DIÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO

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1 DIÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO Ano XXV Nº 4241 Uberlândia - MG, quinta-feira, 19 de setembro de ATOS DO PODER EXECUTIVO ADMINISTRAÇÃO DIRETA VETO MENSAGEM Nº 006, DE 17 DE SETEMBRO DE VETO PARCIAL À PROPOSIÇÃO DE LEI Nº 177, DE 20 DE AGOSTO DE 2013, QUE DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DOS PROFISSIONAIS EM TRANSPORTE DE PASSAGEIROS MOTOTÁXI E DOS SERVIÇOS DE TRANSPORTE REMUNERADO DE MERCADORIAS MOTOFRETE, EM MOTOCICLETAS E MOTONETAS NO MUNICÍPIO DE UBERLÂNDIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Excelentíssimo Senhor Presidente, Ao examinar a Proposição de Lei nº 177, de 20 de agosto de 2013, vejo-me na contingência de opor-lhe veto parcial em relação ao inciso VII do parágrafo único do art. 4º, por considerá-lo contrário à Legislação Federal e à Constituição pelas razões a seguir expostas. O art. 4º da Proposição de Lei nº 177, de 20 de agosto de 2013, elenca em seus incisos os requisitos necessários para a exploração das atividades de mototaxi e dos serviços de motofrete, relacionando em seu parágrafo único a documentação que as pessoas físicas, na condição de autônomas ou empresários individuais, devem apresentar para que seja concedida a permissão para a exploração dessas atividades e serviços. Especialmente no inciso VII do parágrafo único do art. 4º, trata da certidão negativa do registro de distribuição criminal: Art. 4º Parágrafo único. A permissão para a exploração das atividades e dos serviços de que tratam os arts. 2º e 3º desta Lei será concedida para as pessoas físicas na condição de autônomas ou empresários individuais que apresentarem a documentação abaixo relacionada, no que couber:... VII - certidão negativa do registro de distribuição criminal, renovável anualmente, nos termos do art. 329, da Lei Federal nº 9.503, de 1997 e suas alterações Código de Trânsito Brasileiro; Em que pese a louvável preocupação do nobre Vereador com a segurança da população, demonstrada por meio da emenda em tela, quando estabelece que a renovação da certidão negativa do registro de distribuição criminal seja renovável anualmente, estipulou um prazo menor ao estabelecido no art. 329, da Lei Federal nº 9.503, de 1997 e suas alterações Código de Trânsito Brasileiro, e também, excluiu os crimes que a Certidão precisa fazer menção, ou seja, a emenda burla a legislação federal, tornando o inciso VII do parágrafo único do art. 4º passível de veto. O art. 329, da Lei Federal nº 9.503, de 1997, e suas alterações Código de Trânsito Brasileiro, assim normatiza: Art Os condutores dos veículos de que tratam os arts. 135 e 136, para exercerem suas atividades, deverão apresentar, previamente, certidão negativa do registro de distribuição criminal relativamente aos crimes de homicídio, roubo, estupro e corrupção de menores, renovável a cada cinco anos, junto ao órgão responsável pela respectiva concessão ou autorização. (grifo nosso) A pretensão do legislador ao elaborar, e consequentemente aprovar o texto da Lei Federal nº 9.503, de 1997, e suas alterações, não foi outra senão a de zelar pelos usuários dos serviços prestados pelas pessoas físicas na condição de autônomas, e empresas individuais que oferecem transporte de mercadorias e transporte individual de passageiros. E no caso em comento, a exigência da apresentação da certidão negativa do registro de distribuição criminal fazendo constar os crimes de reconhecida gravidade, é no sentido de resguardar o transporte do usuário, e que a prestação de serviços seja feita por pessoas idôneas e de condutas ilibadas. Ademais, de acordo com o art. 22, XI da Constituição Federal, compete privativamente à União legislar sobre trânsito e transportes, e ao Município, a competência de suplementar a legislação federal e estadual no que couber, conforme dispõe o art. 30, II do mesmo diploma legal. Assim, ao legislar em afronta ao Código de Trânsito Brasileiro o Município está violando também a regra constitucional de competência, tornando o texto da lei em comento inconstitucional. Neste contexto, a Proposição de Lei nº 177, de 20 de agosto 2013, no inciso VII do parágrafo único, do seu art. 4º ao diminuir o prazo para a apresentação da certidão negativa do registro de distribuição criminal, e extrair os crimes que precisam fazer constar na referida certidão, torna-se contrário à legislação federal e inconstitucional, razão pela qual o veto parcial a ele se impõe, com a sua consequente devolução à esta Egrégia Câmara, para reexame. Cordialmente, Gilmar Machado Prefeito MLRC/PGM Nº 274/2013. LEI ORDINÁRIA LEI Nº , DE 17 DE SETEMBRO DE DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DAS ATIVIDADES DOS PROFISSIONAIS EM TRANSPORTE DE PASSAGEIROS MOTOTÁXI E DOS SERVIÇOS DE TRANSPORTE REMUNERADO DE MERCADORIAS MOTOFRETE, EM MOTOCICLETAS E MOTONETAS NO MUNICÍPIO DE UBERLÂNDIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

2 Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 Diário Oficial do Município 2 O PREFEITO MUNICIPAL, Faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a regulamentação das atividades dos profissionais em transporte de passageiros mototáxi e dos serviços de transporte remunerado de mercadorias motofrete, em motocicletas e motonetas no Município de Uberlândia, nos termos da Lei Federal nº , de 29 de julho de 2009, da Lei Federal nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 e suas alterações Código de Trânsito Brasileiro e das Resoluções do Conselho Nacional de Trânsito Contran. Parágrafo único. Para fins desta Lei define-se: I mototáxi: o exercício das atividades dos profissionais em transporte de passageiros em veículos automotores tipo motocicleta e motoneta, classificados conforme art. 96, da Lei Federal nº 9.503, de 1997 e suas alterações Código de Trânsito Brasileiro; II motofrete: os serviços de transporte remunerado de mercadorias tais como objetos, documentos, alimentos, medicamentos, animais, e outros, por meio de veículos automotores tipo motocicleta e motoneta. CAPÍTULO II DA EXPLORAÇÃO DAS ATIVIDADES DE MOTOTÁXI E DOS SERVIÇOS DE MOTOFRETE Art. 2º A exploração das atividades dos profissionais em transporte de passageiros mototáxi será executada por meio de pessoas físicas na condição de autônomas ou empresários individuais, mediante a outorga de permissão, precedida de procedimento licitatório, formalizada por meio de decreto do Poder Executivo, pelo prazo máximo de 15 (quinze) anos. Art. 3º A exploração dos serviços de transporte remunerado de mercadorias motofrete será efetuada por meio de pessoas físicas na condição de autônomas ou empresários individuais, mediante outorga de permissão, precedida de credenciamento dos interessados, pelo prazo máximo de 15 (quinze) anos. Seção I Dos Requisitos para a Exploração das Atividades de Mototáxi e dos Serviços de Motofrete Art. 4º Para o exercício das atividades dos profissionais em transporte de passageiros mototáxi e dos serviços de transporte de mercadorias motofrete previstos no art. 1º desta Lei é necessário: I ter completado 21 (vinte e um) anos de idade; EXPEDIENTE DIÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO Órgão Oficial do Município de Uberlândia/MG, criado pela Lei Municipal nº 8485 de 24/11/2003. Edição, impressão e disponibilização: Procuradoria Geral do Município Distribuição: Secretaria Municipal de Comunicação Social Av. Anselmo Alves dos Santos nº 600 Bairro Santa Mônica Telefone: Fax: Paginação: Sônia Mª Rosa Fagundes Cópias do Diário Oficial do Município podem ser obtidas no portal da Prefeitura de Uberlândia: II possuir habilitação, por pelo menos 02 (dois) anos na categoria A ; III ter sido aprovado em curso especializado do Conselho Nacional de Trânsito, nos termos da Resolução Contran nº 410, de 2 de agosto de 2012 e suas alterações ou outra que vier a substituí-la; IV usar colete de segurança e capacete dotados de dispositivos retrorrefletivos, nos termos da regulamentação do Contran; V apresentar o veículo automotor do tipo motocicleta e motoneta com os requisitos mínimos de segurança, nos termos da Resolução Contran nº 356, de 2 de agosto de 2010 e suas alterações ou outra que vier a substituí-la. Parágrafo único. A permissão para a exploração das atividades e dos serviços de que tratam os arts. 2º e 3º desta Lei será concedida para as pessoas físicas na condição de autônomas ou empresários individuais que apresentarem a documentação abaixo relacionada, no que couber: I carteira de identidade; II comprovante de estar em dia com as obrigações militar e eleitoral; III atestado médico de sanidade física e mental;

