Notas sobre Jornadas de Cooperação no Sector da Saúde

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1 Ntas sbre Jrnadas de Cperaçã n Sectr da Saúde Arséni Paul Relatóri para a: Maput, Outubr 2011

2 Índice Índice... 1 Intrduçã:... 3 Sbre a Temática I: Planificaçã e Orçamentaçã... 4 Sbre Temática II: Recurss Humans... 8 Cnclusões Desafis ANEXOS Página 2 de 14

3 Intrduçã As Jrnadas de Cperaçã d Sectr da Saúde cnstituem um event anual realizad pela Medicus Mundi (MM), n qual reúnem diverss actres (Sectr da Saúde, Parceirs de Cperaçã, Organizações Nã Gvernamentais e da Sciedade Civil, Académics e interessads) para partilhar cnheciments, infrmações, discussões e bas práticas em curss n sectr da saúde, bem cm, reflectir sbre s principais cnstrangiments d sectr e as respectivas prpstas de sluções. Para presente an fram realizadas pela segunda vez as Jrnadas de Cperaçã n Sectr da Saúde entre s dias de Outubr, na Faculdade de Medicina da Universidade Eduard Mndlane, cuj lema fi: Jrnadas de Cperaçaçã n Sectr da Saúde em Mçambique: Aspects Cntemprânes. A II Jrnadas de Cperaçã d Sectr da Saúde tiveram cm principais bjectiv: Prmver debate em trn das cntribuições que as ONG s pdem prvidenciar para a melhria d seu impact n Sistema Nacinal de Saúde Prmver debate e extrair cnclusões relativas as mecanisms de api das ONG s de md a cntribuir para psterir canalizaçã das prpstas ns fóruns de crdenaçã d sectr entre MISAU e s parceirs (SWAP WG redes de crdenaçã) As jrnadas de saúde versaram sbre temas actuais tend cm fc prcess de descentralizaçã em curs a nível da gestã financeira e de recurss humans. Assim, fram prpsts para a discussã dis temas chave e vitais para sectr nmeadamente. Planificaçã e Orçamentaçã n Sectr e Recurss Humans (RH s). As várias apresentações fram efectuadas pr váris cnvidads ds quais se destacam: Ministéri da Saúde (MISAU), Organizações Nã Gvernamentais (ONG s) que actuam n sectr da saúde a nível lcal (prvíncias e distrits) e utrs cnvidads. Os temas frmam distribuíds da seguinte maneira: A. Planificações e Orçamentaçã n Sectr da Saúde: cuj bjectiv era de reflectir e discutir sbre as questões fundamentais das refrmas n âmbit da descentralizaçã financeira, fcalizand distrit. Esta perspectiva enquadra-se n âmbit das nvas cmpetências atribuídas as distrits a nível da planificaçã, rçamentaçã e execuçã. Para a materializaçã ds bjectivs prevists nesta temática, fram apresentads e discutids s seguintes temas: Planificaçã e Orçamentaçã n Sectr da Saúde (Direcçã de Planificaçã MISAU); Principais Aspects da Descentralizaçã (Mariam Umarji, MB Cnsulting); Planificaçã Distrital n Sectr da Saúde (Amélia Cumbi, Medicus Mundi); Financiament basead n Desempenh (Lluis Vinyals, Abt Assciates). B. Recurss Humans: cuj bjectiv era de debater sbre as metdlgias para a cntinuaçã d api a Plan Nacinal ds Recurss Humans (PDRH), particularmente n que se refere a cntribuiçã das ONG s n prcess de retençã e desenvlviment ds RH s. N decurs desta temática fram abrdads um cnjunt de temas relativs a: Recurss Humans n Sectr da Saúde em Mçambique (Direcçã de Recurss Humans, MISAU; A experiencia n Api ds RH s a nível da Prvíncia de Cab Delgad (Ignaci Puche, Medicus Mundi); Intervenções Práticas para a melhria da frmaçã cntínua (Mark Beesley); Estratégia para a melhria da Retençã ds RH s (Angel Mendza, JHpieg); Estratégia para a melhria ds APE s (Karin Kallender, Malaria Cnsrtium). Página 3 de 14

