Storm Processamento e análise real time para Big Data 7/24/12 Fabio Velloso

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "http://blogging.avnet.com/weblog/cioinsights/tag/big-data/ Storm Processamento e análise real time para Big Data 7/24/12 Fabio Velloso"

Transcrição

1 Storm Processamento e análise real time para Big Data Fabio Velloso

2 Fabio Velloso Bio Bacharel em Ciência da Computação - UFSCar MBA FGV Desenvolvedor Java desde 1996 Fundador do SouJava Gerente de Arquitetura de Sistemas Telefonica VIVO Professor de SOA e Web Services do curso de Pós- Graduação "Lato-Sensu" em Desenvolvimento de Software para Web da UFSCar Atualmente desenvolve projetos pessoais com Big Data, Cloud Computing, Design Thinking, Service Design e Economia Criativa

3 Agenda Storm Contexto Big Data Definição e características Cenários de uso e aplicações Storm Storm e Hadoop

4 Agenda Storm Contexto Big Data Definição e características Cenários de uso e aplicações Storm Storm e Hadoop

5 Big Data Contexto 20 Horas 24 Petabytes de vídeo enviadasprocessados por minuto diariamente 50 Milhões de twetts por dia 72.9 produtos vendidos por segundo 1.3 Exabytes trafegados internet móvel 2.9 Milhões de s por segundo March 8, 2012

6 Big Data Contexto Jullho 2013 Fonte:

7 Big Data Contexto

8 Big Data Contexto

9 Agenda Storm Contexto Big Data Definição e características Cenários de uso e aplicações Storm Storm e Hadoop

10 Big Data Definição Conjuntos de dados muito grandes, dinâmicos e complexos para serem processados por ferramentas ou processos tradicionais Dificuldades: capturar, armazenar, buscar, compartilhar, analisar e visualizar Big Data não é sobre a geração de dados e sim sobre o seu processamento

11 Big Data Características V 3 Volume Variedade Velocidade Complexidade Petabytes, Zettabytes Dados não estruturados Dados semi-estruturados Diferentes fontes Diferentes formatos Criação de dados Processamento de dados Armazenamento Análise de dados Tipos de dados Composição Formatos Regras

12 Agenda Storm Contexto Big Data Definição e características Cenários de uso e aplicações Storm Storm e Hadoop

13 Big Data Cenários de uso e aplicações

14 Big Data Universidade do Texas

15 Big Data Contexto Explosão de dispositivos conectados na Internet Estimativa entre 16 e 50 bilhões em 2020 Mais dispositivos Mais aplicações Mais conteúdo

16 Big Data Contexto Fonte:

17 Agenda Storm Contexto Big Data Definição e características Cenários de uso e aplicações Storm Storm e Hadoop

18 Twitter Analytics BackType comprada em Julho de 2011

19 Objetivos Escalável Confiável Tolerante a falhas Transacional Velocidade no processamento Simples Fácil de programar

20 Características Sistema para processamento distribuído Real Time Complex Event Process (CEP) Fluxo de dados continuo (stream de dados) Processo sempre em execução tratando eventos Utiliza ZeroMQ como framework para concorrência (Asynch I/O e push/pull sockets) Escrito em Clojure Várias linguagens de desenvolvimento (JVM)

21 Cenários de uso Processamento de fluxos de dados Continuous computation Real time analytics RPC distribuído (paralelizar CPUs facilmente) Processamento de dados de redes sociais Online machine learning Internet das coisas

22 Abstrações Stream Fluxo contínuo de dados Sequências de tuplas Tuple É uma lista de valores Campo no tuple pode ser um objeto de qualquer tipo Precisa ser serializável Suporta String, byte arrays, ArrayList, HashMap e Hashset por default

23 Componentes Spout - fontes de streams de dados Arquivo, banco de dados, fila, Twitter Streaming API Bolt - responsável pelo processamento das streams de entrada Joins, agregações, filtros e transformações Podem gerar novos stream de saída Topology - Rede de Spouts e Bolts

24 Topologia Spout Bolt Spout Spout Bolt Rede de Spouts e Bolts

25 Topologia Twitter Reader (Spout) Topologia Twitter Writer (Bolt) Topologia simples Spout acessa o Twitter Busca hashtag (#TDC2013) envia stream com o tweet para o Bolt Bolt grava os dados em file system

26 Métodos Spout ack(), close(), fail() open(map conf, TopologyContext context, SpoutOutputCollector collector) primeiro método chamado em um Spout context com todos dados da topologia collector é objeto utilizado para enviar dados aos Bolts declareoutputfields(outputfieldsdeclarer declarer) define o dado a ser enviado para objeto Bolt declarer.declare(new Fields("tweet")); nexttuple()

27 Spout nexttuple é o método principal envia o valores para objeto Bolt Apenas exemplo Trate a exceção Se não existe algo a processar libera a thread para ack() e fail() Valor a ser enviado ao Bolt e id nexttuple é chamado no mesmo loop de ack() e fail() checa se existe algo a processar para liberar thread

28 Reliability Confiabilidade da entrega das mensagens depende da necessidade da topopogia Desenvolvedor define programaticamente ack(), quando a tupla é processada corretamente fail(), quando ocorre um erro Estratégias fail() pode reenviar uma mensagem necessário definir tupleid collector.emit(new Values(bankTransaction),tupleId) finalizar a topologia depois de um certo número de erros assumir margem de erro para tweets por exemplo

29 Métodos Bolt prepare(map conf, TopologyContext context, SpoutOutputCollector collector) primeiro método chamado em um Spout context com todos dados da topologia collector é objeto utilizado para enviar dados aos bolts declareoutputfields(outputfieldsdeclarer declarer) define o dado a ser enviado para outros objetos bolt declarer.declare(new Fields("tweet")); cleanup() chamado quando a topologia é encerrada liberar recursos

