Aulas Particulares on-line

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aulas Particulares on-line"

Transcrição

1 LITERATURA PRÉ-VESTIBULAR LIVRO DO PROFESSOR

2 IESDE Brasil S.A. É proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo, sem autorização por escrito dos autores e do detentor dos direitos autorais. I229 IESDE Brasil S.A. / Pré-vestibular / IESDE Brasil S.A. Curitiba : IESDE Brasil S.A., [Livro do Professor] 360 p. ISBN: Pré-vestibular. 2. Educação. 3. Estudo e Ensino. I. Título. CDD Disciplinas Língua Portuguesa Literatura Matemática Física Química Biologia História Geografia Produção Autores Francis Madeira da S. Sales Márcio F. Santiago Calixto Rita de Fátima Bezerra Fábio D Ávila Danton Pedro dos Santos Feres Fares Haroldo Costa Silva Filho Jayme Andrade Neto Renato Caldas Madeira Rodrigo Piracicaba Costa Cleber Ribeiro Marco Antonio Noronha Vitor M. Saquette Edson Costa P. da Cruz Fernanda Barbosa Fernando Pimentel Hélio Apostolo Rogério Fernandes Jefferson dos Santos da Silva Marcelo Piccinini Rafael F. de Menezes Rogério de Sousa Gonçalves Vanessa Silva Duarte A. R. Vieira Enilson F. Venâncio Felipe Silveira de Souza Fernando Mousquer Projeto e Desenvolvimento Pedagógico

3

4

5 Parnasianismo e simbolismo brasileiro Características O Parnasianismo é o Realismo na poesia, contudo, há uma diferença essencial entre essas duas estéticas. Enquanto os prosadores realistas preocupavam-se em criticar a sociedade na qual estavam inseridos, os parnasianos se mantinham à parte das questões sociais. O objetivo era simplesmente a perfeição formal e temática. A perfeição formal estava relacionada à construção exata, milimétrica da forma poética e a objetividade temática era a busca da demonstração de uma poesia emocionalmente equilibrada, negando toda e qualquer forma de sentimentalismo. Percebe-se, então, que o Parnasianismo, por ser uma estética artística vinculada ao Realismo, também nega o Romantismo. O Parnasianismo começa no Brasil em 1882 e tem como principais nomes Alberto de Oliveira, Raimundo Correia e Olavo Bilac. Por que Parnasianismo? O nome Parnasianismo utilizado no Brasil surgiu devido ao fato de nossos poetas terem se inspirado nas poesias da coletânea francesa Parnasse Contemporain, composta por poemas de alguns poetas como Leconte de Lisle, Téophile Gautier e Banville. Parnaso é um monte que está situado na Grécia, mais especificamente em Delfos (Grécia central, ao norte da região do Peloponeso e à noroeste de Atenas). Lá se encontravam as Musas Délficas, que dançavam e cantavam acompanhadas por Apolo, o seu líder. Tais musas moravam geralmente próximas a riachos e fontes. Seus pais eram Zeus e Mnemosine ou Urano e Gaia. Arte pela arte A literatura parnasiana não se preocupava com as questões sociais do contexto em que se inseria. Buscava-se somente a perfeição da forma a ser elaborada. Almejava-se a imitação perfeita do objeto tratado, por esse motivo vemos nas poesias parnasianas um excesso descritivista na intenção de criar um objeto literário nítido. Esteticismo Por esse termo entende-se culto da forma. Tal característica revela-se na aplicação rígida de alguns recursos estilísticos: Rima rica Consiste em estabelecer rimas entre termos de classes gramaticais diferentes, (um verbo rimando com um adjetivo, um substantivo com um advérbio, um substantivo com um adjetivo) como nos termos destacados neste trecho de um poema de Alberto de Oliveira: Quando a valsa acabou, veio à janela, (substantivo) Sentou-se. O leque abriu. Sorria e arfava Eu, viração da noite, a essa hora entrava E estaquei, vendo-a decotada e bela. (adjetivo) 1

6 Metrificação Todos os poemas parnasianos possuem uma métrica definida, pois era uma das maneiras de se atingir a tão visada perfeição. Muitos desses poemas foram escritos em verso alexandrino (doze sílabas poéticas) e em versos decassílabos. Leia este trecho de A cavalgada, de Raimundo Correia, e observe que todos os versos possuem o mesmo número de sílabas: dez. Racionalismo Para conseguir atingir a objetividade, a clareza, a imparcialidade e a impassibilidade, o poeta parnasiano constrói sua poesia através da razão. Dessa forma, busca-se transmitir ao leitor, harmonia e equilíbrio na forma e no tema. Cultura greco-latina 2 São / fi /dal /gos / que / vol /tam / da / ca /ça /da; Vêm / a /le /gres,/ vêm / rin /do, / vêm / can /tan /do, E as / trom /pas / a / so /ar / vão / a /gi /tan /do O / re / man / so / da / noi / te em / bal / sa / ma / da Soneto e chave de ouro O soneto foi a forma poética mais produtiva no Parnasianismo. Ele é formado por dois quartetos e dois tercetos. Sendo o último verso, geralmente, uma chave-de-ouro, que é o final de efeito, no qual se revela a mensagem plena da poesia, a sua síntese. Veja este soneto de Olavo Bilac: Música Brasileira Tens, às vezes, o fogo soberano Do amor: encerras na cadência, acesa Em requebros e encanto de impureza, Todo o feitiço do pecado humano. Mas, sobre essa volúpia, erra a tristeza Dos desertos, das matas e do oceano: Bárbara poracé, banzo africano, E soluços de trova portuguesa. És samba e jongo, xiba e fado, cujos Acordes são desejos e orfandades De selvagens, cativos e marujos: E em nostalgias e paixões consistes, Lasciva dor, beijo de três saudades, Flor amorosa de três raças tristes. A cultura greco-latina é recuperada no Parnasianismo em dois aspectos. O primeiro é quanto à utilização de temas recorrentes à cultura clássica, à sua mitologia; e o segundo refere-se aos preceitos de harmonia e equilíbrio herdados dessa cultura. Universalismo O poeta parnasiano busca atingir valores estéticos e morais que alcancem o perene, o eterno, o absoluto. Como os prosadores realistas, também buscavam a criação da obra atemporal. Desvinculação da crítica social Na arte parnasiana, a poesia está liberta de qualquer finalidade utilitária. O poema possui seu valor em si mesmo, em sua perfeição formal e temática, e não no seu assunto. Não há vínculos com as questões sociais da época. Os poetas parnasianos mantêm sua poesia à parte do contexto ao qual estão inseridos. Em vista disso, teremos diversas poesias em que se descreve um determinado objeto ou uma determinada cena. Parnasianismo no Brasil O Parnasianismo começa no Brasil no ano de 1882, com a publicação de Fanfarras, de Teófilo Dias. Os poetas parnasianos afastaram-se totalmente dos problemas existentes no Brasil. Fecharam seus olhos para todos os aspectos negativos de seu país. Acabaram tentando imitar o estilo de vida das grandes metrópoles europeias, como Paris, vivendo em um contexto artificial que buscava reproduzir a Belle Époque europeia, uma vida de luxos. No Parnasianismo, o que se vê é a tentativa de criar um mundo à parte do contexto em que surge. Nega-se a pobreza, a sujeira, a miséria de um povo num país subdesenvolvido. Tal estética e sua ideologia irão perdurar até 1922, quando temos uma virada na Literatura Brasileira: A Semana de Arte Moderna.

7 Autores e obras Os principais escritores do Parnasianismo são Alberto de Oliveira, Raimundo Correia e Olavo Bilac. Eles formam a chamada Tríade Parnasiana. Alberto de Oliveira Antônio Mariano Alberto de Oliveira nasceu em Palmital de Saquarema (RJ) no ano de Formou-se em Farmácia em Ao longo de sua vida exerceu funções públicas como a de diretor geral da Instrução. Em 1897 torna-se o fundador da cadeira número oito da Academia Brasileira de Letras. Falece em Suas principais obras são Meridionais (1884) e Versos e Rimas (1895). Características e temas Alberto de Oliveira é dos escritores parnasianos o que mais rigidamente seguiu os preceitos da estética vigente. Sua obra se caracteriza por um total descompromisso com a realidade. Seus poemas centram-se em reproduzir objetos de arte e a natureza, em alguns temos também a descrição da figura feminina. Leia Vaso Chinês. Domínio público. Estranho mimo aquele vaso! Vi-o, Casualmente, uma vez, de um perfumado Contador sobre o mármor luzidio, Entre um leque e o começo de um bordado. Fino artista chinês, enamorado, Nele pusera o coração doentio Em rubras flores de um sutil lavrado, Na tinta ardente de um calor sombrio. Mas, talvez por contraste à desventura, Quem o sabe?... de um velho mandarim Também lá estava a singular figura. Percebe-se em sua obra uma concepção estética daquilo a ser retratado. Outra obra desse parnasiano ortodoxo : O Muro É um velho paredão, todo gretado, Roto e negro, a que o tempo uma oferenda Deixou num cacto em flor ensanguentado E num pouco de musgo em cada fenda. Serve muito de encerro a uma vivenda; Protegê-la e guardá-la é seu cuidado; Talvez consigo esta missão compreenda, Sempre em seu posto, firme e alevantado. Horas mortas, a lua o véu desata, E em cheio brilha; a solidão se estrela Toda de um vago cintilar de prata; E o velho muro, alta a parede nua, Olha em redor, espreita a sombra, e vela, Entre os beijos e lágrimas da lua. Raimundo Correia Raimundo da Mota Azevedo Correia nasceu na costa litorânea do Maranhão, a bordo de um barco no ano de Estudou Direito em São Paulo, tornando-se bacharel em Na década de 1890, dedicou-se à vida diplomática. Foi um dos fundadores da ABL (cadeira n. 5). Falece em Paris, no ano de Suas principais obras são: Sinfonias (1883) e Aleluias (1891). Domínio público. Características e temas Que arte em pintá-la! A gente acaso vendo-a, Sentia um não sei quê com aquele chim De olhos cortados à feição de amêndoa. Além dos temas convencionais como a descrição de objetos e sua perfeição formal, a cultura clássica e a descrição da natureza temos um traço característico na poesia de Raimundo Correia: a poesia filosófica ou meditativa. 3

