PARLAMENTO EUROPEU ALTERAÇÕES 1-9. Comissão dos Assuntos Jurídicos 2008/2247(INI) Projecto de relatório Bert Doorn. PE416.

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1 PARLAMENTO EUROPEU 2004 Comissão dos Assuntos Jurídicos /2247(INI) ALTERAÇÕES 1-9 Projecto de relatório Bert Doorn (PE v01-00) sobre a aplicação da Directiva 2006/43/CE, relativa à revisão legal das contas anuais e consolidadas (2008/2247(INI)) AM\ doc PE v01-00

2 AM_Com_NonLegReport PE v /8 AM\ doc

3 1 Sharon Bowles N Nota com preocupação que a transposição dos conceitos fundamentais entidade de interesse público (EIP) e rede dá origem a diferentes interpretações entre os Estados-Membros; salienta a este propósito que a directiva estabelece diversas obrigações incisivas para as empresas qualificadas como EIP, bem como para os revisores oficiais de contas dessas empresas; faz notar ainda que a directiva estabelece também diversas obrigações adicionais para as sociedades de revisores de contas abrangidas pela definição de rede; receia que uma sobreposição de definições dê origem a insegurança jurídica e acabe por prejudicar os objectivos da directiva; apela por isso à Comissão para que, em concertação com os Estados-Membros, procure alcançar definições inequívocas; 1. Nota com preocupação que a transposição dos conceitos fundamentais entidade de interesse público (EIP) e rede dá origem a diferentes interpretações entre os Estados-Membros; salienta a este propósito que a directiva estabelece diversas obrigações incisivas para as empresas qualificadas como EIP, bem como para os revisores oficiais de contas dessas empresas; faz notar ainda que a directiva estabelece também diversas obrigações adicionais para as sociedades de revisores de contas abrangidas pela definição de rede; receia que uma sobreposição de definições dê origem a insegurança jurídica e a elevados custos de aplicação, e acabe por prejudicar os objectivos da directiva; apela por isso à Comissão para que proceda a uma revisão completa da implementação da definição e dos efeitos previsíveis da sua introdução, e que procure alcançar definições inequívocas em matéria de prioridades políticas a longo prazo para a UE neste domínio e sobre a forma como melhor podem ser realizadas em concertação com os Estados-Membros; salienta que a Comissão poderá colher orientações úteis da Federação Internacional de Revisores de Contas; AM\ doc 3/8 PE v01-00

4 2 Ieke van den Burg N.º 7 7. Faz notar que um atraso indevido na aprovação das Normas Internacionais de Contabilidade (ISA) poderia ter um efeito adverso sobre o ambiente de regulação, resultando numa maior fragmentação, o que é contrário ao objectivo geral da directiva; solicita, por conseguinte, à Comissão que evite atrasos desnecessários na adopção das ISA e que lance uma consulta pública sobre a adopção das mesmas; 7. Faz notar que um atraso indevido na aprovação das Normas Internacionais de Contabilidade (ISA) poderia ter um efeito adverso sobre o ambiente de regulação, resultando numa maior fragmentação, o que é contrário ao objectivo geral da directiva; solicita, por conseguinte, à Comissão que evite atrasos desnecessários na adopção das ISA e que lance uma ampla consulta pública sobre a adopção das mesmas; Or. nl 3 Sharon Bowles N Insta a Comissão a criar, em estreita cooperação com os Estados-Membros, um sistema de garantia de qualidade nacional que assegure uma garantia de qualidade independente e imparcial das empresas de contabilidade; salienta que o legislador europeu tem de limitar-se a normas-quadro gerais e que o funcionamento concreto dessas regras deve ser confiado ao sector; 12. Insta a Comissão a criar, em estreita cooperação com os Estados-Membros, estruturas de garantia de qualidade nacionais que assegurem uma garantia de qualidade independente e imparcial das empresas de contabilidade; salienta que o legislador europeu tem de limitar-se a normas-quadro gerais estabelecidas na directiva e na recomendação e que o funcionamento concreto dessas regras deve ser confiado ao sector; não considera viável, nesta fase, implementar um sistema de garantia de qualidade harmonizado para o conjunto da UE; PE v /8 AM\ doc

