Tecnologias Revistas Cursos Pocket videos Fórum Serviços Publicar Compre Créditos Loja Virtual Assine. Seja bem vindo, Fulano de Tal!

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tecnologias Revistas Cursos Pocket videos Fórum Serviços Publicar Compre Créditos Loja Virtual Assine. Seja bem vindo, Fulano de Tal!"

Transcrição

1 Tecnologias Revistas Cursos Pocket videos Fórum Serviços Publicar Compre Créditos Loja Virtual Assine Seja bem vindo, Fulano de Tal! Fale conosco Meus Serviços Suas assinaturas abaixo estão terminando: SQL Magazine: Falta(m) apenas 1 edição(ões) para acabar Clique aqui para renovar ou entre em contato conosco em (21) [SQL Magazine Índice] Gostei (2) (0) 0 1 Curtir 36 comentários Neste artigo serão apresentadas as técnicas básicas envolvidas na criação de um data warehouse, na modelagem da base multidimensional, no processo de ETL, na modelagem e publicação da parte lógica do cubo (metadados). favoritar marcar como lido inserir nota pessoal Artigo do tipo Tutorial Recursos especiais neste artigo: Contém nota Quickupdate, Conteúdo sobre boas práticas, Artigo no estilo Curso Online Trabalhando com Business Intelligence Parte 1 Business Intelligence se refere ao conjunto de conceitos, métodos e recursos tecnológicos que habilitam a obtenção e distribuição de informações geradas a partir de dados operacionais e históricos, visando proporcionar subsídios a tomada de decisões gerenciais. Uma característica fundamental de um processo de BI é que nele os dados são copiados da base de dados transacional e de outras fontes, para a base de dados analítica, o que permite que as informações sejam extraídas desta última sem que a performance do sistema transacional seja prejudicada e da forma mais eficiente, eficaz e visualmente agradável possível, sempre focada na tomada de decisão. Os dados podem, na sua origem, estar estruturados ou não, ou seja, podem vir de um sistema de informação com dados organizados e corretamente normalizados em tabelas e colunas, e podem ainda serem extraídos de sites da internet como texto puro, áudio, vídeo ou outros formatos. Apesar disso, em ambas as situações eles devem ser tratados e gravados em um formato que facilite a extração de informações e apoie as decisões dos gestores. Neste artigo serão apresentadas as técnicas básicas envolvidas na criação de um data warehouse, na modelagem da base multidimensional, no processo de ETL, na modelagem e publicação da parte lógica do cubo (metadados) e, por fim, na visualização dos dados em uma ferramenta OLAP.

2 Em que situação o tema é útil O tema é útil a todos que têm a necessidade de implantar uma solução de Business Intelligence e não têm como dispender grandes quantias de dinheiro em licenças e servidores. A solução apresentada é gratuita e escalável, entretanto os conceitos e as técnicas apresentadas podem ser aplicados em quaisquer ferramentas de BI. Ao longo da década de 90 vivemos a descoberta da internet, ocasião em que a rede mundial de computadores revelou-se um ótimo mercado, surgindo a partir daí o e-commerce, os portais de notícias, de músicas e, o que vem revolucionado o mundo, as redes sociais. Concomitante à corrida pela visibilidade na internet, com o custo do hardware cada vez menor, as empresas investiram em seus sistemas de informação, que se tornaram imprescindíveis. Desde panificadoras até a montagem robotizada de veículos automotivos, todos necessitam de um software especializado para gerir as etapas de seus processos. Entretanto, seja pela dificuldade enfrentada pelas empresas em criar software sob medida para suas necessidades, seja pela complexidade envolvida em manter uma equipe interna de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), seja pelos custos elevados da terceirização desse desenvolvimento, a maioria adquire vários produtos de terceiros para gerir diversas áreas da empresa como o RH, Financeiro, Gestão de Projetos, Gestão de Clientes, Ensino à Distância, entre outros, o que acarreta em dados redundantes, descentralizados e em Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados Relacionais (SGBDRs) distintos, ao invés de serem armazenados em uma única base de dados, corporativa, normalizada e íntegra. Diante da situação criada pela descentralização e heterogeneidade dos dados, o grande desafio do momento é integrá-los, interpretá-los e transformá-los, de alguma forma, em informação relevante ao seu negócio, possibilitando, com a devida análise, a criação de conhecimento. O conhecimento pode, muitas vezes, ser o diferencial de uma empresa, pois possibilita ressaltar os seus pontos fortes e mitigar os riscos envolvidos nos pontos fracos. Tendo um retrato fiel da realidade, uma empresa consegue, em muitos casos, com base nos dados históricos, fazer uma previsão bastante assertiva do futuro e utilizá-la como embasamento para suas decisões. Com base nisso, nesta primeira parte da série serão considerados os conceitos mais relevantes da Business Intelligence (BI), seguidos da apresentação da suíte Pentaho, capaz de contemplar no case proposto, todos os requisitos e regras de negócio elencados por uma empresa fictícia, com diversas filiais. Analisando a base origem e levando em conta os requisitos e regras de negócio, será descrito o raciocínio necessário para a modelagem da base destino, em formato estrela. Por fim, dando início ao tutorial propriamente dito, tem-se o passo a passo para a instalação e configuração do Pentaho Data Integration. O termo Business Intelligence provoca arrepios em muita gente. Atualmente, afirma-se que as grandes vendedoras de soluções proprietárias e seus especialistas pintam um bicho de sete cabeças para justificar as altas cifras envolvidas. Esta é uma atividade altamente especializada e exige, em suas diversas etapas, profissionais treinados com uma gama muito grande de conhecimentos. Entretanto, o processo de BI propriamente dito é bastante simples. Em 1992, o Gartner Group (veja a Nota do DevMan 1) definiu Business Intelligence como o conjunto de conceitos, métodos e recursos tecnológicos que habilitam a obtenção e distribuição de informações geradas a partir de dados operacionais e históricos, visando proporcionar subsídios a tomada de decisões gerenciais. O termo pode ser traduzido como inteligência empresarial ou inteligência de negócios. Nota DevMan 1. Gartner Group O Gartner é uma empresa de consultoria fundada em 1979, por Gideon Gartner, com sede nos Estados Unidos, em Stamford, Connecticut. Atualmente conta com associados, incluindo consultores e analistas. Referência por ser formadora de opinião, trabalha em pesquisas de mercado e vende seus relatórios com incrível valor agregado para empresas privadas e para o governo de 85 países. Uma característica fundamental de um processo de BI é que nele os dados são copiados da base de dados transacional e de outras fontes, para a base de dados analítica (veja as Notas do DevMan 2 e 3), o que permite que as informações sejam extraídas desta última sem que a performance do sistema transacional seja prejudicada e da forma mais eficiente, eficaz e visualmente agradável possível, sempre focada na tomada de decisão. Os dados podem, na sua origem, estar estruturados ou não, ou seja, podem vir de um sistema de informação com dados organizados e corretamente normalizados em tabelas e colunas, e podem ainda serem extraídos de sites da internet como texto puro, áudio, vídeo ou outros formatos. Apesar disso, em ambas as situações eles devem ser tratados e gravados em um formato que facilite a extração de informações e apoie as decisões dos gestores. Nota DevMan 2. Base de dados OLTP Transacional A maioria dos sistemas de informação se enquadra na categoria dos Online Transaction Processing(OLTP), também chamada de processamento de transações em tempo real. Um sistema deste tipo exige uma base de dados modelada para otimizar a inclusão e alteração de dados, obedecendo a padrões rígidos de normalização, evitando redundâncias, permitindo a integridade referencial e outras consistências.

3 Nota DevMan 3. Base de dados OLAP Analítica As soluções para análise de grandes volumes de dados, sob diversas perspectivas, exigem uma base de dados multidimensional, chamada de Online Analytical Processing (OLAP), modelada para otimizar a extração de informações e normalmente armazenada em servidores diferentes dos utilizados pela aplicação OLTP. A Figura 1 ilustra as etapas de um ciclo de BI, que é repetido com certa periodicidade. Como pode ser observado, os dados seguem da sua origem até o seu destino e fornecerão insumos para as saídas aos usuários finais. A primeira etapa deste ciclo consiste na captação dos dados, oriundos de diversas fontes e em distintos formatos. Na maioria dos casos, no entanto, os dados são lidos da base transacional, OLTP. Figura 1. Ciclo periódico de uma aplicação de Business Intelligence. A segunda etapa é a Extract, Transform and Load (ETL veja a Nota do DevMan 4), que consiste em ler os dados, fazer as adequações para torná-los de fácil interpretação e pré-calcular os totalizadores desejados, gravando-os no Data Warehouse. Nota DevMan 4. Extract, Transform and Load ETL O processo de ETL é dividido em três etapas: Extraction (extração): Consiste na leitura dos dados a partir de uma ou mais fontes, como, na obtenção de todos os registros adicionados ou