3 3 Diário Oficial do Município Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 IV comprovante de inscrição como empreendedor autônomo, ou comprovante de inscrição no Instituto Nacional do Seguro Social INSS como autônomo contribuinte individual; V 02 (duas) fotos 3x4 coloridas recentes; VI comprovante de residência atual; VII vetado; VIII cadastro de pessoas físicas CPF; IX CNPJ para os empresários individuais. Seção II Das Permissões para a Exploração das Atividades de Mototáxi e dos Serviços de Motofrete Art. 5º A permissão de que trata esta Lei será concedida às pessoas físicas na condição de autônomas ou empresários individuais que atenderem às exigências desta Lei e da legislação vigente. 1º Independentemente da categoria de serviço que será exercida, mototáxi ou motofrete, admitir-se-á, o cadastramento de somente 01 (um) veículo automotor tipo motocicleta e motoneta por permissionário, pessoa física na condição de autônoma ou empresário individual. 2º É permitida a indicação de apenas 01 (um) preposto, por permissionário cadastrado e sob a inteira responsabilidade deste, para auxiliar o profissional das atividades em transporte de passageiros mototáxi ou prestador de serviços de transporte remunerado de mercadorias motofrete, desde que satisfeitas todas as exigências contidas nesta Lei e na legislação vigente. 3º A paralisação temporária das atividades em transporte de passageiros mototáxi ou da prestação de serviços de transporte remunerado de mercadorias motofrete, será permitida por 30 (trinta) dias, prorrogável por igual período, uma única vez, a cada ano, devendo ser comunicada ao órgão competente, por escrito, pelo permissionário, sob pena de cassação do registro. 4º A paralisação definitiva das atividades em transporte de passageiros mototáxi ou da prestação de serviços de transporte remunerado de mercadorias motofrete implicará em baixa do registro. 5º Ocorrendo a hipótese prevista no parágrafo anterior, no prazo máximo de 30 (trinta) dias da data da paralisação, o detentor e permissionário responsável será notificado para a devida descaracterização e baixa do registro da permissão. 6º Não se admite qualquer forma de alienação que implique em cessão, empréstimo, locação ou sublocação das atividades em transporte de passageiros mototáxi ou prestação de serviços de transporte remunerado de mercadorias motofrete a terceiros. Art. 6º As permissões outorgadas para a exploração das atividades em transporte de passageiros mototáxi e dos serviços de transporte remunerado de mercadorias motofrete serão intransferíveis. Art. 7º As permissões serão revogadas unilateralmente pelo Município de Uberlândia, nas seguintes hipóteses: I não sejam satisfeitas as exigências contidas nesta Lei; II condenação criminal transitada em julgado contra seus titulares nos crimes de que trata o inciso VII do parágrafo único do art. 4º desta Lei. Art. 8º Os permissionários das atividades em transporte de passageiros mototáxi e dos serviços de transporte remunerado de mercadorias motofrete poderão se organizar em operadoras de serviços, centrais de serviços, cooperativas, associações, e outras, totalmente desvinculadas da permissão. 1º O Poder Público Municipal não terá qualquer vinculação ou responsabilidade com as organizações de que trata o caput deste artigo. 2º Os organismos de que trata o caput deste artigo terão por objetivo apenas a organização e a redução de custos do sistema a cargo e interesse dos permissionários. 3º No caso de criação dos organismos de que trata o caput deste artigo, os responsáveis deverão informar e instruir com documentação própria, as unidades competentes da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte, para simples cadastramento e conhecimento do Órgão. 4º O detentor das atividades e dos serviços previstos nesta Lei que se filiar a qualquer dos organismos criados e descritos no caput deste artigo, sujeitar-se-á às regras de seu estatuto. 5º Inexiste obrigatoriedade por parte dos órgãos da Administração Pública Municipal de que haja filiação do permissionário aos organismos constantes no caput deste artigo. Art. 9º O número de permissões para as atividades em transporte de passageiros mototáxi deverá obedecer a proporção de 200 (duzentas) motocicletas e motonetas para cada (cinquenta mil) habitantes do Município, levandose em consideração os dados estatísticos oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE. Parágrafo único. O número de permissões para a atividade de mototáxi deverá ser revista a cada 05 (cinco) anos, ou a critério da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes, sempre que houver recontagem da população oficialmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE. Art. 10. O número de permissões para os serviços de transporte remunerado de mercadorias motofrete será ilimitado, com o credenciamento de todos os interessados que preencham os requisitos desta Lei. Seção III Dos Veículos Automotores do Tipo Motocicleta e Motoneta Art. 11. O veículo automotor do tipo motocicleta e motoneta destinado às atividades de mototáxi e aos serviços de motofrete deverá obrigatoriamente, sem prejuízo das demais obrigações inerentes aos condutores definidas na Lei Federal nº 9.503, de 1997 e suas alterações Código de Trânsito Brasileiro e nas Resoluções Contran nºs 356, de 2 de agosto de 2010 e suas alterações e nº 410, de 2 de agosto de 2012 e suas alterações ou outras que vierem a substituí-las: I ser dotada de motor de potência: mínima de 125 cc (cento e vinte e cinco cilindradas); máxima de 300 cc (trezentas cilindradas); II ter, no máximo, 05 (cinco) anos de vida útil, comprovado o perfeito estado de conservação, segurança e funcionamento; III estar com a documentação rigorosamente completa e atualizada. 1º Somente serão licenciados para as atividades de mototáxi e os serviços de motofrete constantes nesta Lei, os veículos automotores do tipo motocicleta e motoneta que atendam às características relacionadas nos incisos do caput deste artigo e que satisfaçam à especificação, normas e padrões técnicos

4 Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 Diário Oficial do Município 4 estabelecidos pelos órgãos competentes. 2º As inspeções dos veículos automotores ficarão a cargo da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes, por sua unidade própria ou por outro órgão público credenciado ou, ainda, por empresa especializada em processo de terceirização. Art. 12. O veículo automotor do tipo motocicleta e motoneta para as atividades dos profissionais em transporte de passageiros mototáxi deverá estar equipado com os seguintes dispositivos de segurança, além das outras exigências previstas nesta Lei e na legislação pertinente: I alças metálicas, traseira e lateral, destinadas ao apoio e segurança do passageiro; II cano de escapamento revestido por material isolante térmico; III suporte para os pés do passageiro; IV protetor de pernas denominado mata-cachorro ; V hastes de proteção contra linhas de pipas fixadas no guidão da motocicleta; VI espelho retrovisor de ambos os lados do veículo. 1º O condutor do veículo automotor tipo motocicleta e motoneta deverá, obrigatoriamente, oferecer ao usuário de seus serviços a touca higiênica descartável, para o uso do capacete em comum, eximindo-se de sua responsabilidade, caso o passageiro se recuse usá-la. 2º O veículo, quando em serviço, deverá estar sempre limpo de forma a proteger as vestes do passageiro. Art. 13. O veículo automotor do tipo motocicleta e motoneta para a prestação dos serviços de transporte remunerado de mercadorias motofrete deverá estar equipado com os seguintes dispositivos de segurança, além das outras exigências previstas nesta Lei e na legislação pertinente: I hastes de proteção contra linhas de pipas fixadas no guidão da motocicleta; II espelho retrovisor de ambos os lados do veículo. Art. 14. Os veículos automotores do tipo motocicleta e motoneta destinados ao transporte remunerado de mercadorias motofrete somente poderão circular com equipamento adequado para acondicionamento de cargas, exigindo-se, para tanto, além do disposto nesta Lei, inspeção semestral para verificação dos equipamentos obrigatórios de segurança. 1º Os dispositivos de transporte de cargas em motocicletas e motonetas de que trata o caput deste artigo, podem ser do tipo fechado baú, ou aberto grelha, alforjes, bolsas ou casas laterais, desde que atendidas às dimensões máximas fixadas pelo Conselho Nacional de Trânsito Contran e as especificações do fabricante do veículo no tocante à instalação e ao peso máximo admissível. 2º Os dispositivos de transporte, como as cargas, não podem comprometer a eficiência dos espelhos retrovisores. Art. 15. Os veículos automotores do tipo motocicleta e motoneta deverão ser registrados pelo órgão de trânsito do Estado de Minas Gerais, na categoria aluguel, para as atividades dos profissionais em transporte de passageiros mototáxi e dos serviços de transporte remunerado de mercadorias motofrete, em conformidade com o art. 135 da Lei Federal nº 9.503, de 1997 e suas alterações Código de Trânsito Brasileiro e legislação complementar. Art. 16. Os permissionários e os veículos de que trata esta Lei deverão ser cadastrados junto aos órgãos competentes. 1º Será fornecido certificado de registro cadastral com validade de 01 (um) ano, facultada a renovação, sucessivamente, por igual período. 2º Os permissionários deverão manter seu cadastro atualizado junto aos órgãos competentes. 3º Caso haja alguma alteração no seu cadastro, o permissionário terá o prazo máximo de 30 (trinta) dias para a devida atualização, sob pena de revogação da permissão. Art. 17. Os veículos automotores do tipo motocicleta e motoneta de que trata esta Lei deverão ser cadastrados mediante: I Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo CRLV atualizado no Município de Uberlândia, com respectivo seguro obrigatório; II laudo de vistoria expedido pelo Órgão Executivo de Trânsito competente; III laudo de inspeção do veículo expedido pelo órgão competente; IV assinatura de termo autorizativo da plotagem do veículo na forma desta Lei, de acordo com a categoria do serviço que prestará; V placa da categoria aluguel, em conformidade com o Código de Trânsito Brasileiro. 1º Efetuado o cadastramento, será emitido pelo órgão competente a autorização de trânsito e o registro para o fim que se destina. 2º O registro será emitido em forma de crachá cujo uso será obrigatório em serviço. 3º O Certificado de Registro do Veículo CRV, o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo CRLV e o bilhete de seguro obrigatório DPVAT devem estar em nome do permissionário. 4º Além da vistoria exigida por ocasião da renovação do licenciamento CRLV sujeitar-se-á o veículo a outras vistorias e inspeções semestrais por parte do órgão competente, ou a qualquer momento em que julgar necessário para a segurança do condutor e dos usuários. 5º É facultado ao permissionário instalar e utilizar nos veículos automotores tipo motocicleta e motoneta permitidos nos termos desta Lei, sistemas de comunicação por meio de rádio ou assemelhados, em conformidade com as normas do órgão competente. 6º Os veículos automotores de que trata esta Lei deverão ter dispositivo de fixação permanente ou removível, devendo, em qualquer hipótese, ser alterado o registro do veículo para a espécie de passageiro ou carga, conforme o caso. Art. 18. O recadastramento do permissionário será efetivado anualmente, no mês de janeiro, com exigência de apresentação de todos os documentos relacionados no parágrafo único do art. 4º, mediante inspeção no veículo automotor nos termos do 2º do art. 11 todos desta Lei. Art. 19. Os veículos automotores de que trata esta Lei serão caracterizados pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes, mediante adesivagem de no máximo 60% (sessenta por cento) de suas latarias (tanque e paralamas), produzida com material não removível sem que sejam danificados, fabricada com números de série, nas cores amarelo topázio e

