Avaliação da Conformidade de Componentes Automotivos

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1 Avaliação da Conformidade de Componentes Automotivos Capacitação em Metrologia e Normatização para o Setor de Autopeças Victor Gomes Simão, M.Sc. Pesquisador Tecnologista em Metrologia e Qualidade INMETRO - Diretoria de Avaliação da Conformidade

2 INMETRO - INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA Autarquia do Governo Federal Brasileiro vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior 40 Anos de atuação Mais de 1500 colaboradores 50 laboratórios 4 Premiações no Premio de Qualidade da Gestão Federal

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4 Missão do Inmetro Prover confiança à sociedade brasileira nas medições e nos produtos, através da metrologia e da avaliação da conformidade, promovendo a harmonização das relações de consumo, a inovação e a competitividade do país.

5 Principais Atividades Metrologia Científica e Industrial Metrologia Legal Avaliação da Conformidade Acreditação de Organismos e Laboratórios Ponto Focal do Acordo de Barreiras Técnicas da OMC Inovação e Difusão de Conhecimento Metrologia das Ciências da Vida Geramos confiança para a Sociedade em questões técnicas básicas

6 Título do evento Laboratórios no Campus do Inmetro em Xerém Mecânica Centro Operacional Térmica Química Acústica e Vibração Elétrica Óptica

7 Sinmetro Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Lei nº 5.966, de 11 de dezembro de 1973 Conmetro Conselho Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial 10 Ministérios CNI Idec ABNT INMETRO: Secretaria Executiva e Executor das Políticas CPCON Comitês Assessores Comitê Brasileiro de Metrologia (CBM) Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade (CBAC) Comitê Brasileiro de Normalização (CBN) Comitê Codex Alimentarius do Brasil (CCAB) Comitê Brasileiro de Regulamentação (CBR) Comitê Brasileiro de Barreiras Técnicas ao Comércio (CBTC)

8 COMPOSIÇÃO DO CONMETRO Órgão colegiado interministerial responsável por expedir atos normativos e regulamentos técnicos nos campos da metrologia e avaliação da conformidade. (Lei nº 9933, de , Art. 2º); Composição: 10 Ministros de Estado: (MDIC, MCTI, MS, MTE, MMA, MRE, MJ, MAPA, MD) Presidente do Inmetro, Confederação Nacional da Industria (CNI), Confederação Nacional do Comércio (CNC), Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC).

9 CONMETRO Compete ao Conmetro: Formular, coordenar e supervisionar Políticas de caráter nacional para as atividades de Metrologia, Normalização e Avaliação da Conformidade; Prever mecanismos de consulta que harmonizem os interesses públicos e das partes interessadas.

10 Conceitos Básicos de Avaliação da Conformidade OMC - Qualquer atividade com objetivo de determinar, direta ou indiretamente, o atendimento a requisitos aplicáveis. ABNT NBR ISO/IEC Demonstração de que os requisitos especificados relativos a um produto, processo, sistema, pessoa ou organismo são atendidos. Quem garante qualidade é o fornecedor do produto.

11 Conceito de Avaliação da Conformidade Processo sistematizado, com regras pré-estabelecidas, devidamente acompanhado e avaliado, de forma a prover ADEQUADO GRAU DE CONFIANÇA de que um produto atende a requisitos estabelecidos por normas ou regulamentos, com a MELHOR RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO para a sociedade. Quem garante qualidade é o fornecedor do produto.

12 A Importância da Avaliação da Conformidade Propiciar a concorrência justa Estimular a melhoria contínua da qualidade Informar e proteger o consumidor Facilitar o comércio exterior, possibilitando o incremento das exportações Fortalecer o mercado interno Agregar valor às marcas Atividade Estratégica para os países no ambiente de economia globalizada

13 Como atingir o adequado grau de confiança em um produto? Requisitos Confiança insuficiente Custos

14 Como atingir o adequado grau de confiança em um produto? Requisitos Custos muito altos Custos

15 Como atingir o adequado grau de confiança em um produto? Requisitos Ótimo Confiança adequada Menor custo possível para a sociedade Custos

16 PAQ AI R Ciclo da Confiança na Conformidade RT PAC - Responsabilidades do Inmetro - FASES DE IMPLANTAÇÃO DE RT/PAC 1- Identificação e Priorização das Demandas 2- Análise de Impacto Regulatório (AIR) 3- Desenvolvimento e Implementação 4- Acompanhamento no Mercado 5- Manutenção 6- Análise Crítica / Aperfeiçoamento PAC = Base Normativa + RGAC + RAC PAQ Plano de Ação Quadrienal PAC Programa de Avaliação da Conformidade Base Normativa Norma, Regulamento Técnico ou Instrução Normativa RGAC Requisitos Gerais de Avaliação da Conformidade RAC Requisitos de Avaliação da Conformidade

17 Evolução dos PACs Cerca de produtos ostentam o selo do Inmetro

18 Mecanismos de Avaliação da Conformidade Certificação Declaração da Conformidade do Fornecedor Inspeção Etiquetagem Ensaio

19 CERTIFICAÇÃO Modo pelo qual uma terceira parte dá garantia formal de que um produto, processo ou serviço está em conformidade com requisitos previamente especificados. É aplicada a produtos, processos, sistemas ou pessoas. Sempre realizada por terceira parte.

