CICLO DE INOVAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA 14/07/2014 TRABALHO PARA O PRESO

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1 TRABALHO PARA O PRESO Julho

2 Sumário Categoria:... 3 Ementa... 3 Ideia... 4 Trabalho para o preso... 4 Nome do Pré-Projeto:... 4 Órgão executor:... 4 Início / Término da implementação:... 4 Público-alvo:... 4 Descrição do Projeto:... 4 Potencial de redução de custos / geração de receita para o Estado:... 5 Estudos preliminares: Abertura social (participação da sociedade na elaboração do projeto): Restrições para a implementação do projeto: Grau de novidade do projeto: Benefícios: Riscos:

3 Categoria: Ideias Inovadoras Implementáveis Temática: Como otimizar a aquisição, fornecimento e distribuição de alimentação no sistema prisional, reduzindo custo para o estado? Ementa: O Processo Estratégico Custódia e Ressocialização de Presos visa a implantar em Minas Gerais um modelo de Gestão Prisional eficaz, com elevados índices de ressocialização e reintegração dos custodiados à Sociedade. O processo inicia-se com a entrada dos indivíduos no Sistema Prisional e com a gestão da custódia destes. A custódia contempla os aspectos de infraestrutura, segurança, logística e atendimento multidisciplinar aos presos, com vistas à ressocialização. A alimentação oferecida aos custodiados é um tema de extrema relevância no que tange à otimização de custos no Sistema, bem como à qualidade da custódia e ao ambiente necessário à ressocialização. Atualmente, o Estado gasta cerca de R$ 165 milhões por ano com os contratos de fornecimento de alimentação do sistema prisional. Os modelos variam entre a alimentação administrada (preparada dentro da unidade prisional) e a alimentação transportada (preparada fora da unidade). O primeiro modelo prevalece, de modo que na maior parte das Unidades Prisionais a empresa contratada instala uma cozinha local, fornecendo 4 refeições diárias (padrão em todo o Sistema Prisional) para presos e agentes. As refeições oferecidas são: café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. O valor diário e individual destas, por sua vez, varia entre R$7,00 e R$15,00 reais, dependendo do contrato firmado. Constata-se que o número de custodiados pela Subsecretaria de Administração Prisional consiste, hoje, em aproximadamente 50 mil presos. Dessa forma, iniciativas que visem o fornecimento mais eficiente da alimentação aos detentos, com diminuição das inconformidades, denotam-se como oportunidades de melhoria de extrema significância à Gestão do Sistema Prisional. 3

4 Ressalta-se, ademais, que as ideias encaminhadas para este tema deverão apresentar soluções implementáveis pelo Estado no âmbito do fornecimento de alimentação aos custodiados. O ensejo é de reduzir os custos desse provimento, buscando também, melhoria na qualidade das refeições oferecidas no Sistema Prisional. Ideia: Trabalho para o preso Nome do Pré-Projeto: Trabalho para o preso: A ressocialização a serviço da qualidade e da economia Órgão executor: Secretaria de Estado de Defesa Social Início / Término da implementação: 02/01/15 31/12/2015 Público-alvo: Presos provisórios e condenados Descrição do Projeto: O pré-projeto consiste em inserir, nos editais de contratação de fornecimento de alimentação para as Unidades do Sistema Prisional, uma exigência voltada a garantir a inclusão de detentos no quadro de pessoal das empresas contratadas. De acordo com as leis federal de Execução Penal de 11 de julho de 1984 e estadual de 25 de janeiro de 1994, o trabalho externo para presos em regime fechado é admissível em serviços ou obras públicas realizadas por órgãos da Administração Direta ou Indireta, ou entidades privadas, desde que tomadas as 4

