Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos"

Transcrição

1 Gestão Foto: dreamstime.com Longo caminho Medida da ANS inicia discussão sobre a oferta de medicamentos ambulatoriais para doentes crônicos pelas operadoras de saúde Por Danylo Martins Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos não se cuidam como deveriam ou pior, abandonam seus tratamentos. As razões vão da dificuldade de obter a medicação necessária, falta de compreensão sobre a doença até a ausência temporária de sintomas. Segundo dados divulgados no começo deste ano pela Organização Mundial da Saúde (OMS), somente metade dos portadores das doenças crônicas não transmissíveis segue o tratamento corretamente. Estima-se que apenas nos Estados Unidos esse comportamento resulte em 125 mil mortes todos os anos. No Brasil, ainda faltam números sobre o assunto, de acordo com o Ministério da Saúde. 24 Melh res Práticas

2 Diante da magnitude do problema, que envolve pacientes, hospitais, operadoras de planos de saúde e a saúde pública, em outubro do ano passado, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) colocou em vigor a Resolução Normativa (RN) 310, que estabelece princípios para a oferta de medicação de uso domiciliar para beneficiários de planos de saúde portadores de patologias crônicas. A RN ficou em consulta pública durante um mês até ser publicada, com o objetivo de reduzir o subtratamento das doenças crônicas mais prevalentes entre a população brasileira. Um dos pontos principais e talvez o mais polêmico da medida é que o oferecimento da cobertura pelos planos de saúde permanece facultativo. Cada país trata a questão de uma forma. Há décadas, nos Estados Unidos e em muitos países da Europa, como Inglaterra, a assistência dos medicamentos é embutida no pacote do plano. No Brasil, fica a cargo de cada operadora decidir se proporcionará, ou não, o benefício para seus clientes. A norma segue o artigo 10 da Lei 9.656, de 1998, que exclui a oferta de medicação domiciliar por parte das operadoras. Para estimular os planos a ampliar sua assistência aos beneficiários, incluindo o tratamento medicamentoso no caso das doenças crônicas, a Resolução dará incentivos (ainda não estabelecidos) àqueles que seguirem a recomendação. A assistência farmacêutica, objeto da RN 310, faz parte de um amplo conjunto de medidas adotadas pela ANS, voltadas para uma mudança do modelo de assistência à saúde. Urge repensar o atual, de forma a direcioná-lo para ações de promoção da saúde e prevenção dos riscos e doenças, explica Karla Coelho, gerente de assistência à saúde da ANS. ACESSO é O COMEçO A medida é vista como um dos passos iniciais de um longo caminho que vem pela frente para reduzir o abandono do tratamento de doenças crônicas. A sinalização é clara para os planos de Grandes empresas já entendem a importância de oferecer o tratamento para doentes crônicos saúde, mas é importante ressaltar que o acesso aos medicamentos não basta para o tratamento ter eficiência. É fundamental que o doente crônico tenha informações e suporte, aquilo que vai garantir qualidade de vida e bem-estar para ele. Sem isso, fica muito difícil persistir, destaca Fábio Abreu, que atua com gerenciamento de doentes crônicos. Cientes de que o acesso não é a única solução do problema, algumas empresas atendem grandes companhias brasileiras para auxiliar no tratamento de funcionários portadores de doenças crônicas. Representadas pela Associação Brasileira das Operadoras de PBM (PBMa), essas empresas trouxeram dos Estados Unidos o conceito Pharmacy Benefit Management (PBM), cuja sigla foi mantida no Brasil com o nome Programa de Benefícios de Medicamento. De acordo com Luiz Monteiro, presidente da PBMa, mais de 2 milhões de pessoas recebem o benefício, atendidos por uma das quatro empresas do setor. As grandes empresas já entendem a importância de oferecer o tratamento com os medicamentos necessários para doentes crônicos, o que diminui o absenteísmo e contribui para o aumento da produtividade dos colaboradores, ressalta. Entre as companhias que se preocupam com a saúde de seus funcionários, estão Petrobras, Banco do Brasil, Unilever, Ambev e Nestlé. O objetivo do PBM não é apenas subsidiar a compra dos medicamentos, Melh res Práticas 25

3 do tratamento das doenças, a operadora desenvolve uma gestão integrada com a empresa e os colaboradores que são portadores das patologias crônicas. Pegamos todos os dados de saúde da pessoa, todas as contas médicas. Isso cai em um grande banco de dados. Em cima disso, faz-se uma gestão muito mais eficaz de perfil, de potenciais pacientes para participar de programas, como gestão de doentes crônicos, explica. Para medir os resultados, as empresas de PBM montam relatórios mensais ou semestrais. Semestralmente, fazemos uma análise de tudo o que foi consumido por nossa base de clientes. Esse levantamento ajuda a identificar o total de doentes crônicos. O relatório produzido também direciona as empresas a montar programas internos para as doenças mais prevalentes entre seu grupo de funcionários, explica Cristina Nunes Ferreira, gerente de inteligência em saúde de uma operadora de PBM, que atende 62 empresas em todo o Brasil, entre elas, o Banco do Brasil. Para elaborar a análise, as empresas utilizam três tipos de indicadores: operacionais (incluem o engajamento das pesmas criar condições também para uma mudança de comportamento nas empresas e entre os próprios portadores das doenças. Dar o medicamento não é suficiente. A educação continuada, com orientação de nutricionistas, cardiologistas e outros especialistas é fundamental para a eficácia do tratamento, aponta Pedro Oliveira, diretor médico de uma das operadoras de PBM, cuja atuação se estende a mais de 200 empresas, dentre as quais, a Petrobras. Isso faz parte de uma política de saúde, que significará, no fim, um investimento feito pela empresa, complementa. Como consequência, o colaborador mantém sua produtividade, fica mais engajado e falta menos ao trabalho por motivos de saúde. AçãO E GESTãO A adesão ao tratamento no caso das doenças crônicas é algo que preocupa. A Resolução trouxe um olhar da ANS para esse assunto. A vontade inicial era de tornar obrigatória a oferta de medicamentos, mas ainda existe um lobby muito forte, critica Fábio Hansen, presidente de uma operadora de PBM, que atende 70 empresas no Brasil inteiro. Para tentar melhorar o quadro crítico de abandono DOENçAS CRÔNICAS EM NÚMEROS Estima-se que, nos Estados Unidos, de todas as admissões hospitalares relacionadas com o uso de remédios, de 33% a 69% se devem à baixa adesão aos tratamentos medicamentosos. Essas internações custam aproximadamente US$ 100 bilhões por ano. Do total de custos que poderiam ser evitados, a não adesão corresponde a 57%. No Brasil, 72% das causas de mortes e 60% de todo o ônus decorrem das doenças crônicas. 26 Melh res Práticas

