Caracterização Físico-química de mel de abelha sem ferrão proveniente do Alto São Francisco

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Caracterização Físico-química de mel de abelha sem ferrão proveniente do Alto São Francisco"

Transcrição

1 Caracterização Físico-química de mel de abelha sem ferrão proveniente do Alto São Francisco Michelle Carlota GONÇALVES¹.; Gaby Patrícia TERÁN-ORTIZ².; Ezio Dornela GOULART²;Gustavo Lucas GONÇALVES³; ¹ Aluna do curso de Tecnologia em Alimentos e bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do IFMG campus Bambuí ² Professor do IFMG campus Bambuí ³Tecnólogo em Alimentos Bambuí MG Brasil RESUMO As abelhas da subfamília Meliponinae (Hymenoptera, Apidae) são conhecidas como abelhas sem ferrão, pelo fato de elas possuírem o ferrão atrofiado. Estas abelhas são potenciais produtoras de mel, fornecendo um produto diferenciado pelo seu sabor e aroma bem peculiar e há pouca informação a respeito da sua composição química na literatura. Embora este mel seja bastante valorizado, há dificuldade na sua comercialização, por não atender à legislação brasileira, que apresenta padrões de identidade e qualidade para mel obtido do gênero Apis. Assim, este trabalho tem como objetivo fornecer parâmetros físico-químicos como subsídio para elaboração de uma legislação norteada para a qualidade do mel proveniente de abelhas sem ferrão. Realizou-se análises de umidade, acidez titulável, cinzas, hidroximetilfurfural e açúcares, de mel proveniente de colméias da bacia do Alto São Francisco, de três espécies de abelhas sem ferrão: Jataí, Uruçu e Mandaçaia. Os resultados encontrados para umidade, acidez, açúcares redutores e sacarose aparente não se enquadram nos parâmetros pré-estabelecidos pela legislação vigente, para mel proveniente de Apis mellifera. Conclue-se que é necessário o estudo para definir uma legislação específica para o mel de meliponineos. Palavras-chave: mel; meliponineos; análises; parâmetros físico-químicos. INTRODUÇÃO O mel pode ser classificado quanto à sua origem em mel floral ou mel de melato (melato). O mel floral é obtido dos néctares das flores, e ainda pode ser classificado em: mel unifloral ou monofloral (procede principalmente da origem de flores de uma mesma família, gênero ou espécie e possua características sensoriais, físico- químicas e microscópicas próprias) ou mel multifloral ou polifloral (obtido a partir de diferentes origens florais). O mel de melato é formado principalmente a partir de secreções de partes vivas das plantas ou de excreções de insetos sugadores de plantas que se encontram sobre elas (BRASIL, 2000).

2 Depois de coletado, o mel é transformado e combinado com substâncias específicas próprias, armazenado e amadurecido nos favos para a alimentação das abelhas (MENDES; COELHO, 1983; BRASIL, 2000). Hoje, a apicultura é sustentada na comercialização de própolis, geléia real e mel, provenientes da Apis mellifera, mas as abelhas sem ferrão perfazem aproximadamente 300 espécies, sendo que a maioria é produtora de méis de grande reputação. Embora produzindo mel em menor quantidade, os meliponíneos fornecem um produto que diferencia do mel de A. mellifera, principalmente no sabor diferenciado e no aroma, alcançando preços elevados no mercado (ALVES et al, 2005; CORTOPASSI-LAURINO, 2002; KERR, 1996; MARCHINI et al, 1998). Existem várias espécies de abelhas sem ferrão, como a Jataí (Tetragonisca angustula), Mandaçaia (Melípona quadrifasciata), Uruçu (Melípona scutellaris) e várias outras. No entanto, apesar da importância dos méis das abelhas sem ferrão, representada pelo seu consumo antigo e cada vez mais crescente, apenas recentemente os estudos que visam fornecer subsídios para sua caracterização físico-química têm sido incrementados. Desta forma, a Legislação brasileira que regulamenta a padronização do mel para fins de comercialização só atende às características do mel de A.mellifera, não contemplando o mel das abelhas nativas do país (AZEREDO et al., 2000). De acordo com Souza et. al. (1999), trabalhos sobre a composição de méis provenientes de abelhas sem ferrão são escassos e trazem dados sobre os parâmetros de qualidade usados para o mel de Apis. Devido á escassez de informações sobre a composição do mel produzido pelas abelhas sem ferrão, este trabalho tem como objetivo disponibilizar parâmetros físico-químicos para avaliar sua qualidade. MATERIAL E MÉTODOS As análises físico-químicas foram realizadas em mel de Jataí (Tetragonisca angustula), Mandaçaia (Melípona quadrifasciata) e Uruçu (Melípona scutellaris). As amostras de Jataí foram coletadas no campo, nos municípios de Bambuí e Tapiraí. As de Mandaçaia foram coletadas de meliponários situados em Arcos e Tapiraí e as amostras de Uruçu foram coletadas em meliponários localizados no município de Piumhi. As cidades onde foram coletadas as amostras, segundo a Codevasf (2010), fazem parte da bacia do Alto São Francisco. A retirada do mel dos favos foi feita com seringa, e imediatamente acondicionadas em vidros esterilizados com fechamento hermético, e mantidas sob refrigeração para posterior realização das análises. As determinações foram realizadas entre 30 a 40 dias após a coleta.

3 As análises de acidez, cinzas, ph e umidade foram realizadas no Laboratório de Análises Físico-química do IFMG Campus Bambuí e as análises de açúcares totais, açúcares redutores, sacarose aparente cor e HMF (quantidade de hidroximetilfurfural), foram realizadas no Laboratório de Análises Químicas de mel da empresa Natucentro Indústria e Apiários Centro- Oeste LTDA que contribuiu com seu suporte tecnológico. Todas as análises foram realizadas em triplicata de acordo com a metodologia proposta pelo Instituto Adolfo Lutz (1985). RESULTADOS E DISCUSSÃO Os resultados médios das análises físico-químicas realizadas nas diferentes amostras de mel estão resumidos na TABELA 1. TABELA 1 Resultados médios das características físico-químicas do mel proveniente de abelhas sem ferrão. Parâmetros Jataí Mandaçaia Uruçu Acidez (meq/kg) 39,23 50,51 95,67 Umidade (%) 26,2 27,9 27,53 Cinzas (%) 0, ,18 Cor ph 4,75 4,11 3,96 HMF (mg.kg¹) 1,93 1,42 1,49 Açúcares Totais (%) 72,25 72,25 69,5 Açúcares Redutores (%) 68,53 68,96 60,71 Sacarose Aparente 3,53 3,59 8,35 A legislação brasileira estabelece os parâmetros físico-químicos de qualidade que o mel destinado ao consumo humano deve possuir (TABELA 2). TABELA 2 Parâmetros físico-químicos estabelecidos pela legislação brasileira para análise de mel. Parâmetros Hidroximetilfurfural Quantitativo Fermentos Diastásicos Normas vigentes Máx 60 mg/kg Açúcares redutores Mín. 65% Sacarose aparente Máx. 6% Umidade Máx 20 % Acidez titulável Mínimo 8 na escala Gothe 50 meq/kg Minerais Máx. 0,6 % Sólidos Insolúveis Máx 0,1 %

