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1 LITERATURA PRÉ-VESTIBULAR LIVRO DO PROFESSOR

2 IESDE Brasil S.A. É proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo, sem autorização por escrito dos autores e do detentor dos direitos autorais. I229 IESDE Brasil S.A. / Pré-vestibular / IESDE Brasil S.A. Curitiba : IESDE Brasil S.A., [Livro do Professor] 360 p. ISBN: Pré-vestibular. 2. Educação. 3. Estudo e Ensino. I. Título. CDD Disciplinas Língua Portuguesa Literatura Matemática Física Química Biologia História Geografia Produção Autores Francis Madeira da S. Sales Márcio F. Santiago Calixto Rita de Fátima Bezerra Fábio D Ávila Danton Pedro dos Santos Feres Fares Haroldo Costa Silva Filho Jayme Andrade Neto Renato Caldas Madeira Rodrigo Piracicaba Costa Cleber Ribeiro Marco Antonio Noronha Vitor M. Saquette Edson Costa P. da Cruz Fernanda Barbosa Fernando Pimentel Hélio Apostolo Rogério Fernandes Jefferson dos Santos da Silva Marcelo Piccinini Rafael F. de Menezes Rogério de Sousa Gonçalves Vanessa Silva Duarte A. R. Vieira Enilson F. Venâncio Felipe Silveira de Souza Fernando Mousquer Projeto e Desenvolvimento Pedagógico

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5 Parnasianismo e simbolismo brasileiro Características O Parnasianismo é o Realismo na poesia, contudo, há uma diferença essencial entre essas duas estéticas. Enquanto os prosadores realistas preocupavam-se em criticar a sociedade na qual estavam inseridos, os parnasianos se mantinham à parte das questões sociais. O objetivo era simplesmente a perfeição formal e temática. A perfeição formal estava relacionada à construção exata, milimétrica da forma poética e a objetividade temática era a busca da demonstração de uma poesia emocionalmente equilibrada, negando toda e qualquer forma de sentimentalismo. Percebe-se, então, que o Parnasianismo, por ser uma estética artística vinculada ao Realismo, também nega o Romantismo. O Parnasianismo começa no Brasil em 1882 e tem como principais nomes Alberto de Oliveira, Raimundo Correia e Olavo Bilac. Por que Parnasianismo? O nome Parnasianismo utilizado no Brasil surgiu devido ao fato de nossos poetas terem se inspirado nas poesias da coletânea francesa Parnasse Contemporain, composta por poemas de alguns poetas como Leconte de Lisle, Téophile Gautier e Banville. Parnaso é um monte que está situado na Grécia, mais especificamente em Delfos (Grécia central, ao norte da região do Peloponeso e à noroeste de Atenas). Lá se encontravam as Musas Délficas, que dançavam e cantavam acompanhadas por Apolo, o seu líder. Tais musas moravam geralmente próximas a riachos e fontes. Seus pais eram Zeus e Mnemosine ou Urano e Gaia. Arte pela arte A literatura parnasiana não se preocupava com as questões sociais do contexto em que se inseria. Buscava-se somente a perfeição da forma a ser elaborada. Almejava-se a imitação perfeita do objeto tratado, por esse motivo vemos nas poesias parnasianas um excesso descritivista na intenção de criar um objeto literário nítido. Esteticismo Por esse termo entende-se culto da forma. Tal característica revela-se na aplicação rígida de alguns recursos estilísticos: Rima rica Consiste em estabelecer rimas entre termos de classes gramaticais diferentes, (um verbo rimando com um adjetivo, um substantivo com um advérbio, um substantivo com um adjetivo) como nos termos destacados neste trecho de um poema de Alberto de Oliveira: Quando a valsa acabou, veio à janela, (substantivo) Sentou-se. O leque abriu. Sorria e arfava Eu, viração da noite, a essa hora entrava E estaquei, vendo-a decotada e bela. (adjetivo) 1

