Evento Presencial Férias Individuais e Coletivas 24 de outubro de Evento Presencial - Férias Individuais e Coletivas - Considerações Gerais

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1 Evento Presencial - Férias Individuais e Coletivas - Considerações Gerais

2 FÉRIAS INDIVIDUAIS

3 Introdução Todo empregado tem direito a um período anual de férias, sem prejuízo de sua remuneração. (Art. 129, CLT)

4 Período Aquisitivo O empregado adquire o direito às férias a cada período de 12 meses de vigência do contrato de trabalho. É o período aquisitivo que, em regra, deve ser contado do 1º dia de serviço. Exemplo: empregado admitido em 03/01/2013 1º período aquisitivo = de 03/01/2013 a 02/01/2014 2º período aquisitivo = de 03/01/2014 a 02/01/2015 (Art. 130, CLT)

5 Período aquisitivo incompleto O período aquisitivo pode ficar incompleto: - quando o empregado contratado há menos de 12 meses entrar em gozo de férias proporcionais por ocasião das férias coletivas; (Art. 140, CLT) - na cessação do contrato. (Art. 147, CLT)

6 Período Concessivo As férias serão concedidas por ato do empregador em época que melhor consulte os seus interesses nos 12 meses subsequentes à data em que se completar o período aquisitivo. (Art. 134, CLT)

7 Somente em casos excepcionais as férias serão concedidas em dois períodos, um dos quais não poderá ser inferior a 10 dias corridos. (Art. 134, 1, CLT) Aos menores de 18 anos e aos maiores de 50 anos de idade, as férias serão sempre concedidas de uma só vez. (Art. 134, 2, CLT)

8 Casos Excepcionais A lei não define expressamente o que seria considerado como caso excepcional para propiciar a concessão regular de férias parceladas. Assim, ocorrendo o fracionamento das férias, a empresa deverá ter uma justificativa plausível para apresentar à fiscalização trabalhista, como, por exemplo, força maior ou realização de serviços inadiáveis que lhe possa acarretar prejuízos econômicos, ou ainda, a pedido do empregado, desde que comprove motivo justo que o autorize a solicitar o gozo parcelado, e o empregador a consenti-lo.

9 Força maior é todo acontecimento inevitável, em relação à vontade do empregador, e para a realização do qual este não concorreu, direta ou indiretamente (CLT, art. 501, "caput"). Trata-se de acontecimento imprevisível ou irresistível, para o qual o empregador em nada concorreu, como, por exemplo: inundação, incêndio, terremoto etc.

10 Exceção - família e menor estudante Existem duas hipóteses em que as férias são marcadas em época certa dentro do período concessivo: - para os membros de uma família que trabalham no mesmo estabelecimento ou empresa, pois terão o direito de gozar férias no mesmo período, se assim o desejarem e se disto não resultar prejuízo para o serviço; - para o empregado estudante, menor de 18 anos, que terá direito a fazer coincidir suas férias com as férias escolares. (Art. 136, 2 e 3, da CLT)

11 Escala de férias x Faltas injustificadas Dias de férias (proporção) Faltas injustificadas cometidas no período aquisitivo Até 5 De 6 a 14 De 15 a 23 De 24 a 32 Acima de 32 faltas injustificadas no curso do período aquisitivo, há a perda do direito às respectivas férias. (Art. 130, CLT)

12 Faltas Justificadas São consideradas justificadas as faltas ou ausências do empregado ao trabalho, que não tenham acarretado a perda da remuneração do período de ausência. A legislação dispõe, em caráter específico, nos artigos 131 e 473 da CLT sobre as faltas legais, ou seja, justificadas. Além das ausências justificadas previstas na CLT, pode haver outras situações de igual modo justificáveis, contidas em acordos ou convenções coletivas.

13 Perda do Direito

14 Perda do Direito Conforme dispõe o art. 133 da CLT, não terá direito a férias o empregado que, no curso do período aquisitivo: a) deixar o emprego e não for readmitido dentro de 60 (sessenta) dias subsequentes à sua saída (só nos casos de pedido de demissão);

15 Nota: Por força do previsto pela Convenção OIT nº 132 e pela Súmula TST nº 261, os quais garantem o direito às férias proporcionais ao trabalhador que pede demissão antes de completar um ano de serviço, entende-se que a situação descrita acima se encontra prejudicada. Assim, se posteriormente à citada rescisão contratual, a empresa readmitir o mesmo trabalhador dentro do período de 60 dias contados da data de seu pedido de demissão, não haverá que se cogitar do cômputo do período aquisitivo de férias anterior no novo contrato de trabalho, uma vez que o empregado já recebeu suas férias proporcionais por ocasião da rescisão.

