RESUMO DO PPC CST em Segurança no Trabalho Emitente: Christiano Garcia Data: 11/11/2014

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1 1. PERFIL DO CURSO Os Cursos Superiores de Tecnologia surgem como uma das principais respostas do setor educacional às necessidades e demandas da sociedade brasileira, como cursos, essencialmente de graduação com características diferenciadas, estruturados a luz das Diretrizes Curriculares Nacionais, aprovadas pelo CNE e homologadas pelo MEC, visam apresentar conteúdos de relevância para os discentes, assim como desenvolver competências que permitam uma atuação sólida dos egressos no mercado de trabalho. Sendo assim, o Centro Universitário Jorge Amado, através da sua missão produzir, sistematizar e difundir conhecimentos que contribuam com a formação de profissionais éticos, empreendedores, dotados de senso crítico, sensibilidade cultural e inteligência criativa, consciente do seu papel social, profissional e do seu compromisso com a cidadania, implanta o Curso Superior de Tecnologia em Segurança no Trabalho almejando contribuir com a progressiva expansão deste mercado, formando profissionais conscientes que um pais devem produzir sempre com qualidade, porém com respeito ao meio ambiente e integridade física e moral do trabalhador. O Avanço da Segurança do Trabalho no Brasil se deu ao longo das últimas décadas, como exemplo podemos citar a CLT Consolidação das Leis do Trabalho e a aprovação da portaria de 8 de Junho de 1978 onde traz em sua redação a aprovação das NR s Normas Regulamentadoras do M.T.E Ministério do Trabalho e Emprego, hoje em número de 34 normas representando um sinal positivo para a nova era em que as empresas estão efetivamente engajadas em um sistema de gestão dito integrada onde Meio Ambiente, Saúde e Segurança devem estar de mãos dadas. E com esse novo olhar é que se faz necessário formar profissionais com uma visão macro, de gestão onde eles possam entender todo o processo de prevenção e ações a promoção à segurança do trabalho de uma forma sistêmica, liderando grupos de trabalho e processos. Objetivos do Curso Este curso vem ao encontro da formação e aprimoramento de profissionais atuantes na área de gestão, bem como objetiva o desenvolvimento de novas gerações de gestores adaptados a estas novas competências requeridas pelo mercado. Dessa forma o pode ser considerado uma estratégia de capacitação importante no processo de gestão, constituindo-se em um curso que cria valor para todo o público interno e externo das Página 1 de 16

2 organizações, ao gerar informações necessárias para o crescimento e perpetuidade das mesmas. De acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, o CST em Segurança no Trabalho faz parte do Eixo Tecnológico Segurança, grupo que compreende tecnologias, infraestruturas e processos direcionados à prevenção, à preservação e à proteção dos seres vivos, dos recursos ambientais, naturais e do patrimônio que contribuam para a construção de uma cultura de paz, de cidadania e de direitos humanos nos termos da legislação vigente. O eixo vincula-se com as áreas de formação de profissionais de segurança pública, segurança privada, defesa social e civil e segurança do trabalho. Envolve a atuação em espaços públicos e privados. A organização curricular dos cursos propiciará a construção de perfil de egresso fundamentado em competências éticas, legais e técnicas contemplando, ainda, raciocínio lógico, inteligência social, capacidade de diálogo, tolerância e atuação em equipes multi e interdisciplinares. Abrange, transversalmente, a Legislação Nacional e Internacional no que se refere aos direitos humanos e cidadania, primando pela dignidade da pessoa. A atuação nas carreiras públicas fica condicionada ao atendimento das normas específicas, notadamente do concurso público. O Catálogo Nacional de Cursos Superiores define ainda que o profissional do Tecnólogo em Segurança no Trabalho planeja, implanta, gerencia e controla os sistemas de segurança laboral. Compõe equipes multidisciplinares em instituições, como membro do sistema de saúde e segurança no trabalho. Desempenha atividades de vistoria, perícia, avaliação e emissão de pareceres sobre a qualidade dos diversos processos e condições de trabalho, bem como, pesquisa e aplicação tecnológica. Sua atuação visa à qualidade de vida dos trabalhadores e do meio ambiente, por meio da promoção da saúde, prevenção de acidentes, doenças do trabalho e acidentes industriais com impacto sobre os ecossistemas e segurança laboral 2. PERFIL DO EGRESSO O curso Superior de Tecnologia em Segurança no Trabalho do Centro Universitário Jorge Amado pretende formar egressos com competência para: Página 2 de 16

