Departamento de Produção Animal. Avaliação de Ovinos.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Departamento de Produção Animal. Avaliação de Ovinos. http://www.usmef.org/tradelibrary/internationalmeatmanual.asp"

Transcrição

1 Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia FMVZ Campus de Botucatu Departamento de Produção Animal Avaliação de Ovinos Industriais i Fonte: Adaptado de... asp André Mendes Jorge Zootecnista Professor Adjunto Livre Docente Departamento de Produção Animal

2 INDÚSTRIA DE OVINOS ATUAL

3 INFORMAÇÕES GERAIS A indústria do cordeiro tem o compromisso de produzir cordeiro de alta qualidade d demaneira eficiente i eeconômica. EUA produtores que produzem 4 milhões de animais (mercado nacional e internacional)

4 INFORMAÇÕES GERAIS Alimentação base de grãos Mais músculo, cortes maiores, sabor suave, quando cmpaad comparado a cordeiros de outros países Peso de abate 58 a60kg Peso carcaça 28a30kg

5 SEGURANÇA DOS ALIMENTOS Inspeção mais rigorosa do mundo Último avanço aprovação de nova lei no congresso para inspeção da carne onde é obrigatório o uso do HACCP O sistema nacional envolve: Agências do governo, indústria, produtores.

6 SEGURANÇA DOS ALIMENTOS Sistema dividido em: - Serviço de segurança de alimentos (FSIS) inspeçãodo animal e a carne - Serviço de inspeção e saúde do animal e do abatedouro - supervisiona a saúde dos animais (administração de medicamentos e uso de produtos origem animal)

7 CLASSIFICAÇÃO DA CARCAÇA Classificadas de acordo com: Rendimento e qualidade - Rendimento: rendimento de cortes da carcaça 1 alta porcentagem de cortes 5 baixaporcentagem de cortes - Qualidade: Idadedoanimalaoabate,quantidadedegordura (flanco),marmorização,conformação f da perna Classificação é um serviço remunerado do departamento de agricultura dos EUA (USDA)

8 COMPRA COMPRADOR E VENDEDOR - Especificações do produto que deseja comprar - Como será o transporte? - Embalagens Caixas com forro de plástico ou peças embaladas á vácuo individualmente

9 CARCAÇA DE OVINOS

10 CARCAÇA DE CORDEIRO A carcaça do cordeiro é constituída por todo o corpo do animal sem se dividir depois de retirado, pescoço e sangue e praticamente não inclui a gordura dos rins, coração e ventre. Pode ou não incluir o diafragma GRUPO DA PALETA

11 Grupo da Paleta Porção anterior da carcaça, depois de removido o costilhar, pescoço, peito e quarto traseiro. A paleta é separada do costilhar pela 4 e 5 a costelas ou 5 e 6 a costelas. A separação do peito é feita por um corte perpendicular reto

12 Paleta corte duplo Paleta - desossada Paleta corte simples

13 Paleta, corte com serra simples Paleta corte simples A paleta é produzida pela parte anterior da carcaça depois de remover o costilhar, pescoço e peito, podendo ser simples (um lado da carcaça) ou duplo (os dois lados da carcaça)

14 Paleta desossado A paleta desossada é produzido depois de retirado os ossos, ligamento tensor, pele, glândulas linfáticas, gorduras do coração

15 GRUPO COSTILHAR Localizada na parte dianteira, depois de remover a paleta, peito, pata dianteira e pescoço. Separação da paleta e a costela pela4e5 e a costelas ou 5 e 6 a costelas e a separação do lombo entre a 12 e 13 a costelas GRUPO DO COSTILHAR

16 Costilhar principal

17 Costilhar principal (final do ombro)

18 Costilhar para assar simples Costilhar simples retirado do costilhar principal sem ossos da espinha. Não inclui o osso da paleta e cartilagem

19 Simples (lombo final) Olho do lombo Costilhar, Pronto para assar, simples, estilo francês

20 Pronto para assar, simples, estilo francês Esse corte simples, para assar no estilo francês. Esse corte remove o osso da paleta, a cobetura de gordura externa, ligamentos tensor e os músculos que ficam sobre o osso da paleta e retira a carne entre os ossos da costela

21 Olho do lombo Olho do lombo O olho do lombo é produzido do costilhar para assar depois de retirados todos os ossos, cartilagens e ligamentos. Retirase o excesso de gordura deixando o corte com mínima gordura

22 Grupo do lombo GRUPO DO LOMBO O A família do lombo é retirada da parte posterior da carcaça depois da remoção das pernas. A separação do lombo/costilhar a 13 a costela fica unida ao lombo resultando a separação dos cortes

23 Lombo Principal

24 Lombo Principal O lombo principal é obtido no quarto traseiro depois de remover a perna, permanecendo a fralda (flanco). Retira-se os rins a gordura e a gordura pélvica

25 Lombo Principal (Costela final) Lombo, aparado

26 Lombo, aparado Retira-se uma parte da flanco. O lombo do cordeiro pode- se comprar duplo ou simples. Retirase os tecidos internos e os rins

27 Lombo, aparado Filé de lombo Lombo corte pequeno aparado Lombo, corte duplo desossado

28 Filé de lombo Filé de lombo O filé de lombo é o corte desossado praticamente sem gordura externa

29 Lombo corte pequeno aparado O lombo corte pequeno é preparado do lombo dividido e Lombo corte pequeno aparado consiste em um lombo simples (um lado da carcaça)

30 Lombo, duplo, desossado O lombo duplo desossado é produzido Lombo, corte duplo desossado pela retirada dos ossos e cartilagens

31 Grupo da Perna GRUPO DA PERNA A família da perna é retirada da parte posterior da carcaça depois de retirado o lombo. A separação da perna com o lombo fazendo um corte reto, perpendicular na longitude da perna, permanecendo o ílio. A perna inclui a picanha, alcatra, coxão mole, coxão duro e patinho.

32 Pernas, Principal

33 Pernas, Principal As pernas do cordeiro é retirado do quarto traseiro, depois da retirada do lombo. As pernas contem os dois lados da carcaça que inclui a picanha, alcatra coxão duro, mole e patinho

34 Perna dupla Perna simples

35 Perna simples As pernas de cordeiro são divididasidid Pela espinha em duas metades Perna simples iguais, retira-se a pata e o tendão de Aquiles.

