Experimento 03 Circuito Decodificador e Multiplex

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Experimento 03 Circuito Decodificador e Multiplex"

Transcrição

1 Murilo Soares Pereira, RA: Pedro Henrique de Freitas, RA: Experimento 03 Circuito Decodificador e Multiplex Prof. Takashi Utsonomiya Universidade Federal de São Carlos São Carlos - SP

2 Sumário 1 Resumo p. 4 2 Objetivos p. 5 3 Componentes p. 6 4 Introdução Teórica p Códigos Binários p Decimal Codificado em Binário p Código BCD p Conversão Decimal para BCD p Conversão BCD para Decimal p Display de 7 segmentos p Decodificador para display de 7 segmentos p Multiplexador p Aplicações de Mux p Procedimento Experimental p Primeira parte do Experimento p Segunda Parte do Experimento p. 21

3 6 Tarefas p Mapa de Karnaugh para todas as letras do Display de 7 Segmentos... p Display de 7 Segmentos com 2 Dígitos p Implementação de Subtrator Completo utilizando Multiplex p Subtrator utilizando Mux 4x p Conclusões p Bibliografia p. 33

4 4 1 Resumo No primeira parte do terceiro experimento da disciplina de Laboratorio de Circuitos Digitais, foi utilizado um decodificador de 7 segmentos - no caso, um decodificador 74LS48 - o qual convertia um numero em formato de codigo BCD, para uma saida que podia ser interpretada como um numero decimal, atraves de um display que acende seus filamentos. Quando combinados de diferentes maneiras, os filamentos exibiram numeros interpretados no codigo decimal.

5 5 2 Objetivos No terceiro experimento foram analisados o comportamento de um decodificador de 7 segmentos utilizando um componente (decodificador 74LS48) e um display (PHO500) de exibição de números decimais. Na segunda parte do experimento, realizado uma semana depois, foi analisado o comportamento de um multiplex (74LS153) e como implementar um somador completo utilizando este componente.

6 6 3 Componentes Prot-o-board Circuito integrado (74LS48) Componente (display PHO500) Fios Alicate Multímetro Fonte de alimentação

7 7 4 Introdução Teórica 4.1 Códigos Binários A conversão de um número decimal no seu equivalente binário é chamada codificação. Um número decimal é expresso como um código binário ou número binário. O sistema numérico binário, como apresentado, é conhecido como código binário puro. Este nome o diferencia de outros tipos de códigos binários Decimal Codificado em Binário O sistema numérico decimal é fácil de se usar devido à familiaridade. Já o sistema numérico binário é menos conveniente de se usar, pois nos é menos familiar.. Por exemplo, o número binário representa o número decimal 83. É difícil dizer imediatamente, por inspeção do número, qual seu valor decimal. Entretanto, em alguns minutos, usando os procedimentos de conversão de base, pode-se calcular o seu valor decimal. A quantidade de tempo necessária para converter ou reconhecer um número binário é uma desvantagem em trabalhar com este código, a despeito das numerosas vantagens do ponto de vista de trabalhar com hardware. Os engenheiros reconheceram este problema cedo, e desenvolveram uma forma especial de código binário mais compatível com o sistema decimal. Como uma grande quantidade de dispositivos digitais, instrumentos e equipamentos usam entradas e saídas decimais, este código especial tornou-se muito difundido e utilizado. Esse código especial é chamado decimal codificado em binário (BCD - binary coded decimal). O código BCD combina algumas das características dos sistemas numéricos binário e decimais.

8 Código BCD 8421 O código BCD é um sistema de representação dos dígitos decimais de 0 a 9 com um código binário de 4 bits. Esse código BCD usa o sistema de pesos posicionais 8421 do código binário puro. O usual código 8421 BCD e os equivalentes decimais são mostrados na tabela abaixo, onde representamos os decimais de 0 a 9 (1 dígito). Exatamente como binário puro, pode-se converter os números BCD em seus equivalentes decimais simplesmente somando os pesos das posições de bits onde aparece 1. Decimal BCD 8421 Binário Tabela 4.1: Decimal, BCD, Binário Observamos, entretanto, que existem apenas dez códigos válidos. Os números binários de 4 bits representando os números decimais desde 10 até 15 são inválidos no sistema BCD. Para representar um número decimal em notação BCD substitui-se cada dígito decimal pelo código de 4 bits apropriados. Por exemplo, o inteiro decimal 834 em BCD é Cada dígito decimal é representado pelo seu código BCD 8421 equivalente. Um espaço pode ser deixado entre cada grupo de 4 bits para evitar confusão do formato BCD com o código binário puro. Este método de representação também se aplica às frações decimais. Por exemplo, a fração decimal 0,764 é em BCD. Novamente, cada

9 9 dígito decimal é representado pelo seu código equivalente 8421, com um espaço entre cada grupo. Uma vantagem do código BCD é que as dez combinações do código BCD são fáceis de lembrar. Conforme se começa a trabalhar com números binários regularmente, os números BCD tornam-se tão fáceis e automáticos como números decimais. Por esta razão, por simples inspeção da representação BCD de um número decimal pode-se efetuar a conversão quase tão rápido como se já estivesse na forma decimal. O código BCD simplifica a interface Homem-máquina, mas é menos eficiente que o código binário puro, pelo motivo de usar mais bits para representar um dado número decimal em BCD em relação à representação em notação binária pura. Por exemplo, o número decimal 83 é escrito como Em código binário puro, usam-se apenas 7 bits para representar o número 83. Em BCD, usam-se 8 bits. O código BCD é ineficiente, pois, para cada bit numa palavra de dado, há usualmente alguns circuitos digitais associados. Os circuitos extras associados com o código BCD aumentam o preço, a complexidade do equipamento e consomem mais energia. Operações aritméticas com números BCD também consomem mais tempo e são mais complexas que aquelas com números binários puros. Com quatro bits de informação binária, podemos representar um total de 24 = 16 estados diferentes ou os números decimais equivalentes desde o 0 ao 15. No sistema BCD, seis destes estados (10-15) são desperdiçados. Quando o sistema numérico BCD é usado, alguma eficiência é perdida, mas aumenta-se o entendimento entre o equipamento digital e o operador humano Conversão Decimal para BCD A conversão de decimal para BCD é simples e direta. Entretanto, a conversão de binário para BCD não é direta. Uma conversão intermediária deve ser realizada primeiro. Por exemplo, o número é convertido no seu equivalente BCD. Primeiro o número binário é convertido para decimal = (1x2 3 ) + (0x2 2 ) + (1x2 1 ) + (1x2 0 ) + (0x2 1 ) + (1x2 2 ) = ,25 = 11,25 10 Então o resultado decimal é convertido para BCD. 11,25 10 =

10 10 Para converter de BCD para binário, as operações anteriores são invertidas. Por exemplo, o número BCD é convertido no seu equivalente binário. 1. o número BCD é convertido para decimal = 96, o resultado decimal é convertido para binário Vários códigos binários são chamados códigos alfanuméricos pois eles são usados para representar caracteres assim como números. Figura 4.1: Codificador decimal para BCD Figura 4.2: Esquema interno do codificador

11 Conversão BCD para Decimal É o contrário do processo de conversão de Decimal para BCD Figura 4.3: Esquema interno do codificador 4.2 Display de 7 segmentos Um display de 7 segmentos é um dispositivo eletrônico bastante usado para indicação de valores numéricos. Ele mostra ao usuário de um sistema digital um algarismo decimal de 0 a 9, conforme a figura abaixo:

12 12 Figura 4.4: Formato de um display de 7 segmentos mostrando a localização de cada um dos segmentos (a, b, c, d, e, f, g) Desde que ele pode indicar dígitos de 0 a 9 (10 no total), a informação binária precisa ter 4 dígitos binários, pois com apenas 3, só 8 valores poderiam ser exibidos. Os displays de 7 segmentos podem ser do tipo ânodo comum, onde todos os ânodos são ligados juntos (fig. 4.5), ou do tipo cátodo comum, onde todos os cátodos são ligados juntos (fig. 4.6). Com o tipo de ânodo comum da figura 4.5, deve-se ligar um resistor limitador de corrente entre cada LED e o terra. O valor desse resistor determina quanta corrente flue através do LED (a corrente típica do LED está entre 1mA e 50mA) O tipo cátodo comum da figura 4.6 usa um resistor limitador de corrente entre cada LED e +Vcc. Figura 4.5: Ânodo comum

13 13 Figura 4.6: Cátodo comum Decodificador para display de 7 segmentos Deve-se saber que a informação binária não tem necessariamente relação com o número binário que ela representa. Por exemplo, para a combinação 0 da tabela mostrada abaixo a b c d e f g ficam Esse número binário não é igual ao dígito correspondente no display (que seria o 0). Isto é, na realidade, um código para o display de sete segmentos. O circuito lógico que converte a entrada para o código é chamado decodificador. A própria entrada de 4 bits ABCD, que tem relação direta com o valor decimal, é também chamada de código BCD. (tabela ABCDEFG). Um decodificador para display de 7 segmentos é um circuito digital formado por portas lógicas que, ao receber uma palavra binária de 4 bits representativa do algarismo a ser mostrado, aciona os segmentos correspondentes no display, conforme mostra a figura abaixo: Figura 4.7: Interligação de um decodificador para display de 7 segmentos com o display

14 14 Há dois tipos de decodificadores correspondendo aos displays de ânodo comum e cátodo comum. Cada decodificador tem 4 pinos de entrada (entrada em código BCD) e 7 pinos de saída (os segmentos de A a G). A figura 4.8 mostra um 7446 acionando um indicador de ânodo comum. Os circuitos lógicos internos do 7446 convertem a entrada BCD para a saída necessária. Por exemplo, se a entrada BCD é 0111, a lógica interna do 7446 irá forçar os LED s a, b, e c a conduzirem, porque os correspondentes transístores entram em saturação. Como resultado, o dígito 7 aparecerá no display de 7 segmentos. Figura 4.8: Decodificador-acionador 7446 acionando um indicador de ânodo comum Observe os resistores limitadores de corrente entre o display de 7 segmentos e o 7446 da figura 4.8. Deve-se ligar esses resistores externos para limitar a corrente em cada segmento

15 15 a um valor seguro entre 1mA e 50mA, dependendo da intensidade do brilho que desejamos que o display apresente. A figura 4.9 mostra a decodificação alternativa. Nela, um 7448 aciona um indicador de cátodo comum. Novamente, a lógica converte a entrada BCD para a saída necessária. Por exemplo, quando é usada uma entrada BCD igual a 0100, a lógica interna força os LED s b, c, f e g a conduzirem. O display de 7 segmentos mostra, então, o número decimal 4. Ao contrário do 7446, que necessita resistores limitadores de corrente externos, o 7448 tem seus próprios resistores limitadores de corrente na pastilha. Figura 4.9: Decodificador 7448 acionando um cátodo comum

16 Multiplexador Basicamente, o multiplexador (também conhecido por Mux) é composto por várias linhas de entrada e uma única linha de saída, e entre eles uma chave que varia a entrada ocasionando várias respostas. Cada entrada tem seu nível lógico ou sinal próprio. A chave é controlável, sendo assim o controle determina qual será a linha de entrada escolhida. Pode-se implementar um multiplexador com portas lógicas, tendo em vista que através da chave se habilita ou não uma porta. O número de entradas sempre equivale a 2n, no qual n é o número de chaves do Mux. Figura 4.10: Exemplo de Mux (8x1) Um multiplexador pode se comportar como um gerador de funções, pois tendo várias entradas, nós podemos colocar várias funções, uma em cada linha, assim alternando a chave em função do tempo, nós conseguiríamos ter funções específicas, de acordo com a entrada Aplicações de Mux Na vida real, observamos várias situações análogas ao multiplexador. Entre eles estão o semáforo de 3 tempos, que seleciona quem deve passar a cada instante. Várias filas de carros que se afunilam para atravessar uma ponte onde só é possível passar um carro por vez.

17 17 5 Procedimento Experimental 5.1 Primeira parte do Experimento Nos foi explicado o funcionamento básico de um display de 7 segmentos. Ele pediu-nos que colocássemos o circuito integrado 74LS48 na prot-o-board. Assim, implementamos o circuito esquematizado abaixo: Figura 5.1: Circuito integrado 74LS48 B, C, D, A correspondem às entradas do número BCD (binários de 0 a 9) F, g, a, b,c, d, e correspondem aos segmentos do display em catodo comum

18 18 RBI (Ripple-blanking input) quando em nível baixo, indica que o zero é suprimido. Utilizado para a representação de números com casas decimais (casas depois do ponto do PHO500) RBO /BI (Ripple-blanking output)/ (Blanking input) pode ser interpretado como a saída RBO ou como a entrada BI. Como pino de saída, indica, quando em nível baixo, que o dígito atual teve um zero suprimido. Se este pino estiver em nível baixo, todos os segmentos serão apagados LT, denominado Light Test, testa se os filamentos estão funcionando corretamente. Quando seu sinal é baixo, todas as saídas são altas (os LEDs acendem)

19 19 Entradas BI/ Saídas LT RBI D C B A RBO a b c d e f g 0 H H L L L L H H H H H H H L 1 H X L L L H H L H H L L L L 2 H X L L H L H H H L H H L H 3 H X L L H H H H H H H L L H 4 H X L H L L H L H H L L H H 5 H X L H L H H H L H H L H H 6 H X L H H L H L L H H H H H 7 H X L H H H H H H H L L L L 8 H X H L L L H H H H H H H H 9 H X H L L H H H H H L L H H 10 H X H L H L H L L L H H L H 11 H X H L H H H L L H H L L H 12 H X H H L L H L H L L L H H 13 H X H H L H H H L L H L H H 14 H X H H H L H L L L H H H H 15 H X H H H H H L L L L L L L BI H H X X X L L L L L L L L L RBI H L L L L H L L L L L L L L LT L X X X X H H H H H H H H H Tabela 5.1: Tabela de entradas e saídas (H: nível alto, L: nível baixo, X: irrelevante) Iniciamos o experimento com o decodificador de 7 segmentos, utilizando como saída os LEDs da prot-o-board para testar as saídas. A partir disso, é testado o display. Apresentamos o resultado ao professor e explicamos as propriedades acima. O próximo passo foi o estudo do display de 7 segmentos (circuito integrado PHO500), que também foi incluído em nossa prot-o-board, como esquematizado a seguir:

20 20 Figura 5.2: Implementação do display de 7 segmentos Para que as saídas do display (a, b, c, d, e) possam ser ativadas, são necessários que RBI, LT e BI/RBO estejam em Vcc. Mostramos ao professor todas as numerações que tal display podia exibir (0 a 9) alternando-se as chaves B, C, D, A. A tabela abaixo mostra as combinações necessárias para gerar os dígitos decimais de 0 a 9 dos filamentos do display.

