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1 Folha do CJF Informativo do Conselho da Justiça Federal nº 34 - abr / mai 2013 Comitê Nacional de Obras avaliará Projetos de Arquitetura e Engenharia na Justiça Federal p. 2 e 3 Comitê do Processo Judicial Eletrônico na Justiça Federal conhece experiência da Justiça do Trabalho p. 4 e 5 Enunciados da VI Jornada de Direito Civil lançam luz sobre problemas do dia a dia p. 11 e 12

2 Especial: Obras Despesas com obras na Justiça Federal são monitoradas Resolução do CJF disciplina funcionamento de comitês de obras para acompanhamento de projetos com valores acima de R$ 650 mil, ao mesmo tempo em que o Comitê Técnico de Obras da Justiça Federal define parâmetros para o cálculo de orçamentos de projetos de Arquitetura e Engenharia Os projetos de Arquitetura e Engenharia dos órgãos da Justiça Federal, cuja previsão orçamentária de execução da obra for igual ou superior ao definido por lei para a modalidade de licitação Tomada de Preços (acima de R$ 650 mil), deverão ser enviados ao comitê técnico de obras regional e posteriormente ao Comitê Técnico de Obras Nacional, para análise de sua adequação às normas e orientações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho da Justiça Federal (CJF). Resolução 244, de 09/05/2013, que disciplina essa medida, foi aprovada pelo CJF, em sessão realizada em 29/04. A Resolução dispõe sobre o funcionamento dos comitês técnicos de obras no âmbito do Conselho e da Justiça Federal de primeiro e segundo graus, instituindo um comitê nacional, coordenado pelo CJF, e comitês regionais, no âmbito de cada tribunal regional federal. Mesmo antes da aprovação da Resolução, já funcionava no âmbito do CJF o Comitê Técnico de Obras da Justiça Federal (CTO), que criou o Guia de Obras da Justiça Federal e o Cadastro Nacional de Imóveis da Justiça Federal e está definindo agora estudo para determinar parâmetros destinados ao cálculo estimativo de orçamentos de execução de projetos de Arquitetura e Engenharia da Justiça Federal. Pelo texto da Resolução 244, se forem observados conflitos entre os projetos e as normas e orientações, o órgão responsável deverá fazer as adequações nos projetos, conforme indicadas pelos comitês. O projeto cuja análise técnica resultar em decisão desfavorável à sua execução, não poderá ter sua obra licitada até que seja revisado pelo órgão responsável e submetido a nova análise e aprovação do Comitê Nacional. Os TRFs têm um prazo de até noventa dias, a partir da publicação da Resolução, para instituir os seus comitês regionais. São atribuições privativas do Comitê Nacional, dentre outras, a de acompanhar o desenvolvimento e atualização do Sistema de Cadastro de Imóveis e de projetos de aquisição e obras da Justiça Federal, elaborar a proposta para o Plano de Obras Consolidado da Justiça Federal, elaborar manuais com diretrizes para projetos, obras, serviços de Engenharia e manutenção predial e comunicar ao CJF, quando tiver conhecimento, o descumprimento de condutas e normas por órgãos da Justiça Federal no que diz respeito a projetos, obras e serviços de Engenharia. São atribuições concorrentes dos comitês regionais e nacional, dentre outras, a emissão de pareceres técnicos sobre aquisições de imóveis, projetos, obras e serviços de Engenharia e de propostas de uniformização: de atividades, procedimentos e rotinas relacionados à elaboração de programas de necessidades e diretrizes de projetos arquitetônicos, de tecnologias e elementos que subsidiem a elaboração de projetos, execução de obras e manutenção predial, de elementos arquitetônicos e de programação visual que permitam a identidade visual dos edifícios da Justiça Federal, de critérios de acessibilidade e de inclusão, e de procedimentos para estimativa de custos. O relator da proposta foi o desembargador federal Mário César Ribeiro (foto), presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Equipe do Comitê de Obras da Justiça Federal 2

3 Especial: Obras Metodologia única para cálculo de projetos O Comitê Técnico de Obras da Justiça Federal (CTO) definiu, durante reunião realizada nos dias 24 e 25 de abril, no CJF, que fará estudo para determinar parâmetros para o cálculo de orçamentos de projetos de Arquitetura e Engenharia a expectativa é que haja uma metodologia única, que calcule esses custos e inclua todas as etapas e respectivos produtos, para os cinco TRFs e para o CJF. Segundo a arquiteta do CJF e coordenadora do CTO, Claudia Patterson, em relação aos trabalhos de análise dos projetos, que deverão ser incluídos na Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para o exercício de 2014, foram examinados os dados técnicos das obras indicadas pelos TRFs, com ênfase nas apresentadas pela 2ª Região. Foi debatida a necessidade de estudo de viabilidade técnica como documento imprescindível para importantes tomadas de decisão dos gestores, determinantes no impacto orçamentário e no planejamento de médio e longo prazos. As definições poderão culminar em ações de investimento para uma nova obra de construção, para uma reforma ou para a aquisição de um imóvel, disse a arquiteta. Durante a reunião, também foram apresentados pelo secretário de Desenvolvimento Institucional (SDI) do CJF, Misael Guerra, os primeiros dados da pesquisa realizada sobre acessibilidade nos imóveis ocupados pela Justiça Federal. O trabalho conjunto da Assessoria de Gestão de Obras (Asego), do CTO e da SDI, permitiu a identificação inicial do atendimento satisfatório, ou não, dos imóveis quanto aos parâmetros de acessibilidade. A informação fornecida pela Secretaria- Geral e pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Finanças (SPO), sobre a possibilidade de um plano orçamentário em 2014, exclusivo para as obras iniciais de acessibilidade nas edificações da Justiça Federal, motivou a indicação pelo CTO das prioridades de alocação desses recursos. Assim, os imóveis que apresentaram indicadores menos satisfatórios terão especial atenção para as obras de acesso ao edifício, de construção ou adaptação de sanitários para pessoas portadoras de necessidades especiais e de sinalização visual e tátil, apontou Cláudia Patterson. Curso sobre leis orçamentárias A Assessoria de Gestão de Obras do CJF, em parceria com o Centro de Estudos Judiciários, realizou nos dias 23 e 24 de abril o curso Leis Orçamentárias aplicadas às Obras Públicas. O treinamento foi ministrado pelo subsecretário de Programação Orçamentária e Financeira do Conselho e professor de Contabilidade da Universidade Católica de Brasília (UCB), Marcelo Barros Marques. Segundo ele, o objetivo do curso foi alcançado na medida em que foi possível capacitar os servidores da Justiça Federal que trabalham com a área de obras, instruindo-os em relação às legislações que regem a aquisição de imóveis, construção e execução de projetos arquitetônicos. Agora, qualquer pedido para o orçamento tem que ter parecer do CTO. Por isso, esses servidores precisam ter noções de orçamento, para avaliar as questões técnicas, a relação custo/benefício da compra de um imóvel, entre outros aspectos, disse. De acordo com o professor, a Justiça Federal é pioneira em ter comitês sobre o assunto. Esse trabalho exige um conhecimento básico das leis orçamentárias, afirma Marcelo. Este é o terceiro ano que o treinamento é aplicado. Nesta edição, o curso foi estendido para incluir participantes das áreas jurídica, de controle interno e de contratos. Participaram do curso 40 servidores, dentre técnicos e analistas da Justiça Federal, do STJ e do TCU. Além das leis orçamentárias, foram abordadas as resoluções do CNJ e do CJF que dizem respeito a orçamento e obras públicas. Durante o treinamento, os servidores tiveram oportunidade de aprender de maneira contextualizada a realidade de execução de obras na Justiça. Na opinião do assessor-chefe de Gestão de Obras do CJF, engenheiro Lúcio Castelo Branco, o objetivo é proporcionar aos gestores que trabalham com obras o conhecimento a respeito da criação de projetos adequados às regras orçamentárias. Nós, participantes, não sabíamos como se dava a obtenção e a execução orçamentária. Foi uma novidade, revela. De acordo com a coordenadora de Gestão de Obras da Justiça Federal, arquiteta Mônica Antunes, é importante que os técnicos das áreas de Arquitetura e Engenharia entendam sobre as leis orçamentárias que regem a fase de planejamento dos projetos de obras. As áreas de Orçamento e Finanças devem estreitar seus laços com as áreas de Arquitetura e Engenharia. Essa aproximação fortalecerá a fase de planejamento das obras, que reflete o novo modelo gerencial da Administração Pública no Brasil. As contribuições interdisciplinares dentro dos órgãos públicos tem como resultado o aumento da assertividade, economicidade e eficiência, declarou. Curso sobre Leis Orçamentárias 3

