MF-0584.R-1 - MÉTODO DE MEDIÇÃO DOS GASES EMITIDOS PELO ESCAPAMENTO DOS VEÍCULOS AUTOMOTORES DO CICLO OTTO

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1 MF-0584.R-1 - MÉTODO DE MEDIÇÃO DOS GASES EMITIDOS PELO ESCAPAMENTO DOS VEÍCULOS AUTOMOTORES DO CICLO OTTO Notas: Aprovado pela Deliberação CECA nº 4.816, de 17 de abril de Publicado no DOERJ de 03 de maio de Republicado, por incorreções no original, no DOERJ de 28 de março de OBJETIVO Definir o método de medição dos gases emitidos pelo escapamento dos veículos automotores do Ciclo Otto, como parte integrante do Sistema de Licenciamento de Atividades Poluidoras - SLAP. Este método pode ser usado como indicativo do estado de regulagem do motor. 2 APLICABILIDADE Medição dos gases de escapamento emitidos por veículos leves do ciclo Otto. 3 DOCUMENTOS DE USO OBRIGATÓRIO 3.1 Resolução CONAMA n o 07, de 31/08/1993, que estabelece os padrões de emissão e os procedimentos para inspeção de veículos em uso, bem como os critérios para a implantação dos programas de Inspeção e Manutenção. 3.2 NORMAS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT: NBR Motores alternativos de combustão interna de ignição por compressão (Diesel) ou ignição por centelha (Otto) de velocidade angular variável Método de ensaio. NBR Emprego do opacímetro para medição do teor de fuligem de motor a Diesel Método de absorção de luz Procedimento. 4 DEFINIÇÕES Para os efeitos deste Método são adotadas as seguintes definições: 4.1 ACELERAÇÃO LIVRE - Regime de aceleração a que o motor é submetido com o débito máximo de combustível com o veículo estacionado. A potência desenvolvida é totalmente absorvida pela inércia dos componentes mecânicos do motor, da embreagem e da árvore piloto da caixa de mudança. 4.2 CONDIÇÕES ESTABILIZADAS E NORMAIS DE OPERAÇÃO - Condições em que as temperaturas do líquido de arrefecimento e do óleo lubrificante do motor estão em conformidade com as especificações do fabricante para a operação normal do veículo, conforme NBR

2 4.3 GASES DE ESCAPAMENTO - Substâncias emitidas para a atmosfera, provenientes de qualquer abertura do sistema de escapamento à jusante da válvula de escapamento do motor. 4.4 HIDROCARBONETOS - Total de substâncias orgânicas, incluindo frações de combustível não queimado e subprodutos resultantes da combustão, presentes no gás de escapamento e que são detectados pelo detector de ionização da chama. 4.5 MARCHA LENTA - Regime de trabalho em que a velocidade do motor, especificada pelo fabricante, deve ser mantida dentro de 50 rpm e o motor deve estar operando sem carga e com os controles do sistema de alimentação do combustível, acelerador e afogador, na posição de repouso. 5 PRINCÍPIO DO MÉTODO Trata-se de um método automático que utiliza a tecnologia de absorção de infravermelho. O gás de escapamento a ser medido é aspirado para dentro de uma câmara fechada, onde existe um emissor de infravermelho. Na outra extremidade da câmara, um detector indica a quantidade de radiação infravermelha absorvida, produzindo um sinal elétrico que estará relacionada a quantidade de gás na câmara no momento da leitura. O princípio utilizado é baseado no fato de que os gases absorvem a radiação, sendo que o CO, o CO 2 e os hidrocarbonetos apresentam picos de absorção em freqüências da faixa do infravermelho. Portanto, num dado volume de gás a quantidade "de luz fornecida por uma fonte de infravermelho, que é absorvida pelo meio, passa a ser uma indicação do número de moléculas de gás. 6 APARELHAGEM 6.1 A aparelhagem necessária ao ensaio é um analisador de CO, hidrocarbonetos e CO 2, do tipo infravermelho não dispersivo ou de concepção superior. O referido instrumento deverá ser homologado e ter a sua calibração certificada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial-INMETRO. A calibração deverá estar dentro do prazo de validade determinada pelo INMETRO. 6.2 O analisador de gases deve possuir sistema adequado de verificação e eliminação automática de aderência de hidrocarbonetos no sistema de amostragem. 6.3 O medidor de velocidade angular do motor deve ter um tempo de resposta máximo de 0,5 seg e uma precisão de ± 50 rpm. 7 ENSAIO 7.1 Antes de iniciar as medições, o operador deve certificar-se de que o veículo está

