Atividade industrial recua em outubro

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1 Ano 19 Número 10 outubro de Destaques Faturamento real Crescimento do faturamento perde intensidade em outubro, frente ao mesmo mês de 2007 Horas trabalhadas na produção Maior queda do indicador dessazonalizado desde janeiro de 2007 Emprego Emprego cresce por 31 meses consecutivos no indicador dessazonalizado Atividade industrial recua em outubro Contrastando com os anos anteriores, a intensificação da atividade industrial, uma característica do mês de outubro, não se confirmou em Com exceção do emprego, que ficou praticamente estável frente ao mês anterior (crescimento de apenas 0,1%), as demais variáveis dessazonalizadas registraram recuo. Considerando apenas os dados livres de influências sazonais, o faturamento recuou 0,2% em outubro, mesmo com uma desvalorização de 21% do real frente ao dólar no período, o que deveria ajudar na receita das firmas exportadoras. As horas trabalhadas diminuíram 0,3% frente ao mês anterior, caracterizando a maior redução desse indicador desde janeiro de Acompanhando esse cenário, a utilização da capacidade instalada recuou para 82,9%, o que significa uma redução de 0,5 ponto percentual na comparação com o mês de setembro essa foi a maior queda desse indicador desde junho deste ano. A massa salarial real manteve em outubro a trajetória de alternância entre variações positivas e negativas. Em outubro, frente ao mês anterior (dados originais), esse indicador recuou 0,6%, devolvendo parte do avanço registrado no mês de setembro. A aceleração da inflação e o menor dinamismo do mercado de trabalho foram os maiores responsáveis por esse resultado. Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, houve desaceleração na expansão de todas as variáveis pesquisadas em algumas delas, esse movimento ocorreu de forma intensa. Ressalte-se que o mês de outubro de 2008 contou com um dia útil a mais do que outubro de 2007, o que deveria promover uma influência positiva nos resultados desses indicadores. Ou seja, se não fosse a influência positiva do efeito calendário, a perda de dinamismo da indústria seria observada de maneira ainda mais severa. 5 6 Massa salarial real Massa salarial desacelera o crescimento na comparação com o mesmo mês do ano anterior Utilização da Capacidade Instalada UCI recua 0,5 ponto percentual no indicador dessazonalizado Indicadores Industriais Brasil Dessaz. Jan- Faturamento real 1 2,4-0,2 6,9 8,0 Horas trabalhadas 1,0-0,3 4,9 6,0 Emprego 0,0 0,1 3,9 4,3 Massa salarial real 2-0,6-3,8 5,2 Utilização da Capacidade Instalada Out08 Índice original 84,6 84,6 84,4 Índice dessazonalizado 82,9 83,4 82,9 1 Deflator: IPA/OG-FGV 2 Deflator: INPC-IBGE Confederação Nacional da Indústria

