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1 Guia da Cadeia de Suprimentos Sustentável Versão 2 Setembro 2014

2 SUMÁRIO 1 OBJETIVO E ESTRUTURA Contexto A sustentabilidade dentro da Cadeia de Suprimentos do Rio Etapas do Programa da Cadeia de Suprimentos Sustentável DEFINIÇÃO DOS REQUERIMENTOS Requerimentos gerais Planeta Pessoas Prosperidade DESENVOLVIMENTO DOS FORNECEDORES CONTRATAÇÕES Auditorias GESTÃO DOS CONTRATOS GESTÃO DA DESTINAÇÃO FINAL ANEXOS Anexo 1. Resumo dos requerimentos Anexo 2. Projetos críticos em sustentabilidade e visibilidade Anexo 3. Lista de empresas de auditoria aprovadas pelo Rio Anexo 4. Lista de empresas de monitoramento aprovadas pelo Rio

3 1 OBJETIVO E ESTRUTURA A missão do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 é entregar Jogos excelentes, com celebrações memoráveis que irão promover a imagem global do Brasil, baseados em transformação sustentável por meio do esporte no âmbito social e urbano, contribuindo para o crescimento dos Movimentos Olímpico e Paralímpico. O Comitê Rio 2016 trabalha com critérios de sustentabilidade em todo o ciclo de gestão dos Jogos, desde a concepção e planejamento até as atividades de implementação, revisão e pós-evento, principalmente através da adoção do Programa da Cadeia de Suprimentos Sustentável. O presente documento define como os critérios de sustentabilidade serão integrados em nossos processos de aquisição, patrocínio e licenciamento. O guia se destina a qualquer pessoa ou organização de algum modo interessada nos processos de contratação de bens e serviços dos Jogos Rio 2016, principalmente: Colaboradores do Rio 2016 Parceiros participantes da gestão ou operação da Cadeia de Suprimentos do Rio 2016 Fornecedores Licenciados Patrocinadores Organizações com atuação no desenvolvimento de fornecedores Os requerimentos gerais deste guia são aplicáveis a todas as categorias de compra, permuta, doação, patrocínio e licenciamento do Comitê Rio Os requerimentos estão organizados a partir dos pilares planeta, pessoas e prosperidade, ratificados pela ECO-92 e que podem ser resumidos da seguinte maneira: Planeta: o impacto dos produtos e serviços contratados sobre o meio ambiente foi minimizado e gerido adequadamente ao longo do ciclo de vida. Pessoas: os produtos e serviços contratados são produzidos e comercializados com práticas éticas e responsáveis, conduzindo a ganhos sociais para toda a população. Prosperidade: os processos de aquisição colaboram para o crescimento econômico perene através da elevação do nível de qualidade tanto do mercado fornecedor quanto da mão de obra local e nacional. Para as categorias classificadas como críticas (detalhes no anexo 2), o Comitê Rio 2016 poderá definir requerimentos mandatórios adicionais. Quando necessário, serão disponibilizados no portal de Suprimentos do Comitê Rio 2016 (http://portaldesuprimentos.rio2016.com) guias específicos para auxiliar as empresas a cumprir os requerimentos. O Comitê Rio 2016 está comprometido com o aperfeiçoamento constante deste guia, que passará por revisões periódicas. É importante consultar sempre a versão mais atualizada,

