Efeitos do treinamento funcional com cargas sobre a composição corporal: Um estudo experimental em mulheres fisicamente inativas

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1 Motricidde FTCD/FIP-MOC 2012, vol. 8, n. 1, pp doi: /motricidde.8(1).238 Efeitos do treinmento funcionl com crgs sobre composição corporl: Um estudo experimentl em mulheres fisicmente intivs Effects of the functionl strength trining on body composition: An experimentl study in physiclly inctive women P.C. Pereir, R.D. Medeiros, A.A. Sntos, L.S. Oliveir, R.R. Aniceto, A.A. Júnior, J.A. Nscimento, M.S. Sous ARTIGO ORIGINAL ORIGINAL ARTICLE RESUMO O presente estudo objetivou nlisr os efeitos do treinmento funcionl com crgs (TFC) n composição corporl de mulheres fisicmente intivs. Vinte mulheres (25.70 ± 4.20 nos) form designds letorimente pr os grupos experimentl (GE, n = 10) e controle (GC, n = 10), tendo o GE relizdo 12 semns de TFC, enqunto o GC não recebeu qulquer intervenção. As vriáveis ntropométrics vlids em mbos os grupos form: mss corporl (MC), esttur, índice de mss corporl (IMC), mss de gordur bsolut, mss corporl mgr (MCM) e percentul de gordur (%G). Os testes t de Student independente e predo form utilizdos pr comprção ds médis inter e intr-grupos experimentl e controle (p <.05). O GE presentou reduções significtivs nos vlores de %G (p <.001), enqunto o GC umentou seus níveis de MCM (p <.001), IMC (p <.001) e MC (p =.021). Os resultdos indicrm que pós de 12 semns o TFC reduz os níveis de gordur corporl, ms não promove umentos de MCM em mulheres fisicmente intivs. Plvrs-chve: treinmento funcionl, composição corporl, mulheres, estudo experimentl ABSTRACT This study imed to nlyze the effects of the functionl strength trining (FST) on body composition of physiclly inctive women. Twenty women ged between 19 nd 34 yers old (25.70 ± 4.20 yr.) were rndomly ssigned to experimentl (EG, n = 10) nd control group (CG, n = 10). The EG performed 12 weeks of FST, while CG did not receive ny intervention. The nthropometric vribles evluted in both groups were: body mss (BM), height, body mss index (BMI), bsolute ft mss (AFM), len body mss (LBM) nd ft percent (%F). The pired nd independent smples t tests were used to identify modifictions between nd within experimentl nd control groups (p <.05). The EG decresed %F vlues (p <.001), while CG incresed the LBM (p <.001), BMI (p <.001) nd BM (p =.021). Results showed tht fter 12 weeks FST cn be useful to reduce body ft mss, but it doesn t promote increses on LBM of physiclly inctive women. Keywords: functionl trining, body composition, women, experimentl study Submetido: Aceite: Priscil Crtxo Pereir, Alexsndr Arújo dos Sntos e João Agnldo do Nscimento. Lbortório de Cinentropometri CCS/UFPB, Grupo de Pesquis em Cinentropometri, Atividde Físic e Súde, Desenvolvimento e Desempenho Humno GPCASD/CNPq, João Pesso, Brsil. Rômulo Dnts Medeiros, Leonrdo dos Sntos Oliveir, Rodrigo Rmlho Aniceto e Adenilson Arújo Júnior. Lbortório de Cinentropometri CCS/UFPB, Grupo de Pesquis em Cinentropometri, Atividde Físic e Súde, Desenvolvimento e Desempenho Humno GPCASD/CNPq; Progrm Assocido de Pós-Grdução em Educção Físic UPE/UFPB, Recife/João Pesso, Brsil. Mri do Socorro Cirilo de Sous. Lbortório de Cinentropometri CCS/UFPB, Grupo de Pesquis em Cinentropometri, Atividde Físic e Súde, Desenvolvimento e Desempenho Humno GPCASD/ CNPq; Deprtmento de Educção Físic (DEF), Universidde Federl d Príb (UFPB), João Pesso, Brsil. Endereço pr correspondênci: Mri do Socorro Cirilo de Sous, Deprtmento de Educção Físic, Cidde Universitári Cmpus I, CEP: João Pesso, PB, Brsil. E-mil:

2 Treinmento funcionl e composição corporl 43 No decorrer d últim décd estudos demonstrrm que prátic regulr do treinmento de forç é cpz de promover inúmers dptções no corpo humno, tendo como ênfse o perfeiçomento de cpciddes físics (Follnd, & Willims, 2007; Prk, Kim, Komtsu, Prk, & Mutoh, 2008) e lterções estruturis indicdors de redução dos níveis de tecido diposo (Hnsen, Dendle, Berger, Vn Loon, & Meeusen, 2007), ssim como de umentos de mss musculr (Abe, Dehoyos, Pollock, & Grzrell, 2000), densidde ósse (Boclini, Serr, Dos Sntos, Murd, & Levy, 2009) e resistênci do tecido conjuntivo (Reeves, Mgnris, & Nrici, 2003). Contudo, mesmo presentndo grnde evidênci nos centros de treinmento ou mesmo no cotidino dos indivíduos fisicmente tivos, lém