4 PJe Comitê conhece experiência da Justiça do Trabalho O coordenador do Comitê Gestor do Processo Judicial Eletrônico da Justiça Federal, juiz federal Paulo Sérgio Domingues, acompanhado de servidores do CJF e do TRFs, estiveram no dia 3 de maio com o Comitê Técnico do PJe do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), em Brasília, para conhecer a experiência de implantação do PJe no âmbito da Justiça do Trabalho. O grupo visitou a área técnica de análise e desenvolvimento do Sistema Processo Judicial Eletrônico PJe. Segundo o juiz federal Paulo Sérgio Domingues, da Seção Judiciária de São Paulo, a iniciativa foi proveitosa, porque permitiu conhecer de perto o trabalho de implementação do PJe na Justiça do Trabalho. A Justiça do Trabalho não só tem implantado em todos os TRTs o sistema, como também tem participado ativamente do desenvolvimento do PJe. Quando eles iniciaram a instalação, enfrentaram algumas dificuldades, mas foram trabalhando na solução delas. Muito provavelmente nós enfrentaremos problemas semelhantes. Por isso, é importante essa troca de experiências, disse o magistrado. Além disso, o intuito é conhecer o trabalho desenvolvido pelo CSJT para que, posteriormente, o CJF possa ser multiplicador, ou seja, ajude diretamente na implantação do PJe nos TRFs e ainda forneça treinamento para magistrados e servidores que irão utilizar o sistema no dia a dia. De acordo com o Comitê Gestor do PJe no Tribunal Superior do Trabalho (TST), o sistema está em constante estudo para que os problemas técnicos sejam solucionados. Hoje, cada tribunal pode adaptar o fluxo de trabalho às suas peculiaridades, com necessidade mínima de intervenção da área de desenvolvimento, o que possibilita grande flexibilidade. Segundo os integrantes do Comitê da Justiça do Trabalho, trata-se de uma ferramenta estável, segura e eficiente. Na avaliação do grupo, o PJe terá ainda mais destaque e força após a implantação do sistema na Justiça Federal. A ideia é que a Justiça Federal não seja só usuária, para que o sistema seja melhorado também por nós, afirmou Paulo Sérgio Domingues. Contudo, segundo ele, não há prazo definido para a implantação de todo o sistema. Nossa intenção é que a implantação comece imediatamente, mas isso tem que ser feito de forma segura, para que o sistema funcione muito bem. Até o momento, a 5ª Região está migrando para a versão nacional do PJe e a TNU está realizando testes na plataforma, revelou o magistrado. Juiz Paulo Sérgio Domingues e secretário de Desenvolvimento Institucional do CJF, Misael Andrade, em reunião no TST Benefícios O PJe tem a finalidade de dar mais velocidade, segurança e transparência aos processos judiciais. Advogados e partes podem ter acesso aos processos remotamente e a qualquer momento, pois o sistema fica disponível 24 horas por dia. O sistema traz maior celeridade e transparência às demandas submetidas ao Poder Judiciário, além de permitir maior automação e redução das atividades burocráticas. Acredito que o PJe constitui ferramenta que ajudará a cumprir o mister institucional, que nada mais é do que servir à sociedade. Com a adesão da Justiça Federal, ele passará a ser uma ferramenta completa, pois será consolidada e validada, disse o coordenador do Comitê da Justiça Federal. Equipe do PJe da Justiça Federal em visita à Justiça do Trabalho Resolução 202 O CJF instituiu, em agosto do ano passado, a Resolução 202, que estabeleceu o uso do PJe no âmbito da Justiça Federal e criou o Comitê Gestor do PJe na Justiça Federal, que conta com apoio técnico das áreas de negócio e de Tecnologia da Informação do CJF e dos cinco TRFs. Já o Comitê foi instituído pela Portaria 427/2012. Além de ser coordenado pelo juiz federal Paulo Sérgio Domingues, também é composto pelo desembargador federal Kássio Nunes Marques, do TRF da 1ª Região, a juíza federal Helena Elias Pinto, da 2ª Região, a juíza federal Marisa Claudia Gonçalves Cucio, da 3ª Região, o juiz federal Sérgio Renato Tejada Garcia, da 4ª Região, e o juiz federal Vinícius Costa Vidor, da 5ª Região. O secretário de 4

5 PJe Equipe do PJe Desenvolvimento Institucional do CJF exerce a Secretaria Executiva do Comitê e é responsável pelo gerenciamento do projeto. Capacitações Servidores da área de tecnologia da informação da Justiça Federal e do CJF indicados para o Subcomitê de Desenvolvimento do Processo Judicial Eletrônico (PJe) estão sendo capacitados para implantação, utilização e manutenção do PJe. A primeira etapa dessa capacitação foi realizada pelo Centro de Estudos Judiciários do CJF, em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O Treinamento Prático sobre a Codificação do Processo Judicial Eletrônico aconteceu de 15 de abril a 3 de maio, na sede do próprio CNJ e o curso de Java para Desenvolvimento na Web realizou-se de 13 a 17 de maio, na sede da empresa Caelum, em Brasília. No CNJ, o treinamento foi ministrado pelo juiz federal Paulo Cristovão de Araújo Silva Filho, com o objetivo de formar multiplicadores para a implantação e suporte do sistema eletrônico de tramitação de processos. Segundo o Coordenador de Projetos de Softwares Nacionais do CJF, Jones Cardozo de Melo Filho, essa atividade despertou a necessidade de se promover a capacitação dos servidores com relação aos programas de desenvolvimento envolvidos na tecnologia do PJe. Conhecemos o sistema e as tecnologias que ele utiliza, como o sistema foi construído, sua interface, e tivemos noções de como dar as primeiras manutenções, contou o servidor. De acordo com o chefe da Seção de Sustentação de Software do Conselho, Jackson Artaxerxes Matos, o PJe é um software interessante, grande e complexo. O objetivo dele é unificar os sistemas processuais desse imenso Brasil com grandes ganhos sociais e econômicos. Como a Justiça Federal irá dar suporte ao seu desenvolvimento, é importante conhecê-lo nas suas entranhas, explicou. A principal contribuição desses servidores para implantação eficiente do PJe, na opinião dele, virá a partir do conhecimento do código, da tecnologia e na difusão desse conhecimento. O PJe é um software de vanguarda, totalmente parametrizável e de alto valor tecnológico. A Justiça brasileira, não só a Justiça Federal, tem muito a ganhar com sua implantação, avaliou. Para a supervisora de Apoio às Seções Judiciárias Vinculadas ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), Karina Gonzaga da Silva, essas capacitações são importantes para uniformizar e consolidar o conhecimento a respeito das tecnologias envolvidas no desenvolvimento do sistema. Estamos começando uma caminhada, que é longa, na consolidação desse conhecimento, para que futuramente possamos apoiar todo o processo de implantação e manutenção do sistema em todas as regiões. É muito importante ter esse preparo e embasamento, afirmou a servidora. E conhecer a linguagem de programação padrão do processo judicial eletrônico, que é o Java, é o atual objetivo desse grupo de servidores de TI. Segundo o supervisor da Seção de Projetos de Tecnologia da Informação do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), Ricardo Antônio Câmara da Silva, essa é uma tecnologia que nem todo profissional da área domina. Capacitação é fundamental para começar a trabalhar bem. O principal do treinamento é que ele nos fez pegar intimidade com o sistema. É um sistema enorme, muito completo, cheio de funcionalidades, são milhares de arquivos, avaliou. A proposta é que ao final desses treinamentos o grupo de servidores da JF e do CJF esteja apto para participar da implantação do sistema nas cinco regiões da Justiça Federal. O coordenador Jones Filho ressaltou que o curso de capacitação em Java serve como uma espécie de laboratório avançado. Há um conjunto de tecnologias. O objetivo é preparar e capacitar os técnicos para que eles possam fazer a manutenção do sistema. A ideia inicial é que nós trabalhemos apenas na sustentação, com a correção de bugs e desenvolvimento de pequenas funcionalidades essenciais para o funcionamento do PJe na Justiça Federal, revelou. Treinamento sobre o PJe Treinamento sobre o PJe 5

