SEGURANÇA DO TRABALHO / MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA / TECNOLOGIA MECÂNICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SEGURANÇA DO TRABALHO / MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA / TECNOLOGIA MECÂNICA"

Transcrição

1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ (IFPI) Aplicação: 26/02/2012 Duração da prova: 04 (quatro) horas SEGURANÇA DO TRABALHO / MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA / TECNOLOGIA MECÂNICA LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO 01 Você está recebendo o seguinte material: a) Um Caderno com as 30(trinta) questões objetivas e 02(duas) subjetivas referentes às partes de Legislação da Educação e Conhecimentos Específicos da área, assim distribuídas: PARTES QUESTÕES VALOR DE CADA VALOR TOTAL QUESTÃO Legislação da Educação/ 1 a objetiva Conhecimento Específico/ 11 a objetiva Conhecimento Específico/subjetiva 31 e b) Um Caderno de Respostas para as questões subjetivas. As respostas às questões subjetivas deverão ser escritas a caneta esferográfica de tinta azul ou preta nos espaços especificados no Caderno de Respostas. c) Um Cartão-resposta destinado às respostas das questões objetivas. 02 Verifique se este material está completo e se o seu nome no Cartão-Resposta está correto. Caso contrário, notifique imediatamente a um dos fiscais de sala. Após a conferência do seu nome no Cartão-resposta, você deverá assiná-lo no espaço próprio, utilizando caneta esferográfica de tinta azul ou preta. 03 Observe no Cartão-resposta as instruções sobre a marcação das respostas às questões objetivas apenas uma resposta por questão. 04 Tenha muito cuidado com o Cartão-resposta, para não dobrar, amassar ou manchar. Este cartão somente poderá ser substituído caso esteja danificado em suas margens superior e/ou inferior barra de reconhecimento para leitura ótica. 05 Coloque no seu Caderno de Respostas o nome no local especificado da primeira página e o número de inscrição no canto direito inferior de todas as páginas. Este número é o seu identificador. 06 O Caderno de Respostas não deve conter outra identificação do candidato. 07 Esta prova é individual. São vedados o uso de calculadora e qualquer comunicação e troca de material entre os presentes, consultas a material bibliográfico, cadernos ou anotações de qualquer espécie. 08 É responsabilidade do candidato certificar-se de que o nome do cargo informado neste Caderno de Questões corresponde ao nome do cargo informado no ato da inscrição. 09 Ao início da prova, verifique, no Caderno de Questões, se a quantidade e a numeração das questões estão corretas. 10 Você dispõe de 4 quatro horas para fazer essa prova, incluindo a marcação do Cartão-resposta e da escrita no Caderno de Respostas. 11 Somente será permitido ao candidato retirar-se da sala de prova após 01 uma hora do seu início. 12 Os 03 (três) últimos candidatos de cada sala somente poderão retirar-se do local simultaneamente. 13 Quando terminar, entregue a um dos fiscais de sala o Cartão-resposta, o Caderno de Respostas e assine a Lista de Presença. Cabe esclarecer que você só poderá sair levando este Caderno de Questões após às 11h. Nome do candidato: Nº Inscrição: 1

2 QUESTÕES OBJETIVAS - LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL 1 O art. 3º do decreto nº 5154/2004 diz: Os cursos e programas de formação inicial e continuada de trabalhadores, referidos no inciso I do art. 1 o, incluídos a capacitação, o aperfeiçoamento, a especialização e a atualização, em todos os níveis de escolaridade, poderão ser ofertados segundo itinerários formativos, objetivando o desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva e social. De acordo com o artigo acima, itinerário formativo significa: A) O conjunto de cursos de educação geral e profissional que juntos compõem o currículo do estudante ao final da graduação. B) As exigências de cada instituição de ensino nos termos de seu projeto pedagógico C) A organização por áreas profissionais em função da estrutura sócio- ocupacional e tecnológica D) O conjunto de etapas que compõem a organização da educação profissional em uma determinada área, possibilitando o aproveitamento contínuo e articulado dos estudos. E) Os objetivos contidos nas diretrizes curriculares nacionais definidos pelo Conselho Nacional de Educação. 2 A educação profissional técnica de nível médio é desenvolvida de forma articulada com o Ensino Médio, observando-se: I Os objetivos contidos nas diretrizes curriculares nacionais definidos pelo Conselho Nacional de Educação; II A carência de cada cidade, levando-se em consideração o ritmo da clientela; III As normas complementares dos respectivos sistemas de ensino; IV As exigências de cada instituição de ensino, nos termos de seu projeto pedagógico. Em relação às assertivas, estão corretas: A) I, III, IV. B) I,II,III. C) II,III,IV. D) I,II,IV. E) I,II,III,IV. 3 Os cursos de educação profissional tecnológica de graduação e pós-graduação serão organizados como seguem abaixo: A) De forma a suprir as necessidades e características de cada região, obedecendo às diretrizes do Conselho Estadual de Educação B) No que concerne à duração, metodologia e avaliação de acordo com as diretrizes do Conselho Estadual de Educação. C) De forma estruturada em etapas com terminalidade gradativa e inclusão de saídas intermediárias. D) No que concerne aos objetivos, características e direção de acordo com as diretrizes curriculares e prioritárias dos Municípios e Estado, respectivamente. E) No que concerne aos objetivos, características e duração de acordo com as diretrizes curriculares nacionais, definidas pelo Conselho Nacional de Educação. 2