20 Selos de Identificação da Conformidade Principal Veículo de Comunicação com o consumidor

21 Os Programas de Avaliação da Conformidade compulsórios são baseados em regulamentos técnicos

22 Objetivo dos RACs Cada RAC tem como objetivo: Estabelecer os critérios para o Programa de Avaliação da Conformidade para componentes automotivos, com foco na segurança e/ou desempenho, através do mecanismo de certificação, visando à conformidade dos produtos em relação aos requisitos normativos, evitando a concorrência desleal. Características: Foco: desempenho Mecanismo: certificação compulsória Documentos de referência do RAC: RGCP Normas ABNT RTQ

23 Requisitos de Avaliação da Conformidade (RAC) Agentes do processo de certificação Fornecedor Organismo de Certificação Acreditado (OCP) Laboratório de Ensaio Acreditado Inmetro

24 Estrutura documental para o processo de Avaliação da Conformidade:

25 Conteúdo Típico de um Programa de Avaliação da Conformidade Base Normativa Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ) / Instrução Normativa (IN) / Norma Técnica (NT) O que avaliar? Procedimento de Avaliação Requisitos Gerais de Avaliação da Conformidade (RGAC) / (RGCP) + Requisitos de Avaliação da Conformidade (RAC) Como avaliar?

26 Requisitos de Avaliação da Conformidade (RAC) O RAC estabelece os requisitos e o passo a passo do processo de avaliação da conformidade, conforme o modelo de certificação selecionado: Modelo de Certificação nº 5 Ensaio de tipo, avaliação e aprovação do SGQ do processo produtivo, acompanhamento através de auditorias no fabricante e ensaios em amostras retiradas no comércio e/ou no fabricante. Modelo de Certificação nº 7 É o modelo no qual as amostras tomadas de um lote de produtos, podendo ser proveniente de uma importação ou não, são submetidas a ensaios, emitindo-se a partir dos resultados, uma avaliação sobre sua conformidade a uma dada especificação.

27 Requisitos de Avaliação da Conformidade (RAC) Passo a passo para a certificação (Modelo 5) Solicitação da certificação Auditoria Inicial Ensaios Iniciais Tratamento de não conformidades Emissão de Certificado Periodicamente (xx meses) Auditoria de Manutenção Ensaios de Manutenção Tratamento de não conformidades Confirmação da Manutenção Periodicamente (xx anos) Recertificação

28 Requisitos de Avaliação da Conformidade (RAC) Passo a passo para a certificação (Modelo 7) Solicitação da certificação x Auditoria Inicial Ensaios Iniciais x Tratamento de não conformidades Emissão de Certificado Caso haja reprovação do lote, este não deve ser liberado para comercialização x x x x Auditoria de Manutenção Ensaios de Manutenção Tratamento de não conformidades Confirmação da Manutenção x Recertificação

29 Produtos já regulamentados: Conversores Catalíticos Portaria Inmetro n.º 346, de 3 de outubro de 2008: Em vigor! Norma ABNT NBR Determinação de hidrocarbonetos, monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e dióxido de carbono no gás de escapamento. Resolução CONAMA 282/ Estabelece os requisitos para os conversores catalíticos destinados à reposição. Portaria Inmetro nº 204/ RTQ para o condicionamento de Conversores Catalíticos Destinados à Reposição.

30 Produtos já regulamentados: Rodas Automotivas Portaria Inmetro n.º 445, de 19 de novembro de 2010 Norma ABNT NBR 6750 Rodas de aço para automóveis Verificação da durabilidade e resistência Norma ABNT NBR 6751 Rodas e aros para caminhões, ônibus e similares Verificação da durabilidade e resistência Norma ABNT NBR 6752 Rodas de liga de alumínio para automóveis, comerciais leves e utilitários esportivos Ensaios de verificação de desempenho

31 Produtos já regulamentados: Fluido para Freios tipos DOT 3, DOT 4, DOT 5 Portaria Inmetro n.º 78, de 03 de fevereiro de 2011 Norma ABNT NBR Veículos rodoviários automotores - Líquido para freios hidráulicos, tipos 3, 4 e 5 - Requisitos e métodos de análise.

