ROTEIRO PARA INSPEÇÃO SANITÁRIA EM COMUNIDADES TERAPÊUTICAS PARA DEPENDENTES DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ROTEIRO PARA INSPEÇÃO SANITÁRIA EM COMUNIDADES TERAPÊUTICAS PARA DEPENDENTES DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS"

Transcrição

1 ESPECIFICIDADES DO SERVIÇO Data de início das atividades: Cadastro em entidades associativas e/ou federativas Não Sim Especificar: Prestação de serviço Contrato Convênio Especificar: Outros financiamentos Não Sim Especificar: Tipo de atendimento realizado Ambulatorial: Infantil: M F Turno: Manhã Tarde Noite População atendida: Adolescente: M F Média mensal de atendimentos: Adulto: M F Capacidade de atendimento: Residencial (Internação) Infantil: M F Número de residentes no dia da inspeção: População atendida: Adolescente: M F Capacidade de atendimento: Adulto: M F Alojamentos Quantidade: Quartos individuais: Quartos coletivos (máximo de 6 leitos): RECURSOS HUMANOS Especificação Nº total Nº de capacitados em dependência química Administrativo Médico Enfermeiro Psicólogo Farmacêutico Assistente Social Terapeutas Ocupacionais Agente Comunitário Auxiliar/técnico de enfermagem Auxiliar de serviços gerais Auxiliar de cozinha Auxiliar de lavanderia Funcionário da segurança QUESTÕES ORGANIZACIONAIS Regimento/estatuto RDC 101/01, Anexo I, item 4.3 Tem critérios estabelecidos para alta terapêutica, desistência, evasão e desligamento Possui registro de entrada e saída de residentes Tem rotina de atividades definindo as obrigatórias e as opcionais ao tratamento 1/6

2 Todas as normas e rotinas são disponibilizadas por escrito ao residente ingressante e familiares Conta com ambientes para as atividades programadas Conta com manual de normas e rotinas disponíveis aos funcionários RDC 101/01, Anexo I, item 4.3 Possui registro de rotinas e ocorrências RDC 101/01, Anexo I, item 4.3 Conta com normas para visitas disponíveis para familiares Tem escala de funcionários por turno Conta com referência e contra-referência para outros serviços de atenção a outros agravos à saúde PROJETOS ARQUITETÔNICOS RDC 50/02 item 1.6; Lei 13317/99 art.89; RDC 101/01 art. 3 Aprovados pelo órgão competente e condizentes com a realidade Especificação: Aprovados, porém não condizentes com a realidade Especificação: Não aprovados Especificação: INFRA-ESTRUTURA FÍSICA, EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Construção em alvenaria Piso: íntegro de fácil limpeza Teto: íntegro de fácil limpeza Paredes: integras/ de fácil limpeza Portas com travamento simples (ambientes de uso dos residentes) No momento da inspeção os ambientes se encontram limpos Ralo: sifonado/com tampa escamoteável Mobiliário e bancadas de fácil limpeza Climatização e/ou Ventilação: Artificial (ar condicionado) Natural Iluminação: suficiente para realização das atividades Tomadas elétricas em todos os ambientes Extintores de incêndio em pontos estratégicos dentro do prazo de validade As instalações prediais de água, esgoto, energia elétrica, proteção e combate a incêndio, telefonia e outras existentes, deverão atender as exigências dos códigos de obras e posturas locais, assim como às normas técnicas brasileiras pertinentes a cada uma das instalações Abastecimento de água: Rede pública Poço Realiza tratamento contínuo da água Possui reservatório de água Limpeza e desinfecção dos reservatórios de água Possui programa de desratização e desinsetização A empresa responsável pela desratização e desinsetização possui licença sanitária 2/6

3 ALOJAMENTOS Banheiro: no mínimo um para cada 6 residentes Vaso sanitário: assento com tampa Lavatório Sabão liquido ou tabletes em saboneteira vazada Lixeira com tampa de acionamento por pedal e saco plástico Suporte com papel toalha (recomendável) Chuveiro com água quente e fria Banheiro para uso de deficientes físicos (1 para cada 30 residentes) Quarto exclusivo para monitor SALA DE TERAPIA/RECUPERAÇÃO Sala de Atendimento social (*) Sala de Atendimento Individual (*) Sala de Atendimento Coletivo (*) Sala de TV/Música (*) Oficinas (Ex.: desenho, silk, marcenaria, gráfica, etc)(**) Quadra de Esportes(*) Sala para prática de exercícios físicos (**) Horta ou outro tipo de cultivo (**) Criação de animais domésticos (**) Área externa para deambulação (**) 3/6

4 COZINHA Recepção de gêneros alimentícios Armazenagem de gênero alimentício: Prateleiras de fácil limpeza e livre de umidade Devidamente acondicionados e protegidos Afastados de piso e paredes Aberturas teladas Armazenagem adequada de utensílios de copa e cozinha Bancadas de material liso e lavável, com pia para preparo de alimentos Área de cocção Área de distribuição Área de lavagem de louças Refeitório com lavatório Sabão liquido ou tabletes em saboneteira vazada Lixeira com tampa de acionamento por pedal e saco plástico Suporte com papel toalha Equipamentos: Fogão Geladeira Freezer (opcional) Utensílios de copa e cozinha íntegros, de fácil limpeza (***) R No momento da inspeção a cozinha encontra-se limpa, organizada e com utensílios higienizados Equipe responsável pela rotina da cozinha: Mãos e unhas curtas, limpas e sadias, sem esmalte e sem adornos de mãos e punhos Touca ou cabelo preso LAVANDERIA Recepção/armazenagem de roupa suja Área de lavagem Área de secagem Área para passar roupas Área para armazenagem de roupa limpa 4/6

