Implementação do RSI Pontos de entrada - PAF Daniel Lins Menucci OMS Team Leader PAG (PAF) HSE/GCR/CAD/PAG-LYON

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1 1 Implementação do RSI Pontos de entrada - PAF Daniel Lins Menucci OMS Team Leader PAG (PAF) HSE/GCR/CAD/PAG-LYON

2 INTRODUÇÃO 1. Implementação do RSI 2. Visão global no PoE 3. Apoio da OMS para reforçar a capacidade de saúde pública em PAF. 4. Gerenciamento de eventos de saúde pública em PAF 5. Certificação OMS para PAF 6. Portos e navios Certificado Sanitário de Embarcações 2

3 TRANSPORTE AEREO (dados 2012) Aeroportos internacionais de transporte aéreo (atualizado 2012) aproximadamente 1280 Total de passageiros do mundo: 3,1 bilhões de passageiros fizeram uso da rede de transporte aéreo global para as suas necessidades de negócios e turismo em Partidas de aeronave; atingiu 31 milhões globalmente durante 2012 Passageiros internacionais: 1,2 bilhões, com previsão de aumentar 25% em 2017, com 292 milhões de passageiros adicionais 40% dos turistas internacionais realizam viagens por via aérea Os maiores fabricantes mundiais de aeronaves podem ter entregue mais de novos aviões comerciais até o final de 2013 e novos pedidos de mais aeronaves. fonte: 3

4 TRANSPORTE MARITIMO E (updated 2012) A frota mundial em dezembro de 2012 de navios propulsão da marinha mercante igual ou mais que 100 Tons(GT) é composta por ,392 navios. Mais de 90% do comércio mundial é feito por transporte marítimo A frota mundial tem 1,5 milhões de tripulantes embarcados, oriundos de mais de 150 nações No mundo globalizado os transportes marítimo e aéreo estão interligados fonte: 4

5 Principais aspectos para implementação do RSI em PAF Para os Estados Parte do RSI Desenvolver e manter as capacidades básicas e informar o progresso para o Secretariado do RSI para o relatório anual para a Assembléia Mundial da saúde. Prazos para implementar o RSI Planejamento Implementação Extenções possíveis Tão logo que seja possível, mas o mais tardar cinco anos após a entrada em vigor..." 5

6 Principais aspectos para implementação do RSI em PAF Principais objetivos: - Proteger a saúde dos viajantes (passageiros e tripulação) - Proteger a saúde da população (evitar a propagação da doença) - Manter os veículos em condições sanitárias e livre de fontes de infecção e de contaminação (incluindo vetores) - Capacidade para responder à emergências e implementar recomendações de saúde pública em PAF, evitando restrições desnecessárias ao comércio e viagens internacionais 6

7 Principais aspectos para implementação do RSI em PAF PREVENção Contendo os riscos conhecidos para a saúde pública Alerta Precoce Detectando eventos relevantes para a saúde RESPOSTA Respondendo a Emergências de Saúde Pública Controle rotineiro das condições Sanitárias em PAG e meios de transporte Gestão do Risco Inspeção, Informação e verificação Avaliação do Risco Programas de Inspeção e medidas de controle Apoio a investigação e planos de contigência para adoção de medidas de controle Gestão do Evento 7

8 Principais aspectos para implementação do RSI em PAF OMS Coordenar, colaborar e dar assitência a países e organismos internacionais Manuais e guías técnicos Publicar lista de portos autorizados a emitir certificados sanitários de navios Certificação de aeroportos e portos designados, em caráter voluntário Publicar lista de portos e aeroportos certificados pela OMS 8

9 Resultados Esperados com a implementação do RSI As instalações de pontos de entrada são mantidas em condições sanitárias, livre de infecção ou contaminação, incluindo vetores e reservatórios de doenças. Medidas de rotina implementadas para viajantes, meios de transporte, carga, mercadorias e encomendas postais. Plano de uma contingência para emergências de saúde pública efetivamente disponível e operacional em todos os PAF designados e em todos os países. Capacidade para rapidamente implementar recomendações para a saúde pública internacional em pontos de entrada designados. Coordenação entre a OMS e outras organizações 9