3 4 No âmbito do Sistema Federal de Ensino, a Rede Federal de Educação Profissional Científica e Tecnológica, vinculada ao Ministério da Educação, é constituída por várias instituições. Assinale a alternativa em que a instituição citada NÃO é parte deste sistema A) Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia - Institutos Federais. B) Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR. C) Centros Federais de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca - CEFET-RJ e de Minas Gerais - CEFET-MG. D) Centros Técnicos de Capacitação de Recursos Humanos com fins lucrativos. E) Escolas Técnicas Vinculadas às Universidades Federais. 5 O Programa Nacional da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade da Educação de Jovens e Adultos (PROEJA), abrange tanto a formação inicial e continuada de trabalhadores, quanto a educação profissional técnica de nível médio, que deverão ter: A) Uma carga horária mínima de 800 horas para a formação geral e no mínimo 1200 horas para a formação profissional, quando se tratar de formação inicial e continuada de trabalhadores; e uma carga horária mínima de 1000 horas para a formação geral e uma carga horária mínima de 1000 horas para habilitação profissional e técnica. B) Uma carga horária mínima de 1200 horas para a formação geral e no mínimo 200 horas para a formação profissional, quando se tratar de formação inicial e continuada de trabalhadores; e uma carga horária mínima de 1200 horas para a formação geral e uma carga horária mínima de 1200 horas para habilitação profissional e técnica. C) Uma carga horária mínima de 800 horas para a formação geral e no mínimo 1000 horas para a formação profissional, quando se tratar de formação inicial e continuada de trabalhadores; e uma carga horária mínima de 1200 horas para a formação geral e uma carga horária mínima de 800 horas para habilitação profissional e técnica. D) Uma carga horária mínima de 800 horas para a formação geral e no mínimo 400 horas para a formação profissional, quando se tratar de formação inicial e continuada de trabalhadores; e uma carga horária mínima de 2000 horas para a formação geral e uma carga horária mínima de 200 horas para habilitação profissional e técnica. E) Uma carga horária mínima de 800 horas para a formação geral e no mínimo 800 horas para a formação profissional, quando se tratar de formação inicial e continuada de trabalhadores; e uma carga horária mínima de 1600 horas para a formação geral e uma carga horária mínima de 800 horas para habilitação profissional e técnica. 6 O prazo máximo estabelecido, na lei /2008, para que o Diretor-Geral, nomeado para o cargo de Reitor da instituição transformada ou integrada em Instituto Federal elabore e encaminhe ao Ministério da Educação a proposta de estatuto e o plano de desenvolvimento institucional do Instituto Federal, assegurando a participação da comunidade, é de: A) 180 dias B) 120 dias C) 90 dias D) 60 dias E) 30 dias 3

4 7 Dentre as alternativas abaixo, a que NÃO caracteriza forma de extinção do mandato do reitor é: A) Decurso do prazo. B) Aposentadoria. C) Renúncia do cargo. D) Destituição do cargo. E) Adiamento da eleição do novo reitor. 8 Os Institutos Federais tem seus objetivos, finalidades e características próprias. A alternativa que diz respeito a APENAS os objetivos é: A) realizar pesquisas aplicadas, estimulando o desenvolvimento de soluções técnicas e tecnológicas, estendendo seus benefícios à comunidade; e estimular e apoiar processos educativos que levem à geração de trabalho e renda e à emancipação do cidadão sob a perspectiva do desenvolvimento socioeconômico local e regional; B) ministrar cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, objetivando a capacitação, o aperfeiçoamento, a especialização e a atualização de profissionais, em todos os níveis de escolaridade, nas áreas da educação profissional e tecnológica; e desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas às demandas sociais e peculiaridades regionais; C) ministrar educação profissional técnica de nível médio, prioritariamente na forma de cursos integrados, para os concluintes do ensino fundamental e para o público da educação de jovens e adultos; e desenvolver programas de extensão e de divulgação científica e tecnológica; D) orientar sua oferta formativa em benefício da consolidação e fortalecimento dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais, identificados com base no mapeamento das potencialidades de desenvolvimento socioeconômico e cultural no âmbito de atuação do Instituto Federal; e constituir-se em centro de excelência na oferta do ensino de ciências, em geral, e de ciências aplicadas, em particular, estimulando o desenvolvimento de espírito crítico, voltado à investigação empírica; E) realizar e estimular a pesquisa aplicada, a produção cultural, o empreendedorismo, o cooperativismo e o desenvolvimento científico e tecnológico; e desenvolver atividades de extensão de acordo com os princípios e finalidades da educação profissional e tecnológica, em articulação com o mundo do trabalho e os segmentos sociais, e com ênfase na produção, desenvolvimento e difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos. 4

5 9 A nomenclatura dos cursos e programas de Educação Profissional foram atualizadas nos seguintes termos: I Educação Profissional de nível básico passou a denominar-se formação inicial e continuada de trabalhadores ; II Educação Profissional de nível técnico passou a denominar-se Educação Profissional Técnica de nível médio ; III Educação Profissional de nível tecnológico passou a denominar-se Educação Profissional Tecnológica, de graduação e de pós-graduação. A) Apenas I e III estão corretas. B) Apenas II e III estão corretas. C) Apenas I e II estão corretas. D) Apenas III está correta. E) I, II e III estão corretas. 10 O professor Raimundo queria candidatar-se ao cargo de Diretor-Geral do Campus, mas sua candidatura NÃO foi aceita porque: A) Ele era ocupante de cargo efetivo na carreira docente; B) Tinha cargo efetivo de nível superior da carreira dos técnicos administrativos; C) Tinha exercido dois mandatos consecutivos neste cargo; D) Estava na classe de professores associados da carreira do magistério superior; E) Já tinha exercido um mandato de quatro anos. QUESTÕES ESPECÍFICAS-OBJETIVAS 11 As medidas de segurança em instalações elétricas desenergizadas podem ser alteradas, substituídas,ampliadas ou eliminadas, em função das peculiaridades de cada situação, por profissional legalmente habilitado, autorizado e mediante justificativa técnica previamente formalizada.quando essas medidas forem utilizadas, qual nível de segurança deverá ser considerado? A) O mesmo nível de segurança originalmente preconizado. B) O nível superior de segurança ao originalmente preconizado. C) O nível inferior de segurança ao originalmente preconizado. D) O nível um pouco superior ao de segurança originalmente preconizado. E) O nível maior de segurança ao originalmente preconizado. 12 Para fins de aplicação da Norma, NR 12 devem ser considerados os seguintes riscos físicos adicionais exceto: A) Radiações ionizantes, radiações não ionizantes. B) Vibrações. C) Ruído. D) Calor. E) Umidade. 5

