Assunto: A Situação Crítica que atravessa o ESTADO DE SÃO PAULO face à SUBVERSÃO e a AÇÃO COMUNISTA.

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1 V N ^ MINISTÉRI DA MARINIJl (SECRET? ( < NÍ ESTAD-MAIR DA ARMADA V CENTR DE INFRMAÇÕES DA MARINA Ri e Janeir, GB. INFRMAÇÃ Ng 072 e utubr e 967. Assunt: A Situaçã Crítica que atravessa ESTAD DE SÃ AUL face à SUBVERSÃ e a AÇÃ CMUNISTA. I - INTRDUÇÃ r iversas vezes, este CENIMAR isseminu infr maçes a reseit a situaçã crítica que vêm viven esta e Sã aul, face a rái imuls que as ativiaes as frças subversivas tmaram naquela uniae a Feeraçã. 0 resente trabalh é um estu retrsectiv aquelas ativiaes, abrangen erí cmreeni entre Mvi^ ment Revlucinári e 964 e s ias atuais (utubr e 967),- tratan e fats ligas às ações CMITÊ ESTADUAL D ARTID CMUNISTA BRASILEIR e Sã aul. Este estu se refere aenas a CB ela simles razã e que é êle a única frça e esquera, realmente rganizaa, cm infiltraçã em tas as classes sciais, ese a burgue sia até rletaria. Deixams e incluir as ativiaes mviment" e AÇÃ ULAR e ARTID CMUNISTA D BRASIL (C B) r já te rem si bjet e estus este Centr e r aina nã ssuirem, estes grus, uma infiltraçã areciável ns setres e ativia es a regiã. Quant a MVIMENT NACINALISTA REVLUCINÁRI - (MNR), estams em fase e rcessament e suas atuais ações; Cman Cntra-Revlucinári (cmst e asilas)eterminu - que fsse instala em Sã aul Cman Nacinal, em viue - as faciliaes encntraas, n Esta, n que iz reseit às meias reventivas e reressivas r ae as autriaes. (SECRET)

2 &KAU,«I0 Xl.0.«r,AC,ZVS,f.2 II - CMI TB ESTADUAL DE SK) AUL AÓS A REVLUÇÃ Tentarems exr, a eguir, cm fi que se esenvl veu, em um erí menr que is ans, um rcess e raicaliza çã ai n Esta, a nt e trnar-se grane ameaça à s gurança a área, bem cm suas cnseqüentes influências n lan nacinal. 0 CB - Seçã S - encntra-se numa fase caracterizaa els rearativs e esencaeament imeiat a luta armaa, fó cs e guerrilhas, assalts a uniaes militares, ações e sabta gem, atentas, ts acmanhas e greves e agitações e mas sa. Cm Mviment Revlucinári e e març e 964 e cnseqüente e temrári retraiment CB, a ireçã ar ti, n Brasil, sentiu a necessiae e iniciar estus crítics a fim e assinalar s fatres que riciaram a ráia vitria que assaram a chamar "GLE DE ABRIL" e que surreeneu t ai. Em mai e 964 reuniu-se Cmitê Central e fi arva e baixa um cument intitula "ESQUEMA ARA DISCUSSÃ",- cument este que, abrin ebate em ts s rganisms inter meiáris, visava aglutinrr as cntribuições e t ai na análise as causas a era. Cm ist, frmariam um lanejament Estratégic e Tátic Glbal rvisóri a ser ata a cu - raz el CB até a realizaçã 62 Cngress, já cnvca, quan entã Grane Debate ermitiria a inclusã as nvas exe riências em rveit arimrament e um nv rgrama lític, já entã revist ara ser executa em raz mais lng. Em utubr e 964, cinc meses aós Mviment Revlucinári, iniciu CE e Sã aul s trabalhs, visan a reestruturaçã ai n Esta, cnvcan ara as Cnferências rinárias ts s seus rganisms. Em ezembr mesm an, reune-se, em Cnferência, CMITÊ MUNICIAL a Ciae e Sã aul, cuja rem--dia versu sbre a situaçã lítica a ciae, e "ESQUEMA ARA DISCUSSÃ" CC. Na casiã, fi eleita a nva ireçã CM e a iscussã reunu na arvaçã Esquema, além e cnsierarem váli rgrama lític CB, arva r casiã "V CNGRESS - realiza em ebat "Esquema ara Discussã", lança em 964, vei a criar crilições ara que surgisse um s ucs - fenômens aliatóris já assinalas em rganizações ti Mar xista-leninista - a Luta Interna. Aesar ist, cnseguiu a ireçã ai enfrentar - 2 -

3 fcftalj.fll X**.0. SX,,AC,t/,. e aceitar, cm faleciment e sinal e esmul, esta aarente insatisfaçã e cntrvérsia em relaçã à rientaçã imrimia el Cmitê Central, elabran entã CC, as "RESLUÇÕES LITI CAS" e mai e 965 e junh e 966, ane era "baixa, ara cum riment el ai, um rgrama Estratégic e Tátic a ser a ta, a cu raz, até r. realizaçã I Cngress; na casiã, - fi também ebati em rc funiae a análise estratégica e tática s fatres que levaran à era ai em e Març. Cumre assinalar que s cuments "RESLUÇÕES LÍTI CAS" fram elabras cm assessrament e valiss "Quars - Dirigentes", muits eles ares e curss e Esta-Mair - nas Acaemias Militares e MSCU, EQUIN e RAGA. Ist ermitiu enriqueciment n cam a refrmulaçã s cnceits líticmilitares, s quais, r um lng raz, evitarã que ai - se engaje em ações imrutivas ns mles as efetuaas até fins e març e 964, e que casinaram séris ans às cnquistas até entã btias el aarelh aiári. A esta refrmulaçã everia crresner, r ae - as Frças Armaas e Sistema lític Nacinal, uma revisã e suas cnceituações ara a hiótese e eclsã e crise instituciç_ nal n rcess lític brasileir, ten em vista que as facili. aes encntraas em març/abril e 964 ara a neutralizaçã as ações e massa irigias el CB, já nã mais everã crrer. A air as "RESLUÇÕES" e mai e junh, ebate i- elógic que entã se abriu n CB ligava-se aicularmente às cnceituações a etaa atual a "Revluçã Brasileira" e às cnse. quentes frmas e luta a atar. A mairia CMITÊ CENTRAL reen ssava s cnceits emitis ela UNIÃ SVIÉTICA, cnsubstancia s nas Declarações e 957 e 960 na Cnferência s ais c munistas, ne rósit a luta era a frmaçã e um Gvern - Nacinalista e Demcrátic, através e várias frmas e lutas, le gais e clanestinas, sem esecificaçã quant à rem e imân cia, que ficaria a critéri as circunstâncias mment. Cm - nviae e mtiv e atençã r ae s Órgãs e Segurança Brasil, criu CC uma CMISSÃ DE TRABAL ESECIAL (CIE), iretamente subrinaa a CMITÊ CENTRAL D CB, e cuja tarefa esecífica é rear e "quars" ara a LUTA ARMADA sb a frma e aut-efesa as massas, bem cm ara ações islaas e caráter fensiv ai, tais cm libeaçã e risineirs liti cs u cnfisc e armas. Infelizmente, alguns setres e resnsabiliae aís enminam a linha lítica CB cm "Linha acífica", que cnstitue uma franca iistrçã a veraeira linha ai.

4 A CTE, em seu lanejament, criu um Centr e Infrma ções e amla açã e cuj rósit é ;jnseguir infiltrar-se ns Órgãs e Infrmações Estauais e Feerais, tant er Civil cm as Frças Armaas. resentemente, alguns elements selecinas ela C MISSÃ DE TRABAL ESECIAL já eixaram clanestinamente Brasil, rum à Rússia a fim e arfunarem na rática, s seus cnheci ments teórics. Além ist, em iverss Cmitês Estauais ar ti, sã realizas "Curss Exeits" e Trabalh Esecial. Nã ems aqui eixar e ressaltar que, ese 95, aesar as infruferas tentativas relataas n "Manifest e a gst e 948" entã Cmitê Nacinal CB, ai nunca se tinha reara efetivamente ara ch~.es armas cm as fr ças militares u liciais. Surge, entã, um gru ivergeute (e minritári) CC que entene que a etaa atual a "Revluçã Brasileira" are senta cnições e caráter bjetiv e subjetiv que ermitem esencaeament e um Mviment e Tmaa er lític ela classe erária, visan a cnstituiçã e um Gvern ular Demcrátic ne a rincial frma e luta seria a LUTA ARMADA. Em síntese, esse gru, refutan as cnceituações enssaas ela mairia a Direçã CB, cncrava inteiramente cm as nvas terias exstas r FIDEL CASTR, e referenaas ultimamente na CNFERÊNCIA DE SLIDARIEDADE DS VS DA AMERICA LATINI (alas) realizaa em agst crrente an, em CUBA. Em fevereir e 965, realiza-se a Cnferência Estaual e Sã aul, cm uraçã e cinc ias e que cntu cm a re, sença e itenta aiciantes entre elegas e ts s Cmi tês existentes n Esta, cnvias e membrs a ireçã que ei, xava as funções. A rem--dia a Cnferência, cnstu e is nts: 2 Discussã s rblemas Esta e restaçã e cn tas a antiga ireçã; 22 - Eleiçã a neva ireçã ara Cmitê Estaual. Cm relaçã a rimeir nt, fram ebatias as causas que cnuziram à era ai em abril, sen ataa - uma Resluçã a este reseit. Fi aina arvaa, r unanimiae, a criaçã e uma cmissã ara, n raz e is meses, elab rar um rjet e Teses a reseit a tática a ser ataa els cmunistas n Esta e que seria levaa à iscussã a t ai na área. ara tant, leciiu-se ainia cnvcar uma Cnferência Extrarinária a ser r-.alizaa it meses aós a Cnferência rinária Estaual quanl, tnta, seriam analisaa e ebatias as cntribuições recebias. Em utubr e r;65, órgã ficial C.E. e Sã au - 4 -

5 tn cl n \ *4 u t r M *U <r *c V ^ «cq ) * 0 SI) 0) C q C q Ê l i ^ i ir * á js q E. ^ C S * * «C 0-6 Ct) 0 CÜ i «r ü M E v; E q M E M Kl M Ss; a ~ - 9 S D - X W «D C /a 0 - c e r ai < C u ai ias 0 V ) \0 CTi G) ai r- E W ai M ri S ri - «q < ri < SD t í N ( ai a S t» 0 0 s N - r( 4 a 0 < +» «i Tf - <rl & a G < as n - k l. C El k - ci M «Jg C i-q «* C k a m - C!) X W 2 C 0 B as m i c 0 ri - C a a - cs «< +a E i «t q < C - * ü M"i Cl) ri. S ra a C!J M K fc * 0 i 0! ' Tf fn + cs C <u i T) ri Ê. 0 cs. «k - 0 T) 0) T) i C Tí ias ^ n g «D t» i TÍ El - i r-\ C rq C u T «i Ej». r< -5 C eu EJ u V a u r-\ 0 C 0 0 T i T) i 0 cs Í V T) ri - i 0 r g 0 C as t) < - E) ictf N - t i 0 C ^ ^ i S r ^ 0 0 ü fn i - a «. «t C ü SI F i «<í < i «* v \D CTi r 0) T) ^J ra g C TÍ «i C â t*0 i c á M í ^-< 2 tt t T) ü i N a ^! C & u + ÍC0 - a k - i - cs 0 E? 0 TÍ as - n É ( 0 s <a{ S f ) E r 0 cs r.a i C w C w E 0 <í T5 - g cs < + <D T) +» Çí Ei cs E] u tas N i U as cs r i ;c C Ei 0 as i S - t i C ia i C a5 0 - i 0) ü 0 0 U u <G) i as U 0 < *k V V ^ 0 < ti E a 0 W e 6 r W B ' Jjq ei M n <! s 00 q ics += * i G) i C i & u «i i u 0) 0 VI - t s - C 0) cs < 4 6 ^ El El - - SD a «^~» i s C I *-* 0 0 i i C El ffl zas as - i t VI C fi as ri S t - t 0 i i t as S as - C C rl C t í Ü c El 0 V» V cn.a El 0 A s - VI <ã +J g t as k 0 Í» C as ias 0 & as - l <I» as - 0 w k C 0) * 0 - C S 0 as as cs C as r-\ - - C 0) a i» CC - í a * i 0 t 0 c X l 0 0 as - cr S 0 0 q B i i, 0 El 0 w 0 0 r - < 0 i fc 0 as *ú 9 ^J 0 El 0 a*,a cs ias l t - 0) cs t El C Q) 0 0 t» t cs 0 * ü 0 C El 0 * 0 C +' as - - S C as < < as k 0 cs 0 0 El as - a cs - cs l,q m 0 cs «C - 0 «rf g m <; q fi q t-q g ^ as -. 0 cs m <- as SD ^ v \D Ch fi n N E q S r < «50 i r-t?» - - «D Ci) r i 0 r: as - as 0 0) El 0 * c - C,Q El 0) N El «t - M C Í 0 - «02 El t El ri ü & í X q?c< n 0 El 'C C S B r' a cs t-t t*0 V l cn - 0 VI 0 as 0 0) i as t El IA B 0 fí r^ ia 0 C i 0 0) i as

6 M(M,KI0 <.0.6SZ,ACr.Z/$ f f.(, ireçã ai, alm e exr seu ensament sbre a necessiae a IUTA ARMADA cm única saía ara rcess "Revlucina ri Brasileir". Lg aós esta atitue, cnvca uma reuniã Cmitê Estaual e Sã aul, qv se realiza em janeir e 967, na qual é arva INFRME intitula "UNID U E AÇK DAS MASSAS ARA RESLVER S RBLEMAS D V" n qual a Seçã Estaual traça - uma rientaçã tática, visan um trabalh revlucinári as mas_ sas. Basean-se INFRME nas cnsierações já aqui assina laas e que a LUTA ARMADA 6 a rincial frma e luta, e levan em cnta a Nva Cnstituiçã, "na qual fram intruzias mificações rfunas, ela itaura, n regime lític brasileir, a tingin a antiga rem juríica, a aministraçã, s ais lítics, as Frças Armaas, aarelh licial, sistema tributári, er legislativ e muits utrs nts a suer-estrutura", CE. eclara que nã há mais ssibiliaes e uma saía acífica a favr v. Destacams, este INFRME s trechs abaix: "A LUTA ARMADA v - segun ensams - tem que ser revista. Ela imrescinível ara errubar a itaura e instaurar er, sem qual nã será ssível libear v..." "Fazem^ tal afirmativa ara nã semear ilusões numa i ssível sa:" ~». acífica que reslva s rblemas v... Uma saía revlucinária exige esenvlviment e faleciment trabalh e massas ns Siniats eráris e rurais, nas rganizações e bairr, nas rgani zações femininas, estuantis e utras". "Numa situaçã cm a que vivems e itaura,- caminh geral nã e ser senã, nã ací fic, arma". E ara tant runha INFRME "0 funamental... ê trabalh aglutinar a FRENTE ÚNICA, cnstituí ela classe eraria, s camneses, e a equena burguesia urbana,em aicular, s estuantes"... "as lutas estu ans cntra a itaura tenem a um ti e a liança erári-ular-estuantil que everá sr estimulaa ara refrçament as lutas - nas arara urbanas e nas ciaes mais esenvlvia?. Esta"... "s Sinicats evem ser - tmai cm um c., imante. Nã evem, -