4 Sbre a Temática I: Planificaçã e Orçamentaçã A primeira temática das Jrnadas teve cm principal enfque a discussã sbre prcess de Planificaçã e Orçamentaçã, n sentid de identificar s aspects crítics e sbre s quais se deverá enfcar de md a melhr desempenh d sectr da saúde em particular a nível lcal (distrits). Tema 1: Planificaçã n Sectr da Saúde A presente apresentaçã fi efectuada pel n MISAU cm bjectiv de apresentar cm prcess de planificaçã e rçamentaçã crre n sectr. O prcess de planificaçã e rçamentaçã crre em quatr níveis, nmeadamente: Primári, Secundári, Terciári e Quaternári. O prcess envlve as instituições d sectr da saúde, Parceirs de Cperaçã e ONG s. O sectr da suade segue cicl e calendáris de planificaçã e rçamentaçã definids pel Gvern de Mçambique, crdenads pel Ministéri da Planificaçã e Desenvlviment (MPD) e Ministéri das Finanças (MF), cnfrme apresenta a figura abaix. Figura 1: Calendári de Planificaçã e Orçamentaçã d Sectr da Saúde O sectr de saúde tem cm principais instruments de planificaçã e rçamentaçã. Prgrama Quinquenal d Gvern (PQG); Plan de Acçã para a Reduçã da Pbreza; Objectivs de Desenvlviment d Miléni (ODM); Cenári Fiscal de Médi Praz (CFMP); Plan Estratégic d Sectr da Saúde (PESS); O sectr da saúde tem estad a aprimrar prcess de planificaçã e enquadrad n quadr de refrmas em curs a nível da gestã das finanças públicas (planificaçã, rçamentaçã, execuçã, aquisições e cntrl intern e auditria) N entant, existem alguns cnstrangiments bservads a nível d sectr, relativs à: Página 4 de 14

5 Descentralizaçã e crdenaçã sectrial (em terms de harmnizaçã e crdenaçã técnica entre s diverss níveis de gestã: central, prvincial e distrital) u seja, défice de cmunicaçã vertical e hrizntal; Capacidade de recurss humans nas áreas de planificaçã, gestã financeira e gestã de recurss humans a nível lcal (prvíncias e distrits); Ausência de infrmaçã fidedigna em relaçã as cmprmisss ds Parceirs de Cperaçã (cm particular incidência as ONG s que actuam a nível lcal); Prcesss de planificaçã e rçamentaçã nã sã baseads em evidências e sim sã efectuads de frma incremental. Tdavia, há um recnheciment pr parte d MISAU em relaçã as desafis d sectr referentes a: Necessidade de desenvlviment ds Recurss Humans nas áreas de planificaçã, gestã financeira e gestã de recurss humans; Crdenaçã intersectrial particularmente a nível lcal; Frtaleciment das platafrmas de diálg entre sectr a nível lcal e parceirs de cperaçã lcais (ONG s \ prjects). Tema 2: Planificaçã e Orçamentaçã Descentralizada A apresentaçã refere a presente tema fi efectuada pr Mariam Umarji, especialista em Gestã de Finanças Publicas. O principal enfque da apresentaçã fi de apresentar cm prcess de planificaçã e rçamentaçã crre a nível lcal (prvíncias \ distrits) u seja descncentrad. O prcess de planificaçã e rçamentaçã descentralizada crre bedecend calendári e cicl de nível nacinal, definids e estabelecids pel MPD e MF, u seja, nã existe ainda uma legislaçã específica sbre a Gestã de Finanças Publicas a nível descncentrad. Dai fact das prvíncias e distrits terem de se adequar a estabelecid a nível central. Tal situaçã leva sem dúvidas a que a sectr a nível lcal se encntre na situaçã de dubla subrdinaçã, pr um lad a nível sectrial e pr utr a nível territrial (prvíncia \ distrit). O prcess de planificaçã e rçamentaçã descentraliza ainda apresenta uma lgica dupla. Se pr um lad a planificaçã é efectuada desde nível lcal até nível central (de baix para cima), na linha sectrial, pr utr, a rçamentaçã é efectuada desde nível central a lcal (cima para baix), através da definiçã ds limites rçamentais e aprvaçã da prpsta vinda das prvíncias. Neste sentid s principais cnstrangiment sã relativs a: Lgica de planificaçã e rçamentaçã; Fraqueza ds quadrs técnics das áreas de planificaçã e gestã financeira, que nã permite a planificaçã de qualidade e baseada em evidências; Ausência de um cruzament entre s diverss dcuments de planificaçã e rçamentaçã d sectr e prduzids as mais diverss níveis. Assim um cnjunt de desafis sã clcads a sectr da saúde e particularmente a nível lcal n que se refere a: Melhria da capacidade ds quadrs técnics nas áreas de planificaçã e gestã financeiras; Harmnizaçã ds diverss instruments de planificaçã e rçamentaçã d sectr da saúde a nível lcal; Melhria da crdenaçã sectrial e territrial n prcess de planificaçã a nível lcal; Prpr Plan e Orçament Sectrial, tmand em cnsideraçã diagnóstic da situaçã n Distrit, s bjectivs e estratégias definidas pel respectiv Ministéri de Tutela, da Prvíncia e Gvern Distrital e a sua análise de capacidade de implementaçã. Página 5 de 14