30 Bolt execute() método que executa o processamento Envia o tweet para o próximo bolt como stream Declara o dado a ser enviado

31 Topologia TopologyBuilder define como os nós são organizados e trocam mensagens Métodos setspout e setbolt shufflegrouping agrupa Spout e Bolts definindo o fluxo de mensagens enviadas Número de theads para execução do Bolt é configurável, basta adicionar um parâmetro em setbolt (padrão é 1)

32 Stream Grouping shufflegrouping envia cada tupla randomicamente para os bolts garante que cada consumidor receba o mesmo número de tuplas fieldsgrouping envio controlado por definições do programador permite envio de conteúdo similar ou relacionado para o mesmo bolt allgrouping envio de mensagens aos Bolts. Ex: limpar cache customgrouping

33 Topologia Configurações para o cluster Número máximo de tuplas que podem estar pendentes em um Spout Define o cluster como local Para 1 segundo antes do shutdown Shutdown no cluster (opcional) Cria a topologia definida

34 Arquivos e compilação Arquivos pom.xml

35 Modos de operação Local, topologias executam em uma máquina Remoto, topologias executam em um cluster Cluster Storm pode ser uma cadeia de Bolts processando dados recebidos por uma cadeia Spouts Componentes do Cluster Nimbus Supervisor e workers Zookeeper

36 Cluster Supervisor Zookeeper Supervisor Nimbus Zookeeper Supervisor Zookeeper Supervisor Supervisor

37 Cluster Nimbus Master node Responsável por distribuir código no cluster, definir tarefas para os nós no cluster e monitorar falhas Similar ao Hadoop JobTracker Supervisor Daemon executado nos workers (nós que processam os dados) Recebe tarefas do Nimbus para serem executadas inicia e finaliza os processos (works)

38 Cluster LocalCluster para processamento local Para processamento em cluster usar StormSubmitter método submittopology() builder.createremotetopology

39 Cluster Zookeeper Coordena as ações e troca de mensagens entre o Nimbus e os Supervisors Todo o estado é armazenado no Zookeeper ou em disco Garante o retorno do processamento reestabelecendo o Nimbus ou Supervisors em caso de falha Projeto Apache Também faz parte do ecossistema Hadoop

40 Distributed RPC Distributed Remote Procedure Call Paralelizar processamento on the fly Executa processamento de funções Funções são implementadas como Bolt DRPCClient executa uma chamada remota DRPC Server coordena as ações recebe request envia request para topologia recebe a resposta e envia para o client

41 Distributed RPC DRPC Client Função e argumentos Resultado DRPC Server Request ID e argumentos Request ID e resultado DRPC Spout Último Bolt Topologia Outros nós da topologia LinearDRPCTopologyBuilder seta o Spout retorna o resultado para o DRPC Server prove funcionalidades para os bolts executarem agregações de grupos de tuplas Server exposto usando Thrift API, possibilitando clientes de várias linguagens

42 Distributed RPC Remote DRPC configurar os endereços dos DRPC Servers (storm.yaml) Iniciar o DRPC Server enviar as topologias ao cluster DRPC StormSubmitter.submitTopology("reach", conf, builder.createremotetopology()); Fonte: https://github.com/nathanmarz/storm/wiki/distributed-rpc

43 Local RPC Pode-se criar um LocalCluster LinearDRPCTopologyBuilder createlocaltopology

44 Storm UI

45 Topologias transacionais Introduzidas na versão 0.7 Duas fases: processamento e commit Processamento ocorre em paralelo com n processos Commit é uma fase com sequêncial e ordenada Se existem 2 processos para commit este só é executado e os dois processos executam sem falhas Essas duas fases são chamadas de Storm Transaction Dados transacionais são armazenados no Zookeeper

46 AWS - S3 Storm Suporte na Amazon WS Instalar manualmente Java 6 (mínimo, instale pelo menos o Java 7) Unzip Python Zookeeper ZeroMQ Utilitário storm-deploy

47 Agenda Storm Contexto Big Data Definição e características Cenários de uso e aplicações Storm Storm e Hadoop

48 Hadoop HDFS e MapReduce Responsável por distribuir e armazenar dados no cluster Responsável pelo Processamento dos dados Processamento batch, ou em lote, como paradigma HDFS para armazenar dados (entrada e saída) Jobs terminam ao final do processamento

49 Topologia Twitter Reader (Spout) Topologia Twitter Writer (Bolt) Twitter Process (Bolt) Spout acessa o Twitter Busca hashtag (#TDC2013) grava e envia stream com o tweet para o Bolt Primeiro Bolt grava o tweet no HDFS (Hadoop REST API) e gera um stream para o próximo Bolt Segundo Bolt processa o conteúdo

50 e Hadoop Arquitetura integrada Spout Bolt Bolt Bolt BI e Ferramentas de visualização Aplicações ETL e Integração de Dados Hadoop REST API NoSQL Hadoop NoSQL Não Hadoop Banco MPP e RDBMS DW

51 e Hadoop Arquitetura integrada Spout Bolt Bolt Bolt Aplicações BI e Ferramentas de visualização Dados estruturados e não estruturados Hadoop REST API NoSQL Hadoop NoSQL Não Hadoop Banco MPP e RDBMS

52 BIG DATA Eventos Milisegundos Complex Event Process Exploração interativa Segundos Hadoop HBase MongoDB Cassandra Relatórios Minutos Hadoop Hive ETL Batch Horas ETL Big Data Processamento BIG DATA Eventos Milisegundos Complex Event Process Exploração interativa Segundos Hadoop HBase MongoDB Cassandra Relatórios Minutos Hadoop Hive ETL Batch Horas ETL

53 soujava.org.br

Fazendo Data Science em Tempo Real. Fabiane Bizinella Nardon @fabianenardon

Fazendo Data Science em Tempo Real. Fabiane Bizinella Nardon @fabianenardon Fazendo Data Science em Tempo Real Fabiane Bizinella Nardon @fabianenardon BIG DATA + ESTATÍSTICA + = DATA SCIENCE PROGRAMAÇÃO Data Science na era do batch Dados do Passado Processador Batch (Ex: Hadoop)

Leia mais

São Paulo. Maio/2015

São Paulo. Maio/2015 São Paulo Maio/2015 Padrões de Arquitetura para Big Data Hélio Silva Sr. Big Data Analytics Consultant Professional Services AWS Summit São Paulo Maio/2015 Henrique Souza Especialista de Cloud e Big Data

Leia mais

Boas Práticas em Sistemas Web muito além do HTML...