4 Fonte: Brasil, Pode-se observar que o mel de meliponíneos apresenta o parâmetro umidade acima do máximo permitido (20%) pela legislação, tornando-o menos denso que o mel das abelhas africanizadas e necessitando assim de uma atenção maior durante seu armazenamento, pois a alta umidade propicia sua fermentação. Porém, apesar da alta umidade, estes méis são de boa qualidade visto que apresentam um baixo teor de HMF que em quantidade elevada indica armazenamento prolongado em temperatura ambiente elevada e/ou superaquecimento. Observa-se também que o mel de Mandaçaia e Uruçu tem umidades maiores que o mel de Jataí e se encontram acima da acidez máxima permitida pela legislação. O mel de Uruçu, não se enquadra na legislação no parâmetro Açúcares Redutores e Sacarose Aparente e apresentou uma acidez muito elevada (95,67 meq/kg) que é um fator potencial para a promoção de uma maior vida útil do produto, uma vez que é uma condição desfavorável ao desenvolvimento microbiano. CONCLUSÃO Conclue-se que a legislação atual, referente ao mel de Apis mellifera, não é adequada para o mel de abelhas indígenas, demonstrando a necessidade de um padrão próprio para os méis de meliponíneos, a fim de evitar as constantes fraudes e possibilitar sua comercialização no mercado formal. AGRADECIMENTOS Os autores agradecem a FAPEMIG pela concessão de bolsa para execução do projeto e a NATUCENTRO pelo apoio e suporte tecnológico de forma a contribuir com a realização do projeto. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVES, R. M. de O. et al. Características físico-químicas de amostras de mel de melipona mandacaia smith (hymenoptera: apidae). Ciência e Tecnologia de Alimentos. Campinas, v.25, n.4, p , out./dez AZEREDO, L. C.; AZEREDO, M. A. A.; BESER, L. B. de O.; COSTA, V. C. S.; SILVA, V. A. G Características físico-químicas de amostras de méis de melíponas coletadas no Estado de Tocantins. In: Congresso Brasileiro de Apicultura, 2000, Florianópolis SC Anais... Florianópolis SC (CD).

5 BRASIL. Ministério da Agricultura. Instrução Normativa nº 11, de 20 de Outubro/2000. Regulamento técnico de identidade e qualidade do mel. Disponível em: < Acesso em : 25 ago CODEVASF. Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba. Última modificação: 30/04/2010. Alto São Francisco. Disponível em: < Acesso em: 25 de agosto de CORTOPASSI-LAURINO, M.; MONTENEGRO, A. H. de. Forrageamento na abelha uruçu (Melipona scutellaris) In: XIII CONGRESSO BRASILEIRO DE APICULTURA, 2000, Florionápolis- SC (CD). INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Normas analíticas do Instituto Adolfo Lutz: métodos químicos e físicos para análise de alimentos. 3ª ed. São Paulo, v.1, 1985, 533p. KERR, W.E., CARVALHO G.A., NASCIMENTO V. A. (Organizadores) Abelha Uruçu - Biologia, manejo e conservação. Belo Horizonte: Acungaú, p. (Manejo da vida silvestre, 2. MARCHINI, L. C.; CARVALHO, C. A. L. de; ALVES, R. M. O. et al. Características físicoquímicas de amostras de méis da abelha urucu (Melipona scutellaris). In: CONGRESSO BRASILEIRO DE APICULTURA, 12., Salvador, Anais. Salvador: Confederação Brasileira de Apicultura, p.201. MENDES, B. A.; COELHO, E. I. Considerações sobre características de mel de abelhas Análises e critérios de inspeção. Informe Agropecuário, v.9, p SOUZA, B. de A.; CARVALHO, C. A. L. de; SODRÉ, G. da S.; MARCHINI, L. C. Características físico-químicas de amostras de mel de Melipona asilvai (Hymenoptera: Apidae). Ciência Rural, v. 34, n. 5, p , 1999.

Caracterização dos méis de Apis melífera de diferentes floradas comparado com méis de abelhas indígena Meliponeae

Caracterização dos méis de Apis melífera de diferentes floradas comparado com méis de abelhas indígena Meliponeae Caracterização dos méis de Apis melífera de diferentes floradas comparado com méis de abelhas indígena Meliponeae Wallber Carneiro Ferreira 1, Maria Climene Bezerra de Medeiros Almeida 2, Patrício Borges

Leia mais

Anais do 1º Seminário sobre Criação de Abelhas & 1 Economia Solidária, Estado do Rio de Janeiro 2008 UFRRJ Seropédica, RJ, Brasil

Anais do 1º Seminário sobre Criação de Abelhas & 1 Economia Solidária, Estado do Rio de Janeiro 2008 UFRRJ Seropédica, RJ, Brasil Anais do 1º Seminário sobre Criação de Abelhas & 1 Análises Físico-Químicas de Méis de Apis mellifera & Tetragonisca angustula da Costa Verde, Estado do Rio de Janeiro* 1 Gustavo Belucci, 2 Laerte Azeredo

Leia mais

Jailson Bittencourt de Andrade Coordenador do projeto Pesquisando Kirimurê e da Rede Baías da Bahia

Jailson Bittencourt de Andrade Coordenador do projeto Pesquisando Kirimurê e da Rede Baías da Bahia Abelhas Abelha solitária: Mamangava (Xylocopa frontalis) Apresentação Em continuidade ao Estudo Multidisciplinar Baía de Todos os Santos (Projeto BTS), estão sendo realizadas investigações com foco nas

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE RETIFICAÇÃO 01 DO EDITAL Nº

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE RETIFICAÇÃO 01 DO EDITAL Nº SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE RETIFICAÇÃO 01 DO EDITAL Nº 36/2011-Reitoria/IFRN CONCURSO PÚBLICO GRUPO MAGISTÉRIO O REITOR DO INSTITUTO

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 PONTO DE COLHEITA EM ABOBRINHAS SANDY EDER JÚLIO DE JESUS 1 ; ALINE PRUDENTE MARQUES 2 ; POLIANA GASPAR TOSATO 2 RESUMO Um dos fatores que contribui para a extensão da vida útil dos produtos hortícolas

Leia mais

Produção do mel 29/10/2010

Produção do mel 29/10/2010 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ANIMAIS INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Introdução Inspeção de mel Diversidade da flora brasileira Diversidade Climática Grande potencial

Leia mais

Suporte técnico a pequenos e médios apicultores do município de Cassilandia-MS

Suporte técnico a pequenos e médios apicultores do município de Cassilandia-MS Suporte técnico a pequenos e médios apicultores do município de Cassilandia-MS Wagner da Paz Andrade 1 ; Gustavo Haralampidou da Costa Vieira 2 1 Estudante do Curso de Agronomia da UEMS, Unidade Universitária

