Módulo: REFRATÁRIOS Agosto/2014

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Módulo: REFRATÁRIOS Agosto/2014"

Transcrição

1 Módulo: REFRATÁRIOS Agosto/2014 Refratários Isolantes e Cálculos de Isolação Moacir da Ressurreição Agosto /30

2 Isolantes Definição Tipos Finalidade Características Formatos Processo de Fabricação Vantagens Aplicação 2/30

3 Isolantes -Definição - São chamados de isolantes, os materiais refratários que suportam convenientemente bem as temperaturas elevadas (em contato direto ou indireto com o ambiente de trabalho e baixa massa específica aparente) e que conduzem a menor quantidade possível de calor para o meio externo (baixa condutibilidade térmica). - Geralmente são feitos de material sílico-aluminoso através de um processo artificial de fabricação e apresentando uma infinidade de poros vazios em toda sua massa (porosidade total superior à 45%), poros estes responsáveis pela predominante característica de isolamento térmico. 3/30

4 Isolantes -Tipos - Peças moldadas - Concretos isolantes - Fibra cerâmica - Lã de vidro - Lã de rocha - Silicato de cálcio - Cortiça - Vermiculita 4/30

5 Isolantes -Finalidade - A principal é a diminuição das perdas de energia calorífica geradas ou contidas em equipamentos térmicos (de qualquer tipo), com o objetivo também de um estudo da performance técnico-energética e visando ainda a economia de energia através de recursos próprios. - A especificação de um isolamento é realizada através de uma análise técnica, proposição de soluções para a economia de energia e a validação da performance do equipamento. 5/30

6 Isolantes -Características - Baixa condutividade térmica (K); - Facilidade de cortes, ajustes e manuseios (devido à baixa densidade aparente); - Média ou baixa resistência mecânica. 6/30

7 Isolantes -Características Condutibilidade Térmica (k) 7/30

8 Isolantes -Formatos - Tijolos paralelos, arcos e cunhas; - Mantas; - Módulos; - Flocos 8/30

9 Isolantes -Processo de Fabricação Mistura Conformação Secagem Queima Embalagem Embalagem Para monolíticos (concretos, argamassas, massas) Agentes orgânicos que formam poros abertos: Casca de coco Vermiculita Cortiça Isopor Outros materiais utilizados como: alumina globular, zircônia globular. 9/30

10 Isolantes -Processo de Fabricação 10/30

11 Isolantes -Vantagens - Baixo peso; - Baixo calor armazenado; - Boa resistência ao choque térmico; - Eficiência térmica; - Alta porosidade. 11/30

12 Isolantes -Exemplos de Aplicação - Fornos em geral; - Reformadores; - Reatores; - Trocadores de Calor; - Caldeiras; - Tratamentos Térmicos; - Pelotização; - Cerâmica Vermelha; - Vagonetas; - Sinterização 12/30

13 Cálculo de Isolamento Térmico Conceitos Básicos Cálculos Envolvidos Exemplos 13/30

14 Cálculo de Isolamento Térmico Conceitos Básicos Parâmetros para determinar o tipo de refratário adequado para um projeto: - Tipo do equipamento; - Tipo de Material em processo; - Continuidade de operação; - Abrasão resultante da movimentação das cargas; - Fonte de calor e temperaturas nas diversas regiões; - Face fria desejada (temperatura externa ao isolamento); - Ataque químico; - Impacto de cargas e das chamas; - Etc... 14/30

15 Cálculo de Isolamento Térmico Conceitos Básicos Os conceitos básicos aqui adotados são de uso estritamente elementar e prático, não podendo ser aplicados em casos complexos de isolação térmica, pois são básicos e não aprofundados, portanto, não é possível aplicá-los em cálculos de projetos de equipamentos e nem em balanços térmicos precisos (para conhecimentos mais detalhados e precisos é necessário consultar a literatura pertinente ao assunto). Existem 2 maneiras para calcularmos as perdas de calor, a saber: Regime Permanente (que será adotado para os cálculos que seguem) ou Regime Transitório; 15/30

16 Cálculo de Isolamento Térmico Regime permanente: Conceitos Básicos 16/30

17 Cáculo de Isolamento Térmico Conceitos Básicos Condutividade (ou Condutibilidade) Térmica (k kcal/m.h ºC): É a quantidade horária de energia que atravessa um cubo de 1 m 3, mantendo uma diferença de 1 ºC entre as faces opostas e que pode ser expressa em: onde: Q quantidade de calor (kcal) S área da parede (m 2 ) t 1 e t 2 temperaturas (ºC) e espessura da parede (m) ө tempo (h) k condutividade térmica (kcal/m. h ºC) 17/30

18 Cálculo de Isolamento Térmico Conceitos Básicos A condutividade térmica (k), como dissemos anteriormente, é a quantidade de calor que passa na unidade de tempo através de uma superfície unitária, quando a diferença de temperatura é de 1ºC por unidade de espessura. Sua unidade de inglesa é: BTU/ft.h ºF, sendo 1 BTU/ft.h ºF = 1488 kcal/m.h ºC. Nos cálculos referentes a isolantes térmicos, os ingleses usam uma unidade 12 vezes maior, pois está relacionado à uma camada de isolante de 1 pol de espessura e 1 sq.ft. de superfície 1 BTU.pol/h.sq.ft.ºF = 0,1242 kcal.m/m².h ºC. A condutibilidade térmica (k) depende do material e quanto maior ela for, tanto melhor condutor de calor será o corpo em estudo; também podemos considerá-la constante para um mesmo material, dentro de certos limites de temperatura. 18/30

19 Cálculo de Isolamento Térmico Conceitos Básicos A condutividade térmica (k) pode ser usada como classificação dos materiais em condutores e isolantes, como descrito no quadro a seguir: 19/30

20 Cálculo de Isolamento Térmico Conceitos Básicos A resistência térmica (R) é a capacidade que cada corpo específico tem em retardar o fluxo de energia (calor), sendo expressa como: onde: e espessura da parede (m) k condutividade térmica (kcal/m.h ºC) Outro fator que incide sobre o cálculo do fluxo de calor é a resistência superficial (Rs), que espressa por: onde: he coeficiente de superfície Por convenção para ambientes externos: Rs (1/he) = 0 para ambientes internos: he = 10 kcal/m².h ºC 20/30