2 Faturamento recua no dado dessazonalizado Efeito calendário atenua desaceleração do faturamento na comparação anual O faturamento real da indústria de transformação cresceu 2,4% em outubro frente a setembro. A existência de um dia útil a mais em outubro, na comparação com o mês anterior, ajudou nesse resultado. No entanto, o indicador livre de influências sazonais e de calendário recuou 0,2%, na mesma base de comparação, contrastando com o forte crescimento em setembro (3,9%) frente a agosto. Cabe destacar que a ligeira queda em outubro se deu mesmo com uma desvalorização de 21% do real frente ao dólar na média de outubro comparativamente à média de setembro. No período de comparação com o mesmo mês do ano anterior, o crescimento do faturamento perdeu intensidade de 11,8% em setembro para 6,9% em outubro. Ressalte-se que a perda de dinamismo do faturamento ocorreu mesmo com a influência positiva do efeito calendário. Ou seja, não fosse a existência de um dia útil a mais em outubro de 2008 frente a outubro de 2007, a desaceleração do faturamento real seria ainda mais severa nesta base de comparação. No acumulado dos dez primeiros meses do ano, frente ao mesmo período do ano anterior, o faturamento da indústria de transformação também registrou arrefecimento, embora de forma menos intensa. A taxa de crescimento no acumulado até outubro reduziu-se para 8,0%, ante 8,2% no acumulado até setembro. Expansão do faturamento só não ocorreu em dois setores industriais Dos 19 setores pesquisados, apenas dois Madeira (-10,2%) e Produtos químicos (-9,5%) registraram recuo do faturamento no acumulado do ano frente ao mesmo período do ano anterior. Desses, o setor de Produtos químicos se destacou pela influência negativa de 1,4 ponto percentual (p.p.) na variação do faturamento total da indústria. Os demais setores continuaram registrando expansões desse indicador. Cabe especial atenção aos setores de Veículos automotores e Máquinas e equipamentos que, apesar de terem registrado ligeira redução na contribuição positiva para o crescimento do faturamento, esses setores ainda mantêm-se como os que mais influenciam na variação total desse indicador. Faturamento real Jan- Jan- Ind. de Transformação 2,4 6,9 8,0 8,0 Alimentos e Bebidas 5,9 5,9 0,8 0,2 Têxteis 5,3 1,8 4,4 0,1 Vestuário 18,9 17,8 17,8 0,2 Couros e Calçados 12,3 21,0 14,8 0,2 Madeira 15,0-6,9-10,2-0,1 Papel e Celulose 0,6 5,8 9,1 0,3 Edição e Impressão 11,3 17,0 8,6 0,2 Refino e Álcool -1,3-3,3 10,3 0,8 Produtos Químicos -2,8-16,7-9,5-1,4 Borracha e Plástico -3,4 0,5 9,1 0,4 Minerais não Metálicos 12,1 20,8 12,0 0,3 Metalurgia Básica -0,3 11,0 6,3 0,6 Produtos de Metal 14,7 12,5 15,6 0,5 Máquinas e Equipamentos -6,5 12,0 18,1 1,3 Máq.,Apar. e Mat. Elétricos -6,7 9,0 6,3 0,1 Mat.Eletrôn.e Comunicação 15,4 79,2 31,9 0,9 Veículos Automotores -0,7 9,1 21,6 2,5 Outros Equip. de Transporte 9,5 25,0 31,2 0,8 Móveis e Diversas 4,7 0,7 6,0 0, Deflator: IPA/OG-FGV Dessazonalizado Índice base: média 2006=100 2

3 Indicador dessazonalizado recua 0,3% Variação anual perde intensidade mesmo com um dia útil a mais em outubro As horas trabalhadas na indústria, indicador mais próximo da produção industrial, cresceram 1% em outubro, na comparação com o mês imediatamente anterior. Como ocorrido com o faturamento, a existência de um dia útil a mais em outubro frente a setembro ajudou nesse resultado. Horas trabalhadas na produção Jan- Jan- No entanto, após descontar os efeitos da sazonalidade e de calendário, as horas