4 alterados depois do último processo de ETL executado, na leitura de páginas da web, de web services, xml, xls, csv, json, além de formatos Big Data, como Hadoop, Cassandra, MongoDB e HBase. Transformation (transformação): Consiste na alteração da forma ou do conteúdo do dado, para que se encaixe a estrutura da base destino. A transformação ocorre, por exemplo, ao se fazer um lookup pelo nome da cidade para armazenar o seu código, ao ajustar o nome do bairro a partir do seu CEP, ao invalidar um registro por ter CPF ou inválidos, ao fazer decodificações, renomeações, cálculos, agregações, etc. Load (carga): Consiste na gravação dos dados em seu destino, independente do seu formato, que pode ser em um arquivo, em uma tabela da base transacional, em uma dimensão ou tabela fato de um cubo ou em formato Big Data. A ETL é uma das etapas do processo de Business Intelligence que visa a criação de um grande armazém para os dados (Data Warehouse). Para que o processo de Business Intelligence se tornasse viável, foi necessário o desenvolvimento de ferramentas especialistas, capazes de executar todas as tarefas exigidas pela atividade. Devido à grande facilidade proporcionada, a adoção destas ferramentas para outros processos, como a migração e a sincronização de dados entre sistemas, passou a ser apenas uma questão de tempo. Hoje em dia essas ferramentas são utilizadas para atividades como garimpagem de dados, leitura e análise de conteúdo das redes sociais e bolsas de valores, envio de marketing, etc. A terceira e última etapa do ciclo de BI é a da saída dos dados, que pode acontecer em diversos formatos. Os relatórios, o formato mais usual, têm layout pré-definido, aceitam uma gama de filtros e geram documentos em pdf, xls, etc. Outra forma de saída de dados são os dashboards, que têm a finalidade principal de permitir o acompanhamento de indicadores em tela, de forma gráfica e interativa. Já as análises são feitas por meio de uma ferramenta de navegação OLAP, pelo próprio usuário final, que pode manipular os cubos criados, além de salvar e compartilhar suas consultas analíticas. Outras formas usuais de saída são os s e Posts, que podem ser disparados para sinalizar a ocorrência de um evento ou para alertar que determinado indicador atingiu um nível crítico. Normalmente o processo de ETL se repete uma vez ao dia, de madrugada, refletindo todas as alterações do dia anterior, mas a periodicidade deve ser ajustada de acordo com a necessidade, em cada situação. Com essa enorme demanda, muitas soluções de BI foram criadas. Inicialmente o foco das empresas desenvolvedoras era apenas em grandes mercados e, por isso, cobravam valores estratosféricos pelos softwares, consultorias e claro, pelo hardware, que ainda hoje, não raro, vem embutido na maioria das propostas. O advento do software livre possibilitou que ótimas alternativas às soluções proprietárias fossem criadas. Em 2004, na Flórida, Estados Unidos, formou-se uma equipe de executivos de grande experiência em BI que analisou diversas soluções Open Source do mercado, selecionando as mais interessantes em cada especialidade. A equipe, que foi acrescida dos principais líderes dos projetos escolhidos, fez algumas pequenas adaptações para que as suas ferramentas fossem todas compatíveis entre si, criando assim a suíte de aplicativos Pentaho Business Analytics. Esta suíte segue as políticas de desenvolvimento, distribuição e suporte dos softwares open source, que são flexíveis, independem de sistema operacional e de fornecedores, o que garante alta confiabilidade, segurança e escalabilidade. Também por isso, o código fonte, baseado em padrões do mercado (J2EE e AJAX), é aberto e liberado para distribuição e modificação sem qualquer custo de licenciamento. A versão 4.8 do Pentaho, lançada em novembro de 2012, conta com uma das principais novidades dos últimos anos, o Pentaho Marketplace, que é um repositório que permite a instalação, atualização e remoção de plugins, pela interface web. Outro ponto positivo do Pentaho é que muitas pessoas estão envolvidas nas melhorias acrescentadas às ferramentas da suíte. Uma delas merece especial destaque, o português Pedro Alves. Ele é o responsável pela criação das ferramentas C, batizadas de C*Tools, todas disponíveis no Pentaho Marketplace, que englobam diversas ferramentas extremamente úteis, como o Community Dashboard Framework (CDF), Community Dashboard Editor (CDE), Community Data Access (CDA), Community Cluster Cache (CCC), entre outras. Cabe destacar também o plugin Saiku Analytics, que será demonstrado nesta série e que traz um front end em jquery que permite a criação de análises OLAP com grande facilidade, por meio de recursos de drag and drop. É importante ressaltar que o Pentaho, apesar de ser um software livre, conta também com uma versão comercial, com o nome de Pentaho Enterprise Edition. Basicamente o software é o mesmo, mas acrescenta alguns recursos que permitem maior facilidade na sua configuração, gestão e análise de dados, além do suporte técnico oferecido. Esta versão tem um modelo semelhante aos outros distribuidores de BI, que levam em conta o número de servidores, processadores e núcleos, mas com valores irrelevantes quando comparados. A versão livre, chamada de Pentaho Community Edition é suficiente para se iniciar um projeto e, caso haja a necessidade, a versão paga pode ser contratada a qualquer momento, sem a necessidade de ajustes nas soluções já criadas. A parte servidora da suíte é formada por dois serviços web. O primeiro é o BI-Server, executado no servidor Tomcat. Além de se encarregar de executar todas as ETLs, possui uma interface web para disponibilizar ao usuário final as soluções criadas, chamada de Pentaho User Console (PUC). O segundo serviço é o da interface de administração, executado no servidor light de aplicações Jetty, e chamado de Pentaho Administration Console (PAC). É neste serviço que os usuários, seus grupos, conexões JNDI e agendamentos de ETLs são mantidos e os caches dos diversos componentes podem ser limpos. Com os conceitos apresentados, têm-se subsídios para iniciar o desenvolvimento de uma aplicação analítica, utilizando software livre. A primeira etapa de qualquer projeto de TIC é o levantamento de requisitos e de regras de negócio, que é fundamental para delimitar o que se espera como resultado deste trabalho e como ele será validado. Com projetos de Business Intelligence não é diferente. Para exemplificar as etapas do processo de desenvolvimento de BI, a seguir apresentam-se os requisitos e regras de negócio do case proposto para esta série de artigos. Para apresentar os conceitos relevantes para esta série de artigos, bem como para exemplificar o uso de algumas das ferramentas da suíte Pentaho

5 Business Analytics, suponha que o diretor da Magazine Setorial, uma grande empresa fictícia de e-commerce, contrata os serviços de Business Intelligence de uma empresa especializada e explica, nos itens a seguir, as características e necessidades do projeto: 1. A empresa tem a necessidade de acompanhar a evolução de certos indicadores de venda, sem degradar o desempenho do sistema transacional, que gerencia as vendas efetuadas pelo site e por todas as filiais do Brasil; 2. A visualização dos dados deve ser possível pela internet, por meio de computadores, tablets ou celulares; 3. A solução deve ser criada sem custo algum com software; 4. A solução deve rodar em servidores com qualquer Sistema Operacional; 5. A solução deve ser funcional, mesmo em hardware com configurações discretas ; 6. A solução deve permitir computar as vendas efetuadas até o dia anterior, medindo quantidade, valor de compra, valor de venda e valor do lucro totalizados por ano, trimestre, mês ou dia da venda; 7. A solução deve permitir totalizar os valores, em qualquer ordem ou combinação, pelos seguintes atributos: filial, vendedor, cliente, nota fiscal, produto e categoria do produto; 8. Um vendedor, ao executar uma venda, estará sempre atrelado a uma filial, mas pode mudar a filial em que trabalha a qualquer momento. Normalmente os requisitos de um case real são repassados ao analista de BI de forma sucinta, tal como foram, propositadamente, descritos neste case. A análise dos requisitos é fundamental para que as perguntas corretas sejam formuladas e respondidas, ainda que mentalmente, para que então a solução seja modelada. Na Figura 2 é apresentado o Modelo de Entidade-Relacionamento (MER ou ER) da base que armazena os dados do sistema transacional, em MySQL. Esta estrutura armazena dados referentes às filiais e seus vendedores, além dos dados dos clientes e suas notas fiscais, com os produtos de cada compra. Percebe-se, além disso, que os produtos são sempre de uma categoria (gênero ou tipo) de produto, pois a tabela de produtos tem uma chave estrangeira apontando para a de categoria de produtos, sem aceitar nulos. abrir imagem em nova janela Figura 2. Modelo de ER da base transacional OLTP. Após a análise da base origem do processo de ETL e o confronto com os requisitos elencados, percebe-se que a criação de um cubo para totalizar os dados com toda a flexibilidade solicitada será a melhor alternativa, uma vez que esta solução contempla todos os requisitos e o usuário terá todos os