d existênci de ddos científicos confirmndo os seus benefícios, questionmentos form levntdos n litertur sobre efetividde do treinmento de forç relizdo em su form trdicionl (sobre bses estáveis) em melhorr ptidão físic qundo est é direciond à relizção ds tividdes do di-di, um vez que muits trefs do cotidino são executds sobre condições de instbilidde físic (Behm & Anderson, 2006). Como lterntiv pr ess possível limitção, o treinmento funcionl com crgs (TFC) vem se consolidndo como um estrtégi empregd não pens com o objetivo de promover o primormento do desempenho físico, ms tmbém voltdo o processo de rebilitção e prevenção de lesões (Pete, Btes, Lund, Frncis, & Bellmy, 2007). Segundo Hibbs, Thompson, French, Wrigley e Spers (2008), o TFC consiste em um conjunto de movimentos multirticulres crcterizdos por níveis de lt e bix intensidde, que são relizdos visndo tnto melhori do controle, estbilidde e coordenção motor, vi modulção do sistem nervoso centrl (core stbility), como o umento d mss musculr (core strength), sendo est considerd um dptção o treinmento de sobrecrg. Frente o destque presentdo pelo TFC nos dis tuis, observ-se n litertur um grnde número de estudos reltndo s possíveis resposts dpttivs decorrentes d su prátic, podendo destcr umentos de forç e equilíbrio em mulheres e homens destreindos (Spennewyn, 2008), centução dos níveis de potênci musculr em tlets (Myer, Ford, Plumbo, & Hewett, 2005), celerção do período de recuperção musculr pós-exercício extenunte (Nevlt & Hrncir, 2007), lém d redução do risco de lesões ortopédics e melhors do processo de rebilitção em indivíduos que presentm funções lboris de risco (Pete et l., 2007). Apesr de investigções indicrem que o TFC está diretmente ssocido às dptções neuromusculres que ocorrem em decorrênci de um melhor ção coordend dos músculos gonists, ntgonists, sinergists e estbilizdores do movimento, no contexto ds cdemis de ginástic, o mesmo se present incluído nos progrms de tividde físic, sendo relizdo em form de circuito combindo (exercícios eróbios e de forç), de pessos que buscm como principl objetivo lterções n composição corporl, em especil, redução dos níveis de gordur corporl. Em se trtndo dos efeitos do treinmento em circuito relizdo com deslocmento de crgs (circuit weight trining) sobre composição corporl, estudos demonstrm que reduções de gordur corporl são observds pens ns situções em que o treinmento está ssocido diets hipoclórics (Fett, Fett, & Mrchini, 2009; Kerksick et l., 2009). Ao se buscr relcionr esses resultdos o TFC, lcuns são observds não permitindo resposts conclusivs, um vez que instbilidde que crcteriz este tipo de treinmento e uso de sobrecrgs de tipos vridos (extensores) podem promover efeitos distintos sobre composição corporl. Dinte dest perspetiv, o desenvolvimento do presente estudo é nortedo pel seguinte questão: o TFC promove lterções n composição corporl? Frente o exposto, est investigção tem como objetivo nlisr os efeitos de

3 44 P.C. Pereir, R.D. Medeiros, A.A. Sntos, L.S. Oliveir, R.R. Aniceto, A.A. Júnior, et l. 12 semns de TFC sobre composição corporl de mulheres fisicmente intivs. MÉTODO Trt-se de um estudo com delinemento experimentl por plicr trtmentos específicos em grupos de indivíduos, visndo controlr ção de ftores intervenientes e investigr grus de mudnç em vriáveis dependentes. Amostr A mostr foi constituíd por 20 mulheres fisicmente intivs, com iddes entre 19 e 34 nos (25.70 ± 4.20 nos), tods residentes n cidde de João Pesso PB, Brsil, que form designds letorimente pr os grupos experimentl (GE, n = 10) e controle (GC, n = 10). Como critério de inclusão mostrl, ficou estbelecido que s voluntáris do estudo deverim responder negtivmente todos os itens do questionário Physicl Activity Rediness Questionnire (PAR-Q) (Shephrd, 1988) e se encontrr sem prticr tividde físic regulr por um período mínimo de seis meses (Americn College of Sports Medicine, 2009). Qunto os critérios de exclusão, determinouse que serim retirds do estudo quels que não presentssem 85% de frequênci o progrm de treinmento (Simão, Polito, & Monteiro, 2008). De cordo com Resolução 196/96 do Conselho Ncionl de Súde do Brsil, o estudo foi provdo pelo Comitê de Étic em Pesquis do Centro de Ciêncis d Súde d Universidde Federl d Príb (UFPB) sob o protocolo n.