Projeto Horizonte (Belo Horizonte, MG) - Coorte de Homossexuais e Bissexuais Masculinos HIV Negativos: Discussão Metodológica

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Projeto Horizonte (Belo Horizonte, MG) - Coorte de Homossexuais e Bissexuais Masculinos HIV Negativos: Discussão Metodológica - 1994-2005"

Transcrição

1 Projeto Horizonte (Belo Horizonte, MG) - Coorte de Homossexuais e Bissexuais Masculinos HIV Negativos: Discussão Metodológica Mariângela Carneiro Professora Adjunto Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Medicina, Departamento de Clínica Médica, Serviço de Doenças Infecciosas e Parasitárias Instituto de Ciências Biológicas Departamento de Parasitologia, Epidemiologia de Doenças Infecciosas e Parasitárias

2 Equipe Coordenação: Prof. Dirceu B. Greco Gerente : Julio Andrade Equipe Comportamental Equipe de Epidemiologia Maria José Utsch Coordenação Marilia Greco Edson Idelfonso Oliveira Ana Paula Silva Prof. Mariângela Carneiro (coordenação) Prof. Carlos Mauricio F. Antunes Fabíola Adriane Cardoso (estatística) Equipe Clinica Flávia de Andrade Ribeiro - Coordenação 7 acadêmicos de medicina Serviço Participante: Centro de Treinamento e Referência em Doenças Infecciosas e Parasitárias Suporte Financeiro: Ministério da Saúde DST\AIDS

3

4 Projeto Horizonte Coorte aberta Início: outubro de 1994 Homossexuais e bissexuais masculinos HIV negativos Maiores de 18 anos de idade Residentes na região metropolitana de BH

5 : Projeto Horizonte Objetivos (1) avaliar a viabilidade de se conduzir um estudo de coorte por um longo período de tempo; (2) determinar a taxa de incidência e investigar fatores de risco para infecção pelo HIV; (3) avaliar a possibilidade de se conduzir ensaios clínicos com vacinas candidatas anti anti-hiv com voluntários desta coorte;

6 PROJETO HORIZONTE (4) avaliar o impacto do aconselhamento e de intervenções preventivas na redução das práticas de risco; (5) discutir aspectos éticos e técnicos dos ensaios clínicos com vacinas candidatas anti- HIV.

7 Protocolo: Recrutamento e Seguimento 1 - Entrevista e acolhimento inicial (assinatura do. consentimento livre e esclarecido, preenchimento de ficha individual) 2 - Entrevista sócio-comportamental semestral questionário que aborda questões demográficas, comportamentais, situações de vulnerabilidade ao HIV e DST nos últimos seis meses (ex: parcerias ocasionais e fixas, usos de preservativos) e participação em ensaios clínicos. Carneiro et al., 2000

8 Protocolo: Recrutamento e Seguimento 3 - Consulta clinica semestral questionário clinico. padronizado 4 - Exames semestrais: HIV, VDRL, hepatites e hemograma 5- Intervenções preventivas: aconselhamento sobre infecção pelo HIV e DST, fóruns mensais, distribuição de preservativos Carneiro et al., 2000

9 Protocolo: Recrutamento e Seguimento Fóruns de Debate: mensais Seminários Grupos de discussão Psicodramas Oficinas de sexo seguro e identidade sexual Exibição de filmes e documentários Oliveira, 2002

10 Recrutamento e Seguimento Voluntários que se apresentaram ao Projeto: 1016 Não completaram o protocolo: 70 (6,9%) Teste HIV positivo na entrada: 84 (8,3%) Voluntários admitidos no Projeto: 862 Abandonaram a coorte: 354 (41,1%) Em seguimento: 466 (45,8%) Voluntários que se infectaram pelo HIV: 42 (4,1%)

11 Recrutamento Fontes boca-boca (snow-ball now-ball) ) 67% cartazes e folders (panfletagem) 10% imprensa 6,0% extratos bancários, conta de luz, jornais de ônibus 4,9% Limitação vicio de seleção: grupo homogêneo Estratégia atual re-estruturação das atividades com objetivo de atingir outros seguimentos da população homo e bissexual equipe : profissional de comunicação, equipe psicossocial e 25 voluntários do Projeto Horizonte parcerias com organizações governamentais e não governamentais

12 Projeto Horizonte: Características dos Participantes Características Idade 26 anos 26 anos Percentil 25 e 75% (21-31) (22 31) Escolaridade Primeiro grau 27% 23% Segundo grau 42% 54% Terceiro grau* 30% 22% Renda Sem renda 12% 13% 1-3 SM 36% 56% 3-6 SM 26% 23% + 6 SM* 25% 9% Cor (auto referenciada) Brancos 40% 35% Negros* 7% 19% Pardos 53% 49%

13 Estratégias para Maximizar a Retenção carta ou telefonema lembrar o agendamento das visitas semestrais cartões nas data comemorativas reuniões semestrais com equipe do Projeto distribuição de brindes vale transporte e de alimentação para as visitas semestrais fóruns de debate monitoramento das atividades dos voluntários na coorte características da equipe: entusiasmo, flexibilidade no atendimento, transparência e ética na condução da coorte Perda de seguimento faltas em quatro visitas consecutivas de retorno

14 Taxa de retenção no Projeto Horizonte em 132 meses de acompanhamento Período setembro de 1994 a junho de Taxa de retenção (%) Intervalo de tempo (em meses)

15 PROJETO HORIZONTE Comparações Voluntários. Permaneceram por mais de 2 anos vs. Perdidos Voluntários que permaneceram: mais velhos, reportavam ter seguro saúde (proxy), relatavam desejo em participar de ensaios vacinais (comprometimento). mesmo sendo uma população diferenciada este grupo provavelmente representa a população que será voluntária em ensaios clínicos.

