PERCEPÇÃO E CONDIÇÃO DE SAÚDE BUCAL EM CRIANÇAS NUMA INSTITUIÇÃO NA CIDADE DE LINS/SP

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1 FOL Faculdade de Odontologia de Lins / UNIMEP PERCEPÇÃO E CONDIÇÃO DE SAÚDE BUCAL EM CRIANÇAS NUMA INSTITUIÇÃO NA CIDADE DE LINS/SP ORAL HEALTH PERCEPTION AND STATUS IN CHILDREN IN A CHILDCARE FACILITY IN LINS/ SP PAULO CÉSAR PEREIRA PERIN ARTÊNIO JOSÉ ISPER GARBIN LILIAN FABIANA MACHADO GOMES PERIN MATEUS DE ABREU PEREIRA KÁTIA CRISTINA SALVI DE ABREU Professor doutor da disciplina de Odontologia Social e Preventiva da Faculdade de Odontologia de Lins, UNIMEP Professor de orientação profissional da Faculdade de Odontologia de Araçatuba da Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho, Unesp Cirurgiã-dentista Aluno de graduação da Faculdade de Odontologia de Lins da Universidade Metodista de Piracicaba, UNIMEP Professora de odontopediatria da Faculdade de Odontologia de Lins da Universidade Metodista de Piracicaba, UNIMEP RESUMO Para verificar em crianças que freqüentavam a Instituição Comunidade Educacional para o Trabalho, as condições dentárias e a percepção à saúde bucal, realizou-se levantamento epidemiológico de cárie dentária em 82 crianças, com 12 anos de idade, utilizando o índice CPO-D formulado por Klein e Palmer (1937) e aplicou-se um questionário referente à percepção com os cuidados bucais. Os examinadores foram previamente calibrados até que uma constância aceitável fosse alcançada e permanecesse acima de 85% de concordância. Das crianças examinadas encontramos um CPO-D médio de 2,5 (prevalência baixa). No total, observaram-se 142 dentes com necessidade de tratamento, sendo necessário restaurar 140 deles (C = 67,63%) e realizar duas exodontias (Ei = 0,97%). A análise do questionário demostrou que as crianças possuíam algum conhecimento sobre saúde e saúde bucal, enfatizando a estética dentro da saúde bucal como fator importante. Com base nesses resultados, concluímos que os conhecimentos referentes à saúde bucal, transmitidos pelo programa da Disciplina de Odontologia Social e Preventiva, foram assimilados pelas crianças e elas apresentaram uma baixa prevalência do CPO-D médio. UNITERMOS: CÁRIE DENTÁRIA EPIDEMIOLOGIA SAÚDE BUCAL ABSTRACT The aim of this study was to evaluate, in children who frequent the Educational Community for jobs Institute, the dental status and the perception of oral health. An epidemiological study about dental caries in year-old children was done, using the CPO-D index, conceived by Klein and Palmer (1937), a questionnaire was also applied referring to perceptions of oral care. The examiners were previously leveled until an acceptable constancy was reached and remained above 85% of agreement. From those examined children, a medium CPO-D of 2.5 (low prevalence) was found. We noticed that 142 teeth needed treatment, being necessary to restore 140 (C = 67,63%) of them and to achieve 2 exodontias (Ei = 0,97%). The questionnaire results suggested that those children have some idea about health and oral health, considering esthetic an important factor. According to these results we concluded that the referring knowledge of oral health, transmitted by the Discipline of Social and Preventive Dentistry program, was assimilated by the children and they presented a low prevalence of the medium CPO-D. UNITERMS: DENTAL CARIES EPIDEMIOLOGY ORAL HEALTH. 33

2 34 INTRODUÇÃO Quando necessitamos de conhecimento em relação ao comportamento de uma determinada doença em uma população, lançamos mão de métodos epidemiológicos. Um longo trajeto foi percorrido desde os primeiros passos dados pela epidemiologia científica até ser atingido o estágio contemporâneo, no qual ganham cada vez maior relevância os condicionamentos extraclínicos das doenças (fatores ambientais, sociais, econômicos e políticos). 