4 soas no tratamento, como a frequência de ida ao médico), clínicos (medem pressão arterial média, entre outros, como hábitos saudáveis e adesão ao tratamento) e financeiros (custos ligados à produtividade, como absenteísmo). Há um indicador bem interessante, que é a autopercepção de saúde a pessoa perceber que está melhor, destaca Gustavo Guimarães, diretor médico de uma operadora de PBM. O conceito de gestão de saúde populacional também ajuda a identificar os portadores de doenças crônicas e está presente no trabalho desenvolvido pelas empresas de PBM e nas políticas de gestão de pessoas de grandes companhias. Primeiramente, é preciso estabelecer os indicadores de saúde, operacionais e financeiros, que servirão como base para mensurar os resultados, afirma Marília Ehl Barbosa, superintendente executiva da Aliança para a Saúde Populacional (Asap). Os principais ganhos com a implantação da gestão de saúde populacional são aumento de produtividade e diminuição do absenteísmo. Ocorre a melhora da qualidade de vida do portador de doença crônica. O resultado é que os profissionais ficam mais felizes, complementa. MOvIMENTO DOS PLANOS Responsáveis pela cobertura da saúde de aproximadamente 47,9 milhões de brasileiros, os planos começam a estudar a oferta de medicamentos de uso domiciliar para os beneficiários que possuem doenças crônicas. Em resposta à Melhores Práticas, a diretoria técnica da Amil informa que está avaliando a Resolução Normativa 310. Segundo a equipe técnica da operadora, trata-se de um tema de grande relevância, que envolve a participação de usuários, prestadores, operadoras e empresas. Estamos atentos à questão da prevenção e do correto tratamento de doenças crônicas, e seus impactos positivos na melhoria da qualidade de vida do cliente e, consequentemente, na otimização dos nossos serviços, destaca. Mesmo não oferecendo os medicamentos de uso domiciliar, desde 1999 a Amil conta com um centro de diagnóstico e tratamento completo, que dispõe de acompanhamento permanente aos beneficiários com diabetes, hipertensão arterial e cardiopatias. As seis unidades, quatro localizadas em São Paulo e duas no Rio de Janeiro, contam com uma equipe de O Diabetes Mellitus é uma das doenças crônicas que mais avança entre a população mundial. Estima-se que são cerca de 250 milhões de pessoas com o problema em todo o mundo 4% delas (10 milhões) estão no Brasil. Cerca de 33% da população brasileira dos 60 aos 79 anos de idade têm diabetes ou alguma alteração relacionada à glicose. A hipertensão arterial não tratada reduz a expectativa de vida das pessoas em 16 anos. A adesão ao tratamento pode reduzir significativamente as 320 mil mortes por ano causadas pelas doenças cardiovasculares. Cerca de 22,7% dos brasileiros têm hipertensão. Fonte: Organização Mundial da Saúde, Instituto IMS Health, Federação Internacional de Diabetes, Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Diabetes e Sociedade Brasileira de Cardiologia. Melh res Práticas 27