Boas Práticas em Sistemas Web muito além do HTML... Boas Práticas em Sistemas Web muito além do HTML... Adriano C. Machado Pereira (adrianoc@dcc.ufmg.br) De que Web estamos falando? De que Web estamos falando? A Web foi concebida para ser uma biblioteca

Leia mais

MBA Analytics em Big Data

MBA Analytics em Big Data MBA Analytics em Big Data Inscrições Abertas Início das Aulas: 04/06/2015 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 19h00 às 23h00 Semanal Sexta-Feira 19h00 às 23h00 Semanal Carga horária: 600 Horas Duração:

Leia mais

Big Data e Hadoop A nova fronteira para inovação

Big Data e Hadoop A nova fronteira para inovação Big Data e Hadoop A nova fronteira para inovação Fabio Velloso Fabio Velloso Bio Bacharel em Ciência da Computação - UFSCar MBA - FGV Programador Java desde 1996 Fundador do SouJava Gerente de Arquitetura

Leia mais

BIG DATA: UTILIZANDO A INTERNET PARA TOMADA DE DECISÕES

BIG DATA: UTILIZANDO A INTERNET PARA TOMADA DE DECISÕES BIG DATA: UTILIZANDO A INTERNET PARA TOMADA DE DECISÕES Alex Travagin Chatalov¹, Ricardo Ribeiro Rufino ¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil alex_tr1992@hotmail.com ricardo@unipar.br

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Instituto de Ciências Exatas Departamento de Ciência da Computação Monitoramento de Ambientes Computacionais Distribuídos em Tempo Real Luís Felipe Rabello Taveira Brasília 2015

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Curso: Sistemas de Informação Arquitetura de Software Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 4 Estilos Arquitetônicos Estilos Arquiteturais Dataflow

Leia mais

PERFORMANCE EVALUATION OF A MONGODB AND HADOOP PLATFORM FOR SCIENTIFIC DATA ANALYSIS M.Govindaraju and L. Ramakrishnan

PERFORMANCE EVALUATION OF A MONGODB AND HADOOP PLATFORM FOR SCIENTIFIC DATA ANALYSIS M.Govindaraju and L. Ramakrishnan PERFORMANCE EVALUATION OF A MONGODB AND HADOOP PLATFORM FOR SCIENTIFIC DATA ANALYSIS M.Govindaraju and L. Ramakrishnan Alfredo Fernandes / José Fernandes 6. Avaliação Nesta secção é apresentada as avaliações

Leia mais

BIG DATA INTRODUÇÃO. Humberto Sandmann humberto.sandmann@gmail.com

BIG DATA INTRODUÇÃO. Humberto Sandmann humberto.sandmann@gmail.com BIG DATA INTRODUÇÃO Humberto Sandmann humberto.sandmann@gmail.com Apresentação Humberto Sandmann humberto.sandmann@gmail.com Possui graduação em Ciências da Computação pelo Centro Universitário da Faculdade

Leia mais

Uma Breve Introdução. Andréa Bordin

Uma Breve Introdução. Andréa Bordin Uma Breve Introdução Andréa Bordin O que significa? NoSQL é um termo genérico que define bancos de dados não-relacionais. A tecnologia NoSQL foi iniciada por companhias líderes da Internet - incluindo

Leia mais

MC714A - 2º Semestre 2015. Nomes: Roberto Hayasida Mariane Previde Cibelle Begalli

MC714A - 2º Semestre 2015. Nomes: Roberto Hayasida Mariane Previde Cibelle Begalli MC714A - 2º Semestre 2015 Nomes: Roberto Hayasida Mariane Previde Cibelle Begalli RAs:103984 121192 135334 Facebook Introdução Os 4 grandes tipos de sistemas de armazenamento utilizados no Facebook: OLTP

Leia mais

Big Data Definição, Desafios e Análise de dados Seminário da disciplina IN940 - Banco de Dados

Big Data Definição, Desafios e Análise de dados Seminário da disciplina IN940 - Banco de Dados Big Data Definição, Desafios e Análise de dados Seminário da disciplina IN940 - Banco de Dados Aluno: Victor Santos Professor: Ana Carolina Fernando Fonseca AGENDA 1 - O que é Big Data? 2 - Impactos do

Leia mais

Hadoop - HDFS. Universidade Federal de Goiás Ciência da Computação

Hadoop - HDFS. Universidade Federal de Goiás Ciência da Computação Hadoop - HDFS Universidade Federal de Goiás Ciência da Computação O que é Hadoop? Um framework para lidar com aplicações distribuídas que fazem uso massivo de dados Originalmente construído para a distribuição

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais Arquitetura de Computadores Introdução aos Sistemas Operacionais O que é um Sistema Operacional? Programa que atua como um intermediário entre um usuário do computador ou um programa e o hardware. Os 4