14 Seria difícil, sem levantamentos epidemiológicos, ter ocorrido um avanço tecnológico tão expressivo na área da saúde, sem o conhecimento prévio do comportamento das doenças nas populações, nos diferentes estágios científicos, socioeconômicos e culturais, que a humanidade tem vivido. A cárie dentária, um problema que tem acometido populações em grande parte do mundo, é a doença de maior prevalência da cavidade bucal, gerando graves conseqüências econômicas e sociais. Ela vem sendo estudada ao longo do tempo em diferentes países com o emprego de diversos índices, geralmente para o conhecimento de sua prevalência, a avaliação de medidas preventivas e o adequado planejamento das ações e serviços de saúde bucal. No Brasil de hoje, ela continua tida como um importante problema da odontologia, como mostram alguns trabalhos. 9, 11, 12, 13, 15 Como tal deve receber grande atenção na prática diária, não só em termos de procedimentos restauradores, mas também do ponto de vista da prevenção, planejada para reduzir sua incidência, principalmente em populações mais carentes. Atualmente existem métodos eficientes para a prevenção da cárie dentária, destacando-se, por exemplo, a adição de fluoretos na água de abastecimento público, o uso de creme dental fluoretado e a aplicação de solução fluoretada na forma de bochecho. O conhecimento da situação epidemiológica da população é essencial, tanto em termos de planejamento quanto para a execução de serviços odontológicos, constituindo-se no caminho correto de equacionamento dos problemas de saúde e doença de cada comunidade. 14 Araújo et al. 1 afirmam que, no referente à preservação da saúde bucal da população brasileira, particularmente daqueles indivíduos de baixo poder aquisitivo em que pese ser um dever do Estado, os encaminhamentos de soluções passam por ações conjuntas envolvendo o governo federal, estadual e municipal, os setores organizados da população e os cidadãos em geral. A implementação de programas de prevenção odontológica, nos quais são destacados os hábitos de higiene bucal e uso do flúor, são extremamente eficazes e de baixo custo. Entretanto, o êxito maior será atingido se tais programas estiverem inseridos em uma proposta de valorização de cidadania fundamentada numa metodologia participativa. A avaliação dos programas educacionais deve conter critérios para apreciar os resultados, determinando-se, assim, o real alcance dos objetivos estabelecidos como meta. A análise da eficiência e/ou de eventuais fracassos é um importante termômetro para se estabelecer a necessidade de mudanças em sua estratégia ou em futuros programas. 2 Para o adequado funcionamento de qualquer programa de atenção odontológica, a avaliação dos resultados deve ser periodicamente realizada. 6 Essas avaliações podem ser feitas por meio dos conhecimentos adquiridos (questionários e redações) e dos levantamentos das condições de saúde bucal. REVISÃO DE LITERATURA A Organização Mundial de Saúde (OMG) 10 confere grande importância aos levantamentos de saúde bucal. Eles fornecem uma base sólida para as estimativas das condições atuais de saúde bucal de uma população, bem como suas futuras necessidades quanto aos cuidados de saúde bucal, produzindo dados básicos confiáveis ao desenvolvimento dos programas nacionais ou regionais de saúde bucal e ao planejamento da quantidade e do tipo de profissionais adequados para o tratamento bucal. No primeiro levantamento epidemiológico de cárie dentária realizado no Brasil, em 1986, foi encontrado um CPO-D aos 12 anos de 6,65. Após dez anos, em 1996, encontrou-se um CPO-D de 3,06. Essa redução de 53,98% é, em parte, devida à utilização, por algumas cidades, do tripé de saúde bucal: prevenção nas escolas, escovação com dentifrícios fluoretados e adição de flúor nas águas de abastecimento público. 5 Em uma investigação epidemiológica de cárie dentária e higiene bucal com o propósito de replanejar e melhorar os delinea- UNIMEP Universidade Metodista de Piracicaba