16 b) permanecer em gozo de licença, com percepção de salário, por mais de 30 (trinta) dias; c) deixar de trabalhar, com percepção de salário, por mais de 30 dias, em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa; d) tiver percebido da Previdência Social prestações de acidente do trabalho ou auxílio-doença por mais de seis meses, embora descontínuos, no mesmo período aquisitivo. Ocorrendo a interrupção da prestação de serviços com perda do direito às férias, iniciar-se-á novo período aquisitivo por ocasião do retorno do empregado ao serviço.

17 Perda: Licença remunerada Início do Aquisitivo Licença Remunerada 1º.08 a dias Retorno e Início de Novo Aquisitivo 1º

18 Terço constitucional Implicações Como existe a garantia constitucional (CF, art. 7º, inciso XVII) do pagamento das férias acrescido de mais um terço (férias + 1/3), discute-se, nesse caso da licença remunerada, se haveria ou não a perda, também, do citado acréscimo, havendo duas correntes doutrinárias de entendimento:

19 1ª) O acessório (1/3) segue o principal (férias). Logo, a perda do direito às férias acarreta, também, a perda do respectivo acréscimo constitucional; 2ª) Desde o advento da CF (05/10/1988), a licença remunerada deve ser entendida como substituição do direito às férias. Assim, se a remuneração do período de licença remunerada resultar em importância inferior ao que se refeririam às férias, acrescidas do terço, o empregado faz jus à diferença (entendimento preventivo).

20 Perda: Licença não remunerada Esta modalidade de licença não acarreta a perda do direito às férias, porém suspende-se a contagem do período aquisitivo, devendo ser retomada por ocasião do retorno do empregado à atividade: Admissão e Início do Aquisitivo Último Dia Trabalhado Licença Não Remunerada Retorno ao Trabalho Término do Aquisitivo Restante Início do Novo Aquisitivo meses a Suspensão contratual 91 (dias) 12 meses trabalhados meses

21 Perda: Paralisação parcial ou total da empresa O empregado, neste caso, perderá o direito às férias desde que: a) seja notificado do período de paralisação; b) não seja convocado a trabalhar antes de 31 dias corridos; c) tenha recebido os correspondentes salários;

22 d) a empresa tenha comunicado o órgão local do MTE e o sindicato representativo da categoria profissional, com antecedência mínima de 15 dias, as datas do início e fim da paralisação total ou parcial dos serviços; e) a empresa tenha afixado aviso, nos termos supracitados, nos respectivos locais de trabalho. Nesta situação também existe a discussão a respeito do terço constitucional anteriormente mencionado.

23 Perda: Afastamento por doença ou acidente com percepção de benefício previdenciário em período superior a seis meses, mesmo que descontínuos O afastamento, decorrente de doença ou acidente de trabalho, por mais de seis meses, ainda que descontínuos, dentro do mesmo período aquisitivo, implica a perda do direito às férias. Obedecendo ao mesmo princípio mencionado, o empregado terá direito às férias caso seu afastamento, em cada período, não ultrapasse a seis meses.

24 Exemplo de quando ocorre perda do direito às férias: Admissão e Início do Aquisitivo 15º dia de afastamento inicial por conta da empresa data-limite Afastamento Benefício Previdenciário Retorno e Início de Novo Período Aquisitivo Término de Novo Aquisitivo Período trabalhado, já inclusos os primeiros 15 dias de afastamento = (3 meses e 28 dias) 1º a meses = perda do direito a férias 1º meses

25 Exemplo de quando NÃO ocorre perda do direito às férias: 1º Aquisitivo Início Afastamento 1º Aquisitivo Término 2ª Aquisitivo Início Afastamento em curso Retorno 2º Aquisitivo Término a meses trabalhados 6 meses afastado 6 meses afastado 6 meses trabalhados 12 meses (manutenção do direito a férias) 12 meses (manutenção do direito a férias)

26 Perda: Serviço militar obrigatório O período de trabalho anterior à apresentação do empregado para serviço militar obrigatório é computado no período aquisitivo, desde que ele compareça ao estabelecimento dentro de 90 dias da data da respectiva baixa, conforme dispõe o art. 132 da CLT.