16 Taxas de Incidência 1,90 / 100 pessoas-ano - 24 meses 1,99 / 100 pessoas-ano - 48 meses 1,72 / 100 pessoas-ano - 72 meses Média : 1,79 / 100 pessoas-ano Sobrevida: 0,87 / 132 meses de acompanhamento

17 Projeto Horizonte: Estudo Caso-Controle Aninhado Comparação entre Casos Incidentes e Controles Método (1) Voluntários infectados pelo HIV durante o seguimento foram pareados a 3 controles cada (data da admissão); (2) Dados coletados em entrevista realizada quando o teste foi positivo para HIV.

18 Projeto Horizonte: Estudo Caso-Controle Aninhado (Nested) Comparação entre Casos Incidentes e Controles: Análise Logística Condicional Belo Horizonte, Brasil Características OR IC 95% p-valor Parceiros Fixos Modelo Completo Escolaridade 1,0 0,3-3,6 0,998 Não tem seguro saúde 1,9 0,5-7,2 0,319 Sexo anal receptivo 1 1,7 1,2-89,5 0,029 Modelo Final Sexo anal receptivo 4,4 1,1-21,7 0,050

19 Projeto Horizonte: Estudo Caso-Controle Aninhado (Nested) Comparação entre Casos Incidentes e Controles: Análise Logística Condicional Belo Horizonte, Brasil Características OR IC 95% p-valor Parceiros Ocasionais Modelo Completo Escolaridade 1,3 0,2-11,7 0,787 Não ter seguro saúde 2,4 0,5-12,2 0,287 Sexo oral 0,4 0,1-1,9 0,025 Sexo anal receptivo 8,2 0,8-88,7 0,085 Modelo Final: Sexo anal receptivo 8,4 1,1-70,6 0,050

20 PROJETO HORIZONTE Grupos Focais (Participação em ensaios vacinais) Objetivo: avaliar informações, representações e duvidas dos voluntários sobre participação em ensaios clínicos com vacinas anti-hiv (1) informações necessárias à participação (2) dúvidas que interferem a participação (3) sentimentos envolvidos Resultados: voluntários mantém disposição em participar de ensaios clínicos, desde que seja garantido: não contaminação, segurança, acompanhamento durante e após conclusão dos ensaios, benefícios, ética, ressarcimento de possíveis danos, amparo, conhecimento de resultados de outros ensaios realizados. Greco et al., 2003

21 Projeto Horizonte: Questões e Considerações Entrevista sócio comportamental: mudanças temporais em relação ao HIV dilema comparabilidade versus modificação no questionário. Baixa taxa de incidência: característica desta população ou medidas preventivas. Infecção pelo HIV: persistem ainda fatores que fragilizam o estabelecimento de práticas sexuais seguras e de forma consistente. População em seguimento: grupo diferenciado e interação entre os voluntários (namoro). Recrutamento: outros grupos populacionais (recursos insuficiente) Manutenção da estrutura de coorte: cara e trabalhosa e requer sintonia perfeita em todas etapas. Banco de dados: atividades rotineiras (digitação, consistência).

22 Projeto Horizonte: Questões e Considerações Viabilidade em manter em seguimento uma coorte de homo e bissexuais por um longo período de tempo. Medidas de sucesso: alta taxa de retenção após 24 meses de seguimento, adesão dos voluntários as atividades do Projeto e baixa taxa de incidência. Manutenção da coorte: compromisso da equipe e vinculo afetivo. Suporte financeiro: descontinuidade nos recursos (entrave). Vinculo e adesão dos voluntários com o Projeto: ética e transparência do Projeto. Formação de pessoal: equipe clinica e bolsistas em diferentes áreas. Equipe multidisciplinar: experiência e competência na condução de estudos de coorte.

23

FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS

FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS Universidade Bandeirante de São Paulo Comitê de Pós-Graduação e Pesquisa COMISSÃO DE ÉTICA (Resolução CONSEPE-UNIBAN nº 17/06 de 11/02/2006) FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ENVOLVENDO

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Homens que fazem sexo com homens: vulnerabilidades a partir de comportamentos sexuais

Homens que fazem sexo com homens: vulnerabilidades a partir de comportamentos sexuais Homens que fazem sexo com homens: vulnerabilidades a partir de comportamentos sexuais Elisabeth Anhel Ferraz César Schwenck Inês Quental Palavras-chave: homossexualidade; comportamento sexual; Aids; risco.