3 FOL Faculdade de Odontologia de Lins / UNIMEP mentos do programa de saúde bucal da Guatemala, Fernández Gradis et al. concluíram que: o CPO-D foi de 7 e que o nível de cárie dentária era muito alto, merecendo atenção das entidades governamentais e não governamentais da saúde, a fim de promover educação e melhorar suas condições. 4 Vários levantamentos epidemiológicos, como os de Normando e Araújo 9 e Perin et al., 12 foram efetuados em diferentes populações encontrando um CPO-D médio alto, indicando a necessidade de se verificar a dieta, planejar e executar ação educativa ampla e efetiva, aplicar métodos preventivos e proporcionar também atenção curativa. Yankilevich e Battellino 16 descreveram os resultados de um estudo epidemiológico do estado de saúde bucal em escolares matriculados em estabelecimentos municipais, estaduais e privados da cidade de Córdoba, Argentina. Nas crianças de 12 anos, a prevalência de cárie em dentes permanentes resultou baixa e equivalente entre os três grupos de escolares, registrando-se um índice CPO-D que oscilou entre 1,85 (municipais) e 2,59 (privados). Concluíram que os níveis de saúde bucal atingidos pelos escolares municipais e estaduais na idade de 12 anos devem atribuir-se à aplicação de medidas preventivas, cuja eficiência poderia ser aumentada se fossem orientadas a atender idades menores, sobretudo nas populações de maior risco. Autores como Navarro, Esteves e Youssef, 8 Dini et al., 3 Perin, Bertoz e Saliba 13 e Garcia, Corona e Valsecki Júnior 7 realizaram estudos em crianças de várias regiões e, após análise dos resultados, constataram redução da prevalência de cárie dentária e de placa bacteriana. Ficou comprovado que os programas preventivos, como palestras, escovação dentária supervisionada, controle e avaliação, são capazes de motivar e orientar as crianças e adolescentes quanto à prática de uma higiene bucal correta, obtendo-se, então, resultados preventivos satisfatórios, mostrando a eficácia e a validade de um programa de educação em saúde bucal. PROPOSIÇÃO O presente trabalho teve o objetivo de verificar a percepção e a condição de saúde bucal das crianças que freqüentavam a Instituição Comunidade Educacional para o Trabalho, da cidade de Lins/SP. MATERIAIS E MÉTODOS Foi efetuado levantamento epidemiológico de cárie dentária em 82 crianças, com 12 anos de idade, de ambos os gêneros, sem distinção étnica, que freqüentavam a Instituição Comunidade Educacional para o Trabalho, em Lins. Essas crianças participavam do programa desenvolvido pelos acadêmicos do 8.º semestre da Faculdade de Odontologia de Lins/UNIMEP, alunos da disciplina de Odontologia Social e Preventiva. Por meio desse programa, as crianças recebiam noções sobre higiene bucal, na forma de palestras, macro modelos, jogos educativos, recursos audiovisuais, peças teatrais, músicas, pintura, motivação e escovação supervisionada. Para a avaliação da cárie dentária, foi utilizado o índice CPO-D, segundo os critérios e códigos de Klein e Palmer. 14 Um questionário com perguntas previamente formuladas referentes à percepção com os cuidados bucais (quadro 1) foi aplicado, na forma de entrevista, pelos próprios examinadores, em todas as crianças que participaram do levantamento de cárie dentária. Antes do trabalho na instituição ser realizado, os examinadores que participaram do levantamento receberam treinamento, correspondente ao período de calibração, tendo como finalidade obter uma estimativa da extensão e da natureza diagnóstica e que os mesmos critérios para os componentes do índice fossem usados, até que uma constância aceitável fosse alcançada e permanecesse acima de 85% de concordância. As crianças selecionadas para o exame inicialmente receberam escova e dentifrício fluoretado e efetuaram escovação dentária supervisionada. Em seguida, foram examinadas sob luz natural, sentadas em cadeiras e no pátio da instituição. Previamente aos exames, os dentes foram secos por meio de gazes esterilizadas para a realização de um correto diagnóstico, servindo também para a remoção de resíduos alimentares ou do biofilme que porventura ainda persistisse sobre eles, sendo examinados todos os dentes permanentes presentes para a estimativa do índice CPO-D. Durante a fase experimental, foram reexaminadas em torno de 10% das crianças da amostra, pelos mesmos examinadores, para a verificação da manutenção dos critérios de diagnóstico e aferência do erro intra-examinador

