Tocando coisas: a impressão como registro de existência, ampliada em outras experiências. Por Carolina Rochefort

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tocando coisas: a impressão como registro de existência, ampliada em outras experiências. Por Carolina Rochefort"

Transcrição

1 APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS E PROVOCAÇÕES PERMANENTES Tocando coisas: a impressão como registro de existência, ampliada em outras experiências. Por Carolina Rochefort - Conceito da Obra/Apresentação. Em minha prática artística, que é entremeada por um fazer gráfico 1 e fotográfico, tanto a marca e o vinco de quem grava, quanto a impressão mais sensível de quem fotografa, a luminosa, apontam para uma imagem que é pensada enquanto suas qualidades de resto, de vestígio, e, por isso mesmo, de uma imagem que aposta no tempo de feitura, aquele do contato, do encontro que marca. É um fazer que acontece em torno da presença do corpo, tanto do corpo que marca, quanto do corpo marcado; que está às voltas com imagens impressões. E, enquanto impressão, tal fazer está interessado não apenas na percepção e representação dos objetos da realidade, mas evidencia, também, a relação entre esses objetos (corpos), entre nós e eles, entre parte e contraparte. Pois as imagens impressas dizem de uma relação de espessura temporal, entre a presença e a ausência do objeto (do corpo), ou melhor, entre a presença e a ausência do acontecimento (encontro entre os corpos). Imagens que, por serem vestígios de experiências, podem, justamente, ativar experiências/imagens sensíveis no presente, no contato com elas (as imagens). Uma prática artística que incita e é incitada por contatos. 1 A fotografia e a gravura solicitam um objeto referente presente fisicamente. Podemos pensar que a realização, ou a feitura de uma imagem fotográfica se dá pela impressão luminosa de um objeto real sobre uma superfície sensível, assim como a gravura necessita de uma imagem primeira que se inscreve na matriz, ou mesmo as marcas e a textura de qualquer superfície que se revelarão após uma impressão pelo contato desse objeto real/referencial.

2 Na condição de artista, procuro tomar a postura de um chiffonnier 2 numa prática artística que pretende abordar o caráter crítico presente nas imagens impressas, enquanto imagens pertencentes a uma estética do traço, do ausente, mas, que por isso mesmo, por essa ausência, apontam para um passado presente em marca, em textura, em traço. Essas imagens apontam para uma experiência com a coisa que deixou sua marca, seu vestígio, e, por isso, apontam para um fazer, para a feitura. Noto que em minha prática artística as imagens, desde o princípio, surgiam a partir de algo dado, alguma coisa que aparece como um rastro, uma marca que aponta uma potencialidade criativa, rompendo com a inércia de um vazio inicial. Como na alegoria da caverna de Platão, onde as imagens apareciam como uma espécie de sombra, reflexo ou impressão dos objetos reais, as imagens (trabalhos) que construo se dão por uma espécie de aparição induzida, pois contemplam tanto a distração quanto a atenção perceptiva do entorno, de um vestígio, de um gesto, de um reflexo deixado por uma ação ou mesmo por um objeto real e referencial que se fazia presente, e que se refaz por um enquadramento, por um arranjo, por uma proposição, ou mesmo pela ação do tempo, para depois, mais uma vez, se refazer novamente pelo olhar, e/ou pelo contato com o espectador/participador. Desejante de restos, de memórias táteis, marcas e traços, que indiquem alguma experiência com algum objeto da realidade, construo uma poética visual que surge da percepção do contato e do que é produzido nele. Impressões produzidas nos encontros, na presença dos corpos, e que se refazem a cada novo contato visual ou mesmo tátil de outros corpos. Tal método de coletar imagens, ou seja, de produzir imagens impressas, investe não numa fabricação, imitação de uma imagem ou obra artística, mas na produção, na relação produzida no contato físico, e não somente óptico. - O que é? Descrição básica e resumida da atividade. Proponho para o 2º Ouvindo Coisas a apresentação de algumas imagens (trabalhos) produzidas por contato (figura 01, 02, 03, 04), pelo contato corporal, e um vídeo do processo de feitura dessas imagens. Também pretendo propor a construção, 2 Para Walter Benjamin (2000, p.15), os artistas e poetas encontram na rua o lixo da sociedade e a partir dele fazem sua crítica heróica.

3 pelo espectador/participador, de imagens marcas a partir da ação intitulada Contátil e da ação Conjunção A1 ou + (figura 05, 06, 07). Fig 01. Carolina Rochefort. Dobraobra, aprox 1m x1m, papel de seda e tinta a óleo, Fig 02. Carolina Rochefort. Dobraobra, aprox 1m x1m, papel de seda e tinta a óleo, 2010, detalhe.