5 ALMOXARIFADO Prateleiras de fácil limpeza e livre de umidade Área para armazenagem de mobiliário, utensílios, equipamentos, etc. Limpeza, zeladoria e segurança. Depósito de material de limpeza (DML) Tanque com ponto de água fria no DML Abrigo de resíduos sólidos SETOR ADMINISTRATIVO Sala de recepção de residentes, familiares e visitantes. Sala administrativa Área para arquivo dos prontuários (ficha de residentes) Existe local para acondicionamento de medicação Medicamentos controlados são guardados em armário com chave A medicação fica acondicionada junto com a receita médica Sala de reunião para equipe Sanitários para os funcionários PROCESSO Tem a voluntariedade como critério de ingresso do candidato RDC 101/01, Anexo I, item 4.1 Para ingresso são respeitados os critérios de avaliação estabelecidos no regulamento técnico da Resolução 101/01 Realiza avaliação Médica realizada por clínico geral Realiza avaliação Psiquiátrica ou psicológica Realiza avaliação Familiar realizada por Assistente Social ou Psicólogo Realiza avaliação Exames laboratoriais Registra em fichas de admissão (prontuário) todos os dados de avaliações, encaminhamentos e exames do residente Todos os registros em prontuários são devidamente identificados com data, descrição do procedimento, nome e assinatura do profissional responsável Possui programa terapêutico individual Realiza atendimento individualizado: Medicamentoso Psicoterápico De orientação Outros Realiza atendimento coletivo de: Psicoterapia Grupo operativo Ativ. socio-terápicas Outros Atendimento médico psiquiátrico no mínimo uma vez ao mês (casos de co-morbidade) Atendimento médico continuado por especialista nos casos de tratamento de desintoxicação com o uso de medicamentos a base de substâncias sob controle especial RDC 101/01, Anexo I, item 2.1 5/6

6 Realiza prescrição de medicamentos controlados RDC 101/01, Anexo I, item 2.1 Realiza dispensação de medicamentos controlados RDC 101/01, Anexo I, item 2.3 Nos estabelecimentos em que não há prescrição, mas admissão de pessoas usuárias de medicamentos controlados, a direção do serviço assume a responsabilidade pela administração e guarda de medicamentos RDC 101/01, Anexo I, item 2.3 A capacitação dos profissionais contempla conhecimento de primeiros socorros RDC 101/01, Anexo I, item 5 Pelo menos um membro da equipe técnica permanece no serviço no período noturno RDC 101/01, Anexo I, item 5 Realiza abordagem à família ou responsável (com orientação sobre diagnóstico, abordagem de grupo, entre outros) RDC 101/01, Anexo I, item 4.1 Realiza atividades comunitárias integrando o residente na comunidade (reinserção social) Realiza oficinas terapêuticas É registrado no mínimo 3 vezes por semana o manejo e avaliação do paciente RDC 101/01, Anexo I, item 4.1 São realizadas reuniões da equipe de atendimento/questões técnicas São realizadas reuniões da equipe de atendimento/ questões administrativas Atividade físico-desportiva diária Atividade lúdico-terapêutica diariamente (tecelagem, pintura, teatro, música, dança, modelagem) Atividade didático-científica para conscientização Atividades de estudos para alfabetização, profissionalização, etc. Atividade que melhore a auto-estima/desenvolvimento interior (yoga, meditação, cantos, textos filosóficos) opcional É respeitada a opção religiosa de cada residente, suas convicções, credos pessoais, oferecendo atividades alternativas RDC 101/01, Anexo I, item 4.1 Realiza atividade programada/rodízio para rotinas de limpeza, organização, cozinha, horta O atendimento aos residentes é humanizado (sem maus tratos físico, moral e/ou psíquicos) Número de refeições de acordo com o tempo de permanência na comunidade: Duas refeições para turno de 04 horas Três refeições para turno de 08 horas Quatro refeições para os residentes na comunidade RDC 101/01, Anexo I, item 4.1 * Podem ser compartilhados para as diversas atividades desde que haja programação de horários diferenciados ** O desenvolvimento destas atividades poderá ser realizado em ambiente ou áreas não pertencentes ao serviço, podendo compartilha-los com outras instituições *** Preconiza-se não usar madeira LEGENDA IC = Índice de Criticidade; I = Imprescindível; N = Necessário; R = Recomendável; INF = Informativo; NA = Não se Aplica LISTA COMPLETA DOS INSTRUMENTOS NORMATIVOS ESPECIFICADOS NO ROTEIRO Lei Estadual nº 13317, de 24 de setembro de Código de Saúde do Estado de Minas Gerais RDC ANVISA nº 50, de 21 de fevereiro de 2002 RDC ANVISA nº 101, de 30 de maio de /6

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM LAVANDERIA ESTABELECIMENTO: DATA DA INSPEÇÃO:

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC Nº 29, DE 30 DE JUNHO DE 2011

RESOLUÇÃO - RDC Nº 29, DE 30 DE JUNHO DE 2011 RESOLUÇÃO - RDC Nº 29, DE 30 DE JUNHO DE 2011 Legislações - ANVISA Sex, 01 de Julho de 2011 00:00 RESOLUÇÃO - RDC Nº 29, DE 30 DE JUNHO DE 2011 Dispõe sobre os requisitos de segurança sanitária para o

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS I IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome: Endereço: AP: Nome Fantasia: Inscrição Municipal: Nº do Processo: CNPJ: Tipo de Serviço: ( ) Municipal ( ) Filantrópico ( ) Conveniado SUS RJ ( ) Privado ( ) Estadual

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM HOTEIS E MOTEIS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM HOTEIS E MOTEIS SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO CRECHES, BERÇÁRIOS E SIMILARES.