Leia mais

Características Básicas de Sistemas Distribuídos

Características Básicas de Sistemas Distribuídos Motivação Crescente dependência dos usuários aos sistemas: necessidade de partilhar dados e recursos entre utilizadores; porque os recursos estão naturalmente em máquinas diferentes. Demanda computacional

Leia mais

23/05/12. Computação em Nuvem. Computação em nuvem: gerenciamento de dados. Computação em Nuvem - Características principais

23/05/12. Computação em Nuvem. Computação em nuvem: gerenciamento de dados. Computação em Nuvem - Características principais Computação em Nuvem Computação em nuvem: gerenciamento de dados Computação em nuvem (Cloud Computing) é uma tendência recente de tecnologia cujo objetivo é proporcionar serviços de Tecnologia da Informação

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Classificação de Sistemas Distribuídos e Middleware

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Classificação de Sistemas Distribuídos e Middleware Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Classificação de Sistemas Distribuídos e Middleware Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA

Leia mais

Big Data e Análise de Dados: Tendências e Aplicações em Projetos. Marcus Borba. Apresentação

Big Data e Análise de Dados: Tendências e Aplicações em Projetos. Marcus Borba. Apresentação Big Data e Análise de Dados: Tendências e Aplicações em Projetos Marcus Borba 1 Apresentação Marcus Borba CTO - Spark Strategic Business Solution. 30 anos de experiência em tecnologia da informação.. 14

Leia mais

(HDFS) Usando o. hadoop_

(HDFS) Usando o. hadoop_ hadoop_ Usando o Hadoop Distributed File System (HDFS) Hadoop File System (HDFS) é o componente do O Hadoop responsável pela persistência de dados de forma distribuída, constituindo a principal funcionalidade

Leia mais

3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio

3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio 32 3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio Este capítulo apresenta o framework orientado a aspectos para monitoramento e análise de processos de negócio

Leia mais

Desenvolvimento de Software no Contexto Big Data

Desenvolvimento de Software no Contexto Big Data Universidade de Brasília - UnB Faculdade UnB Gama - FGA Engenharia de Software Desenvolvimento de Software no Contexto Big Data Autor: Guilherme de Lima Bernardes Orientador: Prof. Dr. Fernando William

Leia mais

Distributed Systems Principles and Paradigms

Distributed Systems Principles and Paradigms Distributed Systems Principles and Paradigms Maarten van Steen VU Amsterdam, Dept. Computer Science (Tradução e Adaptação Ricardo Anido - IC/Unicamp) Capítulo 04: Comunicação Versão: 20 de março de 2014

Leia mais

Roteiro. Sistemas Distribuídos. Sistemas de Arquivos Distribuídos. Sistema de arquivos distribuídos

Roteiro. Sistemas Distribuídos. Sistemas de Arquivos Distribuídos. Sistema de arquivos distribuídos Sistemas Distribuídos Sistemas de Arquivos Distribuídos Roteiro Sistema de arquivos distribuídos Requisitos Arquivos e diretórios Compartilhamento Cache Replicação Estudo de caso: NFS e AFS Sistemas Distribuídos

Leia mais

Trabalho de Sistemas Distribuídos

Trabalho de Sistemas Distribuídos Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade

Leia mais

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2)

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2) Definição de um Sistema Distribuído (1) Introdução Um sistema distribuído é: Uma coleção de computadores independentes que aparecem para o usuário como um único sistema coerente. Definição de um Sistema

Leia mais

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com. Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.br 08/2014 Agenda Introdução Conceitos Web Service Por que utilizar

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Estilos Arquitetônicos e Arquitetura Cliente/Servidor

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Estilos Arquitetônicos e Arquitetura Cliente/Servidor Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Estilos Arquitetônicos e Arquitetura Cliente/Servidor Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática /

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Soquetes Um soquete é formado por um endereço IP concatenado com um número de porta. Em geral, os soquetes utilizam uma arquitetura cliente-servidor. O servidor espera por pedidos

Leia mais

Big Data 14/12/2012 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU. Curso: Banco de Dados. = volume + variedade + velocidade de dados

Big Data 14/12/2012 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU. Curso: Banco de Dados. = volume + variedade + velocidade de dados PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Big Data Curso: Banco de Dados Disciplina: Data Warehouse e Business Intelligence Professor: Fernando Zaidan Unidade 7 Big Data 2012 Big Data - Contexto Globalização Modelo just

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Tecnologias para Gerenciamento de Dados na Era do Big Data

Tecnologias para Gerenciamento de Dados na Era do Big Data Tecnologias para Gerenciamento de Dados na Era do Big Data Victor Teixeira de Almeida 1,2 Vitor Alcântara Batista 1 1 PETROBRAS 2 Universidade Federal Fluminense (UFF) Importante A Petrobras não é responsável

Leia mais

Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos

Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos Necessidade de máquinas com alta capacidade de computação Aumento do clock => alta dissipação de calor Velocidade limitada dos circuitos => velocidade da

Leia mais

Capítulo 2. Charm++ 16

Capítulo 2. Charm++ 16 2 Charm++ O Charm++ é uma linguagem orientada a objetos para programação paralela baseada em C++ (34). Ela possui uma biblioteca de execução para suporte a computação paralela que se chama Kernel do Charm

Leia mais

6 - Gerência de Dispositivos

6 - Gerência de Dispositivos 1 6 - Gerência de Dispositivos 6.1 Introdução A gerência de dispositivos de entrada/saída é uma das principais e mais complexas funções do sistema operacional. Sua implementação é estruturada através de

Leia mais

Visão do Usuário da DSM

Visão do Usuário da DSM Memória Compartilhada Distribuída Visão Geral Implementação Produtos 1 Memória Compartilhada Distribuída Mecanismos tradicionais de comunicação via RPC/RMI ou mensagens deixam explícitas as interações

Leia mais

Copyright 2012 EMC Corporation. Todos os direitos reservados.