3 Na Formação Profissional geral: Comunicar-se com eficiência; Demonstrar iniciativa, persistência e motivação; Planejar e perseguir objetivos; Tomar decisão, solucionando com equilíbrio, questões do cotidiano; Estar em constante aprendizado e aperfeiçoamento; Mobilizar e organizar pessoas em torno do empreendimento. Na formação Profissional específica: Promover as ações de segurança no trabalho, desenvolver, orientar e fiscalizar as atividades; Trabalhar com a legislação e normas técnicas de segurança do trabalho; Implementar novos paradigmas na área de segurança do trabalho; Implicar e estudar as novas tecnologias; O egresso do Curso de Tecnologia em Segurança no Trabalho estará apto a: Diagnosticar e prevenir doenças ocupacionais levando em consideração o homem e seu ambiente de trabalho; Recomendar medidas para a melhoria das condições de trabalho e desenvolvimento do espírito de segurança; Planejar e organizar campanhas especiais sobre higiene e segurança do trabalho; Desenvolver ações que promovam a qualidade de vida do trabalhador nas organizações; Intervir na realidade das organizações, promovendo mudanças em relação aos aspectos tecnológicos que determinam a melhoria das condições de trabalho, produtividade e da qualidade de vida dos trabalhadores; Dominar a legislação e normas técnicas de segurança do trabalho; Conhecer e aplicar os fundamentos de prevenção à saúde; Estabelecer normas e procedimentos para prevenir acidentes no trabalho e controle dos resultados obtidos; Planejar e implementar medidas de segurança no armazenamento, transporte e manuseio de produtos; Avaliar os riscos profissionais a que estão expostos os trabalhadores no contexto das Página 3 de 16

4 organizações; Desenvolver programas de capacitação e treinamento na área de higiene e segurança do trabalho; Diagnosticar fatores de riscos ambientais; Desenvolver ações que possibilitem a aplicação dos princípios ergonômicos na realização do trabalho; Estabelecer diretrizes para a escolha de equipamentos de proteção individual e coletiva. 3. METODOLOGIA DO ENSINO A abordagem pedagógica da UNIJORGE reconhece a necessidade de promoção contínua e progressiva da autonomia do estudante, e elege, portanto, a abordagem humanística, o sociocognitivismo e o trabalho colaborativo para a construção do conhecimento como pressupostos educativos que subsidiam e definem o processo do ensino. A UNIJORGE associou à experiência técnico-pedagógica de seus fundadores com a continuidade de seus atuais líderes educacionais, e optou como princípio epistemológico de suas diretrizes pedagógicas institucionais pela conciliação de princípios filosóficos, teóricos e metodológicos contemporâneos pautados, principalmente, na Teoria da Aprendizagem Significativa, que tem seu foco na problematização do processo de ensino-aprendizagem e que considera a experiência de vida de cada estudante como ponto de partida para a aprendizagem (AUSUBEL, ; MOREIRA, ; PELIZZARI et. al., ). Assim, a aprendizagem é pautada nos princípios do cognitivismo de Ausubel (1980 4, p. 5) que privilegia a aprendizagem significativa assimilada pela recepção e/ou descoberta AUSUBEL, D. Aquisição e retenção de conhecimentos: uma perspectiva cognitiva. Lisboa: Paralelo, MOREIRA, M. A. A teoria da aprendizagem significativa e sua implementação na sala de aula. Brasília: EdUNB, PELIZZARI, A. et. al. Teoria da aprendizagem significativa segundo Ausubel. Revista Psicologia, Educação e Cultura, Curitiba, v.2, n.1, p.37-42, jul jul AUSUBEL, D. Psicologia educacional. Rio de Janeiro: Interamericana, Página 4 de 16

