SPED Sistema Público de Escrituração Digital NFe EFD - ECD

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1 SPED Sistema Público de Escrituração Digital NFe EFD - ECD

2 Quem é a IOB? Líder nacional no mercado de informações empresariais. Principal provedora de conteúdo técnico, jurídico e regulatório. Soluções para as áreas jurídica, contábil, tributária, trabalhista, previdenciária e de comércio exterior. Expertise em projetos especiais. Serviços customizados com avançados recursos editoriais, integrados à alta tecnologia. Produtos em diversos formatos: on-line, boletins semanais, CDs, livros e guias. 41 anos Mais de 100 mil Clientes 60 produtos 60 mil newsletters enviadas diariamente 1,5 milhão de consultas por ano 160 mil livros vendidos Mais de 520 cursos realizados 10 mil profissionais atendidos em cursos 1 mil colaboradores Centro de Educação Corporativa.

3 Contexto Tributário Atualmente, no Brasil, são 79 tributos e 100 tipos de documentos fiscais. As 170 Obrigações Acessórias consomem cerca de horas/ano dos contribuintes. Mais de normas com 2 mudanças a cada 1 hora. A Carga Tributária atual é de aprox. 37% do PIB (crescimento de aprox. 9% em relação a 2007 ante crescimento de aprox. 5% do PIB). Há uma expectativa de crescimento de aprox. 17% em relação a O ICMS nacional cresceu aprox. 19% em relação a Foram lavrados Autos de Infração de R$ 95 BI em Tributos Federais (aprox. 35 Mil empresas) e R$ 15 BI em ICMS (SP) em Em 1999, apenas 2% dos Autos de Infração foram apurados a partir de cruzamento de informações. Em 2006, o número passou para 37%. Até 1999 apenas 5% das autuações contestadas eram mantidas no TIT. Atualmente, são cerca de 60%, igual as decisões pró-fisco no Conselho de Contribuintes. O aumento das autuações ocorre, principalmente pelo despreparo das empresas (muitos erros) e pela facilidade de fiscalização que o SINTEGRA e a IN86 proporcionaram ao Fisco. E quanto ao SPED? A sua empresa está preparada?

4 Estudo IOB de Riscos Fiscais Resultados Estudo realizado com 405 empresas Setores: Indústria e Comércio Faturamentos entre R$ 3 MI e R$ 7 BI 3,2 MI de notas fiscais R$ 21,9 BI em operações Crédito de ICMS não utilizados: 82% das Empresas Indícios de R$ 200 MI Créditos e débitos indevidos de ICMS 75% das empresas Risco fiscal de R$ 4 BI Alíquotas de IPI divergentes da TIPI 51% das empresas Em de 90 alterações na TIPI (em de 200)

5 Estudo IOB de Riscos Fiscais Motivos e Causas dos Erros PRINCIPAIS MOTIVOS Falta de Investimento Ferramentas de Gestão Tributária Capacitação Acompanhamento da Legislação Falta de Envolvimento das áreas Contábil e Fiscal nas implementações de TI Terceirizações (BPO, Escritórios, etc.) sem a devida gestão dos contratantes PRINCIPAIS CAUSAS Procedimentos Fiscais Incorretos ou Desatualizados Configurações/Parametrizações de Sistemas Incorretas ou Desatualizadas Desenvolvimento/Programação de Sistemas Cadastros (Falta de saneamento e de atualização) Materiais/produtos Clientes/Fornecedores Tabelas Legais (CFOP s, TIPI, etc.)