8 Mal Secreto Se a cólera que espuma, a dor que mora N alma, e destrói cada ilusão que nasce, Tudo o que punge, tudo o que devora O coração, no rosto se estampasse; Se se pudesse, o espírito que chora, Ver através da máscara da face, Quanta gente, talvez, que inveja agora Nos causa, então piedade nos causasse! Quanta gente que ri, talvez, consigo Guarda um atroz, recôndito inimigo, Como invisível chaga cancerosa! Quanta gente que ri, talvez existe, Cuja ventura única consiste Em parecer aos outros venturosa! No poema visto, encontramos versos que expressam melancolia e tristeza frente à vida. O poeta toma uma postura existencial de desilusão de perda dos sonhos. As pombas Vai-se a primeira pomba despertada... Vai-se outra mais... mais outra... enfim dezenas De pombas vão-se dos pombais, apenas Raia, sanguínea e fresca, a madrugada... E à tarde quando a rígida nortada Sopra, aos pombais de novo elas, serenas, Ruflando as asas, sacudindo as penas, Voltam todas em bando e revoada... Também dos corações onde abotoam, Os sonhos, céleres voam, Como voam as pombas dos pombais; Alguns críticos revelaram a fortíssima influência de alguns escritores franceses na obra de Raimundo Correia como Gautier e Metastásio. O poema As Pombas é quase uma transcrição do poema Mademoiselle de Maupin, deste último. Porém, isso não diminui a incrível força lírica dos versos do parnasiano. Olavo Bilac Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac, nasceu no ano de 1865, na cidade do Rio de Janeiro. Estudou Medicina, porém interrompeu tal curso e matriculouse na Faculdade de Direito de São Paulo, também não concluindo. Dedicou-se à vida jornalística e exerceu funções em cargos públicos como inspetor escolar do Distrito Federal. Apoiava veementemente o serviço militar obrigatório. Foi eleito o Príncipe dos Poetas Parnasianos. Faleceu em Suas principais obras são: Poesias (1888) e Tarde (1919). Domínio público. Características e temas A obra de Olavo Bilac surge quando o Parnasianismo já está fixado como estética artística predominante no meio social. Sua obra vem confirmar os preceitos parnasianos: a busca da perfeição formal, a utilização de decassílabos e alexandrinos, a temática greco-latina. Além disso, temos a preocupação constante em aplicar em seus poemas a chave de ouro. O poema Profissão de Fé é a definição precisa do seu ideal poético e consequentemente a do Parnasianismo. Leia alguns trechos deste poema. Profissão de Fé (...) Invejo o ourives quando escrevo: Imito o amor Com que ele, em ouro, o alto relevo Faz de uma flor. 4 No azul da adolescência as asas soltam, Fogem. Mas aos pombais as pombas voltam, E eles aos corações não voltam mais... Imito-o. E, pois, nem de Carrara A pedra firo: O alvo cristal, a pedra rara, O ônix prefiro

9 Por isso, corre, por servir-me, Sobre o papel A pena, como em prata firme Corre o cinzel. (...) Torce, aprimora, alteia, lima A frase; e, enfim, No verso de ouro engasta a rima, Como um rubim. Quero a estrofe cristalina, Dobrada ao jeito Do ourives, saia da oficina Sem um defeito. (...) Assim procedo. Minha pena Segue esta norma, Por te servir, Deusa serena, Serena Forma! (...) Direis agora: Tresloucado amigo! Que conversas com ela? Que sentido Tem o que dizem, quando estão contigo? E eu vos direi: Amai para entendê-las! Pois só quem ama pode ter ouvido Capaz de ouvir e entender estrelas. Tem-se ainda em sua obra a poesia meditativa, encontrada principalmente nas obras Alma Inquieta e Viagens e a poesia nacionalista. No poema épico O Caçador de Esmeraldas, o poeta exalta a figura do bandeirante Fernão Dias Paes Leme e no livro Tarde se observam descrições que buscam exaltar a terra brasileira. Leia um trecho de O Caçador de Esmeraldas. Foi em março, ao findar das chuvas, quase à entrada Do outono, quando a terra, em sede requeimada, Bebera longamente as águas da estação, Que, em bandeira, buscando esmeraldas e prata, À frente dos peões filhos da rude mata, Fernão Dias Paes Leme entrou pelo sertão. O que diferencia e destaca Bilac dos demais formadores da tríade parnasiana é que foge da impassibilidade tão almejada por esta corrente. Suas poesias apresentam um lirismo sentimental e versam sobre o amor, de duas formas: o amor sensual e o amor espiritual. Neste o que se observa é a idealização amorosa e naquele o amor permeado pelo erotismo. Leia o poema XIII de Via Láctea, relacionado ao amor espiritualizado. Via Láctea Poema XIII Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso! E eu vos direi, no entanto, Que, para ouvi-las, muita vez desperto E abro as janelas, pálido de espanto... E conversamos toda a noite, enquanto A via láctea, como pálio aberto, Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto, Inda as procuro pelo céu deserto. Simbolismo O Simbolismo nasce na Europa, mais especificamente na França, no ano de 1886 com o Manifesto Simbolista, de Jean Moréas, publicado no jornal Le Figaro, como uma oposição ao pensamento lógicoracional originário das teorias cientificistas da metade do século XIX. O que se observa é uma recusa à concepção técnico-analítica do mundo (Alfredo Bosi). O simbolista, desconfortável no contexto cultural no qual está inserido, descrente das possibilidades de se apreender a realidade a partir de uma análise objetiva dos fatos pressuposto positivista, irá buscar uma outra forma de expressão da realidade: a introspecção. Esse novo artista não vê sentido na realidade em si mesma, mas no que a sua intuição afirma sobre ela. Para conseguir manifestar estas intuições, utilizar-se-á de símbolos originais criados a partir de sua mais profunda e obscura subjetividade: o subconsciente e o inconsciente. Fará uma poesia antiintelectual, não racionalizada na qual construirá imagens e não mais conceitos. 5