5 Representação visual do processo de aprendizagem: Mapa conceitual síntese do processo de aprendizagem significativa. Fonte: elaboração própria, A ideia do problema como mobilizador da necessidade da aprendizagem está pautada na premissa de que, na metodologia da problematização, o estudante se vê frente a um desafio, a um problema relacionado à vida em sociedade, que se converte em problema de conhecimento. Cria-se a necessidade de construir, investigar, mobilizando o desejo do Outro para a aprendizagem. A existência de um problema socialmente relevante mobiliza cognitivamente o sujeito para a construção de soluções. A existência do desafio coloca o estudante no lugar de sujeito, já que a solução de problemas possibilita a participação ativa, desfocando a função de transmissão mecânica e atribuindo um papel dialógico aos atores do processo. É imperiosa a necessidade de haver uma associação entre teoria e prática que consiga impor novos desafios para o conhecimento significativo. A abordagem da problematização foi eleita numa tentativa de superar a aprendizagem mecânica e exigir, dos estudantes, aprendizados com significados mais complexos das relações que constituem a situação problemática (MORETTO, ). Afinal, a cada dia a sociedade exige mais 5 MORETTO, V. P. Planejamento: planejando a educação para o desenvolvimento de competências. 4. ed. Petrópolis: Vozes, Página 5 de 16

6 qualificação técnica para aumentar as possibilidades de empregabilidade, associada à consciência da necessidade de fortalecimento da cidadania e seus reflexos para o desenvolvimento social. Assim, na medida em que o estudante consegue transformar-se em construtor de significados no seu processo educativo, mediado por docentes que favoreçam esse espaço e que consideram as experiências de vida do estudante, ele insere-se num universo simbólico de acomodação do conhecimento (PIAGET, ). Partindo da Teoria da Aprendizagem Significativa a UNIJORGE adotou os seguintes pilares para desenvolvimento do seu PPI: Em se tratando de EAD, são aplicados os mesmos princípios, destacando-se: a) A composição dos cursos, que conta com conteúdos produzidos e estruturados de forma a conduzir o estudante ao desenvolvimento de sua autonomia, de forma que, mesmo lhe sendo apresentada uma linha de raciocínio para que o mesmo desenvolva seu curso, ele pode construir outro percurso de aprendizagem que lhe for mais apropriado. Esta autonomia se estabelece, também, no momento em que o estudante pode escolher o melhor horário e espaço de tempo para seus estudos e realização de atividades. b) O aprendizado herdado pelos estudantes, a partir de conhecimentos anteriores, os quais são trazidos à tona a partir da exposição dos conteúdos e da realização de tarefas. c) A problematização, que é uma constante na composição das atividades desenvolvidas ao longo dos cursos, e é uma das técnicas utilizadas pelo corpo docente, no intuito de 6 PIAGET, J. A construção do real na criança. São Paulo: Ática, Página 6 de 16