Leia mais

16. Proposta de regulamento técnico de qualidade físico-química do mel floral processado produzido por abelhas do gênero Melipona

16. Proposta de regulamento técnico de qualidade físico-química do mel floral processado produzido por abelhas do gênero Melipona 1Stingless bees process honey and pollen in cerumen pots, 2013 Vit P & Roubik DW, editors 16. Proposta de regulamento técnico de qualidade físico-química do mel floral processado produzido por abelhas

Leia mais

!" "!#$%&! ' (& %()#' *& %)' )+,-&

! !#$%&! ' (& %()#' *& %)' )+,-& !" "!#$%&! ' (& %()#' *& %)' )+,-& (vista lateral) (vista superior) (órgão feminino - vista lateral) (órgão masculino) 1 &./*& %)' )+,-& 0É a transferência do pólen da antera para o estigma da flor. Pólen

Leia mais

DETERMINAÇÃO DOS PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICO DOS REFRIGERANTES

DETERMINAÇÃO DOS PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICO DOS REFRIGERANTES DETERMINAÇÃO DOS PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICO DOS REFRIGERANTES Tiago Cavalcante dos Santos Graduando em Química Industrial / DQ / CCT / UEPB Rene Pinto da Silva Graduado em Química Industrial / DQ / CCT

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO UFERSA DISCIPLINA: INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO UFERSA DISCIPLINA: INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO UFERSA DISCIPLINA: INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL INSPEÇÃO DE MEL Doutoranda: Carolina de Gouveia Mendes 2012.2 INTRODUÇÃO POA MAPA Mel Instrução Normativa

Leia mais

ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DE MÉIS DAS ABELHAS Apis Mellifera E Melipona Scutellaris 1

ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DE MÉIS DAS ABELHAS Apis Mellifera E Melipona Scutellaris 1 iii ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DE MÉIS DAS ABELHAS Apis Mellifera E Melipona Scutellaris 1 Adriana Evangelista-Rodrigues 2, Eva M. S. da Silva 3, Ennio Marcello Fernandes Beserra 4 1: Trabalho oriundo de parte

Leia mais

Desenvolvimento de um Software Aplicado para o Controle de Qualidade do Amido de Pachyrrhizus tuberosus

Desenvolvimento de um Software Aplicado para o Controle de Qualidade do Amido de Pachyrrhizus tuberosus Desenvolvimento de um Software Aplicado para o Controle de Qualidade do Amido de Pachyrrhizus tuberosus Maik Olher CHAVES 1 ; Sônia de Oliveira Duque PACCIULI 2 ; Thiago Magela Rodrigues DIAS 2 1 Aluno

Leia mais

Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Mel de Abelhas sem Ferrão Gênero Melipona

Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Mel de Abelhas sem Ferrão Gênero Melipona Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Mel de Abelhas sem Ferrão Gênero Melipona Prof. Rogério Marcos de O. Alves IFBAIANO/UFRB/GRUPO INSECTA IX Seminário Paranaense de Meliponicultura 20 de

Leia mais

Art. 1º Aprovar o REGULAMENTO TÉCNICO PARA FIXAÇÃO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LEITE EM PÓ MODIFICADO, em anexo.

Art. 1º Aprovar o REGULAMENTO TÉCNICO PARA FIXAÇÃO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DE LEITE EM PÓ MODIFICADO, em anexo. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 27, DE 12 DE JUNHO DE 2007 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO HIGIENE E INSPEÇÃO DE PRODUTOS EM ORIGEM ANIMAL

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO HIGIENE E INSPEÇÃO DE PRODUTOS EM ORIGEM ANIMAL UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO HIGIENE E INSPEÇÃO DE PRODUTOS EM ORIGEM ANIMAL ESTUDO DO MEL E DAS ABELHAS NATIVAS SEM FERRÃO NO CONTEXTO ALIMENTAR, AGROECOLÓGICO E SÓCIO-ECONÔMICO Oscar Fernando Batista

Leia mais

Mel de abelhas sem ferrão: contribuição para a caracterização físico-química

Mel de abelhas sem ferrão: contribuição para a caracterização físico-química SÉRIE MELIPONICULTURA N 04 o SÉRIE MELIPONICULTURA N 04 Mel de abelhas sem ferrão: contribuição para a caracterização físicoquímica Carlos Alfredo Lopes de Carvalho Bruno de Almeida Souza Geni da Silva

Leia mais

Obtenção de extrato de tomate em pó por diferentes processos: trocador de calor e concentrador a vácuo por coluna barométrica

Obtenção de extrato de tomate em pó por diferentes processos: trocador de calor e concentrador a vácuo por coluna barométrica Obtenção de extrato de tomate em pó por diferentes processos: trocador de calor e concentrador a vácuo por coluna barométrica Maria Silveira COSTA 1 ; Lourayne de Paula Faria MACHADO 2 ; Rogério Amaro

Leia mais

Controle da qualidade em uma fábrica de sorvetes de pequeno porte

Controle da qualidade em uma fábrica de sorvetes de pequeno porte Controle da qualidade em uma fábrica de sorvetes de pequeno porte Fernanda Lima Pereira 1, Suelem Correia Garcia 1, Tiago Rodrigues da Costa 1, Rodrigo Herman da Silva 2 ¹Estudante do curso de Engenharia

Leia mais

Avaliação de espécies de banana verde para produção de biomassa

Avaliação de espécies de banana verde para produção de biomassa Avaliação de espécies de banana verde para produção de biomassa Sabrina Vargas MONTEIRO¹; Maria Alice NASCIMENTO ²; Adryze Gabrielle DORÁSIO²; Sonia de Oliveira Duque PACIULLI³. 1Estudantes do Curso Superior

Leia mais

Critério do Comércio Justo para. Organizações de Pequenos Produtores

Critério do Comércio Justo para. Organizações de Pequenos Produtores Critério do Comércio Justo para Mel de Organizações de Pequenos Produtores Versão atual: 16.02.2009 Substitui a versão anterior de: 01.02.2005 Data esperada para a próxima revisão: 2014 Envie seus comentários

Leia mais

Caracterização de iogurte elaborado a partir de leite de cabra acrescido com polpa de uvaia (Eugenia uvalha cambess)

Caracterização de iogurte elaborado a partir de leite de cabra acrescido com polpa de uvaia (Eugenia uvalha cambess) Caracterização de iogurte elaborado a partir de leite de cabra acrescido com polpa de uvaia (Eugenia uvalha cambess) Emerson Divino PEREIRA 1 ; Sonia de Oliveira Duque PACIULLI 3 ; Jéssica Ribeiro HENRIQUE