6 13 São consideradas medidas de proteção, a serem adotadas em ordem de prioridade, segundo a NR 12, as presentes na alternativa: (A) Medidas de proteção coletiva;medidas administrativas ou de organização do trabalho; e medidas de proteção individual. (B) Medidas de proteção individual;medidas administrativas ou de organização do trabalho; e medidas de proteção coletiva. (C) Medidas administrativas ou de organização do trabalho; e medidas de proteção individual e medidas de proteção coletiva. (D) Medidas administrativas ou de organização do trabalho; medidas de proteção coletiva e medidas de proteção individual. (E) Medidas de proteção individual;medidas; medidas de proteção coletiva; e medidas administrativas ou de organização do trabalho 14 A inspeção de segurança periódica, constituída por exame externo, interno e teste hidrostático, deve obedecer aos seguintes prazos máximos estabelecidos na norma NR 13. Para estabelecimentos que possuam "Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos", um vaso de pressão categoria II, o prazo de inspeção e realização dos exames e teste é respectivamente: (A) 2 anos; 4 anos e 8 anos. (B) 3 anos; 4 anos e 8 anos. (C) 4 anos; 8 anos e 16 anos. (D) 4 anos; 6 anos e 10 anos. (E) 6 anos; 8 anos e 16 anos. 15 O armazenamento de líquidos inflamáveis da Classe I (líquido inflamável tem o ponto de fulgor abaixo de 37,7ºC), em tambores com capacidade até 250 litros, deverá ser feito em lotes de no máximo quantas unidades: (A) 30 (B) 50 (C) 60 (D) 100 (E) Quanto à capacitação dos trabalhos em espaço confinado segundo a NR 33, analise as sentenças abaixo e assinale a alternativa correta : I Todos os trabalhadores autorizados e Vigias devem receber capacitação periodicamente, a cada seis meses. II A capacitação para trabalhadores autorizados e vigias deve ter carga horária mínima de dezesseis horas, ser realizada dentro do horário de trabalho. III A capacitação dos Supervisores de Entrada deve ser realizada dentro do horário de trabalho,com carga horária mínima de quarenta horas. IV Ao término do treinamento deve-se emitir um certificado contendo o nome do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, a especificação do tipo de trabalho e espaço confinado, data e local de realização do treinamento, com as assinaturas dos instrutores. V É vedada a designação para trabalhos em espaços confinados sem a prévia capacitação de qualquer trabalhador. A) Todas as proposições estão corretas. B) Há apenas duas proposições corretas. C) Apenas três proposições estão corretas. D) Há apenas uma proposição correta. E) Não há proposição correta 6

7 17 Os componentes de partida, parada, acionamento e outros controles que compõem a interface de operação das máquinas devem operar em extrabaixa tensão de até em corrente alternada ou de até em corrente contínua. Assinale a alternativa que preencha, de modo correto, as lacunas no fragmento textual acima. A) 12V e 50V. B) 24V e 60V. C) 12V e 60V. D) 25V e 60V. E) 24V e 50V. 18 Segundo o estabelecido pela NR 10, qual é o limite inferior de carga elétrica instalada a partir da qual um estabelecimento deve constituir e manter o Prontuário de Instalações Elétricas? A) 55 kw. B) 95 kw. C) 75 kw. D) 115 kw. E) 135 kw. C) NR 19 e NR 34. D) NR 22 e NR 31. E) NR 33 e NR Para atender à NR-10, o trabalhador que comprovar a conclusão de curso especifico, na área elétrica, reconhecida pelo sistema oficial de ensino, é considerado: A) Qualificado. B) Capacitado. C) Autorizado. D) Habilitado. E) Treinado. 21 Para atender à NR 11 o material empilhado deve ficar afastado das estruturas laterais do prédio a uma distância de pelo menos: A) 0,20m (vinte centímetros). B) 0,30m (trinta centímetros). C) 0,40m (quarenta centímetros). D) 0,45m (quarenta e cinco centímetros). E) 0,50m (cinquenta centímetros). 19 Com base na Portaria nº 3.214, de 8 de junho de 1978, e Portarias Complementares, e considerando os títulos Líquidos Combustíveis e Inflamáveis e Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados, assinale a alternativa que apresenta corretamente a numeração das Normas Regulamentadoras (NR) que correspondem, respectivamente, a esses dois títulos. A) NR 24 e NR 33. B) NR 20 e NR33. 7

8 22 De acordo com a NR 12, os condutores de alimentação elétrica das máquinas e equipamentos devem atender requisitos mínimos de segurança. Julgue as proposições abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta sobre elas: a) Oferecer resistência mecânica compatível com a sua utilização. b) Possuir proteção contra a possibilidade de rompimento mecânico, de contatos abrasivos e de contato com lubrificantes, combustíveis e calor. c) Localização de forma que nenhum segmento fique em contato com as partes móveis ou cantos vivos. d) Facilitar e não impedir o trânsito de pessoas e materiais ou a operação das máquinas. e) Não oferecer quaisquer outros tipos de riscos na sua localização; f) Ser constituídos de materiais que não propaguem o fogo, ou seja, autoextinguíveis, e não emitirem substâncias tóxicas em caso de aquecimento. A) Todas as proposições estão corretas B) Há apenas duas proposições corretas. C) Apenas três proposições estão corretas D) Há apenas uma proposição correta E) Não há proposição correta 23 Quanto a definições usadas na Norma Regulamentadora NR 10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, analise as sentenças abaixo e marque a alternativa correta: I Pessoa Advertida - Pessoa informada e com conhecimento suficiente para evitar os perigos da eletricidade. II Obstáculo: elemento que impede o contato intencional, mas não impede o contato direto por ação deliberada. III Invólucro: envoltório de partes energizadas destinado a impedir qualquer contato com partes internas. IV Barreira: dispositivo que impede qualquer contato com partes energizadas das instalações elétricas. V Direito de Recusa: instrumento que assegura ao trabalhador a interrupção de uma atividade de trabalho por considerar que ela envolve grave e iminente risco para sua segurança e saúde ou de outras pessoas. A) Todas as proposições estão corretas; B) Há apenas duas proposições corretas; C) Apenas três proposições estão corretas; D) Há apenas uma proposição correta; E) Não há proposição correta. 24 O reticulado cristalino do ferro, na forma alotrópica delta, é: A) Cúbico Simples; B) Cúbico de corpo centrado; C) Cúbico de face centrada; D) Hexagonal compacto; E) Tetragonal. 8

