INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE COMPONENTES AUTOMOTIVOS SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS ESCOPO MANUTENÇÃO...

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1 Página 1 de 59 SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS ESCOPO MANUTENÇÃO REFERÊNCIAS SIGLAS E DEFINIÇÕES QUALIFICAÇÃO DA EQUIPE DE AUDITORES CONDIÇÕES GERAIS PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO TRATAMENTO DE RECLAMAÇÕES AUTORIZAÇÃO PARA USO DO SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE RESPONSABILIDADES E OBRIGAÇÕES PENALIDADES USO DE LABORATÓRIO DE ENSAIO ATIVIDADES EXECUTADAS POR ORGANISMOS ESTRANGEIROS ENCERRAMENTO DA CERTIFICAÇÃO REQUISITOS DE SEGURANÇA DO PRODUTO ANEXO A SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE ANEXO B MEMORIAL DESCRITIVO PARA AMORTECEDORES DA SUSPENSÃO ANEXO C MEMORIAL DESCRITIVO BOMBA ELÉTRICA DE COMBUSTÍVEL PARA MOTORES DO CICLO OTTO ANEXO D MEMORIAL DESCRITIVO PARA BUZINA OU EQUIPAMENTO SIMILAR UTILIZADO EM VEÍCULOS RODOVIÁRIOS AUTOMOTORES ANEXO E MEMORIAL DESCRITIVO PARA PISTÕES DE LIGA LEVE DE ALUMÍNIO, PINOS E ANÉIS DE TRAVA (RETENÇÃO) ANEXO F MEMORIAL DESCRITIVO PARA ANÉIS DE PISTÃO ANEXO G MEMORIAL DESCRITIVO PARA BRONZINAS ANEXO H MEMORIAL DESCRITIVO PARA LÂMPADAS PARA VEÍCULOS... 57

2 Página 2 de 59 ANEXO I MEMORIAL DESCRITIVO PARA BATERIAS CHUMBO-ÁCIDO PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES ANEXO J MEMORIAL DESCRITIVO PARA TERMINAIS DE DIREÇÃO, BARRAS DE DIREÇÃO, BARRAS DE LIGAÇÃO E TERMINAIS AXIAIS... 59

3 Página 3 de HISTÓRICO DE MUDANÇAS PÁGINA SUMÁRIO DE MUDANÇA DATA ELABORADO APROVADO Todas Primeira Emissão 08/08/2011 Marcelo Velenosi Paulo Facchini Revisão Geral em adequação aos requisitos Todas das portarias Inmetro n s 14/12/2012 João R.M.Maino Paulo Facchini 275/2012, 239/2012 e 299/2012 Várias Revisão Geral em adequação aos requisitos das portarias Inmetro n s 247/2013, 268/2013 e 16/ /12/2013 Felipe Meira Paulo Facchini

4 Página 4 de ESCOPO Esta instrução técnica tem por finalidade estabelecer os critérios para o Programa de Avaliação da Conformidade para Componentes Automotivos, com foco na segurança, através do mecanismo de certificação compulsória, atendendo aos requisitos especificados nas normas técnicas de cada produto, visando reduzir acidentes em vias públicas. Esta atividade de certificação é realizada de acordo com o disposto no ISO/IEC Guia 65. Esta instrução técnica deve ser usada para a certificação do objeto, em associação com o procedimento GP01P-BR e as normas técnicas correspondentes. 3. MANUTENÇÃO A responsabilidade pela manutenção e atualização deste Procedimento é do Coordenador Técnico da área e a aprovação é do Diretor de Certificação de Produto. 4. REFERÊNCIAS GP01 P- BR Instrução Normativa Ibama n. 2, de 24 de março de 2011 Instrução Normativa Ibama n 3, de 30 de março de 2010 (em revisão) Lei nº , 2/08/2010 Portaria Inmetro n. 16, de 11 de janeiro de 2013 Portaria n.º 301 de 21 de julho de do INMETRO Portaria Inmetro n.º 361, de 06 de setembro de 2011 ou sua sucessora Portaria Inmetro n. 275, de 31 de maio de 2012 Portaria Inmetro n.º 491, de 13 de dezembro de 2010 ou sua sucessora Portaria Inmetro n. 239, de 9 de maio de 2012 Portaria Inmetro n. 247 de 3 de maio de 2013 Portaria Inmetro n. 268 de 28 de maio de 2013 Procedimento para Certificação de Produtos. Prorroga o prazo de declaração do Formulário de Pilhas e Baterias, que compõe o Relatório Anual de Atividades 2011, ano-base 2010, até 21 de junho de Institui os procedimentos complementares relativos ao controle, fiscalização, laudos físico-químicos e análises, necessários ao cumprimento da Resolução CONAMA n.º 401, de 4 de novembro de Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Determina mudanças na redação de parágrafos da Portaria Inmetro n 301, de 21 de julho de 2011 Requisitos de Avaliação da Conformidade para Componentes Automotivos Aprova os Requisitos Gerais de Certificação de Produto - RGCP Determina mudanças na redação de parágrafos da Portaria Inmetro n 301, de 21 de julho de 2011 Aprova o procedimento para concessão, manutenção e renovação do Registro de Objeto Aprova o Regulamento Técnico da Qualidade para Baterias Chumbo-ácido para Veículos Automotores e Motocicletas Aprova o Regulamento Técnico da Qualidade para Terminais de Direção, Barras de Direção, Barras de Ligação e Terminais Axiais Aprova os Requisitos de Avaliação da Conformidade para Terminais de Direção, Barras de Direção, Barras de Ligação e Terminais Axiais