32 Produtos regulamentados pela Portaria 301/2011: AMORTECEDORES DA SUSPENSÃO Norma ABNT NBR Veículos rodoviários automotores Amortecedor da suspensão Classificação, terminologia e identificação Norma ABNT NBR Veículos rodoviários automotores Amortecedores da suspensão Verificação de desempenho e durabilidade Método de ensaio Norma ABNT NBR 8094 Material metálico revestido e não revestido - Corrosão por exposição à névoa salina Norma ABNT NBR 8095 Material metálico revestido e não-revestido - Corrosão por exposição à atmosfera úmida saturada

33 ABNT NBR ISO Anéis de pistão Parte 1: Vocabulário Parte 2: Princípios de medição para inspeção Parte 3: Especificações de material Parte 4: Especificações gerais Parte 5: Requisitos de qualidade ANÉIS DE PISTÕES ABNT NBR ISO Anéis de pistão Parte 1: Anéis retangulares feitos de ferro fundido Parte 2: Anéis de pistão retangulares feitos de aço ABNT NBR ISO Anéis de pistão raspadores fabricados de ferro fundido ABNT NBR ISO Anéis de pistão Parte 1: Anéis trapezoidais fabricados de ferro fundido Parte 2: Anéis semitrapezoidais fabricados de ferro fundido Parte 3: Anéis trapezoidais fabricados de aço Parte 4: Anéis semitrapezoidais fabricados de aço ABNT NBR ISO Especificações geométricas de produto- Regras e procedimentos para avaliação de rugosidade

34 BOMBA ELÉTRICA DE COMBUSTÍVEL ABNT NBR Conjunto bomba de combustível para motores do ciclo Otto - Terminologia ABNT NBR Bomba elétrica de combustível para motores do ciclo Otto - Requisitos técnicos ABNT NBR ISO Poeira de ensaio ABNT NBR Características de distúrbios de radio frequência para proteção de receptores embarcados em veículos automotores, embarcações e dispositivos Limites e métodos de medição. ABNT NBR IEC CISPR 25 Características de distúrbios de radiofrequência Limites e métodos de medição para proteção de receptores embarcados

35 Buzinas ABNT NBR 6080 Veículos rodoviários automotores - Sistema elétrico, eletrônico e iluminação Buzina (terminologia) ABNT NBR 7014 Buzinas para veículos rodoviários automotoresespecificação ABNT NBR 5535 Buzinas para veículos rodoviários automotores Requisitos acústicos ABNT NBR 5536 Veículos rodoviários automotores Ensaio acústico de buzina - Métodos de ensaio

36 PISTÕES DE LIGA LEVE DE ALUMÍNIO, PINOS E ANÉIS DE TRAVA ABNT NBR Motores de combustão interna de ignição por centelha Pistões de liga leve de alumínio ABNT NBR Motores de combustão interna de ignição por compressão (Diesel) Pistões de liga leve de alumínio ABNT NBR ISO Pinos de pistão Parte 1:Especificações gerais ABNT NBR ISO Pinos de pistão Parte 2:Princípios de medição de inspeção ABNT NBR Anéis de trava para furos seção retangular - Especificação ABNT NBR Anéis-trava Arame de seção circular para pinos de pistões ABNT NBR NM ISO Materiais metálicos Ensaio de dureza Brinell: Método de ensaio ABNT NBR ISO Materiais metálicos - Ensaio de tração à temperatura ambiente ISO Steels Determination and verification of the depth of carburized and hardened cases ABNT NBR ISO Especificações geométricas do produto (GPS) Rugosidade: Método do perfil Termos, definições e parâmetros da rugosidade ABNT NBR ISO Especificações geométricas do produto (GPS) Rugosidade: Regras e procedimentos para avaliação de rugosidade ISO 9934 (todas as partes) - Non-destructive testing Magnetic particle testing ISO 6506 (todas as partes) - Metallic materials Brinell hardness test ABNT NBR NM ISO 6507 (todas as partes Vickers) - Materiais metálicos Ensaio de dureza ABNT NBR NM ISO 6508 (todas as partes) - Materiais metálicos Ensaio de dureza Rockwell ISO Gears Surface temper etch inspection after grinding

37 Bronzinas ABNT NBR ISO 3547 partes 1 a 7 - Bronzinas planas Buchas conformadas Dimensões, furos, canais e mossas de lubrificação, materiais, diâmetro externo, diâmetro interno, medição da espessura de parede de buchas de parede fina ABNT NBR ISO Bronzinas planas Bronzinas de paredes finas com ou sem flange Tolerâncias, características de projeto e métodos de ensaio e medição da espessura de parede e da espessura do flange ABNT NBR ISO Bronzinas planas Buchas em ligas de cobre ABNT NBR ISO Bronzinas planas Ligas fundidas de chumbo e estanho para bronzinas planas multicamada e Ligas de cobre fundidas para bronzinas de parede grossa sólidas e de multicamada ISO Plain bearings - Multilayer materials for thin-walled plain bearings ABNT NBR ISO Bronzinas planas Ensaio de dureza de metais de deslizamento Parte 1: Materiais compostos e Parte 2: Materiais sólidos ABNT NBR ISO Bronzinas planas Ligas de alumínio para bronzinas sólidas ABNT NBR ISO Mancais de deslizamento - Bronzinas de paredes finas - Inspeção do comprimento periférico ABNT NBR ISO Mancais de deslizamento Arruelas de encosto tipo anel fabricadas a partir de tiras Dimensões e tolerâncias ABNT NBR ISO Mancais de deslizamento Semi arruelas de encosto bimetálicas estampadas Características e tolerâncias ABNT NBR ISO Bronzinas planas Furos, canais e bolsas de lubrificação Dimensões, tipos, designação e sua aplicação em buchas de deslizamento ISO Plain bearings Quality control techniques and inspection of geometrical and material quality characteristics.