4 Fig. 03, Carolina Rochefort. a sete palmos, 2009, detalhe. Fig. 04, Carolina Rochefort. a sete palmos, Fig. 05. Carolina Rochefort, COMjunção a1 ou +, Fotografia digital, impressão s/ papel back light (dimensões variáveis); 3 caixas de luz: 13X36X27,5 cm

5 Fig. 06. Carolina Rochefort. Registro Ação CONTÁTIL, Papéis vegetais 15X12 cm aproximadamente Fig. 07. Carolina Rochefort. Registro Ação CONTÁTIL, Papéis vegetal 15X12 cm aproximadamente - Que materiais estão envolvidos? Infra-estrutura necessária. A escolha do material e a forma de apresentação dos trabalhos dizem muito daquilo que o artista pretende com a obra artística. Os materiais envolvidos na produção das imagens apresentadas vão desde tinta à óleo e papéis de seda e vegetal à materiais menos convencionais do campo da arte, como o alginato 3, material de uso dentário, empregado para as impressões do trabalho a 7 palmos. Além das tintas, dos papéis e do alginato também faço uso da luz que remete a forma de gravar os corpos da imagem fotográfica na proposição Conjunção A1 ou +. Nessa proposição disponho três caixas de luz, medindo cada 13X36X27,5 cm, cobertas por diversas imagens fotográficas móveis impressas em papel back light. Na proposição Contátil, além das folhas de papel vegetal dispostas, o som do tocar, amassar o papel vegetal é empregado como uma espécie de dispositivo provocador para outros toques nos respectivos e receptivos papéis. 3 Material de uso dentário para a fabricação de moldes.

6 A aparelhagem de DVD e TV é necessária para a visualização dos processos de feitura, dos modos de fazer imagens produzidas pelo contato dos trabalhos Dobraobra e a 7 palmos. - O que pretende? Provocar, interagir, discutir, expor, fazer pensar A proposição artística Tocando coisas pretende pensar nas imagens impressões de forma ampliada, ou seja, não apenas pensar na imagem em si, mas nas imagens que nos impressionam e impressionaram, que nos formam enquanto sujeitos, enquanto sujeitos em formação. Enquanto imagens marcas, acredito que elas têm a potência para outras imagens imaginadas, articuladas pelas imagens impressões vividas por cada sujeito. Afinal, nossa vida, parece, assemelha-se a uma máquina de impressões. Como a artista Lygia Clark 4, acredito que fazer arte é, antes de tudo, me elaborar como ser humano. Nesse sentido penso o objeto artístico e/ou a experiência artística, libertos da aura mítica e do sentido de culto da obra de arte 5. Penso o objeto e a experiência artística em seu aspecto processual, misturando matérias e imagens cotidianas, que implicam em processos de subjetivação, mobilizando afetos, imagens e imaginários na formação do sujeito. - Temática apresentada/discutida. O tema que proponho são as imagens impressas articuladas de forma ampliada. Pensar nas impressões realizadas pelo corpo como imagens abertas, potentes para outras imagens. Acredito que um dos aspectos discutidos encontra-se em uma espécie de cegueira existente nessas imagens. Por essas imagens cegas se questiona a principal classificação ou qualidade do trabalho de artes visuais, a construção visual. Nas impressões existe uma qualidade tátil inerente ao fazer. Visualidade e tatilidade compõem um jogo entre contato e distância, onde a imagem resultante é obtida por pressão, uma impressão, uma contra parte do jogo tátil e visual, uma cópia carnal. Uma produção articulada no encontro dos corpos, no contato físico. Imagens que tocam e dizem da experiência corporal. 4 CLARK, Lygia, In FABBRINI, Ricardo N. O espaço de Lygia Clark. São Paulo: Atlas, 1994, p BENJAMIN, Walter. Sobre Arte, Técnica, Linguagem e Política. Lisboa: Relógio D Água, 1992.

7 Então, imprimir e produzir impressões vai além de gerar imagens, no sentido puro (ou artístico) da palavra. Produzir uma impressão diz de uma experiência, de um acontecimento, do encontro entre corpos. As impressões dizem do que fica da experiência de contatar, manifestada pelos seus vestígios, as imagens impressões.

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória Vinicius Borges FIGUEIREDO; José César Teatini CLÍMACO Programa de pós-graduação em Arte e Cultura Visual FAV/UFG viniciusfigueiredo.arte@gmail.com

Leia mais

Maternal 3 anos Educação Infantil

Maternal 3 anos Educação Infantil Maternal 3 anos Educação Infantil Eixo temático: Tema: Joca e suas aventuras As crianças, nesta fase, caracterizam-se pelo movimento e pela ação. Agem ativamente em seu entorno, acompanhando seus movimentos

Leia mais

Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS

Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS Ciranda de Sons e Tons: experiências culturais na infância Gilvânia Maurício Dias de Pontes 1 UFRGS Resumo. As crianças desde o seu nascimento estão imersas em uma cultura para qual, inevitavelmente, terão

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Questão 1 / Tarefa 1. Questão 1 / Tarefa 2. Questão 1 / Tarefa 3. Questão

Questão 1 / Tarefa 1. Questão 1 / Tarefa 2. Questão 1 / Tarefa 3. Questão Neste teste, a resolução da questão 1 exige a audição de uma sequência de três músicas que serão executadas sem interrupção: uma vez, no início do teste; uma vez, dez minutos após o término da primeira

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DA ARTE - TURMA 2015 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EMENTAS DOS CURSOS Arte

Leia mais

Passagens, móveis e projeções

Passagens, móveis e projeções Passagens, móveis e projeções A fotografia, que tem tantos usos narcisistas, é também um poderoso instrumento para despersonalizar nossa relação com o mundo; e os dois são complementares Susan Sontag Olho

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Paula Almozara «Paisagem-ficção»