21 Cálculo de Isolamento Térmico Obtenção da Temperatura Superficial Para esse cálculo interativo convencionamos que o coeficiente de película (he) é de: - Ambientes Internos = 7 kcal/m.h ºC - Ambientes Externos = 10 kcal/m.h ºC Superfície Plana: onde: Tse temperatura superficial (ºC) e espessura do isolamento (m) k condutividade térmica (kcal/m.h ºC) he coeficiente de superfície (kcal/m².h ºC) t op temperatura de operação (ºC) t a temperatura ambiente (ºC) 21/30

22 Cálculo de Isolamento Térmico Obtenção da Temperatura Superficial Superfície Cilíndrica: onde: Tse temperatura superficial (ºC) Ln logaritmo neperiano e espessura do isolamento (m) k condutividade térmica (kcal/m.h ºC) he coeficiente de superfície (kcal/m².h ºC) t op temperatura de operação (ºC) t a temperatura ambiente (ºC) d diâmetro externo da tubulação (m) D diâmetro externo do isolamento (m) (D = d + 2. e) 22/30

23 Parte Plana: Cálculo de Isolamento Térmico Perda de Energia (calor) onde: Q quantidade de energia perdida (kcal/h.m²) R resistência térmica do isolante (m².h ºC/kcal) Rs resistência térmica da superfície externa (m².h ºC/kcal) e espessura do isolante (m) k condutividade térmica do isolante (kcal/m.h ºC) he coeficiente de película (kcal/m².h ºC) he ambientes internos = 10 kcal/m².h ºC he ambientes externos = 0 kcal/m².h ºC t op temperatura de operação (ºC) t a temperatura ambiente (ºC) 23/30

24 Parte Cilíndrica: Cálculo de Isolamento Térmico Perda de Energia (calor) onde: Q quantidade de energia perdida (kcal/h.m²) Ln logaritmo neperiano e espessura do isolante (m) k condutividade térmica do isolante (kcal/m.h ºC) he coeficiente de película (kcal/m².h ºC) he ambientes internos = 10 kcal/m².h ºC he ambientes externos = 0 kcal/m².h ºC t op temperatura de operação (ºC) t a temperatura ambiente (ºC) d diâmetro externo da tubulação (m) D diâmetro externo do isolamento (m) (D = d + 2. e) 24/30

25 Cálculo de Isolamento Térmico Exemplo de Cálculo do Calor Perdido Exemplo 1: dados: ambiente interno (he = 10 kcal/m².h ºC) espessura do isolante (e = 160 mm = 0,16 m) condutividade térmica do isolante (k = 0,060 kcal/m.h ºC) temperatura de operação (t op = 500 ºC) temperatura ambiente (t a = 20 ºC) kcal/m².h ºC 25/30

26 Exemplo 2: Cálculo de Isolamento Térmico Exemplo de Cálculo do Calor Perdido dados: ambiente interno (he = 10 kcal/m².h ºC) espessura do isolante (e = 150 mm = 0,15 m) condutividade térmica do isolante (k = 0,070 kcal/m.h ºC) temperatura de operação (t op = 500 ºC) temperatura ambiente (t a = 20 ºC) diâmetro externo da tubulação (d = 300 mm = 0,3 m) diâmetro externo do isolamento (m) (D = d + 2.e = 0, ,15 = 0,6 m) kcal/m².h ºC 26/30

27 Cálculo de Isolamento Térmico Outro Modo de Obter o Fluxo de Energia 27/30

28 Cálculo de Isolamento Térmico Outro Modo de Obter o Fluxo de Energia TEMPERATURA C TEMPERATURA C TEMPERATURA C 1235 C 1533 C 1700 C 1224 C 1520 C 1600 C 940 C 1250 C 1300 C ISOLANTE Dens. 1,5 g/cm3 K=1,1 W/m.K DENSO Dens. 3,07 g/cm3 K=2,6 W/m.K ISOLANTE DENSO Dens. 2,90 g/cm3 Dens. 1,2 g/cm3 K=1,9 W/m.K K=0,5 W/m.K ISOLANTE DENSO Dens. 2,60 g/cm3 Dens. 1,1 g/cm3 K=1,9 W/m.K K=0,4 W/m.K 193 C ISOLANTE Dens. 1,05 g/cm3 K=0,38 W/m.K INTERFACE 2 INTERFACE 1 FACE QUENTE 131 C ISOLANTE Dens. 0,8 g/cm3 K=0,15 W/m.K INTERFACE 2 INTERFACE 1 FACE QUENTE 93 C ISOLANTE Dens. 0,4 g/cm3 K=0,15 W/m.K INTERFACE 2 INTERFACE 1 FACE QUENTE FACE FRIA T. m. u C 114 mm T. m. u C 114 mm T. m. u C 114 mm FACE FRIA T. m. u C 114 mm T. m. u C 114 mm T. m. u C 114 mm FACE FRIA T. m. u C 114 mm T. m. u C 114 mm T. m. u C 114 mm SITUAÇÃO A ESPESSURA mm SITUAÇÃO B ESPESSURA mm ESPESSURA mm SITUAÇÃO C 28/30

29 Isolantes -Considerações Gerais - Cabe a nós mostrarmos algumas vantagens e desvantagens dos diversos produtos que são comumente usados na aplicação de isolação térmica. - Lembramos ainda que essas comparações são baseadas nas experiências vividas em campo e somente são empregadas em condições específicas, pois cada caso de aplicação de uma isolação térmica deve ser analisado separadamente. 29/30

30 Isolantes -Bibliografia - Annual Book of A.S.T.M. Standards, vol Thermal Insulation, Enviromental Acoustics N-250-D Petrobras. - Thermal Insulation Hand Book. - Transferência de Calor M. Necati Ozisik. - Princípios da Transmissão de Calor Frank Kregth. 30/30

Prof. Eduardo Loureiro, DSc.