38 Lâmpadas para Veículos Automotivos ABNT NBR IEC Lâmpadas de filamento para veículos automotivos Requisitos dimensionais, elétricos e luminosos ABNT NBR IEC Lâmpadas para veículos automotivos Requisitos de desempenho Ensaios de Vida B3, Vida característica T, Resistência à vibração e ao choque, Resistência à Torção, Resistência do bulbo de vidro ABNT NBR IEC Lâmpadas miniaturas Ensaios Dimensionais, elétricos, fotométricos e vida útil. ABNT NBR IEC Base de Lâmpadas Ensaios Dimensionais.

39 Produtos regulamentados por anexos da Portaria 301/2011: Baterias chumbo-ácido para automóveis e motocicletas Portarias 239/2012 e 299/2012 ABNT NBR Baterias chumbo-ácido para uso em veículos automotores - Requisitos e simbologia. ABNT NBR Baterias chumbo-ácido para uso em veículos rodoviários automotores de quatro ou mais rodas - Especificação e métodos de ensaio. ABNT NBR Baterias chumbo-ácido para motocicletas, triciclos e quadriciclos Especificação e métodos de ensaio. Resolução Conama 401/ Estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas no território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento ambientalmente adequado, e dá outras providências.

40 Avaliação da Conformidade de Baterias Automotivas Ensaios de certificação: Inspeção visual externa Inspeção dimensional Perda de água Resistência à vibração Retenção de eletrólito Estanqueidade Reserva de capacidade, RC Descarga rápida a baixa temperatura, CCA Capacidade no regime de 10 ou 20 horas, C 20 C 10 Retenção de carga (autodescarga) Ensaio de Durabilidade Presença de Cádmio e Mercúrio

41 Produtos regulamentados por anexos da Portaria 301/2011: Terminais e Barras de Direção - Portaria nº 268/2013 ABNT NBR ISO Especificações geométricas de produto (GPS) Rugosidade: Método do perfil Regras e procedimentos para avaliação de rugosidade. ABNT NBR NM ISO Materiais metálicos-ensaio de dureza Vickers- Parte 4: Tabelas de valores de dureza. ABNT NBR NM ISO Materiais metálicos Ensaio de dureza Brinell Parte 4: Tabelas de valores de dureza. ABNT NBR NM 87 - Aço carbono e ligados para construção mecânica Designação e composição química. ABNT NBR NM Tratamentos térmicos de aço - Terminologia e definições. ABNT NBR NM Ensaios não destrutivos Líquidos penetrantes Detecção de descontinuidades. ABNT NBR Veículos rodoviários automotores, seus rebocados e combinados Classificação, terminologia e definições. ABNT NBR Veículos rodoviários automotores. ABNT NBR Aço - Determinação da profundidade da descarbonetação. ABNT NBR Ensaios não destrutivos Partículas magnéticas Detecção de descontinuidades DIN System of cone tolerances and cone fits for conical workpieces from C = 1 : 3 to 1 : 500 and lengths from 6 to 630 mm.

42 Produtos regulamentados por anexos da Portaria 301/2011: Material de Atrito para Freios:Lonas e Pastilhas- Portaria nº55/2014 SAE J2975 ou EPA/600/R-93/116 Presença de amianto ABNT NBR 5537 ou ISO Resistência ao cisalhamento ABNT NBR 9301 ou ISO Resistência à compressão ABNT NBR Ensaio de dilatação e crescimento ABNT NBR Lonas para freios veículos pesados ABNT NBR Lonas para freios veículos de passeio ABNT NBR Pastilhas para freios veículos pesados ABNT NBR Pastilhas para freios Veículos de passeio

43 Componentes Automotivos com certificação compulsória

44 Componentes Automotivos Título do evento com certificação compulsória Portaria nº 346 de 03/10/2008 (Apenas reposição) Conversores catalíticos Portaria nº 445 de 19/11/2010 (Montadoras e reposição para veículos pós 99) Rodas automotivas de aço e de alumínio (veículos de passeio e comerciais) Portaria nº 78 de 03/02/2011 (Montadoras e reposição toda linha) Líquidos para freios hidráulicos para veículos automotores (DOT 3, 4 e 5) Portaria nº 246 de 30/05/2011 Vidro de segurança temperado de veículo rodoviário automotor Portaria nº 247 de 30/05/2011 Vidro de segurança laminado de para-brisa de veículo rodoviário automotor

