Governo lança conjunto de medidas para salvar construção e imobiliário

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1 QUARTA-FEIRA 13 MARÇO SUPLEMENTO COMERCIAL PUBLICIDADE Governo lança conjunto de medidas para salvar construção e imobiliário O compromisso para a competitividade sustentável foi assinado na última semana com a CPCI e os ministros da Economia e Emprego e da Agricultura e Ordenamento do Território p04 DR Renegociação de rendas vai manter-se em 2013 e 2014 A renegociação das rendas e a mudança das empresas para novas instalações vai marcar o ritmo do mercado dos escritórios p14 Prémio Nacional de Reabilitação entregue na Alfândega do Porto Os vencedores são conhecidos a 3 de abril, num evento integrado na Semana da Reabilitação Urbana, que decorre na cidade do Porto p08/09 Casas para arrendar com grande procura na Marinha Grande A procura de casas para arrendar é significativa e os investidores podem ter aqui um nicho de mercado a explorar. O valor médio das rendas é de quatro euros/m2 p06 Este suplemento é parte integrante do jornal PÚBLICO e não pode ser vendido separadamente

2 02 Opinião IMOBILIÁRIO 13 MARÇO 2013 Arrendamento deve evitar os erros do passado A Reforma do Estado Luís Lima É fácil, mas não é sério, apelar à sensibilidade social e lançar gasolina na fogueira da suposta guerra entre senhorios e inquilinos para reeditar aqueles erros, rotulando a legislação que dá passos no sentido da transparência do mercado de lei dos despejos. Numa economia como é aquela em que vivemos, os mercados como o do arrendamento urbano, devem ser livres, aceitando-se alguma tutela em certos mercados específicos bem identificados, nos quais não me parece que possa ser incluído o do arrendamento. É bom recordar, quando alguns parecem empenhados em repetir erros antigos, que foram as continuadas políticas habitacionais erradas, entre as quais as que impuseram o congelamento das rendas, as que mais geraram a degradação de grande parte do nosso património construído. É fácil, mas não é sério, apelar à sensibilidade social e lançar gasolina na fogueira da suposta guerra entre senhorios e inquilinos para reeditar aqueles erros, rotulando a legislação que dá passos no sentido da transparência do mercado de lei dos despejos. Como se competisse aos proprietários de imóveis, e não ao Estado, prestar cuidados sociais aos elos mais fracos, no caso, e numa regra que também tem exceções, os inquilinos que possuem menos rendimentos e que são, muitas vezes, cidadãos em situações precárias. Perpetuar a distorção que vários e longos períodos de congelamento das rendas nas principais cidades provocou no mercado do arrendamento urbano, em nome de supostas simpatias políticas para com aqueles que possam não suportar os aumentos resultantes da liberalização é um erro grande. Acresce que esta situação só atinge uma percentagem diminuta de uma fatia do mercado de arrendamento que, no seu todo, não chega a 15% do universo dos contratos de arrendamento urbano, ou seja uma parte desses 15% de inquilinos que devem ser - ninguém o nega protegidos, mas pelo Estado e não à custa dos proprietários de imóveis. Como já disse neste mesmo jornal, a linguagem que normalmente utilizamos ao abordarmos este tema facilita, emocionalmente, a que façamos um retrato do inquilino como vítima da insensibilidade social do senhorio. Isto não é necessariamente assim, nem a presente lei, que não será perfeita e por isso suscetível de ser melhorada, deixa de acautelar os casos em que a respetiva aplicação possa resultar numa violência para quem tenha de a suportar. Pessoalmente, com também já disse, volto a insistir na tese, segundo a qual os proprietários demonstrarão inteligência se, voluntariamente, continuarem a ter a sensibilidade social que o momento exige, com a consciência de que estas preocupações não podem deixar de ser assumidas pelo Estado. Poder-se-á admitir que o momento não seja fácil para o Estado no que a gastos sociais diz respeito, mas este argumento da inoportunidade do momento, foi sempre, recordo, a grande justificação para retardar a correção das distorções de dezenas de anos neste campo. As questões que se colocam ao funcionamento de um mercado de arrendamento digno desse nome e útil ao país são outras e dizem respeito à necessidade de fazer baixar as rendas, dos chamados arrendamentos novos, para valores competitivos face aos de uma prestação bancária de um crédito habitacional. Presidente da APEMIP e Presidente da CIMLOP Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa António Luís Pereira Figueiredo O combate à burocracia, o eficiente e eficaz funcionamento da justiça e uma correta e estável política dos impostos sobre a propriedade formal (imobiliária, mobiliária e societária) constituem matérias que em nosso entender, devem integrar o debate sobre a Reforma de Estado. Os países em desenvolvimento (da Ásia, África e América Latina) e, recentemente, os países da Europa do Sul têm vindo a tomar medidas com o objetivo de englobar as suas economias no capitalismo global e dele beneficiar. São exemplos dessas medidas, políticas económicas como o equilíbrio do orçamento, redução do deficit, corte dos subsídios e vencimentos, redução do estado social e a venda (privatização) da propriedade do Estado. Para Hernando De Soto, economista peruano, o investimento estrangeiro, as moedas estáveis e outras políticas de matriz idêntica, não são suficientes para gerar capital economicamente vivo e conduzir as nações ao desenvolvimento. O obstáculo a ser vencido é a incapacidade desses países de atingir este objetivo. Esse obstáculo não se deve à míngua de ativos naqueles países, nem tão pouco é culpa dos seus povos por falta de espírito empreendedor, de vocação para o mercado ou mesmo do seu grau cultural. O problema, para De Soto, não está tanto nas soluções tecnocratas, antes reside no fracasso das leis e das instituições jurídicas, que associa ao fracasso económico. Quando a burocracia é muita para se empreender na indústria, no comércio ou na prestação de serviços, os impostos são elevados, desproporcionados e instáveis e os tribunais não decidem em tempo útil, não estão criadas as condições para que os cidadãos e as empresas ingressem na formalidade ou tenham incentivos à produtividade. O resultado é condenar toda essa população a viver na ilegalidade ou a manter-se improdutiva e inativa. É a negação do sistema em virtude da sua ineficiência. Se o sistema legal não facilita as necessidades e as ambições dos indivíduos então eles vão, inexoravelmente, abandoná-lo. A burocracia gerada por um ordenamento jurídico desvinculado da realidade social e obsoleto é a causa real da exclusão. As leis são restritivas e excludentes. Mais, quando o sistema jurídico é moroso e caro e os impostos são altos, as dificuldades não se restringem apenas àqueles que vivem na informalidade, mas também se estendem aos outros que, já estando na legalidade, dificilmente nela se podem manter devido aos seus custos elevados e aos altos impostos incidentes sobre a propriedade formal. Nestas circunstâncias os governos apesar de proporem reformas, não conseguem capacitar os seus cidadãos a produzir capital. Os governos são então confrontados por gerarem, como refere De Soto: Uma economia capitalista e de livre mercado para os poucos privilegiados que podem concretizar os seus direitos de propriedade e pobreza relativa para um amplo sector subcapitalizado incapaz de valorizar os seus próprios ativos. No que concerne ao nosso país e em matéria de registos e notariado já muito se simplificou para adquirir títulos e registos representativos da propriedade imobiliária e para constituir sociedades, muito importa desburocratizar e agilizar, ainda, para criar empresas comerciais ou industriais, designadamente quando a lei exige a competente autorização ou licenciamento para o exercício da respetiva atividade. Presidente do Conselho Diretivo do Instituto dos Registos e do Notariado PUBLICIDADE