5 5 Diário Oficial do Município Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 verde bandeira, respectivamente, para as categorias mototáxi e motofrete. Parágrafo único. Pelo período de até 180 (cento e oitenta) dias, após a publicação desta Lei, será permitida a adesivagem produzida com material removível sem que sejam danificados, nas mesmas condições constantes do caput deste artigo. Art. 20. O veículo automotor tipo motocicleta e motoneta cadastrado será dirigido apenas pelo detentor da permissão e pelo preposto inscrito no órgão competente. 1º A indicação de preposto deverá ser feita por escrito, em modelo próprio a ser instituído pelo órgão competente e sua aceitação estará condicionada ao cumprimento do disposto nesta Lei e na legislação vigente. 2º É de responsabilidade do permissionário os atos praticados pelo preposto quando em serviço. 3º Os permissionários que se utilizarem de preposto deverão fornecer escala de serviço ao órgão competente, estabelecendo o horário de trabalho do permissionário e de seu preposto. 4º O condutor do veículo cadastrado deverá, sempre que em serviço, portar, além dos documentos pessoais, a carteira de habilitação, o crachá de registro expedido pelo órgão competente e os demais instrumentos e acessórios previstos nesta Lei. Seção IV Dos Pontos de Serviços Art. 21. Definem-se como ponto de serviço de mototáxi e motofrete, os espaços determinados pela Administração Pública Municipal, compreendidos nas vias públicas, sempre na margem de estacionamento da mão de circulação, com sinalizações verticais e horizontais definidas para tal fim, divididos em números de boxes de acordo com o número de permissões para cada ponto e para cada modalidade de serviço. Parágrafo único. No perímetro central os pontos serão rotativos e serão determinados pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes. Art. 22. Compete ao Secretário Municipal de Trânsito e Transportes estabelecer, mediante estudo prévio, os pontos de serviços de que trata o artigo anterior, dentro do prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data de publicação desta Lei. Art. 23. É terminantemente proibido exercer as atividades e os serviços de que trata esta Lei nos pontos de ônibus e de táxi. 1º O permissionário e seu preposto só poderão praticar as atividades de transporte de passageiros mototáxi, a partir de seu ponto de serviço ou em trânsito desde que o passageiro não esteja aguardando em outro ponto definido. 2º Nos pontos de serviços será observada a sequência de veículos em relação à demanda de passageiros, respeitada a preferência e escolha do permissionário, independente de sua disposição no ponto. 3º Os pontos de serviços abrigarão em conjunto ou separadamente, os permissionários de mototáxi e motofrete sempre com o número de vagas definido e sinalizado individualmente. Art. 24 Cada ponto de mototáxi terá um coordenador e um vice-coordenador, eleitos pelos permissionários, dentre estes, com mandato de dois anos, podendo ser reconduzido uma vez mediante nova eleição. Seção V Da Apólice de Seguro Art. 25. O profissional das atividades em transporte de passageiros mototáxi e dos serviços de transporte remunerado de mercadorias motofrete deverá contratar e manter devidamente atualizada apólice autônoma ou coletiva e específica de seguro, prevendo a reparação incontinente de prejuízo acarretado aos passageiros e às mercadorias decorrente de infortúnios e de acidentes na execução das atividades e dos serviços, sem prejuízo das coberturas e responsabilidades previstas pelo Seguro Obrigatório do Veículo DPVAT. Parágrafo único. A comprovação da contratação do seguro de que trata o caput deste artigo deverá ser fornecida à Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte Municipal, até 05 (cinco) dias úteis após a aprovação do registro e da permissão do serviço e antes de iniciada a atividade de transporte de passageiros mototáxi e do serviço de transporte de mercadorias motofrete, e quando do recadastramento do permissionário, previsto no art. 18. Seção VI Das Vedações Art. 26. É vedada a publicidade das atividades e dos serviços de que trata esta Lei nos telefones públicos, abrigos de ônibus, postes de iluminação, escolas, creches e outros bens públicos, calçadas, meios-fios, leitos de ruas e áreas de circulação das praças públicas, sob pena de incorrer nas penalidades previstas no art. 163 do Código Penal Brasileiro e nas demais sanções previstas no Código Municipal de Posturas. Parágrafo único. É vedada a propaganda política, de cigarros, de materiais ligados ao tabagismo, de bebidas alcoólicas, de entorpecentes, literatura pornográfica ou de qualquer outro material atentatório à moral, aos bons costumes e à política, tanto nas vestes, colete obrigatório, capacete e no veículo, ou por outro meio adicional. Art. 27. É vedada a utilização do veículo automotor tipo motocicleta e motoneta, para mais de uma modalidade dos serviços estabelecidos nesta Lei, nos termos do art. 2º, III, da Resolução Contran nº 356, de 2010 e suas alterações. Art. 28. Não será permitido o exercício das atividades de mototáxi e dos serviços de motofrete previstos nesta Lei aos profissionais que detenham: I permissão do Município de Uberlândia na exploração do serviço de transporte individual de passageiros em veículos automotivos de aluguel táxi, do transporte escolar e do transporte coletivo urbano ou rural; II autorização para o transporte de passageiros em veículos de carga e transporte de passageiros por fretamento, nas vias urbanas e rurais. Art. 29. É proibido, tanto para as atividades de mototáxi, quanto para os serviços de motofrete, o transporte de combustíveis, produtos inflamáveis ou tóxicos e de galões, nos veículos automotores tipo motocicleta e motoneta, com exceção do gás de cozinha com capacidade máxima de 13 (treze) kg e de galões contendo água mineral com capacidade máxima de 20 (vinte) litros, desde que com o auxílio de sidecar ou de semirreboque, nos termos da regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito Contran. 1º O sidecar e o semirreboque de que trata o caput deste artigo devem conter faixas retrorrefletivas, sendo vedado o uso simultâneo destes. 2º O transporte de carga em sidecar ou semirreboques deverá obedecer aos limites estabelecidos pelos fabricantes ou importadores dos veículos homologados pelo Departamento Nacional de Trânsito Denatran, não podendo a altura da carga exceder o limite superior do assento da motocicleta e mais 40

6 Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 (quarenta) centímetros, nos termos do art. 13 da Resolução Contran nº 356, de 2010 e suas alterações. Diário Oficial do Município 6 Parágrafo único. Aplicam-se aos serviços da categoria motofrete as demais regras do artigo anterior e seus parágrafos. Seção VII Da Tarifa para as Atividades de Mototáxi e para os Serviços de Motofrete Art. 30. A exploração das atividades e dos serviços de que trata esta Lei será remunerada por meio de tarifa, calculada com base em planilha de custos, contendo a metodologia de cálculo, parâmetros e coeficientes técnicos em função da característica e peculiaridade do sistema. 1º A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes ficará responsável pela execução do cálculo do valor da tarifa, que será recalculada anualmente, no mês de janeiro, para vigorar sempre a partir de 1º (primeiro) de fevereiro, devendo ser anunciada com a antecedência mínima de 05 (cinco) dias úteis. 2º Para a obtenção do cálculo da tarifa, a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes deverá se reunir com o sindicato representativo da classe, com o Ministério Público e com a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor, a fim de obter os subsídios necessários para uma regulação justa dos valores a serem oficializados. Art. 31. Na categoria mototáxi, a planilha de custos terá como base o valor do quilômetro rodado pelo veículo automotor tipo motocicleta e motoneta na prestação do serviço e será assim fixada: I tarifa mínima de R$ 6,00 (seis reais) até 5 km (cinco quilômetros) rodados; II tarifa de R$ 1,20 (um real e vinte centavos) a partir de 5 km (cinco quilômetros) rodados, por km; III tarifa terá acréscimo de 30% (trinta por cento), no horário de 23h00min até 06h00min, a título de bandeira 2. 1º O prestador de serviço entregará, obrigatoriamente, ao seu usuário, no momento do início da prestação do serviço, uma comanda impressa contendo: I nome, endereço do ponto de serviço, número do registro do veículo no órgão público municipal, número da placa, modelo, marca e ano de fabricação do veículo; II valor da tarifa mínima e o valor da tarifa por quilômetro rodado após o limite da tarifa mínima; III espaço reservado para colocar a quilometragem atual do veículo que será conferida pelo usuário, que ficará de posse da comanda até o final da prestação do serviço, quando será colocado, em espaço reservado da comanda, a quilometragem final do veículo e o resultado matemático entre as duas anotações, para o cálculo do pagamento da tarifa. 2º Qualquer fração de quilômetro rodado após o valor mínimo será arredondada para mais, fechando assim, um quilômetro a mais. Art. 32. Na categoria motofrete, a planilha de custos terá como base o valor do quilômetro rodado pelo veículo na prestação dos serviços, cujos valores serão os seguintes: I tarifa mínima de R$ 6,00 (seis reais) por entrega com percurso máximo de 5 km (cinco quilômetros); II acréscimo de R$ 1,20 (um real e vinte centavos) por km (quilômetro) rodado acima da distância da tarifa mínima fixada no inciso anterior. CAPÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE MOTOTÁXI E DOS SERVIÇOS DE MOTOFRETE Art. 33. As atividades do mototáxi e os serviços de motofrete, as especificações dos veículos automotores do tipo motocicletas e motonetas, os equipamentos e as regras exigidas nesta Lei serão fiscalizadas pelos Agentes de Trânsito do Município, que poderão impedir a circulação dos referidos veículos mediante sua apreensão, em caso de descumprimento de qualquer um de seus dispositivos, sem prejuízo das penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro, no que couber. Art. 34. A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes poderá determinar as providências que julgar necessárias à regularidade da execução das atividades e dos serviços de que trata esta Lei. Art. 35. Poderão resultar da atividade fiscalizadora, termos próprios lavrados em 02 (duas) vias, em formulários denominados autos de infração, termo de advertência ou termo de apreensão, conforme o caso. CAPÍTULO IV DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES Art. 36. A inobservância dos termos desta Lei sujeitará o infrator às seguintes penalidades, sem prejuízo das demais, previstas em legislação pertinente: I advertência por escrito; II multa pecuniária; III suspensão de 15 (quinze) a 30 (trinta) dias da permissão, com recolhimento do crachá de registro expedido pelo órgão competente, mediante instauração de processo administrativo; IV retenção do veículo; V apreensão do veículo; VI revogação da permissão com o recolhimento definitivo do crachá de registro expedido pelo órgão competente. Art. 37. As infrações punidas com as sanções previstas no artigo anterior e que implicarem em pontuação, classificam-se de acordo com sua gravidade, em 05 (cinco) grupos, designados por Grupos A, B, C, D e E. Art. 38. São infrações a esta Lei, além daquelas previstas no Código de Trânsito Brasileiro e demais legislações pertinentes: I Grupo A: a) trajar-se indevidamente, atentando contra os bons costumes; b) portar-se de maneira inconveniente no exercício de sua atividade profissional; II Grupo B: a) fumar ao conduzir o veículo, independentemente da anuência do passageiro, ou permitir que este fume; b) falta de caracterização do veículo, na forma da lei, mediante adesivagem; c) retardar propositadamente a marcha do veículo, ou seguir itinerário mais extenso ou desnecessário; d) deixar de tratar com urbanidade os passageiros, o público