36 Perna simples Perna desossada Centro da perna Com osso Centro da perna para Churrasco

37 Perna desossada Perna desossada A perna do cordeiro desossada é produzida da perna simples retirado os ossos, cartilagens e glândulas linfáticas expostas

38 Centro da perna com osso Centro da perna com osso O centro da perna com osso, também conhecida como perna de cordeiro parcialmente desossada. O corte é produzido após remoção do osso da pélvis, pata traseira e picanha

39 Centro da perna para Churrasco O centro da perna para churrasco e retirado da perna Centro da perna para Churrasco simples. Esse corte contém parte do fêmur, coxão mole, duro e patinho.

40 Perna simples Perna ¾, sem picanha e alcatra Perna tipo barco (Steamship) Perna, picanha alcatra com osso Perna, picanha alcatra sem osso

41 Perna sem picanha e alcatra Perna sem picanha e alcatra Vindo da perna simples. Esse corte retira a picanha/alcatra permanecendo unido pelo osso pélvico

42 Perna tipo barco (Steamship) Corte sem alcatra e picanha, osso pélvico,e parte inferior da perna

43 Perna, Alcatra, picanha com osso Retirada da perna simples. Contém parte do osso da pélvis e se separa da perna fazendo um corte reto entre as vértebras caudais e sacrais expondo a extremidade do fêmur

44 Perna, picanha alcatra desossado A picanha e alcatra desossado é a Perna, picanha alcatra sem osso picanha e alcatra sem osso e cartilagens

45 Perna simples Perna, coxão mole Perna, coxão duro Perna, patinho

46 Perna simples Perna parte posterior, heel-on Perna parte posterior

47 Itens especiais Pescoço Peito

48 Itens especiais Costelas e peito sem ossos Corte de costelas

49 Itens especiais Braço Cordeiro para ensopado

50 Itens especiais Espetos de cordeiro

51 Itens especiais Carne moida

52 Itens especiais Costela pedaço Lombo pedaço

53 Itens especiais Fatia do pescoço

54 Vísceras Cabeça Cérebro

55 Vísceras Língua Pâncreas Coração

56 Vísceras Fígado Rim Tripa Intestino delgado

57 Fonte: Adaptado de...

Cortes de Carne Suína. Rendimento de carcaça Cortes de carne padronizado Cortes de carne especiais Rendimento de cortes

Cortes de Carne Suína. Rendimento de carcaça Cortes de carne padronizado Cortes de carne especiais Rendimento de cortes Cortes de Carne Suína Rendimento de carcaça Cortes de carne padronizado Cortes de carne especiais Rendimento de cortes Rendimento em Relação ao peso vivo Suíno na Granja 90kg (100%) Suíno na recepção do

Leia mais

Sistema EUROP de Classificação de

Sistema EUROP de Classificação de Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia FMVZ Campus de Botucatu Departamento de Produção Animal Sistema EUROP de Classificação de Carcaça Bovina André Mendes Jorge Zootecnista Professor Adjunto Livre

Leia mais

S TO DU O E PR D O G LO TÁ A C 1

S TO DU O E PR D O G LO TÁ A C 1 1 CATÁLOGO DE PRODUTOS NOSSA HISTÓRIA Fundada em 1983 na cidade de Propriá, no estado de Sergipe, pelo grande empresário visionário, o sergipano Murilo Dantas, a Nutrial se estabeleceu no ramo de frigorífico,

Leia mais

ANEXO VII NOMENCLATURA DE BOVINO E BUBALINO

ANEXO VII NOMENCLATURA DE BOVINO E BUBALINO ANEXO VII NOMENCLATURA DE BOVINO E BUBALINO a) PRODUTOS RESFRIADOS 1. Carne Resfriada de Bovino ou Bubalino com Osso - Meia Carcaça - Quarto Dianteiro - Quarto Traseiro - Dianteiro sem Paleta - Traseiro-serrote

Leia mais

ABATE, CARCAÇA E CORTES DE CARNE OVINA. 2º semestre 2013 Profa. Alda Monteiro

ABATE, CARCAÇA E CORTES DE CARNE OVINA. 2º semestre 2013 Profa. Alda Monteiro ABATE, CARCAÇA E CORTES DE CARNE OVINA 2º semestre 2013 Profa. Alda Monteiro ABATE Pré Abate Deverão ser destinados ao abate: idade e peso vivo conforme preferência da região (MERCADO). Bom estado sanitário

Leia mais

Considerações sobre Sistemas de Avaliação e

Considerações sobre Sistemas de Avaliação e Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia FMVZ Campus de Botucatu Departamento de Produção Animal Considerações sobre Sistemas de Avaliação e Tipificação de Carcaças André démendes Jorge Zootecnista

Leia mais

Site: 2. Relação de Produtos Fabricados

Site:  2. Relação de Produtos Fabricados ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DA PESCA COMPANHIA INTEGRADA DE DESENVOLVIMENTO AGRÍCOLA DE SANTA CATARINA DIRETORIA TÉCNICA GERENCIA DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

Leia mais

DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL RESOLUÇÃO Nº 1, DE 9 DE JANEIRO DE 2003 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO

Leia mais

ANEXO I RELAÇÃO DOS ITENS DA LICITAÇÃO

ANEXO I RELAÇÃO DOS ITENS DA LICITAÇÃO Folha: 1/6 1 1000,000 2 19500,000 3 2000,000 4 2000,000 5 1500,000 CARNE DE SOL - EM CUBOS PEQUENOS. ASPECTOS PRÓPRIO. NÃO AMOLECIDA E NEM PEGAJOSA, COR PRÓPRIA SEM MANCHAS ESVERDEADAS, ODOR E SABOR PRÓPRIO,

Leia mais

CARCAÇA BOVINA E CORTES COMERCIAIS

CARCAÇA BOVINA E CORTES COMERCIAIS CARCAÇA BOVINA E CORTES COMERCIAIS A maciez, principal atributo de qualidade da carne, está relacionada a vários fatores, entre eles, o posicionamento do músculo na carcaça do animal. Por exemplo, músculos

