A EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DOS COMPUTADORES NUMA PERSPECTIVA HISTÓRICA E MATEMÁTICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DOS COMPUTADORES NUMA PERSPECTIVA HISTÓRICA E MATEMÁTICA"

Transcrição

1 A EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DOS COMPUTADORES NUMA PERSPECTIVA HISTÓRICA E MATEMÁTICA VaneilaBertoli (1) (1) Graduada em Licenciatura Plena em Matemática, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Especialista em Educação Inclusiva pelo Instituto Sinergia de Pós-graduação e Extensão (ISEP) em Mestranda do curso de Mestrado Profissional em Ensino de Ciências Naturais e Matemática pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB). RESUMO: A tecnologia é parte integrada em nosso cotidiano, faz parte do contexto escolar e devemos estar preparados para interagir com ela de modo a despertar o interesse dos nossos educandos pelo saber científico. A matemática está compreendida em todo o processo de invenção e funcionamento de hardwares e softwares, a linguagem e simbologia computacional, sistema binário e hexadecimal com suas conversões, ou seja, as máquinas que utilizamos só funcionam com bases matemáticas. O presente trabalho tem por objetivo abordar de forma interdisciplinar a evolução tecnológica dos computadores e seus hardwares ao longo da história, bem como salientar e entender a matemática utilizada nesse processo. Faremos um breve relato histórico da evolução dos computadores por meio de uma linha do tempo, compreendidaentre os anos de 1943 até os dias atuais. Vamos poder comparar as medidas de capacidade utilizadas no armazenamento de dados, tanto no computador, quanto nos CD s, disquetes, pen drives, etc., conhecer o sistema Binário, entender como transformar bases numéricas. Além disso, alguns gráficos e tabelas vão nortear o trabalho, dando ênfase também a disciplina de geografia, pois como sabemos o acesso a tecnologia de ponta não é uma realidade para todos. Uma pesquisa realizada em duas escolas de nosso município deixaráclaro a diferença entre escolas rurais e urbanas, o que comprova a exclusão social ainda existente. Portanto, pretende-se de uma maneira breve e compactada utilizar o processo de evolução tecnológico como maneira de integrar disciplinas escolares, tornando as aulas atrativas e com rico saber sábio, além disso, oportunizar a comunidade um aprendizado único e interessante sobre uma realidade que utilizamos, mas não conhecemos e entendemos seu processo evolutivo. Palavras-chave: tecnologia, interdisciplinaridade, contexto escolar. INTRODUÇÃO Todos os anos as Feiras de Matemática motivam as escolas de Santa Catarina. A maioria dos alunos sente-se desmotivado ou incapaz para estudá-la, a lenda da matemática para poucos ainda paira sobre nosso espaço escolar e até mesmo na sociedade. O evento das Feiras procura intensificar o atrativo pela matemática de tal maneira que envolva a comunidade escolar, proporcionando interesse, aprendizado mútuo (professor-aluno-comunidade), socialização de projetos e principalmente o enriquecimento do conhecimento como um todo. No ano de 2012 fomos motivados a participar da FeiraRegional de Matemática promovido pela 34ª SDR de Taió (SC). Então iniciamos as escolhas de temas, juntamente com os alunos. A maior preocupação era escolher um tema que cativasse os educandos, ao mesmo tempo que tratasse de algo que eles utilizam em seu cotidiano e contribuísse para o aprendizado interdisciplinar. 1

2 O computador é um meio de trabalho, estudo, entretenimento, comunicação, etc. É curioso pensarmos como ele foi criado, por quem, onde, com qual finalidade, como funciona sua capacidade de armazenamento, enfim, o que está envolvido por trás de tanto avanço tecnológico. Será que quando inventado a utilidade era com a mesma finalidade de hoje? Por tais razões o interesse dos estudantes foi despertado. O presente trabalho tem por objetivo abordar de forma interdisciplinar, o contexto da evolução tecnológica dos computadores e seus hardwares ao longo da história mundial bem como explorar a importância da matemática utilizada nesse processo, além disso, geografia e história também foram compreendidas. Pretende-se de uma maneira breve e compactada utilizar o processo de evolução tecnológico como maneira de integrar disciplinas escolares, tornando as aulas atrativas e com rico conhecimento, além disso, oportunizar a comunidade um aprendizado único e interessante sobre uma realidade que utilizamos, mas não conhecemos e entendemos seu processo evolutivo e funcionamento. O principal objetivo do projeto é aproximar o estudante da sua realidade no contexto escolar e social, de tal forma que as disciplinas estudadas consigam fazer essa ligação com o meio externo. Atrair os olhares da população ao aprendizado não é tarefa fácil, porém num evento como as Feiras de Matemática temos consciência que tal aproximação é favorecida. MATERIAL E MÉTODOS O presente trabalho foi aplicado pelas professoras das disciplinas de matemática e história em uma turma de 8º ano, de uma escola municipal de Pouso Redondo, contando com a colaboração de outra escola em uma pesquisa de dados. O trabalho foi desenvolvido através de uma pesquisa bibliográfica qualitativa, com fontes principais em livros e internet, além de uma pesquisa quantitativa, através de um questionário.a tecnologia é parte integrada em nosso cotidiano, nossos alunos utilizam o computador em grande escala, precisamos utilizar isto como meio educacional a favor do saber. Relacionando história e matemática, somos remetidos a entender a trajetória computacional e a atual era tecnológica, suas aplicações e como ela é desenvolvida. O início do projeto deu-se por meio das aulas de história, onde os alunos estudaram a evolução dos computadores. Nesta pesquisa a professora ressaltou os momentos históricos que envolviam o avanço tecnológico, dentre eles, a Guerra Fria, que compreendeu o período entre o fim da Segunda Guerra Mundial (1945) até a extinção da União Soviética (1991). A evolução das invenções do computador foram apresentadas por meio de uma linha do tempo, dispostos em um cartaz com as respectivas imagens de cada invenção. O primeiro computador foi desenvolvido no ano de 1946, recebeu o nome de Eniac (ElectricalNumericalIntegratorandCalculator), criado pelos cientistas norteamericanos John Eckert e John Mauchly para computar trajetórias táticas. Em 1956 a IBM revoluciona o mercado ao apresentar o primeiro computador a utilizar disco rígido magnético, se tratava de uma pilha de 15 discos de 24 polegadas, 2