7 7 Diário Oficial do Município Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 em geral, colegas de trabalho, bem como os agentes públicos; e) recusar passageiros sem justificativa; f) cobrar tarifa diferente daquela estabelecida pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes; g) utilizar veículo em desacordo com o permitido por esta Lei; h) prestar serviço remunerado com veículo não autorizado para esse fim; i) deixar de portar crachá de registro de identificação expedido pelo órgão competente de identificação; j) deixar de portar o Termo de Permissão; III Grupo C: a) deixar de portar no veículo, selo de vistoria ou deixar de disponibilizar tabela de tarifa e a Lei que a estabelece; b) deixar de comparecer ao órgão competente do Município para prestar esclarecimentos sobre o serviço, no prazo estipulado, quando for intimado; c) atrair passageiros utilizando-se de meios e artifícios de concorrência desleal; d) colocar ou permitir que outros coloquem qualquer tipo de inscrição ou legenda no veículo, sem prévia e expressa autorização do Órgão Gerenciador; e) qualquer forma de aliciamento de passageiros; f) abastecer veículo enquanto estiver conduzindo passageiro; g) descumprir qualquer Termo de Compromisso firmado com o Órgão Gerenciador; h) utilizar o veículo fora das características e especificações estabelecidas pelo Órgão Gerenciador; i) fazer ponto em local não autorizado; j) recusar-se a exibir à fiscalização os documentos exigidos por Lei; k) usar bandeira 2 indevidamente; l) cobrar ou não devolver tarifa paga, em caso de interrupção de viagem; m) interromper o serviço no ponto de serviço, exceto em casos fortuitos ou de força maior; n) não contratar e não manter devidamente atualizada apólice autônoma ou coletiva e específica de seguro; IV Grupo D: a) transitar com veículo em más condições de funcionamento, segurança, higiene e conservação ou com vida útil superior à definida nesta Lei; b) abandonar veículo com intuito deliberado de se esquivar da fiscalização; c) prestar serviço estando sob suspensão; d) utilizar combustível não permitido pela legislação pertinente; e) não substituir veículo com limite de idade ultrapassada; f) deixar de submeter o veículo à vistoria obrigatória; g) transferir a permissão; V Grupo E: a) o condutor permissionário consentir que motoristas não cadastrados junto à Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes conduzam os veículos na qualidade de preposto; b) ocorrer cessão, permuta ou transferência da permissão ou do ponto de serviço, sem prévia e expressa autorização do Órgão Gerenciador; c) o motorista for flagrado dirigindo veículo em estado de embriaguez ou sob a ação de entorpecentes; d) houver ausência na atividade ou no serviço, sem justificativa e nem autorização prévia do Órgão de Gerenciador; e) deixar a prestação do serviço a cargo exclusivo do condutor preposto; f) no caso de descumprimento das obrigações ou deveres do condutor permissionário ou do preposto não previstos nos Grupos A, B, C e D deste artigo; g) controlar o ponto rotativo, impedindo a utilização do ponto, nos termos do parágrafo único do art. 21, por outros permissionários. Art. 39. Fica instituída a Pontuação do Condutor, por infração e a respectiva avaliação, para fins de acompanhamento do número de infrações cometidas pelos condutores permissionários e seu preposto nas atividades em transporte de passageiros mototáxi ou na prestação de serviços de transporte remunerado de mercadorias motofrete. 1º A pontuação das infrações será atribuída de acordo com os grupos em que estão classificadas em conformidade com o art. 42 desta Lei. 2º A pontuação será cumulativa e os pontos atribuídos a cada infração cometida prescreverão nos seguintes prazos, a partir da data da infração: I infrações do Grupo A e B : 01 (um) ano; II infrações dos Grupos C e D : 01 (um) ano; III infrações do Grupo E : 05 (cinco) anos. 3º Não sendo possível indicar a autoria da infração, a pontuação será conferida ao condutor permissionário. Art. 40. A cada 20 (vinte) pontos, o condutor será submetido ao Curso de Reciclagem, ministrado pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes ou entidade credenciada, e: I atingindo o limite de 30 (trinta) pontos, o Órgão Gerenciador analisará o prontuário do condutor e, aplicará nele, pena de advertência escrita; II caso o condutor cometa mais de uma infração no prazo de 30 (trinta) dias a contar da advertência, estará suspenso, preventivamente, de 05 (cinco) a 15 (quinze) dias; III na hipótese de o condutor completar 40 (quarenta) pontos em seu prontuário, a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes instaurará processo administrativo para apurar o interesse da Administração em manter a permissão ou o crachá de registro de identificação expedido pelo órgão competente do condutor preposto, se for o caso. Parágrafo único. A pontuação e as infrações cometidas pelos condutores permissionários e prepostos serão anotadas nos respectivos prontuários, salvo se impossível identificar quem

8 Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 Diário Oficial do Município 8 cometeu a infração, caso em que será imputada ao primeiro. Art. 41. O sistema de aplicação de sanção às infrações seguirá o seguinte critério, sem prejuízo de demais penalidades: I às infrações pertencentes ao Grupo A, será imposta a penalidade de advertência escrita; II às infrações dispostas no Grupo B caberá multa pecuniária, no valor de R$ 70,42 (setenta reais e quarenta e dois centavos); III às infrações constantes do Grupo C, a sanção será a de multa pecuniária, no valor de R$ 211,26 (duzentos e onze reais e vinte e seis centavos) e suspensão conforme art. 36, III desta Lei; IV às infrações do Grupo D, caberá multa pecuniária, no valor de R$ 281,68 (duzentos e oitenta e um reais e sessenta e oito centavos) e a retenção ou apreensão do veículo, de acordo com a possibilidade ou não de saneamento da irregularidade no local; V às infrações constantes do Grupo E, caberá, conforme decisão da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes, em processo administrativo: a) suspensão da permissão; b) revogação da permissão; c) recolhimento do crachá de registro de identificação, no caso de condutor preposto. 1º Quando ocorrer a apreensão do veículo, este será recolhido ao pátio conveniado com o Órgão Gerenciador e só será restituído após o saneamento de todas as irregularidades e pagamento das multas e taxas devidas. 2º No caso de reincidência de infrações, a multa será aplicada em dobro e assim sucessivamente. 3º No caso de infração constante da alínea c, inciso V, do art. 38 fica vedada a aplicação somente da penalidade da alínea c, do inciso V, deste artigo, devendo ser aplicado, conforme decisão da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes, dependendo da gravidade, as penalidades das alíneas a e b, do inciso V, deste artigo. Art. 42. Para o devido enquadramento a que se refere o artigo anterior, será imputada a seguinte pontuação no prontuário do condutor: I às infrações do Grupo A, imputar-se-á 05 (cinco) pontos ao condutor; II às infrações do Grupo B, imputar-se-á 07 (sete) pontos ao condutor; III às infrações do Grupo C, imputar-se-á 10 (dez) pontos ao condutor; IV às infrações do Grupo D, imputar-se-á 15 (quinze) pontos ao condutor; V às infrações do Grupo E, imputar-se-á 20 (vinte) pontos ao condutor. Art. 43. Ao permissionário ou condutor preposto que tiver a permissão revogada e o crachá de registro de identificação recolhido, respectivamente, é proibida sua inscrição em futuras licitações, credenciamentos e cadastros pelo período de 05 (cinco) anos. 1º A revogação das permissões e o recolhimento dos crachás de registro de identificação serão, obrigatoriamente, precedidos do respectivo processo administrativo, exceto nos casos em que o número limite de pontos seja excedido, ou haja prova inequívoca da realização dos atos que justifique a anulação do Termo de Permissão. 2º Para a condução dos processos administrativos referentes à possível revogação das permissões será instituída, por meio de portaria do Secretário Municipal de Trânsito e Transportes, comissão composta por 03 (três) servidores efetivos do quadro de pessoal do Município e respectivos suplentes. Art. 44. As penalidades previstas para os Grupos deste Capítulo serão aplicadas pelo Secretário Municipal de Trânsito e Transportes, exceto as previstas para o Grupo E, que serão aplicadas pelo Prefeito. 1º A aplicação da penalidade não desobriga o infrator do cumprimento das exigências necessárias à regularização. 2º No caso do infrator, praticar simultaneamente, 02 (duas) ou mais infrações, deverão ser aplicadas cumulativamente as penalidades a elas cominadas. 3º As infrações penalizadas em virtude da aplicação do Código de Trânsito Brasileiro não poderão ser penalizadas novamente mediante aplicação desta Lei. CAPÍTULO V DA AUTUAÇÃO E DOS REQUISITOS Art. 45. Constatada a infração, exceto nos casos de aplicação da penalidade de advertência, será lavrado o respectivo auto de infração em 02 (duas) vias, devendo uma ser anexada ao processo e outra, sempre que possível, entregue ao condutor. Art. 46. No auto de infração deverá constar: I tipificação da infração; II local, data e hora do cometimento da infração; III identificação do veículo contendo placa, marca, modelo, espécie, tipo, categoria, chassi e renavam; IV identificação do condutor contendo, sempre que possível, nome, número do RG e a data de expedição, CPF, número e categoria da CNH e endereço; V identificação do proprietário do veículo, conforme documento expedido pelo DETRAN, contendo nome, número do RG e a data de expedição, CPF, número e categoria da CNH e endereço; VI número da permissão em que se encontra o veículo alocado; VII histórico da infração; VIII prazo em dias para recurso; IX identificação do órgão e do agente autuador; X assinatura do condutor, sempre que possível; XI número do auto de infração. 1º Para cada infração lavrar-se-á um respectivo auto. 2º O Agente de Trânsito do Município deverá lavrar o auto de infração, e nas 24 (vinte e quatro) horas seguintes, encaminhálo à sua chefia imediata para as providências cabíveis. 3º Havendo recusa do infrator em assinar o auto, será feita, neste, a menção do fato pelo Agente de Trânsito do Município.

9 9 Diário Oficial do Município Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 Art. 47. Quando ocorrer a apreensão do veículo, o Agente de Trânsito do Município deverá lavrar, em 02 (duas) vias, o Termo de Apreensão, discriminando: I os acessórios que se encontram no veículo; II os equipamentos obrigatórios presentes; III o estado geral da lataria e da pintura; IV os danos causados por acidente, se for o caso; V a identificação do proprietário e do condutor, quando possível; VI a identificação do veículo; VII o número do termo de apreensão; VIII assinatura do permissionário ou preposto. Art. 48. A autuação homologada será transformada em penalidade pelo Secretário Municipal de Trânsito e Transportes, que ordenará a expedição da notificação ao condutor permissionário. 1º A notificação será entregue pessoalmente, via postal, mediante recibo ou aviso de recebimento dos Correios AR, no prazo de até 60 (sessenta) dias, sob pena de nulidade do auto de infração. 2º Caso o infrator não seja encontrado no endereço constante de seu cadastro, a notificação far-se-á por meio de edital, publicada uma única vez no Diário Oficial do Município. 3º A assinatura do condutor no auto de infração valerá como notificação, gerando o mesmo efeito a recusa do condutor em assiná-lo, bem como sua evasão do local, fato que será informado pelo Agente de Trânsito do Município. 4º A notificação sempre será endereçada ao condutor permissionário, o qual será responsável pela infração. Art. 49. É assegurado ao autuado o direito de requerer ao Secretário Municipal de Trânsito e Transportes, via Núcleo de Protocolo da estrutura orgânica da Secretaria Municipal de Administração, defesa de seu direito. Art. 50. O requerimento de que trata o artigo anterior deverá conter: I a autoridade julgadora a quem é dirigido; II a qualificação do requerente; III os motivos de fato e de direito em que se fundamenta; IV a especificação e a juntada de prova; V as diligências que o requerente pretenda que sejam efetuadas, devidamente justificadas; VI o pedido; VII local, data e assinatura. 1º Compete ao requerente instruir a impugnação com documentos comprobatórios das alegações, bem como a indicação de, no máximo, 03 (três) testemunhas, devidamente qualificadas com nome, RG, CPF, profissão e endereço completo. 2º Serão indeferidas as diligências consideradas desnecessárias ou impraticáveis, a critério do Secretário Municipal de Trânsito e Transportes. 3º Caberá impugnação para cada auto de infração. 4º A matéria a ser impugnada versará sobre questões de fato e de direito, inclusive em relação às formalidades do auto de infração. Art. 51. A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes poderá determinar providências para esclarecimento dos fatos narrados no processo. Art. 52. O julgamento do processo deverá ser devidamente fundamentado. Art. 53. A impugnação à autuação poderá ser efetuada no prazo máximo de 10 (dez) dias, contados da data da notificação, mediante requerimento dirigido ao Secretário Municipal de Trânsito e Transportes. 1º A apresentação da impugnação suspende os efeitos da autuação. 2º O deferimento do pedido implicará no cancelamento da autuação. 3º Esgotado o prazo fixado no caput deste artigo sem a apresentação da impugnação, ou tendo esta sido julgada insubsistente, será aplicada a penalidade correspondente à autuação, mediante nova notificação ao autuado. Art. 54. O condutor permissionário poderá interpor pedido de reconsideração, via Núcleo de Protocolo da estrutura orgânica da Secretaria Municipal de Administração no prazo máximo improrrogável de 10 (dez) dias a contar da ciência da notificação. 1º Será de 30 (trinta) dias o prazo para decisão sobre o requerimento e sobre o pedido de reconsideração. 2º O deferimento da impugnação ensejará o arquivamento do processo e suspensão das sanções cominadas. 3º Será dada ciência das decisões do processo administrativo ao interessado, via Núcleo de Protocolo do Município ou mediante recibo ou aviso de recebimento dos Correios AR. Art. 55. O condutor permissionário poderá interpor recurso em última instância administrativa, via Núcleo de Protocolo da estrutura orgânica da Secretaria Municipal de Administração perante a JARIT Junta Administrativa de Recursos de Infração de Transportes, mediante depósito prévio dos valores das multas aplicadas, caso existente, no prazo de 10 (dez) dias da data da ciência do indeferimento do pedido de reconsideração. Parágrafo único. Procedente o recurso, será devolvido ao condutor permissionário, o valor integral das multas pagas. CAPÍTULO VI DAS TAXAS DE ADMINISTRAÇÃO Art. 56. Serão cobrados dos condutores permissionários os seguintes valores pelos serviços prestados: I laudo de vistoria: R$ 20,00 (vinte reais); II registro de identificação expedido pelo órgão competente de identificação: R$ 15,00 (quinze reais); III substituição de veículo: R$ 40,00 (quarenta reais). 1º Os valores de que trata o caput deste artigo serão corrigidos anualmente, no dia 1º (primeiro) de janeiro pelo IGPM/IBGE acumulado do ano anterior ou outro índice que vier a substituílo.