9 25 Com relação ao tratamento térmico denominado têmpera, é correto afirmar que: A) Visa à obtenção de perlita; B) Exige, geralmente, resfriamento lento, a partir da temperatura de austenitização; C) A escolha do meio de resfriamento não depende da dureza final desejada e nem da capacidade de endurecimento do aço; D) Deve ser realizado após o revenido; E) O constituinte obtido no final do tratamento é a martensita que transfere sua elevada dureza e grande fragilidade ao aço. 26 Em relação aos tratamentos térmicos dos aços, é FALSO afirmar que: A) O revenido é realizado a uma temperatura inferior à zona crítica; B) A normalização tem por objetivo refinar e homogeneizar a estrutura do aço; C) Para peças de pequenas dimensões, o recozimento pleno pode ser substituído pelo recozimento isotérmico; D) O recozimento é realizado em três etapas: deformação, austenitização e crescimento de grão; Uma das principais finalidades do recozimento é eliminar o efeito do encruamento. 27 A estrutura bainita é tão dura quanto a martensita, porém é mais tenaz, podendo substituir a martensita revenida. O tratamento isotérmico que visa à obtenção desta estrutura no aço é denominado: A) Martêmpera; B) Revenido; C) Austêmpera; D) Recozimento isotérmico; E) Têmpera superficial. 28 Em relação ao tratamento termoquímico denominado cementação, é correto afirmar que: A) O endurecimento superficial é promovido pela formação de uma fina camada de martensita; B) É normalmente realizada em aços de elevado teor de carbono; C) A cementação sólida é o processo que proporciona melhor controle na espessura de camada obtida e também no teor de carbono superficial; D) As temperaturas do processo variam normalmente de 850 C a 950 C, para que o ferro se encontre na forma alotrópica gama; E) O agente carbonetante utilizado na cementação a gás é a amônia anidra. 29 Em relação aos ensaios de microdureza, é correto afirmar que: A) O ensaio Vickers não deve ser utilizado para a determinação da profundidade de têmpera nos aços; B) O ensaio Knoop utiliza um penetrador de diamente em forma de cone; C) O ensaio Vickers pode ser aplicado para qualquer espessura de material, podendo medir dureza superficial; D) O penetrador utilizado no ensaio Vickers tem a forma de uma pirâmide alongada; E) Utilizando a mesma carga, a profundidade da impressão Knoop é sempre maior do que a impressão Vickers. 9

10 30 Em relação ao ensaio de dureza Brinell, assinale a alternativa FALSA. A) A impressão obtida tem o formato de uma calota esférica; B) O penetrador é uma esfera de aço e, para materiais mais duros, a esfera de aço é substituída por esfera de carboneto de tungstênio; C) A distância entre duas impressões Brinell deve ser no mínimo igual a cinco vezes o diâmetro da impressão obtida; D) Não é indicado para peças que foram nitretadas ou cementadas; E) Para a determinação da dureza Brinell, é utilizada a área da calota projetada no plano da superfície do corpo de prova. QUESTÕES SUBJETIVAS (Mínimo de 20 linhas e Máximo de 30 linhas) 31 Segundo a Norma Regulamentadora NR - 12, a concepção de máquinas deve atender ao princípio da falha segura. Explique e exemplifique o que vem a ser esse princípio. 32 Discorra sobre estricção e módulo de elasticidade em relação ao ensaio de tração. 10

VALOR TOTAL QUESTÃO Legislação da Educação/ 1 a 10 2 20. 31 e 32 20 40

VALOR TOTAL QUESTÃO Legislação da Educação/ 1 a 10 2 20. 31 e 32 20 40 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ (IFPI) Aplicação: 26/02/2012 Duração da prova: 04 (quatro) horas ELETRÔNICA LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO 01 Você está recebendo o seguinte

Leia mais

DESENHO TÉCNICO MECÂNICO / DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR

DESENHO TÉCNICO MECÂNICO / DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ (IFPI) Aplicação: 26/02/2012 Duração da prova: 04 (quatro) horas DESENHO TÉCNICO MECÂNICO / DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR LEIA COM ATENÇÃO

Leia mais

TERMODINÂMICA APLICADA/MÁQUINAS TÉRMICAS/MECÂNICA DOS FLUIDOS/REFRIGERAÇÃO/CLIMATIZAÇÃO/TRANSFERÊNCIA DE CALOR

TERMODINÂMICA APLICADA/MÁQUINAS TÉRMICAS/MECÂNICA DOS FLUIDOS/REFRIGERAÇÃO/CLIMATIZAÇÃO/TRANSFERÊNCIA DE CALOR INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ (IFPI) Aplicação: 26/02/2012 Duração da prova: 04 (quatro) horas TERMODINÂMICA APLICADA/MÁQUINAS TÉRMICAS/MECÂNICA DOS FLUIDOS/REFRIGERAÇÃO/CLIMATIZAÇÃO/TRANSFERÊNCIA

Leia mais

TOPOGRAFIA / SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO / DESENHO BÁSICO

TOPOGRAFIA / SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO / DESENHO BÁSICO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ (IFPI) Aplicação: 26/02/2012 Duração da prova: 04 (quatro) horas TOPOGRAFIA / SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO / DESENHO BÁSICO LEIA COM ATENÇÃO

Leia mais

EDIFICAÇÕES: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO/ TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES/ QUALIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL

EDIFICAÇÕES: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO/ TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES/ QUALIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ (IFPI) Aplicação: 26/02/2012 Duração da prova: 04 (quatro) horas EDIFICAÇÕES: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO/ TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES/ QUALIDADE

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Página 1 de 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.095, DE 24 DE ABRIL DE 2007. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 239, DE 2012

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 239, DE 2012 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 239, DE 2012 O CONGRESSO NACIONAL decreta: Altera a Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, que institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica

Leia mais

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS TECNOLOGIA DOS MATERIAIS Aula 7: Tratamentos em Metais Térmicos Termoquímicos CEPEP - Escola Técnica Prof.: Transformações - Curva C Curva TTT Tempo Temperatura Transformação Bainita Quando um aço carbono

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE / BANCO DE DADOS / SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

ENGENHARIA DE SOFTWARE / BANCO DE DADOS / SISTEMAS DISTRIBUÍDOS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ (IFPI) Aplicação: 26/02/2012 Duração da prova: 04 (quatro) horas ENGENHARIA DE SOFTWARE / BANCO DE DADOS / SISTEMAS DISTRIBUÍDOS LEIA COM ATENÇÃO

Leia mais

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Resumo Gabriel Mathias Carneiro Leão1 - IFPR, UFPR Rosane de Fátima Batista Teixeira2 - IFPR Grupo de Trabalho Cultura, Currículo e Saberes

Leia mais

TURISMO E HOSPITALIDADE

TURISMO E HOSPITALIDADE INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ (IFPI) Aplicação: 26/02/2012 Duração da prova: 04 (quatro) horas TURISMO E HOSPITALIDADE LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO 01 Você está

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS IFAL PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROEX 2016

