Regulamento das Consultas Externas. Índice

Save this PDF as:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Regulamento das Consultas Externas. Índice"

Transcrição

1 Índice CAPÍTULO I...4 DISPOSIÇÕES GERAIS...4 ARTIGO 1º...4 (Noção de Consulta Externa)...4 ARTIGO 2º...4 (Tipos de Consultas Externas)...4 ARTIGO 3º...4 (Objectivos do Serviço de Consulta Externa)...4 ARTIGO 4º...5 (Consultas existentes no Hospital)...5 ARTIGO 5º...5 (Horário de funcionamento)...5 ARTIGO 6º...5 (Identificação dos Utentes)...5 ARTIGO 7º...5 (Qualidade)...5 CAPÍTULO II...5 ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DAS CONSULTAS...5 ARTIGO 8º...5 (Coordenação do Serviço de Consulta Externa)...5 ARTIGO 9º...6 (Chefia de Enfermagem)...6 ARTIGO 10º...7 (Chefia Administrativa )...7 ARTIGO 11º...8 (Pessoal Auxiliar)...8 CAPÍTULO III...8 1

2 ACESSO ÀS CONSULTAS...8 ARTIGO 12º...8 (Admissão)...8 Artigo 13º...9 (Área de Influência)...9 ARTIGO 14º...9 (Marcação de Consultas)...9 ARTIGO 15º...9 (Documentos necessários à marcação da Consulta)...9 CAPÍTULO IV PLANIFICAÇÃO DAS CONSULTAS ARTIGO 16º...11 (Agendamento)...11 ARTIGO 17º...12 (Desmarcação de Consulta pelo Utente)...12 ARTIGO 18º...12 (Não comparência do Utente na data marcada)...12 ARTIGO 19º...12 (Desmarcação das Consultas pelo médico)...12 CAPÍTULO V REALIZAÇÃO DA CONSULTA ARTIGO 20º...13 (Organização do Processo Clínico)...13 ARTIGO 21º...13 (Comparência do Utente)...13 ARTIGO 22º...14 (Saída do Utente)...14 ARTIGO 23º...14 (Prescrição de MCDT S)

3 ARTIGO 24º...14 (Alta do Utente)...14 CAPÍTULO VI ARTICULAÇÃO FUNCIONAL ARTIGO 25º...15 (Serviços de Internamento)...15 ARTIGO 26º...15 (Demais entidades prestadoras de cuidados de saúde)...15 CAPITULO VII DISPOSIÇÕES FINAIS ARTIGO 27º...15 (Dúvidas)...15 Artigo 28º...16 (Entrada em vigor)

4 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º (Serviço de Consulta Externa) O Serviço de Consulta Externa é uma Unidade Hospitalar onde são praticados actos de assistência médica em ambulatório, por um médico ou por uma equipa de profissionais. ARTIGO 2º (Tipos de Consultas Externas) A Consulta Externa abrange a observação clínica, o diagnóstico, a prescrição terapêutica, o aconselhamento ou a verificação da evolução do estado de saúde de um Utente que não exija internamento hospitalar e obriga sempre a um registo clínico e administrativo. Existem dois tipos de consultas: 1. Primeira Consulta: aquela em que o Utente é examinado pela primeira vez em cada valência da consulta e referente a um episodio de doença. 2. Consulta Subsequente: consulta que deriva da primeira para verificação da evolução do estado de saúde do Utente, para administração terapêutica ou no âmbito da educação para a saúde. ARTIGO 3º (Objectivos do Serviço de Consulta Externa) 1. A actividade do Serviço de Consulta Externa visa alcançar os seguintes objectivos: - Diagnosticar ou confirmar o diagnóstico clínico e promover o tratamento e seguimento dos Utentes que necessitem de cuidados especializados; - Propor para internamento os Utentes cuja situação clínica o exija; - Reenviar ao Centro de Saúde e ao Médico Assistente, com diagnóstico confirmado e proposta de um plano de intervenção terapêutica, os Utentes que por eles tenham sido referenciados para a Consulta Externa do Hospital e cujo seguimento não careça de prosseguir no mesmo. Estes utentes deverão ter alta da consulta e ser obrigatoriamente portadores de uma nota de alta. 4

5 2. Nenhuma consulta pode ser feita e nenhum acto médico pode ser executado fora das regras de funcionamento instituídas. ARTIGO 4º (Consultas existentes no Hospital) Em anexo ARTIGO 5º (Horário de funcionamento) 1. O Serviço da Consulta Externa funcionará de segunda a sexta-feira, entre as 8h00 e as 20h00. ARTIGO 6º (Identificação dos Utentes) 1. Na primeira inscrição do Utente na Consulta Externa., o secretariado administrativo procederá à recolha de todos os elementos de identificação do Utente necessários ao seu registo no programa informático. 2. O Cartão de Utente é um documento obrigatório no acto de marcação e efectivação das consultas. ARTIGO 7º (Qualidade) A organização e funcionamento das Consulta Externa visa proporcionar aos Utentes, sempre que possível, um acolhimento de qualidade, quer pelas condições das instalações, quer pela adopção de regras e rotinas de funcionamento concebidas no respeito pelo interesse e comodidade dos mesmos. CAPÍTULO II ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DAS CONSULTAS ARTIGO 8º (Coordenação do Serviço de Consulta Externa) 1. O Serviço de Consulta Externa tem um Coordenador Médico, nomeado pelo Conselho de Administração por proposta do Director Clínico. 5

6 2. O Coordenador Director do Serviço de Consulta Externa é coadjuvado na área de gestão hospitalar pelo Administrador do Serviço de Gestão de Doentes e na área de enfermagem pelo Enfermeiro Chefe do Serviço. 3. Compete ao Coordenador do Serviço de Consulta Externa: - Planear e dirigir toda a actividade da Consulta Externa, sendo responsável pelo seu funcionamento; - Designar os elementos coordenadores médicos de cada especialidade, em conjunto com o respectivo Director de Serviço; Este elemento médico representa o Serviço/especialidade junto ao Coordenador da Consulta Externa e colabora com ele na gestão eficiente da Consulta Externa; - Elaborar anualmente o Plano de Acção da Consulta Externa com o contributo dos seus Coordenadores médicos e zelar pelo seu cumprimento; - Elaborar anualmente o Relatório de Actividades da Consulta Externa; - Assegurar a correcta utilização dos recursos disponíveis, nomeadamente a distribuição de tempos e das instalações de acordo com as necessidades da procura promovendo, sempre que possível uma distribuição equilibrada ao longo do dia; - Zelar pelo cumprimento dos horários médicos da consulta; - Definir o número de primeiras consultas e subsequentes, sob proposta dos Coordenadores médicos de cada especialidade, tendo sempre em conta os objectivos anuais estabelecidos; - Aprovar o agendamento anual, que deverá contemplar antecipadamente as ausências legais previstas, apresentado por cada Coordenador médico; - Autorizar a alteração do agendamento anual das consultas sempre que surja um impedimento devidamente fundamentado; - Promover a estreita articulação entre a Consulta Externa e os Centros de Saúde da área de influência do Hospital, garantindo o correcto encaminhamento dos Utentes e a continuidade dos cuidados prestados. 4. O Coordenador da Consulta Externa será substituído nas suas ausências ou impedimentos pelo elemento coordenador médico que designar para este efeito. ARTIGO 9º (Chefia de Enfermagem) 1. A Chefia de Enfermagem é assegurada pelo Enfermeiro Chefe designado pelo Enfermeiro Director. 6