6 SPED Conceito e Objetivos 3 (três) Subprojetos: Nota Fiscal Eletrônica, SPED Fiscal e SPED Contábil * Previsto no PAC Simplificar as obrigações acessórias Integrar os fiscos Federal, Estaduais e Municipais Facilitar a identificação de ilícitos tributários

7 SPED Benefícios para as empresas Construção Coletiva (Evolução na comunicação entre Fisco, Empresas e Outros Órgãos) Centralização de informações (Integração e Compartilhamento). Algumas obrigações substituirão as atuais 170 (Livros, IN86, Manad, Sintegra, GIAs...) Redução de Custos Recebimento antecipado das informações (XML) Equipe operacional (Eliminação e/ou Redução de Digitação e erros, além da elaboração de obrigações acessórias). Logística e Faturamento. Aquisição, impressão e armazenagem de papel (gerando impacto positivo no meio ambiente) A Wickbold por exemplo, informa que economiza R$ 0,30 por NFe emitida. Utilização de padrões abertos (Internet, XML e Web Services) Menor atendimento pessoal a fiscalização e Junta Comercial. Menor espera em fronteiras Diminuição da concorrência desleal Oportunidade de melhoria dos processos contábeis, fiscais, de logística e faturamento Oportunidade de Gestão de Riscos Fiscais (Governança Tributária) Incentivo ao uso do comércio eletrônico (B2B e B2C) e novas tecnologias Redução do Custo Brasil Geração de informações que podem ajudar na implementação da Reforma Tributária

8 Nota Fiscal Mudaça de Conceito documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital São 29 registros com 409 campos!

9 SPED Volume de Informações Mais de 150 registros, detalhados em cerca de 1200 campos Plano de Contas Referencial, cerca de 200 campos

10 SPED Fiscal - Status Previsão inicial: Janeiro/2008 Primeiro teste: Janeiro/2008 Atualmente mais de 200 empresas participam de projetos pilotos do SPED Fiscal. A partir de jan/2009 será obrigatório para mais de empresas. Em SP serão 622 empresas (2.934 estabelecimentos). A Entrega dos arquivos de janeiro a abril de 2009 poderá ser realizada até 31/mai/2009. *Atos cotepe 45 e 46 de 21/11/08

11 SPED Fiscal Obrigatoriedade Estabel. AC (429) - B AL (573) - A AM (354) A e B AP (32) - A BA (467) - B CE ( ) A e B ES (97) - A GO (403) - A MA (84) - A MG (2.249) - B MS ( ) - B MT (12.727) - B PA (252) - A PB ( 38-55) A e B PI (14) B PR (747) A e B RJ (1.389) A e B RN (63) - B RO (1.519) - B RR ( 05-26) A e B RS (890) - B SC (3.323) A e B SE (301) B SP (2.934) - A TO (10) - B Ato Cotepe 70 (02) DF PE PROJETO PILOTO EM ANDAMENTO

12 NFe - Status Previsão inicial: Agosto/2006 Primeiro teste: Abril/2006 O mês de novembro de 2008 testemunha a superação da marca de 51 MI de notas fiscais eletrônicas emitidas no Brasil documentando operações em valores superiores a R$ 1 TRI. A previsão a partir de dez/2008 é de um volume mensal de 10 MI de NFe s (só em outubro foram 8,5 MI) Até dez/2008 a utilização será obrigatória para aprox estabelecimentos. Em SP serão aproximadamente estabelecimentos até dez, até abr/2009 e até set/2009.

13 NFe - Obrigatoriedade 05 itens obrigados desde de 01/04/08 (Protocolos 10/07 e 24/08) Cigarros, combustíveis líquidos, transportadores e revendedores retalhistas; 09 itens obrigados a partir de 01/12/08 (Protocolos 10, 30 e 88/07, 24 e 68/08) exc MT Indústrias automobilística e siderúrgica e os setores de cimento, medicamentos, frigoríficos, fabricantes de ferro-gusa, laminados e bebidas e agentes que vendam energia elétrica 25 itens obrigados a partir de 01/04/09 (Protocolos 10/07, 68 e 87/08) Automotivo, solventes, lubrificantes e graxas derivados de petróleo, Álcool, GLP, GNV, Siderurgia, ferro-gusa, alumínio, laminados, ligas, bebidas, embalagens de bebidas, tintas, e fumo. 54 itens obrigados a partir de 01/09/09 (Protocolos 10/07 e 87/08) Cosméticos, perfumaria, higiene, limpeza, alimentos para animais, papel, componentes eletrônicos, equipamentos de informática, transmissores de comunicação, aparelhos de áudio e vídeo, mídias, aparelhos de comunicação, eletromédicos, eletroterapêuticos e de irradiação, pilhas e baterias, material elétrico, linha branca, trigo, café, óleos vegetais, defensivos agrícolas, adubos e fertilizantes, medicamentos, farmoquímicos, malte, laticínios, artefatos plásticos, tubos de aço, tubos e conexões, estampados, trefilados, cronômetros e relógios, instrumentos ópticos, equips. de transmissão, rolamentos, máqs. e equips. p/cargas, ar condicionado, serrarias, joalheria, tratores, pães, vidros, atacadistas, pisos e revestimentos, Tecelagem e Preparação de fios de fibras têxteis.