3 devidamente freado e a alavanca de mudança na posição neutra. Todos os dispositivos que alteram a aceleração do veículo devem ser desligados. 7.2 O motor do veículo deve estar na temperatura normal de funcionamento e em condições estabilizadas de operação, conforme especificado pelo fabricante. 7.3 O Inspetor deverá verificar se o veículo apresenta funcionamento irregular do motor, vazamentos aparentes, vazamentos e alterações dos sistemas de escapamento e de admissão de ar, retirada ou alteração de componentes originais do veículo que influenciam diretamente na emissão de poluentes, bem como se o veículo apresenta emissão de fumaça visível. Caso o veículo apresente pelo menos uma das irregularidades descritas, o veículo será considerado rejeitado, não podendo iniciar os procedimentos de inspeção. 7.4 Antes da execução de cada série de medições deverá ser verificada a aparelhagem, conforme instrução do fabricante. 7.5 Previamente à medição dos gases de escapamento deverá ser realizada a descontaminação do óleo do cárter mediante a aceleração do veículo parado, em velocidade angular constante, de aproximadamente 2500 rpm, sem carga e sem uso do afogador, durante um período de 30 seg. 7.6 Logo após a descontaminação do óleo do cárter deverão ser realizadas as medições dos níveis de concentração de CO, hidrocarbonetos e diluição dos gases de escapamento do veículo a 2500 rpm ± 200 rpm sem carga. Em seguida, são medidos, os valores de concentrações de CO, hidrocarbonetos e diluição (CO+CO 2 ) em marcha lenta e de velocidade angular. Se os valores medidos estiverem de acordo com os padrões de emissão fixados para cada parâmetro, o teste será encerrado e o veículo será aprovado. Em caso de ultrapassagem de qualquer um dos itens inspecionados, exceto as concentrações de CO e de hidrocarbonetos, o veículo será reprovado. 7.7 Se os valores medidos de CO e hidrocarbonetos não atenderem aos limites estabelecidos, o veículo será pré-condicionado mediante a aceleração em velocidade angular constante de, aproximadamente, 2500 rpm, sem carga e sem uso de afogador durante 3 minutos e novas medições de CO, hidrocarbonetos e diluição a 2500 rpm ± 200 rpm, sem carga, e marcha lenta serão realizadas. 8 RESULTADOS A apresentação dos resultados deverá ser conforme o modelo Anexo.

4 ANEXO FOLHA A BOLETIM DE MEDIÇÃO DE EMISSÃO VEICULAR - CICLO OTTO I - DADOS DA EMPRESA VISTORIADA USO EXCLUSIVO DA FEEMA CÓDIGO DA ATIVIDADE Nº / FOLHAS A B C R A Z Ã O S O C I A L N O M E F A N T A S I A E N D E R E Ç O DA E M P R E S A B A I R R O TEL NOME MUNIC. CÓDIGO DO BAIRRO CÓD MUNIC. CEP DIST. RA REPRESENTANTE DA EMPRESA JUNTO À FEEMA CÓD. DIST.RA CARGO FAX NOME LEGÍVEL TEL I I - RESPONSÁVEL PELAS MEDIÇÕES RAMAL CARGO ASSINATURA DATA / / I I I - RESULTADOS PLACA DO VEÍCULO ANO FABRICAÇÃO CO ( % Vol ) HC ( ppm ) DILUIÇÃO (CO + CO 2 ) DECLARO SEREM VERDADEIRAS, COMPLETAS E PRECISAS AS INFORMAÇÕES PRESTADAS NESTE RELATÓRIO RESULTADO ( APROV. / REPR. )

5 ANEXO FOLHA B PLACA DO VEÍCULO ANO FABRICAÇÃO CO ( % Vol ) HC ( ppm ) DILUIÇÃO (CO + CO2) RESULTADO ( APROV. / REPR. )

6 ANEXO FOLHA C OBSERVAÇÕES INSTRUÇÕES Preencher a máquina ou em letra de forma Campo I - Informações Gerais: Preencher conforme indicado Campo II - Responsável pelas medições: Preencher conforme indicado Campo III - Resultados: 1 - Placa do veículo - indique letras e número da placa do veículo 2 - Ano de fabricação - indique o ano do veículo 3 - CO (%vol) - indique o resultado da medição 4 - HC (ppm) - indique o resultado da medição 5 - Diluição (CO + CO2) - indique o resultado da medição 6 - Resultado - indique se o veículo foi "aprovado" ou "reprovado" Campo OBSERAÇÕES Utilize este campo para quisquer informações complementares

2º Para os veículos leves do ciclo Otto ficam estabelecidos os limites máximos de Co, HC, diluição e velocidade angular do motor do Anexo I.

2º Para os veículos leves do ciclo Otto ficam estabelecidos os limites máximos de Co, HC, diluição e velocidade angular do motor do Anexo I. RESOLUÇÃO CONAMA Nº 007, de 31 de agosto de 1993 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições previstas na Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, alterada pelas Leis nº 7.804,

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