5 cautelas contra a fuga e em favor da disciplina. O limite máximo de sentenciados é de 10% (dez por cento) do total de empregados alocados na prestação do serviço contratado, cabendo ao órgão da administração, à entidade ou à empresa empreiteira a remuneração desse trabalho. Para a implantação deste projeto, será exigido pelo Governo, nos editais de contratação de fornecedores, o limite máximo permitido por lei para a contratação de presos pelo fornecedor vencedor, ou seja, 10% do total de empregados alocados no processo produtivo de alimentação do sistema prisional, ficando a remuneração dos presos a cargo da empresa fornecedora. É importante ressaltar que a prestação de trabalho à entidade privada depende do consentimento expresso do preso. Os sentenciados contratados deverão participar dos processos de preparação das refeições a serem fornecidas às 144 unidades prisionais de Minas Gerais. Orçamento: Não há custos. Potencial de redução de custos / geração de receita para o Estado: Com a implementação deste projeto espera-se obter uma redução de custos nos contratos de fornecimento de alimentação em torno de R$ ,96 anuais, tomando como premissa que todas as empresas contratadas irão cumprir o determinado no edital, alocando presos em seu quadro de pessoal em número equivalente a 10% do total de funcionários alocados na produção das refeições contratadas, além da apresentação, no momento do pregão, de valor reduzido das refeições, devido ao fato de a alocação de mão de obra presidiária ser 62% mais barata que a mão de obra contratada normalmente pelo regime de CLT (Consolidação das leis do Trabalho). Para realização do cálculo do potencial de economia do projeto foram utilizadas informações disponíveis no Portal de Transparência do Governo de Minas, assim como 5

6 dados de mercado contendo a composição de custos de pessoal na produção de refeições. Com base nas informações levantadas, foram realizados os seguintes cálculos: Custo total de alimentação por ano R$ ,00, baseado nos valores empenhados em Custo com mão de obra por ano R$ ,26, representa 35% do custo total das empresas fornecedoras. Neste valor estão incluídos salários, encargos sociais e tributários. De acordo com o jornal Datafolha, edição de janeiro de 2014, o custo médio das empresas de alimentação com cozinheiros, ajudantes de cozinha, motoristas e nutricionistas é composto da seguinte forma: Profissional Salário Líquido Encargos¹ Custo Mensal Total Cozinheiro R$ 1.751,00 R$ 853,63 R$ 2.604,63 Ajudante de Cozinha R$ 1.045,17 R$ 474,00 R$ 1.519,17 Nutricionista R$ 1.826,00 R$ 828,11 R$ 2.654,11 Motorista R$ 950,00 R$ 430,84 R$ 1.380,84 ¹Encargos sociais e tributários mensais considerados: - FGTS: 8,0% + 0,5% sobre o salário nominal - Férias: 8,3% (ou 1/12) sobre o salário nominal; - Abono de férias: 2,7% (ou 1/3 das férias) sobre o salário nominal; - Indenização (a ser paga no caso de dispensa do funcionário sem justa causa): 100% de um salário nominal, 40% + 10% do saldo do FGTS; - Para o INSS: 20% sobre o salário nominal; - Seguro de Acidentes de Trabalho: 2% sobre o salário nominal Memória de Cálculo: 6

7 Considerando todos os fornecedores de alimentos com contrato vigente, atualmente temos o seguinte quantitativo total de profissionais alocados na preparação das refeições: Profissional Quantidade Cozinheiro 677 Ajudante de Cozinha Nutricionista 180 Motorista 87 TOTAL Para levantamento da quantidade de cozinheiros foi considerado que cada unidade precisaria de no mínimo 4,7 cozinheiros por unidade em uma média geral. Tendo em vista o esquema de plantão que é adotado em todas as unidades, no qual o horário é distribuído em 12 horas x 36 horas, considera-se: 144 unidades x 4,7 cozinheiras = 677 cozinheiros Para levantamento da quantidade de ajudantes de cozinha foi considerada a quantidade de 9,4 ajudantes de cozinha, divididos no mesmo esquema de plantão semanal sendo 12 horas x 36 horas: 144 unidades x 9,4 ajudantes de cozinhas = ajudantes Para levantamento da quantidade de nutricionistas foi considerado que na maioria das unidades prisionais é contratado no mínimo um nutricionista. Porém, como não 7