Paula Almozara «Paisagem-ficção» Rua da Atalaia, 12 a 16 1200-041 Lisboa + (351) 21 346 0881 salgadeiras@sapo.pt www.salgadeiras.com Paula Almozara «Paisagem-ficção» No âmbito da sua estratégia internacional, a Galeria das Salgadeiras

Leia mais

Apresentação. Oque é Marca. Multimedia Branding Designer

Apresentação. Oque é Marca. Multimedia Branding Designer Oque é Marca Marca é toda representação simbólica de uma entidade, individuo ou elemento. Uma pegada, uma impressão digital, ou mesmo o meu ou seu nome podem ser caracterizados como marca. Quando nos referimos

Leia mais

LENTES E ESPELHOS. O tipo e a posição da imagem de um objeto, formada por um espelho esférico de pequena abertura, é determinada pela equação

LENTES E ESPELHOS. O tipo e a posição da imagem de um objeto, formada por um espelho esférico de pequena abertura, é determinada pela equação LENTES E ESPELHOS INTRODUÇÃO A luz é uma onda eletromagnética e interage com a matéria por meio de seus campos elétrico e magnético. Nessa interação, podem ocorrer alterações na velocidade, na direção

Leia mais

Este foi o título que dei a um primeiro importante trabalho em serigrafia.

Este foi o título que dei a um primeiro importante trabalho em serigrafia. [ensaio de imagem] Mônica Schoenacker 1967. Artista plástica, Mestre em Printmaking (gravura) no Royal College of Art (RCA) em Londres como bolsista da Capes (1999), quando foi agraciada com o Tim Mara

Leia mais

GRAVURA. www.galeriadegravura.com.br. Compartilhe:

GRAVURA. www.galeriadegravura.com.br. Compartilhe: GRAVURA ÍNDICE 1 - Sobre Gravura 2 Xilogravura 3 Gravura em metal 4 Litogravura 5 Serigrafia 6 Fine Art / Giclée 7-8 Tiragem da gravura 9 História do Papel 10 Papéis de Gravura 11 Estúdio de Gravura GRAVURA

Leia mais

Composição fotográfica

Composição fotográfica 3. Uso de diagonais 4. Regra dos terços 5. O Ponto Dourado Composição fotográfica 15 dicas para ter imagens com harmonia e proporção. Este tutorial vai ajudá-lo a usar melhor uma câmera fotográfica, compacta

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN ENSINO FUNDAMENTAL. DIRETRIZES CURRICULARES 1º ao 5º ANO ARTE

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN ENSINO FUNDAMENTAL. DIRETRIZES CURRICULARES 1º ao 5º ANO ARTE CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN ENSINO FUNDAMENTAL 2015 DIRETRIZES CURRICULARES 1º ao 5º ANO ARTE OBJETIVOS GERAIS Conhecimento da Arte enquanto auto expressão e conhecimento, apreensão e comunicação

Leia mais

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa G eoff Rees Be neat h t he re ef, 199 2, s er igr af i a Fot o: Fau st o Fleur y O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Com as proposições didáticas sugeridas, espera-se que os alunos possam

Leia mais

A CONSTRUÇÃO ATRAVÉS DA FRAGMENTAÇÃO: UM PROCESSO ENTRE CRIATIVIDADE E O DESENHO

A CONSTRUÇÃO ATRAVÉS DA FRAGMENTAÇÃO: UM PROCESSO ENTRE CRIATIVIDADE E O DESENHO A CONSTRUÇÃO ATRAVÉS DA FRAGMENTAÇÃO: UM PROCESSO ENTRE CRIATIVIDADE E O DESENHO Jéssica Dalla Corte¹ Márcia Moreno (Orientadora) ² Universidade Comunitária da Região de Chapecó-Unochapecó Resumo: Esta

Leia mais

Mapa. CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz

Mapa. CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz Mapa CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz SINOPSE geral da série Chico, 6 anos, adora passar as tardes na estamparia de fundo de quintal do seu avô. Nela, Vô Manu construiu um Portal por onde

Leia mais

RECORTES DE ITACIBÁ: A FOTOGRAFIA SOB O OLHAR INFANTIL. Andressa dos Reis Costa (autora) Maria Auxiliadora de Carvalho Corassa (orientadora)

RECORTES DE ITACIBÁ: A FOTOGRAFIA SOB O OLHAR INFANTIL. Andressa dos Reis Costa (autora) Maria Auxiliadora de Carvalho Corassa (orientadora) RECORTES DE ITACIBÁ: A FOTOGRAFIA SOB O OLHAR INFANTIL Andressa dos Reis Costa (autora) Maria Auxiliadora de Carvalho Corassa (orientadora) andressa.es@hotmail.com Universidade Federal do Espírito Santo

Leia mais

PROJETO ATIVIDADES ARTÍSTICAS/CRIATIVAS

PROJETO ATIVIDADES ARTÍSTICAS/CRIATIVAS PROJETO ATIVIDADES ARTÍSTICAS/CRIATIVAS CONSULTORIA PEDAGÓGICA: Prof. Dr. Lutiere Dalla Valle Professor da Universidade Federal de Santa Maria atua na formação de professores de artes visuais e artistas

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

Mostra de Trabalhos Pedagógicos. "Os Infinitos Olhares da/na Escola"