7 2. Compete ao Enfermeiro Chefe: - Coordenar toda a actividade de enfermagem; - Contribuir para o cumprimento dos objectivos da Consulta Externa propondo medidas que melhorem o seu funcionamento; - Garantir as condições de humanização e satisfação dos Utentes; - Planear e concretizar acções efectivas que promovam a melhoria da qualidade dos cuidados de enfermagem; - Orientar, coordenar e supervisionar as actividades desenvolvidas pelo pessoal auxiliar de acção médica; - Participar activamente na elaboração do Plano de Acção do Serviço e Relatório de Actividades. ARTIGO 10º (Gestão Administrativa) 1. O sector administrativo da Consulta Externa é coordenado pelo Administrador do Serviço de Gestão de Doentes. 2. Compete ao Administrador do Serviço de Gestão de Doentes: - Elaborar o Manual de Procedimentos administrativos do Serviço da Consulta Externa; - Assegurar o cumprimento das normas administrativas estabelecidas em relação á organização e funcionamento da Consulta Externa, - Garantir um adequado atendimento aos utentes no respeitante a: prestação de informações, encaminhamento dos doentes; registo administrativo da actividade realizada e cobrança das respectivas taxas moderadoras; - Programar as actividades administrativas e zelar pelo cumprimento das tarefas específicas do pessoal administrativo; - Garantir que todo o suporte documental de apoio á Consulta Externa esteja actualizado, organizado e arquivado; - Definir e zelar pelo cumprimento dos horários de trabalho dos funcionários administrativos e do plano anual de férias; - Participar activamente na elaboração do Plano de Acção da Consulta Externa e Relatório de Actividades. 7

8 ARTIGO 11º (Pessoal Auxiliar) 1. A distribuição das tarefas dos Auxiliares de Acção Médica, bem como a orientação, coordenação e supervisão das mesmas é da competência do Enfermeiro Chefe ou de quem o substitua, com a ressalva dos Auxiliares que desempenham tarefas ao arquivo clínico. CAPÍTULO III ACESSO ÀS CONSULTAS ARTIGO 12º (Admissão) 1. A Consulta Externa do HCC funciona em regime de admissão condicionada por referência médica. 2. Formas de referenciação médica: Referência Interna: - Consulta Externa do Hospital, encaminhando o Utente para outra especialidade. - Serviços de Internamento, para acompanhamento de Utentes após a Alta; - Serviço de Urgência, no seguimento de um episódio de Urgência; Referência Externa: - Centro de Saúde; Consulta a Tempo e Horas Requisição modelo (P1) - Outro Hospital; - Médico assistente. 8

9 Artigo 13º (Área de Influência) 1. A admissão à Consulta Externa é limitada, por regra, aos Utentes abrangidos pela área de influência do Hospital, definida no Distrito de Lisboa pela Unidade de Saúde B 3, que integra os Centros de Saúde de Olivais, Sacavém e Sete Rios (carta de referenciação hospitalar). 2. No entanto, pelo facto de o Hospital de Curry Cabral ser um Hospital Central de elevada diferenciação técnica, receberá ainda em algumas valências, Utentes referenciados por instituições de outras áreas. Primeiras Consultas ARTIGO 14º (Marcação de Consultas) 1. Todos os pedidos de marcação de 1 as consultas são sujeitos a um processo de triagem médica, dependendo desta a definição da prioridade da sua marcação 2. Os Centros de Saúde podem solicitar a marcação de consultas por via postal, por via fax ou por via electrónica, Consulta a Tempo e Horas, e ainda pelo modelo (p1). 3. No seguimento de um episódio de Urgência, e sempre que exista indicação o médico assistente pode referenciar o utente para a Consulta Externa. Consultas Subsequentes 4. A marcação de uma consulta subsequente é efectuada e agendada informaticamente pelo médico assistente, após a realização de uma primeira consulta. Para o efeito, o médico deve imprimir e entregar ao Utente o documento denominado Convocatória onde consta, para além de outras informações, o dia e hora da consulta. ARTIGO 15º (Documentos necessários à marcação da consulta) Primeiras Consultas 1. A marcação de 1 as consultas por via electrónica Consulta a Tempo e Horas, por via fax ou por via postal dispensa a vinda do utente ao hospital. 2.1 A marcação de primeiras consultas solicitadas por outra via exige ao Utente a apresentação de um documento de referenciação médica que, conforme a sua proveniência, pode consistir em: 9

10 Proveniência Documento de referenciação Interna - Consulta Externa - Serviço de Internamento - Serviço de Urgência Requisição e relatório clínico do médico assistente com a indicação da consulta pretendida, devidamente assinada e com a vinheta do médico. Externa - Centro de Saúde/Médico de Família - Beneficiários do S. N. S: Requisição modelo (P 1) + Relatório Médico. - Beneficiários de Subsistemas de Saúde: Carta do médico de assistente com a indicação da consulta pretendida + Relatório Médico - Outro Hospital Termo de Responsabilidade + Relatório Médico - Médico Assistente Carta do médico com a indicação da consulta pretendida + Relatório Médico 2.2 Para além do documento de referenciação médica o Utente deverá, ainda, apresentar os seguintes documentos: - Bilhete de Identidade ou outro documento oficial de identificação (ex. Passaporte, Carta de Condução, etc.); - Cartão de Utente; - Cartão de Beneficiário de Subsistema de Saúde; Consultas Subsequentes 3. Deverá ser portador da Convocatória e do cartão de utente. 10