4 disponível em Comentários e sugestões de qualquer parte interessada podem ser enviados ao CONTEXTO O Comitê Olímpico Internacional (COI) define sustentabilidade como uma dimensão integral do Olimpismo. Especialmente desde a Conferência das Nações Unidades Sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento a ECO-92, realizada no Rio de Janeiro, o Movimento Olímpico tem acompanhado as discussões sobre questões ambientais. O principal marco deste comprometimento do COI foi a alteração da Carta Olímpica, em 1994, para a inclusão de um trecho sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Outro momento importante foi a publicação da Agenda 21 do Movimento Olímpico, em Agenda 21 é um documento que estabelece compromissos e marcos ambientais, econômicos e sociais a ser alcançados pelas instituições. As ações voltadas para a sustentabilidade ganharam ainda mais importância desde os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Sidney 2000, quando, pela primeira vez, as premissas e práticas de sustentabilidade foram consideradas nos projetos de arquitetura do Parque Olímpico. Ainda assim, cabe destacar que, no que se refere à gestão da cadeia de suprimentos, as principais referências são Vancouver 2010 e Londres 2012, por terem implementado os primeiros programas de sustentabilidade com foco na cadeia de suprimentos em Jogos Olímpicos e Paralímpicos respectivamente de Inverno e de Verão. Para reforçar este movimento e de acordo com sua missão de promover uma transformação sustentável através do esporte, o Comitê Rio 2016 criou seu próprio Programa da Cadeia de Suprimentos Sustentável. 1.2 A SUSTENTABILIDADE DENTRO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS DO RIO 2016 Para o Comitê Rio 2016, a adoção do Programa da Cadeia de Suprimentos Sustentável significa considerar os aspectos ambientais, sociais, éticos e econômicos do ciclo de vida dos produtos e serviços que serão objeto de aquisição, patrocínio e licenciamento, integrando-os às práticas de negócio. A sustentabilidade constitui, portanto, um dos critérios formalmente considerados em todos os processos decisórios, juntamente com outros aspectos balizadores, como custo total, qualidade, prazo e riscos. A meta é que o Rio 2016 encontre sempre o produto ou serviço que agregue mais valor. Em um sentido mais amplo, implementar uma cadeia de suprimentos sustentável também significa converter as aquisições e contratações de serviços num método que estimule o uso de tecnologias, produtos, processos e serviços sustentáveis, contribuindo para o desenvolvimento do mercado fornecedor e fortalecendo mais profundamente o legado dos Jogos Rio 2016.

5 1.3 ETAPAS DO PROGRAMA DA CADEIA DE SUPRIMENTOS SUSTENTÁVEL O programa é composto pelas seguintes etapas: Estabelecimento dos requerimentos: definição e divulgação dos critérios de avaliação e requisitos mínimos que serão considerados nas análises. Desenvolvimento e capacitação de fornecedores e licenciados: comunicação antecipada e intensiva de necessidades até 2016, juntamente com requerimentos e guias específicos para auxiliar os fornecedores. Nesta etapa, estão incluídos workshops e treinamentos para fornecedores, patrocinadores e licenciados, com foco nos setores identificados como críticos. Contratações: inclusão dos requerimentos de sustentabilidade e critérios de avaliação ao longo do processo de contratação de bens e serviços, especialmente nas análises de custo total de aquisição e de ciclo de vida. Esta avaliação também engloba auditorias das informações repassadas ao Comitê Rio Gestão dos contratos e monitoramento da conformidade dos fornecedores e licenciados: inclusão dos aspectos de sustentabilidade nos mecanismos de gestão de fornecedores, como: gestão de cadastros, revisão de auditorias, relatórios e ações corretivas. Estas atividades serão aplicadas de maneira contínua após a implementação de cada contrato. Dissolução e gestão da destinação final dos produtos: planejamento e controle da destinação final de todos os produtos, embalagens e resíduos, através de um planejamento logístico integral.

6 2 DEFINIÇÃO DOS REQUERIMENTOS Requerimentos de sustentabilidade são considerados em todos os processos de contratação de bens e serviços junto a fornecedores, patrocinadores e licenciados. O Comitê Rio 2016 informará antecipadamente sempre que algum requerimento não apresentado neste guia como mandatório for considerado como tal em um processo específico. O Comitê Rio 2016 encoraja todos os possíveis fornecedores, patrocinadores e licenciados que ainda não o tenham feito a iniciarem desde já a implantação dos requerimentos aqui descritos em seus processos produtivos e práticas de negócios. Desta forma, será possível desenvolver processos internos que tornem os parceiros cada vez mais eficientes, competitivos e capazes de agregar valor tanto à cadeia do Rio 2016 como ao mercado de maneira geral. O Comitê Rio 2016 analisará o nível de atendimento por parte de fornecedores, patrocinadores e licenciados aos requerimentos de sustentabilidade para realizar duas classificações: Seleção de novos fornecedores, patrocinadores ou licenciados: os critérios de sustentabilidade serão uma das dimensões do processo decisório, servindo de suporte à apuração dos custos, impactos e benefícios totais de cada contratação. Acompanhamento do desempenho e evolução: fornecedores, patrocinadores e licenciados contratados devem se comprometer com um Plano de Desenvolvimento que contenha metas claras de evolução em relação à sustentabilidade. 2.1 REQUERIMENTOS GERAIS Sistemas de Gestão O Comitê Rio 2016 entende que a adoção, por parte dos fornecedores, patrocinadores e licenciados, de Sistemas de Gestão relacionados à sustentabilidade e de certificados por organismos acreditados facilita a manutenção das melhores práticas de negócio no dia a dia das empresas. Por isso, o Rio 2016 estimula fornecedores, licenciados e patrocinadores a apresentarem as seguintes certificações: ISO para Gestão da Qualidade ISO para Gestão Ambiental NBR ou SA e/ou comprovação da adoção das diretrizes da ISO para Gestão da Responsabilidade Social OHSAS para Gestão da Saúde e Segurança do Trabalho