3 Cidade do Porto recebe Semana da Reabilitação Urbana IMOBILIÁRIO 13 MARÇO 2013 Atualidade 03 Susana Ribeiro É já em abril que a cidade do Porto recebe a Semana da Reabilitação Urbana, que entre os dias 3 e 10 celebra a regeneração das cidades portuguesas com um programa intenso de eventos, incluindo conferências, seminários, workshops, exposições e a entrega do primeiro Prémio Nacional de Reabilitação Urbana. São já várias as entidades que se associaram a esta celebração, uma ideia da Vida Imobiliária e da Promevi, em parceria com a Câmara Municipal do Porto e a Porto Vivo SRU. Entre elas, a CCDR-Norte, a APEMIP, a AIC- COPN, o INCI, a APRUPP, a Ordem dos Engenheiros ou a Santa Casa da Misericórdia do Porto, que estão também a preparar a dinamização de eventos próprios no âmbito da Semana da Reabilitação Urbana. A escolha da cidade anfitriã desta Semana da Reabilitação Urbana não foi ao acaso, conforme explica Arturo Malingre, da Vida Imobiliária e do um dos dinamizadores da inicia- tiva. O Porto é líder na reabilitação urbana a nível nacional, tem uma estratégia de longo-prazo nesta área e com resultados já bastante visíveis, acrescenta. Isso mesmo estará patente nesta Semana da Reabilitação Urbana, que se estenderá um pouco por toda a cidade. As áreas e edifícios recuperados serão palcos privilegiados para esta celebração, que pretende atrair quer profissionais da área imobiliária e complementares, quer o público em geral. Residentes e turistas da cidade do Porto, com interesses profissionais na Reabilitação Urbana ou de qualquer outra área de atividade, são, assim, convidados a conhecer a Reabilitação Urbana, com a possibilidade de assistir a conferências e seminários, conhecer métodos e materiais para reabilitação, tirar dúvidas sobre os processos de reabilitação, visitar edifícios reabilitados ou em reabilitação, ver exposições de fotografia ou participar em workshops. Um dos principais pontos de interesse da Semana da Reabilitação Urbana será o Espaço da Reabilitação Urbana, que entre os dias 3 e 6 de abril, estará presente na Praça D. João I e que pretende ser um ponto de encontro obrigatório entre a população e a comunidade de profissionais que se dedica à reabilitação urbana. Em cerca de 600 m2, um auditório com 60 lugares apoiará a apresentação de projetos, empreendimentos, workshops e contactos entre estes dois públicos; estando ainda patentes mostras de soluções e iniciativas na área da reabilitação urbana. Este espaço acolherá ainda a mostra dos projetos candidatos ao primeiro Prémio Nacional de Reabilitação Urbana, que será entregue a 3 de abril, num evento integrado na Semana da Reabilitação Urbana. Uma agenda dinâmica A agenda de Conferências e Seminários da Semana da Reabilitação Urbana é outro dos pontos fortes da iniciativa. Além do Seminário Nacional da APEMIP, a 5 de abril, a agenda A semana da reabilitação tem prevista uma agenda intensa de eventos para celebrar a regeneração das cidades portuguesas inclui a realização de um conjunto diversificado de conferências durante a semana sobre a reabilitação nas suas diversas vertentes. A Conferência Reabilitação Urbana e Espaço Público, a 3 de abril, marca o arranque do programa de conferências, um evento da responsabilidade da Porto Vivo - SRU e que terá lugar no Teatro Rivoli. Os encontros são realizados em parceria com entidades que, desde forma, se associam à iniciativa, incluindo a AICCOPN, o Impulso Positivo, a Santa Casa da Misericórdia do Porto, a APRUPP ou a Ordem dos Engenheiros. O Teatro Rivoli e o Auditório da Ordem dos Engenheiros serão os palcos privilegiados para a realização do programa de conferências e seminários A Caixa Geral de Depósitos apoia a Semana da Reabilitação Urbana, tendo-se associado à iniciativa. A Schmitt+Sohn Elevadores, a Lucios, a Weber e a Sika são também entidades que apoiam a Semana da Reabilitação Urbana Porto 2013.

4 04 Atualidade IMOBILIÁRIO 13 MARÇO 2013 Governo lança conjunto de medidas para salvar construção e imobiliário O compromisso para a competitividade sustentável foi assinado com a CPCI e os ministros da Economia e Emprego e da Agricultura e Ordenamento do Território Elisabete Soares Reis Campos, presidente da CPCI - Confederação Portuguesa da Construção e Imobiliário e os Ministros da Economia e Emprego, Álvaro Santos Pereira e da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, Assunção Cristas, assinaram na última semana o Compromisso para a Competitividade Sustentável da Construção e Imobiliário, um documento que era aguardado com expetativa pelo setor da construção e imobiliário que enfrenta a pior crise da sua história. Estão em causa cinquenta e duas medidas concretas, as quais são imprescindíveis para estancar o desemprego, mantendo em atividade os 140 mil postos de trabalho que estão em risco, evitando que a taxa de desemprego nacional supere os 20%, e permitir a criação de 85 mil novos postos de trabalho na economia portuguesa. São contempladas medidas emblemáticas como a alocação de 3,7 mil milhões de euros para investimento em infraestruturas, a participação do setor nas linhas de crédito destinadas a financiar as PME s, os estímulos à internacionalização, reabilitação urbana e arrendamento, entre outros e a participação da confederação na definição estratégica do próximo pacote de apoios comunitários para o período O documento assinado tem por pressupostos o crescimento, a competitividade e o emprego e é um compromisso com o futuro do setor e com o futuro do país, refere a Confederação, afirmando que se trata de um passo decisivo para a inversão do pior ciclo recessivo de há registo na história do setor. Ações prioritárias De acordo com o documento, no atual contexto, marcado por pro- DR A reabilitação dos centros das cidades é uma prioridade, sendo necessário tomar medidas urgentes fundos processos de reconversão da estrutura produtiva, é necessário assumir como prioritária a adoção de novas políticas sociais e de emprego, tendo por finalidade, o combate efetivo ao desemprego e propiciar mais e melhores oportunidades aos portugueses. Assume especial importância a promoção da requalificação dos trabalhadores, potenciando assim as suas qualificações, permitindo seus postos de trabalho e dotando mercado de trabalho de uma forma mais célere possível, caso se encontrem em posição de desemprego, e ao mesmo tempo, assegurando a sustentabilidade do próprio tecido empresarial Outro aspeto tem a ver com a necessidade de evitar o estrangulamento financeiro das empresas, o que passa por garantir a liquidez necessária ao seu funcionamento, por estabelecer condições equilibradas de acesso ao crédito e pela criação de incentivos ao investi- Entrevista Qual o contributo que neste momento poderá ter o Compromisso para a Construção e Imobiliário para tirar o sector da situação de crise em que se encontra? Neste momento, não é só a Confederação que o afirma, como é reconhecido pelo próprio Governo, que se trata de um acordo fundamental para inverter a situação em que o setor se encontra e para que, após 11 anos consecutivos de crise, se possa estabelecer um novo ciclo, capaz de dar confiança aos agentes económicos. Não tenho qualquer dúvida ao afirmar que este compromisso, e as suas 52 medidas concretas - cuja plena execução foi assumida pelo Governo - são a única esperança para um tecido empresarial que se encontra à beira da rutura. A salvaguarda dos 140 mil postos de trabalho que estão, neste momento, em risco, e a criação de 85 mil novos empregos são o efeito direto estimado deste verdadeiro programa de emergência. Que medidas poderão no curto espaço de tempo ser mais eficazes para salvar as empresas e o emprego? Estamos a falar de sete domínios de intervenção e de cinquenta e duas medidas concretas, entre as quais a dinamização do investimento público, mediante a alocação, até ao final da execução do QREN, de cerca de 3,7 mil milhões de euros, para infraestruturas, equipamentos e reabilitação urbana. De notar que a concretização desta medida representaria, já em 2013, um aumento de 85% nas adjudicações. Está em causa também o apoio direto ao financiamento das empresas, garantindo 200 milhões de euros nas linhas de crédito PME Investe que estão em curso, bem como a disponibilidade das próximas linhas para as empresas do setor. Por outro lado, está contemplada a dinamização do arrendamento e da reabilitação urbana, essenciais para estabilizar a situação atual do mercado imobiliário que está a penalizar todos, famílias e investidores, incluindo iniciativas como um programa de financiamento de particulares para a reabilitação de edifícios destinados ao arrendamento. Encontra-se ainda prevista a criação de um Regime Extraordinário de Incentivo ao Investimento Privado, capaz de atrair investimento empresarial e imobiliário em domínios estratégicos como o turismo residencial e a reabilitação. Estão criadas as condições para alocar as verbas do QREN para novas áreas, como a reabilitação? Não se trata de criar novas áreas, até porque este Governo concluiu, há pouco tempo, o processo de renegociação do QREN. Tratase, sim, de garantir que os 3,7 mil milhões de euros em fundos comunitários que referi, afetos ao investimento em infraestruturas, e que estão já previstos, são efetivamente executados nos próximos 2 anos e meio, garantindo-se a correta utilização É a única esperança para um tecido empresarial que se encontra à beira da rutura. Reis Campos é o presidente CPCI - Confederação Portuguesa da Construção e Imobiliário destas verbas, que não podem ser desperdiçadas. O que é necessário para que as empresas de construção e imobiliário possam avançar para a internacionalização? Há duas dimensões distintas que é necessário abordar ao nível do apoio ao processo de internacionalização das empresas. A primeira, prende-se com a necessidade de desenvolver uma diplomacia económica capaz de dar uma resposta efetiva às especificidades do setor. Refiro-me, em particular, a aspetos de natureza burocrática, destinados a atenuar eventuais barreiras à entrada das empresas nos mercados exteriores, como vistos de trabalho, processos de reconhecimento de títulos académicos e questões alfandegárias, bem como assegurar um melhor posicionamento perante a concorrência de outros países e um adequado acesso às oportunidades de negócio.

