem o objetivo de orientar o candidato para a execução dos exames de recertificação de Inspetor de Pintura Industrial Nível 2 do Sistema Nacional de Qualificação e Certificação

Leia mais

GUIA DO CANDIDATO. Instalador de Piso Laminados Melamínicos de Alta Resistência

GUIA DO CANDIDATO. Instalador de Piso Laminados Melamínicos de Alta Resistência GUIA DO CANDIDATO Instalador de Piso Laminados Melamínicos de Alta Resistência Norma ABNT NBR 15843 Ocupação Instalador de Piso Laminados Melamínicos de Alta Resistência - Básico Instalador de Piso Laminados

Leia mais

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL EM CORROSÃO E PROTEÇÃO

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL EM CORROSÃO E PROTEÇÃO ABRACO 00 de 0 OBJETIVO Esta norma estabelece a sistemática adotada pela Associação Brasileira de Corrosão ABRACO para o funcionamento do Sistema Nacional de Qualificação e Certificação em Corrosão e Proteção.

Leia mais

Portaria n.º 255, de 29 de maio de 2014.

Portaria n.º 255, de 29 de maio de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 255, de 29 de maio de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Trata-se de proposta de texto para criação de Norma Regulamentadora sobre Trabalho em Altura

Leia mais

Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5

Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5 Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5 Este anexo aplica-se às certificações cujas quais não apresentam critérios específicos para definição de laboratórios no Programa de Avaliação da Conformidade. Nestes casos,

Leia mais

NR 35 Trabalho em Altura

NR 35 Trabalho em Altura Professor Flávio Nunes NR 35 Trabalho em Altura CLT: Art.200 www.econcursando.com.br 1 35.1. Objetivo e Campo de Aplicação 35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para

Leia mais

NR-35 TRABALHO EM ALTURA

NR-35 TRABALHO EM ALTURA NORMA REGULAMENTADORA - NR 35 Trabalho em Altura 35.1. Objetivo e Campo de Aplicação 35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o

Leia mais

Capítulo 4: Diagnóstico do Sistema Normativo do SISMETRA

Capítulo 4: Diagnóstico do Sistema Normativo do SISMETRA Capítulo 4: Diagnóstico do Sistema Normativo do SISMETRA Caracterizado no Capítulo 3, à luz da prática internacional de normalização, o sistema normativo do SISMETRA foi objeto de criteriosa análise de

Leia mais

NR-35 TRABALHO EM ALTURA

NR-35 TRABALHO EM ALTURA 35.1. Objetivo e Campo de Aplicação NR-35 TRABALHO EM ALTURA Publicação D.O.U. Portaria SIT n.º 313, de 23 de março de 2012 27/03/12 Alterações/Atualizações D.O.U. Portaria MTE n.º 593, de 28 de abril

Leia mais

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE ELETRICISTAS

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE ELETRICISTAS NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE ELETRICISTAS Nº DOCUMENTO: PNQC-PR-CS-005 1 ÌNDICE 1- OBJETIVO 2- APLICAÇÃO 3- NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 4- ABREVIATURAS E DEFINIÇÕES

Leia mais

ISO 17025 Versão 2005

ISO 17025 Versão 2005 1º Fórum Regional de Química - ES ISO 17025 Versão 2005 Rev. 14 Samuel Vieira JUN/2010 1 Terminologia e Siglas ABNT NBR ISO 9000:2000 Sistemas de gestão da qualidade Fundamentos e Vocabulário ABNT NBR

Leia mais

NR - 13 Caldeiras e Vasos de Pressão

NR - 13 Caldeiras e Vasos de Pressão 1. Introdução 2. Tipos a. Aquotubular b. Flamotubular c. Mistas 3. Partes internas a. Economizadores b. Paredes dágua c. Superaquecedores d. Feixes tubulares e. Válvulas 4. Partes Externas a. Desaeradores

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PÁG. 1/11 1. OBJETIVO Identificar os riscos envolvidos em cada passo da tarefa, estabelecer salvaguardas que garantam a eliminação ou controle dos riscos identificados. Essa ferramenta deve ser utilizada