10 6 A partir dessa poesia hermética, destrói-se a poética tradicional. O Simbolismo será o caminho de abertura para as estéticas vanguardistas que surgirão no início do século vinte, como o Expressionismo e o Surrealismo. Contexto histórico Vemos, no final do século XIX, o decréscimo da influência das doutrinas racionalistas até então vigentes. O progresso industrial segue a todo vapor comandado pela alta burguesia, que aumenta cada vez mais o seu poder econômico e sua influência política. Com o progresso industrial tardio de alguns países europeus como Alemanha (unificada em 1870) e Itália (unificada em 1871), a luta por mercados consumidores e produtores de matérias-primas cresce, tendo como consequência uma desenfreada disputa por regiões da África: é o neocolonialismo. Voltam-se os olhos também para alguns países asiáticos. Tais conflitos tornam o fim do século XIX extremamente tenso. O começo de desentendimentos entre os países europeus acabará servindo de prenúncio para algo muito pior: a Primeira Guerra Mundial. O Realismo já não é mais capaz de explicar a complexidade desse contexto que vem se constituindo. Não é mais possível entender a realidade fazendo uma simples análise do objeto (algo exterior), deve-se voltar os olhos ao sujeito E é exatamente isso que o escritor simbolista faz: volta-se a si, fecha os olhos para o mundo para conseguir enxergar o seu âmago, o seu universo interior, a única fonte de respostas para os dramas que o ser humano passa; é o apogeu do símbolo. Símbolo O símbolo para o escritor simbolista servia como um meio de traduzir o seu subconsciente e, até mesmo, o seu inconsciente. Encontra-se aí a justificativa da utilização de imagens como símbolos, pois, para expressar a sua mais íntima subjetividade, faz-se necessário a aplicação de algo que diga mais do que um simples conceito. Conceitos são percepções objetivas desenvolvidas a partir de um raciocínio lógico. Já os símbolos são tentativas de exemplificar, através de relações que não seguem uma lógica racionalizada, os sentimentos e intuições de quem os cria. Portanto, um símbolo fala mais do que um conceito pelo fato de não definir algo exato, preciso, mas, sim, de sugerir sensações e percepções acerca de algo que jamais pode ser definido em conceitos exatos: a emoção (o inconsciente, o subconsciente, as sensações). Dessa forma, a interpretação de um poema simbolista nunca é única ou objetiva, na medida em que nos fala sobre algo que não tem limites bem estabelecidos. Pode-se dizer que por esse motivo a extrema subjetividade das poesias o Simbolismo é a corrente literária do século XIX que mais se aproxima da música (a mais subjetiva das artes). Características Inimiga do ensinamento, da declamação, da falsa sensibilidade, da descrição objetiva, a poesia simbolista procura vestir a Ideia de uma forma sensível. (Jean Moréas, em seu manifesto simbolista) O Simbolismo também pode ser definido como uma estética literária desvinculada de um fim social. A preocupação do poeta centra-se em manifestar suas sensações através de símbolos, não havendo um compromisso utilitário em sua poesia (entendase compromisso utilitário como engajamento). O que se evidencia é, como no Parnasianismo, a arte pela arte, com a seguinte diferença: enquanto os parnasianos buscavam a perfeição da forma, os simbolistas buscavam a essência das coisas. Subjetividade profunda O escritor simbolista mergulha no seu subconsciente e no seu inconsciente para desenvolver suas impressões, expressar sua visão de mundo. Esse subjetivismo não é o mesmo que encontramos no Romantismo, voltado à vida interior mais superficial, expressa a partir do sentimentalismo. A subjetividade na poesia simbolista é muito mais profunda, revela o mundo da ilogicidade e do delírio. Indefiníveis músicas supremas, Harmonias da Cor e do Perfume... Horas do Ocaso, trêmulas, extremas, Réquiem do Sol que Dor da Luz resume... Sugestão Reinventando a linguagem, o artista amplifica a significação das palavras, atribuindo-lhes novos sentidos. Não há poesia simbolista que passe uma mensagem diretamente, todas são transmitidas a partir da sugestão. No Simbolismo, insinua-se, nunca se é direto ou claro. Há um hermetismo in-

11 tencional na significação por parte do artista, que prefere, com essa forma de linguagem, deixar sua obra aberta a mais do que uma interpretação; é o fim do descritivismo parnasiano. Não foi por acaso que o poeta simbolista francês Mallarmé disse: Descrever um objeto é suprimir três quartos da fruição de um poema, que é feito da felicidade de adivinhar pouco a pouco. Sugerir, eis o sonho. Musicalidade No Simbolismo construíram-se poemas preocupados com a sonoridade e a musicalidade (atingidas através da aliteração repetição de fonemas). Visavase, assim, atingir um maior grau de subjetividade e mistério. A musicalidade servia para potencializar a sugestão da poesia. Paul Verlaine, poeta simbolista, afirmava: De la musique avant tout chose. = Música antes de qualquer coisa Vozes veladas, veludosas vozes, Volúpias dos violões,vozes veladas, Vagam nos velhos vótices velozes Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas. Cruz e Sousa Para as Estrelas de cristais gelados As ânsias e os desejos vão subindo, Galgando azuis e siderais noivados De nuvens brancas a amplidão vestindo... O Simbolismo no Brasil O Simbolismo, no Brasil, tem seu início em 1893 com a publicação dos livros Missal e Broquéis, de Cruz e Souza, sendo o primeiro de poemas escritos em prosa, e o segundo em versos. É importante salientar que o Simbolismo foi uma corrente literária que se desenvolveu fora dos grandes centros urbanos do século XIX, localizandose principalmente nas capitais da Região Sul e em Minas Gerais. Nessa mesma época, nos dois principais centros urbanos e culturais do nosso país Rio de Janeiro e São Paulo era o Parnasianismo que estava em alta. Logo, percebe-se que a corrente parnasiana e a corrente simbolista acontecem paralelamente; entretanto, o Simbolismo surge dez anos depois do aparecimento do Parnasianismo. Ambas têm seu fim com a Semana de Arte Moderna, em Lembre-se de que o Realismo e o Naturalismo também aconteciam paralelamente às estéticas parnasiana e simbolista. Os dois principais escritores do Simbolismo no Brasil são Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimaraens. Autores e obras Sublimação e correspodências Há uma ânsia por pureza espiritual por parte do simbolista. Ele busca a todo custo o mundo essencial das coisas, livres da materialidade (densa). Tal objetivo só é plenamente alcançado quando a alma se desvencilha do corpo, ou seja, quando a morte chega. Objetos de cor branca e a própria cor branca são usados como símbolos dessa espiritualidade tão ansiada. O simbolista também se utiliza do recurso da sinestesia em seus poemas, estabelecendo correspondência entre os diferentes sentidos (olfato com paladar, visão com audição etc.) e construindo correlações inusitadas como a que se pode ler neste trecho: Cruz e Sousa João da Cruz e Souza nasceu em Desterro (atual Florianópolis), em Filho de escravos, vem a ter sua família alforriada e é adotado pelo seu dono, o marechal Guilherme Xavier de Sousa, que lhe dá o sobrenome e propicia-lhe os estudos. Vai embora de Santa Catarina em 1883, onde havia dirigido o jornal abolicionista Tribuna Popular. Em 1893, devido ao preconceito racial sofrido muda-se para o Rio de Janeiro, onde se casa com Gavita Rosa Gonçalves. Todos os seus filhos morrem prematuramente e sua mulher enlouquece. Em 1898 morre solitário em Sítio, Minas Gerais, vitimado pela tuberculose. Domínio público. 7

12 Suas obras principais foram: Broquéis (1893), Missal (1893), Faróis (1900), Últimos Sonetos (1905). Características e temas Cruz e Sousa renova a expressão poética em língua portuguesa a partir e uma linguagem revolucionária (Alfredo Bosi). Sua obra caracteriza-se pela presença da angústia e pelo sofrimento humano. O que se observa é a busca de uma transfiguração, como o próprio poeta fala, entendendo-a como um processo psicológico de sublimação, de busca da essência, de abandono da matéria, de espiritualização. Essa tendência na sua poesia se deve ao fato de ter sofrido imensamente na sua vida, fazendo com que procurasse, assim, algo de bom fora de sua biografia de derrotas. O poeta vence pela arte. O ser que é ser e jamais vascila Nas guerras imortais entra sem susto Leva consigo este brasão augusto Do grande amor, da grande fé tranquila. Os abismos carnais da triste argila Ele os vence sem ânsia e sem custo Fica sereno, num sorriso justo, Enquanto tudo em derredor oscila Ondas interiores de grandeza Dão esta glória em frente à Natureza Esse esplendor, todo esse largo eflúvio O ser que é ser transforma tudo em flores E para ironizar as próprias dores Canta por entre as águas do Dilúvio. Percebe-se também a angústia sexual, que também é sublimada, tornando-se uma idealização platônica (segundo o crítico Alfredo Bosi). Leia o poema Lésbia : Nesse lábio mordente e convulsivo, Ri, ri, risadas de expressão violenta O Amor, trágico e triste, e passa, lenta, A morte, o espasmo gélido, aflitivo... Outras características fundamentais da poesia de Cruz e Sousa são a musicalidade, atingida através da aliteração e repetição intencional de palavras; a obsessão pelo branco, relacionada a ideia de pureza e espiritualidade; a utilização de palavras raras e palavras com inicial maiúscula, buscando o valor absoluto e universal que a palavra passa; e a sinestesia. Encontramos todos esse aspectos no poema Antífona, uma espécie de poética do Simbolismo. Ó Formas alvas, brancas, Formas claras De luares, de neves, de neblinas!... Ó Formas vagas, fluidas, cristalinas... Incensos dos turíbulos das aras... Formas do Amor, constelarmente puras, De Virgens e de Santas vaporosas... Brilhos errantes, mádidas frescuras E dolências de lírios e de rosas... Indefiníveis músicas supremas, Harmonias da Cor e do Perfume... Horas do Ocaso, trêmulas, extremas, Réquiem do Sol que a Dor da Luz resume... Visões, salmos e cânticos serenos, Surdinas de órgãos flébeis, soluçantes... Dormências de volúpicos venenos Sutis e suaves, mórbidos, radiantes... Infinitos espíritos dispersos, Inefáveis, edênicos, aéreos, Fecundai o Mistério destes versos Com a chama ideal de todos os mistérios. Do sonho as mais azuis diafaneidades Que fuljam, que na Estrofe se levantem E as emoções, todas as castidades Da alma do Verso, pelos versos cantem. Que o pólen de ouro dos mais finos astros Fecunde e inflame a rima clara e ardente... Que brilhe a correção dos alabastros Sonoramente, luminosamente. 8 Lésbia nervosa, fascinante e doente, Cruel e demoníaca serpente Das flamejantes atrações do gozo. Forças originais, essência, graça De carnes de mulher, delicadezas... Todo esse eflúvio que por ondas passa Do Éter nas róseas e áureas correntezas...

