Análise das Demonstrações Financeiras

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1 UNIPAC UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS, LETRAS E SAÚDE DE UBERLÂNDIA. Rua: Barão de Camargo, nº. 695 Centro Uberlândia/MG. Telefax: (34) Análise das Demonstrações Financeiras Profª. Thays Silva Diniz Uberlândia - MG 2010 Profª Thays Silva Diniz 1

2 Capítulo 1 Entendendo as Demonstrações Contábeis Brasileiras Objetivos do capítulo: 1. Descrever os tipos de demonstrações contábeis brasileiras existentes e entender como elas se estruturam. 2. Expor o conceito de balanço patrimonial e seus componentes. 3. Entender a demonstração do resultado do exercício e demonstrar seu método de cálculo. 4. Expor o sistema de demonstração das origens e aplicação de recursos (DOAR), destacando as contas que aumentam e as que diminuem o capital circulante líquido da empresa (CCL). 5. Conhecer o método de demonstração dos fluxos de caixa e como ele é calculado. 6. Expor outros itens importantes que compõem as demonstrações financeiras, tais como notas explicativas e parecer de auditores independentes. 1.1 Demonstrações contábeis As demonstrações contábeis brasileiras são basicamente regidas pela Lei nº 6.404/76, e complementos. A Lei nº , promulgada em dezembro de 2007, aplicada a empresas de grande porte, trouxe importantes atualizações na forma de registrar as informações financeiras. Atualmente, a Contabilidade no Brasil caminha para tornar os balanços das empresas bem mais transparentes, fornecendo detalhes das informações relevantes aos investidores para adequar sua estrutura aos padrões contábeis internacionais. DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (OU FINANCEIRAS) equivalem a um conjunto de informações apuradas e divulgadas pelas empresas, revelando os vários resultados de seu desempenho em um exercício social. Através das demonstrações é possível obter conclusões sobre a efetiva situação da empresa. As sociedades por ações são obrigadas a elaborar e publicar as seguintes demonstrações financeiras: Balanço Patrimonial; Demonstração das Mutações Patrimoniais ou Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados; Demonstração do Resultado do Exercício; e Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos. 1.2 Balanço patrimonial Quadro 1.1 Estrutura do balanço patrimonial ATIVO Ativo Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Ativo Permanente Investimentos Imobilizado Diferido PASSIVO Passivo Circulante Passivo Exigível a Longo Prazo Resultados de Exercícios Futuros Patrimônio Líquido Capital Social Reservas de Capital Reservas de Reavaliação Reservas de Lucros Lucros ou Prejuízos Acumulados Profª Thays Silva Diniz 2

3 ATIVO Circulante Compreende contas que estão constantemente em giro, em movimento - sua conversão em dinheiro ocorrerá, no máximo, até o próximo exercício social. Realizável a Longo Prazo Incluem-se nessa conta bens e direitos que se transformarão em dinheiro após o exercício seguinte. Permanente São bens e direitos que não se destinam a venda e tem vida útil longa, no caso bens. Investimento: São as aplicações de caráter permanente que geram rendimentos não necessários à manutenção da atividade principal da empresa. Imobilizado: Abarca itens de natureza permanente que serão utilizados para a manutenção da atividade básica da empresa Diferido: São aplicações que beneficiarão resultados de exercícios futuros. PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Circulante Compreende obrigações exigíveis que serão liquidadas no próximo exercício social: nos próximos 365 dias após o levantamento do balanço. Exigível a Longo Prazo Relacionam-se nessa conta obrigações exigíveis que serão liquidadas com prazo superior a um ano - dívidas a longo prazo. Patrimônio Líquido São recursos dos proprietários aplicados na empresa. Os recursos significam o capital mais o seu rendimento lucros e reservas. Se houver prejuízo, o total dos investimentos proprietários será reduzido. Com base nessa estrutura básica legal, é possível pormenorizar cada grupo; a classificação do Quadro 1.1 não é obrigatória do ponto de vista da legislação, e a nomenclatura pode variar, mas basicamente engloba a maioria das situações. 1.3 Demonstração das mutações patrimoniais Esta demonstração não é obrigatória legalmente. A obrigatória pela legislação é a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados, que nada mais é do que a explicação do que aconteceu com esta conta durante o exercício social. 1.4 Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) A DRE tem como finalidade exclusiva apurar o lucro ou prejuízo de exercício; depois, esse resultado é transferido para lucros ou prejuízos acumulados. O demonstrativo engloba as receitas, as despesas, os ganhos e as perdas do exercício, apurados por Regime de Competência independentemente, portanto, de seus pagamentos e recebimentos. Sua apresentação normal reduzida é a seguinte: Profª Thays Silva Diniz 3