Leia mais

N. º DOCUMENTO: PNCO-SI-CS-002

N. º DOCUMENTO: PNCO-SI-CS-002 NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO OPERADORES DE PÁTIOS DE MATERIAS PRIMAS E SINTERIZAÇÂO N. º DOCUMENTO: PNCO-SI-CS-002 1 1. OBJETIVO... 3 2. APLICAÇÃO... 3 3. NORMAS E/OU DOCUMENTOS

Leia mais

NORMA REGULAMENTADORA Nº 35 - NR35 TRABALHO EM ALTURA

NORMA REGULAMENTADORA Nº 35 - NR35 TRABALHO EM ALTURA NORMA REGULAMENTADORA Nº 35 - NR35 TRABALHO EM ALTURA Obs: 1- A Portaria MTE 593/2014 entra em vigor na data de sua publicação(28.04.2014), com exceção dos itens 2.1, alínea "b", e 3.2 do Anexo I - Acesso

Leia mais

CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Caldeiras a Vapor São equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior á atmosférica,

Leia mais

a) garantir a efetiva implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma;

a) garantir a efetiva implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma; TRABALHO EM ALTURA 36.1 Objetivo e Campo de Aplicação 36.1 Objetivo e Definição 36.1.1 Esta Norma tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura,

Leia mais

1 e 2... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n.

1 e 2... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n. ANEXO I da NR-20 1 e 2.... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n.º 9: a) o inventário e características dos inflamáveis

Leia mais

Vasos de Pressão. Ruy Alexandre Generoso

Vasos de Pressão. Ruy Alexandre Generoso Vasos de Pressão Ruy Alexandre Generoso VASOS DE PRESSÃO DEFINIÇÃO: São equipamentos que contêm fluidos sob pressão, cujo produto P x V seja superior a 8. Em que: Pressão (Kpa) Volume (m 3 ) VASOS DE PRESSÃO

Leia mais

Ajustar, reparar e instalar peças e equipamentos em conjuntos mecânicos e dispositivos de usinagem e controle de precisão.

Ajustar, reparar e instalar peças e equipamentos em conjuntos mecânicos e dispositivos de usinagem e controle de precisão. CatÁlogo de cursos Eixo tecnológico - Controle e Processos Industriais Ajustador Mecânico Ajustar, reparar e instalar peças e equipamentos em conjuntos mecânicos e dispositivos de usinagem e controle de

Leia mais

PETRÓLEO E GÁS. Os serviços da Cugnier abrangem:

PETRÓLEO E GÁS. Os serviços da Cugnier abrangem: PETRÓLEO E GÁS Os serviços da Cugnier abrangem: PETRÓLEO E GÁS A Cugnier está credenciada junto à estatal Petrobras através do CRCC (Certificado de Registro e Classificação Cadastral), possuindo aprovação

Leia mais

Portaria n.º 248, de 28 de maio de 2014.

Portaria n.º 248, de 28 de maio de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 248, de 28 de maio de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO PARA OS EXAMES DE CERTIFICAÇÃO ABRAMAN/PNQC

MANUAL DO CANDIDATO PARA OS EXAMES DE CERTIFICAÇÃO ABRAMAN/PNQC MANUAL DO CANDIDATO PARA OS EXAMES DE CERTIFICAÇÃO ABRAMAN/PNQC I. Exame Escrito Composto por questões de múltipla escolha. O candidato deverá apresentar-se no dia e horário agendado portando documento

Leia mais

Procedimento de Segurança para Terceiros

Procedimento de Segurança para Terceiros Página 1 de 6 1. OBJETIVO Sistematizar as atividades dos prestadores de serviços, nos aspectos que impactam na segurança do trabalho de forma a atender à legislação, assim como, preservar a integridade

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PÁG. 1/11 1. OBJETIVO Sistematizar os procedimentos de execução de trabalho em altura acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda. 2. ÁREA DE ABRANGÊNCIA Esta instrução de

Leia mais

FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025. Laboratório(s) avaliado(s): Nº

FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025. Laboratório(s) avaliado(s): Nº FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025 FORMULÁRIO REVISÃO: 04 NOV/2008 Laboratório(s) avaliado(s): Nº Período de Avaliação: Data inicial da avaliação: / / Data término

Leia mais

Especificação Técnica ÍNDICE DE REVISÕES

Especificação Técnica ÍNDICE DE REVISÕES UNIDADE: GERAL 1 de 15 ÍNDICE DE REVISÕES Rev. 0 EMISSÃO INICIAL DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS 1 2 6.1.6-b inclusão: repetibilidade de 0,1% (zero virgula um por cento); 6.1.7 inclusão: Desvio padrão