10 Desafios na Implementação do RSI em PAF Designação de PAFs e identificação das autoridades competentes para a implementação do RSI. Lista de portos autorizados habilitados para emitir certificados sanitários de embarcações Reforço dos laços entre PAF e o sistema nacional de vigilância e resposta em saúde. Atualização da legislação nacional e a harmonização dos requisitos do RSI com a aplicação de certas disposições de outros acordos internacionais (por exemplo,oaci, OMI, convenções da OIT). Reforço da coordenação e colaboração intersectorial e para designação, avaliação e desenvolvimento das capacidades básicas de rotina e resposta (por exemplo, transporte, alfândega, imigração, meio ambiente, etc.)t Harmonização de boas práticas em PAF num mundo globalizado e numa abordagem para todos os riscos. 10

11 Guias Técnicos Apoio da OMS para desenvolvimento de capacidades MISSão ATIVIDADES Treinamentos Prover apoio técnico e aconselhar para a prevenção, detecção e controle de riscos para a saúde pública Promover colaboração internacional numa abordagem multisetorial Atividades Regionais da OMS Redes - Networking 11

12 Apoio da OMS para desenvolvimento de capacidades Ferramentas e guias técnicas - PUBLICADAS Transport aéreo Preparação para emergências de saúde publica Portos e Embarcações Avaliação de Capacidades em PAF - checklist Programa de aprendizagem para inspeção de embarcações e emissão de certificados sanitários RSI 12

13 Apoio da OMS para desenvolvimento de capacidades Ferramentas e guias técnicas EM DESENVOLVIMENTO Gestão de Eventos TRANSPORTE AÉREO WHO Technical Advice for Event Management in Air Transport A BORDO EMBARCACÕES WHO Technical Advice for Event Management on board ships Vigilancia em Saúde & PAF Strengthening Coordinated Surveillance at points of entry Fronteiras terrestres Vectores Vector Surveillance and Control at PoE Certificação OMS Procedures for Airport and Port Certification Projeto para plataforma de identificação de vetores em PAF (PoE Vector Identification Platform) 13

14 Apoio da OMS para desenvolvimento de capacidades Quadro Competências Treinamento Kits para treinamento Lista de expertos e instituições para treinamento Oportunidades de treinamento Iniciativa global de formação para implementação do RSI (2005) em PAF 14

15 Apoio da OMS para desenvolvimento de capacidades RSI - Módulos Online https://extranet.who.int/ihr/training Módulos de Autoaprendizagem 10 min a 15 horas Varios idiomas Quiz - teste Introduction to IHR Introdução ao RSI Introduction to IHR for WHO staff Introd. ao RSI para pessoal da OMS Introduction to the Decision Instrument (Annex 2) Introd. ao Anexo 2 RSI Inspection and Issuance SSC Insp. e Cert. Sanitários de Embarcações 15

16 Apoio da OMS para desenvolvimento de capacidades Atividades Regionais da OMS para RSI Treinamentos para inspeção e emissao certificados sanitários de embarcações Avaliação e planejamento para implementação capacidades básicas RSI Workshops Regionais, Exercicios and actividades conjuntas (ex: CAPSCA, SHIPSAN, AIRSAN ) 16

17 Apoio da OMS para desenvolvimento de capacidades Collaboração Internacional e Redes - Networking Fornecimento de orientação para outras agências das Nações Unidas e organizações intergovernamentais Prestar apoio técnico às actividades e projectos levados a cabo por organizações parceiras (CAPSCA, AIRSAN, SHIPSAN etc) Promover a colaboração e parceria com a sociedade civil e ONGs Centros colaboradores da OMS para RSI e PAF Dept. of Hygiene and Epidemiology University of Thessaly, Greece Health Quarantine and Inspection Dept., The General Administration of Quality Supervision Inspection and Quarantine of the People's Republic of China (AQSIQ) PAGNet rede especializada de PAF 17

18 18 Participe, solicite sua inscrição!