Leia mais

ACONSELHAMENTO PARA DST/AIDS NO SUS

ACONSELHAMENTO PARA DST/AIDS NO SUS ACONSELHAMENTO PARA DST/AIDS NO SUS A prática do aconselhamento desempenha um papel importante no diagnóstico da infecção pelo HIV/ outras DST e na qualidade da atenção à saúde. Contribui para a promoção

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária. Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo

DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária. Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo DST/Aids e Rede Básica : Uma Integração Necessária Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo DST/AIDS E ATENÇÃO BÁSICA O Sistema Único de Saúde ( SUS ) preconiza a descentralização,hierarquização e territorialização

Leia mais

Terceira Idade: não leve um baile do HIV! Alexandre Ramos Lazzarotto alazzar@terra.com.br 9808-5714

Terceira Idade: não leve um baile do HIV! Alexandre Ramos Lazzarotto alazzar@terra.com.br 9808-5714 Terceira Idade: não leve um baile do HIV! Alexandre Ramos Lazzarotto alazzar@terra.com.br 9808-5714 Número de casos de AIDS no Brasil 77.639 433.067 37.968 13.200 572 Região Sul RS POA NH Localidades BRASIL.

Leia mais

Estudo PARTNER. Foi convidado a participar neste estudo porque é um parceiro VIH positivo numa relação com um homem.

Estudo PARTNER. Foi convidado a participar neste estudo porque é um parceiro VIH positivo numa relação com um homem. Informação ao participante e consentimento informado para o parceiro VIH positivo Estudo PARTNER O estudo PARTNER é um estudo levado a cabo com casais em que: (i) um parceiro é VIH positivo e o outro é

Leia mais

MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro

MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro Notícias - 18/06/2009, às 13h08 Foram realizadas 8 mil entrevistas com homens e mulheres entre 15 e 64 anos. A análise das informações auxiliará

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS DISTRITO FEDERAL

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS DISTRITO FEDERAL PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS DISTRITO FEDERAL Objetivo 1: Contribuir para a redução das vulnerabilidades às DST, hepatites e HIV/aids,

Leia mais

IHMT-UNL INSTITUTO DE HIGIENE E MEDICINA TROPICAL UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA MESTRADO. Epidemiologia. www.ihmt.unl.pt

IHMT-UNL INSTITUTO DE HIGIENE E MEDICINA TROPICAL UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA MESTRADO. Epidemiologia. www.ihmt.unl.pt IHMT-UNL INSTITUTO DE HIGIENE E MEDICINA TROPICAL UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA MESTRADO Epidemiologia www.ihmt.unl.pt Prof. Doutora Inês Fronteira Coordenadora do Mestrado em Epidemiologia MENSAGEM DA COORDENADORA

Leia mais

Estudos de Coorte: Definição

Estudos de Coorte: Definição Estudos de Coorte: Definição São estudos observacionais onde os indivíduos são classificados (ou selecionados) segundo o status de exposição, sendo seguidos para avaliar a incidência de doença. São conduzidos

Leia mais

Diretrizes para os Estudos de Caso

Diretrizes para os Estudos de Caso Diretrizes para os Estudos de Caso Observação: Esta seção apresenta 5 estudos de caso de questões de saúde reprodutiva com o intuito de estimular discussões sobre o material apresentado no currículo. Além

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS PERNAMBUCO OBJETIVO GERAL DO PLANO ESTADUAL Enfrentar a epidemia do HIV/aids e das DST entre gays, outros HSH

Leia mais

PESQUISA AVALIATIVA DO PROGRAMA MAIS MÉDICOS

PESQUISA AVALIATIVA DO PROGRAMA MAIS MÉDICOS PESQUISA AVALIATIVA DO PROGRAMA MAIS MÉDICOS A Pesquisa A Pesquisa Avaliativa do Programa Mais Médicos, buscará analisar o Programa desde sua implantação com a perspectiva de se ter o monitoramento de

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

Hélio Vasconcellos Lopes

Hélio Vasconcellos Lopes HIV/AIDS no Município de Santos e dados brasileiros Hélio Vasconcellos Lopes Coordenador do Programa Municipal DST/AIDS/Hepatites da Secretaria Municipal de Saúde Professor titular da Faculdade de Medicina

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM

Leia mais

NUPE NÚCLEO DE PESQUISA E EXTENSÃO PROJETO DE EXTENÇÃO UNIVERSITÁRIA FEUC SOLIDÁRIA 2008 COMBATE À AIDS: UM DEVER DE TODOS

NUPE NÚCLEO DE PESQUISA E EXTENSÃO PROJETO DE EXTENÇÃO UNIVERSITÁRIA FEUC SOLIDÁRIA 2008 COMBATE À AIDS: UM DEVER DE TODOS NUPE NÚCLEO DE PESQUISA E EXTENSÃO PROJETO DE EXTENÇÃO UNIVERSITÁRIA FEUC SOLIDÁRIA 2008 COMBATE À AIDS: UM DEVER DE TODOS Professores responsáveis: Luiz Arcúrio Júnior Leiri Valentin Isabela Custódio

Leia mais

O retrato do comportamento sexual do brasileiro

O retrato do comportamento sexual do brasileiro O retrato do comportamento sexual do brasileiro O Ministério da Saúde acaba de concluir a maior pesquisa já realizada sobre comportamento sexual do brasileiro. Entre os meses de setembro e novembro de

Leia mais

Organização de serviço para implantação TR na Atenção Básica

Organização de serviço para implantação TR na Atenção Básica Organização de serviço para implantação TR na Atenção Básica Competência: Organizar o trabalho de modo a incorporar a execução dos testes rápidos na rotina da equipe de Atenção Básica, Adotar documentação

Leia mais

PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS.

PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS. PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS. Introdução e método: A violência física em especial a violência sexual é, sem dúvida, um problema de saúde pública.