5 A orientação adequada contribui para bons resultados não só para os pacientes, mas para a saúde como um todo cardiologistas, endocrinologistas, enfermagem, nutricionistas e educadores físicos. Além disso, desde 2001, a operadora oferece apoio na prevenção da saúde de colaboradores de empresas parceiras, que são portadores de doenças crônicas. De lá para cá, mais de 35,7 mil pacientes com hipertensão e 3,4 mil pessoas com diabetes foram identificados e recebem suporte da rede credenciada. Nos últimos anos, a SulAmérica Saúde também passou a investir em ações específicas para os beneficiários portadores de doenças crônicas. Perguntado sobre a influência da Resolução da ANS, Mauricio Lopes, diretor técnico e de produtos da seguradora, diz que a SulAmérica está estudando a oferta da medicação de uso fora do ambiente hospitalar. Enquanto a decisão não é tomada, a empresa desenvolve um programa para clientes que têm patologias crônicas, cuja participação conta com 25 mil pessoas desde 2002, quando foi colocado em prática. De forma gratuita, os beneficiários são convidados a participar do programa após responderem um questionário de avaliação de risco, explica Lopes. É feito um acompanhamento domiciliar, por telefone e , com o fornecimento de orientações sobre os sinais e sintomas da doença, além de suporte diário em casos de urgência. Como um dos resultados do programa, desde a implantação, 83% dos participantes com colesterol elevado tiveram a taxa reduzida. Alguns anos atrás, a pauta era como identificar os doentes crônicos. Atualmente, conseguimos entender melhor esses dados. A orientação adequada ao tratamento contribui para melhores resultados não só para os pacientes crônicos, mas também para a saúde como um todo. Nesse sentido, um programa de assistência farmacêutica com uma rede de atores bem estabelecida, prescrição médica adequada e acesso dos pacientes, mediante apresentação de receita, a menores preços, desestimularia a automedicação e contribuiria para o uso racional de medicamentos, reforça Karla Coelho, da ANS. MP Por meio do Programa Farmácia Popular, implantado em 2004, o governo federal oferece medicamentos com até 90% de desconto nas 557 farmácias populares da rede própria e, desde 2006, em cerca de 25 mil farmácias privadas credenciadas. Além disso, são oferecidos de forma gratuita, na rede privada, 11 tipos de medicamentos para hipertensão e diabetes e 14 na ATuAçãO DO GOvERNO rede própria do programa com a implantação do Saúde Não Tem Preço. Desde junho do ano passado, a ação passou a distribuir gratuitamente também medicamentos para asma. Com isso, mais de 400 mil pessoas em todo o país já retiraram os medicamentos nas farmácias populares, segundo dados do Ministério da Saúde. De acordo com o Ministério, em dois anos, quase 17,5 milhões de pessoas foram beneficiadas. 28 Melh res Práticas

Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS

Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS O Envelhecimento Populacional é um fenômeno Mundial Fonte: United Nations Department of Economic

Leia mais

Junho 2013 1. O custo da saúde

Junho 2013 1. O custo da saúde Junho 2013 1 O custo da saúde Os custos cada vez mais crescentes no setor de saúde, decorrentes das inovações tecnológicas, do advento de novos procedimentos, do desenvolvimento de novos medicamentos,

Leia mais

As novidades da Saúde Suplementar e seus Impactos. Erimar Carlos Brehme de Abreu

As novidades da Saúde Suplementar e seus Impactos. Erimar Carlos Brehme de Abreu As novidades da Saúde Suplementar e seus Impactos Assistência Farmacêutica, Qualificação de Prestadores, Ouvidoria, CNS e Pagamento por Pacotes Erimar Carlos Brehme de Abreu Águas de Lindóia 13/09/2012

Leia mais

Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ

Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ Introdução No Brasil, não existe qualquer tipo de regulamentação do setor. As iniciativas estão limitadas a algumas

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

Seção II Das Definições

Seção II Das Definições RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 310, DE 30 DE OUTUBRO DE 2012 Dispõe sobre os princípios para a oferta de contrato acessório de medicação de uso domiciliar pelas operadoras de planos de assistência à saúde.

Leia mais

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 Cenário 1) Nas últimas décadas, os países da América Latina e Caribe vêm enfrentando uma mudança

Leia mais

Quais as vantagens do Benefício Farmácia?

Quais as vantagens do Benefício Farmácia? MENSAGEM DA GSAM/AMS Cumprindo o Acordo Coletivo de Trabalho de 2007/2008, a Petrobras Distribuidora implantou o Benefício Farmácia, que prevê condições especiais na aquisição de medicamentos pelos beneficiários

Leia mais

Assistência Farmacêutica

Assistência Farmacêutica Assistência Farmacêutica Farm. Marco Aurélio Pereira Coordenação Geral Gestão / Departamento de Assistência Farmacêutica (DAF/SCTIE/MS) Secretaria DE Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos Ministério

Leia mais

DIABETES MELLITUS NO BRASIL

DIABETES MELLITUS NO BRASIL DIABETES MELLITUS NO BRASIL 17º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes PATRÍCIA SAMPAIO CHUEIRI Coordenadora d Geral de Áreas Técnicas DAB/MS Julho, 2012 DIABETES MELITTUS Diabetes é considerado

Leia mais

Em 2009, as despesas com medicamentos, público e privada, representavam 22,3% dos gastos totais com saúde.

Em 2009, as despesas com medicamentos, público e privada, representavam 22,3% dos gastos totais com saúde. Seguros para a Cobertura de Medicamentos Principais Desafios e Experiências 1. Contexto 2 No Brasil: 38,8 milhões de brasileiros (20% da população) utilizam medicamentos contínuos; desses, 12,4 milhões

Leia mais

Superintendência Médica Bradesco Saúde Dra. Maristela Duarte Rodrigues

Superintendência Médica Bradesco Saúde Dra. Maristela Duarte Rodrigues Superintendência Médica Bradesco Saúde Dra. Maristela Duarte Rodrigues Destaques Presença nacional Operadora líder do mercado brasileiro de saúde suplementar, em faturamento e em vidas 12,4% de Market

Leia mais

Agenda. Prós e contras do oferecimento do beneficio farmacêutico pelas Operadoras. Dados que comprovem suas vantagens e desvantagens

Agenda. Prós e contras do oferecimento do beneficio farmacêutico pelas Operadoras. Dados que comprovem suas vantagens e desvantagens ANS Set 2011 Agenda Prós e contras do oferecimento do beneficio farmacêutico pelas Operadoras Dados que comprovem suas vantagens e desvantagens como vc proporia esse beneficio Como se operacionalizar (lista