13 Cristais diluídos de clarões alacres, Desejos, vibrações, ânsias, alentos, Fulvas victórias, triunfamentos acres, Os mais estranhos estremecimentos... Flores negras do tédio e flores vagas De amores vãos, tantálicos, doentios... Fundas vermelhidões de velhas chagas Em sangue, abertas, escorrendo em rios... Tudo! Vivo e nervosos e quente e forte, Nos turbilhões quiméricos do Sonho, Passe, cantando, ante o perfil medonho E o tropel cabalístico da Morte... Temos ainda o importante poema Litania dos Pobres, uma poesia de denúncia social, que faz com que o Simbolismo não seja uma arte totalmente desvinculada da questão social. Leia alguns trechos: Os miseráveis, os rotos São as flores dos esgotos. São espectros implacáveis os rotos, os miseráveis. São prantos negros de furnas Caladas, mudas, soturnas As sombras das sombras mortas, Cegos a tatear nas portas. Procurando o céu, aflitos e varando o céu de gritos. Alphonsus de Guimaraens Afonso Henriques da Costa Guimarães nasceu em Ouro Preto, no ano de Em 1888, morreu prematuramente sua noiva Constança, que foi tema permanente de sua obra. Estudou Direito em São Paulo, voltando depois de formado a Mariana, Minas Gerais, para exercer o cargo de juiz. Casouse em 1897, tornou-se pai de 14 filhos. Faleceu em Suas principais obras são: Septenário das Dores de Nossa Senhora (1899), Dona Mística (1899), Kyriale (1902) e Pauvre Lyre (1921). Domínio público. Características e temas A obra de Alphonsus de Guimaraens tem como tema único a morte da amada. Desse tema-base surgirão outras temáticas como o misticismo religioso (voltado à liturgia católica) e o amor transcendente e espiritualizado, como uma fuga ao seu sofrimento. A morte, em seus poemas, apresenta-se como uma forma de sublimação numa tentativa de aproximar-se de sua amada, tratada de forma idealizada platonismo místico. Hão de chorar por ela os cinamomos Murchando as flores ao tombar do dia Dos laranjais hão de cair os pomos Lembrando-se daquela que os colhia. Faróis à noite apagados Por ventos desesperados Bandeiras rotas, sem nome, Das barricadas da fome. Bandeiras estraçalhadas Das sangrentas barricadas Ó pobres! o vosso bando É tremendo, é formidando! Ele já marcha crescendo, O vosso bando tremendo... As estrelas dirão: - Ai, nada somos, Pois ela se morreu silente e fria... E pondo os olhos nela como pomos, Hão de chorar a irmã que lhes sorria. A lua que lhe foi mãe carinhosa Que a viu nascer e amar, há de envolvê-la Entre lírios e pétalas de rosa. Os meus sonhos de amor serão defuntos E os arcanjos dirão no azul ao vê-la, Pensando em mim: - Por que não vieram juntos? 9

14 Seus poemas revelam uma atmosfera noturna, lunar. O sofrimento é um aspecto característico de sua obra. O crítico Alfredo Bosi define Alphonsus como um poeta fluido e depressivo. Observa-se também a figura de Nossa Senhora, no livro Septenário das Dores de Nossa Senhora. Utilizou-se muito da redondilha e do soneto decassílabo, seus versos possuem grande poder de sugestão devido à forte musicalidade presente. Vamos ler alguns de seus principais poemas. Ismália Quando Ismália enlouqueceu, Pôs-se na torre a sonhar... Viu uma lua no céu, Viu uma lua no mar. No sonho em que se perdeu Banhou-se toda em luar... Queria subir ao céu, Queria descer ao mar... E, no desvario seu Na torre pôs-se a cantar... Estava perto do céu, Estava longe do mar... E como um anjo pendeu As asas para voar... Queria a lua do céu, Queria a lua do mar... Nesse poema elegíaco temos a lembrança da amada morta (Constança), na figura de Ismália. O astro glorioso segue a eterna estrada. Uma áurea seta lhe cintila em cada Refulgente raio de luz. A catedral ebúrnea do meu sonho, Onde os meus olhos tão cansados ponho, Recebe a bênção de Jesus. E o sino clama em lúgubres responsos: Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus! Por entre lírios e lilases desce A tarde esquiva: amargurada prece Põe-se a lua a rezar. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece na paz do céu tristonho Toda branca de luar. E o sino chora em lúgubres responsos: Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus! O céu é todo trevas: o vento uiva. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. A catedral ebúrnea do meu sonho Afunda-se no caos do céu medonho Como um astro que já morreu. E o sino geme em lúgubres responsos: Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus! Pode-se observar nesse poema uma das características principais da poesia de Alphonsus: a musicalidade. Além da repetição de fonemas, o poeta utiliza a repetição de frases, dando o efeito do som de sinos no refrão Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus! A Catedral 10 Entre brumas ao longe surge a aurora, O hialino orvalho aos poucos se evapora, Agoniza o arrebol. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece na paz do céu risonho Toda branca de sol. E o sino canta em lúgubres responsos: Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus! 1. (UFMS) Rimas ricas, métrica rigorosa, trabalho artesanal com a linguagem, vocabulário requintado eis algumas das características da poesia: a) b) c) d) cultivada por Casimiro de Abreu. em que se afirmou Oswald de Andrade. contra a qual se voltou Olavo Bilac. vinculada à estética do Realismo. centrada nos temas bucólicos. e)

Correção Atividades. Língua Portuguesa DIREITO CONSTITUCIONAL

Correção Atividades. Língua Portuguesa DIREITO CONSTITUCIONAL Língua Portuguesa DIREITO CONSTITUCIONAL Prof. Pablo Alex L. Gomes Pablito Correção Atividades As Meninas Velazquez 01) Qual comportamento humano é representa, em forma de brincadeira, pela figura acima:

Leia mais

Português. 1. Leia os seguintes poemas e faça o que se pede:

Português. 1. Leia os seguintes poemas e faça o que se pede: Português Leitura de texto 3 os anos Wilton fev/11 Nome: Nº: Turma: 1. Leia os seguintes poemas e faça o que se pede: Longe do estéril turbilhão da rua, Beneditino escreve! No aconchego Do claustro, na

Leia mais

SIMBOLISMO LITERATURA BRASILEIRA II. Profª Drª NERY REINER

SIMBOLISMO LITERATURA BRASILEIRA II. Profª Drª NERY REINER SIMBOLISMO LITERATURA BRASILEIRA II Profª Drª NERY REINER CONTEXTO HISTÓRICO EXPANSIONISMO EUROPEU EM DIREÇÃO À ÁFRICA E ÁSIA. INDUSTRIALIZAÇÃO GUIADA PELO LUCRO DESIGUALDADES SOCIAIS REALIDADE CRUEL ORIGEM

Leia mais

IN EXTREMIS. * Nota do organizador. É de notar que o poema foi escrito com o autor ainda moço.

IN EXTREMIS. * Nota do organizador. É de notar que o poema foi escrito com o autor ainda moço. IN EXTREMIS Nunca morrer assim! Nunca morrer num dia Assim! de um sol assim! Tu, desgrenhada e fria, Fria! postos nos meus os teus olhos molhados, E apertando nos teus os meus dedos gelados... E um dia

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

PERTO DE TI AUTOR: SILAS SOUZA MAGALHÃES. Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma.

PERTO DE TI AUTOR: SILAS SOUZA MAGALHÃES. Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma. PERTO DE TI Tu és meu salvador. Minha rocha eterna. Tu és minha justiça, ó Deus. Tu és Jesus, amado da Minh alma. Jesus! Perto de ti, sou mais e mais. Obedeço a tua voz. Pois eu sei que tu és Senhor, o

Leia mais

Agrupamento Vertical de Escolas do Viso. Escola E. B. 2.3 do Viso. A vida é uma folha de papel

Agrupamento Vertical de Escolas do Viso. Escola E. B. 2.3 do Viso. A vida é uma folha de papel 1.º Prémio A vida é uma folha de papel A vida pode ser Escura como a noite, Ou clara como as águas cristalinas Que brilham ao calor do sol. A vida pode ser Doce como o mel Ou amarga como o fel. A vida

Leia mais

Convite. Poesia é brincar com palavras como se brinca com bola, papagaio, pião. Só que bola, papagaio, pião de tanto brincar se gastam.

Convite. Poesia é brincar com palavras como se brinca com bola, papagaio, pião. Só que bola, papagaio, pião de tanto brincar se gastam. Convite Poesia é brincar com palavras como se brinca com bola, papagaio, pião. Só que bola, papagaio, pião de tanto brincar se gastam. As palavras não: quanto mais se brinca com elas mais novas ficam.

