PROCESSO ADMINISTRATIVO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROCESSO ADMINISTRATIVO"

Transcrição

1 Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE PROCESSO ADMINISTRATIVO nº / Representante: Ministério Público do Estado de Pernambuco. Representada: Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas de Pernambuco COOPANEST/PE Advogados: Relator: Carlos Alberto Aquino Oliveira, Rodrigo Moraes de Oliveira, Glória Maria Pontual de Moraes Oliveira Conselheiro Ricardo Villas Bôas Cueva RELATÓRIO 1. DOS FATOS Versa o presente Processo Administrativo acerca de representação instaurada pelo Ministério Público do Estado de Pernambuco, em 25 de outubro de 2004, em desfavor da Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas de Pernambuco (COOPANEST/PE), para apurar eventuais condutas anticompetitivas passíveis de enquadramento nos incisos, I, II e IV do art. 20 c/c II, X, XXIV do art. 21 da Lei 8.884/94. Segundo o representante, as Promotorias de Defesa do Consumidor e Promoção e Defesa da Saúde instauraram Inquérito Civil com base em informação veiculada pela COOPANEST/PE, nos jornais de maior circulação no Estado de Pernambuco, sobre o seu descredenciamento da maior parte dos planos de saúde que atuam naquele Estado. Informou o Representante que no dia 12 de abril de 2004 algumas especialidades médicas adotaram a postura de atender aos usuários das seguradoras de planos de saúde por meio de pagamento para posterior reembolso. A COOPANEST/PE, que integrava o chamado Movimento pela Dignidade Médica, diante da recusa das empresas seguradoras em implementar a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos - CBHPM, objeto da reivindicação do movimento, informou o seu descredenciamento perante todas as seguradoras (Sul América, Bradesco Saúde, Unibanco e AGF). Em razão do Movimento pela Dignidade Médica foi editada a Lei Estadual n.º , de 19 de abril de 2004, que estabelece critérios para a edição de lista referencial de honorários médicos, com base na CBHPM, no âmbito do Estado de Pernambuco. A referida lei, em seu art.2º, 2º, dispõe sobre a criação de uma Câmara Arbitral, caso não haja consenso entre as partes, para definir os valores da lista. Registre-se que a referida lei é objeto da Ação Direta de Inconstitucionalidade n.º 3.207, promovida pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro CONSIF.

2 A Representante informou que, após a decisão da Câmara Arbitral, o Sindicato dos Médicos fez publicar, em 15/09/2004, nota nos jornais informando a normalização dos serviços prestados por meio das seguradoras de planos de saúde. Entretanto, os médicos anestesiologistas resolveram, isoladamente, permanecer o atendimento aos usuários por meio de pagamento prévio, para posterior reembolso, sob a alegação de que estão descredenciados das seguradoras, sendo assim não teriam garantias de que essas empresas efetivamente adotariam a CBHPM. Registre-se que a Presidente da COOPANEST-PE, dra. Maria Célia Ferreira da Costa, declarou, em audiência realizada no decorrer do Inquérito Civil que: A COOPANEST/PE congrega cerca de 99% (noventa e nove por cento) dos anestesistas na cidade do Recife e no Estado congrega cerca de 70% (setenta por cento) fl. 19. De acordo com o Representante todos os contratos relativos aos serviços de anestesia, na cidade de Recife, são firmados por meio da COOPANEST/PE: Incluem-se ai os contratos firmados como as seguradoras, operadoras, planos de saúde que atendem aos servidores estaduais e federais, contratos com o próprio poder público e serviços particulares (fl.13). Alegou que os anestesistas cooperados possuem todas as condições para manipular o mercado de saúde deste segmento, uma vez que atuam como fornecedores exclusivos dos serviços médicos na especialidade, possuindo, portanto, posição dominante no mercado Aduziu que a COOPANEST/PE aproveita-se da condição de detentora do controle de serviços de anestesia, cuja natureza é essencial para a realização de qualquer procedimento cirúrgico, e pratica abusos contra o consumidor ao violar a função social do contrato, uma vez que a cooperativa é a única que se beneficia como o monopólio dos serviços: (...) a Cooperativa apenas transfere integralmente ao consumidor usuário das seguradoras o encargo do custo dos serviços cujos preços estão sendo estabelecidos por ela de forma abusiva e dominante. Nesse sentido, consta da audiência referida que antes da deflagração do Movimento pela Dignidade Médica, as seguradoras pagavam a cooperativa por uma anestesia em parto cesariana o valor de R$ 420,00 (quatrocentos e vinte reais) e após o movimento a Cooperativa passou a cobrar o valor de R$ 748,00 pelo mesmo procedimento. Está patenteado o prejuízo imposto aos consumidores, uma vez que as seguradoras não reajustaram o valor dos reembolsos e os índices oficiais de inflação mesmo aqueles atrelados ao dólar não correspondem à majoração imposta pela representada aos consumidores (fl.07). Acompanharam a Representação diversos documentos, dentre os quais destaca-se: (i) Cópia de publicação no jornal Diário de Pernambuco, de 01 de agosto de 2004, de comunicado à população divulgado pela COOPANEST/PE (fls.17); (ii) Termo de Declarações prestadas pela Presidente da COOPANEST-PE ao Ministério Público do Estado de Pernambuco (fls.18/22); (iii) Comunicado de descredenciamento de planos de saúde publicado em jornal em 02 de maio de 2004 (fls.23); (iv) Cópia de comunicado aos médicos e à sociedade divulgados pelo Conselho Regional de Medicina de Pernambuco, Sindicato dos Médicos de Pernambuco, 2