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS IFAL PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROEX 2016 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS IFAL PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROEX 2016 EDITAL DE CHAMADA PARA OFERTA DE CURSOS DE EXTENSÃO A Pró-Reitoria de Extensão PROEX,

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TRATAMENTOS TÉRMICOS E TERMOQUÍMICOS

GLOSSÁRIO DE TRATAMENTOS TÉRMICOS E TERMOQUÍMICOS 1 NITRAMET TRATAMENTO DE METAIS LTDA PABX: 11 2192 3350 nitramet@nitramet.com.br GLOSSÁRIO DE TRATAMENTOS TÉRMICOS E TERMOQUÍMICOS Austêmpera Tratamento isotérmico composto de aquecimento até a temperatura

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA PARECER COREN/SC Nº 013/CT/2013 Assunto: Solicitação de Parecer Técnico acerca de critérios para abertura e funcionamento de Curso de Instrumentação Cirúrgica. I - Do Fato Solicitado Parecer Técnico ao

Leia mais

CEFET-RJ para onde vamos? Fevereiro de 2013 Rio de Janeiro

CEFET-RJ para onde vamos? Fevereiro de 2013 Rio de Janeiro CEFET-RJ para onde vamos? Fevereiro de 2013 Rio de Janeiro Nenhum vento sopra a favor, de quem não sabe para onde ir. (Lucius A. Sêneca) Sumário O resultado do CPC Engenharia Estudantes e professores do

Leia mais

3.2. Os projetos de pesquisa e de extensão deverão, necessariamente, referir-se ao Poder Legislativo e ser vinculados às seguintes linhas temáticas:

3.2. Os projetos de pesquisa e de extensão deverão, necessariamente, referir-se ao Poder Legislativo e ser vinculados às seguintes linhas temáticas: CÂMARA DOS DEPUTADOS DIRETORIA-GERAL DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO FORMAÇÃO DOS GRUPOS DE PESQUISA E EXTENSÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EDITAL Nº 14,

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP. Tecnologia Mecânica

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP. Tecnologia Mecânica CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO CEFET-SP Tecnologia Mecânica Tratamentos térmicos e termo-químicos Recozimento Normalização Têmpera Revenimento Cementação Nitretação Tratamentos Térmicos

Leia mais

PDI 2012-2016 Implementação da Instituição e Organização Acadêmica

PDI 2012-2016 Implementação da Instituição e Organização Acadêmica PDI 2012-2016 Implementação da Instituição e Organização Acadêmica Pró-Reitoria de Ensino do IFG Gilda Guimarães Dulcinéia de Castro Santana Goiânia_ 2012/1 1- PARÂMETROS LEGAIS LEI Nº 11.892, DE 29 DE

Leia mais

Avaliação Serviço em Eletricidade Básica- NR10

Avaliação Serviço em Eletricidade Básica- NR10 Empresa: Instrutor: Nome: DATA: Questões: 01- A NR10 Instalação e Serviços de eletricidade fixam as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalha em instalações elétricas,

Leia mais

MINISTÉRIO)DA)EDUCAÇÃO) ) INSTITUTO)FEDERAL)DE)EDUCAÇÃO,)CIÊNCIA)E) TECNOLOGIA)DO)SUDESTE)DE)MINAS)GERAIS)

MINISTÉRIO)DA)EDUCAÇÃO) ) INSTITUTO)FEDERAL)DE)EDUCAÇÃO,)CIÊNCIA)E) TECNOLOGIA)DO)SUDESTE)DE)MINAS)GERAIS) MINISTÉRIODAEDUCAÇÃO INSTITUTOFEDERALDEEDUCAÇÃO,CIÊNCIAE TECNOLOGIADOSUDESTEDEMINASGERAIS CONCURSOPÚBLICOPARAPROVIMENTODECARGOEFETIVODEDOCENTES ÁREA:EngenhariaMecânica

Leia mais

TECNOLOGIA MECÂNICA. Aula 08. Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) Tratamentos Termo-Físicos e Termo-Químicos

TECNOLOGIA MECÂNICA. Aula 08. Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) Tratamentos Termo-Físicos e Termo-Químicos Aula 08 Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) e Termo-Químicos Prof. Me. Dario de Almeida Jané Tratamentos Térmicos Parte 2 - Introdução - - Recozimento - Normalização - Têmpera - Revenido

Leia mais

UERJ CRR FAT Disciplina ENSAIOS DE MATERIAIS A. Marinho Jr

UERJ CRR FAT Disciplina ENSAIOS DE MATERIAIS A. Marinho Jr Tópico 05 ENSAIOS MECÂNICOS - DUREZA Parte A - Dureza Brinell Introdução A dureza de um material é uma propriedade difícil de definir, que tem diversos significados dependendo da experiência da pessoa

Leia mais

O ordenamento da Pós- Graduação no Brasil: possibilidades para os IFET

O ordenamento da Pós- Graduação no Brasil: possibilidades para os IFET CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior O ordenamento da Pós- Graduação no Brasil: possibilidades para os IFET IFET-RS Bento Gonçalves (RS), 15 de junho de 2009 Maria Beatriz Luce Conselheira

Leia mais

Qualificação e capacitação dos trabalhadores em Segurança do Trabalho na Indústria da Construção. 17 de agosto de 2012

Qualificação e capacitação dos trabalhadores em Segurança do Trabalho na Indústria da Construção. 17 de agosto de 2012 Qualificação e capacitação dos trabalhadores em Segurança do Trabalho na Indústria da Construção 17 de agosto de 2012 Capacitação Habilitação O que é previsto nas normas e requisitos de segurança no trabalho

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.707, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2006. Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração

Leia mais

Art. 2º - Para efeito desta Resolução, considerar-se-á a seguinte nomenclatura e respectivas definições:

Art. 2º - Para efeito desta Resolução, considerar-se-á a seguinte nomenclatura e respectivas definições: RESOLUÇÃO N.º 180/2000-CEE/MT Fixa normas para a oferta da Educação de Jovens e Adultos no Sistema Estadual de Ensino. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições, e com

Leia mais

Dureza de materiais metálicos

Dureza de materiais metálicos Dureza de materiais metálicos Podemos considerar a dureza de um material de engenharia como sendo a propriedade mecânica de resistir à penetração ou riscamento na sua superfície. No caso dos materiais

Leia mais

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE facordao@uol.com.br 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1 CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1. APRESENTAÇÃO É com satisfação que apresentamos este

