FINOM FACULDADE DO NOROESTE DE MINAS GUILHERME DE ANDRADE RUELA A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE NA GESTÃO DO PSF

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1 FINOM FACULDADE DO NOROESTE DE MINAS GUILHERME DE ANDRADE RUELA A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE NA GESTÃO DO PSF SÃO JOÃO DO MANTENINHA 2008

2 FINOM FACULDADE DO NOROESTE DE MINAS GUILHERME DE ANDRADE RUELA A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE NA GESTÃO DO PSF Artigo científico apresentado à Faculdade do Noroeste de Minas FINOM, como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Gestão de Programas de Saúde da Família. SÃO JOÃO DO MANTENINHA 2008

3 A IMPORTÂNCIA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE NA GESTÃO DO PSF RESUMO Guilherme de Andrade Ruela 1 Os sistemas de informação em saúde (SIS) são pontos essenciais na gestão do Programa de Saúde da Família (PSF). Os objetivos deste trabalho são verificar qual a finalidade dos Sistemas de Informação em Saúde e assim analisar a importância dos SIS no trabalho de gestão do PSF. Para tanto, foi fundamental definir o que é PSF, SIS e qual a relevância existente na utilização dos SIS como instrumento na gestão do PSF. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, desenvolvida com base em materiais escritos e publicados, como também em trabalhos disponíveis na Internet. Foram consultados diversos autores no referencial do marco teórico, cabendo aqui citar: DUNCAN et al. (2004); SILVA & LAPREGA (2005); BRASIL (2008), entre outros e todos apontam para a real interação e finalidade da gestão dos SIS na atenção básica tendo como foco o Programa de Saúde da Família. Como conclusão, o estudo indica que o uso dos SIS é de extrema importância na gestão do PSF, sendo útil para diversas ações no trabalho da atenção básica e servindo como sinalizador no planejamento, organização, ação e avaliação. Palavras-chave: Sistemas de Informação em Saúde; Gestão; PSF. Introdução Em 1994, como nova estratégia de desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e como eixo central para promover a extensão de cobertura foi criado o Programa de Saúde da Família (PSF), sendo a principal política para responder aos vazios assistenciais na atenção primária e consolidação do SUS como opção assistencial para a população. O Programa de Saúde da Família (PSF) é um modelo de organização dos serviços de Atenção Primária à Saúde (APS) peculiar do SUS, baseado em equipes multiprofissionais compostas por, no mínimo, um médico generalista, um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem e quatro a seis agentes comunitários de saúde, responsáveis pela atenção integral e contínua à saúde das famílias com limites geográficos definidos (DUNCAN et al., 2004, p. 88). Segundo o olhar do Ministério da Saúde em BRASIL (2008), a Saúde da Família é entendida como uma estratégia de reorientação do modelo assistencial. As ações de promoção da saúde, prevenção, recuperação, reabilitação de doenças e agravos mais freqüentes enseja a manutenção da saúde da comunidade. A responsabilidade pelo monitoramento das famílias coloca para as equipes de profissionais a necessidade de ultrapassar os limites classicamente definidos para a atenção básica em nosso país. 1 - Enfermeiro. Graduado em Enfermagem Bacharelado pela Faculdade de Ciências da Saúde FACS da Universidade Vale do Rio Doce UNIVALE de Governador Valadares/MG. Aluno do curso de Pós-graduação lato sensu em Gestão de Programas de Saúde da Família. Atua como enfermeiro no PSF Rural do município de Mendes Pimentel/MG, como servidor público efetivo pela Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura Municipal de Mendes Pimentel/MG.