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 COMPARAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA E COMPOSIÇÃO FENÓLICA DE CACHAÇAS ENVELHECIDAS EM BARRIS DE CARVALHO E AMARELO DO PARÁ WILDER DOUGLAS SANTIAGO 1 ; MARIA DAS GRAÇAS CARDOSO 2 ; LIDIANY MENDONÇA ZACARONI 3 ; ANA

Leia mais

Custo de produção de mel: uma proposta para abelhas africanizadas e meliponíneos

Custo de produção de mel: uma proposta para abelhas africanizadas e meliponíneos o SÉRIE MELIPONICULTURA - N 02 Custo de produção de mel: uma proposta para abelhas africanizadas e meliponíneos Rogério Marcos de Oliveira Alves Bruno de Almeida Souza Carlos Alfredo Lopes de Carvalho

Leia mais

Análise dos processos de produção da própolis e do mel: um estudo de caso em uma empresa alimentícia do centro-oeste de Minas Gerais

Análise dos processos de produção da própolis e do mel: um estudo de caso em uma empresa alimentícia do centro-oeste de Minas Gerais Análise dos processos de produção da própolis e do mel: um estudo de caso em uma empresa alimentícia do centro-oeste de Minas Gerais Tatiane Goulart OLIVEIRA ¹; Estefânia Paula da SILVA²; Rodrigo Herman

Leia mais

NEGÓCIOS. criar abelhas. APICULTURA: a arte de PEQUENOS

NEGÓCIOS. criar abelhas. APICULTURA: a arte de PEQUENOS APICULTURA: a arte de criar abelhas Desde sua criação, em setembro de 2007, a Comissão de Estudo Especial de Cadeia Apícola (ABNT/CEE-87) vem desempenhando papel estratégico para o desenvolvimento da apicultura

Leia mais

Liberação comercial Eucalipto geneticamente modificado (H421) Potenciais riscos para a apicultura Brasileira

Liberação comercial Eucalipto geneticamente modificado (H421) Potenciais riscos para a apicultura Brasileira Liberação comercial Eucalipto geneticamente modificado (H421) Potenciais riscos para a apicultura Brasileira Esther Margarida Bastos Fundação Ezequiel Dias/ Belo Horizonte/ MG A apicultura é de fundamental

Leia mais

EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO ALIMENTÍCIA. Disciplinas da Formação Técnica Específica - FTE

EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO ALIMENTÍCIA. Disciplinas da Formação Técnica Específica - FTE SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO E STADO DA BAHIA SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL- SUPROF DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DIRDEP EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO ALIMENTÍCIA EMENTÁRIO:

Leia mais

XXV CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOTECNIA ZOOTEC 2015 Dimensões Tecnológicas e Sociais da Zootecnia

XXV CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOTECNIA ZOOTEC 2015 Dimensões Tecnológicas e Sociais da Zootecnia A IMPORTÂNCIA DA CARACTERIZAÇÃO DOS PRODUTOS APÍCOLAS PARA A AGRICULTURA FAMILIAR Júlio Otávio Portela Pereira 1 Silmara Azevedo Lopes 2 Ana Josymara Lira Silva 3 INTRODUÇÃO A atividade apícola, no Brasil,

Leia mais

Implantação e manutenção de uma horta comunitária na APAE de Bambuí MG

Implantação e manutenção de uma horta comunitária na APAE de Bambuí MG VIII SEMANA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO IFMG-CAMPUS BAMBUÍ II MOSTRA DE EXTENSÃO Implantação e manutenção de uma horta comunitária na APAE de Bambuí MG Bruno Dorneles de Oliveira¹; Eduardo Castelar Silva

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E QUÍMICAS DO MEL E PREPARO DO PÓLEN COMO AGENTE DE CRISTALIZAÇÃO

AVALIAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E QUÍMICAS DO MEL E PREPARO DO PÓLEN COMO AGENTE DE CRISTALIZAÇÃO AVALIAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E QUÍMICAS DO MEL E PREPARO DO PÓLEN COMO AGENTE DE CRISTALIZAÇÃO Elaine Kaspchak (BIC/ Fundação Araucária), Leda Battestin Quast (Orientador), e-mail: lbattestin@uol.com.br,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ- REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOTECNIA PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ- REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOTECNIA PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ- REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOTECNIA PROGRAMA DE DISCIPLINA CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA Nº DE CRÉDITOS TEÓRICOS

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DO MEL DE DIFERENTES ESPÉCIES DE ABELHAS NATIVAS CRIADAS NA CETREVI-EPAGRI-VIDEIRA

CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DO MEL DE DIFERENTES ESPÉCIES DE ABELHAS NATIVAS CRIADAS NA CETREVI-EPAGRI-VIDEIRA CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DO MEL DE DIFERENTES ESPÉCIES DE ABELHAS NATIVAS CRIADAS NA CETREVI-EPAGRI-VIDEIRA Serigheli, Luiz Felipe C. 1 ; Friedemann, Maurício T. 2 ; Torres, Aledson R. 3 ; Afonso,

Leia mais

Conscientização da qualidade do leite e prevenção da mastite nas comunidades rurais de Bambuí

Conscientização da qualidade do leite e prevenção da mastite nas comunidades rurais de Bambuí Conscientização da qualidade do leite e prevenção da mastite nas comunidades rurais de Bambuí Clara Costa Zica Gontijo¹; Brenda Veridiane Dias¹; Silvana Lúcia dos Santos Medeiros² ¹Estudante de Zootecnia.

Leia mais

Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA

Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA 01. OBJETIVO: Esta norma tem por objetivo definir as características de

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Brasília, janeiro de 2010

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Brasília, janeiro de 2010 Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Mel Brasília, janeiro de 2010 Cartilha Temática Mel Miolo.indd 1 21/12/2009 06:37:22 Cartilha Temática Mel Miolo.indd 2 21/12/2009

Leia mais

GSC EXPLICA SÉRIE EXPERTISE VETERINÁRIA

GSC EXPLICA SÉRIE EXPERTISE VETERINÁRIA GSC EXPLICA SÉRIE EXPERTISE VETERINÁRIA ANÁLISE DE RAÇÃO PARA CÃES E GATOS Fonte: http://www.inmetro.gov.br/consumidor/produtos/racao.asp Para a realização dos ensaios foram utilizados os seguintes documentos:

Leia mais

HISTÓRIA: PROCESSAMENTO LEITES FERMETADOS. Leite fermentado batido

HISTÓRIA: PROCESSAMENTO LEITES FERMETADOS. Leite fermentado batido LEITES FERMETADOS Profa.Dra.Vanerli Beloti HISTÓRIA: Consumido há século em todo Mediterrâneo Oriental Primeiro alimento transformado que se tem notícia na história da humanidade Iogurte é o mais popular

Leia mais

CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS DE MEL DE CAPIXINGUI E SILVESTRE DA REGIÃO DE ORTIGUEIRA-PR

CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS DE MEL DE CAPIXINGUI E SILVESTRE DA REGIÃO DE ORTIGUEIRA-PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ALIMENTOS CAMILA VICENTE DA SILVA CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS DE MEL DE CAPIXINGUI E SILVESTRE DA REGIÃO DE ORTIGUEIRA-PR