10 Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 Diário Oficial do Município 10 2º Os valores de que trata o caput deste artigo deverão ser recolhidos ao Fundo Municipal de Trânsito e Transportes. CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 57. As empresas comerciais, industriais, agrícolas e pecuárias, os escritórios de serviços autônomos, os órgãos públicos e as autarquias que possuem funcionários registrados na categoria de motofrete não estão sujeitas às exigências desta Lei, no tocante ao credenciamento e à permissão. Art. 58. As atividades e os serviços de que trata esta Lei deverão ser prestados apenas no âmbito do Município de Uberlândia-MG. Art. 59. Fica a Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte autorizada a expedir instruções normativas e resoluções, a fim de dar cumprimento a esta Lei, com vistas a exercer a mais rigorosa e ampla fiscalização à prestação das atividades de mototáxi e dos serviços motofrete, visando sempre à segurança e a melhor qualidade dos serviços prestados à sociedade. Art. 60. Esta Lei será regulamentada no que couber, mediante decreto. Art. 61. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Gilmar Machado Prefeito Autor do Projeto: Prefeito Gilmar Machado DA/ANSG/ARV/AVR/MLRC/PGM Nº 274/2013. PORTARIA Nº , DE 17 DE SETEMBRO DE PORTARIAS REMOVE PARA A SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO, ANDERSON MARTINS CARDOSO. A Secretária Municipal de Administração, no uso das atribuições legais que lhe confere o Decreto nº de 02 de janeiro de 2009, e com fundamento no artigo 56, da Lei Complementar nº 040 de 05 de outubro de 1992, alterado pela Lei Complementar nº 084, de 22 de junho de 1994, R E S O L V E : Art. 1º Fica removido ANDERSON MARTINS CARDOSO, matrícula nº , ocupante do cargo de provimento efetivo de Assistente Administrativo, Classe ASS-D, Nível 3, da Secretaria Municipal de Finanças, para a Secretaria Municipal de Administração. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. LILIAN MACHADO DE SÁ Secretária Municipal de Administração AGB/cat. PORTARIA Nº , DE 17 DE SETEMBRO DE RETIFICA O PERÍODO DE FRUIÇÃO DA LICENÇA PRÊMIO DA SERVIDORA VILMA SILVA LOPES CONSTANTE DA RELAÇÃO DO ART. 1º DA PORTARIA Nº DE , QUE CONCEDE O GOZO DE LICENÇA PRÊMIO AOS SERVIDORES QUE MENCIONA. O Secretário Municipal de Saúde, no uso das atribuições conferidas pelo art. 1º, d do Decreto nº , de 02 de janeiro de 2009 e, nos termos dos artigos 126 a 130 da Lei Complementar nº 040, de 05 de outubro de 1992, Considerando o ofício nº 201/2013; RESOLVE: Art. 1º. Fica retificado o período de fruição da Licença Prêmio da servidora abaixo mencionada, constante da relação do Art. 1º da Portaria nº de 26 de julho de I VILMA SILVA LOPES, Matrícula , AUXILIAR EM SAÚDE BUCAL, Classe AUX-D, Nível 15, Período Aquisitivo de a , Período de Licença de a Art. 2º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ALMIR FERNANDO LOUREIRO FONTES Secretário Municipal de Saúde AMF/llr

11 11 Diário Oficial do Município Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 PORTARIA Nº , DE 17 DE SETEMBRO DE CONCEDE O GOZO DE LICENÇA PRÊMIO AOS SERVIDORES QUE MENCIONA. A Secretária Municipal de Educação, no uso das atribuições conferidas pelo art. 1º, d do Decreto nº , de 02 de janeiro de 2009 e, nos termos dos artigos 126 a 130 da Lei Complementar nº 040, de 05 de outubro de 1992, Considerando os requerimentos de Licença Prêmio, R E S O L V E: Art. 1º Fica concedido o gozo de Licença Prêmio aos servidores mencionados no Anexo I desta Portaria, lotados na Secretaria Municipal de Educação. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. GERCINA SANTANA NOVAIS Secretária Municipal de Educação AMF/llr Anexo I Nome Matrícula Cargo Período Aquisitivo Período Licença ANATALIA ODETE DOS SANTOS ARACELLY CRISTINA DE FREITAS AMORIM DEBORA CRISTINA ROCHA BARBOSA EDILAMARES DE SOUZA ELIANA CRISTINA DOS SANTOS ELOIZA MENDES DA SILVA EMILIANE BRANDAO DIAS MARIA DA CONSOLAÇÃO BATISTA MARIA DA CONSOLAÇÃO LEONCIO CASTRO MARIA DAS GRACAS ARAUJO MARQUES TELES MARIA LUCIA PEREIRA MARIA SALOME RODRIGUES ELISIO PATRICIA CLAUDIA GOMES ROSIMEIRE APARECIDA BORGES DE SOUZA ROSIMEIRE APARECIDA BORGES DE SOUZA VERA LUCIA BRANDÃO EDUCADOR INFANTIL, Classe ASS-EI-F, Nível 15 PROFESSOR (EDUCAÇÃO INFANTIL E 1º AO 5º ANO), Classe SUP-MA-F, Nível 5 PROFESSOR (EDUCAÇÃO INFANTIL E 1º AO 5º ANO), Classe SUP-MA-E, Nível 5 PROFESSOR DE PRE A 4ª SERIE, Classe SU-PV, Nível 25 SECRETARIO ESCOLAR, Classe ASS-SE-C, Nível 1 AGENTE DE SERVICOS GERAIS, Classe AGE-C, Nível 9 MONITOR SOCIAL, Classe ASS-D, Nível 17 PROFESSOR DE PRE A 4ª SERIE, Classe SU-PV, Nível 25 AGENTE DE SERVICOS GERAIS, Classe AGE-C, Nível 9 PROFESSOR DE PRE A 4ª SERIE, Classe SU-PV, Nível 25 EDUCADOR INFANTIL, Classe ASS-EI-E, Nível 9 PROFESSOR DE PRE A 4ª SERIE, Classe SU-PV, Nível 25 PROFESSOR DE PORTUGUES, Classe SU-PV, Nível 7 PROFESSOR DE PRE A 4ª SERIE, Classe SU-PV, Nível 25 PROFESSOR DE PRE A 4ª SERIE, Classe SU-PV, Nível 23 ASSISTENTE ADMINISTRATIVO, Classe ASS-C, Nível a e a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a PORTARIA Nº , DE 17 DE SETEMBRO DE CONCEDE O GOZO DE LICENÇA PRÊMIO AOS SERVIDORES QUE MENCIONA.

12 Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 Diário Oficial do Município 12 A Secretária Municipal de Educação, no uso das atribuições conferidas pelo art. 1º, d do Decreto nº , de 02 de janeiro de 2009 e, nos termos dos artigos 126 a 130 da Lei Complementar nº 040, de 05 de outubro de 1992, Considerando os requerimentos de Licença Prêmio, R E S O L V E: Art. 1º Fica concedido o gozo de Licença Prêmio aos servidores mencionados no Anexo I desta Portaria, lotados na Secretaria Municipal de Educação. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. GERCINA SANTANA NOVAIS Secretária Municipal de Educação AMF/llr Anexo I Nome Matrícula Cargo CARLOS JOSÉ LOPES MOTORISTA, Classe ASS-C, Nível 5 PROFESSOR (EDUCAÇÃO DÉRCIA ALVES COSTA SILVA INFANTIL E 1º AO 5º ANO), ETIÊNIA MÁRCIA MARTINS BRAGA FRANCISCO DE ASSIS DA SILVA LUCIENE GIROLDO SANT ANA LUCIENE GIROLDO SANT ANA Classe MAG, Nível 5 EDUCADOR INFANTIL, Classe ASS-EI-D, Nível 7 AGENTE DE SERVIÇOS GERAIS, Classe AGE-C, Nível 9 PROFESSOR DE MATEMÁTICA, Classe SU-PV, Nível 25 PROFESSOR DE MATEMÁTICA, Classe SU-PV, Nível 21 PROFESSOR DE PRE A 4ª MARIA NAZARETH DOS ANJOS SÉRIE, SILVA Classe SU-PV, Nível 19 PROFESSOR DE PRE A 4ª SIAT ÉLVIA RODRIGUES SÉRIE, Classe SU-PV, Nível 21 PROFESSOR (EDUCAÇÃO SUSIMEIRE NUNES ARAUJO INFANTIL E 1º AO 5º ANO), FERREIRA Classe MAG, Nível 5 PROFESSOR DE PRE A 4ª VÂNIA APARECIDA DE ARAÚJO SÉRIE, Classe SU-PI, Nível 23 Período Aquisitivo a a e a a a a e a a a e a a a a Período licença a a a a a a a a a a PORTARIA Nº , DE 17 DE SETEMBRO DE DESIGNA DECIO LEMES DOS SANTOS PARA RESPONDER PELA FUNÇÃO DE CONFIANÇA DE ENCARREGADO DE FISCALIZAÇÃO DE TRANSPORTES FC/CC-9. A Secretária Municipal de Administração, no uso das atribuições legais que lhe confere o Decreto nº de 02 de janeiro de 2009, com fundamento no artigo 55, da Lei Complementar nº 040 de 05 de outubro de 1992, R E S O L V E:

13 13 Diário Oficial do Município Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 Art. 1º Designar DECIO LEMES DOS SANTOS, matrícula nº , ocupante do cargo de provimento efetivo de Fiscal de Transportes, Classe AFI-D, Nível 3, para responder pela Função de Confiança de Encarregado de Fiscalização de Transportes FC/CC-9, da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes, no período de 1º a 20 de outubro de 2013, durante o impedimento do titular Rangel Crozara Gomes Pires, matrícula nº , em gozo de férias. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. LILIAN MACHADO DE SÁ Secretária Municipal de Administração AGB/cat. PORTARIA Nº , DE 17 DE SETEMBRO DE Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. LILIAN MACHADO DE SÁ Secretária Municipal de Administração AGB/cat. PORTARIA Nº , DE 17 DE SETEMBRO DE DESIGNA DENISE BERNARDES MARQUEZ, PARA RESPONDER PELO CARGO DE ASSESSOR ADMINISTRATIVO CC-3. A Secretária Municipal de Administração, no uso das atribuições legais que lhe confere o Decreto nº de 2 de janeiro de 2009, com fundamento no artigo 55, da Lei Complementar nº 040 de 5 de outubro de 1992, DESIGNA BEATRIZ RIBEIRO MORAI MENDONÇA PARA RESPONDER PELA FUNÇÃO DE CONFIANÇA DE COORDENADOR DO NÚCLEO DE MEDICINA DO TRABALHO FC/CC-2. A Secretária Municipal de Administração, no uso das atribuições legais que lhe confere o Decreto nº de 02 de janeiro de 2009, com fundamento no artigo 55, da Lei Complementar nº 040 de 5 de outubro de 1992, R E S O L V E: Art. 1º Designar BEATRIZ RIBEIRO MORAI MENDONÇA, matrícula nº , ocupante do cargo de provimento efetivo de Assistente Administrativo, Classe ASS-C, Nível 1, para responder pela Função de Confiança de Coordenador do Núcleo de Medicina do Trabalho FC/CC-2, da Secretaria Municipal de Administração, até 13 de outubro de 2013, durante o impedimento da titular Marta Helena Pereira da Silva Faria, matrícula nº em Licença Médica. R E S O L V E: Art. 1º Designar DENISE BERNARDES MARQUEZ, matrícula nº , ocupante do cargo de provimento em comissão de Secretário do Gabinete CC-6, para responder pelo cargo de provimento em comissão de Assessor Administrativo CC-3, da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano, no período de 14 de outubro a 2 de novembro de 2013, durante o impedimento da titular Joana D arc de Castro, matrícula nº , em Licença Prêmio. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. LILIAN MACHADO DE SÁ Secretária Municipal de Administração AGB/cat. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. LILIAN MACHADO DE SÁ Secretária Municipal de Administração AGB/cat. PORTARIA Nº , DE 17 DE SETEMBRO DE DESIGNA LUCIANA MOREIRA SILVA PARA RESPONDER PELA FUNÇÃO DE CONFIANÇA DE ENCARREGADO DE RELATÓRIOS DE GESTÃO FC/CC- 9. A Secretária Municipal de Administração, no uso das atribuições legais que lhe confere o Decreto nº de 02 de janeiro de 2009, com fundamento no artigo 55, da Lei Complementar nº 040 de 05 de outubro de 1992, R E S O L V E: Art. 1º Designar LUCIANA MOREIRA SILVA, matrícula nº , ocupante do cargo de provimento efetivo de Contador, Classe SUP-E, Nível 1, para responder pela Função de Confiança de Encarregado de Relatórios de Gestão FC/ CC-9, da Secretaria Municipal de Finanças, até 1º de outubro de 2013, durante o impedimento da titular Maria do Socorro Alves de Sousa Costa, matrícula nº , em gozo de férias. PORTARIA Nº , DE 17 DE SETEMBRO DE DISPÕE SOBRE A PROGRESSÃO VERTICAL DO SERVIDOR JESUE PINHEIRO MACHADO. A Secretária Municipal de Administração, no uso das atribuições legais que lhe confere o Decreto nº de 2 de janeiro de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar nº 344 de 10 de fevereiro de 2004, e na Lei nº de 7 de dezembro de 2005 e alteração, R E S O L V E: Art. 1º É concedida ao servidor JESUE PINHEIRO MACHADO, matrícula nº , a progressão vertical no cargo de provimento efetivo de Agente de Controle de Zoonoses, Classe ASS-C, Nível 13, para Agente de Controle de Zoonoses, Classe ASS-C, Nível 15, retroativo a 1º de fevereiro de Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. LILIAN MACHADO DE SÁ Secretária Municipal de Administração AGB/cat. PORTARIA Nº , DE 17 DE SETEMBRO DE DISPÕE SOBRE A RETIFICAÇÃO DO ATO DE

14 Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 Diário Oficial do Município 14 CONCESSÃO DA PROGRESSÃO VERTICAL AO SERVIDOR JESUE PINHEIRO MACHADO. A Secretária Municipal de Administração, no uso das atribuições legais que lhe confere o Decreto nº de 02/01/2009, e tendo em vista o disposto na Lei Complementar nº 343 de 10 de fevereiro de 2004, Lei Complementar nº 378 de 29 de setembro de 2004, Lei nº de 07 de dezembro de 2005 e respectivas alterações; R E S O L V E: Art.1º Fica retificado com efeito ex-tunc, o ato que concedeu Progressão Vertical no cargo de provimento efetivo de Agente de Controle de Zoonoses, Classe ASS-C, Nível 11, para Agente de Controle de Zoonoses, Classe ASS-C, Nível 13, ao servidor JESUE PINHEIRO MACHADO, matrícula nº , dispondo as progressões em 2 (dois) níveis a partir de 01/02/2010. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. LILIAN MACHADO DE SÁ Secretária Municipal de Administração AGB/cat LICITAÇÃO PÚBLICA Avisos e Comunicados AVISO DE ALTERAÇÃO DE EDITAL PREGÃO PRESENCIAL PARA REGISTRO DE PREÇOS Nº 651/2013. OBJETO: Registro de Preços para futura e eventual contratação de empresa especializada para o fornecimento de Peças para Máquinas, para serem utilizados nas máquinas (Motoniveladoras, Scraper e Tratores de Esteira) da Frota Municipal. A data da Sessão Pública de abertura dos ENVELOPES será dia 03/10/2013 às 13:00 horas, no mesmo local já divulgado. O Edital e seu Aviso com as alterações encontram-se disponíveis na Diretoria de Compras e no site: Uberlândia, 17 de setembro de MARIA ANGÉLICA TERRA TELLES DE OLIVEIRA Coordenadora do Núcleo de Processos Licitatórios MAA/maa AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL PARA REGISTRO DE PREÇOS N o 653/2013. TIPO MENOR PREÇO. PREFEITURA MUNICIPAL DE UBERLÂNDIA SUPERINTENDÊNCIA DE OPERAÇÕES E MANUTENÇÃO através da DIRETORIA DE COMPRAS - Fará realizar licitação supramencionada - Objeto: Registro de Preços para futura e eventual contratação de empresa especializada para o fornecimento de filtros automotivos para manutenção preventiva dos veículos e máquinas da Frota Municipal, atendendo as necessidades da Superintendência de Operações e Manutenção. O Edital encontra-se à disposição na Diretoria de Compras, na Av. Anselmo Alves dos Santos, nº 600, prédio II, 2º pavimento, telefone 0xx , das 12 às 17 horas e no site no Link Licitações Prefeitura Municipal de Uberlândia. Entrega dos Envelopes e Sessão Pública para abertura no dia 07/10/2013 às 09:00 horas na Diretoria de Compras. Uberlândia, 18 de setembro de WALTER JOSÉ BALIEIRO REGATIERI Superintendente de Operações e Manutenção MAA/maa AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL Nº 714/2013. TIPO MENOR PREÇO. PREFEITURA MUNICIPAL DE UBERLÂNDIA SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE, através da DIRETORIA DE COMPRAS - Farão realizar licitação supramencionada - Objeto: Seleção e contratação de empresa para prestação de serviços com hora-máquina (Motoniveladora e Pá Carregadeira), visando o trabalho de conservação de solo (terraceamento, barragem de contenção de água pluvial) e readequação de estradas vicinais, na Zona Rural do Município de Uberlândia, dentro da Micro bacia do Rio Uberabinha, do Ribeirão Bom Jardim, na área de atuação do Programa Buriti. O Edital encontra-se à disposição na Diretoria de Compras, na Av. Anselmo Alves dos Santos, nº 600, prédio II, 2º pavimento, telefone 0xx , das 12 às 17 horas e no site no Link Licitações Prefeitura Municipal de Uberlândia. Valor do Edital: R$ 10,00 (dez reais). Entrega dos Envelopes e Sessão Pública para abertura no dia 04/10/2013 às 13:00 horas na Diretoria de Compras. Uberlândia, 18 de setembro de HÉLIO ALVES MENDES Secretário Municipal de Meio Ambiente MAA/maa AVISO DE REVOGAÇÃO LICITAÇÃO MODALIDADE PREGÃO PRESENCIAL Nº 384/2013. A Secretaria Municipal de Educação, torna público e para conhecimento dos licitantes e de quem mais possa interessar, que a licitação supramencionada, que tem por objeto a seleção e contratação de empresas para prestação de serviços de transporte automotivo, com fornecimento de mão-deobra (motorista) e dos veículos, foi revogada por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, conforme decisão circunstanciada inserta no competente processo licitatório. Uberlândia, 23 de agosto de GERCINA SANTANA NOVAIS Secretária Municipal de Educação Homologação e Adjudicação ATO DE ADJUDICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO Objeto: Execução de obras em rede de energia elétrica e iluminação pública, para atender diversos logradouros do Bairro Nossa Senhora das Graças. HOMOLOGO, para que produza seus jurídicos e legais efeitos, os atos de julgamento, de classificação das propostas do objeto