3 Sociedade de Medicina de Pernambuco e Federação das Cooperativas de Especialidades Médicas (fls.24/27); (v) Notificação enviada pelo Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (fls.25/26); (vi) Cópias de matérias jornalísticas (fls.28/31); (vii) Termo de declaração de usuária de plano de saúde (fl.32); (viii) Resposta dos hospitais do Recife aos ofícios encaminhados pela Representante (fls.33/41); (ix) Cópia da Ata de Assembléia Geral Ordinária de 12 de março de 2004 (fls.42/47); (x) Cópia de Estatuto Social da COOPANEST/PE (fls.48/68). 2. DA INSTAURAÇÃO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO Em 25 de outubro de 2004, decidiu o Secretário de Direito Econômico pela instauração de Processo Administrativo, com base em Nota Técnica do Departamento de Proteção e Defesa Econômica DPDE da SDE, juntado aos autos às fls.71/81, que opinou pela suficiência de indícios de infração à ordem econômica, passível de enquadramento no art. 20, incisos I, II e IV c/c art.21, inciso II, X, XXIV da Lei nº 8884/94. O despacho de instauração foi publicado na Seção 1 do DOU de 27 de outubro de 2004 (fl.84). 3. DA DEFESA A defesa da Representada, constante nos autos às fls 88/137, foi protocolada na SDE/MJ em 22 de novembro de Nessa peça, a representada ateve-se às matérias de mérito e basicamente alegou que: a) Aderiu ao Movimento pela Dignidade Médica em virtude da defasagem dos valores dos honorários médicos mantidos com as instituições particulares de seguros e planos de saúde; b) O objetivo precípuo do referido movimento era alcançar uma remuneração condigna aos honorários médicos, com a conseqüente adoção da tabela constante da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos - CBHPM, recomendada pelo próprio Estado de Pernambuco, por meio da Lei n.º /2004, de 19 de abril de 2004 (fls.69); c) O relacionamento entre a COOPANEST/PE e as entidades privadas de seguros e planos de saúde encontra-se na seara privada, não cabendo, assim, intervenção do Ministério Público; d) A Representada não pode adotar a decisão da Câmara Arbitral, criada pela Lei Estadual n.º /2004, pois houve um rompimento contratual entre as 3

4 Seguradoras e a COOPANEST/PE, uma vez que as seguradoras permaneciam inflexíveis à adoção da tabela. As demais especialidades médicas haviam tãosomente suspendido o atendimento por guias, o que lhes propicio retornarem ao atendimento normal logo após a decisão da Câmara Arbitral; e) A COOPANEST/PE a demonstrar sua boa-fé e em virtude da decisão da Câmara Arbitral, que recomendou a adoção da CBHPM, enviou cartas aos planos e seguros de saúde com os quais não mantinha contratos vigentes, com o intuito de saber do seu interesse na renovação de tais contratos, contudo não obteve resposta. f) Os preços praticados pela Representada encontram-se em consonância com a Lei Estadual n.º /2004; g) O atendimento aos usuários de planos e seguros de saúde com os quais não possuem Contratos ou Convênios de Prestação de Serviços vigentes, por meio de reembolso, não significa exercício de posição abusiva pela COOPANEST/PE. A Representada ressaltou que esse procedimento tem encontrado guarida no próprio seio do judiciário, a exemplo do que se depreende das sentenças anexas, (docs. n.º 08 a 11) onde a responsabilidade pelo competente atendimento é dos planos e seguros de saúde, que inclusive reconhece tal assertiva quando procede acordo na Justiça promovida por seus usuários (doc.12) (grifo no original - fl.94); h) Carece de fundamentos a alegação da detenção, pela Representada, de 99% do número de anestesiologistas na cidade do Recife e 70% no Estado, haja vista existir um número que desconhece de anestesistas que não são filiados à cooperativa e por existir uma Cooperativa em atuação na cidade de Caruaru, denominada Cooperativa dos Médicos Anestesistas do Agreste; i) Os médicos anestesiologistas formaram há mais de 25 anos a cooperativa visando enfrentar o poderio das empresas operadoras de planos e seguros de saúde; j) Finalmente, alega que não usou de prática abusiva nem de meios coercitivos, para obter o reajuste nos contratos, mas que apenas restringiu-se a se utilizar de um direito de romper os contratos com aquelas instituições privadas que não aceitaram nenhum tipo de reajuste. Isso posto, a representada requereu o arquivamento do processo. 4. DA INSTRUÇÃO Visando à instrução do feito, a SDE remeteu ofícios para diversas empresas e entidades, cujas respostas, resumidamente são apresentadas abaixo: Medial Saúde, Unibanco AIG, Sul América, Golden Cross e SEMEPE (Serviço Médico de Pernambuco), FENASEG (Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização) afirmam que a única maneira de contratar médicos anestesiologistas no estado de Pernambuco é através das cooperativas; 4

5 A Unidas informa que 97% das despesas com anestesistas em Pernambuco são com a COOPANEST/PE; Todas as empresas informam que receberam ofícios da COOPANEST/PE visando renegociar contratos com base na CBHPM, sob pena de suspensão dos atendimentos; A Medial Saúde acertou reajuste de contrato com aumento de 11,75% para os honorários dos anestesistas calculados de acordo com a tabela AMB 92; Unidas e SEMEPE renovaram contratos com base na CBHPM; Unibanco AIG e Sul América declaram que tiveram aumentos expressivos na quantidade de pagamentos através de reembolso, enquanto a Golden Cross suspendeu a prestação de serviços, em função do impasse com a COOPANEST/PE; A FENASEG acrescenta que antes da CBHPM os valores eram negociados livremente entre médicos e seguradoras, com o uso da tabela AMB 92 ou tabelas elaboradas conjuntamente entre seguradoras e anestesiologistas. 5. DAS ALEGAÇÕES FINAIS A SDE/MJ verificando que a Representada argüiu apenas matérias de mérito em sua defesa, no intuito de sanear o feito, intimou a Representada para que especificasse provas a serem produzidas no processo (fl.524/525), o qual restou sem qualquer manifestação da COOPANEST/PE. Encerrada a fase de instrução, a Representada foi notificada para que apresentasse suas alegações finais, às fls. 559, tendo, no entanto, deixado transcorrer o prazo sem se manifestar. 6. DOS PARECERES Em seu parecer final de fls 561/596, a SDE/MJ estabeleceu como mercado relevante o da prestação de serviços médicos na área de Anestesia. Do ponto de vista geográfico, limitou-o ao Estado de Pernambuco, por ser a área de atuação da cooperativa representada. Salienta a SDE que constam nos autos elementos que permitem concluir que a COOPANEST/PE além de impor a seus filiados a adoção da CBHPM em todos os contratos de prestação de serviços firmados impõe, também, variáveis comerciais fora dos padrões razoáveis, e adiciona ao valor da CBHPM um percentual correspondente à taxa de administração dos contratos celebrados, variável de 3 a 15%. Entendeu a SDE que a expedição da lei estadual n.º /2004 que outorga ao Conselho Regional de Medicina de Pernambuco a competência para a edição de lista referencial 5