Prof. Eduardo Loureiro, DSc. Prof. Eduardo Loureiro, DSc. Transmissão de Calor é a disciplina que estuda a transferência de energia entre dois corpos materiais que ocorre devido a uma diferença de temperatura. Quanta energia é transferida

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Módulo IV Aula 04 Isolamento térmico AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Motivos Manter em condições de escoamento líquidos de alta viscosidade ou materiais que sejam sólidos

Leia mais

Desempenho Térmico de edificações

Desempenho Térmico de edificações Desempenho Térmico de edificações PROFESSOR Roberto Lamberts Unidade deportiva Atanasio Girardot - Medellín ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS estrutura intro isolantes cálculos exemplos e testes 2 introdução

Leia mais

Medição de Pressão e Temperatura V-Pad

Medição de Pressão e Temperatura V-Pad Medição de Temperatura em superfície de tubo WIKA Aplicações Refinarias (Petroquímicas) - Fornos - Parede de reatores - Reformadores (etileno) Geração de energia - Caldeiras Papel e celulose - Caldeiras

Leia mais

FCTA 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES

FCTA 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES Nestes tipos de fechamento podem ocorrer três tipos de trocas térmicas: condução, convecção e radiação. O vidro comum é muito

Leia mais

COMPORTAMENTO TÉRMICO DA CONSTRUÇÃO

COMPORTAMENTO TÉRMICO DA CONSTRUÇÃO COMPORTAMENTO TÉRMICO DA CONSTRUÇÃO Capítulo 2 do livro Manual de Conforto Térmico NESTA AULA: Trocas de calor através de paredes opacas Trocas de calor através de paredes translúcidas Elementos de proteção

Leia mais

Aula 23 Trocadores de Calor

Aula 23 Trocadores de Calor Aula 23 Trocadores de Calor UFJF/Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica Prof. Dr. Washington Orlando Irrazabal Bohorquez Definição: Trocadores de Calor Os equipamentos usados para implementar

Leia mais

Portfólio de Produtos

Portfólio de Produtos www.isorecort.com.br Portfólio de Produtos Faça o download de um leitor de QR Code na loja virtual do seu celular ou tablet e baixe nosso catálogo. Qualidade em suas Diversas Formas Qualidade Quando o

Leia mais

Exercícios Terceira Prova de FTR

Exercícios Terceira Prova de FTR Exercícios Terceira Prova de FTR 1) Existe uma diferença de 85 o C através de uma manta de vidro de 13cm de espessura. A condutividade térmica da fibra de vidro é 0,035W/m. o C. Calcule o calor transferido

Leia mais

O raio crítico. Problema motivador 01: Problema motivador 02: Problema motivador 03: Portfolio de:

O raio crítico. Problema motivador 01: Problema motivador 02: Problema motivador 03: Portfolio de: Problema motivador 01: qual a função da camada de material polimérico colocada sobre fios elétricos de cobre ou de alumínio? Problema motivador 02: qual a espessura da camada de tijolos de uma parede de

Leia mais

Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor.

Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor. Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor. Francisco Vecchia Departamento de Hidráulica e Saneamento Escola de Engenharia

Leia mais

TM703 Ciência dos Materiais PIPE Pós - Graduação em Engenharia e Ciências de Materiais

TM703 Ciência dos Materiais PIPE Pós - Graduação em Engenharia e Ciências de Materiais TM703 Ciência dos Materiais PIPE Pós - Graduação em Engenharia e Ciências de Materiais Carlos Mauricio Lepienski Laboratório de Propriedades Nanomecânicas Universidade Federal do Paraná Aulas 7 1º sem.

Leia mais

A maneira mais inteligente de aquecer água.

A maneira mais inteligente de aquecer água. A maneira mais inteligente de aquecer água. A JAMP O uso consciente de energia é um dos princípios que rege as atividades da JAMP, responsável pela introdução no País de soluções inovadoras no campo de

Leia mais

Indústrias dé Processos Químicos

Indústrias dé Processos Químicos Indústrias dé Processos Químicos A Thermal Ceramics, uma força mundial no gerenciamento de calor, fornece soluções inovadoras e projetadas para a redução do consumo de energia e dos custos de manutenção

Leia mais

CHAPAS EM POLICARBONATO THERMONDA

CHAPAS EM POLICARBONATO THERMONDA O policarbonato é um material que apresenta características ímpares no campo das coberturas e paramentos translúcidos e transparentes. Com uma experiência de mais de 20 anos no fabrico de policarbonato

Leia mais

CHAPAS EM POLICARBONATO THERMOGRECA

CHAPAS EM POLICARBONATO THERMOGRECA O policarbonato é um material que apresenta características ímpares no campo das coberturas e paramentos translúcidos e transparentes. Com uma experiência de mais de 20 anos no fabrico de policarbonato

Leia mais

Q t. Jornal de Física Único Jornal do Pará www.fisicapaidegua.com

Q t. Jornal de Física Único Jornal do Pará www.fisicapaidegua.com A condição necessária para que haja propagação do calor de um ponto para outro é que exista diferença de temperatura entre os pontos. O calor pode se propagar de três maneiras: condução, convecção e irradiação.

Leia mais

100% Material ecológico e natural. Placas refratárias. Soluções de isolamento refratário para altas temperaturas de até 1300 C

100% Material ecológico e natural. Placas refratárias. Soluções de isolamento refratário para altas temperaturas de até 1300 C Soluções de isolamento refratário para altas temperaturas de até 1300 C Resistência ao choque térmico 100% Material ecológico e natural Dados técnicos Formato Espesor Densidad 2440 x 1220 mm 10-40 mm (120

Leia mais

Baixa densidade Produto económico

Baixa densidade Produto económico R PN 0 PK 0 PA 0 EFINIÇÃO: Paineis semi-rígidos (0 kg/m ) de espessura uniforme, constituídos de fibras de lã de rocha aglutinadas com resina sintética termo-endurecida, - PN 0 sem revestimento. - PK 0

Leia mais

LONA DE FREIO PEÇAS ESPECIAIS

LONA DE FREIO PEÇAS ESPECIAIS GAXETAS SECAS MANTA E TECIDO DE FIBRA CERÂMICA GAXETAS IMPREGNADAS FITAS CORTIÇA J U N T A E S P I R A L A D A FELTRO J U N T A D E V E D A Ç Ã O PAPELÃO HIDRAÚLICO F I T A P A T E N T E T E F L O N JUNTA

Leia mais

Materiais cerâmicos e vítreos vítreos

Materiais cerâmicos e vítreos vítreos Materiais cerâmicos e vítreos Materiais inorgânicos e não-metálicos processados e / ou usados a elevadas temperaturas Cerâmicas / argilas / silicatos das mais velhas indústrias humanas (15000 AC) resistentes

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Depósitos Gama S ZB-Solar. www.vulcano.pt. Novembro 2014