7 O Comitê Rio 2016 considera a posse destas certificações um diferencial competitivo e refletirá isto no processo de avaliação. 2.2 PLANETA Nossa visão Fornecedores, patrocinadores e licenciados devem garantir que os produtos e serviços contratados sejam produzidos e comercializados de maneira a minimizar o impacto no meio ambiente. Emissão de gases de efeito estufa O Comitê Rio 2016 tem por objetivo minimizar as emissões de dióxido de carbono e dos demais Gases de Efeito Estufa (GEE) resultantes de suas operações. Por isso e considerando que os custos de compensação serão, sempre que possível, incorporados às análises de custo total de aquisição de produtos e serviços, a gestão eficiente das emissões pelos fornecedores nas etapas de produção e distribuição é um importante diferencial competitivo sob os pontos de vista técnico e comercial. Os critérios de mensuração dos GEE e as contratações para as quais a mensuração será mandatória serão divulgados nas próprias concorrências. Substâncias e materiais nocivos Os fornecedores devem evitar utilizar ou fornecer produtos que exijam, em sua fabricação, distribuição ou descarte, materiais ou substâncias nocivas ao ser humano ou ao meio ambiente. O fornecedor deve seguir as premissas do Guia de Substâncias e Materiais Nocivos, elaborado pelo Comitê Rio 2016 e disponível em Embalagens O Comitê Rio 2016 pretende tratar e reciclar os resíduos gerados na preparação e operação dos Jogos. Para isso, é fundamental que a utilização de embalagens seja otimizada. A utilização de embalagens primárias, secundárias e terciárias deve respeitar as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que estabelece a seguinte hierarquia de ações na gestão dos materiais e embalagens: evitar, reduzir, reutilizar, reciclar e, por último, realizar o tratamento dos resíduos sólidos e a disposição final adequada dos rejeitos. A fabricação das embalagens deve buscar atender às diretrizes de Desenho Sustentável (EcoDesign), minimizando a utilização de materiais e seus impactos ambientais nas etapas de distribuição e descarte. É desejável que toda a embalagem seja produzida