27 Admissão Afastamento p/ o Serviço militar Retorno ao Serviço Complementação do PA Interrompido Início de Novo PA Término do Novo Período Aquisitivo Início Baixa 1º º meses trabalhados período de afastamento não computado lapso de tempo dentro dos 90 dias, conforme art.132 da CLT 1 mês trabalhado 12 meses 12 meses completos de trabalho

28 ABONO PECUNIÁRIO

29 É facultado ao empregado converter 1/3 do período de férias a que tiver direito em abono pecuniário, no valor da remuneração que lhe seria devida nos dias correspondentes, segundo preceitua o art. 143, caput da CLT. Direito adquirido ao gozo de férias em dias 30 dias até 5 faltas 24 dias de 6 a 14 faltas 18 dias de 15 a 23 faltas 12 dias de 24 a 32 faltas Conversão de 1/3 em dinheiro Período de descanso em nº de dias A conversão superior a 1/3 fere os objetivos da lei, não sendo, pois, aceitável sua adoção.

30 Prazo para requerimento do abono O abono de férias deverá ser requerido pelo empregado até 15 dias antes do término do período aquisitivo. (Art. 143, 1, CLT). Caso solicitado após esse prazo, ficará a critério do empregador sua concessão. Sugestão: a empresa pode fazer uma programação anual de férias, na qual conste, dentre outros, o pedido de abono pecuniário. Assim, a empresa já pode programar-se e à época do prazo, encaminhar a opção ao empregado, individualmente.

31 Prazo para o pagamento do abono O pagamento do abono vincula-se à concessão das férias, ou seja, não há pagamento de férias sem o respectivo abono. Assim, o prazo de pagamento deverá ser em até dois dias antes do início do gozo de férias. (Art. 145, CLT) No entanto, havendo opção pelo abono, a legislação é omissa quanto ao respectivo período em que o empregado deva trabalhar, se antes ou depois do gozo das férias, ficando a critério do empregador a sua fixação por analogia ao art. 136 da CLT.

32 Portanto, se o período do abono for fixado antes do início do gozo de férias, entende-se (pela falta de expressão legal) que o pagamento de ambos (férias + abono), deve seguir o mesmo prazo, ou seja, até dois dias antes do início do abono e não do gozo, neste caso.

33 Remuneração do abono O abono pecuniário deve ser calculado sobre a remuneração das férias, já acrescidas de um terço. (Art. 143, CLT)

34 Exemplo: Remuneração do empregado = R$ 1.500,00 Férias: 20 dias = (R$ 1.500,00 30) x 20 = R$ 1.000,00 Abono: 10 dias = (R$ 1.500,00 30) x 10 = R$ 500,00 Adicional de 1/3 sobre férias: R$ 1.500,00 3 = R$ 500,00 Adicional de 1/3 sobre abono: R$ 500,00 3 = R$ 166,66 Valor total (férias + 1/3 + abono + 1/3) = R$ 2.166,66 Além do referido valor, o empregado fará jus aos dias trabalhados, recebendo essa remuneração em folha de pagamento, como saldo de salário.

35 Incidências sobre o abono de férias INSS - não (Art. 28, 9, e, 6., Lei n 8.212/1991). FGTS - não (Art. 15, 6, Lei n 8.036/1990)

36 Concessão e Época das Férias

37 As férias serão concedidas por ato do empregador, em um só período, nos 12 meses subsequentes à data em que o empregado tiver adquirido o direito, sob pena do pagamento em dobro (CLT, art. 134, caput). Nota: De acordo com o artigo 10 da Convenção OIT nº 132, temos:

38 Artigo A ocasião em que as férias serão gozadas será determinada pelo empregador, após consulta à pessoa empregada interessada em questão ou seus representantes, a menos que seja fixada por regulamento, acordo coletivo, sentença arbitral ou qualquer outra maneira conforme à prática nacional. 2. Para fixar a ocasião do período de gozo das férias serão levadas em conta as necessidades do trabalho e as possibilidades de repouso e diversão ao alcance da pessoa empregada. Portanto, entende-se que o momento de concessão das férias deverá sempre estar de acordo com os interesses do empregador, bem como do empregado.

39 Início em dia útil Inexiste previsão legal expressa para a data de início do gozo de férias. Todavia, recomenda-se que o início do período de gozo coincida com dia útil, excluindo-se a possibilidade do início de férias em domingos, feriados, bem como sábados já compensados. É importante lembrar que as convenções e/ou acordos coletivos de trabalho, podem dispor a respeito da matéria.