6 Decisões do CJF Comissão estuda propostas para uniformização de cargos e serviços das varas federais A continuidade dos estudos de comissão instituída para propor a uniformização gradativa e modular das estruturas de cargos e serviços das varas federais foi aprovada pelo CJF, em sessão realizada em 29/04. Nos termos do voto do relator, desembargador federal Newton De Lucca (foto), presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, essa comissão será mantida, de modo a aperfeiçoar e desenvolver separadamente as proposições apresentadas. A comissão, instituída pela Portaria n. 1/2011 da Presidência do CJF, e formada por representantes do CJF e dos cinco tribunais regionais federais, formulou ao todo quinze proposições relativas ao assunto. Uma das proposições refere-se à classificação padronizada dos juízos de atuação da Justiça Federal, ou seja, as varas federais e os juizados especiais federais autônomos ou adjuntos. As varas federais localizadas fora das capitais dos estados, classificadas como subseções judiciárias, terão três categorias padronizadas: tipo A vara única; tipo B com duas ou três varas; e tipo C com quatro ou mais varas. As seções judiciárias correspondem ao território do estado onde detêm jurisdição, sendo sua sede localizada na respectiva capital. Outra proposta elaborada pela comissão foi a elaboração de projeto de implantação de varas-modelo para uniformização de processos de trabalho, a serem utilizadas como observatório. O objetivo é divulgar as boas práticas, a exemplo do projeto piloto da Vara de Execução Fiscal Virtual, implantado pela 3ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro e que reduziu o tempo de processamento das ações. As varas-modelo deverão adotar modelo de gestão judicial destinado a aprimorar e dar celeridade ao fluxo de processos de trabalho, definir acordo de nível dos serviços oferecidos e recebidos pela vara, conforme processos de suporte da cadeia de valor. O modelo deverá estar respaldado nos conceitos da excelência em gestão disseminados pela Fundação Nacional de Qualidade. A comissão propõe, ainda, institucionalizar, de forma sistemática, os processos gerenciais, e implementar metodologia de gestão por processos nas varas, com o objetivo de aprimorar e dar celeridade ao fluxo do processo de trabalho. A proposta nasceu da constatação, pelos membros da comissão, de que não há, atualmente, uma sistematização do gerenciamento dos processos gerenciais, situação esta que pode resultar em prejuízo no monitoramento da produção das varas. A recomendação de reavaliação da distribuição do número de servidores subordinados ao diretor da Secretaria da vara foi outra das proposições apresentadas pela comissão. De acordo com os estudos realizados, as varas que possuem até seis subordinados sob o gerenciamento do diretor da Secretaria são aquelas de competência plena, situação que pode ser justificada tendo em vista os diversos assuntos tratados na mesma vara. No entanto, segundo argumentou a comissão, estudos acadêmicos recomendam o máximo de quatro subordinados e, além disso, deve-se considerar o grande fluxo de processos que tramitam nas varas federais. O objetivo é identificar o dimensionamento hierárquico adequado para cada competência, de modo a obter futuramente uma uniformização gradual da sua estrutura. Foi proposta também pelo grupo a realização de investigação aprofundada por competência e vara, nos moldes de pesquisas realizadas pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), uma delas sobre as varas de execução fiscal e outra sobre os juizados especiais federais. O intuito, segundo a comissão, é possibilitar a atualização das informações e aprofundar os estudos sobre as especificidades das varas federais, a fim de se propor futuras uniformizações. Diretores de Foro poderão ser reconduzidos Em sessão realizada em 29/4, o Colegiado do CJF decidiu dar nova redação ao art. 3º da Resolução 79, de 19/11/2009, que regulamenta a competência e as atribuições dos juízes federais diretores do Foro das seções judiciárias e diretores das subseções judiciárias. A modificação, instituída pela Resolução 243, de 09/05/2013, permite que os juízes que exercem esses cargos, cujo mandato a princípio é de dois anos, possam ser reconduzidos por igual período. 6

7 Decisões do CJF Instituídos regimentos de comitês sobre segurança da informação O CJF referendou, em sessão ordinária realizada em 29/4, a Resolução 240/2013, que dispõe sobre a aprovação dos regimentos internos do Comitê de Segurança da Informação da Justiça Federal (CSI-jus) e do Comitê de Resposta a Incidentes da Justiça Federal (CRI-jus). No texto do ato normativo, estão previstas as regras para composição e funcionamento das reuniões, bem como a descrição de assuntos e casos nos quais os comitês deverão atuar. A criação desses regimentos internos atende ao disposto na Resolução 6/2008 que instituiu a Política de Segurança da Informação da Justiça Federal, e nas Portarias da Presidência do Conselho 42 e 44/2010 que conceberam os dois comitês. O CSI-jus e o CRI-jus serão subordinados à Presidência do CJF e deverão assessorar o órgão na supervisão e na avaliação de assuntos relativos à Política de Segurança da Informação da Justiça Federal. Os dois grupos serão igualmente formados por seis membros e seis suplentes cada, representantes da área de segurança da informação de tribunais regionais federais e do Conselho da Justiça Federal, que terão mandato de dois anos. As coordenações ficarão a cargo de representantes do CJF. As reuniões acontecerão, ordinariamente, uma vez por trimestre. Atuação Segundo seu regimento, o CSI-jus tem competência, entre outras coisas, para propor normas relativas ao desenvolvimento, à implantação, à aquisição de sistemas informatizados, para garantir a obtenção dos níveis de segurança desejados, assim como assegurar a permanente disponibilização dos dados e das informações de interesse para a Justiça Federal. O grupo também poderá orientar a Política de Segurança da Informação e analisar eventuais infrações. Já o CRI-jus deverá avaliar e analisar os assuntos relativos ao tratamento de incidentes de segurança da informação, bem como exercer o papel de coordenação das ações de resposta a esses incidentes no âmbito da Justiça Federal. Além disso, esse Comitê é responsável por apoiar a elaboração e a implementação de programas destinados à conscientização do público interno da JF quanto aos objetivos da Política de Segurança da Informação. Sessão do CJF de 29/04 Alterada resolução que regulamenta averbação de tempo de serviço O CJF, em sessão realizada em 27/05, aprovou alteração da Resolução n. 141, de 28 de fevereiro de 2011, que regulamenta a averbação de tempo de serviço dos servidores do Conselho e da Justiça Federal de primeiro e segundo graus. Foram alterados os arts. 4º, 5º, 6º, 7º, 8º, 10 e 13 da Resolução, para melhor entendimento dos seus dispositivos, nos termos do votovista do desembargador Mário César Ribeiro, que manteve o voto do relator, ministro Castro Meira, incluindo apenas o parágrafo 3º do artigo 6º, o qual havia sido excluído. Averbação é o reconhecimento do tempo de serviço prestado pelo servidor, mediante assentamento em documento hábil. Dentre os dispositivos alterados, destaca-se o de que o servidor que teve exercício em entidade da Administração Pública federal indireta na condição de celetista deverá apresentar, para averbação para fins de aposentadoria e disponibilidade, certidão de tempo de contribuição expedida pelo INSS e, para outros efeitos, certidão ou declaração do tempo de efetivo exercício emitida pelo órgão ou entidade em que prestou serviço. Foram alterados dispositivos que tratam do tempo de serviço prestado como aluno aprendiz e daquele decorrente de renúncia de aposentadoria. Outra alteração diz respeito à apresentação de certidão para fins de reconhecimento de vantagem pessoal nominalmente identificada ( VPNI) decorrente de incorporação de quintos ou décimos. Além disso, o desembargador Mário César Ribeiro acrescentou em seu votovista a nova redação do parágrafo 3º artigo 6º, no qual se considera apenas o ano de 365 dias na apuração do tempo de serviço feita em dias existentes entre as datas inicial e final de cada período, convertidos em anos. Estabelece-se ainda que, na existência de concomitância entre os tempos de serviço prestados, será considerado o tempo mais benéfico para o servidor. O art. 8º, que elenca as normas a serem observadas na apuração do tempo de serviço, para fins de aposentadoria, disponibilidade, gratificação adicional, licença-prêmio por assiduidade e para efeito de licença para capacitação, sofreu várias alterações em seus incisos. Os anexos da Resolução, que trazem as naturezas jurídicas, entidades, fundamentações legais e espécies de tempos a serem averbados, foram igualmente modificados pela proposta aprovada. 7