14 NFe Obrigatoriedade 1/6 Setores obrigados desde de 01/04/08 (Protocolos 10/07 e 24/08): Previsão inicial: Agosto/2006 Primeiro teste: Abril/2006 I fabricantes de cigarros; II distribuidores ou atacadistas de cigarros; III produtores, formuladores e importadores de combustíveis líquidos, assim definidos e autorizados por órgão federal competente; IV distribuidores de combustíveis líquidos, assim definidos e autorizados por órgão federal competente; V transportadores e revendedores retalhistas - TRR, assim definidos e autorizados por órgão federal competente; Setores obrigados a partir de 01/12/08 (Protocolos 10/07 e 68/08) exceto MT: VI fabricantes de automóveis, camionetes, utilitários, caminhões, ônibus e motocicletas; VII fabricantes de cimento; VIII fabricantes, distribuidores e comerciante atacadista de medicamentos alopáticos para uso humano; IX frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas, refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas, suínas, bufalinas e avícola; X fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes; XI fabricantes de refrigerantes; XII agentes que, no Ambiente de Contratação Livre (ACL), vendam energia elétrica a consumidor final; XIII fabricantes de semi-acabados, laminados planos ou longos, relaminados, trefilados e perfilados de aço; XIV fabricantes de ferro-gusa.

15 NFe Obrigatoriedade 2/6 Setores obrigados a partir de 01/04/09 (Protocolos 10/07 e 68/08) 1/2: XV importadores de automóveis, camionetes, utilitários, caminhões, ônibus e motocicletas; XVI fabricantes e importadores de baterias e acumuladores para veículos automotores; XVII fabricantes de pneumáticos e de câmaras-de-ar; XVIII fabricantes e importadores de autopeças; XIX produtores, formuladores, importadores e distribuidores de solventes derivados de petróleo, assim definidos e autorizados por órgão federal competente; XX comerciantes atacadistas a granel de solventes derivados de petróleo; XXI produtores, importadores e distribuidores de lubrificantes e graxas derivados de petróleo, assim definidos e autorizados por órgão federal competente; XXII comerciantes atacadistas a granel de lubrificantes e graxas derivados de petróleo; XXIII produtores, importadores, distribuidores a granel, engarrafadores e revendedores atacadistas a granel de álcool para outros fins; XXIV produtores, importadores e distribuidores de GLP gás liquefeito de petróleo ou de GLGN - gás liquefeito de gás natural, assim definidos e autorizados por órgão federal competente; XXV produtores, importadores e distribuidores de GNV gás natural veicular, assim definidos e autorizados por órgão federal competente; XXVI atacadistas de produtos siderúrgicos e ferro gusa;