11 CAPÍTULO IV PLANIFICAÇÃO DAS CONSULTAS ARTIGO 16º (Agendamento) 1. O agendamento consiste na definição, por especialidade, do período semanal que cada médico dedica à prestação de cuidados em regime de consulta externa. 2. A organização do agendamento promoverá a utilização plena da capacidade instalada, por forma a reduzir o tempo de espera entre a marcação e a realização da consulta. 3. O agendamento terá uma periodicidade anual, pelo que os elementos coordenadores médicos em conjunto com o Director da Especialidade, devem apresentar ao Coordenador da Consulta Externa a proposta de agendamento para o ano seguinte, até 15 de Maio de cada ano, que depois de validada deve ser enviadas ao Conselho de Administração até 15 de Junho. 4. Compete ao Coordenador da Consulta Externa definir, em conjunto com os seus elementos coordenadores médicos, o número de primeiras consultas e subsequentes que o agendamento por médico deve contemplar em cada especialidade e semanalmente. 5. Compete ao Coordenador da Consulta Externa definir, em conjunto com os seus elementos coordenadores médicos, o tempo de duração das 1 as consultas e das consultas subsequentes por médico e por especialidades. 6. Cada médico terá um ou vários períodos de consulta externa semanais cujo horário, previamente definido, deverá ser cumprido com rigor. 7. As consultas serão agendadas com hora marcada, devendo o utente comparecer com 30 minutos de antecedência. 8. Cabe aos funcionários administrativos registar no programa informático o agendamento previamente definido para cada especialidade, depois de devidamente aprovado pelo Coordenador da Consulta Externa. 9. O mapa actualizado do agendamento das consultas por especialidade, dia da semana e médico deverá ser afixado nas instalações da respectiva consulta em local visível. 10. As alterações ao agendamento aprovado pelo Coordenador da Consulta Externa carecem do seu prévio acordo, devendo ser solicitadas com uma antecedência prévia não inferior a 30 dias. 11. De modo a promover a monitorização do agendamento das consultas, o Coordenador da Consulta Externa analisará a informação disponível relativa ás consultas realizadas por 11

12 especialidade e por médico, referentes ao mês anterior, e dará conhecimento desta informação aos elementos coordenadores médicos das várias especialidades. ARTIGO 17º (Desmarcação de consulta pelo Utente) 1. Sempre que o Utente comunicar a impossibilidade de comparecer à consulta na data marcada, por motivos devidamente fundamentados, e com no mínimo 48 h de antecedência ser-lhe-à automaticamente marcada nova consulta no prazo de 15 dias a contar da data da consulta desmarcada. A nova data de consulta será comunicada ao utente pelo correio. 2. A vaga que surge após a desmarcação ocorrida, deverá sempre que possível ser ocupada por um novo utente com marcação posterior. ARTIGO 18º (Não comparência do Utente na data marcada) A não comparência do Utente na consulta no dia e hora marcados, sem aviso prévio, ou com aviso no prazo inferior a 48 horas implica a realização de uma nova marcação a efectuar na 1ª vaga do agendamento do médico. ARTIGO 19º (Desmarcação de consultas pelo médico) 1. Os médicos devem cumprir com rigor o agendamento definido anualmente. 2. Sempre que ocorra uma ausência imprevista de um médico, no próprio dia o Coordenador da respectiva especialidade deve diligenciar a sua substituição, não sendo permitida a desmarcação de consultas. 3. Noutras circunstâncias imprevistas o elemento coordenador médico da respectiva especialidade solicitará aos funcionários administrativos a remarcação das consultas para nova data. Estas deverão ser remarcadas no prazo máximo de uma semana ainda que para isso seja necessário o recurso a um período de agendamento extra. 4. No caso das ausências programadas e previstas na lei, o médico em causa deverá comunicar a intenção de se ausentar ao elemento coordenador da respectiva especialidade e ao Coordenador da Consulta Externa, com uma antecedência mínima de 15 dias. A comunicação da ausência deve ser dirigida ao Coordenador da Consulta Externa por escrito. 12

13 5. Compete ao Coordenador da Consulta Externa autorizar a remarcação das consultas para a data proposta pelo Coordenador médico da respectiva especialidade. CAPÍTULO V REALIZAÇÃO DA CONSULTA ARTIGO 20º (Organização do Processo Clínico) 1. A organização do processo clínico em suporte de papel, quando exista é da competência dos funcionários administrativos da Consulta Externa. 2. O processo clínico do Utente deve ser levantado junto do arquivo a pedido do médico quando necessário e com a antecedência devida. Os processos clínicos são guardados na secretaria administrativa da respectiva consulta, sendo distribuídos pelos gabinetes médicos no dia da consulta, antes do seu início. 3. No final de cada período de consulta, os processos serão recolhidos dos gabinetes médicos e reenviados para o Arquivo devidamente protocolados. Salvaguardam-se como excepções, situações específicas que se prendem com as características próprias de cada consulta. ARTIGO 21º (Comparência do Utente) 1. O Utente deve apresentar-se junto do secretariado da sua consulta 30 minutos antes da hora agendada, por forma a permitir a sua inscrição. 2. Deve fazer-se acompanhar da Convocatória da consulta e dos restantes documentos referidos no artigo 15º. 3. No acto de inscrição, o funcionário administrativo deve proceder à verificação da isenção do Utente e caso negativo à cobrança da respectiva taxa moderadora. 4. Após a efectivação da inscrição, o Utente deve aguardar na sala de espera que o chamem para o gabinete médico. 5. Nas situações em que aconteça um atraso de até 15 minutos por parte do utente, a consulta deve ser realizada. Para além deste atraso ficará ao critério do médico esta decisão, assim como a remarcação da mesma para um período não superior a 15 dias. 13

14 ARTIGO 22º (Saída do Utente) O Utente após a realização da consulta pode dirigir-se novamente à recepção administrativa para: - Marcar exames a realizar no exterior; - Solicitar uma declaração de presença; - Colher informações junto dos funcionários administrativos; ARTIGO 23º (Prescrição de MCDT S) 1. No decurso da consulta, o médico pode prescrever e agendar informaticamente os exames complementares de diagnóstico. 2. Para os exames não passíveis de marcação informática, o Utente deve ser encaminhado para o respectivo Serviço. 3. No caso de exames que não possam ser realizados no Hospital, o funcionário administrativo deve informar o Utente que só pode realizar o exame depois de ser emitido o respectivo termo de responsabilidade, nos termos definidos no Boletim Informativo nº184, de 17 de Setembro de ARTIGO 24º (Alta do Utente) 1. Quando os objectivos que motivaram a vinda à Consulta Externa estejam alcançados, o médico deve dar alta ao Utente e, obrigatoriamente, elaborar um relatório de alta. O médico deve registar a alta no programa informático ou na ficha clínica do Utente. 2. O acompanhamento clínico do Utente após a alta deve ser assegurado pelo seu médico assistente. 3. O reenvio destes Utentes à Consulta Externa pelo médico assistente, determina a marcação de uma primeira consulta. 4. Considera-se, ainda, que um Utente teve alta, se não lhe for prescrita uma consulta subsequente no período de um ano. Também nestes casos, o reencaminhamento do Utente pelo médico assistente gera uma primeira consulta. 14