7 Mti,Ri M.c.e$z l Acf. é Z-/s,.'* r iss, ser eixas e la, nem abannas. r saires que sejam as ificulaes e licialisn, é recis ersistir n trabalh cm - s Sinicats. Mas Sste trabalh s<5 ará resulta se fôr aia na cnstruçã ai nas emrôsas... questã imante é a ssibiliae e unir váris setres e trabalhares, tais cm metalúrgics, têxteis, uáris,fun cináris úblics, etc, interessas em rei- vinicações salariais u utras". "s cmunistas evem ser caazes e tmar inicia tivas jamais aguarar s acnteciments u as iniciativas a burguesia e e utras frças. Ja mais evems ficar eseran que a reaçã ns imnha a guerra civil, que haja exlsões ex ntâneas as massas cntra a itaura". Em fevereir e 967, lança também CE. e Sã aul uma nta enuncian ne^ Diações li : cas encetaas, n Esta,- el Sr. CARLS LACERDA, cia relaçã à MENTE AMLA, assim esecificaas: "Uma tal "FRENTE" nã assa assim e um cnchav entre lítics cmrmetis cm a itaura e sem qualquer vinculaçã cm as lutas as massas ulares" e in além, rssegue cument": "0 Cmitê Estaual e Sã aul, ai Cmu nista Brasileir eclara que nã aicia e tal "FRENTE AMLA", is esta naa tem a ver - cm s interesses v... s cmunistas nã recusam a aiciar e uma Frente Cmum e Luta, seja qual fr seu nme, cntani que are_ sente um rgrama cncret e interesse as ma_s sas e que seja realmente e cmbate à tirania... E esta frente frja-se nas Lutas e massas e n cmbate sem trégua a Gvern atual, quer se trate e um itar cm CASTEL BRANC u TA E SILVA, quer se trate e um agente a itaura c i Gvernr r e Sã AUL, ABREU S DRE". 0 Cmitê Centr, ese setembr e 966, vinha rece ben INFRMES e INFRMA/; r -:S a reseit as ativiaes esagregaras esses grus, caitaneas r CARLS MARIGELA,, e aias r alguns membrs resnsabiliae ai, rincialmente ns Cmitês Estauais Ri Grane Sul, Esta Ri - e Janeir, Minas Gerais e Guanabara, tant que já havia ivulga

8 uas cmunicações assinaas el Sr. LUIZ CARLS RESTES, cu ments estes intitulas "Nã subrinar nssa ativiae à ssibiliae e Gles" e "A Crescente Agressiviae Imerialism nã e eter esenvlviment históric". Estes cuments fram assunts esecífics a Infrma çã este CENIMAR e n2 457, e 26/0/966. Nôles é alea ai ara s graves riscs que erã crrer evi à ssibiliae e elements "emlgas" r ces acnteciments terem uniae e lançar ai n caminh e aventuras es queristas, cm s cnseqüentes ans à rória rganizaçã em t seu cnjunt. ssuia aina CC s as referentes às aiculações e MARIG-ELA cm s integrantes MNR, A e agentes cubans infiltras n Brasil. N entant, a Tireçã ai cletava estas ativiaes a fim e tmar uma siçã n futur, em relaçã a tas,ê.s ts ats e iniscilina. Em març e 9^7, rcaliza-se a 26 â Reuniã CC, ane 6 clca em ebate rblema a missiva e CARLS MARIGEE LA, e ezembr e 966. Clca assunt em rem--dia, ecjl iu-se nã tmar cnheciment ei e emissã; n entant,- êle 6 afasta a CEN CC e é arvaa uma Resluçã em que a ireçã ai rena a C.E. e Sã aul reclher INFRME "Uniaes e Açã as Massas ara reslver rblema v" ei ta em janeir e 967. Em abril e 967, reslveu-se cnvcar uma nva Cnferência Estaual cm rósit e iscutir as TESES C.C. ara Cngress e eleger utra ireçã "a qual até róxim Cngress irigiria s estins ai, em Sã aul". Já a 5 e fevereir e 967 (Carnaval), tinha-se reuni a Cnferência Cmitê Distrital Centr, r sinal um s maires Sã aul,- cm 08 militantes, sen rejeitaas as Teses C.C. 0 Cmitê Distrital a Sé, cm 0 rganizações e Base e um efetiv e 00 militantes, realiza n mesm mês (fevereir) sua Cnferência, rejeitan as Teses elegen 5 elegas à Cnferência Municial. Ns ias 7 e 8 e març é realizaa a Cnferência Mu nicial e Sã aul e clcaa em vtaçã as Teses. Sã rejeitaas, r 5 vts cntra 0, sen reeleits ts s membrs C.M. anterir que se batiam ela açã e uma linha lítica vi lenta. ireçã. 0 CM e Sants r sua vêz rejeita também as Teses a Dentr esse quar realiza-se a Cnferência Estaual

9 BR AlÜ^í M.. SI,ACr.t/$ l. e Sã aul, cra a resença e 60 e~^as, membrs e sulentes antig CE, cnvias q a elegaçã CC resiia el ró" ri Secretári-Geral ai, Sr. LUIZ CARLS RESTSS, ali - resente ara se inteirar efetivamente a situaçã ai n Esta. Abes s ebates el 2 Secretári (VLi.RI5ELA). que usu a alavra em nme a mairia, assim se exressan: "...ems e evems esencaear lutas e massas na área urbana e, rincialmente, na área rural. As lutas na área rural ns imeirã à luta Armaa, que será resulta uma rea raçã sistemática, n interir aís e ns Centrs urbans, cm ai inisensável mviment e massas i- aniza ela base. ara iss resuõe-se - lgicamente - a luta ela Frnte Ünica, a uniae as frças ulares,- antes e tu, n esenaeamnt rcess visan à surema asiraçã - a cnquista er elas massas, a substituiçã a atual _i taura r um gvern que assegure a real ine_ enência aís jug ne-american.... efinis igualmente estams quant a caminh armaa a Revluçã Brasileira. Nã se trata, cm ensam alguns, e atar uma saía acífica A realiae latin-americana em que a Rev, luçã Cubana se rjeta em veraeira graneza, cm reercussões e imlicações irrevgáveis,é* utr fatr que imee à saía ela luta armaa.... A meta que se trauz na cnquista er elas massas, ela Frente Ünica e cnten ç ular e nã exclusivamente burguês u sb lie, rança burguesa, nã será alcançaa r uma ilu sria reemcratizaçã u ela saía acífica, e sim ela Luta Armaa, cm a uniae as frças ulares". "0 ireit a insurreiçã ular à rebeliã armaa aa massas visan a libeaçã nacinal e à suressã a rrieae injusta a terra els ": ti funiáris, s granes caitalistas e s tr-'..jts ne-americans 6 hje em ia,re_ cnheci I até ela Igreja, cm se ereene - a eneíclica "ulrum rgressi", recente - 9 -

10 B AlM' X^.. «X,flc.Z/,.í mente lançaa el aa". Cm relaçã a rblema a Uniae aiária, n en tant, CARLS MARIGELA e CE. e Sã aul afirmavam e avam a aarência e manterem-se estritamente entr as nrmas legais e estuárias ai, aesar a ivergência ielógicas e, s_ bre este asect, assim sn exressava M.RIGELA:. "Sms semre fms cntra fracinism. Entre tant, huve queu ragasse a intriga e que a ireçã ai em Sã aul, u algum seus irigentes, estariam rganizan - um nvai Cmunista... ara abrigar s que ivergem as Teses.... Nssa siçã é e luta e iéias, é e travar ebate entr ai ara aren er a encntrar uma linha lítica que crresna a realiae brasileira". Dentr esse clima, a Cnferência Esta nã teve - rblemas em rejeitar as Teses CC e através e uma Resluçã - lítica, fi arva trabalh e CARLS MARIGELA cm cntribuiçã e elabraçã a nva linha lítica a ser ataa el ai. Fram aina arvaas: Resluções Gerais e um lan e Trabalh entre a Classe erária e Setr Camnês, a se esenvlver n Esta (Anexs A B). Tais resluções evem ser alv e esecial atençã, ten em vista asect nelas abra que ccnstitue um rblema atual, u seja, e mviments grevistas - n Esta. Cm nt final a rem-c-dia, fi iniciaa a vtaçã s elegas reresentantes CE e Sã aul, a Cngress. Em julh e 967, seguem ara Uruguai is elements CC ai Cmunista Cuban que ali mantiveram cntats cm elements CC C Uruguai e cm LENEL DE MURA BRIZLA. Na casiã frmalizaram cnvite e cmareciment à I Cnferência e Sliarieae s vs a América (I AL). ain Uruguai, s is irigentes cubans ingres_ saram clanestinamente n Brasil, eslcan-se ara Esta e Sã aul, já cm tas as faciliaes e rgramas ara mante rem cnversações cm Secretári lític CE e Sã aul,car LS MARIGELA. Neste encntrei fi frmaliza, junt a MARIGELA,. cnvite essal e FIDEL CASTR ara que este cmarecesse cm reresentante a "ALA REVLUCINARIA" CB, à Cnferência a LAS. Este cnvite esecial entava uma tentativa e CASTR ara atrair MARIGELA ura sua área e influência e maneira se_ - 0 -

11 melhante a que já havia emreeni cm sucess junt a"quar" DUGLAS BRAV ai Cmunista Venezuelan - ala issiente - e que atualmente está reresentan a LAS, além e ser úmis i rigentes Mviment Revclucinári Venezuelan. Aceitan c..rite, sem -ir qualquer satisfaçã u restaçã e cntas à ireçã CB, seguiu MARIGELA ara ava na, em cmanhia s citas membrs C Cuban. Em agst e ;67, surge ficialmente MARIGELA em a vana, quan, entã, em nme a Ala Revlucinária ai as_ sa a fazer severas críticas cntra a ireçã e CB, aicular mente cntra a essa seu Secretári-Geral, RESTES. A 5 e agst e 967 reune-se a CMISSÃ EXECUTIVA - NACINAL, cm fim esecífic e eliberar quais as meias a serem ataas em relaçã a MARIGELA. Cm resulta essa reuniã, eciiu a CEN susener CARLS MARIGELA-. e ts s cargs aiáris e cnvcar ara mes e setembr uma Cnferência Extrarinária CC, quan en tã seria leva a ebat e clcaa em vtaçã rblema e MA RIGELA, bem cm e utrs quars e imância que vinham afetan a via ai, através e uma ersistente iniscili. na. Reslveu também CEN cmunicar a t CB a ecisã ataa através a nta abaix: "Infrmams, ara cnheciment ai e seus membrn, que alicas a um membr Cmitê - Central e irigente estaual, ns terms arágraf únic a. 7 2 s Estatuts, até ecisã Cmitê Central, a ena e susensã exercíci e ts s cargs aiáris em que estava investi. 0 referi camaraa, clcan-se fra e acima ai, abannu seu st e, sm sequer ar cnheciment à ireçã aiária, viaju ara estrangeir, ne fez eclarações úblicas cntra a ireçã ai e manifestu-se cntra a rientaçã aiária". Em setembr e 967, é realizaa a reuniã extrariná ria CC, que cntu cm a resença e ts s membrs efetivs e sulentes. Cnstu a rem--dia e um únic nt: "rblemas - a Via Interna ai". Abes s ebates, usu a alavra Secretári-Geral que em uma lnga e imrv -te interver:;ã em efesa a uniae ai, assim se rmuii u: "Já cr J.icans, n Infrme a Cmissã Executi- -

12 B AAJ,ft!0 X<?.0. SI,/k 2/S,.U va s mtivs que ns lavaram a cnvcar esta - reuniã extrarinária Cmitê Central. A e mai, encerru-se raz ara a realizaçã as Cnferências as rganizações subrinaas iretamente a Cmitê Central e, n raz estiula nas "nrmas ebate", everíams marcar a ta e realizrr at final Debate. Entretar.t, justamente neste erí, ns meses e junh e julh, acentuaram-se fenômens que ameaçavam a uniae ai e nã iams - eixar a enfrentá-ls.... sb a influência e membrs róri Cmi tê Central, alguns Cmitês Estauais assaram a vilar abeamente e centralism emcrátic,im rimin à ativiae aiária em suas resectivas circunscriçães uma rientaçã ivergente a arvaa el Cmitê Central. Esses Cmitês Estauais criaram ta a se e ificulaes à assistência e a cntrle Cmitê Central,a tem en que ificultavam u imeiam a istribuiçã a imrensa ai, cm acnteceu - n Esta Ri, ats esses que em ser clasi sificas e sabtagem. ü cnflit n riente Méi, fi a uniae ara iniciativas que cntrariavam frntalmente esír.t e a letra Ia Resluçã CC sbre a situaçã internacinal arvaa em març cr rente an, e ara ataques à Uniã Sviética.Tal cnteú cument ublica e istribuí s a ai els Cmitês Estauais e Sã aul e Ri Grane Sul, e r iss mesm manas reclher ela Cmissã Executiva C mitê Central. Simultaneamente, manifestava-se abeamente a ativiae fracinista na Guanabara, que exi giu a CEN uma série e meias, inclusive chamar a atençã Cmitê Estaual a Guanabara - ara a necessiae e travar a luta em efesa - a uniae ai, cntra a ativiae fracjl nista realizaa r antigs membrs Cmitê Estaual nã reeleits ela última Cnferência Estaual." "uvi l Secretaria Cmitê Central, ca maraa AUL recnhecu existência a fraçã - 2 -

