Conexões UFRRJ O de Saberes de Saber Conectando estudantes, tudant professor es e comunidades ofessor Grupos

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1 ANO 1 Nº 01 Setembro - Outubro 2008 EXTENSAO UFRRJ Conexões de Saberes Conectando estudantes, professores e comunidades Grupos organizados Diversidades culturais e regionais dentro da Rural Pré-Vestibular Estimulando o ingresso da comunidade ao ensino superior Projeto Assessorias Famílias de agricultores e seus produtos orgânicos Projeto Rondon Os estudantes e a realidade do país Qualificação Profissional Programa de capacitação para jovens e adultos Rural de Portas Abertas Arte, ciência e tecnologia abertas às comunidades vizinhas

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4 PROJETO Conexões de Saberes Escola Aberta Em uma época de extrema contradição, como os dias de hoje, as universidades brasileiras abrem suas portas para adentrar as regiões carentes dos arredores, levando conhecimento e cidadania. Esta é a proposta do Projeto Conexões de Saberes, desenvolvido pelo Observatório de Favelas, no Rio de Janeiro, em parceria com o Ministério da Educação e Cultura, através do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade - SECAD. O projeto foi elaborado em dezembro de 2004, com a idéia de criar uma rede de articulação entre jovens, alunos de origem popular das universidades do Rio, com crianças e adolescentes de escolas do Ensino Fundamental e Médio das regiões circunvizinhas às suas instalações. Hoje, o Conexões de Saberes atua em todo Brasil. O objetivo é colaborar com a formação e garantir a permanência desses estudantes na universidade, além de contribuir, significativamente, com a formação educacional dos jovens das escolas favorecidas pelo projeto. O Conexões de Saberes aproveita o Projeto Escola Aberta, para atuar. Com o Escola Aberta, as escolas têm a oportunidade de receber, nos finais de semana, pais e alunos da comunidade, para a prática de esportes, recreação, cursos, etc. É aí que entra o Conexões de Saberes. Levando os alunos de graduação para fazer parte deste processo. Para conhecermos mais sobre a atuação do Conexões de Saberes, a equipe da Revista Extensão conversou com a Professora Katherina Comendouros, Coordenadora geral do Projeto na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. 6 Conectando Este foi o ano de estréia da UFRRJ no Conexões de Saberes. No início, as atividades realizadas eram de Leituração e de Direitos Humanos e apenas dois municípios eram assistidos pelo projeto: Seropédica e Nova Iguaçu. No ano seguinte, 2007, as escolas municipais de Japeri, Nilópolis, Mesquita, Paracambi e Mangaratiba, que têm o projeto Escola Aberta, no qual a escola abre nos finais de semana para atividades extracurriculares, também começaram a receber os bolsistas da Rural com trabalhos agroecologicos, como por exemplo, a Horta na Escola, e Pedagógicos (Cine-debate, reforço escolar, etc.). Hoje, quase cem escolas públicas das cercanias são atendidas pelo projeto. A Professora Katherina Comendouros começou a coordenar o Conexões de Saberes, aqui na Rural, em janeiro de Para ela a maior importância do Projeto é possibilitar a permanência dos alunos na universidade. Katherina também é de origem popular, estudou na UFRRJ, morou no alojamento universitário e sabe os obstáculos que os alunos têm que enfrentar para concluir a graduação. Vale ressaltar que aqui na UFRRJ os alunos têm a possibilidade de receber bolsa moradia e bolsa alimentação e ainda assim existem dificuldades. O Projeto Conexões de Saberes oferece 50 bolsas de R$300 (trezentos reais), por mês. Cerca de 100 alunos da Rural já foram beneficiados. Katherina revela que o Projeto vai além do trabalho nas comunidades, o nosso aluno deve ter um bom rendimento na universidade para continuar bolsista. Ela enfatiza: o Índice de Aproveitamento tem que ser maior do que um. A atuação do 'Conexões' na vizinhança Katherina Comendouros ressalta a relevância da participação das prefeituras para que o projeto se concretize. Com experiência no assunto, ela afirma que, as escolas que oferecem merendas são as que sempre têm participantes. Assim como as que oferecem cursos aos pais. Para exemplificar uma atuação modelo, ela destaca: a Prefeitura de Itaguaí estimula muito o nosso trabalho. Nos finais de semana, eles oferecem várias atividades para atrair pais e alunos. Ela também lamenta o fato de algumas cidades da região não terem uma infra-estrutura básica para desenvolver o Projeto, por mais que o queiram. E afirma sentir muito mais, pelas que não têm interesse em desenvolvê-lo. Perguntamos a professora Katherina qual é o maior benefício para as comunidades atendidas pelo projeto. No seu ponto-de-vista, conhecer alunos de universidades com origem similar ao das crianças que participam do 'Conexões' é um estímulo para que um dia eles possam vir a freqüentar uma universidade. Outro aspecto relevante, para Katherina, é o aprendizado, por exemplo: na horta eles aprendem como plantar, colher e a importância dos alimentos, que depois de produzidos são consumidos na merenda, declara.