ROTEIRO DE INSPEÇÃO CRECHES, BERÇÁRIOS E SIMILARES. SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

INSPEÇÃO EM CLINICAS E CONSULTÓRIOS MÉDICOS I- DADOS CADASTRAIS

INSPEÇÃO EM CLINICAS E CONSULTÓRIOS MÉDICOS I- DADOS CADASTRAIS Prefeitura Municipal do Salvador Secretaria Municipal da Saúde Coordenadoria de Saúde Ambiental Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária INSPEÇÃO EM CLINICAS E CONSULTÓRIOS MÉDICOS Razão Social: CGC/CNPJ/CPF:

Leia mais

INSTITUIÇÃO: DATA: RESPONSÁVEL PELA INSPEÇÃO: NOME DO RESP. PELO SERVIÇO;

INSTITUIÇÃO: DATA: RESPONSÁVEL PELA INSPEÇÃO: NOME DO RESP. PELO SERVIÇO; INSTITUIÇÃO: DATA: RESPONSÁVEL PELA INSPEÇÃO: NOME DO RESP. PELO SERVIÇO; Tipo do Serviço: ( ) Próprio ( )terceirizado Nome; Possui Licença sanitária? ( ) SIM ( ) NÃO N /ANO: Há um encarregado do setor

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE CENTRO DE SAÚDE AMBIENTAL COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE CENTRO DE SAÚDE AMBIENTAL COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PREFETURA MUCPAL DE CURTBA SECRETARA MUCPAL DA SAÚDE CETRO DE SAÚDE AMBETAL COORDEAÇÃO DE VGLÂCA SATÁRA ROTERO DE SPEÇÃO REDE COMUDADES TERAPÊUTCAS : RDC n 29 DE 30/06/2011 AVSA publicada DOU 01/07 /2011

Leia mais

FARMÁCIAS E DROGARIAS

FARMÁCIAS E DROGARIAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE FARMÁCIAS E DROGARIAS Nome Fantasia: Razão Social: Endereço: Responsável Técnico: CRF: Telefone: CNPJ: Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana - Av. João Durval

Leia mais

ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS

ANEXO II AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS EQUIPE DE DESINSTITCUIONALIZAÇÃO - MODALIDADE: VALOR DO PROJETO: 1. DADOS

Leia mais

Ambiente físico do Centro de Material Esterilizado

Ambiente físico do Centro de Material Esterilizado Ambiente físico do Centro de Material Esterilizado Gessilene de Sousa Sobecc, julho2011 Agenda Regulamentação Definição: Centro de Material Esterilizado - CME; Estrutura Física: Áreas de composição; Fluxograma

Leia mais

Atualizada.: 19/04/2012 ANEXO 1 E

Atualizada.: 19/04/2012 ANEXO 1 E COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E AMBIENTAL MEDIA COMPLEXIDADE ANEXO 1 E Ótica; Creches; Instituições de longa permanência para idosos; Instituições que prestem serviços de atenção a pessoas com

Leia mais

DISTRIBUIDORA DE COSMÉTICOS

DISTRIBUIDORA DE COSMÉTICOS 1. Identificação do Estabelecimento Razão Social: Nome Fantasia: CNPJ: Endereço: Bairro: Município: CEP: Fone: Fax: E-mail: Responsável Legal: CPF: Responsável Técnico: CPF: CR : 2. Inspeção Data: Objetivo:

Leia mais

ANEXO 3 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE CLÍNICAS DE IDOSOS E SIMILARES

ANEXO 3 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE CLÍNICAS DE IDOSOS E SIMILARES ANEXO 3 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE CLÍNICAS DE IDOSOS E SIMILARES PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE CLÍNICAS DE IDOSOS E SIMILARES Data da vistoria: / / A CADASTRO

Leia mais

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA DE CONTROLE DE VETORES NO AMBIENTE HOSPITALAR

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA DE CONTROLE DE VETORES NO AMBIENTE HOSPITALAR 1 COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA DE CONTROLE DE VETORES NO AMBIENTE HOSPITALAR Flávia Valério de Lima Gomes Enfermeira da CCIH / SCIH Jair

Leia mais

NORMAS PARA VEÍCULOS DE TRANSPORTE DE PACIENTES

NORMAS PARA VEÍCULOS DE TRANSPORTE DE PACIENTES NORMAS PARA VEÍCULOS DE TRANSPORTE DE PACIENTES C A ÇA D O R - S C DOCUMENTAÇÃO ALVARÁ SANITÁRIO 1. Requerimento DVS 2. CNPJ (jurídica) cópia atualizada 3. Documento do Veiculo 4. Taxa de Emissão de Alvará

Leia mais

1 Documentação 1.1 S N NA

1 Documentação 1.1 S N NA PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE COORDEDORIA GERAL DE VIGILÂNCIA DA SAÚDE EQUIPE DE CONTROLE E VIGILÂNCIA DE SERVIÇOS DE SAÚDE versão Maio/2011 ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA

Leia mais

PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010

PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010 PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010 Dispõe sobre Regulamento Técnico que estabelece requisitos sanitários para estabelecimentos destinados a eventos esportivos. A Diretora Técnica do Centro de Vigilância

Leia mais

ROTEIRO PARA SALÕES DE BELEZAS, INSTITUTO DE BELEZA, ESTETICA, BARBEARIAS E SIMILARES.