15 CAPÍTULO VI ARTICULAÇÃO FUNCIONAL ARTIGO 25º (Serviços de Internamento) 1. Se durante a consulta o médico concluir pela necessidade de internamento do Utente, deve preencher a papeleta de internamento e solicitar aos funcionários administrativos da Consulta Externa que procedam ao registo deste internamento no sistema informático. A organização do processo clínico do doente constitui responsabilidade do Serviço de internamento. 2. Em caso de alta do Utente do Internamento e sempre que haja lugar à continuação de cuidados em Consulta Externa, competirá ao Serviço que promove a alta assegurar nesse mesmo dia a marcação da respectiva consulta, cuja data e hora devem ser comunicadas ao Utente. ARTIGO 26º (Demais entidades prestadoras de cuidados de saúde) 1. Ao nível do relacionamento inter-institucional, merece especial atenção a articulação tão próxima quanto possível da Consulta Externa com os Centros de Saúde que integram a Unidade de Saúde B 3. Para o efeito, o Director da Consulta Externa deverá fomentar reuniões periódicas com os responsáveis dos referidos Centros de Saúde, de modo a assegurar a plena complementaridade e continuidade dos cuidados de saúde prestados aos Utentes. 2. Sempre que necessário, poderão ser estabelecidos protocolos de colaboração entre o Hospital, estes Centros de Saúde e demais entidades prestadoras de cuidados de saúde. CAPITULO VII DISPOSIÇÕES FINAIS ARTIGO 27º (Dúvidas) As dúvidas que venham a suscitar-se na sequência da aplicação do presente Regulamento serão esclarecidas e decididas mediante deliberação do Conselho de Administração, ou em quem este delegar. 15

16 Artigo 28º (Entrada em vigor) Após aprovação pelo Conselho de Administração, o presente Regulamento entra em vigor a partir da data da sua publicação em Ordem de Serviço, revogando todas as normas internas que o contrariem. O Conselho de Administração 16

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A.

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito e Aplicabilidade) 1. O presente regulamento estabelece as regras

Leia mais

PROCEDIMENTO DE GESTÃO

PROCEDIMENTO DE GESTÃO Página: 1 de 7 ÍNDICE 1. OBJECTIVO 2 2. CAMPO DE APLICAÇÃO 2 3. DEFINIÇÕES 2 4. REFERÊNCIAS 2 5. RESPONSABILIDADES E MODOS DE PROCEDER 2 5.1. Cuidados em Situação de Emergência 2 5.2. Cuidados de Saúde

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2

REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 O Decreto-Lei n.º 28/2008 publicado em Diário da República, 1ª série, Nº 38, de 22 de Fevereiro de 2008, que criou os agrupamentos de Centros

Leia mais

IRMANDADE SANTA CASA DA MISERICÓRDIA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO

IRMANDADE SANTA CASA DA MISERICÓRDIA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO IRMANDADE DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DA PÓVOA DE SANTO ADRIÃO Regulamento Interno para o Voluntariado REGULAMENTO INTERNO PARA O VOLUNTARIADO Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de Aplicação

Leia mais

AD2015/CGC/001 26 de janeiro de 2015 Revisão nº 03/15 CONDIÇÕES GERAIS PARA O ATENDIMENTO NO PEANDRA

AD2015/CGC/001 26 de janeiro de 2015 Revisão nº 03/15 CONDIÇÕES GERAIS PARA O ATENDIMENTO NO PEANDRA CONDIÇÕES GERAIS PARA O ATENDIMENTO NO PEANDRA Caros Clientes, CONDIÇÕES GERAIS PARA OS CLIENTES Queiram por favor tomar conhecimento das condições para o seu atendimento nas nossas instalações: I- Marcação

Leia mais

Proposta de adesão ao Programa de Comparticipação nos Cuidados de Saúde 2012

Proposta de adesão ao Programa de Comparticipação nos Cuidados de Saúde 2012 澳 門 衛 特 別 生 行 政 局 區 政 府 Governo da Região Administrativa de Macau Serviços de Saúde Proposta de adesão ao Programa de Comparticipação nos Cuidados de Saúde 2012 (1.ª Parte) Unidades Privadas de Saúde que

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR

REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR 1 1. Considerações Gerais A Lipor, Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto, com sede em Baguim do Monte, concelho de Gondomar,

Leia mais

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA REGULAMENTO DA ÁREA MÉDICA DOS SERVIÇOS SOCIAIS DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Índice Capítulo I Disposições gerais Secção I Noção, âmbito e objectivos Art.º 1 - Noção e âmbito material Art.º 2 - Objectivos

Leia mais

REGULAMENTO DO VOLUNTARIADO NO HOSPITAL GERAL. Artigo 1º. Objecto

REGULAMENTO DO VOLUNTARIADO NO HOSPITAL GERAL. Artigo 1º. Objecto REGULAMENTO DO VOLUNTARIADO NO HOSPITAL GERAL Artigo 1º Objecto O presente regulamento tem por objecto definir a natureza, o conteúdo e os termos em que é desenvolvido o trabalho voluntário no Hospital

Leia mais

Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218

Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218 Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218 Regulamento de horário de trabalho aplicável aos trabalhadores da DGCI que prestam serviço no Edifício Satélite 1 - Em conformidade com o disposto

Leia mais

INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA. Regulamento de provas de avaliação da capacidade para a frequência dos maiores de 23 anos

INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA. Regulamento de provas de avaliação da capacidade para a frequência dos maiores de 23 anos INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA Diário da República, 2.ª série N.º 186 26 de Setembro de 2006 Regulamento n.º 184/2006 Regulamento de provas de avaliação da capacidade para

Leia mais

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA. Preâmbulo

REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA. Preâmbulo REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA Preâmbulo O voluntariado é definido como um conjunto de acções e interesses sociais e comunitários, realizadas de forma desinteressada no âmbito

Leia mais

Regulamento do Laboratório de Cálculo Automático

Regulamento do Laboratório de Cálculo Automático Regulamento do Laboratório de Cálculo Automático Artigo 1 o (Definição) O Laboratório de Cálculo Automático, adiante designado por Lc, é um dos laboratórios do Departamento de Matemática da Faculdade de

Leia mais

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República publicado no Diário da Assembleia da República, II Série C, n.º 11 de 8 de Janeiro de 1991 Conselho de Administração O Conselho de Administração