21 21 Decimal a b c d e f g Tabela 5.2: Display de 7 segmentos (0: filamento apagado, 1: filamento aceso) 5.2 Segunda Parte do Experimento A segunda parte do experimento descrito neste relatório refere-se ao Multiplexador e suas propriedades. O professor explicou-nos os fundamentos de um multiplexador e suas aplicações. Foinos entregue o circuito integrado 74LS153 (Multiplexador) com a finalidade de testar o seu funcionamento correto. Analizamos seu funcionamento e verificamos que o Strobe, localizado no pino 1, tem a função de ativar ou desativar o multiplex. Isso pode ser verificado na tabela abaixo, uma vez que, quando o nível do Strobe é alto, a entrada de dados e a seleção de entradas torna-se irrelevante, e a saída de dados tem sempre nível baixo.

22 22 Figura 5.3: Circuito integrado 74LS153 Seleção de entradas Entrada de dados Strobe Saída de dados B A C3 C2 C1 C0 G Y X X X X X X H L L L X X X L L L L L X X X H L H L H X X L X L L L H X X H X L H H L X L X X L L H L X H X X L H H H L X X X L L H H H X X X L H Tabela 5.3: Tabela de entradas e saídas (H: 5V, L: 0V, X: irrelevante) Apresentamos os resultados ao professor e discutimos a propriedade do Strobe, citada acima. A próxima etapa foi a implementeção de um somador utilizando um multiplex e uma porta inversora (74LS04).

23 23 Soma = A XOR B XOR Vem-Um Vem-um / BA Tabela 5.4: Mapa de Karnaugh para Soma Vai-Um = A.B + A.Vem-Um + B.Vem-Um Vem-um / BA Tabela 5.5: Mapa de Karnaugh para o Vai-Um Entradas Saídas B A Vem-Um Soma Vai-Um Tabela 5.6: Entradas e saídas Soma : 1C 0 = 1C 3 = Vem Um 1C 1 = 1C 2 = Vem Um Barrado Vai Um = 2C 0 = 0V 2C 1 = 2C 2 = Vem Um

24 24 2C 3 = VCC Analisando a tabela verdade, pode-se observar que as entradas A e B mantêm os mesmos valores quando o Vem-Um é alterado. Logo, é possível impor o Vem-Um como a entrada dos multiplexadores, as entradas A e B como controle, e, assim, obtemos as saídas do multiplex. O esquema abaixo mostra um somador completo simplificado utilizando dois multiplexadores: Figura 5.4: Somador com 2 multiplex

25 25 A implementação do somador utilizando dois multiplexadores e uma porta inversora foi feita de acordo com o esquema abaixo: Figura 5.5: Diagrama esquemático do somador utilizando 2 multiplex

26 26 6 Tarefas 6.1 Mapa de Karnaugh para todas as letras do Display de 7 Segmentos A(D, C, B, A) = (C + B + A). (D + C + B + A) BA/DC x x x x x x Tabela 6.1: Mapa para a letra a B(D, C, B, A) = (C + B + A). (C + B + A) BA/DC x x x x x x Tabela 6.2: Mapa para a letra b

27 27 C(D, C, B, A) = (C + B + A). (B + A) BA/DC x x x x x x Tabela 6.3: Mapa para a letra c D(D, C, B, A) = (C + A + B). (C + B + A ). (C + B + A ). (D + A ) BA/DC x x x x x x Tabela 6.4: Mapa para a letra d E(D, C, B, A) = (C + B). (D + A ). (D + A ) BA/DC x x x x x x x Tabela 6.5: Mapa para a letra e

28 28 F(D, C, B, A) = (D + C + A ). (D + C + B ). (B + A ) BA/DC x x x x x x Tabela 6.6: Mapa para a letra f 6.2 Display de 7 Segmentos com 2 Dígitos Para realizarmos tal tarefa, basta dispormos de 4 componentes: 2 circuitos 74LS48 e mais 2 circuitos PHO500. Como queremos exibir 2 dígitos, o display da esquerda (dezenas) não poderá exibir o número 0. Para tanto, acrescentarmos uma porta NOT à entrada BI. Figura 6.1: Display da esquerda

29 29 Figura 6.2: Display da direita 6.3 Implementação de Subtrator Completo utilizando Multiplex Subtrator utilizando Mux 4x1 Para produzir um subtrator completo a partir de multiplexadores, devemos primeiramente analisar a tabela verdade deste.

30 30 B A Empresta-Um Subtração Deve-Um Tabela 6.7: Tabela-verdade da operação subtração Separamos então a coluna do empresta-um e agrupamos em pares, comparando os pares de saída com os do empresta-um, como a seguir. B A Empresta-Um Subtração Deve-Um (E-1) 0 (E-1) (E-1) 1 (1) (E-1) 0 (0) (E-1) 0 (E-1) Verificamos que as entradas são as seguintes: Empresta-um: 1E0, 1E3, 2E0, 2E3 Empresta-um : 1E1, 1E2 Vcc: 2E1

31 31 GND: 2E2 A partir disso, montamos o seguinte esquema do circuito: Figura 6.3: Subtrator utilizando Mux (4x1)

32 32 7 Conclusões Os objetivos do experimento em questão foram alcançados. Além de estudarmos o código BCD, efetuamos a sua implementação e percebemos que o seu funcionamento é mais intuitivo em relação ao código binário, o que facilita a interação homem-máquina. O código BCD foi decodificado para o display de 7 segmentos e pudemos verificar o funcionamento deste dispositivo. Vimos, também, as diversas aplicações de um multiplex em nossas vidas. O multiplex também facilitou a implementação de um somador completo, já estudado anteriormente. Tal fato também se verificou ao subtrator.

33 33 8 Bibliografia MALVINO e LEACH. Eletrônica Digital: Princípios e Aplicações. TOCCI, WIDMER E MOSS. Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações. www2.eletronica.org

Experimento 06 Unidade Aritmética

Experimento 06 Unidade Aritmética Murilo Soares Pereira, RA: 298468 Pedro Henrique de Freitas, RA: 321443 Experimento 06 Unidade Aritmética Prof. Takashi Utsonomiya Universidade Federal de São Carlos São Carlos - SP Sumário 3 1 Resumo

Leia mais

Circuitos Combinacionais. Sistemas digitais

Circuitos Combinacionais. Sistemas digitais Circuitos Combinacionais Sistemas digitais Agenda } Codificador X Decodificador } Código BCD 8421, código BCH, código 9876543210 } Display de 7 segmentos } Multiplexador X Demultiplexador } Comparadores

Leia mais

SISTEMAS DIGITAIS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

SISTEMAS DIGITAIS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 1 - SISTEMA DE NUMERAÇÃO BINÁRIA E DECIMAL Todos os computadores são formados por circuitos digitais, onde as informações e os dados são codificados com dois níveis de tensão, pelo que o seu sistema

Leia mais

EPUSP PCS 2011/2305/2355 Laboratório Digital. Displays

EPUSP PCS 2011/2305/2355 Laboratório Digital. Displays Displays Versão 2015 1. Displays em Circuitos Digitais É inegável a importância de displays, pois são muito utilizados nos mais variados equipamentos de todas as áreas, como por exemplo, de instrumentação

Leia mais

Multiplexação de Displays

Multiplexação de Displays Multiplexação de Displays D.T. e J.R.B./200 (revisão) E.T.M./2003 (revisão da parte experimental) E.T.M./200 (revisão) E.T.M./2006 (revisão) RESUMO Nesta experiência são apresentados alguns conceitos sobre

Leia mais

Multiplexação de Displays

Multiplexação de Displays Multiplexação de Displays Versão 202 RESUMO Nesta experiência são apresentados alguns conceitos sobre displays ou mostradores. São discutidas as formas de multiplexá-los de modo a reduzir a quantidade

Leia mais

Multiplexação de Displays

Multiplexação de Displays Multiplexação de Displays Versão 20 RESUMO Nesta experiência são apresentados alguns conceitos sobre displays ou mostradores. São discutidas as formas de multiplexá-los de modo a reduzir a quantidade de

Leia mais

Circuitos Digitais. Conteúdo. Introdução. Códigos. Outros Códigos BCD de 4 Bits. Código BCD 8421. Circuitos Combinacionais.