8 Precatórios Mais de R$ 5 bilhões foram creditados em maio Um total de beneficiários de precatórios federais de natureza alimentícia receberam seus créditos em maio, de acordo com o cronograma de pagamento definido pelos tribunais regionais federais (TRFs). O valor total gasto ultrapassa os R$ 5 bilhões. Para o TRF da 1ª Região foram liberados R$ ,67. O TRF da 2ª Região recebeu R$ ,33 e o TRF da 3ª Região, R$ ,32. Já o TRF da 4ª Região pagou R$ ,31, e o TRF da 5ª Região, R$ ,58. O pagamento ocorreu em meio a polêmica causada por recentes decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) nas ADIs e 4.425, que declararam a inconstitucionalidade da aplicação da TR (índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança) para a atualização monetária de requisitórios (precatórios e RPVs). Contudo, o Grupo de Precatórios da Justiça Federal se reuniu em abril e entendeu que, enquanto não fosse publicado o acórdão do STF, deveriam prevalecer as regras atuais (vigentes antes das decisões do STF) no pagamento desses precatórios. O importante é que os credores receberam os seus precatórios. No âmbito federal, os pagamentos foram feitos de forma regular, observou o corregedor-geral da Justiça Federal, ministro Arnaldo Esteves Lima, que ouviu do coordenador do Grupo, juiz federal Miguel Ângelo de Alvarenga Lopes, explicações sobre as medidas deliberadas na reunião. O Grupo de Precatórios é composto por representantes das áreas de precatórios e de orçamento do CJF e dos cinco TRFs. O Grupo de Precatórios se reuniu com representantes da Advocacia Geral da União (AGU) e suas procuradorias, Secretaria de Orçamento Federal (SOF) do Ministério do Planejamento, Secretaria do Tesouro Nacional (STN) do Ministério da Fazenda, Receita Federal do Brasil, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, quando foi apresentado o posicionamento do CJF quanto ao pagamento dos precatórios e RPVs e acertadas outras providências junto a esses órgãos para viabilizar o pagamento desses requisitórios. Centro de Estudos Judiciários Inscrições abertas para Seminário sobre Transparência Estão abertas as inscrições, gratuitas, para o Seminário Transparência na Justiça Federal: alcance e limites, que será realizado pelo Centro de Estudos Judiciários (CEJ) do Conselho da Justiça Federal (CJF), no dia 20 de junho, no auditório do CJF, em Brasília (DF). O objetivo do evento é promover a reflexão e a formação de massa crítica a respeito da transparência, seus limites e alcance e seu papel como instrumento essencial da comunicação institucional no âmbito da Justiça Federal. As inscrições podem ser efetuadas no site item Serviço Cursos e Eventos. O seminário promoverá a discussão sobre a política de transparência e de comunicação institucional com a contribuição de experiências oriundas de outras instituições e de diferentes perspectivas conceituais. O significado do advento da Lei n /2011 Lei de Acesso à Informação para a construção de uma cultura de transparência no País será um dos temas postos em discussão, em painel que terá a participação do Ministro da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage, do Presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, desembargador federal Sérgio Schwaitzer, do Presidente do Tribunal de Contas do Distrito Federal, Inácio Magalhães Filho, e do pesquisador do Centro de Estudos em Administração Pública e Governo, Fabiano Angélico. O papel da comunicação organizacional na promoção da transparência e na inserção institucional em redes sociais e na internet serão outras questões a serem tratadas por especialistas como o professor Nino Carvalho, coordenador do MBA e pós-mba em Marketing Digital da Fundação Getúlio Vargas, o assessor da Coordenadoria de Imprensa do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Murilo Pinto, e a diretora de Treinamentos da agência Oficina da Palavra, Miriam Moura. A participação brasileira no movimento mundial pelo governo aberto e a iniciativa do Poder Executivo de implementar a Infraestrutura Nacional de Dados Abertos e o Modelo de Acessibilidade serão apresentados no Seminário, como forma de subsidiar ações nesse sentido no âmbito da Justiça Federal. Sobre este assunto, confirmaram participação como palestrantes a diretora da InnovaGestão Consultoria em Informação, Neide De Sordi e a diretora da Secretaria de Documentação do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, Lenora de Beaurepaire. Uma das consequências polêmicas da transparência no Poder Judiciário: a exposição dos magistrados ao crivo da opinião pública, também será um tema debatido no Seminário, em painel intitulado: Casos judiciais de grande repercussão e influência da mídia/opinião pública nos julgamentos. Participam da mesa de debates sobre este assunto os ministros do Superior Tribunal de Justiça Benedito Gonçalves e João Otávio de Noronha, o juiz federal Artur César de Souza, o advogado Paulo Roque Khoury e a advogada da União Priscila Seifert. O evento é destinado a jornalistas, assessores de comunicação social, magistrados, dirigentes e servidores da Justiça Federal, acadêmicos e estudiosos do assunto, membros do Ministério Público, da Advocacia e da comunidade jurídica e membros dos poderes públicos em geral. O auditório do CJF é localizado no Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES) Trecho 3, Pólo 8, Lote 9 - Brasília (DF). Mais informações pelo telefone (61)