40 Prestação de serviços durante o período de férias O empregado em gozo de férias não poderá prestar serviços a outro empregador, exceto quando já exista contrato de trabalho regularmente mantido com aquele. (Art. 138, CLT)

41 Férias e doença O empregado que ficar doente durante as férias não terá seu período de gozo suspenso ou interrompido. Após o término das férias, se o empregado continuar doente, começará a contar, a partir dali, os 15 dias para a empresa efetuar o pagamento, competindo à Previdência Social conceder o auxílio-doença previdenciário depois de referido período. (Instrução Normativa INSS nº 45/2010, art. 276, 2º)

42 Férias e parto Se, durante as férias da empregada gestante, ocorrer o nascimento da criança, o gozo das mesmas ficará suspenso e será concedida a licença-maternidade. Após o término do respectivo benefício, as férias serão retomadas, efetuando-se o pagamento das diferenças salariais ocorridas durante o período da licençamaternidade, se for o caso.

43 Férias e licença-maternidade O período de afastamento da empregada para percepção do salário-maternidade não altera o seu período aquisitivo de férias, que continua fluindo nesse período.(clt, art. 131, II)

44 Férias e licença-paternidade Ocorrendo o nascimento durante as férias, entende-se que o empregado não tem direito ao afastamento remunerado de cinco dias após o gozo daquelas, isto pelo fato de já se ter cumprido o objetivo de licençapaternidade, que é o de possibilitar ao pai prestar auxílio à esposa e ao recém-nascido nos seus primeiros dias de vida.

45 Formalidades para a Concessão

46 a) A concessão das férias deverá ser comunicada ao empregado, por escrito, com antecedência mínima de 30 dias, mediante "aviso de férias" em 2 vias, mencionando o período aquisitivo a que se referem e os dias em que serão gozadas, dando o empregado ciência ao mesmo. (Art. 135, caput, CLT)

47 b) A legislação trabalhista determina que o empregado antes de entrar em gozo de férias deverá apresentar sua CTPS ao empregador para que seja anotada a respectiva concessão. (Art. 135, 1, CLT) c) Quando da concessão das férias, o empregador, inclusive de microempresa e empresa de pequeno porte, deverá efetuar, também, a anotação devida no livro ou nas fichas de registro de empregado ou ainda no sistema informatizado, se a empresa assim o adotar. (Art. 135, 2, CLT).

48 Remuneração e pagamento das férias

49 Durante as férias o empregado perceberá a remuneração que lhe for devida na data da sua concessão. (Art. 142, CLT). A Constituição Federal, em seu art. 7º, inciso XVII, assegura o gozo de férias anuais com, pelo menos, um terço a mais do salário normal (1/3 constitucional). O pagamento da remuneração das férias será efetuado até dois dias antes do início do respectivo período, cujo valor será correspondente ao salário vigente na data da sua concessão. (Art. 145, CLT)

50 Cálculo nos meses de 28, 29 ou 31 dias Quando temos no mês de gozo de férias, números de dias diferente de 30 (trinta), devemos proceder ao cálculo pelo número de dias exatos do mês, ou seja, dividir o salário por 28, 29, 30 ou 31 conforme o caso. Procedimento que, se não observado, irá gerar pagamentos incorretos das férias. A remuneração é proporcional, sempre, para atender a este dispositivo da CLT, senão vejamos:

51 Se dividirmos o salário do mês por 30, num mês de 31 dias, pagaremos verbas a maior, no caso de gozo de férias no período. Se dividirmos o salário mensal da pessoa de fevereiro por 30 e multiplicarmos por 28, estaremos subtraindo deste trabalhador 2 dias de remuneração proporcional, no caso de férias. Exemplos:

52 A) Mês de 28 Dias Empregado entra em gozo de férias do dia a Salário mensal de R$ 1.500,00. Neste caso o salário do mês de fevereiro, R$ 1.500,00, corresponde a 28 dias, faltando assim a complementação de 2 dias do mês de março para se determinar o valor total das férias (o salário do mês de março será dividido por 31 e multiplicado por 2, para serem somados ao valor dos outros 28 dias):

53 R$ 1.500,00 : 28 = R$ 53,57 R$ 1.500,00 : 31 = R$ 48,38 R$ 53,57 x 28 dias ~=R$ 1.499,99 R$ 48,39 x 2 dias = R$ 96,78 Total = R$ 1.596,77 O saldo de salário desse empregado no mês de março será correspondente a 29 dias: R$ 48,38 x 29 dias = R$ 1.403,02

54 B) Mês de 29 Dias Empregado entra em gozo de férias do dia a (o ano de 2012 foi bissexto). Salário mensal de R$ 1.500,00. Neste caso o salário do mês de fevereiro, R$ 1.500,00, corresponde a 29 dias, faltando assim a complementação de 1 dia do mês de março para se determinar o valor total das férias (o salário do mês de março será dividido por 31 e multiplicado por 1 para ser somado ao valor dos outros 29 dias):