6 resultados em uma única tela, com uma ferramenta OLAP. Para armazenar os dados do cubo, uma base multidimensional é necessária. Muito embora existam mitos sobre a dificuldade na modelagem de dados multidimensional, o conceito é simples. Independente das diferenças doutrinárias de Ralph Kimball e William Inmon, dois dos precursores do BI, entende-se que a maioria das necessidades apresentadas pelos usuários são contempladas por meio do esquema estrela (star schema), defendido por Kimball e que consiste em uma tabela fato e suas várias dimensões. A outra vertente, útil em muitos casos e defendida por Inmon, prega o modelo floco de neve (snow flake), onde modelagens mais complexas (com maior normalização) são utilizadas para armazenar os dados. Este case adota o esquema estrela que, tal como salientado, é utilizado na grande maioria dos casos e atende a todos os requisitos elencados aqui. Para tanto, abordar-se-á a seguir alguns conceitos importantes. Um data warehouse pode ter um ou mais data marts, que seriam um conjunto de tabelas que armazenam os cubos multidimensionais de um mesmo assunto, como por exemplo, vendas. Cada dimensão permite analisar os fatos por uma determinada visão, seja por filial, categoria de produto, data da venda, etc. As dimensões podem ser basicamente de dois tipos, Simples e SCD. No primeiro tipo, o processo de ETL não versiona os dados na base analítica. Isso significa que, por exemplo, caso o telefone de um cliente fosse alterado na base transacional, o telefone antigo seria sobrescrito na dimensão de clientes no processo de ETL. Este comportamento para o caso do telefone é perfeito, mas para analisar informações temporais, não. Imagine que para o seu negócio, a UF em que o cliente mora é de suma importância e um determinado cliente se mudou para outro estado. Todo o histórico dele, quando ele morava no primeiro endereço, é extremamente relevante e por isso não deve ser perdido, ou seja, quando analisados os dados das vendas efetuadas na época em que ele morava no primeiro endereço, estes devem ser computados nas estatísticas da primeira UF, e os dados das vendas efetuadas depois da mudança devem entrar nas estatísticas da nova UF. Para resolver esse problema existem as dimensões do tipo Slowly Changing Dimension (SCD), que guardam o histórico dos dados caso tenham seu valor alterado. O histórico pode ser criado de algumas formas, mas a principal é versionando o registro. Isto quer dizer que cada registro tem datas de início e fim da sua vigência, e uma coluna para indicar o número da versão. Deste modo, apenas um registro será vigente em um determinado momento. No exemplo do telefone alterado, o registro teria sua data de fim de vigência alterada do valor default, que é 01/01/2199, para a data e hora atuais e seria incluído um novo registro vigente com o número da versão acrescido em um. Muitos autores dizem que esta característica é um divisor de águas entre as verdadeiras ferramentas de BI e as falsas. Isto porque, muitas soluções proprietárias de relativo sucesso no mercado não oferecem esta funcionalidade, limitando-se apenas a oferecer os dados atuais, desprezando toda a riqueza que o histórico tem a oferecer. Dando continuidade aos importantes conceitos, a chave primária que as dimensões recebem é chamada de Surrogate Key ou chave substituta, daí o prefixo SK_ em seus nomes. Outra nomenclatura utilizada é Technical Key, com o prefixo TK_. Como boa prática, o primeiro registro de toda dimensão deve ter em seus atributos valores nulos. Isso porque, este registro será utilizado nos casos em que a ETL da tabela fato não encontra, nas dimensões, o registro procurado. Dessa forma, a tabela fato sempre apontará para um registro da dimensão, mesmo que com valores nulos, garantindo a integridade relacional e deixando evidenciado que aquela informação não foi encontrada. Isto permite que o processo de ETL, em um caso de não conformidade dos dados, siga sua execução normalmente, sem disparar erro algum. Outra boa prática é utilizar colunas de auditoria nas dimensões, como a data de inserção e a data de alteração do registo. Mas evite criar estas colunas com valores default no banco de dados, pois assim, todo o controle fica com o Pentaho e o comportamento das tabelas é sempre o mesmo, independente do SGBDR envolvido. A partir destes conceitos, têm-se subsídios para iniciar efetivamente a modelagem da base de dados analítica. Como primeira tarefa, devem-se verificar os dados da base origem e definir qual é o fato que será analisado a partir do cubo criado. Neste case são as vendas de produtos. Isto já define a origem dos dados da tabela fato e, pela padronização sugerida neste artigo, o seu nome. Como os dados virão da tabela notafiscal_produto, que contém uma linha por produto vendido, a tabela Destino será chamada de ft_notafiscal_produto, que teve seu nome formado pelo prefixo ft_ e pelo nome da tabela origem. Analisando os requisitos, percebe-se que o de número 7 orienta a definição de algumas dimensões, sendo, a princípio, uma para cada conceito tratado (filial, vendedor, cliente, nota fiscal, produto e categoria do produto), enquanto o requisito de número 8 diz que filial e vendedor podem ser armazenadas em uma mesma dimensão, explicando que um vendedor sempre estará ligado a uma filial, e terá o nome dim_vendedor, obtido concatenando o prefixo dim_ com o nome da tabela origem. Como um vendedor pode mudar de filial, esta dimensão deve guardar o histórico dos seus dados. Com o objetivo de facilitar a venda, bem como a gestão dos produtos, estes são agrupados conforme o gênero, de modo que um produto como o Ipad está atrelado à categoria Eletrônicos, simulando a experiência de estar em uma loja com diversos corredores. Neste contexto, um produto raramente muda de categoria e, em ocorrendo tal hipótese, pode-se simplesmente sobrescrever, na dimensão do produto, o valor antigo da categoria, mantendo o novo valor. Assim, a dimensão dim_produto deve ter também as informações da categoria do produto, além das informações referentes ao produto, e não precisa das colunas para o versionamento (número de versão e datas de vigência do registro). Na prática, o que diferencia o tipo da dimensão é a presença ou ausência dessas colunas, pois nenhuma alteração na nomenclatura das tabelas é recomendada para indicar se a dimensão é uma SCD ou Simples. Isto porque, a qualquer momento pode-se optar por versionar ou deixar de versionar os registros de uma tabela, e a nomenclatura pode se tornar um obstáculo considerável, pois com o nome da tabela alterado, os metadados do cubo deveriam também refletir esta alteração e ser republicados. Ainda analisando os produtos, uma característica que merece especial atenção é a de que os valores de compra e venda também vão para a tabela fato. Isto porque um servidor OLAP tem a incumbência de traduzir as consultas feitas por meio de queries multidimensionais (MDX) em simples queries SQL para obter os valores das suas diversas Medidas. Estes cálculos são sempre feitos levando em conta os dados da tabela fato de cada cubo, por meio da utilização de agregadores como soma, média, quantidade total, valor máximo e valor mínimo, etc. Entretanto, nada impede que os valores também sejam armazenados e versionados na dim_produto. Apesar disso, estes valores seriam apenas ilustrativos e não seriam utilizados nos cálculos. Para que sejam possíveis análises levando em conta o cliente, a dimensão dim_cliente é fundamental e terá os atributos para versionamento, pois neste caso as informações são todas relevantes ao negócio. Outra dimensão necessária e presente em praticamente todas as aplicações de BI é a dimensão

7 tempo, aqui chamada de dim_data. Neste case serão computados dados com as granularidades de Ano, Trimestre, Mês e Dia, de acordo com os requisitos, mas poderíamos ter uma dimensão para as horas e minutos, por exemplo, o que permitiria análises sobre o horário em que cada compra foi efetuada. A dimensão dim_data terá um registro para cada dia e terá atributos para representar também o ano, trimestre e mês referentes ao dia em questão, sem a necessidade dos atributos de versionamento. Por exemplo, o registro do dia 01/01/2008 tem o atributo dsano com o valor 2008, o atributo dsmes com valor Janeiro e nrtrimestre com valor igual a 1. O processo com a finalidade de popular esta dimensão com seus dados deve gerar registros suficientes que abranjam as datas em que os fatos analisados no case ocorreram ou ocorrerão. Por exemplo, desde 01/01/2000 até 01/01/2020. Armazenamos dias suficientes para que a aplicação não exija a geração destes registros em um curto espaço de tempo. Datas mais avançadas também serão úteis para análises preditivas e por este motivo deve-se gerar linhas suficientes para se contemplar esta análise. O modelo de dados multidimensional apresentado na Figura 3 segue o modelo estrela, defendido por Kimball, e será a base Destino do processo de ETL, criando assim o Data mart de Vendas. Na hipótese deste case ser proposto a diversos profissionais da área de Business Intelligence, as bases de dados por eles modeladas não seriam muito diferentes desta figura. abrir imagem em nova janela Figura 3. Modelo de ER da base multidimensional, esquema estrela. Com relação à performance do banco de dados, para este case foi selecionado o SGBDR MySQL com a engine MyIsam, que é otimizada para a leitura de dados (veja a Nota do DevMan 5). As Foreign Keys representadas na Figura 3 não serão criadas efetivamente, pois a engine MyIsam não conta com este recurso. Em outros SGBDRs, no entanto, a utilização das chaves estrangerias de integridade referencial é recomendada. Nota DevMan 5. MySQL Engines Vs Bancos colunares No que tange à performance na leitura de dados, alguns autores defendem que a engine InnoDB já atingiu maturidade suficiente para competir com a engine MyIsam, enquanto outros autores, visando melhor performance nesta leitura, defendem a utilização do MySQL com a engine MariaDb, ou então a utilização de bancos de dados colunares como Cassandra ou MongoDB. Entretanto, este assunto exige um novo estudo e foge do escopo deste artigo. Cumpre registrar que estão disponíveis para download, no site da SQL Magazine, as bases de dados Origem e Destino, os arquivos do PDI capazes de executar toda a ETL e o arquivo com os metadados do cubo de vendas. Assim, para dar início ao processo de ETL descrito a seguir, baixe os arquivos fornecidos e execute os dois arquivos SQL em uma ferramenta cliente do MySQL. O arquivo DumpMagazineSetorial.sql cria a base origem, já com seus dados, e o arquivo CriaBaseDestino_OLAP.sql cria a base destino, pronta para receber os dados migrados pelo processo de ETL. O Pentaho Data Integration (PDI), uma das ferramentas da suíte open source Pentaho Business Analytics, é comumente chamado pelo nome do projeto

