CURSO DE LEGISLAÇÃO PREVIDENCIÁRIA PARA O AFT PROFESSOR: GABRIEL PEREIRA AULA 01. I Introdução. Olá, pessoal!

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1 AULA 01 I Introdução Olá, pessoal! Bem-vindos ao Curso de Legislação Previdenciária para o AFT! Depois da Aula Demonstrativa, hoje começamos pra valer nosso curso. Nesta Aula 01 abordaremos os tópicos 3 e 4 do edital, que abrange os títulos II e III da Lei n 8.213/1991. Gostaria de avisar que essa aula ficou um pouco maior do que eu imaginei e que, por isso, resolvi disponibilizar os comentários das questões propostas em um arquivo separado. Assim, apresentarei as duas listas de exercícios, tanto da Aula Demonstrativa como desta Aula 01, numa aula extra disponibilizada no site do Ponto. Esse conteúdo estará disponível na próxima segunda, dia 20 de junho. Como já deve estar claro para vocês a esta altura, ainda que tenhamos por objetivo construir uma compreensão ampla da legislação previdenciária, o foco principal do nosso estudo aqui é a Lei n 8.213/91. Para evitar repetições excessivas, nos trechos da aula em que houver referências a determinados artigos de lei sem que esteja especificado o diploma legal, trata-se de artigo da Lei n 8.213/91. Combinado? Assim, caso você queira consultar o texto da lei, já fica sabendo que os artigos indicados referem-se à Lei n 8.213/91, a não ser que outra base legal esteja expressamente mencionada. Um abraço e bons estudos! 1

2 Aula 01 Conteúdo: 3. Lei n 8.213/1991, Título II: Do Plano de Benefícios da Previdência Social. 4. Lei n 8.213/1991, Título III: Do Regime Geral da Previdência Social. Capítulo I: Dos Beneficiários (Segurados e Dependentes). 3. LEI N 8.213/1991, TÍTULO II: DO PLANO DE BENEFÍCIOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL O título II da Lei n se resume ao art. 9, que traz uma definição geral do RGPS. Segundo o dispositivo, a Previdência Social compreende o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e o Regime Facultativo Complementar de Previdência Social. A despeito dessa definição incluída pelo legislador na Lei n 8.213, é muito comum que as pessoas e até a doutrina utilizem a expressão Previdência Social como sinônimo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Todavia, a Previdência Social compreende o RGPS e o Regime Facultativo de Previdência Complementar, ou seja, o RGPS é só um dos pilares da Previdência Social, ainda que seja o mais importante e difundido entre os trabalhadores brasileiros. O Regime Facultativo de Previdência Complementar é objeto de lei específica (art. 9, 2 ), que é a Lei Complementar n 109, de As principais características da Previdência Complementar é ser um regime de previdência privado e facultativo. Portanto, ao contrário do RGPS, cuja filiação é obrigatória e decorrente do exercício de atividade remunerada, no Regime Facultativo de Previdência Complementar a filiação é voluntária, cabendo ao trabalhador decidir por sua filiação. Compete também ao Ministério da Previdência Social formular políticas de Previdência Complementar e supervisionar o funcionamento das entidades que oferecem planos de previdência privada. Contudo, a administração do RGPS é uma atribuição maior do Ministério (realizada através do INSS), pois o 2

3 Regime Geral abrange a maioria dos trabalhadores brasileiros, por sua característica de filiação obrigatória. Para o AFT, o RGPS é altamente relevante, pois a filiação compulsória decorrente do vínculo de emprego enseja direitos previdenciários aos trabalhadores, que também devem ser protegidos juntamente com os direitos trabalhistas. O Regime Geral de Previdência Social (RGPS) garante a cobertura de todas as situações de riscos sociais expressas no art. 1o da Lei n 8.213/91, exceto as de desemprego involuntário, objeto de lei específica: incapacidade, idade avançada, tempo de serviço, encargos familiares e prisão ou morte daqueles de quem dependiam economicamente. Embora o desemprego involuntário seja descrito na Constituição como um risco social que deveria ser coberto pelo Regime Geral de Previdência Social, o seguro-desemprego foi objeto de lei específica e é administrado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), não configurando benefício do RGPS. Ainda no art. 9 da Lei n 8.213, em seu 1, afirma-se que o RGPS não garante aposentadoria por tempo de contribuição para o trabalhador que optar pelo Plano Simplificado de Previdência Social (PSPS). O Plano Simplificado foi criado a partir da LC n 123, de 2006, e foi introduzido no Regulamento da Previdência Social (Decreto n 3.048/1999) pelo Decreto n 6.042, de A partir do início de 2007, os segurados contribuinte individual e facultativo puderam optar por recolher uma alíquota inferior (11% em vez de 20%), sobre o salário-mínimo, desde que abrissem mão do benefício de aposentadoria por tempo de contribuição. Portanto, o 1 do art. 9 apenas afirma, de forma redundante, que o RGPS não garante o benefício de aposentadoria por tempo de contribuição para os segurados que optarem pelo Plano Simplificado de Previdência Social (PSPS). 4. LEI N 8.213/1991, TÍTULO III: DO REGIME GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. CAPÍTULO I: DOS BENEFICIÁRIOS (SEGURADOS E DEPENDENTES) 3

4 O título III da Lei n 8.213/91 trata das principais características do Regime Geral da Previdência Social, no tocante ao seu Plano de Benefícios: seus beneficiários (capítulo I) e suas prestações em geral (capítulo II). O capítulo II, das prestações em geral, será o objeto de estudo da nossa Aula 2, da próxima semana. Por enquanto, vamos nos concentrar no estudo dos beneficiários do Regime Geral de Previdência Social. Os beneficiários do Regime Geral de Previdência Social classificam-se como segurados e dependentes (art. 10). São segurados as pessoas físicas filiadas ao RGPS, ainda que facultativamente, que são classificadas em seis categorias, que veremos na sequência. Já os dependentes são as pessoas físicas definidas por lei como aquelas que terão direito a benefícios previdenciários em caso de algum infortúnio com o segurado, de quem dependiam financeiramente. Uma informação importante para fixar desde já é que não existe beneficiário do RGPS pessoa jurídica, mas apenas pessoa física. Os segurados do RGPS são divididos em segurados obrigatórios e facultativos. Os obrigatórios são vinculados compulsoriamente ao sistema previdenciário, em decorrência do exercício de atividade remunerada. A lei divide-os em cinco espécies: empregado, avulso, contribuinte individual, empregado doméstico e segurado especial. Já o segurado facultativo é uma figura atípica, que não obedece à regra básica de obrigatoriedade de filiação, e foi criada em obediência ao princípio da universalidade de participação no RGPS. Portanto, o conceito de segurado facultativo permite a filiação voluntária de qualquer pessoa excluída do sistema previdenciário, na maioria das vezes, em virtude de não exercer atividade remunerada. É importante saber quais são os 6 tipos de segurado do RGPS. Gosto de usar um macete que ajuda a memorizar. Lembre-se dessa frase: EAD É FÁCIL. Atualmente, todo mundo já ouviu falar em Educação à Distância, a famosa EAD. Os cursos do Ponto não deixam de ser um tipo de EAD. Portanto, 4