Leia mais

Nelore e muito sabor. Volverine FIV Carpa. Conheça os cortes. Eduardo Biagi

Nelore e muito sabor. Volverine FIV Carpa. Conheça os cortes. Eduardo Biagi 1 10 11 11 8 9 12 6 7 14 13 5 15 4 16 17 3 2 18 21 20 19 Nelore e muito sabor Conheça os cortes Volverine FIV Carpa O preparo de um belo corte começa muito antes do que imaginamos. Tem início lá atrás,

Leia mais

Guia de Compras para o mercado internacional de Carne de Bovino e Borrego. origem garantida qualidade garantida Segurança total

Guia de Compras para o mercado internacional de Carne de Bovino e Borrego. origem garantida qualidade garantida Segurança total Guia de Compras para o mercado internacional de Carne de Bovino e Borrego origem garantida qualidade garantida Segurança total As especificações são importantes 2 Guia de especificações de corte detalhadas

Leia mais

PROCESSAMENTO DA CARNE BOVINA

PROCESSAMENTO DA CARNE BOVINA PROCESSAMENTO DA CARNE BOVINA Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

SOFOLHA SOLUÇÕES CORPORATIVAS www.sofolha.com.br. SFAutomatus X Comércio Varejista de Carnes

SOFOLHA SOLUÇÕES CORPORATIVAS www.sofolha.com.br. SFAutomatus X Comércio Varejista de Carnes SFAutomatus X Comércio Varejista de Carnes Considerações Iniciais Rendimento de bovinos após o abate Por razões que têm como causa a prosperidade, o consumo de carne se mostra cada vez maior. As exigências

Leia mais

PROCESSAMENTO DA CARNE SUÍNA

PROCESSAMENTO DA CARNE SUÍNA PROCESSAMENTO DA CARNE SUÍNA Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com.) Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com.) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Tipificação e Classificação de Carcaças Bovinas (3/3)

Tipificação e Classificação de Carcaças Bovinas (3/3) Tipificação e Classificação de Carcaças Bovinas (3/3) Classificação por Rendimento A classificação por rendimento do USDA estima o rendimento de carcaça em cortes desossados já limpos (sem gordura externa)

Leia mais

fmvz-unesp FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - BOTUCATU Curso de Pós-Graduação em Zootecnia Nutrição e Produção Animal

fmvz-unesp FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - BOTUCATU Curso de Pós-Graduação em Zootecnia Nutrição e Produção Animal fmvz-unesp FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - BOTUCATU Curso de Pós-Graduação em Zootecnia Nutrição e Produção Animal SISTEMA DE PRODUÇÃO X QUALIDADE DA CARNE OVINA Raquel Abdallah da Rocha

Leia mais

CORTES COMERCIAIS EM CARCAÇAS OVINAS

CORTES COMERCIAIS EM CARCAÇAS OVINAS CORTES COMERCIAIS EM CARCAÇAS OVINAS Paulo Afonso Carvalho 1 Juan R. O. Pérez 2 1 INTRODUÇÃO A exploração ovina como fonte de alimento vem se intensificando com o passar do tempo. O que antes se constituía

Leia mais

Sistema Australiano de Avaliação de Carcaça Bovina

Sistema Australiano de Avaliação de Carcaça Bovina Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia FMVZ Campus de Botucatu Departamento de Produção Animal Sistema Australiano de Avaliação de Carcaça Bovina André Mendes Jorge Zootecnista Professor Adjunto

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO E TIPICAÇÃO DE CARCAÇAS OBJETIVOS OBJETIVOS

CLASSIFICAÇÃO E TIPICAÇÃO DE CARCAÇAS OBJETIVOS OBJETIVOS CLASSIFICAÇÃO CLASSIFICAÇÃO E TIPICAÇÃO DE CARCAÇAS AS DE SUÍNOS Agrupar por classe produtos que tem características semelhantes. Classifica os animais em raça, sexo, maturidade, acabamento e conformação

Leia mais

Processamento de carne caprina e ovina para a fabricação de embutidos. Profª Dra. Ana Sancha Malveira Batista Universidade Estadual Vale do Acaraú

Processamento de carne caprina e ovina para a fabricação de embutidos. Profª Dra. Ana Sancha Malveira Batista Universidade Estadual Vale do Acaraú Processamento de carne caprina e ovina para a fabricação de embutidos Profª Dra. Ana Sancha Malveira Batista Universidade Estadual Vale do Acaraú Fortaleza, 27/05/2015 Introdução Fatores pré-abate que

Leia mais

USDA Yield Grade. André Mendes Jorge. Professor Adjunto Livre Docente Departamento de Produção Animal. Departamento de Produção Animal

USDA Yield Grade. André Mendes Jorge. Professor Adjunto Livre Docente Departamento de Produção Animal. Departamento de Produção Animal Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia FMVZ Campus de Botucatu Departamento de Produção Animal USDA Yield Grade Quality Grade André Mendes Jorge Zootecnista Professor Adjunto Livre Docente Departamento

Leia mais

A relação entre o preço pago pelo consumidor de carne bovina em Santa Maria e o recebido pelo produtor de gado de corte no Rio Grande do Sul.

A relação entre o preço pago pelo consumidor de carne bovina em Santa Maria e o recebido pelo produtor de gado de corte no Rio Grande do Sul. A relação entre o preço pago pelo consumidor de carne bovina em Santa Maria e o recebido pelo produtor de gado de corte no Rio Grande do Sul. 1 João Garibaldi Almeida Viana 2 Vicente Celestino Pires Silveira

Leia mais

Aproveitamento de cortes da carcaça bovina e formação de preços ao produtor e na indústria

Aproveitamento de cortes da carcaça bovina e formação de preços ao produtor e na indústria Aproveitamento de cortes da carcaça bovina e formação de preços ao produtor e na indústria Valorização do produtos Ao produtor Ao consumidor RICARDO ZAMBARDA VAZ Doutor em Produção animal Grupo de Cadeias

Leia mais

Institui Lista de Preços Mínimos para os produtos oriundos da pecuária matogrossense, e dá outras providências.