Leia mais

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS 1 Estimular 80% da população de gays, HSH e travestis do

Leia mais

Aids e Ética Médica. Dr. Eugênio França do Rêgo

Aids e Ética Médica. Dr. Eugênio França do Rêgo Dr. Eugênio França do Rêgo Aids e discriminação: 1. Deve o médico ter presente a natureza de sua profissão e, principalmente, sua finalidade. (CEM: 1 o ; 2 o e 6 o ) 2. Deve o médico buscar a mais ampla

Leia mais

PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde

PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde O que é a PEP sexual? O emprego de antirretrovirais vem sendo discutido em todo mundo como estratégia

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

Mulher, 35 anos, terceira gestação, chega em início de trabalho de parto acompanhada do marido que tossia muito e comentou com a enfermeira que

Mulher, 35 anos, terceira gestação, chega em início de trabalho de parto acompanhada do marido que tossia muito e comentou com a enfermeira que Mulher, 35 anos, terceira gestação, chega em início de trabalho de parto acompanhada do marido que tossia muito e comentou com a enfermeira que estava em tratamento para tuberculose. A mulher informa que

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Perguntas e Respostas: Protocolo HVTN 910

Perguntas e Respostas: Protocolo HVTN 910 Perguntas e Respostas: Protocolo HVTN 910 Versão 1- Atualizado em 18/Nov/2011 1. O que é o Protocolo HVTN 910? O Protocolo HVTN 910 é um estudo clínico que avaliará por quanto tempo vacinas experimentais

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

O título do projeto deve refletir a natureza do problema enfocado e ter um impacto significativo em seu leitor. Não deve ser muito extenso.

O título do projeto deve refletir a natureza do problema enfocado e ter um impacto significativo em seu leitor. Não deve ser muito extenso. P R O G R A M A D E R E S P O N S A B I L I D A D E S O C I A L C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O E S T Á C I O D O C E A R Á E S T Á C I O - F I C CURSO: COORDENADOR: DADOS DO PROFESSOR RESPONSÁVEL

Leia mais

Desenvolvimento Humano

Desenvolvimento Humano ASSESSORIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Desenvolvimento Humano ADVISORY Os desafios transformam-se em fatores motivacionais quando os profissionais se sentem bem preparados para enfrentá-los. E uma equipe

Leia mais

Aconselhamento não é dar conselhos! Como fazer o aconselhamento? A importância do teste anti-hiv e do aconselhamento nas Unidades Básicas de Saúde

Aconselhamento não é dar conselhos! Como fazer o aconselhamento? A importância do teste anti-hiv e do aconselhamento nas Unidades Básicas de Saúde Sumário 05 07 07 07 09 10 12 12 12 14 17 17 17 18 19 19 21 21 Apresentação O que é aconselhamento? Aconselhamento não é dar conselhos! Como fazer o aconselhamento? A importância do teste anti-hiv e do

Leia mais

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1 Resumo do Perfil epidemiológico por regiões HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 Resumo do perfil epidemiológico por regiões SAÚDE 1 HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 APRESENTAçÃO Hoje, no

Leia mais

Réseau sexuel dans l infection à VIH chez les HSH : observation, analyse et modélisation comparative au Brésil et en France.

Réseau sexuel dans l infection à VIH chez les HSH : observation, analyse et modélisation comparative au Brésil et en France. Rede sexual na infecção pelo HIV entre HSH: observação, análise e modelização comparativa entre Brasil e França. Réseau sexuel dans l infection à VIH chez les HSH : observation, analyse et modélisation

Leia mais

ANAIDS Articulação Nacional de Luta Contra a AIDS

ANAIDS Articulação Nacional de Luta Contra a AIDS Carta ANAIDS 1º de Dezembro - Dia Mundial de Luta contra a AIDS Cada um tem sua cara e a aids também tem... A ANAIDS Articulação Nacional de Luta Contra Aids - colegiado que reúne os Fóruns de ONG Aids

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS EM EPIDEMIOLOGIA

CONCEITOS BÁSICOS EM EPIDEMIOLOGIA CONCEITOS BÁSICOS EM Jussara Rafael Angelo São José dos Campos 30 de Junho de 2011 CONCEITOS BÁSICOS EM Concepção do processo saúde doença Tipos de estudo Intervenção Seccional Coorte Caso-controle Ecológico

Leia mais

Edital para Pleito a Bolsa de Iniciação Científica da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais PIBIC / FAPEMIG - 2015

Edital para Pleito a Bolsa de Iniciação Científica da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais PIBIC / FAPEMIG - 2015 Edital para Pleito a Bolsa de Iniciação Científica da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais PIBIC / FAPEMIG - 2015 1. Descrição Este programa procura desenvolver nos estudantes de graduação

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade

Contrata Consultor na modalidade Contrata Consultor na modalidade PROJETO 914/BRZ/1138 EDITAL Nº 10/2015 1. Perfil: Código: 20/ 2015 - Consultor em epidemiologia 3. Qualificação educacional: Nível superior completo na área da saúde. Pós-graduação

Leia mais

O Protagonismo Feminino: Momentos de Prevenção á Saúde. segunda-feira, 19 de março de 12

O Protagonismo Feminino: Momentos de Prevenção á Saúde. segunda-feira, 19 de março de 12 O Protagonismo Feminino: Momentos de Prevenção á Saúde CENTRO DE APOIO SOLIDARIED AIDS É organização da sociedade civil, sem fins lucrativos fundada em 1996. Objetivo: Apoiar, atender, prevenir e promover