5 para lembrar das espécies de segurados do RGPS, lembre-se que EAD É FÁCIL : E de Empregado; A de Avulso; D de Doméstico; É de Especial; FÁ de Facultativo; e CIL de Contribuinte Individual. Os conceitos das espécies de segurados são definições que aparecem nas normas previdenciárias e que procuram enfatizar as características distintivas da atividade exercida que determina em qual das seis espécies de segurado do RGPS se enquadra o trabalhador. Apresentaremos, na sequência, o conceito de cada uma das seis espécies de segurado do RGPS, realçando suas características distintivas. Contudo, os conceitos não são suficientes para abranger e distinguir todas as atividades de trabalho e são complementados por uma lista extensa de atividades que se enquadram em cada uma daquelas espécies de segurado. Essa lista está contida basicamente no artigo 11 da Lei n 8.213/91. No Regulamento da Previdência Social, Decreto n 3048/1999, o art. 9 trata de maneira mais detalha as hipóteses de enquadramento dos segurados. Contudo, como o conteúdo básico da disciplina de Legislação Previdenciária, no concurso de AFT, é a Lei n 8.213/91, usaremos tal diploma legal como base para nosso estudo. Ainda assim, caso apareçam dúvidas nessa parte de segurados, recorrer ao RPS poderá ser bastante útil. Desse modo, sugiro que você leia o artigo 11 da Lei n 8.213/91, para conhecer seu teor e para entender as diferenças entre os seis tipos de segurado. Esse é um tópico tão cobrado em concursos que acho importante o aluno ter uma boa noção das hipóteses de enquadramento em cada categoria de segurado. Portanto, leia e releia o art. 11. Além de apresentar os conceitos de cada tipo de segurado (EAD É FÁCIL), reproduzo abaixo os incisos listados no art. 11, que definem o enquadramento das atividades em cada espécie de segurado. Fazendo exercícios de concursos anteriores, você perceberá que algumas alíneas são freqüentemente cobradas em prova. Não é necessário que você decore essa lista grande de hipóteses de enquadramento em cada tipo de segurado. O importante é que você saiba o conceito e memorize aquelas atividades mais cobradas em concursos públicos. 5

6 Nas questões que cobram esse conteúdo, geralmente a banca descreve uma atividade e pergunta em que espécie de segurado tal atividade se enquadra. Destaco em negrito as hipóteses mais cobradas, as quais devem ser estudadas com mais atenção. Esse é o tipo de conteúdo que deve ser também revisto na véspera da prova, para garantir algumas questões. Se você ler o art. 11 da Lei n 8.213/91 duas vezes na véspera, estará com o conteúdo fresquinho na hora da prova e acertará as questões que cobrarem esse tópico. EMPREGADO Conceito de segurado empregado: aquele que presta serviço de natureza urbana ou rural a empresa, em caráter NÃO EVENTUAL, sob sua SUBORDINAÇÃO e mediante REMUNERAÇÃO. As características distintivas do empregado são três: natureza não eventual do trabalho, subordinação e remuneração. Assim, em qualquer situação que o trabalhador tiver um vínculo de emprego com uma instituição e não for amparado por outro regime de previdência, ele será segurado empregado do RGPS. Vejamos as hipóteses de enquadramento como segurado empregado listadas no art. 11 da Lei n 8.213/91: Art. 11. São segurados obrigatórios da Previdência Social as seguintes pessoas físicas: I - como empregado: a) aquele que presta serviço de natureza urbana ou rural à empresa, em caráter não eventual, sob sua subordinação e mediante remuneração, inclusive como diretor empregado; b) aquele que, contratado por empresa de trabalho temporário, definida em legislação específica, presta serviço para atender a necessidade transitória de substituição de pessoal regular e permanente ou a acréscimo extraordinário de serviços de outras empresas; 6

7 c) o brasileiro ou o estrangeiro domiciliado e contratado no Brasil para trabalhar como empregado em sucursal ou agência de empresa nacional no exterior; d) aquele que presta serviço no Brasil a missão diplomática ou a repartição consular de carreira estrangeira e a órgãos a elas subordinados, ou a membros dessas missões e repartições, excluídos o não-brasileiro sem residência permanente no Brasil e o brasileiro amparado pela legislação previdenciária do país da respectiva missão diplomática ou repartição consular; e) o brasileiro civil que trabalha para a União, no exterior, em organismos oficiais brasileiros ou internacionais dos quais o Brasil seja membro efetivo, ainda que lá domiciliado e contratado, salvo se segurado na forma da legislação vigente do país do domicílio; f) o brasileiro ou estrangeiro domiciliado e contratado no Brasil para trabalhar como empregado em empresa domiciliada no exterior, cuja maioria do capital votante pertença a empresa brasileira de capital nacional; g) o servidor público ocupante de cargo em comissão, sem vínculo efetivo com a União, Autarquias, inclusive em regime especial, e Fundações Públicas Federais. h) o exercente de mandato eletivo federal, estadual ou municipal, desde que não vinculado a regime próprio de previdência social ; i) o empregado de organismo oficial internacional ou estrangeiro em funcionamento no Brasil, salvo quando coberto por regime próprio de previdência social; j) o exercente de mandato eletivo federal, estadual ou municipal, desde que não vinculado a regime próprio de previdência social. O ocupante de cargo de Ministro de Estado, de Secretário Estadual, Distrital ou Municipal, sem vínculo efetivo com a União, Estados, Distrito Federal e Municípios, suas autarquias, ainda que em regime especial, e fundações também são enquadrados na alínea g, ou seja, se não estiverem vinculados a regime próprio de previdência, serão vinculados obrigatoriamente ao RGPS como segurados empregados (art. 11, 5 ). O dirigente sindical mantém, durante o exercício do mandato eletivo, o mesmo enquadramento no Regime Geral de Previdência Social de antes da investidura ( 4 ). Como eu disse anteriormente, a regra sobre o enquadramento dos segurados é mais bem explicada no art. 9 do RPS. Essa lista da Lei n 7