Leia mais

A arte do século XIX

A arte do século XIX A arte do século XIX Índice Introdução ; Impressionismo ; Romantismo ; Realismo ; Conclusão ; Bibliografia. Introdução Durante este trabalho irei falar e explicar o que é a arte no século XIX, especificando

Leia mais

Portuguese Poetry / 14-30 lines HS 5-6

Portuguese Poetry / 14-30 lines HS 5-6 Ai quem me dera 1. Ai, quem me dera, terminasse a espera 2. Retornasse o canto simples e sem fim, 3. E ouvindo o canto se chorasse tanto 4. Que do mundo o pranto se estancasse enfim 5. Ai, quem me dera

Leia mais

Desde sempre presente na nossa literatura, cantado por trovadores e poetas, é com Camões que o Amor é celebrado em todo o seu esplendor.

Desde sempre presente na nossa literatura, cantado por trovadores e poetas, é com Camões que o Amor é celebrado em todo o seu esplendor. Desde sempre presente na nossa literatura, cantado por trovadores e poetas, é com Camões que o Amor é celebrado em todo o seu esplendor. O Poeta canta o amor platónico, a saudade, o destino e a beleza

Leia mais

Vinho Novo Viver de Verdade

Vinho Novo Viver de Verdade Vinho Novo Viver de Verdade 1 - FILHOS DE DEUS - BR-LR5-11-00023 LUIZ CARLOS CARDOSO QUERO SUBIR AO MONTE DO SENHOR QUERO PERMANECER NO SANTO LUGAR QUERO LEVAR A ARCA DA ADORAÇÃO QUERO HABITAR NA CASA

Leia mais

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar MELHORES MOMENTOS Expressão de Louvor Acordar bem cedo e ver o dia a nascer e o mato, molhado, anunciando o cuidado. Sob o brilho intenso como espelho a reluzir. Desvendando o mais profundo abismo, minha

Leia mais

Consternação. Beija-me mais uma vez. Tudo e nada Eu quero Um dilema Em que vivo!

Consternação. Beija-me mais uma vez. Tudo e nada Eu quero Um dilema Em que vivo! Amor perfeito À noite, o mar desponta Nos teus olhos doces No teu corpo, O doce brilho do luar Mexe a brisa Em teus cabelos negros E nessas mãos Tão cheias de carinho Encontro esse amor perfeito Que tens

Leia mais

LIÇÕES DE VIDA. Minha mãe Uma mulher fascinante Guerreira incessante Gerou sete filhos Em tentativa pujante De vencer as dificuldades com amor!

LIÇÕES DE VIDA. Minha mãe Uma mulher fascinante Guerreira incessante Gerou sete filhos Em tentativa pujante De vencer as dificuldades com amor! LIÇÕES DE VIDA Regilene Rodrigues Fui uma menina sem riquezas materiais Filha de pai alcoólatra e mãe guerreira. Do meu pai não sei quase nada, Algumas tristezas pela ignorância e covardia Que o venciam

Leia mais

Álbum: O caminho é o Céu

Álbum: O caminho é o Céu Álbum: O caminho é o Céu ETERNA ADORAÇÃO Não há outro Deus que seja digno como tu. Não há, nem haverá outro Deus como tu. Pra te adorar, te exaltar foi que eu nasci, Senhor! Pra te adorar, te exaltar foi

Leia mais

BARROCO O que foi? O barroco foi uma manifestação que caracterizava-se pelo movimento, dramatismo e exagero. Uma época de conflitos espirituais e religiosos, o estilo barroco traduz a tentativa angustiante

Leia mais

CANTOS - Novena de Natal

CANTOS - Novena de Natal 1 1 - Refrão Meditativo (Ritmo: Toada) D A7 D % G Em A7 % Onde reina o amor, frater---no amor. D A7 D % G A7 D Onde reina o amor, Deus aí está! 2 - Deus Trino (Ritmo: Balada) G % % C Em nome do Pai / Em

Leia mais

Direis agora: Tresloucado amigo! Que conversas com elas? Que sentido Tem o que dizem, quando estão contigo?

Direis agora: Tresloucado amigo! Que conversas com elas? Que sentido Tem o que dizem, quando estão contigo? VIA LÁCTEA XIII Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso! E eu vos direi, no entanto, Que, para ouvi-las, muita vez desperto E abro as janelas, pálido de espanto... E conversamos toda a noite,

Leia mais

PREGAÇÃO DO DIA 08 DE MARÇO DE 2014 TEMA: JESUS LANÇA SEU OLHAR SOBRE NÓS PASSAGEM BASE: LUCAS 22:61-62

PREGAÇÃO DO DIA 08 DE MARÇO DE 2014 TEMA: JESUS LANÇA SEU OLHAR SOBRE NÓS PASSAGEM BASE: LUCAS 22:61-62 PREGAÇÃO DO DIA 08 DE MARÇO DE 2014 TEMA: JESUS LANÇA SEU OLHAR SOBRE NÓS PASSAGEM BASE: LUCAS 22:61-62 E, virando- se o Senhor, olhou para Pedro, e Pedro lembrou- se da palavra do Senhor, como lhe havia

Leia mais

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ANOS FINAIS / SRE - CURVELO

PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ANOS FINAIS / SRE - CURVELO 61 Poema O que é: Segundo o poeta Carlos Drummond de Andrade, entre coisas e palavras principalmente entre palavras circulamos. As palavras, entretanto, não circulam entre nós como folhas soltas no ar.

Leia mais

A um poeta Olavo Bilac

A um poeta Olavo Bilac A um poeta Olavo Bilac Longe do estéril turbilhão da rua, Beneditino, escreve! No aconchego Do claustro, na paciência e no sossego, Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua! Mas que na forma se disfarce

Leia mais

1-PORTO SEGURO-BAHIA-BRASIL

1-PORTO SEGURO-BAHIA-BRASIL 1-PORTO SEGURO-BAHIA-BRASIL LUGAR: EUNÁPOLIS(BA) DATA: 05/11/2008 ESTILO: VANEIRÃO TOM: G+ (SOL MAIOR) GRAVADO:16/10/10 PORTO SEGURO BAHIA-BRASIL VOCÊ É O BERÇO DO NOSSO PAIS. PORTO SEGURO BAHIA-BRASIL

Leia mais

«Tesouro Escondido» Já sei que estás para chegar Espero por ti na ponta do cais O teu navio vem devagar A espera é longa demais

«Tesouro Escondido» Já sei que estás para chegar Espero por ti na ponta do cais O teu navio vem devagar A espera é longa demais Letras Álbum Amanhecer João da Ilha (2011) «Tesouro Escondido» Já sei que estás para chegar Espero por ti na ponta do cais O teu navio vem devagar A espera é longa demais Já sei que és buliçoso Trazes

Leia mais

O que procuramos está sempre à nossa espera, à porta do acreditar. Não compreendemos muitos aspectos fundamentais do amor.

O que procuramos está sempre à nossa espera, à porta do acreditar. Não compreendemos muitos aspectos fundamentais do amor. Capítulo 2 Ela representa um desafio. O simbolismo existe nas imagens coloridas. As pessoas apaixonam-se e desapaixonam-se. Vão onde os corações se abrem. É previsível. Mereces um lugar no meu baloiço.

Leia mais

Compreender a arte como saber cultural e estético gerador de significação e integrados da organização do mundo e da própria identidade.

Compreender a arte como saber cultural e estético gerador de significação e integrados da organização do mundo e da própria identidade. Literatura no Enem COMPETÊNCIA DE ÁREA 4 Compreender a arte como saber cultural e estético gerador de significação e integrados da organização do mundo e da própria identidade. COMPETÊNCIA DE ÁREA 5 Analisar,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO 1

PROJETO PEDAGÓGICO 1 PROJETO PEDAGÓGICO 1 Projeto Pedagógico Por Beatriz Tavares de Souza* Título: Maricota ri e chora Autor: Mariza Lima Gonçalves Ilustrações: Andréia Resende Formato: 20,5 cm x 22 cm Número de páginas: 32

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES Silvia Eula Muñoz¹ RESUMO Neste artigo pretendo compartilhar os diversos estudos e pesquisas que realizei com orientação do Prof. Me. Erion

Leia mais

UMA VIDA DE PAZ, PACIÊNCIA E AMABILIDADE EM UM MUNDO HOSTIL.

UMA VIDA DE PAZ, PACIÊNCIA E AMABILIDADE EM UM MUNDO HOSTIL. UMA VIDA DE PAZ, PACIÊNCIA E AMABILIDADE EM UM MUNDO HOSTIL. Como sabemos o crescimento espiritual não acontece automaticamente, depende das escolhas certas e na cooperação com Deus no desenvolvimento

Leia mais

POESIAS Olavo Bilac. Edição especial para distribuição gratuita pela Internet, através da Virtualbooks.