8 podemos precisar a quantidade exata que cada uma das unidades possui, foi utilizado como base de cálculo a média de 1,25 nutricionistas por unidade. Sendo 144 unidades prisionais, teremos 180 nutricionistas. Para levantamento da quantidade de motoristas foi considerado que, na maioria dos contratos atualmente firmados (60%), a alimentação é fornecida na forma transportada, ou seja, existe a necessidade da figura do motorista. Portanto, foi estipulado o quantitativo de 87 motoristas. Profissional Custo anual total por especialidade Cozinheiro R$ ,01 Ajudante de Cozinha R$ ,55 Nutricionista R$ ,38 Motorista R$ ,32 TOTAL R$ ,26 Do total de profissionais, poderão ser alocados 229 presos no processo produtivo das refeições, representando 10% do total de profissionais alocados neste processo. Após a contratação dos sentenciados pelos fornecedores contratados, seus custos de mão-de-obra passarão a ter a seguinte composição: Profissional Salário Líquido Encargos¹ Custo Mensal Cozinheiro Sentenciado² R$ 724,00 R$ - R$ 724,00 Ajudante de Cozinha R$ 724,00 R$ 724,00 R$ - Sentenciado² Cozinheiro R$ 1.751,00 R$ 853,63 R$ 2.604,63 Ajudante de Cozinha R$ 1.045,17 R$ 474,00 R$ 1.519,17 Nutricionista R$ 1.826,00 R$ 828,11 R$ 2.654,11 Motorista R$ 950,00 R$ 430,84 R$ 1.380,84 ²Composição da Remuneração do sentenciado: O trabalho do preso será remunerado segundo prévia tabela, não podendo ser inferior a ¾ (três quartos) do salário mínimo. A remuneração do sentenciado que tiver concluído curso de formação profissional, bem como a do que tiver bom comportamento e progresso na sua recuperação, será acrescida de 1/4 (um quarto) do 8

9 seu valor (Lei Estadual /94). Segundo a Lei de Execução Penal, a remuneração auferida pelo sentenciado no trabalho externo será empregada: I. na indenização dos danos causados pelo delito, desde que determinados judicialmente e não reparados por outro meio; II. nas pequenas despesas pessoais; III. na assistência à família do sentenciado, segundo a lei civil; IV. no ressarcimento ao Estado das despesas realizadas com a manutenção. Os fornecedores contratados poderão pagar, pela prestação dos serviços dos cozinheiros e ajudantes de cozinha, o valor de R$ 724,00, por mês. Isso equivale a uma economia de aproximadamente 72% do salário de um cozinheiro e aproximadamente 52% do salário de um ajudante de cozinha. Profissional Quantidade Cozinheiro Sentenciado 77 Ajudante de Cozinha Sentenciado 152 Cozinheiro 600 Ajudante de Cozinha 1202 Nutricionista 180 Motorista 87 TOTAL 2298 Profissional Custo anual total por especialidade Cozinheiro Sentenciado R$ ,00 Ajudante de Cozinha Sentenciado R$ ,00 Cozinheiro R$ ,08 Ajudante de Cozinha R$ ,38 Nutricionista R$ ,38 Motorista R$ ,32 TOTAL R$ ,17 O custo com mão de obra por ano passará a ser de R$ ,17, gerando uma 9

10 economia equivalente a R$ ,09 anuais na folha de pagamento dos fornecedores, além de geração de receita para o Estado no valor de R$ ,00 referentes ao ressarcimento de 25% do salário do preso. Portanto, considerando que os fornecedores irão repassar sua economia com a utilização da mão de obra presidiária para os preços cobrados por refeições, registrados nos próximos pregões, e somado a isso, o valor de receita dos ressarcimentos, o Governo terá uma economia total de R$ ,09 por ano. Ou seja, considerando os gastos realizados para cobrir os contratos de fornecimento de alimentação em 2013, num total de R$ ,00, temos a expectativa que após a implantação desse projeto os gastos com alimentação sejam reduzidos para R$ ,91, gerando uma economia de 2,1%, além da receita prevista pelos ressarcimentos pagos ao Governo num total de R$ ,00. Portanto, ao fim do projeto teremos o valor total de economia de R$ ,09. Estudos preliminares: Não houve. Abertura social (participação da sociedade na elaboração do projeto): Não houve. Restrições para a implementação do projeto: Segundo a Lei de Execução Penal, o trabalho externo para os sentenciados será admissível para os presos em regime fechado desde que tomadas as cautelas contra a fuga e em favor da disciplina: O limite máximo do número de presos será de 10% (dez por cento) do total de empregados no processo. 10