13 6ÃA(0,Rí K.tf.ÉSX,/ÍC,Z/,.< aqui mesm, eclaru-se cm ela sliári. E G- viente, que nã se trata aenas e sliariea e, mais e sua aiciaçã n gru fracinis ta. Trna-se também eviente que ara realizar uma "cnferência", eleger uma ireçã e elegas a Debate, nã ia eixar e haver um gru irigente já rganiza reviamente. 0 camaraa AUL nã iz, a verae quan afirma que s<5 recentemente fi infrma e sua eleiçã a ra ireçã gru fracinista". "Finalmente, tivems s ataques e MENEZES a - nss ai, veiculas estrangeir. Reinciin em err anterir, já critica el Cmitê Crai, MENEZES abannu seu st, vi aju ara Cuba e lá, através e eclarações à imrensa e ela Rái e avana, assu a ata car a rientaçã e nss ai e sua ireçã!' "A Cmir,?ã Executiva Cmitê Central nã ia ficar imassível iante a agressã. Aezar a situaçã que atravessa aís, a itaura - reacinária que ns rime, a ura erseguiçã que sfre nss ai, fi cnvca Debate e realizaa uma amla iscussã ública em que caa um e escrever livremente e exr sem quaisquer restrições suas iéias e críticas. 0 que nã é amissível, rém, é retener cnfun ir ivergência cm ativiae ivisinista e fracinista, cm luta cntra ai". "Nss ever, cm membrs Cmitê Central, e- leits em 960 è levar a Debate ai uni, cm um sistema e rganizações, e nã eseaçá-l, cm um amnta anárquic e fra ções. N fi ceannte, r acas que, terminaas as cnferências, eleits s elegas, ai. guns ivergentes inclusive uns ucs membrs - CC, assaram terren as ivergências ara ivisinism e fracinisra abe.se agra, já rceem esta maneira, que farã ama nhã se nã cnseguirem ver vitriss as si ções que efenem? Já vims que fêz camaraa MENEZES, aesar s cmrmisss assumis - na Cnferência Estaual e Sã aul, quan a- firmu: "Sms e semre fms cntra fraci nism", sen aina e bservar que cnsta a - -

14 btk&h xi.c.esr,ac.l/,. "Resluçã lítica Estaual e Sa aul", na qual MENEZES fi eleit membr Cmitê Estau ai; *A Cnferência Estaual reafirma ecisã e lutar ela uniae ai em trn s rin cíis riarxism-leninism e centralism - emcrátic". "Aqui se insinuu, que meias fram tmaas cm "base em julgaments subjetivs. Falu-se caluni_ sannte que se trata e "limeza a área" ara afastar s ivergentes em realizar um Debate frauulnt, aificialmente unitári. E evien te que s membrs 00 que assim se manifestaram tenha retensã ile mnlizar as ivergências entr ai. Centenas u milhares e canaraias que ivergem a atual rientaçã lí_ tica c que se manifestaram cntra as teses Cmitê Central cntinuam, rém, entr ai, segurs e que erã cntinuar efenen suas iniões, lutan r elas entr as nrmas estatutárias. Üs ivisinistas e fracinistas equivcam-se rque se suõem ns ex clusivs as ivergências e únics em cnições e r elas lutarem. Nã sm crianças. Ts aqui n CC já tems ai guma exeriência na ireçã ai e nas vicissitues a luta interna. á muit que se cnfigurava a assagem e alguns membrs CC terren as ivergências ara ivisinis m e fracinism. Cm velhs membrs ar ti, cm a resnsabiliae i irigente, nã iam ignrar que u rimeir ever membr - ai I 6 efener sua uniae, que n aig 9 s s Estatuts está rescrit que ativiae fracinista inamissível em nss ai". "ain essa siçã a Cmissã Executiva Cmitê Central referiu errar r excess e t lerância que r reciitaçã n julgament cmament s camaraas ivergentes que embra membrs Cmitê Central, assara^ a terren ivisinism e s ataques a ai e a vilaçã abea s Estatuts aiári. Mas já qt* eles quizeram assim rceer, nss ever 6 ;iã vacilar na lfêsa ai, a au trir.il e sua ireçã, tman as meias estatutárias que se trnem necessárias"

15 6/? Aiü,fcl X<U. "Sr,Ac.2./,.5 "E eviente que n interesse ai evems saber agir cm a cabeça fria, sem ns eixarms imressinar elas atitues emcinais e mesm rvcaras, calunisas insultusas, que aqui se manifestaram. E riícul falar em falta e ineiae e e autriae Cmitê Central. Fram ~iuí lembras velhs eisóis a via - ai \"ia e citacs cass e camaraas que fram injustamente exulss ai sb es esmagalr e acusações que se verificu mais tare serem infunaas. Mais, na verae, que se assa nessa reuniã é justamente cntrári sã recisamente s acusas que iante s fats que nã em cntestar, assaram a terren s insults e as rvcações cntra a mai ria CC. Nã, rém cm semelhantes atitues e muit - mens e fra ai que s camaraas que julgam efener sições mais justas - u as únicas ceas - erã cntribuir ara crri gir s errs que r ventura estejams inciin. E entr ai e nã e fra, resei tan centralism emcrátic e nã vilan a iscilina aiária, que caa membr ar ti erá cntribuir ara que façams e nss ai a rgani ;:,çã revlucinária caaz - e levar nss v à vitória em sua luta ela emanciaçã nacinal e el scialism. Em efesa a uniae ai, é inisensá vel que CC tme as meias estatutárias que crresnem a caa cas cncret já inicaas n Infrme a Cmissã Executiva, a mesm tem, evems ratificar as meias tmaas el - Cmitê Estaual a Guanabara e ar a Cmissã E xecutiva Cmitê Central eres suficientes ara nrmalizar n menr raz ssível a via ai e garantir a istribuiçã a imrensa aiária. s ats e iniscilina everã ser unis, mas gru fracinista já cnfigu ra cm latafrma rória e iscilina ró ria, que, segun tu inica, tem amlitue - nacinal, clca-se fra ai. Seus mem brs nã erã eixar e ser exulss ai

16 BR AM,K. <i..esr ( AC.27 ;.<6 0 funtmental, n ntant será exlicar essas - meias as membrs ai, utilizan-as - ara esenvlver a luta ielógica em nssas fi leiras. Cm as meias aqui tmaas, ams um nv ass na luta cntra cnciliaçã ielógica, luta iniciaa em mai e 965, entrams - em nva etaa n rcess e frmaçã e nss ai. A agressã que sfre nss ai ns encntru em rcess autcritic, em luta ielógica cntra a influencia estranha em nssas fileiras. E um ataque ie âmbit internacinal - cntra mviment cr/mista munial e que se caracteriza el anti-^.jvietism e fun naci nalista, ela luta cntra a ireçã a classe erária e cntra s ais cmunistas, ela - sua liquiaçã". "Mas essa nva vaga equen-burguesa é cnsequên cia avanç scialism n mun inteir.n vas canaas sciais - e já nã aenas a classe erárii - tmam esiçã cntra caitalism e querem lutar el scialism. retenem, n entant, inr suas iéias e seus méts a mvi ment revlucinári. Nssa tarefa cnsiste em saber ganhá-las ara as iéias e s méts rletaria. Em vêz e ns rsternarms emagògicamente iante e intelectuais e estuantes, cabe-ns ever e rientá-ls, efenen cm firmeza as sições e nss ai, efenen sem vacilações a existência ai a classe erária cm vanguara a revluçã, asi sim cm ael hegemônic rletaria na luta vitrisa ela cmleta emanciaçã nacinal, ela liberae e el scialism". "Aesar a brutaliae a reaçã militar que hje rime a nss v, nós, cmunistas brasi leirs, realizarems nss Debate e arems cm êle um nv ass n senti triunf a Rev luçã Í. \ nss aís". Usaram também i alavra váris membrs, sen nc final clcaa em vtaçã e arcvna, ela mairia s membrs CC,uma Revluçã lítica intitula\i "la Uniae ai" ne CARLS MARIGELA era exuls, '!.'. e serem tmaas meias semelhantes, exulsã, susensã e censura, ara utrs membrs. Este cument (Anx C), servirá e cmlementaçã as - 6 -

17 a*a<0,al X.0. S,AC.2A Muas até agra frnecis, abrangen utrs setres além CE e Sã aul.++ icu também ecii, r ae CC, que Secretári-Geral everia cnceer una entrevista ública n jrnal e grane circulaçã n aís, quan serã abras s assunts já referis ara cnheciment e ts s simatizantes, alias e amigs CB, bem cm servir e esclareciment.à iniã ública nacinal s rblemas aiáris. A Vz erária, órgã ficial CC, everá também ublicar aig sbre assunt. Tman cnheciment as me lias aministrativas ata as na reuniã CC, n mesm mês e setembr, cnvca CARLS MA RINGELA una reuniã extrarinária Cmitê Estaual e Sã au I, quan entã, é arvaa uma resluçã intitulaa "Uniae e Açã ai ela Revluçã Brasileira" que assa a nã mais - recnhecer a autriae CC, clcan-se em franca rebelia em relaçã à ireçã nacinal. Este cument efine a çã s cmunistas e Sã aul el Caminh Revlucinári à mã armaa. Devi à imância fat e às sérias cnseqüências que erã avir esta siçã em relaçã à Segurança Nacinal,- sã anexas cuments (Anex D e cnsultar Infrmaçã nfiq7^2-a ) que, r si sé, isensa maires cnsierações. Tnan cnheciment a cnfirmaçã ública e rebel ia assumia r t CE e Sã aul, reslveu CC, cm ttal ai a CEN, tmar reviências visan a uma intervençã n Esta e, cm ecrrência reestruturar s quars lcais, cnvcan uma nva Cnferência Extrarinária cn a finaliae esecí. fica e se bter um ttal reexame na iscussã as Teses 6 2 Cngress e rear a nva resluçã lítica. Agra, em utubr e 967, encntra-se em Sã aul - uma Cmissã esecial CC encarregaa e cumrir a rientaçã - a ireçã nacinal que, cm sacrifícis, vem tentan a rergani zaçã ai n Esta Cm relaçã a justificaçã e vt e MANEL J VERT TELLES (T.J. AUL) a reseit as meias - asitivas, anexams suas alavras n anex C-l.-x r/i TiL/} - 7 -

18 WW,fr )..es2:,ac.2/ /f.4& III - CNCLUSÃ ) - A esclha e MARIGELA, element e grane resgi n ai, cm acess às utras frças esqueristas, e sua ia à Cnferência a LAS inicar uma manbra e CASTR ara acelerar uma sluçã vilenta rblema "brasileir. 0 resgi essal e míni e verbas - riginárias e avana serã s trunfs : e MARIGELA. 2) - A situaçã atual CE e Sã aul encn tra-se numa fase caracterizaa els rearativs e esencaeamen t imeiat a LUTA ARMADA, fcs e GUERRILAS, URBANA E RURAIS - ASSALTS a Uniaes Exércit e e utras Frças Militares, além e ações e SABTAGEM e ATENTADS TERRRISTAS, que everã acmanhar mviments e GREVES e AGITAÇÃ e Massa. Ts esses mvimen ts refletem uma ttal siçã a rgrama lític ata el CB, resulta e um fracinament e.e um mviment e rebelia. ) - 0 CE e S - Delega r iniciativa ró ria e qualquer rientaçã e subrinaçã r ae a Direçã ai (CMITÊ CENTRAL), cntan cm cerca e (quatr mil) militantes n Esta, rganizas e cumrin tarefas sb a ire çã e CARLS MARIGELA (que assu a isr e frmiável auxíli financeir e material a RGANIZAÇÃ LATIN AMERICANA DE SLIDARIE DADE) e refrças cm a aesã as emais frças esqueristas que atuam na área, fica cnstituí mais séri agruament cntra-re_ vlucinári que já se criu ese 95. 4) - s Estus e Análises até entã feits nã ns ermitem rever até que nt, e em que raz e tem, lgrarã êxit s esfrçs Cmitê Central CB em isslver atual CE e Sã aul, reagruá-l, e criar uma nva Direçã, além e cnvcar uma Cnferência Extrarinária, "bjetivan uma nva - refrmulaçã ai na regiã, visan rblema SEXT CN GRESS e a siçã issiente assumia.-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x- DISSEMINAÇÃ: GMM 2DisN 62DisN CMEMC Nu.a l^div.fns Ilha Gverna 2ãSEÇ-EM FS.. 2âSEÇ-EM MEG.. SCI-RGS 29SEÇ-EM Iüxl 2iSEÇ- MAer SS/DS/S Cmte.M-CE... Cmte.M-B... DSI/MJ 2SEÇ-EM 4ãZAc.l - 8 lsdisn 7 DisN 2ãSEÇ-EM-CGCFN.l CmNvS. 2âSEÇ-UM llârm.l 2ãSEÇ-:M-BMRGS.l DS/S 2áSEÇ-UM IIIEx.l 2âSEÇ-EM *ZAé.l 2 SEÇ-EM I^RM. Del.e Serv.Scial D0S/E 2^DisN 5 DisN M-20 C-S SNI/ARJ Cmte.TEDIM - Gab.MB resi a Reública. DS/E N 2^SEÇ-EM a 5^ Zàá SS-B CENIMAR ir.

19 RESLUÇÃ DA CNFERÊNCIA ESTADUAL DE B&0 FAUL SBRE TRABAL ENTRE A CLASSE ERARIA (Anex "A") ) - A Cnferência Estaual estaca a imância trabalh en tre a classe erária, rincial frça mtriz a revluçã brasi leira. 0 trabalh cm a classe erária visa a bter a uniae e açã, refrçar sua rganizaçã e levá-la à luta. 0 ers fatr e mbilizaçã s eráris é a efesa as reivinicações ecnômi cas rletaria urba e rural, a.aesma maneira que a luta li, berae e a autnmia s sinicats. As lutas r equenas teivinicaçes jamais em ser abannaas u esrezaas. 0 fals seria ns limitarms a essas lutas,- ns marcs e uma lítica traeuninista, sem rcurarms liga Ias à luta geral cntra a itaura, imerialism e ela libeaçã nacinal. 2) - A luta salarial é um nt altamente imante a luta rletaria r suas reivinicações. A fensiva s atrões e gvern cntra a classe erária nã tem aralel em nssa histó ria. 0 salári real é hje, cm a itaura, 40 a 50$ mais baix que em 96, em quant numerss s seus ireits e vantagens aicularmente n que se refere as trabalhares a faixa s cais e as ferrviáris fram gleas. A iminuiçã sistemática as hras e trabalh eia numersas emresas, cm n setr têxtil, ima em nva reuçã e salári, em muits cass até 40$. Aumenta esemrôg e s issíis e s tribunais e traba lh, r sua vez, fram reuzis a mera frmaliae, a que tu é reslvi entr s arões imsts ela lítica salarial a itaura. A Cnferência Estaual assinala que a levar à rática a luta r melhres saláris, um s bjetivs em vista é nã smente bter aument ara s eráris, mas também esfechar gles na li tica salarial gvern c chamar rletaria à luta ara erru bar essa lítica. ) - A Cnferência Estaual acentua que trabalh cm a classe - erária ve ser rienta nã n senti a cnciliaçã e classe e a az scial, mas visan a esencaeament as lutas. E necessári ar a essas lutas senti e uniae e sliarieae e reará-las bem, inclusive rganizan a aut-efesa. 4) - Uma questã tática que merece atençã aicular é a a ssi_ biliae e unir váris setres e trabalhares, tais cm meta lúrgics, têxteis, i íris, bancáris, funcináris úblics, - etc, interessas em reivinicações salariais e utras. A Cnferência Estaual recmena ter semre em vista uma tal - -