Leia mais

APICULTURA NA REGIÃO DE PONTA GROSSA: AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO MEL E ELABORAÇÃO DE BOLACHAS DE MEL

APICULTURA NA REGIÃO DE PONTA GROSSA: AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO MEL E ELABORAÇÃO DE BOLACHAS DE MEL 8. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: TECNOLOGIA APICULTURA NA REGIÃO DE PONTA GROSSA: AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO MEL E ELABORAÇÃO DE BOLACHAS DE MEL PIROSKI, Camila Sztoltz 1 COSTA,

Leia mais

PARÂMETROS DE DIFERENCIAÇÃO DOS MÉIS DOS PRINCIPAIS GRUPOS DE ABELHAS CRIADAS PARA A PRODUÇÃO DE MEL NA BAHIA

PARÂMETROS DE DIFERENCIAÇÃO DOS MÉIS DOS PRINCIPAIS GRUPOS DE ABELHAS CRIADAS PARA A PRODUÇÃO DE MEL NA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS, AMBIENTAIS E BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DEFESA AGROPECUÁRIA MESTRADO PROFISSIONAL PARÂMETROS DE DIFERENCIAÇÃO DOS MÉIS

Leia mais

QUALIDADE DE MÉIS DE ABELHAS NATIVAS SEM FERRÃO DO ESTADO DO PIAUÍ, BRASIL*

QUALIDADE DE MÉIS DE ABELHAS NATIVAS SEM FERRÃO DO ESTADO DO PIAUÍ, BRASIL* QUALIDADE DE MÉIS DE ABELHAS NATIVAS SEM FERRÃO DO ESTADO DO PIAUÍ, BRASIL* Aline Marques Monte¹ +, Maria Liliane Ximendes Azevedo 2, Francisco das Chagas Cardoso Filho 1, Aline Maria Dourado Rodrigues

Leia mais

AVALIAÇÃO DO TRANSPORTE MIGRATÓRIO DE ABELHAS SEM FERRÃO. João Marcos Cardoso Alves dos Santos¹ Soraya Regina Sacco²

AVALIAÇÃO DO TRANSPORTE MIGRATÓRIO DE ABELHAS SEM FERRÃO. João Marcos Cardoso Alves dos Santos¹ Soraya Regina Sacco² AVALIAÇÃO DO TRANSPORTE MIGRATÓRIO DE ABELHAS SEM FERRÃO João Marcos Cardoso Alves dos Santos¹ Soraya Regina Sacco² ¹Aluno do Curso de Tecnologia em Agronegócio da FATEC Itapetininga. E-mail: joao_cardoso_alves@hotmail.com

Leia mais

Processo para solicitação de registro de nova cultivar no Brasil

Processo para solicitação de registro de nova cultivar no Brasil Processo para solicitação de registro de nova cultivar no Brasil Chrystiano Pinto de RESESNDE 1 ; Marco Antônio Pereira LOPES 2 ; Everton Geraldo de MORAIS 3 ; Luciano Donizete GONÇALVES 4 1 Aluno do curso

Leia mais

APICULTURA SUSTENTÁVEL Carlos Pamplona Rehder

APICULTURA SUSTENTÁVEL Carlos Pamplona Rehder APICULTURA SUSTENTÁVEL Carlos Pamplona Rehder Dados da Apicultura no Brasil 350 mil apicultores - renda familiar 184 entrepostos com SIF Centenas de entrepostos com Serviço inspeção estadual e municipal

Leia mais

Portaria ADAB nº 207 DE 21/11/2014

Portaria ADAB nº 207 DE 21/11/2014 Portaria ADAB nº 207 DE 21/11/2014 Norma Estadual - Bahia Publicado no DOE em 26 nov 2014 Aprova o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Mel de Abelha social sem ferrão, gênero Melipona, conforme

Leia mais

COMPARAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA EM PONTOS DETERMINADOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CAMBORIÚ

COMPARAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA EM PONTOS DETERMINADOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CAMBORIÚ COMPARAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA EM PONTOS DETERMINADOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CAMBORIÚ Pietra Quelissa ROBE, Estudante de Controle Ambiental do IFC- Campus Camboriú Yasmin Nunes DA SILVA, Estudante

Leia mais

MELIPONICULTURA: OPORTUNIDADE DE RENDA COMPLEMENTAR PARA OS QUILOMBOLAS DO MUNICÍPIO DE DIAMANTE PB

MELIPONICULTURA: OPORTUNIDADE DE RENDA COMPLEMENTAR PARA OS QUILOMBOLAS DO MUNICÍPIO DE DIAMANTE PB MELIPONICULTURA: OPORTUNIDADE DE RENDA COMPLEMENTAR PARA OS QUILOMBOLAS DO MUNICÍPIO DE DIAMANTE PB Rosélia Maria de Sousa Santos¹; José Ozildo dos Santos 2 ; Rafael Chateaubriand de Miranda¹; Iluskhanney

Leia mais

DESEMPENHO DE MUDAS CHRYSOPOGON ZIZANIOIDES (VETIVER) EM SUBSTRATO DE ESTÉRIL E DE REJEITO DA MINERAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO

DESEMPENHO DE MUDAS CHRYSOPOGON ZIZANIOIDES (VETIVER) EM SUBSTRATO DE ESTÉRIL E DE REJEITO DA MINERAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO Belo Horizonte/MG 24 a 27/11/2014 DESEMPENHO DE MUDAS CHRYSOPOGON ZIZANIOIDES (VETIVER) EM SUBSTRATO DE ESTÉRIL E DE REJEITO DA MINERAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO Igor Fernandes de Abreu (*), Giovane César

Leia mais

Comunicado Técnico 13

Comunicado Técnico 13 Comunicado Técnico 13 ISSN 2177-854X Junho. 2011 Uberaba - MG Planejamento e Implantação de um apiário Instruções Técnicas Responsáveis: Gisele Cristina Favero E-mail: giselefav82@yahoo.com.br Mestre em

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 6.036, DE 2013 Dispõe sobre a restrição do uso de agentes aromatizantes ou flavorizantes em bebidas alcoólicas e da outras providências. Autora:

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Superintendência ncia Federal de Agricultura no Estado do Rio de Janeiro Serviço o de Inspeção o de Produtos Agropecuários rios RENATA PATRICIA LOURENÇO

Leia mais

Astrofotografia do sistema solar

Astrofotografia do sistema solar Astrofotografia do sistema solar Jéssica de SOUZA ALVES 1 ; Mayler MARTINS 2 1 Estudante do curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio, Bolsista de Iniciação Científica Júnior (PIBICJr) FAPEMIG.

Leia mais

ÁGUA QUE BEBEMOS: PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO EM RELAÇÃO AOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ÁGUA MINERAL EM SERGIPE, BRASIL.

