tecnologia, conhecimento e inovação como alavancas do saneamento (e vice-versa)

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1 tecnologia, conhecimento e inovação como alavancas do saneamento (e vice-versa) S E R G I O SALLES-FILHO D P T O P O L Í T I C A C I E N T Í F I C A E T E C N O L Ó G I C A E F A C U L D A D E D E C I Ê N C I A S A P L I C A D A S U N I V E R S I D A D E D E C A M P I N A S ( U N I C A M P ) São Paulo, 8 de dezembro de 2010

2 CTI e Saneamento Um alavanca o outro Desafios para um futuro imediato

3 2 CONCEITOS PRELIMINARES

4 Visão AMPLA da inovação Tipos de Inovação Graus da inovação Produtos Processos Serviços incremental radical novos paradigmas Organizacional e gerencial Político institucional

5 Visão AMPLA do ciclo do saneamento Fornecedores equipamentos e materiais Órgãos reguladores Fornecedores projetos e implantação conservação dos recursos hídricos captação de água tratamento de água adução ONGs coleta de esgoto uso distribuição de água reservação ICTs tratamento de esgoto disposição de efluentes e resíduos sólidos Fornecedores serviços operacionais Empresas de saneamento

6 Em direção a um novo modelo 10 PONTOS DE INFLEXÃO

7 PONTO 1 Baixa concorrência Reduzida participação do setor privado Baixo estímulo à inovação Aumento da concorrência e da participação do setor privado 10%, espera-se 30% em 2017

8 PONTO 2 Fortemente baseado em economias de escala Inovações incrementais e voltadas para produtividade Ainda as economias de escala Soluções de menor escala e de menor mobilização de capital Inovações tecnológicas e não tecnológicas mais intensas

9 PONTO 3 Paradigmas e ciclos tecnológicos longos Custos de mudança relativamente elevados Baixo dinamismo tecnológica Ciclos tecnológicos dinâmicos e encurtados

10 PONTO 4 Marco regulatório restritivo com baixo estimulo à inovação Marco regulatório mais flexível exigente em qualidade e ambiente

11 PONTO 5 Ciclo restrito do saneamento Ciclo completo do saneamento Mananciais Preservação de recursos naturais Soluções ambientais Energia

12 PONTO 6 Perspectiva da cadeia produtiva Visão da cadeia de valor via conhecimento e tecnologia devidamente apropriados

13 PONTO 7 Modelos de negócios centrípetos Diversificação de atividades / serviços / modelos de negócios

14 PONTO 8 Sensibilidade política e social em segundo plano Sensibilidade política e social crescente e associada com desenvolvimento econômico, qualidade de vida e imagem

15 PONTO 9 Setor dominado pelo fornecedor de tecnologia Inovação principalmente por compra de equipamentos e materiais Comportamento passivo Baixo investimento in-house em Pesquisa e Desenvolvimento Ausência de política corporativa de inovação Setor com desenvolvimento tecnológico ativo Inovação por desenvolvimento com fornecedores investimento in-house em Pesquisa e Desenvolvimento Articulação com centros de pesquisa

16 PONTO 10 Capacitação interna essencialmente de implantação e manutenção Engenharia rotineira Operação Aquisição Capacitação para gestão de P&D e Inovação Prospecção Propriedade intelectual Avaliação de impacto Formação de redes Gestão Valor Agregado Apropriação do valor Inovação aberta

17 Concorrência Marco Regulatório A SÍNTESE Contexto legal e econômico Contexto de demandas Ciclos tecnológicos Aumento demandas Sustentabilidade corporativa Universalização Pressão ambiental Lodo e resíduos Eficiênci a Gestão PDI Modelos de negócio Valorização da marca Prestação de contas RRNN

18 Competências para inovar OS DESAFIOS Eficiência operacional Novos paradigmas de saneamento Novos modelos de negócios Universalização Internacionalização

19 Obrigado SERGIO SALLES-FILHO

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