4 Receita Bruta de Venda de Bens e Serviços (-) Impostos sobre vendas (-) Devoluções, Descontos Comerciais e Abatimentos Receita Líquida (-) Custos dos Produtos e Serviços Vendidos Lucro Bruto (-) Despesas de Vendas (-) Despesas Administrativas (-) Despesas Financeiras Líquidas (-) Outras Despesas Operacionais (+) Outras Receitas Operacionais Lucro Operacional (+) Receitas não Operacionais (-) Despesas não Operacionais Lucro antes do Imposto de Renda (-) Provisão para o Imposto de Renda (-) Participações de Debêntures, Empregados, Administradores e Partes Beneficiárias Lucro Líquido do Exercício Quadro 1.2 Modelo de Padronização da DRE DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO FINDO EM 19X1 19X2 19X3 RECEITA LÍQUIDA ( - ) Custo dos Produtos Vendidos = Lucro Bruto ( - ) Despesas Operacionais ( + ) Outras Rec./Desp. Operacionais = LUCRO OPERACIONAL (antes dos Resultados Financeiros) ( + ) Receitas Financeiras ( - ) Despesas Financeiras = LUCRO OPERACIONAL ( + ) Resultado não Operacional LUCRO ANTES I.R. E CONTRIB. SOCIAL LUCRO LÍQUIDO Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) A DOAR significa exclusivamente Capital Circulante Líquido (CCL). Este, por sua vez, significa Ativo Circulante menos Passivo Circulante. O objetivo da DOAR é mostrar de onde se originaram os valores que aumentaram o Capital Circulante Líquido da empresa, e para onde foram os valores que o diminuíram. Trata-se de um fluxo financeiro que procura ampliar a utilidade das demonstrações contábeis, já que a Demonstração da Mutação Patrimonial fala apenas da evolução do Patrimônio Líquido, e a Profª Thays Silva Diniz 4

5 Demonstração do Resultado trata dos fluxos de receitas, despesas, ganhos e perdas do período, e considera inclusive as que não afetam financeiramente o Capital Circulante Líquido da empresa. 1.6 Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) É a demonstração que mostra os recebimentos e os pagamentos efetuados pela empresa em caixa, bem como suas atividades de investimentos e financiamentos. A DFC irá indicar o que ocorreu no período em termos de entradas e saídas de dinheiro do caixa. Assim como a DRE, a DFC é uma demonstração dinâmica e também está contida no Balanço Patrimonial, que é uma demonstração estática. A DFC propicia ao gestor financeiro uma melhor visão para um planejamento financeiro eficiente. Pode-se elaborar a DFC pelos seguintes métodos: Método direto: elabora a DFC a partir da movimentação direta ocorrida no caixa da empresa, demonstrando todos os itens que tenham provocado entrada ou saída de caixa; Método indireto: elabora a DFC a partir do resultado, isto é, lucro ou prejuízo, de forma semelhante à DOAR. A seguir, tem-se uma estrutura resumida da DFC pelos dois métodos: MÉTODO DIRETO MÉTODO INDIRETO Atividades Operacionais Atividades Operacionais (+) Recebimento de Clientes Lucro líquido do exercício (-) Pagamento de Contas (+) Depreciação (-) Pagamento de despesas operacionais (+ -) Variações no circulante (Capital de Giro) (-) Pagamento de Impostos Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais Atividades de Financiamento Atividades de Financiamento (+ -) Novos empréstimos de curto e longo prazos (+ -) Novos empréstimos de curto e longo prazos (+) Aumento de capital (+) Aumento de capital (-) Despesas financeiras (-) Despesas financeiras (-) Pagamentos de dividendos (-) Pagamentos de dividendos Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento Atividades de Investimentos Atividades de Investimentos (+ -) Aquisição de Imobilizado (+ -) Aquisição de Imobilizado (+ -) Outros Investimentos (+ -) Outros Investimentos Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos (+ -) Caixa inicial (+ -) Caixa inicial Resultado do Caixa Final Resultado do Caixa Final Profª Thays Silva Diniz 5