8 8.213/91 passou por muitas alterações e, atualmente, não reflete a melhor técnica legislativa. Por exemplo, você deve ter percebido que as alíneas h e j tratam da mesma situação. Contudo, como apenas a Lei n 8.213/91 é objeto de cobrança no concurso do AFT, utilizar o Decreto 3.048/99 como base para nossos estudos não seria adequado, pois as questões do concurso cobrarão o conhecimento da matéria tal como se encontra na Lei n Ainda assim, o aluno pode e deve consultar o dispositivo no RPS quando a leitura da Lei n gerar dúvidas. EMPREGADO DOMÉSTICO Conceito de Doméstico: aquele que presta serviço de natureza contínua, mediante remuneração, A PESSOA OU FAMÍLIA, no âmbito RESIDENCIAL desta, EM ATIVIDADE SEM FINS LUCRATIVOS. As características distintivas do segurado empregado doméstico são duas: o trabalho em âmbito familiar e SEM finalidade lucrativa. Nesse sentido, um motorista particular e um jardineiro também são enquadrados nesse conceito. Interessante perceber que, caso um empregado doméstico venha a realizar atividades com finalidade lucrativa, ele deixará de ser enquadrado como doméstico e passará a ser considerado segurado empregado. Portanto, se uma trabalhadora doméstica passa a costurar para a atividade comercial da empregadora, ainda que seja em âmbito familiar, ela deixa de ser doméstica para ser segurada empregada. Lembre-se: empregado doméstico só pode exercer atividades SEM fins lucrativos. Dizer que a atividade não pode ter finalidade lucrativa não significa que o empregado doméstico não possa receber remuneração. Naturalmente, trata-se de uma atividade remunerada PARA O TRABALHADOR. No entanto, o conceito traz restrição quanto à atividade na qual o trabalhador doméstico é empregado, que não pode ter fins lucrativos. Ou seja, se um trabalhador é contratado para atividades no âmbito doméstico, seja para atuar na limpeza, vigilância, como babá, motorista ou mordomo, ele será enquadrado como empregado doméstico, pois essas atividades não têm fins lucrativos (para o 8

9 dono da casa). No entanto, se uma pessoa monta uma pequena sala de costura em sua casa para auferir uma renda extra, prestando serviços para fora, o trabalhador que for contratado para trabalhar nessa atividade de costura não será enquadrado como empregado doméstico, pois tal atividade tem fins lucrativos. Nesse caso, embora a atividade seja conduzida em âmbito residencial, ela tem finalidade de empresa, e o trabalhador será enquadrado como segurado empregado. Vejamos o que diz o art. 11, da Lei n 8.213/91, sobre o empregado doméstico: Art. 11. São segurados obrigatórios da Previdência Social as seguintes pessoas físicas: II - como empregado doméstico: aquele que presta serviço de natureza contínua a pessoa ou família, no âmbito residencial desta, em atividades sem fins lucrativos. CONTRIBUINTE INDIVIDUAL Conceito de Contribuinte Individual (CI): quem presta serviço de natureza urbana ou rural, em CARÁTER EVENTUAL, a uma ou mais empresas, SEM RELAÇÃO DE EMPREGO. Até 1999 esses trabalhadores eram definidos como autônomos. A característica distintiva dessa espécie de segurado é a ausência da relação de emprego. A categoria de Contribuinte Individual inclui outros trabalhadores que não se encaixam nas demais espécies, como o ministro de confissão religiosa. As espécies de segurados contribuinte individual e empregado são as que causam maior confusão no candidato. Portanto, é preciso ler as hipóteses de enquadramento de cada tipo de segurado com cuidado. Art. 11. São segurados obrigatórios da Previdência Social as seguintes pessoas físicas: V - como contribuinte individual: (Redação dada pela Lei nº 9.876, de ) 9

10 a) a pessoa física, proprietária ou não, que explora atividade agropecuária, a qualquer título, em caráter permanente ou temporário, em área superior a 4 (quatro) módulos fiscais; ou, quando em área igual ou inferior a 4 (quatro) módulos fiscais ou atividade pesqueira, com auxílio de empregados ou por intermédio de prepostos; ou ainda nas hipóteses dos 9 o e 10 deste artigo; b) a pessoa física, proprietária ou não, que explora atividade de extração mineral - garimpo, em caráter permanente ou temporário, diretamente ou por intermédio de prepostos, com ou sem o auxílio de empregados, utilizados a qualquer título, ainda que de forma não contínua; c) o ministro de confissão religiosa e o membro de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa; e) o brasileiro civil que trabalha no exterior para organismo oficial internacional do qual o Brasil é membro efetivo, ainda que lá domiciliado e contratado, salvo quando coberto por regime próprio de previdência social; f) o titular de firma individual urbana ou rural, o diretor não empregado e o membro de conselho de administração de sociedade anônima, o sócio solidário, o sócio de indústria, o sócio gerente e o sócio cotista que recebam remuneração decorrente de seu trabalho em empresa urbana ou rural, e o associado eleito para cargo de direção em cooperativa, associação ou entidade de qualquer natureza ou finalidade, bem como o síndico ou administrador eleito para exercer atividade de direção condominial, desde que recebam remuneração; g) quem presta serviço de natureza urbana ou rural, em caráter eventual, a uma ou mais empresas, sem relação de emprego; h) a pessoa física que exerce, por conta própria, atividade econômica de natureza urbana, com fins lucrativos ou não. No Regulamento da Previdência Social (RPS), a lista de hipóteses de contribuinte individual é consideravelmente maior, com casos mais específicos, o que geralmente causa mais dúvidas. Por isso, a maioria das questões de concurso sobre o assunto segurados envolve as espécies empregado e contribuinte individual, que são as duas categorias passíveis de confundir o candidato. Ainda assim, não estudaremos as disposições do RPS porque ele não é cobrado no edital. Logo, caso uma questão sobre o RPS fosse cobrada, ela teria que ser anulada por cobrar um conteúdo não contido no edital. De qualquer modo, um macete para distinguir os segurados empregado do contribuinte individual é a facilidade de identificar o empregador envolvido na relação de emprego. A categoria contribuinte individual abrange aquelas situações em que é difícil identificar o empregador e quando não há uma fonte pagadora única e constante, ou seja, não existe uma relação de emprego 10