6 de honorários e serviços para os procedimentos médicos, a ser adotada pelos médicos e operadoras de planos de saúde no Estado, não afasta a aplicabilidade da lei antitruste e tampouco a atuação dos órgãos de defesa da concorrência. Por fim, a SDE/MJ conclui que há expressiva participação de mercado e poder de coerção interna da COOPANEST/PE para garantir a uniformidade de suas decisões, e que inexistem condições de mercado favoráveis ao ingresso de novos entrantes, bem como há falta de incentivos para a prestação de serviços em caráter autônomo. Assim, com base em tais argumentos e ainda em precedentes deste Conselho, opina a SDE pela condenação da Representada por prática anticompetitiva. A Procuradoria do CADE, em nota técnica ProCADE n.º 33/2006 (fl.601/604) entendeu que há nos autos indícios que demonstram a adoção da conduta pela Representada antes da edição da Lei n.º /04, conforme se observa pelo depoimento prestado pela Presidente da COOPANEST-PE ao Ministério Público de Pernambuco (fls.18/22) e pela ata de assembléia geral ordinária, realizada na referida entidade em 12/03/2004 (fls.42/68). Entretanto, sugeriu: a retomada da instrução do feito para que se solidifique ou não o entendimento de que a conduta de fato teve início antes da mencionada Lei estadual /04, cuja ausência, s.m.j, prejudica, neste momento, a manifestação deste órgão opinativo acerca da existência ou não de infração aos dispositivos da Lei 8.884/94. que o Plenário verifique a conveniência e oportunidade em solicitar ao representante do Ministério Público Federal neste Conselho para que adote as no sentido de propor Ação Direta de Inconstitucionalidade da Lei Estadual de n.º , de 19 de abril de 2004, por violar, em seus dispositivos, os princípios constitucionais da livre iniciativa e da livre concorrência, mitigando, em seara privada, a possibilidade de concorrência entre prestadores de serviços de anestesiologia (fl.604). O Procurador-Geral do CADE (Despacho n.º 64/2006/PG/CADE) acolheu a nota técnica apresentada, no sentido de reabertura de instrução do feito, para apurar atos e fatos das Representadas anteriores à edição da lei estadual n.º /04 e acrescentou as seguintes observações: dos atos praticados sob a vigência da Lei Estadual-PE 12526/04, embora típicos (art.20 da Lei 8.884/94), (...) qualquer que seja a qualificação jurídica para a causa da exclusão da ilicitude ou punibilidade, o fato é que não parece adequado punir condutas amparadas por Lei Estadual que, embora materialmente inconstitucional, é formalmente válida.(fl.605). O Ministério Público Federal MPF manifestou-se através do Parecer MPF/CADE n.º 075/2006, fls , opinando, inicialmente, que a representada não pode justificar sua conduta com base na Lei Estadual n.º /04, pois há nos autos provas de que as suas condutas são anteriores ao decreto n.º , de 20 de maio de 2004, que a regulamenta. Em relação à conduta em si, o MPF entende que a COOPANEST/PE infringiu a lei antitruste brasileira, que ficou evidenciado nos autos o seu poder de mercado, dada a 6

7 indispensabilidade dos serviços de anestesiologia para as intervenções cirúrgicas, o elevado número de filiados à representada e a centralização que esta detém sobre os contratos firmados com as empresas de saúde. Aduz o MPF que a conduta da representada demonstra que esta lançou mão de seu poder de mercado para uniformizar os preços dos serviços de anestesiologia no estado de Pernambuco, impondo de forma unilateral os valores da CBHPM, acrescentando, ainda, que existem indícios de que a representada exerce poder coercitivo sobre os médicos filiados Concorda o MPF com as posições da SDE/MJ e ProCADE que alegam a inconstitucionalidade da Lei Estadual n.º /PE, entendendo plausível que o CADE venha deliberar, caso assim entenda, sobre a formulação de representação por inconstitucionalidade da referida lei. Conclui o MPF, opinando pela condenação da representada. 7. DILIGÊNCIAS COMPLEMENTARES No intuito firmar minha convicção encaminhei Ofícios solicitando informações para as seguintes entidades: COOPANEST/PE, Conselho Regional de Medicina de Pernambuco - CREMEPE, Ministério Público do Estado de Pernambuco, Sociedade de Anestesiologia do Estado de Pernambuco SAEPE e para a Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde ADUSEPS. Às fls. 618/619 consta resposta do Conselho Regional de Medicina informando que possui 30 (trinta) médicos devidamente qualificados na especialidade anestesiologia. Às fls.620/622 o Ministério Público do Estado de Pernambuco informou que a representação não questiona diretamente à adoção da CBHPM, mas somente as práticas abusivas utilizadas para sua obtenção. Aduziu, também, que: a Lei Estadual n.º de 19 de abril de 2004 (doc.de fls4/10) a qual estabelece critérios para a edição de lista referencial de honorários médicos no âmbito do Estado de Pernambuco, foi regulamentada pelo Decreto n.º26.746, de 20 de maio de 2004 que revogou o Decreto de 27 de abril de (fl.621) (grifei). Assim, conforme se observa às fls.11 dos autos, a Cooperativa antecipou-se às determinações legais, pois em 2 de maio de 2004, veiculou nos jornais de grande circulação no Estado de Pernambuco nota afirmando que em 10 de maio se encerrariam os prazos com a COOPANEST/PE. A resposta da COOPANEST/PE consta nas fls. 640/643. A cooperativa informa que: a) a adoção da CBHPM surgiu da sua adesão ao Movimento pela Dignidade Médica, no ano de 2003, e que a cobrança da mesma deu-se a partir de 12 de abril de 2004, quando os prazos para renegociação de contratos começaram a se esgotar; 7