16 NFe Obrigatoriedade 3/6 Setores obrigados a partir de 01/04/09 (Protocolos 10/07 e 68/08) 2/2: XXVII fabricantes de alumínio, laminados e ligas de alumínio; XXVIII fabricantes de vasilhames de vidro, garrafas PET e latas para bebidas alcoólicas e refrigerantes; XXIX fabricantes e importadores de tintas, vernizes, esmaltes e lacas; XXX fabricantes e importadores de resinas termoplásticas; XXXI distribuidores, atacadistas ou importadores de bebidas alcoólicas, inclusive cervejas e chopes; XXXII distribuidores, atacadistas ou importadores de refrigerantes; XXXIII fabricantes, distribuidores, atacadistas ou importadores de extrato e xarope utilizados na fabricação de refrigerantes; XXXIV atacadistas de bebidas com atividade de fracionamento e acondicionamento associada; XXXV atacadistas de fumo; XXXVI fabricantes de cigarrilhas e charutos; XXXVII fabricantes e importadores de filtros para cigarros; XXXVIII fabricantes e importadores de outros produtos do fumo, exceto cigarros, cigarrilhas e charutos; XXXIX processadores industriais do fumo.

17 NFe Obrigatoriedade 4/6 Setores obrigados a partir de 01/09/09 (Protocolos 10/07 e 87/08) 1/3: XL XLI XLII XLIII XLIV XLV XLVI XLVII XLVIII XLIX L LI LII LIII LIV LV LVI LVII LVIII - fabricantes de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal; - fabricantes de produtos de limpeza e de polimento; - fabricantes de sabões e detergentes sintéticos; - fabricantes de alimentos para animais; - fabricantes de papel; - fabricantes de produtos de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado para uso comercial e de escritório; - fabricantes e importadores de componentes eletrônicos; - fabricantes e importadores de equipamentos de informática e de periféricos para equipamentos de informática; - fabricantes e importadores de equipamentos transmissores de comunicação, pecas e acessórios; - fabricantes e importadores de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo; - estabelecimentos que realizem reprodução de vídeo em qualquer suporte; - estabelecimentos que realizem reprodução de som em qualquer suporte; - fabricantes e importadores de mídias virgens, magnéticas e ópticas; - fabricantes e importadores de aparelhos telefônicos e de outros equipamentos de comunicação, peças e acessórios; - fabricantes de aparelhos eletromédicos e eletroterapeuticos e equipamentos de irradiação; - fabricantes e importadores de pilhas, baterias e acumuladores elétricos, exceto para veículos automotores; - fabricantes e importadores de material elétrico para instalações em circuito de consumo; - fabricantes e importadores de fios, cabos e condutores elétricos isolados; - fabricantes e importadores de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias;

18 NFe Obrigatoriedade 5/6 Setores obrigados a partir de 01/09/09 (Protocolos 10/07 e 87/08) 2/3: LIX - fabricantes e importadores de fogões, refrigeradores e maquinas de lavar e secar para uso domestico, peças e acessórios; LX - estabelecimentos que realizem moagem de trigo e fabricação de derivados de trigo; LXI - atacadistas de café em grão; LXII - atacadistas de café torrado, moído e solúvel; LXIII - produtores de café torrado e moído, aromatizado; LXIV - fabricantes de óleos vegetais refinados, exceto óleo de milho; LXV - fabricantes de defensivos agrícolas; LXVI - fabricantes de adubos e fertilizantes; LXVII - fabricantes de medicamentos homeopáticos para uso humano; LXVIII - fabricantes de medicamentos fitoterápicos para uso humano; LXIX - fabricantes de medicamentos para uso veterinário; LXX - fabricantes de produtos farmoquímicos; LXXI - atacadistas e importadores de malte para fabricação de bebidas alcoólicas; LXXII - fabricantes e atacadistas de laticínios; LXXIII - fabricantes de artefatos de material plástico para usos industriais; LXXIV - fabricantes de tubos de aço sem costura; LXXV - fabricantes de tubos de aço com costura; LXXVI - fabricantes e atacadistas de tubos e conexões em PVC e cobre; LXXVII - fabricantes de artefatos estampados de metal; LXXVIII - fabricantes de produtos de trefilados de metal, exceto padronizados; LXXIX - fabricantes de cronômetros e relógios;