55 R$ 1.500,00 : 29 = R$ 51,72 R$ 1.500,00 : 31 = 48,38 R$ 51,72 x 29 dias ~= R$ 1.500,00 R$ 48,38 x 1 dia = R$ 48,38 Total = R$ 1.548,38 O saldo de salário desse empregado no mês de março será correspondente a 30 dias: R$ 48,38 x 30 dias = R$ 1.451,40

56 C) Mês de 31 Dias Empregado entra em gozo de férias do dia a Salário mensal de R$ 1.500,00. Neste caso, o salário do mês de março, R$ 1.500,00, corresponde a 31 dias. Devemos dividir o valor do salário mensal por 31 e multiplicarmos por 30, para obtermos o valor total das férias e pagarmos 1 dia de salário em folha de pagamento:

57 R$ 1.500,00 : 31 = R$ 48,38 R$ 48,38 x 30 dias = R$ 1.451,40 total das férias O saldo de salário desse empregado no mês de março será correspondente a 1 dia: R$ 48,38 x 1 dia = R$ 48,38

58 Conclusão: O que deve ser entendido é que as férias correspondem a 30 dias e não a um mês, consequência que se reflete, também, na remuneração. Ou seja, se o mês tem 31 dias, paga-se 30 dias de férias e 1 dia de salário (artigos 130 e 142 da CLT).

59 Adicionais x base de cálculo das férias Os diversos adicionais expressos em legislação por trabalho extraordinário, noturno, insalubre ou perigoso, são computados no salário que serve de base de cálculo da remuneração das férias, e também estão sujeitos ao adicional de 1/3 sobre a remuneração devida. (Art. 142, 5, CLT)

60 Para tanto é importante saber: a) comissões: média dos últimos 12 meses (CLT, art. 142, 3º) b) adicional extraordinário: média do período aquisitivo (CLT, art. 142, 2º) c) adicional noturno, se variável: média do período aquisitivo (CLT, art. 142, 2º)

61 Exemplo: - Nº de horas extras no período aquisitivo: Média Mensal = = 15 - Salário-hora = R$ 6,00 - Valor de 1 hora extra = R$ 6,00 x 1,5 = R$ 9,00 (onde 1,5 representa o adicional de 50% devido sobre a hora normal) - Valor a ser integrado à base de cálculo das férias: R$9,00 x 15= R$135,00.

62 Destaca-se que, se no momento das férias, se o empregado não estiver recebendo o mesmo adicional do período aquisitivo, ou o valor deste não tiver sido uniforme, computa-se a média duodecimal recebida naquele período, após a atualização das importância pagas, mediante incidência dos percentuais dos reajustamentos salariais supervenientes (CLT, art º).

63 Na ocorrência de vários adicionais a serem calculados, efetua-se o referido cálculo separadamente para cada média. Nota: no caso de adicionais que não variam, como o de insalubridade e periculosidade, basta que se integre o valor vigente à época de concessão das férias, sem apurar qualquer média de importâncias anteriormente recebidas.

64 Férias em dobro

65 O empregado faz jus ao pagamento das férias em dobro, quando elas forem concedidas após o término do período concessivo. (Art. 137, CLT) Esta dobra ocorre apenas em relação à remuneração. Assim o empregado goza de 30 dias de descanso e recebe, pecuniariamente, 60 dias.

66 Exemplo 1: - admissão: término do aquisitivo: término do concessivo: gozo das férias: a Neste caso o empregado faz jus a 60 dias de remuneração e 30 dias de descanso.

67 Exemplo 2: - admissão: término do aquisitivo: término do concessivo: gozo das férias: a Neste caso: -14 dias estão dentro do período concessivo (14 dias em pecúnia) -16 dias estão fora do período concessivo (32 dias em pecúnia), então: o empregado faz jus a 30 dias de descanso e 46 dias remunerados.

68 Abono pecuniário nas férias em dobro Na hipótese de férias devidas em dobro e tendo o empregado solicitado o abono pecuniário, este também será devido em dobro. Assim, a remuneração relativa a 10, 8, 6 ou 4 dias, conforme o caso, é paga em dobro: 20, 16, 12 ou 8 dias, respectivamente.