FICHA TÉCNICA. Depósitos Gama S ZB-Solar. www.vulcano.pt. Novembro 2014 Departamento Comercial e Assistência Técnica: Av. Infante D. Henrique, lotes 2E-3E - 1800-220 LISBOA * Tel.: +351.218 500 300 Novembro 2014 FICHA TÉCNICA Depósitos Gama S ZB-Solar www.vulcano.pt FICHA

Leia mais

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado Fundamentos de Engenharia Solar Racine T. A. Prado Coletores Solares Um coletor solar é um tipo específico de trocador de calor que transforma energia solar radiante em calor. Duffie; Beckman Equação básica

Leia mais

Nanotech do Brasil. Rua Curupaiti, 199 Jd. Paraíso Santo André SP CEP 09190-040

Nanotech do Brasil. Rua Curupaiti, 199 Jd. Paraíso Santo André SP CEP 09190-040 1 Rev. 3 D.U.M. 28/08/2015 Produto Nanothermic 3 Isolante térmico Nanothermic 3 é um revestimento térmico, contendo as melhores matérias primas. É um revestimento de múltiplas aplicações que soluciona

Leia mais

Pecha Kucha Ciência Viva 23 de Setembro. Energia Térmica

Pecha Kucha Ciência Viva 23 de Setembro. Energia Térmica Energia Térmica A massa e a energia conservam-se independentemente uma da outra? São duas propriedades distintas de um sistema? E = Mc 2 Energia de 1kg de massa E = (3!10 8 ) 2!1= 9!10 16 J Na combustão

Leia mais

Transferência de Calor Condução de Calor

Transferência de Calor Condução de Calor Transferência de Calor Condução de Calor Material adaptado da Profª Tânia R. de Souza de 2014/1. 1 Lei de Fourier A Lei de Fourier é fenomenológica, ou seja, foi desenvolvida a partir da observação dos

Leia mais

LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais

LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais LEI DE OHM Conceitos fundamentais Ao adquirir energia cinética suficiente, um elétron se transforma em um elétron livre e se desloca até colidir com um átomo. Com a colisão, ele perde parte ou toda energia

Leia mais

O que é EPS? Classe F-L: 11,0 Kg/m 3 Material retardante à chama classe F Condutividade Térmica: λ do EPS: 0,028 kcal/h.m².ºc

O que é EPS? Classe F-L: 11,0 Kg/m 3 Material retardante à chama classe F Condutividade Térmica: λ do EPS: 0,028 kcal/h.m².ºc LAJES COM E.P.S. O que é EPS? O EPS (Poliestireno Expandido) é comumente chamado de Isopor. É um produto derivado do petróleo. A matéria-prima, poliestireno, sofre uma expansão de 20 a 50 vezes, resultando

Leia mais

FÍSICA: CONCEITOS E EXERCÍCIOS DE FÍSICA TÉRMICA

FÍSICA: CONCEITOS E EXERCÍCIOS DE FÍSICA TÉRMICA FÍSICA: CONCEITOS E EXERCÍCIOS DE FÍSICA TÉRMICA 1 SOBRE Apanhado de exercícios sobre física térmica selecionados por segrev. O objetivo é que com esses exercícios você esteja preparado para a prova, mas

Leia mais

Refratários não formados

Refratários não formados Refratários não formados Os não formados são os que não apresentam forma física definida e são constituídos pelos concretos, massas de socar, plásticos e argamassas, que podem ser fornecidos em baldes,

Leia mais

CD18R00 GAMA SANICOL CATÁLOGO TÉCNICO TUBOS

CD18R00 GAMA SANICOL CATÁLOGO TÉCNICO TUBOS GAMA SANICOL CATÁLOGO TÉCNICO TUBOS ÍNDICE 1. Generalidades... 3 2. Características Gerais da Tubagem... 3 3. Características Hidráulicas... 4 4. Características Geométricas... 4 5. Transporte e Armazenamento...

Leia mais

Trabalho Prático MEDIDA DA CONDUTIVIDADE TÉRMICA DE DIFERENTES MATERIAIS

Trabalho Prático MEDIDA DA CONDUTIVIDADE TÉRMICA DE DIFERENTES MATERIAIS Trabalho Prático MEDIDA DA CONDUTIVIDADE TÉRMICA DE DIFERENTES MATERIAIS Objectivo - Determinação da condutividade térmica de 5 diferentes materiais de construção. 1. Introdução O calor pode ser transferido

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTOS

CATÁLOGO DE PRODUTOS CATÁLOGO DE PRODUTOS ISOPORTEC A ISOPORTEC é focada na produção de soluções em isopor de alta performance para a construção civil, valorizando produtos que fazem diferença nos projetos mais complexos.

Leia mais

Propriedades Térmicas

Propriedades Térmicas Propriedades Térmicas Quais os pontos principais no estudo de propriedades térmicas? Como o material responde ao calor? Como definir... - Capacidade Calorífica - Expansão Térmica - Condutividade Térmica

Leia mais

ECOTELHADO. Segundo pesquisador da Lawrence Berkley National Laboratory (CA, EUA), cerca de 25% da superfície de uma cidade consiste de telhados.

ECOTELHADO. Segundo pesquisador da Lawrence Berkley National Laboratory (CA, EUA), cerca de 25% da superfície de uma cidade consiste de telhados. ECOTELHADO Segundo pesquisador da Lawrence Berkley National Laboratory (CA, EUA), cerca de 25% da superfície de uma cidade consiste de telhados. TRANSMISSÃO DE CALOR por condução térmica através de materiais

Leia mais

ANCORAS METALICAS. Projetos / Aplicações / Importância / Análise de danos

ANCORAS METALICAS. Projetos / Aplicações / Importância / Análise de danos ANCORAS METALICAS Projetos / Aplicações / Importância / Análise de danos Conceito Âncoras / Clipes / Chumbadores Grapas Rabo de andorinha / Grampo Conceito Âncoras / Clipes / Chumbadores Grapas Rabo de

Leia mais

ISOLANTES TÉRMICOS. Isolantes Térmicos e Refratários LTDA. catalogofinal25.05.indd 1 25/5/2010 12:56:00

ISOLANTES TÉRMICOS. Isolantes Térmicos e Refratários LTDA. catalogofinal25.05.indd 1 25/5/2010 12:56:00 ISOLANTES TÉRMICOS Isolantes Térmicos e Refratários LTDA. catalogofinal25.05.indd 1 25/5/2010 12:56:00 catalogofinal25.05.indd 2 25/5/2010 12:56:01 ÍNDICE Apresentação 5 Tecido de fibra de vidro 6 Fio

Leia mais

Elastron, membrana anticorrosiva e impermeabilizante. Fácil, a frio e sem juntas.