6 Metrificação Todos os poemas parnasianos possuem uma métrica definida, pois era uma das maneiras de se atingir a tão visada perfeição. Muitos desses poemas foram escritos em verso alexandrino (doze sílabas poéticas) e em versos decassílabos. Leia este trecho de A cavalgada, de Raimundo Correia, e observe que todos os versos possuem o mesmo número de sílabas: dez. Racionalismo Para conseguir atingir a objetividade, a clareza, a imparcialidade e a impassibilidade, o poeta parnasiano constrói sua poesia através da razão. Dessa forma, busca-se transmitir ao leitor, harmonia e equilíbrio na forma e no tema. Cultura greco-latina 2 São / fi /dal /gos / que / vol /tam / da / ca /ça /da; Vêm / a /le /gres,/ vêm / rin /do, / vêm / can /tan /do, E as / trom /pas / a / so /ar / vão / a /gi /tan /do O / re / man / so / da / noi / te em / bal / sa / ma / da Soneto e chave de ouro O soneto foi a forma poética mais produtiva no Parnasianismo. Ele é formado por dois quartetos e dois tercetos. Sendo o último verso, geralmente, uma chave-de-ouro, que é o final de efeito, no qual se revela a mensagem plena da poesia, a sua síntese. Veja este soneto de Olavo Bilac: Música Brasileira Tens, às vezes, o fogo soberano Do amor: encerras na cadência, acesa Em requebros e encanto de impureza, Todo o feitiço do pecado humano. Mas, sobre essa volúpia, erra a tristeza Dos desertos, das matas e do oceano: Bárbara poracé, banzo africano, E soluços de trova portuguesa. És samba e jongo, xiba e fado, cujos Acordes são desejos e orfandades De selvagens, cativos e marujos: E em nostalgias e paixões consistes, Lasciva dor, beijo de três saudades, Flor amorosa de três raças tristes. A cultura greco-latina é recuperada no Parnasianismo em dois aspectos. O primeiro é quanto à utilização de temas recorrentes à cultura clássica, à sua mitologia; e o segundo refere-se aos preceitos de harmonia e equilíbrio herdados dessa cultura. Universalismo O poeta parnasiano busca atingir valores estéticos e morais que alcancem o perene, o eterno, o absoluto. Como os prosadores realistas, também buscavam a criação da obra atemporal. Desvinculação da crítica social Na arte parnasiana, a poesia está liberta de qualquer finalidade utilitária. O poema possui seu valor em si mesmo, em sua perfeição formal e temática, e não no seu assunto. Não há vínculos com as questões sociais da época. Os poetas parnasianos mantêm sua poesia à parte do contexto ao qual estão inseridos. Em vista disso, teremos diversas poesias em que se descreve um determinado objeto ou uma determinada cena. Parnasianismo no Brasil O Parnasianismo começa no Brasil no ano de 1882, com a publicação de Fanfarras, de Teófilo Dias. Os poetas parnasianos afastaram-se totalmente dos problemas existentes no Brasil. Fecharam seus olhos para todos os aspectos negativos de seu país. Acabaram tentando imitar o estilo de vida das grandes metrópoles europeias, como Paris, vivendo em um contexto artificial que buscava reproduzir a Belle Époque europeia, uma vida de luxos. No Parnasianismo, o que se vê é a tentativa de criar um mundo à parte do contexto em que surge. Nega-se a pobreza, a sujeira, a miséria de um povo num país subdesenvolvido. Tal estética e sua ideologia irão perdurar até 1922, quando temos uma virada na Literatura Brasileira: A Semana de Arte Moderna.