ROTEIRO PARA SALÕES DE BELEZAS, INSTITUTO DE BELEZA, ESTETICA, BARBEARIAS E SIMILARES. SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

Roteiro de Inspeção LACTÁRIO. Realiza Programa de Saúde do Trabalhador com controle periódico, admissional e demissional

Roteiro de Inspeção LACTÁRIO. Realiza Programa de Saúde do Trabalhador com controle periódico, admissional e demissional GOVERO DO ETADO DO RIO DE JAEIRO ECRETARIA DE ETADO DE AÚDE COORDEAÇÃO DE FICALIZAÇÃO AITÁRIA CARACTERIZAÇÃO Roteiro de Inspeção LACTÁRIO úmero de funcionários úmero de nutricionistas Responsável técnico:

Leia mais

2. FUNCIONÁRIOS - CONTRATADOS POR TEMPO DETERMINADO

2. FUNCIONÁRIOS - CONTRATADOS POR TEMPO DETERMINADO 1. FUNCIONÁRIOS - EFETIVOS Médico Clínico 0 Médico Pediatra 1 Médico de Estratégia PSF 3 Psicólogo Clínico 30 horas 0 Psicólogo Clínico 40 horas 1 Cirurgião Dentista 2 Auxiliar de Saúde Bucal 2 Fonoaudiólogo

Leia mais

Tatuagem e Colocação de Adornos

Tatuagem e Colocação de Adornos ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DIVISÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Centro Estadual de Vigilância em Saúde Núcleo de Estabelecimento de Saúde Tatuagem e Colocação de Adornos Ana Carolina Kraemer Enfermeira - Especialista

Leia mais

Diário Oficial da União Seção 1 DOU 26 de julho de 1999

Diário Oficial da União Seção 1 DOU 26 de julho de 1999 *Este texto não substitui o publicado do Diário Oficial da União* Diário Oficial da União Seção 1 DOU 26 de julho de 1999 Resolução Nº 329, de 22 de julho de 1999 Institui o Roteiro de Inspeção para transportadoras

Leia mais

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES -

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - 1. LEGISLAÇÃO SANITÁRIA ESPECÍFICA - Lei Federal 6.360/76 e Decreto Estadual (DE) 23.430 de 24/10/1974 (http://www.al.rs.gov.br/legis/);

Leia mais

Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno

Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno PPRA MANUAL PRÁTICO PARA ELABORAÇÃO FORMULÁRIO PARA RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS Esse Formulário deve ser aplicado

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM AMBULATÓRIO ESTABELECIMENTO: DATA DA INSPEÇÃO:

Leia mais

SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS

SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS DESCRIÇÃO: Modalidade: Centro Dia para pessoa Idosa Serviço voltado para o atendimento, regime parcial, de pessoas idosas de 60 anos ou mais, de

Leia mais

Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária

Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária objetivo Este manual estabelece os critérios de higiene e de boas práticas operacionais para o controle

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DIVISÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Centro Estadual de Vigilância em Saúde Núcleo de Estabelecimento de Saúde PODOLOGIA

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DIVISÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Centro Estadual de Vigilância em Saúde Núcleo de Estabelecimento de Saúde PODOLOGIA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DIVISÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Centro Estadual de Vigilância em Saúde Núcleo de Estabelecimento de Saúde PODOLOGIA Ana Carolina Kraemer Enfermeira - Especialista em Saúde Portaria

Leia mais

Manual de Orientação e Organização sobre a Educação Infantil em Porto Alegre

Manual de Orientação e Organização sobre a Educação Infantil em Porto Alegre Manual de Orientação e Organização sobre a Educação Infantil em Porto Alegre Secretaria Municipal de Educação Prefeitura de Porto Alegre Novembro de 2003 Recomendável para pais, diretores de escolas/instituições

Leia mais

UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO - UPA MEMORIAL DESCRITIVO

UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO - UPA MEMORIAL DESCRITIVO UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO - UPA MEMORIAL DESCRITIVO Nome do estabelecimento: UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO - UPA Tipo do estabelecimento: UPA PORTE 02 Proprietária: Fundo Municipal de Saúde de Caicó/RN

Leia mais

NOTA TÉCNICA No 1/2011

NOTA TÉCNICA No 1/2011 Agência Nacional de Vigilância Sanitária NOTA TÉCNICA No 1/2011 Esclarecimentos e orientações sobre o funcionamento de instituições que prestem serviços de atenção a pessoas com transtornos decorrentes

Leia mais

RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 041/2014.

RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 041/2014. RESOLUÇÃO CRMV-RJ Nº 041/2014. Ementa: Dispõe sobre a instalação e o funcionamento dos Serviços de Veterinária Especializados no âmbito do Estado do Rio de Janeiro. O (CRMV-RJ), no das atribuições que

Leia mais

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS O canteiro de obras Introdução Sistema de produção Em muitos casos de obras de construção e montagem o canteiro de obras pode ser comparado a uma fábrica

Leia mais

RELATÓRIO DE SUPERVISÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE

RELATÓRIO DE SUPERVISÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE RELATÓRIO DE SUPERVISÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADES MUNICÍPIO: DATA: / / IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE: Nome: CGC: Endereço: Bairro: Telefone: Responsável pela unidade (formação): TURNO

Leia mais

Orientações para a construção e ampliação de Unidades Básicas de Saúde - UBS

Orientações para a construção e ampliação de Unidades Básicas de Saúde - UBS Orientações para a construção e ampliação de Unidades Básicas de Saúde - UBS Introdução A Secretaria de Estado da Saúde estabeleceu como ação estruturante para a implantação das redes de atenção no Paraná,

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO TERMO DE VISTORIA

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO TERMO DE VISTORIA TERMO DE VISTORIA Ao décimo dia do mês de janeiro do ano de 2012, foi realizada vistoria no CIAPS ADAUTO BOTELHO UNIDADE III, sito no Centro Politico Administrativo no Município de Cuiabá, pelo Vice-Presidente

Leia mais

18.4. Áreas de vivência

18.4. Áreas de vivência 18.4. Áreas de vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; (118.015-0 / I4) b) vestiário; (118.016-9 / I4) c) alojamento; (118.017-7 / I4) d) local de refeições;