11 formal. Nos exercícios contidos no final da aula veremos que essas linhas distintivas ajudam a resolver as questões de prova. TRABALHADOR AVULSO Conceito de Avulso: aquele que, sindicalizado ou não, presta serviço de natureza urbana ou rural, A DIVERSAS EMPRESAS, sem vínculo empregatício, com a INTERMEDIAÇÃO OBRIGATÓRIA DO ÓRGÃO GESTOR DE MÃO-DE-OBRA (OGMO) OU DO SINDICATO DA CATEGORIA. O trabalhador avulso restringe-se a alguns trabalhos específicos ligados a atividades portuárias, que, por sua própria natureza, acabam sendo intermediadas pelo sindicato ou pelo OGMO. Em geral, essa espécie de segurado não é muito cobrada em concurso, pois fica fácil para os alunos identificarem que se trata do avulso. São exemplos de trabalhador avulso: o prático, o amarrador de embarcação no porto, o guindasteiro e o empacotador dos armazéns. Vejamos o que diz o art. 11 sobre o segurado trabalhador avulso: Art. 11. São segurados obrigatórios da Previdência Social as seguintes pessoas físicas: VI - como trabalhador avulso: quem presta, a diversas empresas, sem vínculo empregatício, serviço de natureza urbana ou rural definidos no Regulamento. No caso do trabalhador avulso, como a Lei n 8.213/91 faz referência expressa ao Regulamento, vale à pena analisarmos como o Decreto n 3.048/99 trata do assunto: Art. 9º São segurados obrigatórios da previdência social as seguintes pessoas físicas: VI - como trabalhador avulso - aquele que, sindicalizado ou não, presta serviço de natureza urbana ou rural, a diversas empresas, sem vínculo empregatício, com a intermediação obrigatória do órgão gestor de mão-deobra, nos termos da Lei nº 8.630, de 25 de fevereiro de 1993, ou do sindicato da categoria, assim considerados: 11

12 a) o trabalhador que exerce atividade portuária de capatazia, estiva, conferência e conserto de carga, vigilância de embarcação e bloco; b) o trabalhador de estiva de mercadorias de qualquer natureza, inclusive carvão e minério; c) o trabalhador em alvarenga (embarcação para carga e descarga de navios); d) o amarrador de embarcação; e) o ensacador de café, cacau, sal e similares; f ) o trabalhador na indústria de extração de sal; g) o carregador de bagagem em porto; h) o prático de barra em porto; i ) o guindasteiro; e j ) o classificador, o movimentador e o empacotador de mercadorias em portos. SEGURADO ESPECIAL Conceito de Segurado especial (SE): é o produtor, o parceiro, o meeiro, e o arrendatário rurais, o pescador artesanal e seus assemelhados, que exerçam essas atividades individualmente ou EM REGIME DE ECONOMIA FAMILIAR, ainda que com o auxílio EVENTUAL de terceiros. Cônjuges ou companheiros e filhos maiores de 16 anos ou a eles equiparados que trabalham na atividade rural, no mesmo grupo familiar, também são considerados SE. Existem limites legais em relação à propriedade rural explorada: área contínua ou não de até quatro módulos fiscais. Já o auxílio eventual de terceiros está limitado à razão de no máximo 120 pessoas por dia no ano civil (para atender as necessidades do período de safra e colheita). Esse limite máximo de 120 pessoas por dia no ano civil significa que o segurado especial pode contar com auxílio de terceiros limitado da seguinte maneira: desde 1 pessoa por 120 dias no ano; de 10 pessoas por 12 dias; ou até 120 pessoas por apenas um dia. Não há um número fixo de pessoas ou de dias, o que 12

13 importa é que o número de pessoas vezes o número de dias deve dar no máximo 120. Além disso, a Lei n , de 2008, também autorizou o exercício concomitante de outras atividades remuneradas, como o turismo na propriedade rural, embora com muitas limitações. Vejamos o que o art. 11 fala sobre o segurado especial, com regramento dado pela Lei n , de 2008: Art. 11. São segurados obrigatórios da Previdência Social as seguintes pessoas físicas: VII como segurado especial: a pessoa física residente no imóvel rural ou em aglomerado urbano ou rural próximo a ele que, individualmente ou em regime de economia familiar, ainda que com o auxílio eventual de terceiros, na condição de: (Redação dada pela Lei nº , de 2008) a) produtor, seja proprietário, usufrutuário, possuidor, assentado, parceiro ou meeiro outorgados, comodatário ou arrendatário rurais, que explore atividade: 1. agropecuária em área de até 4 (quatro) módulos fiscais; 2. de seringueiro ou extrativista vegetal que exerça suas atividades nos termos do inciso XII do caput do art. 2 o da Lei n o 9.985, de 18 de julho de 2000, e faça dessas atividades o principal meio de vida; b) pescador artesanal ou a este assemelhado que faça da pesca profissão habitual ou principal meio de vida; e c) cônjuge ou companheiro, bem como filho maior de 16 (dezesseis) anos de idade ou a este equiparado, do segurado de que tratam as alíneas a e b deste inciso, que, comprovadamente, trabalhem com o grupo familiar respectivo. 1 o Entende-se como regime de economia familiar a atividade em que o trabalho dos membros da família é indispensável à própria subsistência e ao desenvolvimento socioeconômico do núcleo familiar e é exercido em condições de mútua dependência e colaboração, sem a utilização de empregados permanentes. (...) 6 o Para serem considerados segurados especiais, o cônjuge ou companheiro e os filhos maiores de 16 (dezesseis) anos ou os a estes equiparados deverão ter participação ativa nas atividades rurais do grupo familiar. 7 o O grupo familiar poderá utilizar-se de empregados contratados por prazo determinado ou de trabalhador de que trata a alínea g do inciso V do caput deste artigo, em épocas de safra, à razão de, no máximo, 120 (cento e vinte) pessoas/dia no ano civil, em períodos corridos ou intercalados ou, ainda, por tempo equivalente em horas de trabalho. 13