º 204/09, e s prticipntes ssinrm um termo de consentimento livre e esclrecido, o qul continh informções sobre tipo, objetivos e procedimentos serem relizdos o longo do protocolo experimentl do estudo. Instrumentos e Procedimentos Antropometri A determinção do perfil d mostr e quntificção dos efeitos do TFC sobre composição corporl form relizds pel medição d mss corporl (MC em kg), esttur (m), índice de mss corporl (IMC em kg/m²), percentul de gordur (%G), mss corporl mgr (MCM em kg) e mss de gordur bsolut (MGA em kg). A MC foi medid em um blnç nlógic (Filizol, Brsil) com cuidde de 100 g e cpcidde té 150 kg. A determinção d esttur se fez por meio do estdiômetro copldo à blnç com escl de 1 mm. Pr estimção do %G, utilizou-se um dipômetro científico (Cescorf, Brsil), sendo utilizd equção de Siri (1961) prtir do modelo de regressão de densidde corporl (g.ml -1 ) pr três dobrs cutânes proposto por Jckson, Pollock e Wrd (1980). As vlições form efetuds no Lbortório de Cinentropometri d UFPB pelo mesmo vlidor, em horários pdronizdos (ds 8h00min às 10h00min), estndo mostr em completo estdo de repouso e trjndo mínim indumentári possível. Todos os instrumentos ntropométricos utilizdos se encontrvm em condições de dequd conservção, mnutenção e devidmente clibrdos pelo Instituto de Metrologi e Qulidde Industril d Príb (IMEQ-PB). Avlição nutricionl Com o objetivo de determinr possíveis diferençs do pdrão de ingestão de limentos entre os momentos pré e pós-treinmento, os hábitos limentres d mostr form vlidos ntes de se inicir o progrm de TFC e logo pós o seu término. Pr tnto, plicou-se o recordtório hbitul de diet (Fisberg, Slter, Mrchioni, & Mrtini, 2005), no qul s voluntáris ficrm responsáveis em notr todos os limentos consumidos, quntificdos em medids cseirs, e seus respetivos horários durnte um período de três dis, sendo dois deles referentes dis de semn e um o finl de semn. Ambos os grupos form orientdos não lterr os hábitos limentres durnte o estudo. A prtir do registro dietético e quntificção dos mcronutrientes, form clculdos os vlo-

4 Treinmento funcionl e composição corporl 45 res médios de energi, em kcl, e os vlores proporcionis de crboidrto, proteín e lipídios em relção o vlor clórico totl d diet consumid e à mss corporl. Pr estes cálculos utilizou-se o softwre Nutrilife, versão 5G. Treinmento funcionl com crgs O GE relizou o TFC por um período de 12 semns, sendo executds três sessões semnis em dis lterndos em um clínic de treinmento funcionl lotd n cidde de João Pesso PB, Brsil. Como o locl não presentv infrestrutur pr o treinmento de todo o grupo experimentl em um mesm hor, dus turms form crids, tendo sessões de 50 minutos ds 16h00min às 16h50min e ds 17h00min às 17h50min. O GC não recebeu intervenção e os pesquisdores não solicitrm os seus componentes um descrição ds tividdes relizds ns 12 semns correspondentes o estudo. Em seu período de durção, o TFC foi relizdo de form subdividid, hvendo inicilmente um fse de dptção e outr específic, como indic Cmpos e Corucci (2004). A fse de dptção teve durção de qutro semns e específic oito, sendo mbs crcterizds por séries em circuito composts por movimentos uni e multirticulres, relizds de form que brngessem o recrutmento dos grupos musculres dos membros inferiores, superiores e tronco. Qunto os exercícios, n primeir fse form relizdos oito de cráter neuromusculr, com execução de três séries de 15 repetições intervlds por períodos de 60 segundos, e um exercício eróbio executdo de form intermitente (pulr cord) (dez séries de 60 segundos intervlds pelo mesmo período de tempo). Por su vez, o treinmento d fse específic presentou dez exercícios executdos em três séries de 15 repetições e com momentos de 30 segundos de descnso, e um exercício eróbio crcterizdo por movimentos feitos n form de um corrid sinuos (15 séries de 60 segundos intervlds pel metde deste período de tempo) (ver Qudro 1). Form utilizdos os seguintes instrumentos, todos d mrc Physicus (Brsil) e JVC (Brsil): seis rcos de 66 cm, dois pres de nilhs vzds emborrchds de 1 kg 3 kg, dus brrs metálics horizontis de 1.20 m pesndo 7.7 kg, dus bols suíçs, qutro colchonetes emborrchdos com medids de cm, oito chpéus chineses com comprimento e ltur de 5 19 cm, um pr de pul cord, dois extensores pr membros superiores e inferiores, dus Physiobll de 1 kg, três pres de hlteres emborrchdos de 1 kg 3 kg, três mini-cms elástics com dimensões de 23 cm 0.96 m, qutro steps de EVA com dimensões de cm