ÁGUA QUE BEBEMOS: PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO EM RELAÇÃO AOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ÁGUA MINERAL EM SERGIPE, BRASIL. ÁGUA QUE BEBEMOS: PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO EM RELAÇÃO AOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE ÁGUA MINERAL EM SERGIPE, BRASIL. Camilla Santos Almeida(*), Luana Gila Andrade, Nayara Gomes Cruz, Rafaella Santana Santos,

Leia mais

LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007

LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007 LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007 Publicada no DOE(Pa) de 20.11.07. Dispõe sobre a Política Estadual para o Desenvolvimento e Expansão da Apicultura e dá outras providências. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

Leia mais

embora sejam iguais, os genes das duas espécies estão espalhados distintamente intacta do DNA mitocondrial

embora sejam iguais, os genes das duas espécies estão espalhados distintamente intacta do DNA mitocondrial Apenas mil das 30 mil espécies de abelhas conhecidas no mundo formam colônias e sociedades organizadas - as demais vivem solitariamente ou em colônias de organização menos complexa. O modelo clássico de

Leia mais

Aplicação do algoritmo genético na otimização da produção em indústrias de açúcar e álcool

Aplicação do algoritmo genético na otimização da produção em indústrias de açúcar e álcool Aplicação do algoritmo genético na otimização da produção em indústrias de açúcar e álcool Lucélia Costa Oliveira¹; Mário Luiz Viana Alvarenga² ¹ Aluna do curso de Engenharia de Produção e bolsista do

Leia mais

QUALIDADE FÍSICO-QUÍMICA DE MÉIS COMERCIALIZADOS NO MUNICÍPIO DE UBERABA

QUALIDADE FÍSICO-QUÍMICA DE MÉIS COMERCIALIZADOS NO MUNICÍPIO DE UBERABA QUALIDADE FÍSICO-QUÍMICA DE MÉIS COMERCIALIZADOS NO MUNICÍPIO DE UBERABA BRAGA, K. A. 1 ; SILVA, M.B.L. 2 ; PEREIRA, L.A. 3 ; BESSA, J.A. 2 1 Estudante 6 período em Tecnologia em Alimentos - bolsista PIBIC-IFTM.

Leia mais

PRODUÇÃO DE ETANOL A PARTIR DA RAIZ DE MANDIOCABA

PRODUÇÃO DE ETANOL A PARTIR DA RAIZ DE MANDIOCABA RESUMO PRODUÇÃO DE ETANOL A PARTIR DA RAIZ DE MANDIOCABA Autores: Souza, Milena C.; França, Luiz F.; Corrêa, Nádia C. F.; Gomes, Lúcia F. A.; Universidade Federal do Pará. milenacosta26@yahoo.com.temática:

Leia mais

Cadeia Produtiva do Leite. Médio Integrado em Agroindústria

Cadeia Produtiva do Leite. Médio Integrado em Agroindústria Médio Integrado em Agroindústria A importância da cadeia do leite A cadeia do leite e de seus derivados desempenha papel relevante no suprimento de alimentos e na geração de emprego e renda, se igualando

Leia mais

Ademilson Espencer Egea Soares

Ademilson Espencer Egea Soares APLICAÇÃO DO MELHORAMENTO GENÉTICO EM APIÁRIOS COMERCIAIS Ademilson Espencer Egea Soares Depto. De Genética FMRPUSP Av. Bandeirantes, 3900 14.049-900 Ribeirão Preto, SP aesoares@fmrp.usp.br DRACENA, 7-8/06/2013

Leia mais

Estudo Bioquímico de Qualidade do Mel de Abelha Comercializado no Municipio de Caraúbas - RN

Estudo Bioquímico de Qualidade do Mel de Abelha Comercializado no Municipio de Caraúbas - RN Revista Verde de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável Artigo Científico http://revista.gvaa.com.br ISSN 1981-8203 Estudo Bioquímico de Qualidade do Mel de Abelha Comercializado no Municipio de Caraúbas

Leia mais

DIVERGÊNCIA QUANTO O TEOR ALCOÓLICO ROTULADO EM CACHAÇAS COMERCIAIS

DIVERGÊNCIA QUANTO O TEOR ALCOÓLICO ROTULADO EM CACHAÇAS COMERCIAIS DIVERGÊNCIA QUANTO O TEOR ALCOÓLICO ROTULADO EM CACHAÇAS COMERCIAIS WLADYMYR JEFFERSON BACALHAU DE SOUZA 1 ; NORMANDO MENDES RIBEIRO FILHO 2 ; RAISSA CRISTINA SANTOS 4 ; KATILAYNE VIEIRA DE ALMEIDA 1 ;

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 1122, DE 2013.

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 1122, DE 2013. CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 1122, DE 2013. Susta a aplicação do art. 25 da Instrução Normativa nº 6, de 3 de abril de 2012,

Leia mais

Curiosidades A Vida das Abelhas.

Curiosidades A Vida das Abelhas. Curiosidades A Vida das Abelhas. Se as abelhas desaparecessem da face da terra, a espécie humana teria somente mais 4 anos de vida. Sem abelhas não há polinização, ou seja, sem plantas, sem animais, sem

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA-SDA COORDENAÇÃO GERAL DE APOIO LABORATORIAL-CGAL

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA-SDA COORDENAÇÃO GERAL DE APOIO LABORATORIAL-CGAL LABORATÓRIO NACIONAL AGROPECUÁRIO EM GOIÁS LABORATÓRIO DE ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS DE BEBIDAS E VINAGRES LABV/LANAGRO-GO Endereço: Rua da Divisa, s/n Bairro: Setor Jaó CEP: 74674-025 Cidade: Goiânia Fone:

Leia mais

Diretoria de Contratos, Indicações Geográficas e Registros - DICIG Indicação Geográfica

Diretoria de Contratos, Indicações Geográficas e Registros - DICIG Indicação Geográfica Diretoria de Contratos, Indicações Geográficas e Registros - DICIG Indicação Geográfica RPI 2257 de 08/04/2014 CÓDIGO: 305 (EXIGÊCIA FORMAL) PEDIDO Nº: BR412013000004-0 DATA DE DEPÓSITO: 22/08/2013 REQUERENTE:

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 1.847, DE 2003

PROJETO DE LEI N o 1.847, DE 2003 COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE LEI N o 1.847, DE 2003 Institui o Programa Nacional de Apoio aos Produtos Nativos do Cerrado e dá outras providências. Autor: Deputado

Leia mais

ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ.

ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ. ANÁLISE DE ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ. Naiane Ramilio 1, Ana Cristina Franzoi TEIXEIRA 2, Adriano MARTENDAL 3 1 Estudante do Curso Técnico em

Leia mais

Iogurte Sólido com Aroma

Iogurte Sólido com Aroma Escola Superior Agrária de Coimbra Licenciatura Engenharia Alimentar Processamento Geral dos Alimentos Iogurte Sólido com Aroma Elaborado por: Joana Rodrigues nº 20703020 José Sousa nº 20708048 Luís Jordão

Leia mais

VII Semana de Ciência e Tecnologia IFMG Câmpus Bambuí VII Jornada Científica e I Mostra de Extensão 21 a 23 de outubro de 2014

VII Semana de Ciência e Tecnologia IFMG Câmpus Bambuí VII Jornada Científica e I Mostra de Extensão 21 a 23 de outubro de 2014 Plantando a Semente, Cultivando Vidas Alex Lopes Carvalho 1 ; Vagner Aparecido Vítor² Ricardo Monteiro Corrêa ³; ¹ Estudantes de Agronomia. Instituto Federal Minas Gerais (IFMG) campus Bambuí. Bambuí MG.

Leia mais

Características físico-químicas dos méis do município de São Fidelis-RJ 1

Características físico-químicas dos méis do município de São Fidelis-RJ 1 Características físico-químicas dos méis do município de São Fidelis-RJ 1 Maria Aparecida Alves AZEREDO 2, Laerte da Cunha AZEREDO 2,*, Joelma Gonçalves DAMASCENO 3 RESUMO De acordo com a tonalidade as

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS DE SARDINHAS ENLATADAS EM ÓLEO COMESTÍVEL, MOLHO DE TOMATE E AO NATURAL 1

ANÁLISE COMPARATIVA DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS DE SARDINHAS ENLATADAS EM ÓLEO COMESTÍVEL, MOLHO DE TOMATE E AO NATURAL 1 ANÁLISE COMPARATIVA DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS DE SARDINHAS ENLATADAS EM ÓLEO COMESTÍVEL, MOLHO DE TOMATE E AO NATURAL 1 CASSANEGO, Daniela Buzatti 2 ; MATTANNA, Paula 2 ; GUSSO, Ana Paula 2 ;

Leia mais

O MEL E SUAS CARACTERÍSTICAS. Nivaldo César ALVIM Discente da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia-FAMED (UNITERRA)-Garça-SP-Brasil

O MEL E SUAS CARACTERÍSTICAS. Nivaldo César ALVIM Discente da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia-FAMED (UNITERRA)-Garça-SP-Brasil REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA - ISSN 1679-7353 PERIODICIDADE SEMESTRAL EDIÇÃO NÚMERO 3 JULHO DE 2004 -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Serviço Público Federal Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense Pró-Reitoria de Ensino

Serviço Público Federal Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense Pró-Reitoria de Ensino DISCIPLINA: Consórcios Zoofrutícola (Aves e Apicultura) Vigência: a partir de 2011/2 Período Letivo: 1º ano Carga horária Total: 60 h Código: VG_TEC032 E Ementa: Discussões e análises criteriosas das principais

Leia mais

Biologia da conservação das abelhas sem ferrão na região de Bambuí MG

Biologia da conservação das abelhas sem ferrão na região de Bambuí MG Biologia da conservação das abelhas sem ferrão na região de Bambuí MG ¹Éverton B. SILVA; ²Jéssyka M. PARREIRA; ²Leandro A. MORAES; ³Eriks T. VARGAS; ³Gabriel C. JACQUES. ¹Estudante de Biologia, Bolsista

Leia mais

A REALIDADE DAS AGROINDÚSTRIAS DOS MUNICÍPIOS DE BARRACÃO E BOM JESUS DO SUL, PR. Ivanira Correia de Oliveira 1 (Coordenadora da Ação de Extensão)

A REALIDADE DAS AGROINDÚSTRIAS DOS MUNICÍPIOS DE BARRACÃO E BOM JESUS DO SUL, PR. Ivanira Correia de Oliveira 1 (Coordenadora da Ação de Extensão) A REALIDADE DAS AGROINDÚSTRIAS DOS MUNICÍPIOS DE BARRACÃO E BOM JESUS DO SUL, PR. Área Temática 07: Tecnologia e Produção Ivanira Correia de Oliveira 1 (Coordenadora da Ação de Extensão) Kérley Braga Pereira

Leia mais

A importância do Cerrado

A importância do Cerrado A importância do Cerrado Quem vive no Cerrado mora em uma das regiões mais ricas em espécies de plantas e animais do mundo, muitas delas ainda desconhecidas pela ciência e que só existem ali. É ainda nas

Leia mais

Difusão de conhecimentos técnicos sobre cultivo de hortaliças e adoção de novas metodologias de ensino com o emprego de horta escolar

Difusão de conhecimentos técnicos sobre cultivo de hortaliças e adoção de novas metodologias de ensino com o emprego de horta escolar VII Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - Campus Bambuí VII Jornada Científica e I Mostra de Extensão 21 a 23 de outubro de 2014 Difusão de conhecimentos técnicos sobre cultivo de hortaliças e adoção de

Leia mais

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 CONSERVAÇÃO PELO USO DA PALMEIRA JUÇARA: CARACTERIZAÇÃO DO EXTRATO AQUOSO DOS FRUTOS

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 CONSERVAÇÃO PELO USO DA PALMEIRA JUÇARA: CARACTERIZAÇÃO DO EXTRATO AQUOSO DOS FRUTOS 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( x ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

BIOAGRI ANÁLISES DE ALIMENTOS

BIOAGRI ANÁLISES DE ALIMENTOS Ministério da Abastecimento Data de atualização: Secretaria de Defesa Agropecuária SDA BIOAGRI ANÁLISES DE ALIMENTOS Nome Empresarial: BIOAGRI ANÁLISES DE ALIMENTOS LTDA. CNPJ: 00.000.410/0001-32 Endereço:

Leia mais

MEL: PARÂMETROS DE QUALIDADE E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A SAÚDE

MEL: PARÂMETROS DE QUALIDADE E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A SAÚDE 207 MEL: PARÂMETROS DE QUALIDADE E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A SAÚDE SAMUEL MEIRELES 1 ISABELLA ANTÔNIA CAMPOLINA CANÇADO 2 RESUMO: A qualidade de diferentes marcas de mel foram mensuradas através das análises

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO MERCOSUL IDENTIDADE E QUALIDADE DO MEL

REGULAMENTO TÉCNICO MERCOSUL IDENTIDADE E QUALIDADE DO MEL MERCOSUL/GMC/RES. Nº 56/99 REGULAMENTO TÉCNICO MERCOSUL IDENTIDADE E QUALIDADE DO MEL TENDO EM VISTA: 0 Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, as Resoluções N 91/93, 15/94, 152/96 e 38/98 do Grupo

Leia mais

MARIA INÊZ DA SILVA, MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES, CRISTIANE CIDÁLIA CORDEIRO E SUELLEN ARAÚJO. Introdução

MARIA INÊZ DA SILVA, MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES, CRISTIANE CIDÁLIA CORDEIRO E SUELLEN ARAÚJO. Introdução 1 TRABALHANDO AS BORBOLETAS E AS ABELHAS COMO INSETOS POLINIZADORES NAS AULAS PRÁTICAS DE DUCAÇÃO AMBIENTAL E ZOOLOGIA NO CURSO DE LICENCIATURA EM BIOLOGIA MARIA INÊZ DA SILVA, MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES,