9 Centro de Estudos Judiciários Acordo possibilita difusão de conhecimentos para prevenção do trabalho escravo O presidente do CJF, ministro Felix Fischer, o corregedor-geral da Justiça Federal e diretor do Centro de Estudos Judiciários (CEJ) do CJF, ministro Arnaldo Esteves Lima, e a ministra de Estado da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), Maria do Rosário Nunes, assinaram em 27 de maio acordo de cooperação para adoção de ações conjuntas relacionadas à difusão de conhecimentos e experiências práticas direcionadas à prevenção e enfrentamento do trabalho escravo e forçado no País. A solenidade de assinatura aconteceu por ocasião da sessão ordinária do CJF. Embora seja lamentável a constatação de que ainda persiste no País esta degradante forma de subjugação do ser humano, que é o trabalho escravo, por outro lado, é louvável a iniciativa do Estado de mobilizar esforços no sentido de extirpar de uma vez por todas essa grave anomalia do seio de nossa sociedade, afirmou o ministro Fischer. Ele disse ainda que o CJF está à disposição da SDH para colaborar no que for possível, de modo a reforçar o combate a essa prática criminosa. O presidente do CJF elogiou o lançamento do Segundo Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo, iniciativa da SDH, por contemplar o envolvimento multidisciplinar em ações concretas de enfrentamento dessa problemática, abrangendo órgãos dos três poderes e das três esferas de governo e segmentos da iniciativa privada, inclusive com a participação da Justiça Federal. Por fim, manifestou a certeza de que a conjugação de ações institucionais trará resultados efetivos para a sociedade. O CJF, nas palavras da ministra Maria do Rosário, é uma instância reconhecida pela sua contribuição em diversas discussões relativas ao tema Direitos Humanos. Tema que, segundo a ministra, constitui pressuposto básico para a democracia e para a dignidade humana. No entanto, ela lembrou, nós reconhecemos que as violações aos direitos humanos são recorrentes na vida nacional. A decisão pelos direitos humanos e pela democracia, neste sentido, deve ser um caminho irrenunciável. A ministra relatou que a SDH está firmando acordos desse tipo com diversas instituições, principalmente com escolas judiciais, de modo a buscar o aperfeiçoamento de juízes em relação a esse tema, o que deverá ser feito pelo CEJ/CJF a partir do acordo. Ela agradeceu aos ministros Felix Fischer e Arnaldo Esteves Lima por essa cooperação. A partir do acordo, ambas as instituições poderão realizar conjuntamente atividades de formação e aperfeiçoamento de recursos humanos e de desenvolvimento institucional. Parceria com Ajufe permitirá realização de eventos de capacitação Atividades de ensino, pesquisa, editoração, informação e realização de eventos do interesse da Justiça Federal são as possíveis ações conjuntas que se tornam possíveis com a celebração de acordo de cooperação entre o CJF e a Associação Nacional dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe). O acordo foi assinado em 21 de maio pelo presidente do CJF, ministro Felix Fisher, o diretor do CEJ/CJF, ministro Arnaldo Esteves Lima, e o presidente da Ajufe, desembargador federal Nino Oliveira Toldo. Ao longo de sua história, a Ajufe tem servido como estratégico polo de interlocução entre este Conselho e a Magistratura Federal e, dessa forma, a cooperação técnica ora pactuada traduz-se em mais um instrumento potencializador dessa interlocução, capaz de atender a contento ao objetivo comum de promover a capacitação e o aperfeiçoamento dos magistrados federais e da Justiça Federal com um todo, afirmou o ministro Fischer na ocasião. O ministro observou que a parceria entre o CJF, por intermédio do Centro de Estudos Judiciários, e a Ajufe, é antiga e já resultou na realização conjunta de diversos eventos de grande relevo, a exemplo do Fórum de Direito Previdenciário e do Seminário sobre os Dez Anos de Funcionamento dos Juizados Especiais Federais, realizados no ano passado. Ciente do alto prestígio do Centro de Estudos junto à comunidade jurídica nacional, não posso ter outras senão as melhores expectativas em relação a esta conjugação de esforços, exclamou o presidente do CJF. Para o ministro Arnaldo Esteves Lima, o acordo é um instrumento que propicia o trabalho conjunto, com a finalidade de buscar sempre o aperfeiçoamento da Magistratura Federal e dos servidores. A providência é altamente expressiva para esse propósito, assinalou o ministro. Já o desembargador federal Nino Toldo expressou sua imensa alegria em assinar o acordo, que segundo ele é uma clara demonstração da harmonia e união de propósitos entre o CJF e a Ajufe, para que tenhamos uma Justiça Federal melhor e juízes mais bem preparados. As ações a serem realizadas em virtude do acordo serão estabelecidas a cada evento, mediante plano de trabalho específico, com a definição das responsabilidades e atribuições dos partícipes. Tanto o CJF quanto a Ajufe deverão desenvolver trabalhos conjuntos de pesquisa e ensino sobre temas jurídicos de interesse dos juízes federais, bem como colaborar na realização de palestras, seminários, conferências, encontros nacionais e internacionais, entre outros. 9

10 Centro de Estudos Judiciários Evento sobre lavagem de dinheiro terá parceria com Embaixada dos EUA Uma proposta de parceria para que representantes de órgãos ou instituições dos Estados Unidos da América participem do Encontro de Juízes das Varas Federais Especializadas no Julgamento de Crimes de Lavagem de Dinheiro e Contra o Sistema Financeiro Nacional, que acontecerá nos dias 24 e 25 de junho, foi discutida em reunião realizada em 21/5. Participaram do encontro o juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça Federal, Jorge Costa, o diplomata adido político e a assessora da Seção Política da Embaixada Americana, Walter Kerr e Socorro Leal, e a secretária do CEJ/CJF, Maria Raimunda Veiga. A proposta do evento é fomentar o intercâmbio de conhecimentos sobre o tema, principalmente com relação às questões relacionadas à recuperação e alienação de bens apreendidos em processos criminais. Segundo o juiz federal Jorge Costa, a reunião serviu para dar continuidade ao estreitamento das relações com as instituições judiciais e governamentais norte-americanas, diálogo institucional que começou a ser conduzido no início deste ano com a assinatura de uma Carta de Intenções com o Federal Judicial Center (equivalente ao CEJ nos EUA). Neste encontro de hoje, eles sinalizaram com a proposta de realizarmos eventos para troca de experiências entre os dois países, revelou. De acordo com o juiz auxiliar da Corregedoria, os norte-americanos cultivam uma visão capitalista do combate ao crime e, por isso, podem contribuir muito para que os magistrados brasileiros conheçam a forma como eles lidam com os bens apreendidos em processos criminais. Eles não se preocupam apenas com a pessoa do criminoso, mas também com todo o patrimônio adquirido por ele com a atividade delituosa. Isso fez com que eles desenvolvessem mecanismos bastante eficazes para combater esse tipo de atividade. É isso que queremos conhecer, explicou Jorge Costa. Cemaf define calendário de eventos para 2013 A programação de eventos a serem realizados em parceria pelo Centro de Estudos Judiciários do CJF e as escolas da magistratura federal foi definida no último dia 26/04 em reunião do Conselho das Escolas da Magistratura Federal (Cemaf ). Presidido pelo corregedorgeral da Justiça Federal e diretor do CEJ/CJF, ministro Arnaldo Esteves Lima, composto pelos diretores das escolas da magistratura dos cinco TRFs e pelo presidente da Ajufe, e secretariado pela secretária do CEJ/CJF, o Cemaf tem a competência de estabelecer diretrizes gerais para a elaboração do Plano Nacional de Aperfeiçoamento e Pesquisa para Juízes Federais (PNA), bem como acompanhar a execução do Plano e avaliar seus resultados. Do calendário de eventos a serem realizados em parceria entre o CEJ/CJF e a Escola da Magistratura Federal da 4ª Região (Emagis), realiza-se em 6 e 7 de junho o Seminário de Direito e Economia, na Seção Judiciária do Paraná, e em agosto o Seminário sobre Hermenêutica, na sede do TRF4, em Porto Alegre. Da parceria com a Escola da Magistratura Federal da 2ª Região (Emarf ), está previsto o Curso de Formação de Formadores, a ser ministrado por representantes da Escola Nacional da Magistratura da França, em agosto, e o Seminário sobre Agências Reguladoras, em setembro, ambos os eventos na cidade do Rio de Janeiro. Conjuntamente com a Escola da Magistratura Federal da 3ª Região (Emag), o CEJ/CJF deve realizar em outubro Seminário sobre o Regime Jurídico dos Bens Públicos, em São Paulo. Com a Escola da Magistratura Federal da 5ª Região (Esmafe), deve ser realizado Seminário sobre a Lei da Improbidade Administrativa Aspectos Processuais e Materiais, em novembro, no Recife. Na reunião, os membros do Cemaf também apresentaram um panorama dos cursos de formação inicial para novos juízes federais substitutos. Ao final da reunião, a secretária do CEJ/CJF, Maria Raimunda Mendes da Veiga, comunicou aos membros do Cemaf que, a pedido do CNJ, o CJF deverá regulamentar no âmbito da Justiça Federal o afastamento de magistrados para participação em cursos de capacitação. Para tanto, solicitou aos diretores das escolas que estudem propostas a respeito dessa matéria. 10