5 Página 5 de 59 Portaria Inmetro n. 299, de 14 de junho de 2012 Resolução n.º 04 de 02 de dezembro de 2002 do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (CONMETRO) Resolução Conama n. 401/2008 ABNT/ISO/IEC Guia 2: 1998 Resolução Conama 424/2010 ABNT/ISO/IEC Guia 65: 1998 ABNT NBR IEC CISPR 25 ISO 2639 ABNT NBR NM 87 ABNT NBR NM 136 ABNT NBR NM 334 ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO 3548 ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO 4379 ABNT NBR ISO 4381 ABNT NBR ISO ISO Aprova os Requisitos de Avaliação da Conformidade de Baterias Chumbo-ácido para Veículos Termo de referência do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade SBAC Estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio Normalização e Atividades Relacionadas Vocabulário Geral Revoga o parágrafo único do Art. 16 da Resolução n. 401/2008 Requisitos gerais para organismos que operam sistemas de certificação de produtos Características de distúrbios de radiofrequência Limites e métodos de medição para proteção de receptores embarcados Steels Determination and verification of the depth of carburized and hardened cases Aço-carbono e ligados para construção mecânica Designação e composição química Tratamentos térmicos de aço Terminologia e definição Ensaios não destrutivos líquidos penetrantes Detecção de descontinuidades Bronzinas planas Buchas conformadas Parte 1: Dimensões Bronzinas planas Buchas conformadas Parte 2: Dados de ensaio para diâmetros externo e interno Bronzinas planas Buchas conformadas Parte 3: Furos, canais e mossas de lubrificação Bronzinas planas Buchas conformadas Parte 4: Materiais Bronzinas planas Buchas conformadas Parte 5: Checagem do diâmetro externo Bronzinas planas Buchas conformadas Parte 6: Checagem do diâmetro interno Bronzinas planas Buchas conformadas Parte 7: Medição da espessura de parede de buchas de parede fina Bronzinas planas Bronzinas de paredes finas com ou sem flange Tolerâncias, características de projeto e métodos de ensaio Bronzinas planas Bronzinas de paredes finas com ou sem flange Parte 2: Medição da espessura de parede e da espessura do flange Mancais de deslizamento - Termos, definições e classificação Parte 1: Projeto, materiais para mancais e suas propriedades Bronzinas planas Buchas em ligas de cobre Bronzinas planas Ligas fundidas de chumbo e estanho para bronzinas planas multicamada Bronzinas planas Ligas de cobre Parte 1: Ligas de cobre fundidas para bronzinas de parede grossa sólidas e de multicamada Plain bearings - Copper alloys - Part 2 - Whought copper al-

6 Página 6 de 59 ISO 4383 ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO 4287 ABNT NBR ISO 4288 ABNT NBR 5535 ABNT NBR 5536 ABNT NBR 6067 ABNT NBR 6080 ABNT NBR ISO 6279 ABNT NBR NM ISO ISO 6506 (todas as partes) ABNT NBR NM ISO 6507 (todas as partes) ABNT NBR NM ISO 6508 (todas as partes) ABNT NBR ISO 6524 ABNT NBR ISO 6525 ABNT NBR ISO 6526 ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO 6623 ABNT NBR ISO loys for solid plain bearings Plain bearings -- Multilayer materials for thin-walled plain bearings Bronzinas planas Ensaio de dureza de metais de deslizamento Parte 1: Materiais compostos Bronzinas planas Ensaio de dureza de metais de deslizamento Parte 2: Materiais sólidos Especificações geométricas do produto (GPS) Rugosidade: Método do perfil Termos, definições e parâmetros da rugosidade Especificações geométricas do produto (GPS) Rugosidade: Regras e procedimentos para avaliação de rugosidade Buzinas para veículos rodoviários automotores - Requisitos acústicos Veículos rodoviários automotores Ensaio acústico de buzina - Métodos de ensaio Veículos rodoviários automotores, seus rebocados e combinados Classificação, terminologia e definições Veículos rodoviários automotores - Sistema elétrico, eletrônico e iluminação Buzina (terminologia) Bronzinas planas Ligas de alumínio para bronzinas sólidas Materiais metálicos Ensaio de dureza Brinell Parte 1: Método de ensaio Metallic materials Brinell hardness test Materiais metálicos Ensaio de dureza Vickers Materiais metálicos Ensaio de dureza Rockwell Mancais de deslizamento - Bronzinas de paredes finas - Inspeção do comprimento periférico Mancais de deslizamento Arruelas de encosto tipo anel fabricadas a partir de tiras Dimensões e tolerâncias Mancais de deslizamento Semi arruelas de encosto bimetálicas estampadas Características e tolerâncias Motores de combustão interna - Anéis de pistão Parte 1: Vocabulário Motores de combustão interna - Anéis de pistão Parte 2: Princípios de medição para inspeção Motores de combustão interna - Anéis de pistão Parte 3: Especificações de material Motores de combustão interna - Anéis de pistão Parte 4: Especificações gerais Motores de combustão interna - Anéis de pistão Parte 5: Requisitos de qualidade Motores de combustão interna - Anéis de pistão Parte 1: Anéis retangulares feitos de ferro fundido Motores de combustão interna - Anéis de pistão Parte 2: Anéis de pistão retangulares feitos de aço Motores de combustão interna Anéis de pistão Anéis raspadores fabricados de ferro fundido Motores de combustão interna Anéis de pistão Parte 1: Anéis trapezoidais fabricados de ferro fundido