8 que lhe deu origem, o Kettle. Ele é composto por quatro componentes, sendo o mais importante o Spoon, uma interface gráfica que será utilizada neste case para a criação do processo de ETL, enquanto os componentes Pan, Kitchen e Carte se destinam à execução, via linha de comando ou requisições HTTP, dos processos criados no Spoon. Como possibilitam chamadas remotas aos processos, estes componentes permitem a criação de clusters para a execução das ETLs e também a fácil utilização de processos Pentaho por softwares de terceiros. Com a adoção do PDI, passa a ser indiferente para a aplicação qual é o SGBDR Origem e o Destino. Eles são apenas datasources, que fornecerão os dados que passarão por processos de validação, higienização, formatação, normalização, sincronização, etc. O PDI tem conectividade com praticamente todos os bancos de dados do mercado e pode ainda acessar web services ou fazer chamadas HTTP, além de ler e gerar arquivos xml, json, csv, excel, hadoop fs, etc. Para a concretização do case proposto neste artigo, foram utilizados os softwares Pentaho Data Integration, Pentaho Schema Workbench e Pentaho Business Intelligence Server. Todos são executados em máquinas virtuais Java, daí a necessidade da prévia instalação do Java Runtime Environment (JRE) e da posterior instalação dos drivers JDBC em cada uma das ferramentas Pentaho. Os caminhos para download dos softwares referidos estão destacados na seção Links. Para iniciar as atividades, faça o download da versão mais recente do PDI e descompacte o arquivo, disponibilizado em formato.zip. Feito isto, instale e execute o aplicativo realizando as etapas apresentadas a seguir: Para o caso do OS X, execute dentre os arquivos descompactados anteriormente, o Data Integration 64-bit ou o Data Integration 32-bit; Em SOs Linux, instale o JavaRuntime Environment (JRE) com o Path apontando para a pasta $JAVA_HOME/bin, digite no terminal ou inclua no etc/profile a configuração export PATH=$PATH:/usr/java/jdk1.6.0_07/bin e então execute, dentre os arquivos descompactados anteriormente, o.\spoon.sh; Caso o SO seja o Windows, instale o JavaRuntime Environment (JRE) e configure as variáveis do sistema JAVA_HOME e Path. Para isto, acesse o Painel de Controle, Sistema e Segurança e, por fim, Sistema. Ao abrir a janela, selecione Configurações avançadas do sistema e na aba Avançado, clique em Variáveis de Ambiente. Nas Variáveis do sistema, clique em Novo e, na janela Nova Variável de Sistema, em Nome da variável, digite JAVA_HOME. Em Valor da variável, preencha com o caminho para a pasta do JRE da sua instalação do Java, por exemplo: C:\Program Files\Java\ jre7. Para finalizar a configuração no Windows, selecione Path, ainda em Variáveis do sistema, e clique em Editar..., completando o valor de Path com um ponto e vírgula e com o caminho para a pasta jre7\bin. Além disso, acrescente ;C:\Program Files\Java\jre7\bin e execute, dentre os arquivos descompactados anteriormente, o Spoon.bat. Com o PDI instalado e em execução, a primeira tarefa é conferir se ele, em sua configuração inicial, já possui conectividade com os SGBDRs envolvidos. No PDI, a conexão aos bancos de dados é feita via JDBC, e cada banco de dados deve ter um driver JDBC correspondente para ele. Dessa forma, basta que o.jar do driver JDBC seja salvo em data-integration\libext\jdbc e o PDI seja reiniciado. Para este case, em que é utilizado o MySQL, foi utilizado o driver mysql-connector-java jar. O caminho para download deste driver se encontra na seção Links, ao final do artigo. O PDI permite armazenar todas as ETLs em banco de dados, entretanto para isso seria necessária a criação do repositório do Pentaho. Neste case, utilizaremos a opção de salvar as ETLs em arquivos, e para a organização destas, foi criada uma pasta chamada SQLMagazine-DW, onde estes arquivos serão salvos. Ao longo desta série, será criado um arquivo.ktr para cada transformação. Cada qual será composta por uma série de componentes chamados de steps, ligados entre si por meio de hops, que são as flechas indicativas da direção do fluxo dos dados. Uma transformação pode ser executada individualmente ou fazer parte de um Job, que permite a execução de várias transformações ou até mesmo de outros Jobs em sequência, armazenados em arquivos.kjb. Tanto os arquivos.ktr quanto os.kjb são gravados no formato XML, sem criptografia. Para obter acesso aos dados da base origem, há a necessidade de criar uma conexão com o banco de dados. Esta configuração é feita uma única vez e a conexão será compartilhada entre todas as transformações. Isto gera uma flexibilidade muito grande, permitindo que as ETLs sejam criadas acessando uma base de desenvolvimento e, depois de efetuados os testes, com uma única modificação nesta configuração, todas as transformações passem a apontar para a base de dados de produção, por exemplo. Com o objetivo de demonstrar esta flexibilidade, será criada uma transformação e uma conexão para a base Origem, em MySQL, conforme os passos a seguir: 1. Inicie o PDI, clique no ícone New file para criar um novo arquivo, selecione Transformation e clique no ícone Salvar; 2. Selecione a pasta SQLMagazine-DW e salve a transformação com o nome 1-Testa_Conexoes ; 3. Na interface do PDI, ao lado esquerdo, tem-se a barra de componentes (steps) organizados por categorias (veja a Nota do DevMan 6). Arraste para

9 a área de programação do PDI o step Table input, que fica na categoria Input, cuja finalidade é buscar dados via SQL. Com um duplo clique no step criado, abra a tela de edição; Nota DevMan 6. Como achar um objeto na barra de ferramentas O PDI possui duas abas no frame esquerdo. Na primeira, chamada View, estão todos os objetos utilizados, enquanto na segunda, chamada Design, estão todos os componentes disponíveis para utilização. Ambas contam com, na parte superior, a conveniência de um campo de busca pelo nome do componente. 4. Na tela exibida a partir da realização do passo anterior, clique em New... e preencha os campos da nova conexão com os dados da base de Origem, em MySQL, conforme a Figura 4; abrir imagem em nova janela Figura 4. Conexão para a base Origem, em MySQL. 5. Na sequência, clique em Test para se certificar que a conexão está correta e então em OK; 6. Para criar automaticamente a query do select, necessária para a recuperação dos dados referentes aos vendedores, clique em Get SQL select statement e, no componente Table input, selecione com um duplo clique a tabela vendedor, como indica a Figura 5;

10 0 Figura 5. Tabela vendedor selecionada no Database Explorer. 7. Superado o passo anterior, o usuário deverá responder à seguinte questão: Do you want to include the field-names in the SQL? Clique em Yes para que o PDI gere a query com os nomes das colunas, ao invés do perigoso SELECT *; 8. Na continuidade, clique em Preview e em OK para visualizar as primeiras 1000 linhas; 9. Em seguida, clique em Close para fechar o Preview; 10. Na etapa Table input, em Step name, escreva um nome que não deixe dúvidas da sua funcionalidade, como: Lê vendedor ; 11. Por fim, clique em OK para fechar o step e salve o arquivo. Com a conexão para a base Origem configurada, criar-se-á a conexão para a base destino conforme as especificações a seguir: 1. Arraste para a área de programação do PDI o step Table output, que fica na categoria Output; 2. Crie uma seta de ligação (hop) entre os dois steps. Para isto, clique no primeiro step, mantenha a tecla Shift pressionada e arraste a seta até o step Table output, tal como se visualiza na Figura 6;

11 1 Figura 6. Steps ligados por um hop, que especifica a direção do fluxo. 3. Com um duplo clique em Table output, que tem a finalidade de persistir os dados, informe em Step name o nome teste ; 4. Na tela exibida a partir da realização do passo anterior, clique em New... e preencha os campos com os dados de conexão da base destino, conforme a Figura 7;

12 2 Figura 7. Conexão para a base Destino, em MySQL. 5. Na sequência, clique em Test para se certificar que a conexão está correta e então em OK; 6. Voltando à tela de edição do step Table output, em Target table, escreva teste ; 7. Ainda nesta tela, clique em SQL e visualize a DDL para criação da tabela chamada teste no banco destino, com todos os campos do resultset; 8. Feito isso, clique em Execute e receba a mensagem de retorno do banco de dados, informando que a tabela teste foi criada com sucesso; 9. Em seguida, clique em OK e feche o step; 10. Para testar efetivamente as conexões, execute a transformação que está sendo desenvolvida, 1-Testa_Conexoes, acessando o menu Action > Run; 11. Superadas estas etapas, a tela apresentada na Figura 8 será visualizada, onde será possível, mas não necessário neste case, configurar alguns parâmetros para a sua execução;

13 3 abrir imagem em nova janela Figura 8. Tela de parâmetros para execução da transformação. 12. Em seguida, clique em Launch e acompanhe a execução, como exibido na Figura 9; abrir imagem em nova janela Figura 9. Resultado obtido com a execução do processo para testar as conexões com os bancos Origem e Destino. Com isso, a primeira ETL foi efetivada. Ela busca dados da tabela vendedor do banco Origem e os grava na tabela teste do banco Destino. Para verificar a execução desta transformação, observe os resultados obtidos diretamente no banco de dados. A correta execução desta transformação comprova a eficácia do driver JDBC de conexão com o MySQL, dos encodes, das permissões do banco de dados e da rede; Para que as conexões criadas possam ser utilizadas por todas as transformações, no PDI, clique na aba View e depois em Database Connections. Em cada uma das duas conexões criadas, clique com o botão direito e depois em Share, como expõe a Figura 10.