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES CNHD Supervisão

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES MELLITUS MORBIDADE AUTO REFERIDA

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR Prof. Dr. Jones Alberto de Almeida Divisão de saúde ocupacional Barcas SA/ CCR ponte A necessidade de prover soluções para demandas de desenvolvimento, treinamento

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula 7 Cronograma de Aulas Pág. 9 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO NAS DOENÇAS CRÔNICAS

Leia mais

Saúde Ativa Gestão de Saúde: Bem Estar, Doenças / Alto Risco e Casos Complexos

Saúde Ativa Gestão de Saúde: Bem Estar, Doenças / Alto Risco e Casos Complexos 1 Saúde Ativa Gestão de Saúde: Bem Estar, Doenças / Alto Risco e Casos Complexos Resultados A SulAmérica e o Saúde Ativa Ações para Adesão Nova fase Adesão e Engajamento Experiência da SulAmérica Programas

Leia mais

Elevação dos custos do setor saúde

Elevação dos custos do setor saúde Elevação dos custos do setor saúde Envelhecimento da população: Diminuição da taxa de fecundidade Aumento da expectativa de vida Aumento da demanda por serviços de saúde. Transição epidemiológica: Aumento

Leia mais

Silvana Castellani Gerente de RH HCor Hospital do Coração

Silvana Castellani Gerente de RH HCor Hospital do Coração Silvana Castellani Gerente de RH HCor Hospital do Coração Posicionamento Estratégico Hospital filantrópico de referência em Cardiologia Clínica e Cirúrgica. Atuando com destaque em Ortopedia e outras especialidades.

Leia mais

Atribuições Clínicas do Farmacêutico

Atribuições Clínicas do Farmacêutico Atribuições Clínicas do Farmacêutico Evolução dos gastos com medicamentos do Ministério da Saúde 650% crescimento R$ Atualizado: 10/02/2014 Fonte: Fundo Nacional de Saúde FNS e CGPLAN/SCTIE/MS Hospitalizações

Leia mais

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Quem somos Por que inovar Qualificação da rede Adoção do DRG Acreditação da Operadora Inovação

Leia mais

Cobertura assistencial. Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde OPME

Cobertura assistencial. Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde OPME Cobertura assistencial Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde OPME Agência Nacional de Saúde Suplementar Marcos Regulatórios Lei 9656, de 03/06/1998 Dispõe sobre a regulamentação dos planos e seguros

Leia mais

Aumento dos custos no sistema de saúde. Saúde Suplementar - Lei nº 9.656/98

Aumento dos custos no sistema de saúde. Saúde Suplementar - Lei nº 9.656/98 IX ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA DA SAÚDE DA ABRES Utilização de Serviços em uma Operadora de Plano de Saúde que Desenvolve Programas de Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Cardiovasculares Danielle

Leia mais

Registro Eletrônico de Saúde Unimed. Números do Sistema

Registro Eletrônico de Saúde Unimed. Números do Sistema Números do Sistema Números do Sistema 36 Prestadoras 300 Operadoras (30% das operadoras de saúde) 15 Federações Institucionais 351 Cooperativas 1 Confederação Nacional 1 Confederação Regional 1 Central

Leia mais

Título do Projeto! JUNTOS PELA SAÚDE

Título do Projeto! JUNTOS PELA SAÚDE Título do Projeto! JUNTOS PELA SAÚDE População Saudável Campanhas para realização dos exames preventivos Material Educativo Comunicação População Saudável Educação em Saúde: Esta ação tem como objetivo

Leia mais

www.saude.gov.br (Portal da saúde) Farmácia Popular do Brasil

www.saude.gov.br (Portal da saúde) Farmácia Popular do Brasil www.saude.gov.br (Portal da saúde) Farmácia Popular do Brasil O Governo Federal criou o Programa Farmácia Popular do Brasil para ampliar o acesso aos medicamentos para as doenças mais comuns entre os cidadãos.

Leia mais

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010 Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde Atibaia, 21 de abril de 2010 Cenário atual DESAFIOS Desafios da Sustentabilidade Pressão constante sobre os custos Incorporação de novas tecnologias

Leia mais

Setor de Saúde no Brasil

Setor de Saúde no Brasil Setor de Saúde no Brasil PANORAMA DO MERCADO BRASILEIRO DE SAÚDE Forte desejo por saúde privada, em todos os segmentos de consumidores Razões pelas quais as pessoas gostariam de ter um plano privado (%

Leia mais

Gestão e governança hospitalar com o paciente no centro

Gestão e governança hospitalar com o paciente no centro Gestão e governança hospitalar com o paciente no centro 18 de março de 2015 1 Nossa proposta Em seu terceiro ano, o Business Club Healthcare trabalhará fortemente o tema Geração de valor compartilhado

Leia mais

Perceção de valor das análises clínicas

Perceção de valor das análises clínicas Perceção de valor das análises clínicas Maio Abril 2013 OBJETIVOS DA INVESTIGAÇÃO» Grau de preocupação com os cuidados de saúde;» Hábitos/ comportamentos de procura de informação sobre saúde;» Hábitos

Leia mais

Seminário de Doenças Crônicas

Seminário de Doenças Crônicas Seminário de Doenças Crônicas LINHA DE CUIDADO DE HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES EXPERIÊNCIA DE DIADEMA SP Dra Lidia Tobias Silveira Assistente Gabinete SMS Diadema Linha de cuidado de HAS e DM Experiência

Leia mais

Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014

Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014 Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014 1 Mercado de Planos de Saúde Impactado por 5 Tendências E o Mercado? Continuará a Crescer? 5 Usuário

Leia mais

Visão Operacional do Gerenciamento de Doenças Crônicas. Dr. Carlos Suslik Diretor de Consultoria em Gestão de Saúde da PwC

Visão Operacional do Gerenciamento de Doenças Crônicas. Dr. Carlos Suslik Diretor de Consultoria em Gestão de Saúde da PwC 1 Visão Operacional do Gerenciamento de Doenças Crônicas Dr. Carlos Suslik Diretor de Consultoria em Gestão de Saúde da PwC 2 Conceito 3 Obesidade Estilo de vida inadequado #1 café-da-manhã nos EUA Cuidado!