7 Página 7 de 59 ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO 6625 ABNT NBR ISO 6626 ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO 6627 ABNT NBR ISO 6892 ABNT NBR 7014 ABNT NBR 7023 ABNT NBR 8094 ABNT NBR 8095 ISO 9934 (todas as partes) ABNT NBR Motores de combustão interna Anéis de pistão Parte 2: Anéis semitrapezoidais fabricados de ferro fundido Motores de combustão interna Anéis de pistão Parte 3: Anéis trapezoidais fabricados de aço Motores de combustão interna Anéis de pistão Parte 4: Anéis semitrapezoidais fabricados de aço Motores de combustão interna Anéis de pistão Anéis de controle de óleo Motores de combustão interna Anéis de pistão Anéis de controle de óleo com mola helicoidal Motores de combustão interna Anéis de pistão Parte 2: Anéis de controle de óleo com mola helicoidal e altura reduzida fabricados de ferro fundido Motores de combustão interna - Anéis de pistão Parte 3: Anéis de controle de óleo com mola helicoidal fabricados de aço Motores de combustão interna Anéis de pistão Anéis de controle de óleo de três peças expansor / espaçador/segmento Materiais metálicos - Ensaio de tração à temperatura ambiente Buzinas para veículos rodoviários automotoresespecificação Direção Veículos rodoviários automotores Material metálico revestido e não revestido - Corrosão por exposição à névoa salina Material metálico revestido e não-revestido - Corrosão por exposição à atmosfera úmida saturada Non-destructive testing Magnetic particle testing Anéis de trava para furos seção retangular - Especificação ABNT NBR Aço Determinação da profundidade da descarbonetação ABNT NBR Determinação do tamanho de grão de materiais metálicos Procedimento ABNT NBR ISO Veículos rodoviários automotores - Poeira de ensaio para avaliação de filtros parte 1: Poeira de ensaio do Arizona Bronzinas planas Furos, canais e bolsas de lubrificação ABNT NBR ISO Dimensões, tipos, designação e sua aplicação em buchas de deslizamento ISO Plain bearings Quality control techniques and inspection of geometrical and material quality characteristics ABNT NBR ISO Bronzinas planas Características de qualidade Controle estatístico do processo (CEP) ABNT NBR ISO Bronzinas planas Qualidade assegurada Definições, aplicações e ensaio Veículos rodoviários automotores Amortecedores da ABNT NBR suspensão Verificação de desempenho e durabilidade Método de ensaio ABNT NBR Veículos rodoviários automotores, seus rebocados e combinados Classificação. ISO Gears Surface temper etch inspection after grinding ABNT NBR Veículos rodoviários automotores Conjunto bomba de combustível para motores do ciclo Otto - Terminologia ABNT NBR Baterias chumbo-ácido para veículos automotores -

8 Página 8 de 59 ABNT NBR ABNT NBR ABNT NBR ABNT NBR ABNT NBR ABNT NBR ABNT NBR ABNT NBR ABNT NBR ABNT NBR NBR ISO TS ABNT NBR ISO ABNT NBR ISO ABNT NBR IEC ABNT NBR IEC ABNT NBR IEC ABNT NBR IEC DIN Terminologia Veículos rodoviários automotores - Bomba elétrica de combustível para motores do ciclo Otto - Requisitos técnicos Veículos rodoviários automotores Amortecedor da suspensão Classificação, terminologia e identificação Motores de combustão interna de ignição por centelha Pistões de liga leve de alumínio Baterias chumbo-ácido para uso em veículos automotores de quatro ou mais rodas - Requisitos e simbologia. Baterias chumbo-ácido para uso em motocicletas, triciclos e quadriciclos - Requisitos e simbologia. Anéis-trava Arame de seção circular para pinos de pistões Motores de combustão interna de ignição por compressão (Diesel) Pistões de liga leve de alumínio Baterias chumbo-ácido para uso em veículos rodoviários automotores de quatro ou mais rodas - Especificação e métodos de ensaio. Baterias chumbo-ácido para uso em motocicletas, triciclos e quadriciclos Especificação e métodos de ensaio. Ensaios não destrutíveis Partículas magnéticas Detecção de descontinuidades Sistemas de gestão da qualidade Requisitos particulares para aplicação da ABNT NBR ISO 9001 para organizações de produção automotiva e peças de reposição pertinentes Motores de combustão interna Pinos de pistão Parte 1: Especificações gerais Motores de combustão interna Pinos de pistão Parte 2: Princípios de medição de inspeção Base de lâmpadas, porta-lâmpadas, bem como gabaritos para controle de intercambialidade e segurança. Parte 1: Bases de lâmpadas. Lâmpadas de filamento para veículos automotivos Requisitos dimensionais, elétricos e luminosos Lâmpadas para veículos automotivos Requisitos de desempenho Lâmpadas miniaturas System of cone tolerances and cone fits for conical workpieces from C = 1 : 3 to 1 : 500 and lengths from 6 to 630 mm 5. SIGLAS E DEFINIÇÕES 5.1 SIGLAS ABNT CNPJ C10 C20 CCA Conama db Associação Brasileira de Normas Técnicas Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica Capacidade nominal no regime de 10 horas Capacidade nominal no regime de 20 horas Corrente de partida a frio Conselho Nacional do Meio Ambiente Decibel

9 Página 9 de 59 G DIN Ibama INMETRO L M M1 M2 M3 N N1 N2 N3 NBR NM O O1 O2 O3 O4 OCP RC RAC RGCP RTQ SBAC VENT VRLA Categoria de veículos fora-de-estrada German Institute for Standardization Instituto Brasileiro do Maio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. Categoria de veículos automotores com menos de quatro rodas Categoria de veículos rodoviários que contém, pelo menos, quatro rodas, projetados e construídos para o transporte de passageiros Categoria de veículos projetados e construídos para o transporte de passageiros, que não tenham mais do que oito assentos, além do assento do condutor Categoria de veículos projetados e construídos para o transporte de passageiros, que tenham mais do que oito assentos, além do assento do condutor, e que contenham uma massa máxima não superior a 5 t Categoria de veículos projetados e construídos para o transporte de passageiros, que tenham mais do que oito assentos, além do assento do condutor, e que contenham uma massa máxima superior a 5 t Categoria de veículos automotores que contém, pelo menos, quatro rodas, projetados e construídos para o transporte de cargas Categoria de veículos projetados e construídos para o transporte de cargas e que contenham uma massa máxima não superior a 3,5 t Categoria de veículos projetados e construídos para o transporte de cargas e que contenham uma massa máxima superior a 3,5 t, porém não superior a 12 t Categoria de veículos projetados e construídos para o transporte de cargas e que contenham uma massa máxima superior a 12 t Norma Brasileira Norma Mercosul Categoria de reboques, incluindo semi-reboques Categoria de reboques com uma massa máxima não superior a 0,75 t Categoria de reboques com uma massa máxima superior a 0,75 t porém superior á 3,5 t Categoria de reboques com uma massa máxima superior a 3,5 t porém superior á 10 t Categoria de reboques com uma massa máxima superior a 10 t Organismo de Certificação de Produto Reserva de capacidade Requisitos de Avaliação da Conformidade Requisitos Gerais de Certificação de Produtos Regulamento Técnico da Qualidade Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade. Bateria chumbo-ácido que utiliza tecnologia do tipo ventilada Bateria chumbo-ácido que utiliza tecnologia do tipo regulada por válvula