Institui Lista de Preços Mínimos para os produtos oriundos da pecuária matogrossense, e dá outras providências. PORTARIA N 265/2014 - SEFAZ Institui Lista de Preços Mínimos para os produtos oriundos da pecuária matogrossense, e dá outras providências. O SECRETÁRIO ADJUNTO DA RECEITA PÚBLICA, no exercício das atribuições

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 4 DE MAIO DE 2004

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 4 DE MAIO DE 2004 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 9, DE 4 DE MAIO DE 2004 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

ANÁLISE DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇOS NA CADEIA PRODUTIVA DA CARNE BOVINA

ANÁLISE DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇOS NA CADEIA PRODUTIVA DA CARNE BOVINA ANÁLISE DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇOS NA CADEIA PRODUTIVA DA CARNE BOVINA Leandro Caetano dos Santos 1 Reginaldo Fernandes Ferreira 2 ISSN 2178-5007 RESUMO O trabalho desenvolvido se detém na análise

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS DE PALOTINA HOSPITAL VETERINÁRIO RELATÓRIO DE EXAME NECROSCÓPICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS DE PALOTINA HOSPITAL VETERINÁRIO RELATÓRIO DE EXAME NECROSCÓPICO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS DE PALOTINA HOSPITAL VETERINÁRIO RELATÓRIO DE EXAME NECROSCÓPICO Identificação do animal Nome/número RG do HV Espécie: Raça: Idade: Sexo: Peso: Cor: Data e hora do

Leia mais

O papel do médico veterinário na indústria de alimentos. cispoa@seapa.rs.gov.br (51) 3288 6357

O papel do médico veterinário na indústria de alimentos. cispoa@seapa.rs.gov.br (51) 3288 6357 O papel do médico veterinário na indústria de alimentos cispoa@seapa.rs.gov.br (51) 3288 6357 Alegrete Outubro 2013 Diferenças entre indústria e varejo Varejo= supermercados, padarias, restaurantes, etc;

Leia mais

0010 Envoltórios Naturais Resfriados de Bubalino (tripas e bexiga)

0010 Envoltórios Naturais Resfriados de Bubalino (tripas e bexiga) Caderno 4 SEXTA-FEIRA, CADERNO 4 1 13 DE DEZEMBRO DE 2013 RESULTADO DE LICITAÇÃO NÚMERO DE PUBLICAÇÃO: 627911 A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará EMATER - PA, através da

Leia mais

Recomendações dos cortes bovinos ideais para cada tipo de preparo

Recomendações dos cortes bovinos ideais para cada tipo de preparo CARTILHA TÉCNICA Recomendações dos cortes bovinos ideais para cada tipo de preparo Lucas Arantes Pereira Mestre em Engenharia de Alimentos Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO PROJETO CARNE BOVINA COM CERTIFICADO DE ORIGEM ( CARNE NN CO )

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO PROJETO CARNE BOVINA COM CERTIFICADO DE ORIGEM ( CARNE NN CO ) MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO PROJETO CARNE BOVINA COM CERTIFICADO DE ORIGEM ( CARNE NN CO ) Elaborado por: Prof. Dr. Pedro E. de Felício Zootecnista: Juliano J. Silva PARCERIA NN São Paulo SP Julho de 2000

Leia mais

APTIDÃO TECNOLÓGICA E INDUSTRIAL DOS DIFERENTES TIPOS DE CARNE

APTIDÃO TECNOLÓGICA E INDUSTRIAL DOS DIFERENTES TIPOS DE CARNE APTIDÃO TECNOLÓGICA E INDUSTRIAL DOS DIFERENTES TIPOS DE CARNE CHARQUE BILTONG carne crua de hipopótamo, elefante devidamente condimentada, seca ao sol, pendurada com um tijolo na ponta para não enrolar

Leia mais

Carlos Eduardo Rocha Paulista Grupo JBS S/A. Desafio da Industria Brasileira

Carlos Eduardo Rocha Paulista Grupo JBS S/A. Desafio da Industria Brasileira Carlos Eduardo Rocha Paulista Grupo JBS S/A Desafio da Industria Brasileira Carlos Eduardo Rocha Paulista Zootecnista FAZU Msc. Melhoramento Genético UNESP MBA em Marketing FEA USP AUSMEAT Curso de Formação

Leia mais

Professoras: Edilene, Ana Laura e Carol

Professoras: Edilene, Ana Laura e Carol Professoras: Edilene, Ana Laura e Carol A locomoção depende da ação conjunta e integrada dos ossos e dos músculos; Os seres humanos tem coluna vertebral, que é o eixo do nosso esqueleto interno; O esqueleto

Leia mais

ESTADO DO ACRE Secretaria de Estado da Gestão Administrativa Secretaria Adjunta de Compras e Licitações. Comissão Permanente de Licitação CPL 02

ESTADO DO ACRE Secretaria de Estado da Gestão Administrativa Secretaria Adjunta de Compras e Licitações. Comissão Permanente de Licitação CPL 02 2ª RETIFICAÇÃO PREGÃO SRP Nº 1409/2013 CPL 02 SEE Objeto: Registro de Preços para a Aquisição de Gêneros Alimentícios Básicos Perecíveis, para atender as necessidades dos alunos integrantes dos Programas:

Leia mais

PROJETOS AGROPECUÁRIOS

PROJETOS AGROPECUÁRIOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA PROJETOS AGROPECUÁRIOS RIOS APLICAÇÃO, ELABORAÇÃO, AVALIAÇÃO E IMPACTOS ECONÔMICOS Prof.

Leia mais

Preço Médio da Soja em Mato Grosso do Sul - Junho de 2011 - Em R$ por saca de 60 kg.

Preço Médio da Soja em Mato Grosso do Sul - Junho de 2011 - Em R$ por saca de 60 kg. 1 2 NORTE Os preços pagos aos Produtores Rurais na região Norte do Estado neste mês de junho variaram entre a mínima de R$ 38,5 no dia 3/6 no município de São Gabriel do Oeste e a máxima de R$ 4, no dia

Leia mais

VISÃO, MISSÃO E VALORES

VISÃO, MISSÃO E VALORES VISÃO, MISSÃO E VALORES Visão Missão Valores História TRADIÇÃO E TRANSPARÊNCIA 1949 Sociedade Industrial de Carnes Ltda em Araguari/MG, com apenas 36 funcionários. 1950 Araguari/MG, com capacidade para

Leia mais

EDITAL DE PREGÃO ELETRÔNICO N.º 12/2014 ATA DE REGISTRO DE PREÇO

EDITAL DE PREGÃO ELETRÔNICO N.º 12/2014 ATA DE REGISTRO DE PREÇO A UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, doravante denominada UFES, autarquia educacional de regime especial, situada na Av. Fernando Ferrari, 514, Campus Universitário, Goiabeiras, Vitória, Espírito