3 com capacidade para armazenar 5 milhões de caracteres de 7 bits, o equivalente a 4,4 MB. Já o Mouse foi criado em 1963 por um norteamericano.os jogos para computadores ganharam projeção em 1972, com o "Poing", criado por NolanBushnell e Ted Dabney, foi instalado num console ligado a um monitor e era movido a moedinhas.oprimeiro produto da Apple chegou ao público em abril de 1976, lançado na Califórnia. O Apple III foi lançado em maio de 1980 e permaneceu no mercado até 24 de Abril de 1984, tinha como foco o uso corporativo.a linha do tempo contou com inúmeras informações, desde as relacionadas anteriormente, até os dias atuais, onde finalizamos apresentando os famosos Tablets, pen-drives e cartões de memória. Estes começaram a ser lançados em 2006, quando a Apple lançou o ipod Nano com capacidade de armazenamento que alcança 200 Gb. O Tablet foi anunciado em 2010, novamente pela Apple. Após a apresentação da linha do tempo, nossa pesquisa voltou-se para o funcionamento dos computadores, qual sua linguagem. Onde os alunos conheceramo sistema binário e a conversão de números na base decimal para outras bases. O algoritmo induz o estudante a olhar o sistema decimal como se ele tivesse sido inventado recentemente, e deixa um pouco mais claro o jeito como computadores e robôs funcionam. Computadores utilizam apenas dois algarismos, 0 e 1, para executar funções como: imprimir fotos, exibir vídeos, funcionamento em geral. Este sistema de dois algarismos é chamado de Sistema Binário ou Base dois. Projetistas de sistemas informáticos utilizam a base 16, chamada de Hexadecimal. Os símbolos utilizados são: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, A(=10), B(=11), C(=12), D(=13), E(=14) e F(=15). Programadores e engenheiros gostam do sistema hexadecimal porque os números e símbolos ficam mais curtos, de tal forma que eles conseguem converter números binários em hexadecimais, e vice-versa, mentalmente. Essa transposição é feita com base na tabela a seguir. Figura 1. Tabela de conversão base 2 para base hexadecimal. Binário Hexadecimal A 1011 B 1100 C 1101 D 1110 E 1111 F Em Informática é muito importante considerar a capacidade de armazenamento, já que quando se utiliza o computador os arquivos podem ser armazenados para uso posterior. Evidentemente, quando se armazena algo, isto ocupa certoespaço de armazenamento, os dados de um computador são medidos em bits e bytes. Cada valor 3

4 do código binário foi denominado "bit" (binarydigit), que é a menor unidade de informação.cada conjunto de 8 bits forma o byte, o qual corresponde a um caractere, seguindo o código binário. Quando falamos em bytes e grupos de bits, não estamos falando em base 10, mas sim em uma estrutura fundamentada no código binário, ou seja, na base 2. Assim, quando queremos um quilo de bytes, temos que elevar essa base a algum número inteiro, até conseguir atingir a milhar.mas não há número inteiro possível que atinja exatamente o valor Então, ao elevarmos a base 2 à décima potência, teremos Aproveitando o momento, discutimos com os alunos sobre as possibilidades de armazenamento de dados que eles mesmo utilizam. Na sala de aula, o mais comum foi o Pen-drive e Cd-Rw, resolvemos então relacionar as medidas conhecidas na Figura 4 e comparar os dispositivos de armazenamentos trazidos pelos estudantes. Para tal utilizamos um Pen-drive de 4Gb, Cd com capacidade de 700 Mg e um disquete com capacidade de 1,44 Mg. Fazendo os cálculos de comparação conforme os dados acima, chegamos ao seguinte resultado: 1 Pen-drive = 6 Cd s = 2845 disquetes. Tais dados foram apresentados na Feira, juntamos uma caixa com os disquetes e colocamos ao lado do Pen-drive e dos Cd s, ficando nítido ao público que o observou o quanto a tecnologia facilitou o armazenamento de dados, além de reduzir o espaço ocupado por estes objetos, praticidade e economia. Reunimos dados que forneçam informações sobre o contexto social em questão de acesso a tecnologias.os dados pesquisados revelaram que o acesso a tecnologia tem chegado primeiro nos países desenvolvidos e que o Brasil teve muito atraso neste acesso.neste momento, os alunos demonstraram interesse em conhecer sua realidade social e perceber como o acesso a tecnologia está ocorrendo. Então resolvemos interagir com outra escola do nosso município, chamaremos de escola B, localizada na área rural cujos alunos em sua maioria são filhos de agricultores. Os dados também foram coletados em nossa escola, cujos alunos moram em sua maioria no perímetro urbano e seus pais trabalham em empresas. Fizemos um levantamento sobre o percentual de alunos que possui computador em turmas do Ensino Fundamental anos finais.na escola de perímetro rural (Escola B) poucos alunos possuem computador. A análise foi feita através de um gráfico e evidencia que apesar da tecnologia fazer parte do nosso cotidiano, ainda não é uma realidade de todos nem ao menos da maioria. Neste momento o professor de geografia utilizou de seu espaço para comentar e discutir acessibilidade tecnológica, distribuição de renda, classes sociais, enriquecendo o aprendizado dos educandos. Finalizamos a apresentação do projeto com uma reflexão sobre as vantagens e desvantagens da tecnologia, deixando claro ao público que o computador é facilitador desde que não deixemos de lado os bons livros e saber científico, à medida que a humanidade evolui em tecnologia devemos perceber o quanto cresce a desigualdade 4