Leia mais

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009

PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 PORTARIA Nº 1.944, DE 27 DE AGOSTO DE 2009 Institui no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427 7.1 Introdução O processo de monitoramento e avaliação constitui um instrumento para assegurar a interação entre o planejamento e a execução, possibilitando a correção de desvios e a retroalimentação permanente

Leia mais

Construção de um sistema de monitoramento da epidemia de aids: Desafios e Lições Aprendidas

Construção de um sistema de monitoramento da epidemia de aids: Desafios e Lições Aprendidas Construção de um sistema de monitoramento da epidemia de aids: Desafios e Lições Aprendidas XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia Porto Alegre, 21-24 de outubro 2008 Célia Landmann Szwarcwald celials@cict.fiocruz.br

Leia mais

EIXOS E DIMENSÕES DO INSTRUMENTO DE MONITORAMENTO

EIXOS E DIMENSÕES DO INSTRUMENTO DE MONITORAMENTO Instrumento de Monitoramento da Atenção à Saúde de Adolescentes e Jovens na Rede Básica de Saúde Ao aplicar esse instrumento, as UBS obtiveram informações importantes para avaliar o acesso dos/as adolescentes

Leia mais

Sumário Executivo. Avaliação Econômica do Programa Mais. Centro de Integração Empresa Escola (CIEE/RJ)

Sumário Executivo. Avaliação Econômica do Programa Mais. Centro de Integração Empresa Escola (CIEE/RJ) Sumário Executivo Avaliação Econômica do Programa Mais Centro de Integração Empresa Escola (CIEE/RJ) O objetivo deste documento é descrever os resultados da avaliação de impacto realizada para o Programa

Leia mais

Roteiro para consolidação do Plano de Ação / Rio de Janeiro. Metas Atividades Parceria s. fóruns e

Roteiro para consolidação do Plano de Ação / Rio de Janeiro. Metas Atividades Parceria s. fóruns e Roteiro para consolidação do Plano de Ação / Rio de Janeiro Contexto de vulnerabilidade -Complexidade da vivência da sexualidade (subjetividades); -Fragilidade da gestão do sistema de saúde (descontinuidade

Leia mais

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE Prevalência do HIV nas Populações mais Vulneráveis População em geral 0,65% Profissionais do sexo 6,6% Presidiários - 20% Usuários de drogas injetáveis 36,5% REDUÇÃO

Leia mais

EVENTOS EM POPULAÇÕES DESENHOS DE ESTUDO PARA AVALIAÇÃO DE INTERVENÇÕES EM DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS IMPLICAÇÕES DA DEPENDÊNCIA ENTRE EVENTOS

EVENTOS EM POPULAÇÕES DESENHOS DE ESTUDO PARA AVALIAÇÃO DE INTERVENÇÕES EM DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS IMPLICAÇÕES DA DEPENDÊNCIA ENTRE EVENTOS EVENTOS EM POPULAÇÕES DESENHOS DE ESTUDO PARA AVALIAÇÃO DE INTERVENÇÕES EM DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS Independentes Incidência em um indivíduo não depende da prevalência na população Dependentes Incidência

Leia mais

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Andrea da Silveira Rossi Brasília, 15 a 18 out 2013 Relato de adolescentes e jovens vivendo com HIV Todo adolescente pensa

Leia mais

Briefing. Boletim Epidemiológico 2010

Briefing. Boletim Epidemiológico 2010 Briefing Boletim Epidemiológico 2010 1. HIV Estimativa de infectados pelo HIV (2006): 630.000 Prevalência da infecção (15 a 49 anos): 0,61 % Fem. 0,41% Masc. 0,82% 2. Números gerais da aids * Casos acumulados

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO INICIAL - HOMEM VIH POSITIVO

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO INICIAL - HOMEM VIH POSITIVO INSTRUÇÕES PARA A EQUIPA DO ESTUDO: Após inscrição no estudo, os participantes devem preencher este questionário de avaliação inicial. Certifique-se de que é distribuído o questionário adequado. Após o

Leia mais

AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E DOENÇA E ASPECTOS CLÍNICOS DE PESSOAS COM HIV/AIDS ABAIXO E ACIMA DE 50 ANOS

AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E DOENÇA E ASPECTOS CLÍNICOS DE PESSOAS COM HIV/AIDS ABAIXO E ACIMA DE 50 ANOS AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E DOENÇA E ASPECTOS CLÍNICOS DE PESSOAS COM HIV/AIDS ABAIXO E ACIMA DE 50 ANOS Regina Lígia Wanderlei de Azevedo FIP regina.azevedo@gmail.com Josevânia da Silva UNIPÊ josevaniasco@gmail.com

Leia mais

Oficina 2 Os trabalhos foram iniciados com a discussão do relato de caso apresentado. O grupo conversou sobre quais as medidas a serem adotadas pela

Oficina 2 Os trabalhos foram iniciados com a discussão do relato de caso apresentado. O grupo conversou sobre quais as medidas a serem adotadas pela Oficina 2 Os trabalhos foram iniciados com a discussão do relato de caso apresentado. O grupo conversou sobre quais as medidas a serem adotadas pela Unidade de Saúde Para se quebrar a cadeia de sequência