Mostra de Trabalhos Pedagógicos. Os Infinitos Olhares da/na Escola Mostra de Trabalhos Pedagógicos "Os Infinitos Olhares da/na Escola" O VII FALA Outra ESCOLA, que tem o tema - O Teu Olhar Trans-forma o Meu? - abre inscrições para participação da Mostra de Trabalhos Pedagógicos

Leia mais

DIFERENTES PERCEPÇÕES

DIFERENTES PERCEPÇÕES 1 RESUMO DO TRABALHO DIFERENTES PERCEPÇÕES Colégio Londrinense Alunas: Isadora Ferreira Pelisson Raquel Maria de Barros Orientadora: Wiviane Knott Sá Oliveira Silva Os olhos são considerados uns dos principais

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

ARTE E ARQUITETURA: desenhos do lugar

ARTE E ARQUITETURA: desenhos do lugar ARTE E ARQUITETURA: desenhos do lugar Maria Luiza Fatorelli (Malu Fatorelli) - UERJ RESUMO O artigo examina a questão da escala e da dimensão consideradas no âmbito de obras artísticas da autora. Escala

Leia mais

PROGRAMA DE CONTEÚDOS 2014

PROGRAMA DE CONTEÚDOS 2014 C O L É G I O L A S A L L E Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Guarani, 2000 - Fone (045) 3252-1336 - Fax (045) 3379-5822 http://www.lasalle.edu.br/toledo/ PROGRAMA DE 2014 ARTES DISCIPLINA:

Leia mais

EDITAL PARA EXPOSIÇÃO ARTE + ARTE: LIBERDADE CONTEMPORÂNEA

EDITAL PARA EXPOSIÇÃO ARTE + ARTE: LIBERDADE CONTEMPORÂNEA EDITAL PARA EXPOSIÇÃO ARTE + ARTE: LIBERDADE CONTEMPORÂNEA A Associação Riograndense de Artes plásticas Francisco Lisboa e o Instituto Estadual de Artes Visuais apresentam o regulamento para seleção de

Leia mais

Quem ainda não tem um, provavelmente já pensou ou está pensando em ter, seja para fins pessoais ou profissionais.

Quem ainda não tem um, provavelmente já pensou ou está pensando em ter, seja para fins pessoais ou profissionais. Você sabia que o Whatsapp está presente em quase 50% dos smartphones no Brasil? O aplicativo virou febre rapidamente, seguindo a tendência de crescimento anual das vendas de smartphones no país. Quem ainda

Leia mais

Eletiva VOCÊ EM VÍDEO

Eletiva VOCÊ EM VÍDEO Eletiva VOCÊ EM VÍDEO E.E. Princesa Isabel Número da sala e sessão Professor(es) Apresentador(es): Adriana Prado Aparecida Pereira da Silva Realização: Foco A Escola Estadual Princesa Isabel, por meio

Leia mais

Plano de aula para três encontros de 50 minutos cada. Tema: Vida e obra de Vincent Van Gogh. Público alvo: 4º série do Ensino fundamental

Plano de aula para três encontros de 50 minutos cada. Tema: Vida e obra de Vincent Van Gogh. Público alvo: 4º série do Ensino fundamental UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA DAV- DEPARTAMENTO DE ARTES VISUAIS Curso: Licenciatura em Artes Visuais Disciplina: Cultura Visual Professora: Jociele Lampert Acadêmica: Cristine Silva Santos

Leia mais

nós na sala de aula - módulo: geografia 4º e 5º anos - unidade 9

nós na sala de aula - módulo: geografia 4º e 5º anos - unidade 9 As paisagens urbanas e as paisagens rurais são visualmente distintas. As atividades propostas têm como objetivo diferenciar e evidenciar as relações espaciais entre as paisagens urbanas e rurais, colocando

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

Convocatória Nova Fotografia 2016

Convocatória Nova Fotografia 2016 Convocatória Nova Fotografia 2016 O projeto anual Nova Fotografia tem por objetivo criar um espaço permanente para exposição de projetos fotográficos de artistas promissores e ainda pouco conhecidos que

Leia mais

Deficiência Visual. Eficiência Tátil Inteligência - Adaptações. V Compartilhando Eficiências. Seção de Educação Especial SEE - DE

Deficiência Visual. Eficiência Tátil Inteligência - Adaptações. V Compartilhando Eficiências. Seção de Educação Especial SEE - DE Deficiência Visual Eficiência Tátil Inteligência - Adaptações V Compartilhando Eficiências Seção de Educação Especial SEE - DE a voar como os pássaros, Temos aprendido a nadar como os peixes, Mas ainda

Leia mais

O Processo de Adaptação de Tabelas e Gráficos Estatísticos Presentes em Livros Didáticos de Matemática em Braille. GD13 Educação Matemática e Inclusão

O Processo de Adaptação de Tabelas e Gráficos Estatísticos Presentes em Livros Didáticos de Matemática em Braille. GD13 Educação Matemática e Inclusão O Processo de Adaptação de Tabelas e Gráficos Estatísticos Presentes em Livros Didáticos de Matemática em Braille Rodrigo Cardoso dos Santos 1 GD13 Educação Matemática e Inclusão Resumo do trabalho. Por

Leia mais

COLÉGIO DE SANTA DOROTEIA LISBOA ANO LETIVO 2015/2016 DEPARTAMENTO DE ARTES VISUAIS. 1º Período 18 de Setembro a 17 de Dezembro [Aulas previstas: 89]