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6 06 Oportunidades IMOBILIÁRIO 13 MARÇO 2013 Casas para arrendar com grande procura na Marinha Grande A procura de casas para arrendar é significativa e os investidores podem ter aqui um nicho de mercado a explorar. O valor médio das rendas é de quatro euros m2 Cidade em análise DAVID CLIFFORD/ARQUIVO Elisabete Soares 618 Número de fogos em oferta destinados a venda A oferta de casas da banca para venda e a procura para arrendamento são dois dos aspetos que mais se destacam na caraterização do mercado da habitação da Marinha Grande. Em comparação com outras regiões do país, o peso da oferta das casas, que resultaram do crédito malparado à habitação, é bastante superior à oferta de casas de particulares, no caso do imobiliário usado, e dos promotores, nas frações novas. A explicação para esta situação é dada pelos mediadores que conhecem o mercado. Na opinião de Bruno Rosa, diretor da imobiliária Imodélio, durante anos os trabalhadores da indústria tinham dois ordenados, o ordenado normal e um segundo conseguido com as horas extraordinárias. Na sua opinião, esta situação permitiu que os trabalhadores tivessem condições financeiras para comprar casa. Contudo, por um lado, o agravar da situação económica do país, que afetou de forma drástica o setor industrial levando ao fecho de muitas empresas e, por outro, as alterações no regime das horas extraordinário, levou a que muitas famílias vissem a sua situação financeira agravar-se de forma abrupta. Simultaneamente, o encerramento das fábricas levou a um ajustamento a nível do comércio local que proliferava junto a estas zonas. João Cordeiro, gerente da Imosonho, tem a mesma explicação para este fenómeno, alertando para o desemprego que grassa na região, onde predominam indústrias de setores como os moldes, plásticos e a metalúrgica, muito penalizadas pela situação económica do país. Na sua opinião, este fenómeno é acompanhado pela maior procura de casas para arrendamento, embora a oferta seja escassa. O concelho da Marinha Grande foi muito penalizado pela crise que afeta o setor industrial Autarquia reabilita centro tradicional do concelho A requalificação do património Stephens e das instalações da Escola Profissional e Artística da Marinha Grande (EPAMG), a reabilitação da Fábrica da Resinagem, a implementação de circuitos turísticos e a programação cultural do município e da associação CISCO, são algumas das ações incluídas no programa Parcerias para a Regeneração Urbana, um projeto promovido pela autarquia e financiado, em parte, pelo do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), e destinado à reabilitação urbana do centro tradicional da Marinha Grande. O projeto destina-se a qualificar e integrar os distintos espaços de cada cidade; fortalecer e diferenciar o capital humano, institucional, cultural e económico da cidade; qualificar e intensificar a integração da cidade na região envolvente; inovar nas soluções para a qualificação urbana. O programa de ação para a Marinha Grande foi contemplado com um investimento de cerca de 8,8 milhões de euros, comparticipado em 60% pelo FEDER, o que representa um valor de cerca de cinco milhões de euros, para ser executado entre 2009 e Para a concretização dos 11 projetos foi estabelecida uma parceria entre a autarquia e as diversas associações e organismo do concelho. De acordo com os dados da Confidencial Imobiliário (CI) o número de fogos em oferta para arrendamento, no concelho da Marinha Grande, é de 75, sendo que 68 localizam-se na freguesia da Marinha Grande. O valor médio das rendas é de quatro euros o metro quadrado (m2). Na opinião de João Cordeiro a procura de casas com preços mais baixos por parte de investidores é um nicho de mercado, sendo, na verdade, o negócio com mais expressão atualmente. Embora represente, apenas, cerca de um terço dos negócios realizados há dois a três anos atrás. Contudo, na sua perceção, as casas não se destinam ao mercado do arrendamento, porque apesar das alterações da lei do arrendamento - questões como os despejos ficaram muito aquém do desejável e, ainda, não estão a estimular a confiança no mercado. Casas novas escasseiam Segundo João Cordeiro, neste momento, começa a haver falta de casas novas e com boa qualidade de construção. Um dos empreendimentos recentes que apresentava estas características, a Urbanização das Olaias, já não tem muitas frações para venda. Segundo os dados da CI, a procura de casas novas é superior à oferta, já que, neste mercado, o peso das frações usadas para venda é maior. Ou seja, no concelho a percentagem de fogos usados em oferta para venda é de 69%, em detrimento dos novos que é de apenas 31%. Contudo, a procura de fogos novos é de 40%, superando em 10% a oferta. O número de fogos em oferta destinados a venda é de 618, sendo que a freguesia da Marinha Grande absorve a quase totalidade, ou seja, 500 frações. Predominam os apartamentos T3, com 23% da oferta, as moradias até T3, com 27%, seguindo-se os T2, com 19%. Em 2011 o número de fogos transacionados foi de 279, sendo que 240 foram vendidos na freguesia da Marinha Grande. O tempo que, em média, demora a vender uma fração ronda os dez meses, o que permite estimar que a atual oferta de casas tenha um período de escoamento previsto de quatro anos.