69 Incidências Férias em dobro - sobre o valor simples da remuneração: INSS sim FGTS sim Férias em dobro - sobre o valor correspondente a dobra da remuneração: INSS não (Art. 28, 9, d, Lei n 8.212/1991) FGTS não (Art. 15, 6, Lei n 8.036/1990)

70 Férias vencidas e proporcionais na cessação do contrato de trabalho

71 Na cessação do contrato de trabalho, qualquer que seja a sua causa, será devida ao empregado a remuneração simples ou em dobro, conforme o caso, correspondente ao período de férias, cujo direito tenha adquirido (férias vencidas). (Art. 146, CLT)

72 Apuração dos avos O empregado que for despedido sem justa causa, ou cujo contrato de trabalho se extinguir em prazo predeterminado, antes de completar 12 meses de serviço, terá direito à remuneração relativa ao período incompleto de férias. É o que chamamos de férias proporcionais. (Art. 147, CLT) Para a apuração correta dos avos de férias proporcionais a que o empregado adquiriu por direito, observar o exemplo:

73 Empregado que foi admitido em cuja rescisão, já computado o prazo de 30 dias do aviso prévio (trabalhado ou indenizado) ocorreu em , terá direito a 1/12 de férias por mês, e, a fração igual ou superior a 15 dias se equipara a 1 mês. No caso em questão teremos: a / a / a / a / a / a / a /12 TOTAL 7/12

74 Neste caso serão devidos 7/12 de férias, pois do dia a somaram mais de 14 dias. Caso o desligamento tivesse ocorrido no dia 02.06, o empregado teria direito a 6/12, pois a fração seria inferior a 15 dias.

75 Tabela de remuneração de férias proporcionais em dias e horas:

76 Faltas Injustificadas Proporcionalidade 30 dias/220h (até 5 faltas injust.) 24 dias/176h (de 6 a 14 faltas) 18 dias/132h (de 15 a 23 faltas) 12 dias/88h (de 24 a 32 faltas) 1/12 2,5 dias ou 18h20min 2 dias ou 1 14h40min 2/12 3/12 4/12 5/12 6/12 7/12 8/12 5 dias ou 36h40min 7,5 dias ou 55h 10 dias ou 73h20min 12,5 dias ou 91h40min 15 dias ou 110h 17,5 dias ou 128h20min 20 dias ou 146h40min 9/12 22,5 dias ou 165h 10/12 11/12 12/12 25 dias ou 183h20min 27,5 dias ou 01h40min 30 dias ou 220h 4 dias ou 29h20min 6 dias ou 44h 8 dias ou 58h40min 10 dias ou 73h20min 12 dias ou 88h 14 dias ou 102h40min 16 dias ou 117h20min 18 dias ou 132h 20 dias ou 146h40min 22 dias ou 161h20min 24 dias ou 176h 1,5 dia ou 11h 3 dias ou 22h 4,5 dias ou 33h 6 dias ou 44h 7,5 dias ou 55h 9 dias ou 66h 10,5 dias ou 77h 12 dias ou 88h 13,5 dias ou 99h 15 dias ou 110h 16,5 dias ou 121h 18 dias ou 132h 1 dia ou 7h20min 2 dias ou 14h40min 3 dias ou 22h 4 dias ou 29h20min 5 dias ou 36h40min 6 dias ou 44h 7 dias ou 51h20min 8 dias ou 58h40min 9 dias ou 66h 10 dias ou 73h20min 11 dias ou 80h40min 12 dias ou 88h

77 Trabalho em Regime de Tempo Parcial

78 O trabalho a tempo parcial está consagrado no art. 58-A da CLT e trouxe ao sistema trabalhista brasileiro uma nova modalidade de contratação que garante tratamento diferenciado em relação a pagamento de salários e férias. Contrato de trabalho em regime de tempo parcial é aquele em que a jornada de trabalho pactuada não exceda a 25 horas semanais.

79 Férias Tempo Parcial De acordo com o art. 130-A da CLT, na modalidade do regime de tempo parcial, após cada período de 12 meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito a férias na seguinte proporção: Dias de Férias Duração do Trabalho Semanal 18 superior a 22 horas e até 25 horas 16 superior a 20 horas e até 22 horas 14 superior a 15 horas e até 20 horas 12 superior a 10 horas e até 15 horas 10 superior a 5 horas e até 10 horas 8 igual ou inferior a 5 horas.

80 FÉRIAS COLETIVAS

81 São férias coletivas as concedidas, de forma simultânea, a todos os empregados de uma empresa, ou apenas aos empregados de determinados estabelecimentos ou setores de uma empresa, independentemente de terem sido completados ou não os respectivos períodos aquisitivos. (Art. 139, CLT)

82 Época da Concessão As férias coletivas serão gozadas na época fixada em acordo ou convenção coletiva de trabalho. Não havendo tal previsão, cabe ao empregador a adoção do regime e a determinação da época de sua concessão.