e três pres de tornozoleirs de couro de 1 kg 3 kg. Pr o controle d intensidde dos exercícios, utilizou-se escl Rting of Perceived Exertion de Borg (1982), em que se determinou pr s fses de dptção e específic s fixs de clssificção 13 (ligeirmente cnstivo) 15 (cnstivo) e 16 (cnstivo) 17 (muito cnstivo), respetivmente. Se durnte execução dos movimentos intensidde se encontrsse for dos prâmetros estbelecidos, erm feits reduções ou créscimos de crg. Trtndo-se do controle de intensidde do exercício, o uso ds escls de perceção subjetiv de esforço é inúmers vezes questiondo, porque sem os devidos esclrecimentos, o indivíduo vlido pode presentr erros de interpretção e entendimento, e ter sus crgs de treinmento sub ou superestimds. Sbese que o uso d escl de Borg em tividdes crcterizds pelo deslocmento de crgs ind é limitd, no entnto, estudos já demonstrrm su vibilidde (Dy, McGuign, Glenn, & Foster, 2004; Lglly, McCw, Geoff, Medem, & Thoms, 2004; Monteiro, Simão, & Frintti, 2005). No presente trblho, optou-se pel perceção subjetiv de esforço devido à plicção de testes de repetições máxims pr estimção d crg ter se torndo inviável, um vez que os extensores utilizdos em lguns exercícios não exercerm tensão suficiente pr s volun

5 46 P.C. Pereir, R.D. Medeiros, A.A. Sntos, L.S. Oliveir, R.R. Aniceto, A.A. Júnior, et l. Qudro 1 Exercícios e grupos musculres trblhdos ns fses de dptção e específic do treinmento funcionl com crgs Exercício Crucifixo sobre bol suíç Abdução com flexão de qudril com cneleir Remd em pé sobre cm elástic e com extensores Avnço com hlteres Abdominl sobre bol suíç Agchmento com bol suíç poid ns costs e n prede Elevção lterl com extensores sobre cm elástic Pnturrilh unilterl em pé com hlteres sobre o step Supino com brr sobre bol suíç Abdução com flexão de qudril com extensores Remd curvd com brr sobre cm elástic Adução de qudril com cneleir Abdominl no chão com Physiobll Agchmento com extensores sobre cm elástic Elevção lterl com extensores sobre cm elástic Avnço com hlteres Stiff sobre cm elástic Pnturrilh unilterl em pé com hlteres sobre o step Fse de dptção Grupos musculres Peitoris, deltóides, bdômen e glúteos Abdutores do qudril Dorsis Glúteos, qudríceps femorl e posteriores d cox Abdômen Glúteos e qudríceps femorl Deltóides Fse específic Pnturrilh (tríceps surl) Peitoris, tríceps, deltóides, bdômen e glúteos Abdutores do qudril Dorsis Adutores do qudril Abdômen Glúteos e qudríceps femorl Deltóides Glúteos, qudríceps femorl e posteriores d cox Posteriores de cox e eretores d colun Pnturrilh (tríceps surl) táris lcnçrem flh concêntric qundo orientds executr sete dez repetições, número que, segundo Whisennt, Pnton, Est e Broeder (2003), refere-se à mrgem de repetições considerd mis dequd pr estimr os vlores de crg prtir de testes submáximos de forç. Análise Esttístic Os ddos form nlisdos no pcote esttístico Sttisticl Pckge for Socil Sciences (SPSS), versão 16.0 pr Windows. Inicilmente, normlidde e homocedsticidde ds vriáveis de interesse form testds pels provs de Shpiro-Wilks e Levene. Em seguid, utilizou-se os testes t de Student independente e predo pr comprção ds médis inter e intr-grupos experimentl e controle. Os ddos form expressos em vlores de médi e desvio pdrão, e o nível de significânci dotdo foi de p <.05. RESULTADOS Os ddos referentes às vriáveis ntropométrics do GE e GC ntes e depois d relizção do TFC estão dispostos n tbel 1. Os resul-

6 Treinmento funcionl e composição corporl 47 tdos indicm que o GE presentou reduções significtivs nos vlores de %G (p <.001), enqunto que o GC (p <.001) teve seus níveis de MCM (p <.001), IMC (p <.001) e MC (p =.021) umentdos. Destc-se que o incremento dos vlores de IMC foi esperdo, tendo em vist que MC tmbém umentou. N tbel 2 são presentdos os vlores médios e desvios pdrão do consumo clórico e distribuição dos mcronutrientes do GE e GC ntes e depois do TFC. Primeirmente, os resultdos do teste t de Student independente demonstrm que ntes do início do TFC, diferençs significtivs inter-grupos form observds qundo comprds s vriáveis vlor energético totl (VET) kcl (p =.040), proteíns % (p =.046) e lipídios g/di (p =.004) e % (p =.023). Em contrprtid, qundo comprdos os vlores do momento pós-treinmento, diferençs significtivs não form identificds, sugerindo que os grupos, mesmo tendo recebido orientções pr não modificrem seus hábitos limentres, presentrm