7 IMOBILIÁRIO 13 MARÇO 2013 Oportunidades 07 Oportunidades Marinha Grande Índice confidencial imobiliário º T º T 2012 Perfil demográfico Concelho da Marinha Grande Perfil sociodemográfico Valor Ranking nacional Área (km2) População (n.º) Densidade populacional (n.º/km2) Famílias (n.º) N.º de fogos º 72º 61º 69º 74º Valor médio de oferta/m 2 Total 4.º T de 2012 Mais Oportunidades Millennium na área de imobiliário de millenniumbcp.pt. Marque as suas visitas através da linha M Imóveis (atendimento personalizado das 10h-22h). Moradia V3 (Ref ) Preço: euros (valor de campanha até 30 abril) Freguesia da Marinha Grande Moradia V3 de dois pisos para habitação e com garagem no logradouro, inserida em terreno de 225 m2, composto por R/C (sala, cozinha, casa de banho e despensa), 1ºpiso com 3 quartos (1 suite), 2 casas de banho, varanda. Inclui garagem box no logradouro. Morada: Rua da Covinha, 15 - Lugar de Comeira. Apartamento T3 (Ref ) Preço: euros (valor de campanha até 30 abril) Freguesia da Marinha Grande Apartamento T3 de 116 m2, constituído por hall, corredor, 3 quartos, cozinha, despensa, copa, sala, 2 casas de banho, varanda e garagem. Morada: Av. Dr. José Henrique Vareda 21 1º Direito. A B Loja (Ref ) Preço: euros (valor de campanha até 30 abril) Freguesia de Vieira de Leiria A B C Vieira de Leiria Marinha Grande Moita C Espaço comercial com 103 m2, composto por espaço destinado a comércio com espaço amplo, um pequeno escritório, 2 casas de banho e um arrumo na cave. Morada: Rua da Fonte Santa 21 R/C Esquerdo. Licenciamento de novas habitações Dinâmica de promoção nova Valor Ranking nacional N.º novos fogos licenciados (acum ) N.º fogos com DCR emitido (acum ) % De 1 quarto ou inferior % De 2 quartos % De 3 quartos % De 4 quartos ou superior % Com certificação A ou A % 8% 33% 54% 34% 75º 140º Loja (Ref ) Preço: euros (valor de campanha até 30 abril) Freguesia da Marinha Grande Espaço comercial de 87 m2 composto por sala ampla com casa de banho. Garagem na cave. Morada: Rua Pintores do Vidro, nº 37, RC. Fonte: INE; Estatísticas Ci/ADENE; LardoceLar.com

8 08 Reabilitação IMOBILIÁRIO 13 MARÇO 2013 Prémio Nacional de Reabilitação entregue na Alfândega do Porto Os vencedores são conhecidos a 3 de abril, num evento integrado na Semana da Reabilitação Urbana, que decorre na cidade do Porto Susana Ribeiro O primeiro Prémio Nacional da Reabilitação Urbana será entregue na Alfândega do Porto, num jantar de gala que terá lugar a 3 de abril, revelaram, esta semana, as entidades responsáveis pela organização da iniciativa, a Vida Imobiliária e a Promevi. A entrega do prémio é um dos eventos integrados na Semana da Reabilitação Urbana, que entre 3 e 10 de abril, vai celebrar, na cidade do Porto, a requalificação das cidades portuguesas e todo o trabalho que tem sido desenvolvido nesta área, com uma atenção especial para a cidade Invicta, que se destaca na reabilitação urbana, quer pela estratégia que tem vindo a desenvolver quer pelos resultados que já são visíveis. Esta última iniciativa é também da responsabilidade da Vida Imobiliária e da Promevi, sendo desenvolvida em parceria com a autarquia portuense e com a Porto Vivo SRU. São esperadas cerca de 200 pessoas para conhecer os vencedores do prémio, que vai distinguir os melhores projetos de reabilitação urbana de habitação, de turismo, de retalho, de serviços e equipamentos de impacto social. Está ainda reservado um destaque para o melhor projeto desenvolvido na cidade do Porto, que acolhe a primeira edição desta iniciativa e que vai ser palco da Semana da Reabilitação Urbana. O Prémio Nacional de Reabilitação Urbana recebeu 36 candidaturas, que estão neste momento a ser avaliadas pelo júri, constituído por cinco personalidades de referência em Portugal, nomeadamente André Jordan, presidente do grupo André Jordan; António Tomás Correia, presidente do conselho de administração do grupo Montepio Geral; Augusto Mateus, presidente da Augusto Mateus & Associados; Luís Lima, presidente da APEMIP e presidente da CIMLOP e Gonçalo Byrne, fundador e presidente Gonçalo Byrne Arquitectos. Para a organização do prémio, o número de candidaturas recebidas foi bastante positivo, considerando que se trata de uma iniciativa que dá agora os primeiros passos, refere Arturo Malingre, Director do prémio. A diversidade dos projetos, quer em termos de usos quer em termos geográficos, foram também destacadas por este responsável. Recorde-se que o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana Reabilitar, Renovar e Regenerar terá uma periodicidade anual, tendo como objetivo discriminar positivamente os projetos de reabilitação urbana que estão a contribuir para a regeneração das cidades portuguesas, para o seu desenvolvimento económico e para a melhoria de vida das suas populações, distinguindo, simultaneamente, os agentes que se empenham em promover estas mudanças. A iniciativa é apoiada pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, bem como pela Schmitt+Sohn Elevadores, Aguirre Newman, Adene e Revigres, contando com os apoios institucionais do INCI, APEMIP, AICCOPN, AE- COPS e APRUPP. O Prémio Nacional de Reabilitação Urbana tem como jornal oficial o Público, o portal oficial é a CASASAPO e conta ainda com os apoios das revistas Impulso Positivo, Confidencial Imobiliário e Arqa. Conheça de seguida alguns projetos que concorrem ao prémio. Edifício Campo Pequeno Lisboa Habitação Frente à Praça de Toiros do Campo Pequeno, em Lisboa, este edifício foi reconvertido para uso habitacional, depois de ser utilizado, durante vários anos, como espaço de escritórios. Promovido pela Campo Pequeno 81 Investimento Imobiliário, o projeto pretende ser uma proposta inovadora e distinta em Lisboa, apostando na maximização dos espaços e colocando a última tecnologia ao serviço do conforto dos residentes, simbolizando uma reabilitação urbana contemporânea que recorre a técnicas e materiais inovadores. Cada piso é exclusivamente dedicado a um apartamento, que varia entre as tipologias T5 e T6 e áreas entre os 385 m2 e os 460 m2. A eficiência energética é um dos destaques deste edifício, que já foi galardoado com o Prémio Nacional de Eficiência Energética. O projeto de arquitetura é assinado pela Sarana & Associados e por Jorge Ribeiro, sendo a construção da responsabilidade da Engimov Construções, Lda. Passeio dos Clérigos Porto Retalho Resultado de um concurso público de concessão de direito de superfície, este projeto permitiu a um investidor privado reconverter um espaço público degradado do centro do Porto num novo espaço comercial aberto à cidade e que atraiu retalhistas qualificados. O projeto é promovido pela parceria Urbaclérigos/John Neild & Associados e foi assumido como um novo arruamento pedonal que passou a fazer parte integrante do percurso que liga a Torre dos Clérigos, ex-libris da cidade, à livraria Lello, uma referência obrigatória no roteiro turístico. O Passeio dos Clérigos, na Baixa do Porto, é um projeto comercial integrado, mantendo a caraterística essencial de arruamento pedonal, o que permitiu conciliar as necessidades de exposição do comércio e restauração existentes e a necessidade de preservar e valorizar o património construído envolvente. O jardim do Olival, na cobertura, alberga uma esplanada do restaurante. Praça das Bandeiras Porto Habitação Na Rua Mouzinho da Silveira, uma das principais rua da Baixa do Porto, o edifico Praça das Bandeiras resulta da reabilitação de um imóvel que se encontrava em elevado estado de degradação. O edifício foi reabilitado com dois propósitos, nomeadamente, apartamentos para fins turísticos, do lado da Rua Mouzinho da Silveira, e de apartamentos para realojar as pessoas que já lá viviam, estes últimos na parte que tem acesso pela Travessa da Bainharia. A intervenção, em ambas as vertentes, pretendeu salvaguardar ao máximo a estrutura e elementos existentes, tendo sido possível manter praticamente toda a organização e distribuição dos espaços interiores. Foram preservados os desenhos das portas, janelas, portadas, escadas e claraboias e mantido o sistema construtivo em madeira e tabique, no sentido de preservar tanto uma época tão marcante da história da cidade do Porto, como um princípio construtivo já em desuso. O projeto é promovido por Nuno Ramiro Bernardo Unip., com arquitetura de Fernando Correia e construção da José Leal, Sociedade de Construções. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa apoia: REABILITAR, RENOVAR, REGENERAR ver candidatos em APOIO À REABILITAÇÃO URBANA: ORGANIZAÇÃO: Cuidamos do nosso património