8 conforme a certificação ISO (Integração de Aspectos Ambientais no Projeto e Desenvolvimento do Produto). Sempre que possível, as embalagens devem ser feitas com materiais recicláveis e reciclados. É obrigatória a adoção de Rotulagem Ambiental Tipo II (autodeclarações), conforme a ISO , para que esteja sempre e claramente indicada a melhor maneira de lidar com a embalagem após sua utilização. A adoção de Rotulagem Ambiental Tipo I (selos verdes) é desejável. Qualquer exceção a estas regras deve ser previamente justificada pelo fornecedor ou licenciado e aprovada pelo Comitê Rio Conforme a PNRS, os fornecedores devem praticar uma gestão integrada de seus resíduos por logística reversa. Assim, sempre que solicitados pelo Comitê Rio 2016, os fornecedores, patrocinadores e licenciados deverão recolher as embalagens para tratamento e reciclagem, arcando com os custos envolvidos. O fornecedor deve seguir as premissas do Guia de Embalagens, elaborado pelo Comitê Rio 2016 e disponível em Madeira e celulose Todo material florestal, como madeira e papel utilizados em construções e no planejamento e operação dos Jogos, deve vir de fontes legais e responsáveis. O Manejo Florestal e a Cadeia de Custódia devem ser certificados pelo Forest Stewardship Council (FSC), pelo Programa Brasileiro de Certificação Florestal (Cerflor/PEFC) ou programa internacional similar certificado pelo esquema PEFC. Sempre que solicitados, fornecedores de madeira deverão enviar ao Comitê Rio 2016 comprovações da legalidade da madeira fornecida, como Autorização de Exploração (Autex), notas fiscais e toda a Cadeia de Documentos de Origem Florestal (DOF). Sempre que possível, produtos de papel devem ser compostos exclusivamente de fibras recicladas, com o maior percentual de aparas pós-consumo e cumprindo os níveis mínimos definidos na norma ABNT NBR 15755:2009. Para maior rastreabilidade dos produtos madeireiros certificados pelo FSC, o Comitê Rio 2016 fará uso da plataforma de declarações on-line do FSC (OCP), que visa a conectar fornecedores e clientes. A OCP funciona como um banco de dados onde fornecedores e clientes têm acesso a toda a documentação sobre a certificação da cadeia de custódia de determinado produto FSC. Por esta ferramenta, é possível acompanhar todos os fornecedores e produtos certificados que o Comitê Rio 2016 adquire. Para um melhor entendimento sobre a obtenção de certificação FSC ou Cerflor/PEFC de Manejo Sustentável e Cadeia de Custódia, verifique o Guia de Produtos Madeireiros, elaborado pelo Comitê Rio 2016 e disponível em

9 Eficiência energética Fornecedores, patrocinadores e licenciados devem procurar maximizar a eficiência energética de suas cadeias produtivas, minimizando o impacto ambiental da produção e otimizando os custos relacionados à energia. Da mesma forma, o Comitê Rio 2016 irá priorizar a aquisição de produtos com alto nível de eficiência energética ou que possibilitem reduções diretas ou indiretas no consumo de energia. Para produtos que façam parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), o Comitê Rio 2016 buscará itens com a classificação A na Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence - Inmetro/Procel). Recursos hídricos e tratamento de efluentes O Comitê Rio 216 entende que os recursos hídricos devem ter seu uso racionalizado através da adoção de planos de gestão e manejo sustentável por parte de fornecedores de produtos e prestadores de serviços, patrocinadores e licenciados. Fornecedores, patrocinadores e licenciados devem maximizar a eficiência na utilização da água em seus processos produtivos e operações do dia a dia institucional. Assim, os efluentes gerados nos processos produtivos, industriais ou não, devem ser corretamente destinados e, sempre que possível, receber tratamento visando à reutilização. 2.3 PESSOAS Nossa visão Fornecedores, patrocinadores e licenciados devem adotar práticas trabalhistas éticas e responsáveis, dentro de normas mundialmente aceitas, de modo a contribuir para transformações sociais positivas. Práticas de trabalho Fornecedores, patrocinadores e licenciados devem garantir que as condições de trabalho de empregados e subcontratados nas instalações de fabricação e fornecimento dos produtos e serviços atendam aos requerimentos mínimos do Código Básico da Iniciativa Ética Comercial (IEC) / Ethical Trading Initative (ETI), disponível no site da IEC: O emprego será escolhido livremente A liberdade de associação e o direito às negociações coletivas serão respeitados As condições de trabalho serão seguras e higiênicas Mão de obra infantil não será usada Salários dignos serão pagos