Leia mais

CERTIFICAÇÃO E REGISTRO DE AUDITORES DE SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NA-013 1. OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2

CERTIFICAÇÃO E REGISTRO DE AUDITORES DE SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NA-013 1. OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2 Página: 1 de 14 1. OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2 4. CLASSIFICAÇÃO EM NÍVEIS DE CERTIFICAÇÃO 2 4.1 Auditor Interno 2 4.2 Auditor Aspirante 2 4.3 Auditor 3 4.4 Auditor Líder 3 5. PROCESSO

Leia mais

PIE - Prontuário das Instalações Elétricas

PIE - Prontuário das Instalações Elétricas PIE - Prontuário das Instalações Elétricas Autor: Masatomo Gunji - Engº Eletricista e de Segurança do Trabalho: O PIE é um sistema organizado de informações pertinentes às instalações elétricas e aos trabalhadores

Leia mais

CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA

CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA REVISÃO DOS DADOS 04 RELAÇÃO DE CARGOS Auxiliar de Montagem Montador Supervisor de Produção Técnico de Programação da Produção Coordenador de Produção IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO CURSO: MECÂNICO DE AR CONDICIONADO AUTOMOTIVO - PRONATEC 200 horas ÁREA: AUTOMOTIVA MODALIDADE: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL UNIDADE(S) HABILITADA(S): CT PALMAS Plano de Curso

Leia mais

Calibração de Equipamentos

Calibração de Equipamentos Vídeo Conferência Calibração de Equipamentos Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Paraná Junho/2014 Diferença entre calibração e a verificação metrológica Calibração Estabelece o erro de medição e

Leia mais

CERTIFICAÇÃO E REGISTRO DE AUDITORES DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NA-011 1. OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2

CERTIFICAÇÃO E REGISTRO DE AUDITORES DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NA-011 1. OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2 Página: 1 de 15 1. OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2 4. CLASSIFICAÇÃO EM NÍVEIS DE CERTIFICAÇÃO 2 4.1 Auditor Interno 2 4.2 Auditor Aspirante 2 4.3 Auditor 3 4.4 Auditor Líder 3 5. PROCESSO

Leia mais

Aplicar os princípios de ergonomia na realização do trabalho;

Aplicar os princípios de ergonomia na realização do trabalho; Curso: Técnico de Segurança do Trabalho Curso Reconhecido pelo MEC: PORTARIA N 959/2007 Apresentação: O curso de Técnico de Segurança do Trabalho da Conhecer Escola Técnica é reconhecido pela excelência

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná.

MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE. Rua Acre, 291 - CEP 83.040-030 Bairro Boneca do Iguaçu - São José dos Pinhais - Paraná. ELABORADO POR: Carlos Eduardo Matias Enns MANUAL DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVADO POR: Edson Luis Schoen 28/1/5 1 de 11 1. FINALIDADE A Saint Blanc Metalmecânica Ltda visa estabelecer as diretrizes básicas

Leia mais

Especificação Técnica ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE REQUISITOS DE CALIBRAÇÃO ÍNDICE DE REVISÕES

Especificação Técnica ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE REQUISITOS DE CALIBRAÇÃO ÍNDICE DE REVISÕES UNIDADE: GERAL 1 de 7 ÍNDICE DE REVISÕES Rev. 0 EMISSÃO INICIAL DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS Rev. 0 Rev. 1 Rev. 2 Rev. 3 Rev. 4 Rev. 5 Rev. 6 Rev. 7 Rev. 8 DATA: 19/09/14 ELABORAÇÃO: Volnei VERIFICAÇÃO:

Leia mais

Considerando que é dever do Estado instaurar condições para a existência de concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições:

Considerando que é dever do Estado instaurar condições para a existência de concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 109, de 13 de junho de 2005. O PRESIDENTE DO

Leia mais

SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL

SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL ALIMENTOS SENAI RR SENAI, SUA CONQUISTA PROFISSIONAL ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DOS CURSOS Catálogo de Cursos 1. TÍTULO ALINHAMENTO E BALANCEAMENTO DE RODAS Preparar profissionais para identificar os ângulos

Leia mais

ETEC BENTO QUIRINO - CAMPINAS PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, NOS TERMOS DO COMUNICADO CEETEPS N 1/2009, E SUAS ALTERAÇÕES.