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde. Experiência Bradesco Saúde

Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde. Experiência Bradesco Saúde Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde Experiência Bradesco Saúde Pontos O Mercado de Saúde Suplementar O Contexto da Bradesco Saúde A Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde 2 Despesas Totais

Leia mais

Towers Watson. Pública

Towers Watson. Pública Towers Watson Pública Gestão Estratégica da Saúde Corporativa 2012 3ª edição Seminário Anual de Saúde 2012 A Nova Era da Gestão de Saúde nas Empresas Dividindo responsabilidades, otimizando resultados

Leia mais

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Linha de Cuidado da Obesidade Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Evolução do excesso de peso e obesidade em adultos 0,8% (1.550.993) da população apresenta obesidade grave 1,14% das

Leia mais

Vigilância Epidemiológica. Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva

Vigilância Epidemiológica. Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva Vigilância Epidemiológica Meio Ambiente e Saúde Pública Prof. Adriano Silva EPIDEMIOLOGIA Epidemiologia é o estudo da frequência, da distribuição e dos condicionantes e determinantes dos estados ou eventos

Leia mais

Tudo sobre TELEMEDICINA O GUIA COMPLETO

Tudo sobre TELEMEDICINA O GUIA COMPLETO Tudo sobre TELEMEDICINA O GUIA COMPLETO O QUE É TELEMEDICINA? Os recursos relacionados à Telemedicina são cada vez mais utilizados por hospitais e clínicas médicas. Afinal, quem não quer ter acesso a diversos

Leia mais

PHARMACEUTICAL BENEFIT MANAGEMENT PBM

PHARMACEUTICAL BENEFIT MANAGEMENT PBM PHARMACEUTICAL BENEFIT MANAGEMENT PBM CONCEITO, DESCRIÇÃO E ASPECTOS CONTRATUAIS CASTRO PEIXOTO ADVOCACIA PBM - Pharmaceutical Benefit Management Conceito, descrição e aspectos contratuais 1. PBM Conceito

Leia mais

Projeto de Lei Nº... de 2007 (Dep. Pompeo de Mattos)

Projeto de Lei Nº... de 2007 (Dep. Pompeo de Mattos) Projeto de Lei Nº... de 2007 (Dep. Pompeo de Mattos) Dispõe sobre a criação do Programa de Medicamentos ao Trabalhador-PMT, em complemento aos programas de saúde assistencial ou ocupacional. O Congresso

Leia mais

Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado?

Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado? Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado? Mauricio Ceschin Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS Agência reguladora

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar. Visão dos Prestadores

IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar. Visão dos Prestadores IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar Visão dos Prestadores HISTÓRICO 2003 TISS 2004 OFICINAS ANS TISS Porto Alegre: Importância do tema = 95,2% importante / muito importante

Leia mais

Promoção da Saúde e Prevenção de Risco e Doenças no Ambiente de Trabalho. ANS maio/2014

Promoção da Saúde e Prevenção de Risco e Doenças no Ambiente de Trabalho. ANS maio/2014 Promoção da Saúde e Prevenção de Risco e Doenças no Ambiente de Trabalho ANS maio/2014 Perfil da Cemig Maior empresa integrada deutilites do Brasil. Composta por 58 empresas e 15 consórcios. Lucro líquido

Leia mais

DR. PEDRO JORGE GAYOSO DIRETORIA DE RECURSOS E SERVIÇOS PRÓPRIOS I I

DR. PEDRO JORGE GAYOSO DIRETORIA DE RECURSOS E SERVIÇOS PRÓPRIOS I I DR. PEDRO JORGE GAYOSO DIRETORIA DE RECURSOS E SERVIÇOS PRÓPRIOS I I Recursos e Serviços Próprios II Recursos e Serviços Próprios SAU II DIRETOR: DR. PEDRO JORGE LEITE GAYOSO DE SOUSA. COORDENADOR GERAL

Leia mais

Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo

Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo VIII Encontro Nacional de Prevenção da Doença Renal Crônica Dra. Patrícia

Leia mais

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS Brasília, 08 de junho de 2010. Cumprimento de Contratos das Operadoras com os Laboratórios Clínicos. DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL - DIDES Gerência de

Leia mais

Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde

Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde Painel: Como construir programas de acesso aos medicamentos Dirceu Barbano Diretor São Paulo, 07 de junho de 2010. Acesso a medicamentos: definição...relação

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH. Helton Freitas Diretor-presidente

Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH. Helton Freitas Diretor-presidente Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH Helton Freitas Diretor-presidente Agenda P P P P A Unimed-BH no mercado Qualificação da Rede Prestadora DRG Certificação e acreditação da Operadora A

