UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

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1 2CTDAMT06.P METODOLOGIAS DE INVENTÁRIO PARA RESTAURO DE EDIFICAÇÕES DE VALOR PATRIMONIAL Carolina Marques Chaves (2) ; Maria Berthilde Moura Filha (3) Centro de Tecnologia/Departamento de Arquitetura e Urbanismo/MONITORIA Resumo A necessidade do conhecimento a cerca de um imóvel passível de intervenção é reconhecida, e recomendada, há mais de dois séculos, e a atual demanda por obras de intervenção em áreas históricas ratifica seu cumprimento. Para tanto, o presente trabalho buscou a elaboração de um roteiro metodológico para elaboração de Inventários para Restauro de Edificações de Valor Patrimonial com o objetivo de sistematizar e facilitar o trabalho de coleta das informações básicas sobre a edificação, que segue as seguintes etapas: Histórico, Tipologia de Arquitetura, Estilo arquitetônico e obras de arte integradas, Sistemas e materiais construtivos, Levantamento Arquitetônico, Diagnóstico do estado de conservação e Projeto arquitetônico. Palavras chaves: metodologia de inventário, bens históricos, restauro. Introdução O trabalho aqui apresentado fez parte das atividades de monitora voluntária da disciplina Intervenções em áreas históricas no período e sob coordenação da professora Dr a. Maria Berthilde Moura Filha. O desenvolvimento do material aqui exposto tomou por base uma aula planejada pela professora sobre Metodologia de Inventário, Cadastro e Levantamento Arquitetônico. A necessidade do conhecimento prévio sobre a edificação alvo do restauro é algo que há muito vem sendo defendida e que, de fato, mostra se como etapa essencial e primeira do trabalho do restaurador. Trata se então do levantamento dos dados necessários para construção do conhecimento histórico de como surgiu a edificação, quais suas características primitivas, seus elementos construtivos, suas alterações ao longo do tempo, etc. Dessa forma, o arquiteto terá os subsídios necessários para iniciar um projeto de intervenção realmente comprometido com a preservação e restauro do bem histórico. Bem como assinala Viollet le Duc, o trabalho do restaurador equipara se ao de um cirurgião astuto e experiente, eu só toca num órgão depois de ter adquirido um completo conhecimento da sua função e de ter previsto as conseqüências imediatas ou futuras da operação. E acrescenta ainda que se age confiando do acaso, é melhor que se abstenha. É melhor deixar morrer o doente que matá lo 1. A necessidade de construção desse conhecimento é ainda mais relevante diante do atual aumento da demanda de obras de intervenção em áreas históricas, cujas ações podem ser maléficas ao patrimônio quando não orientadas devidamente. A reunião de tais informações é feita a partir da elaboração de um inventário, o qual deve seguir um procedimento metodológico específico para que seja bem sucedido e que sirva de base para construção de um dossiê sobre a edificação e o projeto de intervenção em questão. É foco desse trabalho, então, a sistematização das metodologias relativas à elaboração de inventários para restauro de edificações de valor patrimonial, tendo por resultado final a elaboração de um material único que sirva de roteiro para a execução do trabalho descrito acima. A reunião dessas informações se dá com a reunião e síntese de metodologias existentes, e a atualização destas às atuais ferramentas de processamento e elaboração de dados, a exemplo de novos instrumentos de desenho. 1 Viollet le Duc, Eugène Emmanuel. Restauro. PRETEXTOS. Universidade Federal da Bahia / Faculdade de Arquitetura / Mestrado em Arquitetura e Urbanismo. Salvador: Mestrado de Arquitetura e Urbanismo, Série B, n o 1, Apresentação, tradução e notas de Odete Dourado. (2) Monitor(a)Bolsista; ( 3) Prof(a) Orientador(a)/Coordenador(a).