14 8 o Não descaracteriza a condição de segurado especial: I a outorga, por meio de contrato escrito de parceria, meação ou comodato, de até 50% (cinqüenta por cento) de imóvel rural cuja área total não seja superior a 4 (quatro) módulos fiscais, desde que outorgante e outorgado continuem a exercer a respectiva atividade, individualmente ou em regime de economia familiar; II a exploração da atividade turística da propriedade rural, inclusive com hospedagem, por não mais de 120 (cento e vinte) dias ao ano; III a participação em plano de previdência complementar instituído por entidade classista a que seja associado em razão da condição de trabalhador rural ou de produtor rural em regime de economia familiar; e IV ser beneficiário ou fazer parte de grupo familiar que tem algum componente que seja beneficiário de programa assistencial oficial de governo; V a utilização pelo próprio grupo familiar, na exploração da atividade, de processo de beneficiamento ou industrialização artesanal, na forma do 11 do art. 25 da Lei n o 8.212, de 24 de julho de 1991; e VI a associação em cooperativa agropecuária. 9 o Não é segurado especial o membro de grupo familiar que possuir outra fonte de rendimento, exceto se decorrente de: I benefício de pensão por morte, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão, cujo valor não supere o do menor benefício de prestação continuada da Previdência Social; II benefício previdenciário pela participação em plano de previdência complementar instituído nos termos do inciso IV do 8 o deste artigo; III exercício de atividade remunerada em período de entressafra ou do defeso, não superior a 120 (cento e vinte) dias, corridos ou intercalados, no ano civil, observado o disposto no 13 do art. 12 da Lei n o 8.212, de 24 julho de 1991; IV exercício de mandato eletivo de dirigente sindical de organização da categoria de trabalhadores rurais; V exercício de mandato de vereador do Município em que desenvolve a atividade rural ou de dirigente de cooperativa rural constituída, exclusivamente, por segurados especiais, observado o disposto no 13 do art. 12 da Lei n o 8.212, de 24 de julho de 1991; VI parceria ou meação outorgada na forma e condições estabelecidas no inciso I do 8 o deste artigo; VII atividade artesanal desenvolvida com matéria-prima produzida pelo respectivo grupo familiar, podendo ser utilizada matéria-prima de outra origem, desde que a renda mensal obtida na atividade não exceda ao menor benefício de prestação continuada da Previdência Social; e 14

15 VIII atividade artística, desde que em valor mensal inferior ao menor benefício de prestação continuada da Previdência Social. 10. O segurado especial fica excluído dessa categoria: I a contar do primeiro dia do mês em que: a) deixar de satisfazer as condições estabelecidas no inciso VII do caput deste artigo, sem prejuízo do disposto no art. 15 desta Lei, ou exceder qualquer dos limites estabelecidos no inciso I do 8 o deste artigo; b) se enquadrar em qualquer outra categoria de segurado obrigatório do Regime Geral de Previdência Social, ressalvado o disposto nos incisos III, V, VII e VIII do 9 o deste artigo, sem prejuízo do disposto no art. 15 desta Lei; e c) tornar-se segurado obrigatório de outro regime previdenciário; II a contar do primeiro dia do mês subseqüente ao da ocorrência, quando o grupo familiar a que pertence exceder o limite de: a) utilização de terceiros na exploração da atividade a que se refere o 7 o deste artigo; e b) dias em atividade remunerada estabelecidos no inciso III do 9 o deste artigo; c) dias de hospedagem a que se refere o inciso II do 8 o deste artigo. 11. Aplica-se o disposto na alínea a do inciso V do caput deste artigo ao cônjuge ou companheiro do produtor que participe da atividade rural por este explorada. SEGURADO FACULTATIVO Conceito de Segurado Facultativo: é segurado facultativo o maior de 16 anos de idade que se filiar ao RGPS, mediante contribuição, desde que NÃO ESTEJA EXERCENDO ATIVIDADE REMUNERADA QUE O ENQUADRE COMO SEGURADO OBRIGATÓRIO da previdência social e que não esteja vinculado a regime de previdência próprio. Vejamos agora o que diz a Lei n 8.213/91 sobre o segurado facultativo (art. 13): 15

16 Art. 13. É segurado facultativo o maior de 14 (quatorze) anos que se filiar ao Regime Geral de Previdência Social, mediante contribuição, desde que não incluído nas disposições do art. 11. Apesar de o dispositivo afirmar que é segurado facultativo o maior de 14 anos que se filiar ao RGPS, atualmente a idade mínima para se filiar facultativamente ao RGPS é 16 anos. Aliás, como a lei trabalhista foi alterada para permitir o trabalho ao menor de 16 anos, a partir de 14 anos, apenas como menor aprendiz, essa é a única situação em que é possível se vincular ao RGPS a partir de 14 anos, como menor aprendiz. É isso o que diz o RPS, baseado nas alterações legislativas posteriores à Lei n 8.213: Art.11. É segurado facultativo o maior de dezesseis anos de idade que se filiar ao Regime Geral de Previdência Social, mediante contribuição, na forma do art. 199, desde que não esteja exercendo atividade remunerada que o enquadre como segurado obrigatório da previdência social. FILIAÇÃO E INSCRIÇÃO A filiação consiste no vínculo jurídico que se estabelece entre os segurados e a Previdência Social, do qual resultam direitos e obrigações. Por se tratar de um sistema contributivo e de filiação compulsória, a principal obrigação do segurado do RGPS é a de pagar contribuições para o sistema. Na maioria das vezes, elas são pagas mensalmente e descontadas diretamente pelo empregador de sua remuneração. Por sua vez, aquele que está filiado ao RGPS passa a ter direito a benefícios e serviços do sistema. Cabe lembrar que o simples exercício de atividade remunerada implica automaticamente na filiação do segurado obrigatório. Mesmo que o trabalhador desconheça sua filiação ou mesmo que se oponha a tal fato, nada modifica essa situação: o exercício de atividade remunerada implica filiação automática ao RGPS. Não interessa se o trabalhador é aposentado ou se já exerce outra atividade que o vincule a algum RPPS, se essa pessoa exercer 16