15 15 Diário Oficial do Município Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 licitado, referente a Licitação Tomada de Preços nº 442/2013, por considerar que a Comissão Permanente de Licitações atendeu a todas as disposições legais e aplicáveis à espécie, em especial ao ato convocatório regedor do certame, estando o processo perfeito e válido, e ADJUDICO desde já o objeto da licitação ao licitante: Companhia Mineira de Eletrificação Ltda., cuja proposta foi classificada por ser a mais vantajosa para o Município de Uberlândia. Uberlândia, 02 de setembro de Eduardo Arnolde Afonso Castro Secretário Municipal de Serviços Urbanos SAS/2013. ATO DE HOMOLOGAÇÃO (RETIFICAÇÃO) REF: Licitação Modalidade Pregão Eletrônico nº 253/2013. HOMOLOGO, para que produzam seus jurídicos e legais efeitos, os atos de julgamento e de classificação por parte do Pregoeiro, do objeto licitado, referente à Licitação Modalidade Pregão Eletrônico nº 253/2013, por considerar atendidas todas as disposições legais e aplicáveis à espécie, em especial ao ato convocatório regedor do certame, estando o processo perfeito e válido. E, ainda, ratifico a adjudicação pelo Pregoeiro, do objeto licitado, que é a seleção e contratação de empresa para o fornecimento de gás GLP (de cozinha), envasado em botijões de 13Kg e 45Kg, conforme todas as especificações contidas no item 1.1 do Edital, à empresa COPAGAZ DISTRIBUIDORA DE GÁS S.A. os itens 01 e 02, em atendimento a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho, onde o julgamento foi o menor preço por item, cujos preços ofertados foram declarados vencedores e adjudicados por serem vantajosos para o Município de Uberlândia. Uberlândia, 22 de maio de MURILO FERREIRA MARTINS Secretário Municipal de Desenvolvimento Social e Trabalho WI/DC Extratos Diversos REPUBLICAÇÃO COM CORREÇÃO AVISO DE CANCELAMENTO Licitatória nº 8.666/93: Art. 24. É dispensável a licitação: (...) IV - nos casos de emergência ou de calamidade pública, quando caracterizada urgência de atendimento de situação que possa ocasionar prejuízo ou comprometer a segurança de pessoas... No caso em tela, a dispensa de licitação configura-se em razão da determinação judicial em trâmite perante a 2º Vara Fazenda Pública, que determinou o fornecimento do referido medicamento à Adriana da Silva Souza ( ). A emergência do caso em tela fundamenta-se na necessidade de cumprimento da decisão judicial, bem como no atendimento da prestação de saúde demandada, considerando que a Secretaria Municipal de Saúde vem estruturando seus processos de compras em acordo com os protocolos clínicos e as diretrizes terapêuticas para dispensação de medicamentos/suplementos alimentares estabelecidos pela Assistência Farmacêutica, não podendo deixar de atender as ordens judiciais até aquele se finalizar, a fim de evitar ônus grave ao demandante do fármaco e à própria Prefeitura Municipal, principalmente no que se refere ao aumento das decisões judiciais desfavoráveis a mesma, com imposições de multas pelo descumprimento das respectivas decisões. Considerando que a contratação direta não causa prejuízo para o Município uma vez que serão observadas as mesmas condições do Processo de Licitação. Considerando que o medicamento em questão é imprescindível para a saúde da paciente e que a ausência de fornecimento do mesmo gera descumprimento de determinação judicial, sujeitando a administração pública às penalidades legais. Considerando que o medicamento indicado não é fornecido pela rede pública de saúde e não há substituto padronizado pelo Sistema Único de Saúde. Isto posto, atendendo inquestionável caso de emergência, têmse por justificada a aquisição do medicamento APIDRA 10 ml por dispensa de licitação acobertada no art. 24, inciso IV, da Lei nº 8.666/93, e cumprindo o disposto no art. 26 daquele dispositivo legal, esta justificativa é submetida à aprovação superior. Uberlândia, 13 de setembro de Almir Fernando Loureiro Fontes Secretário Municipal de Saúde e Gestor do SUS Tornar sem efeito a publicação do Extrato do Primeiro Termo de Aditamento ao Contrato nº 733/2011, firmado entre o Município de Uberlândia (SMS) e WHITE MARTINS GASES INDUSTRIAIS LTDA, publicado no Diário Oficial do Município nº 3818 de 02 de janeiro de 2012, à página 16. Uberlândia, 13 de agosto de ALMIR FERNANDO LOUREIRO FONTES Secretária Municipal de Saúde J U S T I F I C A T I V A Justificativa O Secretário Municipal de Saúde e Gestor do SUS, no desenvolvimento de suas atribuições, justifica o procedimento de dispensa de licitação para aquisição do medicamento APIDRA 10 ml. A dispensa fundamenta-se no art. 24, inciso IV, da Lei Ratifico nos termos do art. 26 da Lei nº 8666/93. 13/09/13. Gilmar Machado Prefeito Municipal JRLO/jrlo RETIFICAÇÃO Extrato do Convênio No Extrato do Convênio nº 212 /13, publicado no Diário Oficial do Município nº 4200, de 23 de julho de 2013, Onde se lê: Valor Total: R$ ,00 (quarenta mil reais) Leia-se:

16 Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 Diário Oficial do Município 16 Valor Total: R$ ,00 (quarenta e oito mil reais) *Retificação em virtude de incorreções verificadas no original e na publicação. Eff/ EDITAL DE NOTIFICAÇÃO DE CONTRIBUINTES DIVERSOS A DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO DE RENDAS TRIBUTÁRIAS NÚCLEO DE FISCALIZAÇÃO DE TRIBUTOS, no uso de suas atribuições legais, vem NOTIFICAR o(s) contribuinte(s) relacionado(s) em anexo, não localizado(s) em seu(s) respectivo(s) endereço(s), do lançamento de IMPOSTO SOBRE SERVIÇO DE QUALQUER NATUREZA de que trata a Lei nº 1448/1966, Lei Complementar nº 336/2003, Decreto nº 3953/1988 e Decreto nº 10957/2007. O fundamento legal da presente intimação encontra-se disposto no art. 11, IV da Lei Complementar nº 508 de 17 de dezembro de O(s) contribuinte(s), caso queira(m), poderá(ão) apresentar IMPUGNAÇÃO no prazo de 30 dias, contados desta notificação (art. 34, I, Lei Complementar nº 508/2009). O não pagamento do crédito tributário e/ou a não impugnação no prazo supra assinalado, importará na sua inscrição em dívida ativa, conforme autoriza o art. 49 da Lei 1448/66, acrescido de juros, multa e atualização monetária, nos termos dos arts. 27, 2º, 75, inciso IV, alíneas a a d da Lei nº 1448/66 e art. 23 da Lei Complementar n.º 261/01. Informa-se, por fim, que o presente EDITAL encontra-se afixado nas dependências da Prefeitura Municipal de Uberlândia, à Av. Anselmo Alves dos Santos, 600 Bairro Santa Mônica, CEP: Uberlândia, 12 de setembro de Márcia Aparecida Verri de Góes Coordenadora do Núcleo de Fiscalização de Tributos - Interina Ana Maria Bernardes Nogueira Diretora de Fiscalização de Rendas Tributárias Carlos José Diniz Assessor Municipal de Finanças Vitorino Alves da Silva Secretário Municipal de Finanças JCHS NOTIFICAÇÕES DE LANÇAMENTO ELETRÔNICO DE ISS - NL_E PARA PUBLICAÇÃO COMPETÊNCIA: FEVEREIRO DE 2013 VENCIMENTO: 25/07/2013 PROCESSO: 15036/2013 CMC CNPJ RAZÃO NR. NL_E / JDM ASSESSORIA COMERCIAL LTDA / LM CONSULTORIA EM TELEMARKETING LTDA / GEOATIVA TECNOLOGIA DE PRECISAO LTDA / ARS & L REPRESENTACOES LTDA / FERNANDO SERGIO FERNANDES / AGN REPRESENTACOES LTDA / KNOW HOW NASCIMENTO REPRESENTACOES LTDA / HALL ENGENHARIA LTDA / ENGEBLOCOS ENGENHARIA BLOCOS CONSTRUCOES / ETTHOS CONSULTORIA LTDA / EDITORA ZARDO LTDA / ALIANCA SOLUCOES GRAFICAS INTEGRADAS LTD / JATAO LAVA JATO LTDA

17 17 Diário Oficial do Município Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de / A R M SERVICOS E TRANSPORTES LTDA / ABF PERFIS REPRESENTACOES LTDA / AEZ VISTORIAS E INSPECOES LTDA / CLINICA M M LTDA / AVANTO REPRESENTACOES LTDA / A A A A A AGENCIA TELE KARINHO LTDA / CONEXPRESS ENCOMENDAS LTDA / COREAGRI COM REPRESENT E TRANSP DE PRODU / KARA NOSSA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA / BRAVO CONSULTORIA E REPRESENTACAO COMERC / CINQUINI NETO CONSTRUCOES LTDA / FK CONSULTORIA E INFORMATICA LTDA / INTERURAL INTERMEDIACOES EM AGRONEGOCIOS / BIASI CABRAL CONSULTORIA LTDA / ENGELEKTRA COMERCIO E MANUTENCAO E INSTA / CS EVENTOS E VIAGENS LTDA / LOGISTICA BUENO CRUZ LTDA / HIDRAULICA SILVA LTDA / CESIGMA DIAGNOSTICA LTDA / CAROLITA BORGES VASCONCELOS / ANDERSON DA SILVA ROQUE / GRAN LEITE COMERCIO E REPRESENTACOES LTD / DOMICIO DIAS HERCULANO LUMINOSOS / ERIKA EMILIANE MESQUITA ROCHA / HS CONSULTORIA LTDA ME / AX PROCESSAMENTO DE INFORMACOES LTDA / EURIPEDES ANTONIO DE OLIVEIRA / ALVES CARDOSO CONSTRUCAO E SANEAMENTO LT / DIOGO R ANDRADE MANUTENCAO / GIL E.F. NASCIMENTO - CONSTRUCOES - ME / ELIZEU TRANSPORTE LTDA - ME / LABORE SERVICOS ESPECIALIZADOS LTDA / M P MADEIRAS E ESTRUTURAS METALICAS LTDA / MILTON LEITE ARQUITETOS LTDA / R R CONSULTORIA EM VENDAS LTDA / TRINDADE & REZENDE LTDA / LUMA REPRESENTACOES E NEGOCIOS IMOBILIAR / RETRIL REPRESENTACOES TRIANGULO LTDA / MEIO&MIDIA PUBLICACOES E ASSESSORIA DE I / POWDERTECH SERVICOS E CONSULTORIA LTDA / NORMAS E PROCEDIMENTOS CONSULTORES ASSOC / SOUSA FILHO CONSULTORIA E ASSESSORIA LTD / VEREDAS REPRESENTACOES LTDA / RESAME REPRESENTACOES LTDA / PADUA ASSESSORIA E CONSULTORIA LTDA / VIP SOLUCOES PERSONALIZADAS EM INFORMATI / RAO 73 REPRESENTACOES E SERVICOS LTDA / LUIZ ANDRE DA SILVA / METALURGICA MINAS REAL LTDA