20 BR AM, Ri J.. esr,a*. ^/s ;. a imssibiliae, aas as ificulaes -a esencaeament e lutas em setres islas. 'Também rc"< taria urban everá incen tivar a arximaçã cm s trabalhares agríclas n senti e ssibilitar, semre que ssível, a açã cnjunta ara criar mai, res ssibiliaes e vitória nas greves e lutas salariais, A Cnferência Estaual cnsiera im.nte que rletaria seja incentiva a assimilar essa iéia. Daí a imância sinicalizaçã e registr rfissinal s assalarias agríclas e a necessiae e trabalhar cm rletaria urban rganiza, ara ai à luta el registr rfissinal assalaria cam e suas reivinicações. 5) - s sinicats evem ser tmas cu um nt muit imante na luta revlucinária. Nã evem, r iss, ser eixas e Ia, nem abannas. r maires que sej. as ificulaes e licialism, é recis ersistir n trabalh cm s sinicats. 0 trabalh sinical nã terá êxit e nem será um el na luta, se seu bjetiv e cncentrar exclusivamente em cnquistar ireções e Sinicats, Feerações e Cnfeerações. "s sinicats sã a escla cmunism, as crreias e transmissã entre ai e as massas". (MARX) A rincial característica trubalh sinical eve ser - trabalh e base, nas emresas, e nã e cúula. 6) - A Cnferência Estaual salienta que trabalh e base é aquê le que se realiza nas emresas. nelas que se evem rganizar cmissões legais u clanestinas, ara ai funamental trabalh sinical, inclusive r seções imantes, ara levantament e reivinicações esecíficas, ara mbilizar s eráris ara a açã, seja ara uma assembléia sinical, seja ara uma greve ar ciai u geral, numa justa cmbinaçã trabalh legal cm ile gal. A cnstruçã ai nas emresas é uma tarefa ecisiva n senti e eslcar trabalh sinical a cúula, u as quatr - arees a see, ara a base. 7) - A nferência Estaual julga que trabalh sinical é tarefa e t ai e nã só e alguns esecialistas, e ecie que - sejam rganizaas seções sinicais em ts esalões intermeiáris, lans e trabalh e curss e caacitaçã s cmanheirs as emresas ara exlicar à classe erária e as trabalhares - em geral significa -. legislaçã ru.tierária a itaura, que limitu s ireits s trabalhares s reuziu, rincialmente cm a lei Fun e Garantia r Tem e Serviç, que vai além a suressã a estabil: i 7 c, na rática, significa a revgaçã s ireits mais elemi; t-ires, a cmeçar el ireit e emreg. 0 cmbate a FGTS e a luta r auments salariais, rmen a

21 «Mj W *- 0. esr Ac, Z/^. 2 cm a lei arrch salarial (lei 4.725), sã tarefas riritárias na caeia e lutas a classe erária cntra a itaura e imerialism. 8) - N cas a luta cntra FGTS, cm em face a luta salarial e rearaçã e greves u utras frmas e lutas mesm quan se - trata as reivinicações mais elementares, a Cnferência Estaual acentua que é imrescinível trabalhar en uniae cm s trabalhares e tas as tenências líticas, filsóficas u religisas e cm utras crrentes que atuam u tenham influência ns meis - eráris estejam issts a lutar. Devems, na luta geral cn tra a itaura, esear e unir as camaas ulares em mviment elas suas reivinicações, tais cm: cntra a carestia, aument - e imsts, transes, água, luz, esclas, enchentes, alugueis, etc. Devems, também incentivar a sliarieae a mviment estuantil n senti e frjar uma uniae e açã cm setr cmbativ mviment universitári e rletaria. 9) - A Cnferência Estaual recmena esmul a surgiment a imrensa sinical, a sliarieae as ress e rcessas li ti, cs n lan nacinal e internacinal, a Vietnam heróic, à vitrisa Revluçã Cubana, as vs que lutam ela libeaçã nacinal e chama a t ai a rearar-se ara a ssibiliae e lutas acirraas a classe erária, cmbaten quaisquer ilusã e classe quant a abranament a situaçã. 0)- Recmena a t ai a alicaçã a resluçã C.C.e_ Ia extinçã imst sinical. )- Recmena a t ai estu e a alicaçã as resluções Vis Cngress Sinical Munial, eterminan a realizaçã e ativs sinicais esecífics ara ebate. 2)- Entene a Cnferência Estaual, em fase a açã imerialis. m, a itaura e s granes caitalistas e Sã aul cntra s trabalhares, que a er-ectiva ara. classe erária é a e re arar e esencaear granijs lutas e ^ssas, que evem air as emresas. Ressalta, finalmente, que na resente etaa histórica caitalism nã ermit slucinar s rblemas nss tem, as, seguraii um máxim e esenvlviment s meis e ruçã que satisfaça as necessiaes s trabalhares e as massas ulares. Sua tenência geral é a cncentraçã aceleraa a ruçã e ca itai n lan nacinal e internacinal e a utilizaçã mais sistemática aarelh Esta ara a satisfaçã s mnólis. Esse rcess, lng e reizir as cntraições caitalism, as agrava, e cntribui ara criar nvas e maires ssibiliaes e lutas unitárias, rum à libeaçã nacinal. - Camaraa, teu ever é cnstruir uma base. - -

22 sinicat a escla cmunism. 0 rletaria esera a açã e sua vanguara. 2 na luta iária que se reara a revluçã

23 - RESLUÇÃ DA CNFERÊNCIA ESTADUAL DE SA AUL SBRE TRABAL DE CAM (Anex "B") ) - À Cnferência Estaual e Sã aul CB cnsiera que a ta refa e unir, rganizar c íbilizar a camneses é inisensável ara levar avante a luta cntra a it lura. Cumre insistir na imância trabalh visan a mbilizar e rganizar s camne- ses rque, sem ôles, si; i a sua aiciaçã n mviment e mas sas em geral, 6 imssível êxit a luta cntra a itaura. A Cnferência Estaual chama a atençã ara fat e que a Reslu çã CC junh e 966 já assinalava: "0 êxit a luta cntra a itaura eenerá funamentalmente a uniae e açã e tas as frças que a ela se õem". Entre essas frças estã incluís s camneses, segun a mencinaa Resluçã CC. 2) - A lutar ela uniae, rganizaçã e mbilizaçã s camneses, s cmunistas evem recuar-se em ar frma e cnteú à aliança erári-camnêca. ara ist é necessári ir a cam, in teressar-se els camneses, ajuar a rganizar suas lutas-, litizar e cnscientizar as massas rurais. Tem grane imância - nesse senti - cnheciment lcal a situaçã s camneses, sem que será ifícil, e mesm imssível, saber que interesses evem ser efenis. ) - 0 trabalh s cr, stas n ca eve ter em vista as camaas mais exlraas que trabalham a t era, esecialmente entre assalarias agríclas. ara unir as massas n cam e trazê-las à luta, levá-las à sinicalizaçã u a mviment assciativ mais elementar, recis tmar cm nte-e-aia a efesa s int_e rêsses mais simles e rementes s trabalhares rurais e exigir cumriment s ireits já asseguras em lei, cm é cas Estatut Trabalhar Rural. je em ia, a legislaçã trabalhista e as cnquistas sciais s trabalhares estã ameaçaas e já cmeçaram a sfrer mifica ções ara ir, u estã sen ablias ela itaura. Nss ever é nã aceitar tal situaçã e lutar cntra ela, u- nin na mesma luta trabalhares rurais e urbans. Quant a imst sinical, mais imante 6 levar traba lhar rural a lutar ara que seja abli e ese já rganizar est cntra escnt esse imst n salári mingua aj salaria agrícla e exigir cumriment a assistência scial a hmem cam, e acr cm as leis trabalhistas. 4) - ara fazer avançar i rganizaçã sinical n cam, cumre c nhecer a legislaçã rui. existente r s mificações que nela vã sen intruzias. - -

24 A aria 95 Ministéri Trabalh, e? e julh e 965, mificu a estrutura sinical n cam, cntrarian abea mente as eterminações Estatut Trabalhar Rural. ela nva aria, em vez Sinicat esecífic e assalarias, Sini_ cat esecífic e trabalhares autônms, sseirs e equens - arrenatáris, e Sinicat esecífic s equens rrietáris que nã agam saláris agra terems a fusã esses Sinicats num só. Na situaçã em que nã existir sinicat nenhum, é acnselhável rganizá-l e acra cm a atual aria. 5) - 0 rsseguiment a luta ela sinicalizaçã rural exige, entretant, enfrentar utras situações. Uma elas cntinuar lutan el recnheciment legal s sinicats, esenvlven esfôr çs ara que Ministéri Trabalh cncea as caas e recnhe ciment já slicitaas. C.vtra situaçã' 6 lutar ara reviver s Sin icats já recnhecis e que nã funcinam. Quan ns efrntams cm una situaçã em que há um sinica t recnheci, cnvém ingressar nele. Jamais evems criar rgani zaçã ne já exista utra, que leva a iviir a massa, quan nss bjetiv é alcançar a uniae s trabalhares rurais. 6) - Na luta ela rganizaçã sinical a massa n cam, evems estar atnts ara esmascarar s agentes a itaura, que tu fa zem ara afastar trabalhar rural Sinicat, atemrizan- e imssibilitan- e rganizar-se ara a cnquista s seus ireits. Â atuar n interir Sinicat rural, militante eve evi_ tar sectarism, nã cnfunir Sinicat cm ai. N Sinicat Rural, ts s seus membrs evem se unir cntra latifún ic, s latifuniáris e as emresas estrangeiras que s exlram. Cm a nva aria etermina que tas as categrias se insere vam num só Sinicat Rural, é recis ter resente que que une - ts s asscias é a luta cntra latifuniári e as emresas imerialistas, cm a Sanbra, a Claytn, etc. N Sinicat rural,- s assalarias agrícla:., a s equen n rutres evem estar jun ts. E a máxima imância ir ara Sinicat Rural e levar ara lá as granes massas cam. Lutar n cam legalmente, ist é,utilizan as leis vigentes, cumrin suas eterminações, é uma necessiae. Quem lia cra s camneses sabe que nã se e eixar e emregar s recurss legais, inclusive a açã s avgas nã cmrmetis cm s latifuniáris. 7) - N cam, nã bstante, criam-se situações em que nem tu _ e ser legal. Seja cm fr, é recis também lutar e rganizar i legalmente. A resistência cntra s méts, terrr e a açã vi_ - 2 -

25 B An),/?^ M C&j ** 2 / 2»f- **. lenta a itaura exige recurs as meis ilegais r ae as massas rurais. Muitas lutas reivinicatérias terã que ir avante r mei e rganizações ilegais e clanestinas. Una assembléia e trabalhares e ser utilizaa ara irigir a luta. funamental é a luta a açã e massas. E ara iss tas as frmas e rganizaçã sã válias. 8) - Um asect a mair imância é a rearaçã a autefesa e massas. As lutas n cam tenem semre, r sua rória nature_ za, a se raicalizar. A autefesa as massas é necessária ara - que s camneses e assalarias agríclas nã fiquem à merc* a açã s latifuniáris e seus caangas, bem cm a lícia. Ta rearaçã e luta n cam exige que ns recuems também cm a rearaçã a autefesa e massas, ten semre em cnta que s limites a sua açã serã eterminas elas situações cncretas - criaas. 9) - A lutar ara rganizrr e mbília r s camneses, é recis ter em vista a frente única cm ts s que se õem as latifuniáris, às erseguições injustiças cntra s trabalhares ru rais. Nssa recuaçã ev ser fazer alinaça cm s católics,s trabalhistas, s scialistas, s aiáris e Arraes, Brizla,Ju liã, fazer uniae cm s equens cmerciantes e a equena-bur guesia rural e cm tas as frças que lutam a la s camne* 4 - ses e em efesa s seus interesses. s cmunistas evem ser s que mais se esfrçam ara cmbater a exlraçã s trabalhares rurais e evem r iss buscar a u- niae, necessária ; e inisensável ara sacuir cam e incr_ rá-l à luta geral cntra a itaura. 0)- 0 rblema a terra merece grane atençã. Sm Sã aul já - quase nã há terra ara lantar. As terras e cultura estã sen transfrmaas em astagens. 0 cresciment inustrial, r sua vez, levu a uma grane ressã ara que se ruzissem matérias rimas e esalju camnês a terra ne cuiava a lavura e subsistência. A miséria cresceu n cam. Deis e instauraa a itaura, a situaçã trabalha ".r rural iru terrivelmente. Além a miséria, a fme, s saláris atrasa a, s reçs ribitivs - s arrenaments, s esejs em massa, s camneses sã brutal mente erseguis cm suas famílias e até mesm assassinas. utr fenômen é êx rural, que se trna caa vez mair. Lutar centra esej, cntra grileir, ela sse a terra, cntra s arrenaments s crchantes, el reç mínim, el créit a equen camnês ( «réit é sé ara s latifuniárias), tu iss cnstitui mtivaçã ara a necessária mbilizaçã - s camneses e esencaeament a luta e classes nc cam. - -

26 <*. ) - A baneira a refrma agrária eve ser emunhaa cm firmeza els cmunistas, seja qu; ~ fr ramr j a ativiae n cam. - Trata-se a refrma agrária que tenha cm bjetiv ar a terra - as camneses, liquiar e fat latifúni, acabar cm as sbre vivências feuais u seni-fuais, A terra é a grane meta a r ser*-«* alcançaa els camneses em sua luta. r mais elementar, r mais simles e limitaa que seja a luta trabalhar rural, esta semre lhe aviva a eserança a sse a terra, que é seu snh. Essa baneira eve ser agitaa rincialmente nas regiões ne re_ minam s latifúnis r-caitalistas, terras abannaas e mal cultivaas. 2) - 0 trabalh e cam é uma terefa que incumbe nã smente as esecialistas, mas sim a t ai, t' ém e ter caráter ri-* ritári. Deve r iss ser amlamente exa inaa e iscutia em ns sas fileiras ara as rviências e meias aequaas. N cam, é recis cnstruir ai, cnstruir as BB - nas fazenas, usinas, atrimônis, r ta a ae ne se cncen arm s camneses,.alm s quars as ciaes que em ajuar a fazer trabalh ai n cam, urge frmar quars camneses, cncentrá-ls nas fazenas, usinas e granes lantações. 0 ai é instrument se : qual nã s levará a cab a tarefa - e unir as massas camnesas e levá-la:; às lutas. A ermanente açã rganizativa e eucativa s cmunistas n cam esemenha - um ael ecisiv. Cm esta açã, a grane crrente agrária a revluçã se unirá à crrente anti-imerialista. A agitaçã e ragana n cam eve ser feita através e vlantes e flhets ilustras, jrnais e usinas e fazenas, cnten enúncias cncretas, inican as frmas e lutar cntra as injustiças e els ireits, AS alavras e rem escritas nas r teiras u à beira as estraas, as baneirlas eenuraas ns fis, sã utras frmas e agitaçã. Entretant, a mais eficiente é a agitaçã ral, e casa em casa, ns cams e futebl, etc. A A ireçã e ai eve recuar-se em estimular es as frmas - e agitaçã, reclher as exeriências surgias e generalizá-las, - bem cm emenhar-se na feitura e um jrnal ara s assalarias agríclas e camneses. Imante também é a ivulgaçã as cn quistas s trabalhares agríclas s aíses scialistas e as ex eriêhcias s que lutara ela libeaçã nacinal. RGRAMA DE REIVINDICAÇÕES l) - Luta ela alicaçã Estatut C, i trabalhar Rural, levan, se em cnta as reivinica," ^ esecífica e caa lcal, em caaé_ ça an, arveitanl a casiã as clheitas, que a exeri ência emnstru ser a EVÃÍ.Í cuna ara a eflagraçã e lutas e ara a btençã e vitriai.