5 Foto: Acervo Conexões de Saberes II Encontro Nacional do Conexões de Saberes na UFRJ Estimativas Para avaliar a repercussão dos projetos elaborados há, regularmente, reuniões no MEC, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Nas escolas as avaliações são feitas com os interlocutores, professores comunitários e a direção da escola. Dentro da comunidade há muito o que fazer, afirma Katherina. Hoje o 'Conexões' aqui na Rural, corresponde às demandas locais. As escolas pedem certas atividades e o projeto se adequa. Há uma grande procura por cursos profissionalizantes e isto, infelizmente ainda não temos para oferecer, destaca. A professora também conta que sempre procura equilibrar entre o que as comunidades querem e o que o projeto pode oferecer, revela. A partir de abril devem permanecer atendidas pelo projeto Conexões de Saberes os seguintes municípios: Nova Iguaçu, Nilópolis, Mesquita e Itaguaí. Ser universitário é mais do que estudar! o pensamento traduz a reflexão de Fabiana Mattielo, de 28 anos, aluna do 8º período do curso de Licenciatura em Ciências Agrárias da UFRRJ e bolsista do Conexões de Saberes, sobre o projeto. Fabiana aplica os conhecimentos, adquiridos em sala de aula, na horta da Escola Severiano Salustiano de Farias Teixeira, em Itaguaí, cidade vizinha à Universidade Rural. Para ela a bolsa é muito importante, mas ressalta outros valores: é muito bom saber que aquelas crianças se sentem responsáveis por cada planta. Quando perguntada sobre o benefício desse trabalho na região ela afirma o alimento produzido na horta é consumido na merenda escolar. Para Fabiana há muitas maneiras de contribuir e o Projeto Conexões de Saberes abrange amplamente a Educação: pela formação dos alunos da rede pública dos Ensinos Fundamental e Médio, e o incentivo à conclusão dos cursos para os alunos universitários. 7

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7 tico necessário para a formação no curso e uniforme de identificação. O programa contou com uma equipe pequena, se comparado ao número de pessoas atendidas: uma coordenadora, seis professoras orientadoras, 16 instrutores e quatro técnicos. Para a coordenadora do programa, professora Mônica Aparecida Del Rio Benevenuto, a integração da equipe e a qualidade do trabalho oferecido foram essenciais para o excelente resultado obtido. Elaborar esse projeto foi fundamental, não só para as pessoas que passaram pelos cursos, mas para o crescimento da nossa equipe e o desenvolvimento dos nossos alunos, afirma. Mônica destaca que resultados mais significantes do Programa foram: as trocas de experiências entre os orientadores e os instrutores; a integração entre instrutores e capacitandos; o crescimento profissional da equipe através do estreitamento das relações entre universidade e comunidade; a produção científica que gerou doze artigos científicos apresentados em três eventos e quatro relatórios; e a produção acadêmica, com nove manuais técnicos utilizados pelos alunos dos módulos. Hoje, a professora Mônica declara que a experiência foi tão boa, que pretende promover outro projeto similar e aguarda a publicação de um edital, no qual o trabalho se insira, para novamente, possibilitar oportunidades de aprendizado para: professores, alunos da graduação, técnicos e moradores da população vizinha. Curso de Lavanderia Curso de Cozinheira Um dos significados da palavra Extensão, de acordo com o Aurélio, dicionário de Língua Portuguesa é: efeito de estender ou ampliação. Ou seja, em outras palavras Extensão significa somar conhecimentos geridos na instituição de ensino e desenvolvê-los, de forma que favoreça a sociedade. Ampliar, abranger amplamente, ser: ensino + pesquisa + políticas de ações positivas. Curso de Garçom 9