Elastron, membrana anticorrosiva e impermeabilizante. Fácil, a frio e sem juntas. Elastron, membrana anticorrosiva e impermeabilizante. Fácil, a frio e sem juntas. SOMA DE VALORES A JR Tecnologia em Superfícies (nome fantasia) iniciou suas atividades em 1991 com o nome JR Gonçalves

Leia mais

Materiais de Construção AGREGADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

Materiais de Construção AGREGADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL Materiais de Construção AGREGADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL Agregados para concreto Os agregados constituem um componente importante no concreto, contribuindo com cerca de 80% do peso e 20% do custo de concreto

Leia mais

MÓDULO 4 4.10 - DIMENSIONAMENTODE ISOLAMENTO TÉRMICO

MÓDULO 4 4.10 - DIMENSIONAMENTODE ISOLAMENTO TÉRMICO MANUAL DE BOAS PRÁTICAS - ABPE 203 MÓDULO 4 4.0 - DIMENSIONAMENTODE ISOLAMENTO TÉRMICO Isolamento Térmico (Transmissão de Calor) A transmissão de calor em tubulações plásticas adquire particular interesse

Leia mais

METALURGIA DO PÓ (SINTERIZAÇÃO) 1. Introdução Transformação de pó de metais em peças pela aplicação de pressão e calor (sem fusão do metal base).

METALURGIA DO PÓ (SINTERIZAÇÃO) 1. Introdução Transformação de pó de metais em peças pela aplicação de pressão e calor (sem fusão do metal base). METALURGIA DO PÓ (SINTERIZAÇÃO) 1. Introdução Transformação de pó de metais em peças pela aplicação de pressão e calor (sem fusão do metal base). Etapas do processo: - obtenção dos pós metálicos - mistura

Leia mais

Técnicas da Construção Civil. Aula 02

Técnicas da Construção Civil. Aula 02 Técnicas da Construção Civil Aula 02 Necessidades do cliente e tipos de Estruturas Taciana Nunes Arquiteta e Urbanista Necessidades do Cliente Função ou tipo de edificação? Como e quanto o cliente quer

Leia mais

Grupo 13 Bico quente especial + acessórios para sistemas de câmara quente

Grupo 13 Bico quente especial + acessórios para sistemas de câmara quente Grupo 13 Bico quente especial + acessórios para sistemas de câmara quente Fornecedor: Tipo Descrição Página -13 Introdução -01-01 + 02 Aplicação dos bicos especiais -02-01 Resistências para bicos 10 Resistência

Leia mais

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Tintas Soluções para Celulose & Papel

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Tintas Soluções para Celulose & Papel Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Tintas Soluções para Celulose & Papel Soluções para Celulose e Papel A WEG Tintas fornece tecnologia em tintas para diversos tipos de ambientes

Leia mais

concreto É unir economia e sustentabilidade.

concreto É unir economia e sustentabilidade. concreto É unir economia e sustentabilidade. A INTERBLOCK Blocos e pisos de concreto: Garantia e confiabilidade na hora de construir. Indústria de artefatos de cimento, que já chega ao mercado trazendo

Leia mais

Cobertura com telhas asfálticas. Cobertura com telhas asfálticas

Cobertura com telhas asfálticas. Cobertura com telhas asfálticas Cobertura com telhas asfálticas Cobertura com telhas asfálticas A cobertura conhecida como shingle é uma manta asfáltica composta por elementos descontínuos. A telha possui, na composição, camadas à base

Leia mais

Ensacado - A Argila Expandida pode ser comprada em sacos de 50l, sendo transportada da mesma maneira. Cada 20 sacos equivalem a 1m 3.

Ensacado - A Argila Expandida pode ser comprada em sacos de 50l, sendo transportada da mesma maneira. Cada 20 sacos equivalem a 1m 3. Argila Expandida A argila expandida é um agregado leve que se apresenta em forma de bolinhas de cerâmica leves e arredondadas, com uma estrutura interna formada por um a espuma cerâmica com micro poros

Leia mais

CONCRETOS REFRATÁRIOS PARA CIMENTO E CAL: EVOLUÇÃO, PROPRIEDADES E MÉTODOS DE APLICAÇÃO. Waldir de Sousa Resende IBAR LTDA

CONCRETOS REFRATÁRIOS PARA CIMENTO E CAL: EVOLUÇÃO, PROPRIEDADES E MÉTODOS DE APLICAÇÃO. Waldir de Sousa Resende IBAR LTDA VII ERUR ENCONTRO DE REFRATÁRIOS E USUÁRIOS DE REFRATÁRIOS CONCRETOS REFRATÁRIOS PARA CIMENTO E CAL: EVOLUÇÃO, PROPRIEDADES E MÉTODOS DE APLICAÇÃO Waldir de Sousa Resende IBAR LTDA RESUMO Definição Concretos

Leia mais

Apresentação Geral Propriedades Mecânicas Dimensões de Laminados Tabela de Preços

Apresentação Geral Propriedades Mecânicas Dimensões de Laminados Tabela de Preços Apresentação Geral Propriedades Mecânicas Dimensões de Laminados Tabela de Preços 1 Apresentação Geral Produto: Laminado de carbono - epoxy obtido por pultrusão Aplicações: Reforço e reparação de estruturas

Leia mais

Características e informação nutricional do ovo

Características e informação nutricional do ovo Características e informação nutricional do ovo Há muito tempo foi confirmada a eficácia e grande importância do ovo na alimentação das pessoas. De fácil preparação e digestão não foi difícil incorporar

Leia mais

POLICARBONATO COMPACTO

POLICARBONATO COMPACTO POLICARBONATO COMPACTO Chapa em policarbonato compacto, com tratamento em um dos lados contra o ataque dos raios ultravioleta (garantia de 10 anos contra amarelamento). Por sua alta transparência, a chapa

Leia mais

ÁREA DE ENSAIOS ALVENARIA ESTRUTURAL RELATÓRIO DE ENSAIO N O 36555

ÁREA DE ENSAIOS ALVENARIA ESTRUTURAL RELATÓRIO DE ENSAIO N O 36555 LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL ENDEREÇO: Cidade Universitária Camobi, Santa Maria (RS) CEP 97105 900 TELEFONE: (55) 3220 8608 (Fax) Direção 3220 8313 Secretaria E-MAIL: lmcc@ct.ufsm.br 1/5