5 4 Bert Doorn N Insta a Comissão a criar, em estreita cooperação com os Estados-Membros, um sistema de garantia de qualidade nacional que assegure uma garantia de qualidade independente e imparcial das empresas de contabilidade; salienta que o legislador europeu tem de limitar-se a normas-quadro gerais e que o funcionamento concreto dessas regras deve ser confiado ao sector; 12. Insta a Comissão a criar, em estreita cooperação com os Estados-Membros, um sistema de garantia de qualidade nacional que assegure uma garantia de qualidade independente e exterior das empresas de contabilidade; salienta que o legislador europeu tem de limitar-se a normas-quadro gerais e que o funcionamento concreto dessas regras deve ser confiado aos profissionais do sector; 5 Jacques Toubon N. 14 Comissão que preconiza que se solicite aos Estados-Membros que limitem a objectivo dessa recomendação de, através de uma maior convergência entre os Estados-Membros neste domínio, reforçar a equidade das sociedades e das empresas de contabilidade; solicita à Comissão que 2010, sobre os efeitos desta recomendação, sendo importante a este propósito, nomeadamente, a questão de 14. Interroga-se sobre o objectivo da limitação da responsabilidade dos revisores oficiais de contas e dos gabinetes de auditoria, prevista na recomendação da Comissão, uma vez que os métodos preconizados são contrários aos princípios que regem a responsabilidade civil em certos Estados-Membros, como o princípio do direito das vítimas a serem indemnizadas; salienta que, além disso, não está minimamente demonstrado que tal limitação da responsabilidade dos revisores seja de forma a tornar o mercado dos serviços de auditoria mais AM\ doc 5/8 PE v01-00

6 saber se e até que ponto a recomendação conduz a uma maior convergência entre os Estados-Membros, em conformidade com os objectivos da directiva; concorrencial e que, muito pelo contrário, poderá acentuar a concentração, já muito grande neste sector de actividade, reduzindo concomitantemente a qualidade da auditoria; Or. fr 6 Sharon Bowles N. 14 Comissão que preconiza que se solicite aos Estados-Membros que limitem a objectivo dessa recomendação de, através de uma maior convergência entre os Estados-Membros neste domínio, reforçar a equidade das sociedades e das empresas de contabilidade; solicita à Comissão que 2010, sobre os efeitos desta recomendação, sendo importante a este propósito, nomeadamente, a questão de saber se e até que ponto a recomendação conduz a uma maior convergência entre os Estados-Membros, em conformidade com os objectivos da directiva; Comissão que preconiza que se solicite aos Estados-Membros que limitem a objectivo dessa recomendação de reforçar a equidade das sociedades e das empresas de contabilidade; solicita à Comissão que 2010, sobre os efeitos desta recomendação, sendo importante a este propósito, nomeadamente, a questão de saber se e até que ponto a recomendação conduz a uma maior convergência entre os Estados-Membros, em conformidade com os objectivos da directiva; salienta que é necessário prestar mais atenção ao impacto da definição de rede e da falta de clareza jurídica no que diz respeito à responsabilidade das empresas por actos de outras empresas que pertençam à mesma rede; nota que esta incerteza não foi tratada directamente na Recomendação dos Revisores de Contas e poderá constituir um desincentivo à actividade de certas empresas que operam no mercado dos serviços de auditoria; PE v /8 AM\ doc

7 7 Bert Doorn N. 14 Comissão que preconiza que se solicite aos Estados-Membros que limitem a objectivo dessa recomendação de, através de uma maior convergência entre os Estados-Membros neste domínio, reforçar a equidade das sociedades e das empresas de contabilidade; solicita à Comissão que 2010, sobre os efeitos desta recomendação, sendo importante a este propósito, nomeadamente, a questão de saber se e até que ponto a recomendação conduz a uma maior convergência entre os Estados-Membros, em conformidade com os objectivos da directiva; Comissão que preconiza que se solicite aos Estados-Membros que limitem a objectivo dessa recomendação de, através de uma maior convergência entre os Estados-Membros neste domínio, conseguir uma capacidade de auditoria sustentável e um mercado competitivo para os serviços de auditoria, e reforçar a equidade das sociedades e das empresas de contabilidade; solicita à Comissão que 2010, sobre os efeitos e o acompanhamento desta recomendação, sendo importante a este propósito, nomeadamente, a questão de saber se e até que ponto a recomendação conduz a uma maior convergência entre os Estados-Membros, em conformidade com os objectivos da directiva; 8 Sharon Bowles N. 14-A (novo) Documentos de trabalho de auditoria 14-A. Considera que há uma falta de AM\ doc 7/8 PE v01-00

8 clareza importante no que diz respeito à implementação do artigo 47. da Directiva, que diz respeito aos documentos de trabalho de auditoria; salienta que os Estados-Membros podem permitir a transferência para as autoridades competentes de um país terceiro de documentos detidos por revisores oficiais ou empresas de auditoria por eles aprovados, mas que há questões legais e relativas à protecção de dados que têm de ser respeitadas para assegurar que as informações que os revisores da UE recebem das empresas suas clientes sejam mantidos de forma confidencial e não passem ao domínio público em países terceiros onde tais empresas sejam cotadas ou a sua empresa-mãe esteja sediada; 9 Bert Doorn N.º 14-A (novo) 14-A. Acolhe favoravelmente a ronda de consultas iniciada pela Comissão sobre direitos de propriedade no âmbito das empresas de auditoria e aguarda com interesse as reacções das partes interessadas; Or. nl PE v /8 AM\ doc

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