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Nota Justificativa

REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Nota Justificativa REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS Nota Justificativa A organização de campos de férias destinados a crianças e jovens é uma das actividades centrais da política do município da Moita na área da juventude

Leia mais

Unidade Operacional de Normalização e Certificação de Sistemas e Tecnologias de Informação

Unidade Operacional de Normalização e Certificação de Sistemas e Tecnologias de Informação Procedimento de concessão e acompanhamento da atribuição da Marca ACSS-Software Certificado a produtos de software para utilização nas instituições e Unidade Operacional de Normalização e Certificação

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO y Câmara Municipal de Redondo CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO O DL 7/2003, de 15 de Janeiro, que prevê a constituição do Conselho Municipal de Educação, regulou as suas competências

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA SITUAÇÕES ESPECIAIS DE AFLUÊNCIA

PROCEDIMENTO PARA SITUAÇÕES ESPECIAIS DE AFLUÊNCIA USF FAMALICAO I Procedimento nº 3 Data: Janeiro 2011 PROCEDIMENTO PARA SITUAÇÕES ESPECIAIS DE AFLUÊNCIA Em situações especiais de afluência, horário de atendimento pode ultrapassar o limite superior de

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A "CASA DE REPOUSO JARDIM DO ÉDEN" 1. Preâmbulo

PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A CASA DE REPOUSO JARDIM DO ÉDEN 1. Preâmbulo PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A "CASA DE REPOUSO JARDIM DO ÉDEN" 1. Preâmbulo A celebração do presente protocolo tem como objectivo assegurar aos militares e aos trabalhadores do mapa de pessoal

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO COORDENADOR DA AVALIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LAGOA - AÇORES

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO COORDENADOR DA AVALIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LAGOA - AÇORES REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO COORDENADOR DA AVALIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LAGOA - AÇORES Ao abrigo do disposto na alínea a) do n.º 2 do artigo 68.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela Lei

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO E CEDÊNCIA DE SALAS E SALÃO DA JUNTA DE FREGUESIA

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO E CEDÊNCIA DE SALAS E SALÃO DA JUNTA DE FREGUESIA PREÂMBULO As instalações da Junta de Freguesia têm como fim a satisfação das necessidades da Autarquia e das suas populações. As salas não ocupadas permanentemente pelos Serviços da Junta, destinam-se

Leia mais

Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos utentes do Serviço Nacional de Saúde

Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos utentes do Serviço Nacional de Saúde DECRETO N.º145/X Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos utentes do Serviço Nacional de Saúde A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição,

Leia mais

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO PREÂMBULO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto Artigo 2.º Princípios Artigo 3.º Finalidades Artigo 4.º Atribuições Artigo 5.º Relações

Leia mais

Avaliação do Desempenho dos Médicos.

Avaliação do Desempenho dos Médicos. ORDEM DE SERVIÇO Nº. 24/13 De: 12.11.2013 ASSUNTO: Regulamento de Funcionamento do Conselho Coordenador de Avaliação do Desempenho dos Médicos. Vem o Conselho de Administração, por este meio, informar

Leia mais

REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO

REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO A disciplina de Seminário/Estágio, do 3º ano da Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de

Leia mais

COMISSÃO EXECUTIVA. c) Um docente por cada Unidade Orgânica, nomeado pelo Presidente do IPC,

COMISSÃO EXECUTIVA. c) Um docente por cada Unidade Orgânica, nomeado pelo Presidente do IPC, REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO DE VOLUNTARIADO SOCIAL DO IPC E DA COMISSÃO EXECUTIVA Artigo 1º (Âmbito) De acordo com o estabelecido no ponto 5 do Artigo 4º do Regulamento de Enquadramento da Rede do

Leia mais

Conselho Municipal de Educação

Conselho Municipal de Educação 1 Regimento do (CME) do Município de Vila Nova de Paiva A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19, n.º2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL

REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL O presente instrumento regulamenta a composição, exercício da competência, deveres, funcionamento e serviços de apoio do Conselho Fiscal da Sonae SGPS, SA. COMPOSIÇÃO 1.

Leia mais

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito

REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Definição e Âmbito REGIMENTO PARA O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE ÁGUEDA PARTE I Disposições Gerais Artigo 1º Definição e Âmbito 1. O Conselho Municipal de Educação de Águeda, adiante designado de Conselho é uma instância

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA NOTA JUSTIFICATIVA A Lei 159/99, de 14 de Setembro, estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os Conselhos locais de Educação. A Lei 169/99, de 18

Leia mais

Direcção Regional de Educação do Centro. Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim. Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha.

Direcção Regional de Educação do Centro. Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim. Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha. Direcção Regional de Educação do Centro Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha Regulamento Da PAP (Prova de Aptidão Profissional) Cursos Profissionais (Portaria

Leia mais

Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007

Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007 Avisos do Banco de Portugal Aviso nº 2/2007 O Aviso do Banco de Portugal nº 11/2005, de 13 de Julho, procedeu à alteração e sistematização dos requisitos necessários à abertura de contas de depósito bancário,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR

REGULAMENTO INTERNO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DA LIPOR FÉRIAS DA LIPOR 1. Considerações Gerais A Lipor, Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto, com sede em Baguim do Monte, concelho de Gondomar, realiza atividades de promoção e organização

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição 1. A Comissão de Auditoria do Banco Espírito Santo (BES) (Comissão de Auditoria ou Comissão) é composta por um mínimo

Leia mais

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS N.º 2 do art.º 62.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 224/2008, de 20 de Novembro PREÂMBULO

Leia mais

Secretariado do Conselho de Ministros

Secretariado do Conselho de Ministros Secretariado do Conselho de Ministros Decreto Lei n.º 8/01 de 31 de Agosto Diário da República I Série N.º 40, 31 de Agosto de 001 Considerando que o estatuto orgânico do Secretariado do Conselho de Ministros,

Leia mais

EXERÍCIOS DE MODELAGEM DE BANCO DE DADOS

EXERÍCIOS DE MODELAGEM DE BANCO DE DADOS EXERÍCIOS DE MODELAGEM DE BANCO DE DADOS Exercício 1 Construa o modelo Entidades-Relacionamentos a partir da seguinte descrição do sistema: Uma empresa de venda de automóveis retende implementar um sistema

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE CORREIO ELECTRÓNICO DOS SOLICITADORES

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE CORREIO ELECTRÓNICO DOS SOLICITADORES REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DE CORREIO ELECTRÓNICO DOS SOLICITADORES * Aprovado em assembleia-geral de 1/7/2003 Nos termos do al f) do n.º 1 do art.º 30.º, do n.º 6 do art.º 33.º e da alínea j) do art.º