19 Apoio da OMS para desenvolvimento de capacidades Intercâmbio e difusão de conhecimento e informação RSI - informações, orientações e ferramentas: Centro de Documentação web site RSI em vários idiomas Publicações: IHR news Boletim de informação quadrimestral Publico alvo: Ponto Focal RSI mas também outros parceiros e atores : Intercâmbio de informações com parceiros técnicos e publico em geral 19

20 IHR PORTS 3 mins DVD sobre PAF e RSI em varios idiomas. 20

21 21

22 Exemplo Sistema Global para Eventos Determina evento de emergência em saúde pública de Importância Internacional (PHEIC) e recomendações temporárias PFN - Acessível a todos os momentos, principal canal para obter informações de divulgar comunicações relacionadas ao evento OMS Ponto focal- "Ativar" o sistema de avaliação e resposta da OMS Acessível para comunicação todos os momentos com a OMS para divulgação e consolidação de informações nacionalmente. Eventos de Saúde Detect Assess Report Respond WHO Director-General WHO IHR Contact Point National IHR Focal Points (NFP) Sistema Nacional de Vigilância e resposta Notificação Consulta Informar Verificar Comite de Emergencia Comite Revisor Grupo Expertos Outras organizações (OACI, OMI, IAEA etc.) Ministerios Setores envolvidos PAF 22

23 WHO Portal States Parties Operations Event Management System EURO PAHO EMRO SEARO AFRO WPRO 23

24 EBOLA NA AFRICA Terceira Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (h1n1, Polio e Ebola) - Recomendações específicas da OMS para esta emergência, incluindo PAFs - Países afetados (screening de saída..) - Outros países (reforço vig. e resposta) - Percepção de Risco X Avaliação de risco - Grupo tarefa saúde, turismo e transporte - Plano de Ação OMS (road map) - Novas guias e notas técnicas OMS para PAF e viagens 24

25 PUBLIC HEALTH Thank you شكرا Merci Gracias w w w. w h o. i n t / ihr/ports_airports/en/ 谢 谢 Obrigado 25

26 Frequent Questions & Answers I. Ports authorized to issue ship sanitation certificates (Main IHR Articles 20, 27 and 39; Annexes 3, 4, 5 and 8) 1. What is an authorized port? This is a port which is authorized to issue internationally recognized IHR ship sanitation certificates (SSC) that conform to the model certificate in IHR Annex 3, and which provides the related inspection and control services required for the certificates. 26

27 Frequent Questions & Answers I. Ports authorized to issue ship sanitation certificates (Main IHR Articles 20, 27 and 39; Annexes 3, 4, 5 and 8) 2. What is the procedure by which a port is authorized to issue ship sanitation certificates (SSC)? It is up to each State Party to determine which ports located within its territory are authorized to issue a SSC. There is no time frame within which such ports must be authorized - i.e States began authorization of their ports upon entry into force of the IHR in 2007 and continue to do so on an ongoing basis. Similarly, States can remove the authorization of a port at any time, and must inform the WHO when they do so. States do not have any obligations to authorize a minimum or specific number of ports. However, in light of the reliance of international ship traffic upon the regimen based on these certificates, it is important that a sufficient number of authorized ports are available globally within reasonable distances of the world's major shipping routes. 27

28 Frequent Questions & Answers I. Ports authorized to issue ship sanitation certificates (Main IHR Articles 20, 27 and 39; Annexes 3, 4, 5 and 8) 3. How are the WHO and the maritime community informed of which ports are authorized to issue SSCs? Is that information publically available? The IHR require each State Party to send to WHO the list of ports in its territory that are authorized to issue SSCs; these should be submitted via the National IHR Focal Point (NFP). The State Party must also inform WHO of any modifications to its list (additions or deletions). WHO publishes, and updates on a regular basis, the list of ports authorized to issue SSC. This list is available on the WHO Web site at: 28

29 Frequent Questions & Answers I. Ports authorized to issue ship sanitation certificates (Main IHR Articles 20, 27 and 39; Annexes 3, 4, 5 and 8) 4. What are the possible consequences if a port that is not on the list of ports authorized to issue SSC nevertheless issues a SSC, or if a port issues a SSC that does not conform to the model in Annex 3 of the IHR (2005)? The validity of a SSC issued by a port that is not included on the authorized list of ports may be challenged by a subsequent port, and any SSC that does not conform to the model in Annex 3 of the IHR may also be challenged. Such challenges may entail economic consequences associated with delays in granting free practique and procedures required to obtain a valid certificate. 29