COLÉGIO DE SANTA DOROTEIA LISBOA ANO LETIVO 2015/2016 DEPARTAMENTO DE ARTES VISUAIS. 1º Período 18 de Setembro a 17 de Dezembro [Aulas previstas: 89] COLÉGIO DE SANTA DOROTEIA LISBOA ANO LETIVO 2015/2016 DEPARTAMENTO DE ARTES VISUAIS PLANIFICAÇÃO 1º PERÍODO DESENHO A 10º ANO Domínio Perceção visual Expressão gráfica Comunicação visual Calendarização

Leia mais

Dispositivos e Adaptações ANTONIO BORGES

Dispositivos e Adaptações ANTONIO BORGES Dispositivos e Adaptações ANTONIO BORGES Há uma imensa quantidade de dispositivos tecnológicos que podem ser usados para auxiliar um deficiente visual e inseri lo no processo escolar. Os dispositivos mais

Leia mais

Processo de criação para peças gráficas

Processo de criação para peças gráficas 64 Embrapa Soja. Documentos, 276 Processo de criação para peças gráficas Claudinéla Sussai de Godoy 1 ; Gilceana Soares Moreira Galerani 2; Ana Luisa C. L. Cavalcante'. 1AIuna de graduação de Desenho Industrial-UNOPAR,

Leia mais

IMAGEM E REPUTAÇÃO CORPORATIVA DE IES

IMAGEM E REPUTAÇÃO CORPORATIVA DE IES IMAGEM E REPUTAÇÃO CORPORATIVA DE IES III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Camilo Catto, Claudia P. Moura (orientador) Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social,Faculdade de Comunicação

Leia mais

Estudos da Natureza na Educação Infantil

Estudos da Natureza na Educação Infantil Estudos da Natureza na Educação Infantil Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Infantil (RCNEI) parte 3 Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2015

Leia mais

BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR

BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR APRESENTAÇÃO Nosso objetivo é inaugurar um espaço virtual para o encontro, o diálogo e a troca de experiências. Em seis encontros, vamos discutir sobre arte, o ensino da

Leia mais

Cópia. Copiadora e Impressora WorkCentre C2424

Cópia. Copiadora e Impressora WorkCentre C2424 Cópia Este capítulo inclui: Cópia básica na página 3-2 Ajustando as opções de cópia na página 3-4 Configuração básica na página 3-5 Ajustes de imagem na página 3-9 Ajustes de posicionamento de imagem na

Leia mais

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares Walter Benjamin - Questões de Vestibulares 1. (Uem 2011) A Escola de Frankfurt tem sua origem no Instituto de Pesquisa Social, fundado em 1923. Entre os pensadores expoentes da Escola de Frankfurt, destaca-se

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

O que os olhos não veem, a lente registra

O que os olhos não veem, a lente registra O que os olhos não veem, a lente registra E.E. Profº Adelaide Maria de Barros Sala 5 sessão 2 Professor(es) Apresentador(es): Maria Aparecida Oliveira Brito Aline Loures Realização: Foco A Eletiva de Fotografia

Leia mais

1 o Período Educação Infantil

1 o Período Educação Infantil 1 o Período Educação Infantil Eixo temático: O tema Imaginação visa a estimular as distintas áreas de desenvolvimento integral das crianças, bem como favorecer o crescimento de suas habilidades e competências.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA Coordenação-Geral de Ensino Médio Orientações para a elaboração do projeto escolar Questões norteadoras: Quais as etapas necessárias à

Leia mais

Prefeitura Municipal de Santos ESTÂNCIA BALNEÁRIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO

Prefeitura Municipal de Santos ESTÂNCIA BALNEÁRIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO Prefeitura Municipal de Santos ESTÂNCIA BALNEÁRIA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO Subsídios para implementação do Plano de Curso de Educação Artística Ensino Fundamental Educação de Jovens

Leia mais

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

ENTRETANTOS, BOLETIM ONLINE

ENTRETANTOS, BOLETIM ONLINE Entretantos, 2014 Grupo: BOLETIM ONLINE Integrantes: Cristina Barczinski, Elaine Armênio, Maria Carolina Accioly, Mario Pablo Fuks, Nayra Ganhito e Sílvia Nogueira de Carvalho. Interlocutora: Sílvia Nogueira

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

Leya Leituras Projeto de Leitura

Leya Leituras Projeto de Leitura Leya Leituras Projeto de Leitura Nome do livro: O ciclo do pão Autoras: Cristina Quental e Mariana Magalhães Currículo das autoras: Cristina Quental é educadora infantil e alterna o trabalho na escola

Leia mais

A PRODUÇÃO AUTOBIOGRÁFICA EM ARTES VISUAIS: UMA REFLEXÃO SOBRE VIDA E ARTE DO AUTOR

A PRODUÇÃO AUTOBIOGRÁFICA EM ARTES VISUAIS: UMA REFLEXÃO SOBRE VIDA E ARTE DO AUTOR 7º Seminário de Pesquisa em Artes da Faculdade de Artes do Paraná Anais Eletrônicos A PRODUÇÃO AUTOBIOGRÁFICA EM ARTES VISUAIS: UMA REFLEXÃO SOBRE VIDA E ARTE DO AUTOR Letícia Tadra do Carmo 105 Universidade

Leia mais

NACIONALIDADE: PIS (ou número de Inscrição do Contribuinte Individual junto a Previdência Social):