lterções em sus diets. Por su vez, os resultdos do teste t predo indicm que pós o treinmento, o GE presentou vlores significtivmente miores pr s vriáveis vlor energético totl (VET) kcl (p =.003) e kcl/kg (p =.004) e crboidrto g/di (p =.000), enqunto o GC vlores menores pr s vriáveis lipídios g/di (p =.013), % (p =.006) e g/di/kg (p =.016). Tbel 1 Vlores médios e desvios pdrão ds vriáveis ntropométrics medids ntes e depois do treinmento funcionl com crgs Vriável / teste GE (n = 10) GC (n = 10) p inter-grupos MC (kg) Pré-treinmento ± ± Pós-treinmento ± ± p intr-grupos * IMC (kg/m²) Pré-treinmento ± ± Pós-treinmento ± ± p intr-grupos * MGA (kg) Pré-treinmento ± ± Pós-treinmento ± ± p intr-grupos MCM (kg) Pré-treinmento ± ± Pós-treinmento ± ± p intr-grupos * %G Pré-treinmento ± ± Pós-treinmento ± ± p intr-grupos.000*.685 Not: GE = grupo experimentl, GC = grupo controle, MC = mss corporl, IMC = índice de mss corporl, MGA = mss de gordur bsolut, MCM = mss corporl mgr, %G = percentul de gordur; * Diferenç significtiv em comprção com o momento pré-treinmento (p <.05)

7 48 P.C. Pereir, R.D. Medeiros, A.A. Sntos, L.S. Oliveir, R.R. Aniceto, A.A. Júnior, et l. Tbel 2 Registro do consumo clórico e distribuição dos mcronutrientes GE (n = 10) GC (n = 10) Vriável Pré Pós Pré Pós Energi (VET) kcl ± ± ± ± kcl/kg 29.3 ± ± ± ± 3.5 Crboidrtos f g/di ± ± ± ± 18.8 g % 69.6 ± ± ± ± 1.9 h g/di/kg 4.4 ± ± ± ± 0.5 Proteíns g/di 77.2 ± ± ± ± 7.6 % 17.6 ± ± ± ± 1.5 g/di/kg 1.1 ± ± ± ± 0.1 Lipídios g/di 55.5 ± ± 7.6 b 65.6 ± ± 8.4 % 12.7 ± ± 1.7 b 14.5 ± ± 1.7 g/di/kg 0.8 ± ± ± ± 0.1 Not: GE = grupo experimentl, GC = grupo controle, VET = vlor energético totl, kcl = quilocloris, kcl/kg = quilocloris por quilogrm de peso, g/di = grms diáris, % = percentul, g/di/kg = grms diáris por quilogrm de peso; Diferenç significtiv em comprção com o momento pré-treinmento (p <.05), b Diferenç significtiv em comprção com o momento pré-treinmento do GE (p <.05) DISCUSSÃO A determinção d composição corporl e identificção de mudnçs nos vlores dos componentes de gordur e mss mgr são procedimentos de fundmentl importânci qundo se objetiv vlir s resposts dpttivs promovids pel prátic do exercício físico. Neste sentido, o presente estudo visou nlisr os efeitos do treinmento funcionl com crgs sobre composição corporl de mulheres destreinds, em conjunto com quntificção d distribuição dos mcronutrientes n diet hbitul. Inicilmente, observou-se no momento prétreinmento que o indicdor ntropométrico de súde gerl, IMC, presentou-se pr mbos os grupos (GE: 26.6 ± 4.2 kg/m² e GC: 25.7 ± 0.9 kg/m²) for do pdrão de súde preconizdo pel Orgnizção Mundil d Súde (World Helth Orgniztion, 1995), remetendo um estdo de sobrepeso desss mulheres. Esses vlores não são comptíveis um condição nutricionl dequd, pois estão correlciondos diverss complicções de ordem médic, socil e psicológic cusds pelo cúmulo de gordur corporl (Bry, 2000). Os ddos referentes à vlição nutricionl demonstrrm que no decorrer d pesquis tnto o GE qunto o GC presentrm lterções nos vlores dos mcronutrientes ingeridos dirimente, pesr de estes estrem de cordo com os vlores de referênci Dietry Reference Intke (Institute of Medicine of the Ntionl Acdemies, 2005). Qunto esses ddos, o serem nlisdos conjuntmente s lterções de composição corporl, resultdos relevntes form encontrdos, um vez que o GE, mesmo centundo significtivmente os vlores de consumo energético (VET) e de crboidrtos, demonstrrm diminuição no %G. Por outro

8 Treinmento funcionl e composição corporl 49 ldo, o GC presentou-se em um situção contrári, tendo ingestão de lipídios reduzid e MC, IMC e MCM umentdos. Como respost à prátic do exercício físico, lterções n composição corporl se relcionm diretmente à crcterístic d tividde relizd, bem como à dinâmic de dispêndio e consumo clórico (Hill, Melby, Johnson, & Peters, 1995). Estudos indicm que o treinmento eróbio pode ser empregdo eficzmente n redução ou controle ponderl, devido o impcto cusdo sobre o blnço energético, diminuindo-o, e por promover créscimos no dispêndio ou n oxidção lipídic, lém de contribuir n mnutenção do pdrão limentr (Hill & Commerford, 1996; Lee, Sedlock, Flynn, & Kmimori, 2009). Qunto o exercício de forç, investigções ssocim reduções n gordur corporl o consumo excessivo de oxigênio pós-exercício (Excess Post-Exercise Oxygen Consumption, EPOC) (Melnson et l., 