11 Centro de Estudos Judiciários Interpretações valiosas Traçar orientações para interpretação do Código Civil, que podem fazer a diferença na vida de muitos brasileiros, é o objetivo dos enunciados das jornadas de Direito Civil, elaborados após discussões entre os maiores especialistas do País Problemas com relação à divulgação da intimidade ou à renovação de contratos com empresas de seguro, o pagamento de pensões alimentícias e a emancipação de menores são exemplos de questões tratadas nos enunciados das jornadas de Direito Civil. Realizadas desde 2002 pelo CEJ/CJF, as jornadas reúnem grandes especialistas de todo o País, sob a coordenação científica do ministro aposentado do STJ, Ruy Rosado de Aguiar Jr., para analisar propostas de enunciados sobre o Código Civil e aprovar aquelas que tiverem o entendimento consensual. Na VI Jornada de Direito Civil, realizada em 11 e 12 de março deste ano, foram aprovados 46 novos enunciados, que vão do número 530 ao 575. Todos os enunciados estão disponíveis para consulta no Portal da Justiça Federal (www.cjf.jus.br). Direito ao esquecimento Uma foto tirada em momento de intimidade pode se propagar por meio das mídias sociais com impensada rapidez. Fatos praticados na juventude, e até já esquecidos, podem ser resgatados e inseridos na rede, vindo a causar novos danos, até mais ruinosos. Quem pretende ir à Justiça com a intenção de apagar essas marcas do passado pode invocar o chamado direito ao esquecimento, contemplado no Enunciado 531, pelo qual: A tutela da dignidade da pessoa humana na sociedade da informação inclui o direito ao esquecimento. Esse direito estaria implícito na regra legal que assegura a proteção da intimidade, da imagem e da vida privada, bem como no princípio de proteção à dignidade da pessoa humana. Mas o desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Rogério Fialho Moreira, coordenador da Comissão de Trabalho da Parte Geral na VI Jornada, explica que o enunciado garante apenas a possibilidade de discutir o uso dos eventos pretéritos nos meios de comunicação social, sobretudo nos meios eletrônicos. De acordo com ele, na fundamentação do enunciado ficou claro que o direito ao esquecimento não atribui a ninguém o direito de apagar fatos passados ou reescrever a própria história. Não é qualquer informação negativa que será eliminada do mundo virtual. É apenas uma garantia contra o que a doutrina tem chamado de superinformacionismo. Ainda há muito espaço para o amadurecimento do assunto, de modo a serem fixados os parâmetros para que seja acolhido o esquecimento de determinado fato, com a decretação judicial da sua eliminação das mídias eletrônicas. Tudo orientado pela ponderação de valores, de modo razoável e proporcional, entre os direitos fundamentais e as regras do Código Civil, de proteção à intimidade e à imagem, de um lado, e, de outro, as regras constitucionais de vedação à censura e da garantia à livre manifestação do pensamento explica Fialho. O desembargador relata que a teoria do direito ao esquecimento surgiu a partir da ideia de que, mesmo quem comete um crime, depois de determinado tempo, vê apagadas todas as consequências penais do seu ato. No Brasil, dois anos após o cumprimento da pena ou da extinção da punibilidade por qualquer motivo, o autor do delito tem direito à reabilitação. Depois de cinco anos, afasta-se a possibilidade de considerar-se o fato para fins de reincidência, apagando-o de todos os registros criminais e processuais públicos. Segundo ele, o registro do fato é mantido apenas para fins de antecedentes, caso cometa novo crime e, mesmo assim, a matéria encontra-se no Supremo Tribunal Federal (STF), em repercussão geral, para decisão sobre a constitucionalidade dessa manutenção indefinida no tempo. Mas, extinta a punibilidade, a certidão criminal solicitada sai negativa, inclusive sem qualquer referência ao crime ou ao cumprimento de pena. Ora, se assim é, até mesmo em relação a quem é condenado criminalmente, não parece justo que os atos da vida privada, uma vez divulgados, possam permanecer indefinidamente nos meios de informação virtuais, disse. 11

12 Centro de Estudos Judiciários Contratos de seguro A idade avançada do segurado não pode ser motivo para recusa de renovação das apólices de seguro de vida pelas seguradoras esta atitude é considerada discriminatória e contrária à função social do contrato. Também é considerado abuso do direito a modificação acentuada das condições do seguro de vida e de saúde pela seguradora, como por exemplo o aumento exagerado do preço na data de renovação do contrato. Já no seguro de responsabilidade civil facultativo, que prevê a possibilidade de indenização a terceiros, o Código Civil garante a estes últimos o direito de acionar diretamente a seguradora. As três afirmações são extraídas dos enunciados 542, 543 e 544. Segundo o texto do Enunciado 542, a recusa de renovação das apólices de seguro de vida pelas seguradoras em razão da idade do segurado é discriminatória e atenta contra a função social do contrato. De acordo com a justificativa do enunciado, essa prática é contrária ao art. 4º do Estatuto do Idoso (Lei n. 10/741/2003), que proíbe a discriminação do idoso, e também à função social do contrato, prevista no art. 421 do Código Civil. Tem-se constatado que, à medida em que vai aumentando a idade dos segurados, algumas seguradoras têm recusado a renovação do contrato, comenta o advogado Paulo Roque Khouri, um dos coordenadores da comissão sobre Contratos da VI Jornada. Se é abusiva a atitude de não renovar o contrato do segurado idoso, o subterfúgio de aumentar excessivamente o valor do contrato, de modo a pressionar o segurado a desistir, também é considerado excesso. É o que afirma o Enunciado 543, pelo qual constitui abuso do direito a modificação acentuada das condições do seguro de vida e de saúde pela seguradora quando da renovação do contrato. Há fatores que podem mudar a remuneração do contrato, como a idade ou o fato de um segurado passar a exercer uma função de maior risco. Essas mudanças podem ocorrer, mas não mudanças acentuadas, a ponto de inviabilizar a execução do contrato, explica Paulo Roque. Uma das decorrências do princípio da função social do contrato, incorporado ao Código Civil, é a proteção ao direito de terceiros, que não fazem parte da relação contratual mas que, de alguma forma, são afetados. É o caso dos seguros de responsabilidade civil facultativos, objeto do Enunciado 544, de acordo com o qual, quando há essa cláusula de responsabilidade nos contratos de seguro, eventuais vítimas de acidentes envolvendo um segurado podem acionar diretamente a seguradora. Esta situação é comum em seguros de automóveis, por exemplo. São casos em que, pela função social do contrato, o terceiro, até para abreviar caminhos, pode acionar diretamente a seguradora, esclarece o advogado Paulo Roque. O texto do Enunciado 544 diz o seguinte: O seguro de responsabilidade civil facultativo garante dois interesses, o do segurado contra os efeitos patrimoniais da imputação de responsabilidade e o da vítima à indenização, ambos destinatários da garantia, com pretensão própria e independente contra a seguradora. FGTS e pensão alimentícia O enunciado 572 definiu a interpretação dos artigos e do Código Civil, os quais dispõem sobre o pagamento de pensão alimentícia. Conforme o entendimento adotado pelos participantes do evento para orientar o julgamento de ações sobre o tema, será agora admitido que o juiz solicite o levantamento do saldo de conta vinculada ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para fazer cumprir o direito ao pagamento de pensão alimentícia. Segundo o coordenador do grupo de trabalho sobre Direito de Família, o advogado da União Otávio Luiz Rodrigues Junior, o enunciado nasceu de uma situação concreta vivenciada hoje na jurisprudência: um pai perde o emprego ou fica sem condições de pagar a pensão fixada judicialmente. Alguns juízes determinavam que o saldo da conta vinculada ao FGTS fosse levantado para essa finalidade. Nesses casos, o dinheiro que seria depositado na conta do trabalhador é repassado como crédito alimentar para o filho, o parente ou o cônjuge. Reprodução assistida heteróloga O enunciado 570 define a interpretação dos artigos e do Código Civil, que tratam do reconhecimento dos filhos gerados fora do casamento. Como esses artigos não citam expressamente os filhos nascidos a partir da reprodução assistida heteróloga aquela em que o espermatozoide ou o óvulo utilizado provém de um doador estranho ao casal, o enunciado pretende garantir o vínculo jurídico de paternidade/filiação desde o início da gravidez, mesmo nos casos de união estável, desde que gerados com o consentimento do companheiro. Segundo Otavio Luiz Rodrigues Junior, o impacto do posicionamento firmado pelo enunciado será observado em todo o Judiciário, no julgamento de ações como as que pedem deferimento de pensões. Na justificativa do enunciado, o grupo de trabalho explicou que a orientação tem por base uma pesquisa desenvolvida a respeito do tema e também considera a regra do artigo 226, da Constituição Federal. É de se afirmar que as técnicas conceptivas são admissíveis em favor dos companheiros. Como não há presunção de paternidade do companheiro em relação ao filho de sua companheira ainda que ele manifeste consentimento prévio à técnica de reprodução assistida heteróloga é preciso identificar o mecanismo de estabelecimento do vínculo paterno-filial, argumentou o grupo. Emancipação O Enunciado 530 definiu a interpretação do artigo 5º, parágrafo único, do Código Civil, o qual regulamenta a idade que torna a pessoa habilitada à prática de todos os atos da vida civil. Conforme o entendimento, quando for para orientar o julgamento de ações que tratam da responsabilidade civil antecipada, a emancipação, por si só, não elide a incidência do Estatuto da Criança e do Adolescente. De acordo com desembargador Rogério Fialho Moreira, embora no campo civil e empresarial, o menor emancipado possa administrar todo o seu patrimônio, ele não passa a ser considerado adulto. A sua formação física, biológica e psíquica ainda não está completa. Ele tem ampla capacidade empresarial e negocial, mas não pode praticar determinados atos para os quais a legislação exija o implemento de uma determinada idade. 12