6 Explicação sobre a Demonstração do Fluxo de Caixa (Modelo Indireto) Ajuste do Lucro Líquido referente a Despesa Não Desembolsável Há determinados itens que reduziram o Lucro Líquido na DRE que não representam saída de dinheiro. Daí, o fato de se adicionar novamente Depreciação, que é um item econômico e não financeiro. A Depreciação não significa um desembolso, mas um fato econômico. 16 Ajuste do Lucro Líquido no Circulante O fato de aumentar mais Estoques usa-se dinheiro na compra de novos produtos. Dessa forma, o aumento de Estoques reduz o caixa. O fato de aumentar Duplicatas a Receber significa retardar recebimento do dinheiro que vai para o caixa, tendo-se que sacrificar recursos financeiros que teriam outro destino. Reduções nos montantes de Estoque e Duplicatas a Receber significam mais recursos no caixa. Quando, os clientes, por exemplo, antecipam pagamento, reduz-se o montante de Duplicatas a Receber e, conseqüentemente, aumenta o caixa. Por outro lado, um aumento de Fornecedores no Passivo Circulante significa mais crédito, evitando saída do caixa neste momento, podendo-se utilizar o dinheiro para outras finalidades. A recíproca é verdadeira. Uma redução de Imposto a Recolher significa que dinheiro foi usado para esta finalidade, impedindo liberar este mesmo dinheiro para outros pagamentos. Como regra geral temos: - Os aumentos no Ativo Circulante provocam uso de dinheiro (caixa); as reduções do Ativo Circulante produzem caixa (origem de caixa); - Os aumentos do Passivo Circulante evitam saída de mais dinheiro, aumentando o caixa; as reduções do Passivo Circulante significam que pagamento foi feito, reduzindo o caixa (uso de caixa). - Para calcular as variações líquidas, basta subtrair o saldo anterior do saldo atual das contas do Circulante (Ativo e Passivo). Atividades de Investimentos Referem-se ao Não Circulante da empresa. Quando uma empresa compra Máquinas, Ações, Prédios,..., reduz o caixa. Quando a empresa vende estes itens, aumenta o caixa. Atividades de Financiamentos Os financiamentos poderão vir dos proprietários (aumento de Capital em dinheiro) ou de terceiros (financiamentos, bancos,...). Profª Thays Silva Diniz 6