5 social e acima de tudo saber reconhecer que tantas tecnologias veem contribuindo para a degradação do meio ambiente. RESULTADOS E DISCUSSÃO Nosso principal objetivo era motivar os discentes, despertar o interesse pelo aprender e acima de tudo utilizar o saber científico em seu próprio contexto. Nosso projeto atendeu nossas expectativas, o tema foi envolvente e eficaz, tornou as aulas agradáveis, onde tratamos de temas que os alunos já conhecem e utilizam em seu dia-adia. Todos aprendemos, as contribuições partiram dos professores e estudantes, que com seus conhecimentos prévios enriqueceram a elaboração do trabalho. A apresentação à comunidade durante a Feira de Matemática foi muito satisfatória, pois com o comparativo dos disquetes e pen-drives chamamos atenção para a evolução tecnológica como facilitadora do nosso cotidiano. Muitas pessoas de gerações mais jovens nem mesmo conheciam um disquete, foi prazeroso poder contribuir historicamente. Cremos que entender o funcionamento do computador foi o principal atrativo do estande, pois todos utilizamos essas máquinas e não nos imaginamos sem elas, porém nem sabemos como pode conter tantas facilidades e de que forma ela evoluiu. Finalmente concluímos que a interdisciplinaridade é possível, a união de matemática, história e geografia só aumentou a qualidade do projeto. Os alunos envolveram-se com o mesmo nas mais variadas formas, podendo contribuir para seu aprendizado escolar baseando-se em algo que eles consideram importante em seu contexto. Neste caso a aprendizagem foi significativa, pois como define Ausubel, a aprendizagem ocorre quando o aprendiz relaciona as novas informações com seus subsunçores, ou seja, o saber sábio está correlacionado com o conhecimento prévio do estudante. O sucesso do projeto consistiu em utilizar a prática dos estudantes com a teoria, correlacionando cotidiano com saber científico. CONCLUSÕES Relacionar o cotidiano com os conteúdos escolares nem sempre é tarefa simples. Nosso desafio enquanto educadores é dar significado ao que ensinamos em nossas aulas, tornando o aluno capaz de interagir com o saber sábio e contribuir com seus conhecimentos prévios, esta era a principal preocupação em nosso projeto, valorização do conhecimento prévio dos estudantes. Entendemos que os objetivos foram alcançados, uma vez que motivamos os estudantes a estudar um tema relacionado diretamente com seu dia-a-dia, o uso do computador. Segundo Mortimer (2000, p. 36), a aprendizagem se dá através do ativo envolvimento do aprendiz na construção do conhecimento, as ideias prévias dos estudantes desempenham um papel fundamental no processo de aprendizagem, já que essa, só é possível a partir do que o aluno já conhece. Portanto nosso trabalho 5

6 caracteriza uma aprendizagem significativa, levando em consideração o conhecimento, interesse e contexto de nossos alunos. A interdisciplinaridade aumentou o nível de aprendizado mútuo, onde professoraluno puderam partilhar dos mesmos ideais com diferentes pontos de vista. O projeto contemplou de forma compacta a evolução dos computadores, deixou evidente que sua função inicial era apenas contribuir para a Guerra Fria, já hoje tornou-se item indispensável em nossas vidas. A desigualdade em acessibilidade foi ressaltada, com a pesquisa em nosso município evidenciamos a diferença entre as escolas urbanas e rurais, contribuindo para a percepção de que as facilidades tecnológicas ainda não estão ao alcance de todos. A comunidade serviu de base de análise para a eficácia do projeto. Durante a apresentação deste, percebemos que o tema desperta curiosidade das mais variadas idades, possibilitou-os conhecer como funciona um mecanismo que eles utilizam todos os dias, além disso a linha do tempo enriqueceu a socialização do saber, já que muitos visitantes lembravam das épocas explicadas e dos inventos apresentados, podendo assim contribuir com suas memórias.nosso trabalho contemplou uma educação matemática transformadora, envolvendo o aluno de tal modo que o fez relacionar seu contexto com o saber adquirido no ambiente escolar, respeitando individualidades e culturas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOREIRA, Marco Antonio. Aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo: Centauro, Revista Cálculo: Matemática para todos. Ed. 14. Ano p Disponível em: em: 14 de Ago. de

Um computador é um dispositivo capaz de executar cálculos e tomar decisões lógicas milhões de vezes mais rápidas do que podem os seres humanos.

Um computador é um dispositivo capaz de executar cálculos e tomar decisões lógicas milhões de vezes mais rápidas do que podem os seres humanos. Do ábaco ao palmtop. Um computador é um dispositivo capaz de executar cálculos e tomar decisões lógicas milhões de vezes mais rápidas do que podem os seres humanos. O ábaco é um instrumento mecânico usado

Leia mais

Hit dos Bits. Série Matemática na Escola

Hit dos Bits. Série Matemática na Escola Hit dos Bits Série Matemática na Escola Objetivos 1. Apresentar o sistema de numeração binário; 2. Mostrar aplicações de sistemas de numeração diferentes do decimal; Hit dos Bits Série Matemática na Escola

Leia mais

Hit dos Bits. Série Matemática na Escola

Hit dos Bits. Série Matemática na Escola Hit dos Bits Série Matemática na Escola Objetivos 1. Apresentar o sistema de numeração binário; 2. Mostrar aplicações de sistemas de numeração diferentes do decimal; Hit dos Bits Série Matemática na Escola

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

METODOLOGIA. 1 Centros de Educação de Jovens e Adultos, criados pela portaria nº 243 de 17 de fevereiro de 2005.

METODOLOGIA. 1 Centros de Educação de Jovens e Adultos, criados pela portaria nº 243 de 17 de fevereiro de 2005. USO DE SITES VISANDO A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA DE FÍSICA NO CURSO SEMIPRESENCIAL DA EJA INTRODUÇÃO Francinaldo Florencio do Nascimento Governo do Estado da Paraíba fran.nice.fisica@gmail.com Vivemos

Leia mais

Sistemas de Numerações.