7 trabalhar a construção do conhecimento junto ao corpo discente, durante o processo de mediação. Pretende-se, portanto, que o egresso da UNIJORGE não tenha apenas as respostas ou resultados das situações apresentadas em sala de aula, mas, sobretudo, que saiba lidar com cenários diversos e tenha criatividade para construir procedimentos e participar dos processos decisórios. 4. ATIVIDADES COMPLEMENTARES O do Centro Universitário Jorge Amado atribui uma parte flexível da formação acadêmica do aluno, dentro da carga horária fixa do curso, referente a 80 (oitenta) horas, para a realização de Atividades Complementares. O cumprimento das 80 horas em Atividades Complementares é um dos requisitos para a colação de grau. O objetivo das Atividades Complementares é o enriquecimento da formação do aluno em relação aos cursos de Gestão e a outros campos do conhecimento para uma formação profissional sólida e ampla. Uma vez que são complementares à formação básica do aluno, devem ser objeto de Atividades Complementares, disciplinas, temas ou atividades que não constem da carga horária das disciplinas da matriz curricular do Curso. A carga de 80 horas de Atividades Complementares deverá ser cumprida através das práticas previstas neste PPC, desde que previamente homologadas pela Coordenação das Atividades Complementares. Deve-se levar em conta a conexão material mínima da atividade com os Cursos de Gestão analisando sua relevância para o processo de ensino-aprendizagem. São consideradas Atividades Complementares, dentre outras: a) participação em programas de pesquisa; Página 7 de 16

8 b) participação em programas de iniciação científica; c) participação em grupos de estudo; d) participação em seminários, congressos, palestras, simpósios, cursos; e) participação em comissões de organização de seminários, congressos, palestras, simpósios, colóquios; f) aprovação em disciplinas de outros cursos da Instituição com aderência ao curso; g) participação em visitas técnicas; h) aproveitamento em atividades de extensão oferecidas para a comunidade em geral; i) elaboração de publicações científicas (comunicação oral, painel, artigos etc.); j) classificação em concursos de monografias; k) estágios profissionais, inclusive nos Núcleos do Curso, desde que não aproveitados para a carga horária da disciplina Estágio Curricular, quando for o caso. O aluno deve realizar Atividades Complementares desde o primeiro semestre do curso. 5. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO A avaliação do PPC na UNIJORGE é entendida prioritariamente, como um ponto de partida para ajustes necessários nos próprios cursos e na Instituição. Entretanto, considera-se de fundamental importância avaliar-se também o processo de formação profissional, localizando pontos de estrangulamento e identificando formas estratégicas de resolvê-las. Como não existe um modelo de avaliação pronto e universalmente válido, a UNIJORGE elaborou seu próprio padrão e instrumentos de acordo com sua realidade. Tal premissa está alicerçada nas 10 dimensões do SINAES, no Instrumento de Avaliação de Curso. a. zelar pelo cumprimento das diretrizes curriculares nacionais para os Cursos de Graduação; b. elaborar o projeto pedagógico do curso definindo sua concepção e fundamentos, de acordo com as diretrizes do PPI; c. revisar a atualização periódica do projeto pedagógico do curso; d. supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso definidas pelo Colegiado; e. analisar e avaliar os planos de ensino dos componentes curriculares e sua articulação Página 8 de 16

9 com o PPC, promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo projeto pedagógico; f. acompanhar as atividades do corpo docente, encaminhando ao Colegiado de Curso sugestões para contratação e/ou substituição de docentes, quando necessário; g. planejar e acompanhar as atividades complementares e de extensão executadas pelo curso; h. conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário; i. acompanhar o efetivo cumprimento das atividades teóricas e práticas propostas no projeto pedagógico do curso; j. planejar mecanismos de preparação para avaliações externas conduzidas no sistema SINAES; k. acompanhar e propor mecanismos e a forma de integralização das atividades complementares. 6. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM O processo de avaliação é a dimensão de maior complexidade do fazer pedagógico institucional. Corresponde à atividade que estabelece o diagnóstico da qualidade dos projetos dos cursos. Indica os pontos de segurança e fragilidade em relação à aprendizagem que se desdobra na construção do conhecimento, o que permite estabelecer estratégias para a continuidade da proposta acadêmica de cada curso, reforçando os conteúdos que estão em construção favorável à significação do conhecimento e retomando, com estratégias alternativas, as dimensões de conteúdos que se apresentam frágeis. O binômio avaliação e conhecimento está intricado na condução do Projeto Pedagógico da UNIJORGE. Essa relação, ao contrário de estabelecer uma relação passiva entre os sujeitos, remete a uma dinâmica crítica de responsabilidade institucional e, também, de compromisso individual, entrelaçando toda a comunidade acadêmica. Os estudantes da UNIJORGE, independentemente da sua modalidade de ensino, são compreendidos como sujeitos que constroem o seu conhecimento mediado por instrumentos e símbolos que participam, transformam e dinamizam o seu processo de aprendizagem. Página 9 de 16