18 Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 Diário Oficial do Município / TRIAMEDIC COMERCIO IMPORTACAO E EXPORTAC / THERMOSOL TELHADO LTDA / QUEILA MARTINS DOS SANTOS / MARVAL REPRESENTACOES LTDA / UDH REPRESENTACOES LTDA / ZAN SOLUCOES EMPRESARIAIS LTDA / RAFMAN CONSULTORIA DE SISTEMAS LTDA / SANTANA E SANTOS REPRESENTACAO COMERCIAL / SERGIO MARQUES PEREIRA / LR CONSULTORIA EMPRESARIAL E SERVICOS OD / UDR PROJETOS E SERVICOS DE TELECOMUNICAC / PARTNERS ENGENHARIA E CONSULTORIA LTDA / REZENDE ASSESSORIA EMPRESARIAL LTDA / OSVALDO FERREIRA FILHO / NOVA VISAO REPRESENTACOES LTDA / T.S.G. LOCADORA & SERVICOS - EIRELI / RUASMAR REPRESENTACOES LTDA / SSDS PINTURAS LTDA / SIGO SOLUCOES EM SUSTENTABILIDADE, INOVA / REMACH GOMES SERVICOS MEDICOS LTDA / MARCOS ANTONIO BENTO / R3 SEGURANCA LTDA / UDIFLORA SERVICOS FLORESTAIS LTDA / PSA LABORATORIO VETERINARIO LTDA / MARIO HERNANDES DOS SANTOS / MARDEN AGAPITO DE MELO / R S MIRANDA DE OLIVEIRA EIRELI / LOGTEX LOGISTICA INTELIGENTE LTDA / VALADARES E PAULA REPRESENTACOES LTDA / NOBEL INSTALADORAS DE SINAIS LTDA / MARCO ELISIO BORGES EDITAL DE NOTIFICAÇÃO DE CONTRIBUINTES A DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO DE RENDAS TRIBUTÁRIAS NÚCLEO DE FISCALIZAÇÃO DE TRIBUTOS, no uso de suas atribuições legais, vem NOTIFICAR o(s) contribuinte(s) abaixo relacionado(s), não localizado(s) em seu(s) respectivo(s) endereço(s), do lançamento de IMPOSTO SOBRE SERVIÇO DE QUALQUER NATUREZA de que trata a Lei n.º 1448/1966, Lei Complementar nº 336/2003, Decreto nº 3953/1988 e Decreto nº 10957/2007. Contribuinte: AQUARIUS CONSULTORIA LTDA. CMC: CNPJ: / Processo nº / Auto de infração nº /2013. O fundamento legal da presente intimação encontra-se disposto no art. 11, IV da Lei Complementar n.º 508 de 17 de dezembro de O(s) contribuinte(s), caso queira(m), poderá(ão) apresentar IMPUGNAÇÃO no prazo de 30 dias, contados desta notificação (art. 34, I, Lei Complementar n.º 508/2009). O não pagamento do crédito tributário e/ou a não impugnação no prazo supra assinalado, importará na sua inscrição em dívida ativa, conforme autoriza o art. 49 da Lei 1448/66, acrescido de juros, multa e atualização monetária, nos termos dos arts. 27, 2º, 75, inciso IV, alíneas a a d da Lei n.º 1448/66 e art. 23 da Lei Complementar nº 261/01. Informa-se, por fim, que o presente EDITAL encontra-se afixado nas dependências da Prefeitura Municipal de Uberlândia, à Av. Anselmo Alves dos Santos, 600 Bairro Santa Mônica, CEP: Uberlândia, 12 de setembro de Márcia Aparecida Verri de Góes

19 19 Diário Oficial do Município Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 Coordenadora do Núcleo de Fiscalização de Tributos - Interina Ana Maria Bernardes Nogueira Diretora de Fiscalização de Rendas Tributárias Carlos José Diniz Assessor Municipal de Finanças Vitorino Alves da Silva Secretário Municipal de Finanças JCHS COMARCA DE UBERLÂNDIA - EDITAL DE INTIMAÇÃO - Prazo de vinte (20) dias - O Juiz de Direito da Primeira Vara da Fazenda Pública e Autarquias, com sede na Rua Martinésia nº 34, Centro, nesta comarca de Uberlândia, Estado de Minas Gerais, FAZ SABER que por parte do MUNICIPIO DE UBERLÂNDIA, nos autos nº , da Ação de Reintegração de Posse em fase de Cumprimento de Sentença em desfavor de Samara Cristina Caetano Cardoso, inscrita no CPF n e Rodolfo de Oliveira Silva, portador do RG nº SSP/MG, foi requerido o cumprimento da sentença proferida por este juízo, confirmada pela instância superior e transitada em julgado, condenando os réus, ora executados, a pagar honorários advocatícios à procuradora do requerente, ora exequente, fixado em R$ 600,00 (seiscentos reais), nos termos do art. 20, 4º do CPC, sendo que o valor do débito atualizado até 24/09/2012, perfaz o montante de R$ 674,36 (seiscentos e setenta e quatro reais, trinta e seis centavos); e como a executada Samara Cristina Caetano Cardoso encontra-se em lugar incerto, pelo presente Edital, que será afixado no lugar público de costume e publicado na forma da lei. INTIMA a mesma, da PENHORA ON LINE efetivada através de bloqueio de Valores BacenJud - f. 77/78, no valor de R$ 52,35 (cinquenta e dois reais, trinta e cinco centavos), junto à Caixa Econômica Federal, em 26/04/2013, bem como, do prazo legal de 15 (quinze) dias, contados do decurso do prazo do presente edital, para oferecer IMPUGNAÇÃO, querendo, nos termos do art J, 1º, do CPC. DADO E PASSADO nesta cidade de Uberlândia-MG, em 06 de setembro de Eu, (a)(fabiana Ferreira de Sousa Morais), Oficial de Apoio Judicial, o digitei e subscrevo. O Dr. João Ecyr Mota Ferreira - Juiz de Direito, o assina. EDITAL DE INTIMAÇÃO O MUNICÍPIO DE UBERLÂNDIA, com sede nesta cidade, neste ato representado pelo Secretário Municipal de Habitação, Sr. Delfino Eurípedes Marques Rodrigues, com base nas leis Municipais nº 9.571/07, alterada pela Lei nº /08, por delegação de Poderes via Lei Delegada nº 26, de 07/04/2009, e, ainda com base na Lei Delegada nº 019, de 02/01/2009 e no Decreto s/nº, de 02/01/2013 INTIMA os Promissários Compradores, OLINDA DA SILVA COSTA e seu marido BENEDITO BALBINO COSTA, brasileiros, casados sob o regime da Comunhão Universal de Bens, ela, cozinheira, portadora do RG n SSP/MT, inscrito no CPF sob nº , residentes e domiciliados em lugar incerto e não sabido, para que compareçam à Secretaria Municipal de Habitação, na Avenida Anselmo Alves dos Santos, nº 600, Bairro Santa Mônica, no Centro Administrativo Virgílio Galassi, bloco II, 2º piso, no prazo de dez (10) dias a contar desta publicação, para, querendo, especificar as provas que pretenda produzir e apresentar suas alegações finais. Uberlândia, 12 de setembro de Delfino Eurípedes M. Rodrigues Secretário Municipal de Habitação ICOS/icos ADMINISTRAÇÃO INDIRETA E FUNDACIONAL DMAE DIVERSOS EXTRATO DE CONTRATO CONTRATANTE: Departamento Municipal de Água e Esgoto DMAE. CONTRATADA: Auto Posto Valor Ltda. OBJETO: Constitui objeto deste contrato a seleção e contratação de empresa especializada no ramo de combustíveis para fornecimento estimado de (vinte mil) litros de óleo diesel S-10, com baixa taxa de poluentes e (dois mil) litros de arla 32 reagente para redução de emissão de poluição, para uso nos caminhões e caminhonetes. VALOR TOTAL: O valor global do presente contrato é de R$59.800,00 (cinqüenta e nove mil e oitocentos reais). CONTRATO ADMINISTRATIVO Nº: 103/2013. PRAZO DE VIGÊNCIA: O prazo de vigência deste contrato é da assinatura até 31 de dezembro de DATA DAS ASSINATURAS: Uberlândia (MG), 16 de setembro de EXTRATO DE CONTRATO CONTRATANTE: Departamento Municipal de Água e Esgoto DMAE. CONTRATADA: Bombas Leão S/A. OBJETO: Aquisição de conjunto motobomba para poço artesiano, tensão 220 monofásico, 60 hz a 3450 RPM, para uso no poço artesiano Capela dos Martins zona rural e nos Distritos de Tapuirama e Martinésia. VALOR TOTAL: O valor total estimado do presente contrato é de R$14.000,00 (quatorze mil reais). CONTRATO ADMINISTRATIVO Nº: 104/2013. PRAZO DE VIGÊNCIA: O prazo de vigência do contrato é de 90 (noventa) dias, contados da assinatura do contrato. DATA DAS ASSINATURAS: Uberlândia (MG), 16 de setembro de RESOLUÇÃO N.º 38, DE 04 DE SETEMBRO DE DEFINE CRITÉRIOS PARA CORREÇÃO DOS VALORES DE DÍVIDAS, DO EXERCÍCIO DE 2013, DECORRENTES DE CRÉDITOS TARIFÁRIOS DE TITULARIDADE DO DMAE. O Diretor Geral do DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO DMAE, no uso de suas atribuições legais que lhe conferem o Inciso X, do art. 2º, da Lei Delegada nº 036, de 5 de junho de 2009, e o Inciso XXX, do art. 6º do Regimento Interno do DMAE, aprovado mediante Decreto nº , de

20 Nº 4241, quinta-feira, 19 de setembro de 2013 Diário Oficial do Município de outubro de 2003, e com base no Inciso III, do art. 1º da Lei nº de 20 de julho de 1995, CONSIDERANDO, a prática de atos necessários à consecução das finalidades e o bom funcionamento do DMAE. CONSIDERANDO ainda, que houve a reclamação sobre o consumo de água lançado referente a (s) dívida(s) em questão, obedecido o prazo legal para tal procedimento e o requerimento para transferência de hidrômetro de local. CONSIDERANDO também, o parecer favorável da Procuradoria Autárquica Geral, da Diretoria Financeira, do Gerente Comercial e análise da Auditoria e Controladoria dos Serviços Internos. Por fim, CONSIDERANDO que diante requerimento de transferência de hidrômetro instalado em local de difícil acesso, dificultando a coleta de leitura, resultante do acúmulo de leitura, surgindo assim a necessidade da aplicação do inciso III do art. 1º da Lei nº de 20 de julho de RESOLVE: Art. 1º Autorizar, na ocorrência de transferência de hidrômetro de local, devidamente constatado e comprovado mediante laudo técnico, que seja efetuado a remissão parcial de 60%, alterando os consumos das dívidas já lançadas, aos usuários dos serviços, nos imóveis abaixo relacionados: I José Ferreira da Silva, Rua Ivaldo Alves do Nascimento, 450, Bairro Bom Jesus, Imóvel: , dívida nº Art. 2º Após a correção do valor, aplicar todos os acessórios, multa, juros, atualizando monetariamente até a data da efetivação do seu pagamento. Art. 3º Justificar, com fulcro nas disposições do art. 1º caput, da Lei nº 6.348, de 20 de julho de 1995 e do Decreto nº de 23 de maio de 1984 com as alterações e modificações subsequentes, a correção do valor no sistema de saneamento da dívida supra mencionada. Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Uberlândia, MG 04 de setembro de LAYNE ALVES RODRIGUES CABRAL Coord. Núcleo Vistoria e Análise de Faturas JÚLIO CÉSAR R. DOS SANTOS Gerente Comercial SÉRGIO LUIZ DE ASCENÇÃO HUGO CESAR AMARAL Diretor Financeiro Advogado OAB/MG nº ORLANDO DE RESENDE Diretor Geral - Dmae SPR/LARC ANEXO: QUADRO DEMONSTRATIVO DA REMISSÃO: Nº DIVIDA ENDEREÇO IMÓVEL/ CÓDIGO IMÓVEL MÊS DE REF Rua Ivaldo A. do Nascimento, 450 Bairro Bom Jesus CONSUMO REFERENTE À FATURA M³ REMISSÃO VALOR BASE % M³ M³ FATURA APÓS A REMISSÃO VALOR BASE 07/13 36 R$ 72, R$ 41,43

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