14 4 Figura 10. Conexão sendo compartilhada. Com as conexões criadas, torna-se transparente ao usuário do PDI quais são os bancos de dados manipulados, pois para esta ferramenta, os dados podem ter origens e formatos diversos. Além da facilidade de acesso aos dados, a ferramenta conta com uma longa lista de steps, cada qual com uma atribuição bem específica. Alguns destes steps executam as mesmas tarefas que os comandos SQL, mas nem por isso o conhecimento desta linguagem deixa de ser relevante, pois seu uso repercute, muitas vezes, em ganho de produtividade. Neste artigo foram abordados os principais conceitos de Business Intelligence, e para exemplificá-los, foi proposto o case de uma loja de departamentos fictícia, formada por diversas filiais e com a necessidade de analisar os dados de suas vendas. Em seguida, foi apresentada a suíte Pentaho, capaz de contemplar os requisitos e regras de negócio elencados. De volta ao exemplo, a base de dados Origem foi analisada, de forma que o raciocínio necessário para a modelagem da base Destino, em formato estrela, pudesse ser descrito. Por fim, as etapas para a configuração do Pentaho Data Integration foram realizadas. Os resultados desse trabalho darão subsídios para que, na segunda e última parte deste artigo, o processo de ETL seja criado, juntamente com os metadados do cubo, sua publicação no servidor web e a análise dos dados em uma ferramenta OLAP. Links Download do Pentaho Data Integration Kettle Integration/ Download do Pentaho Schema Workbench Download do Pentaho Business Intelligence Server Business%20Intelligence%20Server/ Download do Java Runtime Environment Download do driver JDBC para MySQL Mondrian Schema Documentation

15 5 The 38 Subsystems of ETL - Ralph Kimball /business-intelligence/the-38-subsystems-of-etl/ Grupo de Usuários Pentaho Brasil Livros BOUMAN, Roland; DONGEN, Jos van. Pentaho Solutions: Business Intelligence and Data Warehousing with Pentaho and MySQL. Indianápolis: Wiley Publishing, Inc., Eduardo Alves De Carvalho Especializado em Administração de Dados e Business Intelligence, é consultor e sócio da e-setorial Consultorias. Atua há 20 anos com sistemas de alta disponibilidade e há 6 anos com a suite Pentaho. Site: LinkedIn: O que você achou deste post? Gostei (2) (0) 2 COMENTÁRIOS Sabrina Cruz Poderia haver mais informações sobre as ferramentas do Pentaho.!!! [há 3 dias] - Responder [autor] Eduardo Alves De Carvalho Olá Sabrina. Como a suite Pentaho conta com várias ferramentas, vou apresentando cada uma delas conforme o projeto vai evoluindo. Na próxima parte do artigo serão apresentadas o Pentaho User Console, Pentaho Administator Console, Pentaho Schema Workbench e o pluguin OLAP Saiku Analytics, além de citar o Pentaho Aggregate Designer. Ao meu ver o Pentaho Report Designer comporta um novo artigo e a parte de criação de dashboards com ctools também. Aguarde em breve novos artigos aqui na SQLMagazine para completar a série sobre Pentaho Business Analytics. Abraço Eduardo Carvalho [ontem] - Responder Cursos relacionados Administração do Firebird/InterBase Curso de Administração do Microsoft SQL Server Ferramentas Administrativas do MySQL PL/SQL Oracle Administração do Firebird/InterBase [Ver todos] DevMedia Anuncie Fale conosco Hospedagem web por Porta 80 Web Hosting Todos os Direitos Reservados a web-03

16 6 DevMedia Curtir pessoas curtiram DevMedia. Pl i i l d F b k

PENTAHO. História e Apresentação

PENTAHO. História e Apresentação PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Curso: Banco de Dados Disciplina: Laboratório de Data Warehouse e Business Intelligence Professor: Fernando Zaidan Unidade 2 2012 Crédito dos Slides: Clever Junior 2 PENTAHO História

Leia mais

Nota Fiscal Paulista. Manual do TD REDF (Transmissor de Dados Registro Eletrônico de Documentos Fiscais) GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Nota Fiscal Paulista. Manual do TD REDF (Transmissor de Dados Registro Eletrônico de Documentos Fiscais) GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Nota Fiscal Paulista Manual do TD REDF (Transmissor de Dados Registro Eletrônico de Documentos Fiscais) Versão 1.1 15/02/2008 Página 1 de 17 Índice Analítico 1. Considerações Iniciais 3 2. Instalação do

Leia mais

Manual. Pedido Eletrônico

Manual. Pedido Eletrônico Manual Pedido Eletrônico ÍNDICE 1. Download... 3 2. Instalação... 4 3. Sistema de Digitação SantaCruz... 8 3.1. Configuração... 8 4. Utilização do Sistema Digitação SantaCruz... 11 4.1. Atualizar cadastros...11

Leia mais

Manual do Usuário Cyber Square

Manual do Usuário Cyber Square Manual do Usuário Cyber Square Criado dia 27 de março de 2015 as 12:14 Página 1 de 48 Bem-vindo ao Cyber Square Parabéns! Você está utilizando o Cyber Square, o mais avançado sistema para gerenciamento

Leia mais

Manual da Ferramenta Metadata Editor

Manual da Ferramenta Metadata Editor 4 de março de 2010 Sumário 1 Introdução 3 2 Objetivos 3 3 Visão Geral 3 3.1 Instalação............................. 3 3.2 Legenda.............................. 4 3.3 Configuração Inicial........................

Leia mais

Modelo de dados do Data Warehouse

Modelo de dados do Data Warehouse Modelo de dados do Data Warehouse Ricardo Andreatto O modelo de dados tem um papel fundamental para o desenvolvimento interativo do data warehouse. Quando os esforços de desenvolvimentos são baseados em

Leia mais

Jarley Nóbrega jpn@cin.ufpe.br

Jarley Nóbrega jpn@cin.ufpe.br 1 Jarley Nóbrega jpn@cin.ufpe.br Pentaho Data Integration Dezembro de 2009 Agenda O PDI e o Pentaho BI Suite Instalando o PDI Trabalhando com arquivos Pentaho BI Suite Coleção de Aplicações de Software

Leia mais

BI Citsmart Fornece orientações necessárias para instalação, configuração e utilização do BI Citsmart.

BI Citsmart Fornece orientações necessárias para instalação, configuração e utilização do BI Citsmart. 16/08/2013 BI Citsmart Fornece orientações necessárias para instalação, configuração e utilização do BI Citsmart. Versão 1.0 19/12/2014 Visão Resumida Data Criação 19/12/2014 Versão Documento 1.0 Projeto

Leia mais

Certificado Digital A1

Certificado Digital A1 Certificado Digital A1 Geração Todos os direitos reservados. Imprensa Oficial do Estado S.A. - 2012 Página 1 de 41 Pré-requisitos para a geração Dispositivos de Certificação Digital Para que o processo

Leia mais

Tutorial. O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica

Tutorial. O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica Tutorial O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica Este tutorial explica como configurar o Trade Solution e realizar as principais atividades relacionadas à emissão e ao gerenciamento das Notas Fiscais Eletrônicas

Leia mais

Instruções de uso do TABNET. Linha, Coluna e Conteúdo

Instruções de uso do TABNET. Linha, Coluna e Conteúdo O Tabnet, aplicativo desenvolvido pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), permite ao usuário fazer tabulações de bases de dados on-line e foi gentilmente cedido para disponibilização

Leia mais

Instruções de Instalação do IBM SPSS Modeler (Licença de Usuário Autorizado)

Instruções de Instalação do IBM SPSS Modeler (Licença de Usuário Autorizado) Instruções de Instalação do IBM SPSS Modeler (Licença de Usuário Autorizado) Índice Instruções de Instalação....... 1 Requisitos do sistema........... 1 Código de autorização.......... 1 Instalando...............

Leia mais

PMAT. Sistema de Análise e Acompanhamento de Operações. Manual. Desenvolvido pelo BNDES AS/DEGEP

PMAT. Sistema de Análise e Acompanhamento de Operações. Manual. Desenvolvido pelo BNDES AS/DEGEP PMAT Sistema de Análise e Acompanhamento de Operações Manual 1 Índice 1. O que é o Sistema de Análise e Acompanhamento de Operações PMAT... 3 2. Acessando o sistema pela primeira vez Download... 3 3. Fluxogramas

Leia mais

Plataforma Pentaho. Fagner Fernandes

Plataforma Pentaho. Fagner Fernandes Plataforma Pentaho Fagner Fernandes Sobre a Pentaho Fundada em 2004 por 5 fundadores Foco em Integração de Dados e Análise de Negócio Diferentes versões de sua Suite: Pentaho Enterprise Edition Pentaho

Leia mais

Atualizaça o do Playlist Digital

Atualizaça o do Playlist Digital Atualizaça o do Playlist Digital Prezados Clientes, Nós da Playlist Software Solutions empresa líder de mercado no desenvolvimento de software para automação de rádios - primamos pela qualidade de nossos

Leia mais

OpenConsulting. Especializada em Pentaho Open Source Business Intelligence treinamento, consultoria e suporte

OpenConsulting. Especializada em Pentaho Open Source Business Intelligence treinamento, consultoria e suporte OpenConsulting Especializada em Pentaho Open Source Business Intelligence treinamento, consultoria e suporte INFORMATIVO Treinamento Desenvolvendo Aplicações Analíticas com Pentaho Business Analytics Campo

Leia mais

Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base. fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org

Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base. fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org Conectando Bancos de Dados Microsoft Access no BrOffice.org Base fornecido pelo Projeto de Documentação do BrOffice.org Índice 1 Introdução...2 1.1 Versão... 2 1.2 Licenciamento...2 1.3 Mensagem do Projeto

Leia mais

Manual de Instalação: Agente do OCS Inventory NG

Manual de Instalação: Agente do OCS Inventory NG Manual de Instalação: Agente do OCS Inventory NG Abril 2013 Sumário 1. Agente... 1 2. Onde instalar... 1 3. Etapas da Instalação do Agente... 1 a. Etapa de Instalação do Agente... 1 b. Etapa de Inserção

Leia mais

ALTERNATIVA PARA CONEXÃO VIA INTERNET DE IP MASCARADO A IP REAL

ALTERNATIVA PARA CONEXÃO VIA INTERNET DE IP MASCARADO A IP REAL Documento: Tutorial Autor: Iuri Sonego Cardoso Data: 27/05/2005 E-mail: iuri@scripthome.cjb.net Home Page: http://www.scripthome.cjb.net ALTERNATIVA PARA CONEXÃO VIA INTERNET DE IP MASCARADO A IP REAL