Leia mais

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO. (FORMAÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL) 2 a FASE

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO. (FORMAÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL) 2 a FASE 10 EDITAL N o 02/2011 (FORMAÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL) 2 a FASE 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das

Leia mais

Disciplina CIÊNCIA DOS MATERIAIS A. Marinho Jr. Materiais polifásicos - Processamentos térmicos

Disciplina CIÊNCIA DOS MATERIAIS A. Marinho Jr. Materiais polifásicos - Processamentos térmicos Tópico 7E Materiais polifásicos - Processamentos térmicos Introdução Já vimos que a deformação plástica de um metal decorre da movimentação interna de discordâncias, fazendo com que planos cristalinos

Leia mais

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE ARQUIVOLOGIA) 2 a FASE

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE ARQUIVOLOGIA) 2 a FASE 18 BNDES EDITAL N o N 02/2011 o 01/2012 - () 2 a FASE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das 5 (cinco)

Leia mais

Contribuição dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia para as Organizações Produtivas e o Desenvolvimento Local

Contribuição dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia para as Organizações Produtivas e o Desenvolvimento Local Contribuição dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia para as Organizações Produtivas e o Desenvolvimento Local 4ª Conferência Brasileira de Arranjos Produtivos Locais Brasília, 29 de

Leia mais

RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) Estabelece Diretrizes Nacionais para a

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira

Leia mais

SOCIOLOGIA. VALOR TOTAL QUESTÃO Legislação da Educação/ 1 a 10 2 20. 31 e 32 20 40

SOCIOLOGIA. VALOR TOTAL QUESTÃO Legislação da Educação/ 1 a 10 2 20. 31 e 32 20 40 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ (IFPI) Aplicação: 26/02/2012 Duração da prova: 04 (quatro) horas SOCIOLOGIA LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO 01 Você está recebendo o seguinte

Leia mais

Tratamento térmico. A.S.D Oliveira

Tratamento térmico. A.S.D Oliveira Tratamento térmico Porque fazer Tratamentos Térmicos? Modificação de propriedades sem alterar composição química, pela modificação da microestrutura Sites de interesse: www.infomet.com.br www.cimm.com.br

Leia mais

ELEMENTOS DE MÁQUINAS/ DINÂMICA DAS MÁQUINAS / MECANISMOS / VIBRAÇÕES DE SISTEMAS MECÂNICO / PROJETO TECNOLÓGICO

ELEMENTOS DE MÁQUINAS/ DINÂMICA DAS MÁQUINAS / MECANISMOS / VIBRAÇÕES DE SISTEMAS MECÂNICO / PROJETO TECNOLÓGICO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PIAUÍ (IFPI) Aplicação: 6/0/01 Duração da prova: 04 (quatro) horas ELEMENTOS DE MÁQUINAS/ DINÂMICA DAS MÁQUINAS / MECANISMOS / VIBRAÇÕES DE SISTEMAS

Leia mais

Vasos de Pressão. Ruy Alexandre Generoso

Vasos de Pressão. Ruy Alexandre Generoso Vasos de Pressão Ruy Alexandre Generoso VASOS DE PRESSÃO DEFINIÇÃO: São equipamentos que contêm fluidos sob pressão, cujo produto P x V seja superior a 8. Em que: Pressão (Kpa) Volume (m 3 ) VASOS DE PRESSÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE 19/2007

RESOLUÇÃO CONSEPE 19/2007 RESOLUÇÃO CONSEPE 19/2007 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO, DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, MODALIDADE LICENCIATURA DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Vice-Reitor

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências.

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências. RESOLUÇÃO CoCEx nº 6667, de 19 de dezembro de 2013. (D.O.E. 21.12.13) (Protocolado 11.5.2443.1.5). Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo

Leia mais

CADERNO DE PROVA 15 DE SETEMBRO DE 2012 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA

CADERNO DE PROVA 15 DE SETEMBRO DE 2012 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA 1 Cada candidato receberá: CADERNO DE PROVA 15 DE SETEMBRO DE 2012 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA - 01 (um) Caderno de Prova de 10 (dez) páginas, contendo 25 (vinte e cinco) questões de múltipla

Leia mais

TRATAMENTOS TÉRMICOS DOS AÇOS

TRATAMENTOS TÉRMICOS DOS AÇOS Tratamentos térmicos dos aços 1 TRATAMENTOS TÉRMICOS DOS AÇOS Os tratamentos térmicos empregados em metais ou ligas metálicas, são definidos como qualquer conjunto de operações de aquecimento e resfriamento,

Leia mais

Prezado colega, você sabia:

Prezado colega, você sabia: Prezado colega, você sabia: 1) Que, de maneira geral, as Normas Regulamentadoras (NRs), do MTE - Ministério do Trabalho e Emprego, estabelecem requisitos mínimos legais e condições com objetivo de implementar

Leia mais

NOVA NR 10 SEGURANÇA EM SERVIÇOS E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

NOVA NR 10 SEGURANÇA EM SERVIÇOS E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS NOVA NR 10 SEGURANÇA EM SERVIÇOS E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Eng. Joaquim Gomes Pereira ------------ Ministério do Trabalho e Emprego DRT/SP 1 NOVA NORMA REGULAMENTADORA Nº 10 NOVA NORMA REGULAMENTADORA Nº

Leia mais

EDITAL Nº 05/2007 PRODOCÊNCIA

EDITAL Nº 05/2007 PRODOCÊNCIA EDITAL Nº 05/2007 PRODOCÊNCIA PROGRAMA DE CONSOLIDAÇÃO DAS LICENCIATURAS MEC/SESu/DEPEM 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR - SESu EDITAL Nº 05/2007 Brasília, 20 junho de 2007

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul EDITAL Nº 031/2015 PROCESSO CLASSIFICATÓRIO DE AFASTAMENTO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DA UNIDADE ORGANIZACIONAL CAMPUS BENTO GONÇALVES DO IFRS O Diretor-Geral da Unidade Organizacional

Leia mais

QUESTÃO 24 PETROBRÁS / 2008

QUESTÃO 24 PETROBRÁS / 2008 QUESTÃO 24 PETROBRÁS / 2008 Um esforço axial de tração gera os valores máximos de tensão (A) normal na seção transversal e de cisalhamento em um plano a 45 o. (B) normal na seção transversal e de cisalhamento