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTOS

CATÁLOGO DE PRODUTOS CATÁLOGO DE PRODUTOS A qualidade do que vai para a mesa de seus clientes é uma preocupação da Frimaster desde sua fundação, em 2000. De família para família. É assim que a empresa decidiu operar em todos

Leia mais

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE FABRICO DO SALPICÃO

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE FABRICO DO SALPICÃO DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE FABRICO DO SALPICÃO Trata-se de um enchido fumado a partir de matérias-primas tradicionais da região. O fabrico é do tipo tradicional, tendo especial atenção com a origem das

Leia mais

Porcentagem de carne magra Década de a a a ,5 a ,5 a 57,5 Atual Mais de 59

Porcentagem de carne magra Década de a a a ,5 a ,5 a 57,5 Atual Mais de 59 CLASSIFICAÇÃO CLASSIFICAÇÃO E TIPICAÇÃO DE CARCAÇAS DE SUÍNOS Agrupar por classe produtos que tem características semelhantes. Classifica os animais em raça, sexo, maturidade, acabamento e conformação.

Leia mais

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular Provas de função muscular MMII Graduação de força muscular Grau 0:Consiste me palpar o músculo avaliado e encontrar como resposta ausência de contração muscular. Grau 1:Ao palpar o músculo a ser avaliado

Leia mais

II PRÊMIO MACAL DE INCENTIVO A PESQUISA EM BOVINOCULTURA DE CORTE CATEGORIA ARTIGO CIENTÍFICO ARTIGO AGRACIADO

II PRÊMIO MACAL DE INCENTIVO A PESQUISA EM BOVINOCULTURA DE CORTE CATEGORIA ARTIGO CIENTÍFICO ARTIGO AGRACIADO II PRÊMIO MACAL DE INCENTIVO A PESQUISA EM BOVINOCULTURA DE CORTE CATEGORIA ARTIGO CIENTÍFICO ARTIGO AGRACIADO Desempenho e Componentes Corporais de Bovinos de Dois Grupos Genéticos em Aquidauana MS Ricardo

Leia mais

NOME. Fichas de Estudo

NOME. Fichas de Estudo NOME Fichas de Estudo O ESQUELETO OS OSSOS Conhecer a constituição dos ossos, como se formam As partes duras que o homem tem no interior do seu corpo chama-se ossos. O conjunto de todos os ossos forma

Leia mais

CAPÍTULO VII DA RAÇA E DA SUA CLASSIFICAÇÃO PARA FINS DE REGISTRO

CAPÍTULO VII DA RAÇA E DA SUA CLASSIFICAÇÃO PARA FINS DE REGISTRO CAPÍTULO VII DA RAÇA E DA SUA CLASSIFICAÇÃO PARA FINS DE REGISTRO Artigo 23 - Para o Serviço de Registro Genealógico denominam-se Bovinos da Raça Holandesa, os bovinos de qualquer idade, sexo ou variedade

Leia mais

Aspectos básicos b produtividade da indústria de ovinos da Nova Zelândia

Aspectos básicos b produtividade da indústria de ovinos da Nova Zelândia Aspectos básicos b e produtividade da indústria de ovinos da Nova Zelândia NUTRIR Novembro 2009 Jack Cocks AbacusBio Ltd, New Zealand Renata Green e Bruno Santos Áries Repr. Melh.. Gen. Ovino Ltda, Brasil

Leia mais

Colesterol O que é Isso? Trabalhamos pela vida

Colesterol O que é Isso? Trabalhamos pela vida Colesterol O que é Isso? X O que é o Colesterol? Colesterol é uma gordura encontrada apenas nos animais Importante para a vida: Estrutura do corpo humano (células) Crescimento Reprodução Produção de vit

Leia mais

CORTES RAQUETE PEIXINHO

CORTES RAQUETE PEIXINHO CORTES RAQUETE Também conhecido como raqueta, ganhadora, sete, língua e segundo coió. Pode ainda ser chamado de marucha (espanhol), paleron (francês) ou blade clod (inglês). Mais musculoso que o acém,

Leia mais

ANEXO AO COMUNICADO: PAUTA PARA CÁLCULO DO ICMS DE GADO E CARNE ORIGINADAS DE SÃO PAULO

ANEXO AO COMUNICADO: PAUTA PARA CÁLCULO DO ICMS DE GADO E CARNE ORIGINADAS DE SÃO PAULO I - GADO EM CONDIÇÕES DE ABATE DISCRIMINAÇÃO UNIDADE VALOR - R$ BOI CABEÇA 2.550,00 NOVILHO PRECOCE (BOVINO) CABEÇA 2.250,00 BÚFALO CABEÇA 2.240,00 BÚFALO PRECOCE (IDADE ATÉ 24 MESES) CABEÇA 2.100,00 VACA

Leia mais

Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária

Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária Unic - Universidade de Cuiabá Faculdade de medicina veterinária - 1 - Disciplina de Ciências Morfofuncionais Aplicadas a Medicina Veterinária I Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária SUMÁRIO - 2 -

Leia mais

SisAtak - Sistema de Administração Integrada de Negócios

SisAtak - Sistema de Administração Integrada de Negócios 30-Atrazo de Entrega 205103-ACEM BOV RESF. CX. TO 5,00 124,39 858,29 5,00 124,39 858,29 5,00 124,39 858,29 206103-ALCATRA C/ MAMINHA BOV.RESF 11,00 267,98 3.081,77 11,00 267,98 3.081,77 11,00 267,98 3.081,77

Leia mais

Regras e orientações para realização das provas zootécnicas de ovinos da raça Santa Inês

Regras e orientações para realização das provas zootécnicas de ovinos da raça Santa Inês INCT: Informação Genético-Sanitária da Pecuária Brasileira SÉRIE TÉCNICA: GENÉTICA Publicado on line em animal.unb.br em 30/09/2010 Regras e orientações para realização das provas zootécnicas de ovinos

Leia mais

Roteiro de aulas teórico-práticas

Roteiro de aulas teórico-práticas Roteiro de aulas teórico-práticas Sistema digestório O sistema digestório humano é formado por um longo tubo musculoso, ao qual estão associados órgãos e glândulas que participam da digestão. Apresenta