7 Autores e obras Os principais escritores do Parnasianismo são Alberto de Oliveira, Raimundo Correia e Olavo Bilac. Eles formam a chamada Tríade Parnasiana. Alberto de Oliveira Antônio Mariano Alberto de Oliveira nasceu em Palmital de Saquarema (RJ) no ano de Formou-se em Farmácia em Ao longo de sua vida exerceu funções públicas como a de diretor geral da Instrução. Em 1897 torna-se o fundador da cadeira número oito da Academia Brasileira de Letras. Falece em Suas principais obras são Meridionais (1884) e Versos e Rimas (1895). Características e temas Alberto de Oliveira é dos escritores parnasianos o que mais rigidamente seguiu os preceitos da estética vigente. Sua obra se caracteriza por um total descompromisso com a realidade. Seus poemas centram-se em reproduzir objetos de arte e a natureza, em alguns temos também a descrição da figura feminina. Leia Vaso Chinês. Domínio público. Estranho mimo aquele vaso! Vi-o, Casualmente, uma vez, de um perfumado Contador sobre o mármor luzidio, Entre um leque e o começo de um bordado. Fino artista chinês, enamorado, Nele pusera o coração doentio Em rubras flores de um sutil lavrado, Na tinta ardente de um calor sombrio. Mas, talvez por contraste à desventura, Quem o sabe?... de um velho mandarim Também lá estava a singular figura. Percebe-se em sua obra uma concepção estética daquilo a ser retratado. Outra obra desse parnasiano ortodoxo : O Muro É um velho paredão, todo gretado, Roto e negro, a que o tempo uma oferenda Deixou num cacto em flor ensanguentado E num pouco de musgo em cada fenda. Serve muito de encerro a uma vivenda; Protegê-la e guardá-la é seu cuidado; Talvez consigo esta missão compreenda, Sempre em seu posto, firme e alevantado. Horas mortas, a lua o véu desata, E em cheio brilha; a solidão se estrela Toda de um vago cintilar de prata; E o velho muro, alta a parede nua, Olha em redor, espreita a sombra, e vela, Entre os beijos e lágrimas da lua. Raimundo Correia Raimundo da Mota Azevedo Correia nasceu na costa litorânea do Maranhão, a bordo de um barco no ano de Estudou Direito em São Paulo, tornando-se bacharel em Na década de 1890, dedicou-se à vida diplomática. Foi um dos fundadores da ABL (cadeira n. 5). Falece em Paris, no ano de Suas principais obras são: Sinfonias (1883) e Aleluias (1891). Domínio público. Características e temas Que arte em pintá-la! A gente acaso vendo-a, Sentia um não sei quê com aquele chim De olhos cortados à feição de amêndoa. Além dos temas convencionais como a descrição de objetos e sua perfeição formal, a cultura clássica e a descrição da natureza temos um traço característico na poesia de Raimundo Correia: a poesia filosófica ou meditativa. 3

8 Mal Secreto Se a cólera que espuma, a dor que mora N alma, e destrói cada ilusão que nasce, Tudo o que punge, tudo o que devora O coração, no rosto se estampasse; Se se pudesse, o espírito que chora, Ver através da máscara da face, Quanta gente, talvez, que inveja agora Nos causa, então piedade nos causasse! Quanta gente que ri, talvez, consigo Guarda um atroz, recôndito inimigo, Como invisível chaga cancerosa! Quanta gente que ri, talvez existe, Cuja ventura única consiste Em parecer aos outros venturosa! No poema visto, encontramos versos que expressam melancolia e tristeza frente à vida. O poeta toma uma postura existencial de desilusão de perda dos sonhos. As pombas Vai-se a primeira pomba despertada... Vai-se outra mais... mais outra... enfim dezenas De pombas vão-se dos pombais, apenas Raia, sanguínea e fresca, a madrugada... E à tarde quando a rígida nortada Sopra, aos pombais de novo elas, serenas, Ruflando as asas, sacudindo as penas, Voltam todas em bando e revoada... Também dos corações onde abotoam, Os sonhos, céleres voam, Como voam as pombas dos pombais; Alguns críticos revelaram a fortíssima influência de alguns escritores franceses na obra de Raimundo Correia como Gautier e Metastásio. O poema As Pombas é quase uma transcrição do poema Mademoiselle de Maupin, deste último. Porém, isso não diminui a incrível força lírica dos versos do parnasiano. Olavo