Leia mais

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CONTROLE DA UMIDADE

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CONTROLE DA UMIDADE CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CONTROLE DA UMIDADE 1 Processo no qual a água é removida rápida ou lentamente, envolvendo duas operações fundamentais na indústria de alimentos: transferência de calor e de

Leia mais

O QUARTO ELEMENTO DA CONSTRUÇÃO

O QUARTO ELEMENTO DA CONSTRUÇÃO O QUARTO ELEMENTO DA CONSTRUÇÃO Porque Impermeabilizar? O que leva construtoras, construtores, proprietários de imóveis, etc... a procura de impermeabilizantes? De cada 10 pessoas que procuram produtos

Leia mais

ABRALIMP Encontro de Associados. Alexis Joseph Steverlynck Fonteyne

ABRALIMP Encontro de Associados. Alexis Joseph Steverlynck Fonteyne ABRALIMP Encontro de Associados Alexis Joseph Steverlynck Fonteyne Projetistas de piso Executores de piso Fabricantes de revestimentos de alto desempenho (RAD) Fabricantes de insumos para pisos e revestimentos

Leia mais

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA II (EM307) 2º Semestre 2005/06. 4. Processamento de Materiais Cerâmicos

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA II (EM307) 2º Semestre 2005/06. 4. Processamento de Materiais Cerâmicos MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA II (EM307) 2º Semestre 2005/06 4. Processamento de Materiais Cerâmicos F. Jorge Lino Alves 1 Resumo 4. Processamento de Materiais Cerâmicos Processos utilizados na fabricação

Leia mais

Lista de Exercícios Aula 04 Propagação do Calor

Lista de Exercícios Aula 04 Propagação do Calor Lista de Exercícios Aula 04 Propagação do Calor 1. (Halliday) Suponha que a barra da figura seja de cobre e que L = 25 cm e A = 1,0 cm 2. Após ter sido alcançado o regime estacionário, T2 = 125 0 C e T1

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DE CALOR (TCL)

TRANSFERÊNCIA DE CALOR (TCL) CAMPUS SÃO JOSÉ ÁEA TÉCNICA DE EFIGEAÇÃO E CONDICIONAMENTO DE A TANSFEÊNCIA DE CAO (TC) Volume I Parte 2 Prof. Carlos Boabaid Neto, M. Eng. 2010 1 ÍNDICE Página CAPÍTUO 2 - TANSFEÊNCIA DE CAO PO CONDUÇÃO

Leia mais

PROJETO DE UM TROCADOR DE CALOR PARA RESFRIAMENTO DE FLUIDO EM UM CIRCUITO HIDRÁULICO UTILIZADO NA AGRICULTURA DE PRECISÃO

PROJETO DE UM TROCADOR DE CALOR PARA RESFRIAMENTO DE FLUIDO EM UM CIRCUITO HIDRÁULICO UTILIZADO NA AGRICULTURA DE PRECISÃO PROJETO DE UM TROCADOR DE CALOR PARA RESFRIAMENTO DE FLUIDO EM UM CIRCUITO HIDRÁULICO UTILIZADO NA AGRICULTURA DE PRECISÃO Clovis Adelar Mattjie (FAHOR) cm000627@fahor.com.br Renato Ristof (FAHOR) rr000875@fahor.com.br

Leia mais

São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que levaria à derrubada de árvores para utilizar a madeira como combustível,

São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que levaria à derrubada de árvores para utilizar a madeira como combustível, TIJOLOS ECOLÓGICOS Casa construída com tijolos ecológicos Fonte: paoeecologia.wordpress.com TIJOLOS ECOLÓGICOS CARACTERÍSTICAS São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que

Leia mais

Capítulo 21. Vidros. Eduvaldo Paulo Sichieri - USP São Carlos Rosana Caram - USP São Carlos Joaquim Pizzutti dos Santos -UFSM

Capítulo 21. Vidros. Eduvaldo Paulo Sichieri - USP São Carlos Rosana Caram - USP São Carlos Joaquim Pizzutti dos Santos -UFSM Capítulo 21 Vidros Eduvaldo Paulo Sichieri - USP São Carlos Rosana Caram - USP São Carlos Joaquim Pizzutti dos Santos -UFSM Definição de Vidro Por vidro entende-se um produto fisicamente homogêneo obtido

Leia mais

Processo de Forjamento

Processo de Forjamento Processo de Forjamento Histórico A conformação foi o primeiro método para a obtenção de formas úteis. Fabricação artesanal de espadas por martelamento (forjamento). Histórico Observava-se que as lâminas

Leia mais

ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I SISTEMAS DE VEDAÇÃO VERTICAL SISTEMA DE VEDAÇÃO Um subsistema

Leia mais

VERIFICAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE UM CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND DO TIPO CPII-Z-32 PREPARADO COM ADIÇÃO DE UM RESÍDUO CERÂMICO

VERIFICAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE UM CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND DO TIPO CPII-Z-32 PREPARADO COM ADIÇÃO DE UM RESÍDUO CERÂMICO VERIFICAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE UM CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND DO TIPO CPII-Z-32 PREPARADO COM ADIÇÃO DE UM RESÍDUO CERÂMICO Belarmino Barbosa Lira (1) Professor do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental

Leia mais

FERROCO S.A. TEMPOS DE CONSERVAÇÃO EM CAIXAS TÉRMICAS FACULDADE DE ENGENHARIA INSTITUTO DE ENGENHARIA QUÍMICA DEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES UNITÁRIAS

FERROCO S.A. TEMPOS DE CONSERVAÇÃO EM CAIXAS TÉRMICAS FACULDADE DE ENGENHARIA INSTITUTO DE ENGENHARIA QUÍMICA DEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES UNITÁRIAS Faculdade de Engenharia Universidade da República ID. Instituto de Engenharia Química Faculdade de Engenharia FERROCO S.A. TEMPOS DE CONSERVAÇÃO EM CAIXAS TÉRMICAS FACULDADE DE ENGENHARIA INSTITUTO DE

Leia mais

Fundição em Moldes Metálicos Permanentes por Gravidade.