45 Componentes Automotivos Título do evento com certificação compulsória Portaria nº 301 de 21/07/2011 Amortecedores da suspensão Bomba elétrica de combustível para motores do ciclo Otto Buzina ou equipamento similar utilizado em veículos rodoviários automotores Pistões de liga leve de alumínio, pinos e anéis de trava (retenção) Anéis de pistão Bronzinas Lâmpadas para veículos automotivos (filamento, halógenas e minilâmpadas) Portaria nº 299 de 14/06/2012 (Montadoras e reposição toda linha) Baterias chumbo ácido para automóveis e motocicletas. Portaria nº 55 de 28/01/2014 Material de atrito para freios (lonas e pastilhas)

46 Título Isenções do evento especiais Estão isentos da Portaria 301/2011, componentes automotivos: destinados às linhas de montagem de veículos automotores, exceto baterias, rodas e líquidos para freios; Os Anexos I a VII não se aplicam às motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicletas e similares; a serem aplicados em veículos devido a recall; componentes automotivos de veículos de produção descontinuada até 31/12/1999, exceto baterias e líquidos para freios; os componentes automotivos destinados exclusivamente a veículos que possuam relação potência/peso (RPP) maior que 140, calculado como RPP= (Pn/m)*1000kg/kW, sendo Pn a potência em quilowatts (kw) e m a massa em quilogramas (kg)

47 Título Isenções do evento especiais Estão isentos da Portaria 301/2011, componentes automotivos: destinados exclusivamente a veículos com peso a 3,5 toneladas e potência > que 195 kw ou 265 HP ou CV; destinados exclusivamente a veículos com peso a 3,5 toneladas e preço mínimo de venda de R$ ,00; que sejam importados como parte de um conjunto montado, sendo: para amortecedores de suspensão, somente aqueles que forem fornecidos previamente montados no eixo do veículo e, também, aqueles destinados a outras partes do veículo que não seja suspensão; para bombas elétricas de combustível, somente aquelas montadas no tanque de combustível; para pistões, pinos, anéis trava, anéis de pistão e bronzinas, somente aqueles montados em motores completos, ou em motores parcialmente montados (constituídos, pelo menos, por bloco do motor, pela árvore de manivelas e por todos os pistões, pinos, anéis trava, anéis de pistão e bronzinas) ou destinados, exclusivamente, a compressores de ar.

48 Prazos de Adequação: 18 meses para fabricação e importação 24 meses para fabricantes e importadores esgotarem seus estoques antigos 36 meses para comércio varejista e atacadista Publicação Fabricante Estoque Comércio Mês 0 Mês 18 Mês 24 Mês 36

49 Prazos de vigência para os componentes certificados no comércio: Conversores Catalíticos 03/04/2011 Líquidos para freios hidráulicos 07/02/2014 Baterias chumbo-ácido 18/06/2014 Amortecedores da suspensão 25/07/2014 Bronzinas 25/07/2014 Buzinas ou equipamentos similares 25/07/2014 Anéis de pistão 25/07/2014 Pistões, pinos e anéis de trava 25/07/2014 Lâmpadas automotivas 25/07/2014 Rodas de aço e de alumínio 01/01/2015 Bomba elétrica de combustível para motores ciclo Otto 25/01/2015 Terminais e barras de direção 29/05/2016 Material de atrito para freios (lonas e pastilhas de freios) 30/07/2017

50 Análise de Impacto Regulatório (AIR) Raimisson R F Costa Analista Executivo

51 O que é AIR? Definição da OCDE AIR é uma ferramenta sistemática de política pública, usada para examinar e medir os possíveis benefícios, custos e efeitos de novas regulações ou daquelas já existentes

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53 O que é qualidade regulatória? Qualidade regulatória se refere a um marco regulatório em que as regulações são: eficientes, em termos de custos efetivas, se têm um objetivo regulatório claro transparentes, na forma como são preparadas responsáveis, em relação a atuação dos reguladores e da proteção que oferecem à sociedade em seu conjunto

54 Histórico da AIR no Inmetro Contratação do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da ESALQ/USP para elaborar metodologia de quantificação e qualificação de impactos dos PAC Guia para Avaliação de Impactos Econômicos, Sociais e Ambientais de Programas de Avaliação da Conformidade;

55 Histórico da AIR no Inmetro Institucionalização do processo operacional de Estudo de Impacto e Viabilidade -EIV, a partir do Guia do CEPEA Primeira revisão do processo de EIV.