Circuitos Digitais. Conteúdo. Introdução. Códigos. Outros Códigos BCD de 4 Bits. Código BCD 8421. Circuitos Combinacionais. iência da omputação ircuitos ombinacionais Parte II Prof. Sergio Ribeiro onteúdo Introdução ódigos inários ódigo Outros ódigos ódigo Excesso de ódigo Gray ódigos de bits ódigo odificadores e ecodificadores

Leia mais

Aula 7. Codificadores e Decodificadores. SEL 0414 - Sistemas Digitais. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira

Aula 7. Codificadores e Decodificadores. SEL 0414 - Sistemas Digitais. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Aula 7 Codificadores e Decodificadores SEL 44 - Sistemas Digitais Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Códigos/Decodificadores CÓDIGOS: l Conjunto organizado de sinais em que a informação é transformada

Leia mais

Circuitos Digitais 1

Circuitos Digitais 1 UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO CAMPUS DE SOROCABA Circuitos Digitais 1 - Prática de Laboratório - Simulação de decodificador para display de 7 segmentos Prof Dr

Leia mais

CIRCUITOS COMBINACIONAIS Codificadores e decodificadores

CIRCUITOS COMBINACIONAIS Codificadores e decodificadores Disciplina: Circuitos Digitais CIRCUITOS COMBINACIONAIS Codificadores e decodificadores Prof. a Dra. Carolina Davanzzo Gomes dos Santos Email: profcarolinadgs@gmail.com Página: profcarolinadgs.webnode.com.br

Leia mais

SISTEMAS DIGITAIS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

SISTEMAS DIGITAIS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 8 - Antes de começar o estudo sobre decodificadores, o que é bastante semelhante ao que já vimos anteriormente é necessário relembrarmos alguns conceitos sobre códigos binários. 1. Códigos Binários

Leia mais

1 Utilizando o Protoboard

1 Utilizando o Protoboard Ensino Médio Integrado em Automação Industrial Sistemas Digitais e Projeto Integrador Professor: Rafael Garlet de Oliveira 1 Utilizando o Protoboard Aula Prática 1 É um equipamento utilizado para montagens

Leia mais

2. Sistemas de Numeração, Operações e Códigos. 2. Sistemas de Numeração, Operações e Códigos 1. Números Decimais. Objetivos.

2. Sistemas de Numeração, Operações e Códigos. 2. Sistemas de Numeração, Operações e Códigos 1. Números Decimais. Objetivos. Objetivos 2. Sistemas de Numeração, Operações e Códigos Revisar o sistema de numeração decimal Contar no sistema de numeração binário Converter de decimal para binário e vice-versa Aplicar operações aritméticas

Leia mais

Modelagem de Circuitos Digitais

Modelagem de Circuitos Digitais 1 Modelagem de Circuitos Digitais Para modelar um circuito digital para realizar uma determinada operação: Analisar problema Identificar sinais de entrada do circuito Identificar sinais de saída do circuito

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA DIGITAL - ET75C - Profª Elisabete N Moraes

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA DIGITAL - ET75C - Profª Elisabete N Moraes //24 UNIVERIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA ELETRÔNICA DIGITAL - ET75C - Profª Elisabete N Moraes AULA 6 CODIFICADORE E DECODIFICADORE Em 3 de outubro de 24.

Leia mais

CALCULADORA SIMPLES COM ULA

CALCULADORA SIMPLES COM ULA CALCULADORA SIMPLES COM ULA Versão 2012 RESUMO 1 Esta experiência tem por objetivo a utilização de circuitos integrados de operações lógicas e aritméticas para o desenvolvimento de circuitos que executam

Leia mais

Capítulo III Circuitos Digitais Combinacionais

Capítulo III Circuitos Digitais Combinacionais Capítulo III Circuitos Digitais Combinacionais 1 Introdução Vimos no Capítulo II que uma desejada função lógica pode ser implementada mediante a combinação de portas lógicas. Esta combinação de portas

Leia mais

Disciplina: : ELETRÔNICA DIGITAL

Disciplina: : ELETRÔNICA DIGITAL Disciplina: : ELETRÔNICA DIGITAL Professor: Júlio César Madureira Silva Julho 2011 1 Ementa: 1. Sistemas de numeração Numeração decimal Numeração binária Numeração octal Numeração

Leia mais

DATA: HORÁRIO DE ENTRADA: HORÁRIO DE SAÍDA: BANCADA: NOMES DOS COMPONENTES DO GRUPO DE TRABALHO:

DATA: HORÁRIO DE ENTRADA: HORÁRIO DE SAÍDA: BANCADA: NOMES DOS COMPONENTES DO GRUPO DE TRABALHO: DATA: HORÁRIO DE ENTRADA: HORÁRIO DE SAÍDA: BANCADA: RGM: NOMES DOS COMPONENTES DO GRUPO DE TRABALHO: PROJETO - CONTADOR SÍNCRONO O objetivo desse projeto extra é aplicar os conceitos vistos em aula teórica

Leia mais

ELETRÔNICA. Changed with the DEMO VERSION of CAD-KAS PDF-Editor (http://www.cadkas.com). INTRODUÇÃO

ELETRÔNICA. Changed with the DEMO VERSION of CAD-KAS PDF-Editor (http://www.cadkas.com). INTRODUÇÃO 0010100111010101001010010101 CURSO DE 0101010100111010100101011101 1010011001111010100111010010 ELETRÔNICA 1010000111101010011101010010 DIGITAL INTRODUÇÃO Os circuitos equipados com processadores, cada

Leia mais

DATA: HORÁRIO DE ENTRADA: HORÁRIO DE SAÍDA: BANCADA: NOMES DOS COMPONENTES DO GRUPO DE TRABALHO: PROJETO - CONTADORES ASSÍNCRONOS

DATA: HORÁRIO DE ENTRADA: HORÁRIO DE SAÍDA: BANCADA: NOMES DOS COMPONENTES DO GRUPO DE TRABALHO: PROJETO - CONTADORES ASSÍNCRONOS DATA: HORÁRIO DE ENTRADA: HORÁRIO DE SAÍDA: BANCADA: RGM: NOMES DOS COMPONENTES DO GRUPO DE TRABALHO: PROJETO - CONTADORES ASSÍNCRONOS O objetivo desse projeto extra é aplicar os conceitos vistos em aula

Leia mais

Experiência 01 Oscilador e Sequenciador Binário - Decimal

Experiência 01 Oscilador e Sequenciador Binário - Decimal Experiência 01 Oscilador e Sequenciador Binário - Decimal Thiago Valentin de Oliveira 29/09/2010 1 Introdução Esta experiência consta basicamente da união dos ramos analógico e digital da Eletrônica. Abordamos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMÁTICA INF01118 - Técnicas Digitais para Computação

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMÁTICA INF01118 - Técnicas Digitais para Computação UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMÁTICA INF01118 - Técnicas Digitais para Computação Prof. Fernanda Gusmão de Lima Kastensmidt (turmas DEF) Exercícios Área 2 Lembre-se que o

Leia mais

Aula 8 Circuitos Integrados

Aula 8 Circuitos Integrados INTRODUÇÃO À ENGENHRI DE COMPUTÇÃO PONTIFÍCI UNIVERSIDDE CTÓLIC DO RIO GRNDE DO SUL FCULDDE DE ENGENHRI ula Circuitos Integrados Introdução Portas Lógicas em Circuitos Integrados Implementação de Funções

Leia mais

Circuitos Digitais 144L

Circuitos Digitais 144L Circuitos Digitais Notas de Aula - 02 INSTITUTO: CURSO: DISCIPLINA: Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia Ciência da Computação e Sistemas de Informação Circuitos Digitais 144L 1.0 Circuitos Combinacionais.