8 b) A cooperativa não tem recursos para promover a todos os cooperados o aprimoramento profissional, desenvolve ações em parceria com a Sociedade de Anestesiologia do Estado de Pernambuco - SAEPE; c) Não possui consultórios, ambulatórios ou centros de pesquisa, somente instalações administrativas; d) Não tem conhecimento da existência de concorrentes; e) A cooperativa cobra taxa de administração na maioria dos contratos. A SAEPE informa que possui 444 médicos anestesiologistas associados e que não possui nenhuma relação econômica ou institucional com a COOPANEST/PE nem com a cooperativa sediada na cidade de Caruaru, a Coopagreste. A ADUSEPS informa que nunca impetrou medida judicial cujo objeto fosse a prestação ou recusa de prestação de serviços de anestesia, porém, ingressou na justiça com várias ações relativas à diferença entre os valores pagos por usuários e os valores reembolsados por operadoras de planos e seguros de saúde, referentes a serviços médicos de anestesia. É o relatório. Brasília, 06 de fevereiro de 2007 RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA Conselheiro 8

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos Processo Administrativo nº. 08012.002153/2000-72 Representante: Associação dos Médicos de Santos Representada: Comitê de Integração de Entidades Fechadas de Assistência à Saúde CIEFAS, Associação Beneficente

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08012.005194/2001-00 Representante: Comitê de Integração de Entidades de Assistência à Saúde CIEFAS Advogados:

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS Referência : Processo Administrativo nº 08012.005194/2001-00. Representante

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08012.007042/2001-33 Representante: Advogado: Representadas: Advogados: Relator: UNIDAS União Nacional

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08012.006733/97-08 Representante: Empresa Folha da Manhã S/A. Advogados: Taís Borja Gasparian, Samuel Mac

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS Referência : Processo Administrativo nºs. 08012.003664/2001-92

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA GABINETE DO CONSELHEIRO LUÍS FERNANDO R. VASCONCELLOS. Processo Administrativo nº 08012.004025/2000-63

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA GABINETE DO CONSELHEIRO LUÍS FERNANDO R. VASCONCELLOS. Processo Administrativo nº 08012.004025/2000-63 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE GABINETE DO CONSELHEIRO LUÍS FERNANDO R. VASCONCELLOS Processo Administrativo nº 08012.004025/2000-63 Representante: MCA do Brasil

Leia mais

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS Dispõe sobre empréstimo de valores mobiliários por entidades de compensação e liquidação de operações com valores mobiliários, altera as Instruções CVM nºs 40, de 7 de novembro de 1984 e 310, de 9 de julho

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos Averiguação Preliminar nº. 08012.000696/2000-20 Representante: Sr. Nilton

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Ricardo Villas Bôas Cueva

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Ricardo Villas Bôas Cueva PROCESSO ADMINISTRATIVO: Nº 08012.004860/2000-01 REPRESENTANTE: Delegacia de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (DECON/DF). REPRESENTADOS: AMV Mota Distribuidora de Gás-ME, AN de Faria Sousa Distribuidora

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA. Protocolado: 08012.000515/2003-33.

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA. Protocolado: 08012.000515/2003-33. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA Protocolado: 08012.000515/2003-33. Natureza: Averiguação Preliminar. Representante: Alexandre Soares Coelho.

Leia mais

AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR

AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR nº 08012.001271/2001-44 Representante: Procon/SP. Representada: SKF do Brasil Ltda. Advogado(s): Rogério Domene,

Leia mais

MINUTA DE TERMO DE COMPROMISSO DE CESSAÇÃO

MINUTA DE TERMO DE COMPROMISSO DE CESSAÇÃO MINUTA DE TERMO DE COMPROMISSO DE CESSAÇÃO O CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA, doravante designado CADE, neste ato representado por sua Presidente, Elizabeth Maria Mercier Querido Farina, conforme

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS Contrato que entre si fazem, na melhor forma de direito, de um lado( nome da operadora), com sede na rua..., n o...,bairro..., em(nome da cidade), (Estado), inscrita

Leia mais

Assunto: Representação acerca de procedimento licitatório - inexigibilidade.

Assunto: Representação acerca de procedimento licitatório - inexigibilidade. Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Decisão 323/94 - Segunda Câmara - Ata 44/94 Processo nº TC 625.141/94-6 Responsável: Dra. Marga Inge Barth Tessler, Juiza Federal Diretora do Foro. Órgão: Justiça

Leia mais

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL CADE

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL CADE `s ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL CADE PARECER ProCADE Nº 133/2006 AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR Nº 08012.010596/2004-61 REPRESENTANTES:AMADEUS GLOBAL TRAVEL DISTRIBUTION

Leia mais

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL - CADE

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL - CADE ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL - CADE PARECER ProCADE Nº416/2005 1 AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR Nº 08012.003521/2004-23 REPRESENTANTE: GENERAL ELECTRIC DO BRASIL LTDA

Leia mais

Ato Normativo nº. 473-CPJ, de 27 de julho de 2006. (pt. nº. 3.556/06)

Ato Normativo nº. 473-CPJ, de 27 de julho de 2006. (pt. nº. 3.556/06) Ato Normativo nº. 473-CPJ, de 27 de julho de 2006 (pt. nº. 3.556/06) Constitui, na comarca da Capital, o Grupo de Atuação Especial de Inclusão Social, e dá providências correlatas. O Colégio de Procuradores

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08001.006599/2000-03 Representante: CPI-Medicamentos. Representadas: Baxter do Brasil e Fresenius Medical

Leia mais

DOU de 30/07/2015 (nº 144, Seção 1, pág. 73) DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito PORTARIA Nº 95, DE 28 DE JULHO DE 2015

DOU de 30/07/2015 (nº 144, Seção 1, pág. 73) DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito PORTARIA Nº 95, DE 28 DE JULHO DE 2015 DOU de 30/07/2015 (nº 144, Seção 1, pág. 73) DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito PORTARIA Nº 95, DE 28 DE JULHO DE 2015 Estabelece regras e padronização de documentos para arrecadação de multas

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Averiguação Preliminar nº 08012.005335/2002-67 Representantes: Editora Nova Atenas Ltda. e Ponto da Arte Editora Ltda. Representado:

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA GERAL

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA GERAL Origem: Rep 1325/2010 PRT/ 2ª Região Procuradora oficiante: Interessados: Ministério Público do Trabalho da 2ª Região; Marina Bueno Tumelero e Churrascaria Minuana Ltda. Assunto: CONAFRETE EMENTA: Reclamação

Leia mais

RESOLUÇÃO N 684/2008 TCE Pleno

RESOLUÇÃO N 684/2008 TCE Pleno RESOLUÇÃO N 684/2008 TCE Pleno 1. Processo nº: 09805/2007 2. Classe de Assunto: Inexigibilidade Portaria nº 626/2007 Contrato 230/2007 3. Origem: Secretaria de Estado da Saúde SESAU 4. Responsável: Eugênio

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO GERAL DE ASSUNTOS JURÍDICOS Referência : Processo Administrativo nº 08012.000794/2003-35 Representante

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM N.º 411, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2004. Altera a Instrução CVM n o 409, de 18 de agosto de 2004.