Leia mais

GerNFe 1.0 Sistema de Gerenciador de Notas Fiscais Eletrônicas

GerNFe 1.0 Sistema de Gerenciador de Notas Fiscais Eletrônicas GerNFe 1.0 Manual do usuário Página 1/13 GerNFe 1.0 Sistema de Gerenciador de Notas Fiscais Eletrônicas O programa GerNFe 1.0 tem como objetivo armazenar em local seguro e de maneira prática para pesquisa,

Leia mais

ArpPrintServer. Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02

ArpPrintServer. Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02 ArpPrintServer Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02 1 Sumário INTRODUÇÃO... 3 CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO SISTEMA... 3 REQUISITOS DE SISTEMA... 4 INSTALAÇÃO

Leia mais

Pentaho: Inteligência de Negócios utilizando Software Livre

Pentaho: Inteligência de Negócios utilizando Software Livre Pentaho: Inteligência de Negócios utilizando Software Livre CONSEGI 2010 BRASÍLIA-DF 20 DE AGOSTO DE 2010 Por que Pentaho? Funciona; Tecnologia Java; Código Aberto; Robusto; Confiável; Gratuito; Apoio

Leia mais

Cartilha da Nota Fiscal Eletrônica 2.0 Hábil Empresarial PROFISSIONAL & Hábil Enterprise

Cartilha da Nota Fiscal Eletrônica 2.0 Hábil Empresarial PROFISSIONAL & Hábil Enterprise Cartilha da Nota Fiscal Eletrônica 2.0 Hábil Empresarial PROFISSIONAL & Hábil Enterprise Koinonia Software Ltda (0xx46) 3225-6234 Índice I Índice Cap. I Introdução 1 1 Orientações... Iniciais 1 Cap. II

Leia mais

Manual do Teclado de Satisfação Online Web Opinião Versão 1.0.5

Manual do Teclado de Satisfação Online Web Opinião Versão 1.0.5 Manual do Teclado de Satisfação Online Web Opinião Versão 1.0.5 09 de julho de 2015 Departamento de Engenharia de Produto (DENP) SEAT Sistemas Eletrônicos de Atendimento 1. Introdução O Teclado de Satisfação

Leia mais

Vamos criar uma nova Página chamada Serviços. Clique em Adicionar Nova.

Vamos criar uma nova Página chamada Serviços. Clique em Adicionar Nova. 3.5 Páginas: Ao clicar em Páginas, são exibidas todas as páginas criadas para o Blog. No nosso exemplo já existirá uma página com o Título Página de Exemplo, criada quando o WorPress foi instalado. Ao

Leia mais

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO 1 ÍNDICE 1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO... 3 1.1 REQUISITOS BASICOS DE SOFTWARE... 3 1.2 REQUISITOS BASICOS DE HARDWARE... 3 2 EXECUTANDO O INSTALADOR... 3 2.1 PASSO 01... 3 2.2 PASSO

Leia mais

Instalando o Lazarus e outros sistemas de suporte. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011

Instalando o Lazarus e outros sistemas de suporte. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011 Instalando o Lazarus e outros sistemas de suporte Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011 Edição 1 Levante e ande - Instalando o Lazarus e outros sistemas de suporte. Ano: 02/2011 Nesta Edição

Leia mais

CERTIFICADO DIGITAL ARMAZENADO NO COMPUTADOR (A1) Manual do Usuário

CERTIFICADO DIGITAL ARMAZENADO NO COMPUTADOR (A1) Manual do Usuário Certificação Digital CERTIFICADO DIGITAL ARMAZENADO NO COMPUTADOR (A1) Manual do Usuário Guia CD-17 Público Índice 1. Pré-requisitos para a geração do certificado digital A1... 3 2. Glossário... 4 3. Configurando

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

Interatividade aliada a Análise de Negócios

Interatividade aliada a Análise de Negócios Interatividade aliada a Análise de Negócios Na era digital, a quase totalidade das organizações necessita da análise de seus negócios de forma ágil e segura - relatórios interativos, análise de gráficos,

Leia mais

Manual do Painel Administrativo

Manual do Painel Administrativo Manual do Painel Administrativo versão 1.0 Autores César A Miggiolaro Marcos J Lazarin Índice Índice... 2 Figuras... 3 Inicio... 5 Funcionalidades... 7 Analytics... 9 Cidades... 9 Conteúdo... 10 Referência...

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

WORKSHOP Ferramenta OLAP IBM Cognos

WORKSHOP Ferramenta OLAP IBM Cognos WORKSHOP Ferramenta OLAP IBM Cognos O objetivo deste documento é orientar o usuário final na utilização das funcionalidades da ferramenta OLAP IBM Cognos, referente a licença de consumidor. Sumário 1 Query

Leia mais

MANUAL DO ADMINISTRADOR DO MÓDULO

MANUAL DO ADMINISTRADOR DO MÓDULO MANUAL DO ADMINISTRADOR DO MÓDULO ÍNDICE Relatórios Dinâmicos... 3 Requisitos de Sistema... 4 Estrutura de Dados... 5 Operadores... 6 Tabelas... 7 Tabelas x Campos... 9 Temas... 13 Hierarquia Relacionamento...

Leia mais

Roteiro de Instalação da NF-e no Sistema CalcExpress S U M À R I O

Roteiro de Instalação da NF-e no Sistema CalcExpress S U M À R I O Roteiro de Instalação da NF-e no Sistema CalcExpress S U M À R I O Instalação da Aplicação Java...2 Instalação do Emissor...5 Instalação do Framework...7 Instalação das DLL s URL, SCHEMAS, CADEIA DE CERTIFICADO

Leia mais

Vamos criar uma nova Página chamada Serviços. Clique em Adicionar Nova.

Vamos criar uma nova Página chamada Serviços. Clique em Adicionar Nova. 3.5 Páginas: Ao clicar em Páginas, são exibidas todas as páginas criadas para o Blog. No nosso exemplo já existirá uma página com o Título Página de Exemplo, criada quando o WorPress foi instalado. Ao

Leia mais

Guia. PDA e SmartPhones. Windows Mobile, Pocket PC e CE.

Guia. PDA e SmartPhones. Windows Mobile, Pocket PC e CE. Guia PDA e SmartPhones Windows Mobile, Pocket PC e CE. Referência completa para o integrador do sistema Module. Aborda os recursos necessários para a itulização, instalação do software e importação das

Leia mais

Visão Geral sobre o tutorial de Utilização de

Visão Geral sobre o tutorial de Utilização de Tutorial de Utilização de Impressoras Não Fiscais no NFC-e Visão Geral sobre o tutorial de Utilização de Impressoras Não Fiscais no NFC-e O intuito deste tutorial é descrever com detalhes técnicos como

Leia mais

Manual de Instalação do Agente Citsmart

Manual de Instalação do Agente Citsmart 16/08/2013 Manual de Instalação do Agente Citsmart Fornece orientações necessárias para efetuar a instalação do Agente Citsmart. Versão 1.9 21/11/2014 Visão Resumida Data Criação 21/11/2014 Versão Documento

Leia mais

Validação de dados. Determinamos qual tipo de informação será aceita e dentro de qual intervalo.

Validação de dados. Determinamos qual tipo de informação será aceita e dentro de qual intervalo. Validação de dados Por meio do recurso de validação, podemos definir que tipo de informação gostaríamos que fosse aceita em um intervalo de células ou uma mensagem de auxílio ao usuário indicando qual

Leia mais

Procedimentos para Reinstalação do Sisloc

Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Criação de backups importantes... 3 3. Reinstalação do Sisloc... 4 Passo a passo... 4 4. Instalação da base de dados Sisloc...

Leia mais

BrOffice.org Base. Prof. João Alberto Fabro UTFPR Curitiba

BrOffice.org Base. Prof. João Alberto Fabro UTFPR Curitiba Prof. João Alberto Fabro UTFPR Curitiba (Baseado no documento livre Introdução ao BrOffice.org Base, de Noelson Alves Duarte, Revisado em 18 de março de 2006) Formatos: Diversos, inclusive bases de dados

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA A INSTALAÇÃO E UTILIZAÇÃO DO APLICATIVO DE LEILÃO ELETRÔNICO DA CONAB

PROCEDIMENTOS PARA A INSTALAÇÃO E UTILIZAÇÃO DO APLICATIVO DE LEILÃO ELETRÔNICO DA CONAB PROCEDIMENTOS PARA A INSTALAÇÃO E UTILIZAÇÃO DO APLICATIVO DE LEILÃO ELETRÔNICO DA CONAB Sumep Julho/2006 PROCEDIMENTOS PARA A INSTALAÇÃO E UTILIZAÇÃO DO APLICATIVO DE LEILÃO ELETRÔNICO DA CONAB Objetivo

Leia mais

Cetac - Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária Manual Técnico do Sistema Administrativo do site Cetacvet.com.

Cetac - Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária Manual Técnico do Sistema Administrativo do site Cetacvet.com. Manual Técnico do Sistema Administrativo do site Cetacvet.com.br SÃO PAULO - SP SUMÁRIO Introdução... 3 Autenticação no sistema administrativo... 4 Apresentação do sistema administrativo... 5 Gerenciamento

Leia mais

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ACESSO ÀS FERRAMENTAS 9 FUNÇÕES 12 MENSAGENS 14 CAMPOS OBRIGATÓRIOS

Leia mais

PostgreSQL & PostGIS: Instalação do Banco de Dados Espacial no Windows 7

PostgreSQL & PostGIS: Instalação do Banco de Dados Espacial no Windows 7 PostgreSQL & PostGIS: Instalação do Banco de Dados Espacial no Windows 7 PostgreSQL & PostGIS: Instalação do Banco de Dados Espacial no Windows 7 Sobre o PostGIS PostGIS é um Add-on (complemento, extensão)

Leia mais

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA Criação de Formulários no Google Drive Sumário (Clique sobre a opção desejada para ir direto à página correspondente) Criação de Formulários no Google Drive Introdução...