19 NFe Obrigatoriedade 6/6 Setores obrigados a partir de 01/09/09 (Protocolos 10/07 e 87/08) 3/3: LXXX - fabricantes de equipamentos e instrumentos ópticos, peças e acessórios; LXXXI - fabricantes de equipamentos de transmissão ou de rolamentos, para fins industriais; LXXXII - fabricantes de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas, peças e acessórios; LXXXIII - fabricantes de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso não-industrial; LXXXIV - serrarias com desdobramento de madeira; LXXXV - fabricantes de artefatos de joalheria e ourivesaria; LXXXVI - fabricantes de tratores, peças e acessórios, exceto agrícolas; LXXXVII - fabricantes e atacadistas de pães, biscoitos e bolacha; LXXXVIII - fabricantes e atacadistas de vidros planos e de segurança; LXXXIX - atacadistas de mercadoria em geral, com predominância de produtos alimentícios; XC - concessionários de veículos novos; XCI - fabricantes e importadores de pisos e revestimentos cerâmicos; XCII - tecelagem de fios de fibras têxteis; XCIII - preparação e fiação de fibras têxteis;

20 SPED Contábil - Status Previsão inicial: Junho/2008 Primeiro teste: novembro/2006 Já existem 03 empresas em produção com o SPED Contábil, que já recebeu 50 arquivos de empresas de MG, PR, RJ, RS, SC e SP. Provavelmente será publicada até o fim do ano Instrução Normativa com revisão da IN 787. * A equipe do SPED (RFB, Sefaz e Empresas) está discutindo sobre a exigência ou não de contabilização por estabelecimentos para o SPED Contábil (a pedido de alguns Estados).

21 SPED Contábil - Obrigatoriedade Vigência Ano base 2008 PJ tributadas pelo Lucro Real e com acompanhamento diferenciado, nos termos da Portaria RFB /07 (cerca de empresas); Receita acima de R$ 60 MI, Massa Salarial acima de R$ 7,5 MI e Débitos (FGTS/GFIP) acima de R$ 2,5 MI Ano base 2009 Demais PJ tributadas pelo Lucro Real (mais de empresas) Periodicidade Transmissão anual ao SPED, sempre até a data limite de 30/junho do ano seguinte. Situações especiais: Fusões, Cisões, Incorporações

22 SPED Contábil Acomp. Diferenciado Nos termos da Portaria RFB /07, serão passíveis ao acompanhamento diferenciado as empresas, nas seguintes condições: Empresas sujeitas à apuração do lucro real, presumido ou arbitrado, cuja receita bruta anual declarada na Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) do exercício de 2007, ano-calendário de 2006, seja superior a R$ ,00 (sessenta milhões de reais); Cujo montante anual de receita bruta informada nos Demonstrativos de Apuração de Contribuições Sociais (DACON), relativos ao ano-calendário de 2006, seja superior a R$ ,00 (sessenta milhões de reais); Cujo montante anual de Massa Salarial informada nas Guias de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP), relativas ao ano-calendário de 2006, seja superior a R$ ,00 (sete milhões e quinhentos mil reais); Cujo total anual de débitos declarados nas Guias de Recolhimento do FGTS e informações à Previdência Social (GFIP), relativas ao ano-calendário de 2006, seja superior a R$ ,00 (dois milhões e quinhentos mil reais).

23 SPED Softwares Gratuitos Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) O Software Emissor permite a emissão de NF-e s para a SEFAZ de origem, compreendendo a geração do arquivo da NF-e, meios para realizar a assinatura com o Certificado Digital, o gerenciamento das NF-e's e o cancelamento das mesmas, a impressão do DANF-e e outras funcionalidades acessórias para facilitar a criação da NF-e, tais como os cadastros de clientes, produtos e transportadoras. (versão em produção) (versão beta) SPED Fiscal (EFD) O Software PVA Fiscal permitirá a validação, assinatura, inclusão, edição e visualização, transmissão e consulta dos arquivos da EFD Escrituração Fiscal Digital. SPED Contábil (ECD) O Software PVA Contábil permite a validação, assinatura, visualização, transmissão e consulta dos arquivos da ECD Escrituração Contábil Digital.