Leia mais

Proposta de Estudo Modalidade de Contrato de Assistência Médica. Pré-Pagamento

Proposta de Estudo Modalidade de Contrato de Assistência Médica. Pré-Pagamento Proposta de Estudo Modalidade de Contrato de Assistência Médica Pré-Pagamento SINDICATO DOS FISCAIS DA AGENCIA DEFESA AGROPECUARIO DO ESTADO DO MA PROPOSTA 513/2011 27 de abril/2011 1 PUSL 513/2011 São

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO SERVIÇO DE SAÚDE COMUNITÁRIA APOIO TÉCNICO EM MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO SERVIÇO DE SAÚDE COMUNITÁRIA APOIO TÉCNICO EM MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO SERVIÇO DE SAÚDE COMUNITÁRIA APOIO TÉCNICO EM MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO EXPERIÊNCIAS DE ORGANIZAÇÃO DO CUIDADO EM SAÚDE Abordagem integrada na atenção as pessoas com HAS, DM

Leia mais

Suplementar após s 10 anos de regulamentação

Suplementar após s 10 anos de regulamentação Atenção à Saúde Mental na Saúde Suplementar após s 10 anos de regulamentação Kátia Audi Congresso Brasileiro de Epidemiologia Porto Alegre, 2008 Mercado de planos e seguros de saúde: cenários pré e pós-regulamentap

Leia mais

Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS

Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS São Paulo - 18 de junho de 2013 GERPS/GGISE/DIDES/ANS Agenda Cenário Atual da Qualidade no Setor. Programas de Qualificação dos Prestadores de

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 Dispõe sobre o atendimento obrigatório aos portadores da Doença de Alzheimer no Sistema Único de Saúde - SUS, e dá outras providências.

Leia mais

Amil%Paraná. Resumo PROTOCOLO DE CIRURGIA BARIÁTRICA AMIL-PARANÁ

Amil%Paraná. Resumo PROTOCOLO DE CIRURGIA BARIÁTRICA AMIL-PARANÁ Amil%Paraná PROTOCOLO DE CIRURGIA BARIÁTRICA AMIL-PARANÁ por Fátima Corrêa Sandmann Afonso, Patricia Piana Presas, Rubens Zenobio Darwich e Samir Bazzi Fatima Corrêa Sandmann Afonso Médica Endocrinologista

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENFERMAGEM RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR II REALIZADO NA UNIDADE BÁSICA DE SÁUDE VILA GAÚCHA PRISCILA DOS SANTOS LEDUR Porto Alegre 2011 PRISCILA DOS

Leia mais

Prof. MS. Ellen H. Magedanz

Prof. MS. Ellen H. Magedanz Prof. MS. Ellen H. Magedanz As transformações nos padrões de saúde/doença constituíram-se em uma das características do último século, estão associadas às mudanças na estrutura etária populacional. América

Leia mais

Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas. Prof. Marcos Mendes. é Realizada pelo Ministério da Saúde:

Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas. Prof. Marcos Mendes. é Realizada pelo Ministério da Saúde: Desafio da Gestão dos Planos de Saúde nas empresas Prof. Marcos Mendes 26 de novembro de 2015 A Regulação da Saúde no Brasil é Realizada pelo Ministério da Saúde: Diretamente sobre os sistemas públicos

Leia mais

Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA

Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA Jamil Luminato 1981 Jamil Luminato 1981 2013 Visão Geral Medicina de Grupo de Curitiba 117.187

Leia mais

SulAmérica Odonto Empresarial

SulAmérica Odonto Empresarial SulAmérica Odonto Empresarial O sorriso dos seus colaboradores está em nossos planos. A partir de 100 vidas sulamerica.com.br Sobre a SulAmérica A SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos, com 116

Leia mais

05/05/2014 NOTA TÉCNICA

05/05/2014 NOTA TÉCNICA Data: 05/05/2014 NOTA TÉCNICA 82/2014 Medicamento Material Solicitante Juiz Renato Luís Dresch Procedimento 4ª Vara da Fazenda Pública Municipal Cobertura Processo número: 0847203-25.2014 TEMA: Cirurgia

Leia mais

Operadoras acolhem 22,3% de idosos, revela Pesquisa UNIDAS

Operadoras acolhem 22,3% de idosos, revela Pesquisa UNIDAS EDITORIAL Viveremos muito e com qualidade Qualificação dos atendimentos e dos serviços assim como a melhor gestão dos custos com assistência médica foram os desafios impostos por grandes empresas que,

Leia mais

Implantação dos Requisitos Acreditação RN 277 (ANS)

Implantação dos Requisitos Acreditação RN 277 (ANS) Implantação dos Requisitos Acreditação RN 277 (ANS) Debates GVSaúde Acreditação Operadoras de Planos de Saúde Helton Marcondes Coordenação de Processos e Qualidade - GEPP Roteiro Unimed-BH em Números;

Leia mais

Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente

Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente 16 Mapeamento do Perfil Saúde em Instituição Pública - Fundação Centro de Atendimento Sócio Educativo ao Adolescente Leidiane Silva Oliveira Chagas Gestora de Recursos Humanos - Anhanguera Educacional

Leia mais

Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht. SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015

Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht. SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015 Autores: Cristina Somariva Leandro Jacson Schacht SESI Serviço Social da Indústria Cidade: Concórdia Estado: Santa Catarina 27/10/2015 REDUÇÃO DE PESO E CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL EM TRABALHADORES DA INDÚSTRIA