27 s cl *»». «*sc. r*. M SA U ^c *c 2. <x i s B ca ) A C C VI ti ca C Ti ca ri u ca ca C C tf C T ca ca u ca t <% C\) I «a VI g a C ca ca - ca C Q TI < ca 0) Bi C! VI M C rl C 0 s C C ca E ca Si B r- C 52 c? ri 0) r ti E Ti 0) * C ti Ti U 0) C D i» E. n C eu - ri,0 C C C ü u < fc i VI c C 0) N ri ta <- r l a) C XD rq ri tl K 0) «tf < C CJ c i C C s * C eu & < < C C «D C E CJ C ca Ti ri C C Ti i C ca C C C Ti ( ca - ri C ca (D s C j t)d Ti eu C W C C C u Cl) C ttf r-j C & E C C C C Ti xl C c* < C < (0 Ti <N VI M w M «í-^ *< & ^J 6.-t» ^D. «4 ^ Kl t M ««^ i E C -4 «.-4 C - C?! r-s c C T? eu a VI a» C TÍ 2 < t fc^.~-v n - C ^ T) T< C Ti A & ca C C c j C r C C C VI W) C C C C C C ti cr* 4S v -- CT G) rt-' X C\J C cr I q i i - 0 i i 4 * ^ CM \ 0) C i i X! n~ c «4 g C C I g i C C <,Q C m C «C C C i i C Si rq? N tt C - i i ü - i C i C t T!» l ^ s m a«i < M i - l!0 "* -«- cr CT \D (Ti m v I iú ca C ti b - C C C C - b, ^ C C s Ti ^ C si C «'C - C i! C ; < i C - ti si t)0 C r» C i 0) "4 r «- <. i C TI,, C C C C W) C «D M K C ü? 9 C - t»0 ^ i ti C 0) I tt 4 *-^ m T) X C Si s < Ti.. i S VI i i C «s. KD * c,a < t*0 i c c C ca C < ttf a e * C C Si - - C Si cr* 4 < C i C C Ti, C C i Ü C TI i ( c t? r ^ ^^ C C C i 0) V N C r *i r-i C i M) N ca Í C < a! VI c C C Ti <Q T) < Ü t ri -.J Ti C «l ^^ c si S c i C < i * i C i C íü W c t Si * «tf c t < 4 <M C a i TI ti ü VD C ti ti ^" v cri I r «ri < C ri < ri «< ri - ü ri t)d ri,q Si A C C <2 C X XI C C s Ti - l < Ti «C Ti C C ri C C C ri C ri? Si Ti ta - I? - ; < C c - 4» 8 E

28 6(? M,fil x<)..ésr ; /K, ZVS,.A6 ARA S CLNS DE CAFÉ ) - Revisã imeiata s cntrats e café, ara que agament el trat e mil és seja feit e acr cm salári mínim, - sem escnt e qualquer esécie. 2) - agament n ia e serviç ara ts s trabalhares e acr cm salári mínim municíi. ) - Abliçã e t e qualquer serviç gratuit nas fazenas.agament em inheir e abliçã s "vales" e as "rens". 4) - brigatrieae e registr e ts s membrs as famílias s clns e emais trabalhares nas caernetas, a fim e que ssam gzar s ireits asseguras ela legislaçã trabalhista. 5) - agament salári família a ts s trabalhares que tenham ireit. 6) - Transe cm segurança e garantia cntra as chuvas, r ar te s emreiteirs, ara ts s trabalhares que vã e cami nhã restar serviç nas fazenas e Cttinaa em geral e inenizaçã n cas esastres. ARA ARRENDATÁRIS E ARCEIRS ) - Arrenament a trra a reç nunca suerir a 20$ valr - a ruçã, sbre rut rincial, fican livre ara s ar renatáris e s arceirs as emais culturas feitas. agament arrenament n final as clheitas. NSste senti, eve-se ar veitar que fôr ssível Estatut a Terra. 2) - Inenizaçã els fazeneirs, n final cntrat, e tas as benfeitrias cnstruías els arrenatáris e arceirs. ) - ribiçã e transfrmaçã e terras e cultura em astagens. Camanha cntra a lantaçã e caim nas terras e lavuras. 4-) - Susensã e ts s esejs e arrenatáris e arceirs. 5) - Cntrats a lng raz. 6) - Garantia e reçs cmensares ara ts s ruts a lavura ca tem un na fnte e ruçã, ist é, meses an tes lanti; meias cntra a açã rejuicial s açambarcares e fiscalizaçã cntra as máquinas que lesam s rutres agrí clas n reç, n es e na elassifie- ;ã s ruts. 7) - Inenizaçã ráia lc gvern e s lavrares els rejuí zs causas el graniz, geaa e utras inteaérias. 8) - Créit fácil, barat e a lng raz em ten un, ist é, antes a clheita e iamente as equens rutres. 9) - Ferramentas, aubs, sementes e utrs utensílis ara a Ia vura, a rôçs barats ara ts s rutres agríclas, el - reç e cust através as casas a lavura. 0)- Cnservaçã e cnstruçã e estraas els eres municiais e estaual.

29 tf AU, RfX*». 5,/*. Z/,. 29. ) - Cntra esej s equens sseirs e a entrega e tuls legais e sse as que aina nã s ssuem, e rôçs raza veis ara a feitura as escrituras e su registr. 2) - Esclas suficientes ara s filhs s trabalhares rurais e curss alfabetizaçã e aults. ) - agament em inheir a ts s rutres agríclas n at a entrega e suas mercarias e nã em rmissórias Rurais. 4) - Luta cntra tas furnas e exlraçã as emresas estran geiras, ccn a ANDERSN CLAYTN, SANBRA, MAC-FADEN, FRIGRÍFI, - etc. REFRMA ^GRARIA rganizar um lan cmlet em cala municíi, fazen um l vantament ara se saber -ais sã s rr nes latifúnis ne eve ser cncentra fg ia luta ela uua esarriaçã e sua en trega as camneses sem terra, as esemregas e as camneses que ssuem uca terra. Ns municíis ne haja latifúnis as emrõsas estrangeiras, estes evem ser centr a luta ara que suas terras sejam - iviias e entregues as camneses. Nesta tarefa, evems realizar um ânl trabalh e agitaçã e ragana, mstran rque a necessiae urgente a refrma agrária e as granes vantagens que trará a ta a ulaçã, nã - só cam cm a ciae. Ns municíis ne surgirem lutas e camneses ela terra e cntra esej, semre que ssível, frmar imeiatamente c missões e ajua as que estã lutan, cm a aiciaçã e tô as as essas que estejam e acr cm tal luta, ineenentemen te e sua cniçã scial, lítica u religisa. 0 funamental é que se arraste ara essa luta mair númer e alias, mesm s mais vacilantes. X X X ) - Ã Cnferência Estaual reslve quj centr trabalh ai n cam eve vltar-se ara s assalarias agríclas,esecialmente nas usinas e açúcar. 2) - A Cnferência Estaual chama a atençã ai ara a imância as ciaes Interir, ne se encntram grans cn centrações e trabalhares agríclas. Estas ciaes sã nts funamentais na lítica e rganizaçã ai e as rganizações e massas, e esemenham um ael imante n senti e senvlviment e esencaeament e lutas. ) - A Cnferência Estaual recmena que ai levante as reivinicações s trabalhares cam, ese as menres às - 7 -

30 mais elevaas, bjetivan mbilizar, eucar, rganizar e rearar as massas ara lutas revlucinárias. 4) - A Cnferência Estaual ecie que ai lute ela alicaçã Estatut Trabalhar Rural, levantan reivinicações cç_ m salári mínim, assistência scial, caeiras rfissinais e - utras. 5) - A Cnferência Estaual ecie que se realize um estu eta lha a Legislaçã TrabL.V.iista ara <?am e as leis cmlementares que surjam, assim u estu ESTATUT DA TERRA, enuncian seus asects reacináris e cntráris as interesses s trabalhares. 6) - A Cnferência recmena a realizaçã e encntrs e trabalha res agríclas e e camneses em geral, ara estu, ebate e a alicaçã as resluções aqui arvaas. X X X A Cnferência Estaual rõe a VT2 Cngress a esignaçã - e uma Cmissã, que elabre um rjet rgrama Agrári e submeta a uma iscussã em t ai, através e sua imren sa, curss, alestras, cnferências, semináris. A Cnferência Estaual sugere que raz e iscussã e ar_ vaçã rgrama Agrári seja e 2 meses, a air encerramen t VI2 Cngress. xxxxxxxxx xxxxxxx xxxxx XXX X - 8 -

31 0«A»), M X*»«0. «, Acf. 2/ ; Í a. ELA l\ IDADE DÜ. ID (Anex "C") (RESLUÇÃ D CCTtlTE CENTRAL D ARTID CMUNISTA BRASILEIR) SET VILAÇÃ D CENTRALISM DEMCRÁTIC l) - centralisci emcrátic é a base a estrutura e fun cinament nss ai. Nã se trata, evientemente, e ner issitiv frmal inclui ns Estatuts. Mas e uma exigência carátr revlucinári ai cm cr anizaçã lítica a cias se erária, a natureza ie suas tarefas e seus fins. r iss mesm 6 que centralisn emcrátic se inclui entre cs rinciies e rganizaçã s ais marxistas. E è rincíi iretr.re_ etem-se, entretant, ultimamente, vilações centralism em crátic. s Cmitês EstMuais Sã aul, Esta Ri e Ri Grane Sul, sb a influencia e nenbrs Cmitê Central, rcuram imrimir à ativiaie aiária una rientaçã ivergente a rientaçã Cmitê Central e as iretivas a Cciissã Executiva. Essa iversiae e rientaçã se cncretizu, às vezes, n cntu e jrnais estauais, cm s ublicas n Ri Grane Sul e n Esta Ri, e e cumentes escis a ai. Recentemente, em Sã aul c n Ri Grane Sul, a rientaçã transmitia às rganizações aiárias, através e cuments, a reseit a agressã Esta e Israel as aíses árabes, chcava-se cm a rientaçã aa ela Cmissã Executiva sbre a mesma questã. 0 cnteú esses cuments ivergia, além iss, a Resluçã Cmitê Central sbre a situaçã internacinal e revelava nitiamen te uma siçã anti-sviética. A Cmissã Executiva eterminu que s mesms fssem reclhi ls. A iversiae e rientaçã r ae e Cmitês Estau ais, vilan centralism emcrátic, a subrinaçã e ts - s órgãs e rganizações aiárias a Cmitê Central, tm leva a rmiment a uniae e açã s cmunistas em sua ativiae - entre as massas. Iss já crre n mviient sinical e, mais acen tuaamente, n mviment estuantil. rcura-se, er utr la, imeir que a rientaçã a ireçã central iesça n v-irlmnte a ts s órgãs e rganizações ai, nã istribuir-t»i a "Vz erária" e utrs materiais e itas ela Cmissã Ex.cutiva. N Estal Ri, ese ezembr an assa fi susensa, el Secretaria Estaual, a istri- - -

32 6AA*J,ftU ^..fc"sc,acf.2-/,.a cx buiçã a "Vz erária", "Ia "Revista Internacinal" e e ts s flhets ublicas ela Cmissã Executiva. Ts esses materiais além Manifest lança ela Cmissã Executiva em janeir, nã fram sequer retiras lcal em que se encntravam. A situaçã chegu a tal nt que is eósits, inicas el secretaria Cmitê Estaual Esta Ri ara entrega e materiais ela SA Cmitê Central, ficaram ltas, cm mais e 80 vlumes. Ca racteriza-se, assim, bicte as órgãs a ireçã central. VILAÇÃ DAS NNLiS D DEBATE 2) - utr asect essa questã cnsiste em que camaraas - rcuram imrimir à ativiae aiária a rientaçã ivergente - r els efenia n ebate as Teses aresentaas el Cmitê - Central. Dessa maneira, vilam tambóm as nrmas ebate. * 0 rcess ebate se realiza através e suas reuniões (assembléias e cnferências) e a imrensa aiária ("Tribuna ie Debate"). E se crc-i cm at final, quan s elegas,re resentan cletiv aiári, eciiem sbre as questões em iscussã e elegem nv Cmitê Central. Mas camaraas ivergen tes, alguns eles membrü : Cmitê Central, rcuram rientar ai, ese agra, e acr cm suas iniões iniviuais. Vi Iam, ant, a mesm tem, s Estatuts e as Nrmas ebate. Sbreõem-se a cletiv aiári. Antiemcráticamente, tentam imr suas iniões a ai. As resluções sbre as Teses sã tmaas, nas reuniões ebate, em funçã róri ebate e nã evem rientar a ativiae rática ai. Reresentam ensament a mairia s cmunistas esta u aquela rganizaçã. 0 ensament a mairia - s membrs ai surgirá at final ebate, as resluções entã arvaas, qu assarã a ser brigatórias ara ts - s membrs, órgãs e rganizações. Amitir cntrári, seria ami. tir que caa rganizaçã ai assasse a atar uma rientaçã rória, rmen a estrutura ai cm sistema e rganizações, irigi er uri centr únic, que é Cmitê Central. Te, ríams fracinament ai, a rbra a uniae e açã s cmunistas. E esse é auinh a esrregaçã rgânica ai. FR..CINISM NA GUANABARA ) - Essa ativiae lesagregara e alguns camaraas já se transfrmu, n Esta a Guanabara, em ativiae abeamente fracinista e antiai. Três ex-membrs Cmitê Estaual a Guanabara, nã cnseguin atrair ara suas sições a mairia ar ti n Esta, rganizaram-se em gru e rmeram as ligações ar tiárias. ublicam seu róri jrnal, n qual atacam Cmitê Cen - 2 -