10 Partindo dessa compreensão, a abordagem pedagógica da UNIJORGE reconhece a necessidade de promoção da contínua e progressiva autonomia do sujeito cognoscente que subsidia e define a ação educacional, bem como implementa as respectivas práticas previstas nos conteúdos curriculares. No contexto da Teoria da Aprendizagem Significativa a concepção de avaliação assume o desafio de romper com o modelo tradicional de ensino, historicamente cristalizado na sala de aula presencial, que se restringe a momentos avaliativos específicos para realização de provas e exercícios, para assumir uma postura de compreensão das potencialidades dessa modalidade de ensino, com seus recursos tecnológicos e possibilidades de implementação de diferentes estratégias avaliativas. Assim, a concepção de avaliação para a UNIJORGE está pautada em dimensões quantitativas e qualitativas, redirecionando o seu foco para um contexto diagnóstico, somativo e formativo que tem como objetivo estabelecer um processo contínuo e dinâmico, não se restringindo a momentos estanques como provas e exercícios, sendo seu alvo maior a aprendizagem e a formação acadêmica, profissional e social dos estudantes. A avaliação deixa de ser um momento final do processo de ensino-aprendizagem para transformar-se numa busca incessante de compreensão das dificuldades do estudante e numa dinamização de novas oportunidades de reconstrução coletiva do conhecimento do professor e discente. É parte integrante da metodologia a aplicação correta dos modelos de avaliação, respeitando-se o momento de cada estudante e seu contexto. Os instrumentos de avaliação da aprendizagem utilizados pelos cursos da UNIJORGE são diversificados e caracterizados pela necessidade de transformar formas convencionais e criar instrumentos eficazes para atender à concepção pedagógica vigente nos cursos. Dessa forma, a concepção de avaliação de aprendizagem na UNIJORGE é considerada como um processo contínuo e processual que se inicia quando o estudante ainda é calouro e conclui-se com a colação de seu grau. Para atingir essa finalidade deverão ser privilegiadas as estratégias que estimulem o autodesenvolvimento dos estudantes, bem como a promoção da interação entre as partes envolvidas no processo ensino-aprendizagem, de maneira a possibilitar a construção colaborativa do conhecimento. Página 10 de 16

11 A perspectiva da UNIJORGE é de que o processo de formação garanta o desenvolvimento de competências profissionais. Portanto, a avaliação destina-se à análise da aprendizagem do discente de modo a favorecer seu percurso, regular as ações de sua formação e certificar sua formação profissional. Enfim, todo o esforço de aprendizagem que a UNIJORGE realiza é focado na busca de referenciais que subsidiem e dinamizem a construção de novas visões no universo da avaliação: relações que envolvem o processo de ensinar-aprender-avaliar, ou seja, a aprendizagem significativa com base em problemas que aliam teoria e prática. 7. TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO Não se aplica. 8. ESTÁGIO CURRICULAR Poucos princípios sobre a formação profissional têm sido tão consensuais como o da necessidade de romper com a divisão clássica expressa nos currículos compostos por disciplinas teóricas, no início, e práticas, no final, sendo que essas últimas estão invariavelmente articuladas com situações de estágio. Nesse sentido, a UNIJORGE entende que o Estágio Curricular, mediante a utilização de diferentes recursos, é uma oportunidade de argumentar, confrontar, socializar as situações de práticas reais no ambiente da sala de aula, e, a partir dos saberes teóricos, interpretar, inferir, construir hipóteses sobre como resolver questões complexas ou incertas que emergem da realidade profissional onde o estudante irá atuar. Em decorrência disso, para o estudante, a situação de estágio retrata um ambiente de certa familiaridade, apesar de que ainda assim enfrentará novos e grandes desafios. Para que essa experiência gere um excelente contexto de aprendizagem ela deve exigir que os estudantes resolvam problemas de diferentes naturezas com um bom nível de autonomia, possam discutir, levantar hipóteses, argumentar, tomar decisões, rever concepções anteriores e, fundamentalmente, ter como ponto de referência nesse processo, as competências que se encontram subjacentes à prática dos bons profissionais. Página 11 de 16