4 SILVA & LAPREGA (2005, p. 1821) afirmam que: Com a consolidação da implantação do SUS, houve a necessidade de uma melhor estruturação dos Sistemas de Informação em Saúde (SIS), para que os mesmos seguissem a lógica do acompanhamento integral pregada pelo novo sistema de saúde, assegurando a avaliação permanente da situação de saúde da população e dos resultados das ações executadas, fundamental para o acompanhamento, controle e repasse de recursos. Desta forma, os municípios passaram a ser também responsáveis pela produção, organização e coordenação das informações em saúde, devendo deixar de lado o mero papel de coletor e repassador de dados. Com o PSF, é necessário que ocorra uma reorientação nos sistemas municipais de saúde de assistência do Sistema Único de Saúde (SUS). Na atenção básica do SUS tendo como foco o Programa de Saúde da Família, há uma busca maior pela racionalidade na utilização dos demais níveis assistenciais e produção de resultados positivos nos principais indicadores de saúde das populações assistidas (BRASIL, 2008). Os gestores municipais de atenção básica em saúde têm como umas das responsabilidades alimentar os sistemas de informação. E para isso é necessário que os profissionais trabalhem com seriedade na coleta, análise e informação dos dados obtidos através dos usuários assistidos na unidade sob sua responsabilidade. Os objetivos deste trabalho são verificar qual a finalidade dos SIS e assim analisar a importância dos SIS no trabalho de gestão do PSF. Para tal, foi realizada uma pesquisa bibliográfica, desenvolvida com base em materiais escritos e publicados, como também em trabalhos disponíveis na Internet. Foram consultados diversos autores para a exposição do referencial do marco teórico, para assim chegar à elucidação da conclusão deste artigo, levando em consideração os objetivos propostos. Este estudo torna-se relevante, pois, ao verificar a importância dos SIS, viu-se qual a atuação dos mesmos como instrumentos que servem como sinalizadores para os gestores, coordenadores de PSF e equipes de Saúde da Família, no planejamento, organização, ação e avaliação local das ações e serviços de saúde voltados para a atenção básica. Desenvolvimento Programa de Saúde da Família (PSF) O Programa de Saúde da Família (PSF) é um modelo de organização dos serviços de atenção primária à saúde peculiar do SUS brasileiro (DUNCAN et al., 2004, p. 88). O PSF foi proposto como uma estratégia de reorientação do modelo assistencial, baseada no trabalho de equipes multiprofissionais em Unidades Básicas de Saúde (UBS). Estas equipes são responsáveis pelo acompanhamento de uma população adstrita, localizada em uma área delimitada, através de ações de promoção de saúde, prevenção, recuperação,

5 reabilitação de doenças e agravos mais freqüentes Esse pensamento é coerente com PEREIRA & BARCELLOS (2006, p. 51). Segundo Lima et al. (2006, p. 23), entender a saúde da família como estratégia de mudança significa repensar práticas, valores e conhecimentos de todas as pessoas envolvidas no processo de produção social de saúde, ampliando-se à complexidade das ações a serem desenvolvidas pelos profissionais de saúde, aumentando também limites e possibilidades, requerendo destes profissionais novas habilidades. A Estratégia de Saúde da Família é um projeto dinamizador do SUS, condicionada pela evolução histórica e organização do sistema de saúde no Brasil. A consolidação dessa estratégia precisa, entretanto, ser sustentada por um processo que permita a real substituição da rede básica de serviços tradicionais no âmbito dos municípios e pela capacidade de produção de resultados positivos nos indicadores de saúde e de qualidade de vida da população assistida (MS, 2007 apud FERNANDES et al., 2007, p. 15). Para que um profissional conheça sua região é preciso um processo de organização da equipe de saúde da família. Um passo muito importante deve ser seguido, sendo esse o monitoramento da situação de saúde no seu território de abrangência. O território da equipe de saúde da família, enquanto espaço vivo, onde reside uma comunidade em movimento e transformação permanentes, necessita ser monitorado continuamente, só assim a equipe poderá acompanhar os resultados de suas ações sobre a situação de saúde da população. Um esforço adicional ainda tem que ser feito pelos Gestores Municipais para organizar seus Sistemas Municipais de Informação de forma a possibilitar a compatibilização e a análise das informações em saúde (DUNCAN et al., 2004, p. 88). BARBOSA (2006, p. 10) relata que: Para que um serviço de saúde tenha um conhecimento atualizado e estruturado das condições de saúde da população do seu território, é necessário um adequado planejamento de suas ações e utilização de instrumentos viáveis e factíveis no seu cotidiano. Assim, a análise das informações disponíveis é importante, especialmente aquelas referentes e provenientes de indicadores locais. Estas, na sua maioria, são oriundas de algum sistema de informação em saúde (SIS). Os SIS têm a intenção de facilitar a formulação e avaliação das políticas, planos e programas de saúde, subsidiando o processo de tomada de decisões, a fim de contribuir para melhorar a situação de saúde individual e coletiva. O PSF, em sua gestão e assistência, tem colaborado decisivamente na organização do SUS, e na municipalização da integralidade e participação da comunidade. Tem contribuído também para o desenvolvimento dos sistemas locais de saúde, promovendo a atenção primária de boa qualidade e a participação da comunidade na construção do setor de saúde que aponte um novo paradigma: a qualidade da vida. Sistemas de Informação em Saúde (SIS)