Leia mais

FRENTE TÉCNICA (PROCESSOS DE MONITORAMENTO)

FRENTE TÉCNICA (PROCESSOS DE MONITORAMENTO) FRENTE TÉCNICA (PROCESSOS DE MONITORAMENTO) 1.1 Acompanhamento e Monitoramento dos Indicadores (com base nos níveis dos serviços contratados) 1.2 Envio do Diário de Bordo (Indicadores monitorados do Ativo)

Leia mais

Lílian Maria Lapa Montenegro Departamento de Imunologia Laboratório rio de Imunoepidemiologia

Lílian Maria Lapa Montenegro Departamento de Imunologia Laboratório rio de Imunoepidemiologia XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia e VII Congresso Brasileiro de Epidemiologia Avaliação do desempenho da técnica de nested- PCR em amostras de sangue coletadas de pacientes pediátricos com suspeita

Leia mais

Edital XVIII CONCURSO DE PROJETOS ELAS Fundo de Investimento Social

Edital XVIII CONCURSO DE PROJETOS ELAS Fundo de Investimento Social Edital XVIII CONCURSO DE PROJETOS ELAS Fundo de Investimento Social O XVIII Concurso do ELAS Fundo de Investimento Social, em parceria com a MAC AIDS Fund, visa fortalecer, por meio de apoio técnico e

Leia mais

COMPARAÇÃO DOS CONHECIMENTOS SOBRE SEXO, GRAVIDEZ, DST s E AIDS ANTES E APÓS TREINAMENTO ADOLESCENTES MULTIPLICADORES

COMPARAÇÃO DOS CONHECIMENTOS SOBRE SEXO, GRAVIDEZ, DST s E AIDS ANTES E APÓS TREINAMENTO ADOLESCENTES MULTIPLICADORES COMPARAÇÃO DOS CONHECIMENTOS SOBRE SEXO, GRAVIDEZ, DST s E AIDS ANTES E APÓS TREINAMENTO ADOLESCENTES MULTIPLICADORES Fernanda Bartalini Mognon¹, Cynthia Borges de Moura² Curso de Enfermagem 1 (fernanda.mognon89@gmail.com);

Leia mais

Projeto Amplitude. Plano de Ação 2015. Conteúdo

Projeto Amplitude. Plano de Ação 2015. Conteúdo Projeto Amplitude Plano de Ação 2015 P r o j e t o A m p l i t u d e R u a C a p i t ã o C a v a l c a n t i, 1 4 7 V i l a M a r i a n a S ã o P a u l o 11 4304-9906 w w w. p r o j e t o a m p l i t u

Leia mais

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais.

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 10/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

MANUAL DE MONITORIA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA

MANUAL DE MONITORIA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA MANUAL DE MONITORIA CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA REGULAMENTO DA MONITORIA ACADÊMICA DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA (Vigente a partir de 15 de julho de 2011) Art. 1º. O Regulamento da Monitoria Acadêmica

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

Projeto de Voluntariado para a Cooperação: MUITO MAIS MUNDO. Plano de acção para o Município de Santa Cruz, Santiago, Cabo Verde.

Projeto de Voluntariado para a Cooperação: MUITO MAIS MUNDO. Plano de acção para o Município de Santa Cruz, Santiago, Cabo Verde. Projeto de Voluntariado para a Cooperação: MUITO MAIS MUNDO Plano de acção para o Município de Santa Cruz, Santiago, Cabo Verde Versão concisa Coordenadores: Dr. José Mendes Alves, Câmara Municipal de

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE ACADÊMICOS PARA VINCULAÇÃO EM PROJETOS DE EXTENSÃO DA FCM-MG

EDITAL DE SELEÇÃO DE ACADÊMICOS PARA VINCULAÇÃO EM PROJETOS DE EXTENSÃO DA FCM-MG EDITAL DE SELEÇÃO DE ACADÊMICOS PARA VINCULAÇÃO EM PROJETOS DE EXTENSÃO DA FCM-MG 1º SEMESTRE/2015 O Núcleo de Extensão Acadêmica (NEA) da Faculdade Ciências Médicas - MG (FCM- MG) torna público o presente

Leia mais

Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Conselho Regional de Medicina rayer@usp.br

Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Conselho Regional de Medicina rayer@usp.br Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Conselho Regional de Medicina rayer@usp.br RELAÇÃO DOS MÉDICOS COM A INDÚSTRIA DE MEDICAMENTOS, ÓRTESES/ PRÓTESE E EQUIPAMENTOS MÉDICO-HOSPITALARES Conhecer

Leia mais

QUALIFICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE PROFESSORES DAS UNIDADES DE ENSINO NA ELABORAÇÃO DE PROGRAMAS FORMAIS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

QUALIFICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE PROFESSORES DAS UNIDADES DE ENSINO NA ELABORAÇÃO DE PROGRAMAS FORMAIS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUALIFICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE PROFESSORES DAS UNIDADES DE ENSINO NA ELABORAÇÃO DE PROGRAMAS FORMAIS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL MOHAMED HABIB* & GIOVANNA FAGUNDES** * Professor Titular, IB, UNICAMP ** Aluna

Leia mais

Número de casos de aids em pessoas acima de 60 anos é extremamente preocupante

Número de casos de aids em pessoas acima de 60 anos é extremamente preocupante 22 Entrevista Número de casos de aids em pessoas acima de 60 anos é extremamente preocupante Texto: Guilherme Salgado Rocha Fotos: Denise Vida O psicólogo Nilo Martinez Fernandes, pesquisador da Fundação

Leia mais

ROSO, Adriane Rubio¹; SANTOS, Claudia Soder²; BERNI, Vanessa Limana³; ALMEIDA, Nathiele Berger 4.