Sistemas de Numerações. Matemática Profº: Carlos Roberto da Silva; Lourival Pereira Martins. Sistema de numeração: Binário, Octal, Decimal, Hexadecimal; Sistema de numeração: Conversões; Sistemas de Numerações. Nosso sistema

Leia mais

Programação de Computadores

Programação de Computadores Aula 01 Introdução Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2011.1 1 Processamento de dados 2 Organização de Computadores 3 Sistemas de Numeração Processamento de dados Processamento

Leia mais

Curso de Hardware Aula 01 Tema: Sistema de Medidas Por: Edmilson de Oliveira Reis Revisado em: 02/03/2012

Curso de Hardware Aula 01 Tema: Sistema de Medidas Por: Edmilson de Oliveira Reis Revisado em: 02/03/2012 Curso de Hardware Aula 01 Tema: Sistema de Medidas Por: Edmilson de Oliveira Reis Revisado em: 02/03/2012 Unidades de Medida de Armazenamento Esses detalhes refletem na quantidade de informação armazenada

Leia mais

Montagem e Manutenção. Luís Guilherme A. Pontes

Montagem e Manutenção. Luís Guilherme A. Pontes Montagem e Manutenção Luís Guilherme A. Pontes Introdução Qual é a importância da Montagem e Manutenção de Computadores? Sistema Binário Sistema Binário Existem duas maneiras de se trabalhar e armazenar

Leia mais

Aula 3 - Sistemas de Numeração

Aula 3 - Sistemas de Numeração UEM Universidade Estadual de Maringá DIN - Departamento de Informática Disciplina: Fundamentos da Computação Profª Thelma Elita Colanzi Lopes thelma@din.uem.br Aula 3 - Sistemas de Numeração O ser humano,

Leia mais

ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL

ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL Adriana do Nascimento Araújo Graduanda Pedagogia - UVA Francisca Moreira Fontenele Graduanda

Leia mais

Fundamentos de Hardware

Fundamentos de Hardware Fundamentos de Hardware Unidade 2 Unidades de Medida Curso Técnico em Informática SUMÁRIO UNIDADES DE MEDIDAS DE ARMAZENAMENTO... 3 CONVERTENDO AS UNIDADES DE MEDIDAS... 4 BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS...

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO.

AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO. AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO. Autor: José Marcos da Silva Instituição: MIDS/Macaé E-mail:mzosilva@yahoo.com.br. RESUMO Na atualidade, é preciso que se crie novos métodos

Leia mais

www.proinfocamamu.com.br

www.proinfocamamu.com.br www.proinfocamamu.com.br Prof. Miquéias Reale - www.proinfocamamu.com.br Professor: Miquéias Reale Diretor de Tecnologia da Reale Tech Telefone: (75) 3641-0056 / 8838-1300 E-mail: miqueias@realetech.com.br

Leia mais

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS

O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS O USO DE PROJETOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS Andreza Olivieri Lopes Carmignolli1 UNESP Eva Poliana Carlindo2 UNESP Grupo de Trabalho Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora: não

Leia mais

Lista de Exercícios Introdução à Informática

Lista de Exercícios Introdução à Informática Lista de Exercícios Introdução à Informática Histórico e Evolução da Computação 1. Cite alguns problemas que o uso de válvulas provocava nos computadores de 1ª geração. 2. O que diferencia os computadores

Leia mais

Conceitos Básicos sobre Sistema de Computação

Conceitos Básicos sobre Sistema de Computação Conceitos Básicos sobre Sistema de Computação INFORMÁTICA -É Ciência que estuda o tratamento automático da informação. COMPUTADOR Equipamento Eletrônico capaz de ordenar, calcular, testar, pesquisar e

Leia mais

GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO

GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO André Luís Mattedi Dias mattedi@uefs.br Jamerson dos Santos Pereira pereirajamerson@hotmail.com Jany Santos Souza Goulart janymsdesenho@yahoo.com.br

Leia mais

Projeto de Redesenho Curricular

Projeto de Redesenho Curricular AÇÕES DAS ESCOLAS PARTICIPANTES DO ProEMI COM TI Equipamentos midiáticos e tecnológicos adquiridos pelo PROEMI EE DONA ELISA DE COMPOS LIMA NOVELLI - DER ITARARÉ Objetivos Projeto de Redesenho Curricular

Leia mais

TEMPO DE APRENDER EM CLIMA DE ENSINAR: UMA PROPOSTA PARA MELHORIA DO ENSINO EM ESCOLAS PÚBLICAS

TEMPO DE APRENDER EM CLIMA DE ENSINAR: UMA PROPOSTA PARA MELHORIA DO ENSINO EM ESCOLAS PÚBLICAS TEMPO DE APRENDER EM CLIMA DE ENSINAR: UMA PROPOSTA PARA MELHORIA DO ENSINO EM ESCOLAS PÚBLICAS Taísa Das Dores Pereira; Maria Gertrudes Alvarez Justi Da Silva. Universidade Federal Fluminense, taisaddp@id.uff.br;

Leia mais

FUNÇÕES POLINOMIAIS DO SEGUNDO GRAU MEDIADOS PELO SOFTWARE GEOGEBRA NA PERSPECTIVA DOS REGISTROS DE REPRESENTAÇÃO SEMIÓTICA

FUNÇÕES POLINOMIAIS DO SEGUNDO GRAU MEDIADOS PELO SOFTWARE GEOGEBRA NA PERSPECTIVA DOS REGISTROS DE REPRESENTAÇÃO SEMIÓTICA FUNÇÕES POLINOMIAIS DO SEGUNDO GRAU MEDIADOS PELO SOFTWARE GEOGEBRA NA PERSPECTIVA DOS REGISTROS DE REPRESENTAÇÃO SEMIÓTICA Modalidade: Relato de experiência Izaias Cordeiro Néri Mestrando em Educação

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL GETÚLIO VARGAS ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO RÁDIO ESCOLA

ESCOLA ESTADUAL GETÚLIO VARGAS ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO RÁDIO ESCOLA ESCOLA ESTADUAL GETÚLIO VARGAS ENSINO FUNDAMENTAL PROJETO RÁDIO ESCOLA APRESENTAÇÃO: A Escola Estadual Getúlio Vargas Ensino Fundamental, do Município de Engenheiro Beltrão, Estado do Paraná, preocupada

Leia mais

Introdução à Computação

Introdução à Computação Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Introdução à Computação DCA0800 - Algoritmos e Lógica de Programação Heitor Medeiros 1 Informática x Computação

Leia mais

SISTEMAS DE NUMERAÇÃO

SISTEMAS DE NUMERAÇÃO Atualizado em Prof. Rui Mano E mail: rmano@tpd.puc rio.br SISTEMAS DE NUMERAÇÃO Sistemas de Numer ação Posicionais Desde quando se começou a registrar informações sobre quantidades, foram criados diversos

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO.

AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO. AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO. Autor: José Marcos da Silva Instituição: UFF/CMIDS E-mail: mzosilva@yahoo.com.br RESUMO A presente pesquisa tem como proposta investigar a visão

Leia mais

MC-102 Aula 01. Instituto de Computação Unicamp

MC-102 Aula 01. Instituto de Computação Unicamp MC-102 Aula 01 Introdução à Programação de Computadores Instituto de Computação Unicamp 2015 Roteiro 1 Por que aprender a programar? 2 Hardware e Software 3 Organização de um ambiente computacional 4 Algoritmos

Leia mais

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento A contribuição do interesse e da curiosidade por atividades práticas em ciências, para melhorar a alfabetização de

Leia mais

PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO

PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO Alunos Apresentadores:Aline Inhoato; Rafhaela Bueno de Lourenço; João Vitor Barcelos Professor Orientador: Mario Ubaldo Ortiz Barcelos -Email: muobubaldo@gmail.com

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE USO DO SOFTWARE EDUCACIONAL FALANDO SOBRE... HISTÓRIA DO BRASIL EM AULA MINISTRADA EM LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

CONSIDERAÇÕES SOBRE USO DO SOFTWARE EDUCACIONAL FALANDO SOBRE... HISTÓRIA DO BRASIL EM AULA MINISTRADA EM LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA CONSIDERAÇÕES SOBRE USO DO SOFTWARE EDUCACIONAL FALANDO SOBRE... HISTÓRIA DO BRASIL EM AULA MINISTRADA EM LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Dorisvaldo Rodrigues da Silva drsilva@unioeste.br Vera Lúcia Ruiz Rodrigues

Leia mais

A prática da Educação Patrimonial:

A prática da Educação Patrimonial: A prática da Educação Patrimonial: uma experiência no município de Restinga Sêca / RS HELIANA DE MORAES ALVES E LAURO CÉSAR FIGUEIREDO Introdução O presente trabalho é um breve relato sobre uma prática

Leia mais

INFORMÁTICA INFORMÁTICA BÁSICA

INFORMÁTICA INFORMÁTICA BÁSICA INFORMÁTICA BÁSICA PROF. MARCOS VINICIUS GRADUADO EM ANÁLISES DE SISTEMAS. PÓS-GRADUADO EM ADMINISTRAÇÃO E SEGURANÇA DE SISTEMAS COMPUTACIONAIS FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ. ANALISTA DE SISTEMAS E DBA SQL SERVER

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS

INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS Kelly Karina Cardoso (kkimica@hotmail.com) Eniz Conceição de Oliveira (eniz@univates.br) Marlise

Leia mais

INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS VIANNA JÚNIOR INTERNET COMO INSTRUMENTO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS VIANNA JÚNIOR INTERNET COMO INSTRUMENTO DE ENSINO-APRENDIZAGEM INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS VIANNA JÚNIOR INTERNET COMO INSTRUMENTO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Lúcia Helena de Magalhães 1 Maria Cristina de Oliveira 2 Resumo Este artigo

Leia mais

1 - Processamento de dados

1 - Processamento de dados Conceitos básicos sobre organização de computadores 2 1 - Processamento de dados O que é processamento? O que é dado? Dado é informação? Processamento é a manipulação das informações coletadas (dados).

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação I

Administração de Sistemas de Informação I Administração de Sistemas de Informação I Prof. Farinha Aula 02 Hardware e Software Sistemas de Informação Baseados no Computador - CBIS PROCEDIMENTOS PESSOAS HARDWARE SOFTWARE BANCO DE DADOS TELECOMUNICAÇÕES

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS AULAS PRÁTICAS NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS AULAS PRÁTICAS NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS AULAS PRÁTICAS NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NO ENSINO FUNDAMENTAL Autor: Paulo Fernandes Roges Souza Silva (UEG) 1, Co-autores: Amanda Pereira Silva (UEG) 2, Gabriela Tayrine Pereira

Leia mais

A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO BIOLÓGICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO BIOLÓGICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO BIOLÓGICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Maria José Rodrigues de Farias Universidade Estadual da Paraíba lyarodriguesbio@gmail.com Introdução Atualmente os modelos

Leia mais

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Paloma Rodrigues Cunha¹, Larissa Costa Pereira¹, Luã Carvalho Resplandes², Renata Fonseca Bezerra³, Francisco Cleiton da Rocha 4

Leia mais

ANÁLISE E IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE COMPRESSÃO DE DADOS. Maria Carolina de Souza Santos 1 Orientador: Prof.º Ms.

ANÁLISE E IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE COMPRESSÃO DE DADOS. Maria Carolina de Souza Santos 1 Orientador: Prof.º Ms. ANÁLISE E IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE COMPRESSÃO DE DADOS Maria Carolina de Souza Santos 1 Orientador: Prof.º Ms. Mauricio Duarte 2 Centro Universitário Euripides de Marilia UNIVEM FATEC Faculdade de

Leia mais

Fundamentos da Informática. História dos Computadores Prof. Hélder Almeida www.helderalmeida.com.br

Fundamentos da Informática. História dos Computadores Prof. Hélder Almeida www.helderalmeida.com.br Fundamentos da Informática História dos Computadores Prof. Hélder Almeida www.helderalmeida.com.br História da Computação Hoje em dia, os computadores estão presentes em nossa vida de uma forma nunca vista

Leia mais

PATRIMÔNIO HISTÓRIO DE SÃO JOÃO DO CARIRI: MÚLTIPLAS POSSIBILIDADES NO ESTUDO DA MATEMÁTICA MOVIDAS POR SUA ESTÉTICA APARENTE