Leia mais

ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL. 1. Introdução

ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL. 1. Introdução ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL 1. Introdução A cadeia de alimentos de origem animal tem importante representação industrial no Brasil e no Paraná, bem como, tradição e respeito em nível internacional. Devido

Leia mais

PREAMBULO. pág.2. Regulamento para participação de produtores de Fumeiro

PREAMBULO. pág.2. Regulamento para participação de produtores de Fumeiro PREAMBULO Tendo em atenção que a Feira do Fumeiro de Vinhais, possuiu uma projeção a nível nacional e inclusivamente para além fronteiras, entendeu-se necessário proceder à sua regulamentação. Nestes termos,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA ESTADUAL DE ADMINISTRAÇÃO SEAD

GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA ESTADUAL DE ADMINISTRAÇÃO SEAD EXTRATO DE PUBLICAÇÃO PARCIAL - XII Sessão realizada em 20/04/2005 Publicação Parcial Processo Administrativo 00.000.121/05 PUBLICAÇÃO PARCIAL ATO ADMINISTRATIVO PREGÃO 024/2005 CEL/SEAD Objeto: ALIMENTOS

Leia mais

Fernando Henrique de Oliveira

Fernando Henrique de Oliveira Do Verdadeiro 2/60 ÍNDICE Conservação...9 Introdução...9 Resfriar...9 Congelar...10 Condições iniciais do produto...11 Teor de gordura...11 Embalagem para congelamento...11 Tipo de congelamento...11 Grandes

Leia mais

Abate de Bovinos. Abate Bovino - BR. Figura 1 - Abate bovino no Brasil (CNPC, 2006).

Abate de Bovinos. Abate Bovino - BR. Figura 1 - Abate bovino no Brasil (CNPC, 2006). Abate de Bovinos Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com.) Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com.) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO Nos

Leia mais

Sa- Mono- Poli- Número do Descrição do Alimento Lipídeos turados insaturados insaturados 12:0 14:0 16:0 18:0 20:0 22:0 24:0 Alimento (g) (g) (g) (g)

Sa- Mono- Poli- Número do Descrição do Alimento Lipídeos turados insaturados insaturados 12:0 14:0 16:0 18:0 20:0 22:0 24:0 Alimento (g) (g) (g) (g) Sa- Mono- Poli- Número do Descrição do Alimento Lipídeos turados insaturados insaturados 12:0 14:0 16:0 18:0 20:0 22:0 24:0 Alimento (g) (g) (g) (g) (g) (g) (g) (g) (g) (g) (g) &HUHDLVÃHÃGHULYDGRVÃ 1 Arroz,

Leia mais

Avaliação da qualidade da carne e características de carcaça de novilhos cruzados com Senepol

Avaliação da qualidade da carne e características de carcaça de novilhos cruzados com Senepol A cadeia de produção da carne bovina tem direcionado esforços, no sentido de estar cada vez mais atenta para atributos de qualidade da carne já que é uma exigência do consumidor final. A maciez é uma das

Leia mais

Normas de Avaliação, Classificação e Tipificação de Carnes e Carcaças

Normas de Avaliação, Classificação e Tipificação de Carnes e Carcaças Normas de Avaliação, Classificação e Tipificação de Carnes e Carcaças INTRODUÇÃO Ana Maria Bridi Universidade Estadual de Londrina Departamento de Zootecnia A variabilidade fenotípica existente nos animais

Leia mais

02 Cortes de Gado Bovino

02 Cortes de Gado Bovino 02 Cortes de Gado Bovino Raquete Também conhecido como raqueta, ganhadora, sete, língua e segundo coió. Pode ainda ser chamado de marucha (espanhol), paleron (francês) ou blade clod (inglês). Mais musculoso

Leia mais

AULA 02 CARACTERISTICAS ZOOTECNICAS E ECONOMICAS DOS SUINOS

AULA 02 CARACTERISTICAS ZOOTECNICAS E ECONOMICAS DOS SUINOS AULA 02 CARACTERISTICAS ZOOTECNICAS E ECONOMICAS DOS SUINOS PRINCIPAIS ATIVIDADES FISIOLÓGICAS DO SUÍNO Sistema respiratório: Frequência Respiratória variando entre 20 a 30 movimentos por minuto. Sistema

Leia mais

GRUPO 10 Padrão FCI N o 269 29/11/2000

GRUPO 10 Padrão FCI N o 269 29/11/2000 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 10 Padrão FCI N o 269 29/11/2000 Padrão Oficial da Raça SALUKI 2 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à Fédération

Leia mais

3 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de Ciências Nome: Leia este texto para resolver as questões propostas.

3 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de Ciências Nome: Leia este texto para resolver as questões propostas. 3 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de Ciências Nome: Leia este texto para resolver as questões propostas. 1) O nosso corpo se divide em cabeça, tronco e membros, mas existe uma estrutura, a menor

Leia mais

Características da Carne de Frango

Características da Carne de Frango Características da Carne de Frango Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com)

Leia mais

Selecionando para Melhorar as Carcaças do Gado de Corte:

Selecionando para Melhorar as Carcaças do Gado de Corte: Selecionando para Melhorar as Carcaças do Gado de Corte: Leonardo Campos 1 e Gabriel Campos 2 O professor e pesquisador norte-americano R.A. Bob Long, colunista da revista Angus Journal e autor do Sistema

Leia mais

CÃO DE CRISTA CHINÊS

CÃO DE CRISTA CHINÊS CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI 288 11/05/1998 Padrão Oficial da Raça CÃO DE CRISTA CHINÊS CHINESE CRESTED DOG CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA

Leia mais

{ Rosemeire B. Yoshida

{ Rosemeire B. Yoshida Os Animais e a Espiritualidade { Rosemeire B. Yoshida 02/06/2015 Espiritualidade dos Animais Introdução Tudo o que compreendíamos sobre a espiritualidade dos animais até bem pouco tempo, era o fato de

Leia mais

Avaliação e Seleção de Caprinos

Avaliação e Seleção de Caprinos Avaliação e Seleção de Caprinos Dr. Cláudio José Araújo da Silva Eng. Agrônomo Dr. Odilei Rogério Prado Méd. Veterinário Laboratório de Produção e Pesquisa em Ovinos e Caprinos LAPOC 2013 AVALIAÇÃO E SELEÇÃO

