A REESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO CDTN

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1 A REESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO CDTN Rosane Rodrigues Fraga 1, Antonio Mario P. Azevedo 2, Maria Judith A. Haucz 3 e Cezar A. Oliveira 4 Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear - CDTN 1 ; 2 ; 3 ; 4 ABSTRACT This article presents the evolution of quality in CDTN, and shows the way chosen to implement and maintain a quality system based on ISO 9001:2008 and ISO/ISC 17025:2005. CDTN is a research institute that develops different activities concerning to nuclear area. Because of the complexity of its activities and the different needs of its units, the quality system results in a particular model for quality system structure. 1. Importância de um Sistema de Gestão da Qualidade e da Certificação É de amplo conhecimento que até volta de 1945, em um contexto de pouca competividade, as empresas se preocupavam em oferecer produtos com baixos preços. A partir desse período, com o aumento da competição entre empresas, tornou-se estratégico oferecer aos clientes o binômio preço-qualidade. Essa qualidade tem vários atributos, entre eles a padronização para a economia global. Uma peça adquirida do Brasil tem que servir para um carro produzido na China, por exemplo. Portanto, já não basta produzir, tem que fazê-lo com qualidade que atenda às necessidades e desejo do cliente e das outras partes interessadas. A qualidade requer um sistema de gestão eficiente significando um custo para a organização que deve ser avaliado. Mas mais caro que a gestão da qualidade, é a gestão da não-qualidade. Segundo Juran [1], custos da qualidade são aqueles custos que não deveriam existir se o produto saísse perfeito da primeira vez. Juran associa custos da qualidade com as falhas na produção que levam a retrabalho, desperdício e perda de produtividade. Uma forma de controlar os processos a fim de que tenham qualidade a custo razoável são através da implantação da norma série ISO Outras normas podem ser necessárias de acordo com o escopo organizacional. 2. O Sistema Gestão da Qualidade (SGQ) Para o Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) mais importante do que ter uma certificação é possuir um sistema de gestão da qualidade eficiente, eficaz e efetivo. Entretanto, a melhor maneira de assegurar a existência e padrão de qualidade desse SGQ é através de auditoria externa e certificação. A certificação é a maneira formal para se demonstrar às partes interessadas que os requisitos foram assegurados. As certificações são importantes pois agregam valor organizacional, trazem resultados a todas as partes interessadas inclusive tornando-os mais aptos para concorrer a verbas de órgão de fomento. Aumentam a credibilidade da organização, instalações e laboratórios, asseguram ao

2 cliente o atendimento aos requisitos, além de possibilitar trocas com especialistas na área especifica do ensaio. O CDTN por ser da área nuclear, sempre foi muito normatizado e procedimentado buscando atender às exigência dos vários organismos de controle da CNEN e internacionais. Entretanto, a partir de 90, preocupado com a excelência, começou a introduzir os critérios da excelência na gestão do Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ) e participação no Prêmio Mineiro da Qualidade (PMQ). Também se associou a Associação Brasileira dos Institutos de Pesquisa Tecnológica e Inovação (ABIPTI). O CDTN obteve o prêmio ouro no PMQ em 2008 e foi o melhor colocado no ranking dos institutos de pesquisa em Esclarece-se que trabalhar segundo os requisitos da excelência é um processo que precisa ser continuado ao longo dos anos e que nunca termina. Em paralelo a continua implementação dos critérios da excelência, o CDTN a partir de 2006 decidiu implantar a ISO 9001 [2] e [3] em algumas unidades, nomeando a Assessoria de Planejamento e Qualidade (ASPEQ) para coordenar o processo. A ASPEQ contratou uma auditoria externa que auditou três laboratório e a documentação do sistema. Essa auditoria levantou várias não-conformidades na documentação. De posse dessa avaliação externa, a ASPEQ juntamente com a equipe dos laboratórios, realizou uma análise crítica no banco de dados concluindo ser necessário reestruturar o SGQ. 3. Reestruturação do SGQ Até 2006, o banco de dados possuía cerca de 400 documentos numa numeração unívoca, criados a partir do conceito de qualidade total, subdivido em três classes: Instrução Normativa (IN), Procedimentos técnicos e administrativos (P) e Rotinas Técnicas (RT). A auditoria externa considerou a avaliação documental difícil devido a: Extensivo número de documentos; os documentos específicos da qualidade estavam difusos entre os 400; critérios que poderiam ser específicos por área estavam como critérios gerais (exemplo: procedimento para recebimento de amostra geral quando poderia ser especifico); alguns documentos tinham requisitos além dos exigidos pelas normas 9001 e/ou ou não as atendia plenamente; Solução Os fatos ocorridos nas auditorias externas realizadas pela Rede Metrológica de Minas Gerais RMMG - apontaram a necessidade de se efetuar análise crítica na documentação do sistema da qualidade do CDTN, com o objetivo de adequá-la não só à ABNT NBR ISO 9001:2000 como também à norma específica para sistemas da qualidade de laboratórios, a ABNT ISO/IEC 17025:2000. Com base então nos resultados de auditorias de homologação de laboratórios pela RMMG, nos requisitos da ABNT NBR ISO 9001:2000 e na enorme diversidade das unidades de trabalho a equipe da Assessoria de Planejamento Estratégico e Qualidade ASPEQ definiu um novo modelo para o sistema de gestão da qualidade SGQ. Nesse modelo, promoveu-se uma significativa redução e simplificação na documentação existente e descentralizou-se o 2