Fundição em Moldes Metálicos Permanentes por Gravidade. Aula 10: Processos de Fundição em Moldes Metálicos por Gravidade (Coquilhas) 01: Introdução - Características do processo - Etapas envolvidas. - Fatores econômicos e tecnológicos - Ligas emprwegadas 02:

Leia mais

ARG. COLANTE REVESTIMENTO REJUNTE COMPONENTES DO REVESTIMENTO

ARG. COLANTE REVESTIMENTO REJUNTE COMPONENTES DO REVESTIMENTO TECNOLOGIA DE REVESTIMENTO Componentes do sistema BASE CHAPISCO Base Características importantes: Avidez por água - inicial e continuada Rugosidade EMBOÇO ARG. COLANTE REVESTIMENTO REJUNTE Chapisco Função:

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turma C01 Disc. Construção Civil II ÁGUA QUENTE 1 UTILIZAÇÃO Banho Especiais Cozinha Lavanderia INSTALAÇÕES

Leia mais

C.(30 20) + 200.1.(30 20) + 125.0,2.(30 130) = + 2000 2500 =

C.(30 20) + 200.1.(30 20) + 125.0,2.(30 130) = + 2000 2500 = PROVA DE FÍSIA 2º ANO - AUMULATIVA - 1º TRIMESTRE TIPO A 1) Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) para as seguintes afirmativas. (F) Os iglus, embora feitos de gelo, possibilitam aos esquimós neles residirem,

Leia mais

Transmissão de calor

Transmissão de calor UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE Faculdade de Engenharia ransmissão de calor 3º ano Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu Aula 5 * 3.Condução em regime permanente em uma parede plana Condução em regime permanente

Leia mais

Elementos de Transmissão Correias

Elementos de Transmissão Correias Elementos de Transmissão Correias Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Transmissão por polias e correias Transmissão por polias e correias As polias são peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo

Leia mais

RELAÇÃO DO TEMPO DE SINTERIZAÇÃO NA DENSIFICAÇÃO E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA EM CÉLULAS À COMBUSTÍVEL. Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior

RELAÇÃO DO TEMPO DE SINTERIZAÇÃO NA DENSIFICAÇÃO E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA EM CÉLULAS À COMBUSTÍVEL. Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior RELAÇÃO DO TEMPO DE SINTERIZAÇÃO NA DENSIFICAÇÃO E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA EM CÉLULAS À COMBUSTÍVEL Prof. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior INTRODUÇÃO Célula à combustível é um material eletroquimico em

Leia mais

Avaliações Técnicas ITA reconhecida pelo PBQP-H

Avaliações Técnicas ITA reconhecida pelo PBQP-H PBQP-H INMETRO Programas Setoriais da Qualidade EGT credenciada pelo PBQP-H e acreditada pelo INMETRO Avaliações Técnicas ITA reconhecida pelo PBQP-H Mais de 250 ensaios acreditados pelo INMETRO SINAT

Leia mais

Painel Setorial Isolamento para a Linha Branca refrigeradores e fogões

Painel Setorial Isolamento para a Linha Branca refrigeradores e fogões Painel Setorial Isolamento para a Linha Branca refrigeradores e fogões INMETRO XERÉM 22/AGO/2012 Relações Institucionais/Sustentabilidade: Milton Mondardo Filho 1 SUMÁRIO 1. Sistemas de Isolamento Refrigeradores

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS INTERDEPENDÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DAS MISTURAS BETUMINOSAS TIPO C.B.U.Q.

TRABALHOS TÉCNICOS INTERDEPENDÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DAS MISTURAS BETUMINOSAS TIPO C.B.U.Q. 01 / 07 SINOPSE O trabalho apresenta aspectos conceituais do comportamento das relações físicas envolvidas no sistema, e misturas tipo C.B.U.Q., levando em consideração as características físicas rotineiras

Leia mais

ULTIMATE Alta Performance na Isolação Industrial

ULTIMATE Alta Performance na Isolação Industrial ULTIMATE Alta Performance na Isolação Industrial A ISOVER, líder mundial em isolamento térmico, completa sua gama de soluções apresentando ao mercado Industrial uma nova lã mineral para altas temperaturas.

Leia mais

Departamento de Física - ICE/UFJF Laboratório de Física II

Departamento de Física - ICE/UFJF Laboratório de Física II CALORIMETRIA 1 Objetivos Gerais: Determinação da capacidade térmica C c de um calorímetro; Determinação do calor específico de um corpo de prova; *Anote a incerteza dos instrumentos de medida utilizados:

Leia mais

Vidros para construção civil

Vidros para construção civil Vidros para construção civil Conceito de Vidro: Vidros industriais: Produtos inorgânicos obtidos por fusão e resfriamento sem cristalização Vidro ordinário ou neutro para construção civil: Solução amorfa

Leia mais

A Matéria Química Geral

A Matéria Química Geral Química Geral A Matéria Tudo o que ocupa lugar no espaço e tem massa. A matéria nem sempre é visível Noções Preliminares Prof. Patrícia Andrade Mestre em Agricultura Tropical Massa, Inércia e Peso Massa:

Leia mais

Janine Coutinho Canuto

Janine Coutinho Canuto Janine Coutinho Canuto Termologia é a parte da física que estuda o calor. Muitas vezes o calor é confundido com a temperatura, vamos ver alguns conceitos que irão facilitar o entendimento do calor. É a

Leia mais

Disciplina MAF 2130 Química Aplicada Turma A02

Disciplina MAF 2130 Química Aplicada Turma A02 Disciplina MAF 2130 Química Aplicada Turma A02 1 CIÊNCIAS DOS MATERIAIS Profa. Dra. Adélia Lima Email: amlsilva0603@gmail.com à Química Aplicada 2 A disciplina Química Aplicada aborda os conteúdos básicos

Leia mais

CONSTRUÇÕES RURAIS: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO. Vandoir Holtz 1

CONSTRUÇÕES RURAIS: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO. Vandoir Holtz 1 Vandoir Holtz 1 ARGAMASSA Classificação das argamassas: Segundo o emprego: Argamassas para assentamento de alvenarias. Argamassas para revestimentos; Argamassas para pisos; Argamassas para injeções. DOSAGEM

Leia mais

Armazenamento de energia

Armazenamento de energia Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica 3 º. trimestre, 2015 A energia solar é uma fonte de energia dependente do tempo. As necessidades de energia

Leia mais

CAPITULO 1 INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS TÉRMICAS 1.1 CIÊNCIAS TÉRMICAS