4 QUADRO 1. QUESTIONÁRIO REFERENTE AOS CUIDADOS BUCAIS APLICADO NAS 82 CRIANÇAS DA INSTITUIÇÃO COMU- NIDADE EDUCACIONAL PARA O TRABALHO. UNIVERSIDADE METODISTA DE PIRACICABA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE LINS DISCIPLINA DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA Nome: Idade: Anos Data do nascimento: / / Sexo: ( ) Masculino ( ) Feminino 1. O que você acha que é ter saúde? 2. O que é ter uma boca com saúde? 3. Por que você acha que é importante ter bons dentes? 4. Por que você acha que higienizar a boca é importante? 5. O que você usa para limpar sua boca? 6. Quantas vezes, ao dia, você limpa sua boca? 7. Você vai ao dentista? 8. O que você sabe sobre o flúor? 9. O que você acha que faz mal aos seus dentes? 10. Quem já explicou para você como escovar os dentes? 11. Você acha que a saúde da sua boca é: Boa ( ) Regular ( ) Ruim ( ) 12. O que você gostaria que fosse feito na sua boca? UNIMEP Universidade Metodista de Piracicaba RESULTADOS TABELA 1. DISTRIBUIÇÃO DOS COMPONENTES DO ÍNDICE CPO-D GERAL NAS 82 CRIANÇAS COM 12 ANOS DE IDADE DA INSTITUIÇÃO COMUNIDADE EDUCACIONAL PARA O TRABALHO. C O E Ei CPO-D CPO-D médio ,5 TABELA 2. DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DOS COMPONENTES DO ÍNDICE CPO-D NAS 82 CRIANÇAS COM 12 ANOS DE IDADE DA INSTITUIÇÃO COMUNIDADE EDUCACIONAL PARA O TRABALHO. C O E Ei CPO-D 67,63% 30,43% 0,97% 0,97% 100% 36 O questionário aplicado em todas as crianças do levantamento (quadro 1) trazia perguntas relacionadas aos cuidados bucais, sendo obtidas as seguintes respostas e os respectivos percentuais, a seguir relacionados. 1. O que você acha que é ter saúde? : a) ser saudável 46,15% b) boa alimentação 38,46% c) realizar atividades físicas 7,10% d) ser feliz 6,51% e) ter conhecimento 1,77% 2. O que é ter uma boca com saúde? : a) ser saudável 46,15% a) ter higiene 37,80% b) estética 33,86% c) boa escovação 24,41% d) não responderam 3,94% 3. Por que você acha que é importante ter bons dentes? : a) estética 55,28% b) higiene 26,02% c) mastigação 11,38% d) não responderam 7,32%

5 FOL Faculdade de Odontologia de Lins / UNIMEP 4. Por que você acha que higienizar a boca é importante? : a) ser saudável 46,15% a) evitar doenças 51,59% b) estética 24,60% c) hálito 16,67% d) não responderam 7,14% 5. O que você usa para limpar sua boca? : a) escova e pasta 51,23% b) fio dental 36,45% c) flúor 10,84% d) não responderam 1,48% 6. Quantas vezes, ao dia, você limpa a sua boca? : a) três vezes 37,38% b) quatro vezes 34,58% c) não responderam 14,02% d) cinco ou mais vezes 9,35% e) duas vezes 4,67% 7. Você vai ao dentista? : a) sim 96,26% b) não 3,74% 8. O que você sabe sobre o flúor? : a) limpa os dentes 41,12% b) protege contra cáries 28,04% c) bom para os dentes 13,08% d) não responderam 12,15% e) bochecho 2,80% f) é ruim 1,87% g) hálito 0,93% 9. O que você acha que faz mal aos seus dentes? : a) doce 85,71% b) cáries 9,52% c) não escovar os dentes 4,76% 10. Quem já explicou, para você, como escovar os dentes? : a) alunos da faculdade 58,78% b) pais 36,64% c) professor 3,82% d) televisão 0,76% 11. Você acha que a saúde da sua boca é? : a) boa 82,24% b) regular 16,82% c) ruim 0,93% 12. O que você gostaria que fosse feito na sua boca? : a) aparelho 34,17% b) limpeza 24,17% c) nada 21,67% d) clareamento 9,17% e) restaurações 6,67% f) fortalecer os dentes 3,33% g) extração 0,83% DISCUSSÃO Nas 82 crianças examinadas, encontramos um CPO-D médio de 2,5 (prevalência baixa) (tab. 1). A prevalência observada do CPO-D médio foi semelhante à encontrada por Yankilevich e Battellino, 16 mas diferente da verificada por Fernández Gradis et al. 4 (prevalência muito alta), Normando e Araújo 9 (alta), Perin et al. 12 (alta) e Perin et al. 13 (moderada). A análise do questionário demostrou que as crianças tinham conhecimento sobre saúde e saúde bucal, enfatizando a estética da saúde bucal como fator importante. Elas possuíam noção relativa do que podia causar a cárie dentária e dos métodos utilizados para a higiene bucal. A grande maioria respondeu que freqüentava o cirurgião-dentista e apontou os alunos da Faculdade de Odontologia de Lins como os responsáveis pelos ensinamentos dos cuidados bucais. Considerou-se com saúde bucal boa uma grande percentagem delas, que escovavam seus dentes numa freqüência média de três vezes ao dia e expunham como anseio maior a colocação de aparelhos ortodônticos. Observamos que o programa preventivo foi bem aceito, sendo capaz de motivar e de orientar as crianças quanto à prática de uma higiene bucal adequada, como também demonstrado nos trabalhos de Araújo et al., 1 Dini et al., 3 Garcia et al. 7 e Navarro et al. 8 Apesar da baixa prevalência do CPO-D médio, o estudo apontou para a necessidade de tratamento curativo (tab. 2). Essas necessidades estavam concentradas em um número pequeno de crianças, caracterizando o fenômeno da polarização da cárie dentária, fenômeno no qual a maior parte das cavidades de cárie se concentra em uma minoria de crianças. 