INSTRUÇÃO CVM N.º 411, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2004. Altera a Instrução CVM n o 409, de 18 de agosto de 2004. INSTRUÇÃO CVM N.º 411, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2004 Altera a Instrução CVM n o 409, de 18 de agosto de 2004. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado, em reunião

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL

CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL Associação Brasileira de Quiropraxia Aprovado em Assembléia Geral Extraordinária da Associação Brasileira de Quiropraxia, Novo Hamburgo, 01 de

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS Contrato que entre si fazem, na melhor forma de direito, de um lado( nome da operadora), com sede na rua..., n o...,bairro..., em(nome da cidade), (Estado), inscrita

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE ATO DE CONCENTRAÇÃO nº 08012.011090/2004-79 Requerentes: Itaucard Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento e Rio Elba

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 96, DE 2009

CÂMARA DOS DEPUTADOS PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 96, DE 2009 PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 96, DE 2009 Propõe que a Comissão de Defesa do Consumidor fiscalize os atos de gestão praticados pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP em relação à conduta

Leia mais

REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM

REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM REGULAMENTO PROCESSUAL DA BSM O Conselho de Supervisão da BM&FBOVESPA SUPERVISÃO DE MERCADOS (BSM), no uso das atribuições que lhe confere o Estatuto Social da entidade e após a autorização da Comissão

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0162/2006

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0162/2006 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0162/2006 Pelo presente instrumento, por um lado a Agência Nacional de Saúde Suplementar, pessoa jurídica de direito público, autarquia especial vinculada ao

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08012.008064/1997-82 Representante: Associação dos Concessionários-Consumidores de Jazigos do Cemitério

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 Dispõe sobre instauração e organização de processo de tomada de contas especial e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso do

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0135/2007

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0135/2007 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 0135/2007 Pelo presente instrumento, por um lado a Agência Nacional de Saúde Suplementar, pessoa jurídica de direito público, autarquia especial vinculada ao

Leia mais

Ministério Público Federal Procuradoria da República em Pernambuco

Ministério Público Federal Procuradoria da República em Pernambuco Inquérito Civil Público n. º 1.26.000.002238/2010-98 Promoção de Arquivamento nº 599-2013/MPF/PRPE/AT PROMOÇÃO Cuida-se de inquérito civil público instaurado nesta Procuradoria da República, com o intuito

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Decisão 470/93 - Plenário - Ata 53/93 Processo nº TC 014.861/93-3 Entidade: Ministério da Justiça Relator: Ministra Élvia L. Castello Branco Redator da Decisão

Leia mais

PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO CDURP COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO DA REGIÃO DO PORTO DO RIO DE JANEIRO

PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO CDURP COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO DA REGIÃO DO PORTO DO RIO DE JANEIRO ANEXO 2 MODELOS DE CARTAS E DECLARAÇÕES Modelo de Pedido de Esclarecimentos Ref.: Concorrência Pública nº [ ]/2011 Pedido de Esclarecimentos, [qualificação], por seu(s) representante(s) legal(is), apresenta

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06 TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM N os 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06. Dispõe sobre a Constituição de funcionamento de Clubes

Leia mais

Interessado: Dr. M.M.S. Assunto: Escala de plantão de sobreaviso. Medico Plantonista de sobreaviso. Desligamento com ou sem aviso prévio.

Interessado: Dr. M.M.S. Assunto: Escala de plantão de sobreaviso. Medico Plantonista de sobreaviso. Desligamento com ou sem aviso prévio. PARECER CRM/MS N 12/2014 PROCESSO CONSULTA CRMMS 0011/2014 Interessado: Dr. M.M.S. Assunto: Escala de plantão de sobreaviso. Medico Plantonista de sobreaviso. Desligamento com ou sem aviso prévio. PARECERISTA:

Leia mais

ANEXO 1 CLÀUSULAS NEGOCIADAS

ANEXO 1 CLÀUSULAS NEGOCIADAS ANEXO 1 CLÀUSULAS NEGOCIADAS CLÁUSULA OITAVA - SIGILO E CONFIDENCIALIDADE 8.1 - Cada Partícipe se compromete em manter sigilo sobre as informações trocadas e geradas durante a execução das atividades do

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA EM PERNAMBUCO 3º OFÍCIO DA TUTELA COLETIVA

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA EM PERNAMBUCO 3º OFÍCIO DA TUTELA COLETIVA Inquérito Civil: 1.26.000.002934/2014-28. PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO Nº 207/2015 Trata-se de inquérito civil instaurado com base em representação formulada pelo Exmo. Procurado da República Alfredo Falcão

Leia mais

RESOLUÇÃO DO CONSELHO Nº 002/PRES/OAB/RO RESOLVE:

RESOLUÇÃO DO CONSELHO Nº 002/PRES/OAB/RO RESOLVE: RESOLUÇÃO DO CONSELHO Nº 002/PRES/OAB/RO O CONSELHO SECCIONAL DO ESTADO DE RONDÔNIA DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, no uso de suas atribuições estatutárias, com base no que dispõe o art. 10, 1º da Lei

Leia mais

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE

Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE Processo Administrativo nº 08012.003578/00-18 Representantes: Advogados: Representados: Advogados: Relator: Rodobens Administração

Leia mais

ANÁLISE MARCELO BECHARA DE SOUZA HOBAIKA

ANÁLISE MARCELO BECHARA DE SOUZA HOBAIKA CONSELHEIRO RELATOR ANÁLISE NÚMERO E ORIGEM: 264/2013-GCMB DATA: 29/04/2013 MARCELO BECHARA DE SOUZA HOBAIKA 1. ASSUNTO Recurso Administrativo interposto por TIM CELULAR S/A em desfavor do Despacho nº

Leia mais

Unidade Central de Controle Interno

Unidade Central de Controle Interno ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno NOTIFICAÇÃO UCCI N 014/04 ÓRGÃO: Gabinete do Prefeito C/c Secretaria

Leia mais

Convenção de Nova Iorque - Reconhecimento e Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras

Convenção de Nova Iorque - Reconhecimento e Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras CONVENÇÃO DE NOVA YORK Convenção de Nova Iorque - Reconhecimento e Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras Decreto nº 4.311, de 23/07/2002 Promulga a Convenção sobre o Reconhecimento e a Execução

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Decisão 41/96 - Plenário - Ata 05/96 Processo nº TC 010.652/95-7 Interessado: Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul - Dr.