Leia mais

Relacionamento entre Operadoras e Prestadores

Relacionamento entre Operadoras e Prestadores Relacionamento entre Operadoras e Prestadores Ciclo de Debates GV Saúde 18.outubro.2006 João Alceu Amoroso Lima Vice Presidente SulAmérica Saúde 1. Panorama de Mercado 2. Ações A SulAmérica - Curto/Médio/Longo

Leia mais

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 1 VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 3 Ívis Emília de Oliveira

Leia mais

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS -

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - 4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - EMPRESAS - OS DESAFIOS PARA O SEGMENTO DE AUTOGESTÃO Vilma Dias GERENTE DA UNIDADE CASSI SP AGENDA 1.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Cargo: ENFERMEIRO/ÁREA 1. DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Prestar assistência ao paciente e/ou usuário em clínicas, hospitais, ambulatórios, navios, postos de saúde e em domicílio, realizar consultas e procedimentos

Leia mais

EDUARDO FERREIRA ARANTES Gerente Executivo de Qualidade de Vida O MODELO SESI-SP DE GESTÃO INTEGRADA DE SEGURANÇA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

EDUARDO FERREIRA ARANTES Gerente Executivo de Qualidade de Vida O MODELO SESI-SP DE GESTÃO INTEGRADA DE SEGURANÇA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA EDUARDO FERREIRA ARANTES Gerente Executivo de Qualidade de Vida O MODELO SESI-SP DE GESTÃO INTEGRADA DE SEGURANÇA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA OS INVESTIMENTOS EM PROGRAMAS DE PROMOÇÃO DA SEGURANÇA, SAÚDE,

Leia mais

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014

Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal. Principais conclusões APIFARMA CEMD. Outubro 2014 Valor do sector do Diagnóstico in vitro, em Portugal Principais conclusões APIFARMA CEMD Outubro 2014 1 APIFARMA Valor do Sector do Diagnóstico in Vitro, em Portugal Agenda I Objectivos e metodologia II

Leia mais

CONCEITOS E MÉTODOS PARA GESTÃO DE SAÚDE POPULACIONAL

CONCEITOS E MÉTODOS PARA GESTÃO DE SAÚDE POPULACIONAL CONCEITOS E MÉTODOS PARA GESTÃO DE SAÚDE POPULACIONAL ÍNDICE 1. Introdução... 2. Definição do programa de gestão de saúde populacional... 3. Princípios do programa... 4. Recursos do programa... 5. Estrutura

Leia mais

Estratégia Saúde Integrada

Estratégia Saúde Integrada Departamento de Saúde e Segurança Por trás de uma vida existem muitas outras. Estratégia Saúde Integrada Fernando Coelho Neto Gerente de Saúde Corporativa Evolução da estratégia em Saúde Corporativa Cultura

Leia mais

Amil Paraná. Resumo. Protocolo de Cirurgia Bariátrica Amil-Paraná

Amil Paraná. Resumo. Protocolo de Cirurgia Bariátrica Amil-Paraná Amil Paraná Protocolo de Cirurgia Bariátrica Amil-Paraná por Fátima Corrêa Sandmann Afonso, Patricia Piana Presas, Rubens Zenobio Darwich e Samir Bazzi Fatima Corrêa Sandmann Afonso Médica Endocrinologista

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico A decisão pela realização do Planejamento Estratégico no HC surgiu da Administração, que entendeu como urgente formalizar o planejamento institucional. Coordenado pela Superintendência

Leia mais

Baixo investimento público contribui para desigualdade no acesso e queda em indicadores de qualidade

Baixo investimento público contribui para desigualdade no acesso e queda em indicadores de qualidade Baixo investimento público contribui para desigualdade no acesso e queda em indicadores de qualidade CFM analisa relatórios internacionais e mostra preocupação com subfinanciamento da saúde, que tem afetado

Leia mais

Estratégia Saúde Integrada

Estratégia Saúde Integrada Departamento de Saúde e Segurança Por trás de uma vida existem muitas outras. Estratégia Saúde Integrada Fernando Coelho Neto Gerente de Saúde Corporativa Evolução da estratégia em Saúde Corporativa Cumprimento

Leia mais

REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR 18 de junho de 2013. Regulação e Qualidade no Setor de Saúde Suplementar - 18/06/2013.

REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR 18 de junho de 2013. Regulação e Qualidade no Setor de Saúde Suplementar - 18/06/2013. REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR 18 de junho de 2013 1 Informação para a Regulação da Qualidade da Saúde Suplementar Marizélia Leão Moreira Graduada em Ciências Sociais pela UNESP, Doutorado

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS - ª REGIÃO PROMOÇÃO A SAÚDE [ ] ASSISTÊNCIA A SAÚDE [ ]

CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS - ª REGIÃO PROMOÇÃO A SAÚDE [ ] ASSISTÊNCIA A SAÚDE [ ] CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS - ª REGIÃO UF ROTEIRO DE VISITA TÉCNICA DATA DA VISITA SAÚDE COLETIVA - ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE PROMOÇÃO A SAÚDE [ ] ASSISTÊNCIA A

Leia mais

DR. Eduardo Reis de Oliveira CEO

DR. Eduardo Reis de Oliveira CEO DR. Eduardo Reis de Oliveira CEO Percentual dos consumidores por tipo de contratação 19.9% Individual Planos novos 66.9% Coletivo Empresarial 13.2% Coletivo por Adesão 202.455.983 Brasileiros 50.270.398

Leia mais

Panorama dos gastos com cuidados em saúde

Panorama dos gastos com cuidados em saúde Panorama dos gastos com cuidados em saúde Os custos da saúde sobem mais que a inflação em todo o mundo: EUA Inflação geral de 27% em dez anos, a inflação médica superou 100%; Brasil Inflação geral 150%

Leia mais

Desafios para a Comunicação Efetiva em Farmacovigilância no Brasil

Desafios para a Comunicação Efetiva em Farmacovigilância no Brasil IX Encontro Internacional de Farmacovigilância das Américas Painel: Comunicação do Risco em Farmacovigilância: o que fazer para a informação chegar a quem interessa? Desafios para a Comunicação Efetiva

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Market Access e a nova modelagem de Negócios da Indústria Farmacêutica no Brasil.