6 Levando em conta as impressões de MORAES apud MOTA & CARVALHO (2003, p. 605), a definição de Sistema de Informação em Saúde é:... um conjunto de componentes (estruturas administrativas e unidades de produção) que atuam de forma integrada e articulada e que têm como propósito obter e selecionar dados e transformá-los em informação, com mecanismos e práticas próprios para a coleta, registro, processamento, análise e transmissão da informação. Como parte do sistema de saúde, os sistemas de informação integram suas estruturas organizacionais e contribuem para o cumprimento das finalidades institucionais e técnicooperacionais de todas as suas unidades em um determinado nível de gestão (MOTA & CARVALHO, 2003, p. 606). MOTA & CARVALHO (2003, p. 606) indicam que: A informação é essencial à tomada de decisões. O conhecimento sobre a situação de saúde requer informações. Esse conhecimento se aplica ao planejamento, à organização e à avaliação de ações e serviços. Além disso, na atenção à saúde, as informações são imprescindíveis ao atendimento individual e à abordagem de problemas coletivos, utilizando-se o conhecimento que gera desde a assistência direta nas unidades de saúde até o estabelecimento de políticas específicas e a formulação de planos e programas, Os SIS contribuem com os meios para construção do conhecimento em saúde. Em nível local, as administrações, que até então apenas alimentavam os sistemas de informação, passam a assumir responsabilidades de organização e gestão desses sistemas, que devem estar integrados aos sistemas estaduais e nacionais de informação. Além disso, as informações só podem contribuir para o desenvolvimento da atenção à saúde se forem amplamente difundidos entre todos os profissionais e disponibilizadas à população. A crescente participação da sociedade em conselhos de saúde tem ampliado a demanda por informações que subsidiem a formulação de planos com o estabelecimento de prioridades e possibilitem o acompanhamento dos serviços e a utilização dos recursos. Os SIS contribuem com os meios para construção do conhecimento em saúde e devem conter os requisitos técnicos e profissionais necessários ao desempenho das suas funções básicas. Estas se relacionam ao planejamento, à coordenação e à supervisão dos seus mecanismos. MOTA & CARVALHO (2003, p. 625) explicitam que a aplicação dos dados à construção de indicadores gera informações úteis que sintetizam um problema ou uma situação em saúde. Os indicadores de saúde provenientes dos SIS são largamente aplicados no diagnóstico de situações e no acompanhamento e avaliação de intervenções, constituindo-se em instrumento de trabalho em epidemiologia e na gestão de serviços e sistemas de saúde.

7 Os sistemas de informação são mantidos em cumprimento a dispositivos legais que regulamentam o SUS. A Lei Federal nº de 1990 estabelece o papel das informações em saúde e a constituição dos sistemas de informação (MOTA & CARVALHO, 2003, p. 626). O uso dos SIS e sua importância na gestão do PSF O Ministério da Saúde (MS) ao implantar o PSF como a construção de um novo modelo assistencial tem como parte indissociável à descentralização da produção de informações em saúde (BRASIL, 2001, p. 8). A produção das informações em saúde de forma ágil, completa e fidedigna, vem se conformando num importante instrumento de controle social do SUS, na medida em que possibilita à população o acompanhamento e a avaliação dos serviços de saúde. Isto também é válido para a análise das prioridades políticas a partir dos perfis epidemiológicos de determinada localidade e, principalmente, para a fiscalização da aplicação dos recursos públicos destinados à área social, conformando-se numa estratégia para a operacionalização do SUS (NICHIATA et al., 2008). Bueno (2003, p. 18) evidenciou em seu estudo que:... as práticas relativas ao uso da Informação em Saúde no contexto da gestão (gestores, usuários e profissionais) bem como na análise de resultado ainda são incipientes, ensejando esforços da equipe gestora para seu aperfeiçoamento. Isto tem influência significativa no planejamento das ações e qualidade da assistência. O agente comunitário de saúde tem um papel fundamental no processo de produção das informações, pois ele é o interlocutor entre as famílias e a equipe, e ao registrar os seus dados com a maior fidedignidade possível, traz assim grande contribuição no processo do diagnóstico situacional de saúde de uma população. Os dados, depois de coletados, devem ser selecionados, processados, analisados e transformados em informação pela equipe de saúde. Este se conforma como um produto das relações entre os vários atores (BRASIL, 2001, p. 14). Os SIS, enquanto instrumentos de informação possibilitam que na gestão do PSF discutam-se as questões de saúde para além das dimensões individuais e biológicas e que lance um olhar sobre os modos de vida e as formas de enfrentamento da saúde coletiva permitindo, assim, a identificação dos determinantes do processo saúde-doença em um contexto holístico onde se inscreve a equipe. As equipes de saúde juntamente com a gestão do PSF devem tomar para si a discussão e possuir a capacidade de auto-gerir e auto-analisar seu trabalho, e os SIS se constituem em ferramentas importantes para que isso aconteça. Sugere-se que os responsáveis pelos sistemas de informação em saúde (SIS) no Brasil possam oferecer treinamento específico para os profissionais envolvidos. Outra ação importante seria a avaliação dos SIS, pelo modo como a organização da assistência está sendo