6 Elabraçã das prpstas d plan e rçament, dentr ds limites fixads pel Ministéri das Finanças e cmunicads através da Direcçã Prvincial de Plan e Finanças, Orçament de Funcinament e de Investiment Públic, visand a realizaçã d PESOD d sectr. Mnitria e avaliaçã da implementaçã d PESOD Sectrial, mediante a elabraçã de Relatóris trimestrais, visand prpr sluções as prblemas identificads e ajustar as metas de md a reflectir a realizaçã d prgrama. Tema 3: Planificaçã Distrital: Melhrand a Planificaçã em Saúde a nível Distrital A apresentaçã referente a presente tema fi efectuada pr Amélia Cumbe Cnsultra da Medicus Mundi, cuj principal bjectiv era de infrmar sbre prcess de elabraçã de um Guiã de Planificaçã Distrital em Saúde, bem cm, clher cntribuições para enriqueciment d mesm. A apresentaçã, apesar de recnhecer s prgresss verificads, também truxe mais uma vez a de cima s cnstrangiments verificads n decurs d prcess de planificaçã distrital, prem destacand. Qualidade d prcess de planificaçã, particularmente n que se refere a crdenaçã entre s diverss actres, a articulaçã entre s diverss instruments e as questões relativas a capacidade ds Recurss Humans a nível distrital; Dictmia entre as actividades planificadas e implementadas, bem cm, entre as actividades planificadas e rçament dispnível; Dictmia entre cicl de planificaçã distrital e nacinal; Ausência de alinhament entre s dcuments estratégics d sectr e s plans e rçaments anuais. Neste cntext um cnjunt de desafis fram clcads n que se refere a planificaçã distrital, nmeadamente: Melhria da crdenaçã entre s diverss actres-chave n distrit (sectr de saúde, parceirs de cperaçã e utrs); Simplificaçã e melhria ds fluxs de fund para s distrits; Melhria d Sistema de Infrmaçã de Saúde a nível distrital; Elabraçã de ferramentas práticas de planificaçã e gestã (Manuais e utrs); Alinhament e crdenaçã entre s diverss instruments de planificaçã d sectr as váris níveis. Tema 4: Financiament Basead em Resultads O presente tema fi apresentad pr Lluis Vinyals Cnsultr d prject CHASS. O principal bjectiv da apresentaçã efectuada era de apresentar uma nva abrdagem \ ferramenta de gestã para sectr da saúde cm enfque n nível lcal, IBD (Incentivs Baseads n Desempenh). Esta ferramenta se encntra a ser desenvlvida de frma pilt em três distrits da prvíncia de Manica. A ferramenta IBD cnsiste n prcess de transferência de dinheir u bens materiais cndicinada à realizaçã de uma acçã relacinada cm a saúde u a alcance de uma meta de desempenh predeterminada. A aplicaçã d IBD apresenta um cnjunt de vantagens e desvantagens. N que se refere as vantagens, IBD permite: Cntribuir para aumentar desempenh das unidades sanitárias e d sistema; Valrizar esfrç e desempenh ds trabalhadres; Fcalizar s recurss nas priridades d sectr. Página 6 de 14