10 As horas de trabalho não serão excessivas Não haverá discriminação Será proporcionado trabalho formal Tratamento desumano e degradante não será permitido O Comitê Rio 2016 não contrata empresas que estejam na Lista Suja do Trabalho Escravo, publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, disponível para consulta no site: Sempre que solicitados pelo Comitê Rio 2016 ou por um representante ou auditor, fornecedores, patrocinadores e licenciados devem fornecer todas as informações sobre suas condições de trabalho e instalações e, de maneira ampla e transparente, garantir o acesso a elas. Não discriminação e valorização da diversidade O Comitê Rio 2016 elaborou o Manifesto da Diversidade, disponível em seu site oficial. O texto expressa o compromisso dos Jogos com a diversidade e descreve os valores a serem compartilhados entre fornecedores, patrocinadores e licenciados. O Comitê Rio 2016 incentiva a adoção de práticas que ampliem a participação, em sua cadeia de suprimentos, de micro, pequenas e médias empresas dos mais variados segmentos e grupos sociais, como forma de oferecer oportunidades de negócio ao maior número possível de membros do mercado. Práticas em defesa da criança e adolescente O fornecedor, licenciado ou patrocinador dos Jogos Rio 2016 deve assegurar que, em seus processos e em sua cadeia de suprimentos, haja políticas estruturadas contra o trabalho infantil e qualquer forma de exploração, assim como seja cumprida a legislação vigente de proteção à criança e ao adolescente. O Comitê Rio 2016 estimula seus fornecedores, licenciados e patrocinadores a seguir as boas práticas recomendadas pela World Childhood Foundation (www.childhood.org.br), instituição internacional criada em 1999 que influencia o setor privado na prevenção e proteção da exploração sexual de crianças e adolescentes. 2.4 PROSPERIDADE Nossa visão Os processos de patrocínio, aquisição e licenciamento do Comitê Rio 2016 devem contribuir para o crescimento econômico a partir da qualificação do mercado fornecedor e da mão de obra local e nacional.

11 Desenvolvimento do mercado fornecedor local e nacional Em linha com a proposta de legado econômico trazida pelos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, o Comitê Rio 2016 está comprometido com contratações de bens e serviços que maximizem os impactos positivos no desenvolvimento de negócios na cidade e no estado do Rio de Janeiro, bem como em todo o Brasil. O Comitê Rio 2016 contribui para o desenvolvimento e capacitação do mercado fornecedor através da comunicação antecipada e intensiva de demandas, da realização de oficinas e treinamentos e da publicação de guias e manuais. Nossos fornecedores, patrocinadores e licenciados são, por sua vez, parceiros nessas iniciativas, devendo estendê-las às suas próprias cadeias produtivas. Paralelamente às ações que serão promovidas pelo Comitê Rio 2016, recomendamos que fornecedores e licenciados procurem materiais e programas de capacitação em sustentabilidade e ecoeficiência já existentes no mercado, elaborados por entidades especializadas. Práticas anticorrupção O Comitê Rio 2016 pretende garantir que seus processos de contratação sejam livres de qualquer prática de corrupção. Por isso, o Rio 2016 impõe a todos seus diretores e funcionários um Código de Ética, que inclui um regulamento anticorrupção e um canal para denúncias e consultas. Todas as políticas éticas estão sujeitas a revisão anual e reporte ao Comitê de Conduta e Ética. Fornecedores e licenciados também estão obrigados a declarar todos os conflitos conhecidos, percebidos ou potenciais de interesse, os quais podem envolver diretorias, negócios privados e clientes existentes. O Comitê Rio 2016 não contrata empresas que estejam no Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (Ceis), mantido pela Controladoria-Geral da União. Da mesma forma, o Comitê Rio 2016 encoraja fornecedores, patrocinadores e licenciados a assinar o Pacto Empresarial pela Integridade e contra a Corrupção, disponível para consulta no site: Redução de custos e aumento da competitividade O Comitê Rio 2016 entende que a implementação de um programa de sustentabilidade por parte dos fornecedores pode minimizar significativamente os custos em suas cadeias produtivas graças à otimização dos processos, o que resulta em redução ou reaproveitamento de materiais e insumos. Da mesma forma, produtos e serviços resultantes destes processos agregam valor aos clientes, conferindo um diferencial competitivo ao fornecedor. Os requerimentos deste guia têm por objetivo auxiliar fornecedores, patrocinadores e licenciados na adoção de melhorias em seus processos, assegurando a oferta de produtos e serviços mais competitivos.

12 Desenvolvimento da mão de obra local Fornecedores, patrocinadores e licenciados são parceiros do Comitê Rio 2016 na criação de oportunidades de emprego e de programas de treinamento. E, como parceiros, é recomendável que alinhem seus processos de recrutamento e treinamento aos requerimentos dos Jogos Rio 2016, de forma a favorecer a implementação das práticas exigidas pelo Comitê Organizador do evento. Criação de oportunidades para micro, pequenas e médias empresas O Comitê Rio 2016 pretende fomentar o desenvolvimento de micro, pequenas e médias empresas (PMEs), comunicando em larga escala seus requerimentos e demandas e atuando em parceria com diversas organizações, em especial o Sebrae, com o qual o Comitê Rio 2016 assinou um acordo de cooperação técnica. Fornecedores, patrocinadores e licenciados devem participar deste esforço, criando oportunidades para as PMEs em suas próprias cadeias de suprimentos. Por sua vez, as micro, pequenas e médias empresas também precisam participar ativamente deste processo, buscando materiais e meios de capacitação.

