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1 Processamento Paralelo RM-ODP Prof. João Paulo A. Almeida 2007/0 - INF02799 RM-ODP Reference Model for Open Distributed Processing Contém conceitos para a especificação de sistemas distribuídos Objeto Interação entre objetos Interfaces Regras para serviços de nomes Também inclui um nível que relaciona os sistemas com o ambiente no qual o sistema distribuído está inserido: Enterprise Viewpoint Um sistema distribuído está inserido em um contexto RM-ODP É um modelo conceitual Não fornece uma linguagem concreta específica, somente definir os termos abstratos E define quais são as perspectivas sob as quais um sistema distribuídos deve ser analisado e especificado ODP viewpoints Sistema visto por diferentes perspectivas: viewpoints Enterprise Information Computational Engineering Technology V V 2 V 3 V 4 V 5 system Enterprise viewpoint Definir o propósito, escopo do sistema (em termos do negócio ao qual o sistema dá apoio) Quais são os serviços que o sistema oferece? Como ele se comunica com outros sistemas? Definir o papel do sistema e dos usuários e definir as regras (de negócio) que se aplicam ao sistema O que é feito pelo sistema e o que é feito pelos usuários? Quais são as políticas ou regras do negócio que se aplicam ao sistema? Enterprise viewpoint (cont.) Exemplos de requisitos não funcionais fundamentados no negócio que tem a ver com distribuição Escalabilidade Se o negócio crescer, como podemos planejar a capacidade do sistema para atender à demanda? (o banco vai crescer, e mais terminais de atendimento vão ser criados) Vazão (throughput) Quantas declarações de imposto de renda são processadas por dia? Autorização Quem pode fazer o que no sistema? Segurança (Confidencialidade, Integridade, Disponibilidade) Quanto vale a informação para outros? Qual o prejuízo de se perder tais informações? Qual o prejuízo do sistema ficar indisponível (o sistema caiu )? Conceitos do Enterprise Viewpoint incluem agentes (objetos), artefatos, papéis (obrigação e proibiçoes), comunidades e federação

2 Enterprise viewpoint (exemplo) Information viewpoint Definir os objetos de informação do sistema e seus relacionamentos Em terms de objetos, regras (invariantes, regras de derivação) e schemas (Análise) Computational viewpoint Definir a decomposição lógica do sistema em termos de objetos que interagem através de interfaces Abstraindo da localização e das tecnologias A visão da aplicação que temos normalmente com middleware! Em termos de objects, interfaces, interface bindings, etc. Engineering viewpoint Definir os mecanismos e as funções que são necessárias para apoiar interações distribuídas entre objetos e se beneficiar da distribuição Perspectiva do projeto do middleware em si! Em termos de objects, channels, stubs, binders, protocol objects, nodes, clusters e capsules Engineering Viewpoint E o modelo de referência OSI? OSI RM Application Presentation Session Transport Network Data Link Physical Middleware Middleware Transport Network Data Link Physical Generic functionality 2

3 Engineering Viewpoint Typical ORB operation with TCP/IP object Stub ORB core GIOP Operation called Request created coded POA determined Operation called Servant determined decoded Servant Skeleton GIOP Adapter ORB core Start TCP connection IIOP sent received IIOP Transport service Computational and engineering viewpoints Engineering Viewpoint Computational viewpoint 2 Stub Binder Engineering viewpoint Stub Binder Protocol Interceptor Protocol Technology viewpoint Seleção de tecnologia específica (incluindo processos de compra e configuração) Middleware, SOs, LPs, DBMS, Hardware Definir a ligação dos viewpoints com a implementação real Definido em termos de objetos que representam os elementos de hardware e software do sistema Resumo 3

4 Viewpoints do RM-ODP (Perspectivas) Algumas observação É possível construir modelos do sistema em cada um dos viewpoints (perspectivas) com os conceitos daquele viewpoint Os modelos tem que ser consistentes, afinal juntos eles definem o sistema RM-ODP define regras de consistência Se aparece uma interface no Computational Viewpoint, então tem que haver um stub no Engineering Viewpoint O conceito de objeto é usado em todos os viewpoints! Definição de objeto An entity ( something ) that may contain some information and is capable of doing something when requested Definição é refinada para as perspectivas Características de objetos Interfaces Já conhecemos, porque é similar a CORBA: Referências um objeto pode ter uma ou mais referências que identifiquem o objeto Criação e destruição objetos podem ser criados e destruídos Interfaces (encapsulamento) um objeto só pode interagir através de suas interfaces (e só deve mudar de estado então através de interações que ocorrem através de suas interfaces) As interfaces: encapsulam o centro permitem interação (com referências às interfaces) permitem abstração da estrutura interna Um cliente do nosso mestre não sabe que o tratamento da soma é distribuído Mesmo se aplica a wrapper/façade No modelo geral um objeto pode ter múltiplas interfaces core interface Especificação de um Objeto Template Descreve as características comuns de objetos Pode ser usado para instanciar objetos Por exemplo, classes Java do Servant acompanhados de IDL Estado de um objeto Estado: a condição de um objeto que determina o conjunto de todas as ações nas quais o objeto pode-se envolver O ambiente de um objeto só pode acessar o estado através das interfaces 4

5 Transparências No computational viewpoint há abstração da distribuição dos objetos Para algumas aplicações distribuição é relevante! Por exemplo paralelismo e replicação de objetos para tolerância a falhas E as vezes é inevitável quebrar a transparência: Falhas independentes (ex.: tratamento de exceções para as chamadas distribuídas em CORBA) Transparências Access transparency mascara as diferenças de representação de dados e mecanismos de interoperabilidade entre sistemas heterogêneos Location transparency mascara a localização física dos objetos/interfaces Failure transparency mascara a ocorrência de falhas em objetos (os clientes não percebem uma falha, e não tem que tratar as exceções: FT-CORBA) Transparências Migration transparency mascara de um objeto o fato dele ser movido/migrado para outra máquina Relocation transparency mascara para o ambiente do objeto a migração do objeto Replication transparency mascara replicação (para satisfazer requisitos de failure transparency, mas também de desempenho) Persistence transparency mascara ativação e desativação de objetos Transaction transparency mascara mecanismos de consistência entre objetos que interagem Operation interfaces Operation interface signature defines a set of operations Addr AddressOf (out Name: String) Server 2 Addr AddressOf (out name: String) Operation interfaces Addr AddressOf (out Name: String) Server 2 Addr AddressOf (out name: String) Binding Binding é o ato de estabelecer uma ligação entre objetos antes da interação Binding pode ser implícito ou explícito Em CORBA binding é implícito para invocar operações 5

6 Binding objects Há objetos especiais do computational viewpoint que são intermediários de computação Exemplo: event service Binding objects Conclusão Há mais do que o computational viewpoint CORBA oferece uma infrastrutura que apoia a execução dos objetos no computational viewpoint Uma interface por objeto CORBA Mas há truques ver event service Não há suporte a streams Suporte a algumas transparências! Suporte a binding object para eventos Mecanismos internos CORBA (stubs, skel, POA, ORB pertencem ao engineering viewpoint) 6

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