ETEC BENTO QUIRINO - CAMPINAS PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, NOS TERMOS DO COMUNICADO CEETEPS N 1/2009, E SUAS ALTERAÇÕES. ETEC BENTO QUIRINO - CAMPINAS PROCESSO SELETIVO DE DOCENTES, NOS TERMOS DO COMUNICADO CEETEPS N 1/2009, E SUAS ALTERAÇÕES. AVISO Nº 043/03/12 DE 10/05/2012. PROCESSO Nº 03828/2012. AVISO DE DEFERIMENTO

Leia mais

ABNT NBR ISO 9001:2008

ABNT NBR ISO 9001:2008 ABNT NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema de

Leia mais

NR 13 NORMA REGULAMENTADORA 13

NR 13 NORMA REGULAMENTADORA 13 NR 13 NORMA REGULAMENTADORA 13 CUSTOS VISÍVEIS MÃO DE OBRA MATERIAIS SERVIÇOS DE TERCEIROS C U S T O S I N V I S I V E I S CUSTO DE MANUTENÇÃO / CUSTOS TOTAIS CUSTO DE MANUTENÇÃO / FATURAMENTO CUSTOS

Leia mais

Certificação de Pessoas. Danilo Stocco

Certificação de Pessoas. Danilo Stocco Certificação de Pessoas Danilo Stocco Entidade técnico-científica, sem fins lucrativos, de direito privado, com sede em São Paulo, fundada em 1979, com a finalidade de difundir as técnicas de Ensaios Não

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO PARA SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL - ESPECIFICAÇÃO

SISTEMAS DE GESTÃO PARA SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL - ESPECIFICAÇÃO OHSAS 18001 SISTEMAS DE GESTÃO PARA SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL - ESPECIFICAÇÃO IMPORTANTE: A BSI-OHSAS 18001 não é uma Norma Britânica. A BSI-OHSAS 18001 será cancelada quando da inclusão do seu conteúdo

Leia mais

PROTOCOLO DO 5º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL DE MASSA

PROTOCOLO DO 5º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL DE MASSA PROTOCOLO DO 5º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL DE MASSA Revisão 01-15 de abril de 2013 Fol. 1 de 8 INTRODUÇÃO A SETTING CALIBRATION LABORATORIES iniciou suas atividades

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO CONSULTA PÚBLICA do ANEXO 8 da NR-15 PROPOSTA DE TEXTO NORMATIVO NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES

Leia mais

REQUISITOS GERAIS PARA COMPETÊNCIA DE LABORATORIOS DE ENSAIO E CALIBRAÇÃO NBR ISO/IEC 17025

REQUISITOS GERAIS PARA COMPETÊNCIA DE LABORATORIOS DE ENSAIO E CALIBRAÇÃO NBR ISO/IEC 17025 CURSO E-LEARNING REQUISITOS GERAIS PARA COMPETÊNCIA DE LABORATORIOS DE ENSAIO E CALIBRAÇÃO NBR ISO/IEC 17025 Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitido a distribuição física ou eletrônica deste

Leia mais

Coordenadoria de. Manutenção. Manual de Procedimentos Administrativos da Coordenadoria de Manutenção

Coordenadoria de. Manutenção. Manual de Procedimentos Administrativos da Coordenadoria de Manutenção Coordenadoria de Manutenção Manual de Procedimentos Administrativos da Coordenadoria de Manutenção Sumário 1. INTRODUÇÃO 3 2. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E FUNCIONAL 3 3. ORGANOGRAMA: 3 4. ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

Tradução livre Uso Exclusivo em Treinamento

Tradução livre Uso Exclusivo em Treinamento Web Site: www.simplessolucoes.com.br N786-1 ISO CD 9001 Tradução livre Uso Exclusivo em Treinamento N786-1 ISO CD 9001 para treinamento - Rev0 SUMÁRIO Página Introdução 4 0.1 Generalidades 4 0.2 Abordagem

Leia mais

REQUISITOS PARA ACREDITAÇÃO

REQUISITOS PARA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 REQUISITOS PARA ACREDITAÇÃO OBJETIVO Demonstrar a documentação básica necessária para atender aos requisitos de acreditação para ensaios. ISO 9001 X ISO 17025 Abordagem Abrangência