7 Apesar d cnjunt de vantagens acima apresentadas, IBD também apresenta algumas desvantagens, das quais se destacam: Induz à excessiva atençã n alcance das metas em detriment de utrs tips de desempenh; Enfraquece a mtivaçã interna, trnand a prvisã de cuidads de saúde numa "empreitada ; Induz à falsificaçã ds resultads; e Incentiva a us invluntári de serviçs. A intrduçã da ferramenta IBD n actual cntext da descentralizaçã cnstitui um desafi em si mesm nã apenas para sectr cm também para país cm um td. Das apresentações efectuadas nesta temática, fram identificadas cm principais cnstatações: A nível d Sectr da Saúde a nível Lcal: Qualidade d CFMP elabrad a nível lcal (prvíncias e distrits) de md a alimentar prcess rçamental; Ausência de alinhament entre Plan e Orçament a nível distrital; Grau de cnsistência das prpstas rçamentais; Prcess de descentralizaçã cm resultads ainda insipientes na planificaçã e gestã distrital e prvincial (défice de cmunicaçã vertical e hrizntal) Falta de infrmaçã fidedigna em relaçã as cmprmisss ds Parceirs Lcais; Ausência entre uma ligaçã \ crdenaçã a nível sectrial (distrital prvincial central); Fraca capacidade a nível distrital nas áreas de planificaçã e gestã financeira; Os prcesss de planificaçã nã sã baseads em evidências e sim sã efectuads de frma incremental A nível ds Parceirs Lcais: Existência de várias experiencias em implementaçã a nível lcal para a melhria d desempenh ds Serviçs de Saúde a nível Lcal (Prvíncia e Distrits) Existência de ferramentas diversificadas e desenvlvidas pels diferentes parceirs a nível lcal (Manuais, Ferramentas IBD); Nã partilha ds diverss instruments de trabalh (manuais e ferramentas) entre as ONG s d sectr. Tdavia, há que referir que apesar de se ter identificad as fraquezas atinentes a área de planificaçã e rçamentaçã a nível lcal (fundamentalmente ligadas a inexistência de instruments de trabalh prátics e simples, capacidade de recurss humans nas áreas de planificaçã e gestã financeira, articulaçã e crdenaçã intersectrial e prcess de descentralizaçã) há a destacar que durante a apresentaçã das temáticas acima expstas fram apresentadas experiencia invadras, para melhrar a planificaçã, rçamentaçã e gestã financeira, cm particular destaque para IBD (Incentivs Baseads n Desempenh). Página 7 de 14