17 atividade remunerada que a enquadre como segurado do RGPS, ela estará automaticamente filiada ao sistema. Segundo o 12 do art. 9, do Decreto 3.048/99, o exercício de atividade remunerada sujeita a filiação obrigatória ao Regime Geral de Previdência Social. Já a inscrição é ato meramente formal, pelo qual o segurado é cadastrado no RGPS para sua identificação junto ao INSS, mediante comprovação dos dados pessoais e de outros elementos necessários e úteis à sua caracterização. Portanto, se a filiação é o vínculo entre o segurado e o RGPS, a inscrição significa a formalização desse vínculo. Atualmente, como regra, a inscrição dos segurados empregados é feita diretamente na empresa e no sindicato ou órgão gestor de mão de obra para os segurados avulsos. Obviamente, caso a inscrição não seja realizada por essas instituições que se relacionam com o trabalhador, o próprio segurado poderá fazê-la junto ao INSS, desde que comprove o exercício da atividade, através do registro na carteira de trabalho, por exemplo. Todos os demais segurados do RGPS, incluindo o facultativo, realizam sua inscrição perante o INSS, o que pode ser feito pela Internet. É importante guardarmos dois pontos a esse respeito. Primeiro, a inscrição do segurado, em qualquer categoria, exige a idade mínima de 16 anos, salvo o menor aprendiz, a partir de 14 anos. Segundo, se um trabalhador exercer concomitantemente mais de uma atividade remunerada sujeita ao RGPS, será inscrito obrigatoriamente em relação a cada uma delas. Esse é um ponto muito cobrado em concurso público e geralmente os enunciados que o abordam tentam confundir o candidato. A pegadinha desse tipo de questão está na inter-relação entre essa regra de filiação múltipla para cada atividade concomitante exercida com o princípio do parágrafo 5, artigo 201 da CF/88. Esse dispositivo constitucional afirma que é vedada a filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência. Vejamos um exemplo do concurso recente de médico perito do INSS de 2010 organizado pelo Cespe: 17

18 (Cespe/Médico Perito-INSS/2010) João aposentou-se pelo RPPS em 16/11/2009 e, a partir de então, passou a prestar consultoria a diversas empresas do Distrito Federal, atividade que não interrompeu mesmo após a sua contratação para trabalhar em missão diplomática norteamericana localizada no Brasil. Nessa situação, João é segurado obrigatório do RGPS, ainda que já receba aposentadoria oriunda de regime próprio de previdência. Certo ou errado? Essa afirmativa está correta. Muitos alunos, ao lerem o enunciado, fixam sua atenção ao fato de a pessoa ter se aposentado pelo RPPS, ou seja, ser participante de regime próprio de previdência, e logo lembram daquela vedação constitucional para concluir que ela não poderia participar do RGPS. Ora, o dispositivo constitucional analisado impede que pessoa participante de RPPS se filie ao RGPS como segurado facultativo. Contudo, se essa mesma pessoa exerce atividade remunerada que a enquadra como segurado obrigatório do RGPS, ela estará compulsoriamente filiada ao regime e deverá passar a contribuir. No exemplo da questão, o trabalho de consultor caracteriza João como contribuinte individual e o trabalho na missão diplomática o enquadra como segurado empregado do RGPS. É interessante notar que, mesmo recebendo aposentadoria do RPPS, João poderia fazer jus a aposentadoria do INSS se contribuísse por tempo suficiente para o Regime Geral. Nossos tribunais superiores já decidiram nesse sentido. Não é possível acumular duas aposentadorias do RGPS (INSS), mas é possível acumular uma de RPPS com outra de RGPS. Ainda que não venha a ter direito à aposentadoria do RGPS, João contribuirá para o regime, com base no princípio da solidariedade. Portanto, o enunciado da questão exemplifica a possibilidade da multiplicidade de vínculos com o RGPS. Como afirma o 2 do art 11, do RPS, todo aquele que exercer, concomitantemente, mais de uma atividade remunerada sujeita ao Regime Geral de Previdência Social é obrigatoriamente filiado em relação a cada uma delas. 18

19 Vamos fixar esse ponto dando um salto no tempo. Digamos que você foi aprovado no concurso de AFT e já está empossado como servidor público. Caso você queira contribuir facultativamente para o RGPS, com o intuito de reforçar sua aposentadoria mais tarde, você pode? A resposta é negativa, não existe essa possibilidade por força da vedação do 5 do artigo 201 da Constituição. Agora, se você, como Auditor-Fiscal do Trabalho, é convidado a exercer atividade de professor em um cursinho preparatório, poderá se filiar ao RGPS? Nesse caso, a resposta é positiva e não há sequer escolha, o exercício dessa atividade remunerada implica filiação obrigatória ao RGPS. Essas conclusões estão expressas no artigo 12 da Lei N de Vejamos: Art. 12. O servidor civil ocupante de cargo efetivo ou o militar da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, bem como o das respectivas autarquias e fundações, são excluídos do Regime Geral de Previdência Social consubstanciado nesta Lei, desde que amparados por regime próprio de previdência social. 1 o Caso o servidor ou o militar venham a exercer, concomitantemente, uma ou mais atividades abrangidas pelo Regime Geral de Previdência Social, tornar-se-ão segurados obrigatórios em relação a essas atividades. 2 o Caso o servidor ou o militar, amparados por regime próprio de previdência social, sejam requisitados para outro órgão ou entidade cujo regime previdenciário não permita a filiação, nessa condição, permanecerão vinculados ao regime de origem, obedecidas as regras que cada ente estabeleça acerca de sua contribuição. No mesmo sentido, registre-se que o aposentado pelo Regime Geral de Previdência Social que estiver exercendo ou que voltar a exercer atividade abrangida por este Regime é segurado obrigatório em relação a essa atividade, ficando sujeito às contribuições de que trata a Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, para fins de custeio da Seguridade Social (art. 11, 3 ). Em geral, a filiação ocorre primeiro, sendo a inscrição posterior. A exceção é o segurado facultativo, cuja inscrição ocorre antes da filiação. Portanto, PARA O SEGURADO FACULTATIVO, A FILIAÇÃO AO RGPS DECORRE DA INSCRIÇÃO FORMALIZADA COM O PAGAMENTO DA PRIMEIRA CONTRIBUIÇÃO. Nada mais natural, já que esse tipo de segurado se 19