Leia mais

REGULAMENTO NOSSA SENHORA DO MANTO

REGULAMENTO NOSSA SENHORA DO MANTO REGULAMENTO NOSSA SENHORA DO MANTO ACORDO DE PARCERIA ENTRE A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA E A UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS PORTUGUESAS A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA E A UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES DIRECÇÃO GERAL DOS RECURSOS HUMANOS DA EDUCAÇÃO DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES (APENAS PARA ESCOLAS) MANIFESTAÇÃO DE NECESSIDADES PARA COLOCAÇÕES CÍCLICAS ANO ESCOLAR

Leia mais

Cargo Órgãos Sociais Eleição Mandato. Mesa da Assembleia-geral. Não Aplicável. Conselho de Administração

Cargo Órgãos Sociais Eleição Mandato. Mesa da Assembleia-geral. Não Aplicável. Conselho de Administração Modelo de Governo Cargo Órgãos Sociais Eleição Mandato Presidente Vice-Presidente Secretário Mesa da Assembleia-geral Não Aplicável Presidente Conselho de Administração Izabel Maria Nunes Rodrigues Daniel

Leia mais

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética 1. Objecto e Âmbito do Regulamento O presente regulamento foi adoptado pelo Conselho Geral e de Supervisão (CGS) e pelo Conselho de Administração Executivo

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CF-POR-2012/00116 de 11 de maio de 2012 Dispõe sobre a composição, o funcionamento e as atribuições dos Comitês Gestores do Código

Leia mais

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional Capítulo I Objecto e Âmbito do Regulamento Interno Artigo 1º O presente Regulamento tem como objecto a PROMUNDO

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A.

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. 13 de Outubro de 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO EDP Energias de Portugal, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito)

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ARBITRAGEM

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ARBITRAGEM ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE LEIRIA COMUNICADO OFICIAL N.º 051 Data: 2012.09.26 Para conhecimento dos Clubes filiados, Comunicação Social e demais interessados, se comunica: REGIMENTO INTERNO DO Cumprindo

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIARIO

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIARIO REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIARIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA I Âmbito de Aplicação O Centro Social e Polivalente de Ourentã, (C.S.P.O.) designado por Instituição

Leia mais

PROTOCOLO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO EXTERNO DE MEDICINA DO TRABALHO

PROTOCOLO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO EXTERNO DE MEDICINA DO TRABALHO PROTOCOLO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO EXTERNO DE MEDICINA DO TRABALHO 1. Considerando que a Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, que aprovou a revisão do Código do Trabalho, e a Lei n.º 102/2009, de 10 de Setembro,

Leia mais

Regulamento Cursos de Pós Graduação

Regulamento Cursos de Pós Graduação A Associação Amigos da Grande Idade (AAGI) é uma entidade de direito privado, sem fim lucrativos, tendo por isso capacidade para desenvolver em colaboração com o Instituto Superior de Línguas e Administração

Leia mais

NÚCLEO DE MEDICINA INTERNA DOS HOSPITAIS DISTRITAIS ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS

NÚCLEO DE MEDICINA INTERNA DOS HOSPITAIS DISTRITAIS ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS Art. 1 - O Núcleo de Medicina Interna dos Hospitais Distritais, também designado abreviadamente por N. M. I. H. D., é uma Associação sem fins lucrativos

Leia mais

Centro de Bem Estar Social da Zona Alta Torres Novas. Regulamento Interno

Centro de Bem Estar Social da Zona Alta Torres Novas. Regulamento Interno Regulamento Interno Capítulo I Dos fins e serviços do Serviço de Apoio Domiciliário Artigo 1º Fins O Serviço de Apoio Domiciliário (adiante designado por SAD), constitui uma das valências do Centro de

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO

REGULAMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO REGULAMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO Maputo, Maio de 2014 Regulamento do Conselho Pedagógico 2 REGULAMENTO DO CONSELHO PEDAGÓGICO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO Capítulo I Disposições

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA REGULAMENTO O Regulamento do Curso de Especialização em Medicina do Trabalho (CEMT) visa enquadrar, do ponto de vista normativo, o desenvolvimento das actividades inerentes ao funcionamento do curso, tendo

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais Regulamento Municipal do Banco Local de Voluntariado de Lagoa As bases do enquadramento jurídico do voluntariado, bem como, os princípios que enquadram o trabalho de voluntário constam na Lei n.º 71/98,

Leia mais

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Maio de 2011 Preâmbulo As alterações demográficas que se têm verificado na população portuguesa

Leia mais

O CHCB emprega mais de 1400 colaboradores;

O CHCB emprega mais de 1400 colaboradores; Inaugurado em 17 Janeiro de 2000, o CHCB foi construído segundo padrões de alta qualidade, sujeito às mais rigorosas exigências tecnológicas. É a maior e mais sofisticada Unidade de Saúde de toda a Região

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Educação Superior Norte - RS/UFSM Departamento de Enfermagem

Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Educação Superior Norte - RS/UFSM Departamento de Enfermagem Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Educação Superior Norte - RS/UFSM Departamento de Enfermagem REGIMENTO INTERNO DO CURSO DE ENFERMAGEM UFSM/CESNORS TÍTULO I: DO REGIME

Leia mais

REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES

REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES Regulamento n.º 743/2010 OA (2.ª série), de 19 de Julho de 2010 / Conselho Geral da Ordem dos Advogados - Regulamento de Recrutamento,

Leia mais

a) As inscrições terminarão quando se atingirem o número total de quartos disponíveis a) Pagamento Integral (100%) (Bilhete de Avião - ver alínea d);

a) As inscrições terminarão quando se atingirem o número total de quartos disponíveis a) Pagamento Integral (100%) (Bilhete de Avião - ver alínea d); Páscoa na Neve 09 Regulamento para Inscrições Preâmbulo Este regulamento visa estabelecer os critérios de inscrição (Páscoa na Neve), nomeadamente em relação aos pagamentos, devoluções, cheques, entrada

Leia mais

NOVABASE - Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A.