13 Centro de Estudos Judiciários Importância do Judiciário na proteção da propriedade intelectual é tema de seminário Segurança jurídica permite maiores investimentos em inovação e, consequentemente, o crescimento econômico do País, argumentam os palestrantes Aconteceu em 24/5, no auditório do CJF, o seminário Propriedade Intelectual e a Importância do Poder Judiciário Brasileiro. O evento teve como objetivo discutir questões atuais e estratégias que envolvem o novo paradigma da economia de bens intangíveis protegidos por lei de propriedade intelectual no Brasil e no mundo. O seminário é uma iniciativa do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) em parceria com a Escola da Magistratura Federal da 2ª Região (Emarf ), a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e o Instituto Dannemann Siemsen de Estudos Jurídicos e Técnicos (IDS). O Centro de Estudos Judiciários (CEJ) do CJF foi um dos apoiadores. A ocasião contou também com o lançamento do livro Propriedade Industrial Aplicada: Reflexões para o Magistrado publicação que é fruto do esforço conjunto dessas instituições com ampla abordagem dos institutos jurídicos pertinentes ao assunto. O ministro Castro Meira (foto), do Superior Tribunal de Justiça (STJ), representou o presidente do CJF, ministro Felix Fischer, na abertura do evento. Estamos numa época em que mudanças são necessárias, tanto na área econômica quanto na judiciária. A Escola de Magistratura da 2ª Região e também todas as outras estão preocupadas em participar e preparar os magistrados a enfrentar as mudanças. A propriedade intelectual é uma realidade que não é apresentada nos bancos escolares, mas o Brasil tem sabido enfrentar essa questão, que hoje precisa ser disseminada em todo o País. Inovar é um desafio que precisamos enfrentar, revelou Castro Meira. Segundo o diretor da Emarf, desembargador federal Guilherme Calmon que também representou o diretor do CEJ no evento, ministro Arnaldo Esteves Lima o seminário e o lançamento do livro são de suma importância para a magistratura brasileira. Apresentamos essa matéria em alguns cursos da Emarf. Temos aprofundado o debate e o estudo e já conseguimos especializar varas e turmas quanto ao assunto. É importante, cada vez mais, fortalecer o País quanto à propriedade industrial. O Judiciário tem papel fundamental nisso tudo. A discussão da matéria permite que os magistrados tenham condições e instrumentos para se capacitar e para que posteriormente estejam aptos a dar respostas jurídicas em tempo razoável e efetivo, disse o desembargador. 13

14 Centro de Estudos Judiciários A abertura contou ainda com a presença do diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi, da diretora de Cooperação para o Desenvolvimento, Denise Gregory, e do procurador-chefe do Instituto, Mauro Maia. Abijaodi reafirmou a importância da segurança jurídica em propriedade intelectual para investir em inovação e, para isso, o livro dará importante contribuição, ao estimular a consolidação de entendimentos na Justiça. Ele reafirmou o apoio da CNI à reforma do INPI. Neste sentido, Gregory citou a aprovação de lei que permitirá triplicar o número de examinadores de patentes e quintuplicar o de marcas, acelerando os processos. Ambiente de negócios A palestra O Judiciário e a Segurança Jurídica para Negócios no Brasil foi proferida pela desembargadora federal aposentada Liliane Roriz (foto). Para ela, que também é a coordenadora científica do evento, a atuação do Judiciário tem influência direta no ambiente de negócios no Brasil. Liliane Roriz relatou que entre 2005 e 2010 o País implementou 12 reformas institucionais ou regulatórias para facilitar os negócios, em 6 das 10 áreas avaliadas. Já entre junho de 2011 e maio de 2012, houve apenas uma mudança: a implantação do processo judicial eletrônico (PJE). Na área da tecnologia, por exemplo, ela comentou que o País não tem uma grande tradição em inovação. Somente recentemente, em termos de história, é que o País acordou para a necessidade de investir nessa área e vem correndo atrás do prejuízo, explicou. De acordo com a desembargadora, o setor público criou centros de pesquisa estatais ou ligados a universidades públicas e instituiu programas de desenvolvimento tecnológico apoiados por agências de fomento. Já no setor empresarial, segundo ela, as empresas multinacionais nunca foram estimuladas a produzir inovação tecnológica, limitando-se a importar sua tecnologia produzida lá fora. Sobre ambiente de negócios e segurança jurídica, ela concluiu que quando o grau de previsibilidade das decisões judiciais num certo país é mais acentuado que em outro, o primeiro aparecerá como alternativa mais interessante para o investimento. A estabilidade do marco institucional é fator de atração de investimentos sadios, disse. Segundo ela, aquele que pretende propor uma ação judicial, via de regra, analisa os seguintes aspectos: o valor que espera receber, as chances que tem de ganhar e o tempo que terá de esperar para obter uma sentença definitiva e, consequentemente, para receber A propriedade intelectual é uma realidade que não é apresentada nos bancos escolares, mas o Brasil tem sabido enfrentar essa questão, que hoje precisa ser disseminada em todo o País. Inovar é um desafio que precisamos enfrentar Ministro Castro Meira sua pretensão. Sobre a morosidade, ela revela que entre as principais consequências estão o desestímulo aos investimentos, a inadimplência, a impunidade, o alto custo financeiro repassado para os preços e o comprometimento da credibilidade da democracia Liliane Roriz também é coautora do livro Propriedade Industrial Aplicada Reflexões para o Magistrado, que aborda os institutos jurídicos pertinentes ao assunto. A obra, segundo ela, é mais uma ação que contribui para melhorar o ambiente de negócios no Brasil - o País ocupa apenas o 130º lugar no ranking do Banco Mundial. Uma versão eletrônica do livro está disponível no Portal da Indústria e pode ser acessada gratuitamente na página menu Publicações. Falta de cultura Para encerrar as atividades do seminário, foi realizado debate em formato de talk-show, sobre a falta de cultura de propriedade intelectual no Brasil, com o diretor regional do Escritório da Organização Mundial da Propriedade Intelectual no Brasil (OMPI), José Graça Aranha; o procurador-geral do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Mauro Maia; e o presidente da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI), Luiz Henrique do Amaral. A mediação do debate ficou com o diretor executivo da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras, Naldo Dantas. Sobre o tema, o procurador-geral do INPI traçou um breve histórico de como a propriedade intelectual tem sido tratada no mundo. Segundo ele, o Brasil foi um dos primeiros signatários da Convenção de Paris de Proteção à Propriedade Intelectual. Contudo, na opinião de Mauro Maia, o uso da propriedade industrial nos dias atuais nem de longe é aquele que poderia ser o ideal. O especialista apresentou dados de dez anos, os quais indicavam que apenas 15% das novas empresas registravam suas marcas. Para ele, isso reflete o grau de desconhecimento da população sobre a importância de valorização da propriedade intelectual. Com relação a esse contexto, o diretor da OMPI abordou a relevância de munir o Judiciário das informações necessárias para que ele esteja apto a julgar litígios de propriedade intelectual. O juiz precisa saber do que se trata. O magistrado precisa ter a consciência do equilíbrio entre o interesse público e privado. E a importância da CNI é fundamental nesse processo, pois a indústria é hoje a grande fomentadora e impulsionadora da produção de conhecimento, explicou Graça Aranha. Já o presidente da ABPI disse que existem várias razões para o Brasil estar na atual situação de pouco incentivo à produção de conhecimento, apesar de viver um ambiente ideal de transformação, com o mercado interno muito forte. Precisamos saber as novas regras do jogo da economia, pontuou. Segundo Luiz Henrique, é fundamental observar pontos considerados como entraves culturais para essa mudança de paradigma. Entre eles, o funcionamento adequado dos órgãos de registros de patentes e marcas, um sistema eficaz de consolidação dos direitos, a estrutura fiscal, adoção de uma política de depósito de patentes e de incentivo e divulgação dos casos de sucesso. É preciso uma mudança de postura dos empresários, advertiu. Na opinião dele, dos três Poderes, o Judiciário é o que melhor trata o tema. O Judiciário tem dado uma resposta mais eficaz, concluiu. 14