20 caracteriza justamente pela ausência de atividade remunerada, que é o elemento caracterizador da filiação do segurado obrigatório. Para os segurados obrigatórios, em oposição, a inscrição pressupõe a filiação. A inscrição, que é o ato formal de cadastramento, sem filiação não produz qualquer efeito perante a previdência social. Por fim, registre-se que incumbe ao dependente promover a sua inscrição quando do requerimento do benefício a que estiver habilitado (art. 17, 1, da Lei n 8.213/91). O cancelamento da inscrição do cônjuge se processa em face de separação judicial ou divórcio sem direito a alimentos, certidão de anulação de casamento, certidão de óbito ou sentença judicial, transitada em julgado (art. 17, 2 ).Veremos mais detalhes sobre os dependentes dos segurados na sequência. Ainda com relação a inscrição de segurados, o art. 17 traz dispositivos especiais para o segurado especial: A inscrição do segurado especial será feita de forma a vinculá-lo ao seu respectivo grupo familiar e conterá, além das informações pessoais, a identificação da propriedade em que desenvolve a atividade e a que título, se nela reside ou o Município onde reside e, quando for o caso, a identificação e inscrição da pessoa responsável pela unidade familiar. O segurado especial integrante de grupo familiar que não seja proprietário ou dono do imóvel rural em que desenvolve sua atividade deverá informar, no ato da inscrição, conforme o caso, o nome do parceiro ou meeiro outorgante, arrendador, comodante ou assemelhado. Simultaneamente com a inscrição do segurado especial, será atribuído ao grupo familiar número de Cadastro Específico do INSS CEI, para fins de recolhimento das contribuições previdenciárias. MANUTENÇÃO DA QUALIDADE DE SEGURADO Para fazer jus aos benefícios da previdência social, é requisito essencial que o trabalhador possua a qualidade de segurado do RGPS, garantindo, assim, a cobertura frente aos riscos sociais previstos em lei. Perdendo a 20

21 condição de segurado, nada mais poderá exigir do sistema protetivo, pois um requisito elementar para que alguém possa reivindicar alguma prestação previdenciária é o enquadramento como beneficiário do Regime, seja como segurado ou dependente. A perda da qualidade de segurado provoca a perda também dos direitos dos dependentes. Veremos neste tópico como acontece a perda da condição de segurado do RGPS. Para os segurados obrigatórios, a filiação ao Regime Geral decorre do exercício da atividade remunerada. Assim, caso o segurado deixe de exercer a atividade remunerada, como em virtude de desemprego, deveria perder sua filiação ao RGPS automaticamente. Todavia, devido à natureza protetiva da previdência social, previu o legislador que o trabalhador não deve permanecer sem proteção justamente no momento que é acometido pelo desemprego. Desse modo, a lei determinou situações em que uma pessoa filiada ao RGPS mantém a qualidade de segurado, mesmo não exercendo atividade remunerada nem efetuando o recolhimento de contribuições. O período no qual o segurado continua filiado ao RGPS mesmo sem estar contribuindo é denominado período de graça. Nesse período, ele conserva todos os seus direitos perante a Previdência Social, podendo solicitar benefícios normalmente. Da mesma forma, seus dependentes permanecem amparados pelo Regime em caso de algum infortúnio. O art. 15 da Lei n 8.213/91 estabelece os respectivos prazos do período de graça: Art. 15. Mantém a qualidade de segurado, independentemente de contribuições: I sem limite de prazo, quem está em gozo de benefício; II até 12 meses após a cessação das contribuições, o segurado que deixar de exercer atividade remunerada abrangida pela Previdência Social ou estiver suspenso ou licenciado sem remuneração; III até 12 meses após cessar a segregação, o segurado acometido de doença de segregação compulsória; 21

22 IV até 12 meses após o livramento, o segurado retido ou recluso; V até 3 meses após o licenciamento, o segurado incorporado às Forças Armadas para prestar serviço militar; VI até 6 meses após a cessação das contribuições, o segurado facultativo. 1º O prazo do inciso II será prorrogado para até 24 (vinte e quatro) meses se o segurado já tiver pago mais de 120 (cento e vinte) contribuições mensais sem interrupção que acarrete a perda da qualidade de segurado. 2º Os prazos do inciso II ou do 1º serão acrescidos de 12 (doze) meses para o segurado desempregado, desde que comprovada essa situação pelo registro no órgão próprio do Ministério do Trabalho e da Previdência Social. 3º Durante os prazos deste artigo, o segurado conserva todos os seus direitos perante a Previdência Social. 4º A perda da qualidade de segurado ocorrerá no dia seguinte ao do término do prazo fixado no Plano de Custeio da Seguridade Social para recolhimento da contribuição referente ao mês imediatamente posterior ao do final dos prazos fixados neste artigo e seus parágrafos. Se um segurado estiver em gozo de benefício, manterá a qualidade de segurado sem limite de prazo, enquanto durar o benefício (I). Por outro lado, se um segurado está suspenso da empresa onde trabalha ou deixou de exercer atividade remunerada abrangida pelo RGPS, ou está gozando de licença sem remuneração, ou tenha cessado o recebimento de benefício, ele conserva todos os seus direitos perante o RGPS, independentemente de contribuição, por até 12 meses após a cessação das contribuições (II). Se esse segurado, do inciso II, já tiver pagado mais de 120 contribuições à época, este prazo será dilatado para 24 meses. O mesmo prazo poderá ainda ser aumentado em mais 12 meses para o segurado desempregado, desde que comprovada essa situação por registro no órgão do Ministério do Trabalho e Emprego (seguro-desemprego ou Sistema Nacional de Emprego Sine). A jurisprudência admite outros meios de prova de desemprego: A ausência de 22

23 registro em órgão do Ministério do Trabalho não impede a comprovação do desemprego por outros meios admitidos em Direito (Súmula 27, da Turma de Uniformização dos JEF). Doença de segregação compulsória é o tipo de doença epidemiológica para qual a Vigilância Sanitária obriga o isolamento, a fim de evitar o contágio. O segurado acometido de doença de segregação compulsória conserva sua qualidade de segurado por até 12 meses, após cessar a segregação (III). Da mesma forma, o segurado detido ou recluso também conserva sua qualidade de segurado por até 12 meses, após o livramento (IV). Para se falar em manutenção da qualidade de segurado, é preciso que tenha havido a aquisição da qualidade de segurado. Portanto, o segurado retido ou recluso terá direito ao período de graça se tivesse a qualidade de segurado no momento da prisão. O item V visa beneficiar o segurado conscrito, ou seja, aquele que presta serviço militar obrigatório. O segurado incorporado às Forças Armadas para prestar serviço militar conserva sua qualidade de segurado por até 3 meses após o licenciamento. O segurado facultativo perde sua qualidade de segurado quando deixa de recolher suas contribuições por 6 meses (VI). Assim, após a inscrição, o segurado facultativo somente poderá recolher contribuições em atraso quando não tiver ocorrido perda da qualidade de segurado. As normas sobre manutenção e perda da qualidade de segurado se aplicam, em sua totalidade, a um segurado que se desvincular de regime próprio de Previdência Social. Havendo a perda da qualidade de segurado, o efeito imediato é a perda de todos os direitos inerentes a essa condição. Isso significaria inclusive a perda das contribuições mensais já realizadas para efeitos de carência, caso o segurado volte a se filiar ao Regime. No entanto, o art. 24, parágrafo único, da Lei n 8.213/91, prevê a possibilidade de recuperação desta carência perdida, mediante a contribuição equivalente a 1/3 da carência necessária, após a nova filiação. Voltaremos a esse assunto na próxima aula. 23