8 Sbre Temática II: Recurss Humans A segunda temática e referente a segund dia das Jrnadas teve cm principal enfque, a discussã sbre a necessidade de refrç da capacidade ds Recurss Humans (RH s) d sectr da Saúde a nível lcal (prvíncias e particularmente s distrits). Tema 1: Recurss Humans n Sectr da Saúde A primeira apresentaçã referente a segund dia das Jrnadas fi prferida pel MISAU. O principal bjectiv, da apresentaçã era de dar panrama geral ds recurss humans n sectr da saúde, tend cm base Plan de Desenvlviment de Recurss Humans. Até Dezembr de 2010, sectr da saúde pssuía cerca de funcináris, ds quais cerca de sã da área específica e de regime geral. Fi também referenciad a evluçã em terms de númer d pessal da área de saúde, cm a entrada de nvs quadrs u ainda de quadrs que tem regressad para sectr. N entant, apesar d esfrç que tem sid empreendid, ainda se verificam situações críticas a nível ds recurss humans, nmeadamente: Cnstante saída d pessal d sectr para sectr privad u utras rganizações internacinais e nã-gvernamentais; Absrçã para quadr de pessal frmad anualmente pelas diversas instituições de ensin d sectr pr limitaçã rçamental; Insuficiente númer de médics para atender a elevada ppulaçã u seja ráci médic paciente ainda é elevad; Cnstante mbilidade de pessal, em particular a nível lcal (prvíncia e distrits); Neste sentid um cnjunt desafis sã clcads a área de recurss humans ds quais se destacam: Financiament suficiente para a implementaçã d Plan de Desenvlviment de Recurss Humans (PDRH) d MISAU, pr via d OE e Parceirs de Cperaçã); Aprvaçã d Estatut d Prfissinal de Saúde e garantia da diferenciaçã significativa d salári; Mbilizaçã de mais parcerias para api financeir a PDRH; Melhria ds prcesss de descentralizaçã; Melhria d sistema de infrmaçã d pessal de saúde; Cmprmetiment ds váris actres para a melhria da gestã. Tema 2: A Experiencia d Api a Gestã de Recurss Humans na prvíncia de Cab Delgad. O presente tem fi apresentad pela Medicus Mundi, baseada na experiencia em curs na prvíncia de Cab Delgad, nde a Medicus Mundi tem estad a prvidenciar api para intervenções relativas a aument ds recurss humans, pr um lad e pr utr intervenções relativas a melhria da qualidade ds recurss humans. A intervençã prvidenciada pela Medicus Mundi, visa garantir a melhria d sistema de saúde a nível lcal cm um td, n que se refere a eficiência e qualidade na prestaçã de serviçs. E neste sentid a Medicus Mundi tem se empenhad na prvisã de frmaçã inicial para pessal da saúde, sb a crença de que garante: (i) aument prgressiv de RH para a sua incrpraçã n sistema nacinal de saúde (SNS); (ii) pririzar áreas críticas; e (iii) melhra a qualidade desde iníci. Estas intervenções da Medicus Mundi tem sid, nã apenas a nível da frmaçã e gestã, cm também n que se refere a criaçã de incentivs em infra-estruturas. N que se refere as cnstrangiments, há a destacar s custs relativs frmaçã. Página 8 de 14