NACIONALIDADE: PIS (ou número de Inscrição do Contribuinte Individual junto a Previdência Social): EDITAL DE SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARTES VISUAIS PARA REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES NA GALERIA DE ARTES DO SESC LONDRINA 2013 FICHA DE INSCRIÇÃO NOME COMPLETO/RAZÂO SOCIAL: REPRESENTANTE LEGAL: NOME ARTÍSTICO:

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

MERCADO MUNICIPAL PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE UBERLÂNDIA

MERCADO MUNICIPAL PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE UBERLÂNDIA MERCADO MUNICIPAL PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE UBERLÂNDIA Soraia Cristina Cardoso Lelis soraia@aromata.com.br Escola de Educação Básica da UFU Relato de Experiência Palavras-chave: Patrimônio Histórico, Artes

Leia mais

CONCURSO DE FOTOGRAFIA FUNORTE: MONTES CLAROS PELO OLHAR UNIVERSITÁRIO 2015

CONCURSO DE FOTOGRAFIA FUNORTE: MONTES CLAROS PELO OLHAR UNIVERSITÁRIO 2015 CONCURSO DE FOTOGRAFIA FUNORTE: MONTES CLAROS PELO OLHAR UNIVERSITÁRIO 2015 1- GERAL O concurso de fotografia MONTES CLAROS PELO OLHAR UNIVERSITÁRIO é uma iniciativa das Faculdades Integradas do Norte

Leia mais

1.1 Poderão participar projetos fotográficos inéditos contendo de 10 (dez) a 20 (vinte) fotografias.

1.1 Poderão participar projetos fotográficos inéditos contendo de 10 (dez) a 20 (vinte) fotografias. Nova Fotografia 2013 Convocatória O projeto anual Nova Fotografia tem por objetivo criar um espaço permanente para exposição de projetos fotográficos de artistas promissores e ainda pouco conhecidos que

Leia mais

e-scrita ISSN 2177-6288

e-scrita ISSN 2177-6288 194 e-scrita ISSN 2177-6288 COMO LER IMAGENS? SANTAELLA, Lucia. Leitura de imagens. São Paulo. Melhoramentos. 2012. 184 p. (Coleção Como eu ensino). Rodrigo da Costa Araujo 1 Como ler imagens? Como elas

Leia mais

Propostas para melhorias da fala de crianças com síndrome de down

Propostas para melhorias da fala de crianças com síndrome de down Propostas para melhorias da fala de crianças com síndrome de down Resumo Esse vídeo pretende oferecer instrumentos aos professores da educação infantil e do ensino fundamental para as tarefas da educação

Leia mais

LENTES ESFÉRICAS Fórmula de Gauss

LENTES ESFÉRICAS Fórmula de Gauss LENTES ESFÉRICAS Fórmula de Gauss. (Unicamp 203) Um objeto é disposto em frente a uma lente convergente, conforme a figura abaixo. Os focos principais da lente são indicados com a letra F. Pode-se afirmar

Leia mais

15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto

15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto 15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto O Sensoriamento Remoto é uma técnica que utiliza sensores, na captação e registro da energia refletida e emitida

Leia mais

CONEXÃO#I Encontro do NatFap: Núcleo de Arte e Tecnologia da Faculdade de Artes do Paraná 10, 11 e 12 de agosto de 2011 PONTAS E TANGÊNCIAS

CONEXÃO#I Encontro do NatFap: Núcleo de Arte e Tecnologia da Faculdade de Artes do Paraná 10, 11 e 12 de agosto de 2011 PONTAS E TANGÊNCIAS PONTAS E TANGÊNCIAS Inara Vidal Passos 1 Faculdade de Artes do Paraná RESUMO Pontas e tangências É uma série criada em 2011, composta por três esculturas, modeladas em gesso, argila líquida e tinta acrílica,

Leia mais

Figura Nº 70. Figura Nº 71

Figura Nº 70. Figura Nº 71 Figura Nº 70 Figura Nº 71 Figura Nº 69 Outra constatação é que o processo de solarização decorre de uma iluminação adicional feita no decorrer da revelação da imagem ou filme, assim sendo poderíamos com

Leia mais

A INFÂNCIA DE REBRANDT: DIÁLOGO ENTRE OBRAS MÁRCIA CAMPOS DOS SANTOS 1

A INFÂNCIA DE REBRANDT: DIÁLOGO ENTRE OBRAS MÁRCIA CAMPOS DOS SANTOS 1 Revista Ceciliana. Maio de 2012. Número Especial: Patrimônio Cultural Memória e Preservação. - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana Relato de experiência

Leia mais

REVISTA pensata V.4 N.2 OUTUBRO DE 2015

REVISTA pensata V.4 N.2 OUTUBRO DE 2015 Ara Pyaú Haupei Kyringue Paola Correia Mallmann de Oliveira Este ensaio fotográfico é uma aproximação ao ara pyaú (tempo novo) e às kiringue (crianças) no nhanderekó, modo de ser tradicional entre os mbyá

Leia mais

Discursivas do Cespe Tema específico: resposta fácil, organização complicada.