24 DEPENDENTES Beneficiário do Regime Geral de Previdência Social é todo aquele que tem ou possa vir a ter direito de receber alguma prestação previdenciária do Regime, sejam benefícios ou serviços. De acordo com o art. 10 da Lei n 8.213/91, os beneficiários do Regime Geral de Previdência Social classificamse como segurados e dependentes. Os segurados já foram vistos anteriormente. Estão lembrados que EAD É FÁCIL?! Espero que sim. Vamos relembrar quais são as seis categorias de segurados do RGPS: E empregado; A avulso; D doméstico; É especial; FÁ facultativo; e CIL contribuinte individual. Já os dependentes dos segurados são todas as pessoas que dele dependam economicamente. Devido a essa condição de dependentes, a Previdência Social dá cobertura nos casos de morte e reclusão, através da pensão por mote e do auxílio-reclusão, respectivamente, além do saláriofamília, para segurados de baixa renda. Nesse ponto, vale a pena nos fixar no texto da Lei n 8.213/91 para vermos como são definidos os dependentes e suas principais características. Vejamos seu art. 16: Art. 16. São beneficiários do Regime Geral de Previdência Social, na condição de dependentes do segurado: I - o cônjuge, a companheira, o companheiro e o filho não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido; II - os pais; III - o irmão não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido; 1º A existência de dependente de qualquer das classes deste artigo exclui do direito às prestações os das classes seguintes. 2º.O enteado e o menor tutelado equiparam-se a filho mediante declaração do segurado e desde que comprovada a dependência econômica na forma estabelecida no Regulamento. 24

25 3º Considera-se companheira ou companheiro a pessoa que, sem ser casada, mantém união estável com o segurado ou com a segurada, de acordo com o 3º do art. 226 da Constituição Federal. 4º A dependência econômica das pessoas indicadas no inciso I é presumida e a das demais deve ser comprovada. Vamos analisar as informações mais importantes em relação aos dependentes. Primeiramente, é preciso que se observe que os dependentes são separados por classes. Dentro de uma mesma classe, não existe hierarquia, os dependentes concorrem em igualdade de condições. Portanto, se um segurado falece e deixa como dependentes somente dois filhos menores de 21 anos, o benefício de pensão por morte devido aos dependentes será dividido em partes iguais. Esse tratamento igualitário é dado aos filhos menores de 21 anos e ao cônjuge, na primeira classe; ao pai e à mãe, na segunda, e aos irmãos não emancipados menores de 21 anos ou inválidos, na terceira classe. Somente os dependentes da mesma classe concorrem em igualdade de condições e quando não há dependentes de classes superiores, pois existe relação hierárquica entre as classes. É o que afirma o 1 : a existência de dependente de qualquer das classes deste artigo exclui do direito às prestações os das classes seguintes. Portanto, se há um dependente da classe I, os eventuais dependentes das classes II e III não terão direito a prestações previdenciárias, que serão devidas apenas ao dependente da classe I. Outro desdobramento importante da hierarquia entre as classes está relacionado com a consequência da morte posterior de um dos dependentes. Vejamos o exemplo da pensão por morte, novamente. Suponhamos que no momento do falecimento do segurado, havia o cônjuge, um filho menor de 21 anos e o pai do segurado como dependentes. Nesse caso, a pensão por morte será dividida em partes iguais pelo cônjuge e pelo filho menor de 21 anos, dependentes da classe I. Caso o cônjuge venha a falecer, o valor correspondente à metade da pensão por morte pago a ele será redestinado ao outro dependente da mesma classe, o filho menor de 21 anos. No entanto, 25

26 caso o filho menor de 21 anos venha a falecer, o pai do segurado não terá direito ao benefício, já que este direito foi excluído pela existência de dependente de classe superior no momento do falecimento do segurado. Ou seja, após o falecimento de dependente superior, o benefício não se transfere para os dependentes inferiores, só para os de mesma hierarquia. Os dependentes da classe I (cônjuge e filhos menores de 21 anos) têm dependência econômica presumida, exceto o menor tutelado e o enteado, que, assim como os demais (classes II e III), devem comprovar a dependência econômica para receberem o benefício previdenciário. Segundo o 3 do art. 22 do RPS, para a comprovação do vínculo e da dependência econômica, conforme o caso, devem ser apresentados no mínimo três dos seguintes documentos: certidão de nascimento de filho havido em comum; certidão de casamento religioso; declaração do imposto de renda do segurado, em que conste o interessado como seu dependente; disposições testamentárias; declaração especial feita perante tabelião; prova de residência em mesmo domicílio; prova de encargos domésticos evidentes e existência de sociedade ou comunhão nos atos da vida civil; procuração ou fiança reciprocamente outorgada; conta bancária conjunta; registro em associação de qualquer natureza, onde conste o interessado como dependente do segurado; anotação constante de ficha ou livro de registro de empregados; apólice de seguro da qual conste o segurado como instituidor do seguro e a pessoa interessada como sua beneficiária; ficha de tratamento em instituição de assistência médica, da qual conste o segurado como responsável; escritura de compra e venda de imóvel pelo segurado em nome de dependente; declaração de não emancipação do dependente menor de 21 anos; ou quaisquer outros que possam levar à convicção do fato a comprovar. Na classe I, a lei reconhece tanto o casamento como a união estável, sendo que tanto o homem como a mulher podem figurar dependentes do cônjuge segurado. Tema controverso é o reconhecimento como dependente de pessoa que mantém união estável com segurado já casado. O STJ já decidiu no sentido de considerar como dependente, no RGPS, companheiro(a) com o qual o segurado mantinha relação não eventual ou era indevidamente casado 26

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