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 Dispõe sobre a composição, o funcionamento e as atribuições dos Comitês Gestores do Código

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 1102/2011

PROJETO DE LEI Nº 1102/2011 PROJETO DE LEI Nº 1102/2011 EMENTA: ALTERA A LEI Nº 5981/2011, QUE DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA DAS ONG S, OSCIP S E DEMAIS ENTIDADES QUE RECEBAM RECURSOS PÚBLICOS NO ESTADO DO RIO

Leia mais

PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08012.005981/2002-24. CONSELHEIRO-RELATOR: Ricardo Villas Bôas Cueva

PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08012.005981/2002-24. CONSELHEIRO-RELATOR: Ricardo Villas Bôas Cueva PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 08012.005981/2002-24 REPRESENTANTE: Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo SINOG ( SINOG ) ADVOGADO: não consta dos autos. REPRESENTADA: Uniodonto de Manaus/AM

Leia mais

MENSALIDADES ESCOLARES

MENSALIDADES ESCOLARES MENSALIDADES ESCOLARES O aumento das mensalidades escolares deve obedecer a algum parâmetro legal? O assunto mensalidades escolares é regulado pela Lei 9870, de 23 de novembro de 1999. Esta Lei, dentre

Leia mais

ANÁLISE DOS ATENDIMENTOS DE 2003

ANÁLISE DOS ATENDIMENTOS DE 2003 ANÁLISE DOS ATENDIMENTOS DE 2003 1 - ATENDIMENTOS DE 2.003 Foram atendidas 74.531 pessoas no ano de 2.003, pelas seguintes formas de atendimento: Pessoalmente...23.060 Telefone:...25.739 Carta:...101 Internet:...11.859

Leia mais

CIRCULAR N. 003433 CIRCULAR 3.433 --------------

CIRCULAR N. 003433 CIRCULAR 3.433 -------------- CIRCULAR N. 003433 CIRCULAR 3.433 -------------- Dispõe sobre concessão de autorização para funcionamento, transferência de controle societário, cisão, fusão, incorporação, prática de outros atos societários

Leia mais

SECRETARIA DE ÓRGÃOS COLEGIADOS RESOLUÇÃO Nº 06/2010

SECRETARIA DE ÓRGÃOS COLEGIADOS RESOLUÇÃO Nº 06/2010 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA SECRETARIA DE ÓRGÃOS COLEGIADOS Campus Universitário Viçosa, MG 36570-000 Telefone: (31) 3899-2127 - Fax: (31) 3899-1229 - E-mail: soc@ufv.br RESOLUÇÃO

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.771, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2015

CIRCULAR Nº 3.771, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2015 CIRCULAR Nº 3.771, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2015 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas cooperativas de crédito para instrução de processos referentes a pedidos de autorização e dá outras providências.

Leia mais

ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL CADE

ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL CADE ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL CADE PARECER PROCADE Nº 066/2007 AVERIGUAÇÃO PRELIMINARº 08700.001.179/1999-22 REPRESENTANTE: Conselho Administrativo de Defesa

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL TIPO A PODER JUDICIÁRIO 22ª VARA CÍVEL FEDERAL DE SÃO PAULO AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROCESSO N.º 0004415-54.2011.403.6100 AUTOR: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL RÉ: AGÊNCIA NACIONAL DE SÁUDE SUPLEMENTAR - ANS REG.

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul : CONS. IRAN COELHO DAS NEVES

Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul : CONS. IRAN COELHO DAS NEVES Relatório Voto : REV - G.ICN - 00901/2011 PROCESSO TC/MS : 6107/2008 PROTOCOLO : 908430 ÓRGÃO : PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA ALVORADA DO SUL ORDENADOR (A) DE : ARLEI SILVA BARBOSA DESPESAS CARGO DO ORDENADOR

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Número do documento: DC-0180-15/99-P. Identidade do documento: Decisão 180/1999 - Plenário

Tribunal de Contas da União. Número do documento: DC-0180-15/99-P. Identidade do documento: Decisão 180/1999 - Plenário Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0180-15/99-P Identidade do documento: Decisão 180/1999 - Plenário Ementa: Representação formulada por parlamentar. Possíveis irregularidades na FUNAI.

Leia mais

Ministério da Justiça CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos

Ministério da Justiça CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos Ministério da Justiça CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos Averiguação Preliminar 08012.006665/2001-99 Representante: Sindicato dos

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 057/2009

TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 057/2009 TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTE DE CONDUTA Nº 057/2009 Pelo presente instrumento, por um lado a Agência Nacional de Saúde Suplementar, pessoa jurídica de direito público, autarquia especial vinculada ao

Leia mais

Interessados: INTERESSADA: ELESERVICE do Brasil - Componentes Eletrônicos Ltda.

Interessados: INTERESSADA: ELESERVICE do Brasil - Componentes Eletrônicos Ltda. Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0255-19/99-P Identidade do documento: Decisão 255/1999 - Plenário Ementa: Representação formulada por licitante. Possíveis irregularidades praticadas

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.502. III - exercício de cargos em órgãos estatutários; V - cancelamento da autorização para funcionamento.