10 Página 10 de DEFINIÇÕES Automóveis Para fins deste documento, são denominados automóveis todos os veículos das categorias M e N, tanto para o transporte de passageiros, quanto para o transporte de cargas, de qualquer dimensão ou capacidade, de acordo com a norma ABNT NBR Bateria ou acumulador elétrico chumbo-ácido para veículos automotores Dispositivo composto de um conjunto de células eletroquímicas que, quando carregadas eletricamente, apresentam composição primordial do material ativo de suas placas positivas como sendo o dióxido de chumbo (PbO2) e de suas placas negativas como sendo o chumbo metálico (Pb), e o eletrólito, uma solução aquosa de ácido sulfúrico (H2SO4) podendo ou não estar imobilizada na forma de gel ou absorvida no separador. É destinada ao arranque de motores a combustão e alimentação dos sistemas eletro eletrônicos de veículos automotores. Limitadas à tensão nominal de 12 Volts Bureau Veritas Certification Organismo de certificação acreditado pela CGCRE do Inmetro, de acordo com os critérios estabelecidos com base nos princípios e políticas adotadas no âmbito do SBAC Componente Automotivo É todo tipo de produto aplicável em veículos rodoviários automotores que possui vida útil Altura de encosto (crush) de bronzina Distância pela qual uma bronzina montada sob uma carga pré-determinada de ensaio em um bloco de checagem excede o comprimento semicircular definido pelo diâmetro interno do bloco de checagem Amortecedor Dispositivo utilizado para reduzir ou amortecer oscilações da suspensão durante sua movimentação, com o objetivo de manter os pneus em contato com o solo para proporcionar maior estabilidade, conforto e segurança Anel de Pistão Mola circular metálica com tensão expansora pré-determinada, encaixada em uma canaleta de pistão, vedando contra o diferencial de pressão de gases ou líquidos entre as faces externa e lateral do anel, o diâmetro e canaleta do pistão e a parede do cilindro do motor respectivamente Anel de pistão de uma só peça Anel de pistão formado a partir de uma só peça que se destina à instalação em uma canaleta simples Anel de pistão de múltiplas peças Anel de pistão compreendendo dois ou mais componentes que se destinam à instalação em uma canaleta simples Anel de pistão de Compressão Anel de pistão cuja finalidade principal é evitar o vazamento de gás pelo pistão Anel de pistão de Óleo Anel de pistão com fendas de retorno de óleo ou equivalente, cuja finalidade principal é controlar a espessura do filme (película) de óleo da parede do cilindro Anel de pistão de Óleo com Fendas Anel de óleo com fendas e faces laterais paralelas e duas superfícies de contato. Devido às superfícies de contato estreitas deste tipo de anel, produz-se uma alta pressão de contato.

11 Página 11 de Anel de pistão de Óleo de Chanfros Simétricos Anel de óleo com fendas com superfícies chanfradas nas suas arestas externas. As arestas externas de ambas as superfícies de contato são chanfradas com o objetivo de atingir aumento adicional da pressão de contato e, portanto, um melhor efeito de raspagem do óleo Anel de pistão de Óleo de Chanfros Paralelos Anel de óleo com fendas com superfícies chanfradas em suas arestas ascendentes Anel de pistão Retangular Anel de compressão com uma seção transversal retangular, cuja forma geometricamente simples oferece vedação adequada sob condições de operação normal do motor Anel de pistão Trapezoidal Anel de compressão com ambos os lados cônicos. É utilizado em casos onde está previsto aprisionamento. Devido a sua forma de cunha, qualquer movimento radial do anel alterará sua folga axial e então minimizará o acúmulo de resíduos de combustão Anel de pistão Semitrapezoidal Anel de compressão com uma face lateral cônica apenas. Geralmente a face lateral cônica é aquela de frente para câmara de combustão Anel de pistão Raspador (stepped) Anel com um rebaixo de forma retangular na aresta externa inferior para raspar o óleo da parede do cilindro. Também pode atuar como um anel de compressão Anel de pistão Raspador Napier (rebaixado) Anel raspador com rebaixo raiado Anel de Trava (Retenção) É aquele componente de aplicação automotiva que retêm componentes montados em furos, têm conformação excêntrica e são fixados por efeito de mola em ranhuras nos furos, sendo adequados para limitar movimentos decorrentes de forças axiais Bomba elétrica de combustível para motores do ciclo Otto Motor elétrico acoplado a um dispositivo de bombeamento, responsável por gerar um fluxo de combustível para o sistema de alimentação do veículo, de acordo com a pressão determinada por este sistema Bronzina Componente mecânico que protege contra o desgaste provocado pela fricção entre componentes móveis Bronzina plana Bronzina na qual o tipo de movimento relativo é o deslizamento Buzina Dispositivo de sinalização utilizado em veículos rodoviários automotores, destinado a produzir um som para efeito de advertência Conformabilidade Capacidade de um material de deslizamento de adaptar-se a distorções geométricas de eixos e alojamentos Decibel É uma medida da razão entre duas quantidades que permite definir nível de intensidade sonora.