83 Fracionamento As férias coletivas podem ser gozadas em 2 (dois) períodos anuais desde que nenhum deles seja inferior a 10 (dez) dias corridos. (Art. 139, 1, CLT) Exceção: menores de 18 anos e maiores de 50 anos. É proibido ao empregador fracionar o período de férias dos empregados menores de 18 (dezoito) anos e maiores de 50 (cinquenta) anos, ou seja, na sequência das férias coletivas o empregado deve gozar férias individuais para quitar o seu período aquisitivo. (Art. 134, 2, CLT)

84 Requisitos para a Concessão As empresas, para concederem férias coletivas deverão observar as determinações da legislação trabalhista. (Art. 139, 2 e 3, CLT)

85 Requisitos para a concessão O empregador deverá: - comunicar ao órgão local do Ministério do Trabalho, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias, as datas de início e fim das férias; Exceção: A Lei Complementar nº 123/2006, com as alterações introduzidas pela Lei Complementar nº 127/2007, dispensa as MEs e EPPs, entre outros, da comunicação ao MTE acerca da concessão de férias coletivas.

86 Requisitos para a concessão - indicar os departamentos ou setores abrangidos;

87 Requisitos para a concessão - enviar, no prazo de 15 (quinze) dias, cópia da comunicação aos sindicatos da categoria profissional; e

88 Requisitos para a concessão - comunicar aos empregados com antecedência mínima de 15 (quinze) dias, mediante a afixação de aviso nos locais de trabalho, a adoção do regime, com as datas de início e término das férias e quais os setores e departamentos abrangidos.

89 Jurisprudência "A falta de comunicação ao Ministério do Trabalho da concessão de férias coletivas aos empregados, como exige o 2º do art. 139 da CLT, não implica repetição do pagamento ao obreiro, porquanto se configura mera infração administrativa." (Ac un da 1a T do TRT da 2a R - RO Rel. Juíza Dora Vaz Trevino - DJ SP , p 73). "O fato de não ter sido comunicada à DRT a concessão de férias coletivas é mera irregularidade administrativa, de que não decorre nenhum direito a favor dos empregados." (Ac da 1a T do TRT da 2a R - mv - RO Rel. Juiz José Serson - DJ SP , p 33).

90 Empregados afastados da atividade no curso das férias coletivas Os empregados que, no curso das férias coletivas, estejam afastados provisoriamente de suas atividades, por suspensão ou interrupção do contrato de trabalho, não gozarão as férias coletivas com os demais empregados. Assim, os empregados afastados por motivo de auxíliodoença, licença-maternidade, prestação de serviço militar, etc. continuam normalmente a usufruir do benefício ou da situação trabalhista em que se encontram fora do exercício da atividade na empresa. Caso o afastamento se encerre durante o curso das férias coletivas este será considerado em licença remunerada.

91 Empregados afastados da atividade no curso das férias coletivas Exemplo: Empregada afastada por licença-maternidade com retorno em Férias coletivas de a : - data do retorno da licença-maternidade: ; - dias considerados como licença remunerada: 6 dias (25 a ). A empregada receberá 6 dias da licença remunerada

92 Abono Pecuniário O empregado tem a faculdade de converter 1/3 (um terço) do período de férias em abono pecuniário. Essa conversão nas férias coletivas deverá ser objeto de acordo coletivo entre o empregador e o sindicato representativo da respectiva categoria profissional, independente de solicitação do empregado. (Art. 143, 2, CLT)

93 Anotações em CTPS No momento da concessão das férias coletivas, o empregador deverá proceder as anotações devidas na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e no Livro ou Ficha de Registro de Empregados. Exemplo: Evento Presencial Férias Individuais e Coletivas FÉRIAS COLETIVAS Início... Término... Estabelecimento... Setor... carimbo e assinatura da empresa

94 Valor da remuneração O valor a ser pago para o empregado a título de remuneração de férias será determinado de acordo com o salário da época da concessão, da duração do período de férias e da forma de remuneração percebida pelo empregado, acrescido de 1/3 (um terço), conforme determinação constitucional. Deve-se seguir os mesmos procedimentos das férias individuais, aqui vistos, inclusive com relação ao pagamento. (Arts. 142 e 145, CLT)

95 Incidências INSS - SIM FGTS - SIM

96 Empregados com MENOS de 12 meses de serviço O empregado só fará jus às férias após cada período completo de 12 meses de vigência do contrato de trabalho. Quando se tratar de férias coletivas, que acarrete paralisação das atividades da empresa ou de determinados estabelecimentos ou setores da mesma, os empregados que não completaram ainda o período aquisitivo ficam impedidos de prestar serviços. Assim, o artigo 140 da CLT estabelece que os empregados contratados há menos de 12 meses gozarão, na oportunidade, férias proporcionais ao tempo de serviço, iniciando-se, novo período aquisitivo, a contar do primeiro dia de gozo das coletivas.