Leia mais

*RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009

*RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009 *RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009 O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, e CONSIDERANDO o Decreto Municipal

Leia mais

Empresa terceirizada, contratada para a produção e distribuição de refeições aos usuários da Universidade Federal do Amapá. Nº NOME TELEFONE E-MAIL

Empresa terceirizada, contratada para a produção e distribuição de refeições aos usuários da Universidade Federal do Amapá. Nº NOME TELEFONE E-MAIL PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO - POP Nº 1.1.3.4 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E AÇÕES COMUNITÁRIAS DEPARTAMENTO DO RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO CHEFE

Leia mais

ROTEIRO PARA AUTO INSPEÇÃO

ROTEIRO PARA AUTO INSPEÇÃO Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Vigilância em Saúde Gerência de Produtos e Serviços de Interesse da Saúde Subgerência de Produtos Para a Saúde, Saneantes Domissanitários e Cosméticos Roteiro

Leia mais

Página 1. 1.31 Auxiliar de enfermagem da estratégia de Saúde da Família 0

Página 1. 1.31 Auxiliar de enfermagem da estratégia de Saúde da Família 0 1. FUNCIONÁRIOS EFETIVOS Cirurgião dentista clínico geral 0 1.1 Cirurgião dentista endodontista 6 1.2 Cirurgião dentista periodontista 16h 0 1.3 Cirurgião dentista periodontista 20h 3 1.4 Cirurgião dentista

Leia mais

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO 18.4 Áreas de Vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; b) vestiário; c) alojamento; d)

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA GRANJAS AVÍCOLAS:

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA GRANJAS AVÍCOLAS: Sant Ana do Livramento-RS Cidade Símbolo de Integração Brasileira com os Países do Mercosul" Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária, Abastecimento- SMAPA- SIM- Serviço de Inspeção Municipal NORMAS

Leia mais

1. FUNCIONÁRIOS - EFETIVOS

1. FUNCIONÁRIOS - EFETIVOS UNIDADE DE SAÚDE - SANTO ANDRÉ Diretora: Juliana da Conceição Fagundes E-mail: dussandre@correio1.vitoria.es.gov.br Endereço: Rua da Coragem, 200 Telefone: (27) 3323-7222 / 3332-7825 Funcionamento: 7h

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM CLUBES E PISCINAS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM CLUBES E PISCINAS SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES (ÁREAS CONSTRUÍDAS) NO IFSULDEMINAS CÂMPUS MACHADO Término Nº de

DESCRIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES (ÁREAS CONSTRUÍDAS) NO IFSULDEMINAS CÂMPUS MACHADO Término Nº de DESCRIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES (ÁREAS CONSTRUÍDAS) NO IFSULDEMINAS CÂMPUS MACHADO Término Nº de Área Valor da Obra Valor do M² Nome da Obra Início da Obra Programado Obras Construída M² R$ R$ da Obra Descrição

Leia mais

AÇÕES DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE NAS ILPI

AÇÕES DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE NAS ILPI AÇÕES DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE NAS ILPI Sylvia Elisabeth Sanner - Nutricionista PMSP SMS - CRSSul STS Santo Amaro/Cidade Ademar SUVIS Santo Amaro/Cidade Ademar Vigilância Sanitária VIGILÂNCIA SANITÁRIA Divide-se

Leia mais

ANEXO IV LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE

ANEXO IV LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE ANEXO IV LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE 119 LAUDO TÉCNICO PREVISTO NO DECRETO Nº 6.795 DE 16 DE MARÇO DE 2009 LAUDO DE CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE HIGIENE 1. IDENTIFICAÇÃO DO ESTÁDIO 1.1. Nome

Leia mais

CENTRO DE REFERÊNCIA EM DST/AIDS

CENTRO DE REFERÊNCIA EM DST/AIDS DATA DA VISITA: 24/04/2015 Coordenador (a): Lauer Marinho Sandenberg E-mail: ddaids@vitoria.es.gov.br Endereço: Rua Cais do São Francisco, nº 54 Bairro: Centro Telefone: (27) 3132-5107 Horário de funcionamento:

Leia mais

ORIENTAÇÕES TECNICAS PARA O PLANEJAMENTO ARQUITETONICO DE UMA CENTRAL DE REGULAÇÃO MÉDICA DE URGÊNCIA SAMU-192

ORIENTAÇÕES TECNICAS PARA O PLANEJAMENTO ARQUITETONICO DE UMA CENTRAL DE REGULAÇÃO MÉDICA DE URGÊNCIA SAMU-192 ORIENTAÇÕES TECNICAS PARA O PLANEJAMENTO ARQUITETONICO DE UMA CENTRAL DE REGULAÇÃO MÉDICA DE URGÊNCIA SAMU-192 (Portaria MS/GM nº. 2.970, 08 de dezembro de 2008) Estas orientações não eximem a obrigatoriedade

Leia mais

O que é Canteiro de Obras?

O que é Canteiro de Obras? O que é Canteiro de Obras? Sistema complexo, com muitos riscos associados Análise prévia e criteriosa de sua implantação Qualidade Produtividade Segurança Cartão de visita da obra!!! O que é Canteiro

Leia mais

ANEXO 8 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE ESTABELECIMENTOS VETERINÁRIOS

ANEXO 8 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE ESTABELECIMENTOS VETERINÁRIOS ANEXO 8 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE ESTABELECIMENTOS VETERINÁRIOS PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE ESTABELECIMENTOS VETERINÁRIOS Data da vistoria: / / A CADASTRO

Leia mais

ANEXO III CHECK LIST NOME DA UNIDADE/CNES: MUNICÍPIO TELEFONE: RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA UNIDADE:

ANEXO III CHECK LIST NOME DA UNIDADE/CNES: MUNICÍPIO TELEFONE: RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA UNIDADE: ANEXO III CHECK LIST DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DATA DA AVALIAÇÃO: / / NOME DA UNIDADE/CNES: MUNICÍPIO TELEFONE: RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA UNIDADE: RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA AVALIAÇÃO: POSSUI ALVARÁ DA VIGILÂNCIA

Leia mais

INSTRUMENTO DE AUDITORIA DAS UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO UAN

INSTRUMENTO DE AUDITORIA DAS UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO UAN INSTRUMENTO DE AUDITORIA DAS UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO UAN DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Razão Social: Nome Fantasia: Endereço: Município: Telefax: Diretor Geral: CNPJ: BAIRRO: CEP: E-mail 1 - ESTRUTURA

Leia mais

Centro POP Infraestrutura

Centro POP Infraestrutura CENTRO POP Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua Centro POP Infraestrutura Onde deve ser localizado o Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua

Leia mais

ANEXO V ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DE INTERNAÇÃO E HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DIA

ANEXO V ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DE INTERNAÇÃO E HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DIA ANEXO V ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DE INTERNAÇÃO E HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DIA 1. IDENTIFIICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Razão Social: 1.2 Nome Fantasia: 1.3 Endereço: (Rua/Av.) Nº: Compl:

Leia mais

CADASTRO DE ENTIDADE DE ACOLHIMENTO

CADASTRO DE ENTIDADE DE ACOLHIMENTO Nome da Instituição Endereço (Rua/Av/Pça) Complemento: Tribunal de Justiça do Estado da Bahia Coordenadoria da Infância e Juventude Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, 5ª Avenida do CAB, CEP 41746-900

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE

Leia mais

PARECER DEFISC Nº 03/2012 Porto Alegre, 09 de janeiro de 2012.

PARECER DEFISC Nº 03/2012 Porto Alegre, 09 de janeiro de 2012. PARECER DEFISC Nº 03/2012 Porto Alegre, 09 de janeiro de 2012. Presença de Enfermeiro em comunidades terapêuticas para tratamento de álcool e drogas. I Relatório Trata-se de solicitação de dúvida, encaminhada

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VENÂNCIO AIRES -RS

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VENÂNCIO AIRES -RS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VENÂNCIO AIRES -RS PARECER Nº 14/2004 A APROVADO EM : 15 de dezembro de 2004 I ASSUNTO:Solicitação da autorização de funcionamento da Escola de Educação Infantil Ursinho

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA nº 0162/05 DOE 14/02/05

RESOLUÇÃO SESA nº 0162/05 DOE 14/02/05 RESOLUÇÃO SESA nº 0162/05 DOE 14/02/05 O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições, de acordo com o disposto na Lei Federal nº 8080/90, artigos 15, I e XI, 17, III e XI e na Lei Estadual

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

Resolução Estadual nº 08, de 11 de março de 1987

Resolução Estadual nº 08, de 11 de março de 1987 Resolução Estadual nº 08, de 11 de março de 1987 O Secretário de Estado da Saúde e do Bem-Estar Social, no uso de suas atribuições conferidas pelos artigos 45, letras A e P da Lei Estadual nº 6636/74,

Leia mais

ANEXO I. Área física mínima para UPA

ANEXO I. Área física mínima para UPA ANEXO I ÁREA FÍSICA DA UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO - UPA Para o planejamento e a definição da área física mínima e dos ambientes necessários na Unidade de Pronto Atendimento - UPA, foram levados em consideração

Leia mais

1.3.2 Um ponto de água e esgoto e uma tomada 110V para instalação de purificador

1.3.2 Um ponto de água e esgoto e uma tomada 110V para instalação de purificador Anexo I Chamamento Público 01/2014 1 Espaço A. Destinação Almoxarifado: armazenamento útil mínimo de 1.000m², divididos da seguinte forma: 1.1 Área de armazenagem 87% (mínimo de 870m²) 1.1.1 Sala administrativa

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE MODELO SIMPLIFICADO PGRSS - ANEXO I

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE MODELO SIMPLIFICADO PGRSS - ANEXO I Prefeitura Municipal de Curitiba Secretaria Municipal do Meio Ambiente Secretaria Municipal da Saúde PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE MODELO SIMPLIFICADO PGRSS - ANEXO I SIGLAS UTILIZADAS:

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização

Ficha Técnica de Fiscalização FTF: 64//07 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome/Designação Social: Morada: IDENTIFICAÇÃO DA BRIGADA Brigada: Direcção Regional: Data de Controlo: / / Hora: h m LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Licenciamento: o

Leia mais

Página 1 . NÚCLEO BRINCARTE - RESISTÊNCIA. Diretor: José Rodrigues de Oliveira Filho. Email: brincarter@correio1.vitoria.es.gov.br.

Página 1 . NÚCLEO BRINCARTE - RESISTÊNCIA. Diretor: José Rodrigues de Oliveira Filho. Email: brincarter@correio1.vitoria.es.gov.br. . NÚCLEO BRINCARTE RESISTÊNCIA Diretor: José Rodrigues de Oliveira Filho Email: brincarter@correio1.vitoria.es.gov.br Fundação: 02/2007 Logradouro: Rua São Sebastião, 180 Bairro: Resistência CEP: 29032545

Leia mais

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários.