2002) e umentos n tx metbólic de repouso provenientes de miores níveis de mss musculr (Bryner et l., 1999). Em relção o TFC, resposts conclusivs não são encontrds qundo su prátic é ssocid lterções n composição corporl, um vez que investigções que bordm ess temátic buscm predominntemente nlisr s consequêncis d su prátic em vriáveis neuromusculres (Pete et l., 2007; Spennewyn, 2008). Hibbs et l. (2008) destcm que o TFC, mesmo sendo considerdo foco de investigções relizds desde décd de 1980 e promover benefícios sobre ptidão do músculo esquelético e estrutur rticulr em humnos, ind é contestdo devido à usênci de pdronizção no que diz respeito à su form de execução, que se difere de cordo com o contexto em que é plicdo. Assim, qundo direciondo à rebilitção físic de lesões ssocids os membros superiores, inferiores e colun vertebrl, que cbm impossibilitndo populção de relizr tividdes do cotidino, mior ênfse é destind o primormento d coordenção e controle motor. Em contrprtid, ns situções em que se objetiv utilizr o TFC n preprção físic de tlets cujs modliddes desportivs crcterizm-se pelo rápido deslocmento corporl e/ou de crgs externs, forç máxim, conjuntmente à estbilidde ds rticulções do tronco e qudril em decorrênci d tução ds musculturs gonists e ntgonists, é priorizd (Leetun, Irelnd, Wilson, Bllntyne, & Dvis, 2004). Qunto o método de treinmento, no presente estudo o TFC foi relizdo em form de circuito combindo, hvendo tnto execução de exercícios de forç com deslocmento de crgs, como eróbios, em que intervlos de 60 segundos form estbelecidos de um exercício pr outro. Sobre esse método e su relção com composição corporl, estudos recentes demonstrm que reduções de gordur corporl são observds pens ns situções em que o treinmento em circuito está ssocido diets hipoclórics (Fett et l., 2009; Kerksick et l., 2009), não hvendo consttção de lterções significtivs n mss corporl mgr. Em prtes, os ddos presentdos por Fett et l. (2009) e Kerksick et l. (2009) corroborm com os nossos resultdos, tendo em vist que reduções de MGA e mnutenção dos vlores de MCM no GE form observds. Contudo, diets hipoclórics não form prescrits. Dis et l. (2006), por su vez, o comprrem os efeitos de diferentes progrms de exercício nos qudros clínico e funcionl de mulheres com excesso de peso, consttrm que s voluntáris que relizrm um treinmento combindo composto por exercícios de forç em circuito e tividde eróbi em esteir e biciclet ergométric presentrm miores níveis de redução de MGA e umentos de MCM, qundo comprds o grupo de mulheres que relizou treinmento de forç isoldo. Igulmente os resultdos do presente estudo, Dis et l. (2006) não consttrm reduções esttisticmente significtivs de MGA no primeiro grupo de mulheres; no entnto, qundo os vlores são nlisdos n form de percentul de gordur, significânci esttístic foi observd. Qunto os spetos limentres, é

9 50 P.C. Pereir, R.D. Medeiros, A.A. Sntos, L.S. Oliveir, R.R. Aniceto, A.A. Júnior, et l. pertinente destcr que esses utores prescreverm diets pr s voluntáris, procedimento que pode explicr os resultdos encontrdos referentes à composição corporl. CONCLUSÕES Independentemente ds divergêncis que crcterizm o TFC, os resultdos encontrdos no presente estudo indicm que mesmo hvendo umentos nos vlores de ingestão de certos mcronutrientes, o TFC promoveu reduções nos níveis de gordur corporl, demonstrndo ser um prátic recomendd pr os indivíduos que buscm lcnçr esse tipo de respost o exercício físico. Qunto à MCM, o TFC demonstrou não promover umentos significtivos nos vlores desse componente, permitindo, como inferênci os resultdos de outrs pesquiss, sugerir que não cus resposts dpttivs de hipertrofi musculr similres às proporcionds pelo treinmento de forç, qundo vlids populções de indivíduos fisicmente intivos (Cmpos et l., 2002; Tnimoto et l., 2008; Wernbom, Augustsson, & Thomeé, 2007). Embor relizção de outrs pesquiss longitudinis sej requerid, estndo s mesms proprids de métodos que permitm um nálise criterios e um mior controle ds vriáveis que determinem os efeitos do TFC sobre composição corporl, propost do presente estudo torn-se pertinente prtir do momento em que busc contrpor ou refirmr os fundmentos que têm nortedo prescrição desse tipo de treinmento. Como sugestão pr futurs pesquiss, indic-se relizção de investigções com um mior número de sujeitos, crcterizdos diferentemente qunto o