8 prestada no PSF, bem como pela satisfação dos usuários. Isto foi observado por Oliveira (2005, p. 82) nos resultados de sua pesquisa acerca da qualidade das informações de determinado SIS em Guarapuava/ PR. Os indicadores de saúde dos SIS são o reflexo da qualidade da assistência prestada, da relevância do trabalho dos profissionais de saúde e da seriedade necessária para lidar com sistemas de informação, mostrando assim o real propósito da gestão em saúde no SUS e no PSF: integralidade da atenção à saúde, atendendo as necessidades humanas básicas com eqüidade e universalidade. Conclusão Os SIS necessitam de uma melhor integração das competências da saúde (federal, estadual e municipal), sendo que os problemas operacionais e os de caráter profissional podem reduzir a complexidade, a partir da implementação de estratégias para que esses programas estejam inseridos num contexto de compreensão através de estudos e fornecimento de dados fidedignos. Os SIS têm objetivos importantes, mas devem ser compreendidos por todos os profissionais envolvidos, desde a coleta de dados até a divulgação. A gestão e as equipes de PSF devem ser aperfeiçoadas através de treinamentos e educação continuada com o uso dos dados não somente com a preocupação de enviá-los, mas também realizando retroalimentação trazendo-os para a realidade, visando à discussão e propostas de mudanças para melhorar a qualidade da assistência na atenção primária à saúde. Dentre todos os fatores importantes na utilização dos SIS na gestão do PSF, o principal, essencial e que culmina de todos os outros é o conhecimento em saúde, que proporciona mudanças nos fatores determinantes do processo saúde-doença e assim reluz em melhor qualidade de vida e saúde da população assistida pelo PSF, através de estratégias assistenciais específicas para cada realidade vivenciada. A grande motivação para a realização desta pesquisa foi identificar e compreender a importância dos SIS na contribuição como sinalizadores, através de diversas maneiras, no planejamento local dos gestores, coordenadores e equipes de PSF. Os resultados deste trabalho criam um espaço de conhecimento, discussão, esclarecimento de dúvidas e reflexão da gestão do PSF para mudança da práxis. Referências BARBOSA, Débora Cristina Modesto. Sistemas de Informação em Saúde: A Percepção e a Avaliação dos Profissionais diretamente envolvidos na Atenção Básica de Ribeirão Preto/SP. Dissertação apresentada ao curso de Mestrado em Ciências Médicas. Departamento de Medicina Social, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto, BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção Básica e a Saúde da Família. In: em 15 de setembro de 2008.

9 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Ações. Programáticas Estratégicas. Plano de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e ao Diabetes Mellitus: hipertensão arterial e diabetes mellitus. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília: Ministério da Saúde, BUENO, Marli de Fátima Prado Ferreira. Avaliação de um Sistema Municipal de Saúde sob a perspectiva de parâmetros e informações em saúde com ênfase na gestão. Dissertação apresentada ao curso de Mestrado em Saúde Coletiva.Faculdade de Ciências Médicas. Universidade Estadual de Campinas. Campinas, DUNCAN, Bruce B. et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidências. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, FERNANDES, Alexandra de Oliveira Freitas et al. A contribuição do profissional enfermeiro na estratégia saúde da família. Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Enfermagem. Universidade Vale do Rio Doce. Governador Valadares, LIMA, Claudete Pacheco Moreira et al. Avaliando o tempo destinado as ações de promoção em saúde nos PSF's de Governador Valadares. Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Enfermagem. Universidade Vale do Rio Doce. Governador Valadares, MOTA, Eduardo; CARVALHO, Déa Mara. Sistemas de Informação em Saúde. In: ROUQUAYROL, Maria Zélia; ALMEIDA FILHO, Naomar de. Epidemiologia e Saúde. 6. ed. Rio de Janeiro: Medsi, NICHIATA; Lúcia Yasuko Izumi et al. Relato de uma experiência de ensino de enfermagem em saúde coletiva: a informática no ensino de vigilância epidemiológica. In: em 05 de novembro de OLIVEIRA, Carlos Aparecido de. O Sistema de Informações HIPERDIA em Guarapuava/PR , implantação e qualidade das Informações. Dissertação apresentada ao curso de Mestrado em Enfermagem. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. Ribeirão Preto, PEREIRA, Martha Priscila Bezerra; BARCELLOS, Christovam. O Território no Programa de Saúde da Família. Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde. Uberlândia, nº 1, p.47-59, jun SILVA, Anderson Soares da; LAPREGA, Milton Roberto. Avaliação crítica do Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) e de sua implantação na região de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. In: Cadernos de Saúde Pública. Rio de Janeiro, vol.21, nº. 6, p , dez

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