CIRCULAR Nº 3.502. III - exercício de cargos em órgãos estatutários; V - cancelamento da autorização para funcionamento. CIRCULAR Nº 3.502 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas cooperativas de crédito para instrução de processos referentes a pedidos de autorização e dá outras providências. A Diretoria Colegiada

Leia mais

Autor: ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS DO RIO DE JANEIRO AME/RJ. Réu: CEDAE - COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS

Autor: ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS DO RIO DE JANEIRO AME/RJ. Réu: CEDAE - COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS Processo nº 0312090-42.2012.8.19.0001 Autor: ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS DO RIO DE JANEIRO AME/RJ Réu: CEDAE - COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS S E N T E N Ç A Trata-se de ação de obrigação

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PORTARIA N 1370/2004 PGJ.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PORTARIA N 1370/2004 PGJ. MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PORTARIA N 1370/2004 PGJ. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

Juros - Aspectos Econômicos e Jurídicos

Juros - Aspectos Econômicos e Jurídicos 128 Juros - Aspectos Econômicos e Jurídicos Marcelo Mondego de Carvalho Lima 1 Não se pode iniciar este trabalho sem fazer alusão aos d. palestrantes que, em várias semanas, tornaram simples uma matéria,

Leia mais

Ministério da Justiça CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luiz Carlos Delorme Prado

Ministério da Justiça CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luiz Carlos Delorme Prado Ministério da Justiça CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luiz Carlos Delorme Prado Processo Administrativo n.º 08012.000429/2003-21 Representante: SMS - Assistência

Leia mais

EXEMPLO DE RELATÓRIO DO TOMADOR DE CONTAS ESPECIAL

EXEMPLO DE RELATÓRIO DO TOMADOR DE CONTAS ESPECIAL ANEXO II EXEMPLO DE RELATÓRIO DO TOMADOR DE CONTAS ESPECIAL (PARA CONVÊNIO OU INSTRUMENTOS CONGÊNERES) RELATÓRIO DE TCE Nº XX/2013 DADOS DO CONVÊNIO PROCESSO ORIGINAL 90000.000050/2009-99 INSTRUMENTO ORIGINAL

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 302, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 302, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 302, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2014. Estabelece critérios e procedimentos para a alocação e remuneração de áreas aeroportuárias. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no exercício

Leia mais

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS Brasília, 08 de junho de 2010. Cumprimento de Contratos das Operadoras com os Laboratórios Clínicos. DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL - DIDES Gerência de

Leia mais

CAPÍTULO I - PROPÓSITO E ABRANGÊNCIA

CAPÍTULO I - PROPÓSITO E ABRANGÊNCIA CAPÍTULO I - PROPÓSITO E ABRANGÊNCIA Art. 1º - O presente Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para as Atividades Conveniadas ( Código ) estabelece normas relativas à atuação da ANBIMA Associação

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO JOÃO DE MERITI

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO JOÃO DE MERITI PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO JOÃO DE MERITI PROCESSO: 0007733-93.2015.4.02.5110 (2015.51.10.007733-0) AUTOR: MINISTERIO PUBLICO FEDERAL REU: MUNICIPIO DE BELFORD ROXO Fls

Leia mais

Diretriz 5: A função das entidades de grau superior é de coordenar os interesses das suas filiadas.

Diretriz 5: A função das entidades de grau superior é de coordenar os interesses das suas filiadas. DIRETRIZES NORMATIVAS ELABORADAS PELO GRUPO DE TRABALHO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SOBRE ORGANIZAÇÃO SINDICAL, NEGOCIAÇÃO COLETIVA, APLICAÇÃO DO DIREITO DE GREVE, CUSTEIO E LIBERAÇÃO DE DIRIGENTE

Leia mais

DECRETO Nº. 11391/2013

DECRETO Nº. 11391/2013 Publicado em 08 de maio de 2013 DECRETO Nº. 11391/2013 REGULAMENTA O PROGRAMA MUNICIPAL NITERÓI MAIS SEGURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O PREFEITO MUNICIPAL DE NITERÓI, com fundamento no art. 142, inciso

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SÃO PAULO RELATOR - CONSELHEIRO ANTONIO ROQUE CITADINI 12ª SESSÃO ORDINÁRIA DA SEGUNDA CÂMARA, DIA 06/05/2014 ITENS: 35 e 36 Processo: TC-006335/026/10 Representante(s): Albatroz Segurança e Vigilância Ltda., por

Leia mais

PROCESSO N. 429/11 PROTOCOLO N.º 5.673.964-5 PARECER CEE/CEB N.º 291/11 APROVADO EM 04/05/11

PROCESSO N. 429/11 PROTOCOLO N.º 5.673.964-5 PARECER CEE/CEB N.º 291/11 APROVADO EM 04/05/11 PROTOCOLO N.º 5.673.964-5 PARECER CEE/CEB N.º 291/11 APROVADO EM 04/05/11 CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA INTERESSADO: ESCOLA DE FORMAÇÃO EDUCACIONAL A DISTÂNCIA RESIDÊNCIA SAÚDE FORMAÇÃO TÉCNICA, ESPECIALIZAÇÃO

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011.

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011. CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N. DE DE DE 2011. Dispõe sobre a atuação dos membros do Ministério Público na defesa do direito fundamental à convivência familiar e comunitária de crianças

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA-GERAL CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA-GERAL CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO PROCESSO PGT/CCR/PP 3704/2009 ORIGEM: PRT/10ª REGIÃO PROCURADOR OFICIANTE: LUÍS PAULO VILLAFAÑE GOMES SANTOS INTERESSADO(S): 1 SINDICATO DOS TRABALHADORES MOTOCICLISTAS, CICLISTAS E AFINS DE MG 2 TELEMONT

Leia mais

PROJETO DE GUIA LEGISLATIVO: ELEMENTOS BÁSICOS SOBRE A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL

PROJETO DE GUIA LEGISLATIVO: ELEMENTOS BÁSICOS SOBRE A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL PROJETO DE GUIA LEGISLATIVO: ELEMENTOS BÁSICOS SOBRE A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL INTRODUÇÃO... 2 1. ACESSO À INFORMAÇÃO... 3 1.1. Disposições gerais... 3 1.2. Cumprimento... 3 1.3. Supervisão...