Leia mais

Processamento do Iogurte Gordo Sólido

Processamento do Iogurte Gordo Sólido Escola Superior Agrária De Coimbra Processamento Geral dos Alimentos Processamento do Iogurte Gordo Sólido Trabalho realizado por: Pedro Sá nº20603025 Ana Oliveira nº 20603030 Lénia Belas nº 20603031 Elisabete

Leia mais

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais,

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, DECRETO N 037/2014 Regulamenta aplicação das Instruções Normativas SDE Nº 01/2014 a 02/2014, que dispõem sobre as Rotinas e Procedimentos do Sistema de Desenvolvimento Econômico a serem observados no âmbito

Leia mais

Implantação de espécies nativas em área de preservação no IFMG - Câmpus Bambuí José Augusto Melo de RESENDE¹; Maria Carolina Gaspar BOTREL²;

Implantação de espécies nativas em área de preservação no IFMG - Câmpus Bambuí José Augusto Melo de RESENDE¹; Maria Carolina Gaspar BOTREL²; Implantação de espécies nativas em área de preservação no IFMG - Câmpus Bambuí José Augusto Melo de RESENDE¹; Maria Carolina Gaspar BOTREL²; ¹ Aluno do curso de Agronomia e bolsista do Programa Institucional

Leia mais

Palavras-chave: Sertão Paraibano. Apicultura. Importância da Certificação.

Palavras-chave: Sertão Paraibano. Apicultura. Importância da Certificação. A MÍDIA COMO INSTRUMENTO DE PROMOÇÃO E VALORIZAÇÃO DA APICULTURA BRASILEIRA: Mostrando a sociedade a importância alimentar do mel de abelha Iluskhanney Gomes de Medeiros Nóbrega¹; Rafael Chateaubriand

Leia mais

PROJETO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2009

PROJETO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2009 PROJETO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição,

Leia mais

Revista Caatinga ISSN: 0100-316X caatinga@ufersa.edu.br Universidade Federal Rural do Semi-Árido Brasil

Revista Caatinga ISSN: 0100-316X caatinga@ufersa.edu.br Universidade Federal Rural do Semi-Árido Brasil Revista Caatinga ISSN: 0100-316X caatinga@ufersa.edu.br Universidade Federal Rural do Semi-Árido Brasil NOGUEIRA LIMA SILVA, KELLY DE FÁTIMA; MELO QUEIROZ, ALEXANDRE JOSÉ DE; FEITOSA DE FIGUEIREDO, ROSSANA

Leia mais

MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras

MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras MEIOS DE CULTURA Associação equilibrada de agentes químicos (nutrientes, ph, etc.) e físicos (temperatura, viscosidade, atmosfera, etc) que permitem o cultivo de microorganismos fora de seu habitat natural.

Leia mais

ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS DE MÉIS CONSUMIDOS NO VALE DO AÇO/ MG PHYSICO-CHEMICAL PROPERTIES OF HONEY CONSUMED IN VALE DO AÇO/ MG

ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS DE MÉIS CONSUMIDOS NO VALE DO AÇO/ MG PHYSICO-CHEMICAL PROPERTIES OF HONEY CONSUMED IN VALE DO AÇO/ MG ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS DE MÉIS CONSUMIDOS NO VALE DO AÇO/ MG PHYSICO-CHEMICAL PROPERTIES OF HONEY CONSUMED IN VALE DO AÇO/ MG Pinto, Carime Chamon de Oliveira Abdalla 1; Lima, Leonardo Ramos Paes de

Leia mais

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Embrapa Amazônia Oriental Belém, PA 2015 CARACTERIZAÇÃO E AVALIAÇÃO MORFOLÓGICA

Leia mais

NORMAS PARA PUBLICAÇÃO. a) Instruções aos Autores

NORMAS PARA PUBLICAÇÃO. a) Instruções aos Autores NORMAS PARA PUBLICAÇÃO a) Instruções aos Autores Está habilitada a publicação de trabalhos de pesquisadores nacionais e internacionais. Os trabalhos originais devem ser inéditos e escritos em Língua Portuguesa

Leia mais

Data: ABN. Cafés especiais do Brasil consolidam novos mercados

Data: ABN. Cafés especiais do Brasil consolidam novos mercados Veículo: Assunto: Data: ABN 28/09/2012 Cafés especiais do Brasil consolidam novos mercados http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=71860 Que o Brasil há muitos anos produz cafés de qualidade excepcional

Leia mais

NUTRICIUM INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA FICHA DE ESPECIFICAÇÃO SUSTEMIL BAUNILHA

NUTRICIUM INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA FICHA DE ESPECIFICAÇÃO SUSTEMIL BAUNILHA FICHA DE ESPECIFICAÇÃO SUSTEMIL BAUNILHA IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA NOME DA EMPRESA: NUTRICIUM INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA Endereço: Rua Pitangui, n 77 Bairo Concórdia, Belo Horizonte MG CNPJ. 04.040.657/0001-33

Leia mais

PROJETO SOLO É VIDA SISTEMA INTEGRADO DE CRIAÇÃO DE MINHOCAS VOLUME CRIAÇÃO E MANEJO AGROECOLÓGICO. Manual de Instrução

PROJETO SOLO É VIDA SISTEMA INTEGRADO DE CRIAÇÃO DE MINHOCAS VOLUME CRIAÇÃO E MANEJO AGROECOLÓGICO. Manual de Instrução PROJETO SOLO É VIDA SISTEMA INTEGRADO DE CRIAÇÃO DE MINHOCAS VOLUME CRIAÇÃO E MANEJO AGROECOLÓGICO Manual de Instrução Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal Sebrae do Distrito

Leia mais

b) preparado contendo laranja (fruta) e banana (fruta) corresponde a um ingrediente característico;

b) preparado contendo laranja (fruta) e banana (fruta) corresponde a um ingrediente característico; MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 17, DE 19 DE JUNHO DE 2013 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o, DE DE DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o, DE DE DE 2008. Portaria Nº 64, DE 23 DE ABRIL DE 2008 Situação: Vigente Publicado no Diário Oficial da União de 24/04/2008, Seção 1, Página 9 Ementa: Submete à Consulta Pública, pelo prazo de 60 (sessenta) dias a contar

Leia mais

JornApis. Informando sobre a apicultura cearense. GPAP SOLIDÁRIO Uma colaboração social. (Pág. 2) Curiosidades sobre o mel. (Pág.

JornApis. Informando sobre a apicultura cearense. GPAP SOLIDÁRIO Uma colaboração social. (Pág. 2) Curiosidades sobre o mel. (Pág. ISSN 2316-4794 JornApis Informando sobre a apicultura cearense JornApis, Número 6, Jan/Mar, 2013 - Publicação do Grupo de Pesquisas com Abelhas e Polinização da UVA GPAP SOLIDÁRIO Uma colaboração social

Leia mais