Leia mais

Sistema de Numeração e Conversão entre Sistemas. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 60h

Sistema de Numeração e Conversão entre Sistemas. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 60h Sistema de Numeração e Conversão entre Sistemas. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Carga Horária: 60h Representação de grandeza com sinal O bit mais significativo representa o sinal: 0 (indica um número

Leia mais

5º Experimento: Somador Binário de números com sinal

5º Experimento: Somador Binário de números com sinal Capítulo 1 5º Experimento: Somador Binário de números com sinal 1.1 Objetivos Usar uma porta XOR de duas entradas para realizar a função unária de negação. Usar um somador binário para somar números sem

Leia mais

GUIA DE LABORATÓRIO DE SISTEMAS DIGITAIS PARA O CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO

GUIA DE LABORATÓRIO DE SISTEMAS DIGITAIS PARA O CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO GUIA DE LABORATÓRIO DE SISTEMAS DIGITAIS PARA O CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Agosto/2004 V2 INTRODUÇÃO Este guia foi preparado para auxilio às aulas de laboratório para o curso de Engenharia

Leia mais

Circuitos Lógicos e Digitais

Circuitos Lógicos e Digitais PUC-Campinas - Faculdade de Engenharia de Telecomunicações Circuitos Lógicos e Digitais Prof. Frank Behrens Circuitos Combinacionais Aplicação em Circuitos para Divididos em quatro classes de circuitos:

Leia mais

CAPÍTULO 7 DECODIFICADORES

CAPÍTULO 7 DECODIFICADORES 1 CAPÍTULO 7 DECODIFICADORES INTRODUÇÃO Um decodificador é um circuito que tem N entradas binárias e M linhas de saídas (sendo M 2 N ), de modo que somente uma linha de saída M é ativada por vez para cada

Leia mais

Luis Filipe Baptista ENIDH/DEM 2

Luis Filipe Baptista ENIDH/DEM 2 AUTOMAÇÃO (M323) CAPÍTULO V Sistemas Combinatórios 2013/2014 Bibliografia do capítulo José Novais (1997), Método sequencial para automatização electro-pneumática, 3ª Edição, Fundação Calouste Gulbenkian

Leia mais

SEQUENCIADOR COM 10 LEDs

SEQUENCIADOR COM 10 LEDs SEQUENCIADOR COM 10 LEDs Este projeto cria um sequenciador de 10 linhas a partir de um oscilador formado por um CI 555. O oscilador 555 envia um pulso para a entrada de um contador de década (CI 7490),

Leia mais

Em um sistema de numeração de base b qualquer, um número positivo é representado pelo polinômio:

Em um sistema de numeração de base b qualquer, um número positivo é representado pelo polinômio: ELETRÔNICA DIGITAl I 1 SISTEMAS DE NUMERAÇÃO INTRODUÇÃO A base dos sistemas digitais são os circuitos de chaveamento (switching) nos quais o componente principal é o transistor que, sob o ponto de vista

Leia mais

Projeto da Cálculadora Eletrônica

Projeto da Cálculadora Eletrônica UNIVESIDADE ESTADUAL DE FEIA DE SANTANA LOUIVAL OLIVEIA DA SILVA Projeto da Cálculadora Eletrônica Feira de Santana, 10 de unho de 2004 UNIVESIDADE ESTADUAL DE FEIA DE SANTANA LOUIVAL OLIVEIA DA SILVA

Leia mais

ROTEIRO DE LABORATÓRIO

ROTEIRO DE LABORATÓRIO ROTEIRO DE LABORATÓRIO Laboratório 47 48 Laboratório Laboratório 49 ÍNDICE. ORIENTAÇÕES GERAIS, 5. PARA O PROFESSOR, 5. PARA O ALUNO, 5. TIPOS DE LABORATÓRIO,6.. Tipo Hardware, 6 Dispositivos para as Entradas,

Leia mais

Fabio Bento fbento@ifes.edu.br

Fabio Bento fbento@ifes.edu.br Fabio Bento fbento@ifes.edu.br Eletrônica Digital Sistemas de Numeração e Códigos 1. Conversões de Binário para Decimal 2. Conversões de Decimal para Binário 3. Sistema de Numeração Hexadecimal 4. Código

Leia mais

CAPÍTULO 1 REVISÃO DE LÓGICA COMBINACIONAL

CAPÍTULO 1 REVISÃO DE LÓGICA COMBINACIONAL 1 CAPÍTULO 1 REVISÃO DE LÓGICA COMBINACIONAL Sumário 1.1. Sistemas de Numeração... 3 1.1.1. Conversão Decimal Binária... 3 1.1.2. Conversão Binária Decimal... 3 1.1.3. Conversão Binária Hexadecimal...

Leia mais

Apostila para Eletrônica ELETRÔNICA DIGITAL I

Apostila para Eletrônica ELETRÔNICA DIGITAL I Apostila para Eletrônica ELETRÔNICA DIGITAL I Prof. Reinaldo Bolsoni Eletrônica Digital I 1/37 ÍNDICE 1 - SISTEMA NUMÉRICO... 3 1.1 - SISTEMA BINÁRIO...3 Conversão Decimal para Binário...4 Conversão Binário

Leia mais

Aula 04. Código BCD, Códigos Alfa-numéricos e Sistemas de Detecção de Erros

Aula 04. Código BCD, Códigos Alfa-numéricos e Sistemas de Detecção de Erros Aula 04 Código BCD, Códigos Alfa-numéricos e Sistemas de Detecção de Erros Prof. Otávio Gomes otavio.gomes@ifmg.edu.br sites.google.com/a/ifmg.edu.br/otavio-gomes/ 1 Bytes A maioria dos microcomputadores

Leia mais

LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL Experiência 9: Análise de Circuitos com Contadores

LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA DIGITAL Experiência 9: Análise de Circuitos com Contadores 45 1. Objetivos Realizar a analise detalhada de todos os blocos constituintes de um relógio digital. Implementar um relógio digital. 2. Conceito Um contador é construído a partir de flip-flops (T, D JK,

Leia mais

21/07/2010 LED ELETRÔNICA DIGITAL. LED Tipos. LED Princípio de funcionamento. Display de 7 segmentos. LED Circuito de polarização

21/07/2010 LED ELETRÔNICA DIGITAL. LED Tipos. LED Princípio de funcionamento. Display de 7 segmentos. LED Circuito de polarização 2/7/2 LED ELETRÔNICA DIGITAL Parte 6 Display, Decodificadores e Codificadores Diodo emissor de luz (LED) Para nós será utilizado para dar uma indicação luminosa do nível lógico de sinal; Ligado nível lógico

Leia mais

Circuitos Digitais. Conteúdo. Sistema de Numeração e Códigos :: Conversões de Binário para Decimal SISTEMA DE NUMERAÇÃO E CÓDIGOS

Circuitos Digitais. Conteúdo. Sistema de Numeração e Códigos :: Conversões de Binário para Decimal SISTEMA DE NUMERAÇÃO E CÓDIGOS Ciência da Computação Sistemas de Numeração e Conversões Prof. Sergio Ribeiro Material adaptado das aulas do Prof. José Maria da UFPI Conteúdo Conversões de binário para decimal. Conversões de decimal

Leia mais

Bases Numéricas e Conversão. DCC 122 - Circuitos Digitais

Bases Numéricas e Conversão. DCC 122 - Circuitos Digitais Bases Numéricas e Conversão DCC 122 - Circuitos Digitais Objetivos Bases numéricas utilizadas em sistemas computacionais. Conversões: DECIMAL BINÁRIO HEXADECIMAL Sistemas de Numeração Não posicional Ex.