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Nº PROCESSO REQUERIMENTO RAZÃO SOCIAL IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO NOME DE FANTASIA NÚMERO DO CNPJ NÚMERO ÚLTIMO

Leia mais

NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO 24.1 Instalações Sanitárias 24.1.1 Todo estabelecimento deve ser dotado de instalações sanitárias, constituídas por vasos sanitários,

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VENÂNCIO AIRES-RS

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VENÂNCIO AIRES-RS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO VENÂNCIO AIRES-RS PARECER Nº 10/2004 APROVADO EM: 15/12/04 I- ASSUNTO: Solicitação de autorização de funcionamento da Creche Casa da Amizade, situada na rua Tiradentes nº

Leia mais

[SELO ALIMENTO SEGURO]

[SELO ALIMENTO SEGURO] 1 Lista de Verificação Selo Alimento Seguro Lista de Verificação com a finalidade de examinar todos os aspectos relacionados com as instalações, equipamentos, ferramentas, instrumentos utilizados pelas

Leia mais

EXIGÊNCIAS MÍNIMAS VIGILÂNCIA SANITÁRIA PARA TODOS ESTABELECIMENTOS INSTALAÇÃO INDEPENDENTE DA MORADIA EDIFICAÇÃO DE ALVENARIA ANEXO 8 (COM TELEFONE DO CONTRIBUINTE) LAUDO DESINSETIZAÇÃO/DESRATIZAÇÃO/LIMPEZA

Leia mais

ROTEIRO PARA CLASSIFICAÇÃO DE AÇOUGUES 2015 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO

ROTEIRO PARA CLASSIFICAÇÃO DE AÇOUGUES 2015 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO ROTERO PARA CLASSFCAÇÃO DE AÇOUGUES 2015 DETFCAÇÃO DO ESTABELECMETO Razão Social: ome Fantasia: Endereço Completo (Rua, º, Bairro): CPJ: Licença de Localização: nscrição Municipal: Alvará Sanitário: Proprietário(s)

Leia mais

ROTEIRO DE AUTO INSPEÇÃO

ROTEIRO DE AUTO INSPEÇÃO ROTEIRO DE AUTO INSPEÇÃO Razão Social: Nome Fantasia: Endereço: Bairro: CEP: Telefone: E-mail: Responsável pela Área da Saúde: Responsável pela Área da Nutrição: Responsável Legal pela : Número total de

Leia mais

NR 24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

NR 24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO NR 24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO Cassius Marcellus Zomignani Departamento Sindical - DESIN NORMA REGULAMENTADORA 24 A Norma Regulamentadora 24 do Ministério do Trabalho e

Leia mais

DATA HORA LOCAL PARTICIPANTES

DATA HORA LOCAL PARTICIPANTES ATA DE REUNIÃO DATA: 27 de março de 2012 HORA: 14:30 horas LOCAL: Promotoria de Justiça da Cidadania PARTICIPANTES: Dra. Maria Pilar Cerqueira Maquieira Menezes, Promotora de Justiça, a Diretora do Centro

Leia mais

Ficha Técnica de Fiscalização. Restauração e Bebidas

Ficha Técnica de Fiscalização. Restauração e Bebidas Legislação aplicável: Licenciamento: o Decreto-Lei n.º 168/97 de 04 de Julho, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 57/2002 de 11 de Março, que aprova o regime jurídico da instalação e funcionamento

Leia mais

CLÍNICA ODONTOLÓGICA. MODELO DE CHECK LIST PARA DIAGNÓSTICO SITUACIONAL DO PGRSS Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde.

CLÍNICA ODONTOLÓGICA. MODELO DE CHECK LIST PARA DIAGNÓSTICO SITUACIONAL DO PGRSS Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. CLÍNICA ODONTOLÓGICA MODELO DE CHECK LIST PARA DIAGNÓSTICO SITUACIONAL DO PGRSS Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. Este é um modelo básico de check list para nortear na elaboração

Leia mais

NUTRIÇÃO ENTERAL HOSPITAL SÃO MARCOS. Heloisa Portela de Sá Nutricionista Clínica do Hospital São Marcos Especialista em Vigilância Sanitária

NUTRIÇÃO ENTERAL HOSPITAL SÃO MARCOS. Heloisa Portela de Sá Nutricionista Clínica do Hospital São Marcos Especialista em Vigilância Sanitária NUTRIÇÃO ENTERAL HOSPITAL SÃO MARCOS Heloisa Portela de Sá Nutricionista Clínica do Hospital São Marcos Especialista em Vigilância Sanitária Secretária Nutricionista Gerente Nutricionista Planejamento

Leia mais

Telefone: Fax: E-mail:

Telefone: Fax: E-mail: PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE COORDENADORIA GERAL DE VIGILÂNCIA DA SAÚDE EQUIPE DE CONTROLE E VIGILANCIA DE SERVIÇOS DE SAÚDE versão 06/03/2007 ROTEIRO PARA LABORATÓRIO

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM NOTA JUSTIFICATIVA O Decreto-Lei n.º 39/2008, de 7 de Março - que aprova o novo regime jurídico da

Leia mais

Mobiliário, materiais e equipamentos mínimos para UPA. Pronto Atendimento

Mobiliário, materiais e equipamentos mínimos para UPA. Pronto Atendimento Área de recepção e espera para público / pacientes Mobiliário, materiais e equipamentos mínimos para UPA Pronto Atendimento PORTE I Quant. PORTE II Quant. PORTE III Quant. Bebedouro 1 1 2 Balcão de atendimento

Leia mais

Divisão de Enfermagem CME Página 1 de 6 Título do Procedimento: Limpeza concorrente e terminal da CME

Divisão de Enfermagem CME Página 1 de 6 Título do Procedimento: Limpeza concorrente e terminal da CME Divisão de Enfermagem CME Página 1 de 6 Freqüência em que é realizado: Diário/semanal/quinzenal/mensal Profissional que realiza: Auxiliar ou Técnico de Enfermagem e servidor da empresa terceirizada de

Leia mais

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E FINANCEIRAS PARA A CONSTRUÇÃO DA UNIDADE DE PROCESSAMENTO DE DOCES E OUTROS PELA ASSOCIAÇÃO DE MULHERES DE PORTO DE AREIA