Leia mais

EDITAL Nº 061/2014 PROEX/IFPI

EDITAL Nº 061/2014 PROEX/IFPI SELEÇÃO DE PROJETOS DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO - ProAEx/IFPI SUBPROGRAMA IFPI EM AÇÃO SOCIAL PROJETOS DE INTERVENÇÃO COMUNITÁRIA - PRO-IC EDITAL Nº 061/2014 PROEX/IFPI A Pró-Reitoria

Leia mais

Edital 1/2014. Chamada contínua para incubação de empresas e projetos de base tecnológica

Edital 1/2014. Chamada contínua para incubação de empresas e projetos de base tecnológica Edital 1/2014 Chamada contínua para incubação de empresas e projetos de base tecnológica A (PoloSul.org) torna pública a presente chamada e convida os interessados para apresentar propostas de incubação

Leia mais

MECÂNICA (SUBÁREA: PROCESSOS DE FABRICAÇÃO, MECÂNICA, TRATAMENTO TÉRMICO DE MATERIAIS, ENSAIOS DESTRUTIVOS E NÃO DESTRUTIVOS) GABARITO

MECÂNICA (SUBÁREA: PROCESSOS DE FABRICAÇÃO, MECÂNICA, TRATAMENTO TÉRMICO DE MATERIAIS, ENSAIOS DESTRUTIVOS E NÃO DESTRUTIVOS) GABARITO CONCURSO PÚBLICO DOCENTE IFMS EDITAL Nº 002/2013 CCP IFMS MECÂNICA (SUBÁREA: PROCESSOS DE FABRICAÇÃO, MECÂNICA, TRATAMENTO TÉRMICO DE MATERIAIS, ENSAIOS DESTRUTIVOS E NÃO DESTRUTIVOS) Uso exclusivo do

Leia mais

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular Daiele Zuquetto Rosa 1 Resumo: O presente trabalho objetiva socializar uma das estratégias de integração curricular em aplicação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Sumário TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO I Da Caracterização do Curso... 3 CAPÍTULO

Leia mais

física EXAME DISCURSIVO 2ª fase 30/11/2014

física EXAME DISCURSIVO 2ª fase 30/11/2014 EXAME DISCURSIVO 2ª fase 30/11/2014 física Caderno de prova Este caderno, com dezesseis páginas numeradas sequencialmente, contém dez questões de Física. Não abra o caderno antes de receber autorização.

Leia mais

AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 1. FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 1. FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL GLOSSÁRIO EDUCAÇÃO PROFISSIONAL SENAC DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RIO DE JANEIRO NOVEMBRO/2009 AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Ações educativas destinadas ao desenvolvimento de competências necessárias

Leia mais

TÍTULO I DAS ENTIDADES

TÍTULO I DAS ENTIDADES RESOLUÇÃO Nº 444 DE 27 DE ABRIL DE 2006. 1205 Ementa: Dispõe sobre a regulação de cursos de pós-graduação lato sensu de caráter profissional. O Conselho Federal de Farmácia, no uso das atribuições que

Leia mais

PROFIAP Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional

PROFIAP Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional 1 PROFIAP Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Capítulo I Objetivos Artigo 1º - O Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional (PROFIAP) tem

Leia mais

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD.

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 203. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. GESTÃO EAD Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS. EDITAL 93/2010 de 31 de agosto de 2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS. EDITAL 93/2010 de 31 de agosto de 2010 1. OBJETIVOS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS EDITAL 93/2010 de 31 de agosto de 2010 A Diretora de Graduação do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.529, DE 12 DE JUNHO DE 2007

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.529, DE 12 DE JUNHO DE 2007 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.529, DE 12 DE JUNHO DE 2007 Dispõe sobre a oferta de cursos de pósgraduação lato sensu

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 176/04-CEE/MT.

RESOLUÇÃO N. 176/04-CEE/MT. RESOLUÇÃO N. 176/04-CEE/MT. Estabelece Diretrizes para a organização e a realização de Estágio de alunos da Educação Profissional de Nível Técnico e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação

Leia mais

Proposta de Resolução Ementa:

Proposta de Resolução Ementa: Proposta de Resolução Ementa: Dispõe sobre a regulamentação de Título de Especialista e de Especialista Profissional Farmacêutico e sobre normas e procedimentos para seu registro O Conselho Federal de

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013.

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. REESTRUTURA O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO, O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FAZENDA VILANOVA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PEDRO ANTONIO DORNELLES, PREFEITO

Leia mais

Instruções para preenchimento do formulário de CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO

Instruções para preenchimento do formulário de CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO Instruções para preenchimento do formulário de CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO As instruções a seguir orientam a elaboração de propostas de Cursos de Aperfeiçoamento para aprovação e registro no Sistema de Informações

Leia mais

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto?

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto? A EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA E O FUTURO Arnaldo Niskier 1 - Qual a relação existente entre as transformações do mundo educacional e profissional e a educação à distância? A educação à distância pressupõe uma

Leia mais

GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO PROPe

GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO PROPe REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO PROPe Sumário Título I Dos Cursos de Pós Graduação e suas finalidades...1 Título II Dos Cursos de Pós Graduação em Sentido Lato...1 Título III Dos Cursos de

Leia mais

NR 10 - SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

NR 10 - SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE NR 10: Portaria n.º 598, de 07/12/2004 (D.O.U. de 08/12/2004 Seção 1) Ementas: Portaria n.º 126, de 03/06/2005 (D.O.U. de 06/06/2005 Seção 1) NR 10 - SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012. RESOLUÇÃO CONSEACC/SP 04/2012 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA, DO CAMPUS SÃO PAULO DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus

Leia mais

RESOLUÇÃO N 26/95 - CUn

RESOLUÇÃO N 26/95 - CUn RESOLUÇÃO N 26/95 - CUn INSTITUI O PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DO PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO E ESTABELECE NORMAS PARA A CONCESSÃO DE HORÁRIO PARA SERVIDORES ESTUDANTES, AFASTAMENTO PARA ESTUDOS E PROMOÇÃO

Leia mais

NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS

NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES

Leia mais

Curso de Especialização em GESTÃO DE CIDADES E PLANEJAMENTO URBANO

Curso de Especialização em GESTÃO DE CIDADES E PLANEJAMENTO URBANO Curso de Especialização em GESTÃO DE CIDADES E PLANEJAMENTO URBANO ÁREA DO CONHECIMENTO: Administração NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Gestão de Cidades e Planejamento