CAPITULO 1 INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS TÉRMICAS 1.1 CIÊNCIAS TÉRMICAS CAPITULO 1 INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS TÉRMICAS 1.1 CIÊNCIAS TÉRMICAS Este curso se restringirá às discussões dos princípios básicos das ciências térmicas, que são normalmente constituídas pela termodinâmica,

Leia mais

Instalações Térmicas. 3º ano 6º semestre Aula 13

Instalações Térmicas. 3º ano 6º semestre Aula 13 Instalações Térmicas 3º ano 6º semestre Aula 13 Aula 13: Materiais de construção de fornos. Características, resistência térmica e critérios de escolha 2 Tópicos Refractários Tijolo Refractário Tipos de

Leia mais

ECOTELHADO BRANCO. Revestimento Reflexivo

ECOTELHADO BRANCO. Revestimento Reflexivo ECOTELHADO BRANCO Revestimento Reflexivo 2 Especificações Quando se trata de problemas com elevadas temperaturas devido a incidência solar e falta de estrutura para telhado verde, a refletância é a melhor

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 A L 0 H mola apoio sem atrito B A figura acima mostra um sistema composto por uma parede vertical

Leia mais

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor 1. CONCEITO: Produto resultante da associação íntima entre um aglomerante mais um agregado miúdo, mais um agregado graúdo e água (+ ferragens). 2. CARACTERÍSTICAS Quanto aos esforços: compressão, tração

Leia mais

14 ASPECTOS BÁSICOS PARA SELEÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROCESSO

14 ASPECTOS BÁSICOS PARA SELEÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROCESSO 14 ASPECTOS BÁSICOS PARA SELEÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROCESSO Há certos parâmetros que são desejados em todos os tipos de equipamentos de processo, como: FUNCIONALIDADE EFICÁCIA CONFIABILIDADE

Leia mais

POLICARBONATO CHAPAS COMPACTAS. Estilo com Tecnologia. Alveolar - Compacto - Telhas - Acessórios de Instalação

POLICARBONATO CHAPAS COMPACTAS. Estilo com Tecnologia. Alveolar - Compacto - Telhas - Acessórios de Instalação POLICARBONATO CHAPAS COMPACTAS Estilo com Tecnologia Alveolar - Compacto - Telhas - Acessórios de Instalação CHAPAS COMPACTAS Chapa em policarbonato compacto, com tratamento em um dos lados contra o ataque

Leia mais

Revestimentos Especiais Tecnologia em revestimentos para a sua obra

Revestimentos Especiais Tecnologia em revestimentos para a sua obra Revestimentos Especiais Tecnologia em revestimentos para a sua obra Olá! É muito comum encontrar pessoas que pensem que a NS Brazil é apenas uma indústria de pisos monolíticos. Isso porque o termo revestimentos

Leia mais

NORMA DE DESEMPENHO TÉRMICO DE COBERTURAS E AS EMPRESAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO

NORMA DE DESEMPENHO TÉRMICO DE COBERTURAS E AS EMPRESAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO NORMA DE DESEMPENHO TÉRMICO DE COBERTURAS E AS EMPRESAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO LUIS AMERICO CSERNIK SPUMAPAC INDUSTRIAL E DISTRIBUIDORA DE ARTEFATOS PLASTICOS LTDA Rua Prof. Clarismundo Fornari, 2990 Bairro

Leia mais

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO

ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO Profa. Dr.-Ing. Erika Borges Leão Disciplina ministrada ao IX semestre do curso de Engenharia Civil Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop/MT OBJETIVOS DA DISCIPLINA

Leia mais

2 Reforço Estrutural com Compósitos de Fibra de Carbono

2 Reforço Estrutural com Compósitos de Fibra de Carbono 2 Reforço Estrutural com Compósitos de Fibra de Carbono 2.1. Introdução Os materiais estruturais podem ser divididos em quatro grupos: metálicos, cerâmicos, poliméricos e compósitos (Gibson, 1993). Em

Leia mais

Produto: Sistema de distribuição. Geberit PushFit. Outubro 2009

Produto: Sistema de distribuição. Geberit PushFit. Outubro 2009 FICHA TÉCNICA Produto: Sistema de distribuição Data: Geberit PushFit Outubro 2009 Identificação do Sistema Descrição O sistema Geberit PushFit é constituído por: - Tubos s, fornecidos em 3 tipos: Com manga

Leia mais

Água quente e vapor condensadoras evaporadoras água gelada aplicações especiais

Água quente e vapor condensadoras evaporadoras água gelada aplicações especiais Água quente e vapor condensadoras evaporadoras água gelada aplicações especiais Fábrica: Av. Brasil, 20.151 Coelho Neto Rio de Janeiro CEP 21.530-000 Telefax: (21 3372-8484 vendas@trocalor.com.br www.trocalor.com.br

Leia mais

ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 3º TRIMESTRE 8º ANO DISCIPLINA: FÍSICA

ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 3º TRIMESTRE 8º ANO DISCIPLINA: FÍSICA ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 3º TRIMESTRE 8º ANO DISCIPLINA: FÍSICA Observações: 1- Antes de responder às atividades, releia o material entregue sobre Sugestão de Como Estudar. 2 - Os exercícios

Leia mais

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário;

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário; A argamassa Matrix Assentamento Estrutural é uma mistura homogênea de cimento Portland, agregados minerais com granulometria controlada e aditivos químicos. 3. Indicação: Excelente para assentamento de

Leia mais

Operações Unitárias II

Operações Unitárias II UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Operações Unitárias II Evaporação Professor Paul Fernand Milcent Monitora Patrícia Carrano Moreira Pereira 2013 Sumário 1. Introdução... 2 1.1. Fontes de energia... 2 1.2.

Leia mais

INTRODUÇÃO REDUZIR OS IMPACTOS AMBIENTAIS. POR OUTRO

INTRODUÇÃO REDUZIR OS IMPACTOS AMBIENTAIS. POR OUTRO INTRODUÇÃO OS METAIS SÃO ATUALMENTE ESSENCIAIS PARA O NOSSO COTIDIANO. OS QUE SÃO MAIS UTILIZADOS SÃO O ALUMÍNIO (EM LATAS), O COBRE (NOS CABOS DE TELEFONE), O CHUMBO (EM BATERIAS DE AUTOMÓVEIS), O NÍQUEL

Leia mais