Discursivas do Cespe Tema específico: resposta fácil, organização complicada. Toque de Mestre 16 Discursivas do Cespe Tema específico: resposta fácil, organização complicada. Profa. Júnia Andrade Viana profajunia@gmail.com face: profajunia Autora do livro Redação para Concursos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado da Educação Superintendência Regional de Ensino de Carangola Diretoria Educacional

SERVIÇO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado da Educação Superintendência Regional de Ensino de Carangola Diretoria Educacional SERVIÇO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado da Educação Superintendência Regional de Ensino de Carangola Diretoria Educacional Sequencia Didática destinada aos Anos Finais do Ensino

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Conhecendo o Rosquinha. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Balinha e Dentinho encontram um cachorro perdido

Leia mais

Informativo G3 Abril 2011 O início do brincar no teatro

Informativo G3 Abril 2011 O início do brincar no teatro Informativo G3 Abril 2011 O início do brincar no teatro Professora Elisa Brincar, explorar, conhecer o corpo e ouvir histórias de montão são as palavras que traduzem o trabalho feito com o G3. Nesse semestre,

Leia mais

Como resultado da preparação desse I Workshop foram formalizadas orientações básicas para formatação de um projeto cultural que seguem abaixo.

Como resultado da preparação desse I Workshop foram formalizadas orientações básicas para formatação de um projeto cultural que seguem abaixo. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO CULTURAIS A Fundação Cultural do Estado da Bahia tem como missão fomentar o desenvolvimento das Artes Visuais, Dança, Música, Teatro, Circo, Audiovisual, Culturas

Leia mais

É possível conjugar uma sessão de cinema com uma oficina.

É possível conjugar uma sessão de cinema com uma oficina. 7 12 Anos ESTAS IMAGENS SÃO UM RODOPIO!///////////////////// 3 CINEMA EM CASA!//////////////////////////////////////////////////// 4 QUE FEITIÇO É ESTE?/////////////////////////////////////////////////

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Um punhado de sementes mágicas. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO O episódio Um punhado de sementes mágicas

Leia mais

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Antonio Henrique Amaral Ameaça, 1992, serigrafia Série: A Ameaça e as Árvores Foto: Fausto Fleury O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Com as proposições didáticas sugeridas, espera-se

Leia mais

A influência das. lâmpadas na gravação

A influência das. lâmpadas na gravação A influência das lâmpadas na gravação Uma boa gravação garante a qualidade da impressão e a durabilidade da matriz. Veja como as lâmpadas influenciam esse processo Por Márcio Moraes dos Santos, da Vision-Cure

Leia mais

FOTOGRAFIA IMPRESSA E EXPOSIÇÕES FOTOJORNALÍSTICAS DO GRUPO FOCA FOTO

FOTOGRAFIA IMPRESSA E EXPOSIÇÕES FOTOJORNALÍSTICAS DO GRUPO FOCA FOTO 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA Connie, a Vaquinha 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S): A Ponte 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio A Ponte faz parte da série Connie,

Leia mais

Qualquer fotografia une planos num só plano, desloca um lado da

Qualquer fotografia une planos num só plano, desloca um lado da F A Z E N D O E S C O L A C O M I M A G E N S TREM DO DESEJO...fotografias despregadas do real Wenceslao Machado de Oliveira Jr Uma jangada à deriva a céu aberto leva os corações despertos a sonhar por

Leia mais

Plano de Trabalho com Projetos

Plano de Trabalho com Projetos PREFEITURA DE JARAGUÁ DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL Plano de Trabalho com Projetos 1. Identificação: Escola Municipal de Ensino Fundamental Renato Pradi Professora:

Leia mais

Didática Para o ensino do Sistema Braille, de português e de cálculos em braille para videntes e deficientes visuais.

Didática Para o ensino do Sistema Braille, de português e de cálculos em braille para videntes e deficientes visuais. Catálogo de produtos Orçamentos e pedidos pelo e-mail: vendas@tece.com.br Ou pelo telefone: (19) 3524-8347 Produtos: Communicare: Comunicação em latim diz-se Communicare, que significa pôr em comum, conviver.

Leia mais

MÓDULO 9. A luz branca, que é a luz emitida pelo Sol, pode ser decomposta em sete cores principais:

MÓDULO 9. A luz branca, que é a luz emitida pelo Sol, pode ser decomposta em sete cores principais: A COR DE UM CORPO MÓDULO 9 A luz branca, que é a luz emitida pelo Sol, pode ser decomposta em sete cores principais: luz branca vermelho alaranjado amarelo verde azul anil violeta A cor que um corpo iluminado

Leia mais

Presença das artes visuais na educação infantil: idéias e práticas correntes

Presença das artes visuais na educação infantil: idéias e práticas correntes Capítulo 15 - Artes Visuais Introdução As Artes Visuais expressam, comunicam e atribuem sentido a sensações, sentimentos, pensamentos e realidade por meio da organização de linhas, formas, pontos, tanto

Leia mais

CONFECÇÃO DE MAPAS TÁTEIS E SUA APLICAÇÃO NO ENSINO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA

CONFECÇÃO DE MAPAS TÁTEIS E SUA APLICAÇÃO NO ENSINO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA CONFECÇÃO DE MAPAS TÁTEIS E SUA APLICAÇÃO NO ENSINO DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA Jéssica Monteiro da Silva Tavares 1 ; Rafaela Macedo Borges 2 ; Sirley Brandão dos Santos 3; Beatriz Barroso Vasconcellos 4 ¹Bolsista