33 ML <W,*I0 M..esijM.l/,. trai e cmbatem suas resluções e sua rientaçã. Simularam a realizaçã e umâ cnferência aralelamei± : à cnferência a rganiza çã Estaual a Guanabara s arcserrcam falsamente cm sen a ireçã ai n Setal, rcuran luibriar militantes e simatizantes. 0 camaraa aul, membr Cmitê Central, é inclu i entre s membrs essa falsa ireçã estaual. ATIVIDADE ANTIARTIDARIA DE MENEZES 4) - A Cmissã Executiva já infrmu a ai que camaraa Menezes, tman uma ecisã iniviual, que nã transmitiu - sequer à rganizaçã em que atua, fi a Cuba aiciar a reuniã a ÜLAS. Sm Cuba, el rái e através eclarações a jrnais, atacu a ireçã e nss ai e sua rie. açã lítica. Antes mesm gle e 964, camaraa Menezes, sen membr a Cmissã Executiva Cmitê Central, nã se integrava - em sua ativiae. Dela aiciava quase frmalmente, a mesm tem que rcurava esenvlver uma ativiae aralela a a ireçã e fra as funções que lhe cabiam. A cnciliaçã ielógica entã - reinante na Cmissã Executiva facilitava essa cnuta iniviua lista e anárquica camaraa Menezes. Aós gle a air a reuniã mai e 965, Cmitê Central iniciu, autcriticamnte, cmbate as errs e e, ficiência e seu funcinament. A Cmissã Executiva, em cumrimen t às resluções Cmitê Central, tem feit esfrçs n senti e esenvlver mét a ireçã cletiva e a resnsabiliae iniviual e seus membrs, a lanificaçã e cntrle e seu trabalh nas iversas frentes. 0 camaraa Menezes, manti na C missã Executiva eleita naquela reuniã Cmitê Central, nã se emenhu nesse esfrç autcrític. A cntrári, abannu carg que exercia e fi, r iss, ele estituí el Cmitê Central. Na caa enviaa em ezembr an assa à Cmissã Executiva, camaraa Menezes afirmava seguinte: "Slicitan missã a atual Executiva - cm faç aqui - esej trnar úbli. c que minha issiçã ê lutar revlucinàriamente junt cm as massas, e jamais ficar à esera as regras jg lític bur crátic c cnvencinal que imera na lierança." Está bastante clar que, nessa assagem, camaraa Menezes revela sua issiçã e nã se submeter as rincíis e nrmas a via aiária, e nã levar cm cnta ael irigente Cmitê Central, e atu r r, enfim, acr cm suas rórias - iniões e sua vntae, c..'. in-sc fra e acima ai. E assim agiu, agra, na vi aç í " Cub&«Agin cm e.' '.,. camaraa Menezes escumriu seus e_ veres e membr Cmitê Central, vilu, sb iverss asects,- - -

34 ft l\,k\ô *.<\.Q.6ST t K.f,l/i ff.ztr as nrmas funcinament ai, assumiu atitue antiaiá ria. Em len rcess e realizaçã ebate e em eviente manifestaçã e iniviualism equen-burguês, que naa tem a ver cm a ielgia rletaria, camaraa Menezes anuncia, internaci nal e ublicamente, a rientaçã rória que segue. Mstra essa meneira mensrez el cletiv aiári. Revela que, ara êle, na realiae, ebate naa significa. Devi à natureza e à graviae as faltas cmetias el camaraia Menezes, C\ - itê Central cnsiera que seu cma ment é incmavel cm a cniçã /mbr ai. DEENDER 0 ARTID CNTR/t 0 LIQUIDACIÜNISM EQUEN-BURGUES 5) - 0 mviment antimerialista, rincialmente a(5s a Se guna Guerra Munial, cresceu e se amliu n Brasil, Iss se eve a fatres bjetivs e tambm a ativiae e nss ai. Ü esenvlviment caitalism em nss aís eterminu imantes transfrmações na scieae brasileira. Assinale ms, aqui, esenvlviment numéric e qualitativ ia classe erária. S a frmaçã e numersa classe méia urbana, em ecrrên cia. acelera cresciment as ciaes (em 965, ttal e habi, tantes as ciaes já se equiarava a as znas rurais). Sb utr asect, esenvlviunt ecnômic, nas cnições e minaçã imerialista e e cnservaçã latifúni, acentuu a cntra içã entre a mairia a raçã, e um la, e, utr, imria lism, seus agentes e alias interns. 0 mviment nacinalista e emcrátic aquiriu imuls e amlitue. 0 cresciment qualitativ e quantitativ rletaria se trauziu, liticau t, na cres nte influência mviment erári na via nacinal. Entretant, a mair aiciaçã e utras frças sciais, em aicular e amls setres a equena burguesia urbana, nas lutas antimerialistas e emcráticas ar funu sua influencia ielógica nessas lutas. Essa influencia se exerceu e se exerce sbre ai. E encntru, n interir mesm ai, entre militantes e iri_ gente ielgicamente ébeis, cam féil ara se esenvlver. Acentuu-se, assim, a influencia a ielgia burguesa e equen-burguesa nas fileiras ai, alimentan tenências e "esquera" e também e ireita, n terren lític cm n e rganizaçã. N terren e rganizaçã, as manifestações essa ten ências iam liberalism e "autenenir- :" até ressurgiment e velhas ráticas mannittas sb frmas nvas, iniviualism, esrês ela ireçã; c letiva, el ensament cletiv aiári. N terren lític, iam rebquism à burguesia até a - 4 -

35 MAlMW t%0. SX t M.t/l } f. 5 a. rsternaçã iante s grus ultra-esqueristas a equna-bur guesia. ara esnv< / ant iessan-. nências cntribuíram, sem úvia, a influência as sições err ueas e a ativiae, n mvi ment cnunista munial, i gru e Sia-Tse Tung e, e m ai cular, falsas cnceções ifunias na América Latina sbre a rev_ luçã n Cntinente. Aós a era sfria em abril e 964, huve nc ai, uma exacerbaçã essas tenências, rincialmente "esquer iism" entre alguns irigentes e setr e estuantes secunaristas e universitáris. Querems ns referir, aqui, aenas a manifesi tações esssas tenências n terren e rganizaçã. Ataques a irigentes e à ireçã ai eram acmanhas a vilaçã as nrmas a via aiária. Chegava-se a i jgar centralism em crátic, em seus iverss asects. E $6 nq rcura ifunir, cm rótul e marxista, uma "nva cnceçã" sbre ai, a qual é, na realiae, a negaçã a cnceçã marxista. Essa "nva cn ceçã" rala a "cauciae" s ais cmunistas its xs, a necessiae e "rmer qualquer eenência cm s ais lítics ara substituir as esfalecentes vanguaras líti cas". Afirma que "a guerrilha é ai em gestaçã" e que a "tô_ nica rincial eve rec i : n lesenv \Lment a guerra e guerrilhas e nã n faleciment s ails." Defene a necessiae a susensã temrária ia emcracia interna e a abliçã temrária centralism e. crátic. E, enfim, velh liqüiacinism que se aresenta cm nvas vestes e fantasia e marftlsm cria r. 0 resulta seria que a classe erária, sem seu ai,se transfrmaria num aênice lític a equena burguesia. Aliás, - nã ê r acas que se rcura reuzir u negar ael revlucinári a classe erária ns aíses a América Latina, exaltan revlucinarism e setres a equena burguesia, estacaamente - s intelectuais e s estuantes. B se efene a falsa tese e que, n âmbit internacinal, a cntraiçã entre sistema scialista munial imerialism nã 6 a rincial, mas sim a que existe - entre s aíses clniais e eenentes e imerialism, resvalan i aí ara anti-svietism. A iversiae e amlitue as frças sciais que ai ciam a luta antimerialista e emcrática é um fatr e grane - imância n esenvlviment a revluçã brasileira. Devems le var na evia cnta esse fat, e me que nssa rientaçã líti ca cncrra efetivament ara unir t' i essas frças à classe e_ rária na açã cmum cnt- rinci] inimig e nss v. Mas, a rimeira cniçã ^ ;ssais cumrir cm ôxit essa tarefa é faleciment i ' '/ric rgânic ai. A vilaçã nrmas rincíis a via aiária, - 5 -

36 que se terna mais grave nas atuais cnições e clanestiniae, - rme a % uniae e açã s cmunistas, ebilita sua ativiae entre as massas, entrava esenvlviment a luta éntra a itau ra. E cnstitui bstácul a que a Cmissã Executiva leve à rática as resluções Cmitê Central, a mesm tem que eurba a realizaçã ebate. A tul e exercer ireit e ivergir, - rcura-se imrimir à ativiae aiária uma rientaçã ivergen te, que eve ser cmbati. r utr la, as manifestações e fracinism e e luta antiai nã em ser tleraas. 0 ai eve chegar a final I ebate cm un sistema e rganizações e nã cm um amnta e frações. DECISÕES D CMITÊ CENTRAL 6) - Em cnsequôflcia esses fats, Cmitê Reslve: a) arvar as ~ieias tnais ela Cmissã Executiva - em relaçã á Cnferência Ia LAS, a ciaraa Menezes e a reclhi ment e materiais ublicas el C.., e Sã aul e el C.E. Ri Grane Sul; b) cnsierar c cmament camaraa Menezes incm avel cn a cniçã ia membr e ai e exulsá-l; c) cnsierar cm fracinism e, ant, cntrária à iscilina e à uniae ai e incmavel cm s Estatuts aiáris, a ativiae esenvlvia, na Guanabara, r três exmembrs Cmitê Estaual aquele Esta; ratificar a exulsã,e. I Cmitê Estaual a Guanabara, e Jucá, ila e Rbe; exulsar ai camaraa aul, membr Cmi_ tê Central, ela sua ativiae e ligações cm gru fracinista a Guanabara, estan incluí entre s membrs a sua ireçã; e) alicar a camaraa Silveira, r sua ativiae ivi sinista, a ena e susensã exercíci carg e membr Cmitê Central, ele raz estabeleci, que na afeta seu ireit aiciar ebate, cm membr Cmitê Central. f) censurar ublicamente s camaraas Tle, Lima e R rig r nã cumrirem seus everes I membrs Cmitê Central e rcurarem imrimir h tiviae r Jnitês Estauais em que atu am, una rientaçã.cntrária às resluções e icisões Cmitê - Central e a Cmissã Executiva; g) eterminar que a Cmissã Executiva tme as meias que cnsierar necessári i a fim e garantir a istribuiçã nrmal, a ts s órgãs e rganizações aiárias, a "Vz erária",a "Revista Internacinal" e s emais materiais r ela eitas; h) autrizar a Cra8sã Executiva a atar tas as meias que se fizerem necessárias e alicá-las ara cumriment - as ecisões acima inicaas

37 0fc A), &0 **- - &*) * /, f * TRAVAR A LUTA IDELÓGICA SM DEFESA DA UNIDADE D ARTID 7) - A escia, as órgãs e rganizações aiárias, as - meias arvaas l Cnitê Central nesta Resluçã cnstitui n tiv ara que se esenvlva a luta ielógica en efesa a uniae e el faleciment ai; A Cmissã Executiva eve lanificar sua ativiiae nss senti, ten em vista, rincialmente, ressaltar ael esemenha ela classe erária na revluçã - "brasileira, a necessiae ai cm rganizaçã lítica a classe erária, seu caráter revlucinári e seus rincíis e - rganizaçã funcinament. E igualmente necessári que ai leve à rática a Resluçã scbre a si, irçã internacinal arvaa el CnitÔ Central en març este au, cmbaten tas as mani festações e anti-svietisn. Aquirem aicular imância as «* cmemrações 50 e aniversári a Revluçã Scialista e utubr, A mesm ten, as rganizações aiárias evem inten sificar sua ativiae entre as massas, rincialmente entre a clajj se erária e s trabalhares cam, esenvlven a luta r suas reivinicações imeiatas, els seus interesses ireits,em efesa as liberaes emcráticas e cntra a itaura. 0 Cmitê Central se irige a ts s militantes, ór gãs e rganizações i ai, alea-s ara a açã esagregara s ivisinistas e fracinistas cnclama-s a cerrarem filei ras en efesa ai, faleciment e sua uniae, àeàenvlviment nrmal a luia e iéias, I reseit à emcracia - interna e a centralisii emcrátic, a fin e que lbat, cn exressã essanent e a vntae cletiv aiári, seja um fatr e elevaçã nível lític, ielógic e rgânic ai. Setembr e 967. Cmitê enti.nl ai' Cmunista Brasileir

38 b& (W,ft M<0 SsT t Ací * Vâ, - ft DECLARAÇÃ BB VT DE MUKJEL JUVERT (Anex C-l) TELLES (.< T.AUL) NA UNIÃ EXTRA- RDINÁRIÁ D CC SM SE IBR D 967. Arveit esta v taçã ara, usan um receit estabeleci, n Regiment Intern I CC, fazer a seguinte eclaraçã: "A ser cnvca ara esta reuniã, fiquei cntente. ensei que finalmente, ia-se marcar a ata Cngress e arvar ca cuments e CC a esse Cnclav. N entant, esta reuniã feita cm únic bjetiv e ajustar cntas cm s que ivergem as TESES unistas CC. 0 CC trata e limai a área, cm afas_ tament cmanheirs que ivergem e suas sições. retene se aina, intervir numa srie e rgani ; yões aiárias que a, tam siçã cntrária as CC na iscus a em funçã 'VI Cn gress. A invs ie cumrir sua brigaçâ que seria a e marcar a ata VI Cngress, já que s elegas estã eleits há mais e is meses, CC eicu esta reuniã à exclusã ie camaraas ivergentes. 0 bjetiv realizar um Cngress sem iscussões,n e imera a unanimiae. Querem um Cngress tranqüil e bem r tunista, a fim e, sem mair siçã, arvar a linha unista as TESES, naturalme.. ; melhr ca ' laa sb nvas frases seu -revlucinárias." "0 ai está ivii n Esta. E verae. E CC, jun t cm antig CE, sã- <s resnsáveis r iss. 0 que existe na Guanabara, nã um trabalh fracinista a esquera", mas uma re_ beliã ai cntra a vilaçã as Nrmas CC, as arbitrarieaes cmetias, e as ilegaliae raticaas sb as vistas, a cmlacência, e a cnvivência CC. A mificaçã a estrutura,- antes a Cnferência, alm e vilar as nrmas CC ara VI Cngress, cnstituiu-se numa açã anti-aiária, antig CE e CC, que visava iviir ai n Esta, tumultuar rcess e realizaçã VI Cngress e justificar nvas meias a -~ ministrativas, ten em vista imr a ai a linha as TESES. bjetivu-se, assim, frauar rri Ti Cngress. A Cnferência a mairia ai na Guanabara, realizuse em efesa cumriment as nrmas CC, vilaas el CE, e bjetivan salvaguarar a lisura VI Cngress lan uri el antig CE visan frauá-l. Essa Cnferência fi um est cntra grue fracinista e anti-ai em que se havia transfrma a antiga ii çã CE. \ ls s cuments a Cnfe rência aelam a VI Cn ss, cntr as meias arbitrárias, ile_ gais, e anti-aiária-, antig E e CC, raticaas naquele Esta. 0 CC ai * as acnteciments e evia resner - iante VI Cngress. IJ t ai el crime cmeti na - -