NOVABASE - Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A. NOVABASE - Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A. Sociedade Aberta Sede: Av. D. João II, lote 1.03.2.3., Parque das Nações, Lisboa Capital Social: 15.700.697 Euros Número de matrícula na Conservatória

Leia mais

Regulamento Interno IP

Regulamento Interno IP Regulamento Interno IP EQUIPA LOCAL DE INTERVENÇÃO DE ESTREMOZ DO SISTEMA NACIONAL DE INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (SNIPI) REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Natureza 1 - A

Leia mais

COMISSÃO DE ÉTICA DO GRUPO CTT. Regulamento Interno 1. Artigo Primeiro. Objeto e Missão

COMISSÃO DE ÉTICA DO GRUPO CTT. Regulamento Interno 1. Artigo Primeiro. Objeto e Missão COMISSÃO DE ÉTICA DO GRUPO CTT Regulamento Interno 1 Artigo Primeiro Objeto e Missão 1. O presente Regulamento tem por objeto disciplinar a composição, o funcionamento e as competências da Comissão de

Leia mais

REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO TRABALHO

REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO TRABALHO REGULAMENTO FORMAÇÃO EM CONTEXTO TRABALHO FORMAÇÃO EM CONTEXTO DE TRABALHO REGULAMENTO Artigo 1º Âmbito 1. A Formação em Contexto de Trabalho (FCT) faz parte integrante do Plano Curricular de qualquer

Leia mais

Plano Saúde Complementar

Plano Saúde Complementar Seguro de Saúde Resumo / Manual do Utilizador Anuidade 2013-2014 PROTOCOLO UNIVERSIDADE DE ÉVORA Plano Saúde Complementar Manual válido para o período de 01/09/2013 a 30/09/2014 O presente manual não substitui

Leia mais

Data de Entrada das Inscrições Artigo 2º Para efeitos de estabelecer a ordem de entrada da Inscrição, considera-se a data do envio do e-mail.

Data de Entrada das Inscrições Artigo 2º Para efeitos de estabelecer a ordem de entrada da Inscrição, considera-se a data do envio do e-mail. Regulamento para Inscrições Carnaval na Neve 10 Preâmbulo Este regulamento visa estabelecer os critérios de inscrição (Carnaval na Neve), nomeadamente em relação aos pagamentos, devoluções, cheques, entrada

Leia mais

Programa Nacional de Diagnóstico Pré-Natal Contratualização Processo de Monitorização e Acompanhamento

Programa Nacional de Diagnóstico Pré-Natal Contratualização Processo de Monitorização e Acompanhamento Introdução A saúde materna e infantil em Portugal tem vindo a registar melhorias significativas nos últimos anos, verificando-se expressiva diminuição das taxas de mortalidade perinatal e infantil por

Leia mais

Ministério da Comunicação Social

Ministério da Comunicação Social Ministério da Comunicação Social Decreto Executivo Nº 80 /2007 de 2 de Julho Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete de Intercâmbio Internacional do Ministério da Comunicação Social; Nestes termos,

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL

REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL FÉRIAS DIVERTIDAS Página 1 de 13 ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS..4 CAPÍTULO II PROGRAMA..5 CAPÍTULO III INSCRIÇÕES...5 CAPÍTULO IV ENTIDADE PROMOTORA..

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CAT

REGULAMENTO INTERNO DO CAT REGULAMENTO MISERICÓRDIA DA FREGUESIA DE SANGALHOS INTERNO DO CAT CAPITULO I Norma I Natureza do Estabelecimento Tipo de Estabelecimento: Centro de Acolhimento Temporário de Crianças e Jovens em Risco

Leia mais

Regulamento Interno. Voluntariado

Regulamento Interno. Voluntariado Regulamento Interno Voluntariado Elaborado por/data Departamento de Gestão da Qualidade/novembro 2012 Aprovado por/data Direção/14.11.2012 Revisto por/data Índice Capitulo I... 4 Disposições Gerais...

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO NACIONAL PARA A ECONOMIA SOCIAL

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO NACIONAL PARA A ECONOMIA SOCIAL REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO NACIONAL PARA A ECONOMIA SOCIAL CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1. (Natureza) O Conselho Nacional para a Economia Social, adiante também identificado como CNES,

Leia mais

Grupo Parlamentar SAÚDE PELOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE. Exposição de motivos

Grupo Parlamentar SAÚDE PELOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE. Exposição de motivos Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI Nº./ X CARTA DOS DIREITOS DE ACESSO AOS CUIDADOS DE SAÚDE PELOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE Exposição de motivos A espera por cuidados de saúde é um fenómeno

Leia mais

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.)

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) É atribuição do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) no sector da

Leia mais

Ministério do Comércio

Ministério do Comércio Ministério do Comércio Decreto Executivo nº /07 De 03 de Setembro Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística do Ministério do Comércio; Nestes termos, ao abrigo

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS

REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos do Estreito de Câmara de Lobos N.º do Código do Estabelecimento de Ensino 3102-202 Nº de Telefone: 291945614/15

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS Documento aprovado por deliberação do Conselho Superior em 16 de julho de 2014 P á g i n a 0 REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORIZAÇÃO PROFISSIONAIS

Leia mais

Nível Secundário e Nível 3 de Formação (S 3 ) Regimento Interno. Curso de Educação e Formação de Adultos E.F.A.

Nível Secundário e Nível 3 de Formação (S 3 ) Regimento Interno. Curso de Educação e Formação de Adultos E.F.A. Regimento Interno Curso de Educação e Formação de Adultos E.F.A. Artigo 1º Assiduidade 1. A assiduidade dos formandos dos cursos E.F.A. obedece ao estipulado no artigo 22.º, da Portaria 230/2008 de 7 de

Leia mais

Regulamento de Vigilâncias de Provas Escritas de Avaliação do DEEC

Regulamento de Vigilâncias de Provas Escritas de Avaliação do DEEC Regulamento de Vigilâncias de Provas Escritas de Avaliação do DEEC Autores: Aprovação: Comissão Executiva do DEEC Comissão Executiva do DEEC Data: 3 de Fevereiro de 2011 Distribuição: Docentes do DEEC

Leia mais

Regulamento dos Laboratórios de Física e Química

Regulamento dos Laboratórios de Física e Química Regulamento dos Laboratórios de Física e Química 1 Missão Os Laboratórios de Física e de Química são essencialmente um lugar de aprendizagem, onde se encontram todo o tipo de materiais, devidamente organizados

Leia mais

L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010

L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 Projecto DECISÃO N. o / DO CONSELHO DE ASSOCIAÇÃO instituído pelo Acordo Euro-Mediterrânico que cria uma associação entre as Comunidades Europeias e

Leia mais

Ministério da Comunicação Social;

Ministério da Comunicação Social; Ministério da Comunicação Social DECRETO EXECUTIVO Nº 69 /2007 De 22 de Junho Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete Jurídico do Ministério da Comunicação Social; Nestes termos, ao abrigo do

Leia mais

7) Providenciar e estimular a publicação de estudos sobre o Direito de Macau;