15 Colegiado Presidente do CJF saúda novos membros Fizeram sua estreia como membros efetivos do CJF, em sessão realizada em 29/04, o ministro do STJ, Humberto Martins, e os desembargadores federais Sérgio Schwaitzer e Francisco Wildo Lacerda Dantas, recentemente empossados nas Presidências, respectivamente, dos Tribunais Regionais Federais da 2ª e da 5ª Regiões. Estou certo de que este Conselho terá os seus trabalhos enriquecidos com a presença de Vossas Excelências. Sejam muito bem-vindos, disse o presidente do CJF e do STJ, ministro Felix Fischer. Natural de Maceió (AL), o Ministro Humberto Martins formou-se em Direito pela Universidade Federal de Alagoas e em Administração de Empresas pelo Centro de Estudos Superiores de Maceió. Iniciou sua carreira na Advocacia, tendo em seguida exercido o cargo de procurador do Estado de Alagoas e posteriormente nomeado desembargador do Tribunal de Justiça de Alagoas, período em que exerceu também o cargo de juiz do Tribunal Regional Eleitoral daquele Esta- Em sua última participação como membro efetivo do CJF, na sessão de 27 de maio, a presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, desembargadora federal Marga Inge Barth Tessler, recebeu os agradecimentos do Colegiado. O presidente do CJF, ministro Felix Fischer, designou o vice-presidente, ministro Gilson Dipp, para proferir discurso em homenagem à desembargadora. O ministro Dipp afirmou sentir-se honrado com a designação para, em nome do Colegiado, fazer uma merecida homenagem à conselheira. De acordo com o ministro, ela teve no CJF uma participação brilhante. Ex-colega da desembargadora no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o ministro revelou conhecê-la desde os tempos em que foi juíza de primeiro grau, e depois como colega no TRF. Posso testemunhar a competência e a eficácia da desembargadora, reconhecida por todos os seus pares. Além disso, prosseguiu, ela também é de uma educação inigualável, de um tratamento pessoal com seus colegas e com o jurisdicionado que dificilmente se encontrará no Brasil. O ministro Dipp também parabenizou a desembargadora pela sua atuação na Presidência do TRF da 4ª Região. Desejo pleno sucesso no seu futuro, finalizou o ministro. A desembargadora Marga Tessler lembrou que no CJF sempre foi muito distinguida pelo presidente e por todos os conselheiros, agradecendo a homenagem. De acordo com ela, as palavras do ministro Dipp revelam uma estima do. Tornou-se ministro do Superior Tribunal de Justiça em 2006, onde já atuou como membro da 1ª Seção, da 2ª Turma, da Corte Especial e do Conselho da Administração. Natural do Rio de Janeiro, o desembargador Sérgio Schwaitzer graduou-se em Direito pela Faculdade de Direito Cândido Mendes. Começou sua carreira como advogado, atuando no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social e em seguida sendo empossado como juiz federal da Seção Judiciária de São Paulo e posteriormente lotado na Seção Judiciária do Rio de Janeiro, onde exerceu o cargo de diretor do Foro. Ascendeu ao TRF da 2ª Região em 2001, onde já integrou e presidiu a 6ª e a 7ª Turmas, presidindo ainda a 4ª Seção, e tendo sido coordenador dos Juizados Especiais Federais da 2ª Região, corregedor-regional e diretor do Centro Cultural Justiça Federal. O desembargador Francisco Wildo é Bacharel em Direito pela Universidade Católica do Salvador, tem Licenciatura Plena em Letras Marga Tessler recebe homenagem que sempre foi recíproca. Gostaria de expressar meu agradecimento a todos os servidores, em nome da secretária-geral, Eva Barros, e aos juízes auxiliares do CJF. Saio com a sensação do dever cumprido, muito tranquila. Saio feliz, porque recebi aqui excelentes lições, aprendi muito convivendo com os eminentes conselheiros. Só tenho registros positivos a fazer desta minha estada aqui, exclamou a magistrada. - Inglês pela Universidade Católica do Salvador, mestrado em Direito pela Universidade Federal da Bahia e doutorado em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa. Em 1984 foi empossado juiz federal da Seção Judiciária de Alagoas, tendo nesse ínterim exercido o cargo de corregedor eleitoral e de diretor do Foro daquela Seção Judiciária. Ascendeu ao TRF da 5ª Região em 2003, onde já foi membro e presidente da 1ª Turma, membro da 2ª Turma e corregedor-regional. Folha do CJF Número 34 abr/mai 2013 Conselho da Justiça Federal SCES Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho III Polo 8 Lote 9 Subsolo CEP Brasília DF Telefones: (061) / Ministro FELIX FISCHER Presidente Ministro GILSON DIPP Vice-Presidente Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA Corregedor-Geral da Justiça Federal, Presidente da Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais e Diretor do Centro de Estudos Judiciários Ministro CASTRO MEIRA Ministro HUMBERTO MARTINS Desembargador Federal MÁRIO CÉSAR RIBEIRO Desembargador Federal SÉRGIO SCHWAITZER Desembargador Federal NEWTON DE LUCCA Desembargadora Federal MARGA BARTH TESSLER Desembargador Federal FRANCISCO WILDO LACERDA DANTAS Membros efetivos Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO Ministra MARIA THEREZA DE ASSIS MOURA Ministro HERMAN BENJAMIN Desembargador Federal DANIEL PAES RIBEIRO Desembargador Federal POUL ERICK DYRLUND Desembargadora Federal MARIA SALETE CAMARGO NASCIMENTO Desembargador Federal LUIZ CARLOS DE CASTRO LUGON Desembargador Federal EDILSON PEREIRA NOBRE JÚNIOR Membros suplentes Eva Maria Ferreira Barros Secretária-Geral Roberta Bastos Cunha Nunes FENAJ 4235/14/12/DF Assessora de Comunicação Social Adriana Dutra Coordenadora de Comunicação Impressa Raul Cabral Méra Chefe da Seção de Planejamento Visual Bianca Nascimento Isabel Carvalho Repórteres Paulo Rosemberg Edson Queiroz Fotografias Claudia Pires El-moor Projeto Gráfico Raul Cabral Méra Ramon Duarte Oliveira Diagramação e Ilustração Coordenadoria de Serviços Gráficos do Conselho da Justiça Federal Impressão 15

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