trabalhadas, que haviam registrado crescimento de 1,0% em setembro, recuaram 0,3% em outubro. Essa é a maior queda do dado dessazonalizado, na comparação mensal ou seja, contra o mês imediatamente anterior, desde janeiro de Já na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o número de horas trabalhadas registrou forte desaceleração em outubro: de 9,6% em setembro para 4,9% no mês seguinte. Essa desaceleração ocorreu mesmo com a existência de um dia a mais de produção em outubro de 2008 do que em outubro de Para efeito de comparação, as horas trabalhadas cresceram 6,2% em outubro de 2007 frente ao mesmo mês de No acumulado de janeiro a outubro de 2008, comparativamente ao mesmo período de 2007, as horas trabalhadas cresceram 6,0%, praticamente mantendo a mesma intensidade de crescimento do registrado no acumulado de janeiro a setembro (6,1%), na mesma comparação. Embora menos intenso, crescimento das horas trabalhadas continua disseminado setorialmente As horas trabalhadas cresceram em 15 dos 19 setores industriais pesquisados no acumulado do ano frente ao mesmo período do ano anterior. Sete setores se destacaram por registrarem taxas de expansão de dois dígitos desse indicador: Outros equipamentos de transporte (27,2%), Material eletrônico e equipamentos de comunicação (14,9%), Máquinas e equipamentos (12,9%), Veículos automotores (11,5%), Borracha e plástico (11,3%), Produtos metálicos (10,6%) e Máquinas, aparelhos e materiais elétricos. Ind. de Transformação 1,0 4,9 6,0 6,0 Alimentos e Bebidas -1,8 4,9 6,7 1,4 Têxteis 2,6 4,6 5,7 0,3 Vestuário 1,6-3,5-3,6-0,2 Couros e Calçados -1,4-3,6-2,2-0,1 Madeira 1,1-13,9-12,0-0,3 Papel e Celulose 0,9 0,4 1,7 0,0 Edição e Impressão 0,3-4,5 0,5 0,0 Refino e Álcool -0,6-12,8-14,0-0,2 Produtos Químicos 0,6 3,3 2,5 0,2 Borracha e Plástico -2,0 10,1 11,3 0,7 Minerais não Metálicos 1,8 4,9 5,7 0,3 Metalurgia Básica 1,9 5,9 3,9 0,1 Produtos de Metal 3,6 10,0 10,6 0,7 Máquinas e Equipamentos 2,4 9,6 12,9 1,1 Máq.,Apar. e Mat. Elétricos 2,4 5,2 10,0 0,3 Mat.Eletrôn.e Comunicação 5,9 37,1 14,9 0,2 Veículos Automotores 4,0 9,3 11,5 0,8 Outros Equip. de Transporte 3,7 14,1 27,2 0,4 Móveis e Diversas 4,0 7,5 7,0 0, Dessazonalizado Índice base: média 2006=100 3

4 Emprego cresce menos frente a outubro de 2007 Indicador dessazonalizado ficou perto da estabilidade Apesar da ocupação, de acordo com os dados originais, ter ficado estável em outubro frente a setembro, o indicador dessazonalizado continuou registrando crescimento, mesmo que de forma suave (0,1%). Com isso, mantém-se a tendência de expansão mais prolongada do emprego industrial desde o início da pesquisa (em janeiro de 2003): são 31 meses seguidos de variação positiva do indicador dessazonalizado. Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, o emprego expandiu-se em 3,9%, o que representa uma desaceleração frente aos 4,3% registrados em setembro, na mesma base de comparação. Com o resultado de outubro, o emprego, na comparação anual, acumula expansão por 35 meses consecutivos. Em outubro de 2007, na mesma comparação, o emprego expandia-se a uma taxa mais intensa (4,5%). No acumulado de janeiro a outubro deste ano, frente ao mesmo período do ano anterior, o emprego na indústria cresceu 4,3%, mantendo, assim, a mesma variação registrada nos últimos quatro meses. Desaceleração do crescimento do emprego é lenta mas disseminada O emprego cresceu em 15 setores industriais no acumulado do ano frente ao mesmo período do ano anterior. Apesar dessa expansão, houve desaceleração na variação do emprego em 10 dos 19 setores pesquisados. Os setores que mais se destacaram pelo aumento do emprego continuam sendo Outros equipamentos de transporte (19,3%) e Máquinas e equipamentos (11,9%). Embora o setor de Outros equipamentos de transporte também tenha registrado desaceleração no ritmo de contratação, esse ainda é o setor em que as contratações mais suplantaram as demissões. Entretanto, o setor que mais contribuiu para a expansão total do emprego na indústria de transformação foi o de Alimentos e bebidas (1,0 p.p.), sendo seguido pelo setor de Máquinas e equipamentos (0,9 p.p.). Emprego Jan- Jan- Ind. de Transformação 0,0 3,9 4,3 4,3 Alimentos e Bebidas 0,4 5,3 4,6 1,0 Têxteis 1,1 3,9 3,7 0,2 Vestuário -0,7-4,3-4,6-0,3 Couros e Calçados -2,7-1,0-0,1 0,0 Madeira -1,8-13,9-12,1-0,3 Papel e Celulose 0,2 1,1 1,8 0,0 Edição e Impressão 0,5 3,4 2,3 0,1 Refino e Álcool -1,3-1,3 2,4 0,0 Produtos Químicos -0,5 3,0 3,7 0,2 Borracha e Plástico -0,4 4,3 5,8 0,4 Minerais não Metálicos 0,8 7,7 3,3 0,2 Metalurgia Básica 0,8 6,6 5,0 0,2 Produtos de Metal 1,2 6,3 5,9 0,4 Máquinas e Equipamentos 0,0 8,2 11,9 0,9 Máq.,Apar. e Mat. Elétricos 0,1 4,9 7,8 0,2 Mat.Eletrôn.e Comunicação 0,6-2,7-2,8 0,0 Veículos Automotores -0,3 6,2 8,7 0,6 Outros Equip. de Transporte -1,6 13,5 19,3 0,3 Móveis e Diversas 0,9 3,4 3,5 0,2 Dessazonalizado Índice base: média 2006=100 Dos três setores com queda do emprego no acumulado do ano, o maior destaque veio do setor de Madeira (-12,1%). 4

5 Crescimento da massa salarial também perde intensidade Arrefecimento ocorreu tanto na comparação anual quanto no acumulado do ano A massa salarial real recuou 0,6% em outubro, comparativamente ao mês imediatamente anterior, devolvendo parte dos ganhos registrados em setembro, quando houve expansão de 3,8%. Com a queda de outubro, esse indicador mantém a tendência de alternância entre variações positivas e negativas na comparação frente ao mês anterior. Devido ao fato da série histórica ser curta com início em janeiro de 2006, não há como aplicar o ajustamento para a sazonalidade. Na comparação com outubro de 2007, a massa salarial real cresceu 3,8%, o que representa uma desaceleração para quase a metade da taxa registrada em setembro (7,7%), na mesma comparação. A alta da inflação em outubro e o menor crescimento da ocupação foram os maiores responsáveis por esse movimento. No acumulado dos dez primeiros meses de 2008, comparativamente aos mesmos meses de 2007, a massa salarial real também registrou desaceleração, passando de 5,4% no acumulado do ano até setembro para 5,2% no acumulado até outubro. Massa salarial ainda cresce na maioria dos setores industriais Dos 19 setores pesquisados, em 16 deles a massa salarial cresceu no