PATRIMÔNIO HISTÓRIO DE SÃO JOÃO DO CARIRI: MÚLTIPLAS POSSIBILIDADES NO ESTUDO DA MATEMÁTICA MOVIDAS POR SUA ESTÉTICA APARENTE PATRIMÔNIO HISTÓRIO DE SÃO JOÃO DO CARIRI: MÚLTIPLAS POSSIBILIDADES NO ESTUDO DA MATEMÁTICA MOVIDAS POR SUA ESTÉTICA APARENTE Gilmara Gomes MEIRA 1 1 Departamento de Matemática Mestrado em Ensino de Ciências

Leia mais

DISPOSITIVOS DE BLOCO. Professor: João Paulo de Brito Gonçalves

DISPOSITIVOS DE BLOCO. Professor: João Paulo de Brito Gonçalves DISPOSITIVOS DE BLOCO Professor: João Paulo de Brito Gonçalves INTRODUÇÃO Periférico Dispositivo conectado a um computador de forma a possibilitar sua interação com o mundo externo. Conectados ao computador

Leia mais

Trabalho compilado da Internet Prof. Claudio Passos. Sistemas Numéricos

Trabalho compilado da Internet Prof. Claudio Passos. Sistemas Numéricos Trabalho compilado da Internet Prof. Claudio Passos Sistemas Numéricos A Informação e sua Representação O computador, sendo um equipamento eletrônico, armazena e movimenta as informações internamente sob

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Érika Cristina Mashorca Fiorelli, UNESP - Presidente Prudente-SP, SESI/SP; Ana

Leia mais

Bingo Químico em Braille.

Bingo Químico em Braille. Bingo Químico em Braille. Carine Fernanda Drescher * (IC), Julieta Saldanha Oliveira (PQ) e Liana da Silva Fernandes (PQ). E-mail: carinedrescher@gmail.com Rua Riachuelo, CEP- 97050011, 115, apto 305.

Leia mais

Curso: Técnico de Informática Disciplina: Redes de Computadores. 1- Apresentação Binária

Curso: Técnico de Informática Disciplina: Redes de Computadores. 1- Apresentação Binária 1- Apresentação Binária Os computadores funcionam e armazenam dados mediante a utilização de chaves eletrônicas que são LIGADAS ou DESLIGADAS. Os computadores só entendem e utilizam dados existentes neste

Leia mais

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO Tatiane Testa Ferrari e-mail: tatitferrari@ig.com.br Ticiane Testa Ferrari e-mail: ticiferrari@ig.com.br Araceli Simão Gimenes Russo e-mail:

Leia mais

Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica

Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica Ensinar ciências fazendo ciência com professores e alunos da educação básica Pavão, Antonio, C.¹, Rocha, Claudiane, F..S.², Silva, Ana, P.³ Espaço Ciência - www.espacociencia.pe.gov.br pavao@ufpe.br¹,

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA: UTILIZAÇÃO DE CALCULADORA CIENTÍFICA MODELO CASIO fx-82ms.

PROJETO DE PESQUISA: UTILIZAÇÃO DE CALCULADORA CIENTÍFICA MODELO CASIO fx-82ms. FUNDAÇÃO UNIVERSITARIA FEDERAL DO TOCANTINS UFT CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE PALMAS PROJETO DE PESQUISA: UTILIZAÇÃO DE CALCULADORA CIENTÍFICA MODELO CASIO fx-82ms. Autores: Prof. Paulo Alexandre Oliveira Acad.

Leia mais

Desenvolvido por: Pedro Silva Hugo Palminha Hugo Ferreira. Turma: SD-R. Curso: Técnico de Informática Instalação e Gestão de Redes

Desenvolvido por: Pedro Silva Hugo Palminha Hugo Ferreira. Turma: SD-R. Curso: Técnico de Informática Instalação e Gestão de Redes Desenvolvido por: Pedro Silva Hugo Palminha Hugo Ferreira Turma: SD-R Curso: Técnico de Informática Instalação e Gestão de Redes Formador: João Afonso Lisboa, Janeiro de 2012 Do Nascimento à Actualidade

Leia mais

BANDEIRAS EUROPÉIAS: CORES E SÍMBOLOS (PORTUGAL)

BANDEIRAS EUROPÉIAS: CORES E SÍMBOLOS (PORTUGAL) BANDEIRAS EUROPÉIAS: CORES E SÍMBOLOS (PORTUGAL) Resumo A série apresenta a formação dos Estados europeus por meio da simbologia das cores de suas bandeiras. Uniões e cisões políticas ocorridas ao longo

Leia mais

Aula 2 Modelo Simplificado de Computador

Aula 2 Modelo Simplificado de Computador Aula 2 Modelo Simplificado de Computador Um computador pode ser esquematizado de maneira bastante simplificada da seguinte forma: Modelo Simplificado de Computador: Memória Dispositivo de Entrada Processador

Leia mais

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR O USO DO BLOG COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR Isnary Aparecida Araujo da Silva 1 Introdução A sociedade atual vive um boom da tecnologia,

Leia mais

Informática Sistemas de Numeração. Profª. Me. Valéria Espíndola Lessa lessavaleria@gmail.com Valeria-lessa@uergs.edu.br

Informática Sistemas de Numeração. Profª. Me. Valéria Espíndola Lessa lessavaleria@gmail.com Valeria-lessa@uergs.edu.br Sistemas de Numeração Profª. Me. Valéria Espíndola Lessa lessavaleria@gmail.com Valeria-lessa@uergs.edu.br Outros Sistemas de Numeração Já sabemos que existem outros tipos de sistemas de numeração, além

Leia mais

PERFIL MATEMÁTICO RELATO DE EXPERIÊNCIA. Resumo:

PERFIL MATEMÁTICO RELATO DE EXPERIÊNCIA. Resumo: PERFIL MATEMÁTICO Mariana Gigante Barandier dos Santos, graduando em Licenciatura em Matemática, UFF (marygiganteb@yahoo.com.br) Raquel Nogueira Silva, graduando em Licenciatura em Matemática, UFF (kelpeppers@yahoo.com.br)

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

Introdução a Informática. Colégio "Serrano Guardia" Módulo I Informática Básica William Andrey de Godoy