Leia mais

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementas Tecnólogo em Fabricação Mecânica Departamento de Ensino Superior

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementas Tecnólogo em Fabricação Mecânica Departamento de Ensino Superior ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementas Tecnólogo em Fabricação Mecânica Departamento de Ensino Superior DISCIPLINA: Metodologia da Pesquisa Científica Técnicas para elaboração de

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

CONAEND 030 IMPORTÃNCIA DA CONFIABILIDADE METROLÓGICA NAS ATIVIDADES DE INSPEÇÃO DE EQUIPAMENTOS

CONAEND 030 IMPORTÃNCIA DA CONFIABILIDADE METROLÓGICA NAS ATIVIDADES DE INSPEÇÃO DE EQUIPAMENTOS CONAEND 030 IMPORTÃNCIA DA CONFIABILIDADE METROLÓGICA NAS ATIVIDADES DE INSPEÇÃO DE EQIPAMENTOS Paulo Cezar da Costa Lino Dunham,Marcio Machado (b) Copyright 006, ABENDE Trabalho apresentado no CONAEND&IEV

Leia mais

BATERIAS ESTACIONÁRIAS CHUMBO-ÁCIDAS REGULADAS POR VÁLVULA

BATERIAS ESTACIONÁRIAS CHUMBO-ÁCIDAS REGULADAS POR VÁLVULA COMPANHIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS BATERIAS ESTACIONÁRIAS CHUMBO-ÁCIDAS REGULADAS POR VÁLVULA Especificação Técnica 02.112 - TI/SI 917a GERÊNCIA DE SUPORTE EM INFRA-ESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n.º 86, de 26 de maio de 2003. O PRESIDENTE

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

PLANO DE FUGA EM OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS E EMERGÊNCIAS EM ESCOLAS

PLANO DE FUGA EM OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS E EMERGÊNCIAS EM ESCOLAS PLANO DE FUGA EM OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS E EMERGÊNCIAS EM ESCOLAS PLANO DE EMERGÊNCIA CONTRA INCÊNDIO de acordo com o projeto de norma nº 24:203.002-004 da ABNT ( setembro 2000 ) 1 Objetivo 1.1 Estabelecer

Leia mais

Aspectos do Projeto e Planejamento na Gestão Segurança do Trabalho

Aspectos do Projeto e Planejamento na Gestão Segurança do Trabalho Aspectos do Projeto e Planejamento na Gestão Segurança do Trabalho Prof.MSc.Gonçalo Siqueira Santos / SP Segurança no trabalho Qual a sua atividade? Esta frase é uma das mais utilizadas entre os médicos

Leia mais

Módulo 2. Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS.

Módulo 2. Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS. Módulo 2 Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS. Conteúdos deste módulo Discriminação Decomposição da variação do sistema de medição Variação

Leia mais

Política de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação

Política de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Missão Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da indústria brasileira. Políticas de Gestão do

Leia mais

SUMÁRIO ÍNDICE. 1 Objetivo: 3. 2 Aplicação e Alcance: 3. 3 Referências: 3. 4 Definições e Abreviaturas: 3. 5 Responsabilidades: 3.

SUMÁRIO ÍNDICE. 1 Objetivo: 3. 2 Aplicação e Alcance: 3. 3 Referências: 3. 4 Definições e Abreviaturas: 3. 5 Responsabilidades: 3. OGX Procedimento de Gestão PG.SMS.004 Denominação: Gestão de Mudanças SUMÁRIO Este procedimento estabelece as condições que permitam identificar, avaliar e controlar os riscos inerentes as mudanças, desde

Leia mais

Introdução à Lubrificação Industrial

Introdução à Lubrificação Industrial Introdução à Lubrificação Industrial Prof. Matheus Fontanelle Pereira Curso Técnico em Eletromecânica Departamento de Processos Industriais Campus Lages Objetivos da Unidade Curricular Conhecer os 5 Ws

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ-01

MANUAL DA QUALIDADE MQ-01 Sumário 1 Objetivo 2 Últimas Alterações 3 Termos e definições 4 Sistema de gestão de qualidade 5 Responsabilidade da direção 6 Gestão de recursos 7 Realização do produto 8 Medição, análise e melhoria.