56 Metodologias de avaliação utilizadas Análise Qualitativa Análise Custo Benefício (integral ou parcial) Análise Custo Efetividade Análise de Risco Valor da Vida Estatística

57 Números do processo de AIR Período Nº de AIRs desenvolvidas Nº de recomendações negativas TOTAL 25 12

58 AIR Título para do evento Peças de Motocicletas Objetos do estudo: Sistemas Sistema de Freios Peças Tambor Disco Pastilhas de Freio Lonas de Freio Cabos de freio, manetes/pedais de acionamento Sistema de Transmissão Corrente Coroa Pinhão Escapamento Cano de escapamento

59 Problemas enumerados (Anfamotos): Sistema de Freios - folgas em manetes e pedais de freios; - empeno de disco de freio; - desgaste excessivo das pastilhas de freio; - nível irregular do fluido de freio; Sistema de Transmissão - quebra e/ou travamento da corrente; - desgaste ou quebra dos dentes da coroa e/ou pinhão; - desalinhamento do conjunto pinhãocoroa-corrente. - desgaste no eixo excêntrico do freio a tambor; - aplicação incorreta da graxa; - desgaste e/ou vitrificação das lonas de freio.

60 Buscas por dados de reclamações e acidente de consumo Ouvidoria do Inmetro, CPSC/NEISS, Reclame Aqui Banco de Acidentes de Consumo (Diviq) Datasus Estatísticas de Acidentes de Trânsito do DNIT Estatísticas de Acidentes de Trânsito do DPVAT Foram encontrados registros de reclamações de acidentes (nenhum grave), durabilidade das partes/peças abaixo da indicada nos manuais de fabricantes, problemas de desempenho, entre outras coisas.

61 Pesquisa de Motopeças Dois questionários para empresas e para motociclistas Pesquisa de Empresas: pesquisa amostral, estratificada por CNAE, de empresas que utilizam motocicletas para prestação de serviços e oficinas de motocicletas Pesquisa de motociclistas não amostral, disponibilizada no site do Inmetro, Reclame Aqui, no site de dois sindicatos de mototaxistas (Curitiba e São Paulo), e em sites de relacionamento (Facebook) nas páginas de clubes/associações de motociclistas

62 Pesquisa de Motopeças Objetivos: Obter evidência de baixa qualidade das partes/peças ligadas aos três sistemas objeto do PAC Obter uma estimativa do risco específico de acidentes ligados a falhas/defeitos/quebras/mau-funcionamento de partes/peças desses sistemas Obter dados sobre realização de manutenção periódica e dados de percepção subjetiva sobre a qualidade das partes/peças Obter dados de idade e rendimento dos usuários, e de disponibilidade a pagar por um PAC (medição indireta) para cálculo de Valor da Vida Estatística

63 Pesquisa de Empresas Pesquisa de Motopeças o Amostra: 327 respondentes o Erro Amostral: 5,2% o Tamanho Populacional: 3918 empresas, com CNAEs das seguintes atividades: Comércio a varejo de peças e acessórios, Comércio varejista de gás, Fornecimento de alimentos, Motocicletas motos e motonetas, Serviço de táxi, Serviços de entrega rápida, Serviços de malote, Transporte rodoviário de carga internacional, Transporte rodoviário de carga municipal. Pesquisa de motociclistas não amostral, 55 respondentes

64 Pesquisa de Motopeças objetivos: Obter evidência de baixa qualidade das partes/peças ligadas aos três sistemas objeto do PAC Obter uma estimativa do risco específico de acidentes ligados a falhas/defeitos/quebras/mau-funcionamento de partes/peças desses sistemas Obter dados sobre realização de manutenção periódica e dados de percepção subjetiva sobre a qualidade das partes/peças Obter dados de idade e rendimento dos usuários, e de disponibilidade a pagar por um PAC (medição indireta) para cálculo de Valor da Vida Estatística

65 Conclusão das pesquisas: As duas pesquisas revelaram problemas de segurança devidos a problemas de qualidade/durabilidade de partes e peças relacionadas aos Sistemas de Freios e Sistemas de Transmissão. A evidência em relação a Sistema de Escapamento não é estatisticamente significativa. A probabilidade de acidentes motociclísticos causados por falhas/ defeitos/ mau funcionamento de partes/ peças que compõem esses sistemas é da ordem global de 5%.

66 Análise de Custo Hipóteses: Aumento linear de 10% sobre o preços das peças dos sistemas analisados A projeção de vendas foi feita a partir da estimativa de aumento da frota Projeção Valor Nominal ( mil R$) Valor Presente ( mil R$) TOTAL

67 Resultado da Análise de Custo Benefício: Estimativa do Risco e do Valor da Vida Estatística: Para calcular o benefício do programa, estimou-se um Valor da Vida Estatística (VVE) e as prováveis Vidas Estatísticas Salvas (VES) por dois métodos: VVE (DP) = Disponibilidade a pagar Nível de Risco (probabilidade de morte) VVE (Atuarial) = Valor dos rendimentos Nível de Risco (probabilidade de morte) Benefício Benefício VVE (DP) VVE (Atuarial) Benefício Custos Benefício Liquido ( )