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10 Foto: Acervo Projeto Rondon - UFRRJ PROJETO Projeto Rondon Palestra sobre meio ambiente em Esperantina - Tocantins, com o Prof. Duque O Projeto Rondon foi idealizado em 1967, pelo Professor Wilson Choeri, da antiga Universidade do Estado da Guanabara, hoje UERJ. Seu nome é uma homenagem ao bandeirante do século XX, Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, sem o qual, seria muito difícil, na época, descobrir tantos exemplares da fauna e flora brasileira (quase vinte mil espécies), além da diversidade de dados referentes à biologia, geologia, hidrografia e outros aspectos das regiões. D e 1967 a 1989, o projeto envolveu mais de 300 mil universitários de todo o país. O projeto criou instalações permanentes, os Campi Avançados. Quatro anos depois de ser desativado em 1987, foi criada a Associação Nacional dos Rondonistas, uma organização não governamental empenhada em dar continuidade ao trabalho. Em janeiro de 2005, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva recriou o Projeto Rondon. Hoje, coordenado pelo Ministério da Defesa com a colaboração da Secretaria de Educação Superior do 12 Ministério da Educação. O Projeto de integração social envolve atividades voluntárias de universitários e busca aproximar esses estudantes da realidade do país. De acordo com o documento disponível em o Projeto Rondon contribui, também, para o desenvolvimento de comunidades carentes, e fortalece a cidadania por meio da participação dos univesitários na solução dos problemas das comunidades carentes e da conscientização desses universitários a respeito da problemática política, econômica e social do país. A cada semestre o Ministério da Defesa lança um edital relacionado a uma operação em algum lugar do país. As universidades elaboram os projetos de acordo com os editais. Se aprovados, indicam um grupo de estudantes e professores que terão suporte das forças armadas para se locomoverem até as localidades e efetuar as atividades de desenvolvimento social com a populaçãollocal. A atual meta do Projeto é ser, até 2016, uma instituição autônoma, capaz de mobilizar a juventude e as instituições de ensino superior para a promoção da cidadania e do desenvolvimento.

11 O Projeto Rondon e a Extensão na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Para Celso Eulálio de Oliveira Júnior, 23 anos, da cidade de Pedro Canário, norte do Espírito Santo, aluno do oitavo período de Licenciatura em Ciências Agrícolas, teve sua primeira experiência com o Projeto Rondon no ano passado. O estudante afirma que ir a Esperantina foi muito interessante. Ele ajudou a desenvolver as atividades com a criação de hortas escolares e comunitárias, sistemas agroflorestais e oficinas. Celso destaca que foi ministrada uma palestra sobre o ciclo da água e uma caminhada ecológica acompanhada por cerca de 600 pessoas. Para o estudante, o trabalho complementa o conhecimento adquirido na universidade. Ele também declara: me senti útil ao ajudar as famílias da região e ressalta não devemos esquecer que cidades como aquela tem em todo lugar do Brasil. Foto: Acervo Projeto Rondon - UFRRJ A UFRRJ participou de várias etapas do Projeto, desde 1967 até os dias de hoje, como declara o Professor Duque, Nilton de Araújo Duque, do curso de Veterinária da UFRRJ, Coordenador das atividades atuais da Universidade no Projeto Rondon. Duque participou ainda como aluno, na primeira etapa do Projeto, em 1967 e destaca naquela época eu tive a oportunidade de conhecer uma realidade totalmente diferente da minha. Em 1982, já como professor da Universidade, retomou os trabalhos pelo Projeto no Campus avançado da UFRRJ no Amapá, hoje extinto. Resumindo suas experiências no Rondon Nacional e Regional até os dias de hoje, o professor contempla foi maravilhoso e está sendo ótimo retomar este projeto. Ser Rondonista é ter espírito de aventura e ser solidário. Em 2006 a UFRRJ voltou a desempenhar as atividades de Extensão no Projeto e em 2007, o professor Duque regressou como coordenador e levou, no período de 19 de janeiro a 05 de fevereiro, um grupo de seis alunos para Esperantina, no Tocantins. As atividades levadas são multidisciplinares, ou seja, alunos de vários cursos levam seus conhecimentos para colaborar com o desenvolvimento das cidades. No Rondon Regional - RJ, a UFRRJ iniciou, recentemente, os trabalhos em Nova Sepetiba-RJ, que constitui a "Operação Piloto" de fim-de-semana do PROJETO RONDON-RJ. Os trabalhos na região tiveram início no dia 07 de março e vai até o dia 29 de Junho. Reunião com representantes da comunidade, na beira do Rio Araguaia, Esperantina - Tocantins

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13 PROJETO Rural de Portas Abertas O Projeto Rural de Portas Abertas recebeu pessoas em 3 dias de evento, em outubro de Foi a primeira edição deste projeto, promovido pelo Decanato de Extensão via Divisão de Projetos e com o apoio do Decanato de Graduação. O grande número de participantes surpreendeu até mesmo o coordenador do projeto, o professor Benaia Sobreira de Jesus Lima. O professor Benaia recebeu a equipe da Revista Extensão e nos contou da importância social desse projeto.