POESIAS Olavo Bilac. Edição especial para distribuição gratuita pela Internet, através da Virtualbooks. 1 POESIAS Olavo Bilac Edição especial para distribuição gratuita pela Internet, através da Virtualbooks. A VirtualBooks gostaria também de receber suas críticas e sugestões. Sua opinião é muito importante

Leia mais

Para gostar de pensar

Para gostar de pensar Rosângela Trajano Para gostar de pensar Volume III - 3º ano Para gostar de pensar (Filosofia para crianças) Volume III 3º ano Para gostar de pensar Filosofia para crianças Volume III 3º ano Projeto editorial

Leia mais

CAMINHOS. Caminhos (Prov. 14:12) Paulo Cezar e Jayro T. Gonçalves

CAMINHOS. Caminhos (Prov. 14:12) Paulo Cezar e Jayro T. Gonçalves CAMINHOS Caminhos (Prov. 14:12) Paulo Cezar e Jayro T. Gonçalves Posso pensar nos meus planos Pros dias e anos que, enfim, Tenho que, neste mundo, Minha vida envolver Mas plenas paz não posso alcançar.

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO AIRES DA MATA MACHADO. MATÉRIA: LÍNGUA PORTUGUESA. PROF.: MARCÉLIA ALVES RANULFO ASSUNTO: PRODUÇÃO DE TEXTO.

ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO AIRES DA MATA MACHADO. MATÉRIA: LÍNGUA PORTUGUESA. PROF.: MARCÉLIA ALVES RANULFO ASSUNTO: PRODUÇÃO DE TEXTO. PROF.: MARCÉLIA ALVES RANULFO ALUNO: Victor Maykon Oliveira Silva TURMA: 6º ANO A ÁGUA A água é muito importante para nossa vida. Não devemos desperdiçar. Se você soubesse como ela é boa! Mata a sede de

Leia mais

História da Arte - Linha do Tempo

História da Arte - Linha do Tempo História da Arte - Linha do Tempo PRÉ- HISTÓRIA (1000000 A 3600 a.c.) Primeiras manifestações artísticas. Pinturas e gravuras encontradas nas paredes das cavernas. Sangue de animais, saliva, fragmentos

Leia mais

Sugestão de avaliação

Sugestão de avaliação Sugestão de avaliação 8 PORTUGUÊS Professor, esta sugestão de avaliação corresponde ao primeiro bimestre escolar ou às Unidades 1 e 2 do Livro do Aluno. Avaliação - Língua Portuguesa NOME: TURMA: escola:

Leia mais

Aluno(a): Nº. Disciplina: Português Data da prova: 03/10/2014. P1-4 BIMESTRE. Análise de textos poéticos. Texto 1. Um homem também chora

Aluno(a): Nº. Disciplina: Português Data da prova: 03/10/2014. P1-4 BIMESTRE. Análise de textos poéticos. Texto 1. Um homem também chora Lista de Exercícios Aluno(a): Nº. Professor: Daniel Série: 9 ano Disciplina: Português Data da prova: 03/10/2014. P1-4 BIMESTRE Análise de textos poéticos Texto 1 Um homem também chora Um homem também

Leia mais

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele O Plantador e as Sementes Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele sabia plantar de tudo: plantava árvores frutíferas, plantava flores, plantava legumes... ele plantava

Leia mais

Sugestão de avaliação

Sugestão de avaliação Sugestão de avaliação 6 PORTUGUÊS Professor, esta sugestão de avaliação corresponde ao segundo bimestre escolar ou às Unidades 3 e 4 do livro do Aluno. Avaliação - Língua Portuguesa NOME: TURMA: escola:

Leia mais

A Palavra de Deus. - É na Palavra de Deus que o homem encontra o conhecimento a respeito da Vida, de onde viemos e onde vamos viver a eternidade.

A Palavra de Deus. - É na Palavra de Deus que o homem encontra o conhecimento a respeito da Vida, de onde viemos e onde vamos viver a eternidade. A Palavra de Deus 2 Timóteo 3:16-17 Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver. 17 E isso

Leia mais

O Pequeno Mundo de Maria Lúcia

O Pequeno Mundo de Maria Lúcia Eric Ponty O Pequeno Mundo de Maria Lúcia Pinturas de Fernando Campos [2005] Virtual Book s Numa noite de outubro a pequena Maria Lúcia viu o azul do céu escuro da tarde um homem andando de bicicleta.

Leia mais

Os Quatros Elementos Ter, 02 de Dezembro de 2008 09:12

Os Quatros Elementos Ter, 02 de Dezembro de 2008 09:12 O estudo das forças ocultas da natureza presente nos quatro elementos e seus elementais, são comuns a todas as culturas por tratar-se de uma necessidade latente do ser humano. A Iniciação Hermética quase

Leia mais

OLHAR GLOBAL. Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas. A poeira do. renascimento. Fotografe Melhor n o 207

OLHAR GLOBAL. Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas. A poeira do. renascimento. Fotografe Melhor n o 207 OLHAR GLOBAL Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas A poeira do renascimento 36 Fotografe Melhor n o 207 Olivier convida pessoas que encontra na rua ou na internet para posarem

Leia mais

A CURA DE UM MENINO Lição 31

A CURA DE UM MENINO Lição 31 A CURA DE UM MENINO Lição 31 1 1. Objetivos: Mostrar o poder da fé. Mostrar que Deus tem todo o poder. 2. Lição Bíblica: Mateus 17.14-21; Marcos 9.14-29; Lucas 9.37-43 (Leitura bíblica para o professor)

Leia mais

00.035.096/0001-23 242 - - - SP

00.035.096/0001-23 242 - - - SP PAGINA 1 O CARÁTER CRISTÃO 7. O CRISTÃO DEVE TER UMA FÉ OPERANTE (Hebreus 11.1-3) Um leitor menos avisado, ao ler o texto pode chegar à conclusão de que a fé cria coisas pelas quais esperamos. A fé não

Leia mais

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa.

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Encontro com a Palavra Agosto/2011 Mês de setembro, mês da Bíblia 1 encontro Nosso Deus se revela Leitura Bíblica: Gn. 12, 1-4 A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Boas

Leia mais

SUMÁRIO Páginas A alegria 10 (A alegria está no coração De quem já conhece a Jesus...) Abra o meu coração 61 (Abra o meu coração Deus!...

SUMÁRIO Páginas A alegria 10 (A alegria está no coração De quem já conhece a Jesus...) Abra o meu coração 61 (Abra o meu coração Deus!... SUMÁRIO Páginas A alegria 10 (A alegria está no coração De quem já conhece a Jesus...) Abra o meu coração 61 (Abra o meu coração Deus!...) A cada manhã 71 (A cada manhã as misericórdias se renovam...)

Leia mais

PARÓQUIA DE SÃO PEDRO DO PRIOR VELHO. Procissão em honra de Nossa Senhora de Fátima

PARÓQUIA DE SÃO PEDRO DO PRIOR VELHO. Procissão em honra de Nossa Senhora de Fátima PARÓQUIA DE SÃO PEDRO DO PRIOR VELHO Procissão em honra de Nossa Senhora de Fátima PRIOR VELHO 12-05-2007 Cântico de Entrada: 1. A treze de Maio, na Cova da Iria, apareceu brilhando a Virgem Maria. Ave,

Leia mais

*Não foi propriamente um movimento ou escola literária; * Trata-se de uma fase de transição para o Modernismo, nas duas primeiras décadas do século

*Não foi propriamente um movimento ou escola literária; * Trata-se de uma fase de transição para o Modernismo, nas duas primeiras décadas do século *Não foi propriamente um movimento ou escola literária; * Trata-se de uma fase de transição para o Modernismo, nas duas primeiras décadas do século XX; * É quando surge uma literatura social, através de

Leia mais

POESIAS. Orientação: Professora Keila Cachioni Duarte Machado

POESIAS. Orientação: Professora Keila Cachioni Duarte Machado POESIAS Orientação: Professora Keila Cachioni Duarte Machado A flor amiga O ser mais belo e culto Emoções e corações Sentimentos envolvidos Melhor amiga e amada O seu sorriso brilha como o sol Os seus

Leia mais

O CANTO DO ASSUM PRETO: Uma análise estética

O CANTO DO ASSUM PRETO: Uma análise estética O CANTO DO ASSUM PRETO: Uma análise estética Ibrantina Guedes Lopes Licenciada em Letras e Música. Pós-graduanda do Curso de Especialização em Cultura Pernambucana da FAFIRE Membro da Associação Brasileira

Leia mais

2. 1 A poesia trovadoresca - Leitura de cantigas de amor e de amigo semântico, sintático, lexical e sonoro;

2. 1 A poesia trovadoresca - Leitura de cantigas de amor e de amigo semântico, sintático, lexical e sonoro; EIXO TEMÁTICO: 1 TEXTO LITERÁRIO E NÃO LITERÁRIO 1) Analisar o texto em todas as suas dimensões: semântica, sintática, lexical e sonora. 1. Diferenciar o texto literário do não-literário. 2. Diferenciar

Leia mais

ALENCASTRO E PATRICIA CD: NOSSO ENCONTRO. 1 - Nosso encontro - Sérgio Lopes. 2- Família - Twila Paris Versão: Aline Barros e Ronaldo Barros

ALENCASTRO E PATRICIA CD: NOSSO ENCONTRO. 1 - Nosso encontro - Sérgio Lopes. 2- Família - Twila Paris Versão: Aline Barros e Ronaldo Barros ALENCASTRO E PATRICIA CD: NOSSO ENCONTRO 1 - Nosso encontro - Sérgio Lopes Me traz em tuas mãos o teu amor Eu trago em minhas mãos o meu amor E faz do teu abraço o meu abrigo Meu coração te ama e chama