24 SPED Fluxo de Transmissão Contribuinte Comunicação via Internet NF-e ERP Sistema Fiscal Legado IOB NFe Validação/ Auditoria Serviços IOB IOB CFM Robô CNPJ Tabelas Atualizadas BANCO DE DADOS SEFAZ - Origem SEFAZ Demais UFs SUFRAMA COANA SPED Fiscal SPED Contábil IOB Auditor Eletrônico Pré-Validação e Auditoria PVA Assinatura Digital Repositório Nacional SPED BANCO DE DADOS Assinatura Digital BACEN SUSEP RFB CVM OUTROS JUNTA COMERCIAL

25 SPED Próximas Fases CT-e (Em Piloto com + de 30 empresas, RFB, Sefaz-SP, Sefaz-RS, ANTT, ANAC e DMM) NFS-e (Câmara Técnica das Capitais em andamento) e-lalur (em andamento) CIAP Estoque (mod. 3) Demais informações de Inventário (mod. 7) e-social ou e-folha ou SPED Previdenciário (Manad e SEFIP) Audin (Auditoria Internacional Preços de Transferência) Demais informações necessárias (DIPJ, IN86 e IN100) e-lapis (Pis, Cofins, Dacon...) Financeiras (Fichas de lançamentos) CB-e (Central de Balanços) Cadastro Sincronizado (em andamento)

26 SPED - Multas Valor e Base Legal NF-e RICMS SP, art 527, Inc. IV, alinea a: 50% do valor da operação ou prestação. SPED Fiscal RICMS SP, art 527, Inc. V alinea i e Inciso VII, alinea d: 1% do valor das operações ou prestações. SPED Contábil IN RFB n.º 787/07, artigo 10: R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por mês-calendário ou fração. IN 86/2001 0,2% por dia de atraso, calculada sobre a receita bruta no período. Aos que omitirem ou prestarem incorretamente as informações solicitadas, sofrerão penalidades com multas que chegam a 5% do valor da operação, limitadas a 1% da receita bruta da pessoa jurídica no período.

27 SPED Pontos de Atenção INFORMAÇÃO EM TEMPO REAL Com a NF-e os fiscos passaram a receber as informações antes mesmo do fato gerador. VISIBILIDADE Erros serão facilmente identificados pelos fiscos, e considerados indícios de sonegação. CRUZAMENTOS Informações fiscais e contábeis serão cruzadas de forma analítica. AUTUAÇÃO RETROATIVA A legislação permite que em 2014 ainda sejam realizadas autuações referentes a ATENÇÃO Pessoas (Perfil e Capacitação) Clientes e Fornecedores Classificação fiscal Amarrações fiscais x contábeis Controles operacionais x SPED Sistemas (ERP s e Fiscais) x SPED

28 SPED O que fazer? Conscientização da mudança (papel para digital conteúdo do XML) Capacitação da área contábil/tributária no SPED (Teoria e Prática) Comprometimento da Alta Administração Aderência das informações ao conjunto de leis, normas e instruções que definem o SPED (mapeamento, definição do escopo e análise de impactos nos processos e sistemas) Aquisição de Certificação Digital (e-pj/e-cnpj/e-cpf - A1 e/ou A3) Revisão e adequação dos processos na cadeia de atividades das áreas contábil, fiscal e logística Saneamento dos cadastros (NCM s e CNPJ s) e atualização constante para evitar necessidade de novos saneamentos Validação, cruzamento e auditoria dos arquivos antes do envio ao Repositório Nacional, objetivando atuação nas causas Atualização constante da área contábil/tributária em relação as mudanças na legislação Gestão Estratégica do Risco Fiscal Governança Tributária - Compliance

29 IOB SPED DIAGNÓSTICO & CERTIFICAÇÃO

30 Soluções! Respostas que se encaixam nas suas necessidades IOB Auditor Eletrônico IOB Classificação Fiscal de Mercadorias com Monitoramento