12 Página 12 de Embedabilidade (capacidade de retenção) Capacidade de um material de deslizamento em reter contaminantes de partículas duras Ensaio de Durabilidade de Amortecedores Ensaio que avalia a vida útil dos amortecedores, através de uma simulação (em máquinas especiais para tal fim) das condições reais de trabalho. *Nota: Para amortecedores de ônibus, caminhão e utilitários com capacidade de carga acima de 1,5t o ensaio de durabilidade deve ser conforme ao item Ensaio de durabilidade para amortecedores de ônibus, caminhão e utilitários com capacidade de carga acima de 1,5t. (N.R.) Ensaio de Resistência à Corrosão de Amortecedores Ensaio que avalia a resistência à corrosão de todos os tipos de amortecedores, após os ensaios de névoa salina e câmara úmida Ensaio de Câmara Úmida Ensaio realizado em uma câmara fechada, para estanqueidade do vapor, e com controle de temperatura Ensaio de Névoa Salina (Corrosão) Ensaio realizado em ambiente com uma solução de cloreto de sódio, pulverizada continuamente como um material atacante Ensaio de Resistência à Tração do Conjunto Amortecedor Ensaio que verifica o desempenho mínimo requerido de resistência à tração do conjunto amortecedor Ensaio de Resistência da Fixação do Assento de Mola de Amortecedor Ensaio que verifica o desempenho mínimo requerido de resistência de fixação do assento de mola Ensaio de Verificação de Bloqueio Hidráulico de Amortecedor Ensaio que verifica a ocorrência de bloqueio hidráulico Ensaio para Homologação de Haste de Amortecedor Ensaio que verifica o desempenho mínimo requerido para hastes de amortecedores Família de Amortecedor Convencional Amortecedor que não tem função estrutural na suspensão do veículo. Nota: para os amortecedores traseiros de motocicleta, é comum que tenham mola externa ao corpo da peça Família de Amortecedor Estrutural Amortecedor que é parte integral do sistema de suspensão e rígido o suficiente para resistir às forças laterais, elevadas nas situações dinâmicas de curvas, aceleração e frenagem. Nota: este amortecedor é geralmente utilizado nas suspensões dianteiras nos veículos Família de Amortecedor Semi-estrutural Amortecedor que possui características tanto do amortecedor convencional, como do amortecedor estrutural. Ele é parte integrante do sistema de suspensão, porém com menor resistência às forças laterais Família de Amortecedor tipo Cartucho Amortecedor que, quando montado na carcaça da suspensão, transforma-se em um amortecedor estrutural.

13 Página 13 de Família de anel de pistão Classe 1 É constituída por anéis com diâmetro menor ou igual à 65 mm Família de anel de pistão Classe 2 É constituída por anéis com diâmetro maior que 65 e menor ou igual à 105 mm Família de anel de pistão Classe 3 É constituída por anéis com diâmetro maior 105 mm Família de Anel de Trava de Seção Circular É constituída por anéis de trava com seção de área circular Família de Anel de Trava Seção Retangular É constituída por anéis de trava com seção de área retangular Famílias de baterias ou acumuladores de chumbo-ácido As famílias de baterias para veículos automotores se caracterizam por tipo de tecnologia e faixa de capacidade nominal (Ah) Faixas de capacidade nominal para baterias As faixas de capacidade nominal (Ah) para cada família de baterias estão definidas nas Tabelas 1 e 2 a seguir: Tabela 1 - Veículos automóveis de quatro ou mais rodas (exceto quadriciclos) Categorias M e N VENT Faixas de capacidade (Ah) VRLA Faixas de capacidade (Ah) Família 1 Até 50 Família 5 Até 50 Família 2 > 50 a 60 Família 6 > 50 a 60 Família 3 > 65 a 95 Família 7 > 65 a 95 Família 4 Acima de 95 Família 8 Acima de 95 Tabela 2 Motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos ou quadriciclos Categoria L VENT Faixas de capacidade (Ah) VRLA Faixas de capacidade (Ah) Família 1 Até 2,5 Família 5 Até 2,5 Família 2 > 2,5 a 5 Família 6 > 2,5 a 5 Família 3 > 5 a 10 Família 7 > 5 a 10 Família 4 Acima de 10 Família 8 Acima de Família de bombas elétricas de combustível - bicombustível Contempla as bombas elétricas de combustível que funcionam com álcool etílico hidratado combustível, gasolina ou qualquer mistura destes Família de bombas elétricas de combustível gasolina tipo C, conforme legislação vigente Contempla as bombas elétricas de combustível que funcionam somente com gasolina tipo C Família de bronzina plana de parede fina Família de bronzinas planas com espessura de parede suficientemente pequena de maneira tal que a geometria da bronzina é influenciada por imperfeições geométricas do diâmetro interno do alojamento.