Bilac Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac, nasceu no ano de 1865, na cidade do Rio de Janeiro. Estudou Medicina, porém interrompeu tal curso e matriculouse na Faculdade de Direito de São Paulo, também não concluindo. Dedicou-se à vida jornalística e exerceu funções em cargos públicos como inspetor escolar do Distrito Federal. Apoiava veementemente o serviço militar obrigatório. Foi eleito o Príncipe dos Poetas Parnasianos. Faleceu em Suas principais obras são: Poesias (1888) e Tarde (1919). Domínio público. Características e temas A obra de Olavo Bilac surge quando o Parnasianismo já está fixado como estética artística predominante no meio social. Sua obra vem confirmar os preceitos parnasianos: a busca da perfeição formal, a utilização de decassílabos e alexandrinos, a temática greco-latina. Além disso, temos a preocupação constante em aplicar em seus poemas a chave de ouro. O poema Profissão de Fé é a definição precisa do seu ideal poético e consequentemente a do Parnasianismo. Leia alguns trechos deste poema. Profissão de Fé (...) Invejo o ourives quando escrevo: Imito o amor Com que ele, em ouro, o alto relevo Faz de uma flor. 4 No azul da adolescência as asas soltam, Fogem. Mas aos pombais as pombas voltam, E eles aos corações não voltam mais... Imito-o. E, pois, nem de Carrara A pedra firo: O alvo cristal, a pedra rara, O ônix prefiro

9 Por isso, corre, por servir-me, Sobre o papel A pena, como em prata firme Corre o cinzel. (...) Torce, aprimora, alteia, lima A frase; e, enfim, No verso de ouro engasta a rima, Como um rubim. Quero a estrofe cristalina, Dobrada ao jeito Do ourives, saia da oficina Sem um defeito. (...) Assim procedo. Minha pena Segue esta norma, Por te servir, Deusa serena, Serena Forma! (...) Direis agora: Tresloucado amigo! Que conversas com ela? Que sentido Tem o que dizem, quando estão contigo? E eu vos direi: Amai para entendê-las! Pois só quem ama pode ter ouvido Capaz de ouvir e entender estrelas. Tem-se ainda em sua obra a poesia meditativa, encontrada principalmente nas obras Alma Inquieta e Viagens e a poesia nacionalista. No poema épico O Caçador de Esmeraldas, o poeta exalta a figura do bandeirante Fernão Dias Paes Leme e no livro Tarde se observam descrições que buscam exaltar a terra brasileira. Leia um trecho de O Caçador de Esmeraldas. Foi em março, ao findar das chuvas, quase à entrada Do outono, quando a terra, em sede requeimada, Bebera longamente as águas da estação, Que, em bandeira, buscando esmeraldas e prata, À frente dos peões filhos da rude mata, Fernão Dias Paes Leme entrou pelo sertão. O que diferencia e destaca Bilac dos demais formadores da tríade parnasiana é que foge da impassibilidade tão almejada por esta corrente. Suas poesias apresentam um lirismo sentimental e versam sobre o amor, de duas formas: o amor sensual e o amor espiritual. Neste o que se observa é a idealização amorosa e naquele o amor permeado pelo erotismo. Leia o poema XIII de Via Láctea, relacionado ao amor espiritualizado. Via Láctea Poema XIII Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso! E eu vos direi, no entanto, Que, para ouvi-las, muita vez desperto E abro as janelas, pálido de espanto... E conversamos toda a noite, enquanto A via láctea, como pálio aberto, Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto, Inda as procuro pelo céu deserto. Simbolismo O Simbolismo nasce na Europa, mais especificamente na França, no ano de 1886 com o Manifesto Simbolista, de Jean Moréas, publicado no jornal Le Figaro, como uma oposição ao pensamento lógicoracional originário das teorias cientificistas da metade do século XIX. O que se observa é uma recusa à concepção técnico-analítica do mundo (Alfredo Bosi). O simbolista, desconfortável no contexto cultural no qual está inserido, descrente das possibilidades de se apreender a realidade a partir de uma análise objetiva dos fatos pressuposto positivista, irá buscar uma outra forma de expressão da realidade: a introspecção. Esse novo artista não vê sentido na realidade em si mesma, mas no que a sua intuição afirma sobre ela. Para conseguir manifestar estas intuições, utilizar-se-á de símbolos originais criados a partir de sua mais profunda e obscura subjetividade: o subconsciente e o inconsciente. Fará uma poesia antiintelectual, não racionalizada na qual construirá imagens e não mais conceitos. 5