Leia mais

Miologia anatomia e fisiologia dos músculos

Miologia anatomia e fisiologia dos músculos ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS Miologia anatomia e fisiologia dos músculos Valdirene Zabot valdirene@unochapeco.edu.br Tipos de tecido O tecido muscular e, consequentemente, os músculos, são classificados,

Leia mais

UND 1 R$ 8.850,000 R$ 8.850,00 23402.002009/2010-16 MICROLLAGOS MICROSCOPIA CIENTIFICA LTDA 3B 3B

UND 1 R$ 8.850,000 R$ 8.850,00 23402.002009/2010-16 MICROLLAGOS MICROSCOPIA CIENTIFICA LTDA 3B 3B FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO SECRETÁRIA DE GESTÃO E ORÇAMENTO Visando a aquisição de equipamentos para laboratório - Pregão 56/2010 Processo nº 23402.001770/2010-22 Empenho Entrega

Leia mais

EPISÓDIO 3 - CALDOS. Como preparar as diferentes bases para todos os molhos.

EPISÓDIO 3 - CALDOS. Como preparar as diferentes bases para todos os molhos. EPISÓDIO 3 - CALDOS Como preparar as diferentes bases para todos os molhos. INTRODUÇÃO Além de agregarem bastante sabor aos preparos, os caldos preparados em casa são muito mais saudáveis do que os industrializados.

Leia mais

ROTEIRO DE ESTUDO Abdome

ROTEIRO DE ESTUDO Abdome ROTEIRO DE ESTUDO Abdome ARTÉRIAS O suprimento arterial do abdome é todo proveniente da aorta, que torna-se aorta abdominal após passar pelo hiato aórtico do diafragma ao nível de T12, e termina dividindose

Leia mais

Com diversas opções de cortes temperados, que oferecem mais sabor e praticidade para o dia a dia do consumidor, a linha Apreciatta torna seus

Com diversas opções de cortes temperados, que oferecem mais sabor e praticidade para o dia a dia do consumidor, a linha Apreciatta torna seus Com diversas opções de cortes temperados, que oferecem mais sabor e praticidade para o dia a dia do consumidor, a linha Apreciatta torna seus momentos em família ainda mais prazerosos. Alcatra Carne suína

Leia mais

"Altera itens na Lista de Preços Mínimos divulgados pela Portaria nº 175/2014- SEFAZ."

Altera itens na Lista de Preços Mínimos divulgados pela Portaria nº 175/2014- SEFAZ. PORTARIA N 221/2014 - SEFAZ "Altera itens na Lista de Preços Mínimos divulgados pela Portaria nº 175/2014- SEFAZ." O SECRETÁRIO ADJUNTO DA RECEITA PÚBLICA, no exercício das atribuições que lhe são conferidas

Leia mais

GUIA DO PACIENTE. Dynesys Sistema de Estabilização Dinâmica. O Sistema Dynesys é o próximo passo na evolução do tratamento da dor lombar e nas pernas

GUIA DO PACIENTE. Dynesys Sistema de Estabilização Dinâmica. O Sistema Dynesys é o próximo passo na evolução do tratamento da dor lombar e nas pernas GUIA DO PACIENTE Dynesys Sistema de Estabilização Dinâmica O Sistema Dynesys é o próximo passo na evolução do tratamento da dor lombar e nas pernas Sistema de Estabilização Dinâmica Dynesys O Sistema Dynesys

Leia mais

Estudo do Meio - O esqueleto. O esqueleto inclui apenas os ossos do corpo. O esqueleto inclui os ossos, as cartilagens, os tendões e os ligamentos.

Estudo do Meio - O esqueleto. O esqueleto inclui apenas os ossos do corpo. O esqueleto inclui os ossos, as cartilagens, os tendões e os ligamentos. A1 1. Assinala a opção correta. O esqueleto inclui apenas os ossos do corpo. O esqueleto inclui os ossos, as cartilagens, os tendões e os ligamentos. O esqueleto inclui os ossos, as cartilagens, os tendões

Leia mais

O FAN Press Screw Separator PSS

O FAN Press Screw Separator PSS O FAN Press Screw Separator PSS Os separadores PSS podem processar resíduos grossos com (20% de sólidos), bem como resíduos finos (abaixo de 0,1% de sólidos). A umidade dos sólidos separados pode ser ajustada

Leia mais

Praça do Município, Posto de Turismo 5470-214 Montalegre Tel: 276-510-200 Fax: 276-510-201 Correio electrónico: fernandopreira@iol.

Praça do Município, Posto de Turismo 5470-214 Montalegre Tel: 276-510-200 Fax: 276-510-201 Correio electrónico: fernandopreira@iol. Praça do Município, Posto de Turismo 5470-214 Montalegre Tel: 276-510-200 Fax: 276-510-201 Correio electrónico: fernandopreira@iol.pt 1 2 Boaventura Silva Mendes Moura Manuel João Soeira de Moura Germano

Leia mais

Catálogo Digital (51) (51) (51) (51)

Catálogo Digital (51) (51) (51) (51) Catálogo Digital (51) 3341-1400 - (51) 3341-3199 (51) 9394-8475 - (51) 9395-2754 saogabrielcarnes.com.br facebook.com/carnessaogabriel Quem somos O Frigorífico São Gabriel trabalha com diversas marcas

Leia mais

GRUPO 7 Padrão FCI N o 1 28/10/2009

GRUPO 7 Padrão FCI N o 1 28/10/2009 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7 Padrão FCI N o 1 28/10/2009 Padrão Oficial da Raça POINTER INGLÊS (ENGLISH POINTER) M.Davidson, illustr. NKU Picture Library

Leia mais

Escolha de Reprodutrizes

Escolha de Reprodutrizes UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ FACULDADE DE VETERINÁRIA BIOTECNOLOGIA DA REPRODUÇÃO ANIMAL Escolha de Reprodutrizes Vicente José de F. Freitas Laboratório de Fisiologia e Controle da Reprodução www.uece.br/lfcr

Leia mais

SISTEMA RESPIRATÓRIO

SISTEMA RESPIRATÓRIO ANATOMIA HUMANA I SISTEMA RESPIRATÓRIO Prof. Me. Fabio Milioni Roteiro Sistema Respiratório Conceito Função Divisão Estruturas Nariz Faringe Laringe Traquéia e Brônquios Pulmão Bronquíolos e Alvéolos 1