3 seu controle. Essas mudanças, aprovadas pelo Conselho de Gestão e Estratégia CGE do CDTN em , levaram a um sistema de gestão da qualidade mais simples e descentralizado, com sua documentação focada em três grandes grupos, conforme mostrado na Figura 1. O primeiro grupo, com base na ISO 9001, é constituído pelo Manual da Qualidade, procedimentos gerenciais (chamados de procedimentos de sistema) e formulários de sistema que geram os registros de sistema. Esta documentação, tendo interface com os outros dois grupos, é geral para todo o CDTN, isto é, se aplica a todas as suas unidades. A elaboração, revisão, controle e disponibilização desses documentos na intranet CDTN são realizados pela equipe da ASPEQ. O segundo grupo, com base na ISO 17025, é adequado aos laboratórios do CDTN. É constituído pelo Manual da Qualidade de Laboratórios (geral para todos os laboratórios), pelo Manual da Qualidade Específico (que complementa o Manual da Qualidade), procedimentos operacionais, instruções de trabalho e formulários operacionais. Esses documentos, únicos para cada laboratório, são elaborados, revisados e controlados pelo próprio laboratório. A disponibilização desta documentação no laboratório é controlada por senha por se tratar de capital intelectual do CDTN. o MQ o NBR ISO 9001 o Gestor: ASPEQ o Política da qualidade o PS o FS o MQL, MQE o ISO/IEC17025 o Gestor: laboratórios o Políticas e objetivos da qualidade o PO o IT o FO o MQE o Sistemas de gestão específicos o Gestor: unidades o PO o IT o FO Figura 1 Reestruturação da documentação do SGQ do CDTN

4 Finalmente o terceiro grupo de documentos é destinado a outras unidades de trabalho do CDTN que não sejam laboratórios (p.ex: instalações radiativas, meio ambiente, saúde organizacional, segurança do trabalho etc.) e que possuem sistemas de gestão específicos. Cada unidade, do mesmo modo, tem seu Manual da Qualidade Específico, procedimentos operacionais, instruções de trabalho e formulários operacionais próprios. O sistema de gestão da qualidade, assim constituído, procurou atender às diversas normas de sistema aplicadas ao CDTN e a grande diversidade de unidades de trabalho, com conhecimentos bastante distintos. Esse SGQ descentralizado tornou possível a implementação do SGQ a todo o CDTN e melhorou significativamente o seu controle. 4. Resultados Com base na reestruturação da documentação do SGQ, sete laboratórios tiverem ensaios certificados na ISO 17025, a Unidade de Pesquisa e Produção de Radiofármacos (UPPR) obteve a certificação ISO Trabalho Executivo no Momento e Próximos Passos Em 2009, foi feito um mapeamento em todo CDTN, levantando-se o número de laboratórios, certificados possuídos, equipe, equipamentos, e a verificação se possuem ou não SGQ implantado, e o interesse em fazê-lo imediatamente. A compilação revelou que o CDTN tem cerca de 50 laboratórios, alguns ainda sem um SGQ segundo os requisitos das normas 9001 ou Os resultados obtidos permitirão a criação atualização de homepage para cada laboratório e o planejamento para implantação de sistema. Continua-se o trabalho relativo aos sete laboratórios certificados, preparando-os para próxima auditoria externa. Os passos para tal preparação são: alocação de recursos, calibração de equipamentos, auditoria interna, correção de não-conformidades, análises críticas, etc. Desenvolvimento de SGQ para instalações radiativas, sobretudo para o projeto repositório de rejeitos radiativos (RBMN). No próximo semestre, está previsto também uma análise crítica na documentação geral do CDTN, com o objetivo de atualizá-la. Também será feita uma integração dos bancos de dados contendo a documentação geral com o banco do SGQ. Pretende-se para o biênio 2012/2013 a realização da ampliação do escopo da certificação ISO 9001 para outras unidades, o aumento do número de laboratórios certificados e a complementação da informatização da nova documentação, de modo a garantir a confidencialidade e integridade da documentação específica da qualidade, além de atender aos requisitos do Manual da Qualidade do CDTN. 6. Conclusão Conforme resultados, observa-se que a mudança na filosofia e forma da documentação do SGQ foi bem sucedida, o que se comprova pelas certificações obtidas. Entretanto, a certificação é consequência de um SGQ que funciona. Ou seja, mais importante que certificar 4

5 é ter um SGQ implantado, vivo, operante, com todas as vantagens que isso representa para a organização, trazendo resultados às partes interessadas. No caso do CDTN, além dos benefícios conhecidos, há a importância de se manter os requisitos da segurança implementados e assegurados. Referencias 1. JURAN, J. M., Juran on Quality by Design: The New Steps for Planning Quality into Goods and Services, The Free Press, New York: ABNT NBR ISO 9001:2008 Sistemas de gestão da qualidade Requisitos 3. ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 Requisitos gerais para competência de laboratórios de ensaio e calibração.

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