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E FINANCEIRAS PARA A CONSTRUÇÃO DA UNIDADE DE PROCESSAMENTO DE DOCES E OUTROS PELA ASSOCIAÇÃO DE MULHERES DE PORTO DE AREIA ORIENTAÇÕES TÉCNICAS E FINANCEIRAS PARA A CONSTRUÇÃO DA UNIDADE DE PROCESSAMENTO DE DOCES E OUTROS PELA ASSOCIAÇÃO DE MULHERES DE PORTO DE AREIA Consultora: Eng. Agr. Marcio G. de Lima Alta Floresta, Maio

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO REDE COMUNIDADES TERAPÊUTICAS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO REDE COMUNIDADES TERAPÊUTICAS ROTERO DE SPEÇÃO REDE COMUDADES TERAPÊUTCAS : RDC n 29 DE 30/06/2011 AVSA publicada DOU 01/07/ 2011 Lei Estadual LE n 13331/2001 regulamentada pelo Decreto Estadual n 5711/2002 Portaria n 518/2004 GM/MS

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária Gerência-Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde Unidade de Tecnologia da Organização de Serviços de Saúde

Agência Nacional de Vigilância Sanitária Gerência-Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde Unidade de Tecnologia da Organização de Serviços de Saúde I ESTRUTURA SIM NÃO NA Área física de acordo com a RDC n 50/02 Localização em área de circulação restrita AREA ADMINISTRATIVA Área exclusiva para a recepção de pacientes Barreira física entre circulação

Leia mais

DECRETO Nº 8.204, DE 13 DE JULHO DE 2007

DECRETO Nº 8.204, DE 13 DE JULHO DE 2007 DECRETO Nº 8.204, DE 13 DE JULHO DE 2007 Aprova Norma Técnica Especial que regulamenta o funcionamento de Instituições de Longa permanência destinadas a idosos no Município do Natal. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

Implantação do Serviço de Limpeza

Implantação do Serviço de Limpeza Implantação do Serviço de Limpeza Treinamento para Facilitadores 23 e 25 de agosto de 2010 Contrato 60/10 Cor Line Sistemas de Serviços Ltda. Inicio 30/08/2010 12 meses UNIDADES DO QUADRILATERO SAÚDE/DIREITO

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS - 6 ª REGIÃO UF ROTEIRO DE VISITA TÉCNICA DATA DA VISITA NUTRIÇÃO CLÍNICA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS Nº DA VISITA

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 001/2013 DVS/CEVS/SES

NOTA TÉCNICA Nº 001/2013 DVS/CEVS/SES NOTA TÉCNICA Nº 001/2013 DVS/CEVS/SES ASSUNTO: ações de vigilância sanitária municipal incluídas pela Resolução nº 089/12, da CIB/RS, no 1º do artigo 6º do Anexo da Resolução nº 250/07, da CIB/RS. 1.OBJETIVO:

Leia mais

VIGILÂNCIA SANITÁRIA AS EXIGÊNCIAS PARA ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM ALIMENTOS

VIGILÂNCIA SANITÁRIA AS EXIGÊNCIAS PARA ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM ALIMENTOS 1 VIGILÂNCIA SANITÁRIA AS EXIGÊNCIAS PARA ESTABELECIMENTOS QUE MANIPULAM ALIMENTOS O sr. Generoso é proprietário de um estabelecimento há mais de 15 anos que dentre outras atividades também manipula alimentos.

Leia mais

CAPÍTULO II REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO SECÇÃO I REGIME GERAL

CAPÍTULO II REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO SECÇÃO I REGIME GERAL ÍNDICE REMISSIVO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º - Objecto Artigo 2º- Definições Artigo 3º - Âmbito de Aplicação CAPÍTULO II REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO SECÇÃO I REGIME GERAL Artigo

Leia mais

revogada(o) por: Portaria nº 1868, de 10 de outubro de 2005 atos relacionados: Portaria nº 400, de 06 de dezembro de 1977

revogada(o) por: Portaria nº 1868, de 10 de outubro de 2005 atos relacionados: Portaria nº 400, de 06 de dezembro de 1977 título: Portaria nº 810, de 22 de setembro de 1989 ementa: Aprova normas e os padrões para o funcionamento de casas de repouso, clínicas geriátricas e outras instituições destinadas ao atendimento de idosos,

Leia mais

Roteiro de Inspeção para Terapia de Nutrição Enteral

Roteiro de Inspeção para Terapia de Nutrição Enteral PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE COORDENADORIA GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE EQUIPE DE VIGILÂNCIA DE SERVIÇOS E PRODUTOS DE INTERESSE À SAÚDE Roteiro de Inspeção para Terapia

Leia mais

A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ANEXO II REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS PECUÁRIOS ROTEIRO DE INSPEÇÃO DAS BOAS

Leia mais

Art. 2 o É proibido residir na área delimitada industrial do estabelecimento.

Art. 2 o É proibido residir na área delimitada industrial do estabelecimento. NORMA TÉCNICA PARA A CONSTRUÇÃO DE ESTABELECIMENTOS PARA LEITE E DERIVADOS Art. 1 o Os estabelecimentos de leite e derivados devem estar instalados: I distantes pelo menos 500 (quinhentos) metros de estábulos,

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇÃO - Itens 1. IDENTIFICAÇÃO

LISTA DE VERIFICAÇÃO - Itens 1. IDENTIFICAÇÃO REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANEXO XIII LISTA DE VERIFICAÇÃO DE AUTO-INSPEÇÃO 1.1. Nome da embarcação: 1.2. IMO: 1.3. Nome e assinatura do

Leia mais

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Oficinas de tratamento Redes sociais Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Irma Rossa Médica Residência em Medicina Interna- HNSC Médica Clínica- CAPS ad HNSC Mestre em Clínica Médica- UFRGS

Leia mais