Leia mais

Norma Regulamentadora Nº 13

Norma Regulamentadora Nº 13 Sede Nacional Sede Nacional - SP 1 Norma Regulamentadora Nº 13 Impactos da Nova Redação 1 Mixing Consultoria em Processos Industriais ANTÓNIO CARLOS BASSO DA CUNHA LEAL Consultor Técnico da ABIMAQ na CNTT

Leia mais

Prezados(as); A portaria está disponível na seguinte página: http://portal.mte.gov.br/legislacao/2014-1.htm. Atenciosamente CNI

Prezados(as); A portaria está disponível na seguinte página: http://portal.mte.gov.br/legislacao/2014-1.htm. Atenciosamente CNI Prezados(as); Informamos que foi publicada no DOU de hoje, seção 1, páginas 110 e 111 a Portaria MTE n.º 1.297, de 13 de agosto de 2014, que aprova o Anexo 1 - Vibração - da Norma Regulamentadora n.º 9

Leia mais

NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL

NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL NBR ISO 14011 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - AUDITORIA DE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL Sumário 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Referências normativas...2 3.

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES

GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES 1. OBJETIVO O Gerenciamento de Modificações consiste em prover um procedimento ordenado e sistemático de análise dos possíveis riscos introduzidos por modificações, de identificação

Leia mais

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva Joel Alves da Silva, Diretor Técnico JAS-METRO Soluções e Treinamentos

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA VALIDAÇÃO E VERIFICAÇÃO DE INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA NBR ISO 14064

PROCEDIMENTO PARA VALIDAÇÃO E VERIFICAÇÃO DE INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA NBR ISO 14064 1 de 10 GP01 INVENTÁRIO DE EMISSÕES Descrição do Processo de Validação e Verificação Bureau Veritas Certification Avenida do Café, 277, 5 andar, Torre B Tel.: +55 (11) 2655-9000 São Paulo/SP - CEP: 04311-000

Leia mais

Plano de curso Operação de Plataforma Aérea

Plano de curso Operação de Plataforma Aérea PLANO DE CURSO MSOBROPPTA08 PAG1 Plano de curso Operação de Plataforma Aérea Justificativa do Curso As plataformas aéreas geralmente são utilizadas para fins de acesso flexível e temporários, tais como

Leia mais

Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos

Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos DEZ 2000 NBR ISO 9001 Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 28º andar CEP 20003-900 Caixa Postal 1680 Rio

Leia mais

E-QP-EIN-022 REV. B 25/Jul/2011 1. OBJETIVO 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3. APLICAÇÃO 4. TERMINOLOGIA 5. REGRAS GERAIS 6. EXECUÇÃO DA PROVA PRÁTICA

E-QP-EIN-022 REV. B 25/Jul/2011 1. OBJETIVO 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3. APLICAÇÃO 4. TERMINOLOGIA 5. REGRAS GERAIS 6. EXECUÇÃO DA PROVA PRÁTICA ENGENHARIA QUALIFICAÇÃO DE INSPETOR DE CONSTRUÇÃO, MONTAGEM E COMISSIONAMENTO DE INSTRUMENTAÇÃO NÍVEL 1 Instruções ao Candidato Os comentários e sugestões referentes a este documento devem ser encaminhados

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n.º 114, de 29 de junho de 1998. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL

Leia mais

FORMAÇÃO DE INSPETOR DE EQUIPAMENTOS. Manuel Joaquim de Castro Lourenço Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca CEFET/RJ

FORMAÇÃO DE INSPETOR DE EQUIPAMENTOS. Manuel Joaquim de Castro Lourenço Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca CEFET/RJ FORMAÇÃO DE INSPETOR DE EQUIPAMENTOS Manuel Joaquim de Castro Lourenço Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca CEFET/RJ Marcelo Maciel Pereira Fundação Brasileira de Tecnologia da

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO Portaria n.º 186, de 04 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE

Leia mais

PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DA PRODUÇÃO

PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DA PRODUÇÃO Pág.: 1 de 10 Identificação do equipamento ELEVADOR DE PASSAGEIROS E CARGAS Com Relação às Torres: Prumo; Espessura da parede do tubo; Resistência e nivelamento da base; Estaiamento; Aterramento elétrico

Leia mais