2 A construção do inventário trata se, portanto, da reunião de conhecimentos básicos sobre a edificação, que abordam os seguintes temas: História Tipologia de Arquitetura Estilo arquitetônico e obras de arte integradas Sistemas construtivos e materiais Levantamento arquitetônico Diagnóstico do estado de conservação Proposta de intervenção / Projeto arquitetônico Resulta desse trabalho um material capaz de orientar arquitetos e estudantes de arquitetura a fazer um estudo detalhado sobre o bem alvo da futura intervenção, uma etapa indispensável para o início do desenvolvimento do projeto arquitetônico. Descrição Metodológica A montagem das etapas necessárias para elaboração do Inventário para Restauro de Edificações de Valor Patrimonial guia se por publicações já existentes e baseia se no trabalho de sistematização das etapas prescritas por estes e na atualização dos métodos de construção do conhecimento desejado. Cada etapa desse processo tem importância ímpar e é essencial à construção do dossiê. Os procedimentos metodológicos adotados seguem o que prescreve o IBA (Inventário de Bens Arquitetônicos), um manual elaborado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), o que prevê as Cartas Patrimoniais sobre o restauro de bens históricos e, especificamente sobre levantamento arquitetônico, o que expõe o Roteiro para execução de levantamento arquitetônico (Prefeitura de Olinda, 1987), cujos métodos de desenho foram atualizados ao uso das novas ferramentas de desenho (a exemplo do programa AutoCAD). Resultados A contribuição desejada com este trabalho foi a elaboração, como resultado final, de um material de caráter didático que se preste com orientador na construção do Inventário para restauro de edificações de valor patrimonial devido ao reconhecimento da necessidade primeira de se conhecer a fundo a edificação em que se pretende intervir. É exatamente o que defende Violler le Duc quando fala sobre a necessidade do conhecimento sobre a edificação antes da intervenção. O arquiteto encarregado do restauro de um edifício deve conhecer as formas, os estilos próprios deste edifício e a escola da qual se origina, devendo ainda mais, se possível, conhecer a sua estrutura, a sua anatomia, o seu temperamento, porque antes de tudo é necessário que o faça viver. É preciso eu ele tenha compreendido todas as partes desta estrutura como se ele próprio a tivesse executado e que, uma vez adquirido tal conhecimento, tenha à disposição diversos meios para empreender um trabalho de reparação. 2 E ratificado ainda pela Carta do Restauro 3, 1972, que afirma que a realização do projeto para restauração de uma obra arquitetônica deverá ser precedida de um exaustivo estudo sobre o monumento, elaborado de diversos pontos de vista (...), relativos à obra original. Para cada etapa é elaborado um formulário, cuja elaboração baseia se no IBA , que ajudará na 2 DOURADO, Odete. Idem. 3 Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Brasil). Cartas Patrimoninais. Caderno de documentos n o 3. Brasília: IPHAN, Inventário de Bens Arquitetônicos elaborado pelo Departamento de Informação e Documentação do IPHAN em 2002.

3 coleta e sistematização das informações necessárias e no registro das fontes pesquisadas. A construção do inventário trata se, portanto, da reunião de conhecimentos básicos sobre a edificação, que abordam os seguintes temas: História Tipologia de Arquitetura Estilo arquitetônico e obras de arte integradas Sistemas construtivos e materiais Levantamento arquitetônico Diagnóstico do estado de conservação Proposta de intervenção / Projeto arquitetônico Deve se tentar reconstruir a História do bem arquitetônico em estudo, cujo procedimento iniciar se á pela coleta de dados da edificação primitiva levando se em conta a época de construção, o uso original, o autor do projeto e o encomendante. Seguindo então a pesquisa sobre as intervenções sofridas ao longo do tempo, tais como reformas, acréscimos e intervenções restaurativas, até chegar ás informações da edificação em seu estado atual. São fontes possíveis para essa etapa os acervos locais de períodos e de material iconográfico de instituições públicas ou de particulares, bibliografia dedicada ao bem ou à época em estudo, visitas de campo e, quando possível, entrevistas com pessoas que tenham vivenciado a época em que a edificação foi construída. Em seguida, busca se definir a Tipologia da Arquitetura que tem relação com a função do edifício, implantação e distribuição dos espaços internos. Os objetivos dessa etapa do inventário são: 1) Detectar características arquitetônicas que foram alteradas por reformas anteriores ao momento da intervenção; 2) Fazer uma leitura espacial do edifício através da associação com tipologias semelhantes. São produtos dessa etapa a representação gráfica da planta (ver figura 01), que permitirá a análise da distribuição dos ambientes internos, bem como de hábitos de costumes característicos de um determinado período histórico, o desenho das fachadas, para o estudo de aberturas característicos de determinado tipo arquitetônico e signo de uma época, e material iconográfico que permita tal análise e reconhecimento de tipos. Figura 01: Representação de plantas e fachadas de Tipologias da Arquitetura Residenciais no período do Brasil Colonial.