9 Tdavia um cnjunt de desafis se clcam, particularmente n que se refere a: A crdenaca entre sectr e s diverss actres; Canais da infrmaçã e cmunicaçã; Prcess de integraçã ds prfissinais Criaçã e mnitria de rtinas a nivel d sectr n nivel lcal Gestã ds Recurss Humans a nível Distrital. Tema 3: Intervenções Praticas para a Melhria da Frmaçã Cntinua O presente tema fi apresentad pr Mark Beesley, Frmadr. Este tema teve cm enfque, s mecanisms prátics para desenvlviment de plans de frmaçã cntinua. A principal mensagem fi a necessidade de uma cnstante análise de cada detalhe cnstante de um plan de frmaçã, deste a definiçã ds bjectivs, a esclha ds beneficiáris da frmaçã, s custs, frmadr e relatóris de frmaçã. Tema 4: Estratégias para Melhrar a Retençã ds RHs O tema fi apresentad pr Angel Mendza da JHpieg. O bjectiv da apresentaçã era de partilhar estratégias para melhrar a retençã ds RHs n sectr da saúde. Um cnjunt de cnstatações relativas a gestã de recurss humans n sectr da saúde fram trazidas das quais se destacam: (i) a precupaçã d MISAU relativ a escassez ds recurss humans particularmente n que se refere a prduçã insuficiente de pessal aliada as saídas cntínuas; (ii) dificuldade d MISAU em atrair e reter pessal nas prvíncias e distrits recôndits; (iii) puca mtivaçã e insatisfaçã d pessal d sectr da saúde; e (iv) cnsequentemente a dificuldade d alcance das metas d Gvern e ds Objectivs de Desenvlviment d Miléni. A apresentaçã também truxe infrmações relativas a ráci relativ a cbertura ds serviçs prvidenciads pel pessal d sectr de saúde da área específica (médics e enfermeirs), qual mais uma vez cnstatu reduzid númer existente de pessal para atender a ppulaçã. Face as cnstatações identificadas a nível da retençã de recurss humans, um cnjunt de desafis fram identificads, ds quais se destacam: Desenh de estratégia de Retençã ds RH s; Activaçã d Grup de Trabalh sbre Retençã Avaliaçã da implementaçã ds subsídis existentes Cntinuaçã da implementaçã de iniciativas em curs relativas a retençã de RH s Finalizaçã da revisã d sistema de carreiras e respectivs qualificadres; Frtaleciment d e-sip Saúde Desenvlviment e implementaçã de um plan de pesquisa de RH s Aument de curss de frmaçã nas instituições de frmaçã cm recrutament lcal; Prmçã de curss na área de saúde nas Instituições de Frmaçã para s filhs ds funcináris das áreas remtas. Tema 5: Estratégia para a Melhrar a Retençã ds APE s Este fi últim tema apresentad nas Jrnadas, prferid pr Karin Kallender, Malaria Cnsrtium. O principal bjectiv desta apresentaçã era de partilhar a experiencia relativa a retençã de pessal n sectr da saúde, basead na experiencia d Agentes Plivalentes (APE s). De acrd cm a experiencia partilhada váris métds de incentivs pdem ser utilizads, nmeadamente: (i) s baseads ns incentivs financeirs; (ii) s baseads nã financeirs u seja, baseads na mtivaçã. Página 9 de 14

10 Cm base na experiencia realizadas na retençã ds APE s cnclui-se que: Os incentivs (financeirs regulares + nã financeirs), a supervisã e envlviment cmunitári sã a elements chave para a efectiva retençã ds APE s; O envlviment ds APE s nas três áreas é uma necessidade básica para a retençã ds APE s recentemente treinads. Sbre s tema expsts, as cnstatações partilhadas pelas diversas ONG s e Sectr da Saúde que actuam a nível lcal, resumem-se em: A nível d Sectr da Saúde a nível lcal: Incapacidade de absrçã (anualmente) d pessal frmad pelas diversas instituições na área de saúde devid a limitações rçamentais, pr um lad e pr utr devid aspects burcrátics \ administrativs (dcumentaçã e vists); Fraca capacidade d pessal administrativ lcal para gerir s recurss humans n quadr da descentralizaçã; Ausência de uma crdenaçã na área de recurss humans entre distrit e a prvíncia de md a garantir uma cntrataçã efectiva e de acrd cm as reais necessidades de cada lcal; Cnstante de rtatividade d pessal que nã garante sustentabilidade a sectr a nível lcal, na medida em que aps a frmaçã s mesms sã transferids u saem d sectr; Ainda persistem prblemas relativs cm a exercíci de várias funções ds Médics a nível lcal (gestr e clinic) que nã permite uma melhr prestaçã ds serviçs médics \ clínics devid a sbrecarga das agendas ds Médics; Existência de um mair númer de médics cncentrads na cidade de Maput e mens a nível lcal; Ainda subsistem a cnstante dificuldades de retençã d pessal d sectr de saúde, verificand-se cnstantemente a saída de quadrs d sectr para sectr privad e ONG s devid as baixs saláris ferecids; A nível ds Parceirs Lcais Os parceirs lcais (ONG s) têm assumid um papel fundamental na frmaçã d pessal d pessal d sectr (elementar e básic) através de frmações em sala e n lcal de trabalh; Os parceirs lcais (ONG s) têm também apiad n prcess de integraçã d pessal frmad e garantind sempre que necessári pagament de saláris até a sua integraçã n quadr de pessal: Os parceirs lcais junts cm s Serviçs de Saúde têm estad a implementar prjects cm vista a frmaçã e retençã de pessal. Página 10 de 14