30 Frequent Questions & Answers II. Designated points of entry (Main IHR articles 19, 20 and 21; Annex 1 ) 1. What is a designated point of entry? A designated point of entry refers to a port, airport and potentially a ground crossing that is designated by a State Party to strengthen, develop and maintain the capacities described in Annex 1 of the IHR: o The capacities at all times concerning access to medical services for prompt assessment and care of ill travellers, a safe environment for travellers (e.g. water, food, waste), personnel for inspection and vector control functions; o The capacities to respond specifically to events which may constitute a public health emergency of international concern. 30

31 Frequent Questions & Answers II. Designated points of entry (Main IHR articles 19, 20 and 21; Annex 1 ) 2. How many points of entry should a State Party designate? The IHR do not specify a particular number of designations of points of entry to develop these capacities. The IHR make clear that the designation and development of ports and airports are part of the core requirements for States Parties and are essential elements for their fulfilling the public health purpose and objectives of the IHR including the role for designated points of entry in national emergency response plans. To achieve these objectives, States Parties need to designate, at a minimum, one airport and one port (depending upon the geographical context of the State Party). For larger countries and those with high levels of international traffic, the Secretariat would strongly encourage the designation of additional points of entry. 31

32 Frequent Questions & Answers II. Designated points of entry (Main IHR articles 19, 20 and 21; Annex 1 ) 3. Is there a time frame to designate a point of entry? The IHR provide that the time frames applicable to development of the other core capacities under Annex 1, also apply to development of the core capacities at designated points of entry. The first target date for establishment of these capacities at designated points of entry is also 15 June

33 Frequent Questions & Answers II. Designated points of entry (Main IHR articles 19, 20 and 21; Annex 1 ) 4. Can extensions be obtained for capacities at points of entry? If the capacities are not fully established in all designated points of entry by the deadline, States Parties can obtain an extension according to the procedures described in the letter from the Assistant Director-General sent to all States Parties in September

34 Frequent Questions & Answers II. Designated points of entry (Main IHR articles 19, 20 and 21; Annex 1 ) 5. Can additional points of entry be designated and develop these capacities after the above time frames? The time frame for initial designation and capacity establishment should not restrict States Parties from continuing to designate and develop these capacities at additional points of entry as the national and international contexts evolve over time. In such cases, States Parties should advise WHO of the additional points of entry where they have determined to develop the required capacities for designated points of entry and when the capacities have been achieved. 34

35 Frequent Questions & Answers II. Designated points of entry (Main IHR articles 19, 20 and 21; Annex 1 ) 6. Can a designation of a point of entry be withdrawn? Designations of points of entry may be withdrawn at any time, taking into consideration the need for States Parties to have a minimum of one designated airport and one designated port (depending upon the geographical context of the State Party). States Parties should advise WHO of any change to a point of entry's designation. 35

36 Frequent Questions & Answers III. Main differences between a port that is authorized and a designated point of entry) 1. What are the main differences between authorization and designation of a port? An authorized port requires only the specific capacities for inspecting/controlling potential public health risks on ships and the issuance or extension of the relevant ship sanitation certificate. In contrast to designated points of entry, there is no timeframe for authorization and establishment of these capacities, and therefore requests for extensions are generally not relevant (unless the port is also designated for all Annex 1 capacities as indicated below). A designated point of entry requires a broader range of capacities to be developed and available at designated ports. Designation applies to ports and airports (and potentially ground crossings). A specific timetable for the development of the capacities is provided, with the possibility of extensions on request. Example of difference: There is no IHR requirement for an authorized port to provide access to an "appropriate medical service including diagnostic facilities located so as to allow the prompt assessment and care of ill travellers", whereas that is one of the capacities that must be provided by a designated point of entry at all times. 36

37 Frequent Questions & Answers III. Main differences between a port that is authorized and a designated point of entry) 2. Can an authorized port also be a designated point of entry? Yes, if the authorized port has been also designated by a State Party to strengthen, develop and maintain the capacities at port facilities described in IHR Annex 1. 37

38 Frequent Questions & Answers III. Main differences between a port that is authorized and a designated point of entry) 3. Can a port designated as a point of entry to develop IHR Annex 1 capacities also be authorized to issue ship sanitation certificates? A designated port that has developed all the capacities described in Annex 1 may not be generally authorized to issue Ship Sanitation certificates. Even though designated ports need to have specified capacities relating to inspections, health measures and certificates under the IHR, any such authorization is at the discretion of the State Party where the port is located. 38

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