Copyright 2012 EMC Corporation. Todos os direitos reservados. 1 A INFRAESTRUTURA DO FUTURO, HOJE Integrando Greenplum DCA e SAS para permitir estudos analíticos em big data Rafael Aielo Technology Consultant 2 O que é Greenplum? Adquirida pela EMC em julho de 2010

Leia mais

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Conceitos básicos e serviços do Sistema Operacional Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Tipos de serviço do S.O. O S.O.

Leia mais

Processos e Threads (partes I e II)

Processos e Threads (partes I e II) Processos e Threads (partes I e II) 1) O que é um processo? É qualquer aplicação executada no processador. Exe: Bloco de notas, ler um dado de um disco, mostrar um texto na tela. Um processo é um programa

Leia mais

Sistemas Distribuídos Comunicação entre Processos em Sistemas Distribuídos: Middleware de comunicação Aula II Prof. Rosemary Silveira F. Melo Comunicação em sistemas distribuídos é um ponto fundamental

Leia mais

Cliente/Servidor. Conceitos Gerais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1

Cliente/Servidor. Conceitos Gerais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1 Cliente/Servidor Conceitos Gerais Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Forças de marketing que conduzem à arquitetura cliente/servidor "Cliente/Servidor é um movimento irresistível que está reformulando

Leia mais

Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS

Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS Objetos distribuídos e invocação remota Introdução Comunicação entre objetos distribuídos Chamada de procedimento remoto Eventos e notificações Objetos

Leia mais

Weather Search System

Weather Search System Weather Search System PROJECTO DE COMPUTAÇÃO EM NUVEM RELATÓRIO Grupo 2 Gonçalo Carito - Nº57701 Bernardo Simões - Nº63503 Guilherme Vale - Nº64029 Índice Weather Search System...1 1. A Solução Implementada...3

Leia mais

The Eucalyptus Open- source Cloud-computing System. Janaina Siqueira Lara Wilpert Marcelo Scheidt Renata Silva

The Eucalyptus Open- source Cloud-computing System. Janaina Siqueira Lara Wilpert Marcelo Scheidt Renata Silva The Eucalyptus Open- source Cloud-computing System Janaina Siqueira Lara Wilpert Marcelo Scheidt Renata Silva Sumário Introdução Trabalhos Correlatos Eucalyptus Design Conclusões Visão Geral Introdução:

Leia mais

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 6 - ALGORÍTIMOS PARALELOS MPI - Parallel Virtual Machine e PVM - Parallel Virtual Machine 1. INTRODUÇÃO Inicialmente é necessário conceber alguns conceitos para entendimento dos algoritmos paralelos:

Leia mais

XDR. Solução para Big Data.

XDR. Solução para Big Data. XDR Solução para Big Data. ObJetivo Principal O volume de informações com os quais as empresas de telecomunicações/internet têm que lidar é muito grande, e está em constante crescimento devido à franca

Leia mais

Introdução. Sistemas Operacionais

Introdução. Sistemas Operacionais FATEC SENAC Introdução à Sistemas Operacionais Rodrigo W. Fonseca Sumário Definição de um S.O. Características de um S.O. História (evolução dos S.O.s) Estruturas de S.O.s Tipos de Sistemas Operacionais

Leia mais

ARQUITETURA DE SISTEMAS DISTRIBUÍDOS. Aula 2- Aplicações distribuídas e TI VERDE

ARQUITETURA DE SISTEMAS DISTRIBUÍDOS. Aula 2- Aplicações distribuídas e TI VERDE Aula 2- Aplicações distribuídas e TI VERDE ESTRUTURA DA DISCIPLINA AULA 1 Introdução AULA 2 Aplicações Distribuídas AULA 3 Tratamento de Falhas AULA 4 Classificação de Flynn AULA 5 Modelo Cliente/Servidor

Leia mais

1 http://www.google.com

1 http://www.google.com 1 Introdução A computação em grade se caracteriza pelo uso de recursos computacionais distribuídos em várias redes. Os diversos nós contribuem com capacidade de processamento, armazenamento de dados ou

Leia mais

TRINITY Project Microsoft Research Asia

TRINITY Project Microsoft Research Asia TRINITY Project Microsoft Research Asia Universidade Federal do Paraná Curitiba, 17 de setembro de 2013 Desafios da era Big Data BIG DATA e seus 3 V s: Variedade: Dados complexos e semanticamente ricos

Leia mais

Um sistema é constituído de um conjunto de processos que executam seus respectivos códigos do sistema operacional e processos e códigos de usuários.

Um sistema é constituído de um conjunto de processos que executam seus respectivos códigos do sistema operacional e processos e códigos de usuários. Os sistemas computacionais atuais permitem que diversos programas sejam carregados na memória e executados simultaneamente. Essa evolução tornou necessário um controle maior na divisão de tarefas entre

Leia mais

Capítulo 8. Sistemas com Múltiplos Processadores. 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos

Capítulo 8. Sistemas com Múltiplos Processadores. 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos Capítulo 8 Sistemas com Múltiplos Processadores 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos 1 Sistemas Multiprocessadores Necessidade contínua de computadores mais rápidos modelo

Leia mais

Análise de Big Data Streams

Análise de Big Data Streams Análise de Big Data Streams Identificando e tratando fluxo Hadoop Marcelo Vaz Netto Nilson Moraes Filho 14/07/14 Propósito do Artigo Original Programming Your Network at Run-time for Big Data Applications

Leia mais

Noções de Software. André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com)

Noções de Software. André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Software André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Software; Sistemas Operacionais: Evolução; Conceitos Básicos; Tipos; Exemplos. DEINFO/UFRPE

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Operacionais Machado/Maia. Arquitetura de Sistemas