Leia mais

Caderno de Laboratório

Caderno de Laboratório Cod. Disc: TURMA: GRUPO: NOME: Sistemas Digitais Caderno de Laboratório Aula Introdutória Aula a 4 PROF. MSc. MÁRIO OLIVEIRA ORSI PROF. MSc. CARLOS ALEXANDRE FERREIRA DE LIMA Fevereiro 23 AULA Introdutória.

Leia mais

No microfone, sua saída pode assumir qualquer valor dentro de uma faixa de 0 à 10mV. 1 - Sistemas de numeração

No microfone, sua saída pode assumir qualquer valor dentro de uma faixa de 0 à 10mV. 1 - Sistemas de numeração 1 - Sistemas de numeração Lidamos constantemente com quantidades. Quantidades são medidas monitoradas, gravadas, manipuladas aritmeticamente e observadas. Quando lidamos com quantidades, é de suma importância

Leia mais

Sistemas de Numeração

Sistemas de Numeração Sistemas de Numeração Um numeral é um símbolo ou grupo de símbolos que representa um número em um determinado instante da evolução do homem. Tem-se que, numa determinada escrita ou época, os numerais diferenciaram-se

Leia mais

Sistema de Numeração e Conversão entre Sistemas. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 60h

Sistema de Numeração e Conversão entre Sistemas. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 60h Sistema de Numeração e Conversão entre Sistemas. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Carga Horária: 60h Representação da Informação Um dispositivo eletrônico, armazena e movimenta as informações internamente

Leia mais

Aula 5. Simplificação de funções lógicas (cont.) Sistemas de numeração

Aula 5. Simplificação de funções lógicas (cont.) Sistemas de numeração Aula 5 Simplificação de funções lógicas (cont.) Sistemas de numeração Mapa de Karnaugh Exemplo: N=4 variáveis, M=2 4 =16 combinações Extracção da expressão do circuito, pelos maxtermos: extracção pelos

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Engenharia Disciplina de Lógica Computacional Aplicada. Prof. Dr.

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Engenharia Disciplina de Lógica Computacional Aplicada. Prof. Dr. Índice 1. SISTEMAS NUMÉRICOS 1.1 Caracterização dos Sistemas Numéricos 1.2 Sistemas Numéricos em uma Base B Qualquer 1.2.1 Sistema de Numeração Decimal 1.2.2. Sistema de Numeração Binário 1.2.3 Sistema

Leia mais

AD / DA. EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos 1 M-1116A

AD / DA. EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos 1 M-1116A AD / DA M-1116A *Only illustrative image./imagen meramente ilustrativa./imagem meramente ilustrativa. EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos 1 Conteúdo 1. Objetivos 3 2. Experiência

Leia mais

Sistemas de Numeração. Professor: Rogério R. de Vargas INFORMÁTICA 2014/2

Sistemas de Numeração. Professor: Rogério R. de Vargas INFORMÁTICA 2014/2 INFORMÁTICA Sistemas de Numeração Professor: Rogério R. de Vargas 2014/2 Sistemas de Numeração São sistemas de notação usados para representar quantidades abstratas denominadas números. Um sistema numérico

Leia mais

EPUSP PCS 2021/2308/2355 Laboratório Digital GERADOR DE SINAIS

EPUSP PCS 2021/2308/2355 Laboratório Digital GERADOR DE SINAIS GERADOR DE SINAIS E.T.M./2007 (adaptação) E.T.M./2011 (revisão) RESUMO Esta experiência tem como objetivo a familiarização com o problema da conversão de sinais digitalizados em sinais analógicos, o conversor

Leia mais

SISTEMAS DE NUMERAÇÃO

SISTEMAS DE NUMERAÇÃO Atualizado em Prof. Rui Mano E mail: rmano@tpd.puc rio.br SISTEMAS DE NUMERAÇÃO Sistemas de Numer ação Posicionais Desde quando se começou a registrar informações sobre quantidades, foram criados diversos

Leia mais

Matemática Aplicada à Informática

Matemática Aplicada à Informática Matemática Aplicada à Informática Unidade 3.0 Sistemas numéricos Curso Técnico em Informática Aline Maciel Zenker SUMÁRIO SUMÁRIO... 2 CONVERSÃO DE BASE NUMÉRICA... 3 1 DECIMAL X BINÁRIO... 3 1.1 Onde

Leia mais

9 Eletrônica: circuitos especiais

9 Eletrônica: circuitos especiais U UL L Eletrônica: circuitos especiais Um problema Um dos problemas com que se defrontava a eletrônica consistia no fato de que as válvulas, então empregadas nos sistemas, além de serem muito grandes,

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES. Sistemas de Numeração. 1 Arquitetura de Computadores

ARQUITETURA DE COMPUTADORES. Sistemas de Numeração. 1 Arquitetura de Computadores ARQUITETURA DE COMPUTADORES Sistemas de Numeração 1 Sistemas de Numeração e Conversão de Base Sistema Decimal É o nosso sistema natural. Dígitos 0,1,2,3,4,5,6,7,8 e 9. Números superiores a 9; convencionamos

Leia mais

Circuitos Digitais Cap. 5

Circuitos Digitais Cap. 5 Circuitos Digitais Cap. 5 Prof. José Maria P. de Menezes Jr. Objetivos Aritmética Digital Adição Binária Subtração Binária Representação de números com sinal Complemento de 2 Negação Subtração como soma

Leia mais

Sistemas de Numeração

Sistemas de Numeração Universidade Tecnológica Federal do Paraná Bacharelado em Ciência da Computação IC3A Introdução à Ciência da Computação Sistemas de Numeração Marcos Silvano O. Almeida Baseado no material do prof. Rogério

Leia mais

Técnicas Digitais TDI

Técnicas Digitais TDI Educação Profissional Técnica Mecatrônica Técnicas Digitais TDI 2 o semestral SENAI-SP, 2 Trabalho adaptado pela Faculdade SENAI de Tecnologia Mecatrônica e Gerência de Educação Diretoria Técnica Walter

Leia mais

Aula 3 - Sistemas de Numeração

Aula 3 - Sistemas de Numeração UEM Universidade Estadual de Maringá DIN - Departamento de Informática Disciplina: Fundamentos da Computação Profª Thelma Elita Colanzi Lopes thelma@din.uem.br Aula 3 - Sistemas de Numeração O ser humano,

Leia mais

Ano letivo: 2012/2013. Sistemas de numeração. Pág.: 1/11. Escola profissional de Fafe SDAC. Trabalho elaborado por: Ana Isabel, nº905 TURMA 7.