ROSO, Adriane Rubio¹; SANTOS, Claudia Soder²; BERNI, Vanessa Limana³; ALMEIDA, Nathiele Berger 4. ESPAÇO DE COMPARTILHAMENTOS SOBRE O ADOLESCER COM HIV/AIDS ROSO, Adriane Rubio¹; SANTOS, Claudia Soder²; BERNI, Vanessa Limana³; ALMEIDA, Nathiele Berger 4. ¹ Docente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia

Leia mais

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 AIDS DST. ano VIII nº 01

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 AIDS DST. ano VIII nº 01 B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 AIDS DST ano VIII nº 01 27ª a 52ª semanas epidemiológicas - julho a dezembro de 2010 01ª a 26ª semanas epidemiológicas - janeiro a junho de 2011 2012. Ministério

Leia mais

ATUAÇÃO DO FARMACÊUTICO NA PESQUISA CLÍNICA

ATUAÇÃO DO FARMACÊUTICO NA PESQUISA CLÍNICA 2ª Jornada de Ciências Farmacêuticas Centro Universitário Estadual da Zona Oeste UEZO - 2012 ATUAÇÃO DO FARMACÊUTICO NA PESQUISA CLÍNICA Robson Leite de Souza Cruz Instituto de tecnologia em Imunobiológicos

Leia mais

Clique para editar o título mestre

Clique para editar o título mestre Fórum HIV e Hepatites Virais NOVAS ABORDAGENS PARA PREVENÇÃO DA INFECÇÃO PELO HIV ESTE É O MELHOR CAMINHO? Profilaxia Pós Exposição Denize Lotufo Estevam Infectologista Coordenação de DST/Aids de SP 1

Leia mais

Desafios para o controle da

Desafios para o controle da Desafios para o controle da Tuberculose como problema de saúde pública e doença determinada Tuberculose e perpetuadora no Brasil da miséria Draurio Barreira Coordenador do PNCT Draurio Barreira Coordenador

Leia mais

Por que esses números são inaceitáveis?

Por que esses números são inaceitáveis? MANIFESTO DAS ONGS AIDS DE SÃO PAULO - 19/11/2014 AIDS: MAIS DE 12.000 MORTOS POR ANO NO BRASIL! É DESUMANO, É INADMISSÍVEL, É INACEITÁVEL. PRESIDENTE DILMA, NÃO DEIXE O PROGRAMA DE AIDS MORRER! Atualmente,

Leia mais

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal II JORNADA REGIONAL SOBRE DROGAS ABEAD/MPPE Recife, 9&10 Setembro Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade

Contrata Consultor na modalidade Contrata Consultor na modalidade PROJETO 914/BRZ/1138 EDITAL Nº 03/2015 1. Perfil: 044/2014 - Consultor em gestão de processos de negócio 3. Qualificação educacional: Nível superior completo em qualquer

Leia mais

O TRABALHO DA ENFERMAGEM COM POPULAÇÕES VULNERÁVEIS- INTERFACE ENTRE AIDS, CAMINHONEIROS E PROFISSIONAIS DO SEXO

O TRABALHO DA ENFERMAGEM COM POPULAÇÕES VULNERÁVEIS- INTERFACE ENTRE AIDS, CAMINHONEIROS E PROFISSIONAIS DO SEXO O TRABALHO DA ENFERMAGEM COM POPULAÇÕES VULNERÁVEIS- INTERFACE ENTRE AIDS, CAMINHONEIROS E PROFISSIONAIS DO SEXO KOLLER, Evely Marlene Pereira 1 RAMOS,Flávia Regina Souza 2 O Brasil conta com uma população

Leia mais

Nara Rubia Borges da Silva Vitória Maria Lobato Paes

Nara Rubia Borges da Silva Vitória Maria Lobato Paes CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde A PREVENÇÃO DA HEPATITE B ATRAVÉS DA IMUNIZAÇÃO EM CASO DE ACIDENTE COM EXPOSIÇÃO A MATERIAL BIOLÓGICO DOS TRABALHADORES

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ

RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 134 138 RELATO DE EXPERIÊNCIA: ADOLESCENTES E ATIVIDADE SEXUAL PRECOCE EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NA ZONA OESTE RJ PORTO, Adriana Vianna Costa 1

Leia mais

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação Saúde Escolar Secretaria Regional da Educação e Formação «Um programa de saúde escolar efectivo é o investimento de custo-benefício mais eficaz que um País pode fazer para melhorar, simultaneamente, a

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIREÇÃO CIENTÍFICA - CBCE (Em desenvolvimento Versão 1.0 Nov/2011) GESTÃO 2011-2013

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIREÇÃO CIENTÍFICA - CBCE (Em desenvolvimento Versão 1.0 Nov/2011) GESTÃO 2011-2013 I. IDENTIDADE INSTITUCIONAL DA DO CBCE / DIREÇÃO CIENTÍFICA - DC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DIREÇÃO CIENTÍFICA - CBCE (Em desenvolvimento Versão 1.0 Nov/2011) GESTÃO 2011-2013 1.1 Avaliar e divulgar a DC