Introdução a Informática. Colégio Serrano Guardia Módulo I Informática Básica William Andrey de Godoy Introdução a Informática 1 Colégio "Serrano Guardia" Módulo I Informática Básica Introdução a Informática São conjuntos de métodos e equipamentos através do quais podemos armazenar e manipular informações

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA DEFICIENTE AUDITIVO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE TRABALHO REALIZADO EM COLÉGIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA DEFICIENTE AUDITIVO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE TRABALHO REALIZADO EM COLÉGIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA DEFICIENTE AUDITIVO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE TRABALHO REALIZADO EM COLÉGIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Adriana Oliveira Bernardes UENF (Universidade do Estado do Norte

Leia mais

A MODELAGEM MATEMÁTICA E A INTERNET MÓVEL. Palavras Chave: Modelagem Matemática; Educação de Jovens e Adultos (EJA); Internet Móvel.

A MODELAGEM MATEMÁTICA E A INTERNET MÓVEL. Palavras Chave: Modelagem Matemática; Educação de Jovens e Adultos (EJA); Internet Móvel. A MODELAGEM MATEMÁTICA E A INTERNET MÓVEL Márcia Santos Melo Almeida Universidade Federal de Mato Grosso do Sul marciameloprofa@hotmail.com Marcos Henrique Silva Lopes Universidade Federal de Mato Grosso

Leia mais

Informática. Técnico em Agronegócio 1º. Módulo Profa. Madalena Pereira da Silva madalena.silva@ifsc.edu.br

Informática. Técnico em Agronegócio 1º. Módulo Profa. Madalena Pereira da Silva madalena.silva@ifsc.edu.br Informática Técnico em Agronegócio 1º. Módulo Profa. Madalena Pereira da Silva madalena.silva@ifsc.edu.br Roteiro de Aula Introdução Computador Hardware, Software básico, Software Aplicativo Hardwares

Leia mais

O CIRCO E OS DIREITOS HUMANOS

O CIRCO E OS DIREITOS HUMANOS O CIRCO E OS DIREITOS HUMANOS Evandro Marcelo da Silva 1 - PUCPR Kauana Domingues 2 PUCPR Edinéia Aranha 3 Grupo de Trabalho Educação e Direitos Humanos Agência Financiadora: não contou com financiamento

Leia mais

Sistemas de Numeração

Sistemas de Numeração Professor Menezes SISTEMA DE NUMERAÇÃO 1-1 Sistemas de Numeração Observe que alguns números decimais a possuem uma representação muito curiosa no sistema binário: 1 decimal = 1 binário; 2 decimal = 10

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR FORATINI DE OLIVEIRA. INTEGRANDO AS TICs NO ENSINO DE MATEMÁTICA

ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR FORATINI DE OLIVEIRA. INTEGRANDO AS TICs NO ENSINO DE MATEMÁTICA ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR FORATINI DE OLIVEIRA INTEGRANDO AS TICs NO ENSINO DE MATEMÁTICA IVINHEMA MS MAIO DE 2010 ESCOLA ESTADUAL SENADOR FILINTO MÜLLER-EXTENSÃO CLAUDEMIR

Leia mais

A INFLUÊNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO: VANTAGENS E DESVANTAGENS

A INFLUÊNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO: VANTAGENS E DESVANTAGENS A INFLUÊNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO: VANTAGENS E DESVANTAGENS Vitor Cleton Viegas de Lima 1 Cristiane Camargo Aita 2 Daniele Pinto Andres 3 Resumo: este artigo tem por objetivo levantar

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

Informática. Prof. Macêdo Firmino. Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 25

Informática. Prof. Macêdo Firmino. Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 25 Informática Prof. Macêdo Firmino Introdução a Informática Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 25 O Que é um Computador? É uma máquina composta de um conjunto de partes eletrônicas e

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA

JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA Valinhos, setembro de 2014 1 JOSANE BATALHA SOBREIRA DA SILVA APROXIMANDO CULTURAS POR MEIO DA TECNOLOGIA Relato do Projeto

Leia mais

AULA 01 INTRODUÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira CIRCUITOS DIGITAIS Engenharia de Computação

AULA 01 INTRODUÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira CIRCUITOS DIGITAIS Engenharia de Computação AULA 01 INTRODUÇÃO Eduardo Camargo de Siqueira CIRCUITOS DIGITAIS Engenharia de Computação O COMPUTADOR O homem sempre procurou máquinas que o auxiliassem em seu trabalho. O computador é consciente, trabalhador,

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 6ª Série Teoria da Computação Ciência da Computação A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto

Leia mais

JORNAL DE MATEMÁTICA Uma experiência de estágio

JORNAL DE MATEMÁTICA Uma experiência de estágio JORNAL DE MATEMÁTICA Uma experiência de estágio Darcy de Liz Biffi (Prof.ª de Prática de Ensino e Supervisora de Estágio), darcy@uniplac.net; Lisiane Lazari Armiliato; Naira Girotto (Estagiárias da 7ª

Leia mais

Sistema de Numeração e Conversão entre Sistemas. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 60h

Sistema de Numeração e Conversão entre Sistemas. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 60h Sistema de Numeração e Conversão entre Sistemas. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Carga Horária: 60h Representação da Informação Um dispositivo eletrônico, armazena e movimenta as informações internamente

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

PROJETO XADREZ NA ESCOLA. Palavras-Chave: Xadrez, Ferramenta de Aprendizagem e Matemática.

PROJETO XADREZ NA ESCOLA. Palavras-Chave: Xadrez, Ferramenta de Aprendizagem e Matemática. PROJETO XADREZ NA ESCOLA FERREIRA, Massako Saiki Alves 1 SILVA, Lázaro Fernando Rodrigues 2 Palavras-Chave: Xadrez, Ferramenta de Aprendizagem e Matemática. Introdução O Ensino de Xadrez é defendido por

Leia mais

JUQUERIQUERÊ. Palavras-chave Rios, recursos hídricos, meio-ambiente, poluição, questão indígena.