Leia mais

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA DESENGANO FADE IN: CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA Celular modelo jovial e colorido, escovas, batons e objetos para prender os cabelos sobre móvel de madeira. A GAROTA tem 19 anos, magra, não

Leia mais

Músicas Para Casamento

Músicas Para Casamento Músicas Para Casamento 01. Você e Eu - Eliana Ribeiro 7M 7M C#m7 F#7/5+ F#7 Bm7 Quero estar com você, / Lembrar de cada momento bom; C#m7 m7 C#m7 #m7 Em7 7/9 Reviver a nossa história, nosso amor. 7M #m7/5-

Leia mais

Lição 01 O propósito eterno de Deus

Lição 01 O propósito eterno de Deus Lição 01 O propósito eterno de Deus LEITURA BÍBLICA Romanos 8:28,29 Gênesis 1:27,28 Efésios 1:4,5 e 11 VERDADE CENTRAL Deus tem um propósito original e eterno para minha vida! OBJETIVO DA LIÇÃO Que eu

Leia mais

TEMPO DO NATAL I. ATÉ À SOLENIDADE DA EPIFANIA HINOS. Vésperas

TEMPO DO NATAL I. ATÉ À SOLENIDADE DA EPIFANIA HINOS. Vésperas I. ATÉ À SOLENIDADE DA EPIFANIA No Ofício dominical e ferial, desde as Vésperas I do Natal do Senhor até às Vésperas I da Epifania do Senhor, a não ser que haja hinos próprios: HINOS Vésperas Oh admirável

Leia mais

Equipe de Língua Portuguesa. Língua Portuguesa SÍNTESE DA GRAMÁTICA

Equipe de Língua Portuguesa. Língua Portuguesa SÍNTESE DA GRAMÁTICA Aluno (a): Série: 3ª TUTORIAL 3B Ensino Médio Data: Turma: Equipe de Língua Portuguesa Língua Portuguesa SÍNTESE DA GRAMÁTICA TERMOS INTEGRANTES = completam o sentido de determinados verbos e nomes. São

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

Vai ao encontro! de quem mais precisa!

Vai ao encontro! de quem mais precisa! Vai ao encontro! 2ª feira, 05 de outubro: Dos mais pobres Bom dia meus amigos Este mês vamos tentar perceber como podemos ajudar os outros. Vocês já ouviram falar das muitas pessoas que estão a fugir dos

Leia mais

O PASTOR AMOROSO. Alberto Caeiro. Fernando Pessoa

O PASTOR AMOROSO. Alberto Caeiro. Fernando Pessoa O PASTOR AMOROSO Alberto Caeiro Fernando Pessoa Este texto foi digitado por Eduardo Lopes de Oliveira e Silva, no Rio de Janeiro, em maio de 2006. Manteve-se a ortografia vigente em Portugal. 2 SUMÁRIO

Leia mais

Lição 9 Completar com Alegria

Lição 9 Completar com Alegria Lição 9 Completar com Alegria A igreja estava cheia. Era a época da colheita. Todos tinham trazido algo das suas hortas, para repartir com os outros. Havia muita alegria enquanto as pessoas cantavam louvores

Leia mais

Anna Catharinna 1 Ao contrário da palavra romântico, o termo realista vai nos lembrar alguém de espírito prático, voltado para a realidade, bem distante da fantasia da vida. Anna Catharinna 2 A arte parece

Leia mais

Deus: Origem e Destino Atos 17:19-25

Deus: Origem e Destino Atos 17:19-25 1 Deus: Origem e Destino Atos 17:19-25 Domingo, 7 de setembro de 2014 19 Então o levaram a uma reunião do Areópago, onde lhe perguntaram: "Podemos saber que novo ensino é esse que você está anunciando?

Leia mais

NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVA MATERIAL EDUCATIVO OFICINA ARTÍSTICA E LITERÁRIA CAFEZINHO

NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVA MATERIAL EDUCATIVO OFICINA ARTÍSTICA E LITERÁRIA CAFEZINHO NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVA MATERIAL EDUCATIVO OFICINA ARTÍSTICA E LITERÁRIA CAFEZINHO Foto: Flávia Violim Este material servirá como modelo para que professores de Língua Portuguesa aproximem seus alunos

Leia mais

FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I CONTEÚDO E HABILIDADES ARTES. Conteúdo: - Cubismo e Abstracionismo

FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I CONTEÚDO E HABILIDADES ARTES. Conteúdo: - Cubismo e Abstracionismo CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I Conteúdo: - Cubismo e Abstracionismo 2 CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL I Habilidades: - Conhecer e distinguir diferentes momentos

Leia mais

SALMODIA COMPLEMENTAR

SALMODIA COMPLEMENTAR SALMODIA COMPLEMENTAR PARA TÉRCIA, SEXTA E NOA Depois da Invocação inicial Deus, vinde em nosso auxílio, diz-se o Hino da Hora Intermédia e a Salmodia correspondente ao momento do dia em que se faz a celebração.

Leia mais

C: acima de 15 anos Cornélio Procópio

C: acima de 15 anos Cornélio Procópio Quem serei? Serei um pássaro errante perdido na imensidão do mundo ou um barco que vaga solitário nos mares da vida à procura de um porto de águas calmas onde possa se atracar? Ou serei triste poeta que

Leia mais

PARNASIANISMO/SIMBOLISMO

PARNASIANISMO/SIMBOLISMO 1. INTRODUÇÃO LITERATURA PARNASIANISMO/SIMBOLISMO É a manifestação poética do Realismo, embora, ideologicamente, não mantenha pontos de contato com ele; mesmo assim, pode ser considerada poesia anti-romântica.

Leia mais

eunice arruda - poesias alguns (poemas selecionados de eunice arruda)

eunice arruda - poesias alguns (poemas selecionados de eunice arruda) eunice arruda - poesias alguns (poemas selecionados de eunice arruda) propósito Viver pouco mas viver muito Ser todo o pensamento Toda a esperança Toda a alegria ou angústia mas ser Nunca morrer enquanto

Leia mais

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I FORTALECENDO SABERES CIÊNCIAS NAT. CIÊNCIAS HUM. CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA. Conteúdo:

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I FORTALECENDO SABERES CIÊNCIAS NAT. CIÊNCIAS HUM. CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA. Conteúdo: CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I Conteúdo: - Alguns aspectos que interferem na saúde das pessoas - Saúde como Direito Constitucional dos brasileiros

Leia mais

Amar Dói. Livro De Poesia

Amar Dói. Livro De Poesia Amar Dói Livro De Poesia 1 Dedicatória Para a minha ex-professora de português, Lúcia. 2 Uma Carta Para Lúcia Querida professora, o tempo passou, mas meus sonhos não morreram. Você foi uma pessoa muito

Leia mais

FILOSOFIA DE VIDA Atos 13.36

FILOSOFIA DE VIDA Atos 13.36 FILOSOFIA DE VIDA Atos 13.36 Tendo, pois, Davi servido ao propósito de Deus em sua geração, adormeceu, foi sepultado com os seus antepassados e seu corpo se decompôs. Não são todos que têm o privilégio

Leia mais

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. Tema 2012: Flora Brasileira Araucária

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. Tema 2012: Flora Brasileira Araucária HINÁRIO O APURO Tema 2012: Flora Brasileira Araucária Francisco Grangeiro Filho 1 www.hinarios.org 2 01 PRECISA SE TRABALHAR Marcha Precisa se trabalhar Para todos aprender A virgem mãe me disse Que é

Leia mais

HINÁRIO NOVA DIMENSÃO

HINÁRIO NOVA DIMENSÃO HINÁRIO NOVA DIMENSÃO Tema 2012: Flora Brasileira Rabo de Galo (Worsleya rayneri) Padrinho Alfredo Alfredo Gregório de Melo 1 www.hinarios.org 2 01 BRILHANTES PEDRAS FINAS Marcha - Valsa Ao pai eterno

Leia mais

De Luiz Carlos Cardoso e Narda Inêz Cardoso

De Luiz Carlos Cardoso e Narda Inêz Cardoso Água do Espírito De Luiz Carlos Cardoso e Narda Inêz Cardoso EXISTE O DEUS PODEROSO QUE DESFAZ TODO LAÇO DO MAL QUEBRA A LANÇA E LIBERTA O CATIVO ELE MESMO ASSIM FARÁ JESUS RIO DE ÁGUAS LIMPAS QUE NASCE

Leia mais

Ensino Médio Unidade São Judas Tadeu Professor (a): Anna Izabel Aluno (a): Série: 2ª Data: / / 2015. LISTA DE LITERATURA

Ensino Médio Unidade São Judas Tadeu Professor (a): Anna Izabel Aluno (a): Série: 2ª Data: / / 2015. LISTA DE LITERATURA Ensino Médio Unidade São Judas Tadeu Professor (a): Anna Izabel Aluno (a): Série: 2ª Data: / / 2015. LISTA DE LITERATURA Questão 01.O texto abaixo apresenta, basicamente, três partes: a realidade, o sonho