31 IOB SPED Diagnóstico Avaliação inicial que fornece subsídios à implantação do SPED tendo como principais objetivos avaliar e propor recomendações referentes a: Capacitação da área usuária no SPED (Teoria e Prática) Aderência das informações ao conjunto de leis, normas e instruções que definem o SPED (mapeamento e definição do escopo) Exposição de risco perante as esferas fazendária, tributária e fiscal decorrentes da implantação (sistemas e processos) Levantamento de indícios de erros em cadastros (Diagnóstico NCM s e CNPJ s), procedimentos e parâmetros, para regularização da parte contábil e fiscal. (utilizando o IOB Auditor Eletrônico e IOB CFM) Apoio na adequação dos processos na cadeia de atividades das áreas contábil, fiscal e logística Obs.: Todas as atividades realizadas serão documentadas conf. metodologia da IOB.

32 IOB SPED Certificação Processo paralelo à implantação do SPED tendo como principais objetivos avaliar e propor recomendações referentes a: Saneamento dos cadastros: Produtos - NCM s, utilizando o IOB CFM Clientes/Fornecedores (participantes) - CNPJ s, Inscrições Estaduais, Endereços, IBGE, etc. Certificação do arquivo gerado, utilizando o IOB Auditor Eletrônico Aspecto formal Qualidade dos dados (Avaliação, Validação, Auditoria e Homologação de 100% das informações constantes no arquivo gerado) Obs.: Todas as atividades realizadas serão documentadas conf. metodologia da IOB.

33 IOB SPED Governança Tributária Processo recorrente tendo como principais objetivos manter a qualidade e a adequação obtidas com o projeto através dos produtos e serviços IOB, mantendo o cliente em compliance com o Fisco: IOB AUDITOR ELETRÔNICO Módulos Fiscal e Contábil SINTEGRA EFD (SPED Fiscal) ECD (SPED Contábil) EFD (SPED Fiscal) X SINTEGRA x GIA s EFD (SPED Fiscal) X ECD (SPED Contábil) IOB MONITORAMENTO FISCAL (NCM s Classificações Fiscais) Acompanhamento e alteração no cadastro de produtos IOB ATUALIZAÇÃO CONSTANTE Tabelas de informações contábeis e fiscais atualizadas diariamente

34 IOB AUDITOR ELETRÔNICO

35 IOB Auditor Eletrônico Respostas que se encaixam nas suas necessidades Verifica 100% dos documentos fiscais em até 24 horas, antes de enviá-los ao Fisco. Total aderência à legislação e compatível com qualquer ERP ou software fiscal. Identifica possíveis inconsistências nos procedimentos fiscais, ERPs e sistemas internos. Verifica a situação cadastral de clientes e fornecedores. Cruza e compara os dados informados na GIA com os arquivos magnéticos do SINTEGRA e SPED Fiscal. Gestão estratégica de riscos fiscais. Sigilo e segurança para as informações da sua empresa.

36 Fluxo de Cruzamento e Auditoria Base Cruza de Dados do Audita Disponibiliza Arquivo Eletrônico Legislação Leis Normas Portarias Decretos Informação 100% atualizada Auditoria e Validação Fiscal Relatórios Gerenciais Consultas Customizadas Tabelas Técnicas IOB

37 Mais benefícios para sua empresa Análise da Situação Cadastral Captura dados dos websites das Secretarias das Fazendas Estaduais Auditorias e Validações: Fornece cálculo real dos valores inconsistentes Análise de créditos e débitos indevidos de ICMS e IPI Auditoria eletrônica de Valor Contábil, Base de Cálculo e Alíquotas do ICMS e IPI Cruzamento com a Tabela do IPI (TIPI) Verificação de sequência das Notas Fiscais Apoio no controle das inúmeras operações de remessa e retorno Índices: Índices utilizados pela Fiscalização IVA, alíquotas médias de ICMS e IPI, total de imposto recolhido sobre o faturamento, etc.