Ano letivo: 2012/2013. Sistemas de numeração. Pág.: 1/11. Escola profissional de Fafe SDAC. Trabalho elaborado por: Ana Isabel, nº905 TURMA 7. Pág.: 1/11 Escola profissional de Fafe SDAC Trabalho elaborado por: Ana Isabel, nº905 TURMA 7.5 Pág.: 2/11 Índice Introdução... 3 Sistemas de numeração posicionais... 4 Representação na base 2... 4 Representação

Leia mais

Sistemas de numeração

Sistemas de numeração E Sistemas de numeração Aqui estão apenas números ratificados. William Shakespeare A natureza tem algum tipo de sistema de coordenadas geométrico-aritmético, porque a natureza tem todos os tipos de modelos.

Leia mais

Cap9) Circuitos Lógicos MSI

Cap9) Circuitos Lógicos MSI Cap9) Circuitos Lógicos MSI As informações e os dados são codificados em binário e são continuamente submetidos a diversas operações. Inúmeros CI s que realizam estas operações estão presentes na categoria

Leia mais

Curso: Técnico de Informática Disciplina: Redes de Computadores. 1- Apresentação Binária

Curso: Técnico de Informática Disciplina: Redes de Computadores. 1- Apresentação Binária 1- Apresentação Binária Os computadores funcionam e armazenam dados mediante a utilização de chaves eletrônicas que são LIGADAS ou DESLIGADAS. Os computadores só entendem e utilizam dados existentes neste

Leia mais

Programa da disciplina, i metodologia de ensino, avaliações e bibliografia básica. Objetivos da Disciplina

Programa da disciplina, i metodologia de ensino, avaliações e bibliografia básica. Objetivos da Disciplina Circuitos Digitais Cap. 1 Prof. José Maria P. de Menezes Jr. Circuitos Digitais Tópicos Digitais I- Engenharia Elétrica -UFPI Programa da disciplina, i metodologia de ensino, avaliações e bibliografia

Leia mais

Figura 1 - Diagrama de um sistema de controle de temperatura que requer conversão analógico-digital para permitir o uso de técnicas de processamento

Figura 1 - Diagrama de um sistema de controle de temperatura que requer conversão analógico-digital para permitir o uso de técnicas de processamento 1 2 3 Figura 1 - Diagrama de um sistema de controle de temperatura que requer conversão analógico-digital para permitir o uso de técnicas de processamento digital - (Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações

Leia mais

Hardware de Computadores

Hardware de Computadores Sistema Binário Hardware de Computadores O sistema binário é um sistema de numeração posicional em que todas as quantidades são representadas, utilizando-se como base as cifras: zero e um (0 e 1). Os computadores

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DE DADOS E SISTEMAS DE NUMERAÇÃO

REPRESENTAÇÃO DE DADOS E SISTEMAS DE NUMERAÇÃO REPRESENTAÇÃO DE DADOS E SISTEMAS DE NUMERAÇÃO Profs. M.Sc. Lucio M. Duarte e Ph.D. Avelino Zorzo 1 Faculdade de Informática - PUCRS 1 REPRESENTAÇÃO DE DADOS Acredita-se que a criação de números veio com

Leia mais

Introdução. A Informação e sua Representação (Parte III) Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação

Introdução. A Informação e sua Representação (Parte III) Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Introdução à Computação A Informação e sua Representação (Parte III) Prof.a Joseana Macêdo Fechine Régis de Araújo joseana@computacao.ufcg.edu.br

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 13

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 13 ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 13 Índice 1. Circuitos Digitais - Continuação...3 1.1. Por que Binário?... 3 1.2. Conversão entre Bases... 3 2 1. CIRCUITOS DIGITAIS - CONTINUAÇÃO 1.1. POR QUE BINÁRIO?

Leia mais

Sistema de Numeração e Códigos. Sistemas de Informação CPCX UFMS Prof. Renato F. dos Santos

Sistema de Numeração e Códigos. Sistemas de Informação CPCX UFMS Prof. Renato F. dos Santos Sistema de Numeração e Códigos Sistemas de Informação CPCX UFMS Prof. Renato F. dos Santos Objetivos Converter um número de um sistema de numeração (decimal, binário ou hexadecimal) no seu equivalente

Leia mais

Velocímetro Digital para Bicicletas

Velocímetro Digital para Bicicletas Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia Elétrica Velocímetro Digital para Bicicletas Gildenir Soares Batista da Silva Instrumentação Eletrônica, 2009.2 Luciano Fontes Cavalcanti

Leia mais

Relatório de Prática no LABORATORIO

Relatório de Prática no LABORATORIO Cod. Disc: TURMA: GRUPO: NOME: Sistemas Digitais Relatório de Prática no LABORATORIO Aula 6 Aula 7 e 8 a parte: Decodificador e Display 2ª etapa Projeto Prático Somador e Subtrator PROF. MSc. MÁRIO OLIVEIRA

Leia mais

ELETRÔNICA DIGITAL 1

ELETRÔNICA DIGITAL 1 CENTRO FEDERAL DE ENSINO TECNOLÓGICO DE SANTA CATARINA UNIDADE DESCENTRALIZADA DE SÃO JOSÉ CURSO TÉCNICO DE TELECOMUNICAÇÕES ELETRÔNICA DIGITAL 1 CAPÍTULO 3 Prof. Jorge H. B. Casagrande ABRIL 2005 SUMÁRIO

Leia mais

ULA- Unidade Lógica Aritmética. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 60h

ULA- Unidade Lógica Aritmética. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 60h ULA- Unidade Lógica Aritmética. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Carga Horária: 60h Sumário Unidade Lógica Aritmetrica Registradores Unidade Lógica Operações da ULA Unidade de Ponto Flutuante Representação

Leia mais

Análise de Circuitos Digitais Multiplexadores Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva MULTIPLEXADORES

Análise de Circuitos Digitais Multiplexadores Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva MULTIPLEXADORES nálise de Circuitos Digitais Multiplexadores Prof. Luiz Marcelo Chiesse da ilva MULTIPLEXDORE O multiplexador ou Mux é um circuito combinacional dedicado com a finalidade de selecionar, através de variáveis

Leia mais

Práticas de laboratório de Eletrônica Digital

Práticas de laboratório de Eletrônica Digital Universidade Federal de Uberlândia Práticas de laboratório de Eletrônica Digital Prof. Dr. Alan Petrônio Pinheiro Faculdade de Engenharia Elétrica Curso de Engenharia Eletrônica e de Telecomunicações (campus

Leia mais

Aritmética Binária e. Bernardo Nunes Gonçalves

Aritmética Binária e. Bernardo Nunes Gonçalves Aritmética Binária e Complemento a Base Bernardo Nunes Gonçalves Sumário Soma e multiplicação binária Subtração e divisão binária Representação com sinal Sinal e magnitude Complemento a base. Adição binária

Leia mais

1. Sistemas de numeração

1. Sistemas de numeração 1. Sistemas de numeração Quando mencionamos sistemas de numeração estamos nos referindo à utilização de um sistema para representar uma numeração, ou seja, uma quantidade. Sistematizar algo seria organizar,

Leia mais

Eletrônica Digital para Instrumentação. Herman Lima Jr. hlima@cbpf.br

Eletrônica Digital para Instrumentação. Herman Lima Jr. hlima@cbpf.br G03 Eletrônica Digital para Instrumentação Prof: hlima@cbpf.br Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) Organização do curso Introdução à eletrônica digital

Leia mais

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Apresentar o funcionamento do computador Apresentar a função da memória e dos dispositivos

Leia mais

3 Sistemas de Numeração:

3 Sistemas de Numeração: 3 Sistemas de Numeração: Os computadores eletrônicos têm como base para seu funcionamento a utilização de eletricidade. Diferente de outras máquinas que a presença ou ausência de eletricidade apenas significam

Leia mais

Ficha 1. Conjunto de informação básica, essencial para utilizar sensores e actuadores.