10 6 A partir dessa poesia hermética, destrói-se a poética tradicional. O Simbolismo será o caminho de abertura para as estéticas vanguardistas que surgirão no início do século vinte, como o Expressionismo e o Surrealismo. Contexto histórico Vemos, no final do século XIX, o decréscimo da influência das doutrinas racionalistas até então vigentes. O progresso industrial segue a todo vapor comandado pela alta burguesia, que aumenta cada vez mais o seu poder econômico e sua influência política. Com o progresso industrial tardio de alguns países europeus como Alemanha (unificada em 1870) e Itália (unificada em 1871), a luta por mercados consumidores e produtores de matérias-primas cresce, tendo como consequência uma desenfreada disputa por regiões da África: é o neocolonialismo. Voltam-se os olhos também para alguns países asiáticos. Tais conflitos tornam o fim do século XIX extremamente tenso. O começo de desentendimentos entre os países europeus acabará servindo de prenúncio para algo muito pior: a Primeira Guerra Mundial. O Realismo já não é mais capaz de explicar a complexidade desse contexto que vem se constituindo. Não é mais possível entender a realidade fazendo uma simples análise do objeto (algo exterior), deve-se voltar os olhos ao sujeito E é exatamente isso que o escritor simbolista faz: volta-se a si, fecha os olhos para o mundo para conseguir enxergar o seu âmago, o seu universo interior, a única fonte de respostas para os dramas que o ser humano passa; é o apogeu do símbolo. Símbolo O símbolo para o escritor simbolista servia como um meio de traduzir o seu subconsciente e, até mesmo, o seu inconsciente. Encontra-se aí a justificativa da utilização de imagens como símbolos, pois, para expressar a sua mais íntima subjetividade, faz-se necessário a aplicação de algo que diga mais do que um simples conceito. Conceitos são percepções objetivas desenvolvidas a partir de um raciocínio lógico. Já os símbolos são tentativas de exemplificar, através de relações que não seguem uma lógica racionalizada, os sentimentos e intuições de quem os cria. Portanto, um símbolo fala mais do que um conceito pelo fato de não definir algo exato, preciso, mas, sim, de sugerir sensações e percepções acerca de algo que jamais pode ser definido em conceitos exatos: a emoção (o inconsciente, o subconsciente, as sensações). Dessa forma, a interpretação de um poema simbolista nunca é única ou objetiva, na medida em que nos fala sobre algo que não tem limites bem estabelecidos. Pode-se dizer que por esse motivo a extrema subjetividade das poesias o Simbolismo é a corrente literária do século XIX que mais se aproxima da música (a mais subjetiva das artes). Características Inimiga do ensinamento, da declamação, da falsa sensibilidade, da descrição objetiva, a poesia simbolista procura vestir a Ideia de uma forma sensível. (Jean Moréas, em seu manifesto simbolista) O Simbolismo também pode ser definido como uma estética literária desvinculada de um fim social. A preocupação do poeta centra-se em manifestar suas sensações através de símbolos, não havendo um compromisso utilitário em sua poesia (entendase compromisso utilitário como engajamento). O que se evidencia é, como no Parnasianismo, a arte pela arte, com a seguinte diferença: enquanto os parnasianos buscavam a perfeição da forma, os simbolistas buscavam a essência das coisas. Subjetividade profunda O escritor simbolista mergulha no seu subconsciente e no seu inconsciente para desenvolver suas impressões, expressar sua visão de mundo. Esse subjetivismo não é o mesmo que encontramos no Romantismo, voltado à vida interior mais superficial, expressa a partir do sentimentalismo. A subjetividade na poesia simbolista é muito mais profunda, revela o mundo da ilogicidade e do delírio. Indefiníveis músicas supremas, Harmonias da Cor e do Perfume... Horas do Ocaso, trêmulas, extremas, Réquiem do Sol que Dor da Luz resume... Sugestão Reinventando a linguagem, o artista amplifica a significação das palavras, atribuindo-lhes novos sentidos. Não há poesia simbolista que passe uma mensagem diretamente, todas são transmitidas a partir da sugestão. No Simbolismo, insinua-se, nunca se é direto ou claro. Há um hermetismo in-