Leia mais

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual

Aplicativo da Manifestação do Destinatário. Manual Aplicativo da Manifestação do Destinatário Manual Novembro de 2012 1 Sumário 1 Aplicativo de Manifestação do Destinatário...4 2 Iniciando o aplicativo...4 3 Menus...5 3.1 Manifestação Destinatário...5

Leia mais

SGB Sistema de Gestão de Bolsas Manual do Usuário

SGB Sistema de Gestão de Bolsas Manual do Usuário Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação Fernando Haddad Secretário-Executivo José Henrique Paim Fernandes Subsecretário de Assuntos Administrativos Jose Eduardo Bueno de

Leia mais

Índice. Tenho uma conta pessoal e uma conta da instituição em que dou aula, porém não consigo acessar a conta da escola. O que fazer?

Índice. Tenho uma conta pessoal e uma conta da instituição em que dou aula, porém não consigo acessar a conta da escola. O que fazer? Índice Acesso ao Super Professor Web Como recuperar a senha de acesso? Tenho uma conta pessoal e uma conta da instituição em que dou aula, porém não consigo acessar a conta da escola. O que fazer? Selecionando

Leia mais

Atualizaça o do Maker

Atualizaça o do Maker Atualizaça o do Maker Prezados Clientes, Nós da Playlist Software Solutions empresa líder de mercado no desenvolvimento de software para automação de rádios - primamos pela qualidade de nossos produtos,

Leia mais

FileMaker Pro 12. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o

FileMaker Pro 12. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 12 Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 12 2007 2012 FileMaker Inc. Todos os direitos reservados. FileMaker Inc. 5201 Patrick Henry Drive Santa Clara,

Leia mais

O sistema que completa sua empresa Roteiro de Instalação (rev. 15.10.09) Página 1

O sistema que completa sua empresa Roteiro de Instalação (rev. 15.10.09) Página 1 Roteiro de Instalação (rev. 15.10.09) Página 1 O objetivo deste roteiro é descrever os passos para a instalação do UNICO. O roteiro poderá ser usado não apenas pelas revendas que apenas estão realizando

Leia mais

UM NOVO CONCEITO EM HOSPEDAGEM DE DOMÍNIO

UM NOVO CONCEITO EM HOSPEDAGEM DE DOMÍNIO www.origy.com.br UM NOVO CONCEITO EM HOSPEDAGEM DE DOMÍNIO CARACTERÍSTICAS: E-MAIL IMAP * Acesso simultâneo e centralizado, via aplicativo, webmail e celular/smartphone * Alta capacidade de armazenamento

Leia mais

Google Drive. Passos. Configurando o Google Drive

Google Drive. Passos. Configurando o Google Drive Google Drive um sistema de armazenagem de arquivos ligado à sua conta Google e acessível via Internet, desta forma você pode acessar seus arquivos a partir de qualquer dispositivo que tenha acesso à Internet.

Leia mais

www.gerenciadoreficaz.com.br

www.gerenciadoreficaz.com.br Fone: (62) 4141-8464 E-mail: regraconsultoria@hotmail.com www.gerenciadoreficaz.com.br Guia Prático do Usuário Manual de Instalação Gerenciador Eficaz 7 2 Manual do Usuário Gerenciador Eficaz 7 Instalando

Leia mais

INTRODUÇÃO. A Claireconference agradece pela escolha!

INTRODUÇÃO. A Claireconference agradece pela escolha! 1 ÍNDICE 1. IMPLEMENTAÇÃO 4 1.1 PAINEL DE CONTROLE 4 1.1.1 SENHA 4 1.1.2 CRIAÇÃO DE USUÁRIOS DO LYNC 5 1.1.3 REDEFINIR SENHA 7 1.1.4 COMPRAR COMPLEMENTOS 9 1.1.5 UPGRADE E DOWNGRADE 10 1.1.5.1 UPGRADE

Leia mais

Manual de instalação Servidor Orion Phoenix

Manual de instalação Servidor Orion Phoenix Manual de instalação Servidor Orion Phoenix Fevereiro/2011 Este documento se destina a instalação do Orion Phoenix na sua rede Versão 1.01 C ONTE ÚDO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. VISÃO GERAL... 3 3. PROCEDIMENTOS

Leia mais

GUIA DE MANUTENÇÃO DO CERTIFICADO PÚBLICO NA NFSe Versão 0.1

GUIA DE MANUTENÇÃO DO CERTIFICADO PÚBLICO NA NFSe Versão 0.1 GUIA DE MANUTENÇÃO DO CERTIFICADO PÚBLICO NA NFSe Versão 0.1 Sumário Introdução... 3 1. Pré-requisitos... 4 2. Instalação do Java... 5 3. Encontrando o Projeto Servidor NFE... 11 4. Manutenção do arquivo.keystore

Leia mais

ÍNDICE. Sobre o SabeTelemarketing 03. Contato. Ícones comuns à várias telas de gerenciamento. Verificar registros 09. Tela de relatórios 09

ÍNDICE. Sobre o SabeTelemarketing 03. Contato. Ícones comuns à várias telas de gerenciamento. Verificar registros 09. Tela de relatórios 09 ÍNDICE Sobre o SabeTelemarketing 03 Ícones comuns à várias telas de gerenciamento Contato Verificar registros 09 Telas de cadastro e consultas 03 Menu Atalho Nova pessoa Incluir um novo cliente 06 Novo

Leia mais

CONFIGURAÇÃO DE REDE SISTEMA IDEAGRI - FAQ CONCEITOS GERAIS

CONFIGURAÇÃO DE REDE SISTEMA IDEAGRI - FAQ CONCEITOS GERAIS CONFIGURAÇÃO DE REDE SISTEMA IDEAGRI - FAQ CONCEITOS GERAIS Servidor: O servidor é todo computador no qual um banco de dados ou um programa (aplicação) está instalado e será COMPARTILHADO para outros computadores,

Leia mais

Programação para Internet Orientada a Objetos com PHP & MySQL Instalando e configurando um ambiente de ferramentas PHP e MySQL. Prof. MSc.

Programação para Internet Orientada a Objetos com PHP & MySQL Instalando e configurando um ambiente de ferramentas PHP e MySQL. Prof. MSc. Programação para Internet Orientada a Objetos com PHP & MySQL Instalando e configurando um ambiente de ferramentas PHP e MySQL Prof. MSc. Hugo Souza Na última aula falamos um pouco sobre as ferramentas

Leia mais

Certificado Digital A1

Certificado Digital A1 Abril/ Certificado Digital A1 Geração Página 1 de 32 Abril/ Pré requisitos para a geração Dispositivos de Certificação Digital Para que o processo de instalação tenha sucesso, é necessário obedecer aos

Leia mais

Manual de Instalação. SafeNet Authentication Client 8.2 SP1. (Para MAC OS 10.7)

Manual de Instalação. SafeNet Authentication Client 8.2 SP1. (Para MAC OS 10.7) SafeNet Authentication Client 8.2 SP1 (Para MAC OS 10.7) 2/28 Sumário 1 Introdução... 3 2 Pré-Requisitos Para Instalação... 3 3 Ambientes Homologados... 4 4 Tokens Homologados... 4 5 Instruções de Instalação...

Leia mais

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1 MANUAL DO USUÁRIO Índice 1. Introdução... 3 2. Acesso ao Sistema... 4 2.1. Instalação... 4 2.1.1. Servidor - Computador Principal... 4 2.1.2. Estação - Computador na Rede... 6 2.1.3. Estação - Mapeamento

Leia mais

Copyright 2015 Mandic Cloud Solutions - Somos Especialistas em Cloud. www.mandic.com.br

Copyright 2015 Mandic Cloud Solutions - Somos Especialistas em Cloud. www.mandic.com.br Sumário 1. Boas vindas... 4 2. Dashboard... 4 3. Cloud... 5 3.1 Servidores... 5 o Contratar Novo Servidor... 5 o Detalhes do Servidor... 9 3.2 Cloud Backup... 13 o Alteração de quota... 13 o Senha do agente...

Leia mais

Instalação: permite baixar o pacote de instalação do agente de coleta do sistema.

Instalação: permite baixar o pacote de instalação do agente de coleta do sistema. O que é o projeto O PROINFODATA - programa de coleta de dados do projeto ProInfo/MEC de inclusão digital nas escolas públicas brasileiras tem como objetivo acompanhar o estado de funcionamento dos laboratórios

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem C.S.G. M anual do Professor

Ambiente Virtual de Aprendizagem C.S.G. M anual do Professor Ambiente Virtual de Aprendizagem C.S.G. M anual do Professor Sumário Pré-requisitos para o Moodle... Entrar no Ambiente... Usuário ou senha esquecidos?... Meus cursos... Calendário... Atividades recentes...