68 Conclusões 1 Existe evidência estatística em favor de se afirmar que há problemas de segurança derivados de problemas de qualidade/durabilidade de partes e peças relacionadas aos Sistemas de Freios e Sistemas de Transmissão. A evidência estatística em relação a Sistema de Escapamento é duvidosa, provavelmente nula para segurança, mas não nula para aspectos de meio ambiente e qualidade das partes/peças. 2. As primeiras estimativas mostram que um programa de avaliação da conformidade de peças para motocicletas deverá impactar mais fortemente os valores das motos de mais baixa cilindrada (até 500cc). O impacto final sobre os preços, no entanto, não foi expressivo: da ordem de 2% a mais sobre o preço final, em média. 3. O presente EI mostrou que é possível obter um benefício líquido de R$ 2 bilhões em 10 anos de aplicação de um PAC para motopeças, sob a hipótese de que o mesmo consiga ser plenamente efetivo.

69 Componentes de Motocicletas Título do evento com certificação compulsória Portaria nº 123 de 19/03/2014 Componentes para motocicletas (pinhão, coroa, corrente e escapamento). Escopo de abrangência: Motocicletas, Motonetas, Ciclomotores, Triciclos e Quadriciclos Prazos de vigência para os componentes certificados no comércio: Componentes para motocicletas 24/03/2017

70 Componentes de Motocicletas Título do evento com certificação compulsória Ensaios para componentes de motocicletas: Portaria nº 50 de 2014 Escapamentos para motocicletas Resistência à corrosão ABNT NBR 8094:1983 Material metálico revestido e não revestido - Corrosão por exposição à névoa salina. Portaria nº 44 de 2014 Corrente de transmissão para motocicletas ISO 10190: 2008 Motorcycle chains Characteristics and test methods ISO 15654:2004 Fatigue test method for transmission precision roller chains ABNT NBR ISO 148-1: Materiais metálicos Ensaio de impacto por pêndulo Charpy - Parte 1: Método de ensaio ABNT NBR 6158:1995 Sistema de tolerâncias e ajustes Ensaios de vida útil, dimensionais, resistência à tração e lubrificante de proteção

71 Componentes de Motocicletas Título do evento com certificação compulsória Portaria nº 45 de 2014 Coroas para motocicletas ABNT NBR NM ISO : Materiais metálicos - Ensaio de dureza Rockwell - Parte 1: Método de ensaio (escalas A, B, C, D, E, F, G, H, K, N, T) ABNT NBR 8094: Material metálico revestido e não revestido - Corrosão por exposição à névoa salina - Método de ensaio ABNT NBR 11003: Tintas - Determinação da aderência ISO 10190: Motorcycle chains Characteristics and test methods Ensaios dimensionais e vida útil. Portaria nº 47 de 2014 Pinhões de Motocicletas ABNT NBR NM ISO : Materiais metálicos - Ensaio de dureza Vickers - Parte 1: Método de ensaio ABNT NBR NM ISO : Materiais metálicos - Ensaio de dureza Rockwell - Parte 1: Método de ensaio (escalas A, B, C, D, E, F, G, H, K, N, T) ISO 10190: Motorcycle chains Characteristics and test methods ABNT NBR 6158: Sistema de tolerâncias e ajustes Ensaios dimensionais e vida útil.

72 Os Acordos de Reconhecimento e a Participação em Fóruns Externos Fóruns de Estruturas de Acreditação: IAF - Fórum Internacional de Acreditação. ILAC - Organismo Internacional de Acreditação de Laboratórios. EA - Organismo de Acreditação da União Europeia. IAAC - Cooperação Interamericana de Acreditação. Fóruns de Programas de Avaliação da Conformidade: PEFC (Program for the Endorsement of Forest Certification Schemes) Atuação baseada no monitoramento das boas práticas internacionais

73 REGISTRO DE OBJETOS EMBASAMENTO LEGAL Resolução Conmetro nº 05, de 6/5/2008

74 O Registro é o ato pelo qual o Inmetro, na condição de órgão regulamentador ou em decorrência de competência que lhe seja delegada, autoriza, condicionado a existência do Atestado de Conformidade, a utilização do selo de identificação da conformidade e a comercialização do objeto, conforme previsto na Resolução Conmetro nº 05, de 06 de maio de 2008.

75 Processo de Registro junto ao Inmetro Solicitante Fabricante ou importador Inmetro Inmetro Objeto Certificado pelo OCP Análise Documental (documentos exigidos nos RACs) Objeto Registrado

76 Título Para do evento Análise da Solicitação de Registro CNPJ Condições limitantes do Registro: Planta Fabril Validade do Atestado de Conformidade é determinado nos RAC; Emissão do Atestado de Conformidade, conforme determinado nos RAC; Termo de Compromisso - FOR-Dqual-176 (assinado pelo representante Legal da empresa determinado em seus atoso contitutivos) ; Atos Constitutivos da empresa, de acordo com o Novo Código Civil; Documentos do representante legal da empresa; Marca/Modelo ou Família

77 Manutenção do Registro A manutenção segue o prazo da certificação, independente de quando foi solicitado o registro; Documento formal que comprove a manutenção da certificação, anexando também os relatórios de ensaios de manutenção. Renovação do Registro A renovação respeitará o prazo da certificação, independentemente de quando está sendo solicitado o registro; Mesma documentação da concessão.