11 tencional na significação por parte do artista, que prefere, com essa forma de linguagem, deixar sua obra aberta a mais do que uma interpretação; é o fim do descritivismo parnasiano. Não foi por acaso que o poeta simbolista francês Mallarmé disse: Descrever um objeto é suprimir três quartos da fruição de um poema, que é feito da felicidade de adivinhar pouco a pouco. Sugerir, eis o sonho. Musicalidade No Simbolismo construíram-se poemas preocupados com a sonoridade e a musicalidade (atingidas através da aliteração repetição de fonemas). Visavase, assim, atingir um maior grau de subjetividade e mistério. A musicalidade servia para potencializar a sugestão da poesia. Paul Verlaine, poeta simbolista, afirmava: De la musique avant tout chose. = Música antes de qualquer coisa Vozes veladas, veludosas vozes, Volúpias dos violões,vozes veladas, Vagam nos velhos vótices velozes Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas. Cruz e Sousa Para as Estrelas de cristais gelados As ânsias e os desejos vão subindo, Galgando azuis e siderais noivados De nuvens brancas a amplidão vestindo... O Simbolismo no Brasil O Simbolismo, no Brasil, tem seu início em 1893 com a publicação dos livros Missal e Broquéis, de Cruz e Souza, sendo o primeiro de poemas escritos em prosa, e o segundo em versos. É importante salientar que o Simbolismo foi uma corrente literária que se desenvolveu fora dos grandes centros urbanos do século XIX, localizandose principalmente nas capitais da Região Sul e em Minas Gerais. Nessa mesma época, nos dois principais centros urbanos e culturais do nosso país Rio de Janeiro e São Paulo era o Parnasianismo que estava em alta. Logo, percebe-se que a corrente parnasiana e a corrente simbolista acontecem paralelamente; entretanto, o Simbolismo surge dez anos depois do aparecimento do Parnasianismo. Ambas têm seu fim com a Semana de Arte Moderna, em Lembre-se de que o Realismo e o Naturalismo também aconteciam paralelamente às estéticas parnasiana e simbolista. Os dois principais escritores do Simbolismo no Brasil são Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimaraens. Autores e obras Sublimação e correspodências Há uma ânsia por pureza espiritual por parte do simbolista. Ele busca a todo custo o mundo essencial das coisas, livres da materialidade (densa). Tal objetivo só é plenamente alcançado quando a alma se desvencilha do corpo, ou seja, quando a morte chega. Objetos de cor branca e a própria cor branca são usados como símbolos dessa espiritualidade tão ansiada. O simbolista também se utiliza do recurso da sinestesia em seus poemas, estabelecendo correspondência entre os diferentes sentidos (olfato com paladar, visão com audição etc.) e construindo correlações inusitadas como a que se pode ler neste trecho: Cruz e Sousa João da Cruz e Souza nasceu em Desterro (atual Florianópolis), em Filho de escravos, vem a ter sua família alforriada e é adotado pelo seu dono, o marechal Guilherme Xavier de Sousa, que lhe dá o sobrenome e propicia-lhe os estudos. Vai embora de Santa Catarina em 1883, onde havia dirigido o jornal abolicionista Tribuna Popular. Em 1893, devido ao preconceito racial sofrido muda-se para o Rio de Janeiro, onde se casa com Gavita Rosa Gonçalves. Todos os seus filhos morrem prematuramente e sua mulher enlouquece. Em 1898 morre solitário em Sítio, Minas Gerais, vitimado pela tuberculose. Domínio público. 7