Arquitetura de Sistemas Operacionais Machado/Maia. Arquitetura de Sistemas Arquitetura de Sistemas Operacionais Capítulo 4 Estrutura do Sistema Operacional Cap. 4 Estrutura do Sistema 1 Sistemas Operacionais Pitágoras Fadom Divinópolis Material Utilizado na disciplina Sistemas

Leia mais

Manual do Desenvolvedor Criptografia de Arquivos do WebTA

Manual do Desenvolvedor Criptografia de Arquivos do WebTA Manual do Desenvolvedor Criptografia de Arquivos do WebTA Versão 1.4 Índice 1. Objetivo..3 2. Processo..3 3. API de Criptografia - Biblioteca Java..4 3.1 WEBTACryptoUtil..4 3.1.1 decodekeyfile..4 3.1.2

Leia mais

Sistemas Operacionais Distribuídos e Multiprocessados

Sistemas Operacionais Distribuídos e Multiprocessados Tópicos em Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Distribuídos e Multiprocessados Por André Macedo, Marcelo Moraes, Thaís Fernandes Sumário Teoria: Sistemas Multiprocessados Estudo de caso:k42 Teoria:

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA DE COLETA E ARMAZENAMENTO DE DADOS DISPONÍVEIS EM REDES SOCIAIS

DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA DE COLETA E ARMAZENAMENTO DE DADOS DISPONÍVEIS EM REDES SOCIAIS DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA DE COLETA E ARMAZENAMENTO DE DADOS DISPONÍVEIS EM REDES SOCIAIS Bruno Edgar Führ, Evandro Franzen 1 Resumo: O crescimento da internet na última década fez dela a maior

Leia mais

NETALARM GATEWAY. Manual do Usuário

NETALARM GATEWAY. Manual do Usuário Índice 1. Introdução...3 2. Requisitos Mínimos de Instalação...3 3. Instalação...3 4. Inicialização do Programa...5 5. Abas de Configuração...6 5.1 Aba Serial...6 5.2 Aba TCP...7 5.2.1 Opções Cliente /

Leia mais

ESTUDO SOBRE A TECNOLOGIA DE BANCO DE DADOS NoSQL

ESTUDO SOBRE A TECNOLOGIA DE BANCO DE DADOS NoSQL ESTUDO SOBRE A TECNOLOGIA DE BANCO DE DADOS NoSQL Autores: Nicolas Ignácio RYBERG 1,2 ;; Angelo Augusto FROZZA 3 Identificação autores: 1 Bolsista PIBIC-EM/CNPq;; 2 Aluno do curso Técnico em Informática

Leia mais

Alta performance no processamento de Big Data com Spark e Lambda Expressions. Claudio Seidi @claudio_seidi Fabio Velloso @fabiovelloso

Alta performance no processamento de Big Data com Spark e Lambda Expressions. Claudio Seidi @claudio_seidi Fabio Velloso @fabiovelloso Alta performance no processamento de Big Data com Spark e Lambda Expressions Claudio Seidi @claudio_seidi Fabio Velloso @fabiovelloso Cláudio Seidi Bacharel em Ciência da Computação - IME/USP Java desde

Leia mais

Interoperabilidade entre Bancos de Dados Relacionais e Bancos de Dados NoSQL

Interoperabilidade entre Bancos de Dados Relacionais e Bancos de Dados NoSQL Minicurso: Interoperabilidade entre Bancos de Dados Relacionais e Bancos de Dados NoSQL Geomar A. Schreiner Ronaldo S. Mello Departamento de Informática e Estatística (INE) Programa de Pós-Graduação em

Leia mais

Comunicação em Sistemas Distribuídos. Conceitos: Paradigma C/S. Conceitos: Paradigma C/S. Paradigma Cliente/Servidor

Comunicação em Sistemas Distribuídos. Conceitos: Paradigma C/S. Conceitos: Paradigma C/S. Paradigma Cliente/Servidor Comunicação em Sistemas Distribuídos Paradigma / Os processos em um SD estão lógica e fisicamente separados. Precisam se comunicar para que possam interagir O desempenho de um SD depende criticamente do

Leia mais

Fundamentos de Sistemas Computacionais Introdução

Fundamentos de Sistemas Computacionais Introdução Fundamentos de Sistemas Computacionais Introdução Prof. Eduardo Alchieri Sistema Computacional Hardware Software Usuários Um ou mais processadores, memória, discos, impressoras, teclado, mouse, monitor,

Leia mais

HadoopDB. Edson Ie Serviço Federal de Processamento de Dados - SERPRO

HadoopDB. Edson Ie Serviço Federal de Processamento de Dados - SERPRO HadoopDB Edson Ie Serviço Federal de Processamento de Dados - SERPRO Motivação Grandes massas de dados precisam ser processadas em clusters: 1 nó: 100TB@59MB/s = 23 dias Cluster com 1000 nós 33 min!!!

Leia mais

Sistemas Operacionais Carlos Eduardo Portela Serra de Castro

Sistemas Operacionais Carlos Eduardo Portela Serra de Castro Introdução Sistemas Operacionais 1 Sistema Operacional: Um conjunto de programas, executado pelo computador como os outros programas. Função: Controlar o funcionamento do computador, disponibilizando seus

Leia mais

SIMULADOR DE ROTEAMENTO DE PACOTES (V. 3 20/05/2010)

SIMULADOR DE ROTEAMENTO DE PACOTES (V. 3 20/05/2010) SIMULADOR DE ROTEAMENTO DE PACOTES (V. 3 20/05/2010) OBJETIVO GERAL Este trabalho possui o objetivo de exercitar a lógica de programação dos alunos do Terceiro ano do Curso de BSI e também desenvolver

Leia mais

1º Estudo Dirigido. Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais

1º Estudo Dirigido. Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais 1º Estudo Dirigido Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais 1. Defina um sistema operacional de uma forma conceitual correta, através de suas palavras. R: Sistemas Operacionais são programas de