39 B* M RIU KL. en, AC, UI, f. * na Guanabara cntra a uuilae ar, Aesar iss, CC, ne,s ta reuniã cnenu aquela Cnferônci. a mairia ai na Guanabara, cnsieran-a fracicnista. Nã a recnhece e arva - as exulsões e camaraas, feitas l CE. Assim sen, est cntra tas essas meias arbitrári as CC e me sliariz cm ai que realizu a Cnferência Denúncia na Guanabara. Cnsier que, sen um ireit e um ever v rebelar-se cntra a itaura, também 6 um ireit um ie_ ver e caa cmunista e e caa rganizaçã aiária, rebelar se cntra qualquer ireçã, quan esta enverea el caminh a ilegaliae aiária retene imr-se a róri ai,cç m 6 cas atual". "Cm as meias ataas nesta r xiã, CC eu mais um ass n senti e frauar VI Cngress, imein a livre manifestaçã a mairia ai n mesm, rincialmente e cmanheirs e rganisms que ivergem as TESES a linha u nista seguia el CC. Nestas cnições, VI Cngress já nã era reresentar a vntae ai, mas a vntae Sste CC» Se rá, também, um Cngress ilegal, cuj^" ecisões só erã ser brigatrias ara quem GLSIJ aicia.- Ü as aceitar. Desse Cngre_s s fraua, naa e eserar nsc- v, a nã ser a cntinui ae a ativiae unista a atual Direçã que será, n funa, mental, "reeleita"." "Em 96, fui a Cuba r eterminaçã ai. Um ia aós a minha chegaa, chegaram mais três membrs CC, que ara 4 fram sem cmunicar e sem autrizaçã e CC. Naa se isse sbre assunt na casiã, aesar e haver eu cmunica fat à Cmissã Executiva. Agra, se exulsa Marighela r ter i sem autrizaçã. 8 a lítica e is ess e uas meias, já que s antigs iniscilinas eram favráveis a V Cngress e Marighela, agra, iverge as TESES. Vt cntra a exulsã e Marighela e est cntra es sa meia e cntra se,.ti anti-cuban e muitas intervenções, ara mim, Cuba cnstitui-se n centr a Revluçã Scialista Latin-Amricana e Ia luta ela ineenência e rgress s vs a América Latina, cntra imerialism ne-american e seus sustcntáculs interns: a burguesia e s latifuniáris." "Fui exuls el' atual CC. Sr- iss acntecesse há 0 u 5 ans atrás, autria a suiciaa, cnsieran-me um trair a classe erária. je, nas niy~s em que su exuls, me sint hnra cm iss. '" reç e ivergir a mairia u nista CC, reç.- r-me à tas as arbitrarieaes r - êle cmetias cntra i na Guanabara, em cnivsncia cm antig aquele Esta. Minha exulsã 6 mais um el na caeia - 2 -

40 ERAM' 0 XV.en,Ac.2./ ;.40 Ce e ilegaliaes cnetias el C visan imr-se ac ai e a cnservar s sts irigentes. nais uma arbitrarieae visan mistificar s cmunistas arrastá-ls el caminh revisini^ m já trilha l CC ns últims ans. E, sen assim, vcês - sm saberem, estã m cnecran cm essa exulsã, e m esti_ mulan a seguir meu caminh cmunista revlucinári. Tenh cnfiança n ai. Nã cnfun cm uma ireçã eventual, ü ai saberá recnstituir-se em base revlucinária - marxism-lninism e seguir aiante n cumriment e sua missã histórica. cm ôle estarei u. 0 atual CC, cm as meias ataas, assume enrme resnsabiliae, E iss, nã tenh úvia, terá e restar cntas um ia, iante e nss v e s cmunistas brasileirs". xxxxxmx. XXXXÍ.X xxxx XX - -

41 UNIDADE E AÇI D ARTID ELA REVLUÇÃ BRASILEIRA (Anex "D") Resluçã Cnit Estaual e /I aul ai Cmunis ta Brasileir - setembr 967. Em sua última reuniã, cnvcaa ara iscutir meias aministrativas tmaas el CC, Cmitê Estaual e Sã aul ar ti Cmunista Brasileir arvu a seguinte RESLUÇÃ 0 Cmitê Central, em sua última reuniã, exulsu as fileiras ai s camaraas Menezes e aul, suseneu camaraa Silveira, aveiu ublicamente s camaraas Lima. Rrig e Tle, ratifican aina ecisões anterires exulsan três irigentes a Guanabara e ribin a circulaçã e materiais s Cmitês Estauais e Sã aul e Ri Grane e Sul, Embra tais rblemas igam reseit a ts s cmunistas brasileirs, examinarems n mment, mais e e, aqueles que se referem a este Cmitê. Teriam estas meias si aenas uma tmaa ie siçã cn tra a iniiscilina, visan a salvaguarar a uniae ai,c m retene fa#r crer Cmitê Central, em sua última resluçã - intitulaa "ela uniae ai''? Nã» - As ivergências ielógicas ntre a mairia ai e 0 gru minante n Cmitê Central. Trata-se, ura e sialesmente, e levar ara cam as meias unitivas as ivergências ielógicas e líticas que ns se. aram gru que mina Cmitê Central e e unir seus membrs ivergentes que nã ficam aenas n cam as estreis iscussões e iáias grais. N mment, assistims à culminaçã a luta ielógica inici aa em Sã aul, em utubr e 965, cntra as Teses aresentaas ela ireçã estaual e entã, e cntinuaa, a air e julh e 966, cntra as Teses ara VIS Cngress. Nessas iscussões, a- rfunaram-se e elimitaram-se, caa vez mais claramente, as i vergências ielógicas líticas que searam a mairia s militantes ai, nã só em Sã aul, mas também n Brasil, gru minante Cmitê Central. Em nssa última Cnferência Estaual, eclarams clara e bjetivamente que "... nssa firme r liçã 6 e r* bate à influência ielógica a burguesia n ai, ó '-i luta cntra a submissã rletaria à :. " nça bur.vu. ;a". ara que ficar*. i i:nis erfeita e claramente efinis s cams, acrescentávams:

42 "2 ccn ns situams n terren a luta ielógica^ nã farems aí nenhuma cncessã, Sms cntráris à cnciliaçã ielógica que tant rejuize causu e tem causa a ai. A uniae ielógica nãc se btm fazen arranjs,- nem ceen em questões e rincíi, ara nã alterar a ina. 0 ensament revlucinári 6 incmavel cm ensament TIR revlucinári. A ielgia rletaria nãc se une à ielgia a burguesia". Qual funl esta ivergência ielógica? S que, e há nuit, a esiçãc gru minante CC e nss ai e e abann s rinci ics revlucináris marxismc-lninismc, rincíis estes que UQ nssa baneira. Cm efeit, rincíi geral narxism-leninism que: :, 0s cmunistas lutam energicamente ara ababar cm caita lism, ela transfianaçã revlucinária ia scieae cai ta.lista e cnsieram que a cniçã brigatória ara esta transfrmaçã â a tmaa er lític ela classe e r.ria e a imlantaçã* a itaura rletaria" (Manual e Marxismc-Leninism a Aceemia e Ciências a Uniã Svitica). u, cm clcu a Declaraçã s 8 ais, em 960: "s ais marxistas-leninistas irigem a luta a classe erária e as mrssas trabalharas ela realizaçã a revluçã scialista e el estabeleciment ia itaura rletaria, numa u nutra frma". A luta el scialism ela imlantaçã a itaura rle_ taria sã rinciis que nã em ser lvias; nãc serã as baneiras e luta imeiatas, mas estã na rem ia, is, as revluções vitrisas a China, a Cr..a e Vietnam Ne e e Cuba nstram fat atual e que: "... as revluções iniciaas sbre uma base emcrática geral nã se etiveram na etaa emcrática e, ac cntrári, mais u mens rài lamente, cm ificulaes maires u menres, transfrmaram-se em revluções scialistas". Ist rque hje em ia "ruziu-se uma arximaçã mair s is tis e revlu çã. Nestas cnições, a luta el cumrimente as tarefas emcráticas e scialistas e inclusive nã iesembcar - en uas revluções istintas, mas reuzir-se a uas etaas e um únic rcess revlucinári. A Revluçã Brasileira nã e lviar r um minut aqueles is rincíis acima ex ists, is, c: afirmu bem recentemente e cm muita clareza eclaraçã Geral a Cnferência a LAS "0 cnteú essencial a Revluçã na Amórica Latina 6 a

43 <x r sua siçã a imerialism e às ligarquias e - "burgueses. Cnsequentemente, caráter a revluçã <5 - a luta ela ineenência nacinal, a emanciaçã v cm relaçã as ligarquias e caminh scialista ara seu len esenvlviment ecnômic e scial". Ist tu gru qtxv. lirige Bar;ii esqueceu e há muit, - crri ela influência a ielgia burguesa refrmista, n-se a serviç esenvlviment caitalista. Já em 946 (ara ris : L*ar que abann s rincíis vem e lnge), izia um infrme I entã Cmitê Nacinal, eita em f lhet, sb tul "Rum a IV Cngress", que: "... cm isse camaraa restes, nas cnições atuais Brasil, nã existe naa e mais reacinári que i^tnier a salvaçã a classe erária em qualquer utra cisa que nã seja ulterir esenvlviment caitalisn;". u sja, abanenu-s mais imante rincíi marxism-lcninism, eixams e cmbater caitalism, assams a ser seus efensres e algistas. r casiã IV Cngress (só realiza em 954) Infrme - izia cm tas as letras que " nv regime (el qual se lutava) nã será uma itaura rletaria" e reâfirmu-se claramente - que "nas atuais cnições Brasil, cabe a rletaria lutar e_ ls interesses rgressistas a burguesia nacinal. Tman a iniciativa irigin a luta ela realizaçã essas Reivinicações, - a classe erária erá ganhar a burguesia ara a frente única an ti-imerialista e anti^íc 'ai". Ist è*, abanharam-se, mais uma vez, s rincíis revlucináris arxism-lninism, clcan-se a classe erária as massas a serviç a burguesia e ca_ italism, embtan-lh a cnsciência e classe e negan a neces_ siae a revluçã. Sã efinições ielógicas e rincíi reetias, e uma u e utra frma, ns cuments sterires (eclaraçã e 958, Re sluçã lítica V Cngress, resluções e mai e 965 junh e 966, bem cm nas Teses), as quais nã eixam smbra úvia que gru minante n Cmitê Central, e há muit, rene_ gu a ielgia marxista-leninista rletaria ara submeter se à ielgia burguesa, renegu a Revluçã ara iefener esen vlviment caitalista e refrmism. Sst ò núcle central e nssas ivergências ielógicas: refr mism e revisienism u iiarxismc-leninism? Refrmas a estrutura caitalista, mantia remenaa u Revluçã? E eviente que nã há lugar ara cnciliaçã; a esclha, livr e vluntária, tem e ser feita. s cmunistas e Sã ul t bem cn^ s utrs Estas, em - mairia, já taram el \inh a R luçã, enquant qu s ". - -

44 . ns" CmitS Central referem as refrmas caialistas; sms fi is a marxisn-leninisn. enquant eles aerem a revi sinism,a-» egam-se a unism e ireita, a serviç a burguesia e as classes minantes. 5 bm nã esquecer, neste terren, a exeriência a luta cn tra refmism n sei a sccial-emcrácia russa, lieraa r Lenin erelembrarsemre a nagnifica liçã a Declaraçã s 8 ar tis: "na luta cntra unism e ireita, revisinism,ve rificu-se faleciment ielógic e rgânic e caa ai Cmunista e e tej mviment cmunista internacinal. Examina nó a qustã ielógica, ve.jams ne se situam as ivergências n cam lític. II - Das ivergênci- líticas;. aga à aut-crítica. Aí, asect rincial situa-s na frma e resner a algumas interrgações: qual nss erre lític rincial a erí anterir a l g e abril; unism e ireita e ilusã e classe na burguesia u sectarism esquerista? Existia u nã, antes gle cntinua a existir agra n Brasil, uma situaçã rvlúci nária geral? A Revluçã e ser feita r meiçs acífics? Sustentam as Tses que, antes l g e abril,.cmetems funamentalmente um err esquerista, exigims emais gvern Jan- 0. u, cm fi clca em cument arva ela CnferSncia - Estaual; "qualquer essa que tm cnheciment I a caítul - as less fica cm a imressã e que nss ai tinha e ser ai a meraçã, a ruência e a cautela, ara nã ferir s interesses a burguesia, ara nã ir alm que era ermiti elas classes minantes, ara nã ferir a hierarquia e a iscili na militars, ara nã haver ivergências na frente única. ara - nã seguir uma tática fensiva. s culas e tu seriam s es queristas a frente única, que queriam a fensiva, reciitaram se e cairam n sectarisr ;". ra, tal iniã ias Teses nã : rresne à realiae. _.justamente st a realiae. A aceitá-la, só eríams fazer a Revluçã quan as classes minantes erritissem, cisa -imssível e acntecer, cm 6 clar. rincial err lític cmeti antes e l e e abril e rincial a evitar agra.justamente unism e i reita. a submissã à burguesia, rebquism. cm.já efinims na última C nfersncia Estaual. Cmbaten agra susts esvis esqueristas, gru mi nante Cmitê Central busca exatamente fugir ã aut-critica ara cultar ua resnsabiliae el en-rne fracass a que se levu ai, ttalmente esreara ara enfrentar gle que se esenhava claramente es a rcunucia e Jâni. rcura manter-se, a