12 Suas obras principais foram: Broquéis (1893), Missal (1893), Faróis (1900), Últimos Sonetos (1905). Características e temas Cruz e Sousa renova a expressão poética em língua portuguesa a partir e uma linguagem revolucionária (Alfredo Bosi). Sua obra caracteriza-se pela presença da angústia e pelo sofrimento humano. O que se observa é a busca de uma transfiguração, como o próprio poeta fala, entendendo-a como um processo psicológico de sublimação, de busca da essência, de abandono da matéria, de espiritualização. Essa tendência na sua poesia se deve ao fato de ter sofrido imensamente na sua vida, fazendo com que procurasse, assim, algo de bom fora de sua biografia de derrotas. O poeta vence pela arte. O ser que é ser e jamais vascila Nas guerras imortais entra sem susto Leva consigo este brasão augusto Do grande amor, da grande fé tranquila. Os abismos carnais da triste argila Ele os vence sem ânsia e sem custo Fica sereno, num sorriso justo, Enquanto tudo em derredor oscila Ondas interiores de grandeza Dão esta glória em frente à Natureza Esse esplendor, todo esse largo eflúvio O ser que é ser transforma tudo em flores E para ironizar as próprias dores Canta por entre as águas do Dilúvio. Percebe-se também a angústia sexual, que também é sublimada, tornando-se uma idealização platônica (segundo o crítico Alfredo Bosi). Leia o poema Lésbia : Nesse lábio mordente e convulsivo, Ri, ri, risadas de expressão violenta O Amor, trágico e triste, e passa, lenta, A morte, o espasmo gélido, aflitivo... Outras características fundamentais da poesia de Cruz e Sousa são a musicalidade, atingida através da aliteração e repetição intencional de palavras; a obsessão pelo branco, relacionada a ideia de pureza e espiritualidade; a utilização de palavras raras e palavras com inicial maiúscula, buscando o valor absoluto e universal que a palavra passa; e a sinestesia. Encontramos todos esse aspectos no poema Antífona, uma espécie de poética do Simbolismo. Ó Formas alvas, brancas, Formas claras De luares, de neves, de neblinas!... Ó Formas vagas, fluidas, cristalinas... Incensos dos turíbulos das aras... Formas do Amor, constelarmente puras, De Virgens e de Santas vaporosas... Brilhos errantes, mádidas frescuras E dolências de lírios e de rosas... Indefiníveis músicas supremas, Harmonias da Cor e do Perfume... Horas do Ocaso, trêmulas, extremas, Réquiem do Sol que a Dor da Luz resume... Visões, salmos e cânticos serenos, Surdinas de órgãos flébeis, soluçantes... Dormências de volúpicos venenos Sutis e suaves, mórbidos, radiantes... Infinitos espíritos dispersos, Inefáveis, edênicos, aéreos, Fecundai o Mistério destes versos Com a chama ideal de todos os mistérios. Do sonho as mais azuis diafaneidades Que fuljam, que na Estrofe se levantem E as emoções, todas as castidades Da alma do Verso, pelos versos cantem. Que o pólen de ouro dos mais finos astros Fecunde e inflame a rima clara e ardente... Que brilhe a correção dos alabastros Sonoramente, luminosamente. 8 Lésbia nervosa, fascinante e doente, Cruel e demoníaca serpente Das flamejantes atrações do gozo. Forças originais, essência, graça De carnes de mulher, delicadezas... Todo esse eflúvio que por ondas passa Do Éter nas róseas e áureas correntezas...

13 Cristais diluídos de clarões alacres, Desejos, vibrações, ânsias, alentos, Fulvas victórias, triunfamentos acres, Os mais estranhos estremecimentos... Flores negras do tédio e flores vagas De amores vãos, tantálicos, doentios... Fundas vermelhidões de velhas chagas Em sangue, abertas, escorrendo em rios... Tudo! Vivo e nervosos e quente e forte, Nos turbilhões quiméricos do Sonho, Passe, cantando, ante o perfil medonho E o tropel cabalístico da Morte... Temos ainda o importante poema Litania dos Pobres, uma poesia de denúncia social, que faz com que o Simbolismo não seja uma arte totalmente desvinculada da questão social. Leia alguns trechos: Os miseráveis, os rotos São as flores dos esgotos. São espectros implacáveis os rotos, os miseráveis. São prantos negros de furnas Caladas, mudas, soturnas As sombras das sombras mortas, Cegos a tatear nas portas. Procurando o céu, aflitos e varando o céu de gritos. Alphonsus de Guimaraens Afonso Henriques da Costa Guimarães nasceu em Ouro Preto, no ano de Em 1888, morreu prematuramente sua noiva Constança, que foi tema permanente de sua obra. Estudou Direito em São Paulo, voltando depois de formado a Mariana, Minas Gerais, para exercer o cargo de juiz. Casouse em 1897, tornou-se pai