14 Página 14 de Família de bronzina plana de parede fina flangeada Família de bronzinas planas flangeadas em uma ou ambas extremidades, capaz de suportar uma carga nas direções axial e radial, com espessura de parede suficientemente pequena de maneira tal que a geometria da bronzina será influenciada por imperfeições geométricas do diâmetro interno do alojamento Família de bronzina plana - bucha conformada (ou usinada) Família de bronzinas planas de formato cilíndrico fabricadas a partir de tubos ou com uma tira conformada com um material de camada única ou multicamadas Família de bronzina plana - arruela de encosto Família de placas anulares utilizada para receber esforços axiais em conjunto com uma bronzina plana Família de buzina de funcionamento elétrico Buzina tipo corneta, caracol ou prato, acionada diretamente por corrente elétrica Família de buzina de funcionamento eletropneumático Buzina tipo corneta ou caracol, acionada através de fonte de ar comprimido integrante do sistema ou incorporada, fonte esta acionada eletricamente Família de buzina de funcionamento pneumático Buzina tipo corneta ou caracol, acionada somente por fonte de ar comprimido independente Família de lâmpadas de filamento Cada família corresponde à categoria de lâmpada de filamento, de acordo com a norma técnica ABNT NBR IEC Família de lâmpadas miniatura Cada família corresponde à categoria de lâmpada miniatura, de acordo com a norma técnica ABNT NBR IEC Família de Pino Classe 1 É constituída por pino(s) com diâmetro menor ou igual a 30 mm Família de Pino Classe 2 É constituída por pino(s) com diâmetro maior que 30 e menor ou igual a 60 mm Família de Pino Classe 3 É constituída por pino(s) com diâmetro maior que 60 mm Família de Pistão Classe 1 Ciclo Otto É constituída por pistão(ões) com diâmetro menor ou igual a 65 mm Família de Pistão Classe 2 Ciclo Otto É constituída por pistão(ões) com diâmetro maior que 65 e menor ou igual a 105 mm Família de Pistão Classe 3 Ciclo Otto É constituída por pistão(ões) com diâmetro maior que 105 mm Família de Pistão Classe 1 Ciclo Diesel É constituída por pistão(ões) com diâmetro menor ou igual a 65 mm Família de Pistão Classe 2 Ciclo Diesel É constituída por pistão(ões) com diâmetro maior que 65 e menor ou igual a 105 mm.

15 Página 15 de Família de Pistão Classe 3 Ciclo Diesel É constituída por pistão(ões) com diâmetro maior 105 mm Força Lateral do Amortecedor Força aplicada perpendicularmente ao eixo longitudinal do amortecedor Lâmpada de filamento Lâmpada de filamento com bulbo incolor, se nenhuma outra cor for permitida pela correspondente folha de características da lâmpada Lâmpada miniatura Lâmpadas halógenas e não halógenas, com tensão nominal até 30V e potência nominal até 25W, não inclusas na ABNT NBR IEC Materiais nocivos Materiais existentes nos componentes de bombas elétricas de combustível e buzinas, que não atendem à legislação vigente, como amianto, cádmio, metais pesados (mercúrio), entre outros Motocicletas Para fins deste documento, são denominadas motocicletas todos os veículos da categoria L, com duas ou três rodas e inclusive os quadriciclos, de acordo com a norma ABNT NBR Pino de Pistão Componente cilíndrico de precisão que conecta o pistão à biela e que tem uma superfície periférica dura e lisa Pistão Peça de geometria cilíndrica, geralmente de ligas de alumínio, fechada na parte superior e aberta na parte inferior, composta por reentrâncias, ranhuras e furos, para alojamento de anéis e pinos, que se adapta perfeitamente ao diâmetro do cilindro do motor Tecnologia de baterias reguladas por válvulas (VRLA) Bateria chumbo-ácido selada que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a sua pressão interna excede um valor predeterminado Tecnologia de bateria ventilada ou inundada (Vent) Bateria chumbo-ácido que apresenta seu eletrólito livremente distribuído, sendo provida de uma ou mais aberturas para escape dos gases produzidos Tensão nominal de bateria Valor utilizado para designar a tensão da bateria carregada. Para baterias chumbo ácido este valor é de 2,0Volts por célula ou vaso Válvula de Alívio de bomba elétrica de combustível Válvula de segurança que tem a função de aliviar a pressão da bomba em casos de sobre pressão no sistema (válvula de shut-off) Braços da direção Elementos da direção destinados a transmitir angularmente os esforços e movimentos entre o mecanismo da direção e as rodas direcionais do veículo Braço do mecanismo de direção (braço Pitman) Braço da direção fixado diretamente à árvore de saída do mecanismo da direção e que transmite esforço e movimento angular às barras da direção.

16 Página 16 de Braço auxiliar de direção Braço da direção articulado à estrutura do veículo, com movimento paralelo ao do braço do mecanismo da direção, que tem a finalidade de posicionar as barras da direção e auxiliar a transmissão de esforço e movimento Braço intermediário de direção Braço da direção articulado à estrutura do veículo, que tem a finalidade de posicionar as barras da direção e transmitir esforço e movimento do braço do mecanismo da direção às barras da direção Braço da ponta do eixo veicular direcional Braço da direção fixado ou integrado à ponta do eixo veicular direcional Braço da barra do mecanismo de direção Braço da direção fixado a uma das pontas do eixo veicular direcional e ligado ao braço do mecanismo da direção através da barra do mecanismo da direção. Este braço também pode estar integrado ao braço da ponta do eixo veicular direcional Barras de direção Elementos do sistema de direção destinados a transmitir esforços e movimentos entre o mecanismo da direção e as rodas direcionais do veículo Barra de ligação da direção Barra do sistema de direção com pelo menos uma extremidade ligada diretamente ao braço da ponta do eixo veicular direcional Barra do mecanismo da direção Barra do sistema de direção com uma extremidade ligada ao braço do mecanismo da direção (braço Pitman) e a outra não ligada ao braço da ponta do eixo veicular direcional Barra central de direção Barra do sistema de direção que faz a conexão entre as barras de ligação da direção Categoria M Veículos rodoviários que contém, pelo menos, quatro rodas, projetados e construídos para o transporte de passageiros Categoria M1 Veículos projetados e construídos para o transporte de passageiros, que não tenham mais do que oito assentos, além do assento do condutor Categoria M2 Veículos projetados e construídos para o transporte de passageiros, que tenham mais do que oito assentos, além do assento do condutor, e que contenham uma massa máxima não superior a 5 t Categoria M3 Veículos projetados e construídos para o transporte de passageiros, que tenham mais do que oito assentos, além do assento do condutor e que contenham uma massa máxima superior a 5 t Categoria N Veículos automotores que contém, pelo menos, quatro rodas, projetados e construídos para o transporte de cargas Categoria N1 Veículos projetados e construídos para o transporte de cargas e que contenham uma massa máxima