acumulado do ano frente ao mesmo período do ano anterior. Os destaques, com taxa de expansão de dois dígitos, vieram dos setores de Outros equipamentos de transporte (12,4%), Veículos automotores (11,5%) e Máquinas e equipamentos (10,0%). Massa salarial real Jan- Jan- Ind. de Transformação -0,6 3,8 5,2 5,2 Alimentos e Bebidas 0,7 6,3 6,7 1,0 Têxteis 3,5 8,6 6,4 0,2 Vestuário 2,9-4,4-3,2-0,1 Couros e Calçados -4,9-2,4-3,3-0,1 Madeira 1,8-5,9-7,4-0,1 Papel e Celulose 1,8 0,1 1,1 0,0 Edição e Impressão 9,4 9,0 0,7 0,0 Refino e Álcool 1,2-7,4 1,4 0,0 Produtos Químicos 1,3 2,1 0,6 0,1 Borracha e Plástico -1,3 3,7 5,2 0,3 Minerais não Metálicos 1,9 5,0 3,0 0,1 Metalurgia Básica -1,1 7,9 5,4 0,3 Produtos de Metal -3,0 7,7 8,4 0,5 Máquinas e Equipamentos 0,9 9,4 10,0 0,9 Máq.,Apar. e Mat. Elétricos -9,9-14,5 2,1 0,1 Mat.Eletrôn.e Comunicação -0,2-1,0 2,3 0,0 Veículos Automotores -8,7 5,3 11,5 1,2 Outros Equip. de Transporte 3,8 2,6 12,4 0,4 Móveis e Diversas 4,8 7,5 4,8 0,1 Índice base: média 2006=100 Dados os distintos pesos de cada setor na indústria, as maiores contribuições positivas da massa salarial vieram dos setores de Veículos automotores (1,2 p.p.), Alimentos e bebidas (1,0 p.p.) e Máquinas e equipamentos (0,9 p.p.). Esses três setores foram responsáveis por 62% de toda a expansão da massa salarial da indústria de transformação no acumulado de Os três setores que mantêm em queda a massa salarial no acumulado do ano foram Madeira (-7,4%), Couros e calçados (-3,3%) e Vestuário (-3,2%). jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Deflator: INPC-IBGE 5

6 Perda de dinamismo na indústria faz UCI recuar Diferença da UCI frente a outubro de 2007 é quase nula A indústria operou, em média, com 84,6% da capacidade instalada, repetindo o mesmo indicador registrado no mês anterior. Entretanto, o indicador livre de influências sazonais e de calendário ficou em 82,9%, o que representa uma redução de 0,5 p.p. na comparação com o patamar registrado em setembro. A queda da utilização da capacidade instalada (UCI) acompanhou a redução de 1,0% das horas trabalhadas na produção, e com isso, registrou a maior queda, no dado dessazonalizado, desde julho de A UCI encontra-se apenas 0,2 p.p. superior ao nível registrado no mesmo mês do ano anterior, contrastando-se com a diferença de 1,4 p.p. registrada em setembro, na mesma comparação. Considerando que o número de horas trabalhadas cresceu 4,9% nos últimos 12 meses, a relativa estabilidade da UCI, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, afasta a hipótese de que os investimentos realizados durante o ano não serão suficientes para atender à demanda. Na média do acumulado dos meses de janeiro a outubro, frente ao mesmo período do ano anterior, a UCI mantém a diferença de 0,9 p.p. pelo terceiro mês consecutivo. UCI ainda cresce para a maioria dos setores Apesar da UCI ter recuado em nove setores de atividade na comparação com o mês anterior, para 13 setores houve crescimento desse indicador. Os destaques de maiores altas desse indicador vieram de Outros equipamentos de transporte (6,1 p.p.), Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (3,1 