Leia mais

LUZ, CÂMERA, AÇÃO: NOVAS EXPERIENCIAS, NOVOS APRENDIZADOS

LUZ, CÂMERA, AÇÃO: NOVAS EXPERIENCIAS, NOVOS APRENDIZADOS LUZ, CÂMERA, AÇÃO: NOVAS EXPERIENCIAS, NOVOS APRENDIZADOS Olinson Coutinho Miranda Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (Professor) Universidade do Estado da Bahia (Mestrando) olinsoncoutinho@gmail.com

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANUAL EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL III - 2012 OBJETIVOS - CRIANÇAS DE TRÊS ANOS

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANUAL EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL III - 2012 OBJETIVOS - CRIANÇAS DE TRÊS ANOS CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANUAL EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL III - 2012 OBJETIVOS - CRIANÇAS DE TRÊS ANOS De acordo com o PCN e o Referencial Curricular da Educação Infantil, a instituição deve criar um ambiente

Leia mais

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA O trabalho se inicia com uma avaliação diagnóstica (aplicação de um questionário) a respeito dos conhecimentos que pretendemos introduzir nas aulas dos estudantes de física do ensino médio (público alvo)

Leia mais

OBJETIVO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO ( EXPOSIÇÃO, LIVRO, OFICINA)

OBJETIVO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO ( EXPOSIÇÃO, LIVRO, OFICINA) OBJETIVO 1. Captar recursos financeiros para realização da exposição de artes visuais Pintura como Plano no Museu Guido Viaro em Curitiba, Paraná, no mês de janeiro de 2014. 2. Realizar tiragem de 1000

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES ATIVIDADES ESTRATÉGIAS. Apresentação 1

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES ATIVIDADES ESTRATÉGIAS. Apresentação 1 ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES SECUNDÁRIO DISCIPLINA: DESENHO A ANO: º ANO LETIVO 0/0 COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ATIVIDADES ESTRATÉGIAS AULAS PREVISTAS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO

Leia mais

Sistema Maxi no Ensino Fundamental I

Sistema Maxi no Ensino Fundamental I Sistema Maxi no Ensino Fundamental I Características do segmento Ensino Fundamental: Anos Iniciais compreende do 1º ao 5º ano a criança ingressa no 1º ano aos 6 anos de idade Fonte: shutterstock.com Material

Leia mais

ESTUDO DE CASO. São Paulo, novembro de 2009

ESTUDO DE CASO. São Paulo, novembro de 2009 ESTUDO DE CASO São Paulo, novembro de 2009 O PROJETO PATRIMÔNIO DO CARMO Local: residência em condomínio fechado em São Roque / SP Área: 2.700 m² (que se unem às áreas de reserva, comuns a todos os condôminos)

Leia mais

Prof. Marcelo Henrique dos Santos

Prof. Marcelo Henrique dos Santos POR QUE ESTUDAR COMPUTAÇÃO GRÁFICA? Quem quiser trabalhar em áreas afins: Entretenimento Jogos e filmes Visualização Simulação de fenômenos físicos Arte computadorizada Educação e treinamento Processamento

Leia mais

Como Criar uma Aula? Na página inicial do Portal do Professor, acesse ESPAÇO DA AULA: Ao entrar no ESPAÇO DA AULA, clique no ícone Criar Aula :

Como Criar uma Aula? Na página inicial do Portal do Professor, acesse ESPAÇO DA AULA: Ao entrar no ESPAÇO DA AULA, clique no ícone Criar Aula : Como Criar uma Aula? Para criar uma sugestão de aula é necessário que você já tenha se cadastrado no Portal do Professor. Para se cadastrar clique em Inscreva-se, localizado na primeira página do Portal.

Leia mais

Projeto de Residência de Criação e Montagem

Projeto de Residência de Criação e Montagem Projeto de Residência de Criação e Montagem CONVOCATÓRIA PARA ARTISTAS CARIOCAS Você que é artista de teatro ou dança e tem interesse em ampliar seu vocabulário artístico através das artes circenses...

Leia mais

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 7º ano / Ensino Fundamental Área: Linguagem códigos e suas tecnologias Disciplina: Arte carga horária: 80 horas

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 7º ano / Ensino Fundamental Área: Linguagem códigos e suas tecnologias Disciplina: Arte carga horária: 80 horas MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATORIA E ASSISTENCIAL PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 7º ano / Ensino Fundamental Área: Linguagem códigos e

Leia mais

DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR: QUANDO A RELIGIOSIDADE ATRAVESSA A PRÁTICA.

DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR: QUANDO A RELIGIOSIDADE ATRAVESSA A PRÁTICA. DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR: QUANDO A RELIGIOSIDADE ATRAVESSA A PRÁTICA. Amanda Pathiely Serrânia Faria UFG/FEFD 1 Orientador e Coautor: Prof. Dr. Alexandre Ferreira UFG/FEFD 2 Graduanda do curso de Licenciatura

Leia mais

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM: O QUE FAZER COM TANTO LIXO?

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM: O QUE FAZER COM TANTO LIXO? SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM: O QUE FAZER COM TANTO LIXO? Eixo Temático -Ser Humano e Saúde. Tema -O que Fazer com Tanto Lixo? Subtema - Qualidade de Vida: A Saúde Individual, Coletiva e Ambiental. Ano/Série

Leia mais