JUQUERIQUERÊ. Palavras-chave Rios, recursos hídricos, meio-ambiente, poluição, questão indígena. JUQUERIQUERÊ Resumo Neste breve documentário, um índio faz uma retrospectiva de como ele vivia na região do Rio Juqueriquerê, localizada no litoral norte do Estado de São Paulo. Em seu relato, compara

Leia mais

SISTEMAS DIGITAIS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

SISTEMAS DIGITAIS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 1 - SISTEMA DE NUMERAÇÃO BINÁRIA E DECIMAL Todos os computadores são formados por circuitos digitais, onde as informações e os dados são codificados com dois níveis de tensão, pelo que o seu sistema

Leia mais

A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS

A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS Gisllayne Rufino Souza UFPB gisllayne.souza@gmail.com Profa. Dra. Marlene Helena de Oliveira França UFPB/Centro de Educação/Núcleo

Leia mais

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO ISSN 2177-9139 OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO André Martins Alvarenga - andrealvarenga@unipampa.edu.br Andressa Sanches Teixeira - andressaexatas2013@gmail.com

Leia mais

Microinformática. Perguntas:

Microinformática. Perguntas: Microinformática UNICERP Disciplina: Informática Prof. Denis Henrique Caixeta Perguntas: Como foi a evolução da computação? Qual a função do computador? O que é Hardware? O que é Software? BIT, Byte, etc

Leia mais

Matemática Aplicada à Informática

Matemática Aplicada à Informática Matemática Aplicada à Informática Unidade 3.0 Sistemas numéricos Curso Técnico em Informática Aline Maciel Zenker SUMÁRIO SUMÁRIO... 2 CONVERSÃO DE BASE NUMÉRICA... 3 1 DECIMAL X BINÁRIO... 3 1.1 Onde

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA NÚCLEO DE TECNOLOGIA E DIFUSÃO EDUCACIONAL

PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA NÚCLEO DE TECNOLOGIA E DIFUSÃO EDUCACIONAL PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA NÚCLEO DE TECNOLOGIA E DIFUSÃO EDUCACIONAL RELATO DE EXPERIENCIA DE PROJETO COLABORATIVO VIA INTERNET ENTRE ESCOLAS MUNICIPAIS

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

Aula 01 Introdução à Informática. Prof. Bruno Gomes bruno.gomes@ifrn.edu.br www.profbrunogomes.com.br

Aula 01 Introdução à Informática. Prof. Bruno Gomes bruno.gomes@ifrn.edu.br www.profbrunogomes.com.br Aula 01 Introdução à Informática Prof. Bruno Gomes bruno.gomes@ifrn.edu.br www.profbrunogomes.com.br Agenda da Aula Introdução à Informática; Dados x Informação; O Computador (Hardware); Unidades de medida.

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

Introdução. Unisinos. Leandro Tonietto ltonietto@unisinos.br http://www.inf.unisinos.br/~ltonietto ago-08

Introdução. Unisinos. Leandro Tonietto ltonietto@unisinos.br http://www.inf.unisinos.br/~ltonietto ago-08 Introdução à computação e suas Aplicações Curso de Segurança a da Informação Unisinos Leandro Tonietto ltonietto@unisinos.br http://www.inf.unisinos.br/~ltonietto ago-08 Sumário Processamento de informações

Leia mais

INFORmação. O que é um Computador?

INFORmação. O que é um Computador? Professor: M. Sc. Luiz Alberto Filho Conceitos básicos Evolução histórica Hardware Sistemas de numeração Periféricos Software Unidades Básicas de Medidas 2 Facilidade de armazenamento e recuperação da

Leia mais

Lição 1 Introdução à programação de computadores

Lição 1 Introdução à programação de computadores Lição Introdução à programação de computadores Introdução à Programação I Objetivos Ao final desta lição, o estudante será capaz de: Identificar os diferentes componentes de um computador Conhecer linguagens

Leia mais

Estrutura de um Computador. Linguagem de Programação Rone Ilídio UFSJ - CAP

Estrutura de um Computador. Linguagem de Programação Rone Ilídio UFSJ - CAP Estrutura de um Computador Linguagem de Programação Rone Ilídio UFSJ - CAP Hardware e Software HARDWARE: Objetos Físicos que compões o computador Circuitos Integrados, placas, cabos, memórias, dispositivos

Leia mais

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL BRIZOLA, Silene Francisca dos Santos. (UNEMAT) silenefsb@hotmail.com SILVA, Maria Ivonete da. (UNEMAT) ivonete0304@hotmail.com RESUMO Este projeto foi desenvolvido

Leia mais

FUNDAMENTOS DE HARDWARE COMO FUNCIONA UM PC? Professor Carlos Muniz

FUNDAMENTOS DE HARDWARE COMO FUNCIONA UM PC? Professor Carlos Muniz FUNDAMENTOS DE HARDWARE COMO FUNCIONA UM PC? A arquitetura básica de qualquer computador completo, seja um PC, um Machintosh ou um computador de grande porte, é formada por apenas 5 componentes básicos:

Leia mais

2. Representação Numérica

2. Representação Numérica 2. Representação Numérica 2.1 Introdução A fim se realizarmos de maneira prática qualquer operação com números, nós precisamos representa-los em uma determinada base numérica. O que isso significa? Vamos

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

Estrutura de Dados. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br ricardo.souza@ifpa.edu.br. Parte 1

Estrutura de Dados. Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br ricardo.souza@ifpa.edu.br. Parte 1 Estrutura de Dados Ricardo José Cabeça de Souza www.ricardojcsouza.com.br Parte 1 MODELO DE UM COMPUTADOR CPU Central Processing Unit MODELO DE UM COMPUTADOR O canal de comunicação (conhecido como BUS)

Leia mais

Observatórios Virtuais

Observatórios Virtuais UNIVASF: UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE SÃO FRANCISCO TRABALHO DE ASTROFÍSICA ALUNO: PEDRO DAVID PEDROSA PROFESSOR: MILITÃO CURSO: MESTRADO NACIONAL PROFISSIONAL EM ENSINO DE FÍSICA Observatórios Virtuais

Leia mais