97 Empregados com MENOS de 12 meses de serviço Exemplo: Empregado contratado em , o empregador irá conceder a partir do dia até o dia férias coletivas. - o direito adquirido do empregado constitui 8/12 avos, o que corresponde a 20 dias; - as férias coletivas de a = 20 dias. O período aquisitivo desse empregado ficará quitado, iniciando novo período aquisitivo a partir do dia

98 Férias Proporcionais INFERIORES às Férias Coletivas Sendo as férias proporcionais do empregado, que ainda não tenha 12 meses de trabalho concedida pela empresa, o empregador deverá considerar como licença remunerada os dias que excederem àqueles correspondentes ao direito adquirido pelo empregado e este valor não poderá ser descontado dele posteriormente, seja em rescisão ou concessão de férias do próximo período aquisitivo.

99 Férias Proporcionais INFERIORES às Férias Coletivas Exemplo: Empregado contratado em , o empregador irá conceder a partir do dia até o dia férias coletivas. - o direito adquirido do empregado constitui 4/12 avos, o que corresponde a 10 dias; - as férias coletivas de a = 15 dias. Serão pagos como férias coletivas 10 dias e os 5 dias restantes serão pagos como licença remunerada, ou seja, na folha de pagamento normal. O período aquisitivo desse empregado ficará quitado, iniciando novo período aquisitivo a partir do dia

100 Férias Proporcionais SUPERIORES às Férias Coletivas Tendo, na ocasião das férias coletivas, o empregado direito às férias proporcionais superiores ao período de férias coletivas concedido pela empresa, o empregador deverá conceder o período de férias coletivas ao empregado e complementar os dias restantes em outra época, dentro do período concessivo, ou ainda conceder ao empregado, integralmente, o período de férias adquirido, para que haja quitação total.

101 Férias Proporcionais SUPERIORES às Férias Coletivas Exemplo: Empregado contratado em , o empregador irá conceder a partir do dia até o dia férias coletivas. - o direito adquirido do empregado constitui 10/12 avos, o que corresponde a 25 dias; - as férias coletivas de a = 20 dias. Neste caso, orientamos que todo o período seja concedido, 25 dias, visto que a CLT, no seu art. 139, 1º, proíbe o gozo inferior a 10 dias. O novo período aquisitivo desse empregado inicia-se dia

102 Período Aquisitivo de empregado com MAIS de 12 meses de serviço Os empregados com mais de um ano de serviço não têm seu período aquisitivo alterado. Desta forma, a concessão de férias coletivas para esses empregados será considerada como antecipação de férias, cujo período aquisitivo ainda está em curso, ou a concessão de parte do período já vencido, o que gera um saldo positivo em favor do empregado que pode ser concedido como novo período de coletivas ou como férias individuais.

103 Casos Especiais

104 DOMÉSTICOS Desde 2006, o empregado doméstico passou a ter direito a férias anuais remuneradas de 30 dias com, pelo menos, 1/3 a mais que o seu salário normal após cada período de 12 meses de trabalho prestado à mesma pessoa ou família. Esse direito está previsto na redação do art. 3 da Lei n 5.859/1972, dada pela Lei n /2006, publicada no DOU de Entretanto, mesmo antes da Lei /2006, existiam entendimentos no sentido de que, após a promulgação da CF, em , o empregado doméstico passou a ter direito de 30 dias corridos de férias, acrescidos do 1/3 constitucional. Ressalte-se que o art. 7, XVII da CF/1988 estendido ao trabalhador doméstico, dispõe que é direito do trabalhador o gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal.

105 PROFESSORES O gozo das férias individuais dos professores deve coincidir com um dos períodos de recesso escolar, tendo em vista que a atividade do estabelecimento de ensino não pode sofrer interrupção. No período de férias escolares, e não dos professores, não se poderá exigir desses outro serviço senão o relacionado com realização de exames, conforme dispõe o art. 322, 2 da CLT. De qualquer forma, fica assegurado aos professores o pagamento dos salários no período de férias escolares.

106 MULTAS - PENALIDADES Conforme a Portaria MTb nº 290/1997, os infratores aos dispositivos relativos a férias são punidos com multa de 160 UFIR, por empregado em situação irregular. Aplica-se multa em dobro nos casos de reincidência, embaraço ou resistência à fiscalização e emprego de artifício ou simulação que objetive fraudar a Lei (art. 153, caput e parágrafo único da CLT). Nota: relativamente à conversão da multa em UFIR, vale lembrar que o valor da UFIR congelado em 2000 é R$ 1,0641.

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