Leia mais

Romantismo. Questão 01 Sobre a Arte no Romantismo, julgue os itens a seguir em (C) CERTOS ou (E) ERRADOS:

Romantismo. Questão 01 Sobre a Arte no Romantismo, julgue os itens a seguir em (C) CERTOS ou (E) ERRADOS: Romantismo Questão 01 Sobre a Arte no Romantismo, julgue os itens a seguir em (C) CERTOS ou (E) ERRADOS: 1. ( C ) Foi a primeira e forte reação ao Neoclassicismo. 2. ( E ) O romantismo não valorizava a

Leia mais

Carlos Neves. Antologia. Raízes. Da Poesia

Carlos Neves. Antologia. Raízes. Da Poesia 1 Antologia Raízes Da Poesia 2 Copyrighr 2013 Editra Perse Capa e Projeto gráfico Autor Registrado na Biblioteca Nacional ISBN International Standar Book Number 978-85-8196-234- 4 Literatura Poesias Publicado

Leia mais

LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS Professora Josi e Professora Mara

LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS Professora Josi e Professora Mara LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS Professora Josi e Professora Mara Denotação x Conotação Sentido denotativo: Meus alunos comeram uns doces. Sentido conotativo: Meus alunos são uns doces. Figuras

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

A sociedade das estrelas fica situada no Concelho da Fantasia. Ali, os dias são convidativos ao sonho e as noites propostas claras de ilusão.

A sociedade das estrelas fica situada no Concelho da Fantasia. Ali, os dias são convidativos ao sonho e as noites propostas claras de ilusão. A sociedade das estrelas fica situada no Concelho da Fantasia. Ali, os dias são convidativos ao sonho e as noites propostas claras de ilusão. Há muitos anos, nesse reino encantado, morava uma linda menina,

Leia mais

REALISMO NATURALISMO EM PORTUGAL

REALISMO NATURALISMO EM PORTUGAL AULA 13 LITERATURA PROFª Edna Prado REALISMO NATURALISMO EM PORTUGAL Na aula de hoje falaremos sobre o Realismo português. Mas para começarmos é importante que você saiba o que é realismo. Veja: REAL+ISMO

Leia mais

O Antigo Testamento tem como seus primeiros livros a TORÀ, ou Livro das leis. É um conjunto de 5 livros.

O Antigo Testamento tem como seus primeiros livros a TORÀ, ou Livro das leis. É um conjunto de 5 livros. O Antigo Testamento tem como seus primeiros livros a TORÀ, ou Livro das leis. É um conjunto de 5 livros. A Torá é o texto mais importante para o Judaísmo. Nele se encontram os Mandamentos, dados diretamente

Leia mais

Tovadorismo. 2 - (UFPA - 2010) Das estrofes abaixo, a que apresenta traços da estética do Trovadorismo é:

Tovadorismo. 2 - (UFPA - 2010) Das estrofes abaixo, a que apresenta traços da estética do Trovadorismo é: Tovadorismo 1 - (PUC-Camp - 2011) A poesia medieval procurou enaltecer os valores e as virtures do cavaleiro. Nessa poesia, o amor cortês, referido no texto, pressupunha uma concepção mítica do amor, que

Leia mais

Manual de Respostas do Álbum Líturgico- catequético No Caminho de Jesus [Ano B 2015]

Manual de Respostas do Álbum Líturgico- catequético No Caminho de Jesus [Ano B 2015] 1 Manual de Respostas do Álbum Líturgico- catequético No Caminho de Jesus [Ano B 2015] Página 9 Na ilustração, Jesus está sob a árvore. Página 10 Rezar/orar. Página 11 Amizade, humildade, fé, solidariedade,

Leia mais

12:00 Palestra: Jesus confia nos Jovens -Por isso entrega sua mãe - Telmo

12:00 Palestra: Jesus confia nos Jovens -Por isso entrega sua mãe - Telmo 2:00 Palestra: Jesus confia nos Jovens -Por isso entrega sua mãe - Telmo Amados de Deus, a paz de Jesus... Orei e pensei muito para que Jesus me usasse para poder neste dia iniciar esta pregação com a

Leia mais

Páscoa do Senhor de 2015 Missa do Dia.

Páscoa do Senhor de 2015 Missa do Dia. Páscoa do Senhor de 2015 Missa do Dia. Caríssimos Irmãos e Irmãs: Assim que Maria Madalena vira o túmulo vazio, correu à Jerusalém atrás de Pedro e João. Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde

Leia mais

VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE

VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE É Preciso saber Viver Interpretando A vida na perspectiva da Espiritualidade Cristã Quem espera que a vida seja feita de ilusão Pode até ficar maluco ou morrer na solidão É

Leia mais

Acólitos. São João da Madeira. Cancioneiro

Acólitos. São João da Madeira. Cancioneiro Acólitos São João da Madeira Cancioneiro Índice Guiado pela mão...5 Vede Senhor...5 Se crês em Deus...5 Maria a boa mãe...5 Quanto esperei por este momento...6 Pois eu queria saber porquê?!...6 Dá-nos

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

Vivendo a Liturgia Ano A

Vivendo a Liturgia Ano A Vivendo a Liturgia Junho/2011 Vivendo a Liturgia Ano A SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR (05/06/11) A cor litúrgica continua sendo a branca. Pode-se preparar um mural com uma das frases: Ide a anunciai

Leia mais

sinal de tristeza. Sinal de morte!

sinal de tristeza. Sinal de morte! CULTO FAMÍLIA: Reflexão sobre a morte e o luto Acreditamos que todos nós já sofremos a perda de alguém, seja familiar, amigo, vizinho ou apenas conhecido. Nos sentimos impotentes, indefesos, medrosos diante

Leia mais

Já imaginou a monotonia da vida e dos negócios sem as cores?

Já imaginou a monotonia da vida e dos negócios sem as cores? AS CORES E OS NEGÓCIOS Já imaginou a monotonia da vida e dos negócios sem as cores? Conhecer o significado das cores, na vida e nos negócios, aumenta as suas possibilidades de êxito. Aproveite. Sabia,

Leia mais

#93r. 11.7 O Apocalipse X Mateus 24

#93r. 11.7 O Apocalipse X Mateus 24 11.7 O Apocalipse X Mateus 24 #93r Há uma grande semelhança entre a sequência dos acontecimentos do período da Tribulação, descritos no livro do Apocalipse, com relação a Mateus 24. Vamos hoje, analisar

Leia mais

Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão. Jorge Esteves

Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão. Jorge Esteves Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão Jorge Esteves Objectivos 1. Reconhecer que Jesus se identifica com os irmãos, sobretudo com os mais necessitados (interpretação e embora menos no

Leia mais

ANDERSON CAVALCANTE. Meu pai, meu herói

ANDERSON CAVALCANTE. Meu pai, meu herói ANDERSON CAVALCANTE Meu pai, meu herói Dedicatória Ao meu pai, Eraldo, meu herói e minha referência de vida. 5 Agradecimentos A Deus, por sempre me ajudar a cumprir minha missão. A todos os pais que são

Leia mais

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. www.hinarios.org 01 PRECISA SE TRABALHAR 02 JESUS CRISTO REDENTOR

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. www.hinarios.org 01 PRECISA SE TRABALHAR 02 JESUS CRISTO REDENTOR HINÁRIO O APURO Tema 2012: Flora Brasileira Araucária Francisco Grangeiro Filho 1 www.hinarios.org 2 01 PRECISA SE TRABALHAR 02 JESUS CRISTO REDENTOR Precisa se trabalhar Para todos aprender A virgem mãe

Leia mais

POEMAS DE JOVITA NÓBREGA

POEMAS DE JOVITA NÓBREGA POEMAS DE JOVITA NÓBREGA Aos meus queridos amigos de Maconge Eu vim de longe arrancada ao chão Das minhas horas de menina feliz Fizeram-me estraçalhar a raiz Da prima gota de sangue Em minha mão. Nos dedos

Leia mais

Disciples of Christ Church Ministerio vida com vida Israel Costa 1

Disciples of Christ Church Ministerio vida com vida Israel Costa 1 Disciples of Christ Church Ministerio vida com vida Israel Costa 1 MANTO QUE TRAZ DE VOLTA O QUE FOI PERDIDO. Orou Eliseu e disse: Jeová, abre os seus olhos, para que veja. Abriu Jeová os olhos do moço,

Leia mais

Barroco Simbolismo Cruz e Souza Modernismo 2ª fase Cecília Meireles Drummond

Barroco Simbolismo Cruz e Souza Modernismo 2ª fase Cecília Meireles Drummond O CÓDIGO DAS ÁGUAS Lindolf Bell, Timbó, 1938 Gênero: Poesia lírica 34 poemas, divididos em cinco partes: Poemas, Desterro, Minifúndio, Poema do Andarilho, Poemas Finais Publicação 1984 Literatura Catarinense

Leia mais