Market Access e a nova modelagem de Negócios da Indústria Farmacêutica no Brasil. Market Access e a nova modelagem de Negócios da Indústria O fortalecimento do pagador institucional de medicamentos, seja ele público ou privado, estabelece uma nova dinâmica nos negócios da indústria,

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 8. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 8. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 3 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula 7 Cronograma de Aulas Pág. 8 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM DOR Unidade Dias e Horários

Leia mais

Dados gerais sobre o atendimento oftalmológico no Brasil

Dados gerais sobre o atendimento oftalmológico no Brasil As Condições de Sa ú d e Oc u l a r n o Br a s i l 2012 124 Dados gerais sobre o atendimento oftalmológico no Brasil As Condições de Sa ú d e Oc u l a r n o Br a s i l 2012 126 Dados de financiamento

Leia mais

Guia do Cliente PLANO DE SAÚDE

Guia do Cliente PLANO DE SAÚDE Guia do Cliente PLANO DE SAÚDE Índice 5. Seja bem-vindo! 6. Plano de Saúde SAÚDEGLOBAL 7. Cartão SAÚDEGLOBAL Light 10. Cartão SAÚDEGLOBAL Dental 11. Cartão SAÚDEGLOBAL Premium 14. Características Diversos

Leia mais

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO

FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO FÓRUM DE HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E VOLUNTARIADO A IMPORTÂNCIA DO VOLUNTARIADO NO PROCESSO DO HUMANIZAR FERNANDO BASTOS fernandobastosmoura@yahoo.com.br HUMANIZAÇÃO HOSPITALAR E PROFISSIONAIS DE SAÚDE DIAGNÓSTICO

Leia mais

VIGITEL 2014 Periodicidade Parceria: População monitorada 40.853 entrevistas

VIGITEL 2014 Periodicidade Parceria: População monitorada 40.853 entrevistas Ministério da Saúde Abril de 2014 VIGITEL 2014 Medir a prevalência de fatores de risco e proteção para doenças não transmissíveis na população brasileira Subsidiar ações de promoção da saúde e prevenção

Leia mais

República de Angola DNME/MINSA/ ANGOLA

República de Angola DNME/MINSA/ ANGOLA DNME/MINSA/ ANGOLA 1 CONCEITO E ENQUADRAMENTO DA FARMÁCIA HOSPITALAR O Hospital é o local onde as intervenções mais diferenciadas, invasivas e salvadoras de vida devem ter lugar, constituindo-se, por isso

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº, DE DE DE 2010.

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº, DE DE DE 2010. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº, DE DE DE 2010. Institui o programa de incentivo à qualificação de prestadores de serviços na saúde suplementar. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar

Leia mais

VI CONGRESSO DE HIPERTENSÃO DA. HiperDia, desafios futuros e o que esperar?

VI CONGRESSO DE HIPERTENSÃO DA. HiperDia, desafios futuros e o que esperar? VI CONGRESSO DE HIPERTENSÃO DA SBC/DHA HiperDia, desafios futuros e o que esperar? MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção a Saúde - SAS Departamento de Atenção Básica - DAB Coordenação Nacional de Hipertensão

Leia mais

(im)paciente: Sistema de avaliação da qualidade da assistência dos prestadores de serviços de saúde pela perspectiva do usuário

(im)paciente: Sistema de avaliação da qualidade da assistência dos prestadores de serviços de saúde pela perspectiva do usuário (im)paciente: Sistema de avaliação da qualidade da assistência dos prestadores de serviços de saúde pela perspectiva do usuário Relatório de execução do teste da ferramenta Introdução Uma breve contextualização...

Leia mais

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES)

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ID: 103 A IMPORTÂNCIA DA CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL, NA PERSPECTIVA DO ENFERMEIRO Enfa. Aryhadne Michelle Chimicoviacki Machado

Leia mais

Redes de Atenção à Saúde coordenadas pela APS: resposta aos desafios da crise global dos sistemas de saúde

Redes de Atenção à Saúde coordenadas pela APS: resposta aos desafios da crise global dos sistemas de saúde Redes de Atenção à Saúde coordenadas pela APS: resposta aos desafios da crise global dos sistemas de saúde Renato Tasca, OPS/OMS Brasil Belo Horizonte, 18 de outubro de 2011 Cenário global de crise dos

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GEFIS Nº 29 / 2010 Abordagem Sindrômica. Participação Legal do Enfermeiro. Programa de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Programa de Atenção Integral em Doenças Prevalentes

Leia mais

Planos de saúde oferecem vantagens a clientes que fazem prevenção

Planos de saúde oferecem vantagens a clientes que fazem prevenção BRASIL, 07 de Setembro de 2008 ECONOMIA Planos de saúde oferecem vantagens a clientes que fazem prevenção Luciana Rezende Repórter O ditado «é melhor prevenir que remediar» nunca esteve tão na moda, especialmente

Leia mais