17 Página 17 de 59 não superior a 3,5 t Categoria N2 Veículos projetados e construídos para o transporte de cargas e que contenham uma massa máxima superior a 3,5 t, porém não superior a 12 t Categoria N3 Veículos projetados e construídos para o transporte de cargas e que contenham uma massa máxima superior a 12 t Categoria O Reboques (incluindo semi-reboque) Categoria O1 Reboques com uma massa máxima não superior a 0,75 t Categoria O2 Reboques com uma massa máxima superior a 0,75 t, porém não superior a 3,5 t Categoria O3 Reboques com uma massa máxima superior a 3,5 t, porém não superior a 10 t Categoria O4 Reboques com uma massa máxima superior a 10 t Categoria G Veículos fora-de-estrada Categoria L Veículos automotores com menos de quatro rodas Designação combinada O símbolo Gǁ deve ser combinado com o símbolo Mǁ ou Nǁ, quando apropriado para uso fora de estrada Terminal de direção e terminal axial - articulações de direção Elementos da direção que vinculam braços e barras permitindo a transmissão de esforço e movimento entre estes.as articulações da direção podem ser de lubrificação periódica ou permanente. 6. QUALIFICAÇÃO DA EQUIPE DE AUDITORES A equipe de auditores deve atender aos requisitos de qualificação de auditores e especialistas do BUREAU VERITAS CERTIFICATION conforme a IA 31 BR (Qualificação e Classificação de Competência de Auditores - Produto). 7. CONDIÇÕES GERAIS 7.1 O BUREAU VERITAS CERTIFICATION tem responsabilidade pela implementação do programa de avaliação da conformidade definido nesta Instrução. 7.2 A identificação da certificação no âmbito do BUREAU VERITAS CERTIFICATION ou do SBAC no produto tem por objetivo indicar a existência de um nível adequado de confiança de que os produtos estão em conformidade com o Regulamento Técnico da Qualidade para Componentes Automotivos

18 Página 18 de 59 anexo a Portaria n.º 301 de 21/07/2011 do INMETRO e com as normas complementares citadas no anexo de cada produto. 7.3 O uso da identificação da certificação no âmbito do BUREAU VERITAS CERTIFICATION ou do SBAC no produto está vinculado à concessão do Certificado de Aprovação emitido pelo BUREAU VERITAS CERTIFICATION, conforme previsto nesta instrução técnica, e aos compromissos assumidos pela empresa através do Contrato de Serviços firmado com o mesmo. Para os Programas de Avaliação da Conformidade dos quais o Registro do Objeto é obrigatório, a autorização para utilização do selo de identificação da conformidade, bem como a comercialização do objeto, é dada pelo Inmetro, condicionada à existência do Certificado de Aprovação. 7.4 O Certificado de Aprovação deve conter no mínimo os dados definidos no GP01P BR e os dados prescritos nos anexos de cada produto. 7.5 Caso haja revisão das normas que servem de referência para a concessão do Certificado de Aprovação, cabe ao Inmetro estabelecer o prazo para adequação às novas exigências. 7.6 O BUREAU VERITAS CERTIFICATION deve verificar a rastreabilidade dos produtos certificados nos controles da empresa licenciada. 7.7 No caso de solicitação de extensão do escopo da certificação, os componentes automotivos pertinentes a esta só poderão ser comercializados a partir do momento em que o BUREAU VERITAS CERTIFICATION aprovar a extensão. Não aplicável a Certificação de Lote Quando o solicitante desejar estender a certificação para modelos adicionais do mesmo projeto básico de um produto, de uma mesma unidade fabril, atendendo às mesmas normas técnicas, poderá solicitar ao BUREAU VERITAS CERTIFICATION a extensão da mesma. A solicitação deve ser feita para um determinado modelo e para uma mesma unidade fabril. Quando o solicitante mudar de localidade ou produzir em mais de uma localidade mantendo o mesmo projeto do produto, atendendo às mesmas normas técnicas, poderá solicitar ao BUREAU VERITAS CERTIFICATION a extensão da certificação, realizando a avaliação do sistema da qualidade da fábrica e os ensaios de acompanhamento O BUREAU VERITAS CERTIFICATION deve determinar se a solicitação de extensão é pertinente, considerando o preenchimento das seguintes condições, para a avaliação como uma série homogênea conforme os anexos de cada produto O BUREAU VERITAS CERTIFICATION deve deliberar quanto à realização de novos ensaios, conforme ANEXO A desta Instrução. 8. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE A identificação da conformidade deve ser gravada na embalagem, de forma clara, indelével e não violável, impresso (em forma de adesivo ou não), contendo o selo com o símbolo do Inmetro, o nº do registro e a logomarca do BUREAU VERITAS CERTIFICATION, podendo seguir um dos modelos do Selo de Identificação da Conformidade descritos no Anexo A, figura B, com exceção dos modelos de selos para baterias chumbo-ácido para veículos automotores que são descritos no Anexo A, figura C. O fornecedor deve manter de forma obrigatória no produto ou na embalagem a identificação de, no mínimo, respeitando a legislação vigente, as seguintes informações: I o mês e o ano de sua fabricação, a exceção de lâmpadas automotivas; II o modelo, a marca e o ano dos veículos aos quais se aplicam; III Selo de Identificação da Conformidade; data de fabricação (mês e ano);