78 Taxa de Avaliação da Conformidade Lei nº 9.933/1999 Atualizada de acordo com a Lei nº /2011 Art. 3-A É instituída a Taxa de Avaliação da Conformidade, que tem como fato gerador o exercício do poder de polícia administrativa na área da avaliação da conformidade compulsória, nos termos dos regulamentos baixados pelo Conmetro ou pelo Inmetro. 1º A Taxa de Avaliação da Conformidade, cujos valores constam do Anexo II desta Lei, tem como base de cálculo a apropriação dos custos diretos e indiretos inerentes ao exercício de poder de polícia administrativa da atividade. Dentre as alterações, foi estabelecido que o Inmetro é o responsável pela anuência das mercadorias sujeitas ao licenciamento não automático por ele regulamentadas.

79 Sistema de Registro Orquestra P061 O Inmetro somente visualiza a solicitação de registro 2 dias após o pagamento da GRU pelo fornecedor Conforme determinado na Resolução 05/2008: Art. 14 Cumpridas as exigências para a concessão do registro, o Inmetro deve concedê-lo em até 15 (quinze) dias corridos e dará publicidade desse no seu sítio e no Diário Oficial da União - DOU.

80 Selos de identificação da conformidade

81 FISCALIZAÇÃO DA QUALIDADE EMBASAMENTO LEGAL Lei n.º de 20/12/1999

82 Lei nº de 20/12/1999 Título do evento Art. 3º O Inmetro é competente para: I - elaborar e expedir regulamentos técnicos nas áreas que lhe forem determinadas pelo Conmetro IV - exercer o poder de polícia administrativa na área de Avaliação da Conformidade, em relação aos produtos por ele regulamentados

83 Lei nº de 20/12/1999 Título do evento Art. 4º O Inmetro poderá delegar a execução de atividades de sua competência. Parágrafo único. No que se refere às atribuições relacionadas com a Metrologia Legal e a Certificação Compulsória da Conformidade, dotadas de poder de polícia administrativa, a delegação ficará restrita a entidades públicas que reúnam os atributos necessários para esse cometimento.

84 Lei nº de 20/12/1999 Título do evento Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade A RBMLQ-I é o braço executivo do Inmetro e é composta por 26 Órgãos Delegados, sendo: 23 estaduais (IPEMs) 1 municipal (Fortaleza) 2 administrados pelo Inmetro (Superintendências RS e GO) Convênio entre o Inmetro e esses órgãos delegando atividades de fiscalização, capacitação, entre outras.

85 Acompanhamento no Mercado Processo sistematizado de monitoramento do mercado, com objetivo de evitar a comercialização de produtos que não atendam à regulamentação técnica vigente.

86 Acompanhamento no Mercado Ações da RBMLQ-Inmetro (Fiscalização de Qualidade)

87 Fiscalização Acompanhamento no Mercado Características Atividade descentralizada Realizada em nível nacional através dos órgãos delegados Plano de fiscalização negociado com cada órgão, de acordo com as necessidades específicas dos programas Prestação de contas do cumprimento do plano Operações especiais Acompanhamento no Mercado Fiscalização Verificação da Conformidade

88 Acompanhamento no Mercado - Verificação da Conformidade Objetivos: Acompanhar no mercado os produtos e serviços com a conformidade avaliada, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade SBAC. Analisar se os produtos preservam as características intrínsecas de quando foram avaliados pela primeira vez. São realizados ensaios em laboratórios acreditados para verificar o grau de atendimento do produto aos requisitos normativos. Nota: A verificação da conformidade é implementada através de uma programação específica

89 Acompanhamento no Mercado - Fiscalização Fiscalização: é a análise do aspecto formal, ou seja, verifica se as exigências legais foram obedecidas pelo fornecedor do produto. Identifica fornecedores que não submeteram seus produtos a uma avaliação da conformidade estabelecida no regulamento e aplica punições (multas ou interdições) a esses infratores.

90 Evolução das Ações de Fiscalização dos Produtos Regulamentados (jan-jun) Realizado

91 As ações de Avaliação da Conformidade propiciam: Indução aos processos de qualidade Fortalecimento do mercado interno Proteção do consumidor Competitividade Aumento nas exportações Fortalecimento da Concorrência Principal produto CREDIBILIDADE

92 Título do evento Home Page do Inmetro Ouvidoria Portal do Consumidor Diretoria de Avaliação da Conformidade

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