Mestrado em Educação Especial Desenvolvimento Cognitivo e Motor. Tecnologias de Informação e da Comunicação para NEE.

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1 Ano Letivo Designação do Curso Mestrado em Educação Especial Desenvolvimento Cognitivo e Motor Unidade Curricular Tecnologias de Informação e da Comunicação para NEE Área Científica Informática (482) Ano Semestre 1 1 Tempo de Trabalho Créditos (ECTS) Total: 140 horas Horas de Contacto: 22 (18S + 4 OT ) 5 Precedências, caso existam ---- Docente da Unidade Curricular Responsável pela Unidade Curricular Fernando Carrapiço Fernando Carrapiço Aprovação pelo Conselho Técnico Científico Faro, 20 /09/2015 Presidente do CTC Professor Adjunto Fernando Carrapiço

2 Unidade Curricular Tecnologias de Informação e Comunicação para NEE Resumo descritivo Os conteúdos programáticos apresentados permitirão aos alunos adquirir conhecimentos e refletir sobre as principais tecnologias de informação e comunicação, no sentido de lhes fornecer ferramentas para um melhor exercício das suas funções, alcançando os objetivos propostos. No final da unidade curricular, os mestrandos deverão estar aptos a criar condições de construção do conhecimento científico e pedagógico que lhes permitam vir a ser profissionais competentes e a desenvolverem-se como pessoas capazes de gerir a sua atividade e investigação formativa, sendo para isso fundamentais as metodologias participativas e reflexivas. Em complemento pensamos que é fundamental abordar as áreas da Internet, com vista a proporcionar hipóteses de pesquisa de materiais ou a troca de correspondência entre alunos do mesmo curso intra escola ou extra escola. Temas como a info-exclusão e o nosso papel para a evitar, são elementos fulcrais para o desenvolvimento de projetos. A comunicação online é veículo fundamental para concretizar os projetos. Criar comunidades de prática seria outra oportunidade a não descurar. A perspetiva de tic para a aula diferente será o lema desta uc. Faremos ênfase também nas boas práticas recorrendo a exemplos bem sucedidos de aplicação de tic em contexto de sala de aula. Todo o trabalho final será compilado e refletido com recurso a e-portfólios pessoais. Competências a desenvolver Instrumentais - Capacidade de análise e de síntese - Capacidade de operacionalizar propostas de trabalho usando meios informáticos - Capacidade de organização de estratégias de aprendizagem Interpessoais - Capacidade de exercício de crítica e de autocrítica - Capacidade de interação em trabalho de equipa (uni-disciplinar, interdisciplinar e multidisciplinar) - Capacidade de assumir compromissos Sistémicas - Capacidade de integrar teoria à prática - Capacidade de pesquisa - Capacidade de implementação/avaliação de projetos - Capacidade de trabalho autónomo Nestes termos os alunos deve ser capazes de:. Compreender o papel das TIC na Educação, em geral e na Educação Especial, em particular;. Perceber o papel das TIC no binómio inclusão-exclusão;. Ser capaz de planificar uma aula diferente e produzir materiais adequados;. Conhecer o mundo das TIC associado ao contexto NEE;. Conhecer e ser capaz de utilizar software específico desenvolvido para sujeitos com NEE;. Promover a investigação, a inovação e a troca de experiências e informação.

3 Conteúdos programáticos. As Tecnologias como suporte facilitador da inclusão. A aula com alunos com NEE com recurso a TIC, como auxiliar: o uso do boardmaker e de outro software específico (e.g. aventuras, comunicar com símbolos, invento, jclic, grid,..). Exemplos de boas práticas de uso das TIC em contextos de aula com alunos com NEE;. Projetos integradores com recurso a TIC direcionados para alunos com NEE.. Tecnologia Assistiva como ferramenta na Educação especial Métodos de ensino-aprendizagem Aulas teórico-práticas. Orientação tutorial. Trabalho de Pesquisa Fichas de trabalho Trabalho autónomo Trabalho de Grupo Abordagem aos conteúdos com recurso a suportes multimédia ou com base em estudos de casos verídicos. Resolução de propostas de trabalho com vista à criação de materiais. Leitura orientada e discussão de textos complementares. Estudo e uso de software adequado à problemática das TIC em sujeitos com NEE Apresentação de estudos e de casos verídicos com convite a especialistas. O ambiente de trabalho de grupo será uma constante e será encaminhado no sentido do trabalho de projeto. Métodos de avaliação e critérios de admissão a exame, incluindo as consequências das faltas às componentes de avaliação previstas, respetiva ponderação e forma de cálculo da classificação final A avaliação desta unidade curricular é feita ao longo do seu funcionamento e com exame final, conforme a alínea b) do Artigo 11º do Regulamento de Avaliação da Universidade do Algarve, homologado em 28 de julho de Em termos de avaliação os alunos tem que: - desenvolver um e-portfolio pessoal; - participar na alimentação de repositório da turma através do desenvolvimento de materiais de suporte a aulas com alunos com NEE (desenvolvimento de um tema específico ou outros materiais inovadores na temática das NEE, recensão de um software relacionado com NEE, à sua escolha e intervir no blog da turma Todos estes materiais ficam a ser parte integrante do projeto de repositório e devem constar no e- porfolio pessoal. -Cálculo da classificação final: 1º- Material para o repositório (50%)