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 6 Estrutura de Sistemas Operacionais Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso

Leia mais

OPORTUNIDADE DE MERCADO. Explosão de dados

OPORTUNIDADE DE MERCADO. Explosão de dados SOLUÇÕES EM GERENCIAMENTO E ARMAZENAMENTO VIRTUALIZADO DE DADOS OPORTUNIDADE DE MERCADO Explosão de dados 2 INVESTIMENTO x DEMANDA NOVOS DESAFIOS Evolução dos custos/gb em projetos de virtualização de

Leia mais

Apresentação. Ementa da Disciplina. Objetivo da Disciplina. DCA-108 Sistemas Operacionais

Apresentação. Ementa da Disciplina. Objetivo da Disciplina. DCA-108 Sistemas Operacionais DCA-108 Sistemas Operacionais Luiz Affonso Guedes www.dca.ufrn.br/~affonso affonso@dca.ufrn.br Apresentação Disciplina básica do curso de Engenharia de Computação Carga-horária: 60h teóricas Associadas

Leia mais

Pg. Autoria. Versão atual V10, nov 2008 C. Geyer. Sistemas de Arquivos Distribuídos: DFS. Projeto de. Sistemas de Arquivos Distribuídos (DFS) Súmula

Pg. Autoria. Versão atual V10, nov 2008 C. Geyer. Sistemas de Arquivos Distribuídos: DFS. Projeto de. Sistemas de Arquivos Distribuídos (DFS) Súmula Autoria 1 versão Alunos de disciplina do PPGC Sistemas de Arquivos Distribuídos: DFS Versão atual V10, nov 2008 C. Geyer Sistemas Distribuidos Sistema de Arquivos Distribuídos 1 Sistemas Distribuidos Sistema

Leia mais

Desenvolvimento para Sistemas Embarcados (CEA 513) Conceitos Gerais

Desenvolvimento para Sistemas Embarcados (CEA 513) Conceitos Gerais Universidade Federal de Ouro Preto Departamento de Computação e Sistemas - DECSI Desenvolvimento para Sistemas Embarcados (CEA 513) Conceitos Gerais Vicente Amorim vicente.amorim.ufop@gmail.com Sumário

Leia mais

Modelos de Arquiteturas. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Modelos de Arquiteturas. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Modelos de Arquiteturas Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Agenda Introdução Arquitetura de Sistemas Distribuídos Clientes e Servidores Peer-to-Peer Variações Vários Servidores Proxy Código Móvel

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Sistemas Operacionais Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Estruturas de Sistemas Operacionais Um sistema operacional fornece o ambiente no qual os programas são executados. Internamente,

Leia mais

Ciência dos Dados. bruno.domingues@intel.com. Preparado por Intel Corporation Bruno Domingues Principal Architect. segunda-feira, 5 de agosto de 13

Ciência dos Dados. bruno.domingues@intel.com. Preparado por Intel Corporation Bruno Domingues Principal Architect. segunda-feira, 5 de agosto de 13 Ciência dos Dados Preparado por Intel Corporation Bruno Domingues Principal Architect bruno.domingues@intel.com Homem na Lua Software Data: 1969 64kb, 2kb, RAM, Fortran Tem que funcionar! Apolo XI Velocidade:

Leia mais

1.2 Tipos de Sistemas Operacionais

1.2 Tipos de Sistemas Operacionais 1.2 Tipos de Operacionais Tipos de Operacionais Monoprogramáveis/ Monotarefa Multiprogramáveis/ Multitarefa Com Múltiplos Processadores 1.2.1 Monoprogramáveis/Monotarefa Os primeiros sistemas operacionais

Leia mais

CLOUD COMPUTING. Andrêza Leite. andreza.leite@univasf.edu.br

CLOUD COMPUTING. Andrêza Leite. andreza.leite@univasf.edu.br CLOUD COMPUTING Andrêza Leite andreza.leite@univasf.edu.br Roteiro O que é cloud computing? Classificação O que está 'por traz' da cloud? Exemplos Como montar a sua? O que é cloud computing? Cloud Computing

Leia mais

Exemplos práticos do uso de RMI em sistemas distribuídos

Exemplos práticos do uso de RMI em sistemas distribuídos Exemplos práticos do uso de RMI em sistemas distribuídos Elder de Macedo Rodrigues, Guilherme Montez Guindani, Leonardo Albernaz Amaral 1 Fábio Delamare 2 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande

Leia mais

Estruturas do Sistema de Computação

Estruturas do Sistema de Computação Estruturas do Sistema de Computação Prof. Dr. José Luís Zem Prof. Dr. Renato Kraide Soffner Prof. Ms. Rossano Pablo Pinto Faculdade de Tecnologia de Americana Centro Paula Souza Estruturas do Sistema de

Leia mais

Arquiteturas escaláveis utilizando ferramentas Shared Nothing. Victor Canô

Arquiteturas escaláveis utilizando ferramentas Shared Nothing. Victor Canô Arquiteturas escaláveis utilizando ferramentas Shared Nothing Victor Canô Victor Canô - Founder / CTO @ Cazamba - Founder @ Troz.io /victoracano Conteúdo O que esperamos de uma aplicação? Cloud, benefícios

Leia mais

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Agenda Introdução Aplicações interativas de TV Digital Desafios de layout e usabilidade Laboratório de usabilidade Desafios

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Introdução

Sistemas Distribuídos. Introdução Sistemas Distribuídos Introdução Definição Processos Um sistema distribuído é um conjunto de computadores independentes, interligados por uma rede de conexão, executando um software distribuído. Executados

Leia mais

Uma Arquitetura de Cloud Computing para análise de Big Data provenientes da Internet Of Things