45 B AU,M tw.észj /K./5, f.45 - qualquer reç, ns sts ie ireçã c fria. bjetivamente, a lu ta revlucinária s ni": ; tants a." 'ris, is, cntinua n re bque a burguesia às c JSS nin- ; L;ejg en geral, eseran a salvaçã v atravs ie lieranças burguesas (veja-se eisói a Frente Amla e laa ilusões nas "abeuras emcráticas" - e Csta c Silva). Cn relaçã à secuna ergunta, tambm frntal nssa i vergencia cm aquele gru, que nega a existência, quer ants e abril, quer agra, e qualquer situaçã revi lucienária. mesm - geral. N entant,.já ese 96 se esenhatva bem nítia aquela si. " tuaçã revlucinária revista r Lenin. na qual s baixe nã querem mais cntinuar a viver cm antr s e cima nã em - cntinuar gvernan cm antes, a mesn tem em que a rcess lític se incrram massas caa vez mr ires, antes inees - assivas. A ireçã nã viu ist, sta cm estava a rebque a burguesia e gvern, nã rearan, r ist mesm, nem ai nem as massas ara a Revluçã. E cm s e cima nã em - cntinuar gvernan cm antes, vei gle, a quebra a cstrutu ra lítica traicinal, abann a iemcracia e fachaa em - que vivíams ara a im]nataçã um ita nefascista. Quan a vanguara nã está rer.r Ia ara a I. '..luçã. as classes minantes fazem a cntra-rvluç~, a ist x^vaas ela situaçã b.letiva que emana sluçã. E aina h.j exist, tant na Anrica Latina em geral, cm n sistema que e cnuzir à Revluçã. E que sustentam Rque Daltn Victr Mirana, em aig ublica n "Mun em Revista" n2 4;"A essência a situaçã criaa está em que a luta ela transfrmaçã revlucinária raical na Auárica Latina uma tarefa a geraçã atual. A essência está cm que imerialism, em ta a - sua lítica ôse a.aliança ara rgress at a sua( "utrina Jhnsn") cm ts s seus ans cncrets (ese a intervençã em Sã Dmings at s lans ti Camelt eu ts s aises a Amrica Latina ae rincíi e qu existe uma situaçã reveluei nária. r ist, ressam cm muit mair atualiae ara ts s revlucináris a América Latina, as alavras Lesiin sbre c e, ver mais inisensável e essencial e ts s scialistas" em situações semelhantes: " ever e revelar às massas a existência e uma situaçã revlucinária, e exlicar sua amlitue e sua r funiae, e esear - cnsciência. vlucinária e a ecisã - revlucinária rlet-.a, e a. á-l a assar às ações revc_ lucinárias e a criar v.ões quj crresnem à situaçã revlucinária e sirvam ; trabalhar nesta ireçã". 2 recis nã esquecer que smente n r : Q lesta linha s blcheviqus fi s

46 fl f\, ÍLI *<».. ÉSZj AC. i/,. 46 sível a vitria -ia Grane Revluçã, cuj glris 50 a aniversári celebrams esta an e cujas lições estã estinaas a servir e guia ara a açã s revlucináris e s vs e nss Cn tinente" Evientemente, nã vai ser, cm retene gru minante n C.C., limitan a luta as marcs a "retmaa r cess emcrátic", a "recnquista as liberaes emcráticas" e ganhar a qualquer reç eleições sinlicais, e aiar Frentes Amlas, e alauir ats sitivs e Csta e Silva, que se vã cumrir aquelas tarfas traçaas el gêni a Revluçã rcleta ria. Nã há e ser clcan eraria e s exlras à reb que lític ielógic a burguesia que se eseará a cnsciência revlucinária Ias massas. A terceira er.nivita marca ta 'm funa ivergõncia en tre a esmagara mairia I ai gru que se assu a ireçã, is, a ningum nais, salv, a eles, crre sustentar - que -ssível transfrnar a scieae brasileira (u e qual quer utr aís latin-r. ierican r meis acífics. s ats cncrets I imerialism ne-american e as burguesias li garquicas e nsss aíses já eixaram em atente a imssibiliae transfrmações raicais as estruturas r meis acífics. Nssa C< nferõncia Dstaual rnunciu-se claramente sbre a realiae e que s caminh a luta armaa e massas, lnga e árua. tenaz e cheia e sacrifícis, erá cnuzir a libea ça v brasileir i imerialisn \ seus ressres in terns. Sustentar hje a ssibiliae e caminh acífic men tir a si mesm, enganar as militantes c criar, nas massas, ilusões que lhe embtam a cnsciência e ajuam, bjetivamente, a re_ açã c as classes minantes. ra, nesta fase crise sistema caitalista ns ai! ses nã.c esenvlvi s, a era e tque mviment revlucina ri a sliarieae ativa cncreta as vs em armas cntra imerialism ne-anu ican e, n : 0, esecífic.a Amrica Latina, ai à Cuba scialista, a. váris mviments e li beaçã nacinal reresentas els mviments guerrilheirs - a Venezuela, a Clômbia, a Guatemala, a Blivia, etc, sliarieae que melhr se trauz el esencaear e nvas lutas. Neste senti, a aesã as resluções a Cnferôncia Latin Americana Sliarieae (LAS) essencial, is elas crrificam a essncia mviment revlucinári as Américas. N entant, gru minante n C.C. cntra tu ist, embra, cm t unista, nã tenha cragem ize-l claramente as massas â- a ai I e mascara sua siçã cntra - cs mviments guerrilheirs, cntra Cuba e cntra a LAS, cm

47 falsas alavras e sliarieae. Cn efeit, na reuniã Cmitê Central, e que se trata, a tônica fi a vilência s ataques cntra Cuba e cntra aa, cuban, centra a LAS e centra as Resluções e sua Cnferên cia, Chegan 89j nes:n, a absur e eir rmiment e nssas relações cn ai irmã a terra e Fiel. Ist, bjetivamente, nc terren s fats, a siçã s que se assaram - Ccnitê Central 6 a mesma a reaçã e imerialism, cuj jg favreç: vilentamente centra Cuba, cntra LAS e cntra i ei. Nas resluções Cmitê Centr.j existem acusações e anti svietism cntra nós, s a mairia, que ivergims. N entant, n cas e Cuba, quem tna siçã anti-vietica exatamente a- quele gru. Realmente, "0 lista e Sã aul" e 20 e setembr últim, abre manchetes ara izer que a "URSS DENUNCIA CAMA NA ANTI-CASTR", reiteran que a "Uniã S. vitica, leal cm é a seu ever internacinal, eu e ará à Reública e Cuba ta a ajua e ai em sua luta r sua liberae e ineenência...".- bjetivamente, is, quem cmrmete a ningum a átria Sócia lism erante s militantes e erante as massas exatamente gru minante C.C., cm sua lítica ultra-ireitista e r tunista. 2 ce, cm issems, que estas sições nã sã levaas à luz ia, is, cntrariam sentiment as massas e s mili tantes ai. Mas, nc cas a cnferência a LAS " gat es cni eixu rabe e fra". 0 Cmitê Central, embra cnvia nãc enviu elegaçã àquela reuniã s revlucináris ta a Anrica. As exlicações aas ara esta ausência, quer em re uniões, quer ublicamente, cm c-. a VZ ERARIA, n2 XXXI, nã em cnvencer ningué:i. E nã cnvenceu rque, em rimeir lugar, já na Cnferência Estaual, realizaa há quase cinc meses, camaraa Antôni Almeia infrmava que aii nãc aiciaria a Cnferência - a LAS. r estar em iscrância cem a linha a ser rsta. Em segun, rque nã existe qualquer justificativa ara nssa au sência a um encntr e revlucináris a qual, cm exceçã e nss, Argentin e Venezuelan, fizeram-se reresentar ts s ais Cmunistas a Amrica Latina, bem cm reresentantes mviment revlucinári a Anrica Ne e e eu trs nts glb, incluáive uma ele,~içã a Uniã Sviética. 0 gru minante n C.C. nã enviu elegaçã àquele en cntr aenas ara nãc se ismascarar erante a iniã rvluci_ nária as Anricas mun u cm centra-revlucinári u c m hiócrita e mentirs. Sim, cm cntra-revlucinári, se ti

48 MM.* 0 xi..esi t w.i/s f fm (K vesse a cragem e exr ublicamente que iz resguara elas quatr arees e una reuniã; cm hiócrita e mentirs se cncrasse cra a mairia absluta as elegações resentes, arvan as Resluções tnaas e eis viesse ara Brasil efener - as Teses c a linha unista que veni caracterizan sua atuaçã há tant tem, cne.já fez r casiã a Tri-Cntinental t en.janeir e 966. ara evitar ist, nitiran-se, nã cmareceram, Esta a veraeira razã a extilsã camaraa Menezes:- ter ti a cragem e, c t cnvia, aiciar a Cnferência a LAS, salvan a hnra s cmunist s brasileirs, que nã eriam estar ausentes e una reuniã cngregan as frças real mente revlucinárias mun t e, en esecial, a Anrica La tina. Tal exulsã tem senti claramente anti-cuban e fernece,- bjetivãmente, arguments a Inerialisn e à reaçã cm sua luta cntra Cuba e centra a LAS, III - Gentralism anti-emcrátic. Nã se trata, is, e efesa a iscilina aiária, - e nrmas estatutárias, s rincíis centralism emcrátic u e alg semelhante. A iniscilina cameia, recisamente, a air e membrs Cmitê Central e ningum 6 uni, is, nestes cass, a inis_ cilina interessa a gru minante na ireçã aiária. Era Sã aul, há muit tem, fi nntaa uma reuniã aralela, gru fracinista a camaraas que age r cima e a revelia as ireções nunicial e estaual legitimamente eleitas en cnfersncias emcráticas, Esta ireçã aralela leva a militan tes u mesm a rganizações inferires ai, rientaçã ivergente aquela arvaa nas últimas JcnferSncias; istribui material fra s meis nr..ais; rcur' levar a ivisã a mvimen t sinical; busca clcar as bases e militantes cntra as iire ções municiais e cntra a ireçã estaual. Infraçã mais clara e mais grave as nrmas estatutárias, a iscilina aiária, - nã e existir. Tal ireçã aralela.já fi enunciaa à Executiva e a CnitS Central várias vezes, r escrit, mas nenhuma - meia cuntra ela se tmu, rque interessa a gru minante - n Cmitê" Central criar embaraçs à nssa atuaçã e iviir ar ti em Sã aul. Infrações e igual serieae crreram na Guanabara, cm exulsões, susensões, issluçã e rganisms, esreseit às - nrmas ara a realizaçã I VI Cngress, vilações s Estatuts etc. N entant, a Cmis; ã Executiva e Cmitô Central eram t ai as iniscilinas, as vilares e nrmas, as que - tentavam iviir ai naquele Esta. Ali uniram exatamente - 8 -

49 (A. s que efeniam, cs rincíis ai, s que ugnavam el reseit as Lstatuts. 2 que interessava ac gru minante bter uma elegaçã ócil a VI Cngress e um Cmitê Estaual unis* ta. s aels a centralismc emcrátic nã têm qualquer rceência Q mascaram que gru que e assu Cmitê Central realmente retene: a vlta a 'mannisn" as tems cult à ersnaliae a instalaçã e um centralism "anti-emcrátic. Realmente, rincíi aiári centralism emcrátic cmreene is asects: a ireçã centralizaa e abslut reseit à iniã a mairia s militantes, a eleiçã e baix ara cima ifl ifrgãi irigent-.i. ra é atente ar. t nun ' a esmagalra mairia ai, cm âmbit nacinal, nã cne v Ia cem.*.a linha unista refrmista Cmitê Cntrai luta ela alicaçã cnseqüente s rincíis revlucináris marxistas-leninistas. N entant, grue enquistae n Cmitê Central, sbren-se à iniã a - mairia, rcura r ts s meis, manter-se na ireçã, vilen tan a iniã aquela mairia aiária, quebran, êle mesm, centralism emcrátic, substituin-se a ai, retrnan a "mannisme", à ca cult a ersnaliae, s guias iluminas que tu eciem ela massa s militantes. centralis, m anti-emcrátic. Exeml ic este esreseit as veraeirs rincíi s centralism emcrátic está na ireçã aralela e Sã au I. esreseitan as ireções livremente eleitas ela mairia ejs magaera ai, em cnferência em que se asseguru realmente a livr manifestaçã e ensament, sem unições e qualquer ese, cie acs ivergentes. E nas ameaças e intervençã n Cmitê Estaual numa afrnta aina mair a iniã s militantes que si taram sua cnfiança naquele órgã. A exulsã e Me :.zes e as.is unitivas ataas sã, assim, ats vilares i centralism emcrátic, s interesses a Revluçã e e iscriminaçã ielógica e lítica, visan a afastar camaraas ivergentes que reresentam a iniã a mai ria, bem cm buscan ; 'limar a área" ara a eretuaçã gru que se assu Cmitê Central ns sts e ireçã. IV - Cnclusã Estams cnvencis e que as sições ataas na última Cnferência Estaual e Sã aul sã sições fieis a marxismleninism, as interesses a Revluçã Brasileira - que será feita cm a uniã e tas as frças veraeiramente revlucinárias e nssa átria, nã en ser mnóli ai - e as interesses mais gerais a classe erária <-. e tas as namaas ex- -9 -

50 Btf A/,*0 UT.ÉSr.AC.Z/j,.S CL iraas v brasileir. r utr la, estans tanbén cnven cis e que a siçã gru que mina Cnitô Central reresenta rcfrmisn, revisinisn, rebque lític e ielógic à burguesia, ist 6, renega s rincíis narxism-leninism e trai bjetivamente s interesses a Revluçã, a classe era ria e as camaas exlraas nss v. Nau ems, assim, amitir reseite a uma ecisã aque les que abannaram mar-cism-leninisn e esistiram a Revluçã, aliaram-se a burguesia 0: etriment rletaria, rincialmen t quant st# ecisã 6 uxulsar as fileiras ai um revlucinári rque cmareceu a uma reuniã e revlucináris. Cm estas meias, clcu-se aquele gru à margem ar ti que sms n<5s ts ese mais simles militante - trnu se um gru ivisinista, anti-marxista-leninista, que cuia ae nas e sua sbrevivência ns sts e ireçã, sequer ten ti a cragem e cnvcar a VI Cngress (.iá atrasa e 4 ans), que, tericamente, seria a instância caaz e eterminar ace esta u aquela siçã. Nã recnhecems, is, nenhuma as meias unitivas ataas n últim len C.C. e cntinuar. s a recnhecer n camara_ $a Menezes sua qualiae e secretari Cmitê üstaual, Trata se, agra, e manter a uniae aia cm Sã aul, em trn - s rincíis narxism-leninism, em trn a baneira a Rev luçã Brasileira, em trn internacinalism rletári e a s liariae revlucinária latin-americana, reresentaa ela - AS e elas resluções sua Cnferência, bem cm ela vitrisa e glrisa Revluçã Cubana, seu ai- Cmunista e seu lier iel Castr, asirações fia imensa mair:.--, s cmunistas brasilei rcs. Lutan ela Revluçã Brasilirr, buscan criar as cni çces ara a luta armaa, estarens, na rática, an nssa cntri buiçã e sliarieae ac heróic v Vietnam e a ts aqueles que enfrentam, e armas na mã, imerialism ne-american inimig cmum s vs. r sua atitue anti-revlucinária, anti-marxista-lenini^ ta e anti-estatutaria, gru unista e ireita que mina Cmitê Central arca cm as cnseqüências e resnerá erante a istória. m Sã aul, reresentams a mairia esmagara ar* ti e, ireçã livremente eleita em cnferência regular, cm tal ns manterems rganizaa iscilinaannte. Viva a LAS.' Viva a Revluçã Brn-ileiral Vivam tas as frças revlucinárias Brasil.' Abaix a itaura e seus servi Cais.' Viva 50 a aniversári a glrisa Revluçã Russa.' rá imerialism ne-american seus lacais.' - 0 -

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