4 2.º- Participação ativa na sala de aula e nas atividades propostas, incluindo o blog da turma (20%) 3º. Construção e apresentação do e-portfolio (20%) 4º. Assiduidade e pontualidade (10%) Os alunos abrangidos por legislação especial deverão combinar com a docente nas primeiras semanas do semestre letivo, um plano de trabalho alternativo, na ausência do qual terão de respeitar o plano geral. O plano a combinar tem, no entanto de considerar um acompanhamento mínimo obrigatório pela docente, tal como os momentos formais de avaliação. -Critérios de admissão a exame Não são admitidos a exame os alunos com indicação de sem elementos de avaliação. Ponderação relativa do exame:100%. Conteúdos do exame: Conteúdos programáticos da unidade curricular. O exame é formado por uma prova com uma parte prática que inclui uma componente teórica num peso relativo de 75 e 25%, respetivamente. Notas: (atenção ao artº 10º do Regulamento de Avaliação e Frequência da Universidade do Algarve);. no caso do nº 1 e 2 deste artº considera-se que o aluno que atinge 1/3 de falta das horas de contato (5 aulas) sem contar a tutoria, não tem frequência, estando impedido de se apresentar ao exame final;. no caso de alunos com estatuto de trabalhador-estudante, de acordo com o nº 3 do artº 10º, estão sujeitos a iguais procedimentos, uma vez que as aulas têm componente essencialmente prática. Bibliografia Básica Atualizada (máximo 12 referências) Durante o decurso das aulas será fornecida bibliografia e sitiografia específica à medida que se revelar oportuno. Ainscow, M. (1998). Necessidades Especiais na sala de aula Um guia para professores. Instituto de Inovação Educacional do Ministério da Educação e Edições UNESCO: Lisboa Bairrão, J. (1998). Subsídios para o sistema de educação: os alunos com necessidades educativas especiais. Lisboa: Conselho Nacional de Educação. Bautista, R. (1997). Necessidades Educativas Especiais. Lisboa: Dinalivro. Correia, L. M (1999). Alunos com Necessidades Educativas Especiais nas Classes Regulares. Porto: Porto Editora. Correia, L. M (2003). Inclusão e Necessidades Educativas Especiais: Um Guia para Educadores e Professores. Porto: Porto Editora. Costa, D.A.F. (2006). Superando limites: a contribuição de Vygotsky para a Educação Especial. Artigo de revisão in Revista Psicopedagogia. Vol. 23: São Paulo. Cró, M. L. (2009). Adaptações curriculares para alunos com necessidades educacionais especiais (NEE): formação no ensino superior. Reflexão & Ação, Vol.17(1), p.140.

5 Flávia, T. (2006). Guia de Acessibilidade Urbana: fácil acesso para todos. Belo Horizonte: CREA- MG. Governo do Estado de São Paulo. (S/D). Desenho Universal: habitação de interesse social. São Paulo: Governo do Estado de São Paulo - Cada Vez Melhor. Mercado, L. (2008). Práticas de Formação de Professores. Alagoas: UFAL. Mesquita, M.H.F.P. (2005). Currículos e Adaptações Curriculares para Alunos com NEE. Comunicação em conferência (11-17). Panero, J., & Zelnik, M. (2001). Las Dimensiones Humanas en los Espacios Interiores Estándares antropométricos. New York: Mc Graw-Hill. Smith K., P. W. (2001). Universal Design Handbook. London: McGraw-Hill. UNESCO (2004).Changing teaching practices: Using curriculum differentiation to respond to students diversity. UNESCO (2009). Policy guidelines on inclusion in education Declaração de Salamanca e Enquadramento da Acção na Área das Necessidades Educativas Especiais. Salamanca: UNESCO e Ministério da Educação e Ciências de Espanha. Em termos de sítios recomendamos a consulta de : anditec.pt Recomendamos ainda a consulta dos manuais do software que se utilizar na sala de aula. Faro, 20/09/2015 Responsável pela UC Diretor do Departamento

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