12 Segundo estudos desenvolvidos por Celso Frauches (2004) considera-se estágio curricular as atividades de aprendizagem social, profissional e cultural, proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais de vida e trabalho de seu meio, sendo realizada na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação da instituição de ensino. Neste contexto, a utilização do Estágio Curricular no período letivo de encerramento do curso serve para promover junto ao discente a prática necessária para aplicabilidade dos conceitos e competências desenvolvidos ao longo de sua formação. Com o objetivo de promover os resultados necessários na relação teórico/prática, o CST em Segurança no Trabalho atribui uma carga horária de 180 horas em campo, nas quais o discente passará pelas principais áreas de gestão de forma a poder estabelecer uma relação objetiva entre a teoria e a prática. Tais atividades serão orientadas por um docente da instituição em sala de aula computando-se mais 40h de acompanhamento na disciplina Estágio Curricular, obrigatória no CST em Segurança no Trabalho. A coordenação das atividades de estágio curricular seguirá as normas legais contidas na Lei de 25 de agosto de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes. O Estágio Curricular é considerado requisito obrigatório para a obtenção da Certificação e do Diploma de Tecnólogo. São objetivos do Estágio Curricular: Objetivo Geral: Integrar teoria e prática de forma sistemática por meio do oferecimento de condições concretas de investigação, análise, interpretação da realidade e intervenção nesta mesma realidade. Objetivos Específicos: I. Promover a interação entre as organizações e o setor acadêmico, fortalecendo as relações de parceria permanente e continuada com os campos de Estágio Curricular; II. Favorecer atitude profissional e ética do discente, possibilitando o seu aperfeiçoamento por meio de conhecimentos que fundamentem e qualifiquem sua formação profissional e de cidadania; Página 12 de 16

13 III. Favorecer o processo de atualização da estrutura curricular do Curso; IV. Oportunizar e estimular no discente sua capacidade de desenvolver novos conhecimentos e relações interpessoais; V. Proporcionar aos discentes condições de vivências práticas em consonância com seu aprendizado teórico-científico, visando ao aprimoramento do seu processo de formação profissional; VI. Possibilitar ao discente o desenvolvimento de sua capacidade científica, de suas habilidades e competências relativas a sua área de formação e especificas do seu Curso; VII. Realizar experiências de pesquisa e extensão universitária. A UNIJORGE atuará através do seu Centro de Carreiras, fomentando a efetivação dos estágios supervisionados, para os discentes em fase de conclusão de curso, através de parcerias com Instituições de Fomento às Micro, Pequenas e Médias Empresas: SEBRAE, IEL e CIEE, assim como através da utilização de parcerias com empresas locais e projetos sociais da instituição. As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica na educação superior. O tem Regulamento próprio para Estágio Curricular. O referido regulamento está disponível na coordenação. 9. INSTALAÇÕES FÍSICAS (LABORATÓRIOS) a. Sala de Aula As salas de aula implantadas para o curso são excelentes, considerando os aspectos: quantidades e número de alunos por turma, disponibilidade de equipamentos, dimensões em função das vagas previstas, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. As salas de aula do Campus Comércio localizam-se em quatro prédios e são utilizadas para as atividades acadêmicas do curso. Em cada andar, há um colaborador de apoio fixo nos corredores, que tem por atribuição instalar com antecedência os equipamentos necessários às aulas, regular a temperatura dos ambientes, transportar materiais necessários às atividades acadêmicas e atender às solicitações dos professores. Página 13 de 16