7) Providenciar e estimular a publicação de estudos sobre o Direito de Macau; REGULAMENTO DO CENTRO DE REFLEXÃO, ESTUDO, E DIFUSÃO DO DIREITO DE MACAU DA FUNDAÇÃO RUI CUNHA CAPÍTULO I - DEFINIÇÃO E OBJECTIVOS Artigo 1º - Definição O Centro de Reflexão, Estudo, e Difusão do Direito

Leia mais

SISTEMA DE INTEGRADO DE GESTÃO DE INSCRITOS EM CIRURGIA - SIGIC - INDICADORES

SISTEMA DE INTEGRADO DE GESTÃO DE INSCRITOS EM CIRURGIA - SIGIC - INDICADORES SISTEMA DE INTEGRADO DE GESTÃO DE INSCRITOS EM CIRURGIA - SIGIC - I Introdução INDICADORES O SIGIC é um sistema regulador da actividade cirúrgica programada que visa melhorar o acesso à prestação de cuidados

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO -

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento interno destina-se a definir e dar a conhecer os princípios a que obedece a constituição,

Leia mais

REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO

REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO Aprovado em reunião da Comissão Coordenadora do Conselho Científico em 22/11/2006 Aprovado em reunião de Plenário do Conselho Directivo em 13/12/2006 PREÂMBULO

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA NOTA JUSTIFICATIVA Em conformidade com os poderes regulamentares que lhes são atribuídos pelos artigos 112º n.º 8 e 241º da Lei Constitucional, devem os Municípios aprovar os respectivos regulamentos municipais,

Leia mais

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 COMISSÃO ADMINISTRATIVA PARA A COORDENAÇÃO DOS SISTEMAS DE SEGURANÇA SOCIAL Estatutos da Comissão Administrativa para a Coordenação dos Sistemas de Segurança

Leia mais

Seguro de Saúde Resumo / Manual do Utilizador Anuidade 2013/2014 Plano GC1 - Complementar

Seguro de Saúde Resumo / Manual do Utilizador Anuidade 2013/2014 Plano GC1 - Complementar Seguro de Saúde Resumo / Manual do Utilizador Anuidade 2013/2014 Plano GC1 - Complementar Manual válido para o período de 01/10/2013 a 30/09/2014 O presente manual não substitui as Condições Gerais, Especiais

Leia mais

Câmara Municipal de Vila Franca de Xira REGULAMENTO Nº 05/2005 REGULAMENTO DE CAMPOS DE FÉRIAS

Câmara Municipal de Vila Franca de Xira REGULAMENTO Nº 05/2005 REGULAMENTO DE CAMPOS DE FÉRIAS REGULAMENTO Nº 05/2005 REGULAMENTO DE CAMPOS DE FÉRIAS ARTIGO 1.º OBJECTIVO 1 O presente regulamento estabelece as regras gerais a observar nos Campos de Férias organizados pela Câmara Municipal de Vila

Leia mais

CADERNO DE ENCARGOS CONCESSÃO DE USO PRIVADO DE ESPAÇO DO DOMÍNIO PÚBLICO NO JARDIM MUNICIPAL PARA INSTALAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE DIVERSÕES

CADERNO DE ENCARGOS CONCESSÃO DE USO PRIVADO DE ESPAÇO DO DOMÍNIO PÚBLICO NO JARDIM MUNICIPAL PARA INSTALAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE DIVERSÕES CADERNO DE ENCARGOS CONCESSÃO DE USO PRIVADO DE ESPAÇO DO DOMÍNIO PÚBLICO NO JARDIM MUNICIPAL PARA INSTALAÇÃO E EXPLORAÇÃO DE DIVERSÕES Cláusula 1ª Princípio geral O presente Caderno de Encargos compreende

Leia mais

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS APROVADO 14 de Dezembro de 2010 O Presidente ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO (Paulo Parente) REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS Artigo 1.º Missão e objecto 1) Os laboratórios da Escola Superior de Enfermagem

Leia mais

b) Envio e Inscrição: A intenção da inscrição deverá ser enviada através do e-mail aferreira.neve@gmail.com

b) Envio e Inscrição: A intenção da inscrição deverá ser enviada através do e-mail aferreira.neve@gmail.com Carnaval na Neve 12 Regulamento para Inscrições Preâmbulo Este regulamento visa estabelecer os critérios de inscrição (Carnaval na Neve), nomeadamente em relação aos pagamentos, devoluções, cheques, entrada

Leia mais

Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas

Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas Centro de Ciências Matemáticas Campus Universitário da Penteada P 9000-390 Funchal Tel + 351 291 705181 /Fax+ 351 291 705189 ccm@uma.pt Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas I Disposições gerais

Leia mais

REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR. Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES

REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR. Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES Art. 1º - O Estágio Curricular, baseado na lei nº 6.494,

Leia mais

(Regimento para o Conselho Nacional de Protecção Civil) Decreto-Regulamentar n.º 3/2002 De 12 de Junho

(Regimento para o Conselho Nacional de Protecção Civil) Decreto-Regulamentar n.º 3/2002 De 12 de Junho I SÉRIE N.º 20 B. O. DA REPÚBLICA DE CABO VERDE 12 DE JULHO DE 2001 (Regimento para o Conselho Nacional de Protecção Civil) Decreto-Regulamentar n.º 3/2002 De 12 de Junho A Lei de Bases de Protecção Civil,

Leia mais

Regulamento Do Arquivo da Junta de Freguesia de Avanca. Junta de Freguesia de Avanca Sector de Arquivo

Regulamento Do Arquivo da Junta de Freguesia de Avanca. Junta de Freguesia de Avanca Sector de Arquivo Regulamento Do Arquivo da Junta de Freguesia de Avanca Junta de Freguesia de Avanca Sector de Arquivo Avanca 2009 Preâmbulo O Arquivo é, sem dúvida, a materialização da memória colectiva. É com base neste

Leia mais

FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE

FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE O presente Regulamento tem como lei habilitante o Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março,

Leia mais

Regulamento Financeiro

Regulamento Financeiro Regulamento Financeiro 09/12/2011 Conteúdo Enquadramento... 3 1 Cursos de graduação... 3 1.1 Matrícula... 3 1.2 Propina... 3 1.3 Reduções... 4 1.4 Seguro escolar... 5 1.5 Penalizações... 5 2 Programas

Leia mais

REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro)

REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro) REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro) CAPÍTULO I Objectivos e caracterização do controlo de qualidade

Leia mais

Campo de Férias - FUBI

Campo de Férias - FUBI Campo de Férias - FUBI Regulamento Interno O presente regulamento dos campos de férias FUBI, pretende definir os direitos, deveres e regras a observar por todas as pessoas que envolvem as atividades, para

Leia mais