Leia mais

CEFET-RJ para onde vamos? Fevereiro de 2013 Rio de Janeiro

CEFET-RJ para onde vamos? Fevereiro de 2013 Rio de Janeiro CEFET-RJ para onde vamos? Fevereiro de 2013 Rio de Janeiro Nenhum vento sopra a favor, de quem não sabe para onde ir. (Lucius A. Sêneca) Sumário O resultado do CPC Engenharia Estudantes e professores do

Leia mais

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 Destaques da Proposta de Programa de Capacitação dos Servidores Técnico- Administrativos em Educação aprovados durante a 435ª Reunião do Conselho Diretor PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 ALTERAÇÕES GERAIS

Leia mais

MÓDULO II PISO SALARIAL PROFISSIONAL NACIONAL

MÓDULO II PISO SALARIAL PROFISSIONAL NACIONAL MÓDULO II PISO SALARIAL PROFISSIONAL NACIONAL LEGISLAÇÃO BÁSICA LEI Nº 11.738, DE 16/07/2008 1 Profissionais têm direito ao piso piso. O art. 1º e o 2º do art. 2º definem quais profissionais têm direito

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA RESOLUÇÃO Nº 06/2013 DO CONSELHO DIRETOR SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Institui o Programa de Apoio à Qualificação (QUALI-UFU) mediante o custeio de ações de qualificação para os servidores efetivos: docentes

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGO EFETIVO PROFESSOR DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO Edital 12/2015 Campus São João del-rei

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGO EFETIVO PROFESSOR DE ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO Edital 12/2015 Campus São João del-rei CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGO EFETIVO Tema 01: ELETRICIDADE BÁSICA E CIRCUITOS EM CC Um fabricante de isoladores informa que seu produto, no formato de um cilindro, como mostrado na Figura

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE

Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais;

O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais; LEI Nº 2451 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Dispõe sobre o estágio de estudantes junto ao poder público Municipal, suas autarquias e fundações e dá outras providencias. O PREFEITO MUNICIPAL DE GUANHÃES, Estado

Leia mais

PROVA DE LEGISLAÇÃO Apenas as alternativas II e III são garantias contratuais admitidas para contratos com a Administração Pública.

PROVA DE LEGISLAÇÃO Apenas as alternativas II e III são garantias contratuais admitidas para contratos com a Administração Pública. PROVA DE LEGISLAÇÃO 1 São admitidas como garantias contratuais para as contratações de obras, serviços e compras efetuados pela Administração Pública: I Hipoteca de imóveis. II Seguro-garantia. III Fiança

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 52/11. Aprova Bolsa Formação do PRONATEC

RESOLUÇÃO Nº 52/11. Aprova Bolsa Formação do PRONATEC RESOLUÇÃO Nº 52/11. Aprova Bolsa Formação do PRONATEC O CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, e, tendo vista o contido no parecer exarado pelo

Leia mais

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO) 2 a FASE

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO) 2 a FASE 14 BNDES EDITAL N o N 02/2011 o 01/2012 - () 2 a FASE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das 5 (cinco)

Leia mais

Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei:

Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte lei: LEI Nº 1512/2009 SÚMULA: Cria o Conselho Municipal da Educação. Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná aprovou e eu, ALBARI GUIMORVAM FONSECA DOS SANTOS, sanciono a seguinte

Leia mais

Materiais em Engenharia. Aula Teórica 6. Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza)

Materiais em Engenharia. Aula Teórica 6. Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza) Aula Teórica 6 Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza) 1 ENSAIO DE TRACÇÃO A partir dos valores da força (F) e do alongamento ( I) do provete obtêm-se

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR N.º 63, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2005.

LEI COMPLEMENTAR N.º 63, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2005. LEI COMPLEMENTAR N.º 63, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2005. ALTERA DISPOSITIVOS DA LEI COMPLEMENTAR N.º 45, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2004 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL DE BARRETOS, ESTADO DE SÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS COORDENAÇÃO DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS EDITAL CGDP/SRH Nº 010/2013

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS COORDENAÇÃO DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS EDITAL CGDP/SRH Nº 010/2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS COORDENAÇÃO DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS EDITAL CGDP/SRH Nº 010/2013 ABERTURA E DISPOSIÇÕES GERAIS DO CURSO DE ELABORAÇÃO

Leia mais

EDITAL Nº 003/2015 - DCAD/PROGEP/UFRA CREDENCIAMENTO DE PROFISSIONAIS EM EAD

EDITAL Nº 003/2015 - DCAD/PROGEP/UFRA CREDENCIAMENTO DE PROFISSIONAIS EM EAD UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EDITAL Nº 003/2015 - DCAD/PROGEP/UFRA

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DELIBERAÇÃO nº 009/92 Autoriza a criação do Curso de Especialização em Orientação Educacional. O CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA, no uso da competência que

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 27/12/2011, Seção 1, Pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 27/12/2011, Seção 1, Pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 27/12/2011, Seção 1, Pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes DO OBJETIVO A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA - tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo

Leia mais

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos.

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos. Resolução n.º 03/2010 Regulamenta os Cursos de Pós-Graduação da Faculdade Campo Real. O CONSU Conselho Superior, por meio do Diretor Geral da Faculdade Campo Real, mantida pela UB Campo Real Educacional

Leia mais

IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO

IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências Normativas 4 Definições 5 Generalidades gerais 6- Procedimentos 7 Certificação e validade/garantia INSTRUÇÃO

Leia mais

Questões fundamentadas Lei 9.394/96 - LDB

Questões fundamentadas Lei 9.394/96 - LDB Para adquirir apostila digital de 500 Questões Fundamentadas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Lei 9.394/96 (LDB) acesse o site: www.odiferencialconcursos.com.br OBS.: ESSA APOSTILA DIGITAL SERÁ

Leia mais

Comissão de Ensino Médio, Modalidades e Normas Gerais Indicação nº 010/2015

Comissão de Ensino Médio, Modalidades e Normas Gerais Indicação nº 010/2015 PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Comissão de Ensino Médio, Modalidades e Normas Gerais Indicação nº 010/2015 Define critérios para oferta

Leia mais

LEI N 588, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011.

LEI N 588, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. Pág. 1 de 6 LEI N 588, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. ALTERA A LEI N 302, DE 28/12/2001, QUE DISCIPLINA SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL/AC E DÁ OUTRAS PROVIDENCIAS.

Leia mais