Leia mais

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013 Seminário estratégico de enfrentamento da Tuberculose e Aids no Estado do Rio de Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS Maio, 2013 1.Detecção de casos e tratamento da tuberculose 1.1. Descentralizar

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº / 2007 (do Deputado Sandes Júnior PP/GO)

PROJETO DE LEI Nº / 2007 (do Deputado Sandes Júnior PP/GO) PROJETO DE LEI Nº / 2007 (do Deputado Sandes Júnior PP/GO) Dispõe sobre a oferta de outras opções no combate as Doenças Sexualmente Transmissíveis DST e AIDS além do uso dos preservativos, como forma de

Leia mais

CAERN. Descrição de Perfis

CAERN. Descrição de Perfis Nível: Superior Reporte: Coordenador Sumário Participar do planejamento e desenvolvimento das políticas e práticas de Recursos Humanos da empresa. Desenvolver atividades técnicas de avaliação comportamental

Leia mais

PROGRAMA DE INOVAÇÃO NA CRIAÇÃO DE VALOR (ICV)

PROGRAMA DE INOVAÇÃO NA CRIAÇÃO DE VALOR (ICV) PROGRAMA DE INOVAÇÃO NA CRIAÇÃO DE VALOR (ICV) Termo de Referência para contratação de Gestor de Projetos Pleno 14 de Agosto de 2015 TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE GESTOR DE PROJETOS PLENO O presente

Leia mais

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB Nívea Maria Izidro de Brito (UFPB). E-mail: niveabrito@hotmail.com Simone

Leia mais

O funcionário deve ser avisado de suas férias sempre 30 dias antes de tirá-las.

O funcionário deve ser avisado de suas férias sempre 30 dias antes de tirá-las. Informativo aos Clientes 01 O arquivo PAF ECF deverá gerado e enviado para tca@tcacontabil.com.br todo dia 05 de cada mês, referente ao mês anterior. Ex.: em 05/06/2014 deverá ser enviado o arquivo do

Leia mais

O desafio na produção de conhecimento a partir de inquérito de saúde de base populacional: a experiência da cidade de São Paulo

O desafio na produção de conhecimento a partir de inquérito de saúde de base populacional: a experiência da cidade de São Paulo O desafio na produção de conhecimento a partir de inquérito de saúde de base populacional: a experiência Katia Cristina Bassichetto Assessora técnica Coordenação de Epidemiologia e Informação CEInfo Função

Leia mais

Condução da Pesquisa. a visão do patrocinador. Eduardo Motti Gerente de Pesquisa Clínica Pfizer. I Curso de Pesquisa Clínica SBMF/ANVISA Maio 2007

Condução da Pesquisa. a visão do patrocinador. Eduardo Motti Gerente de Pesquisa Clínica Pfizer. I Curso de Pesquisa Clínica SBMF/ANVISA Maio 2007 Condução da Pesquisa a visão do patrocinador Eduardo Motti Gerente de Pesquisa Clínica Pfizer Finalidade da Pesquisa Aprovação Regulatória Primeira aprovação Expansão das indicações Outra Novos comparadores

Leia mais

Organização de serviços para o tratamento da dependência química

Organização de serviços para o tratamento da dependência química Organização de serviços para o tratamento da dependência química Coordenação: Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD /INPAD/UNIFESP Agradecimentos: Dr. Marcelo Ribeiro Fatores

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino

Leia mais

Após essa disciplina você vai ficar convencido que a estatística tem enorme aplicação em diversas áreas.

Após essa disciplina você vai ficar convencido que a estatística tem enorme aplicação em diversas áreas. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA INTRODUÇÃO Departamento de Estatística Luiz Medeiros http://www.de.ufpb.br/~luiz/ CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE ESTATÍSTICA O que a Estatística significa para você? Pesquisas

Leia mais

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso III Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 9 a 23 de Outubro de 200 Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso Sablina

Leia mais

Resumo do Protocolo Partner

Resumo do Protocolo Partner Resumo do Protocolo Partner Estudo em casais serodiscordantes em relação ao VIH para estimativa da taxa de transmissão de VIH e investigação de factores associados à utilização de preservativo. Partners

Leia mais

a) Situação-problema e/ou demanda inicial que motivou e/ou requereu o desenvolvimento desta iniciativa;

a) Situação-problema e/ou demanda inicial que motivou e/ou requereu o desenvolvimento desta iniciativa; TÍTULO DA PRÁTICA: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE TUBERCULOSE DO DISTRITO SANITÁRIO CENTRO 2011: apresentação regular dos dados de tuberculose as unidades do Distrito Sanitário Centro CÓDIGO DA PRÁTICA:

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV HEY, Claudia Maria 1 BONOMETO, Tatiane Caroline 2 TRENTINI, Fabiana Vosgerau 3 Apresentador (es): Claudia

Leia mais

Linhas de Cuidado da Transmissão Vertical do HIV e Sífilis. 18 de junho de 2012

Linhas de Cuidado da Transmissão Vertical do HIV e Sífilis. 18 de junho de 2012 Linhas de Cuidado da Transmissão Vertical do HIV e Sífilis 18 de junho de 2012 LINHA DE CUIDADO TV DO HIV Unidade Básica de Saúde (diagnóstico e encaminhamento) Serviço de Atenção Especializada (Pré-natal,

Leia mais