11 Caberá à empresa empreiteira a remuneração desse trabalho. A prestação de trabalho à entidade privada depende do consentimento expresso do preso. A prestação de trabalho externo, a ser autorizada pela direção do estabelecimento, dependerá de aptidão, disciplina e responsabilidade, além do cumprimento mínimo de 1/6 (um sexto) da pena. No entanto, o Parecer AGE restringe o trabalho dos presos do regime fechado para apenas os casos nos quais for viável que as empresas montem linhas de produção no interior das unidades penais. Uma restrição importante refere-se à hipótese, portanto, de haver alguma unidade prisional no estado de Minas Gerais totalmente composta por presos do regime fechado, e não existir cozinha no interior da unidade. Trata-se de uma exceção muito pontual. Ainda assim, é possível lançar mão de uma solução simplificada, como autorizar o preso de uma comarca vizinha a prestar serviço para a empresa fornecedora de alimentação para a referida unidade. Assim, oferece-se oportunidade de trabalho para o preso do regime semiaberto da unidade vizinha, e cumpre-se a disposição editalícia. Outra possibilidade é a transferência, mediante ato administrativo, de presos do regime semiaberto de qualquer outra unidade do estado para esta unidade que não possui cozinha, mas possui vagas de trabalho reservadas para presos na cozinha do fornecedor, o que também resolveria a questão. Grau de novidade do projeto: Conhecido da Organização: propostas de melhoria conhecidas no Governo de Minas. São boas práticas já implantadas em outros setores da organização. Benefícios: Governo: 1. Geração de economia anual de R$ ,09 para o Governo. 2. O Estado irá cumprir de forma essencial a sua responsabilidade social oferecendo 11

12 ao preso a oportunidade de qualificação para o ingresso do sentenciado no mercado de trabalho após o cumprimento da pena privativa de liberdade. Esse ganho é, acima de tudo, social e cumpre um dos objetivos estabelecidos nas questões relacionadas à política de segurança pública, tal como ressocialização do preso privado de sua liberdade. Além de ser um ponto político muito benéfico, tem a presunção de também reduzir a criminalidade de forma eficaz, pois capacita o indivíduo dando ao mesmo a oportunidade de se ressocializar e voltar a conviver em sociedade. 3. Aumento da eficiência e eficácia da fiscalização, pois os presos estarão cozinhando sua própria comida, ou seja, exigirão um maior rigor na qualidade do serviço e na quantidade ofertada. Com isso teremos o controle realizado também pelos próprios destinatários, o que pode minimizar de forma eficaz problemas na execução do contrato, como fornecimento de quantidade inferior ao estabelecido no contrato. Sociedade: Ressocialização e qualificação do preso para o exercício de uma profissão, o que pode gerar redução da criminalidade. Redução de custos para o Estado, os quais poderão ser investidos em outras áreas. Riscos: Ameaças: Insegurança no interior do Presídio Ações mitigadoras: Inicialmente, a ideia de que os presos possam preparar sua própria refeição pode causar certo receio. Entretanto, com medidas muito simples, podemos evitar que a segurança do presídio fique comprometida. Por exemplo: intensificar a vistoria, realizando revista todas as vezes que o preso entrar e sair da cozinha (se administrada) e realizar revista sempre que entrar ou sair do presídio (se transportada). Com o intuito de evitar que também possam ser colocados, dentro dos marmitex, drogas, celulares, armas ou coisa do gênero, o preso só poderá ter o acesso ao fechamento dos marmitex se houver a supervisão de um agente prisional. Isso já acontece atualmente n as unidades prisionais, pois o agente é responsável pela fiscalização dos marmitex, afim de evitar que os próprios funcionários das 12

13 empresas coloquem algo que represente perigo no marmitex. Ameaças: Falta de mão de obra qualificada para o serviço Ações mitigadoras: Na falta de mão de obra qualificada para o serviço, poderá a empresa disponibilizar um cozinheiro para capacitação dos presos por um período de até 90 dias ou oferecer cursos de capacitação aos mesmos. 13

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