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Sistema responsável pelo processamento (transformações químicas) de nutrientes, para que possam

Leia mais

PRODUÇÃO DE CARNE OVINA COM QUALIDADE 1. INTRODUÇÃO

PRODUÇÃO DE CARNE OVINA COM QUALIDADE 1. INTRODUÇÃO PRODUÇÃO DE CARNE OVINA COM QUALIDADE Américo Garcia da Silva Sobrinho 23 1. INTRODUÇÃO A produção mundial de carne ovina é de aproximadamente 16,9 milhões de toneladas (FAOSTAT, 2012), sendo o mercado

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. GRUPO 11 Padrão CBKC NR 10. Padrão Oficial da Raça TOY FOX TERRIER

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. GRUPO 11 Padrão CBKC NR 10. Padrão Oficial da Raça TOY FOX TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA GRUPO 11 Padrão CBKC NR 10 Padrão Oficial da Raça TOY FOX TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação CBKC: Grupo 11 - Raça não reconhecida pela FCI.

Leia mais

O objetivo deste estudo é investigar a problemática da elaboração do plano de produção em um

O objetivo deste estudo é investigar a problemática da elaboração do plano de produção em um PLANEJAMENTO DE PRODUÇÃO, QUALIFICANDO A MATÉRIA PRIMA DE ACORDO COM O PADRÃO HISTÓRICO DE CADA FORNECEDOR: ESTUDO DE CASO EM UM FRIGORIFICO COM SEDE EM PEDRA PRETA-MT MARLON SILVIO DE FREITAS Universidade

Leia mais

Voltar. PALAVRAS-CHAVE:animais cruzados, aparas de gordura, Nelore, ossos, porção comestível

Voltar. PALAVRAS-CHAVE:animais cruzados, aparas de gordura, Nelore, ossos, porção comestível Voltar RENDIMENTO DE CORTES CÁRNEOS DE BOVINOS NÃO-CASTRADOS, DE DIFERENTES GRUPOS GENÉTICOS, TERMINADOS EM CONFINAMENTO, APÓS RECEBEREM DOIS NÍVEIS DE SUPLEMENTAÇÃO EM PASTAGEM 1 GERALDO MARIA DA CRUZ

Leia mais

APAR e CNCDO-SC. Estatísticas de Captação e Transplantes de Órgãos e Tecidos em Santa Catarina - 2006

APAR e CNCDO-SC. Estatísticas de Captação e Transplantes de Órgãos e Tecidos em Santa Catarina - 2006 APAR e CNCDO-SC Estatísticas de Captação e Transplantes de Órgãos e Tecidos em Santa Catarina - 26 Notificações Notificações ME e ME Doações e Doações em SC em / 26 SC / até 26 JULHO 26 Nro. De Notificações

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. Fédération Cynologique Internationale. GRUPO 3 Padrão FCI N o 3 11/05/2005. Padrão Oficial da Raça TERRIER

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. Fédération Cynologique Internationale. GRUPO 3 Padrão FCI N o 3 11/05/2005. Padrão Oficial da Raça TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI N o 3 11/05/2005 Padrão Oficial da Raça KERRY BLUE TERRIER 2 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à

Leia mais

BOVINOCULTURA DE CORTE

BOVINOCULTURA DE CORTE -mai 3-mai -mai 7-mai 8-mai 9-mai -mai 3-mai -mai 5-mai -mai 7-mai -mai -mai -mai 3-mai -mai 7-mai 8-mai 9-mai 3-jun -jun 5-jun -jun 7-jun -jun BOVINOCULTURA DE CORTE» MERCADO INTERNO Os preços médios

Leia mais

ANEXO IV DISTRIBUIÇÃO DA AMOSTRA

ANEXO IV DISTRIBUIÇÃO DA AMOSTRA ANEXO IV DISTRIBUIÇÃO DA AMOSTRA Cabe ao SIF selecionar aleatoriamente o dia de amostragem, considerando o cronograma de coletas publicado periodicamente pelo DIPOA. 1. PRODUTOS DO ABATE: CARNE DE CABEÇA,

Leia mais

Carne ovina e alguns métodos para avaliação da carcaça

Carne ovina e alguns métodos para avaliação da carcaça Carne ovina e alguns métodos para avaliação da carcaça Daviane Martinele COSTA 1 ; Larisse Cristina PEREIRA 1 ; Marlon Martins MORAES 2 ; André Luis da Costa PAIVA 3 ; Rafael Mendonça de CARVALHO 2 ; Wanderson

Leia mais

Inquérito aos consumidores de Carne Mirandesa DOP

Inquérito aos consumidores de Carne Mirandesa DOP Inquérito aos consumidores de Carne Mirandesa DOP Data: / / Local de realização do Inquérito: I PARTE DADOS PESSOAIS Perfil do Consumidor 1 - Idade: 2 - Género: Feminino Masculino 3 - Local de Nascimento:

Leia mais

Apostila de Anatomia e Fisiologia Humana Sistema Muscular - Professor Raphael Varial. Sistema Muscular

Apostila de Anatomia e Fisiologia Humana Sistema Muscular - Professor Raphael Varial. Sistema Muscular Introdução Sistema Muscular Os músculos representam cerca de 50 a 60% do peso do corpo, quando eles se contraem afetam o movimento de todo o corpo, do sangue, do alimento e da respiração por exemplo. Existem

Leia mais

ERGONOMIA. Anatomia e Fisiologia - Limitações do Organismo Humano

ERGONOMIA. Anatomia e Fisiologia - Limitações do Organismo Humano Verificamos um exemplo, da operária, de como é importante para o profissional de Segurança e Higiene do Trabalho conhecer as limitações do corpo humano e como este pode se sobrecarregar, com o intuito

Leia mais

PERDAS ECONÔMICAS OCASIONADAS POR LEÕES EM CARCAÇAS BOVINAS

PERDAS ECONÔMICAS OCASIONADAS POR LEÕES EM CARCAÇAS BOVINAS INSTITUTO QUALITTAS DE PÓS - GRADUAÇÃO PERDAS ECONÔMICAS OCASIONADAS POR LEÕES EM CARCAÇAS BOVINAS LAILA CARVALHO NASSIR Trabalho monográfico para conclusão de curso de Higiene e Inspeção de Produtos de

Leia mais