13 3 DESENVOLVIMENTO DOS FORNECEDORES Com o intuito de desenvolver o mercado fornecedor de produtos e serviços, o Comitê Rio 2016 selecionou alguns tópicos e categorias para os quais disponibilizará guias explicativos e serão realizados workshops, quando necessário. São eles: Embalagens: apresenta os principais tipos de embalagens disponíveis no mercado, as certificações, os critérios e requerimentos do Comitê Rio 2016, assim como as boas práticas existentes. Substâncias e materiais nocivos: apresenta os produtos e materiais com o uso proibido ou restrito nos Jogos Rio 2016, assim como seus itens substitutos e ações corretivas ou mitigadoras. Produtos madeireiros: apresenta as definições e os tipos de extração de madeira existentes, o que é certificação, quais estão disponíveis e o passo a passo de sua obtenção. Contratação de mão de obra: apresenta as formas de contratação temporária e as especificidades das categorias de trabalhado mais críticas. Sustentabilidade para produtos têxteis: apresenta boas práticas que podem ser adotadas dentro das fábricas e nos processos produtivos para reaproveitar materiais, aplicando conceitos de Produção mais Limpa (P+L), e detalha a certificação de qualidade e sustentabilidade Qual. Tendas sustentáveis: apresenta um panorama das tendas convencionais e materiais de estrutura e vedação alternativos e sustentáveis, além de trazer propostas para a dissolução das mesmas. Sustentabilidade para pisos esportivos: apresenta os pisos das instalações dos Jogos Rio 2016 (grama natural, grama sintética, areia e borracha) e as alternativas para uso e dissolução. Sustentabilidade para plásticos: apresenta a utilização convencional dos plásticos nos Jogos Rio 2016, as alternativas sustentáveis e a dissolução mais adequada. Gerenciamento sustentável de produtos eletroeletrônicos: apresenta os principais eletroeletrônicos dos Jogos Rio 2016 e as práticas que devem ser adotadas na extração da matéria-prima e no processo produtivo (passando por aspectos trabalhistas, de

14 consumo energético e beneficiamento), além da dissolução mais adequada para tais aparelhos. Gerenciamento de resíduos sólidos: apresenta os principais conceitos e leis relacionados ao tema e um passo a passo para que o fornecedor desenvolva um Programa de Gerenciamento Sólido em suas instalações. Sustentabilidade de materiais e serviços de impressão: apresenta as principais matérias-primas e as boas práticas que devem ser adotadas em todos os processos da produção (pré, impressão e pós). Boas práticas de manejo e transporte de cavalos: apresenta os cuidados que o operador logístico de cavalos precisa ter no transporte e manejo dos animais para as competições. Design e especificação de lixeiras: apresenta as especificações técnicas para os contentores de resíduos sólidos dos Jogos, conforme a legislação vigente e a Política de Gerenciamento de Resíduos Sólidos do Comitê Rio Sinalização sustentável: apresenta os principais materiais utilizados por sinalização e Look of the Games, analisando o ciclo de vida, alternativas sustentáveis e formas de dissolução de cada um. Sustentabilidade para serviços de alimentação: apresenta os principais tipos de serviço de alimentação dos Jogos Rio 2016, assim como certificações, alimentação orgânica, maximização no uso de embalagens, transporte e boas práticas a serem utilizadas pelos cateres. Sustentabilidade para geradores: apresenta os principais tipos de geradores e os combustíveis mais sustentáveis. Equipamento de proteção individual: apresenta os equipamentos de segurança que devem ser utilizados por funcionários em exposição a substâncias nocivas ou de alta periculosidade. Cadastro no Sedex Global: auxilia o fornecedor a compreender os princípios do Sedex e a se cadastrar no banco de dados. Logo após sua publicação, todos os guias são disponibilizados para livre acesso e consulta no portal de Suprimentos do Rio 2016:

15 4 CONTRATAÇÕES Inclusão dos requerimentos nos processos de contratação Requerimentos mandatórios serão incluídos nas especificações dos produtos e serviços a contratar para garantir que sejam consideradas nas negociações exclusivamente soluções que atendam aos requerimentos mínimos. Cabe ressaltar que, além dos requerimentos estabelecidos neste guia, o Comitê Rio 2016 também poderá definir exigências para processos específicos, as quais serão divulgadas na documentação das contratações em questão. Critérios de avaliação e Custo Total de Aquisição O Comitê Rio 2016 fará contratações com base no Custo Total de Aquisição (TCO, na sigla em inglês), analisando, em função de seus requerimentos e premissas, os componentes de preço relativos a transporte, uso e consumo, gerenciamento, manutenção, desmobilização e destinação final. Essas análises consideram, de maneira transversal, os aspectos de sustentabilidade, como consumo energético, consumo de água, emissões de gases de efeito estufa e geração de resíduos sólidos. Neste contexto, o Comitê Rio 2016 auxiliou o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e empresas associadas na elaboração do Manual de Compras Sustentáveis (disponível em onde é apresentada uma ferramenta que utiliza aspectos de sustentabilidade para auxiliar na seleção de fornecedores. Esta ferramenta destaca o desempenho do fornecedor no quesito de sustentabilidade a partir de uma ótica de geração de valores: reputação gerada, redução de riscos de não conformidades e eficiência operacional. Os fornecedores das categorias às quais a ferramenta é aplicada devem responder a um questionário contendo requerimentos de sustentabilidade alinhados às premissas das áreas de Sustentabilidade e Suprimentos do Comitê Rio Declaração de Conduta Sustentável O Comitê Rio 2016 desenvolveu uma Declaração de Conduta Sustentável, que está anexa à RFP e disponível também no portal de Suprimentos. Ao preencher, assinar e devolver esta Declaração ao Comitê Rio 2016, o fornecedor diz estar ciente dos requerimentos de sustentabilidade dos Jogos Rio 2016 e se compromete a segui-los.

16 4.1 AUDITORIAS Avaliação final Com o objetivo de garantir contratações éticas e dentro dos padrões de sustentabilidade, o Comitê Rio 2016 firmou uma parceria com o Sedex Global, banco de dados digital destinado a fornecedores e compradores onde estão compartilhadas informações relevantes para o acompanhamento do risco das empresas. Nos casos em que for identificado risco, o Comitê Rio 2016 fará uso de auditorias conforme a metodologia do SMETA 4 pillars (Sedex Members Ethical Trade Audit). A auditoria deve ser realizada antes da assinatura do contrato e, no caso de alguma não conformidade, a empresa deve apresentar plano de ação corretiva. Todos os fornecedores que precisarem fazer o cadastro no Sedex Global e/ou auditoria SMETA serão informados com antecedência e contarão com o auxílio do Comitê Rio 2016 em todo o processo. Sedex Global O Sedex é uma entidade agremiativa sem fins lucrativos dedicada ao desenvolvimento de práticas de negócio responsáveis e éticas nas cadeias globais de suprimento. A plataforma on-line permite aos membros armazenar, compartilhar e prestar informações em quatro áreas-chave: Normas trabalhistas Saúde e segurança Meio ambiente Ética comercial Para compradores, o Sedex oferece um sistema de coleta e análise de informações sobre práticas comerciais éticas e responsáveis em sua cadeia de suprimentos. Para fornecedores, o Sedex oferece uma maneira eficiente, segura e de boa relação custo-benefício para compartilhar informações com diversos clientes. Os fornecedores podem ser acionados a realizar o cadastro na ferramenta e responder ao Self Assessment Questionnaire, questionário com informações sobre a empresa. Após esta etapa, o potencial fornecedor, patrocinador ou licenciado pode ser solicitado a fazer a auditoria SMETA 4 pillars. Auditoria SMETA 4 pillars A Auditoria de Comércio Ético dos Membros do Sedex (Sedex Members Ethical Trade Audit SMETA) foi criada pelo Grupo de Auditores Associados do Sedex (AAG) e abrange os quatro pilares descritos no Sedex (normas trabalhistas, saúde e segurança, meio ambiente e ética comercial).

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