9 IMOBILIÁRIO 13 MARÇO 2013 Reabilitação 09 O prémio destina-se a projetos de reabilitação nas categorias de uso residencial, comercial, escritórios e turismo, bem como intervenções de reconhecido impacto social Centro Gran Cruz Tattva Design Hostel Espaço Amoreiras Gaia Turismo O Centro Gran Cruz, em Vila Nova de Gaia, resulta de uma remodelação profunda do edifício existente, com o objetivo de instalar na frente ribeirinha desta cidade, uma estrutura capaz de promover a marca de vinhos Porto Cruz, através de um espaço informativo, expositivo e de lazer. Os alçados mantiveram as suas características préenvolventes, mas os interiores abarcam uma remodelação integral, com reforço e reposição das estruturas. O edifício integra um piso térreo e três pisos elevados, que vão contemplar zonas de exposição, sala de receção e conferências, sala de degustações e provas de vinho, zona de convívio e projeção multimédia, bem como cozinha. Está ainda incluído um apartamento de acesso privado. O projeto integra ainda um terraço acessível, que permite uma vista panorâmica sobre toda a envolvente. É uma promoção do Gran Cruz Porto, com arquitetura de Luc Arsene-Henry/Alain Triaud e Juliette Faugere /Arq 2525, com construção da Lucios. In Pátio Porto Turismo No Pátio de São Salvador, no Porto, nasce o In pátio, um projeto que pretende criar um alojamento local em pleno Centro Histórico do Porto. O edifício, totalmente devoluto, encontrava-se em avançado estado de degradação, sendo composto por cave, piso térreo e dois pisos elevados, numa área de implantação de aproximadamente 70 m2. O projeto proposto divide-se em cinco quartos, suite, equipados com uma instalação sanitária e um hall de entrada. Cada piso possui dois quartos, sendo que no piso do rés-do-chão possui só um quarto devido a existência da recepção neste mesmo piso. O piso da cave alberga as funções de zona de estar e pequenos almoços. O edifício é denominado parcela 35 do Documento Estratégico Feitoria Inglesa Quarteirão Aprovado pela Porto Vivo Sociedade de Reabilitação Urbana da Baixa Portuense. O projeto é assinado pela Floret Arquitetura, sendo promovido pela In Pátio e estando a construção a cargo da Sinicel. Porto Turismo Localizado em plena área histórica do Porto, na Rua do Cativo, junto à Sé Catedral da cidade, este projeto resulta da junção de dois edifícios para acolher um estabelecimento de alojamento local, preservando a fachada de cariz Almadina. As alterações mais profundas foram realizadas apenas a nível interior, pretendendo-se, assim, preservar e repor os elementos que caracterizam a imagem arquitectónica e construtiva dos edifícios classificados como Património Mundial. Composto por 16 quartos, dos quais 4 com capacidade para instalar pessoas com mobilidade condicionada, o Tattva Design Hostel oferece um total de 116 camas o que o configura como o hostel com maior numero de camas da cidade do Porto. As duas suites privativas, o restaurante acessível ao público em geral e um terraço com vista deslumbrantes sobre a cidade são outros dos destaques neste projeto. Tem uma área total de construção de 1.406,50 m2. O projeto é assinado pelo Arquiteto Miguel de Brito Nogueira. Centro Dehoniano Porto Impacto Social O projeto do Centro Dehoniano, na Avenida da Boavista, no Porto, surgiu como resposta à necessidade de reabilitar o edifício com maior adequação ao seu propósito atual. Ao longo do tempo, a construção sofreu várias intervenções que adulteraram principalmente o seu interior, embora também os exteriores apresentassem sinais de degradação e descaracterização. Os arquitetos Nuno Valentim e Frederico Eça assinam este projeto de remodelação da casa existente, devolvendo-lhe atributos entretanto perdidos, incluindo a presença de luz natural a atravessar o edifício. O Centro Dehoniano para além de residência pretendia servir de apoio a movimentos juvenis, coordenando, na zona Norte do país, as atividades da Juventude Dehoniana e da Associação de Leigos Voluntários Dehonianos. A partir de 2001, a residência passou também a acolher estudantes de Teologia. Para responder a todas estas atividades, tornava-se necessário proceder a obras de adaptação da casa. Lisboa Serviços Este projeto resultou da transformação de uma antiga galeria comercial, que se encontrava devoluta, num centro empresarial, na R. D. João V, em Lisboa. Promovida pelo The Edge Group e com arquitetura do Atelier Daciano da Costa, a intervenção pretendeu contrariar a imagem criada pela justaposição de diferentes frentes de loja, que caraterizava o espaço comercial, criando agora uma imagem unificada de fachadas interiores, independente do utilizador de cada espaço, fazendo valer, sobre a diversidade de empresas, uma imagem de conjunto. Conseguiu-se transformar um centro comercial, altamente retalhado por pequenos espaços, num centro empresarial e de serviços onde as áreas privadas passaram de 50% para 80% da área total do imóvel. O motivo desta candidatura foi evidenciar a vantagem de requalificar o edificado existente e adequá-lo à procura e às necessidade que existem ou que se possam criar. PUBLICIDADE PRATROCÍNIO PRATA: JORNAL OFICIAL: APOIO INSTITUCIONAL: PRATROCÍNIOS PLATINA:

10 10 Arrendamento IMOBILIÁRIO 13 MARÇO 2013 Santo Tirso investe em parceria de regeneração urbana A parceria, apoiada pela autarquia e que contou com o apoio de vários parceiros locais, permitiu dinamizar projetos numa área total de 251 hectares a dar novo alento à economia local e ao turismo Elisabete Soares A apresentação do projeto de reabilitação dos edifícios da Quinta de Fora do Mosteiro de S. Bento Escola Profissional Agrícola Conde S. Bento, realizada recentemente, encerra um ciclo de investimento, de 10 milhões de euros, que a Câmara Municipal de Santo Tirso realizou nos últimos três anos, numa área total de 251 hectares ao longo do Rio Ave e 3,5 km de frente ribeirinha. Com a conclusão desta obra vai terminar o investimento material da Parceria de Regeneração Urbana (PRU) que liderada pela autarquia, foi apoiada por vários parceiros locais com o lema o rio no coração da cidade. No caso deste projeto em particular, cujas obras estão já no terreno, podemos realçar a sua importância para o desenvolvimento económico desta região. A recuperação dos edifícios da Quinta de Fora, que in- A recuperação dos edifícios da Quinta de Fora inclui a Casa da Eira e a Casa do Caseiro clui a Casa da Eira e a Casa do Caseiro, está avaliada em 1,6 milhões de euros. Ao reabilitar este importante conjunto edificado, de reconhecido valor patrimonial vai ser possível criar um centro de educação ambiental, um pequeno auditório, uma sala de exposições e uma escola profissional de hotelaria. Fruto da vontade de três entidades a Misericórdia de Santo Tirso enquanto proprietária dos imóveis, a DREN/Escola Agrícola responsáveis pelo projecto pedagógico e a Câmara Municipal de Santo Tirso, entidade que lidera a parceria de Regeneração Urbana das Margens do Ave este projecto âncora foi alvo de um concurso público internacional de arquitetura e apresenta uma solução contida e sustentável, económica e funcional. Importa ainda dizer que as outras ações âncora da PRU são a segunda fase de construção do Parque Urbano da Rabada, localizado no extremo poente do Plano de Urbanização das Margens do Ave, que se liga ao Mosteiro de São Bento e à cidade através do Passeio das Margens do Ave outra importante ação e a reabilitação da Fábrica de Santo Thyrso cuja nave cultural e industrial foi inaugurada em outubro passado e onde já decorreram eventos importantes, como, por exemplo, o primeiro festival de animação japonesa da Península Ibérica e o seminário internacional Quarteirões Culturais. No caso da reabilitação dos edifícios da Quinta de Fora do Mosteiro de S. Bento, de destacar ainda a dimensão ambiental, através de um DR reforço e qualificação das atividades pedagógicas a desenvolver no contexto do futuro centro de interpretação ambiental. Este projeto insere-se assim na estratégia de regeneração da cidade. Assume como área de incidência a Escola Profissional Agrícola Conde São Bento e alguns da Quinta em que esta se encontra sedeada. Trata-se de um espaço emblemático, relacionado com a própria génese da cidade de Santo Tirso mas que, contudo, tem assumido ao longo das últimas décadas em papel de tampão, impedindo de certa forma uma relação mais próxima da comunidade com o rio Ave. A degradação do espaço foi outra das preocupações que ditou a urgência desta intervenção. E é neste sentido que as obras agora em curso assumem grande pertinência e coerência no contexto da estratégia de regeneração urbana que foi traçada para as Margens do Ave. Consultório Jurídico Procedimento Especial de Despejo Com as recentes alterações ao regime do arrendamento urbano, o senhorio que pretenda despejar o seu inquilino ainda tem de recorrer ao tribunal? A Lei n.º 31/2012, de 14 de Agosto, veio introduzir importantes alterações ao Novo Regime do Arrendamento Urbano ( NRAU ) e ao Código Civil ( CC ), criando um procedimento especial de despejo. Trata-se de um procedimento extrajudicial que se destina a tornar efetiva a cessação do contrato de arrendamento através da desocupação do imóvel. O senhorio pode recorrer ao procedimento especial de despejo quando o arrendatário não desocupe o locado na data prevista na lei ou na data fixada por convenção entre as partes. Para além disso pode ainda o senhorio lançar mão deste procedimento quando o arrendatário esteja em mora no pagamento da renda há dois meses ou mais, ou há mais de oito dias e por mais de quatro vezes num período de 12 meses, tendo sido feita a resolução do arrendamento via extrajudicial mediante comunicação dirigida à contraparte, na qual se invoca o incumprimento do contrato de arrendamento. Nos demais casos, a lei reservalhes o recurso à via judicial para que seja decretada a resolução do contrato. É o caso da resolução de contrato por iniciativa do senhorio quando se verifique a violação de regras de higiene, de sossego ou boa vizinhança, da utilização do imóvel para fim diverso ao contratado, e as restantes situações do artigo 1083.º, n.º 2 do CC. Se, após a efetiva notificação do arrendatário, o imóvel permanecer ocupado, então o senhorio poderá iniciar o procedimento especial junto do Balcão Nacional de Arrendamento ( BNA ), devendo para tal preencher um formulário próprio, disponível em https://bna.mj.pt/, que pode ser submetido online ou entregue nas secretarias competentes. O BNA notifica o arrendatário para, em 15 dias, desocupar o locado e pagar a quantia em dívida, ou deduzir oposição apenas por via eletrónica à pretensão do requerente (senhorio) e/ou requerer o diferimento da desocupação do imóvel. Com a desocupação do locado e pagamento das rendas devidas, o procedimento extingue-se. Se, pelo contrário, o arrendatário deduzir oposição, o procedimento é distribuído ao tribunal competente, seguindo uma tramitação simplificada. Quando o arrendatário opte pelo silêncio ou apresente oposição fora do prazo, o BNA converte o requerimento em título para desocupação do locado, permitindo a posse imediata do imóvel mediante intervenção de oficial de justiça, ou findo o prazo acordado pelas partes. Este título também pode ser utilizado para, havendo rendas em dívida, intentar a competente ação executiva para pagamento de quantia certa. Joana Alves de Abreu com PUBLICIDADE

11 IMOBILIÁRIO 13 MARÇO 2013 Certificação Energética 11 Academia ADENE forma especialistas em energia e sustentabilidade A Academia pretende instituir a ADENE como a entidade de referência em Portugal de formação de especialistas e técnicos nas áreas das energias renováveis A formação é uma componente fundamental da atividade da ADE- NE- Agência para a Energia e um vetor prioritário da sua missão de promover e realizar atividades de interesse público na área da energia e das respetivas interfaces com as demais políticas sectoriais. É neste enquadramento que foi lançada em 2012 a Academia ADENE, a qual pretende instituir a ADENE como a entidade de referência em Portugal de formação de especialistas e técnicos nas áreas das energias renováveis, da eficiência energética em edifícios, na indústria e nos transportes. Para além disso, a Academia ADENE projeta também a valorização internacional dos técnicos nacionais através do estabelecimento de parcerias com instituições de prestígio. São disso exemplo as ações de formação a seguir indicadas, uma amostra do Portefólio de Formação da Academia ADENE, as quais cobrem áreas e públicos-alvo muito diversos, mas sempre numa ótica da eficiência energética, energias renováveis e sustentabilidade. Gestão de energia em edifícios de serviços Claramente direcionada a gestores de energia de edifícios de serviços, responsáveis pela construção e manutenção de edifícios, projetistas e técnicos que pretendam adquirir conhecimentos na área do Regulamento dos Sistemas Energéticos e de Climatização de Edifícios, visa a aquisição e atualização de conhecimentos específicos na área da gestão de energia, exclusivamente dedicada a edifícios de serviços e na ótica da aplicação do RSECE. Gestão de energia na indústria Tendo como público-alvo os técnicos responsáveis pela área da energia de instalações industriais, esta formação tem como objetivo principal dotar os formandos de conhecimentos sobre as principais utilizações de energia nas suas empresas e capacitá-los para realizarem a análise sistemática dos consumos de energia. Com efeito, a gestão eficiente de energia e a utilização racional de energia representam um significativo potencial na redução do consumo, nomeadamente na Indústria. Qualificação dos Profissionais da Administração Pública Central Em linha com os objetivos do Programa de Eficiência Energética na Administração Pública (ECO.AP), o qual visa promover a eficiência energética na Administração Pública, e tem por objetivo permitir ao Estado a redução da fatura energética em 30%, destaque para a formação dos Gestores Locais de Energia (GLE), a qual, seguramente, contribuirá para a alavancagem e o sucesso deste Programa. Preparação para LEED Green Associate Em resultado de uma parceria com o México Green Building Council, foi lançado esta formação de carácter internacional, a qual pretende dotar os profissionais portugueses com mais competências que lhes permitam trabalhar em certificação em construção sustentável, tendo como destinatários os peritos qualificados em certificação energética de edifícios, engenheiros, arquitetos, empreiteiros, profissionais do setor imobiliário, gestores de projetos, entre outros. Qualificação de Auditores ISO A ADENE, com o apoio da CERTIF e no âmbito das suas competências na área da gestão de energia e eficiência energética, reforçou a sua oferta formativa através do lançamento de um curso para a qualificação de auditores de Sistemas de Gestão de Energia no âmbito da ISO 50001, a qual visa a promoção de novas oportunidades de trabalho no âmbito da gestão de energia. Esta formação DR A formação visa a aquisição e atualização de conhecimentos específicos na área da gestão de energia, exclusivamente dedicada a edifícios de serviços e na ótica da aplicação do RSECE destina-se a gestores e responsáveis por sistemas de gestão de energia ou outros sistemas de gestão, assim como a engenheiros e consultores, sendo o seu reconhecimento como auditores da responsabilidade da CERTIF. De salientar que a norma NP EN ISO é uma ferramenta fundamental para a gestão eficiente de energia, e consequente minimização das emissões poluentes e redução dos custos de energia. Para mais informações sobre todos os cursos acima mencionados deverá contactar a Direcção Técnica da ADENE através do adene.pt, consultar o portal da Formação da ADENE ou o Portefólio de Formação da ADENE. PUBLICIDADE