14 b. Laboratórios de Informática Os laboratórios de informática atendem de maneira excelente, considerando os aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número de usuários, velocidade de acesso à internet, política de atualização de equipamentos e softwares, adequação do espaço físico. c. Biblioteca Em todas as unidades a Biblioteca oferece um ambiente agradável, com excelente luminosidade, climatização e comodidade, favorecendo o convívio entre usuários e informação em prol da construção do conhecimento. No Campus Comércio, o posto de atendimento da Biblioteca compreende um espaço de 92m2, estando as áreas de consulta, atendimento e armazenamento do acervo planejadas e organizadas num único piso. Todo o ambiente oferece mobiliário moderno e confortável, o que contribui para que a Biblioteca não seja somente um espaço para estudo, mas também o local onde o estudante fará, enquanto pesquisador, grandes descobertas e se familiarizará com os autores relevantes de sua área de formação e tantos outros que desejar. A Biblioteca está devidamente informatizada, para fornecer informações rápidas e acuradas aos seus usuários. Tal procedimento oferece as vantagens de disseminação seletiva da informação, compilação de bibliografias em menor tempo, obtenção de dados para avaliação quantitativa do acervo, controle de empréstimos etc. Desta forma, evidencia-se a importância da automação na melhoria de eficiência dos serviços prestados pela Biblioteca. Para a informatização do acervo, é utilizado um dos sistemas mais utilizados e conceituados em universidades brasileiras: o Pergamum, software que permite total integração entre biblioteca, secretaria acadêmica e tesouraria, viabilizando a eficiência e a eficácia dos processos administrativos, principalmente no tocante ao atendimento às solicitações diversas dos usuários. d. Laboratórios Específicos Através de acordo firmado em contrato no ato da matrícula o aluno do CST em Segurança no Trabalho pode usufruir dos laboratórios específicos do campus Paralela situado a Avenida Luis Viana Filho nº 6775 Paralela, Salvador BA através de aulas práticas ministradas por Página 14 de 16

15 professores das disciplinas específicas. A infraestrutura (espaço e equipamento) e os serviços prestados nos laboratórios atendem plenamente às atividades desenvolvidas nos mesmos, inclusive na relação aluno/posto de trabalho. e. Laboratório de Prevenção e Combate a Incêndios: Dotado com os principais equipamentos de combate, tais como, EPI s básicos luvas, botas, máscaras, óculos de segurança e mangueiras de incêndio, esguichos, válvulas e outros. Realizações de treinamento de combate a incêndio com carga horária de 8 horas em um centro de treinamento do corpo bombeiro ou empresas parceiras que faz parte de uma das disciplinas ofertada na grade do curso. Este laboratório oferece suporte para as disciplinas Proteção e Controle de Incêndio e Explosão e Planejamento e Prevenção de Emergência ( 4º Módulo) f. Laboratório de Higiene e Segurança do Trabalho: Equipado com medidores de ruído, dosímetros de ruído, medidor de calor (IBUTG), luxímetro, termohigrômetro. Equipamentos de medições de gases, vapores e poeiras com calibrador de vazão, meio de coleta e redutor de vazão das bombas gravimétricas. Neste espaço onde o discente tem o primeiro contato com equipamentos de higiene ocupacional, onde são realizados os procedimentos para realização das avaliações tanto ambientais e ocupacionais. g. Laboratório de Suporte a Vida São utilizados também os laboratórios dos cursos de saúde do Centro Universitário para as práticas de primeiros socorros, onde o docente e os discentes têm toda estrutura e ferramentas para realização de um atendimento de primeiros socorros. Página 15 de 16

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