14 Isso que é preciso uma atenção curativa e preventiva direcionada às necessidades individuais de cada criança. CONCLUSÕES Os conhecimentos referentes à saúde bucal, transmitidos pelo programa da Disciplina de Odontologia Social e Preventiva, foram assimilados pelas crianças. As crianças examinadas apresentaram baixa prevalência do CPO-D médio. 37

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Araújo MTB, Araújo RPC, Almeida JCS, Gaudenzi TFB, Campos EJ, Garcia MAS. Aplicação de métodos odontológicos preventivos e curativos nas crianças de faixa etária de 6 a 12 anos, residentes e domiciliadas na área rural do município de Cansanção Bahia. Rev. Baiana Saúde Pública ; 21 (1/4): Bastos JRM, Peres SHCS, Ramires I. Educação para a saúde. In Pereira AC e colaboradores. Odontologia em saúde coletiva: planejando ações e promovendo saúde. cap. 6. Porto Alegre: Ed. Artmed; p Dini EL, Foschini ALR, Mendonça FCC, Nardo G, Abbade MTG, Frais RLMS. Prevalência de cárie dental em préescolares após 3 anos do programa odontológico municipal de Araraquara/SP. Rev. Odontol. Univ. São Paulo 1996 jan.-mar.; 10 (1): Fernández Gradis A, Villagrán Colón VE, Valencia de Abril HE, Suasnavar R, Valle W, Wong C. Encuesta epidemiológica de caries dental, e higiene oral en escolares de establecimientos educativos del sector oficial, ubicados en las cabeceras departamentales de la República de Guatemala, Guatemala: Ministério de Salud Pública y Asistencia Social; Ferreira RA. Em queda livre? Rev. Assoc. Paul. Cir. Dent. 1998; 52 (2): Flório FM, Pereira AC. Alicerce para a promoção de saúde bucal: o inicio precoce. In Pereira AC e colaboradores. Odontologia em saúde coletiva: planejando ações e promovendo saúde. cap. 25. Porto Alegre: Ed. Artmed; p Garcia PPNS, Corona SAM, Valsecki Júnior A. Educação e motivação II. Avaliação da efetividade de métodos educativos-preventivos relativos à cárie dental e à doença periodontal. Rev. Odontol. UNESP 1998 jul.-dez.; 27 (2): Navarro RS, Esteves GV, Youssef MN. Estudo clínico do comportamento de escolares mediante escovação supervisionada e motivação no controle de placa bacteriana. Rev. Odontol. Univ. São Paulo 1996 abr.-jun.; 10 (2): Normando ADC, Araújo IC. Prevalência de cárie dental em uma população de escolares da região amazônica. Rev. Saúde Pública 1990 ago.; 24 (4): Organização Mundial de Saúde. Levantamentos básicos em saúde bucal. 4.ed. São Paulo: Ed. Santos; Peres MAA, Narvai PC, Calvo MCM. Prevalência de cárie dentária aos 12 anos de idade, em localidades do Estado de São Paulo, Brasil, período Rev. Saúde Pública 1997; 31 (6): Perin PCP, Maluf LR, Silveira FG., Amirat MV, Silveira MLG. Condições dentárias de abrigados de uma Instituição de Lins. Anais XXX Jornada Odontológica, XV Jornada Acadêmica e II Prata da Casa/Pós-Graduação da Faculdade de Odontologia de Lins/ UNIMEP; p Perin PCP, Bertoz FA, Saliba NA. Influência da fluoretação da água de abastecimento público na prevalência de cárie dentária e maloclusão. Rev. Fac. Odontol. Lins 1997; 10 (2): Pinto VG. Saúde bucal coletiva. 4. ed. São Paulo: Ed. Santos; Rosa AGF. Características epidemiológicas da cárie dental na dentição permanente de escolares do grupo etário de 7 a 14 anos no Estado de São Paulo. [Tese]. São Paulo (SP): Universidade de São Paulo; Yankilevich ERLM, Battellino LJ. Prevalencia de la caries dental en escolares de nivel primario de una región metropolitana de la Provincia de Córdoba, Argentina. Rev. Saúde pública 1992 dez.; 26 (6): UNIMEP Universidade Metodista de Piracicaba 38

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