Uma Arquitetura de Cloud Computing para análise de Big Data provenientes da Internet Of Things Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática Diogo Filipe Dornelas Falcão Uma Arquitetura de Cloud Computing para análise de Big Data provenientes da Internet Of Things Trabalho de Graduação

Leia mais

Tipos de Servidores. Servidores com estado

Tipos de Servidores. Servidores com estado Tipos de Servidores Com Estado X Sem Estado Sequenciais X Concorrentes Com Conexão X Sem Conexão Servidores com estado Servidores com estado armazenam informação sobre cada cliente. Operações podem ser

Leia mais

Sistemas Distribuídos 59. Sistemas Distribuídos 61. "Receive não-bloqueante:

Sistemas Distribuídos 59. Sistemas Distribuídos 61. Receive não-bloqueante: Comunicação entre processos! Memória Compartilhada: " os processo compartilham variáveis e trocam informações através do uso dessas variáveis compartilhadas COMUNICAÇÃO ENTRE PROCESSOS P1 Área Compartilhda!

Leia mais

Laboratório do Framework Hadoop em Plataformas de Cloud e. Cluster Computing

Laboratório do Framework Hadoop em Plataformas de Cloud e. Cluster Computing Laboratório do Framework Hadoop em Plataformas de Cloud e Framework Hadoop em Plataformas de Cluster Computing Cloud Computing Eng. André Luiz Tibola. Mst. Raffael Bottoli Schemmer Prof. Dr. Cláudio Fernando

Leia mais

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP Cleber de F. Ferreira¹, Roberto Dias Mota¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil cleberferreirasi@hotmail.com, motaroberto@hotmail.com Resumo.

Leia mais

Sistemas distribuídos:comunicação

Sistemas distribuídos:comunicação M. G. Santos marcela@estacio.edu.br Faculdade Câmara Cascudo - Estácio de Sá 16 de abril de 2010 Formas de comunicação Produtor-consumidor: comunicação uni-direccional, com o produtor entregando ao consumidor.

Leia mais

Maestro. Arthur Kazuo Tojo Costa 317497. Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação

Maestro. Arthur Kazuo Tojo Costa 317497. Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação Maestro Arthur Kazuo Tojo Costa 317497 Universidade Federal de São Carlos Campus Sorocaba Bacharelado em Ciência da Computação Introdução Sistema Operacional de Redes Detalhes do hardware Multiplexação

Leia mais

Cloud Computing. Andrêza Leite. andreza.lba@gmail.com

Cloud Computing. Andrêza Leite. andreza.lba@gmail.com Cloud Computing Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Roteiro O que é cloud computing? Classificação O que está 'por traz' da cloud? Exemplos Como montar a sua? O que é cloud computing? Cloud Computing O

Leia mais

7 Utilização do Mobile Social Gateway

7 Utilização do Mobile Social Gateway 7 Utilização do Mobile Social Gateway Existem três atores envolvidos na arquitetura do Mobile Social Gateway: desenvolvedor do framework MoSoGw: é o responsável pelo desenvolvimento de novas features,

Leia mais

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa.

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa. CLUSTERS Pode-se pegar uma certa quantidade de servidores e juntá-los para formar um cluster. O serviço então é distribuído entre esses servidores como se eles fossem uma máquina só. Um cluster de servidores

Leia mais

ENTERPRISE JAVABEANS 3. Msc. Daniele Carvalho Oliveira

ENTERPRISE JAVABEANS 3. Msc. Daniele Carvalho Oliveira ENTERPRISE JAVABEANS 3 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Apostila Servlets e JSP www.argonavis.com.br/cursos/java/j550/index.html INTRODUÇÃO Introdução Enterprise JavaBeans é um padrão de modelo de componentes

Leia mais

Tempo de Resposta em Sub-Segundos com o novo MicroStrategy 10 In-Memory Analytics. Anderson Santos, Sales Engineer Brazil

Tempo de Resposta em Sub-Segundos com o novo MicroStrategy 10 In-Memory Analytics. Anderson Santos, Sales Engineer Brazil Tempo de Resposta em Sub-Segundos com o novo MicroStrategy 10 In-Memory Analytics Anderson Santos, Sales Engineer Brazil Alta Performance não é mais Desejável em uma Aplicação Analítica Expectativa dos

Leia mais

Neo4j Aprendendo conceitos por trás do Neo4j. Sem SQL? Apresentação. Por que grafos, por que agora? Por que grafos, por que agora?

Neo4j Aprendendo conceitos por trás do Neo4j. Sem SQL? Apresentação. Por que grafos, por que agora? Por que grafos, por que agora? Neo4j Aprendendo conceitos por trás do Neo4j Universidade Federal do Paraná - UFPR Programa de Pós-Graduação em Informática - PPGInf Oficina de Banco de Dados - CI829 Profa: Dra. Carmem Hara Aluno: Walmir

Leia mais

FRAMEWORK SW. Conceitos. Versão 3

FRAMEWORK SW. Conceitos. Versão 3 FRAMEWORK SW Conceitos Versão 3 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONCEITOS GERAIS... 4 3. VARIÁVEIS DE AMBIENTE... 11 4. AMBIENTE DE EXECUÇÃO... 18 5. APLICAÇÕES ONLINE... 21 6. APLICAÇÕES BATCH... 28 7.

Leia mais

Remote Procedure Call. Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1

Remote Procedure Call. Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1 Remote Procedure Call Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC 1 Autoria Autores C. Geyer Local II-UFRGS Versão V11.4 2014-2 Disciplinas SOII Programação distribuída e paralela (C. Geyer) RPC

Leia mais

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Projeto de Sistemas Distribuídos Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Agenda Introdução Exemplos de Sistemas Distribuídos Compartilhamento de Recursos e a Web Principais Desafios para a Implementação

Leia mais