38 O Sistema de Gerenciamento

39 IOB CLASSIFICAÇÃO FISCAL E MONITORAMENTO

40 IOB CFM Respostas que se encaixam nas suas necessidades IOB Classificação Fiscal de Mercadorias com Monitoramento (CFM). Conferência, validação e reclassificação de mercadorias. Monitoramento diário das alterações na legislação quanto ao II, IPI e ao ICMS. Diminuição do custo de aquisição de produtos supertributados. Gestão de riscos e tributação incorreta. Consultoria 24 horas por dia, todos os dias da semana. Consulta a tabelas retroativas a cinco anos. Diminuição do risco fiscal. Estratégia de preços.

41 Fluxo de Informação PORTAL IOB SOLUÇÕES Classificação/Revisão Fiscal Monitoramento Diário Integração CLIENTE IOB IOB CLIENTE IOB/CLIENTE IOB Envio do Cadastro de Materiais Carga dos Materiais no Portal IOB Classificação Fiscal Validação dos Materais Classificados Geração das Informações e Integração no ERP Monitoramento

42 O Portal

43 SPED Legislação MP n.º ( ): Institui a ICP-Brasil (Certificação Digital). Emenda Constitucional n.º 42 ( ): Determina atuação integrada das Administrações Tributárias nas 3 esferas do governo. Resolução CFC n.º ( ): Aprova as normas Escrituração Contábil em forma Eletrônica. Protocolo ENAT n.º 02 (27/08/2005): Celebração da Cooperação entre as 3 esferas objetivando o desenvolvimento do SPED. Convênio ICMS n.º 143 ( ): Institui a Escrituração Fiscal Digital. Decreto n.º ( ): Institui o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). Portaria RFB n.º ( ): Parâmetros para entrega ano base Empresas com acompanhamento diferenciado. Ato COFIS n.º 36 ( ): Dispõe sobre as regras de validação e as tabelas de códigos aplicáveis à Escrituração Contábil Digital IN RFB n.º 787 ( ): Institui a Escrituração Contábil Digital. IN RFB n.º 825 ( ): Altera o art. 5º da IN RFB n.º 787/07. Convênio ICMS n.º 13 ( ): Altera o Convênio ICMS 143/06. Ato COTEPE n.º 09 ( ): Dispõe sobre as especificações técnicas para a geração da EFD. Revoga o Ato COTEPE n.º 11/07. Alterado pelos Atos COTEPE n.ºs 19/08 e 30/08. IN RFB n.º 848 ( ): Aprova o PVA da Escrituração Contábil Digital, versão 1.0 (PVA SPED Contábil 1.0) IN DNRC n.º 107 ( ): Dispõe sobre a autenticação de instrumentos de escrituração. Ato COTEPE n.º 19 ( ): Altera o Anexo Único ao Ato COTEPE 09/08. Ato COTEPE n.º 30 ( ): Altera o Anexo Único ao Ato COTEPE 09/08. Protocolo ICMS n.º 77 ( ): Dispõe sobre a obrigatoriedade da EFD a partir de 01/01/2009. Ato COTEPE n.º 45 ( ): Altera o Anexo Único ao Ato COTEPE 09/08 e prorroga o prazo de entrega para 31/05/08. Ato COTEPE n.º 46 ( ): Atualiza a relação de contribuintes obrigados a entrega da EFD a partir da referência jan/09.

44 SPED Links Úteis Site Oficial do SPED RFB Site Oficial do SPED Contábil RFB Site Oficial do SPED Fiscal RFB Site Oficial da NFe RFB Site Oficial da NFe SEFAZ-SP IOB Soluções Blog sobre SPED

45 Tenha toda essa estrutura trabalhando com você. Fale com a IOB (São Paulo) ou para (outras localidades) José Adriano Pinto Diretor IOB Soluções (11)

Estado do Acre DECRETO Nº. 4.006 DE 31 DE MARÇO DE 2009.

Estado do Acre DECRETO Nº. 4.006 DE 31 DE MARÇO DE 2009. DECRETO Nº. 4.006 DE 31 DE MARÇO DE 2009.. Publicado no D.O.E n 10.020 de 1 de abril de 2009. Altera e acrescenta dispositivos ao Decreto nº 2.914, de 11 de abril de 2008. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE,

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