19 Página 19 de 59 IV nome do fornecedor (sua marca, ou razão social ou nome fantasia) e Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ); V país de origem; VI código do produto. 1º As informações referenciadas no inciso II deste artigo poderão ser declaradas em catálogos técnicos nos pontos de venda, de forma clara e indelével, acessível ao consumidor, podendo ser em mídia eletrônica ou em meio físico. 2º As informações referenciadas no inciso II deste artigo aplicáveis aos veículos de produção descontinuada, conforme descrito no inciso III do parágrafo 1º do Art. 6º desta Portaria, deverão ser informadas em catálogos técnicos nos pontos de venda, de forma clara e indelével, acessível ao consumidor, podendo ser em mídia eletrônica ou em meio físico. 3º Os catálogos técnicos referenciados neste artigo deverão conter o número de sua versão, mês e ano de sua atualização. (N.R.) 8.1 Marcação do Produto A identificação da conformidade deve ser gravada no corpo do produto, de forma clara, indelével e não violável, impresso (em forma de adesivo ou não), em baixo ou alto relevo, contendo o I do Inmetro e o número do registro do Inmetro, conforme dimensões e proporções estabelecidas no Anexo A, figura A, com exceção das baterias de chumbo-ácido para veículos automotores cujos modelos estão no Anexo A, figura C Bomba Elétrica de Combustível para Motores do Ciclo OTTO Devido à configuração do produto o Selo de Identificação da Conformidade deve possuir no mínimo 2,5mm Pistões de liga Leve de Alumínio, Pinos e Anéis de Trava (Retenção) Em pistões e pinos a identificação da conformidade gravada no corpo do produto deve conter apenas o I do Inmetro, conforme dimensões e proporções estabelecidas no Anexo A, figura A. Nota: quando não for possível gravar o I do Inmetro devido a pequena dimensão do pino (pinos com espessura de parede menor ou igual a 6 mm, sem chanfros) o selo de identificação da conformidade pode ser apenas impresso na embalagem. Em anéis de trava a identificação da conformidade deve ser gravada na embalagem a aplicação automotiva, de forma clara, indelével e não violável, impresso (em forma de adesivo ou não), contendo o selo com o símbolo do Inmetro, o nº do registro e a logomarca do BUREAU VERITAS CERTIFICATION, podendo seguir um dos modelos do Selo de Identificação da Conformidade descritos no Anexo A, na figura B Anéis de Pistão, Bronzinas, Terminais de direção, barras de direção de ligação e terminais axiais. A identificação da conformidade deve ser gravada apenas na embalagem, de forma clara, indelével e não violável, impresso (em forma de adesivo ou não), contendo o selo com o símbolo do Inmetro, o nº do registro e a logomarca do BUREAU VERITAS CERTIFICATION, podendo seguir um dos modelos do Selo de Identificação da Conformidade descritos no Anexo A, na figura B Lâmpadas para Veículos Automotivo No corpo de lâmpadas de filamento devem estar gravados, de forma clara e indelével, no mínimo, as seguintes informações:

20 Página 20 de 59 Nome comercial ou marca do fabricante ou distribuidor responsável; Tensão nominal; Designação internacional da categoria correspondente; Potência nominal (se lâmpadas de dois filamentos, filamento de alta potência e filamento de baixa potência, nesta ordem). No corpo de lâmpadas miniatura devem estar gravados, de forma clara e indelével, no mínimo, as seguintes informações: Nome comercial ou marca do fabricante ou distribuidor responsável; Tensão nominal e/ou designação internacional da categoria correspondente Bateria chumbo-ácido para veículos automotores Para baterias de chumbo-ácido para veículos automotores, estas devem apresentar gravado em seu corpo, ou de forma impressa através da aplicação de rótulos indeléveis, em áreas facilmente visíveis e legíveis, em língua portuguesa, com resistência mecânica suficiente para suportar o manuseio e intempéries, visando assim preservar as informações nelas contidas durante toda a vida útil da bateria, no mínimo as seguintes informações: a. Razão social do fabricante ou importador; b. CNPJ do fabricante ou importador; c. Endereço do fabricante ou importador; d. País de origem, identificação e endereço do fabricante no exterior, em caso de produto importado; e. Denominação comercial (Marca); f. Data de fabricação (dia/mês/ano ou semana/ano)*; g. Tensão nominal em Volts; h. Capacidade nominal em Ampére-hora (Ah) a 25ºC (regime de descarga de 20 horas para automóveis e 10 horas para motocicletas), não sendo permitido informar no rótulo da bateria a capacidade nominal em outros regimes de descarga e não sendo admitida a utilização de informações alusivas a outros valores de capacidade nominal; i. Reserva de capacidade em minutos a 25ºC**; j. Corrente de partida a frio (CCA) (-18ºC para automóveis e -10ºC para motocicletas e tempo em segundos até a tensão de 6 Volts para baterias de moto); k. Classificação da tecnologia das baterias - para automóveis: Regulada por Válvula, ou se for Ventilada, usando os seguintes termos claramente expressos: Livre de Manutenção, Baixa Manutenção ou Com Manutenção conforme o caso - para motocicletas: Regulada por Válvula, ou Ventilada ; l. Serviço de Atendimento ao Consumidor SAC do detentor do registro do produto junto ao Inmetro; m. Texto informativo sobre a destinação adequada após seu uso: Devem ser devolvidas aos revendedores ou à rede de assistência técnica autorizada para repasse aos fabricantes ou importadores, segundo Resolução Conama 401/2008 ; n. Advertências sobre risco à saúde humana e ao meio ambiente, bem como simbologias sobre cuidados no manuseio do produto, de acordo com o Anexo I da Resolução Conama 401/2008; o. Selo de identificação da conformidade incorporado no rótulo do produto e, quando houver, na embalagem; p. Normas Técnicas da ABNT que a bateria deve atender; q. Peso líquido, em quilogramas (kg), declarado pelo fabricante. * Esta informação pode opcionalmente ser gravada no corpo da bateria. ** Somente para baterias de automóveis.

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