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Decisão 217/94 - Plenário - Ata 12/94 Processo nº TC 014.056/93-3 Interessado: Dante Martins de Oliveira - Prefeito Entidade: Prefeitura Municipal de Cuiabá/MT

Leia mais

SUL AMÉRICA FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO - FGTS CARTEIRA LIVRE

SUL AMÉRICA FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO - FGTS CARTEIRA LIVRE SUL AMÉRICA FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO - FGTS CARTEIRA LIVRE REGULAMENTO CAPÍTULO I - DO FUNDO Artigo 1º - O SUL AMÉRICA FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO -- FGTS CARTEIRA LIVRE, doravante designado abreviadamente

Leia mais

PARECER Nº, DE 2012. RELATOR: Senador FLEXA RIBEIRO

PARECER Nº, DE 2012. RELATOR: Senador FLEXA RIBEIRO PARECER Nº, DE 2012 Da COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 677, de 2007, que dispõe sobre o compartilhamento da infraestrutura

Leia mais

Resolução nº 264/CONSEA, de 29 de agosto de 2011.

Resolução nº 264/CONSEA, de 29 de agosto de 2011. Resolução nº 264/CONSEA, de 29 de agosto de 2011. Estabelece critérios e normas para credenciamento de professores para prestação de serviço voluntário nos cursos da UNIR. O Presidente do Conselho Superior

Leia mais

SENTENÇA TIPO A AUTOS n 0021894-60.2011.403.6100 AÇÃO ORDINÁRIA AUTORA: EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS RÉ: ANP TRANSPORTE LTDA - ME

SENTENÇA TIPO A AUTOS n 0021894-60.2011.403.6100 AÇÃO ORDINÁRIA AUTORA: EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS RÉ: ANP TRANSPORTE LTDA - ME Registro n' SENTENÇA TIPO A AUTOS n 0021894-60.2011.403.6100 AÇÃO ORDINÁRIA AUTORA: EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS RÉ: ANP TRANSPORTE LTDA - ME Vistos. Trata-se de ação ordinária, visando

Leia mais

RESOLUÇÃO N 173/2009-TCE/TO PLENO

RESOLUÇÃO N 173/2009-TCE/TO PLENO RESOLUÇÃO N 173/2009-TCE/TO PLENO 1. Processo nº: 04471/2008 2. Classe de Assunto: Contrato nº 084/2008 Pregão Presencial nº 075/2008 3. Origem: Secretaria de Estado da Saúde 4. Responsável: Eugênio Pacceli

Leia mais

CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO Origem: PRT 2ª Região Interessado(s) 1: Ministério Público do Estado de São Paulo Promotoria de Justiça do Consumidor Interessado(s) 2: ABENDE Associação Brasileira de

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013 Altera dispositivos da Instrução CVM nº 356, de 17 de dezembro de 2001 e da Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MUNIZ FREIRE - ES

PREFEITURA MUNICIPAL DE MUNIZ FREIRE - ES DECRETO Nº 6.106/2013 REGULAMENTA AS LICENÇAS PARA TRATAMENTO DE SAÚDE, DE QUE TRATAM OS ARTS. 80, I; 82 A 100, DA LEI MUNICIPAL Nº 1.132, DE 02 DE JULHO DE 1990 (ESTATUTO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 396, DE 25 DE JANEIRO DE 2016

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 396, DE 25 DE JANEIRO DE 2016 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 396, DE 25 DE JANEIRO DE 2016 Altera a Resolução Normativa RN nº 124, de 30 de março de 2006, que dispõe sobre a aplicação de penalidades para as infrações à legislação dos

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO Aprovada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 29 de agosto

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO

PROCURADORIA-GERAL CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO Origem: ICP 0288/2007 PRT/2ª S. Bernardo do Campo Procurador oficiante: Dr. João Filipe Moreira Lacerda Sabino Interessado: Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DO TRABALHO CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO

PROCURADORIA-GERAL DO TRABALHO CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO Origem: PRT da 4ª Região Órgão Oficiante: Dr. Roberto Portela Mildner Interessado 1: Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região. Interessado 2: Banco Bradesco S/A. Assuntos: Meio ambiente do trabalho

Leia mais

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 490, DE 24 DE JANEIRO DE 2008 REGULAMENTO DE CONSELHO DE USUÁRIOS DO STFC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Este Regulamento estabelece as regras básicas para implantação,

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS RESOLUÇÃO N 033/2009-TCE/TO Pleno

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO TOCANTINS RESOLUÇÃO N 033/2009-TCE/TO Pleno RESOLUÇÃO N 033/2009-TCE/TO Pleno 1. Processo nº: 6141/2008 2. Classe de Assunto: Contrato nº 140/2008 3. Origem: Secretaria de Estado da Saúde 4. Responsável: Eugênio Pacceli de Freitas Coelho Secretário

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº., DE 2011. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

PROJETO DE LEI Nº., DE 2011. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: PROJETO DE LEI Nº., DE 2011. Dispõe sobre a organização sindical no setor público, afastamento de dirigentes sindicais, negociação coletiva, aplicação do direito de greve e sobre o custeio da organização

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA

RELATÓRIO DE AUDITORIA RELATÓRIO DE AUDITORIA Processos n os 23087.005514/2013-77, 23087.006924/2012-54 e 23087.002597/2013-42 Assunto: Desparecimento de bens do Almoxarifado Central Versa a presente sobre manifestação desta

Leia mais

PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve:

PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve: PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve: Art. 1º Aprovar as Normas Procedimentais da Comissão de Anistia, na

Leia mais

Este documento objetiva a apresentação de nosso voto relativamente ao assunto em epígrafe, acompanhado da respectiva justificativa.

Este documento objetiva a apresentação de nosso voto relativamente ao assunto em epígrafe, acompanhado da respectiva justificativa. VOTO ASSUNTO: AUDIÊNCIA PÚBLICA DA MINUTA DE CIRCULAR QUE DISPÕE SOBRE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA A CONTRATAÇÃO DE SEGURO EM MOEDA ESTRANGEIRA, A CONTRATAÇÃO DE SEGURO NO EXTERIOR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS

Leia mais

RESOLUÇÃO PGE Nº 3743 18 DE MARÇO DE 2015.

RESOLUÇÃO PGE Nº 3743 18 DE MARÇO DE 2015. RESOLUÇÃO PGE Nº 3743 18 DE MARÇO DE 2015. ESTABELECE NORMAS SOBRE OS RELATÓRIOS DOS ÓRGÃOS LOCAIS E SETORIAIS DO SISTEMA JURÍDICO E REVOGA A RESOLUÇÃO PGE Nº 2.928, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2011. A PROCURADORA-GERAL

Leia mais