4 A terceira etapa do inventário leva ao estudo do Estilo Arquitetônico e às Obras de Arte Integradas que permite o estudo do repertório formal da edificação e de sua linguagem decorativa. Nesse momento objetiva se detectar características da edificação já perdidas e a reconstrução da espacialização e imagem das fachadas e ambientes internos a partir da Figuras 02 e 03: Exemplares da Arquitetura Colonial no Brasil. Mariana (MG) e São Luiz (MA), respectivamente da esquerda para direita. Fotos Maria Berthilde Moura Filha. identificação de seu estilo. Assim, é importante saber o estilo que se está trabalhando tendo sempre em mente suas peculiaridades e elementos formais e decorativos característicos (ver figuras 02 e 03). A seguir, procura se identificar os Sistemas e Materiais Construtivos (ver figura 04), o que permite o conhecimento da técnica construtiva utilizada na época da construção da edificação, seus elementos estruturais e arquitetônicos característicos, e os materiais e métodos de utilização dos mesmos. O objetivo dessa análise é o conhecimento da estrutura física da edificação e a elaboração de diagnóstico que aponte para os possíveis problemas que possam comprometer a conservação da estrutura e, consequentemente, do bem arquitetônico em questão. Figura 04: Espaço Cultural dos Correios emprego de colunas de ferro fundido de delgado perfil, liberando grandes áreas (VASCONCELLOS, 2002 apud MENDES, 2006). Chega então o momento do levantamento arquitetônico, cujo procedimento deve seguir alguns cuidados devido à falta de alinhamento que predomina nas edificações, detalhes decorativos e possíveis reformas. Para guiar esse trabalho a Prefeitura de Olinda, em 1983, publicou um roteiro para levantamento arquitetônico de edifícios de cunho histórico (ver figuras

5 05 e 06), o qual é referenciado neste trabalho e cujos métodos de desenhos são adaptados à ferramenta CAD. Figura 05: Planta Baixa de levantamento arquitetônico. Fonte: Roteiro para Execução de Levantamento Arquitetônico. O levantamento arquitetônico de edificações de valor patrimonial serve como documento histórico e como instrumento indispensável para possíveis intervenções. Consiste, portanto, no registro gráfico do imóvel construído a partir da tomada de medidas das fachadas, ambientes e detalhes construtivos essenciais à leitura do edifício. Deve apresentar planta de localização e coberta, situação, planta baixa, cortes, fachadas e detalhes construtivos e decorativos. Serão elaborados, em um primeiro momento, croquis da planta, dos cortes e dos detalhes que se configurarem necessários. Com os desenhos esquemáticos em mãos parte se para a tomada das medidas e cotas altimétricas. Todo o material coletado será digitalizado no computador com o uso da ferramenta CAD e fará parte do conjunto de dados e informações sobre a edificação. Figura 06: Detalhe de coberta. Fonte: Roteiro para Execução de Levantamento Arquitetônico. Todas as informações anteriores permitirão a elaboração do Diagnóstico, etapa onde serão feitas considerações a cerca do estado de conservação da edificação, dos elementos formais primitivos ainda reconhecidos e dos posteriores acréscimos, da tipologia arquitetônica,

6 do sistema e materiais construtivos (estado de conservação das estruturas, fundações e materiais construtivos), a fim de orientar e fundamentar o Projeto de Intervenção elaborado destacando seus motivos e propósitos em um memorial justificativo e a adição do projeto arquitetônico, que deve apresentar plantas, cortes, fachadas e detalhes em desenhos onde se possam identificar as alterações propostas sob os dados obtidos durante o levantamento arquitetônico. Conclusão A construção do inventário, e posteriormente de um dossiê a cerca do trabalho de intervenção, é uma etapa indispensável no processo de intervenção por fornecer informações essenciais para a condução do projeto arquitetônico. E vai além, na medida em que contribui para o registro histórico de bens arquitetônicos, incluindo as últimas medidas de alteração sobre o mesmo que é o projeto de intervenção elaborado. A participação no desenvolvimento de um material que se presta a ser, antes de pretender algo mais, um instrumento didático no processo de formação de futuros arquitetos, é de recompensada pela certeza da contribuição acadêmica e profissional, e pelo conhecimento adquirido. Referências Bibliográficas CHOAY, Françoise; tradução de Luciano Vieira Machado. A alegoria do patrimônio. Ao Paulo: Estação Liberdade: Editora UNESP, DOURADO, Odete. Viollet le Duc, Eugène Emmanuel. Restauro. PRETEXTOS. Universidade Federal da Bahia / Faculdade de Arquitetura / Mestrado em Arquitetura e Urbanismo. Salvador: Mestrado de Arquitetura e Urbanismo, Série B, n o 1, Apresentação, tradução e notas de Odete Dourado. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Brasil). Cartas Patrimoninais. Caderno de documentos n o 3. Brasília: IPHAN, Inventário de Bens Arquitetônicos. Departamento de Identificação e Documentação (DID), PREFEITURA DE OLINDA. Roteiro para execução de levantamento arquitetônico de um edifício de cunho histórico e artístico cultural. Olinda: Prefeitura Municipal de Olinda / Secretaria de Educação e Cultura / Fundação Centro de Preservação dos Sítios Históricos de Olinda, MENDES, Carina. Técnicas Construtivas de Bens Imóveis ecléticos no Rio de Janeiro: Diretrizes para Preservação. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Rio de Janeiro, PROARQ, 2006.

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