p.p.) e Edição e impressão (3,0 p.p.). Por outro lado, dois setores se destacaram pela forte redução da UCI, também na comparação com o mesmo mês do ano anterior: Produtos químicos (-4,7 p.p.) e Móveis (-4,2 p.p.). Apenas um setor Alimentos e bebidas registrou estabilidade da UCI, nessa mesma base de comparação. Utilização da Capacidade Instalada Out08 Jan- Ind. de Transformação 84,6 84,6 84,4 0,9 Alimentos e Bebidas 82,6 81,9 82,6 0,1 Têxteis 84,7 84,6 85,2 0,0 Vestuário 83,4 84,1 84,9 0,0 Couros e Calçados 91,3 92,1 89,5 0,0 Madeira 79,0 77,2 79,2 0,0 Papel e Celulose 90,1 88,7 87,6 0,0 Edição e Impressão 82,3 80,1 79,3 0,1 Refino e Álcool 91,2 89,8 90,4 0,0 Produtos Químicos 77,3 79,5 81,9-0,1 Borracha e Plástico 85,2 86,2 84,8 0,2 Minerais não Metálicos 87,0 86,3 85,9 0,1 Metalurgia Básica 93,0 94,1 91,9 0,1 Produtos de Metal 86,0 85,6 85,3 0,1 Máquinas e Equipamentos 82,7 83,3 81,9 0,0 Máq.,Apar. e Mat. Elétricos 84,8 84,3 81,7 0,1 Mat.Eletrôn.e Comunicação 73,3 74,4 72,5 0,0 Veículos Automotores 90,1 89,3 89,1 0,3 Outros Equip. de Transporte 90,2 90,3 84,1 0,0 Móveis e Diversas 80,8 81,4 84,9 0,0 Dessazonalizado 6

7 Faturamento real* - Brasil Dados originais Índice base fixa: média 2006= ,2 90,3 91,5 87,4 90,1 86,7 91,7 95,0 99,9 104,4 98,6 92, ,5 82,0 99,6 93,0 98,9 101,9 100,4 107,7 105,5 103,2 103,6 99, ,5 87,8 102,1 97,4 100,6 103,0 97,4 103,6 102,3 101,0 103,5 101, ,2 86,4 103,0 91,8 102,2 99,8 98,8 108,0 105,9 108,2 107,0 99, ,0 90,3 107,8 99,6 106,3 105,3 105,3 114,2 108,8 116,6 114,3 104, ,6 100,9 109,5 110,5 111,4 114,6 121,1 114,4 121,6 124,6 * Deflator: IPA/OG - FGV Horas trabalhadas na produção Índice base fixa: média 2006= ,0 88,0 89,8 90,9 94,2 91,6 95,8 94,2 96,6 99,7 94,7 87, ,3 86,9 96,9 92,7 96,9 98,2 100,6 102,8 101,6 101,4 101,2 94, ,9 92,3 99,9 99,7 102,9 104,0 102,2 106,2 101,9 101,6 100,9 94, ,5 92,6 101,1 95,0 103,2 101,5 102,6 107,0 102,4 104,9 102,8 94, ,4 94,3 102,4 100,2 107,1 104,8 107,0 110,3 105,5 111,4 107,1 97, ,5 102,0 105,6 108,8 110,0 111,7 114,6 113,8 115,7 116,9 Emprego Índice base fixa: média 2006= ,2 91,3 91,4 92,0 92,3 92,4 92,1 92,1 92,3 92,3 92,2 90, ,5 91,0 92,1 93,0 94,2 94,9 95,6 96,6 97,8 98,2 98,3 96, ,5 96,6 97,0 98,2 98,6 98,7 98,7 98,7 98,8 98,8 98,1 97, ,3 97,6 97,9 99,5 100,3 100,3 100,7 101,2 101,7 101,6 101,5 100, ,0 100,2 101,2 102,7 103,8 104,0 104,3 105,0 105,8 106,2 105,9 104, ,1 105,2 105,9 106,9 107,7 108,2 108,8 109,2 110,4 110,4 Massa salarial real* ,0 94,0 96,2 95,7 98,1 97,5 98,6 97,6 96,9 99,8 106,8 124, ,6 99,5 101,2 101,2 102,2 101,2 103,8 102,2 101,9 105,1 111,1 131, ,2 105,3 108,4 105,8 106,6 105,8 108,3 105,8 109,8 109,1 * Deflator: INPC-IBGE Utilização da Capacidade Instalada Índice base fixa: média 2006= ,5 78,1 78,4 78,3 79,2 78,2 78,2 79,0 79,9 80,2 79,6 77, ,0 78,6 81,0 80,7 81,1 82,2 82,7 83,5 83,4 83,4 82,6 80, ,7 79,7 81,5 80,6 80,9 81,1 80,8 81,5 80,6 81,5 81,8 79, ,6 79,1 80,4 78,7 81,5 80,9 80,6 82,0 81,9 82,2 82,4 79, ,9 80,2 82,3 81,4 83,2 82,2 82,4 83,7 83,1 84,4 84,5 81, ,5 81,8 82,6 82,7 83,1 83,1 83,8 83,8 84,6 84,6 7

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