12 12 Inovação & Tecnologia IMOBILIÁRIO 13 MARÇO 2013 Inovação & Tecnologia é uma parceria da Som de Exterior: a RevoluSom fica lá fora Os produtos Sonance A marca referência em colunas de encastrar já tinha as colunas náuticas da série Mariner, à prova de intempérie. Dispõe agora do sistema Sonance Landscape, que tem a particularidade de ter a maior parte do volume das colunas de graves enterrado no próprio solo do jardim. O restante conjunto de colunas direcionais garante uma cobertura homogénea no espaço. (www.sonance.com) Os sistemas de áudio residenciais foram-se desenvolvendo de acordo com as diferentes necessidades do consumidor de desfrutar de entretenimento pela habitação ao longo de décadas. Primeiro restritos a uma divisão onde estava o rádio da família, depois a disseminarem-se gradualmente pelas outras divisões, primeiro através de sistemas portáteis e gradualmente mais fixos, até chegarmos à condição atual onde muitas residências mais equipadas usufruem do chamado som multi-room, os fabricantes abriram asas à imaginação e foram inovando conforme essas necessidades. Desde colunas invisíveis, a colunas dedicadas a ambientes adversos como saunas, banhos turcos, exterior, barcos há colunas para todas as nossas necessidades. Uma das vertentes mais requisitadas e em voga é o chamado som para exterior (outdoor sound system). Há a necessidade de ter em espaços exteriores som com uma qualidade para além do razoável. Habitualmente, o cliente deseja que isso aconteça no seu jardim, pátio particular ou zona de piscina, mas mesmo o cliente da grande hotelaria já não dispensa a sonorização completa dos espaços exteriores das suas unidades hoteleiras. Ora, isto cria diversas dificuldades aos fabricantes. Desde já porque o ambiente exterior é isso mesmo, exterior, e adverso. Portanto há que contar que os equipamentos consigam suportar intempéries, elevadas variações de temperatura e respetiva contração e expansão de materiais. Também importante é que o som de Há a necessidade de ter em espaços exteriores som com uma qualidade para além do razoável exterior requer mais potência do que é necessário dentro de quatro paredes, isto porque viajando o som em linha reta a partir das colunas, num ambiente de exterior a dispersão por ausência de obstáculos, como paredes, é muito maior. Logo aí, o ajuste, colocação e direccionalidade das colunas tem que ser feito com esta sensibilidade. Além destas dificuldades técnicas, há a questão estética. Ninguém quer grandes objetos no meio do jardim, e se dentro de casa as colunas se reduziram e em última instância passarem a ser encastradas em tetos e paredes para incomodarem menos, ou até se tornaram completamente invisíveis, no exterior a questão passa mais por camuflagem do que propriamente pela redução de tamanho. Neste primeiro aspeto, os fabricantes contornaram a questão com colunas apropriadas para estes ambientes desprotegidos. Desde cones em fibras resistentes ao ambiente exterior, a colunas à prova de água, várias alterações foram feitas às vulgares colunas que lhes permitem uma sobrevivência prolongada á chuva e ao sol. No que concerne à questão estética, aqui a imaginação é muita, e ainda bem que assim é para o consumidor poder escolher. Se não, vejamos: se tem uma simples varanda ou deck, pode simplesmente optar por ter colunas de exterior, na cor das paredes, que já assim vão passar despercebidas. Se nessa varanda existe teto falso nem é necessário uma instalação de colunas salientes, há modelos de exterior para teto falso. Mas e no jardim? Existem pedras, sim, falamos de colunas a imitar rochas. O chassis desta coluna é literalmente uma pedra, e quando a mesma está pousada no jardim ao lado de um arbusto, ou melhor, perto de outras pedras mais verdadeiras, só um olhar mais atento as deteta. Com várias cores e feitios, até subwoofers-pedra existem. Quando falamos de áreas mais extensas, ou quando a hipóteses de colunas pedra é preterida a favor de algo mais discreto ainda, aparece a tal revolusom : com colunas que ficam enterradas nos canteiros há a possibilidade de dissimular as colunas entre o meio ambiente sem prescindir de ter um som de grande qualidade e de projeção a Hantarex Os italianos especializados em ecrãs para utilização profissional há muito que dispõem de sistemas de imagem para exterior, para utilização em gares, paragens de autocarros. A leitura mesmo com exposição solar é característica chave. (www.hantarex.eu) SMS Não, não se trata de mensagens de texto. A SMS já existia antes delas: a empresa sueca tem suportes para televisores e projetores para todas as situações. Também comercializa caixas de exterior para televisores, à prova de ( ) quase tudo. (www. smartmediasolution.se) um nível superior. Os graves poderosos usam justamente o terreno para esconder o subwoofer e dissimula-lo nesse meio ambiente e até protege-lo de ações diretas do clima. Quanto ao televisor? Fica fechado lá dentro? Nada disso. As inovações em digital signage de exterior falamos aqui de comunicação em ecrã permitem que também o televisor seja instalado definitivamente lá fora sem problemas de funcionamento. Instalado em caixa estanques com vidro antirreflexo e com refrigeração própria, que até podem ter desembaciador para tirar o gelo, nada o impede de estar no seu jardim, seja no Inverno das Penhas Douradas ou no Verão da Albufeira, a ouvir e a ver o que bem entender. Lá fora, como lá dentro. PUBLICIDADE