11 Cnclusões Através das várias intervenções efectuadas pels participantes durante seminári fi pssível verificar que as diversas ONG s que peraram n sectr da saúde a nível lcal tem tid uma intervençã psitiva quer a nível da planificaçã e gestã n sentid de melhrar s prcediments e frmas de gestã através ds váris recurss e ferramentas invadras desenvlvidas e dispnibilizadas para efeit, pr um lad e pr utr, a nível d desenvlviment ds recurss humans, através ds prcesss frmativs (em sala e n lcal de trabalh) bem cm através das várias ferramentas desenvlvidas e clcadas a dispsiçã de frma a garantir a retençã ds recurss humans. N entant, apesar ds aspects psitivs verificads nas várias intervenções realizadas pels diverss parceirs n sectr da saúde a nível lcal existem aspects que necessitam de ser melhrads em particular n que tange a abrdagem, metdlgias de trabalh e instruments cmuns. Ou seja, as diversas metdlgias e instruments quer sejam de planificaçã, gestã, quer sejam de gestã de recurss utilizadas pelas diversas ONG s nã tem sid partilhadas entre s diverss Parceirs que actuam na área de saúde a nível lcal. Um utr aspect a destacar, é a fraca cperaçã entre as diversas ONG s e grup de parceirs d sectr, na medida em que n sectr existe um Plan de Acçã cm bjectiv de refrçar a Gestã de Finanças Públicas (planificaçã, rçamentaçã, execuçã, prcurement e cntrl intern e recurss humans) d Sectr da Saúde, a tds s níveis. Este Plan, pde também ser usad pelas ONG s n sentid de através da sua intervençã a nível lcal, garantir api a refrç da Gestã de Finanças Publicas a nível lcal (prvíncia e distrit) e desta frma cntribuir também para refrç da capacidade da Gestã de Finanças Públicas (GFP) d sectr cm um td. Página 11 de 14

12 Desafis Neste sentid, váris desafis sã clcads, n âmbit da cperaçã e api realizad pelas ONG s a sectr da Saúde, nmeadamente: Partilha e harmnizaçã das ferramentas (Manuais) de planificaçã e rçamentaçã d sectr da saúde a nível distrital; Partilha, difusã e estabeleciment de ferramentas de gestã invadras n sectr da saude a nível lcal (pr ex.: IDB); Melhria da capacidade ds recurss humans d sectr da saúde das áreas de planificaçã, gestã financeira e recurss humans; Melhria da crdenaçã entre s diverss actres lcais (ONG s, Serviçs de Saúde) de md a garantir uma melhr harmnizaçã n us das diversas ferramentas dispníveis; Cntinuaçã d api técnic prestad pels parceirs nas areas de planificaçã, gestã de recurss humans, bem cm, na área técnica e garantir cada vez mais a sua presença ns distrits; Cnslidaçã prgressiva de nvas metdlgias de frmaçã e api a criaçã de capacidades lcais; Prmçã de um mair dialg entre as diversas ONG s d sectr e s Grup de Parceirs (SWAP WG) de md a harmnizar e refrçar a acçã n sectr cm um td (nivel central, prvincial e distrital). Página 12 de 14

13 ANEXOS ANEXO I: Prgrama das Jrnadas de Cperaçã n Sectr da Saúde Página 13 de 14

14 ANEXO II: Lista de Participantes Página 14 de 14

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