7 1.7 Notas explicativas Análise das Demonstrações Financeiras A legislação brasileira determina, e a própria Contabilidade também, que as notas explicativas às demonstrações financeiras explicitem, entre outros aspectos relevantes: Ramo de atividade da empresa, objeto social, localização etc.; Sumário das práticas contábeis, com a explicação resumida dos critérios de avaliação dos estoques, ativo permanente, das aplicações financeiras, das exigibilidades, dos créditos, das provisões para retificações de ativos e do registro dos riscos e das contingências, dos critérios de apropriação de receitas e despesas etc.; Detalhamento dos investimentos relevantes em outras empresas, com dados sobre nome, capital, patrimônio líquido, porcentagem de participação, receitas e despesas intercompanhias, saldos a receber e a pagar e outras; Reavaliações realizadas no exercício e seu tratamento contábil; Ônus que gravem os ativos da empresa, garantias prestadas a terceiros, fianças, avais e outras contingências; Detalhamento das dívidas de longo prazo, com o perfil quanto a épocas de vencimento, taxas de encargos, tipos de indexação; Detalhamento do capital social quanto a número, espécies e classes de ações; Ajustes de exercícios anteriores realizados no exercício; Eventos subseqüentes à data do balanço que possam alterar significativamente a posição financeira e patrimonial futuras da empresa; Detalhamentos de contas agrupadas no balanço, tais como despesas financeiras líquidas, ativo imobilizado etc.; Cálculo do lucro e do dividendo por ação e do dividendo mínimo obrigatório. 1.8 Parecer da Auditoria Independente Esse parecer procura dizer se foram ou não aplicadas as normas tradicionais da Auditoria Externa, quais demonstrações foram auditadas e o Parecer dos Auditores quanto a estarem tais demonstrações dentro dos princípios contábeis em utilização hoje no Brasil (resumidamente expostos nas próprias notas explicativas), e também quanto à prática uniforme, ou não, ao longo do tempo, dos mesmos critérios contábeis. A leitura atenta desse parecer é de suma importância também para o usuário externo. Profª Thays Silva Diniz 7

8 Atividades Práticas 1 Tem-se a seguir o Balanço Patrimonial de uma empresa do setor de comércio cuja demonstração encerrou-se em 31 de dezembro de As informações relevantes acerca das atividades exercidas pela empresa no exercício seguinte de 2008 são descritas logo a seguir. Usando os dados apresentados, pede-se elaborar a DRE e o Balanço Patrimonial para essa empresa para o exercício de ATIVO 2007 PASSIVO 2007 Caixa ,00 Contas a Pagar ,00 Bancos ,00 Duplicatas a Pagar ,00 Contas Receber ,00 Financiamentos Curto Prazo ,00 Estoque ,00 Total Passivo Circulante ,00 Total Ativo Circulante ,00 Exigível Longo Prazo Financiamentos ,00 Imobilizado Bruto ,00 PL (-)Depreciação Acumulada ,00 Capital Social ,00 Imobilizado Líquido ,00 Lucros Acumulados ,00 Total do PL ,00 TOTAL ,00 TOTAL ,00 Informações para o exercício de 2008: As vendas de 2008 atingiram R$ ,00; Os custos dos produtos vendidos correspondem a 60% da receita de vendas; As despesas operacionais correspondem a 15% da receita de vendas; As despesas financeiras assumem 10% da soma do saldo inicial dos financiamentos de curto e de longo prazo; A alíquota do Imposto de Renda é de 34% sobre o lucro; A empresa distribuiu sob a forma de dividendos em 2008 o total de R$ ,00; As contas Caixa, Bancos e Estoques permaneceram inalteradas; As contas a receber equivalem a 8% das vendas; A empresa adquiriu bens imobilizados no valor de R$35.000,00; A depreciação de 2008 foi de R$20.000,00; As contas a pagar equivalem em 2008 a 5% da receita de vendas; Não haverá aumento/redução do capital social em 2008; Não houve modificação nas contas de financiamentos e duplicatas a pagar em Profª Thays Silva Diniz 8

9 2 Conhecendo-se o Balanço Patrimonial e a DRE do ano de 2007 de uma determinada empresa, pede-se elaborar a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) para o exercício de ATIVO PASSIVO Disponibilidades Fornecedores Contas a Receber Empréstimos Estoque Provisão IR Ativo Circulante Passivo Circulante Imobilizado Exigível a Longo Prazo (-)Deprec. Acumulada Empréstimos Ativo Permanente Patrimônio Líquido ATIVO TOTAL PASSIVO TOTAL DRE 2007 Receitas Líquidas (-) Custos Produtos Vendidos (=) Lucro Bruto (-) Desp.Vendas e Adm (-) Depreciação -600 (=) Lucro Operacional (-) Despesas Financeiras -900 (=) LAIR (-) IR (40%) (=) LL Dividendos a ser distribuídos Profª Thays Silva Diniz 9

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