de 14 filhos. Faleceu em Suas principais obras são: Septenário das Dores de Nossa Senhora (1899), Dona Mística (1899), Kyriale (1902) e Pauvre Lyre (1921). Domínio público. Características e temas A obra de Alphonsus de Guimaraens tem como tema único a morte da amada. Desse tema-base surgirão outras temáticas como o misticismo religioso (voltado à liturgia católica) e o amor transcendente e espiritualizado, como uma fuga ao seu sofrimento. A morte, em seus poemas, apresenta-se como uma forma de sublimação numa tentativa de aproximar-se de sua amada, tratada de forma idealizada platonismo místico. Hão de chorar por ela os cinamomos Murchando as flores ao tombar do dia Dos laranjais hão de cair os pomos Lembrando-se daquela que os colhia. Faróis à noite apagados Por ventos desesperados Bandeiras rotas, sem nome, Das barricadas da fome. Bandeiras estraçalhadas Das sangrentas barricadas Ó pobres! o vosso bando É tremendo, é formidando! Ele já marcha crescendo, O vosso bando tremendo... As estrelas dirão: - Ai, nada somos, Pois ela se morreu silente e fria... E pondo os olhos nela como pomos, Hão de chorar a irmã que lhes sorria. A lua que lhe foi mãe carinhosa Que a viu nascer e amar, há de envolvê-la Entre lírios e pétalas de rosa. Os meus sonhos de amor serão defuntos E os arcanjos dirão no azul ao vê-la, Pensando em mim: - Por que não vieram juntos? 9

14 Seus poemas revelam uma atmosfera noturna, lunar. O sofrimento é um aspecto característico de sua obra. O crítico Alfredo Bosi define Alphonsus como um poeta fluido e depressivo. Observa-se também a figura de Nossa Senhora, no livro Septenário das Dores de Nossa Senhora. Utilizou-se muito da redondilha e do soneto decassílabo, seus versos possuem grande poder de sugestão devido à forte musicalidade presente. Vamos ler alguns de seus principais poemas. Ismália Quando Ismália enlouqueceu, Pôs-se na torre a sonhar... Viu uma lua no céu, Viu uma lua no mar. No sonho em que se perdeu Banhou-se toda em luar... Queria subir ao céu, Queria descer ao mar... E, no desvario seu Na torre pôs-se a cantar... Estava perto do céu, Estava longe do mar... E como um anjo pendeu As asas para voar... Queria a lua do céu, Queria a lua do mar... Nesse poema elegíaco temos a lembrança da amada morta (Constança), na figura de Ismália. O astro glorioso segue a eterna estrada. Uma áurea seta lhe cintila em cada Refulgente raio de luz. A catedral ebúrnea do meu sonho, Onde os meus olhos tão cansados ponho, Recebe a bênção de Jesus. E o sino clama em lúgubres responsos: Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus! Por entre lírios e lilases desce A tarde esquiva: amargurada prece Põe-se a lua a rezar. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece na paz do céu tristonho Toda branca de luar. E o sino chora em lúgubres responsos: Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus! O céu é todo trevas: o vento uiva. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. A catedral ebúrnea do meu sonho Afunda-se no caos do céu medonho Como um astro que já morreu. E o sino geme em lúgubres responsos: Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus! Pode-se observar nesse poema uma das características principais da poesia de Alphonsus: a musicalidade. Além da repetição de fonemas, o poeta utiliza a repetição de frases, dando o efeito do som de sinos no refrão Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus! A Catedral 10 Entre brumas ao longe surge a aurora, O hialino orvalho aos poucos se evapora, Agoniza o arrebol. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece na paz do céu risonho Toda branca de sol. E o sino canta em lúgubres responsos: Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus! 1. (UFMS) Rimas ricas, métrica rigorosa, trabalho artesanal com a linguagem, vocabulário requintado eis algumas das características da poesia: a) b) c) d) cultivada por Casimiro de Abreu. em que se afirmou Oswald de Andrade. contra a qual se voltou Olavo Bilac. vinculada à estética do Realismo. centrada nos temas bucólicos. e)

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