Ficha 1. Conjunto de informação básica, essencial para utilizar sensores e actuadores. Ficha 1 Conjunto de informação básica, essencial para utilizar sensores e actuadores. Sítio: Elearning UAb Unidade curricular: FATAC - Sensores e Actuadores (DMAD 2013-14) Livro: Ficha 1 Impresso por:

Leia mais

Símbolos Lógicos com Tabelas-Verdade

Símbolos Lógicos com Tabelas-Verdade Slide 1 Símbolos Lógicos com Tabelas-Verdade PORTAS INVERSOR A NEG OR 6.071 Lógica Digital 1 A lógica digital pode ser descrita em termos de símbolos lógicos padrão e suas tabelas-verdade correspondentes.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO IFSC - Campus São José. CST em Telecomunicações ELETRÔNICA DIGITAL CONTADORES. Marcos Moecke

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO IFSC - Campus São José. CST em Telecomunicações ELETRÔNICA DIGITAL CONTADORES. Marcos Moecke MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO IFSC - Campus São José CST em Telecomunicações ELETRÔNICA DIGITAL CONTADORES Marcos Moecke São José - SC, 29 SUMÁRIO 5. CONTADORES... 5. CONTADORES ASSÍNCRONOS 5. C 5.2 C ASSÍNCRONOS......

Leia mais

Eletrônica Digital 1 PET - Engenharia Elétrica UFC Março - 2014

Eletrônica Digital 1 PET - Engenharia Elétrica UFC Março - 2014 Eletrônica Digital PET - Engenharia Elétrica UFC Março - 2014 1 Responsáveis A apostila de Eletrônica Digital é de responsabilidade do Programa de Educação Tutorial do curso de Engenharia Elétrica da Universidade

Leia mais

Universidade Estadual do Ceará

Universidade Estadual do Ceará Universidade Estadual do Ceará Felipe de Almeida Xavier Joao Gonçalves Filho Trabalho Circuitos Lógicos Digitais Professor Domingos Sávio 20 de março de 2010 1 Sumário 1 Uma vista por cima 3 2 A macro

Leia mais

- Aula 7 - 1. CIRCUITOS COMBINACIONAIS

- Aula 7 - 1. CIRCUITOS COMBINACIONAIS - Aula 7-1. CIRCUITOS COMBINACIONAIS É através do estudo destes que poderemos compreender o funcionamento de circuitos, tais como: somadores, subtratores, codificadores, decodificadores e outros utilizados

Leia mais

Capítulo 2. Numéricos e Códigos. 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados.

Capítulo 2. Numéricos e Códigos. 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. Capítulo 2 Sistemas Numéricos e Códigos slide 1 Os temas apresentados nesse capítulo são: Conversão entre sistemas numéricos. Decimal, binário, hexadecimal. Contagem hexadecimal. Representação de números

Leia mais

Introdução à Engenharia de

Introdução à Engenharia de Introdução à Engenharia de Computação Tópico: Sistemas de Numeração José Gonçalves - LPRM/DI/UFES Introdução à Engenharia de Computação Introdução O número é um conceito abstrato que representa a idéia

Leia mais

Deste modo, por razões tecnológicas e conceituais, os números binários e a álgebra boole-ana formam a base de operação dos computadores atuais.

Deste modo, por razões tecnológicas e conceituais, os números binários e a álgebra boole-ana formam a base de operação dos computadores atuais. 25BCapítulo 2: Números e Aritmética Binária Os computadores armazenam e manipulam a informação na forma de números. Instruções de programas, dados numéricos, caracteres alfanuméricos, são todos representados

Leia mais

TÉCNICAS DIGITAIS I (CURSO DE ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES DA UFF) CIRCUITOS DIGITAIS (CURSO DE BACHARELADO EM INFORMÁTICA DA UFF)

TÉCNICAS DIGITAIS I (CURSO DE ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES DA UFF) CIRCUITOS DIGITAIS (CURSO DE BACHARELADO EM INFORMÁTICA DA UFF) UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO TECNOLÓGICO - ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES APOSTILA PARA DISCIPLINAS DE TÉCNICAS DIGITAIS I (CURSO DE ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES

Leia mais

Codificação 1. Introdução. C 2 R r {! + codificação

Codificação 1. Introdução. C 2 R r {! + codificação Codificação 1. Introdução A unidade básica de memória é o digito binário (bit). Para representar diferentes em memória é necessário que o bit armazene pelo menos 2 valores. A informação pode ser armazenada

Leia mais

CAPÍTULO I. UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA Apostila de Eletrônica Digital. Sistemas de Numeração. 1.

CAPÍTULO I. UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA Apostila de Eletrônica Digital. Sistemas de Numeração. 1. CAPÍTULO I Sistemas de Numeração. Introdução O decimal é o mais importante dos sistemas numéricos. Ele está fundamentado em certas regras que são a base de formação para qualquer outro sistema. Além do

Leia mais

Escola Secundária c/3º CEB José Macedo Fragateiro. Curso Profissional de Nível Secundário. Componente Técnica. Disciplina de

Escola Secundária c/3º CEB José Macedo Fragateiro. Curso Profissional de Nível Secundário. Componente Técnica. Disciplina de Escola Secundária c/3º CEB José Macedo Fragateiro Curso Profissional de Nível Secundário Componente Técnica Disciplina de Sistemas Digitais e Arquitectura de Computadores 29/21 Módulo 1: Sistemas de Numeração

Leia mais

Colégio Metrópole. Curso Técnico Instrumentação e Automação Industrial

Colégio Metrópole. Curso Técnico Instrumentação e Automação Industrial Colégio Metrópole Curso Técnico Instrumentação e Automação Industrial Eletrônica Digital Professor: David Maciel 1 Colégio Metrópole VIASHOPPING BARREIRO - 4º Piso Inverno Tel.: 3322-8941 e-mail: metropole@colegiometropole.com.br

Leia mais

Trabalho compilado da Internet Prof. Claudio Passos. Sistemas Numéricos

Trabalho compilado da Internet Prof. Claudio Passos. Sistemas Numéricos Trabalho compilado da Internet Prof. Claudio Passos Sistemas Numéricos A Informação e sua Representação O computador, sendo um equipamento eletrônico, armazena e movimenta as informações internamente sob

Leia mais

04 Simplificação de funções lógicas. v0.1

04 Simplificação de funções lógicas. v0.1 4 Simplificação de funções lógicas v. Introdução Funções lógicas podem ter muitas variáveis e assim ser muito complexas Podemos simplificá-las analiticamente mas poderá não ser uma tarefa fácil Existem

Leia mais

centena dezena unidade 10 2 10 1 10 0 275 2 7 5 200 + 70 + 5 275

centena dezena unidade 10 2 10 1 10 0 275 2 7 5 200 + 70 + 5 275 A. Sistemas de Numeração. Para se entender a linguagem do computador (o Código de Máquina), é necessário conhecer um pouco da teoria dos números. Não é uma tarefa tão difícil quanto pode parecer. Sabendo-se

Leia mais