sexo, idde e nível de treinmento. Além disso, é importnte nlisr outrs vriáveis indicdors de lterções n composição corporl, sejm els expresss por resposts guds ou crônicos o exercício físico, como os vlores de consumo excessivo de oxigênio pós-exercício e d tx metbólic de repouso. Agrdecimentos: Rômulo José Dnts Medeiros grdece bols de mestrdo concedid pelo Progrm de Apoio Plnos de Reestruturção e Expnsão ds Universiddes Federis REUNI. Rodrigo Rmlho Aniceto grdece bols de mestrdo concedid pelo Instituto de Apoio à Universidde de Pernmbuco IAUPE. Conflito de Interesses: Nd declrr. Finncimento: Nd declrr. REFERÊNCIAS Abe, T., DeHoyos, D., Pollock, M. L., & Grzrell, L. (2000). Time course for strength nd muscle thickness chnges following upper nd lower body resistnce trining in men nd women. Europen Journl of Applied Physiology, 81(3), doi: /s Americn College of Sports Medicine (2009). Americn College of Sports Medicine position stnd: Progression models in resistnce trining for helthy dults. Medicine & Science in Sports & Exercise, 41(3), doi: / MSS.0b013e Behm, D. G., & Anderson, K. G. (2006). The role of instbility with resistnce trining. Journl of Strength nd Conditioning Reserch, 20(3), doi: /R Boclini, D. S., Serr, A. J., Dos Sntos, L., Murd, N., & Levy, R. F. (2009). Strength trining preserves the bone minerl density of postmenopusl women without hormone replcement therpy. Journl of Aging nd Helth, 21(3), doi: / Borg, G. (1982). Psychophysicl bses of perceived exertion. Medicine & Science in Sports & Exercise, 14(5), Bry, G. A. (2000). Overweight, mortlity nd morbity. In C. Bouchrd (Ed.), Physicl ctivity nd obesity (pp ). Chmpign Il: Humn Kinetics. Bryner, R. W., Ullrich, I. H., Suers, J., Donley, D., Hornsby, G., Kolr, M., & Yeter, R. (1999). Effects of resistnce vs. erobic trining combined with n 800 clorie liquid diet on len body mss nd resting metbolic rte. Journl of the Americn College of Nutrition, 18(2),

10 Treinmento funcionl e composição corporl 51 Cmpos, G. E., Luecke, T. J., Wendeln, H. K., Tom, K., Hgermn, F. C., Murry, T. F.,... Stron, R. S. (2002). Musculr dpttions in response to three different resistnce-trining regimens: Specificity of repetition mximum trining zones. Europen Journl of Applied Physiology, 88, doi: /s Cmpos, M., & Corucci, B. (2004). Treinmento funcionl resistido pr melhori d cpcidde funcionl e rebilitção de lesões musculoesquelétics. Rio de Jneiro: Revinter. Dy, M. L., McGuign, R., Glenn, B., & Foster, C. (2004). Monitoring exercise intensity during resistnce trining using the session RPE scle. Journl of Strength nd Conditioning Reserch, 18(2), doi: /R Dis, R., Prestes, J., Mnztto, R., Ferreir, C. K., Dontto, F. F., Foschini, D., & Cvglieri, C. R. (2006). Efeitos de diferentes progrms de exercícios nos qudros clínico e funcionl de mulheres com excesso de peso. Revist Brsileir de Cinentropometri e Desempenho Humno, 8(3), Fett, C. A., Fett, W. C., & Mrchini, J. S. (2009). Circuit weight trining vs jogging in metbolic risk fctors of overweight/obese women. Arquivos Brsileiros de Crdiologi, 93(5), doi: /S X Fisberg, R. M., Slter, B., Mrchioni, D. M., & Mrtini, L. A. (2005). Inquéritos limentres: Métodos e bses científics. São Pulo: Mnole. Follnd, J. P., & Willims, A. G. (2007). The dpttions to strength trining: Morphologicl nd neurologicl contributions to incresed strength. Sports Medicine, 37(2), doi: / Hnsen, D., Dendle, P., Berger, J., Vn Loon, L. J, & Meeusen, R. (2007). The effects of exercise trining on ft-mss loss in obese ptients during energy intke restriction. Sports Medicine, 37(1), doi: / Hibbs, A., Thompson, K., French, D., Wrigley, A., & Spers, I. (2008). Optimizing performnce by improving core stbility nd core strength. Sports Medicine, 38(12), doi: / Hill, J., & Commerford, R. (1996). Physicl ctivity, ft blnce, nd energy blnce. Interntionl Journl of Sport Nutrition, 6(2), Hill, J., Melby, C., Johnson, S. L., & Peters, J. C. (1995). Physicl ctivity nd energy requirements. The Americn Journl of Clinicl Nutrition, 62, S1059-S1066. Institute of Medicine of the Ntionl Acdemies (2005). DRI Dietry reference intke for energy, crbohydrte, fiber, ft, ftty cids, cholesterol, protein nd mino cids. Wshington: The Ntionl Acdemies Press. Jckson, A. S., Pollock, M. L., & Wrd, A. (1980). Generlized equtions for predicting body density of women. Medicine & Science in Sports & Exercise, 12(3), Kerksick, C., Thoms, A., Cmpbell, B., Tylor, L., Wilborn, C., Mrcello, B.,... Kreider, R. B. (2009). Effects of populr exercise nd weight loss progrm on weight loss, body composition, energy expenditure nd helth in obese women. Nutrition nd Metbolism, 6, 23. doi / Lglly, K. M., McCw, S. T., Geoff, G. T., Medem, H. C., & Thoms, D. Q. (2004). Rtings of perceived exertion nd muscle ctivity during the bench press exercise in recretionl nd novice lifters. Journl of Strength nd Conditioning Reserch, 18(2), doi: /R Lee, M. G., Sedlock, D. A., Flynn, M. G., & Kmimori, G. (2009). Resting metbolic rte fter endurnce exercise trining. Medicine & Science in Sports & Exercise, 41(7), doi: /MSS.0b013e31819bd617 Leetun, D. T., Irelnd, M. L., Wilson, J. D., Bllntyne, B. T., & Dvis, I. M. (2004). Core stbility mesures s risk fctors for lower extremity injury in thletes. Medicine & Science in Sports & Exercise, 36(6), doi: / 01.MSS C3 Melnson, E. L., Shrp, T. A., Segle, H. M., Donhoo, W. T., Grunwld, G. K., Peters, J. C,... Hill, J. O. (2002). Resistnce nd erobic exercise hve similr effects on 24-h nutrient oxidtion. Medicine & Science in Sports & Exercise, 34(11), doi: / Monteiro, W., Simão, R., & Frintti, P. (2005). Mnipulção n ordem dos exercícios e su influênci sobre o número de repetições e percepção subjetiv de esforço em mulheres treinds. Revist Brsileir de Medicin do Esporte, 11(2), doi: /S Myer, G. D., Ford, K. R., Plumbo, J. P., & Hewett, T. E. (2005). Neuromusculr trining improves performnce nd lower-extremity biomechnics

11 52 P.C. Pereir, R.D. Medeiros, A.A. Sntos, L.S. Oliveir, R.R. Aniceto, A.A. Júnior, et l. in femle thletes. Journl of Strength nd Conditioning Reserch, 19(1), doi: / Nvlt, J. W., & Hrncir, S. P. (2007). Core stbiliztion exercises enhnce lctte clernce following high-intensity exercise. Journl of Strength nd Conditioning Reserch, 21(4), doi: /R Prk, H., Kim, K. J., Komtsu, T., Prk, S. K., & Mutoh, Y. (2008). Effect of combined exercise trining on bone, body blnce, nd git bility: A rndomized controlled study in communitydwelling elderly women. Journl of Bone nd Minerl Metbolism, 26(3), doi: /s z Pete, W. F., Btes, G., Lund, K., Frncis, S., & Bellmy, K. (2007). Core strength: A new model for injury prediction nd prevention. Journl of Occuptionl Medicine nd Toxicology, 2(3), 1-9. doi: / Reeves, N. D., Mgnris, C. N., & Nrici, M. V. (2003). Effect of strength trining on humn ptell tendon mechnicl properties on folder individuls. Journl of Physiology, 548, doi: /jphysiol Shephrd, R. (1988). PAR-Q Cndin home fitness test nd exercise screening lterntives. Sports Medicine, 5(3), Simão, R., Polito, M., & Monteiro, W. (2008). Efeito de diferentes intervlos de recuperção em um progrm de treinmento de forç pr indivíduos treindos. Revist Brsileir de Medicin do Esporte, 14(4), doi: /S Siri, W. E. (1961). Body composition from fluid spces nd density: Anlysis for mesuring body composition. In J. Brozeck & A. Henschel (Eds.), Techniques for mesuring body composition (pp ). Wshington, DC: Ntionl Acdemy of Sciences. Spennewyn, K. C. (2008). Strength outcomes in fixed versus free-form resistnce equipment. Journl of Strength nd Conditioning Reserch, 22(1), doi: /JSC.0b013e31815ef 5e7 Tnimoto, M., Snd, K., Ymmoto, K., Kwno, H., Gndo, Y., Tbt, I.,... Miychi, M. (2008). Effects of whole-body low intensity resistnce trining with slow movement nd tonic force genertion on musculr size strength in young men. Journl of Strength nd Conditioning Reserch, 22(6), doi: /JSC.0b013e318185f2b0 Wernbom, M., Augustsson, J.,& Thomeé, R. (2007). The influence of frequency, intensity, volume nd mode of strength trining on whole muscle cross-sectionl re in humns. Sports Medicine, 37(3), doi: / Whisennt, M., Pnton, L., Est, W., & Broeder, C. (2003). Vlidtion of submximl prediction equtions for the one repetition mximum bench press test on group of collegite footbll plyers. Journl of Strength nd Conditioning Reserch, 17(2), World Helth Orgniztion (1995). Physicl sttus: The use nd interprettion of nthropometry: report of WHO Expert Committee. World Helth Orgniztion Technicl Report Series, 854, Todo o conteúdo d revist Motricidde está licencido sob Cretive Commons, exceto qundo especificdo em contrário e nos conteúdos retirdos de outrs fontes bibliográfics.

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