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16 PROJETO Assessorias A conteceu no ano de com apoio do Decanato de Extensão da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. O projeto contou com várias atividades no campo da saúde e alimentação, processamento e comercialização de produtos. Nesta oportunidade, surgiu o Mercado do Produtor Rural, um sub-projeto financiado pela ONG AMAR - Acteurs dans le Monde Agricole et Rural (Atores por um Mundo Agrícola e Rural), que na oportunidade do projeto Assessorias trouxe muitos benefícios ao assentamento, como reforma de três edificações no centro comunitário além da compra do quiosque que já está servido de posto de venda de produtos orgânicos oriundos do assentamento e de outras localidades. O projeto também beneficiou 26 menores, entre pré-escolares, escolares e adolescentes diagnosticando o estado nutricional e relacionando o resultado obtido com as condições socioeconômicas e alimentar da família. O Assentamento Sol da Manhã teve início na década de 80, enfren- ta diversas dificuldades comuns à maioria dos assentamentos rurais no Brasil, no entanto, com a proximidade que possui junto aos órgãos como a UFRRJ, PESAGRO Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro e outros relativos à área agrária, recebe maiores oportunidades de melhorias. Neste sentido, o Sol da Manhã tem aproveitado esses momentos e aos poucos vem produzindo hortaliças, frutas, ovos, doces e comercializando já algum tempo para zona Sul do Rio e agora recentemente três dias por semana, em Seropédica através do Mercado do Produtor. O segredo para o comércio no município do Rio foi a integração dos consumidores da cidade com a realidade do pequeno agricultor, principalmente estes oriundos da reforma agrária, como é o caso do Sol da Manhã. Um almoço na roça promovido pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e a Rede Ecológica foi realizado, e a sensibilização dessas pessoas é o fruto Maria do Rosário em seu sítio de produção orgânica do comércio que hoje cresce, cada vez mais nesta localidade. O ponto de partida do projeto foi a necessidade dos agricultores. Os problemas foram expostos e as sugestões acessíveis à realidade do local, respeitando as limitações que todo percurso possui, foram colocadas em prática. O projeto Mercado do Produtor Rural foi elaborado em setembro de 2005, pela Professora Vânia Madeira N. Policarpo, na época, Economista Doméstica do DED-ICHS e aprovado em dezembro de 2005, pela ONG AMAR. A participação é imprescindível, é claro que, a freqüência de todas as famílias não existe, no entanto, o sentido das ações vem a cada momento, agregado mais famílias. Através do quiosque do produtor rural, o município de Seropédica passou a fazer parte da Rede Ecológica, um site de compras coletivas que visa fomentar o consumo ético, solidário e ecológico. O quiosque já está distribuindo pro-

17 Daniel Pimenta em sua horta de produtos orgânicos dutos secos, como arroz, feijão, feijão soja, amendoim, mel, fubá dentre outros. Esses produtos não são produzidos na região, mas são importantes para promover maior variedade e cativar o consumidor, neste caso há encomenda via internet e entrega direta através do quiosque uma vez ao mês. Já os produtos frescos são todos oriundos de Seropédica e estão disponíveis 3 dias na semana, todas as sextas, sábados e domingos. Os efeitos do Programa Assessorias repercutiram em mais benefícios aos agricultores, a terra de alguns sítios que demonstraram interesse pelo plantio estão sendo arados e gradeados graças ao Instituto de Zootecnia que enviou o trator aos finais de semana e já beneficiou oito propriedades com preparo de ½ hectare cada, por este motivo doações de sementes e implantação de estufas pela PESAGRO, vem se somando às ações e beneficiando os agricultores do Sol da Manhã. O Projeto Assessorias, também tem o objetivo de propagar a agricultura orgânica a fim de preservar o meio ambiente e a saúde do agricultor além de valorizar o produtor de Seropédica que, até então, vivia no anonimato perante a sociedade que, por sua vez, não possuía a oportunidade de obter produtos sem o uso de agrotóxicos, de estar adquirindo alimentos de boa qualidade exercendo a cidadania e melhorando as condições de vida da comunidade ao seu entorno. A comunidade urbana de Seropédica não tem conhecimento do número de produtores agrícolas que existem dentro do município. Com o Mercado do Produtor Rural funcionando no quiosque, os moradores terão a oportunidade de consumir alimentos sem agrotóxicos e isentos de qualquer resíduo químico. Estarão melhorando sua saúde e de sua família através da alimentação, e contribuindo para a expansão desse mercado importante para os produtores orgânicos. Quiosque dos produtores orgânicos 19

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21 Nosso saber está na natureza.

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