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14 14 Escritórios IMOBILIÁRIO 13 MARÇO 2013 Renegociação de rendas vai manter-se em 2013 e 2014 A renegociação de rendas e a mudança das empresas para novas instalações é a convicção partilhada pelas principais consultoras que atuam no mercado de Lisboa Elisabete Soares Em 2013 e 2014 o mercado de escritórios de Lisboa e Porto vai continuar a apresentar uma redução de rendas em todas as zonas e será um período em que um número significativo de empresas aproveitará para fazer a mudança de instalações. A convicção é partilhada pelas principais consultoras que atuam neste mercado. De salientar, também, que no decorrer deste ano manter-se-á a tendência de uma grande parte das em- presas renegociarem as suas rendas, mantendo-se nas atuais instalações. Assim, perante o cenário atual, nos tempos mais próximos, a tendência será para a manutenção de níveis de procura moderados, redução da oferta disponível e descida pouco acentuada do nível de rendas, em contraste com um possível aumento do nível de incentivos que os proprietários poderão estar dispostos a dar para celebrar contratos de longa duração com entidades que lhes ofereçam boas garantias. A opinião é que gradualmente irá assistir a uma redução da área disponível de espaços novos de qualidade, o que pode, num curto espaço de tempo, levar a que empresas de grande dimensão que pretendam mudar para instalações novas, não encontrem soluções, exceto através da via do pré-arrendamento. Para 2013 não se preveem, assim, alterações significativas em termos de dinâmica. O mercado irá manter o ciclo de renegociações de contratos de arrendamento. Após a revisão dos mesmos em 2010 e 2011, as empresas procuram agora renegociar novamente as suas condições contratuais e valores e rendas. Assim, a convicção é que vamos continuar a assistir aos longos períodos de carência concedidos nos casos de mudança de instalações a par da comparticipação no fit out (obras de renovação) dos novos escritórios. A entrada de empresas de serviços de consultadoria internacionais, não só pelos valores competitivos mas pela facilidade de atração de mão-de-obra (nacional e interna- cional) qualificada, continuará a ser uma tendência deste ano e próximo. No caso da cidade do Porto, com o prolongamento do cenário económico e financeiro atual o mercado pode ficar próximo da estagnação. O período de exposição no mercado da oferta existente vai continuar a ser elevado e a margem negocial é e será cada vez mais elevada. Apresentamos, de seguida, um conjunto de edifícios onde a qualidade é evidente e os valores de arrendamento são competitivos. Edifício Duque de Ávila Comercializado Aguirre Situado no centro de negócios da cidade de Lisboa, este edifício tem cerca de m2 distribuídos por 8 andares para escritórios e 140 lugares de estacionamento, integrando ainda um palacete com cerca de 900 m2 de área de escritórios. A grande superfície da fachada em espelho permite grande luminosidade ao seu interior. Valor de renda médio 16 euros m2. Natura Towers Comercializado pela Bprime As Natura Towers são escritórios com grande versatilidade de áreas que permitem flexibilidade de instalação. Para além de rendas competitivas, este edifício de escritórios localiza-se junto ao Eixo Norte-Sul com acesso aos principais acessos rodoviários. Por ser um edifício com elevada eficiência energética (A+) permite aos seus ocupantes poupanças significativas nos consumos. Edifício Central Station Jones Lang LaSalle O edifício Central Station, no qual funcionou até há alguns anos a estação central dos CTT em Lisboa, quer afirmar-se como o novo hub de empreendedorismo e criatividade da capital. Resultado do seu reposicionamento, o imóvel está agora vocacionado para acolher empresas e profissionais das áreas de publicidade, marketing, indústrias criativas, start up s,ateliers. Apresenta rendas de 10 euros a 14 euros /m2. Arrábida Lake Towers Abacus Porto O Arrábida Lake Towers situa-se à entrada da cidade do Porto, junto á ponte da Arrábida, goza de uma localização privilegiada, quer em termos de acessos e visibilidade, além de uma magnífica panorâmica sobre o Douro e o mar, o que resultou na opção de uma imagem arquitetónica muito forte e de grande qualidade estética. Valor médio de renda 13 euros m2. Restelo Business Center Co-comercialização Abacus/Worx Localizado na Encosta do restelo, com facilidades de acesso à A5, trata-se de um empreendimento contemporâneo com cerca de 11 mil m2 de área bruta, dos quais nove mil são destinados a escritórios. É constituído por diferentes blocos com possibilidade de ligação entre si. Oferece grande flexibilidade de áreas por piso. Valores de comercialização a partir de 12 euros/m2 Edifício Atlantis Jones Lang la Salle Avenida D.João II, Parque das Nações, ao lado do centro comercial Vasco da Gama e junto à Gare do Oriente. O Edifício Atlantis, inaugurado em 2010, oferece um total de m2 de escritórios em sete pisos, dos quais m2 estão disponíveis. O edifício conta ainda com 385 m2 de áreas comerciais no piso térreo, além de 284 lugares de estacionamento. Rendas de 17,65 euros /m2 até 20,65 euros.

15 IMOBILIÁRIO 13 MARÇO 2013 Escritórios 15 Reabilitação de edifícios é tendência a curto prazo Parque das Nações atrai mais empresas Elisabete Soares O ano de 2013 poderá trazer poucas novidades em relação ao mercado de escritórios de Lisboa. A convicção é que a taxa de disponibilidade reduzir-se-á havendo, possivelmente, alguma pressão para um aumento de rendas nos imóveis novos. Neste momento é claro para todos os intervenientes do mercado de escritórios que existe stock suficiente para acomodar as necessidades a curto e médio prazo das empresas. Contudo, a necessidade pontual de escritórios no centro da cidade pode acentuar a tendência de recuperação e reabilitação de edifícios localizados em zonas consolidadas, de excelentes acessos e transportes em detrimento dos parques de escritórios. Na opinião de Amílcar Silva, da Cushman & Wakefield, a construção nova diminui drasticamente e nalgumas zonas, como o Parque das Nações e o Corredor Oeste (Oeiras/A5), é inexistente. Em contrapartida temos vindo a constatar e a participar ativamente na reabilitação do centro da cidade com projetos que vêm trazer a qualidade que antes se concentrava nos parques de escritório fora da cidade. A opinião é partilhada por alguns dos responsáveis dos departamentos de escritórios de Lisboa. Para João Vargas, da Abacus/Savills, a conjuntura económica e de mercado não incentiva ao desenvolvimento de novos projetos de edifícios de escritórios. Atualmente, salvo algumas reabilitações de edifícios na zona prime da cidade, onde a oferta de imóveis de qualidade é reduzida, não existe construção especulativa. Também Pedro Salema Garção, da consultora Worx, considera que vai continuar a destacar-se a zona prime do CBD (Central Business District - Avenida da Liberdade), onde se concentra a maior área de novos escritórios, dos últimos anos, em resultado da renovação de novos edifícios, trazendo assim uma nova dinâmica a esta zona e dando resposta aos novos requisitos da procura. Por seu lado Mariana Seabra, da Jones Lang La Salle, adianta que pela primeira vez em vários anos, a zona prime do CBD terá um aumento significativo de oferta nova de qualidade, estima-se que cerca de m2 de escritórios possam ser lançados nesta zona, pelo que o valor da renda prime poderá vir a ajustar-se em baixa. Jorge Bota, da BPrime, é de opinião que em Lisboa, 2013 prevê-se idêntico a 2012, apenas com algumas alterações em duas das zonas que constituem o mercado: a zona 1 (onde haverá uma oferta significativa de novos escritórios durante este ano e na zona 5 (Parque das Nações), onde tendo-se colocado uma área significativa durante 2012 e não tendo havido nova construção, a taxa de disponibilidade reduzir-se-á havendo possivelmente alguma pressão para um aumento de rendas, nos imóveis novos, visto que o segmento de usados se mantém com níveis de disponibilidade idênticos. DR Depois de um ano que encerrou num nível de atividade que superou os 100 mil m2 de absorção, o ano de 2013 revela um início prudente pelo número de operações reportadas nestes dois primeiros meses. Um total de 21 empresas escolheu novas instalações neste novo ano, completando um total de 4600 m2 de absorção. Um registo um pouco abaixo do mesmo período de 2012, quando 22 empresas tinham assegurado 5700 m2. O Parque das Nações esteve em destaque neste início de ano ao atrair oito novas empresas, para um total de absorção de 1.600m2, o que para um mercado que inicia de forma letárgica é um bom registo. As Torres Colombo são um dos novos edifícios de Lisboa que con- tinuam a registar uma performance interessante face ao mercado, protagonizando a maior operação deste início de ano a ocupação de uma empresa farmacêutica a ocupar mais de 800 m2. Destaque ainda para a Heron Castilho, edifício em zona nobre da cidade que apostando numa remodelação profunda está a atrair novas empresas, registando inclusive a mudança da Jones Lang LaSalle que acaba de apresentar o seu novo escritório. Além desta empresa, o Heron Castilho atraiu mais uma empresa já inicio deste ano. A expectativa dos operadores de mercado é de prudência face à atual conjuntura económica não dar sinais claros de retoma, reinando ainda assim um otimismo que poderá ser melhor do que o transato. PUBLICIDADE encontre o seu novo escritório Mais de m 2 de escritórios disponíveis online!

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Sociedade de capitais exclusivamente públicos, criada em Novembro de 2004 CAPITAL

Sociedade de capitais exclusivamente públicos, criada em Novembro de 2004 CAPITAL Reabilitação Urbana Sustentável o caso do Centro Histórico e da Baixa da cidade do Porto Álvaro Santos Presidente Executivo do Conselho de Administração Porto, 13 de Julho de 2015 Porto Vivo, SRU Sociedade

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