Leia mais

Conecta S_Line. 2.2 Downloads Para instalar o Conecta S_Line, basta acessar www.sline.com.br/downloads.aspx

Conecta S_Line. 2.2 Downloads Para instalar o Conecta S_Line, basta acessar www.sline.com.br/downloads.aspx 1 Introdução O Conecta S_Line permite que o laboratório envie à Central S_Line os resultados de exames gerados pelo Sistema de Informação Laboratorial (LIS) em forma de arquivos digitais. Todo o processo

Leia mais

Manual do usuário - Service Desk SDM - COPASA. Service Desk

Manual do usuário - Service Desk SDM - COPASA. Service Desk Manual do usuário - Service Desk SDM - COPASA Service Desk Sumário Apresentação O que é o Service Desk? Terminologia Status do seu chamado Utilização do Portal Web Fazendo Login no Sistema Tela inicial

Leia mais

BAIXA E INSTALAÇÃO DO CERTIFICADO DIGITAL

BAIXA E INSTALAÇÃO DO CERTIFICADO DIGITAL BAIXA E INSTALAÇÃO DO CERTIFICADO DIGITAL A1 Sumário Orientações Iniciais... 3 1. Mozilla Firefox... 4 2. Acessando o sistema... 4 3. Baixando e Instalando um certificado Tipo A1... 5 4. Backup do certificado

Leia mais

Manual do Teclado de Satisfação Online WebOpinião

Manual do Teclado de Satisfação Online WebOpinião Manual do Teclado de Satisfação Online WebOpinião Versão 1.2.3 27 de novembro de 2015 Departamento de Engenharia de Produto (DENP) SEAT Sistemas Eletrônicos de Atendimento 1. Introdução O Teclado de Satisfação

Leia mais

Módulo SAC Atendimento ao Cliente

Módulo SAC Atendimento ao Cliente Módulo SAC Atendimento ao Cliente Objetivo O Módulo SAC ou Serviço de Atendimento ao Cliente é uma ferramenta que gerencia, cria e administra informações num canal de comunicação informatizado entre a

Leia mais

Renovação Online de Certificados Digitais A3 (Com Boleto Bancário)

Renovação Online de Certificados Digitais A3 (Com Boleto Bancário) Renovação Online de Certificados Digitais A3 (Com Boleto Bancário) Guia de Orientação Todos os direitos reservados. Imprensa Oficial do Estado S.A. 2013 Página 1 de 47 Índice PRÉ-REQUISITOS PARA INSTALAÇÃO...

Leia mais

APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS

APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS 3.INTERNET 3.1. Internet: recursos e pesquisas 3.2. Conhecendo a Web 3.3. O que é um navegador?

Leia mais

MANUAL DO PVP SUMÁRIO

MANUAL DO PVP SUMÁRIO Manual PVP - Professores SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 6 2 ACESSANDO O PVP... 8 3 TELA PRINCIPAL... 10 3.1 USUÁRIO... 10 3.2 INICIAL/PARAR... 10 3.3 RELATÓRIO... 10 3.4 INSTITUIÇÕES... 11 3.5 CONFIGURAR... 11

Leia mais

INSTALAÇÃO E USO DO ASSINADOR LIVRE. Índice:

INSTALAÇÃO E USO DO ASSINADOR LIVRE. Índice: Proposto por: Marcos Stallone Santos / Karla Ferreira Moreira Analisado por: Aprovado por: Índice: 1 - O Assinador Livre:...2 2 - Pré-requisitos para instalação:...2 3 - Download e Instalação do Assinador

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO

MANUAL DE UTILIZAÇÃO MANUAL DE UTILIZAÇÃO Módulo de operação Ativo Bem vindo à Vorage CRM! Nas próximas paginas apresentaremos o funcionamento da plataforma e ensinaremos como iniciar uma operação básica através do nosso sistema,

Leia mais

Banco de Dados - Senado

Banco de Dados - Senado Banco de Dados - Senado Exercícios OLAP - CESPE Material preparado: Prof. Marcio Vitorino OLAP Material preparado: Prof. Marcio Vitorino Soluções MOLAP promovem maior independência de fornecedores de SGBDs

Leia mais

1. Introdução. 2. Funcionamento básico dos componentes do Neteye

1. Introdução. 2. Funcionamento básico dos componentes do Neteye 1. Introdução Esse guia foi criado com o propósito de ajudar na instalação do Neteye. Para ajuda na utilização do Software, solicitamos que consulte os manuais da Console [http://www.neteye.com.br/help/doku.php?id=ajuda]

Leia mais

Gestão inteligente de documentos eletrônicos

Gestão inteligente de documentos eletrônicos Gestão inteligente de documentos eletrônicos MANUAL DE UTILIZAÇÃO VISÃO DE EMPRESAS VISÃO EMPRESAS - USUÁRIOS (OVERVIEW) No ELDOC, o perfil de EMPRESA refere-se aos usuários com papel operacional. São

Leia mais

Tutorial USERADM. Inserindo conteúdos no site

Tutorial USERADM. Inserindo conteúdos no site Tutorial USERADM Inserindo conteúdos no site Como acessar o Administrador de Conteúdos do site? 1. Primeiramente acesse o site de sua instituição, como exemplo vamos utilizar o site da Prefeitura de Aliança-TO,

Leia mais

SIPREV/Gestão de RPPS Implantação Manual de Instalação Versão 1.18

SIPREV/Gestão de RPPS Implantação Manual de Instalação Versão 1.18 Implantação Manual de Instalação Versão 1.18 1 de 44 - Manual de Instalação Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 19/05/09 1.0 Criação do documento Carlos Tabosa-UDCE 22/05/09 1.1 Revisão do

Leia mais

BEM VINDOS AO DHL WEB SHIPPING GUIA DE USO

BEM VINDOS AO DHL WEB SHIPPING GUIA DE USO Envio de Remessas Online BEM VINDOS AO DHL WEB SHIPPING GUIA DE USO webshipping.dhl.com ACESSE O DHL WEB SHIPPING DE QUALQUER LUGAR DO MUNDO. Ideal para qualquer empresa com acesso à internet, o DHL Web

Leia mais

TUTORIAL INSTALAÇÃO DA ROTINA 2075 NO LINUX

TUTORIAL INSTALAÇÃO DA ROTINA 2075 NO LINUX Apresentação O departamento de varejo da PC Sistemas inovou seu produto de frente de caixa, permitindo seu funcionamento no sistema operacional do Linux com a distribuição Ubuntu. O cliente poderá usar

Leia mais

Gestão inteligente de documentos eletrônicos

Gestão inteligente de documentos eletrônicos Gestão inteligente de documentos eletrônicos MANUAL DE UTILIZAÇÃO VISÃO DE EMPRESAS VISÃO EMPRESAS - USUÁRIOS (OVERVIEW) No ELDOC, o perfil de EMPRESA refere-se aos usuários com papel operacional. São

Leia mais

INTRODUÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO PRIMEFACES MOBILE EM APLICAÇÕES JSF

INTRODUÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO PRIMEFACES MOBILE EM APLICAÇÕES JSF INTRODUÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO PRIMEFACES MOBILE EM APLICAÇÕES JSF Guilherme Macedo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil guilhermemacedo28@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

Tutorial Plone 4. Manutenção de Sites. Universidade Federal de São Carlos Departamento de Sistemas Web Todos os direitos reservados

Tutorial Plone 4. Manutenção de Sites. Universidade Federal de São Carlos Departamento de Sistemas Web Todos os direitos reservados Tutorial Plone 4 Manutenção de Sites Universidade Federal de São Carlos Departamento de Sistemas Web Todos os direitos reservados Sumário Introdução 1 Como fazer a autenticação do usuário 1.1 Através do

Leia mais

Tutorial para acesso ao Peticionamento Eletrônico e Visualização de Processos Eletrônicos

Tutorial para acesso ao Peticionamento Eletrônico e Visualização de Processos Eletrônicos Tutorial para acesso ao Peticionamento Eletrônico e Visualização de Processos Eletrônicos Este tutorial visa preparar o computador com os softwares necessários para a utilização dos sistemas de visualização

Leia mais

Neste tutorial apresentarei o serviço DFS Distributed File System. Veremos quais as vantagens

Neste tutorial apresentarei o serviço DFS Distributed File System. Veremos quais as vantagens Neste tutorial apresentarei o serviço DFS Distributed File System. Veremos quais as vantagens em utilizar este serviço para facilitar a administração de pastas compartilhadas em uma rede de computadores.

Leia mais

Curso Data warehouse e Business Intelligence

Curso Data warehouse e Business Intelligence Curso Data warehouse e Business Intelligence Fundamentos, Metodologia e Arquitetura Apresentação Os projetos de Data Warehouse e Business Intelligence são dos mais interessantes e complexos de desenvolver

Leia mais

SIGA Manual -1ª - Edição

SIGA Manual -1ª - Edição SIGA Manual -1ª - Edição ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 4 2. MÓDULO DE PROCESSOS 4 3. ACESSO AO SISTEMA 4 3.1 Acessando o Sistema 4 3.2 Primeiro Acesso 5 3.3 Login do Fornecedor 5 o Teclado Virtual 5 o Máquina Virtual

Leia mais

Trabalhando com banco de dados

Trabalhando com banco de dados Avançado Trabalhando com Aprenda a manipular dados no Excel com a ajuda de outros aplicativos da suíte Office Armazenar e organizar informações são tarefas executadas diariamente por todos nós. Desde o

Leia mais

Autor: Júlio Battisti www.juliobattisti.com.br

Autor: Júlio Battisti www.juliobattisti.com.br Autor: Júlio Battisti www.juliobattisti.com.br Livro: Aprenda com Júlio Battisti: Excel 2010 Avançado, Análise de Dados e Cenários, Tabelas e Gráficos Dinâmicos, Macros e Programação VBA - Através de Exemplos

Leia mais

TISSNet Instalando e Configurando Schemas

TISSNet Instalando e Configurando Schemas Objetivos Gerais: Este documento tem por objetivo, instruir os credenciados da C. S. ASSISTANCE no processo de instalação e configuração do aplicativo TISSNet, facilitando desta forma o controle e envio

Leia mais